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	<title>agricultura Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>agricultura Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Agricultura regenerativa: o futuro sustentável da produção agrícola</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/agricultura-regenerativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[degradação do solo]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a agricultura regenerativa tem ganhado protagonismo nas rodas técnicas e estratégicas do agronegócio. Longe de ser uma simples tendência passageira, essa abordagem representa uma verdadeira mudança de paradigma na forma como entendemos e manejamos o solo, o principal ativo de qualquer propriedade agrícola. Enquanto modelos convencionais de produção se baseiam em alta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a <strong>agricultura regenerativa</strong> tem ganhado protagonismo nas rodas técnicas e estratégicas do agronegócio. Longe de ser uma simples tendência passageira, essa abordagem representa uma verdadeira mudança de paradigma na forma como entendemos e manejamos o solo, o principal ativo de qualquer propriedade agrícola.</p>
<p>Enquanto modelos convencionais de produção se baseiam em alta dependência de insumos externos, a agricultura regenerativa propõe um caminho inverso: <strong>fortalecer os processos naturais</strong>, revitalizar a vida do solo e, com isso, aumentar a produtividade com maior sustentabilidade econômica e ambiental.</p>
<p>Neste artigo vamos explorar como práticas regenerativas no manejo do solo podem não apenas <strong>melhorar a fertilidade e a estrutura física</strong>, mas também i<strong>mpulsionar o lucro da fazenda</strong> de forma consistente e mensurável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Agricultura regenerativa no foco da rentabilidade</h2>
<p>A agricultura regenerativa não é apenas uma alternativa mais “verde” para o sistema convencional. É um <strong>modelo agronômico estratégico</strong>, focado em restaurar e potencializar os processos naturais do solo.</p>
<p>Seu objetivo vai além de manter: ela busca regenerar os ciclos biológicos, hídricos e nutricionais, promovendo solos mais vivos, resilientes e produtivos.</p>
<p>Essa abordagem não se opõe à tecnologia, mas sim a coloca a serviço da vida no solo. O uso de biológicos, sensores, ferramentas digitais e práticas como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantio direto com diversidade de cobertura</a></strong> são todos <strong>instrumentos de um sistema regenerativo bem estruturado</strong>.</p>
<h3>Sustentável, conservacionista ou regenerativa: qual a diferença?</h3>
<p>Embora esses termos muitas vezes sejam usados como sinônimos, existe uma diferença conceitual clara entre eles:</p>
<ul>
<li><strong>Agricultura conservacionista</strong>: busca minimizar os impactos negativos da produção sobre o meio ambiente (ex.: plantio direto, terraceamento, curvas de nível).</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/"><strong>Agricultura sustentável</strong></a>: tem como premissa manter a capacidade de produção ao longo do tempo, equilibrando produtividade, ambiente e sociedade.</li>
<li><strong>Agricultura regenerativa</strong>: vai além, <strong>reconstrói e melhora ativamente os sistemas degradados</strong>, promovendo maior diversidade biológica, saúde do solo e capacidade produtiva com menor dependência externa.</li>
</ul>
<p>Essa distinção é fundamental para entender por que o manejo regenerativo tem potencial direto sobre a rentabilidade, e não apenas sobre os indicadores ambientais da fazenda.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>O solo como ativo produtivo e estratégico</h3>
<p>Nos modelos convencionais, o solo muitas vezes é visto como <strong>meio físico de suporte para aplicação de insumos</strong>. Já na agricultura regenerativa, ele assume o lugar de protagonista: é o centro da estratégia produtiva.</p>
<p>Solos com maior teor de matéria orgânica, agregação estável e diversidade microbiana:</p>
<ul>
<li>Retêm mais água, reduzindo riscos de estresse hídrico;</li>
<li>Aproveitam melhor os nutrientes, reduzindo perdas e necessidade de adubação;</li>
<li>Suportam melhor o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/">tráfego de máquinas</a></strong> e resistem à erosão;</li>
<li>Favorecem o controle biológico natural de pragas e doenças.</li>
</ul>
<p>Esses benefícios, quando somados, se traduzem em economia, estabilidade produtiva e, no final, lucro.</p>
<h2>Desafios enfrentados pelo manejo convencional</h2>
<h3>1. Efeitos do uso intensivo: compactação, erosão e perda de fertilidade</h3>
<p>O modelo agrícola convencional, embora tenha permitido grandes saltos de produtividade nas últimas décadas, trouxe consigo uma série de <strong>consequências agronômicas e econômicas</strong> indesejadas.</p>
<p>Entre os principais impactos negativos do manejo convencional, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Compactação do solo </strong>devido ao tráfego intenso de máquinas pesadas e ausência de cobertura vegetal adequada;</li>
<li><strong>Erosão</strong> provocada pela exposição do solo em períodos entre safras, resultando na perda das camadas mais férteis;</li>
<li><strong>Redução da matéria orgânica</strong>, o que compromete a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/">estrutura física do solo</a></strong> e sua capacidade de reter nutrientes e água;</li>
<li><strong>Desorganização da microbiota do solo</strong>, enfraquecendo os ciclos naturais e exigindo maior uso de insumos externos.</li>
<li><strong>Desbalanço nutricional no solo e aumento da acidez</strong>, devido ao uso intenso de adubos minerais e insumos.</li>
</ul>
<p>Esses fatores combinados resultam em um ciclo vicioso: <strong>quanto mais o solo perde sua vitalidade natural, mais o produtor depende de corretivos, fertilizantes e defensivos</strong> para manter a produtividade.</p>
<h3>2. Ausência de cobertura e a morte do solo</h3>
<p>Um dos maiores erros do manejo tradicional é a <strong>desconsideração do solo como um ecossistema vivo</strong>. Quando deixado descoberto por longos períodos, sem culturas de cobertura ou palhada, o solo sofre:</p>
<ul>
<li><strong>Oxidação rápida da matéria orgânica</strong>, reduzindo a fertilidade natural;</li>
<li><strong>Desestímulo à microbiologia benéfica</strong>, como fungos micorrízicos e bactérias fixadoras;</li>
<li><strong>Aumento da temperatura e maior perda de umidade</strong>, criando um ambiente hostil ao desenvolvimento radicular.</li>
</ul>
<p>Esse processo silencioso leva o solo a um estado de degradação funcional — ele continua “suportando” as plantas, mas a cada safra exige mais insumos e dá menos resposta produtiva.</p>
<h3>3. Lucro comprometido sem que o produtor perceba</h3>
<p>O maior risco do manejo convencional não está apenas na produtividade momentânea, mas na<strong> redução da lucratividade no médio e longo prazo</strong>. Em muitos casos, o produtor ainda colhe bem, mas o lucro líquido por hectare cai ano após ano, encoberto por um faturamento bruto que parece estável.</p>
<p>Esse é o tipo de alerta que agrônomos, consultores e gerentes de fazenda precisam identificar e levar à mesa de decisões: o solo pode estar &#8220;produzindo&#8221;, mas está morrendo, e com ele, a margem de lucro da fazenda.</p>
<h2>Como o manejo regenerativo gera lucro?</h2>
<p>Um dos principais fundamentos da agricultura regenerativa é <strong>reduzir a dependência de insumos externos por meio da ativação dos processos biológicos do solo</strong> e aproveitamento de dejetos orgânicos ricos em nutrientes de outras atividade da fazenda (pecuária, resíduos de palha de café, resíduos de silo de armazenamento de grãos). Essa lógica é simples e poderosa:</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Quanto mais ativo e saudável for o solo, menor será a necessidade de adubação corretiva, defensivos e irrigação intensiva e maior será a resiliência da lavoura.</strong></em></p>
<p>Isso significa menos custo operacional e mais previsibilidade de produção, mesmo em cenários de adversidade climática ou volatilidade no mercado de insumos.</p>
<p>Além disso, o solo regenerado possui capacidade superior de ciclagem de nutrientes, retenção de água e resposta biológica ao crescimento radicular, o que impacta diretamente a produtividade com menor investimento.</p>
<h3>Práticas regenerativas com retorno comprovado</h3>
<p>Não se trata de teoria ou modismo. Diversas práticas já vêm sendo aplicadas em fazendas de grãos com <strong>resultados técnicos e financeiros comprovados</strong>. Entre as principais, destacam-se:</p>
<h4>1. <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">Rotação de culturas</a> com plantas de cobertura</h4>
<ul>
<li>Estimula a diversificação biológica do solo;</li>
<li>Melhora a estrutura física e reduz compactação superficial;</li>
<li>Quebra ciclos de pragas e doenças;</li>
<li>Aumenta a matéria orgânica e faz a ciclagem de nutrientes.</li>
</ul>
<h4>2. Integração lavoura-pecuária (ILP)</h4>
<ul>
<li>Estimula o aporte de matéria orgânica por meio de resíduos da pastagem e esterco;</li>
<li>Melhora a microbiota e o balanço nutricional do solo;</li>
<li>Proporciona uma fonte adicional de receita com a venda de bois ou leite;</li>
<li>Aumenta o uso eficiente da área, com redução de intervalos improdutivos.</li>
</ul>
<h2>Como começar: aplicando a agricultura regenerativa na prática</h2>
<h3>Diagnóstico: o ponto de partida para qualquer sistema regenerativo</h3>
<p>Antes de qualquer mudança no campo, é fundamental entender o estado atual do solo e do sistema produtivo. O diagnóstico técnico precisa ir além da análise química convencional, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>Avaliação da estrutura física</strong> (compactação, porosidade, infiltração de água);</li>
<li><strong>Indicadores biológicos</strong> (teor de matéria orgânica, diversidade microbiana);</li>
<li><strong>Histórico de uso da área</strong>, ciclos de culturas e práticas anteriores;</li>
<li>Presença de <strong>pragas de solo e doenças</strong> recorrentes.</li>
<li>Diagnóstico químico.</li>
</ul>
<h3>Da adubação corretiva ao estímulo biológico</h3>
<p>O profissional que atua com agricultura regenerativa precisa reformular a lógica de manejo:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Em vez de &#8220;corrigir o solo para produzir&#8221;, o foco é &#8220;regenerar o solo para que ele produza por si&#8221;.</em></strong></p>
<p>Isso exige, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Associar a adubação orgânica com a adubação mineral;</li>
<li>Aprimorar o uso de práticas culturais e biológicas para os manejos de proteção de plantas;</li>
<li>Pensar o solo como um sistema dinâmico, e não como um depósito de nutrientes.</li>
</ul>
<p>Essa mentalidade traz efeitos de médio e longo prazo, mas seus impactos financeiros positivos já podem ser observados na segunda ou terceira safra de transição.</p>
<h3>Monitoramento e ajustes</h3>
<p>Agricultura regenerativa não é uma receita pronta. É uma jornada de observação, adaptação e aprendizado técnico constante. Para isso, é importante:</p>
<ul>
<li>Medir regularmente parâmetros biológicos e físicos do solo;</li>
<li>Comparar custos e produtividade entre áreas com e sem práticas regenerativas;</li>
<li>Registrar decisões, aplicações e resultados transformando a fazenda em um laboratório de eficiência.</li>
</ul>
<p>Consultores e agrônomos têm aqui um papel fundamental como facilitadores desse processo, traduzindo dados e acompanhando a evolução do sistema junto ao produtor.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Adotar a <strong>agricultura regenerativa</strong> não é apenas uma questão ambiental, mas sim uma <strong>decisão estratégica de gestão da fazenda</strong>. O solo deixou de ser um recurso renovável infinito, e hoje sabemos que sua saúde está diretamente relacionada à estabilidade da produtividade, à redução de custos e ao aumento do lucro por hectare.</p>
<p>Engenheiros agrônomos, consultores e produtores que compreendem essa nova lógica e se preparam para aplicá-la tornam-se referências em um mercado que exige cada vez mais eficiência técnica e econômica com sustentabilidade.</p>
<p>Se há uma mensagem central neste conteúdo, ela é clara: <strong><i>O lucro sustentável nasce de sistemas produtivos inteligentes, vivos e regenerados.</i></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sementes de qualidade: como escolher para ter alta performance?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 11:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na agricultura moderna, cada decisão técnica conta, e uma das mais importantes e determinantes para a produtividade é a escolha da semente, o insumo mais nobre e estratégico de toda a lavoura. Afinal, 13% da produtividade é de responsabilidade da planta (genética, qualidade da semente) e a semente representa boa parte desse fator. Em um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na agricultura moderna, cada decisão técnica conta, e uma das mais importantes e determinantes para a produtividade é a escolha da semente, o insumo mais nobre e estratégico de toda a lavoura.</p>
<p>Afinal, <strong>13% da produtividade é de responsabilidade da planta</strong> (genética, qualidade da semente) e a semente representa boa parte desse fator.</p>
<p>Em um cenário de margens apertadas, instabilidades climáticas e pressão por produtividade, <strong>tomar uma decisão segura na hora de adquirir sementes é mais do que uma boa prática</strong>: é uma questão de sobrevivência competitiva. Isso envolve entender a fundo o que é uma semente de qualidade, como avaliá-la, como interpretá-la tecnicamente e como garantir que todo esse potencial chegue, de fato, ao campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que define uma semente de qualidade?</h2>
<p>A qualidade da semente vai muito além de sua aparência externa. Trata-se de um conjunto de atributos físicos, fisiológicos, genéticos e sanitários que determinam o seu desempenho no campo.</p>
<p>Em outras palavras, <strong>uma semente de qualidade é aquela que tem alto potencial de originar uma planta vigorosa, uniforme e produtiva</strong>, desde a emergência até a colheita.</p>
<h3>Conceito técnico de qualidade de sementes</h3>
<p>De forma técnica, a qualidade de uma semente é avaliada a partir de quatro pilares principais:</p>
<ol>
<li><strong>Qualidade fisiológica</strong>: refere-se à capacidade da semente germinar e gerar uma planta saudável. É medida principalmente por testes de germinação e vigor.</li>
<li><strong>Qualidade física</strong>: está relacionada à pureza do lote, ou seja, à ausência de impurezas, sementes de outras espécies ou materiais inertes.</li>
<li><strong>Qualidade genética</strong>: garante que a semente pertence à cultivar correta e preserva suas características genéticas, como ciclo, tolerância a doenças e produtividade.</li>
<li><strong>Qualidade sanitária</strong>: avalia a presença (ou ausência) de patógenos que possam comprometer a emergência e o desenvolvimento inicial da planta.</li>
</ol>
<h3>Sementes comuns vs. sementes certificadas</h3>
<p>Um erro comum entre produtores é tratar qualquer semente como se fosse igual. No entanto, existe uma diferença significativa entre <strong>sementes comuns, sementes salvas</strong> (aquelas colhidas e reaproveitadas pelo próprio produtor) e <strong>sementes certificadas</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Sementes certificadas</strong> são produzidas sob rígidos critérios de qualidade e fiscalização oficial. Têm garantias legais sobre sua origem, identidade genética, pureza e desempenho.</li>
<li>Já as <strong>sementes comuns ou salvas</strong> muitas vezes não passam por análises laboratoriais, não seguem critérios técnicos de produção e podem estar contaminadas ou degradadas, comprometendo a lavoura.</li>
</ul>
<h3>Impacto direto no desempenho da lavoura</h3>
<p>Uma semente de qualidade <strong>garante uniformidade na emergência e no crescimento</strong>, o que facilita todas as etapas posteriores do manejo, do controle de plantas daninhas até a colheita. Quando a lavoura tem um estande desuniforme, o produtor enfrenta desafios como:</p>
<ul>
<li>Competição entre plantas desiguais por luz, água e nutrientes;</li>
<li>Dificuldade no manejo fitossanitário;</li>
<li>Perdas na colheita mecânica;</li>
<li>Maior variabilidade no rendimento por hectare.</li>
</ul>
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<h2>Parâmetros técnicos essenciais para avaliação</h2>
<p>Para que o produtor possa tomar decisões técnicas bem fundamentadas, é fundamental entender quais parâmetros definem a qualidade de uma semente.</p>
<p>Esses critérios são analisados por meio de testes laboratoriais e compõem os laudos que devem acompanhar lotes certificados. Nesta seção, vamos abordar os três principais: germinação, vigor e pureza física.</p>
<h3>Germinação</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">germinação</a></strong> representa a porcentagem de sementes que são capazes de se desenvolver, em condições ideais, formando plântulas normais e viáveis. Esse é um dos indicadores mais conhecidos e utilizados pelos produtores.</p>
<ul>
<li>A legislação brasileira, por meio do MAPA, estabelece <strong>valores mínimos de germinação de 80% para a soja e 85% para o milho,</strong> e esse índice é obrigatório nas embalagens de sementes certificadas.</li>
<li>Um lote com <strong>baixo índice de germinação significa maior necessidade de sementes por hectare</strong>, aumento no custo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong> e maior risco de falhas no estande.</li>
</ul>
<h3>Vigor</h3>
<p>Enquanto a germinação mede o desempenho da semente em condições ideais, o vigor avalia o <strong>comportamento da semente em situações de estresse</strong>, como temperaturas fora da faixa ideal, baixa umidade do solo ou profundidade irregular de semeadura.</p>
<ul>
<li>Sementes com <strong>alto vigor tendem a emergir mais rapidamente</strong> e com maior uniformidade, mesmo em condições menos favoráveis.</li>
<li>O vigor é especialmente importante em regiões com janelas curtas de plantio ou com histórico de adversidades climáticas.</li>
</ul>
<h3>Pureza física</h3>
<p>A pureza física indica a proporção de sementes puras da espécie declarada em relação ao total do conteúdo do lote. Um bom lote deve estar livre de sementes de outras espécies, fragmentos vegetais e materiais inertes como terra, areia ou palha.</p>
<ul>
<li>A legislação brasileira exige que essa informação esteja no rótulo e que o lote tenha <strong>pureza mínima de 98%</strong> para a maioria das espécies cultivadas.</li>
<li>Lotes com baixa pureza reduzem a eficiência da semeadura, aumentam os riscos de contaminação com plantas daninhas e comprometem a uniformidade da lavoura.</li>
</ul>
<h3>Como interpretar um laudo de análise de sementes?</h3>
<p>O laudo é um documento técnico que acompanha o lote e deve conter, no mínimo:</p>
<ul>
<li>Índice de germinação (%);</li>
<li>Índice de vigor (quando disponível);</li>
<li>Pureza física (%);</li>
<li>Número do lote e validade da análise;</li>
<li>Responsável técnico e laboratório credenciado.</li>
</ul>
<h2>Escolha do material genético: estratégia para maximizar resultados</h2>
<p>A definição do material genético a ser utilizado em uma lavoura é uma das decisões mais estratégicas que o produtor pode tomar.</p>
<p>Não se trata apenas de “qual variedade plantar”, mas sim de <strong>alinhamento técnico entre as características da cultivar e as condições da propriedade</strong>. Esse encaixe, quando bem feito, potencializa o desempenho produtivo e reduz a necessidade de correções durante o ciclo.</p>
<h3>Fatores essenciais para a escolha do material genético</h3>
<p>Para garantir assertividade na escolha, é necessário considerar um conjunto de fatores agronômicos, ambientais e econômicos. Entre os principais, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Clima e altitude da região</strong>: cultivares têm exigências térmicas e fotoperiódicas diferentes. Escolher uma semente inadequada ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/">clima</a></strong> local pode resultar em floração irregular, estresse ou baixa produtividade.</li>
<li><strong>Tipo e fertilidade do solo</strong>: algumas variedades têm maior exigência nutricional, outras são mais tolerantes a solos de média fertilidade.</li>
<li><strong>Histórico de pragas e doenças na área</strong>: é estratégico optar por cultivares com <strong>resistência genética a patógenos prevalentes</strong>, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/">nematoides</a></strong>, <em>fusarium</em> ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/">enfezamento do milho</a></strong>.</li>
<li><strong>Ciclo da cultura e janela de plantio</strong>: materiais precoces, superprecoces ou de ciclo mais longo devem ser escolhidos de acordo com a programação da propriedade e janela climática disponível.</li>
<li><strong>Objetivo do produtor</strong>: se o foco é produtividade máxima, sanidade foliar ou qualidade do grão, o material genético deve refletir esse objetivo.</li>
</ul>
<h3>Cultivares vs. híbridos: qual a diferença prática?</h3>
<ul>
<li><strong>Cultivares (ou variedades)</strong>: É uma variedade de plantas que foi selecionada e cultivada com as características desejáveis e que quando propagada (por sementes) mantém as características desejadas, sendo geneticamente estáveis. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/">cultivar</a></strong> é uma planta gerada por uma variedade selecionada, mas sem a necessidade de cruzamento de duas variedades, pois tem como base características fixas. São comuns em soja, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/">feijão</a></strong> e arroz.</li>
<li><strong>Híbridos</strong>: resultam do cruzamento de duas linhas distintas buscando as características vantajosas de ambas as plantas parentais, apresentando <strong>vigor híbrido</strong> (heterose), o que confere maior produtividade, uniformidade e adaptação. São comuns em culturas como milho, sorgo e hortaliças. As sementes da planta híbrida não devem ser replantadas, pois as gerações seguintes não mantêm as características desejadas. Para multiplicar deve-se sempre cruzar a mesma mãe e o mesmo pai.</li>
</ul>
<h3>O papel do melhoramento genético no avanço do agronegócio</h3>
<p>Nos últimos anos, <strong>o melhoramento genético tem avançado de forma acelerada</strong>, permitindo o desenvolvimento de materiais com resistência múltipla a doenças, tolerância a estresses abióticos (seca, calor), alto potencial produtivo e melhor aproveitamento nutricional.</p>
<ul>
<li>As <strong>cultivares modernas</strong>, quando associadas ao uso de sementes de alta qualidade, representam um salto tecnológico.</li>
<li>Empresas de genética vegetal investem em testes regionais, para adaptar os materiais às realidades locais.</li>
</ul>
<p>O produtor que acompanha esses avanços e realiza escolhas técnicas bem fundamentadas tende a obter <strong>maior previsibilidade de resultados, menores perdas e maior estabilidade de produção.</strong></p>
<h2>Armazenamento e cuidados pré-semeadura</h2>
<p>Mesmo que o produtor escolha uma excelente semente e um fornecedor confiável, <strong>todo o potencial pode ser perdido se não houver cuidados adequados no armazenamento e no manejo até a semeadura. </strong></p>
<p>A semente é um organismo vivo, com metabolismo sensível a fatores como umidade, temperatura e tempo. Portanto, preservar sua qualidade depende de práticas bem definidas.</p>
<h3>Condições ideais de armazenamento</h3>
<p>As sementes devem ser armazenadas em ambientes que minimizem a deterioração fisiológica e protejam contra pragas e patógenos. Para isso, as recomendações técnicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Temperatura</strong>: O ideal é manter o ambiente entre <strong>10°C e 20°C</strong>, evitando variações bruscas.</li>
<li><strong>Umidade relativa do ar</strong>: Deve permanecer <strong>abaixo de 60%</strong>. Umidade excessiva favorece a proliferação de fungos e acelera o envelhecimento.</li>
<li><strong>Ventilação</strong>: Ambientes bem ventilados evitam condensações e bolores, comuns em locais abafados.</li>
<li><strong>Empilhamento e paletização</strong>: As embalagens devem ser mantidas <strong>longe do chão</strong> (preferencialmente sobre paletes) <strong>e sem contato direto com paredes</strong>, para evitar absorção de umidade.</li>
</ul>
<h3>Cuidados no transporte e manuseio</h3>
<p>Durante o transporte e o manuseio, é importante seguir <strong>boas práticas para não danificar fisicamente as sementes</strong>:</p>
<ul>
<li>Evitar quedas ou tombamentos de embalagens.</li>
<li>Não expor as sementes diretamente ao sol, mesmo por curtos períodos.</li>
<li>Utilizar veículos limpos, secos e cobertos.</li>
<li>Reduzir o tempo de transporte entre o armazenamento e a lavoura.</li>
</ul>
<p>Qualquer dano mecânico (como trincas no tegumento) pode comprometer a germinação e o vigor, mesmo em sementes de alta qualidade.</p>
<h3>Validade e controle de lote</h3>
<p>Cada embalagem de sementes certificadas vem com a <strong>validade do laudo de análise</strong>. Essa validade, normalmente de <strong>12 meses</strong>, pode ser comprometida se as condições de armazenamento forem inadequadas.</p>
<ul>
<li>Sempre verifique a <strong>data de análise e o número do lote</strong>.</li>
<li>Evite usar sementes com laudos vencidos ou com dúvidas sobre o histórico de conservação.</li>
</ul>
<p>Boas práticas incluem manter registros de todos os lotes adquiridos, com datas de recebimento, local de armazenamento e controle de estoque.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A escolha e o uso de sementes de qualidade não devem ser vistos apenas como um passo técnico dentro do processo produtivo, mas sim como uma <strong>decisão estratégica com impacto direto na rentabilidade da lavoura</strong>.</p>
<p>Todo o investimento feito em tecnologia, fertilizantes, defensivos e manejo será otimizado ou comprometido a partir da semente colocada no solo.</p>
<p>Produtores e profissionais que atuam no campo precisam adotar uma abordagem criteriosa, técnica e preventiva na seleção, aquisição e conservação das sementes. Isso envolve <strong>avaliar parâmetros técnicos como germinação, vigor e pureza,</strong> escolher fornecedores confiáveis, garantir boas condições de armazenamento e, sobretudo, alinhar o material genético às condições ambientais e aos objetivos de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">Sementes de qualidade: como escolher para ter alta performance?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Agricultura sustentável: como produzir grãos de forma eficiente e rentável</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura sustentável é um modelo de produção que busca equilibrar a produtividade agrícola com a conservação ambiental e a viabilidade econômica. Esse conceito tem se tornado essencial para a produção de grãos, garantindo que as futuras gerações possam continuar cultivando com qualidade e rentabilidade. Diferente dos métodos convencionais, que muitas vezes exploram excessivamente os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>agricultura sustentável</strong> é um modelo de produção que busca <strong>equilibrar a produtividade agrícola com a conservação ambiental e a viabilidade econômica</strong>. Esse conceito tem se tornado essencial para a produção de grãos, garantindo que as futuras gerações possam continuar cultivando com qualidade e rentabilidade.</p>
<p>Diferente dos métodos convencionais, que muitas vezes exploram excessivamente os recursos naturais, a abordagem sustentável foca na manutenção do solo, no uso eficiente da água e na redução do impacto ambiental.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>A importância da agricultura sustentável na produção de grãos</h2>
<p>Com o aumento da demanda mundial por alimentos e as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">mudanças climáticas</a></strong> impactando a produção agrícola, a agricultura sustentável se torna indispensável para engenheiros agrônomos e demais profissionais da área. Métodos sustentáveis garantem um solo fértil, reduzem custos operacionais e aumentam a longevidade e produtividade das lavouras.</p>
<p>Além disso, o uso excessivo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/">fertilizantes químicos</a></strong> e defensivos agrícolas pode prejudicar a qualidade do solo e dos produtos agrícolas, tornando essencial a busca por práticas mais equilibradas.</p>
<p>A produção sustentável de grãos não apenas melhora a produtividade e reduz desperdícios, mas também p<strong>ermite que os agricultores atendam a exigências regulatórias e certificações ambientais</strong>, que são cada vez mais requisitadas pelo mercado nacional e internacional. Isso abre novas oportunidades de negócios e fortalece a reputação dos produtores que adotam essa abordagem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Práticas sustentáveis na produção de grãos</h2>
<p>Adotar práticas sustentáveis na produção de grãos é essencial para <strong>manter a competitividade e reduzir impactos ambientais</strong>. Algumas estratégias fundamentais incluem:</p>
<h3>1. Rotação de culturas</h3>
<p>A diversificação das culturas contribui para a <strong>melhoria da fertilidade do solo e reduz a incidência de pragas e doenças</strong>.</p>
<p>O plantio sucessivo de uma única cultura pode levar ao esgotamento dos nutrientes do solo, tornando necessário o uso excessivo de insumos químicos. A rotação de culturas ajuda a restaurar os nutrientes naturalmente e a evitar a degradação da terra.</p>
<h3>2. Plantio direto</h3>
<p>Essa técnica minimiza a erosão, melhora a retenção de água e mantém a estrutura do solo saudável, aumentando a produtividade.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantio direto</a></strong> reduz a necessidade de revolvimento da terra, o que conserva sua microbiota benéfica e mantém os níveis de matéria orgânica. Além disso, o uso de palhada na superfície do solo auxilia no controle da temperatura e da umidade.</p>
<h3>3. Uso eficiente de fertilizantes e defensivos</h3>
<p>A aplicação correta e equilibrada desses insumos evita desperdícios, reduz a contaminação ambiental e melhora o aproveitamento nutricional das plantas.</p>
<p>A agricultura sustentável prioriza a utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biofertilizantes-na-agricultura/">biofertilizantes</a></strong> e defensivos biológicos, que impactam menos o meio ambiente e ajudam a manter o equilíbrio do ecossistema agrícola.</p>
<h3>4. Irrigação inteligente</h3>
<p>Sistemas de irrigação modernos permitem a utilização otimizada da água, reduzindo desperdícios e promovendo a eficiência hídrica.</p>
<p>Métodos como <strong>irrigação por gotejamento e sensores de umidade do solo</strong> ajudam a fornecer a quantidade exata de água necessária, evitando tanto a escassez quanto o desperdício hídrico.</p>
<h3>5. Manejo integrado de pragas (MIP)</h3>
<p>A combinação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">controle biológico</a></strong>, químico e cultural reduz a dependência de agroquímicos, preservando a biodiversidade do ecossistema agrícola.</p>
<p>O monitoramento constante das lavouras e o uso de inimigos naturais das pragas garantem uma produção mais equilibrada e com menos impactos ao meio ambiente.</p>
<h3>6. Agricultura de precisão</h3>
<p>A <strong>tecnologia desempenha um papel fundamental</strong> na agricultura sustentável. O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong>, sensores de umidade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong> e big data possibilita tomadas de decisão mais precisas, aumentando a eficiência e a produtividade no campo.</p>
<p>Esses avanços permitem um melhor gerenciamento dos insumos e dos recursos naturais, tornando a produção de grãos mais eficiente e sustentável.</p>
<h2>Benefícios da agricultura sustentável</h2>
<p>A adoção da agricultura sustentável traz vantagens como:</p>
<ul>
<li>Maior produtividade e rentabilidade a longo prazo;</li>
<li>Redução dos impactos ambientais e da degradação do solo;</li>
<li>Acesso a mercados que exigem certificações sustentáveis;</li>
<li>Melhor gestão dos recursos naturais;</li>
<li>Maior resistência a eventos climáticos adversos;</li>
<li>Redução da dependência de insumos químicos, o que diminui custos operacionais;</li>
<li>Valorização da marca e reconhecimento no mercado agrícola.</li>
</ul>
<p>Além disso, os consumidores estão cada vez mais atentos à origem dos alimentos que consomem, preferindo produtos cultivados de maneira responsável. Isso reforça a <strong>importância da sustentabilidade na produção de grãos</strong>, agregando valor aos produtos e ampliando as possibilidades de comercialização.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>E-book Tecnologias para a adubação na agricultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-tecnologias-para-a-adubacao-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas. Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da tecnologia de aplicação de produtos sólidos, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas.</p>
<p>Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da <strong>tecnologia de aplicação de produtos sólidos</strong>, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada desses insumos é fundamental para garantir a nutrição adequada do solo e o crescimento saudável das plantas, resultando em <strong>aumento de produtividade</strong>.</p>
<p>Neste e-book, você vai aprender como as mais recentes tecnologias de aplicação podem melhorar a eficiência no campo, otimizando a distribuição e a dosagem correta de fertilizantes, além de estratégias práticas que vão transformar os resultados da sua produção. <strong>Baixe agora e leve sua produtividade ao próximo nível!</strong></p>
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		<title>Como ter um manejo de sucesso do mofo branco na soja?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-ter-um-manejo-de-sucesso-do-mofo-branco-na-soja/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-ter-um-manejo-de-sucesso-do-mofo-branco-na-soja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[mofo-branco]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=24580</guid>

					<description><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas agrícolas mais importantes e amplamente cultivada, enfrenta uma ameaça silenciosa que pode devastar colheitas inteiras: o mofo branco. Também conhecido como Sclerotinia sclerotiorum, este fungo tem sido uma dor de cabeça constante para os agricultores, uma vez que é difícil de ser detectado até que seus sintomas se manifestem plenamente. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ter-um-manejo-de-sucesso-do-mofo-branco-na-soja/">Como ter um manejo de sucesso do mofo branco na soja?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas agrícolas mais importantes e amplamente cultivada, enfrenta uma ameaça silenciosa que pode devastar colheitas inteiras: <strong>o mofo branc</strong>o.</p>
<p>Também conhecido como <em>Sclerotinia sclerotiorum,</em> este fungo tem sido uma dor de cabeça constante para os agricultores, uma vez que é difícil de ser detectado até que seus sintomas se manifestem plenamente.</p>
<p>O mofo branco é uma doença fúngica que ataca a soja durante todo o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">ciclo de crescimento da planta</a></strong>, mas seus efeitos geralmente se tornam mais evidentes durante o estágio de floração e formação de vagens.</p>
<p>O fungo se espalha através de esporos que podem ser transportados pelo vento ou por meio de contato direto com plantas infectadas. Uma vez que os esporos entram em contato com uma planta saudável, eles germinam e invadem os tecidos da planta, levando ao aparecimento de sintomas característicos.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O mofo branco é uma doença de grande importância na cultura da soja, podendo causar perdas de até 70% na produtividade.</li>
<li>O controle biológico utilizando tricoderma e bacilos mostra-se eficiente na redução da germinação e inviabilização dos escleróides do mofo branco.</li>
<li>O controle cultural, como a rotação de culturas com gramíneas não hospedeiras, contribui para a redução do inóculo do patógeno.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">escolha de cultivares</a></strong> e a densidade de plantio também podem ser estratégias para minimizar a incidência do mofo branco na lavoura.</li>
<li>Condições climáticas favoráveis, como temperaturas amenas e alta umidade relativa, propiciam o desenvolvimento da doença.</li>
</ul>
<p>Neste webinar, temos como palestrante, Caroline Hawerroth, Dra. em Fitopatologia, pesquisadora e consultora do Rehagro.</p>
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		<title>Principais cuidados, armazenamento e processos com a semente da soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/universo-da-semente-de-soja-o-que-podemos-observar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2023 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas mais essenciais do mundo, tem desempenhado um papel fundamental na alimentação humana, na produção de óleo vegetal e na criação de ração animal. No centro de toda essa produção está um pequeno tesouro agrícola: a semente de soja. Essas minúsculas maravilhas naturais são muito mais do que simples grãos; são [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas mais essenciais do mundo, tem desempenhado um papel fundamental na alimentação humana, na produção de óleo vegetal e na criação de ração animal.</p>
<p>No centro de toda essa produção está um pequeno tesouro agrícola: <strong>a semente de soja</strong>. Essas minúsculas maravilhas naturais são muito mais do que simples grãos; são a base de uma indústria agrícola global que alimenta nações e impulsiona economias.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>A genética da semente de soja é fundamental para garantir a produtividade e rentabilidade no campo.</li>
<li>O ambiente externo, como temperatura e umidade, pode interferir na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade da semente</a></strong>.</li>
<li>A realização de testes de vigor e viabilidade é importante para avaliar a qualidade da semente.</li>
<li>Cuidados na amostragem, armazenamento e processos de semeadura são essenciais para preservar a qualidade da semente.</li>
<li>O uso de tratamentos químicos e biológicos pode ajudar a proteger a semente contra <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> e pragas.</li>
</ul>
<p>Neste webinar, temos como palestrante, Maria de Fátima Zorato, especialista em treinamento e desenvolvimento profissional e gestão em qualidade de sementes.</p>
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		<title>Seguro rural: o que é e qual o tipo ideal para sua propriedade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/seguro-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O seguro rural é uma valiosa ferramenta de gestão para proteção da atividade agrícola, que possibilita ao produtor a mitigação dos seus prejuízos, contribuindo para a sua estabilidade de renda e consequentemente a permanência no ramo. A atividade agrícola naturalmente apresenta um elevado risco e incertezas, devido às instabilidades climáticas, pragas, doenças, e oscilações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>seguro rural</strong> é uma valiosa ferramenta de gestão para proteção da atividade agrícola, que possibilita ao produtor a mitigação dos seus prejuízos, <strong>contribuindo para a sua estabilidade de renda</strong> e consequentemente a permanência no ramo.</p>
<p>A atividade agrícola naturalmente apresenta um elevado risco e incertezas, devido às instabilidades climáticas, pragas, doenças, e oscilações de preços de mercado. E um outro fator que potencializa esses riscos, é a proximidade do fenômeno El Niño, trazendo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener">mudanças climáticas</a></strong> mais extremas.</p>
<p>Devido a isso, o tema seguro rural sempre volta à pauta do produtor brasileiro e se torna cada vez mais urgente.</p>
<p><strong>O seguro rural é um instrumento da política agrícola brasileira</strong>, praticado por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), do Ministério da Agricultura. Além de receber uma indenização por eventuais danos ao bem segurado, o produtor ao contratar esse serviço, também tem acesso a outros benefícios, como o crédito rural, trazendo segurança para expandir suas atividades agrícolas.</p>
<p>Para aproveitar essas vantagens, é importante encontrar uma seguradora habilitada pelo Ministério da Agricultura no Programa de Subvenção e escolher o tipo de seguro rural correto, avaliando as coberturas oferecidas e quais delas cobrem os riscos associados à realidade da sua lavoura.</p>
<p>Atualmente <strong>existem sete modalidades de seguro disponíveis</strong>, que serão abordadas ao longo do texto, e cada uma delas é indicada para finalidades diferentes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é o seguro rural?</h2>
<p>O seguro rural reúne um <strong>conjunto de seguros para o produtor e suas lavouras</strong>, desde produção, máquinas e benfeitorias, até seguro de vida. Entender a importância das funcionalidades do mesmo, é essencial para se desenvolver uma gestão agrícola de excelência, diante de elevados riscos inerentes à atividade agrícola.</p>
<p>Uma gestão agrícola de excelência inclui a previsão de riscos da produção e um plano de ação elaborado para mitigar possíveis danos e prejuízos, no qual se encaixa o seguro rural. Esses fatores podem ser essenciais para contribuir com a estabilidade financeira da fazenda e a sua permanência na atividade.</p>
<p>O seguro rural é reconhecidamente <strong>um dos mais eficientes mecanismos de proteção de renda da atividade agrícola</strong>, atuando como elo de transferência do risco da agricultura para outros agentes e setores econômicos. A contratação de seguro tende a estimular o aumento da área cultivada e o uso de tecnologia, principalmente ao atuar como garantia adicional para acesso ao crédito.</p>
<p>Com o apoio do Governo Federal, <strong>já foram contratadas mais de 1 milhão de apólices de seguro para mais de 60 culturas diferentes</strong>, beneficiando milhares de produtores anualmente em todas as regiões do país. Somente entre 2014 e 2020, aproximadamente R$11,7 bilhões foram pagos em indenizações pelas seguradoras para os produtores em virtude de sinistros nas lavouras.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Em 2022, o volume de contratações bateu recorde histórico. Foram atendidos 78.574 produtores, sendo 15,1% deles pela primeira vez. Em montante, foram R$ 12,6 bilhões em prêmios emitidos, aumento de 40% em relação ao ano anterior, e três vezes maior que há cinco anos. Mesmo assim, a área assegurada é de somente 14 milhões de hectares, ou seja, 17% do total de área plantada do país.</p>
<p>Isso acontece porque o seguro pesa no bolso, representando de 6% a 15% do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener">custo de produção</a></strong>, segundo Rafaela Parra, <em>head</em> de Direito Ambiental da Araúz Advogados. <em>&#8220;O governo não entrega o dinheiro na mão do ente particular, mas há seguradoras específicas e isso é repassado para os produtores rurais&#8221;</em>, diz.</p>
<p>O quadro abaixo traz as <strong>regras do Plano Trienal do Seguro Rural 2022-2024</strong>:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22712 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1024x468.jpg" alt="Regras do Plano Trienal do Seguro Rural 2022-2024" width="770" height="352" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1024x468.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-300x137.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-768x351.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-370x169.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-270x123.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-740x338.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-150x69.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural.jpg 1478w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-22713" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-1024x315.jpg" alt="Regras do Seguro Rural 2022-2024" width="770" height="237" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-1024x315.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-300x92.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-768x236.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-1536x472.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-370x114.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-270x83.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-740x227.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1-150x46.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-1.jpg 1803w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Mapa</span></p>
<p>Produtores das regiões <strong>Norte e Nordeste e do Programa da Agricultura de Baixo Carbono (ABC) terão benefícios diferenciados no período</strong>.</p>
<h3>Cobertura do seguro rural no Norte e Nordeste</h3>
<p>Tomando por base uma das diretrizes do PSR, que é massificar o seguro rural por todo o país, o governo federal iniciou, em 2019, uma política de se destacar um recurso orçamentário exclusivo para as Regiões Norte e Nordeste, como forma de incentivar a contratação de apólices de seguro nessas localidades.</p>
<p>O número de produtores atendidos nas Regiões Norte e Nordeste subiu de 591 em 2018 para 3.963 em 2021, mais que dobrando a participação relativa dentro do Programa. Em 2022, os produtores de grãos das regiões Norte e Nordeste tiveram R$ 60 milhões em recursos exclusivos.</p>
<p>Dando continuidade à política de incentivar a oferta e contratação do seguro rural nas Regiões Norte e Nordeste, está sendo aplicado nos anos de 2023 e 2024, um percentual de subvenção ao prêmio diferenciado de 30% para a cultura da soja e 45% para as demais atividades.</p>
<h2>Incentivo às práticas sustentáveis</h2>
<p>Para incentivar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-e-esg/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade</a></strong> nas atividades agropecuárias, para as contratações de seguro rural em 2023 e 2024, cujo segurado seja participante do Programa (ABC), com contrato vigente até a data de 31 de dezembro do ano anterior, o percentual de subvenção ao prêmio para as apólices contratadas será diferenciada em 25% para a soja e 45% para as demais atividades.</p>
<p>Isso quer dizer que o produtor que contratou um financiamento de investimento do ABC nos últimos anos ou em 2022, e que esteja com o contrato vigente em final de dezembro de 2022, poderá acessar em 2023 uma subvenção diferenciada em relação a subvenção tradicional, que é de 20% para soja e 40% para as demais atividades.</p>
<p>O Programa da Agricultura de Baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pegada-de-carbono/" target="_blank" rel="noopener">Carbono</a></strong> (ABC) tem o objetivo de disseminar práticas que envolvem a produção sustentável e culminam na baixa emissão de gases causadores do efeito estufa.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/sustentabilidade-e-agenda-esg?utm_campaign=material-gestao&amp;utm_source=webinar-esg&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38780 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg.png" alt="Webinar sustentabilidade e esg" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-sustentabilidade-esg-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Tipos de seguro rural</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22714" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2.jpg" alt="Área rural com um pôr-do-sol ao fundo" width="750" height="410" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2.jpg 750w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-270x148.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-740x405.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/seguro-rural-2-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Cada um dos tipos de seguro é destinado a uma cobertura específica, conheça abaixo as modalidades:</p>
<h3>1. Seguro agrícola</h3>
<p>O seguro agrícola visa proteger as atividades contra perdas resultantes, principalmente, de condições climáticas adversas, como secas ou chuvas excessivas, incêndios, descargas elétricas, entre outros.</p>
<p>A cobertura do seguro agrícola se estende até a colheita da lavoura, ou seja, pode ser estendida para custeios, produtividades, preços.</p>
<h3>2. Seguro pecuário</h3>
<p>O seguro pecuário visa proteger danos causados ao rebanho do produtor. Ele pode ser aplicado aos animais de corte e também aos animais destinados à atividade reprodutiva.</p>
<p>A cobertura do seguro se estende desde as fases de cria, recria e engorda, até animais que são destinados ao trabalho na fazenda, por tração, transporte no manejo da fazenda ou sela.</p>
<h3>3. Seguro aquícola</h3>
<p>O seguro aquícola é destinado aos produtores que possuem controle de biomassa na atividade aquícola.</p>
<p>A cobertura do seguro garante uma indenização ou reposição do estoque do produtor, caso o mesmo venha a ter uma perda das espécies seguradas.</p>
<h3>4. Seguro de benfeitorias e produtos agropecuários</h3>
<p>Essa modalidade de seguro é destinada à proteção do patrimônio rural, cobrindo maquinários, implementos e construções rurais em eventuais perdas e danos.</p>
<p>O seguro também visa proteger os produtos armazenados que são associados à atividade agrícola, pecuária, aquícola e florestal. Porém, esses bens protegidos não podem estar listados como garantia para o crédito rural.</p>
<h3>5. Seguro de penhor rural</h3>
<p>Essa modalidade de seguro é destinada para cobrir os bens oferecidos como garantia no crédito rural contra eventuais perdas e danos.</p>
<h3>6. Seguro de florestas</h3>
<p>O seguro de florestas visa proteger culturas perenes que tendem a obter retorno financeiro a médio e longo prazo. O seguro pode cobrir diferentes tipos de danos causados às florestas seguradas, como eventos climáticos e incêndios.</p>
<h3>7. Seguro de vida do produtor rural</h3>
<p>Esse tipo de seguro tem objetivo de garantir a amortização ou liquidação da dívida em caso de morte ou invalidez para o produtor que deve crédito rural.</p>
<h2>Como contratar o seguro rural?</h2>
<p>A primeira etapa para a contratação do seguro rural é encontrar uma <strong>seguradora habilitada</strong> que ofereça o tipo de serviço. O produtor deve fornecer algumas informações e dados para a confecção da proposta de seguro, como o tipo de cobertura desejada, o valor que irá ser segurado, a área de plantio e outras informações relevantes ao bem.</p>
<p>Com esses dados em mãos, a seguradora analisa os riscos que são inerentes à lavoura específica, o histórico da propriedade, entre outros fatores, para retornar com a devolutiva positiva ou negativa da obtenção da proposta, ou até mesmo, sugerir uma cobertura com valores diferenciados.</p>
<p>A resposta sendo positiva, o produtor deve analisar e assinar o contrato, realizar o pagamento do prêmio, que é o valor pago pelo seguro, e a partir disso, a propriedade fica protegida contra os riscos cobertos pela modalidade de seguro escolhida.</p>
<p>Um ponto de muita atenção é em relação aos detalhes do contrato, todos os riscos cobertos pelo seguro devem estar especificados, o tempo de duração da sua vigência e as possibilidades de renovações. Durante esse período, é fundamental também que o produtor cumpra com as condições de manutenção e orientação da seguradora, em relação a sua propriedade.</p>
<h3>Como escolher o melhor seguro?</h3>
<p>A escolha do melhor seguro <strong>deve-se levar em conta alguns fatores, como a cultura da lavoura, localização da propriedade e os riscos associados ao bem segurado</strong>. Identificar os riscos associados à sua produção agrícola é essencial para uma boa tomada de decisão.</p>
<p>Nessa fase importante do planejamento da escolha do seguro ideal, é recomendado a procura de um especialista, como um engenheiro agrônomo, para o auxílio na identificação desses riscos e orientações para a modalidade de seguro mais indicada.</p>
<p>Avalie os danos cobertos por cada tipo de seguro e verifique as exclusões, que são os detalhes do contrato que o seguro não cobre. Isso é um detalhe fundamental para evitar surpresas que estavam fora do radar, caso ocorra algum problema com o bem segurado.</p>
<h3>Quais são os documentos necessários para contratação do seguro?</h3>
<p>Alguns documentos que são exigidos pelas seguradoras, vão depender do tipo de lavoura e modalidade escolhida pelo produtor, porém, alguns documentos devem ser entregues independentemente da modalidade, são eles:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Georreferenciamento da área segurada</strong>: a indicação de área segurada deve ser feita com polígono completo, utilizado para precificar melhor o risco das atividades seguradas, aumentar o controle do seguro e o monitoramento com <a href="https://blog.climatefieldview.com.br/sensoriamento-remoto-na-agricultura"><strong>sensoriamento remoto</strong>;</a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Certificação dos profissionais de seguro rural</strong>: essa certificação comprova que o profissional apresenta os requisitos mínimos para o atendimento, como a capacidade de aferir perdas e liquidar sinistros.</li>
</ul>
<p>Além disso, dados pessoais do proprietário da lavoura serão exigidos. Pessoas físicas e/ou jurídicas, desde que cumpram os requisitos estabelecidos pelo programa, estão aptas a participar do Programa.</p>
<h2>Da operação ao lucro: aprenda a gerir fazendas de alto desempenho</h2>
<p>Fazer a fazenda produzir é diferente de fazer a fazenda lucrar. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas</a></strong> ensina o método usado por gestores que entregam resultados consistentes: controle financeiro rigoroso, eficiência operacional e gestão baseada em dados.</p>
<p>Conheça o programa completo da pós:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-de-fazendas-lucrativas?utm_campaign=29264930-mkt-materiais-pgf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40402 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg" alt="Pós-graduação em Gestão de Fazendas Lucrativas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/banner-pgf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-22728" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-300x96.jpg" alt="Danilo Silami - Especialidade Gestão Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/danilo-silami.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como interpretar uma análise de solo e fazer recomendações mais eficazes?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-recomendacoes-mais-eficazes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 15:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos de recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A interpretação de análise de solo é uma etapa crucial para compreender a saúde e a fertilidade do solo. Por meio da análise, são avaliados diversos parâmetros, como pH, teores de nutrientes, matéria orgânica e textura do solo. Com base nos resultados, é possível identificar deficiências ou excesso de nutrientes, além de determinar a necessidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A interpretação de análise de solo é uma <strong>etapa crucial para compreender a saúde e a fertilidade do solo</strong>. Por meio da análise, são <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>avaliados diversos parâmetros</strong></a>, como pH, teores de nutrientes, matéria orgânica e textura do solo.</p>
<p>Com base nos resultados, é possível identificar deficiências ou excesso de nutrientes, além de determinar a necessidade de corretivos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizantes</a></strong>.</p>
<p>A interpretação da análise de solo envolve comparar os valores obtidos com faixas de referência estabelecidas para cada nutriente. Isso permite diagnosticar problemas específicos e planejar estratégias adequadas de manejo.</p>
<p>É importante <strong>considerar as particularidades de cada cultura</strong> a ser cultivada, pois diferentes plantas têm exigências nutricionais distintas.</p>
<p>Além dos nutrientes, a interpretação também considera o pH do solo, que afeta a disponibilidade de nutrientes para as plantas. A correção do pH, se necessário, é realizada com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/" target="_blank" rel="noopener">uso de corretivos</a></strong> específicos, como o calcário.</p>
<p>Uma <strong>interpretação adequada permite otimizar a adubação</strong>, evitando desperdícios e reduzindo os impactos ambientais. Além disso, ajuda a prevenir problemas como deficiências nutricionais, que podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir a produtividade.</p>
<p>Dessa forma, nesse webinar são trazidas informações importantes de como interpretar uma análise de solo de forma correta e fazer as recomendações de maneira eficaz.</p>
<p>O especialista e consultor da Equipe Grãos do Rehagro, Flávio Moraes, traz exemplos reais de análises de solo e como realizar um manejo correto.</p>
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		<title>Como diagnosticar compactação do solo e planejar as próximas ações?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/compactacao-do-solo-como-diagnosticar-e-planejar-as-proximas-acoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 21:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[penetração do solo]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compactação do solo é um tema muito importante que vem sendo discutido desde o momento em que foi iniciada a mecanização agrícola. Essa mecanização trouxe um problema de compactação dos solos e ao longo do tempo, esse problema vem aumentando porque o sistema produtivo está cada vez mais sendo intensificado. Apesar das tecnologias estarem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>compactação do solo</strong> é um tema muito importante que vem sendo discutido desde o momento em que foi iniciada a mecanização agrícola. Essa mecanização trouxe um problema de compactação dos solos e ao longo do tempo, esse problema vem aumentando porque o sistema produtivo está cada vez mais sendo intensificado.</p>
<p>Apesar das tecnologias estarem se desenvolvendo, como o aumento da largura do pneu para distribuir melhor a pressão, ainda assim não é suficiente para termos um sistema de manejo em que se evita a compactação 100% das vezes.</p>
<p>Alguns trabalhos mostram que <strong>a compactação do solo pode causar uma redução de produtividade próximo de 50 a 70%</strong> dependendo do nível ou grau de compactação, então é um tema extremamente importante.</p>
<p>Na fertilidade do solo, já temos avanços, apesar de ainda termos algumas lacunas, mas a parte <a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>física do solo</strong></a>, principalmente a prática dela no dia a dia, ainda é muito restrita no Brasil.</p>
<p>Dessa forma, <strong>nesse webinar são trazidas algumas provocações sobre como as culturas respondem ao nível de compactação</strong>, se é quando está menos compactado, se existe um ponto ótimo, etc.</p>
<p>Além disso, o especialista Deivison Peixoto, engenheiro agrônomo e técnico da Equipe Grãos, traz um exemplo prático de um diagnóstico de um cliente do Rehagro e também como realizar o manejo da compactação do solo.</p>
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		<title>Custos de produção agrícola: veja os principais e como gerenciá-los</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 21:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de produtos agropecuários do mundo. E a modernização do agronegócio transformou o país como o primeiro gigante alimentar tropical do mundo. Os grãos, principalmente a soja e o milho, testemunharam o crescimento rápido da produtividade, em razão da expansão geográfica na região centro-oeste do país e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores <strong>produtores e exportadores</strong> de produtos agropecuários do mundo. E a modernização do agronegócio transformou o país como o primeiro gigante alimentar tropical do mundo.</p>
<p>Os grãos, principalmente a soja e o milho, testemunharam o crescimento rápido da produtividade, em razão da expansão geográfica na região centro-oeste do país e a adoção e difusão das inovações tecnológicas.</p>
<p>Os produtores tomam decisões de forma isolada, sobretudo na produção de soja e milho, que dependem fortemente do fornecimento de insumos. A formação dos preços das <i>commodities</i> agrícolas não é realizada pelos produtores, sendo eles tomadores de preços.</p>
<p>Dada a sua atomização, <strong>os mercados da soja e do milho operam com características próximas da concorrência perfeita</strong>. Logo, o controle dos custos e o aumento da produtividade das lavouras são fatores que determinam a lucratividade da empresa rural.</p>
<p>O sistema de produção da soja e do milho cada vez mais requer um determinado grau de conhecimento técnico, econômico e administrativo, a fim de garantir os melhores resultados (tornando-se competitivo).</p>
<p>Para isso, é preciso um planejamento na unidade de produção, no qual requer, por exemplo, informações de mercado e gestão dos recursos que auxiliem na tomada de decisão.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Quais são os custos de produção agrícola?</h2>
<p>As informações geradas pela análise dos custos de produção possuem relevância ao nível gerencial para tomada de decisão do produtor rural e, ao nível de governo, para criação de políticas de crédito rural e de preços mínimos.</p>
<p>A rentabilidade proveniente da produção está relacionada com a sua eficiência técnica e econômica, sendo que a eficiência técnica envolve aspectos da produtividade e a eficiência econômica envolve os aspectos monetários.</p>
<p>Baseado nos custos de produção agrícola, <strong>é possível avaliar a rentabilidade, a lucratividade e a eficiência</strong> do sistema de produção adotado pelo produtor rural.</p>
<p>Nos sistemas de produção agrícolas, caracterizam-se como custos todos os gastos relacionados direta ou indiretamente com a cultura.</p>
<p>Mão de obra, preparo do solo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">aquisição de sementes</a></strong>, adubos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong> e combustíveis são exemplos de custos de produção agrícola realizados desde o período que antecede o plantio até a pós-colheita.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Custos variáveis</h3>
<p>Os custos variáveis referem-se às <strong>despesas de custeio da lavoura</strong> (como operação com máquinas e implementos, despesas administrativas, sementes, fertilizantes e mão de obra e encargos trabalhistas) e <strong>despesas pós-colheita</strong> (por exemplo, assistência técnica e extensão rural, seguro agrícola, transporte externo e armazenagem).</p>
<h3>Custos fixos</h3>
<p>Nos custos fixos estão incluídas as depreciações de benfeitorias, instalações, máquinas e implementos, mão de obra e encargos trabalhistas e seguro do capital fixo.</p>
<h3>Custos operacionais</h3>
<p>Os custos operacionais levam em consideração os <strong>custos variáveis, fixos e a remuneração esperada sobre o capital fixo e sobre a terra</strong>. Somando-se esses montantes, obtém-se o custo total de produção.</p>
<h2>Análise dos custos da produção agrícola</h2>
<p>A análise e a compreensão dos custos de produção são importantes ao nível de propriedade rural e governamental.</p>
<p>Na propriedade, o produtor rural é, antes de tudo, um tomador de decisões e busca, por meio dos diversos processos e recursos produtivos, selecionar a melhor alocação dos insumos, a fim de obter resultados que maximizem a sua utilidade.</p>
<p>O empresário rural nem sempre consegue monitorar todos os processos das suas atividades agrícolas, não dando a importância necessária para as análises gerenciais da propriedade.</p>
<p>A transformação tecnológica ocorrida na agricultura, principalmente na soja e no milho, exige uma gestão eficiente na atividade rural, a partir da utilização de ferramentas de gestão.</p>
<p>Assim, é necessário o <strong>aperfeiçoamento da gestão no setor rural</strong>. O levantamento e a interpretação dos custos de produção, analisando as variáveis que envolvam os gastos do custeio da lavoura, com consequente avaliação das informações da receita bruta ha-1, possibilita obter informações para a tomada de decisão sobre as atividades agrícolas.</p>
<p>Os elementos que compõem os custos de produção, como: operação com máquinas, mão de obra, sementes, fertilizantes e defensivos estão associados à receita bruta ha-1 das <em>commodities</em>.</p>
<p>O investimento no processo produtivo, como a partir de <strong>sementes com alto potencial produtivo</strong> e aquisição de máquinas agrícolas modernas, aumenta o custo de produção, mas, por consequência, auxiliam no pleno desenvolvimento das culturas agrícolas, maximizando a sua produtividade e impactando na receita da atividade agrícola.</p>
<p>A falta de investimento no processo produtivo acarretará redução na receita bruta ha-1.</p>
<p>Nesse caso, uma análise específica, considerando as peculiaridades de cada unidade de produção, auxiliará o produtor na tomada de decisão entre realizar ou não um investimento, considerando que o custo do investimento deve ser inferior ao retorno econômico gerado por ele.</p>
<p>O alto custo na produção da soja e do milho, em razão do emprego de tecnologias agrícolas, aliado à oscilação no preço de mercado dos produtos, pode acarretar perda de lucratividade ou, até mesmo, prejuízo nas atividades.</p>
<p>O conhecimento do comportamento dos custos das variáveis do custeio da lavoura é eficaz para o controle nas atividades agrícolas, pois, a partir dele, é possível criar um planejamento estratégico na aquisição de insumos.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Cafeicultura 4.0 e as novas tecnologias na cafeicultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cafeicultura-4-0-novas-tecnologias-na-cafeicultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 12:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, os mais diversos setores da economia mundial vêm passando por uma transformação tecnológica. O agronegócio, um dos mais importantes setores da economia mundial, não ficou de fora dessa revolução tecnológica por meio da denominada agricultura 4.0, também conhecida como agricultura digital. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, os mais diversos setores da economia mundial vêm passando por uma transformação tecnológica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O agronegócio, um dos mais importantes setores da economia mundial, não ficou de fora dessa revolução tecnológica por meio da denominada agricultura 4.0, também conhecida como agricultura digital.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é agricultura 4.0?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A agricultura 4.0 <strong>é um conjunto de ferramentas tecnológicas no agronegócio</strong>. Nela, a Agricultura de Precisão, a Big Data e a Internet das Coisas, trabalham em conjunto para otimizar as demandas do campo, tornando as tarefas mais eficientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cafeicultura 4.0, as novas tecnologias disponíveis podem <strong>aumentar a produção e otimizar as etapas do processo produtivo</strong> da semente à xícara. Além disso, podem auxiliar os cafeicultores a superar os desafios que aparecem ao longo do ciclo produtivo, tais como <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pragas</strong></a>, crise climática e escassez de mão de obra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo isso por meio de um conjunto de tecnologias digitais integradas e conectadas através de softwares, sistemas e sensores, permitindo que os cafeicultores coloquem a agricultura de precisão em prática nas suas lavouras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja a seguir, algumas ferramentas tecnológicas que podem auxiliar os cafeicultores no manejo de suas lavouras.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Utilização de softwares de gestão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os softwares de gestão são uma excelente ferramenta tecnológica nas propriedades rurais, seja na administração do escritório ou de toda a produção cafeeira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nele, <strong>o cafeicultor consegue planejar e monitorar todas as etapas das lavouras de café</strong>, desde o planejamento de plantio até o beneficiamento e comercialização, permitindo uma melhor alocação e gerenciamento dos recursos humanos, financeiros e materiais da propriedade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19282 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro.jpg" alt="Computador com imagem do SGAGRI - Software de gestão Agrícola do grupo Rehagro" width="795" height="495" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro.jpg 795w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro-768x478.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro-370x230.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro-270x168.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro-740x461.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/SGAGRI-Software-de-gestao-Agricola-do-grupo-Rehagro-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 795px) 100vw, 795px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">SGAGRI Software de gestão Agrícola do grupo Rehagro</span></p>
<h2>Uso de drones na lavoura</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os drones vêm sendo cada vez mais utilizados nas lavouras de café no Brasil, sendo uma ótima ferramenta para substituir as aplicações costais (principalmente nas áreas de cafeicultura de montanha). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os drones são capazes de realizar voos rasantes e em diferentes velocidades. Isso somado ao seu pequeno porte, possibilita a <strong>pulverização dos produtos químicos com maior precisão, aumentando a efetividade e reduzindo os custos</strong> operacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em regiões montanhosas onde não é possível o uso de tratores, os drones podem se tornar uma ferramenta indispensável, devido à crescente escassez de mão de obra que vem se agravando nas últimas safras em diversas regiões cafeeiras do país.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3>Índices de vegetação NDVI</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio de imagens geradas por sensores acoplados em </span><span style="font-weight: 400;">satélites</span><span style="font-weight: 400;"> e drones, é possível ter acesso</span><span style="font-weight: 400;"> ao índice de vegetação NDVI (Normalized Difference Vegetation Index). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O índice NDVI pode ser utilizado no monitoramento remoto das lavouras de café, possibilitando o produtor a monitorar uma série de problemas que afetam as lavouras, como a incidência de pragas, doenças nas lavouras, estado nutricional e <a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-hidrico-no-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estresse hídrico</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a obtenção de uma imagem de NDVI, os cálculos consideram a energia que é absorvida e refletida pelo cafeeiro de acordo com a energia solar que atinge a mesma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo do NDVI é realizado com base nas bandas espectrais, captadas por sensores que consideram espectro infravermelho próximo (NIR) que está relacionado com a composição celular das plantas e o infravermelho visível (RED), região do espectro com maior absorção pela clorofila. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, quando há alguma alteração no desenvolvimento da cultura, seja pela ocorrência de pragas, doenças, <a href="https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>deficiências nutricionais</strong></a> ou escassez hídrica, a planta altera sua absorção e reflectância das luzes incidentes, o que interfere diretamente nos índices NDVI.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19285 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-1024x576.jpg" alt="Ilustração com a Interpretação dos valores do índice NDVI" width="770" height="433" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-1024x576.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-1536x864.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-740x416.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI-150x84.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Interpretacao-dos-valores-de-NDVI.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Interpretação dos valores de NDVI (Fonte: Ernani Zimmermann)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As imagens de NDVI, na maior parte das vezes, possuem escalas variando de -1 a 1. <strong>Os valores próximos a 1, são cafeeiros verdes e sadios, com alta concentração de clorofila</strong>. Já os valores próximos a 0 estão relacionados à presença de rochas e solo exposto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O gráfico abaixo mostra o monitoramento do NDVI de plantas de café, ao longo de um ano, submetidas a diferentes técnicas de manejo, envolvendo coberturas do solo e condicionadores de solo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19278 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-1024x539.jpg" alt="Gráfico do monitoramento NDVI de plantas de café com diferentes manejos" width="770" height="405" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-1024x539.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-300x158.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-768x404.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-1536x808.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-370x195.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-270x142.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-570x300.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-740x389.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe-150x79.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Monitoramento-ndvi-plantas-de-cafe.jpg 1999w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Evolução dos valores de NDVI em cafeeiros submetidos a diferentes técnicas de manejo (Fonte: Larissa Cocato, consultora técnica do Rehagro).</span></p>
<h2>Automação de sistemas de irrigação</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa ferramenta tecnológica é uma peça chave na busca da rentabilidade da atividade cafeeira, uma vez que <strong>ela reduz não só erros humanos de má operação, como também o consumo de insumos e energia elétrica</strong>, além de promover um uso mais racional dos recursos hídricos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sistemas de irrigação automatizados possuem um controlador eletrônico responsável por armazenar e processar as informações inseridas nele, fazendo com que o equipamento trabalhe de forma ordenada e com eficácia.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19287 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-1024x768.jpg" alt="Lavoura de café irrigada" width="770" height="578" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada-150x113.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/Lavoura-de-cafe-irrigada.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Lavoura de café irrigada (fonte: Gilson Pereira)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Os controladores permitem a programação prévia dos horários de partida de irrigação, o tempo de irrigação em minutos e horas</strong>, lâmina de água a ser aplicada em cada setor de irrigação, além de possibilitar um monitoramento constante e remoto dos parâmetros da irrigação, possibilitando uma intervenção rápida para solucionar possíveis problemas operacionais que afetem o sistema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, podem ainda ser acoplados a diversos tipos de sensores distribuídos ao longo da lavoura, que coletam informações como controle de umidade do solo e sensores de chuva para abastecer a inteligência artificial dos sistemas automatizados de irrigação para uma melhor tomada de decisão quanto ao manejo de irrigação.</span></p>
<h2>Telemetria em máquinas agrícolas</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O termo telemetria tem origem na palavra grega <em>tele</em>, que significa remoto, e <em>metron</em> que significa medida. Essa ferramenta tecnológica foi inicialmente desenvolvida para ser utilizada em competições automobilísticas, por exemplo, a Fórmula 1. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, porém, essa tecnologia vem sendo implantada nos mais diversos tipos de maquinários utilizados na cafeicultura, como as colhedoras, tratores e caminhões de transporte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A telemetria funciona por meio de sensores inseridos na máquina, que identificam parâmetros como: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Quantidade de combustível consumido </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Distância percorrida durante o dia </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Velocidade, rotação e temperatura do motor</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas informações são enviadas para um banco de dados, possibilitando identificar irregularidades, por menores que sejam. Assim, o produtor poderá encaminhar a máquina para manutenção, antes que o problema se agrave e o aparelho fique parado por um longo tempo. Também é possível obter o apontamento detalhado do rendimento operacional de cada máquina. </span></p>
<h2>Una tecnologia e gestão para transformar sua produção de café</h2>
<p>A cafeicultura 4.0 traz inovações que permitem maior precisão, eficiência e sustentabilidade no campo. No entanto, para que essas tecnologias realmente gerem impacto, é indispensável integrá-las a uma gestão bem estruturada, capaz de transformar dados em decisões assertivas e resultados concretos.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar ferramentas de gestão estratégica, reduzir custos, organizar melhor os processos da lavoura e conduzir a produção com foco em qualidade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19236 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann-300x96.jpg" alt="Ernani Zimmermann" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/ernani-zimmermann.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
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		<title>Maturadores na cultura do café: saiba mais sobre a utilização</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/maturadores-na-cultura-do-cafe/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/maturadores-na-cultura-do-cafe/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 12:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[maturação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para realizar a colheita do café é preciso que os frutos tenham atingido a maturidade fisiológica. Na prática, porém, encontramos dificuldades, uma vez que o cafeeiro apresenta mais de uma florada. Além disso, a maturação está condicionada a alguns fatores como, clima e genética da planta. Consequentemente, há desuniformidade na maturação dos frutos. Diante disso, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para realizar a colheita do café é preciso que os frutos tenham atingido a maturidade fisiológica. Na prática, porém, encontramos dificuldades, uma vez que o cafeeiro apresenta mais de uma florada.</p>
<p>Além disso, <strong>a maturação está condicionada a alguns fatores como, clima e genética da planta</strong>. Consequentemente, há desuniformidade na maturação dos frutos.</p>
<p>Diante disso, a utilização de <strong>maturadores</strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retardadores-de-amadurecimento-no-cafe/">retardadores de amadurecimento</a></strong> são alternativas para otimizar o processo de colheita e auxiliar na manutenção da qualidade dos lotes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18095" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme.jpg" alt="Maturação desuniforme no cafeeiro" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/maturacao-desuniforme-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Maturação desuniforme no cafeeiro</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como ocorre a maturação dos frutos do café?</h2>
<p>O etileno (C₂H₄) é um fitormônio gasoso que promove o amadurecimento de frutos, entre outros processos. O amadurecimento do fruto indica que seu desenvolvimento está completo. Assim, as sementes estão prontas para a dispersão.</p>
<p>É com base nesse hormônio que os produtos maturadores atuam.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18094 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/formula-molecular-etileno.jpg" alt="Fórmula molecular do etileno" width="371" height="183" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/formula-molecular-etileno.jpg 371w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/formula-molecular-etileno-300x148.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/formula-molecular-etileno-270x133.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/formula-molecular-etileno-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Estrutura química do etileno.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que são maturadores?</h2>
<p>São, em resumo, <strong>aceleradores de maturação</strong>. O produto comercial mais conhecido nessa linha é o ETHREL®, constituído pelo Ethephon (ácido 2-cloro-etil-fosfônico).</p>
<p>Essa substância, após ser absorvida por meio de uma reação, é decomposta no citosol (meio básico da célula) liberando o gás etileno.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Com isso, ocorre o aumento da respiração e, consequentemente, acelera a maturação dos frutos</strong>. No fruto de café, o etileno degrada a clorofila, causando o desverdecimento do fruto e pedúnculo, facilitando sua retirada, o que possibilita a antecipação da colheita.</span></p>
<h3>Quando utilizar os maturadores em lavouras cafeeiras?</h3>
<p>Os maturadores podem ser posicionados em situações como:</p>
<ul>
<li><strong>Antecipação de poda</strong>: com o uso de maturadores é possível liberar a planta mais cedo. Estudos comprovam que <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/" target="_blank" rel="noopener">antecipar a poda proporciona maiores produtividades na primeira safra</a>.</strong></li>
<li><strong>Escalonamento</strong>: quando existe em determinada propriedade com <a href="https://rehagro.com.br/blog/cultivares-de-cafe-qual-escolher/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cultivares</strong></a> de maturação semelhante, o uso do maturador possibilita o escalonamento da colheita, a fim de reduzir o pico de safra.</li>
<li><strong>Dimensionamento de lavadores, terreiros e secadores</strong>: com o uso do maturador, há redução do pico de safra. Assim, é possível processar melhor os frutos e reduzir a demanda por terreiros e secadores.</li>
<li><strong>Alto potencial da lavoura para próxima safra</strong>: é importante liberar mais cedo às lavouras com alta carga pendente, pois a planta terá maior tempo de descanso até a florada. Além disso, os frutos que secam nas plantas liberam etileno, o que pode induzir a desfolha da planta.</li>
<li><strong>Evitar repasse</strong>: em muitos casos é desnecessário o repasse após a colheita em lavouras que utilizam o maturador.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Reduzir quantidade de café de varrição: </strong>ao antecipar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener">colheita</a></strong> é reduzido o percentual de frutos que caem no chão.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Talhões “problema”: </strong>geralmente, em locais em que a insolação é baixa e a umidade é alta, a tendência é ter problemas com frutos fermentados. Assim, quanto antes colher estes talhões, menor será a interferência na <strong>qualidade da bebida</strong>.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Facilitar a mecanização</strong>: Em locais em que a mão de obra é escassa, alguns cafeicultores optam por realizar a colheita mecanizada nas primeiras safras produtivas. O maturador facilita o desprendimento dos frutos da planta, o que exige uma menor vibração das colhedoras, reduzindo os danos nessas lavouras.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Recomendações de aplicação de maturadores</h2>
<p>A utilização de maturadores exige técnica e conhecimento em relação ao processo. Assim como outros produtos utilizados na sua lavoura, é essencial seguir as recomendações do fabricante.</p>
<p>Algumas recomendações importantes sobre o seu uso são:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Deve ser aplicado quando <strong>90% dos grãos do terço inferior do cafeeiro estiverem fisiologicamente maduros</strong>. Além disso, os frutos devem estar totalmente granados.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>A aplicação deve ser feita 30 dias antes da colheita</strong>. Após sua aplicação é imprescindível realizar a colheita no momento exato para evitar problemas na bebida.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">É recomendado que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/" target="_blank" rel="noopener">pulverizador</a></strong> se locomova com velocidade de cerca de 4,5 km/h, com todos os bicos abertos e com volume de calda de 600 litros por hectare. **Há exceções quando aplicado em lavouras com porte menor, pois é necessário reduzir o volume de calda e de produto. Lembre-se de que é importante trabalhar com doses corretas para não ocasionar desfolha das plantas.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Não deve ser misturado a outros produtos de reação alcalina. Para haver boa resposta e bom efeito do produto, o pH ideal da água deve situar-se entre os índices de pH de 5 a 6.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15775" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273.jpg" alt="Medidor de pH da água" width="550" height="381" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273.jpg 1158w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-300x208.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-1024x710.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-768x533.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-370x257.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-435x300.jpg 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-270x187.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-740x513.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/maturacao-cafe-e1667565025273-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Medição do pH da água para aplicação do maturador. (Foto: Joana Oliveira). </span></p>
<h2>Estudos com a utilização de maturadores no café</h2>
<p><strong>A utilização de maturadores proporciona um maior percentual de café cereja colhido</strong>. Esse resultado foi constatado por Silva et al. (2009), que obtiveram um <strong>aumento de 36% para 60%</strong> nos tratamentos com <strong>Ethrel</strong>, representando um aumento em volume de cereja de 66%.</p>
<p>Além disso, nessa pesquisa não foi observada diferença em relação à desfolha e qualidade da bebida.</p>
<p>Em áreas com colheita mecanizada, entre planta tratada e não tratada com Ethephon. Silva et al. (2006), constataram que o aumento na porcentagem de cereja nos tratamentos onde se aplicou o Ethephon foi, em média, de 18%.</p>
<p>De acordo com Carvalho et al. (2022), os maturadores promovem a antecipação da colheita e uniformidade dos frutos. Não melhoram, contudo, os atributos de qualidade da bebida, de acordo com os resultados nas tabelas a seguir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41826 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos.png" alt="Porcentagens de grãos de café colhidos" width="854" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos.png 854w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos-768x225.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos-740x217.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-groas-cafe-colhidos-150x44.png 150w" sizes="auto, (max-width: 854px) 100vw, 854px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 8pt;">*Médias seguidas da mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Scott-Knott (p<span style="font-weight: 400;">≤0,05). Carvalho et al. (2022)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Valores das porcentagens de grãos de café nos estádios cereja, verde, verde-amarelo e passa colhidos em 10 de maio de 2021. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41827 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-classificacao-cafe.png" alt="Classificação do café de acordo com SCAA" width="555" height="247" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-classificacao-cafe.png 555w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-classificacao-cafe-300x134.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-classificacao-cafe-370x165.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-classificacao-cafe-270x120.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-classificacao-cafe-150x67.png 150w" sizes="auto, (max-width: 555px) 100vw, 555px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 8pt;">*Médias seguidas da mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Scott-Knott (p<span style="font-weight: 400;">≤0,05). Carvalho et al. (2022)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classificação do café por pontuação de acordo com SCAA e tipo de acordo com o BOC.</span></p>
<p>De forma semelhante, Moreira et al. (2020) e Silva et al. (2006) não observaram mudança na qualidade da bebida ao utilizarem maturadores na lavoura.</p>
<p>Em contrapartida, Negreiros et al. (2019) relataram que os maturadores podem, até certo ponto, contribuir com a qualidade e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/classificacao-fisica-do-cafe/">classificação do café</a></strong>. Existem, portanto, divergências quanto à melhoria da qualidade da bebida do café.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41828 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-resultados-tratamento.png" alt="Tipos de bebida de cada tratamento" width="550" height="356" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-resultados-tratamento.png 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-resultados-tratamento-300x194.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-resultados-tratamento-370x239.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-resultados-tratamento-270x175.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-resultados-tratamento-150x97.png 150w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">*não realizada em função do alto número de grãos verdes. Fonte: Negreiros et al. (2019)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Resultados dos tipos de bebida de cada tratamento (0, 15, 30 e 45 DAA) com e sem a presença de Ethepon. Dois Córregos, SP. 2017.</span></p>
<h2>Considerações finais sobre maturadores</h2>
<p>O maturador possui <strong>ação externa ao fruto</strong>, ou seja, ele tem poder de maturação na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/casca-de-cafe/">casca do café</a></strong>. Assim, o maturador não acelera o desenvolvimento fisiológico do fruto/semente.</p>
<p>Dessa forma, suas vantagens estão ligadas aos benefícios de se antecipar e/ou escalonar a colheita na propriedade, possibilitando um melhor dimensionamento e processamento da pós-colheita do café.</p>
<p>Além disso, sua utilização também pode atuar na redução do volume de café de chão, reduzindo processos fermentativos indesejáveis que ocorrem nos cafés de varrição.</p>
<p>Quando utilizado de forma correta, portanto, os maturadores podem trazer muitos benefícios à dinâmica da propriedade. Vale destacar que sua utilização deve ser feita de forma correta e planejada, visando evitar danos às plantas.</p>
<h2>Utilize maturadores de forma estratégica e aumente a eficiência da colheita</h2>
<p>Os maturadores podem ser grandes aliados na padronização da maturação e na otimização da colheita do café, mas seu uso deve ser feito com critério e dentro de um planejamento técnico adequado. Para transformar essa prática em mais qualidade e rentabilidade, é essencial integrá-la a uma gestão eficiente da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar práticas de manejo e tecnologia a estratégias de gestão, reduzindo custos, aumentando a eficiência e conduzindo sua produção com foco em qualidade e lucratividade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18460" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis.jpg" alt="Alice Reis - Tutora Técnica Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas: guia completo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 13:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[fitossanitários]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia de aplicação é um conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os defensivos agrícolas, suas formulações e adjuvantes, o processo de pulverização, os alvos e o ambiente, visando uma aplicação correta, segura e responsável. Sendo assim, a tecnologia de aplicação visa a colocação do produto no alvo; no ‘timing’ adequado; na quantidade requerida; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia de aplicação <strong>é um conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os defensivos agrícolas</strong>, suas formulações e adjuvantes, o processo de pulverização, os alvos e o ambiente, visando uma aplicação correta, segura e responsável.</p>
<p>Sendo assim, a tecnologia de aplicação visa a colocação do produto no alvo; no <i>‘timing’</i> adequado; na quantidade requerida; de forma econômica; e com o mínimo de contaminação humana e ambiental.</p>
<p><strong>O principal objetivo de uma pulverização é garantir a lucratividade e rentabilidade da cultura</strong>, de modo que não se possa reduzir os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos</strong></a> ao ponto de comprometer significativamente a produtividade final e, consequentemente, a lucratividade esperada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Quais as melhores práticas para aplicação de defensivos agrícolas?</h2>
<h3>1. Inspeção Periódica de Pulverizadores</h3>
<p>A <strong>Inspeção Periódica de Pulverizadores (IPP)</strong>, visa avaliar o estado de pulverizadores agrícolas com base no estado de conservação e operacionalidade que pode nortear orientação de uso e manutenção, além da redução do impacto ambiental.</p>
<p>Devem ser examinados os componentes do circuito hidráulico do pulverizador (tanque, bomba, manômetro, filtros, mangueiras, bicos entre outros) a fim de verificar se estes componentes se encontram em boas condições. Caso o pulverizador esteja equipado com controlador automático de taxa de aplicação e pressão, suas configurações e programação deve ser conhecida do operador.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16837 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1024x296.jpg" alt="Ampliação da variação na vazão das pontas de pulverização" width="770" height="223" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1024x296.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-300x87.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-768x222.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1536x444.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-370x107.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-270x78.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-740x214.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-150x43.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2.jpg 1859w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Avaliação da variação na vazão das pontas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16840" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5.jpg" alt="Teste de vazão de pontas de pulverização" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5.jpg 864w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16839" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4.jpg" alt="Teste de vazão de pontas pulverizadoras" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-1152x1536.jpg 1152w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Teste de vazão de pontas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7.jpg" alt="Modelo de check list para realizar a IPP" width="500" height="617" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-243x300.jpg 243w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-830x1024.jpg 830w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-768x948.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-370x457.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-270x333.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-740x913.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-150x185.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Modelo de checklist para realização da IPP</span></p>
<h3>2. Qualidade da Água para Pulverização</h3>
<p>Dentre os fatores que podem influenciar a qualidade química da água e tem grande interferência sobre a eficácia dos defensivos agrícolas está a “dureza”.</p>
<p>A dureza da água está relacionada aos teores de carbonatos, sulfatos, cloretos e nitratos de vários cátions. Íons livres (Al+3, Zn+2, Ca+2, Mg+2, HCO3-, NO3-) podem combinar com moléculas orgânicas como a reação dos íons de 2,4-D com Ca+2 e Mg+2 e da quelação dos íons pelo glifosato.</p>
<p>Isso reduz a quantidade de ingrediente ativo disponível, por consequência reduz a eficiência biológica do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicida</a></strong>, além do entupimento das pontas de pulverização, em função da aglutinação e precipitação das partículas. Neste sentido, <strong>níveis de até 320 ppm de CaCO3 apresentam boa compatibilidade.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41651" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua.png" alt="Classificação de dureza da água" width="620" height="259" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua.png 620w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-300x125.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-370x155.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-270x113.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-150x63.png 150w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Formas de classificação da dureza da água. (Fonte: Queiroz et al. (2008)).</span></p>
<p><strong>Além da qualidade química, a qualidade física da água é de extrema importância</strong>, principalmente quanto a quantidade de sedimentos em suspensão. Sedimentos como argila e matéria orgânica, além de obstruir filtros e pontas, reduzem a vida útil dos equipamentos (bombas e pontas), sendo que também podem se associar aos produtos químicos adicionados ao tanque, inativando ou reduzindo sua eficiência.</p>
<p>Um exemplo clássico é a inativação do glifosato pela argila presente na solução de aplicação. A adsorção do herbicida as partículas de argila ocorrem devido à atração entre as cargas da superfície do colóide do solo com as moléculas do herbicida.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>3. Adjuvantes</h3>
<p>As superfícies das plantas apresentam uma barreira para a penetração de líquidos, denominada cutícula, cujas características variam de espécie para espécie e dependem da idade dos órgãos vegetais e das condições climáticas.</p>
<p>Para vencer estas barreiras das plantas à penetração dos defensivos agrícolas, são utilizadas substâncias inertes, denominadas aditivos ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/" target="_blank" rel="noopener">adjuvantes</a></strong>, <strong>capazes de modificar a atividade dos produtos aplicados e as características da pulverização, aumentando a eficiência da aplicação.</strong></p>
<p>Estes produtos podem ser acrescentados à formulação dos defensivos agrícolas pelas empresas fabricantes, ou ser adicionados à calda no momento da pulverização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16841 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6.jpg" alt="Gota de água em folha com e sem uso de adjuvantes" width="515" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6.jpg 515w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-300x165.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-370x204.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-270x149.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Gota sem uso de adjuvante (esquerda) e com uso de adjuvante (direita). </span></p>
<p>A cutícula da folha é a primeira barreira que o defensivo agrícola precisa passar. A adição de adjuvante pode influenciar nesse processo. A utilização de óleos tem como função melhorar a penetração e adesão dos defensivos agrícolas nas folhas e da camada de quitina dos insetos.</p>
<p>O<strong>s três principais modos de ação dos adjuvantes para melhorar a penetração dos produtos são</strong>:</p>
<ol>
<li>Alteração no depósito do ingrediente ativo na superfície foliar;</li>
<li>Efeito na difusão transcuticular;</li>
<li>Permeabilidade da membrana plasmática.</li>
</ol>
<p>Dentre os efeitos dos adjuvantes, destaca-se a redução da tensão superficial das gotas pulverizadas, causando o seu achatamento, o que aumenta a sua superfície de contato com o alvo biológico e melhora a cobertura deste.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41652" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes.png" alt="Classificação dos tipos de adjuvantes" width="840" height="590" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes.png 840w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-300x211.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-768x539.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-370x260.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-270x190.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-740x520.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-150x105.png 150w" sizes="auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classificação e função dos adjuvantes.</span></p>
<p>No Brasil os adjuvantes estão em duas categorias:</p>
<ol>
<li>Os adjuvantes utilizados em pacotes casados (oficiais);</li>
<li>Adjuvantes caracterizados como fertilizantes foliares (não oficiais), devido a nova determinação do MAPA que isentam o registro de adjuvantes.</li>
</ol>
<p>Grande parte dos problemas advindos da utilização de aditivos de calda origina-se do desconhecimento de sua ação e das implicações de sua utilização.</p>
<p>Atualmente o uso de adjuvantes é uma prática importante no aumento da eficiência dos defensivos agrícolas. Sua utilização melhora na medida que a qualidade de aplicação aumenta e assim, a quantidade de ingrediente ativo nas plantas.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39956 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg" alt="Curso Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>4. Mistura de Defensivos Agrícolas</h3>
<p>Segundo a instrução normativa N° 40 de 11 de outubro de 2018 do MAPA, a mistura em tanque é permitida desde que haja recomendação técnica, que só pode ser feita por um profissional de nível superior.</p>
<p>Desta forma, cabe aos engenheiros agrônomos e/ou engenheiros florestais receitarem a aplicação combinada de diferentes produtos. A normativa traz transparência a esta prática, que deixa de ser um tabu, em que todos executam a prática, mas ninguém fala sobre ela.</p>
<p><strong>Nas aplicações de defensivos agrícolas os produtores realizam mistura de defensivos a fim de otimizar a pulverização.</strong> Por consequência tem como resultante uma mistura de difícil previsão devido às variáveis envolvidas como pH, viscosidade, tensão superficial, formação de  espuma, dispersibilidade, decantação, temperatura, cristalização, entre outros.</p>
<p>Nessas misturas, é muito provável que alguns tipos de perdas ocorram com os defensivos adicionados. A fim de minimizar esses efeitos, assim que adicionados os defensivos agrícolas no tanque é necessário ligar o sistema de agitação.</p>
<p>Em tanques de maior capacidade, é comum a existência de “pontos mortos”, onde há dificuldade de se manter a uniformidade na concentração dos produtos. Recomenda-se também a pré-diluição de defensivos de baixa solubilidade (WG, WP e SC), caso contrário pode haver deposição no fundo do tanque reduzindo assim, sua funcionalidade.</p>
<p>Independente da solubilidade ou formulação dos produtos, a agitação deverá estar sempre ligada e ininterrupta, e os produtos adicionados gradativamente no reservatório. A mistura de dois produtos ou mais, sejam defensivos agrícolas ou demais produtos, podem ocasionar três efeitos:</p>
<ol>
<li><strong>Aditivo:</strong> o efeito da aplicação da mistura será semelhante ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto não interfere na eficácia do outro;</li>
<li><strong>Sinérgico:</strong> o efeito da aplicação da mistura será superior ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto melhora a eficácia do outro;</li>
<li><strong>Antagônico:</strong> o efeito da aplicação da mistura será inferior ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto piora a eficácia do outro.</li>
</ol>
<p>Como medida de precaução, assim que os defensivos agrícolas chegarem à propriedade deve ser realizado uma pré-mistura em garrafa pet, nas mesmas proporções indicadas nas aplicações de campo, seguindo a sequência apresentada na tabela logo abaixo.</p>
<p>Caso tenha algum problema de incompatibilidade, deve-se advertir para retirada do defensivo que ocasionou o problema e seguir com a sequência de mistura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16844" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9.jpg" alt="Pré-mistura de defensivos agrícolas em garrafas pet" width="600" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-300x92.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-1024x315.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-768x236.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-370x114.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-270x83.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-740x227.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-150x46.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Pré-mistura de defensivos agrícolas em garrafas pet.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16843" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8.jpg" alt="Pré-mistura de defensivos agrícolas" width="600" height="148" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-300x74.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-1024x253.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-768x190.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-370x91.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-270x67.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-740x183.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-150x37.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16847" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12.jpg" alt="Etapas do preparo de calda de pulverização" width="600" height="187" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-300x94.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-1024x320.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-768x240.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-370x115.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-270x84.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-740x231.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-150x47.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16845" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434.jpg" alt="Equipamentos para preparo de calda de pulverização" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434.jpg 653w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Equipamentos utilizados para o preparo de calda de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16859 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo.jpg" alt="Tabela com sugestão de ordem de mistura em tanques de pulverização" width="650" height="549" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo.jpg 650w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-300x253.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-370x313.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-270x228.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-355x300.jpg 355w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-150x127.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sugestão para ordem de mistura em tanques de pulverização.</span></p>
<h3>5. Pressão de trabalho</h3>
<p>A pressão de trabalho está associada ao fluxo de calda que estará quando passar pelo orifício de saída da ponta de pulverização.</p>
<p>Sua importância está ligada à formação de gotas de diâmetro correto, para formação do jato no ângulo nominal e para que as gotas tenham velocidade suficiente para atingir o alvo sem que haja tempo para se perderem por deriva.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>1 bar = 100 kPa = 14,5 PSI = 1,01 kgf/cm²</em></strong></p>
<p>A forma de checar a pressão do sistema é por meio de um manômetro. Sem a utilização dele é impossível saber qual é o espectro de gotas que está sendo produzido pela ponta e estimar vazão da ponta.</p>
<p>Em alguns pulverizadores montados ou de arrasto, é comum não encontrar o manômetro ou que ele esteja quebrado ou ausente.</p>
<p>O manômetro de ponta pode indicar a leitura com maior acurácia. Caso tenha acúmulo de resíduos por sedimentação na tubulação ou obstrução de filtros, é provável que ocorram diferenças na leitura entre o manômetro do regulador de pressão e o acoplado na saída da ponta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16846" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11.jpg" alt="Manômetro de ponta e do pulverizador" width="600" height="432" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-300x216.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-1024x737.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-768x552.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-370x266.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-270x194.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-740x532.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Manômetro de ponta (esquerda) e manômetro do pulverizador (direita). </span></p>
<p><strong>Não se deve utilizar pressões abaixo de 2,7 bar (40 PSI)</strong>, pois alguns modelos de pontas não abrem totalmente o jato pulverizado e/ou apresentam desuniformidade no espectro de gotas produzidas.</p>
<p>Na tabela a seguir é apresentada uma sugestão para pressão de trabalho de acordo com o grupo de defensivos agrícolas que são utilizados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41653" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho.png" alt="Faixa de pressão de trabalho" width="717" height="301" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho.png 717w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-300x126.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-370x155.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-270x113.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-150x63.png 150w" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Faixa de pressão de trabalho.</span></p>
<p>Ao escolher uma ponta de pulverização pelo diâmetro de gota produzido, é necessário correlacionar seu diâmetro com a pressão de trabalho.</p>
<p>Nesse sentido é comum o operador aumentar a velocidade de trabalho e o controlador compensar com aumento da pressão do sistema, reduzindo o diâmetro de gotas, o que pode gerar deriva.</p>
<h3>6. Pontas de pulverização</h3>
<p><strong>Para uma boa pulverização, ela deve apresentar gotas no tamanho de interesse e com o mínimo de deriva possível</strong>, sempre de acordo com o que o produto e as condições do alvo a ser pulverizado exijam.</p>
<p>A ponta de pulverização é responsável por diversos aspectos relacionados à qualidade da aplicação, como diâmetro das gotas, distribuição do líquido pulverizado, uniformidade de distribuição e vazão da calda. O espectro de gotas segundo (ASABE, 2009) classifica em oito classes, sendo elas apresentadas na tabela a seguir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41654" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao.png" alt="Classe de gotas de pulverização" width="711" height="447" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao.png 711w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-300x189.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-370x233.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-270x170.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-150x94.png 150w" sizes="auto, (max-width: 711px) 100vw, 711px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classe de gotas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16848" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-13.jpg" alt="Tipos de pontas de pulverizador" width="600" height="244" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tipos de pontas vs. tamanho de gotas.</span></p>
<p>Sendo assim a escolha correta das pontas de pulverização deve priorizar os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Modo de ação dos produtos;</li>
<li>Condições climáticas;</li>
<li>Situação do alvo a ser controlado.</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> as condições climáticas para uma boa pulverização preconizam que tenha umidade relativa superior a 50%, temperatura inferior a 30°C e velocidade do vento entre 2 e 10 km/h. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As condições climáticas podem interferir diretamente no risco de deriva, onde é definido através do volume pulverizado por determinada ponta a uma determinada pressão com gotas inferiores a 100 micrômetros de diâmetro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para avaliação do risco de deriva no campo tem-se utilizado papel sensível à água</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">posteriormente uso de um software que realiza a contagem de gotas por cm² </span><span style="font-weight: 400;">e mensurar o diâmetro </span><span style="font-weight: 400;">mediano volumétrico das gotas. Além disso</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> possibilita a investigação do percentual de cobertura no interior do dossel das plantas cultivadas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41655" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas.png" alt="Número de gotas por tipo de aplicação" width="506" height="251" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas.png 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-300x149.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-370x184.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-270x134.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-150x74.png 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Número de gotas por cm² vs. tipo de aplicação.</span></p>
<h3>7. Limpeza do tanque de pulverização</h3>
<p>Com a intensificação de cultivo de safra e safrinha, mistura de defensivos agrícolas nos tanques de pulverização e o número de aplicações realizadas durante os cultivos, os pulverizadores começam a acumular resíduos de defensivos agrícolas até que seja feita a correta limpeza de todo o sistema de pulverização.</p>
<p>Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, deve ser realizada uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formatação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos.</p>
<p>O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.</p>
<p>Caldas com dificuldade de homogeneização, entupimentos de pontas, obstrução de filtros pode ser advindo de uma falta de limpeza do sistema de pulverização. Na tabela a seguir são apresentados os passos a serem seguidos para uma limpeza de tanque de pulverização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41656" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque.png" alt="Etapas de limpeza do tanque " width="554" height="491" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque.png 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-300x266.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-370x328.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-270x239.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-338x300.png 338w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-150x133.png 150w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Etapas para limpeza do tanque de pulverização. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16850" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15.jpg" alt="Tubulação com resíduos de defensivos agrícolas" width="600" height="328" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15.jpg 1353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-1024x559.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-768x419.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-740x404.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tubulação de pulverizador com resíduos de defensivos agrícolas. </span></p>
<h3>8. Uso de EPI’s</h3>
<p><strong>O uso seguro de defensivos agrícolas exige o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</strong>. As recomendações hoje existentes para o uso de EPI são bastantes genéricas e padronizadas, não considerando variáveis importantes como o tipo de equipamento utilizado na operação, os níveis reais de exposição e, até mesmo, as características ambientais e da cultura onde o produto será aplicado.</p>
<p>EPI&#8217;s são ferramentas de trabalho que visam proteger a saúde do trabalhador que utiliza os defensivos agrícolas, reduzindo os riscos de intoxicações decorrentes da exposição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16853" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18.jpg" alt="Vias de exposição aos defensivos agrícolas" width="600" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18.jpg 1341w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-1024x569.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-768x427.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-370x206.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-740x411.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vias de exposição do corpo humano. </span></p>
<p>A função básica dos EPI&#8217;s é proteger o organismo de exposições ao produto tóxico, minimizando o risco. Intoxicação durante o manuseio ou a <strong>aplicação de produtos fitossanitários</strong> é considerado acidente de trabalho.</p>
<p>O uso do EPI é uma exigência da legislação trabalhista brasileira através de suas normas regulamentadoras. O não cumprimento poderá acarretar ações de responsabilidade cível e penal, além de multas aos infratores.</p>
<p>Quanto às responsabilidades a legislação trabalhista prevê que são obrigações do empregador:</p>
<ul>
<li>Fornecer os EPI’s adequados ao trabalho;</li>
<li>Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI’s;</li>
<li>Fiscalizar e exigir o uso dos EPI’s;</li>
<li>Repor os EPI’s danificados.</li>
</ul>
<p>Como obrigação do trabalhador:</p>
<ul>
<li>Usar e conservar os EPI&#8217;s.</li>
</ul>
<p>É recomendado que o fornecimento de EPI e que treinamentos ministrados sejam registrados através de documentação apropriada para eventuais esclarecimentos em causas trabalhistas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16854" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19.jpg" alt="EPI para aplicação de defensivos agrícolas" width="600" height="519" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19.jpg 739w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-300x259.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-370x320.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-270x233.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-347x300.jpg 347w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-150x130.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">EPI para manuseio de defensivos agrícolas. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41657" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi.png" alt="Ordem de vestir e retirar o EPI" width="594" height="495" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi.png 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-300x250.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-370x308.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-270x225.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-360x300.png 360w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-150x125.png 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ordem de vestir e retirar o EPI.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Percebemos que para obter sucesso na aplicação de defensivos agrícolas, <strong>o mais importante é a capacitação do operador do pulverizador na compreensão dos pontos críticos atrelados à prática da pulverização, protegendo a lavoura com eficiência e otimização dos recursos.</strong></p>
<p>Seguindo essas e outras recomendações, as chances do sucesso e eficácia da aplicação de defensivos agrícolas serão com certeza maiores. Por isso, a busca pelo conhecimento e especialização deve ser contínua.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício</a></strong>, você vai aprender como otimizar cada aplicação, reduzir desperdícios e obter os melhores resultados com técnicas modernas e de fácil implementação. O conteúdo é direto ao ponto, prático e ensinado por especialistas com vasta experiência no setor agrícola.</p>
<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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		<title>Vassourinha-de-botão: como identificar e controlar essa planta daninha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura. A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas. O manejo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura.</p>
<p><strong>A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas.</strong></p>
<p>O manejo em pré-semeadura ou “<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/" target="_blank" rel="noopener">dessecação</a></strong>” é fundamental para um bom desenvolvimento das lavouras. A eliminação das plantas daninhas, antes da semeadura, permite que a cultura tenha um desenvolvimento inicial rápido e vigoroso.</p>
<p>A literatura tem demonstrado que aplicações sequenciais, que introduzem antecipadamente herbicidas sistêmicos, tais como glyphosate e 2,4-D, e após 15 a 20 dias, na véspera ou na data da semeadura, herbicidas de contato, como paraquat, paraquat em mistura com diuron, diquat e flumioxazin, proporcionam maior eficiência no controle das plantas daninhas.</p>
<p>A utilização isolada do <em>glyphosate</em> já não é mais garantia de uma boa dessecação.</p>
<p>Plantas daninhas resistentes ou com tolerância a este herbicida, como a buva, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/" target="_blank" rel="noopener">capim amargoso</a></strong> e o capim pé-de-galinha já são responsáveis pela utilização de outros herbicidas nas áreas cultivadas com soja no Brasil. <strong>Além disso,</strong> <strong>existem atualmente 41 casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas no país.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a vassourinha de botão?</h2>
<p>A planta daninha <strong>vassourinha de botão</strong> (<em>Spermacoce</em> sp.) é uma espécie dentro da família Rubiaceae, nativa da América Tropical, introduzida em outras regiões do mundo.</p>
<p>Sua reprodução é exclusiva por sementes, a via fotossintética provável é a do tipo C3 e o ciclo de vida é classificado como perene simples.</p>
<p>As sementes são do tipo fotoblásticas positivas preferenciais e as temperaturas que promovem maior germinação estão entre 20 e 35°C, além disso, a dinâmica populacional da planta é influenciada por elevadas temperaturas (acima de 25 °C) e condições de luminosidade de 12 horas diárias. As estruturas reprodutivas são produzidas em grande quantidade sendo de fácil dispersão.</p>
<p><strong>A vassourinha de botão é uma espécie que apresenta biótipos tolerantes ao <em>glyphosate</em></strong>, e que estão amplamente distribuídos nas lavouras brasileiras. É uma espécie capaz de formar grandes infestações e interferir negativamente em culturas agrícolas e pastagens por meio da competição por nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como controlar a vassourinha de botão?</h2>
<p><strong>As plantas daninhas competem com a cultura da soja pelos recurso</strong>s, competição essa que é importante por poder afetar o desenvolvimento da cultura causando perdas na produtividade, redução na qualidade dos grãos, maturação desuniforme e até inviabilização da colheita.</p>
<p>O manejo dessas plantas daninhas, como a vassourinha de botão, consiste em suprimir o crescimento ou a densidade de indivíduos até níveis aceitáveis, não ocasionando prejuízos para a cultura principal.</p>
<p>Existem diferentes métodos para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">controle de plantas daninhas</a></strong>, sendo o controle químico, principalmente na cultura da soja, o mais utilizado.</p>
<p>Entre os mecanismos de ação utilizados para controle de plantas daninhas dicotiledôneas, se destacam os Inibidores da 5-enolpiruvilchiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), inibidores da enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), Mimetizadores de Auxina (AUXINA), Inibidores do Fotossistema I e II (FSI e FSII) e Inidores da Acetolactato Sintase (ALS).</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> são a principal e mais eficiente ferramenta usada para controle de plantas daninhas na cultura da soja.</p>
<p>O uso desses produtos em pré ou pós-emergência, combinados com outras práticas de manejo, são suficientes para garantir vantagem competitiva para a soja nos estádios iniciais e mesmo durante todo o ciclo. Entre as vantagens do controle químico, podem ser destacadas a eficiência; praticidade e rapidez na operação.</p>
<p>Existem diversas plantas daninhas que apresentam difícil controle. Nesse quesito tem destaque <strong>a vassourinha-de-botão, espécie vem se tornando problema em várias áreas por apresentar difícil controle</strong>, já que os herbicidas utilizados no manejo da lavoura não estão apresentando bom percentual de controle, principalmente o <em>glyphosate</em>, herbicida do qual a planta é considerada tolerante.</p>
<p>Em condições de campo, consultores e produtores relatam bons resultados de controle de <i>Spermacoce sp.</i> com aplicações de herbicidas que agem na PROTOX.</p>
<p>Esse mecanismo contém os herbicidas tidos como mais eficazes para controle de vassourinha de botão com tolerância ao <em>glyphosate</em>. No caso de vassourinha de botão, os mecanismos de tolerância são relacionados com baixa translocação de herbicidas nas plantas.</p>
<p>A competição com plantas de vassourinha de botão durante todo ciclo da soja ocasiona reduções nos índices produtivos, fitomassa da planta e produtividade de grãos da cultura.</p>
<p><strong>Cada planta de vassourinha-de-botão em competição com a cultura da soja durante todo ciclo é capaz de reduzir a produtividade da soja em 1,3 a 4,2%,</strong> equivalente a 0,8 a 2,6 sacas de 60 kg por hectare.</p>
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		<item>
		<title>Produção agrícola no Brasil: qual o cenário atual e perspectivas para o futuro?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 18:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente tem-se discutido que, com o aumento da população mundial estimado em 9 bilhões de pessoas em 2050, praticamente deverá dobrar a produtividade das culturas para abastecimento do consumo humano e animal. Um aumento entre 25% e 70% acima dos níveis atuais de produção pode ser suficiente para atender à demanda da safra 2050 (Hunter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente tem-se discutido que, <strong>com o aumento da população mundial estimado em 9 bilhões de pessoas em 2050, praticamente deverá dobrar a produtividade das culturas para abastecimento do consumo humano e animal.</strong></p>
<p>Um aumento entre 25% e 70% acima dos níveis atuais de produção pode ser suficiente para atender à demanda da safra 2050 (Hunter et al., 2017).</p>
<p>Ao mesmo tempo, as perdas de nutrientes e as emissões de gases de efeito estufa da agricultura devem cair drasticamente pela adoção de sistemas conservacionistas, a fim de restaurar e manter o funcionamento do ecossistema.</p>
<p>Prevê-se que a demanda por alimentos aumente, enquanto os impactos ambientais devem despencar. Os pedidos para duplicar a produção agrícola a partir de uma linha de base recente implicam taxas de crescimento fora do intervalo das projeções empíricas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Projeções de produção de grãos no mundo</h2>
<p>O trabalho da OECD-FAO (2019) projeta uma <strong>produção mundial da ordem de 1,311 bilhão de toneladas de milho para a safra 2027/28.</strong> Deste total, cerca de 60,0% devem ser destinados à alimentação animal, 13,4% ao consumo humano e 15,5% à produção de biocombustíveis.</p>
<p>Os maiores incrementos serão representados pelos 5 países:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">China (+47 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estados Unidos (+31 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Brasil (+25 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Argentina (+17 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ucrânia (+6 milhões de toneladas).</li>
</ol>
<p>O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos projeta exportações totais de milho da ordem de 188,8 milhões de toneladas em 2027/28. Esse volume deverá ser suprido principalmente pelos Estados Unidos, 29,6%. No entanto, a ordem aqui muda um pouco, pois é seguido por:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Brasil, 23,7%;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ucrânia, 16,2%;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Argentina, 17,2%.</li>
</ul>
<p>Em volume, as exportações brasileiras previstas pelo USDA são de 44,8 milhões de toneladas. Os maiores importadores, em um total de 84,0 milhões de toneladas, serão:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">México;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Japão;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">União Europeia;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Irã;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Egito.</li>
</ol>
<p>Segundo o USDA (2018), o comércio internacional de <i>commodities </i>agrícolas, tais como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/" target="_blank" rel="noopener">milho</a></strong>, soja, e farelo de soja, é impulsionado pela demanda crescente de rações para a produção de frangos e suínos. O consumo internacional de carnes continuará a crescer ao longo do período das projeções.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Futuro brasileiro para produção de grãos</h2>
<p>Saber as projeções para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agronegocio-no-brasil-qual-o-seu-papel-e-importancia/" target="_blank" rel="noopener">agronegócio brasileiro</a></strong> é importante para identificar a direção que o mercado está tomando.</p>
<p>Esse tipo de conhecimento possibilita saber quais as tendências de preços, entre outros pontos importantes.</p>
<p>Podemos observar que haverá aumentos significativos nas safras de grãos:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">De 271,2 milhões de toneladas na safra 2021/22 para 302 milhões de toneladas na safra 2027/28.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A área plantada sairá dos atuais 67,74 milhões de hectares para 71 milhões de hectares em 2027/28.</li>
</ol>
<blockquote><p><em>Percebe-se que o ganho com o agronegócio não será devido somente à expansão de área, mas sim ao ganho com produtividade.</em></p></blockquote>
<p>Atualmente, no Brasil, cerca de 850 mil toneladas de milho estão sendo usadas para etanol. A capacidade industrial atual é para uso de 1,95 milhão de toneladas e, até o final de 2019, essa capacidade deverá crescer para 4,8 milhões de toneladas.</p>
<h2>Sistema de produção de grãos nas regiões do Brasil</h2>
<p><strong>O Brasil é um dos maiores produtores de alimento do mundo</strong>, com potencial para ser o maior produtor mundial. Isso se deve, em partes, porque dispomos de vários recursos, principalmente climáticos, que favorecem a vasta produção de alimentos.</p>
<p>Além do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">clima</a></strong>, o<strong> Brasil apresenta quantidade de água considerável e potencial de mais áreas agricultáveis</strong>, utilizamos apenas 7,8% dessas áreas, com 25,6% de área preservada nos imóveis rurais.</p>
<p>Há também mais investimentos em tecnologia, o que difere positivamente nos valores de produção alcançados, desta forma, o agronegócio vem sendo impulsionado a produzir de maneira eficiente e consciente.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10818" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil.jpg" alt="Uso e ocupação de terras no Brasil" width="600" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-300x202.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-768x516.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-370x249.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-270x181.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-740x497.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Uso e ocupação de terras no Brasil. &#8211; Fonte: Embrapa, (2019).</span></p>
<h2>Rotação de culturas</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">rotação de culturas</a></strong> favorece a manutenção da fertilidade do solo, quebra o ciclo de pragas, doenças e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a>, proporcionando maior rentabilidade ao produtor pela diversificação do cultivo.</p>
<p>Práticas de rotação de culturas devem envolver, preferencialmente, diversidade de espécies (gramíneas e leguminosas) e de arquitetura radicular (fasciculada e pivotante), contribuindo para a ciclagem de nutrientes.</p>
<h2>Sistema de plantio direto</h2>
<p>O <strong>sistema de plantio direto (SPD)</strong> apresenta como pilares fundamentais para a produção sustentável, a construção da fertilidade do solo, antes da sua adoção, e a rotação/sucessão de culturas.</p>
<p>O cultivo de uma safra sempre ocorre sobre os restos culturais de uma lavoura anterior. A palha na superfície do solo, além de ser reserva de nutrientes, auxilia na:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Manutenção da umidade;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aeração;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Temperatura;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Atividade macro e <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>microbiológica do solo</strong></a>.</li>
</ul>
<p>Atualmente, estima-se que existam no Brasil cerca de 33 milhões de hectares sob SPD.</p>
<p>Com as práticas de rotação e sucessão de culturas e o não revolvimento do solo por implementos agrícolas, ocorre aumento da macroporosidade nos solos. Esse fato está relacionado com a diversificação de formas de exploração exercida pelas raízes das plantas no perfil dos solos.</p>
<h3>Como adotar o sistema de plantio direto?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Para adoção do SPD, é necessário um bom cultivo convencional antes da sua implantação</strong>, preconizando-se a correção da acidez pela aplicação e incorporação do calcário aplicado em profundidade no solo.</span></p>
<p>Como o calcário apresenta baixa mobilidade no perfil do solo, associado a uma solubilidade limitada, antes da adoção do SPD, torna-se necessário uma adequada correção da acidez até as profundidades de 30 a 40 cm.</p>
<p>Caso a correção não seja adequada, haverá limitação do desenvolvimento das raízes das plantas, reduzindo a absorção de água e nutrientes. A utilização desta prática, juntamente com a de gessagem, vem sendo uma alternativa para elevar os teores de nutrientes no perfil do solo.</p>
<p>Após a adoção do SPD em solos que necessitam da correção da acidez, é realizada a aplicação de calcário e/ou gesso na superfície, sem incorporação.</p>
<p>A calagem superficial não apresenta efeito rápido na correção da acidez no perfil do solo, entretanto, ao longo dos anos pode-se corrigir a acidez no perfil do solo. Sua associação com o gesso contribui como um carreador de nutrientes no perfil do solo.</p>
<p>A liberação de ácidos orgânicos de baixa massa molecular na superfície do solo, é um dos principais mecanismos da correção da acidez do solo com aplicação de calcário em superfície no SPD.</p>
<p><strong>Nos solos sob SPD de longa duração</strong>, com rotação de culturas e plantas de cobertura há maior produção da palhada. Isso favorece e fortalece:</p>
<ul>
<li>O tamponamento;</li>
<li>A resiliência dos solos;</li>
<li>Estabilidade nos solos de fertilidade construída;</li>
<li>Funcionamento do sistema.</li>
</ul>
<p>Apesar da dificuldade de elevar os teores de matéria orgânica (MO) nas regiões tropicais, a manutenção ou acréscimo aumenta a capacidade de reserva e suprimento de nutrientes pelo solo. Isso é, vinculado a níveis mais elevados de <strong>fertilidade do solo</strong>, biomassa microbiana e produtividade de grãos.</p>
<p><strong>A adoção do SPD promove um sistema mais tamponado pela MO</strong>, reduzindo a ação de processos erosivos pela proteção da palhada, minimizando a perda de nutrientes pela erosão, adsorção ou lixiviação.</p>
<p>Esse sistema favorece também, segundo Resende <i>et. al</i> (2016), a recirculação de nutrientes, pela ciclagem e estabilidade do sistema, proporcionando maior eficiência do:</p>
<ul>
<li>Uso da água;</li>
<li>Redução de custos;</li>
<li>Estabilidade produtiva e econômica;</li>
<li>Melhoria das condições de vida do produtor.</li>
</ul>
<h2>Principais sistemas de sucessão de culturas</h2>
<p>Nas figuras a seguir, estão apresentados alguns dos principais sistemas de rotação/sucessão de culturas utilizados nas principais regiões produtoras de grãos do Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10819 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Centro Oeste do Brasil" width="748" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-740x182.png 740w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Centro Oeste (MT, MS, GO). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10821 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Sul do Brasil" width="742" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png 742w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-740x216.png 740w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Sul (RS, SC, PR). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Sudeste do Brasil" width="740" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Sudeste (SP, MG). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10823 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Norte e Nordeste do Brasil" width="747" height="191" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png 747w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-740x189.png 740w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Norte/Nordeste (BA, TO, MA, PI, PA, AL e SE).</span></p>
<p>Uma opção de rotação de cultura que tem ganhado cada vez mais adeptos pelos múltiplos benefícios, é o <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consórcio milho-braquiária</strong></a>.</p>
<p>Por meio desta técnica é possível aproveitar o excedente hídrico do outono/inverno, em que se cultiva milho segunda safra para, ao mesmo tempo, cultivar a braquiária para formação de resíduos ao SPD.</p>
<p>No caso de propriedades sob o <strong>sistema de integração lavoura-pecuária (ILP)</strong>, a braquiária serve como planta forrageira, justamente no período de maior escassez das pastagens.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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		<title>Uso de biofertilizantes na agricultura: veja a importância e benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/biofertilizantes-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 13:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Biofertilizantes são substâncias que contém microrganismos vivos que apresentam propriedades benéficas para o crescimento e desenvolvimento das plantas. Vários mecanismos são usados ​​por cepas microbianas para aumentar a absorção de nutrientes, melhorar a fertilidade do solo e aumentar o rendimento das culturas, como fixação de nitrogênio, solubilização de potássio e fósforo, excreção de fitohormônios, produção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Biofertilizantes são substâncias que contém microrganismos vivos que apresentam propriedades benéficas para o <strong>crescimento e desenvolvimento</strong> das plantas.</p>
<p>Vários mecanismos são usados ​​por cepas microbianas para aumentar a absorção de nutrientes, melhorar a fertilidade do solo e aumentar o rendimento das culturas, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">fixação de nitrogênio</a></strong>, solubilização de potássio e fósforo, excreção de fitohormônios, produção de substâncias supressoras de fitopatógenos, proteção de plantas contra estresses abióticos e bióticos e desintoxicação de poluentes subterrâneos.</p>
<p>Considerando as crescentes exigências de consumo na terra e os perigos decorrentes do uso excessivo de fertilizantes químicos e pesticidas, os biofertilizantes são considerados uma <strong>alternativa promissora e não tóxica aos agroquímicos sintéticos</strong>, incluindo controle de fungos e minimização da contaminação por micotoxinas.</p>
<p>Considera-se que a implementação de inoculantes microbianos supera as deficiências associadas às técnicas agrícolas baseadas em produtos químicos. A pesquisa sobre o uso generalizado de biofertilizantes, portanto, é uma das principais no trabalho científico para o desenvolvimento da agricultura sustentável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são biofertilizantes?</h2>
<p>Biofertilizantes é um termo interpretado de várias maneiras. Não é difícil encontrar definições que identifiquem o biofertilizante como extrato de algas marinhas, resíduos urbanos compostos, misturas microbianas com constituintes não identificados ou produtos fertilizantes minerais enriquecidos com compostos orgânicos.</p>
<p>Curiosamente, os trabalhos de pesquisa científica apresentam uma interpretação muito ampla desse termo, representando desde <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubos verdes</a></strong>, passando por estercos animais, até extratos de plantas.</p>
<p>O conceito de biofertilizante mudou junto com o estado do conhecimento sobre as associações que ocorrem entre os microrganismos do solo e as plantas. Não se deve determinar como biofertilizante, mas como <strong>inoculante, </strong>aquelas substâncias que melhoram o aproveitamento dos nutrientes presentes no solo, mas não os substituem (como os fertilizantes minerais).</p>
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<p>Da mesma forma, os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos</a></strong> que potencializam o crescimento das plantas pela síntese de fitohormônios são considerados como <strong>fitoestimuladores ou bioestimulantes</strong>, enquanto aqueles que possuem a capacidade de biodegradar poluentes orgânicos são referidos como rizorremediadores. Nem todos os inoculantes microbianos, portanto, devem ser identificados diretamente como biofertilizantes.</p>
<p>O <strong>biofertilizante</strong> é um microrganismo individual que <strong>exerce propriedades promotoras de crescimento de plantas</strong>, mas no contexto agronômico, esse termo se refere ao produto composto por cepa(s) benéfica(s), que são úteis na mobilização de nutrientes, incluídos em um carreador, possuindo características que permitem seu armazenamento no momento especificado pelo produtor, e pronto para aplicação efetiva no solo ou planta.</p>
<p>Nesse ângulo, o biofertilizante também pode possibilitar a adição de substâncias que contribuem para a melhora da atividade dos microrganismos.</p>
<p>Não use o termo “biofertilizante” de forma intercambiável, não apenas com termos como esterco vegetal ou animal, consórcio ou fertilizantes se referindo à combinação de compostos minerais e orgânicos, mas também, com bioestimulantes derivados de microrganismos (produtos à base de células microbianas mortas ou extratos de microrganismos origem).</p>
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<h2>Qual a função dos biofertilizantes?</h2>
<p>O principal papel da aplicação de biofertilizantes é <strong>promover o crescimento das plantas sem efeitos colaterais prejudiciais</strong> para o meio ambiente e aumentar a produtividade das colheitas. A inoculação com biofertilizante aumentou o rendimento da cultura em média 16,2% em comparação com os controles não inoculados.</p>
<p>Os biofertilizantes microbianos desempenham um papel crucial na manutenção da fertilidade do solo no nível adequado e na melhoria de sua estrutura, influenciando a agregação das partículas do solo.</p>
<p>Eles também contribuem para:</p>
<ul>
<li>Melhor relação planta-água;</li>
<li>Proporcionam proteção contra a seca;</li>
<li>Tornam as plantas menos propensas a algumas doenças do solo, inclusive causadas por fungos que produzem adicionalmente micotoxinas;</li>
<li>Reduzem a incidência de insetos-praga.</li>
</ul>
<p>Embora os biofertilizantes sejam uma abordagem comercialmente promissora na agricultura sustentável, existem alguns inconvenientes que os tornam menos competitivos, como vida útil limitada, falta de materiais adequados para produção, aumento da sensibilidade a altas temperaturas e dificuldades relacionadas ao armazenamento e transporte.</p>
<p>Além disso, os fertilizantes microbianos requerem maiores quantidades para fornecer às plantas um teor de nutrientes suficiente, sua eficácia depende das condições do solo prevalecentes na zona de aplicação e os resultados de sua ação são perceptíveis após uso prolongado.</p>
<p>Novas tecnologias, no entanto, estão sendo desenvolvidas para superar as desvantagens associadas à aplicação de biofertilizantes em ecossistemas agrícolas.</p>
<h2>Biofertilizantes e a sustentabilidade na agricultura</h2>
<p>Os biofertilizantes constituem uma ferramenta promissora em ecossistemas agrícolas como fonte complementar, renovável e ecologicamente correta de nutrientes vegetais.</p>
<p>Como eles têm a capacidade de transformar elementos nutricionalmente importantes de formas não utilizáveis ​​em formas altamente assimiláveis, sem efeitos deletérios no ambiente natural, eles são um componente importante do <strong>Sistema Integrado de Nutrientes Vegetais</strong>.</p>
<p>A aplicação de fertilizantes biológicos é um elemento-chave para manter a <strong>fertilidade do solo</strong> e a produtividade das culturas em um nível suficientemente alto, indispensável para alcançar a sustentabilidade da agricultura.</p>
<p>Os biofertilizantes também podem ajudar a mitigar as armadilhas decorrentes da crescente demanda da população global por alimentos e da química generalizada nos agroecossistemas.</p>
<p>A mudança na abordagem das práticas agrícolas os torna uma parte vital da produção agrícola moderna e enfatiza a importância dos inoculantes biológicos nos próximos anos. Sabe-se que vários microrganismos da rizosfera exercem várias atividades promotoras de crescimento de plantas, mas muito poucos foram formulados na forma de biofertilizantes.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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		<item>
		<title>Controle biológico de pragas na agricultura: o que é e como realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 18:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas. Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de pragas. Uma forma de buscar simular [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas.</p>
<p>Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong>.</p>
<p><strong>Uma forma de buscar simular o equilíbrio populacional dinâmico que ocorre nos ambientes de vegetação natural é promover o controle biológico</strong>, que é um serviço ecossistêmico resultante da ação dos inimigos naturais.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Inimigos naturais e controle biológico</h2>
<p>Os inimigos naturais das plantações podem ser:</p>
<ul>
<li>Patógenos;</li>
<li>Predadores;</li>
<li>Parasitas;</li>
<li>Herbívoros ;</li>
<li>Antagonistas.</li>
</ul>
<p><strong>Atuam sobre as populações de suas presas ou hospedeiros, prestando o serviço ecossistêmico de controle biológico</strong>. Em ambientes agrícolas, quando populações de plantas, animais ou fitopatógenos aumentam em níveis economicamente inaceitáveis.</p>
<p>Além disso, atingem o status de praga e seus inimigos naturais podem ser manejados ou inseridos no sistema para suprimi-las. Permitem, assim, o uso dos agrotóxicos de amplo espectro de forma alternativa.</p>
<p><strong>Como consequência, temos a produção de alimentos de forma mais sustentável, bem como a conservação de habitat naturais.</strong></p>
<p>A pesquisa sobre o controle biológico fez progressos notáveis nos últimos 50 anos, passando de um método baseado em tentativa e erro para uma abordagem mais preditiva, baseada em teorias ecológicas de interações inimigo natural-presas e dinâmica populacional.</p>
<p>Uma atividade tão rigorosa baseada em pesquisa deve ajudar a evitar erros como os cometidos no passado. Uma nova era está se iniciando, em que os benefícios e os riscos são bem compreendidos, de modo que as soluções que maximizam os benefícios e minimizam os riscos possam ser perseguidas e implementadas.</p>
<h2>Práticas agrônomicas de controle biológico</h2>
<p>Rotação de culturas com leguminosas usadas para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubação verde</a></strong> do solo, tais como guandu (<i>Cajanus cajan</i>) e crotalária (<i>Crotalaria juncea</i>), podem também contribuir para atrair e manter inimigos naturais nas áreas cultivadas.</p>
<p>Em área de cultivo de milho, o uso de crotalária como adubo verde favoreceu a presença dos predadores <i>Doru luteipes </i>(Scudder) (Derm.: Forficulidae), <i>Nephila clavipes </i>L. (Aran.: Nephilidae), <i>Orius insidiosus </i>(Say) (Het.: Anthocoridae), <i>Pheidole </i>sp., <i>Solenopsis </i>sp. (Hym.: Formicidae) (Tavares et al., 2011).</p>
<p>Na escolha das espécies a serem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener">cultivadas em consórcio</a></strong>, além dos aspectos agronômicos, é importante considerar as interações bióticas das plantas com:</p>
<ul>
<li>Microrganismos (ex.: fixadores de nitrogênio, estimuladores de crescimento, patogênicos e seus antagonistas);</li>
<li>Animais (ex.: polinizadores, pragas e seus agentes biológicos de controle, detritívoros), assim como interações químicas entre plantas (ex.: alelopatia).</li>
</ul>
<p>Existem espécies de plantas que, quando plantadas em combinação, se comportam como “companheiras”. Assim, favorecem o crescimento mútuo e maximizam o potencial produtivo das áreas plantadas.</p>
<p>Também é importante observar o conjunto de pragas que cada espécie hospeda. Isso evita o uso de plantas nos consórcios que hospedem o mesmo grupo de espécies de pragas e doenças.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Produção em massa do inimigo natural</h3>
<p>Quando os inimigos naturais que ocorrem naturalmente no agroecossistema não conseguem fornecer o nível de controle desejado de determinada praga, o aumento artificial da população de uma ou mais espécies de inimigos naturais selecionados pode ser uma estratégia importante.</p>
<p>Nesse caso, o aumento é feito por liberações do agente de controle biológico por meio das táticas inoculativa e inundativa. <strong>O procedimento mais comum é a produção massal do inimigo natural</strong>.</p>
<p>Em geral, ocorrem em fábricas comerciais altamente especializadas e a liberação em campo de grande número de indivíduos com o objetivo de suprimir a praga em relativamente curto prazo.</p>
<p>Essa estratégia de controle biológico é a mais apropriada quando o agente é um microrganismo. É muito adotada no Brasil para o controle de artrópodes e doenças de plantas. <strong>O aumento de inimigos naturais tem sido bem-sucedido quando o inimigo natural é passível de produção massal.</strong></p>
<h3>Interações tróficas</h3>
<p>Nos agroecossistemas, as cadeias alimentares não são apenas verticais e lineares. Há uma rede de interações conhecidas por <strong>teias tróficas</strong>.</p>
<p>Os consumidores de ordens superiores, que são denominados predadores, parasitoides e patógenos, formam uma complexa rede de interação mútua entre si e com os consumidores de primeira ordem (que são os herbívoros ou fitófagos) e com as plantas.</p>
<p><strong>Essas interações tróficas afetam a abundância relativa das espécies dessas comunidades por causa da competição e do sinergismo entre elas nos diferentes níveis tróficos. </strong></p>
<p>O conhecimento do funcionamento dessas intrincadas interações permite o entendimento de como a introdução de um agente de controle biológico exótico. Este é o caso do controle biológico clássico.</p>
<p>Este, pode alterar a estrutura da comunidade de inimigos naturais existentes em um agroecossistema e as consequências, instantâneas ou em longo prazo, dessa introdução na população de pragas.</p>
<p>Da mesma forma, a mudança na abundância de um inimigo natural pela sua liberação massal, usando a estratégia de controle aumentativo, pode ter impacto imediato ou posterior na teia trófica e modificar a população de pragas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16490 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg" alt="Interações tróficas" width="532" height="581" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg 532w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-275x300.jpg 275w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-370x404.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-270x295.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-150x164.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de teia trófica parcial que mostra a complexidade das interações entre organismos produtores (plantas) e consumidores (herbívoros, fitófagos, parasitoides, patógenos, etc.) de diferentes níveis.</span></span></p>
<h2>Dinâmica populacional</h2>
<p>O princípio da dinâmica populacional está relacionado a uma propriedade fundamental e evidente de que todas as populações de organismos vivos crescem geometricamente quando não sofrem efeitos do ambiente em que estão inseridos.</p>
<p>Dessa forma, uma espécie que apresenta taxa de crescimento <i>r </i>= 2 será capaz de aumentar sua população em oito vezes em apenas três gerações. No entanto, outra espécie com <i>r </i>= 10 será capaz de aumentar sua população em mil vezes nas mesmas três gerações.</p>
<p>Pragas agrícolas como diversas mariposas da família Noctuidae (ex.: lagarta-da-soja, <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-lagartas-na-cultura-do-milho/"><strong>lagarta-do-cartucho-do-milho</strong></a> e curuquerê-do-algodoeiro) são capazes de colocar entre 100 e 300 ovos por fêmea.</p>
<p>Além disso, podem completar seu ciclo vital de ovo a adulto (geração) em menos de 30 dias. Assim, percebe-se como pode ser dramático o crescimento das populações, alcançando valores milionários em apenas uma estação do ano ou uma safra agrícola.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16491 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg" alt="Gráfico de crescimento populacional de pragas " width="485" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg 485w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas teóricas de crescimento exponencial de populações de organismos vivos.</span></span></p>
<h2>Fatores intrínsecos e intraespecíficos</h2>
<p>Fatores intrínsecos e intraespecíficos, como competição e cooperação, <strong>podem alterar o crescimento das populações</strong>. Fatores extrínsecos e abióticos também são capazes de afetar a abundância populacional.</p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener">Mudanças sazonais nas condições climáticas</a></strong>, como: temperatura; umidade relativa do ar; luminosidade; eventos meteorológicos eventuais (como seca, chuvas torrenciais e geadas), são capazes de afetar de forma direta as populações, alterando a sobrevivência, a longevidade e a fecundidade.</p>
<p>Além disso, podem atuar de forma indireta, modificando a abundância de recursos alimentares e hídricos, impactando também a dinâmica populacional das espécies.</p>
<p>Fatores bióticos, como outras espécies competidoras e inimigos naturais como predadores, parasitoides e patógenos, são fatores extrínsecos ou interespecíficos de mortalidade capazes de controlar as populações.</p>
<p>Se, por um lado, <strong>os fatores físicos do ambiente podem matar os indivíduos independentemente de sua densidade</strong>, por outro os fatores bióticos como competidores e inimigos naturais podem atuar em algumas situações independentemente da densidade da população, enquanto em outras situações pode haver aumento da mortalidade em resposta à densidade das populações da praga e de seu inimigo natural.</p>
<h2>Manutenção do controle biológico</h2>
<p><strong>Se o controle biológico é a manutenção da abundância dos indivíduos de uma população por seus inimigos naturais</strong>, o fato de esses inimigos naturais serem capazes de responder à abundância de suas presas ou hospedeiros e aumentar sua interação trófica é fundamental para que haja algum grau de sincronismo entre as populações de forma a manter um estado de equilíbrio dinâmico.</p>
<p>Essa propriedade pela qual uma população é capaz de manter-se dentro de limites máximos e mínimos em torno de um ponto de equilíbrio é conhecida como regulação populacional.</p>
<p>Esse conceito implica, portanto, que o inimigo natural não é apenas um fator de mortalidade quando em contato com a população da praga, mas é capaz de manter a densidade populacional da praga flutuando em um nível de equilíbrio.</p>
<p>Quando a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo um novo patamar de equilíbrio populacional, e passa a apresentar flutuação populacional em sincronia com a praga, ocorrerá uma situação “ideal” em que o controle biológico apresentará sua condição de maior sucesso.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16492" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg" alt="Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico" width="700" height="430" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-768x472.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-370x227.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-270x166.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-740x455.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-150x92.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3.jpg 770w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico: a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo novo patamar de equilíbrio populacional, em sincronia com a praga.</span></span></p>
<h2>Densidade da praga e do inimigo natural</h2>
<p>Este efeito de dependência entre as densidades da praga e seu inimigo natural, por meio da interação trófica e da regulação das populações, está relacionado, com cinco características principais das espécies envolvidas:</p>
<ol>
<li><strong>Densidade da presa</strong>;</li>
<li><strong>Densidade do inimigo natural</strong> (predador ou parasitoide);</li>
<li><strong>Características do ambiente</strong> (por exemplo, número e variedade de alimento ou hospedeiro alternativo);</li>
<li><strong>Características da praga</strong> (por exemplo, seus mecanismos de defesa);</li>
<li><strong>Características do inimigo natural</strong> (por exemplo, técnicas de ataque).</li>
</ol>
<p>Duas dessas variáveis, densidade da praga e densidade do inimigo natural, são características fundamentais em qualquer relação trófica e dão origem a dois componentes básicos para avaliar se a interação é dependente das densidades: a resposta numérica e a resposta funcional do predador.</p>
<p>As interações entre pragas e inimigos naturais auxilia no entendimento dos diferentes mecanismos que regulam o controle natural, sendo essa compreensão fundamental para o uso bem sucedido e seguro do controle biológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Plantas de cobertura do solo: conheça as principais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 15:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[gramíneas]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[SPD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A utilização das plantas de cobertura é uma das premissas da agricultura conservacionista, pois possibilita melhorar a saúde do solo de forma sustentável e segura, por meio de processos físicos, químicos e biológicos. As plantas de cobertura propiciam uma melhoria na resposta das culturas, principalmente em anos de estresses ambientais, ocasionados pelas mudanças climáticas. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A utilização das plantas de cobertura é uma das premissas da agricultura conservacionista, pois possibilita <strong>melhorar a saúde do solo de forma sustentável e segura</strong>, por meio de processos físicos, químicos e biológicos.</p>
<p>As <strong>plantas de cobertura propiciam uma</strong> <strong>melhoria na resposta das culturas</strong>, principalmente em anos de estresses ambientais, ocasionados pelas <a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mudanças climáticas</strong></a>. A diversidade das plantas de cobertura é essencial para um sistema produtivo e para a manutenção da saúde do solo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Importância dos resíduos orgânicos na proteção do solo</h2>
<p>O aporte de resíduos orgânicos é fundamental para a cobertura do solo, no intuito de protegê-lo do impacto das gotas de chuva e da erosão, corroborando para uma boa qualidade estrutural, não somente pela adição de matéria orgânica proveniente da rotação de culturas, mas também pelo fornecimento de substrato orgânico como fonte de energia para as populações de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos do solo</a></strong>, que agem na produção do carbono da biomassa microbiana, atuando como agente de estabilização dos agregados do solo, contribuindo com o sequestro de carbono, ciclagem e dinâmica de nutrientes.</p>
<p>Há uma gama de plantas de coberturas utilizadas nos trópicos e subtrópicos, ligadas a serviços de ecossistêmicos, aplicados em sistemas de cultivos anuais ou perenes. Sua adoção depende exclusivamente das diferenças climáticas regionais e pela adoção, ou não, do sistema de plantio direto.</p>
<p>O preparo do solo e as culturas utilizadas, possuem efeito preponderante sobre a estrutura do solo e, consequentemente, os fluxos de água e ar. A <strong>degradação do solo pode ser considerada uma das ameaças mais graves para o ecossistema</strong>, pois compromete a função do solo pelas mais diferentes causas, seja por erosão, compactação, redução nos estoques de carbono do solo e perda de matéria orgânica e nutrientes, acarretando menores produtividades.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é Sistema de Plantio Direto?</h2>
<p>O <strong>Sistema de Plantio Direto (SPD)</strong> é um componente chave para o manejo sustentável do solo, sendo definido pela aplicação de três princípios:</p>
<ol>
<li>Não revolvimento ou menor distúrbio mecânico do solo;</li>
<li>Cobertura do solo pela palhada;</li>
<li>Diversificação das espécies de cultivo (rotação de culturas, sucessão de culturas e consórcio de culturas).</li>
</ol>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">No Brasil</a></strong>, estima-se que tenha uma área de aproximadamente <strong>35 milhões de hectares de lavouras de grãos sob sistema de plantio direto</strong>.</p>
<p>Os principais fatores para a adoção generalizada do SPD são:</p>
<ul>
<li>Redução nos <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e economia de tempo;</li>
<li>Flexibilidade técnica na semeadura, aplicação de corretivos, fertilizantes e controle de plantas daninhas;</li>
<li>Produtividade igual ou maior e mais estabilidade ao longo do tempo;</li>
<li>Maior proteção do solo contra erosão hídrica e eólica;</li>
<li>Maior eficiência na absorção de nutrientes pela planta;</li>
<li>Redução de custos e redução dos problemas de controle de pragas e doenças;</li>
<li>Maior eficiência no armazenamento e captação de água pelas plantas.</li>
</ul>
<p>A rotação de culturas é definida como a <strong>alternância ordenada de diferentes culturas</strong>, em um determinado ciclo, na mesma área e na mesma estação do ano. A sucessão de culturas consiste no <strong>ordenamento de duas culturas na mesma área agrícola</strong> por tempo indeterminado, cada uma cultivada em uma estação do ano.</p>
<p>Sendo assim, modelos de sistemas de produção envolvendo a rotação de culturas se tornam mais complexos, envolvendo maior diversificação de espécies vegetais em comparação à sucessão de culturas.</p>
<p>Para dimensionamento do sistema de produção que apresente resiliência, a adoção de estratégias para diversificação de espécies vegetais que envolvam rotação, sucessão e consórcio de culturas, se torna fator fundamental.</p>
<p>A implantação de um sistema de produção diversificado deve garantir não causar transtornos operacionais ou econômicos, tendo em vista que a diversificação de culturas aumenta o grau de complexidade das tarefas a serem executadas.</p>
<p>Sendo assim, para um modelo de produção envolvendo a primeira e segunda safra para regiões com clima subtropical e tropical, estão como exemplo na figura a seguir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10819" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png" alt="Rotação de culturas no Centro Oeste" width="748" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-740x182.png 740w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png" alt="Rotação de culturas no Sul" width="742" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png 742w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-740x216.png 740w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10822" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png" alt="Rotação de culturas no Sudeste" width="740" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png" alt="Rotação de culturas no Norte e Nordeste" width="747" height="191" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png 747w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-740x189.png 740w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Distribuição temporal de espécies vegetais em um exemplo de modelo de sistema de produção para regiões brasileiras.</span></p>
<p>Dentre as plantas de cobertura utilizadas para estimular a produção de cobertura morta, as leguminosas são as mais requeridas, pois apresentam a capacidade de fixar biologicamente o nitrogênio e disponibilizá-lo para a cultura sucessora.</p>
<p>As leguminosas com potencial de utilização para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubação verde</a></strong>, se destacam:</p>
<ul>
<li>A crotalária (<i>Crotalaria juncea</i>);</li>
<li>O guandu-anão (<i>Cajanus cajan</i>);</li>
<li>O feijão-de-porco (<i>Canavalia ensiformis</i>);</li>
<li>A mucuna-preta (<i>Mucuna aterrima</i>).</li>
</ul>
<p>As gramíneas apresentam alto grau de rusticidade, elevado acúmulo de matéria verde, atuam como reguladoras da temperatura e umidade do solo e diminuem os riscos de erosão pela alta relação C/N e menor velocidade de decomposição da biomassa vegetal.</p>
<h2>Quais opções de plantas de cobertura para SPD?</h2>
<h3>1. Braquiárias (<i>Urocloa brizantha, U. decubens, U. ruziziensis</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. brizantha</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; outubro a fevereiro;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. decumbens</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; outubro a fevereiro;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. ruziziensis</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; novembro a fevereiro.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. brizantha</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; 320 PVC em linha, 520 PVC à lanço;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. decumbens</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; 300 PVC em linha, 600 PVC à lanço;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. ruziziensis</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; 350 PVC em linha, 550 PVC à lanço.</span></li>
</ul>
<p><strong>*PVC, ponto de valor cultural; Quantidade mínima de sementes = PVC / %VC, onde %VC = valor cultural</strong></p>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<p>Época de florescimento dependerá da cultivar selecionada e, para alguns casos, também do fotoperíodo.</p>
<ul>
<li><i>U. brizantha</i> &#8211; 70 a 180 DAS*;</li>
<li><i>U. decumbens</i> &#8211; 70 a 120 DAS;</li>
<li><i>U. ruziziensis</i> &#8211; 40 a 50 DAS.</li>
</ul>
<p>*DAS = dias após a semeadura</p>
<h4>Hábito de crescimento</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. brizantha</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; touceiras eretas;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. decumbens</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; touceiras decumbentes;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. ruziziensis</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; touceiras semieretas.</span></li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<p><i>U. brizantha</i>:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Biomassa: 12 a 27 t/ha/ano;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Massa seca: 8 a 20 t/ha/ano.</span></li>
</ul>
<p><i>U. decumbens</i>:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Biomassa: 20 a 30 t/ha/ano;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Massa seca: 12 a 15 t/ha/ano.</span></li>
</ul>
<p><i>U. ruziziensis</i>:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Biomassa: 20 a 40 t/ha/ano;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Massa seca: 12 a 16 t/ha/ano.</span></li>
</ul>
<h3>2. Crotalárias (<i>Crotalaria breviflora; C. juncea; C. ochroleuca; C. spectabilis</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li><i>C. breviflora: </i>Outubro a novembro – Recomendado; Dezembro a janeiro &#8211; Algumas restrições.</li>
<li><i>C. juncea: </i>Antecipado: Setembro; Recomendado: Outubro a Novembro; Segunda safra &#8211; tardio: Dezembro a Março.</li>
<li><i>C. ochroleuca: </i>Outubro a novembro – Recomendado; Dezembro a março &#8211; Tardia.</li>
<li><i>C. spectabilis: </i>Época ideal: Outubro a Novembro; Segunda safra &#8211; tardia: Dezembro a fevereiro.</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<p><i>C. breviflora;</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: Espaçamento de 0,5 m entre linhas, totalizando 12 kg/ha. De 2 a 3 cm de profundidade;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 25 kg/ha de sementes e cobertas com solo após o lanço.</li>
</ul>
<p><i>C. juncea</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: 25 a 40 sementes/m, totalizando, 25 a 40 kg/ha. Com espaçamento de 0,25 a 0,50 cm entre linhas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 20% de sementes a mais e cobertas com solo após o lanço.</li>
</ul>
<p><i>C. ochroleuca</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: Espaçamento de 0,5 m entre linhas, 10 kg/ha, profundidade de 2 a 3 cm;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 12 kg/ha de sementes e cobertas com solo após o lanço.</li>
</ul>
<p><i>C. spectabilis</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: 30 sementes/m, totalizando 12 a 15 kg/ha. Com espaçamento de 0,40 a 0,50 cm entre linhas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 20% de sementes a mais e cobertas com solo após o lanço;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li><i>C. breviflora: </i>Florescimento ocorre de 90 a 100 dias após o plantio.</li>
<li><i>C. juncea: </i>Florescimento ocorre de 70 a 130 dias após o plantio.</li>
<li><i>C. ochroleuca: </i>Florescimento ocorre de 120 a 135 dias após a semeadura.</li>
<li><i>C. spectabilis: </i>Florescimento ocorre de 110 a 140 dias após o plantio;</li>
</ul>
<p><b>Produção de biomassa</b></p>
<ul>
<li><i>C. breviflora: </i>Biomassa: 15-20 t/ha; Massa seca: 3-5 t/ha.</li>
<li><i>C. juncea: </i>Biomassa: 35-60 t/ha; Massa seca: 10 &#8211; 15 t/ha.</li>
<li><i>C. ochroleuca: </i>Biomassa: 20-30 t/ha; Massa seca: 7-10 t/ha.</li>
<li><i>C. spectabilis: </i>Biomassa: 20-30 t/ha; Massa seca: 4 &#8211; 6 t/ha.</li>
</ul>
<h3>3. Girassol (<i>Helianthus annuus</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sul e Centro Sul: Setembro a janeiro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Safrinha – Centro do Brasil: Janeiro a março.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>3-20 kg/ha (época ideal);</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">60 &#8211; 80 dias após a semeadura;</span></li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>40 &#8211; 70 t/ha; Massa seca: 7 &#8211; 15 t/ha.</li>
</ul>
<h3>4. Milheto (<i>Pennisetum glaucum</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Antecipado: Setembro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Época ideal: Outubro à novembro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Segunda safra &#8211; tardio: Dezembro a maio;</span></li>
</ul>
<h4>Produção de forragem</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">15 a 20 kg/ha, 17 a 34 cm de espaçamento entre linhas; Cobertura do solo: 15 &#8211; 40 kg/ha e 15 cm de espaçamento entre linhas; Reforma de pasto á lanço: 20 a 25 kg/ha;</span></li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>45 &#8211; 50 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>50 &#8211; 60 t/ha; Massa seca: 8 &#8211; 15 t/ha.</li>
</ul>
<h3>5. Painço (<i>Panicum miliaceum</i>)</h3>
<h4>Época ideal de semeadura</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Setembro a dezembro; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Safrinha: Janeiro até a primeira quinzena de março.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">12 a 15 kg/ha</span></li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>Ocorre cerca de 40-45 dias após à semeadura.</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>6 a 12 t/ha</li>
</ul>
<h3>6. Trigo mourisco (<i>Fagopyrum esculentum</i>)</h3>
<h4>Época ideal de semeadura</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Outubro a dezembro; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Com restrições: Janeiro a Março.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>60-65 kg/ha;</li>
<li>A lanço: 70-80 kg/ha.</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>35 a 50 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>15 a 28 t/ha; Massa seca: 3 a 6 t/ha.</li>
</ul>
<h3>7. Aveia (<i>Avena sativa; Avena strigosa</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. sativa: </span></i><span style="font-weight: 400;">Março a julho.</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. strigosa: </span></i><span style="font-weight: 400;">Março a julho.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li><i>A. sativa: </i>50 a 60 kg/ha.</li>
<li><i>A. strigosa: </i>60 a 90 kg/ha.</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. sativa: </span></i><span style="font-weight: 400;">80 a 110 dias.</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. strigosa: </span></i><span style="font-weight: 400;">80 a 110 dias.</span></li>
</ul>
<p><b>Produção de biomassa</b></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><i>A. sativa: </i>Biomassa: 30 a 50 t/ha; Massa seca: 7 a 15 t/ha.</li>
<li style="text-align: justify;"><i>A. strigosa: </i>Biomassa: 30 a 60 t/ha; Massa seca: 5 a 10 t/ha.</li>
</ul>
<h3>8. Canola (<i>Brassica napus</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a junho;</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>3 a 4 kg/ha de sementes;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>50 a 70 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>20 a 30 t/ha; Massa seca: 2 a 3 t/ha.</li>
</ul>
<h3>9. Centeio (<i>Secale cereale</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a Julho</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>40 a 60 kg/ha</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>60 a 90 dias</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>20 a 30 t/ha; massa seca: 4 a 10 t/ha</li>
</ul>
<h3>10. Cevada (<i>Hordeum vulgare</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a maio;</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>100 a 150 kg/ha;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>80 a 90 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>3 a 5 t/ha de massa seca.</li>
</ul>
<h3>11. Triticale (<i>X Triticosecale</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a maio;</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>80 a 120 kg de sementes/ha;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>70 a 85 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>9 a 10 t/ha; Massa seca 4 a 7 t/ha.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">Plantas de cobertura do solo: conheça as principais</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento e aplicação de RNAi na agricultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-rnai-na-agricultura/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-rnai-na-agricultura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 19:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aplicação de RNAi na agricultura, tanto para plantas como para insetos, tem sido uma estratégia promissora. Principais pontos do webinar O RNAi pode ser utilizado para silenciar genes em plantas e insetos, conferindo resistência a pragas e doenças. Além das plantas transgênicas, é possível pulverizar moléculas de RNA ou usar microrganismos para aplicar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>aplicação de RNAi na agricultura</strong>, tanto para plantas como para insetos, tem sido uma estratégia promissora.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O RNAi pode ser utilizado para <strong>silenciar genes em plantas e insetos</strong>, conferindo resistência a pragas e doenças.</li>
<li>Além das plantas transgênicas, é possível pulverizar moléculas de RNA ou usar microrganismos para aplicar o RNAi.</li>
<li>O RNAi pode ser usado para <strong>melhorar a qualidade das culturas</strong>, como reduzir a toxicidade ou modificar a composição de proteínas.</li>
<li>Essas tecnologias estão sendo desenvolvidas para várias culturas, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/" target="_blank" rel="noopener">feijão</a></strong>, soja e mamona.</li>
<li>A aplicação de RNAi na agricultura ainda está em desenvolvimento, mas tem <strong>um grande potencial para melhorar a produtividade e a sustentabilidade do setor.</strong></li>
</ul>
<p>Este webinar realizado pelo Rehagro contou com a presença de Francisco Aragão, em uma excelente discussão sobre o tema.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pinta branca e Holcus spot: como identificar essas doenças do milho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 18:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do milho]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A identificação correta de doenças é de suma importância e requer atenção. Nos últimos anos, o custo com inseticida e fungicida no Brasil para o cultivo do milho, chegou à casa dos bilhões de reais! De modo geral, pragas e doenças, se não controladas corretamente, reduzem significativamente o volume de produção, acarretando prejuízos aos produtores. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/">Pinta branca e Holcus spot: como identificar essas doenças do milho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A identificação correta de doenças é de suma importância e requer atenção. Nos últimos anos, <strong>o custo com inseticida e fungicida no Brasil para o cultivo do <a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho</a>, chegou à casa dos bilhões de reais!</strong></p>
<p>De modo geral, pragas e doenças, se não controladas corretamente, reduzem significativamente o volume de produção, acarretando prejuízos aos produtores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Etapas do monitoramento de doenças do milho</h2>
<p>Com a identificação desses patógenos, é necessário a adoção de um manejo adequado, que vai desde a escolha da cultivar, baseando-se na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de sementes</a></strong>, até a pós-colheita, avaliando a armazenagem. Tudo isso, <strong>visando preservar o investimento que o produtor fez em sua lavoura</strong>, bem como toda a safra.</p>
<p>Esse monitoramento vai desde o planejamento, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">análise nematológica do solo</a></strong>, por exemplo, especialmente em sistemas de <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantio direto</strong></a>, até a identificação correta de doenças em lavouras já implantadas.</p>
<p>No entanto, há muitas doenças e indicativos foliares que, muitas vezes, nos confundem devido às semelhanças entre as que são mais comuns e aquelas que não são tão corriqueiras. Em casos como as pintas anormais que aparecem nas folhas de milho, como identificar corretamente?</p>
<p>Algumas doenças em milho, são até fáceis de identificar, já outras acabam confundindo pela similaridade com os sintomas das mais comuns. E é justamente essa facilidade, que gera confusão quando doenças secundárias compartilham alguma similaridade com as características daquelas mais rotuladas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez, sintomas mais avançados, como esses que aparecem nas imagens, não gerem tanta confusão quanto àqueles do início da doença, no aparecimento das primeiras manchas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De toda forma, <strong>você é capaz de diferenciar com segurança sintomas de pinta branca e </strong></span><strong><i>holcus spot</i>?</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11831 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho.jpg" alt="Folhas de milho com as doenças Pinta Branca e Holcus spot" width="467" height="311" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho.jpg 467w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px" /></p>
<h2>Os 3 principais pontos na identificação de doenças no milho</h2>
<p>Se você quiser identificar, de maneira eficiente, os sintomas de alguma doença a nível de lavoura, então deve ficar atento a esses três pontos principais:</p>
<ol>
<li>Conhecer os sintomas e as principais características das doenças, as quais você está em dúvida;</li>
<li>Saber as condições (ambientais) que o patógeno necessita para se desenvolver, afinal, assim é possível fazer um paralelo com a cultura que você está avaliando;</li>
<li>Ter uma perspectiva sobre como os sintomas evoluem a médio prazo (o que é ignorado pela maioria).</li>
</ol>
<p>Em se tratando de <strong>pinta branca e <i>holcus spot</i></strong>, a ideia geral sobre os sintomas é: pequenas manchas circulares de coloração branco-palha. Apenas com essas informações você não conseguirá diferenciá-las.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39622 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho.png" alt="Guia Principais doenças do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as diferenças entre a Pinta Branca e <i>Holcus spot?</i></h2>
<p>A <strong>pinta branca</strong> é provocada por uma associação entre os patógenos <i>Phaeosphaeria</i> sp. e <i>Pantoea</i> sp. (um fungo e uma bactéria) que necessitam de temperatura branda para o estabelecimento da doença.</p>
<p>Isso a torna mais comum em lavouras acima de 700m de altitude. Além disso, o aparecimento da doença é mais frequente próximo ao florescimento, com forte evolução na fase reprodutiva da lavoura.</p>
<p>O aumento da severidade dessa doença é favorecido, justamente, pela incidência de dias nublados e alta umidade relativa do ar, afinal, trata-se de um fungo e uma bactéria.</p>
<p><strong><i>Holcus spot</i></strong> (nome originalmente usado pelos produtores americanos) é uma doença de ocorrência recente no Brasil. Causada pela bactéria <i>Pseudomonas</i> sp., pode aparecer em áreas de maior e menor altitude (já a encontrei em áreas a 500m).</p>
<p>É comum observar o aparecimento dos primeiros sintomas no início da fase vegetativa da cultura do milho, mesmo em condições de tempo ensolarado.</p>
<p>No caso de pragas como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong>, os danos causados na fase inicial da cultura podem comprometer severamente a lavoura. Já o <i>Holcus spot</i>, apesar dos sintomas surgirem nas fases iniciais, não existem referências de perdas expressivas por essa doença (pelo menos por enquanto).</p>
<h3>Como identificar visualmente a médio prazo?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine que você esteja caminhando em uma lavoura de milho cerca de um mês após o plantio e encontre uma mancha circular de coloração clara, qual doença você supõe ser? E se essa for uma lavoura de segunda safra na região do vale do Araguaia no MT?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sintomas iniciais dessas doenças possuem certa similaridade, a coloração típica evolui a partir de uma lesão “encharcada”. No entanto, se você acompanhar em uma perspectiva de médio prazo, é possível notar algumas diferenças na sua evolução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de <strong>pinta branca, a lesão encharcada se torna totalmente preenchida pela coloração branco-palha</strong>, e uma vez que ela se forma, não há crescimento da lesão. Também não há nenhum halo ou borda muito evidente na lesão, conforme imagem a seguir:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11832" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1.jpg" alt="Lesões da pinta branca em folha de milho" width="500" height="449" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-300x269.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-370x332.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-335x300.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-270x242.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-334x300.jpg 334w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Com <strong><i>Holcus spot</i>, é possível perceber no centro da lesão encharcada, um ponto claro, que cresce até formar a lesão circular.</strong> Mesmo nas lesões já formadas, é possível ver um halo de coloração mais clara, que sinaliza seu crescimento.</p>
<p>Com o tempo, a lesão cresce em todo o limite dessa área mais clara. Nas lesões mais velhas é possível notar um bordo amarelo-castanho, como mostra a imagem a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11833" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3.jpg" alt="Lesões por Holcus spot em folha de milho" width="500" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3.jpg 539w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-370x213.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-270x156.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Os sintomas dessas doenças podem ser confundidos com algo mais?</h2>
<p>Pode-se confundir o sintoma típico (lesão circular branco-palha) com a deriva do herbicida dessecante <i>Paraquat</i>. Nesse caso você não observará nenhum tipo de bordo ou halo na lesão, e tomando uma perspectiva sobre a evolução do sintoma não irá observar aumento no número de lesões (elas se formam apenas por ocasião da deriva).</p>
<p>Falando sobre evolução dos sintomas, <strong>no caso da pinta branca, a severidade da doença aumenta de maneira bem expressiva</strong>, chegando a “tomar conta” da maior parte das folhas do terço médio e superior. Uma severidade dessa dificilmente irá acontecer no caso de <i>Holcus spot</i>.</p>
<p>A identificação de doenças pode ser simples em muitos casos, em outros exigirá uma leitura mais complexa. Um olhar sobre o todo (atento aos três pontos já citados) sempre garantirá um maior nível de assertividade.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E agora que você já sabe identificar corretamente e diferenciar se as manchas nas folhas de milho são de Pinta Branca ou </span><i><span style="font-weight: 400;">Holcus spot</span></i><span style="font-weight: 400;">, quantas outras doenças semelhantes você sabe identificar nos demais grãos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas doenças que podem comprometer toda a safra e algumas delas, como a </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela em trigo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, podem causar uma verdadeira epidemia. Em levantamentos a campo, ela foi encontrada em 60% deles. Então, fique por dentro!</span></p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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		<title>Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com doenças fúngicas e pragas. O controle, de modo geral, é feito por meio de fungicidas e inseticidas. No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura? Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com <strong>doenças fúngicas e pragas</strong>. O controle, de modo geral, é feito por meio de <strong>fungicidas e inseticidas.</strong> No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura?</p>
<p>Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas classes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fungicida ou inseticida: veja as diferenças</h2>
<ul>
<li><strong>Fungicida</strong>: é um defensivo agrícola usado para controlar ou acabar com fungos que atacam e reduzem produtividades em plantas.</li>
<li><strong>Inseticida</strong>: de modo geral, são substâncias químicas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">biológicas</a></strong> usadas para controle e combate de<strong> <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">insetos-pragas</a></strong> que causam prejuízos às lavouras. Agem em todas as fases do inseto.</li>
</ul>
<p>Só para a soja, são registrados mais de 350 tipos de fungicidas e mais de 340 em inseticidas.</p>
<p>Há aqueles indicados para tratamento de sementes, os preventivos, os que agem diretamente na planta, e muitos outros. Por isso, é importante entender como é a ação desse tipo de defensivo em sua lavoura.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fungicidas protetores x sistêmicos</h2>
<p>De modo geral e informal, as pessoas costumam dividir os <strong>fungicidas</strong> entre aqueles que são <strong>protetores</strong> e aqueles que são <strong>sistêmicos</strong>.</p>
<p>Nosso antigo coordenador, facilitador e consultor Geraldo Gontijo, que também é mestre em Fitotecnia, com ênfase em vários cereais, como a soja e o milho, explica sobre os tipos de fungicidas no vídeo abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE FUNGICIDAS UTILIZADOS NAS LAVOURAS DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/gksgwgW2Vus?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se analisarmos de forma mais simplificada, os fungicidas do tipo protetor são aqueles com ações mais superficiais, enquanto os sistêmicos, são aqueles que agem mais profundamente na planta. No entanto, é muito comum ter confusão quanto aos sistêmicos, é o que explica Geraldo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“É comum muitos pensarem que quando um determinado produto possui ação sistêmica, consegue se translocar de uma folha para a outra. Na verdade, todas as vezes em que falamos de sistematicidade, tanto de fungicida quanto de inseticida, é uma sistematicidade baixa!”</em></p>
<p>E isso está atrelado ao vaso condutor o qual o fungicida irá agir.</p>
<h2>Prevenção como método de combate</h2>
<p>Soja e milho são culturas de alta intensidades produtivas, possuindo mais de uma safra ao ano. Isso significa que qualquer cuidado é pouco.</p>
<p>Aliás, dependendo da doença, pragas ou até mesmo a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">planta daninha</a></strong> que surgir na lavoura, pode ocasionar mais de 80% de perdas. Dependendo da severidade, pode dar perda total e o produtor ter prejuízos grandiosos.</p>
<p>O melhor é sempre a prevenção do que o combate. Claro que quando o agente causal de dano surgir, é preciso agir, mas antecipar isso, deixando suas lavouras protegidas, pode ser a chave para a lucratividade garantida.</p>
<p>Por conta disso, é preciso saber exatamente o que sua lavoura precisa, pelo que ela está propensa a passar ou mesmo tomar a decisão segura de qual o melhor insumo para sua região, fase da cultura ou simplesmente a realidade da sua fazenda.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Produção de milho no Brasil e no mundo: principais dados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 16:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais estratégicas da agricultura global. Além de sua importância como alimento humano e animal, tornou-se essencial para a produção de biocombustíveis e diversos produtos industriais. Nas últimas décadas, a cultura se expandiu rapidamente em produtividade e área, impulsionada pela adoção tecnológica e pela crescente demanda internacional. Este artigo traz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho é uma das <strong>culturas mais estratégicas da agricultura global</strong>. Além de sua importância como alimento humano e animal, tornou-se essencial para a produção de biocombustíveis e diversos produtos industriais.</p>
<p>Nas últimas décadas, a cultura se expandiu rapidamente em produtividade e área, impulsionada pela adoção tecnológica e pela crescente demanda internacional. Este artigo traz um panorama atualizado sobre a produção mundial e brasileira de milho, abordando os principais países produtores, tendências de mercado e perspectivas para os próximos anos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Produção mundial de milho: panorama atual</h2>
<p>De acordo com o <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)</strong>, a produção global de milho deve atingir <strong>1,26 bilhão de toneladas</strong> na safra 2025/26, mantendo o crescimento estável das últimas décadas.</p>
<p>Os <strong>Estados Unidos</strong> seguem como o maior produtor, com cerca de <strong>370 milhões de toneladas</strong>, seguidos por <strong>China (285 Mt)</strong>, <strong>Brasil (120 Mt)</strong>, <strong>Argentina (55 Mt)</strong> e <strong>Ucrânia (30 Mt)</strong>.</p>
<p>A <strong>Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)</strong> destaca que o milho responde por quase <strong>40% da produção global de grãos</strong> e continuará sendo a cultura mais cultivada do planeta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39926" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial.png" alt="Gráfico principais produtores de milho" width="1600" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial.png 1600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-300x188.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-1024x640.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-768x480.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-1536x960.png 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-370x231.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-270x169.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-740x463.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-150x94.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<h2>Comércio internacional: exportadores e importadores</h2>
<p>O milho é um dos produtos agrícolas mais comercializados do mundo, embora apenas cerca de <strong>15% da produção global</strong> seja exportada. A maior parte é consumida internamente pelos próprios produtores.</p>
<p>Os <strong>principais exportadores em 2025</strong> são:</p>
<ul>
<li><strong>Estados Unidos:</strong> aproximadamente 32% das exportações mundiais;</li>
<li><strong>Brasil:</strong> 28%;</li>
<li><strong>Argentina:</strong> 18%;</li>
<li><strong>Ucrânia:</strong> 9%.</li>
</ul>
<p>Do lado da demanda, os <strong>principais importadores</strong> incluem <strong>México</strong>, <strong>Japão</strong>, <strong>Vietnã</strong>, <strong>Egito</strong> e <strong>União Europeia</strong>. A <strong>China</strong>, que vinha reduzindo suas importações nos últimos anos, voltou a comprar volumes expressivos devido à recomposição de estoques e à demanda para rações.</p>
<h2>Fatores que impulsionam o crescimento global</h2>
<ol>
<li><strong>Avanço genético e biotecnologia: </strong>Novos híbridos mais produtivos e tolerantes ao estresse hídrico vêm ampliando a produtividade em países tropicais.</li>
<li><strong>Expansão da área cultivada no Hemisfério Sul: </strong>O Brasil e a Argentina ampliaram significativamente a segunda safra (safrinha), aproveitando a janela após a soja.</li>
<li><strong>Demanda crescente por ração animal: </strong>O aumento da produção de aves e suínos, especialmente na Ásia, impulsiona o consumo global de milho.</li>
<li><strong>Uso industrial e energético: </strong>Países como <strong>Estados Unidos</strong> e <strong>Brasil</strong> expandem o uso do milho para <strong>etanol de segunda geração</strong>, diversificando o destino do grão.</li>
<li><strong>Agricultura digital e manejo de precisão: <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/">Sensores</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong>, imagens de satélite e softwares de previsão de colheita têm contribuído para decisões mais assertivas e redução de perdas.</li>
</ol>
<h2>O Brasil no cenário mundial do milho</h2>
<p>O Brasil consolidou-se como <strong>terceiro maior produtor e segundo maior exportador de milho</strong> do mundo. Segundo a <strong>CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento)</strong>, a produção da safra 2024/25 deve alcançar <strong>119,7 milhões de toneladas</strong>, podendo ultrapassar <strong>122 milhões</strong> com o bom desempenho da segunda safra.</p>
<p>Os principais estados produtores são:</p>
<ul>
<li><strong>Mato Grosso:</strong> responsável por cerca de 35% da produção nacional;</li>
<li><strong>Paraná</strong>, <strong>Goiás</strong> e <strong>Mato Grosso do Sul</strong> vêm em seguida;</li>
<li><strong>Minas Gerais</strong> e <strong>Bahia</strong> também ampliam participação com sistemas integrados.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Desafios internos</h3>
<p>Apesar do crescimento, o Brasil ainda enfrenta gargalos importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Infraestrutura e logística:</strong> o transporte do milho das regiões produtoras até os portos do Arco Norte e Sul ainda é um dos principais custos da cadeia;</li>
<li><strong>Custo de fertilizantes:</strong> a dependência de importações torna o setor vulnerável às oscilações internacionais;</li>
<li><strong>Variabilidade climática:</strong> eventos extremos, como secas e excesso de chuvas, têm exigido estratégias de mitigação e adoção de híbridos mais tolerantes;</li>
<li><strong>Competição por área com a soja:</strong> a integração das duas culturas exige planejamento técnico para manter rentabilidade.</li>
</ul>
<p>Mesmo com esses desafios, o país deve manter forte presença nas exportações, impulsionado pela demanda global e pela competitividade logística crescente (especialmente com novos terminais portuários no Norte e Nordeste).</p>
<h2>Perspectivas para os próximos anos</h2>
<h3>Crescimento sustentado da demanda global</h3>
<p>A tendência é de aumento contínuo no consumo de milho, especialmente em países emergentes. O setor de rações e biocombustíveis seguirá como principal motor dessa expansão.</p>
<h3>Adoção crescente de tecnologias digitais</h3>
<p>A agricultura 5.0, com monitoramento remoto, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong> e análise preditiva, será determinante para elevar produtividade e eficiência.</p>
<h3>Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF)</h3>
<p>Sistemas integrados devem ganhar força, permitindo maior aproveitamento de áreas e sustentabilidade produtiva.</p>
<h3>Clima e sustentabilidade</h3>
<p>A pressão por cadeias produtivas sustentáveis será crescente. O uso racional de água, fertilizantes e energia será diferencial competitivo para produtores e exportadores.</p>
<h3>Expansão do etanol de milho no Brasil</h3>
<p>O segmento cresce em ritmo acelerado. Em 2024, mais de 20% do etanol produzido no país já veio do milho, e a expectativa é de expansão contínua nos próximos cinco anos.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O milho segue como <strong>pilar estratégico do agronegócio mundial</strong> e, especialmente, do brasileiro. A consolidação do país como grande exportador, aliada ao avanço tecnológico e à expansão da segunda safra, reforça o papel do Brasil como protagonista no abastecimento global de grãos.</p>
<p>No entanto, para sustentar o crescimento e a competitividade, será fundamental <strong>investir em tecnologia, infraestrutura e gestão técnica, </strong>áreas em que profissionais capacitados e consultores especializados desempenham papel essencial.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Germinação de sementes: como esse processo ocorre?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 20:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A germinação é o ponto central de qualquer agricultura e a semente é o insumo primordial, principalmente em casos de cereais. Muitos produtores seguem o ciclo comum de: plantar a semente em solo fértil; irrigar; manejar pragas, doenças e plantas daninhas e, por fim, colhem. No entanto, se a semente não germinar, não adiantará de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A germinação é o ponto central de qualquer agricultura e a semente é o insumo primordial, principalmente em casos de cereais.</p>
<p>Muitos produtores seguem o ciclo comum de: plantar a semente em solo fértil; irrigar; manejar pragas, doenças e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e, por fim, colhem. No entanto, se a semente não germinar, não adiantará de nada os demais processos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Como ocorre a germinação de sementes?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conseguir visualizar o “nascimento” de uma plântula, quando a semente se rompe e inicia seu desenvolvimento, emitindo a primeira estrutura, que é a radícula, é realmente incrível.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10786 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/fenologia-do-milho.jpg" alt="Estrutura da fenologia do milho" width="266" height="300" /><span style="font-size: 10pt;">Fenologia do milho. Fonte: Pioneer Sementes</span></p>
<p>Essa, porém, é apenas a parte visual externa, pois <strong>o mais importante ocorre internamente com substâncias, hormônios e transformações.</strong></p>
<p>Todo o processo inicia com a entrada da água no embrião de uma semente. É o que explica Evandro Fagan, que é professor e pesquisador de fisiologia da produção do Rehagro.</p>
<p><em>“Quando a água entra, ela ativa a giberelina, que está na estrutura do embrião.”</em> — pontua Evandro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="FISIOLOGIA DA GERMINAÇÃO DA SEMENTE: COMO OCORRE O PROCESSO? | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/TOYU8SQOEnA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A giberelina é um tipo de hormônio vegetal que ajuda a regular diversos processos de desenvolvimento, então ela tem forte papel na germinação. Esse hormônio ainda ativa enzimas igualmente importantes para o processo.</p>
<p>A emissão da radícula só ocorre quando outro processo, dependente da giberelina e da ativação de enzimas, ocorre.</p>
<p>Evandro exemplifica com uma monocotiledônea, como o milho, e também mostra com uma dicotiledônea, como a soja. Os processos são parecidos, mas possuem suas diferenças.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">produção de grãos</a></strong> depende de muitos fatores, inclusive que vão além da lavoura. No entanto, entender detalhadamente o processo inicial do desenvolvimento de qualquer cultura agrícola, pode fazer toda a diferença.</p>
<p>Nesse caso da germinação, por exemplo, deixa claro a importância da disponibilidade de água nesse início. Mostra também que o processo diverge de acordo com o tipo de semente.</p>
<p>Entender cada fase de cada processo com propriedade de conhecimento, pode ser o que resultará em colheitas fartas depois, ou no manejo mais adequado em cada etapa do processo. E, claro, isso pode te destacar no mercado, seja como produtor ou especialista do setor.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Enxofre para plantas: qual a importância na agricultura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[enxofre]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um solo fertilizado e bem nutrido, por meio de suprimento de enxofre(S), garante uma maior qualidade das plantas, principalmente em relação aos teores de matéria orgânica. A essencialidade do S para as plantas é devido à presença dos aminoácidos sulfurados cistina e metionina nas proteínas vegetais. No solo, encontra-se armazenado na forma orgânica. O manejo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um solo fertilizado e bem nutrido, por meio de suprimento de enxofre(S), garante uma maior qualidade das plantas, principalmente em relação aos teores de matéria orgânica.</p>
<p>A essencialidade do S para as plantas é devido à <strong>presença dos aminoácidos sulfurados cistina e metionina nas proteínas vegetais</strong>. No solo, encontra-se armazenado na forma orgânica.</p>
<p>O manejo do solo realizado de forma inadequada, resulta em redução no teor de matéria orgânica, associado ao uso de corretivos em superfície e fertilizantes concentrados com ausência de S, possibilita uma maior probabilidade de resposta das culturas à adubação sulfatada.</p>
<p>Assim, você vai entender o que torna o S um importante nutriente para o solo e planta, uma vez que ele interfere diretamente na qualidade dos grãos e até na defesa da planta.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O enxofre nas plantas como mecanismo de defesa</h2>
<p>O S é importante não somente como nutriente, mas também por seu papel no mecanismo de defesa da planta contra pragas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a>. As plantas sadias contêm grande variedade de metabólitos secundários, muitos dos quais contendo <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nitrogênio</strong></a>(N) e S em sua estrutura.</p>
<p>Esses compostos estão presentes seja em sua forma ativa biologicamente ou armazenados como precursores inativos, que são convertidos na forma ativa pela ação de enzimas em resposta ao ataque do patógeno ou da praga.</p>
<p>Embora o uso do enxofre elementar (S0) como fungicida seja muito antigo, pouco se sabe a respeito do modo como ele funciona.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Formas do enxofre</h2>
<p>Nos solos tropicais, o S está nas formas orgânicas e inorgânicas, sendo a primeira forma predominante (90%). Isso é comprovado pelas altas correlações verificadas entre os teores de carbono orgânico ou N total e os teores de S total ou orgânico.</p>
<p>O S orgânico pode ser dividido em duas frações distintas: <strong>ésteres e ligados diretamente ao carbono</strong>.</p>
<p>O S orgânico é gradualmente mineralizado à SO4-2. Pelo fato de a fração orgânica deste nutriente ser a predominante, a mineralização e imobilização regulam o ciclo no solo e controlam a disponibilidade de enxofre às plantas.</p>
<p>O armazenamento de S orgânico significa suprimento constante deste elemento às plantas e, para isso, a manutenção de teores adequados de matéria orgânica no solo é fundamental!</p>
<p>As transformações de S no solo são controladas por processos bióticos e abióticos. A importância relativa de cada processo depende de fatores como:</p>
<ul>
<li>Temperatura do solo;</li>
<li>pH;</li>
<li>Umidade;</li>
<li>Quantidade de argilominerais;</li>
<li>Óxidos de ferro e alumínio;</li>
<li>Conteúdos de carbono e N.</li>
</ul>
<p>Há ainda os processos de transformações bióticas que estão relacionadas aos processos de:</p>
<ul>
<li>Mineralização;</li>
<li>Imobilização;</li>
<li>Oxi-redução;</li>
<li>Assimilação de S pela planta.</li>
</ul>
<p>Já os processos abióticos ocorrem em função de:</p>
<ul>
<li>Adsorção;</li>
<li>Dessorção;</li>
<li>Precipitação;</li>
<li>Dissolução do S inorgânico.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Recomendações de sulfatados</h2>
<p>Para determinar corretamente a necessidade de S, deve-se realizar análise de solo em duas profundidades, <strong>0 a 20 cm e 20 a 40 cm</strong>, devido à mobilidade do nutriente no solo e o seu acúmulo em subsuperfície.</p>
<p>As fontes mais comuns de fertilizantes sulfatados simples têm o elemento na forma de sulfato:</p>
<ol>
<li>Sulfato de amônio;</li>
<li>Superfosfato simples;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gesso</strong></a> (natural ou agrícola);</li>
<li>Sulfato de potássio;</li>
<li>Diversas combinações, especialmente de fertilizante nitrogenados com fertilizantes contendo sulfato.</li>
</ol>
<p>A recomendação de fertilizantes sulfatados apresenta grande complexidade em função dos inúmeros fatores que controlam a dinâmica de S no solo. Alguns fatores que influenciam na resposta, são:</p>
<ul>
<li>Contribuição das chuvas e das irrigações como veículo de deposição do S atmosférico;</li>
<li>Ciclagem do S através de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas de cobertura</strong></a> com sistema radicular bem desenvolvido e fluxo ascendente de sulfato em períodos de balanço hídrico negativo.</li>
</ul>
<h2>Qual a quantidade ideal de enxofre nas plantas?</h2>
<p>Nas recomendações típicas de S, as doses variam de 20 a 50 kg ha-1, dependendo do manejo, da cultura e do teor do elemento no solo.</p>
<p>Além disso, para o uso eficiente do gesso agrícola em regiões de subsolo ácidos, requere-se uma correta diagnose baseada em critérios químicos que levem às recomendações seguras das doses a serem aplicadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21402 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola.jpg" alt="Gesso agrícola" width="224" height="224" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola.jpg 224w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 224px) 100vw, 224px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Gesso agrícola. Fonte: Calcário Fosfarine</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os critérios para aplicação são avaliação da camada de 20 a 40 cm onde: <em>teores de Ca &lt; 0,4 cmol</em></span><em><span style="font-weight: 400;">c </span><span style="font-weight: 400;">dm</span><span style="font-weight: 400;">-3</span><span style="font-weight: 400;"> e/ou Al &gt; 0,5 cmol</span><span style="font-weight: 400;">c </span><span style="font-weight: 400;">dm</span><span style="font-weight: 400;">-3</span><span style="font-weight: 400;"> e ou saturação por alumínio (m%) &gt; 30%.</span></em></p>
<p>Para cálculo da dosagem sugere-se a seguinte fórmula:</p>
<p><em>NG (kg ha-1) = 50 * % argila</em></p>
<p><em>onde: NG &#8211; Necessidade de gessagem</em></p>
<p>Método que baseia em elevar a saturação de Ca na CTC efetiva na camada de 20 a 40 cm a 60%, sendo aplicado a seguinte fórmula:</p>
<p><em>NG (t ha-1) = (0,6 * (CTC efetiva &#8211; Ca (20 a 40 cm)) * 6,4</em></p>
<p><em>onde: NG &#8211; Necessidade de gessagem</em></p>
<p>Para avaliação da dose a ser aplicada, o monitoramento da <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análise de solo</strong></a> em profundidade deve ser considerada, para que se possa <strong>avaliar a redistribuição de cálcio no perfil do solo</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21403 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular.jpg" alt="Sistema radicular de plantas com e sem aplicação de gesso" width="309" height="174" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular.jpg 309w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Distribuição relativa das raízes, no perfil de um solo do tipo latossolo argiloso. Na 1ª, sem a aplicação de gesso e na 2ª, com a aplicação de gesso. Fonte: Boletim técnico 32 &#8211; Embrapa</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21404 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1.jpg" alt="Ilustração da cultura do milho em um perfil de lâmina d’água no latossolo argiloso sem e com tratamento de gesso" width="309" height="228" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1.jpg 309w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Cultura do milho em um perfil de lâmina d’água no latossolo argiloso, após um veranico de 25 dias. À esquerda, sem tratamento com gesso e à direita com tratamento de gesso. Fonte: Boletim técnico 32 &#8211; Embrapa</span></p>
<h2>Cuidados na hora da adubação</h2>
<p>Programas de adubação, que visam altas produtividades, devem considerar, além das necessidades de S da cultura, a reciclagem dos resíduos orgânicos.</p>
<p>Deve-se observar que a disponibilidade de S, a curto prazo, está ligada principalmente à quantidade e ao tipo de resíduos culturais, os quais dependem do sistema de rotação de culturas empregado, enquanto, a longo prazo, a disponibilidade de S está mais relacionada ao sistema de preparo do solo.</p>
<p>E fique atento! Cada um desses pontos, quando não analisados e respeitados, <strong>podem ocasionar perda de produção.</strong></p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Principais doenças do milho e como realizar o controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-das-doencas-do-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/controle-das-doencas-do-milho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 17:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar com o tema controle das doenças encontradas no milho.  Durante a palestra, apresentada pelo especialista Lucas Navarini, foi abordado sobre qual melhor manejo para que o produtor tenha mais facilidade na hora de tomar decisões e, consequentemente, consiga garantir o sucesso da lavoura. Principais pontos do webinar Doenças comuns no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar com o tema <strong>controle das doenças encontradas no milho. </strong></p>
<p>Durante a palestra, apresentada pelo especialista Lucas Navarini, foi abordado sobre qual melhor manejo para que o produtor tenha mais facilidade na hora de tomar decisões e, consequentemente, consiga garantir o sucesso da lavoura.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Doenças comuns no milho incluem tombamento inicial, manchas foliares, podridões de colmo e grãos ardidos.</li>
<li><em>Fusarium verticillioides</em> e Diplodia são algumas das principais doenças transmitidas pela semente.</li>
<li>O manejo genético e a aplicação de <strong>fungicidas</strong> são essenciais para o controle das doenças no milho.</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">Chuvas frequentes e temperaturas mais altas</a></strong> favorecem o desenvolvimento da ferrugem no milho.</li>
<li>É importante realizar aplicações preventivas de fungicidas para combater as doenças foliares no milho.</li>
</ul>
<p>Se você gostaria de aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto, não pode perder a oportunidade de assistir a este vídeo!</p>
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		<title>E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 16:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso das tecnologias corretas permite o aumento da lucratividade da sua lavoura, pela redução do custo com defensivos agrícolas. Há vários métodos para alcançar a proteção da sua produção de grãos, mas muitas delas são onerosas e não conseguem a eficiência esperada. Conhecendo as ferramentas tecnológicas atuais, é possível fazer a aplicação correta, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="span7 widget-span widget-type-cell " data-widget-type="cell" data-x="0" data-w="7">
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<p>O uso das tecnologias corretas permite o aumento da lucratividade da sua lavoura, pela redução do custo com defensivos agrícolas.</p>
<p>Há vários métodos para alcançar a proteção da sua <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">produção de grãos</a></strong>, mas muitas delas são onerosas e não conseguem a eficiência esperada. Conhecendo as ferramentas tecnológicas atuais, é possível fazer a aplicação correta, no tempo que requer essa intervenção e na quantia necessária.</p>
<p>Veja alguns dos conteúdos que aprenderá no e-book:</p>
<ul>
<li>Inspeção de pulverizadores;</li>
<li>Qualidade da água para pulverização;</li>
<li>Adjuvantes;</li>
<li>Mistura de defensivos agrícolas;</li>
<li>Pontas de pulverização e muito mais.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="row-fluid "><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></div>
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		<title>Principais ferramentas de agricultura de precisão</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ferramentas-de-agricultura-de-precisao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 18:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro juntamente com o 3RLab realizou um webinar especial e de forma totalmente gratuita! O tema foi extremamente relevante para os agricultores: “Ferramentas de Agricultura de Precisão no auxílio para tomada de decisão”. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: o Engenheiro Agrônomo, Alessandro Alvarenga, que também atua como Consultor Técnico no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro juntamente com o 3RLab realizou um webinar especial e de forma totalmente gratuita! O tema foi extremamente relevante para os agricultores: “Ferramentas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">Agricultura de Precisão</a></strong> no auxílio para tomada de decisão”.</p>
<p>Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: o Engenheiro Agrônomo, Alessandro Alvarenga, que também atua como Consultor Técnico no Rehagro<span class="text_exposed_show">.</span></p>
<p>No webinar foram abordados a adoção dessas tecnologias pelos produtores e a importância de uma correta caracterização do solo. Além disso, são apresentadas ferramentas de orientação, amostragem de solo e análise de produtividade para auxiliar no manejo e na otimização dos recursos no campo.</p>
<p>Veja alguns dos tópicos tratados no webinar:</p>
<ul>
<li>As ferramentas de agricultura de precisão na tomada de decisão dos produtores;</li>
<li>Importância da análise da variabilidade espacial e temporal do solo;</li>
<li>A orientação e o tráfego controlado das máquinas e redução da compactação do solo;</li>
<li>O impacto da escolha correta do tamanho do grid amostral de solo na representatividade das análises;</li>
<li>Análise de produtividade e balanço de exportação na gestão dos recursos e dos insumos.</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá responder em breve.</p>
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		<title>Fixação biológica de nitrogênio na cultura da soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/inoculacao-da-soja-aumente-a-produtividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 13:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[inoculação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou mais uma edição de Webinar Grãos de forma gratuita! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio”. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Geraldo Gontijo, Coordenador, Consultor e Facilitador [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/inoculacao-da-soja-aumente-a-produtividade/">Fixação biológica de nitrogênio na cultura da soja</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou mais uma edição de Webinar Grãos de forma gratuita!</p>
<p>O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “<strong>Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio</strong>”.</p>
<p>Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Geraldo Gontijo, Coordenador, Consultor e Facilitador do Rehagro<span class="text_exposed_show">. Ele também é um dos nossos mestres renomados dos cursos de capacitação e pós-graduação.</span></p>
<p>Veja alguns dos tópicos tratados no webinar:</p>
<ul>
<li>Importância da fixação biológica de nitrogênio para a produtividade da soja;</li>
<li>A quantidade de nitrogênio fixado e sua relação com a produtividade esperada da lavoura;</li>
<li>A quantidade de nódulos nas raízes da soja e o impacto na meta de fixação de nitrogênio;</li>
<li>Nutrição adequada da planta e o impacto na intensidade da fixação biológica de nitrogênio;</li>
<li>Duração da fixação biológica de nitrogênio no ciclo da cultura da soja;</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/inoculacao-da-soja-aumente-a-produtividade/">Fixação biológica de nitrogênio na cultura da soja</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Principais posicionamentos para a safra</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/posicionamentos-para-a-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 18:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro em parceria com o 3RLab realizou mais uma edição do Webinar Grãos de forma totalmente gratuita! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: &#8220;Principais posicionamentos para a safra&#8221;. Principais pontos do webinar Importância do manejo adequado para aumentar a produtividade da soja. Etapas essenciais para obter bons resultados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro em parceria com o 3RLab realizou mais uma edição do Webinar Grãos de forma totalmente gratuita!</p>
<p>O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: <strong>&#8220;Principais posicionamentos para a safra&#8221;.</strong></p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Importância do manejo adequado para aumentar a produtividade da soja.</li>
<li>Etapas essenciais para obter bons resultados na safra.</li>
<li>Cuidados necessários na fase de emergência e construção das plantas.</li>
<li>Considerações sobre o clima ao decidir iniciar o plantio.</li>
<li>Manejo das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">ervas daninhas</a></strong> em ambientes secos e estressados.</li>
</ul>
<p>Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Breno Araújo, Membro Efetivo do CESB. Araújo é Engenheiro Agrônomo formado pela FEAD/MG e especialista em pastagens e plantas forrageira pela ESALQ/USP<span class="text_exposed_show">.</span></p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!</p>
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		<item>
		<title>Cooperativas agrícolas: o que são, como funcionam e sua importância no agronegócio</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cooperativas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 17:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cooperativas agrícolas, com atuações em toda a cadeia produtiva do milho, conseguem levantar a demanda por recursos dos cooperados que cultivam o cereal, o suporte através da assistência técnica que conta com mais de 2.200 profissionais – 1.500 engenheiros agrônomos – fazem a transferência de tecnologia, via extensão rural e assessoramento técnico de planejamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cooperativas agrícolas, com atuações em toda a cadeia produtiva do milho, conseguem levantar a demanda por recursos dos cooperados que cultivam o cereal, o suporte através da assistência técnica que conta com mais de 2.200 profissionais – 1.500 engenheiros agrônomos – fazem a transferência de tecnologia, via extensão rural e assessoramento técnico de planejamento da produção.</p>
<p>Com base em levantamento feito por esses profissionais, a cooperativa se articula junto aos agentes financeiros para <strong>levantar o montante de recursos de crédito rural</strong> para aquisição de insumos em larga escala e repasse posterior aos cooperados.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O sistema de cooperativas agrícolas no Brasil</h2>
<p>Os <strong>agentes mais atuantes no agronegócio</strong> são o <strong>Banco do Brasil</strong>, a <strong>Sicredi</strong> (cooperativa de crédito) e a <strong>Caixa Econômica Federal (CEF)</strong>, sendo este último mais recente na oferta de recursos para crédito rural.</p>
<p>Via de regra, os recursos de crédito rural de “pré-custeio”, levantados nos bancos, propiciam uma negociação favorável junto às indústrias de agroquímicos, fertilizantes e sementes, pois o pagamento é realizado à vista, com recursos do crédito rural.</p>
<p>As compras são antecipadas e as campanhas de venda para a safra de verão (semeada a partir de setembro) são realizadas nos meses de maio e junho e, a partir de 1º de julho, já podem se transformar em financiamentos, dentro do plano agrícola e pecuário do governo federal.</p>
<p>Nas regiões do estado com forte participação de cooperativas agrícolas, os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizantes</a></strong>, sementes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong>, inseticidas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">fungicidas</a></strong> necessários à produção do milho chegam aos produtores em condições mais vantajosas quando comparadas a regiões em que as cooperativas têm menor presença.</p>
<p>Desse modo, ressalta-se que operações de troca, ou <i>barter</i>, em inglês, são menos difundidas no Sul do Brasil, especialmente no Paraná, onde o Sistema Cooperativista responde por 56% da produção agrícola do estado.</p>
<p>Também, 92% dos produtores rurais da região são considerados pequenos e médios, cultivando até 100 hectares, sendo plenamente atendidos pelo Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR/BCB) – custeios da safra.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual o papel das revendas agrícolas?</h2>
<p>Para o agronegócio brasileiro <strong><i>&#8220;barter&#8221;</i></strong>, representa um mecanismo de financiamento de safras consistente na aquisição de insumos agrícolas pelo produtor rural, junto às agroindústrias, indústrias de insumos, tradings, exportadoras ou distribuidoras de insumo, para pagamento, no período pós safra, com o próprio produto de sua safra.</p>
<p>Logo, o <i>barter</i> é a troca de insumos para produção agrícola normalmente adquiridos antes do plantio, para utilização, na própria produção agrícola, com pagamento a ser realizado posteriormente à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">colheita</a></strong>, utilizando-se como moeda, parte dos mesmos produtos colhidos.</p>
<p>Entretanto, não se trata de uma simples negociação de troca ou escambo. Ao contrário, caracteriza-se pela formatação de operações complexas e bem aparelhadas, que são normalmente liquidadas financeiramente pela parte interessada nos produtos agropecuários.</p>
<p>O chamado <i>&#8220;offtaker&#8221;</i> que para a segurança da operação, trava o preço das <i>commodities </i>via <i>&#8220;hedge&#8221;</i> em bolsas de mercadorias nacionais e internacionais, contando por vezes, com a presença de uma instituição financeira apta a antecipar o pagamento de toda a operação aos compradores.</p>
<h3>O <em>barter</em> no mercado brasileiro</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">barter</span></i><span style="font-weight: 400;"> surgiu no Brasil no início da década de 90, com o interesse das </span><i><span style="font-weight: 400;">tradings</span></i><span style="font-weight: 400;"> (empresas comercializadoras de grãos) em negócios de compra e venda de soja no Centro-Oeste. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, é um mecanismo muito reivindicado por produtores agrícolas em função da segurança negocial e da <strong>proteção contra oscilações cambiais ou de preço das commodities agrícolas</strong> produzidas e previamente negociadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente, a liquidação financeira do </span><i><span style="font-weight: 400;">barter</span></i><span style="font-weight: 400;"> é feita diretamente pela parte interessada nos produtos agropecuários, e como o pagamento ocorre somente a longo prazo, após a colheita e entrega dos produtos, normalmente a operação é estruturada por um banco que antecipa os recursos ao fornecedor de insumos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o recebimento dos grãos, as empresas que forneceram os insumos os direcionam à exportação ou à indústria, que, por sua vez, quitam a operação financeira junto aos bancos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos grandes diferenciais das operações envolvendo </span><i><span style="font-weight: 400;">barter</span></i><span style="font-weight: 400;"> é o travamento de preços (</span><i><span style="font-weight: 400;">hedge</span></i><span style="font-weight: 400;">), estratégia de negociação que significa a <strong>garantia de margem de lucro</strong> para todos os envolvidos.</span></p>
<h3>Benefícios e vantagens do <em>barter</em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os diversos benefícios e vantagens apresentados por este tipo de operação a todo o sistema de financiamento do agronegócio, destacam-se: </span></p>
<ul>
<li><strong>Segurança</strong>: proteção contra as oscilações de preço dos produtos agrícolas a ser produzidos e entregues;</li>
<li><strong>Liquidez</strong>: como o financiamento ocorre desde a compra dos insumos até a entrega dos grãos, o agricultor não se preocupa com o refinanciamento de capital de giro;</li>
<li><strong>Câmbio</strong>: o financiamento é feito na mesma moeda do recebimento da produção agrícola. Portanto, independentemente da oscilação do câmbio ou do preço da <i>commodity</i> negociada durante todo o prazo entre o plantio e a safra, o agricultor receberá o seu lucro pré-determinado;</li>
<li><strong>Taxa de juros</strong>: a operação é travada desde o início. Assim, mesmo que haja aumento nos juros, o agricultor não terá que pagar pela ascensão de eventual nova taxa.</li>
</ul>
<p>O <i>barter</i> vem ganhando tanta força no mercado brasileiro e as modalidades de operações já são tantas, que os &#8220;<i>offtakers</i>&#8221; vêm oferecendo ao mercado os chamados &#8220;pacotes tecnológicos&#8221; como forma de facilitar a venda de insumos aos fornecedores e a compra da produção pelos compradores de grãos em uma mesma operação.</p>
<p>Esses &#8220;pacotes tecnológicos&#8221; são formados por um determinado grupo de insumos necessários ao cultivo da lavoura, por exemplo: um pacote formado por sementes, herbicidas e fungicidas (dentre outros produtos e serviços), em contrapartida, de um número previamente estipulado de sacas de grãos a ser colhido.</p>
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		<title>Adjuvantes agrícolas: o que são e qual a importância para a pulverização?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 19:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de defensivos agrícolas causa preocupações devido a exposições de trabalhadores, contaminação ambiental e impactos diversos nos ecossistemas, sendo a redução de seu uso um dos principais objetivos da tecnologia de aplicação. A tecnologia de aplicação consiste na colocação correta do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica, com o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de defensivos agrícolas causa preocupações devido a exposições de trabalhadores, contaminação ambiental e impactos diversos nos ecossistemas, sendo a redução de seu uso um dos principais objetivos da tecnologia de aplicação.</p>
<p>A tecnologia de aplicação consiste na colocação correta do <strong>produto biologicamente ativo</strong> no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica, com o mínimo de contaminação de outras áreas.</p>
<p>Para que as gotas se depositem sobre os alvos, estas <strong>devem ser grande suficiente para atingir o alvo desejado</strong>, mesmo sofrendo alguma evaporação no deslocamento da ponta até a superfície do alvo, mas pequena suficiente para promover a cobertura necessária no alvo, para que assim, o princípio ativo tenha a ação esperada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Aplicação dos adjuvantes agrícolas</h2>
<p>Para realizar uma aplicação bem sucedida de defensivos agrícolas, deve-se atentar à forma de aplicação, seleção de pontas, ajuste do volume de calda, formulação dos defensivos agrícolas, estrutura das plantas e condições de microclima.</p>
<p>A dificuldade das aplicações provém da variedade e métodos de aplicação, diversidade de culturas, insetos, doenças e <strong>plantas daninhas</strong>, das propriedades físico-químicas de caldas, condições ambientais, segurança dos aplicadores, leis ambientais, além da viabilidade econômica.</p>
<p>Os métodos de aplicação de defensivos agrícolas são basicamente por via sólida, líquida ou gasosa, sendo a aplicação via líquida a mais utilizada, tendo neste caso a água como o diluente mais comum.</p>
<p>Um composto químico com atividade fitossanitária <strong>raramente é aplicado de forma isolada</strong>. A formulação dos defensivos agrícolas é responsável por facilitar a dispersão homogênea deste composto nos veículos de aplicação. As aplicações agrícolas são afetadas por diversas variáveis relacionadas aos defensivos agrícolas, como a estabilidade, solubilidade, incompatibilidade, volatilização, formação de espuma, tamanho de gota, deriva, tensão superficial, cobertura, aderência, penetração, entre outros.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância dos adjuvantes agrícolas?</h2>
<p>Os adjuvantes surgiram com o propósito de <strong>auxiliar outros materiais a serem mais eficientes </strong>e são utilizados em defensivos agrícolas para assegurar que cada gota de água contenha quantidade similar do ingrediente ativo, já que muitos destes não são solúveis em água.</p>
<p>São substâncias que facilitam a aplicação, reduzem perdas e riscos, melhoram o desempenho do defensivo agrícola ou modificam as características físicas das misturas, com exceção da água.</p>
<p>Através de mudanças das propriedades físicas e químicas, <strong>os adjuvantes podem influenciar os processos de formulação de defensivos agrícolas</strong> (compatibilidade, solubilidade, estabilidade e formação de espuma), pulverização (deriva e evaporação), retenção (reflexão e adesão), modificar a deposição (molhamento, espalhamento e solubilização) e penetração.</p>
<p>Suas funções são descritas como molhante, adesiva, espalhante, espumante, anti-espumante, dispersante, redutor de deriva e também como responsável pelo aumento da atividade biológica dos defensivos agrícolas.</p>
<p>Os adjuvantes são provavelmente o grupo <strong>menos compreendido dentre os químicos utilizados na agricultura</strong> e diferenças sobre a terminologia destes produtos é esperada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41659" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes.png" alt="Classificação dos adjuvantes" width="839" height="589" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes.png 839w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-300x211.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-768x539.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-370x260.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-270x190.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-740x519.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-150x105.png 150w" sizes="auto, (max-width: 839px) 100vw, 839px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Classificação dos adjuvantes.</span></span></p>
<h2>Deposição e evaporação de gotas</h2>
<p>A eficiência das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">aplicações de defensivos agrícolas</a></strong> é frequentemente relacionada com o espalhamento e a evaporação das gotas aplicadas, e pode ser reduzida se o ingrediente ativo não se espalhar de forma uniforme sobre o alvo. A fragmentação da calda em gotas aumenta a superfície exposta do líquido, o que contribui para a evaporação.</p>
<p>O uso de gotas grandes minimiza perdas por deriva e evaporação, no entanto, proporcionam menor cobertura quando comparadas às gotas mais finas. A tabela seguinte exemplifica teoricamente o número de gotas esféricas resultantes da fragmentação de um volume de 1 litro em gotas de diversos diâmetros, além do somatório da área das gotas (número de gotas vezes a área).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41660" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota.png" alt="Tabela com informações do tamanho da gota" width="692" height="262" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota.png 692w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-300x114.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-370x140.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-270x102.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-150x57.png 150w" sizes="auto, (max-width: 692px) 100vw, 692px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Diâmetro de gota, área correspondente, número de gotas equivalente à fragmentação de 1 litro e área total das gotas.</span></span></p>
<p><strong>Perdas de massa pela evaporação tornam as gotas mais susceptíveis ao arraste por correntes de ar ou a evaporação total antes de atingir o alvo.</strong> Os problemas relacionados à evaporação de gotas necessitam de atenção, principalmente pelo fato que a água é volátil e é o veículo mais utilizado em aplicações.</p>
<p>Altas temperaturas, antes e depois da aplicação, aumentam a penetração de agrotóxicos através da cutícula da planta, no entanto, também aumenta a volatilização dos líquidos e podem aumentar a evaporação das gotas a um ponto de cessar a penetração do defensivo agrícola.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41661" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade.png" alt="Tabela com limites de temperatura e umidade relativa" width="733" height="187" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade.png 733w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-370x94.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-150x38.png 150w" sizes="auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Limites de temperatura e umidade relativa do ar para diferentes tamanhos de gotas. </span>Fonte: Antiniassi et al. (2005).</span></p>
<p><strong>A umidade do ar tem grande efeito na aplicação de agrotóxicos foliare</strong>s, principalmente sobre a cutícula da planta e também sobre a evaporação e deposição das gotas.</p>
<p>Entre as funções descritas dos adjuvantes agrícolas, está a de modificar as propriedades físico-químicas da calda de pulverização, que compreende o grupo dos adjuvantes ativadores, sendo estas propriedades a tensão superficial, densidade, viscosidade, volatilidade e solubilidade, e geralmente são influenciadas particularmente por surfactantes.</p>
<p>A figura abaixo apresenta as imagens obtidas durante a evaporação das gotas, desde o momento que a gota foi depositada (a e b), até o momento final (g e h), o aumento inicial da área molhada da gota (d), e a redução da altura neste mesmo momento (c). Na maior parte das observações realizadas, somente após a redução quase total da altura a área foi reduzida (e, f, g e h).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16534 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes.jpg" alt="Etapas do comportamento da evaporação de uma gota ao longo do tempo." width="352" height="547" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes.jpg 352w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes-193x300.jpg 193w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes-270x420.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes-150x233.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 352px) 100vw, 352px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Comportamento da evaporação de uma gota ao longo do tempo. Imagens da câmera lateral (a, c, e, g) e da câmera perpendicular (b, d. f. h).</span></span></p>
<p>Diante do que foi apresentado faz-se necessário uma boa escolha de adjuvante, auxiliando na pulverização de defensivos agrícolas. Estes devem ser associados de acordo com as condições ambientais e eficácia em associação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong>, inseticidas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">fungicidas</a> </strong>favorecendo com que o mesmo tenha sua melhor performance.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Irrigação de alta performance na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-alta-performance-otimizacao-dos-recursos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 18:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro realizou a transmissão de mais um Webinar Grãos e dessa vez o tema foi “Irrigação de alta performance: otimização dos recursos com garantia de resultados”. O palestrante foi Daniel Ávila Jacinto, Engenheiro Agrônomo e Sócio/Diretor Comercial da iCrop. Ávila é especialista em gestão de irrigação. Veja alguns dos tópicos abordados no webinar: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro realizou a transmissão de mais um Webinar Grãos e dessa vez o tema foi “<strong>Irrigação de alta performance: otimização dos recursos com garantia de resultados</strong>”.</p>
<p>O palestrante foi Daniel Ávila Jacinto, Engenheiro Agrônomo e Sócio/Diretor Comercial da iCrop. Ávila é especialista em gestão de irrigação.</p>
<p>Veja alguns dos tópicos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Produtividade da agricultura irrigada em comparação com áreas não irrigadas;</li>
<li>O potencial do Brasil em área irrigada no mundo;</li>
<li>O manejo adequado da irrigação para evitar desperdícios de água e aumentar a produtividade;</li>
<li>Importância da gestão energética na eficiência da irrigação e redução de custos para os produtores.</li>
</ul>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Então, não perca a oportunidade de assistir ao webinar!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou considerações, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-alta-performance-otimizacao-dos-recursos/">Irrigação de alta performance na produção de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quebra da dominância apical na cultura da soja: como ela influencia o desenvolvimento?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/quebra-da-dominancia-apical-na-cultura-da-soja/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/quebra-da-dominancia-apical-na-cultura-da-soja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 17:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil ocupa posição de destaque no cenário mundial na produção de soja, devido ao melhoramento genético. Isso possibilitou o lançamento de cultivares adaptadas a todo o território, além, principalmente, dos conhecimentos gerados em relação ao manejo de solos tropicais. Nos últimos anos, muitos avanços no manejo da fertilidade do solo, pragas, doenças e plantas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/quebra-da-dominancia-apical-na-cultura-da-soja/">Quebra da dominância apical na cultura da soja: como ela influencia o desenvolvimento?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil ocupa <strong>posição de destaque no cenário mundial na produção de soja</strong>, devido ao melhoramento genético. Isso possibilitou o lançamento de cultivares adaptadas a todo o território, além, principalmente, dos conhecimentos gerados em relação ao manejo de solos tropicais.</p>
<p>Nos últimos anos, muitos avanços no manejo da fertilidade do solo, pragas, doenças e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> foram gerados, bem como a adoção do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto (SPD)</a></strong>. Esses fatores permitiram ao país dispor de uma das mais avançadas tecnologias referentes ao cultivo de soja do mundo.</p>
<p>Visando o aumento de produtividade, diversas propostas de manejo vêm surgindo para a cultura da soja. Muitas foram adotados por alguns produtores, mesmo sem respaldo científico.</p>
<p>Dentre estas tecnologias destaca-se a tentativa da quebra de dominância apical da soja, utilizando-se substâncias consideradas reguladores de crescimento. Como exemplo, citamos alguns herbicidas que podem desempenhar esse papel de forma indireta.</p>
<p>Além das substâncias químicas, acredita-se na possibilidade de utilização dos<strong> fitohormônios</strong>. A finalidade é de alterar a arquitetura de plantas, bem como causar mudanças nos componentes de produção da cultura da soja.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são citocininas e como impactam na quebra da dominância apical?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As <strong>citocininas</strong> (Ck) são descritas como importantes substâncias neste contexto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Elas podem causar a <strong>quebra da dominância apical, induzindo o aumento de brotações de gemas laterais e, consequentemente, causar um aumento na produtividade</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>quebra da dominância apical ocorre devido à menor produção de auxina, que é sintetizada no ápice da planta</strong>. Com isso, poderia ocorrer um aumento na síntese/concentração de citocinina, hormônio responsável pela emissão de ramificações da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredita-se que ao utilizar <a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>herbicidas</strong></a> que possam comprometer a dominância apical, a planta mudaria o seu fluxo hormonal interno. Assim, modificaria o número dos componentes de produção que a cultura apresenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A emissão de novos ramos laterais ocorre, devido ao aumento do número de nós, os quais apresentam gemas capazes de gerar novos ramos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, acredita-se que a utilização de reguladores de crescimento poderia aumentar de forma indireta o número de ramos e, consequentemente, e o número de flores, vagens e a produtividade da cultura.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21616 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2.jpg" alt="Planta de soja" width="396" height="704" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2.jpg 396w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-169x300.jpg 169w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-370x658.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-270x480.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-150x267.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 396px) 100vw, 396px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Inara Alves</span></p>
<h2>Componentes de produção da soja</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A produtividade da <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cultura da soja</strong></a> é determinada por diversos fatores relacionados com a fisiologia, morfologia e manejo da cultura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Características como altura de plantas, número de nós por planta, ramos laterais, número de vagens por planta e grãos por vagens, peso de 100 grãos, estão diretamente ligados ao potencial produtivo da soja no final de seu ciclo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quantidade de grãos por área é determinada em função de várias características:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Número de nós e de hastes por planta;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Densidade de plantas;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Peso e número de sementes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Vagens por planta;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Sementes por vagem. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos estes componentes são determinados por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">processos fenológicos</a></strong> como desenvolvimento vegetativo, florescimento, frutificação e maturação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A grande maioria das variações que ocorrem na produtividade de soja estão associadas com alterações que podem vir a ocorrer no momento de formação dos componentes de produção da cultura, como número de vagens e grãos. Consequentemente, os processos que determinam o número de vagens e grãos por área desempenham papel importante na produtividade da cultura.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>taxa de formação de flores e vagens está relacionada à formação de ramos laterais nas plantas</strong>, já que a formação de flores ocorre nas axilas presentes nos ramos laterais, a qual é coordenada pelo balanço entre os hormônios auxina e citocinina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A citocinina se apresenta como fator principal na indução de formação de flores, pois, está envolvida no processo de divisão, expansão, alongamento e diferenciação celular, além do crescimento da gema axilar e formação dos primórdios foliares, o que repercute na maior ou menor produtividade da cultura ao final de seu ciclo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A densidade de plantas é outro fator de grande importância para o crescimento e a produtividade de soja. Quando a <strong>densidade de plantas é elevada, a formação de ramos laterais diminui e, dessa forma, o número de nós dos ramos laterais decresce, interferindo na produtividade</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Situações com elevada população de plantas desencadeia uma competição por luz e pela absorção de nutrientes, sendo que estas plantas podem se tornar estioladas, com os caules finos e propensos ao acamamento.</span></p>
<h2>Herbicidas e fito hormônios visando a quebra da dominância apical</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As maiores produtividades, são obtidas através da utilização de um conjunto de práticas culturais, as quais ajudam a adequar o ambiente, de forma que a cultura possa alcançar o máximo potencial produtivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as práticas que podem ser usadas para a cultura da soja, a aplicação de fitohormônios e reguladores de crescimento está sendo explorada cada dia mais. Alguns estudos indicam as auxinas, as citocininas (CKs) e as giberelinas (GAs) como fitohormônios promissores em melhorar as características agronômicas de diversas culturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os reguladores de crescimento são compostos químicos sinalizadores que atuam na regulação do crescimento e desenvolvimento de plantas. Normalmente, os reguladores estão ligados a receptores na planta e desencadeiam uma série de mudanças celulares, as quais podem afetar a iniciação ou modificação do desenvolvimento de órgãos, ou tecidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os fitohormônios, ou hormônios vegetais, são <strong>compostos orgânicos sintetizados em uma parte específica da planta e transportados para outra parte na qual em pequenas concentrações causam uma resposta fisiológica</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os hormônios vegetais podem causar modificações fisiológicas ou morfológicas, influenciando a germinação, crescimento e desenvolvimento vegetal, florescimento, frutificação, senescência e abscisão de folhas ou flores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os herbicidas lactofen e carfentrazone, têm sido utilizados por sojicultores, que acreditam na sua capacidade indireta em diminuir o porte de plantas de soja. Como são herbicidas inibidores da enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), as ações de tais produtos geram o acúmulo de compostos fotodinâmicos como a protoporfirina IX, que interfere negativamente na fotossíntese, respiração e cadeia de transporte de elétrons na planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mecanismos que levam à <strong>quebra da dominância apical e, consequentemente, a menor altura de plantas, causam desbalanço hormonal interno</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a quebra da dominância apical, os níveis de auxina na planta diminuem, diminuindo os níveis de ácido abscísico e o transporte de nutrientes e citocininas das raízes para a gema lateral. Devido a esse efeito, acredita-se na possibilidade de se conseguir um aumento no número de ramos laterais de plantas de soja.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na maioria das plantas, o <strong>crescimento da gema apical inibe o crescimento das gemas laterais, fenômeno denominado de dominância apical</strong>. As citocininas tem um grande potencial na indução da divisão celular, em conjunto com as auxinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses dois hormônios vegetais interagem no controle da dominância apical, sendo que a relação é antagônica, uma vez que a auxina impede o crescimento de gemas laterais e a citocinina estimula esse crescimento.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21618 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4.jpg" alt="Interação entre a auxina e citocinina na regulação do desenvolvimento das gemas laterais na cultura de soja." width="816" height="479" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4.jpg 816w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-768x451.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-370x217.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-270x158.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-740x434.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Interação entre a auxina (AIA) e citocinina (CK) na regulação do desenvolvimento   das gemas laterais. Fonte: (MASON et al., 2014).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As alterações causadas no interior e exterior da planta após o uso de reguladores de crescimento, podem vir a modificar o metabolismo interno da planta, de modo que esta poderá alterar a rota dos carboidratos, fazendo com que estes sejam acumulados em outros tecidos da planta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os açúcares em abundância promovem o crescimento e o armazenamento de carboidratos nos drenos e, quando a taxa de fotossíntese é alta, ocorre o acúmulo de açúcares totais nas folhas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Montando um checklist de qualidade para a pós-colheita do café</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pos-colheita-um-checklist-para-qualidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 17:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou a transmissão de um Webinar sobre pós-colheita: um checklist para qualidade. O palestrante foi Leandro Paiva, Coordenador do Polo Agroindustrial do Café e Professor do IFSULDEMINAS Machado. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. Se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou a transmissão de um Webinar sobre pós-colheita: um checklist para qualidade. O palestrante foi Leandro Paiva, Coordenador do Polo Agroindustrial do Café e Professor do IFSULDEMINAS Machado.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
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		<title>Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pontos-importantes-para-semeadura-da-2a-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2020 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a semeadura da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro. Moraes fala que o plantio é a primeira etapa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong> da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro.</p>
<p>Moraes fala que o plantio é a primeira etapa para aqueles que querem atingir altas produtividades. Ele é um dos fatores que mais interferem no potencial produtivo da cultura, pois investimos em sementes e fertilizantes e, muitas vezes, ocorrem falhas ao colocar a quantidade adequada de sementes e fertilizantes por hectare.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Sementes de qualidade têm um impacto significativo na produtividade. Cada aumento de 1% no vigor das sementes pode resultar em um aumento de 0,4 saco por hectare.</li>
<li>É mais recomendado fazer o tratamento das sementes de forma industrial, pois garante uma aplicação uniforme dos produtos e reduz o risco de subdosagem ou superdosagem.</li>
<li>O preparo do solo influencia a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantabilidade-para-o-potencial-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantabilidade</a></strong> e a uniformidade de emergência das plantas. É importante garantir que o solo esteja bem preparado, livre de torrões e com boa umidade.</li>
<li>A manutenção adequada da semeadora é essencial para garantir uma distribuição uniforme de sementes e fertilizantes. Peças desgastadas, como discos de corte e roscas, podem comprometer o plantio e afetar a produtividade.</li>
<li>A velocidade de plantio deve ser adequada para garantir uma distribuição uniforme das sementes e uma profundidade correta de plantio. Aumentar a velocidade pode comprometer a qualidade do plantio e resultar em menor produtividade.</li>
</ul>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Então, não perca a oportunidade de assistir ao vídeo!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou considerações da semeadura da 2ª safra, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pontos-importantes-para-semeadura-da-2a-safra/">Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Como ter altos rendimentos com estômatos abertos?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/estomatos-abertos-webinar-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 18:04:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre o tema “Estômatos abertos: o caminho para rendimentos altos e sustentáveis”. O palestrante foi Derly Silva, professor da Universidade Federal de Viçosa. Silva também é Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre o tema <strong>“Estômatos abertos: o caminho para rendimentos altos e sustentáveis”</strong>.</p>
<p>O palestrante foi Derly Silva, professor da Universidade Federal de Viçosa. Silva também é Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Grãos! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.</p>
<p>Veja alguns dos tópicos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Eficiência fotossintética dos estômatos abertos;</li>
<li>Importância da disponibilidade da água no solo e sua profundidade;</li>
<li>Acesso das plantas com raízes profundas à água;</li>
<li>Impactos das altas temperaturas e baixa umidade nos estômatos;</li>
<li>Lucratividade das produções otimizadas nos fatores sustentáveis.</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou considerações sobre estômatos abertos, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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		<title>Como realizar um bom manejo de pragas e doenças na cultura do milho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre proteção da cultura do milho. O palestrante foi Geraldo Gontijo, Agrônomo e Mestre pela UFLA, Coordenador de cursos e Consultor da Equipe Grãos do Grupo Rehagro. O vídeo fala sobre proteção do milho, com foco no posicionamento do manejo de lagartas e doenças foliares, que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre <strong>proteção da cultura do milho</strong>. O palestrante foi Geraldo Gontijo, Agrônomo e Mestre pela UFLA, Coordenador de cursos e Consultor da Equipe Grãos do Grupo Rehagro.</p>
<p>O vídeo fala sobre proteção do milho, com foco no posicionamento do <strong>manejo de lagartas</strong> e doenças foliares, que são muito importantes para garantir altas produtividades das lavouras.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<p>Geraldo ensina como identificar os estádios decisivos e garantir a sanidade foliar da lavoura. O especialista explica <strong>três pontos essenciais</strong>:</p>
<ul>
<li>O objetivo prático da proteção da lavoura;</li>
<li>As necessidades da cultura;</li>
<li>Como alcançar esse objetivo.</li>
</ul>
<p>Se você gostaria de aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto, não pode perder a oportunidade de assistir a este vídeo!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou considerações, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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		<item>
		<title>Resistência do solo à penetração: como realizar avaliação?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/penetracao-do-solo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 18:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[penetração do solo]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas de produção intensificados, um dos principais desafios é a manutenção da adequada estrutura e aeração do solo. Uma forma de suprir a demanda de oxigênio para as raízes é por meio de práticas de escarificação e subsolagem, pelo rompimento da camada compactada. Para recomendação dessa prática devem avaliados os níveis de compactação do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas de produção intensificados, um dos principais desafios é a manutenção da adequada estrutura e aeração do solo.</p>
<p>Uma forma de suprir a demanda de oxigênio para as raízes é por meio de práticas de escarificação e subsolagem, pelo rompimento da camada compactada. Para recomendação dessa prática devem avaliados os níveis de compactação do solo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Tráfego de máquinas pesadas e compactação dos solos</h2>
<p>Em <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sistema de plantio direto (SPD)</strong></a>, uma das principais causas da compactação dos solos é o tráfego de máquinas ocasionado pela redução das janelas de semeadura e intensificação do sistema de produção, em operações de semeadura, tratos culturais e colheita.</p>
<p>O problema aumenta quando as operações são realizadas em solos em condições de muita umidade e com pouca palha na superfície. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">tráfego de máquinas</a></strong> pesadas pode promover a compactação superficial desses solos, sendo observados aumentos prejudiciais para as plantas, na faixa de 20 a 40 cm de profundidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21632 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/resistencia-penetracao-solo.jpeg" alt="Gráfico mostrando resistência a penetração do solo" width="567" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/resistencia-penetracao-solo.jpeg 567w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/resistencia-penetracao-solo-300x252.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/resistencia-penetracao-solo-370x311.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/resistencia-penetracao-solo-270x227.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/resistencia-penetracao-solo-357x300.jpeg 357w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/resistencia-penetracao-solo-150x126.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Resistência à penetração (RP) de um Latossolo sob SPD há 10 anos.</span></p>
<h2>A resistência à penetração do solo</h2>
<p>O desenvolvimento radicular é afetado pela resistência à penetração (RP) e altera o potencial de produção das culturas.</p>
<p>Devido ao maior número de cultivos por ano, aumentou-se o tráfego de máquinas pesadas, o que pode aumentar a RP. A prática de intervenção mecânica para rompimento da camada compactada, muitas vezes é realizada sem critério técnico.</p>
<p><strong>A resistência à penetração é um dos fatores mais importantes no alongamento radicular das culturas no perfil do solo.</strong> Os penetrômetros são os equipamentos mais adequados para prever a resistência à penetração das raízes.</p>
<p>Por outro lado, a conveniência em mensurar a RP com o uso de penetrômetros, pode superestimar a resistência para o crescimento radicular. Sendo que o alongamento da raiz no solo pode ser limitado pela RP e estresse hídrico.</p>
<p>Os diferentes tipos de penetrômetros disponíveis no mercado, com diferentes princípios de funcionamento, são necessários no mínimo de 15 repetições para avaliar a RP com menor variação.</p>
<p><strong>Em solos sob SPD, a RP apresenta grande variação temporal,</strong> estando associada à variação do teor de água para cada condição de densidade do solo ou estado de compactação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Variabilidade espacial da resistência à penetração do solo</h3>
<p>A variabilidade espacial da RP diminui da área de cabeceira para o centro da lavoura, sendo que os valores de RP variam também entre as ordens de solos:</p>
<ul>
<li><strong>Argissolos</strong>, os valores críticos de RP variam entre 1,19 MPa e 1,5 MPa;</li>
<li><strong>Latossolos Vermelho distrófico</strong>, os valores críticos podem variar entre 2,1 MPa à 3,2 MPa.</li>
</ul>
<p>Solos sob SPD apresentam valores mais elevados de RP até 40 cm de profundidade, comparado a solos sob sistema convencional.</p>
<p>A compactação do solo proporciona mudanças no sistema poroso nos solos sob cultivo convencional, há valores maiores de densidade do solo e menores de macroporosidade e porosidade total.</p>
<p>Os atributos físicos do solo podem ser classificados como diretamente relacionados ao crescimento das plantas, água, oxigênio, temperatura e RP, e relacionados ao crescimento das raízes, densidade do solo, porosidade, infiltração de água, agregação e textura.</p>
<p>A seleção de atributos físicos deve ser sensíveis ao manejo e produção das culturas, além do monitoramento da qualidade do solo.</p>
<h2>Solos sob sistema de plantio direto</h2>
<p><strong>Solos sob SPD podem apresentar maior crescimento radicular devido à presença de poro contínuo</strong>, criado por minhocas e raízes de culturas anteriores.</p>
<p>Esses bioporos ocupam menos que 1% do volume do solo, podendo ser utilizado por raízes de culturas subsequentes como passagem para o <strong>desenvolvimento radicular</strong>. Os pelos radiculares nas pontas das raízes apresentam como função potencial de ancoragem mecânica, para as raízes que crescem em bioporos.</p>
<p>Os solos argilosos são mais suscetíveis à compactação quando comparados a solos com a textura arenosa.</p>
<p>Em solos compactados, há decréscimo da macroporosidade, da disponibilidade de água e da absorção de nutrientes. Como consequência, há redução na difusão de gases no solo, limitando os processos metabólicos das plantas.</p>
<p>Quando é identificada a compactação do solo, recomenda-se utilizar um sistema de manejo que possibilite romper a camada compactada. A escarificação proporciona redução da resistência do solo à penetração, com pouca mobilização do solo. Quando a camada compactada está em profundidades não atingidas pelos escarificadores, a subsolagem é recomendada para o rompimento dessa camada.</p>
<p><strong>A utilização de escarificadores em SPD vêm sendo indicada para romper camadas compactadas até 0,20 m</strong>. Entretanto, a eficiência desta prática em solos sob SPD tem sido questionada.</p>
<p>O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/" target="_blank" rel="noopener">subsoladores</a></strong> vem sendo indicado para romper camadas compactadas em profundidades acima de 0,20 m. A utilização de subsoladores, há o rompimento das camadas compactadas até 40 cm. A subsolagem é uma prática que corrige e mobiliza o solo em subsuperfície tendo como vantagem o não revolvimento do solo, sendo indicado para áreas sob SPD.</p>
<p><strong>A prática da subsolagem em solos sob SPD, pode ser uma operação com alto custo e com baixo rendimento operacional.</strong></p>
<p>Para proporcionar efeito duradouro das práticas de escarificação e subsolagem sob SPD, deve-se implantar gramíneas forrageiras após a prática da intervenção mecânica, permitindo que as raízes ocupem os espaços deixados pelas hastes dos equipamentos, a fim de que possam formar poros contínuos, melhorando a capacidade de suporte de carga do solo.</p>
<p>Atualmente, em muitos sistemas de cultivo, o tráfego de máquinas aumentou, devido à adoção de dois ou três cultivos por ano na mesma área.</p>
<p>Além disso, os produtores têm utilizado máquinas com maior rendimento operacional e, portanto, mais pesadas, e também devido ao maior número de entrada nas áreas para manejo de doenças, plantas daninhas e pragas, visando atingir maiores produtividades.</p>
<p>Na soja, há situações em que o produtor tem feito de oito a dez pulverizações por ciclo da cultura. Dessa forma, novas avaliações de RP devem ser realizadas para tomada de decisão sobre o uso de escarificadores e subsoladores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desbrota na cultura do café: veja a importância de se realizar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/desbrota-na-cultura-do-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 18:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A desbrota consiste na retirada de brotos que nascem no ramo ortotrópico da planta, denominados ramos “ladrões”. Esses ramos podem utilizar as reservas energéticas da planta para seu crescimento, dessa forma em cafeeiros adultos, podem acarretar prejuízos na produção, além de prejudicar a estrutura da planta e reduzir a vida útil da lavoura. Já em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desbrota consiste na <strong>retirada de brotos que nascem no ramo ortotrópico da planta</strong>, denominados ramos “ladrões”.</p>
<p>Esses ramos podem utilizar as reservas energéticas da planta para seu crescimento, dessa forma em cafeeiros adultos, podem acarretar prejuízos na produção, além de <strong>prejudicar a estrutura da planta e reduzir a vida útil da lavoura</strong>. Já em cafeeiros jovens, esses ramos podem acarretar enfraquecimento das plantas.</p>
<p>A desbrota em diversos casos é uma prática esquecida pelo produtor que fica desatento ao desenvolvimento dos brotos ou àqueles que optam pela não realização dessa prática por ser onerosa, considerando que a desbrota é uma atividade de baixo rendimento realizada exclusivamente por mão de obra manual.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Indicadores de desbrota na cultura do café</h2>
<p>O número de pés desbrotados por pessoa varia em função do rendimento do funcionário e da condição da lavoura (número e estado dos brotos), no entanto, esse número está em torno de 200 a 1000 plantas por serviço.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22341 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-1.jpg" alt="Brotos &quot;ladrões&quot; na planta de café" width="225" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-1.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-1-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ramos “ladrões” na planta de café. (Foto: Larissa Cocato)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22342 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-2.jpg" alt="Desbrota de ramos crescendo na planta de café" width="225" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-2.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-2-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ramos “ladrões” na planta de café. (Foto: Larissa Cocato)</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Estudos com desbrota na cultura do café</h2>
<p>Santinato, Figueredo e Silva (2008) realizaram um trabalho, com o intuito de estudar a desbrota do cafeeiro de forma total, ou seja, com eliminação de todos os tipos de brotos ladrões e a desbrota parcial, eliminando somente os ramos ladrões que vergam para o centro das ruas.</p>
<p>O ensaio foi instalado em uma lavoura da cultivar Catuaí vermelho (IAC-144), irrigado sob Pivô central, com 6 anos de idade, de espaçamento 3,7 m x 0,5 m.</p>
<p>A partir dos resultados do estudo, os autores concluíram que o melhor tratamento foi a desbrota total em todos os anos, <strong>acrescentando 42% na produtividade</strong> (Tabela 1).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22343 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-3.jpg" alt="Tabela com resultados do efeito da desbrota total e parcial em cafeeiros irrigados sob Pivô Central" width="592" height="160" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-3.jpg 592w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-3-300x81.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-3-370x100.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-3-270x73.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-3-150x41.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Efeito da desbrota total e parcial em cafeeiros irrigados sob Pivô Central. Fonte: Santinato, Figueiredo e Silva (2008).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="DESBROTA APÓS A PODA, É RECOMENDADO REALIZAR? | Rehagro Responde - Café" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/rw5tLtk3X_8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Jordão Filho et al. (2017) estudaram a condução da brotação após <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>poda</strong></a> do tipo decote e esqueletamento, a fim de obter informações sobre a desbrota, na região da Mogiana Paulista.</p>
<p>O estudo foi realizado com lavoura da cultivar Mundo Novo 379/19, espaçamento 3,5 x 0,70, plantadas em fevereiro de 2006.</p>
<p>Em agosto de 2013, foi iniciado o trabalho aplicando a poda, sendo para três tratamentos do tipo decote + esqueletamento (safra zero) e outros três apenas o decote, considerando um tratamento como testemunha, onde não recebeu nenhum tipo de poda.</p>
<p>Foi possível concluir que, em relação ao modo de condução das lavouras após a poda, a <strong>realização da desbrota apresentou melhores resultados a curto prazo</strong> (Tabela 2).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22344 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-4.jpg" alt="Tabela com os efeitos da desbrota total e parcial em cafeeiros irrigados sob Pivô Central." width="691" height="251" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-4.jpg 691w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-4-300x109.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-4-370x134.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-4-270x98.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-4-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Produtividade nas safras pós-poda em cafeeiros sob diferentes sistemas de poda e de condução da brotação apical e ortotrópicas (2017). </span><span style="font-size: 10pt;">As médias seguidas da mesma letra minúscula não diferem entre si na coluna, pelo Teste Scott Knott a 10 % de probabilidade.</span></p>
<p>Lacerda et al. (2016) realizaram um experimento com o intuito de verificar a influência da desbrota na primeira produção após a poda por esqueletamento associado ao decote em altura média.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<p>Os ensaios foram instalados em modelo fatorial com duas cultivares e cinco tratamentos de condução de brotos, sendo uma da cultivar Mundo Novo IAC 376/4, com espaçamento de 3,8 x 0,8 m, e outra com a cultivar Catuaí 99 com espaçamento 3,7 x 0,7 m. A poda foi realizada no início do mês de setembro com esqueletamento e decote a 1,7 m de altura.</p>
<p>Os resultados observados neste estudo estão descritos na tabela abaixo (Tabela 3). Dessa forma, conclui-se que <strong>o sistema de livre crescimento, ou seja, sem desbrota, reduz significativamente a produtividade</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22345 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-5.jpg" alt="Tabela com a primeira produção após esqueletamento com decote a 1,7 m de altura em lavouras com diferentes sistemas de condução de brotos." width="585" height="189" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-5.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-5-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-5-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-5-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/desbrota-no-cafe-5-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Primeira produção após esqueletamento com decote a 1,7 m de altura em lavouras com diferentes sistemas de condução de brotos. (Varginha, 2016). </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Médias seguidas da mesma letra minúscula não diferem entre si na coluna, pelo teste Scott-Knott a 5% de probabilidade.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, apesar dos prejuízos provenientes da não realização da desbrota normalmente não serem percebidos no primeiro ano, quando os brotos ainda se encontram pequenos, os estudos mostram as consequências de não realizar a desbrota na produtividade da cultura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, mesmo sendo uma prática dispendiosa e com grande demanda de mão de obra, a não realização dessa atividade <strong>pode acarretar prejuízos nas produtividades das safras seguintes e até redução da vida útil das plantas</strong>.</span></p>
<h2>Realize a desbrota de forma estratégica e aumente a eficiência da lavoura</h2>
<p>A desbrota é uma prática fundamental para direcionar a energia da planta, garantir melhor aproveitamento dos nutrientes e aumentar a produtividade do cafeeiro. Mas, para que essa atividade traga os melhores resultados, é necessário integrá-la a um manejo técnico eficiente e a uma gestão estratégica da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar melhor as práticas de manejo, organizar a produção de forma estratégica, reduzir custos e conduzir sua lavoura com foco em produtividade, qualidade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como realizar cálculos de correção do solo para altas produtividades?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 14:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é a base da agricultura e para atingirmos altas produtividades é preciso ter o entendimento desse solo. Um solo bem construído consegue sustentar culturas de alto volume produtivo. Sabendo das necessidades nutricionais da cultura e do que falta em seu solo, é possível fornecer a ambos o que precisam para o pleno desenvolvimento. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>solo</strong> é a base da agricultura e para atingirmos altas produtividades é preciso ter o entendimento desse solo. Um solo bem construído consegue sustentar culturas de alto volume produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabendo das necessidades nutricionais da cultura e do que falta em seu solo, é possível fornecer a ambos o que precisam para o pleno desenvolvimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">análises de solo</a></strong> são imprescindíveis. Elas mostram exatamente o que o solo carece e em qual quantidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, fizemos um webinar gratuito sobre a <strong>Correção do solo: como realizar cálculos para altas produtividades</strong>. O palestrante foi Silvino Moreira, Doutor em Solos e Nutrição de Plantas pela ESALQ-USP e professor do Departamento de Agricultura da UFLA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Silvino mostra, por meio de dados reais e pesquisas, como proceder com esse tipo de manejo: calagem, gessagem, <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fosfatagem</strong></a>. Além disso, ele ainda pontua sobre as doses, aplicações, implementação, efeitos a longo prazo e muito mais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aprenda mais e aprimore seus conhecimentos sobre o solo.</span></p>
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		<title>Percevejos nas lavouras: saiba como identificar e controlar corretamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 15:30:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[percevejos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os percevejos são pragas severas e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²! O aumento da adoção do sistema de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os <strong>percevejos são pragas severas</strong> e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²!</p>
<p>O aumento da adoção do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> favorece seu desenvolvimento, que tem estreita associação com o solo e os restos da cultura durante certos períodos do ano.</p>
<p>O cultivo de plantas hospedeiras em sequência, tais como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares de soja</a></strong>, milho e de trigo, favorece o desenvolvimento de populações de percevejos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Ciclo de vida e comportamento dos percevejos</h2>
<p>O percevejo, que é mais comumente encontrado na soja, recentemente tem sido visto na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultura do milho</a></strong>.</p>
<p>E se você pensa em implementar essa cultura, saiba que os percevejos do gênero <i>Dichelops</i> (<i>Diceraeus</i>) podem causar grandes danos já em seu desenvolvimento inicial.</p>
<p>A capacidade de reprodução a campo é estimada em 200 ovos por fêmea de percevejo. Em três semanas o percevejo passa pelas fases de incubação dos ovos e chega ao quarto e quinto ínstar da ninfa que apresenta capacidade de danos equivalentes aos dos adultos.</p>
<p>Durante o outono, o inverno e o início da primavera, os percevejos passam por períodos curtos de dormência, mas não entram em diapausa.</p>
<p>Alimentam-se de trigo, canola, nabo, aveia e várias plantas daninhas hospedeiras presentes na lavoura. Porém, raramente desenvolvem ovários, realizam oviposição ou estabelecem colônias de ninfas, nos meses de outono e inverno.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de percevejos nas lavouras</h2>
<h3>Percevejo-marrom da soja &#8211; <i>Euschistus heros</i></h3>
<p><strong>Na soja, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/">percevejo-marrom</a> normalmente completa três gerações.</strong> Durante o final do verão e o início do outono.</p>
<p>Durante o verão, o percevejo-marrom pode ser encontrado se alimentando da erva <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">daninha</a></strong> conhecida por leiteiro ou amendoim-bravo. É interessante salientar que, nessa erva daninha, esse típico sugador de sementes alimenta-se das hastes da planta.</p>
<p>No outono, <i>E. heros</i> inicia a procura por abrigos sob a palhada, onde permanece até o próximo verão. Durante esse tempo, o percevejo acumula lipídios e não se alimenta, permanecendo num estado de hibernação parcial.</p>
<p>O adulto de <i>E. heros</i> <strong>apresenta coloração marrom escura</strong>, com dois prolongamentos laterais do pronoto, <strong>em forma de espinhos</strong>.</p>
<p>A longevidade média do adulto é de 116 dias. Os ovos são depositados em pequenas massas de cor amarela, normalmente com 5-8 ovos por massa, apresentando mancha rósea, próximo à eclosão das ninfas. Os ovos são colocados, principalmente, nas folhas ou nas vagens de soja, não afetando diretamente a polinização.</p>
<p>As ninfas recém-eclodidas medem cerca de 1,3 mm e têm o corpo alaranjado e a cabeça preta. As ninfas maiores (terceiro ao quinto ínstar) apresentam coloração que pode variar de cinza a marrom.</p>
<p>Apesar de iniciarem a alimentação no segundo ínstar, as ninfas do percevejo-marrom causam danos às sementes apenas a partir do terceiro ínstar, quando atingem tamanho médio de 3,63 mm.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11839 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg" alt="Percevejo Marrom da Soja" width="270" height="321" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom-252x300.jpg 252w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ciclo de vida </span><i><span style="font-weight: 400;">Euschistus heros</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span>Fonte: G.L.M. Rosa</span></p>
<h3>Percevejo-barriga-verde &#8211; <i>Dichelops melacanthus</i></h3>
<p>Espécies do gênero <i>Dichelops</i> são exclusivamente neotropicais e encontram-se distribuídos por diversos países da América do Sul. <i>D. melacanthus</i> é frequentemente observada no Brasil.</p>
<p>Segundo Grazia (1978), essa espécie é muito semelhante a <i>D. furcatus</i>, que tem sido observada em regiões brasileiras produtoras de soja, além de ser semelhante também a <i>D. phoenix</i>, que tem poucos registros no Brasil.</p>
<p>O <strong>percevejo-barriga-verde</strong> (<i>D. melacanthus)</i>, previamente relatado como uma praga da soja alimentando-se das vagens, pode se alimentar de milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo</a></strong>, aveia-preta e triticale. Há registros também da ocorrência em plantas não cultivadas, como trapoeraba, crotalária e capim braquiária.</p>
<p><strong>Após a colheita da soja, o percevejo-barriga-verde permanece no solo sob restos culturais</strong>, ou seja, é importante observar o histórico do trigo e milho anteriores, pois eles se alimentam das plantas cultivadas em sistema de semeadura direta.</p>
<p>Nessas áreas, os percevejos encontram abrigo (palhada) e alimento (sementes maduras caídas no solo) e conseguem sobreviver, diferentemente do que ocorre em áreas sob cultivo convencional, onde os percevejos são deslocados dos abrigos e mortos pela aração.</p>
<p>Os adultos de <i>D. furcatus</i> e <i>D. melacanthus</i> medem de 9 mm a 11 mm e sua coloração varia entre castanho-amarelado e acinzentado, apresentando o abdômen verde. Os ovos são verde-claros, ovoides, dispostos em grupos de tamanho variável, os quais são formados por três ou mais fileiras mais ou menos definidas.</p>
<p>As ninfas apresentam, geralmente, coloração marrom-acinzentada na região dorsal e verde na abdominal. Podem ser confundidas com as ninfas de <i>E. heros</i>, mas podem ser diferenciadas pelas jugas bifurcadas e agudas e pela coloração verde do abdômen.</p>
<p>Esse inseto foi constatado como uma praga de início de ciclo nas culturas de trigo e de milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11838 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg" alt="Percevejo Barriga Verde" width="528" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg 528w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-300x113.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-270x102.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 528px) 100vw, 528px" /><span style="font-size: 10pt;">Percevejo barriga-verde, Dichelops melancanthus, nas fases de adulto (a), ovo (b) e ninfa (c). Fonte: J.J. da Silva.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg" alt="Flutuação Populacional de Percevejo Barriga Verde" width="500" height="406" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg 596w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-300x244.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-370x300.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-270x219.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Flutuação populacional de </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;">, na sucessão cultural soja-milho, submetida a diferentes inseticidas via tratamento de sementes. </span>Fonte: Chiesa (2016)</span></p>
<h2>Potencial de danos de percevejos na cultura da soja e do milho</h2>
<p>No cerrado brasileiro, <strong>o percevejo marrom (<i>E. heros)</i> destaca-se como praga chave na cultura da soja</strong>, aumentando os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e diminuindo a qualidade e o rendimento de grãos.</p>
<p>Adultos do <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>percevejo marrom</strong></a>, quando presentes no final do estádio vegetativo (V8), não comprometem o rendimento de grãos de soja, independentemente da sua densidade populacional.</p>
<p>A presença de adultos do percevejo marrom na cultura da soja <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">nos estádios R4 e R5</a></strong> podem comprometer a produtividade de grãos e a qualidade de sementes de soja a partir de 2 percevejos m².</p>
<p>Sementes de soja atacadas por <i>P. guildinii</i> tiveram os corpos de proteína completamente destruídos, sugerindo maior ação deletéria das suas enzimas salivares para os tecidos da semente, em comparação às outras espécies (<i>E. heros, N. viridula </i>e<i> D. melacanthus</i>).</p>
<p>Também houve dano mais profundo nas sementes de soja, enquanto sementes atacadas por percevejos barriga-verde apresentaram danos menos profundos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41640" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png" alt="Tabela com espécies de percevejos" width="707" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png 707w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-300x122.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-370x151.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-270x110.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-150x61.png 150w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p style="text-align: center;">¹Médias em cada coluna seguidas pela mesma letra não diferem significativamente pelo teste de Tukey (P = 0,05).</p>
<p style="text-align: center;">²Média de cinco repetições de 50 insetos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tabela com profundidade média (+- EP) do dano em sementes de soja causado pela alimentação de quatro espécies de pentatomídeos, após uma sessão de alimentação de 60 minutos (números inicial de insetos = 250). Entre parênteses, número de insetos observados. Fonte: Adaptada de Depiere e Panizzi (2011). </span></p>
<p>Entretanto, o dano causado por <i>P. guildinii</i> não tem relação com o comprimento dos estiletes, pois tem aparelho bucal mais curto que <i>N. viridula</i> e <i>E. heros</i>.</p>
<p>É possível que a área maior do canal alimentar de <i>P. guildinii</i> contribua para que esse percevejo ocasione maior área de dano nas sementes de soja, em comparação com as outras espécies.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4925 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg" alt="Percevejo marrom e percevejo barriga verde" width="559" height="268" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg 559w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-300x144.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-270x129.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px" /></p>
<h2>Monitoramento do percevejo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Listamos alguns pontos que devem ser observados para que os percevejos não reduzam os lucros das lavouras.</span></p>
<h3>Ponte Verde</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do milho, o percevejo pode causar problemas em lavouras de feijão, soja e trigo e ao final do ciclo dessas culturas pode se hospedar em alguma planta daninha, o que não interrompe o ciclo da praga, garantindo assim, condições de sobrevivência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, é fundamental realizar o monitoramento das lavouras antes da instalação da cultura do milho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse monitoramento é essencial para a tomada de decisão, pois ao identificar a praga em nível de dano econômico é preciso pensar em alternativas de controle no momento da dessecação e posicionar um bom tratamento de sementes, bem como produtos para as fases de desenvolvimento da cultura.</span></p>
<h3>Dessecação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como mencionado, os percevejos podem se hospedar em diversas plantas e com isso se tornam grandes ameaças para a próxima cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, uma das estratégias que podem ser utilizadas quando se identifica essa praga em níveis de risco, é realizar posicionamento de um inseticida na dessecação da gleba.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para esse manejo é possível utilizar inseticidas que pertencem ao grupo químico dos organofosforados.</span></p>
<h3>Tratamento de sementes</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento de </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> é uma ferramenta muito importante para o manejo de percevejo na cultura do milho, isso porque confere proteção inicial para as plantas. Sendo assim, é preciso realizar um bom tratamento de sementes, de forma homogênea e na dose correta do ingrediente ativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, quando se pensa em tratamento de sementes, o grupo químico dos inseticidas neonicotinóides se mostra muito eficiente no controle desta praga.</span></p>
<h3>Lavoura estabelecida</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O ataque de percevejo no estádio de desenvolvimento inicial da lavoura pode ser fatal dependendo da infestação, isso porque a planta é menor e mais frágil e o aparelho bucal do inseto pode atingir o meristema apical, o que interfere no desenvolvimento da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando não se atinge o meristema, o sintoma do ataque pode ser visualizado nas folhas, as quais ficarão deformadas com um halo amarelo. Quando estes insetos atingem os níveis de dano econômico é preciso realizar o controle destas pragas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, recomenda-se trabalhar com inseticidas dos seguintes grupos químicos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Organofosforados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Neonicotinóides;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Piretróides.</span></li>
</ul>
<h2>Controle dos percevejos na produção de grãos</h2>
<p>O conhecimento na detecção de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças no milho</a></strong> e demais grãos, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">mancha-alvo em soja</a></strong>, se mostra necessário, afinal, tanto para o percevejo quanto para essa doença, é preciso saber bem as fases da cultura e manejo adequado das culturas anteriores, pois podem sobreviver em restos culturais.</p>
<p>Com a definição do potencial produtivo da cultura do milho, os estádios iniciais de desenvolvimento da planta tornam-se também um período crítico. Dessa forma, a ocorrência de condições ótimas nessas fases de desenvolvimento, como manutenção da área foliar da cultura é um fator importante para a sua produção.</p>
<p>Ninfas médias, grandes e adultos de percevejos barriga-verde (<i>D. melacanthus)</i> têm grande potencial de causar dano em plantas de milho no estádio V1, bem como podem causar redução da massa seca da parte aérea da planta.</p>
<p>Os estádios de desenvolvimento do milho V1, V3 e V5 são mais susceptíveis ao ataque de adultos de percevejos barriga-verde em comparação ao estádio V7, podendo nestas condições afetar o rendimento de grãos da cultura.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11843 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg" alt="Danos de percevejo na cultura do milho" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Danos de percevejo </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;"> na cultura do milho.</span></span></p>
<p>Nesse sentido, o controle do percevejo no sistema de produção de grãos faz-se necessário a fim de reduzir a população de plantas hospedeiras e compreender o hábito de migração, para que seja realizado o controle químico na época correta.</p>
<p>Agora você já sabe identificar as diferenças e características dos principais percevejos que atacam os grãos.</p>
<p>É preciso identificar o estádio da planta e fazer o manejo de restos culturais adequadamente, pois além de beneficiar algumas pragas, também beneficiam doenças, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">fungo <i>Giberella zeae</i></a></strong>, que reduz significativamente a produção de grãos, sendo a principal doença dos campos de trigo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Fósforo no café: importância de aplicação, sintomas de deficiência e recomendação</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 18:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fósforo é componente da molécula de ATP (Adenosina Trifosfato). Ele atua no armazenamento e transferência de energia para as reações bioquímicas e tem um importante papel na fotossíntese e respiração de plantas. Além disso, o fósforo é componente dos fosfolipídeos. Neste artigo, falaremos sobre a fosfatagem no cafeeiro.   &#160; Sem tempo para ler agora? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fósforo é componente da molécula de ATP (Adenosina Trifosfato). Ele atua no armazenamento e transferência de energia para as reações bioquímicas e tem um importante papel na fotossíntese e respiração de plantas. Além disso, o fósforo é componente dos fosfolipídeos.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, falaremos sobre a fosfatagem no cafeeiro.  </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</script></p>
</div>
<h2>Absorção de fósforo (P) no solo</h2>
<p>A absorção de P é feita por<strong> difusão</strong>, caracterizada pelo movimento de íons em direção a raiz, em virtude do gradiente de concentração gerado na superfície radicular.</p>
<p>O fósforo pode ser absorvido pelas formas: <strong>HPO42- e H2PO4-</strong> sendo esta última mais absorvida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22446 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-1.jpg" alt="Tabela das formas em que o fósforo é mais predominante." width="662" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-1.jpg 662w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-1-300x47.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-1-370x58.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-1-270x42.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-1-150x24.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 662px) 100vw, 662px" /></p>
<p>Devido aos solos brasileiros serem altamente intemperizados (argila 1:1) e com elevados teores de óxidos de ferro e alumínio, ocorre elevada fixação do fósforo no solo, dessa forma, o solo tem papel de dreno de fósforo, não deixando esse nutriente disponível para absorção pelas plantas.</p>
<h2>Deficiência de fósforo no cafeeiro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sintomas de deficiência de fósforo aparecem inicialmente em folhas velhas, devido à mobilidade desse <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">nutriente</a></strong>.</span></p>
<p>É caracterizado por folhas verdes e sem brilho, podem amarelecer e apresentar grandes manchas pardas ou violáceas na ponta e no meio.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22447 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-2.jpg" alt="Planta com a folha com deficiência de fósforo" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/fosforo-no-cafe-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>A deficiência de fósforo resulta em diminuição na produção de ATP e NADPH, menor carboxilação e regeneração da RuBP, comprometendo assim a atividade fotossintética das plantas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Recomendação de adubação com fósforo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para recomendação de adubação com fósforo em lavouras de café:</span></p>
<ul>
<li>Quando utilizado o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mehlich-1-e-resina/" target="_blank" rel="noopener">extrator Mehlich 1</a></strong> os técnicos trabalham com um intervalo entre o mínimo de fósforo no solo sendo 15 mg/dm3 e um ideal de 25 mg/dm3.</li>
<li>Já se utilizado o extrator Resina tem-se trabalhado com teores acima de 30 ou 40 mg/dm³ no solo.</li>
</ul>
<p>Para elevar o nível de fósforo no solo, calcula-se com base na tabela a seguir. Variando a quantidade de P2O5 com base no teor de argila e no extrator utilizado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41815 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-valores-ct.png" alt="Tabela com valores do fator CT (capacidade tampão de fósforo) para estimar a dose do adubo fosfatado, em função do teor de argila no solo, para os métodos de Mehlich 1 e resina. " width="577" height="263" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-valores-ct.png 577w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-valores-ct-300x137.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-valores-ct-370x169.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-valores-ct-270x123.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-valores-ct-150x68.png 150w" sizes="auto, (max-width: 577px) 100vw, 577px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Valores do fator CT (capacidade tampão de fósforo) para estimar a dose do adubo fosfatado, em função do teor de argila no solo, para os métodos de Mehlich 1 e resina. Fonte: Adaptado de Souza et al., 2007.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, se um solo possui 40% de argila, e for utilizado o extrator Mehlich 1 é necessário utilizar 30 kg P</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">O</span><span style="font-weight: 400;">5</span><span style="font-weight: 400;">/ha para elevar 1 mg/dm</span><span style="font-weight: 400;">3</span><span style="font-weight: 400;"> de fósforo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já se o extrator for resina, e o solo possuir o mesmo teor de argila de 40%, é necessário utilizar 14 kg P</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">O</span><span style="font-weight: 400;">5</span><span style="font-weight: 400;">/ha para elevar 1 mg/dm</span><span style="font-weight: 400;">3</span><span style="font-weight: 400;"> de fósforo.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3>Exemplo 1: cálculo de recomendação de fósforo, com extrator Mehlich 1</h3>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-weight: 400;">Teor de P no solo: 18 mg/dm</span><span style="font-weight: 400;">3</span><span style="font-weight: 400;"> (extrator Mehlich 1)</span></span></li>
<li><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;">Teor de argila: 40%</span></li>
</ul>
<p>Quero atingir 25 mg/dm3 no solo e tenho 18 mg/ dm3:</p>
<p style="text-align: center;"><em>25 mg/dm3 (quero atingir) – 18 mg/ dm3 (tenho no solo) = 7 mg/ dm3 (preciso aumentar 7 mg/ dm3 )</em>.</p>
<p>De acordo com a tabela utilizando o extrator Mehlich 1 é necessário utilizar 30 kg P2O5/ha para elevar 1 mg/dm3 de fósforo, então:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Elevar 1 mg/dm3 ______ 30 kg P2O5/ha </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Elevar 7 mg/ dm3 ______    X</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>X= 210 kg P2O5/ha </em></p>
<p>Dessa forma, é necessário 210 kg de P2O5/ha</p>
<p>Se a fonte utilizada for o Superfosfato simples, que contém 18% de P2O5 :</p>
<p style="text-align: center;"><em>100 kg de SS _____ 18 kg de P2O5</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>            X           _____ 210 kg de P2O5</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>            <strong>X = 1.166,6 kg de superfosfato simples</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>           X= 1,16 toneladas</em></strong></p>
<h3>Exemplo 2: cálculo de recomendação de fósforo, com extrator resina</h3>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;">Teor de P no solo: 29 mg/dm3 (extrator resina)</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;">Teor de argila: 40%</span></li>
</ul>
<p>Quero atingir 40 mg/dm3 no solo e tenho 29 mg/ dm3:</p>
<p style="text-align: center;"><em>40 mg/dm3 (quero atingir) – 29 mg/ dm3 (tenho no solo) = 11 mg/ dm3 (preciso aumentar 11 mg/ dm3 ). </em></p>
<p>De acordo com a tabela utilizando o extrator Resina é necessário utilizar 14 kg P2O5/ha para elevar 1 mg/dm3 de fósforo, então:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Elevar 1 mg/dm3 ______ 14 kg P2O5/ha </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Elevar 11 mg/ dm3 ______    X</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>X= 154 kg P2O5/ha</em></p>
<p>Dessa forma, é necessário 154 kg de P2O5/ha</p>
<p>Se a fonte utilizada for o MAP, que contém 48% de P2O5 :</p>
<p style="text-align: center;"><em>100 kg de MAP _____ 48 kg de P2O5</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>           X           _____ 154 kg de P2O5</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>           <strong>X= 320,8 kg de MAP</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>          X =0,32 toneladas</em></strong></p>
<h2>Fontes de fósforo</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41816 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-fontes-fosforo.png" alt="Tabela com as fontes de fertilizantes fosfatados" width="511" height="260" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-fontes-fosforo.png 511w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-fontes-fosforo-300x153.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-fontes-fosforo-370x188.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-fontes-fosforo-270x137.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-fontes-fosforo-150x76.png 150w" sizes="auto, (max-width: 511px) 100vw, 511px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fontes de fertilizantes fosfatados que podem ser utilizados</span></p>
<h3>Fatores que afetam a disponibilidade de fósforo</h3>
<ol>
<li>Quantidade de argila;</li>
<li>Teor de <a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>matéria orgânica</strong>;</a></li>
<li>pH;</li>
<li>Teor de cálcio;</li>
<li>Ferro trivalente e alumínio.</li>
</ol>
<p>Estudos sugerem a relação da matéria orgânica com a diminuição da adsorção de fósforo no solo, devido à liberação de ácidos que competem com os sítios de adsorção de P.</p>
<p>Uma vez que, os ácidos possuem cargas negativas, que competem com os fosfatos, aumentando assim a disponibilidade de P para as plantas.</p>
<h2>Extratores</h2>
<h3>Mehlich 1</h3>
<p>A diferença entre os extratores Mehlich 1 e Resina é que o método de Mehlich 1 (ácido clorídrico + ácido sulfúrico) <strong>utiliza um extrator fortemente ácido, dessa forma, esse método pode extrair o fósforo ligado ao cálcio, que não está disponível para as plantas</strong>.</p>
<p>Por isso, solos adubados com fosfatos de baixa solubilidade, como fosfatos naturais, e com a utilização desses extratores ácidos podem extrair quantidades de fósforo superiores àquelas consideradas disponíveis.</p>
<p>Além disso, em solos argilosos, esse mesmo extrator, pode subestimar os valores de P disponíveis, apresentando valores menores devido ao fato de os extratores serem mais desgastados nesses solos, quando comparados aos solos arenosos.</p>
<h3>Resina</h3>
<p>Já o extrator Resina fundamenta-se na premissa de <strong>simular o comportamento do sistema radicular das plantas na absorção de fósforo do solo</strong>.</p>
<p>Esse processo gera a adsorção de P na solução nas cargas positivas da resina e, como consequência, há a remoção do P adsorvido na superfície das partículas do solo.</p>
<p>Dessa forma, a resina não superestima a disponibilidade de P em solos tratados com fosfatos naturais, como ocorre com os extratores ácidos.</p>
<h3>Estudo com extratores Mehlich 1 x Resina</h3>
<p>Este trabalho mostra a eficiência do extrator resina.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41817 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos.png" alt="Tabela com comparação de métodos resina, olsen, mehlich 1 e bray 1 em 70 trabalhos " width="800" height="239" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos.png 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos-300x90.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos-768x229.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos-370x111.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos-270x81.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos-740x221.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-comparacao-metodos-150x45.png 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Comparação de métodos 70 trabalhos (Silva e Raij, 1999). Fonte: RAIJ</span></p>
<p>Este trabalho mostra o comportamento dos extratores em 4 experimentos de calagem, sendo observado o extrator resina mais sensível que o extrator mehlich 1, que não apresentou diferenças estatísticas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41818 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-experimento-calagem.png" alt="Tabela do fósforo no solo em experimento de calagem com soja." width="737" height="246" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-experimento-calagem.png 737w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-experimento-calagem-300x100.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-experimento-calagem-370x124.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-experimento-calagem-270x90.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/tabela-experimento-calagem-150x50.png 150w" sizes="auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">P no solo em experimento de calagem – com soja – Ribeirão Preto SP. Fonte: RAIJ</span></p>
<h2>Época de aplicação de fósforo</h2>
<p>A aplicação do adubo fosfatado é realizada normalmente nos meses de outubro e novembro. No entanto, quando necessária a prática da <strong>calagem nos solos</strong>, deve-se ficar atento com a aplicação desse fertilizante.</p>
<p>Por isso, quando possível é recomendada antecipadamente <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/" target="_blank" rel="noopener">a aplicação de calcário</a></strong> nos meses de abril/maio, para que no início da safra, setembro e outubro, possa ser aplicado sem problemas.</p>
<h3>Fósforo no plantio</h3>
<p>Deve-se aproveitar o período de plantio para aplicação do fósforo no sulco, isso porque esse nutriente apresenta grande interação com o solo, dessa forma, <strong>nessa fase é importante sua colocação próxima às raízes do cafeeiro</strong>, pois por ser uma cultura perene, dificilmente terá outra oportunidade de colocá-lo neste local.</p>
<p>Para essa aplicação, é importante ter o cuidado somente com a aplicação do adubo fosfatado com o calcário, devido a sua complexação acarretar indisponibilidade das plantas.</p>
<h2>Transforme o manejo nutricional em mais produtividade e lucro</h2>
<p>O fósforo é essencial para o bom desenvolvimento do cafeeiro e a sua falta pode comprometer seriamente o desempenho da lavoura. Garantir a adubação correta exige conhecimento técnico e decisões bem fundamentadas para evitar perdas e alcançar mais eficiência.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar melhor as necessidades da lavoura, planejar a nutrição de forma estratégica e aplicar técnicas de gestão que aumentam a qualidade e a rentabilidade do café.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Aplicação de insumos agrícolas em taxa variável: como realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/taxa-variavel-de-insumos-agricolas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/taxa-variavel-de-insumos-agricolas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2020 18:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia de aplicação em taxa variável (ATV) é qualquer ferramenta ou sistema que permite ao agricultor variar a taxa de insumos agrícolas. É a pedra angular da agricultura de precisão e, combinada com outros avanços tecnológicos, impulsiona a agricultura a um ritmo acelerado de velocidade e crescimento. Sistemas de GNSS e monitoramento de dados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia de <strong>aplicação em taxa variável (ATV)</strong> é qualquer ferramenta ou sistema que permite ao agricultor variar a taxa de insumos agrícolas.</p>
<p>É a pedra angular da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">agricultura de precisão</a></strong> e, combinada com outros avanços tecnológicos, impulsiona a agricultura a um ritmo acelerado de velocidade e crescimento.</p>
<p>Sistemas de GNSS e monitoramento de dados é outra área que mostra crescimento exponencial. Essa tecnologia teve primeiro praticidade nas indústrias automotiva e de aviação, mas agora a agricultura está se beneficiando dela de maneiras que outras indústrias não conseguem.</p>
<p>Os agricultores estão mapeando os detalhes mais complexos de suas terras, aprendendo mais sobre suas fazendas e aumentando significativamente a produtividade como resultado.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Prática da aplicação em taxa variável</h2>
<p>A ATV tem muitas aplicações práticas em todo o setor agrícola e isso começou a aparecer financeiramente, tanto para os agricultores que o utilizam quanto para as empresas de tecnologia que o vendem, que não devem ser ignoradas.</p>
<p>Além disso, com o aumento da demanda da comunidade global atual, não demorará muito para que <strong>a aplicação em taxa variável seja compensado pela produtividade</strong>.</p>
<p>As informações usadas para variar as taxas podem ser baseadas em mapas criados a partir de relatórios de observação, arquivos de monitor de produtividade e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener">dados de sensoriamento remoto</a></strong>. Diferentes tipos de informações são usados para diferentes problemas.</p>
<p>Por exemplo, para variar as taxas de semeadura, os arquivos de dados do monitor de rendimento arquivado podem ser usados para criar mapas de taxas de semeadura da zona de manejo, enquanto a coleta e o processamento em tempo real das informações de reflectância da cultura podem ser usados para variar as taxas de nitrogênio durante o cultivo.</p>
<p>No Brasil, a prática da aplicação em taxa variável é realizada basicamente pelo <strong>gerenciamento da fertilidade do solo, com base em amostragem georreferenciada</strong> (amostragens em grade), considerando apenas o solo, e ATV basicamente de calcário, potássio, fósforo e gesso.</p>
<p>Independentemente da abordagem, todos os sistemas de precisão de taxa variável exigem a coleta de informações precisas, configuração adequada dos sistemas de localização e orientação e calibração do equipamento usado para aplicar os insumos.</p>
<p>Como os cálculos usados para determinar a taxa desejada não interessam ao equipamento, todos os cálculos devem ser verificados quanto à precisão. O equipamento fará o que é comunicado pela prescrição baseada em mapa ou pelas leituras dos sensores em movimento, realizadas no campo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologias-voltadas-para-adubacao-na-agricultura?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-tecnologias-adubacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39620 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png" alt="E-book Tecnologias para adubação na agricultura" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Abordagens da aplicação em taxa variável</h2>
<p>Para utilização da ATV deve-se considerar:</p>
<ul>
<li>A variabilidade espacial do tipo de solo;</li>
<li>Matéria orgânica;</li>
<li>Necessidades de nutrientes;</li>
<li>Produtividade;</li>
<li>Pragas e doenças.</li>
</ul>
<p>As abordagens de ATV baseadas em mapas e baseadas em sensores são comumente usadas para aplicar <strong>tratamentos variáveis</strong>.</p>
<p>Na <strong>abordagem baseada em mapas</strong>, os mapas são usados para identificar onde e quanto de um determinado insumo é aplicado. Na <strong>abordagem baseada em sensor</strong>, informações em tempo real são usadas para controlar onde e quanto de um determinado insumo é necessário.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41647" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel.png" alt="Abordagens aplicando taxa variável" width="912" height="478" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel.png 912w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel-300x157.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel-768x403.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel-370x194.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel-270x142.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel-570x300.png 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel-740x388.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/abordagens-taxa-variavel-150x79.png 150w" sizes="auto, (max-width: 912px) 100vw, 912px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; text-align: center;">Fonte: Ahmad (2018).</span></p>
<p>Os dados para a abordagem baseada em mapas podem ser coletados de várias maneiras diferentes, incluindo:</p>
<ul>
<li>Amostragem de ponto em grade regular;</li>
<li>Amostras aleatórias de unidades de gerenciamento;</li>
<li>Dados arquivados do monitor de produtividade.</li>
</ul>
<p>Diferentes técnicas de análise são necessárias para diferentes problemas. Independentemente da abordagem de agricultura de precisão utilizada, o objetivo deve ser a <strong>melhoria da sustentabilidade econômica e ambiental do sistema de produção.</strong></p>
<p>As semeadoras multi-híbrido/cultivares fornecem a capacidade de combinar a cultivar com o habitat do solo. Por exemplo, cultivares resistentes a doenças podem ser semeadas em áreas de campo com alta probabilidade de problemas de doenças.</p>
<p>Para que essa abordagem produza um benefício econômico, o campo deve conter uma quantidade substancial de variabilidade no campo e as cultivares devem ter diferenças genéticas que as tornem mais adequadas para uma área específica.</p>
<p>A seleção das diferentes zonas pode ser baseada em um conjunto de mapas de produtividade, mapas de pragas e doenças ou fatores do solo que possam limitar a disponibilidade de drenagem ou nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21621 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/taxa-variavel.jpg" alt="Aplicação em taxa variável" width="699" height="570" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/taxa-variavel.jpg 699w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/taxa-variavel-300x245.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/taxa-variavel-370x302.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/taxa-variavel-270x220.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/taxa-variavel-368x300.jpg 368w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/taxa-variavel-150x122.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 699px) 100vw, 699px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Sharda (2018).</span></p>
<p>A detecção em tempo real utiliza <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">sensores ópticos</a></strong> para medir as condições de colheita na estação. Os índices de refletância da planta podem ser usados para reduzir a complexidade dos dados.</p>
<p>Atualmente, tem sido utilizado o <a href="https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>índice vegetativo de diferença normalizada (NDVI)</strong></a>, baseado na refletância das plantas nas faixas vermelha e infravermelha próxima (NIR). O sensor de reflectância é promissor, pois fornece informações imediatas relacionadas ao estresse das plantas.</p>
<p>Na aplicação em taxa variável com <a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>herbicida</strong></a>, em um campo contendo alta variabilidade espacial de ervas daninhas, a ATV pode reduzir a quantidade de herbicidas aplicados no campo em até 60%.</p>
<p>Um bom exemplo de implementação bem-sucedida de informações de sensoriamento de reflectância remota em tempo real é o uso da tecnologia de ATV para aplicações nitrogenadas. O teste dessa tecnologia em milho, trigo e algodão mostra que a tecnologia pode aumentar a rentabilidade.</p>
<p>Para esta aplicação, é essencial que todas as taxas sejam verificadas porque a máquina não consegue distinguir entre taxas &#8220;sãs&#8221; e taxas razoáveis. Os sistemas de controle eletrônico de taxa são projetados para ajustar automaticamente taxas instantâneas de aplicação resultantes de alterações nos parâmetros operacionais da máquina e de campo.</p>
<h2>Principais parâmetros operacionais da máquina</h2>
<p>Normalmente, parâmetros de operação da máquina, como <strong>velocidade de deslocamento, largura da faixa de aplicação; e a taxa de aplicação de destino específica</strong> são usadas para calcular a taxa em cada ponto do campo. A capacidade de aplicar em ATV depende da capacidade do equipamento.</p>
<p>A principal responsabilidade da unidade de controle de aplicativos é vincular o mapa de prescrição ou a taxa do algoritmo do sensor à localização, orientação e velocidade atuais da máquina.</p>
<p>O sinal de controle resultante geralmente é uma taxa de rotação, taxa de fluxo ou taxa de transportador que alcançará a colocação do produto desejada.</p>
<p>A exatidão e precisão de um tratamento de taxa variável depende de um sistema de controle capaz de ajustar as taxas de aplicação instantânea com base em alterações no estilo de condução do operador, nos parâmetros operacionais da máquina, nas características do produto e no tempo de resposta do equipamento.</p>
<p>À medida que avançamos em direção à coleta de dados espaciais e temporais em grande volume, também é necessária a <strong>integração automática de dados com os sistemas de análise de dados</strong>.</p>
<p>Os produtores podem se beneficiar de modelos de previsão com base local, onde os técnicos podem avaliar os benefícios potenciais de diferentes estratégias de gerenciamento. A agricultura futura também precisaria de pequenos sistemas aéreos e terrestres não tripulados, que possam explorar automaticamente e coletar dados sobre plantas e do solo.</p>
<p>No geral, é necessária a total integração de fontes de informação, análises e tecnologias de aplicação para que os produtores possam utilizar tecnologias para maximizar os rendimentos com insumos ideais e impacto mínimo no meio ambiente para uma produção agrícola sustentável.</p>
<h2 data-start="91" data-end="168">Aprenda a aplicar a agricultura de precisão com segurança e rentabilidade</h2>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Ferrugem no trigo: como prevenir e controlar essa doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2020 18:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem]]></category>
		<category><![CDATA[folhas]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trigo está sempre entre os cinco cereais mais produzidos no mundo. Isso evidencia sua importância, mas o sucesso não se baseia apenas na comercialização dos grãos, mas também de seus derivados, como a farinha. O trigo no Brasil também tem grande destaque. No entanto, o clima e outras condições adversas acarretam em baixo volume [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O trigo está sempre entre os cinco cereais mais produzidos no mundo. Isso evidencia sua importância, mas o sucesso não se baseia apenas na comercialização dos grãos, mas também de seus derivados, como a farinha.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo no Brasil</a></strong> também tem grande destaque. No entanto, o clima e outras condições adversas acarretam em baixo volume de produção, o que acaba não atendendo ao consumo interno, nisso, cresce a demanda por importações do cereal.</p>
<p>Nosso clima tropical, por vezes, <strong>cria uma atmosfera desfavorável, como alta umidade ou chuvas em época de colheitas</strong> e muitos grãos acabam germinando mesmo na espiga! Essas condições climáticas, podem <strong>favorecer a ocorrência de doenças fúngicas, como a ferrugem,</strong> que trataremos neste artigo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<p>Considerada uma cultura de inverno, o trigo é atualmente cultivado nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná (porque juntos detêm cerca de 90% da produção total), Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. São poucos os Estados produtores, porque a cultura exige condições bem específicas, como temperaturas amenas, o que não é facilmente observado no país.</p>
<p>Assim, conduzir eficientemente o manejo nas lavouras é fundamental para a obtenção de uma produção que seja representativa a ponto de suprir as demandas internas do mercado. Com isso, é possível manter bons preços não apenas nos grãos, mas também nos produtos alimentícios à base de trigo.</p>
<h2>Prevenção e manejo da ferrugem no trigo</h2>
<p>O manejo adequado da lavoura é um dos métodos mais eficientes para a melhora na qualidade do grão e, consequentemente, maior produtividade.</p>
<p>Um dos principais pontos a se trabalhar é o bom <a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejo fitossanitário</strong></a>, controlando de forma correta e sustentável as <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a>, pragas e doenças. Afinal, há várias doenças, principalmente as fúngicas favorecidas pelo nosso clima e algumas podem até causar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/micotoxinas-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">micotoxinas no trigo</a></strong>.</p>
<p>Nesse sentido, este artigo tem como objetivo auxiliar na correta identificação de uma das principais doenças, que afeta a cultura do trigo, além de apontar condições climáticas favoráveis para o seu desenvolvimento e formas de controle.</p>
<p>Uma das principais doenças capazes de causar grandes prejuízos aos triticultores em praticamente todas as regiões produtoras, é a <strong>ferrugem da folha do trigo, causada pelo fungo (<i>Puccinia triticina</i>)</strong>.</p>
<p>Esta doença pode ser observada em todos os <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-do-estadio-fenologico-do-trigo-ciclo-de-desenvolvimento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estádios de desenvolvimento da cultura</strong></a>, desde a emergência até a maturação, e as perdas em rendimentos de grãos podem chegar a 63%, dependendo das condições climáticas, severidade, suscetibilidade do cultivar e virulência da raça do patógeno.</p>
<h2>Condições climáticas favoráveis para ocorrência da ferrugem da folha do trigo</h2>
<p>A dispersão dos esporos deste fungo é favorecida pelo vento, e a ocorrência da doença por condições de temperatura, as quais podem variar entre 15 e 20 °C, e elevada umidade relativa do ar.</p>
<p>Sobre diferentes temperaturas e período de molhamento foliar, o período de infecção deste patógeno pode mudar. Relata-se que, para condições de temperatura de 10ºC, o período de molhamento foliar deve ser de 10 a 12 horas contínuas, porém, quando a 20ºC, o período cai para 3 horas contínuas.</p>
<p>É possível perceber que existe uma grande dependência entre esses dois fatores para que a doença ocorra na lavoura. Portanto, o produtor deve ficar em alerta para essas condições, monitorando diariamente a previsão do tempo para garantir um controle efetivo nas áreas.</p>
<h2>Identificação da doença a campo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ferrugem é caracterizada pelo aparecimento de pústulas de formato ovalado, com esporos de coloração variando de amarelo-escuro a marrom-avermelhado, encontradas sobre a superfície foliar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na imagem a seguir, é possível observar essas pústulas ovaladas na folha, na cor característica de ferrugem, como citado no parágrafo anterior.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12020" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo.jpg" alt="Ferrugem na folha do trigo" width="600" height="299" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo.jpg 611w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-300x149.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-370x184.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-270x134.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA</span></p>
<h3>Sobrevivência do patógeno na lavoura</h3>
<p>O fungo <i>Puccinia </i>é considerado biotrófico, ou seja, significa que ele apenas sobrevive parasitando algum hospedeiro vivo, principalmente tigueras de trigo presentes na lavoura.</p>
<p>Devido à sua sobrevivência, as folhas de trigo não são levadas à senescência, portanto. Assim, com o aumento de sua incidência sobre o tecido vegetal, a fotossíntese é afetada e consequentemente, a produtividade também.</p>
<h3>Escala diagramática da ferrugem da folha</h3>
<p>Como essa doença afeta bem a cultura do trigo, é necessário proceder a uma avaliação da lavoura e isso ocorre por meio de amostragens das folhas. É preciso definir uma quantidade representativa de toda a área e isso vai de caso a caso.</p>
<p>De acordo com a literatura, se for obtido 10-15% de incidência (presença) do fungo, pode-se optar em fazer o controle químico.</p>
<p>Outra forma de monitorar esta doença é através do uso da escala diagramática, criada para auxiliar na avaliação da incidência e severidade do patógeno e na eficiência de controle utilizado.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12021" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-1.jpg" alt="Escala de severidade da ferrugem na folha do trigo" width="600" height="381" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-1.jpg 626w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-1-300x190.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-1-370x235.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/ferrugem-folha-do-trigo-1-270x171.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: ALVES et al., (2015)</span></p>
<p>A imagem acima mostra, de forma esquematizada, a escala de severidade da doença na folha, indo de 0,1% a 95%, que é o grau máximo de severidade desse fungo na cultura.</p>
<h2>Métodos de controle da ferrugem da folha do trigo</h2>
<p>Para se obter um manejo eficiente da ferrugem da folha do trigo deve-se integrar os seguintes pontos:</p>
<ol>
<li><strong>Uso de cultivar resistente</strong> – esse método é bastante eficaz, relativamente barato, seguro e mais consistente, já que é uma ação preventiva;</li>
<li><strong>Eliminação de plantas voluntárias</strong>, especialmente tigueras de trigo, ainda mais se for em regiões do Sul, onde a janela de plantio é bem extensa – nesse caso, é uma medida quase preventiva também, já que essas plantas voluntárias e a tigueira são hospedeiras desse fungo;</li>
<li><strong>Tratamento de sementes</strong> – também é uma medida preventiva e eficaz, pois permite uma maior proteção às plantas e possibilita a redução de uma operação de pulverização;</li>
<li><strong>Controle químico com uso de triazóis e mistura de triazóis com estrobilurina</strong> – nesse caso já é uma medida de intervenção, quando a lavoura já está implantada e foi constatado a presença e a avaliação mostrou-se necessária essa intervenção;</li>
<li><strong>Rotação de culturas</strong> – de certa forma, também é uma medida preventiva, porém a longo prazo, pois esta prática evita a permanência da doença na lavoura e sucessivamente.</li>
</ol>
<p>Agora você sabe bem a importância de avaliar a severidade da ferrugem da folha no trigo, e seu grande impacto sobre a produtividade.</p>
<p>Apesar da ferrugem ocasionar perdas significativas nessa cultura, sua principal doença é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener"><i>Giberella zeae</i></a></strong>, encontrada em 60% dos levantamentos em campo e que, se não controlada, permanece nos restos culturais e pode comprometer a próxima safra! Então, fique atento!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/">Ferrugem no trigo: como prevenir e controlar essa doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estádios fenológicos da soja: quais são e suas características</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 14:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe identificar cada fase da soja? Este conhecimento permite uma decisão mais assertiva durante todo o processo produtivo, e isso reflete em uma maior qualidade da semente, consequentemente uma maior produtividade e mais lucro! Por isso, reunimos neste texto um detalhamento dos estádios fenológicos da soja e, os momentos “chave” de maior sensibilidade a estresses [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe identificar cada fase da soja? Este conhecimento permite uma decisão mais assertiva durante todo o processo produtivo, e isso reflete em uma maior <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade da semente</a></strong>, consequentemente uma maior produtividade e mais lucro!</p>
<p>Por isso, reunimos neste texto um detalhamento dos<strong> estádios fenológicos da soja</strong> e, os momentos “chave” de maior sensibilidade a estresses hídricos, para realizar monitoramento/controle de pragas, <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e plantas daninhas, visando altas produtividades e melhor utilização de recursos.</p>
<h2>Períodos de desenvolvimento da soja</h2>
<p>O desenvolvimento da soja pode ser dividido em dois momentos importantes:</p>
<ol>
<li><strong>O período vegetativo (V)</strong>, onde a planta está priorizando o seu crescimento e acúmulo de reservas.</li>
<li><strong>O período reprodutivo (R)</strong> onde as flores se desenvolvem e inicia-se a formação do produto de interesse: o grão.</li>
</ol>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Estádio vegetativo (V)</h2>
<p>O período vegetativo é subdivido e suas denominações podem ser com letras seguidas do (V) ou números.</p>
<p>Após a semeadura da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivar de soja</a></strong>, bem como os tratos culturais necessários, como adubação potássica e o processo de embebição dessas sementes, dá-se início ao processo germinativo e ao período vegetativo, fique atento.</p>
<h3>Estádio VE</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Período de emergência da plântula, onde os cotilédones ficam acima do solo, o que a caracteriza como germinação epígea. Neste momento, a presença de pombas na área pode levar a uma redução do estande. É um período crítico também ao ataque de patógenos e pragas de solo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11792 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-1.jpg" alt="Período de emergência da plântula" width="333" height="275" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-1.jpg 333w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-1-300x248.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-1-270x223.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 333px) 100vw, 333px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Normam Neumaier</span></p>
<h3>Estádio VC</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Cotiledonar, onde os cotilédones se encontram totalmente desenvolvidos e completamente abertos, curvados para baixo e os bordos das folhas unifolioladas não mais se tocam. Esse período pode durar de 3 a 10 dias. Período crítico também ao ataque de patógenos e pragas de solo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11793" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-2.jpg" alt="Período cotiledonar" width="346" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-2.jpg 346w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-2-300x246.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-2-270x222.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 346px) 100vw, 346px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Normam Neumaier</span></p>
<h3>Estádio V1</h3>
<p>Completo desenvolvimento das folhas unifolioladas e a primeira folha trifoliolada com os bordos não mais se tocando. <strong>Caracterizado e identificado também pelo primeiro nó. </strong></p>
<p>Nesta fase, os patógenos de solo e pragas como coleópteros podem afetar o estabelecimento da cultura.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11794 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-3.jpg" alt="Estágio V1 da soja" width="367" height="298" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-3.jpg 367w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-3-300x244.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-3-270x219.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Normam Neumaier</span></p>
<h3>Estádio V2</h3>
<p>Pode ser definido como o segundo nó ou a segunda folha trifoliolada, em que os bordos não mais se tocam. Do estádio V1 ao V2, é que se dá o <strong>início da nodulação e o processo de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN)</strong>, portanto, neste momento deve ser observado de 4 a 8 nódulos por planta.</p>
<p>No estádio V2, o ataque de pragas e doenças de solo também devem ser monitorados e a partir daqui inicia-se o período de matocompetição, ou seja, plantas daninhas podem passar a competir com a soja por recursos (água, nutrientes e espaço).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11795 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-4.jpg" alt="Estádio V2 da soja" width="374" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-4.jpg 374w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-4-300x256.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-4-370x316.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-4-270x230.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-4-352x300.jpg 352w" sizes="auto, (max-width: 374px) 100vw, 374px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Normam Neumaier</span></p>
<h3>Estádios V3 e V4<span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p>A planta apresenta 3 nós e a terceira folha trifoliolada já se encontra com os bordos não mais se tocando e 4 nós e a quarta folha trifoliolada, com bordos não mais se tocando, respectivamente.</p>
<p>Neste período compreendido entre V3 e V4, a presença de nódulos deverá aumentar onde serão observados no mínimo 10 nódulos por planta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11796" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-5.jpg" alt="Estágio V3 da soja" width="280" height="363" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-5.jpg 280w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-5-231x300.jpg 231w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-5-270x350.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px" /></p>
<h3>Estádio V5<span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p>A planta apresenta 5 nós e, neste momento, define-se a partir de processos fisiológicos, o potencial de nós que a planta poderá ter. Cada nó será responsável por um ramo lateral, cujas vagens serão formadas, portanto, este período é importante para definição do potencial da cultura.</p>
<h3>Estádio Vn</h3>
<p>Enésimo nó, este é o estádio anterior ao surgimento de flores e entrada no período reprodutivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39626 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png" alt="Guia Principais pragas da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Estádio Reprodutivo (R)</h2>
<h3>Estádio R1</h3>
<p>Início do florescimento, ao menos uma flor aberta em qualquer parte da haste principal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11797 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-6.jpg" alt="Estágio R1 da soja" width="370" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-6.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-6-300x190.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-6-270x171.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fontes: Danilo Estevão e IPNI</span></p>
<h3>Estádio R2</h3>
<p>Florescimento pleno e uma flor aberta em um dos 2 últimos nós do caule, com folha completamente desenvolvida.</p>
<p>No período compreendido entre R1 e R2, a planta se encontra mais sensível ao ataque de insetos praga, portanto, o monitoramento deve ser constante.</p>
<p>A partir de R2, <strong>inicia-se a rápida acumulação de matéria seca e de nutrientes na planta</strong>, sendo este, o período recomendado para fazer a coleta de folhas para análise dos teores de nutrientes foliares e avaliação da qualidade nutricional do solo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-7.jpg" alt="Estágio R2 da soja" width="370" height="218" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-7.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-7-300x177.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-7-270x159.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fontes: Danilo Estevão e IPNI</span></p>
<h3>Estádio R3</h3>
<p>Início do desenvolvimento das vagens, conhecido também como fase de canivetinho, onde as vagens apresentam até 5 mm de comprimento.</p>
<p>Este estádio é de grande importância para a definição de componentes de rendimento da planta, como número de vagens por planta. É também um período sensível às condições ambientais, onde o estresse hídrico pode causar abortamento de vagens.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11799" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-8.jpg" alt="Estágio R3 da soja" width="370" height="235" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-8.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-8-300x191.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-8-270x171.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fontes: Danilo Estevão e IPNI</span></p>
<h3>Estádio R4</h3>
<p>Vagens completamente desenvolvidas e apresentando cerca de 2 cm de comprimento em um dos 4 últimos nós do caule, com folha completamente desenvolvida.</p>
<p><strong>A partir desse estádio, até R5.5, ocorre rápida acumulação de matéria seca pelas vagens.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11800" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-9.jpg" alt="Estágio R4 da soja" width="370" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-9.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-9-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-9-270x158.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 8pt;">Fontes: Danilo Estevão e IPNI</span></p>
<h3>Estádio R5<span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p>Início da formação e rápido enchimento dos grãos, onde ocorre redistribuição de matéria seca e nutrientes das partes vegetativas para os grãos.</p>
<p><strong>O estádio fenológico da soja R5 é subdividido em 5 pontos</strong>, onde correspondem ao enchimento dos grãos até atingirem seu tamanho potencial. Ataques de sugadores como percevejos é um grande limitante para o potencial produtivo.</p>
<p>Quando os ataques são nos estádios iniciais de R5 pode não haver formação de grãos e nos estádios mais tardios de R5 poderá ocorrer a redução do tamanho e peso dos grãos. Além disso, condições de estresse também poderão reduzir o peso dos grãos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11801" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-10.jpg" alt="Estádio R5 da soja" width="370" height="271" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-10.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-10-300x220.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-10-270x198.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-10-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<ul>
<li>R5.1 – grãos perceptíveis ao tato, equivalente à 10% da granação;</li>
<li>R5.2 – Granação de 11 a 25%;</li>
<li>R.3 – Granação de 26 a 50%;</li>
<li>R5.4 – Granação de 51 a 75%;</li>
<li>R5.5 – Granação de 76 a 100%.</li>
</ul>
<h3>Estádio R6</h3>
<p>Grão verde ou vagem cheia, nesta fase o grão ocupa toda a cavidade da vagem. O rápido amarelecimento das folhas (senescência) começa após este estádio e continua acentuadamente até R8.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11802" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-11.jpg" alt="Estádio R6 da soja" width="370" height="235" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-11.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-11-300x191.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-11-270x171.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: IPNI</span></p>
<h3>Estádio R7</h3>
<p>Início da maturação fisiológica dos grãos, neste período será observado ao menos uma vagem madura, localizada na haste principal, com coloração marrom ou palha.</p>
<p>A maturidade ocorre quando se cessa o acúmulo de matéria seca. Nesta fase, os grãos apresentam cerca de 60% de umidade e a partir daqui à umidade tende a cair.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11803" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-12.jpg" alt="Estádio R7 da soja" width="304" height="206" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-12.jpg 304w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-12-300x203.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/estadio-fenologico-soja-12-270x183.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 304px) 100vw, 304px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: IPNI</span></p>
<h3>Estádio R8<span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p>Maturidade completa: neste período 95% das vagens encontram-se maduras e serão necessários cerca de 5 a 10 dias para que a umidade atinja 15% ou menos.</p>
<p>Desta forma, o momento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">colheita dos grãos</a></strong> é crucial e a umidade adequada para esta tarefa é de 13%. Colheita com umidade pouco acima desse valor pode ser considerada, devendo lembrar que os custos com secagem para posterior armazenamento serão incluídos.</p>
<p>Dicas importantes para o momento da colheita para evitar perdas na lavoura e qualidade do grão:</p>
<ul>
<li>Velocidade adequada;</li>
<li>Verificar abertura do côncavo da colhedora;</li>
<li>Avaliar velocidade do cilindro;</li>
<li>Aferir as peneiras e velocidade do ar de ventilação;</li>
<li>Regular altura de corte a fim de minimizar perdas.</li>
</ul>
<p>Fique atento! Agora você já sabe todos os estádios fenológicos da soja, bem como as peculiaridades que podem acometer a lavoura em cada um deles.</p>
<p>No entanto, existem doenças, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">mancha-alvo</a></strong>, que podem aparecer em qualquer um desses estádios e é preciso ficar atento.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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		<title>Trigo no Brasil: origem e histórico do cultivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 16:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado nacional é rico em oportunidades aos triticultores, devido à forte demanda, que por sua vez é baseada no alto consumo do grão e seus derivados. Nisso, produtores brasileiros de trigo estão sempre acompanhando os preços internacionais, já que na maioria das vezes importamos. O trigo (Triticum sp.) é uma cultura de grande importância econômica e alimentícia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado nacional é rico em oportunidades aos triticultores, devido à forte demanda, que por sua vez é baseada no alto consumo do grão e seus derivados. Nisso, produtores brasileiros de trigo estão sempre acompanhando os preços internacionais, já que na maioria das vezes importamos.</p>
<p>O <strong>trigo (<i>Triticum</i> sp.) é uma cultura de grande importância econômica e alimentícia</strong>, pois faz parte da dieta de praticamente toda a população mundial.</p>
<p>Hoje, boa parte do trigo é plantado em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong>, também com rotações de cultura. No entanto, historicamente o cultivo e a origem do trigo estão diretamente relacionados com a história e evolução da humanidade, o que demorou em partes sua domesticação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Origem e história do trigo</h2>
<p>Ao contrário da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">origem do milho</a></strong>, que veio das Américas, alguns pesquisadores acreditam que o trigo originou de gramíneas silvestres, desenvolvidas às margens dos rios Eufrates e Tigre, na Ásia, entre 10.000 a 15.000 a.C.</p>
<p>Os primeiros relatos do registro de trigo domesticado (trigo-<i>einkorn</i> e trigo-amidoreiro) datam de 9.500 a.C. Percebe-se, então, a relação entre a evolução da humanidade e o cultivo dessa gramínea.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12022" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo.jpg" alt="Lavoura de trigo" width="500" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo.jpg 1500w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-1024x683.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-768x512.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-740x493.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Os produtos derivados do trigo são variados e sua importância principal é pela <strong>qualidade e quantidade de proteínas.</strong></p>
<p>Relatos apontam que o primeiro pão foi feito ainda na Idade da Pedra, por habitantes de um lago suíço, há mais de 8.000 anos. Já o pão a partir de uma massa fermentada, é atribuído aos egípcios há 5.000 anos.</p>
<h2>A chegada do trigo no Brasil</h2>
<p>Apesar do uso do trigo, e seus derivados, ser antigo, o cultivo deste cereal nas Américas ocorreu na era d.C. No Brasil ele foi introduzido por volta de 1534, no período colonial na Capitania Hereditária de São Vicente, que atualmente é o Estado de São Paulo.</p>
<p>Esta primeira iniciativa de cultivo teve pouco sucesso devido às condições climáticas, mas quando o cultivo migrou para o Sul do país, com clima e solo em condições favoráveis ao desenvolvimento da cultura, tiveram <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">colheitas</a></strong> mais satisfatórias.</p>
<p>O cultivo de trigo no Brasil tem <strong>um histórico de altos e baixos devido a fatores fitossanitários e políticos</strong>. No século XVIII, o trigo quase desapareceu do país, pelo surgimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">ferrugem da folha</a></strong>, doença cujas perdas podem chegar a 60%.</p>
<p>Ao final do século XIX, com a chegada dos alemães e italianos, o cultivo desse cereal foi mantido no Rio Grande do Sul, impulsionando sua produção.</p>
<h2>O trigo no século XX</h2>
<p>No início do século XX, houve outra grande queda de produção de trigo no Brasil. Dessa vez, a enfermidade estava nas sementes importadas. Com isso o Ministério da Agricultura incentivou o plantio deste cereal, criando em 1919 duas estações de pesquisa: uma no Paraná e outra no Rio Grande do Sul, para auxiliar os triticultores.</p>
<p>O governo incentivou a triticultura no país, mas também desestimulou por causa de fraudes no setor e fechou acordos de compra de trigo americano. Com isso, a triticultura brasileira ficou em segundo plano, desvalorizando.</p>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, o governo passou a valorizar mais a produção com a chegada de maquinários próprios para esta cultura, no RS em 1960, se consolidando no país.</p>
<p>Entre a década de 1960 e 1970 o governo brasileiro criou <strong>políticas de incentivos à produção do cereal, baseada em preços de garantia, crédito agrícola a juros menores, seguro e criação de infraestrutura de suporte</strong>, que permitiu aumento de áreas plantadas, de produção e tornando o país praticamente autossuficiente.</p>
<p>Em 1974, com a criação da Embrapa Trigo, desenvolveram-se cultivares adaptadas ao clima da região, o que possibilitou maior êxito nas lavouras.</p>
<h2>Produção do trigo nos anos 80, 90 e 2000</h2>
<p>O crescimento da área cultivada e produção de trigo no Brasil eram notáveis, mas na década de 1980 houve uma forte crise econômica, aumentando a inflação e algumas políticas de negociação do trigo foram repensadas. A principal delas, foi que o preço do trigo seria determinado em relação ao mercado externo, provocando queda no preço de venda do cereal. Assim, na década de 1990, parte dos agricultores substituíram o trigo por outras culturas.</p>
<p>Já no final da década de 90, o cenário tritícola voltou a ser estimulado, devido à crescente desvalorização da moeda brasileira, redução dos estoques de trigo mundial e aumento dos preços no mercado internacional. Com isso, no início dos anos 2000, firmaram novos acordos políticos com o governo, possibilitando incorporar novas áreas e expandir para outros estados, como Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Santa Catarina e São Paulo.</p>
<p>Então, agora você já conhece a origem e importância do trigo para o país e para o mundo. A produção, muitas vezes, é o foco do produtor, mas você sabia que o armazenamento correto desse grão é fundamental? Se mal armazenado, pode gerar fungos e causar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/micotoxinas-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">micotoxinas no trigo</a></strong>.</p>
<p>Além disso, durante toda a produção, controlar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e pragas como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong>, é de suma importância para qualquer cultura, especialmente os cereais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Origem do milho no Brasil e no mundo: cultura e histórico de cultivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 18:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho, atualmente, é um dos grãos mais produzidos no mundo! No Brasil, ele atingiu o marco histórico de preço, o que alegrou muitos produtores com a valorização e lucratividade alta. Apesar de sabermos o quanto o milho foi melhorado ao longo do tempo, muitos se perguntam: qual a sua origem e quando ele começou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho, atualmente, <strong>é um dos grãos mais produzidos no mundo</strong>! No Brasil, ele atingiu o marco histórico de preço, o que alegrou muitos produtores com a valorização e lucratividade alta.</p>
<p>Apesar de sabermos o quanto o milho foi melhorado ao longo do tempo, muitos se perguntam: qual a sua origem e quando ele começou a ser cultivado?</p>
<p>O milho é a planta comercial originária das Américas mais importante no cenário agrícola. A origem do milho ainda é muito discutida, já que a gramínea pode ter surgido tanto do Paraguai até a Colômbia, quanto da Guatemala até o México.</p>
<p>De acordo com as evidências, é possível que seja originária do México. Isso porque é uma espécie pertencente à família<em> Gramineae/Poaceae</em>, cujo parente mais próximo, acredita-se ser o Teosinto (<i>Zea mays spp</i>. <i>parviglumis</i>), e seu registro restringe-se ao Vale Central de Balsas, no México.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Milho e Teosinto: um parentesco provável</h2>
<p>Várias hipóteses já foram elaboradas tentando explicar a origem do milho e seu parentesco com o teosinto. Apesar dos relatos, ele se difere de seu ancestral, devido à imposição de pressões de seleção rigorosas pelo homem, a fim de domesticá-lo.</p>
<p>Além disso, geneticamente, estas duas espécies podem ser consideradas parentes pelos seguintes motivos: mesmo número de cromossomos, com homologia e morfologia semelhantes, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">polinização</a></strong> é de fácil cruzamento gerando descendentes férteis e apresentam semelhanças entre dados morfológicos e isoenzimáticos.</p>
<p>Por outro lado, alguns pesquisadores defendem a ideia contrária, afirmando existirem poucas evidências sobre a domesticação do mesmo (teosinto), sendo pouco provável que o homem primitivo possa ter criado ou selecionado milho a partir do teosinto.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Ainda, outros pesquisadores acreditam que possa ter havido um choque imediato, determinado pelo meio ambiente, que possa ter provocado rápida conversão da espiga central de uma ramificação lateral do teosinto em uma espiga e, que esta fenocópia tenha sido fixada geneticamente, passando, portanto, esta característica a seus descendentes.</p>
<p>Segundo relatos e provas através de escavações arqueológicas e geológicas e, a partir de medições por desintegração radioativa, esta é uma das culturas mais antigas no mundo, cultivada há pelo menos 5.000 anos.</p>
<p>Obviamente, naquela época não era feita uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/">amostragem de solo</a></strong> para análise ou se sabiam sobre bactérias benéficas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/azospirillum-no-milho/" target="_blank" rel="noopener"><i>Azospirillum</i></a></strong>, mas já eram feitos cultivos.</p>
<p>Mesmo assim, a presença do milho no continente Americano foi registrada pela primeira vez por Cristóvão Colombo em 1492, na costa norte de Cuba. Neste mesmo ano, o cultivo de milho já era realizado desde o Sul do Canadá até a parte central do Chile, em exceção às áreas recobertas por gramíneas ou savanas.</p>
<p>Apenas após o ano de 1800 é que essas áreas, não manejadas, começaram a receber os primeiros cultivos de milho, e isso só foi possível com a adoção do arado de aiveca. Provavelmente, nessa época o sistema não era plantio direto, mas convencional e com várias sementes por cova.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11783 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1.jpg" alt="Milho e Teosinto" width="370" height="241" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1-270x176.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Vivendo Ciência</span></p>
<h2>Origem do milho no mundo</h2>
<p>Com o descobrimento do milho nas Américas, ele foi levado à Europa, mas era considerado uma cultura exótica em jardins europeus, ou seja, nada muito focado na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de sementes</a></strong> e lavouras.</p>
<p>Seu real valor alimentício foi notado depois, e o império espanhol difundiu seu cultivo pela França, Itália, sudeste da Europa e norte da África.</p>
<p>Os responsáveis pela difusão do milho no restante do continente africano e no Oriente, foram os portugueses, chegando à China em 1516 e ao Japão só em 1775.</p>
<p>Devido aos seus diversos usos, o milho tem grande contribuição no cenário econômico, pois vai desde a alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Cerca de 70% do uso dos grãos de milho do mundo são destinados à alimentação animal, e em algumas regiões ele é o ingrediente básico para alimentação humana.</p>
<p>Abaixo estão descritos alguns produtos obtidos de forma direta ou indireta do milho:</p>
<ul>
<li>Acetato de cálcio e magnésio;</li>
<li>Adesivos (colas, pastas, mucilagens, gomas);</li>
<li>Álcoois etílico e butílico;</li>
<li>Herbicida natural e inseticida;</li>
<li>Alumínio;</li>
<li>Amido e glucose;</li>
<li>Antibióticos (penicilina), aspirina e outros medicamentos;</li>
<li>Baterias para veículos;</li>
<li>Bebidas gasosas;</li>
<li>Óleo comestível.</li>
</ul>
<p>De acordo com dados da CONAB, o cultivo de milho no Brasil vem crescendo a cada ano, tanto em áreas cultivadas; seja por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> ou convencional; como em produção, conforme descrito no gráfico abaixo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11784 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2.jpg" alt="Gráfico mostrando dados da evolução da produção de milho no Brasil" width="370" height="302" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2-300x245.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2-270x220.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2-368x300.jpg 368w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como realizar a calibração de um pulverizador costal para a cultura do café?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 18:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A calibração de um pulverizador costal é um procedimento essencial para garantir a eficiência e a segurança na aplicação de defensivos agrícolas. Esse processo consiste em ajustar o equipamento para que ele distribua a quantidade correta de produto por área, evitando tanto a subdosagem quanto a sobredosagem, que podem comprometer a eficácia do tratamento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>calibração de um pulverizador costal</strong> é um procedimento essencial para garantir a eficiência e a segurança na aplicação de defensivos agrícolas.</p>
<p>Esse processo consiste em ajustar o equipamento para que ele distribua a quantidade correta de produto por área, evitando tanto a subdosagem quanto a sobredosagem, que podem comprometer a eficácia do tratamento e causar danos ao meio ambiente.</p>
<p>Neste texto, vamos abordar os passos necessários para realizar a calibração de um pulverizador costal, destacando a importância dessa prática para a cafeicultura sustentável e os principais cuidados que devem ser observados durante o processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Passo a passo da calibração do pulverizador costal</h2>
<p><strong>1.</strong> Primeiro deve-se abastecer o pulverizador somente com água.</p>
<p><strong>2.</strong> O pulverizador costal deve ser colocado nas costas do aplicador e ser ajustada a alça para que o equipamento fique confortável. (É importante que o aplicador esteja utilizando equipamentos de proteção individual (EPI’s)).</p>
<p><strong>3.</strong> Peça para que o aplicador pulverize a água nas plantas de café caminhando a uma distância marcada de 20 metros por exemplo. Nesta etapa é importante que o aplicador ande em uma velocidade confortável e mantenha a velocidade e a pressão (em caso de pulverizador costal manual) sempre constante.</p>
<p><strong>4.</strong> Posteriormente, deve-se medir a quantidade de água necessária para reabastecer o tanque do pulverizador, para dessa forma verificar qual foi a quantidade de água gasta naquele percurso.</p>
<p>Nesta etapa é importante utilizar calibradores graduados para medir com mais precisão o volume aplicado.</p>
<p><strong>5.</strong> Essa prática deve ser repetida por mais duas ou três vezes para que se calcule o gasto médio de água durante esta aplicação, nessa mesma distância (20 metros).</p>
<p><strong>6.</strong> Considerando a cultura do café, com um espaçamento de 3,6 m entre ruas e 0,75 m entre plantas, equivale a 36 metros quadrados pulverizados, isso porque, como a pulverização atingirá apenas metade da copa do café, a área pulverizada é com base em 20 metros andados multiplicado pela metade do espaçamento entre as ruas. Dessa forma:</p>
<ul>
<li>20 metros (caminhados pelo aplicador) x 1,8 metros (metade do espaçamento entre ruas de 3,6m) = 36 m² pulverizados</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><strong>7.</strong> Se neste percurso (36 m<sup>2</sup>), a quantidade de água média medida nas três pulverizações teste foi de 900 ml (0,9 litros), a quantidade em um hectare será de:</p>
<p style="text-align: center;"><em>36m² &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 0,9 litros</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>10.000 m² &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; X</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>X = 250 litros de calda por ha</em></p>
<p><strong>8.</strong> Se a dosagem do produto é de 400 ml por hectare, considerando uma capacidade do tanque do pulverizador de 20 litros:</p>
<p style="text-align: center;"><em>250 l &#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 400 ml de produto por h</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>20 l &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- X</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>X = 32 ml</em></p>
<p>Dessa forma, será recomendado para cada um tanque desse pulverizador cheio, 32,0 ml de produto.</p>
<p><strong>9.</strong> Da mesma forma, se o produto recomendado for em quilograma, como por exemplo: 2,0 kg por hectare, considerando o mesmo volume do tanque, de 20 litros:</p>
<p style="text-align: center;"><em>250 l &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- 20 kg de produto por ha</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>20 l &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- X</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>X = 0,16 kg = 160 gramas</em></p>
<p>Dessa forma, será recomendado para cada um tanque desse pulverizador cheio, 160 gramas de produto, que deve ser medido com balança de precisão.</p>
<p><strong>10.</strong> Para pulverizar um hectare, será necessário abastecer o tanque do pulverizador 13 vezes, isso porque:</p>
<ul>
<li> 250 l de calda/20 l (capacidade do pulverizador) = 12,5 bombas =&gt; 13 tanques do pulverizador.</li>
</ul>
<p><strong>Observações:</strong></p>
<ul>
<li>Considerando a aplicação com pulverizadores costais o volume de pulverização por hectare fica em torno de 250 L/ha.</li>
<li>Para casos em que o volume de pulverização encontrado não seja o desejado, substitua o bico por um de menor ou maior vazão ou ajuste o caminhamento do aplicador (velocidade), até que o volume desejado seja encontrado. Após essas alterações, devem ser realizadas novamente a prática de calibragem descrita acima.</li>
<li>Para calibração de pulverizadores costais motorizados, durante a aplicação e o trabalho o acelerador deve estar no seu ponto máximo.</li>
<li>Destaca-se que no volume do pulverizador já consta o total do produto químico recomendado mais a água. Neste exemplo, com volume de 20 litros, já se refere a quantidade de produto químico adicionado à água.</li>
</ul>
<h2>Como avalizar a pulverização?</h2>
<p>Após a calibração das doses e volume de calda, é importante que a pulverização atinja seu alvo, para que o <strong>produto fitossanitário exerça sua ação</strong>.</p>
<p>Isso porque, mesmo na quantidade adequada do produto químico, se ele não atingir seu alvo, haverá perdas de eficácia na pulverização.</p>
<p>Por isso, para avaliar a pulverização, podem ser utilizados papéis hidrossensíveis, que devem ser colocados nas plantas, e após isso, realizar uma pulverização teste com água nessas plantas, caminhando normalmente com o pulverizador costal.</p>
<p>Esses papéis quando em contato com água, desenvolvem manchas azuis muito nítidas, dessa forma, eles podem ser utilizados para avaliar a cobertura daquela pulverização.</p>
<h2>Quais os cuidados necessários na pulverização?</h2>
<ul>
<li>Utilizar <strong>água de boa qualidade</strong> na pulverização.</li>
<li>Antes de iniciar a calibração e a pulverização, checar se o equipamento está funcionando normalmente, sem vazamentos.</li>
<li>Checar se o equipamento está limpo. Sempre realizar a <strong>limpeza e manutenção com frequência</strong> no seu pulverizador.</li>
<li>Os aplicadores devem <strong>utilizar EPI’s</strong> adequados.</li>
<li>É importante verificar se as <strong>condições climáticas estão adequadas</strong> para a realização da pulverização. Condições de alta temperatura, baixa umidade e muito vento, são condições menos favoráveis a aplicação.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22654 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/pulverizador-costal.jpg" alt="Condições ideais para realizar pulverização" width="588" height="107" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/pulverizador-costal.jpg 588w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/pulverizador-costal-300x55.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/pulverizador-costal-370x67.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/pulverizador-costal-585x107.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/pulverizador-costal-270x49.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/pulverizador-costal-150x27.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 588px) 100vw, 588px" /><span style="font-size: 10pt;">Tabela 1. Condições ideais para aplicação.</span></p>
<p><strong>Saiba mais!</strong></p>
<ul>
<li>&#8220;<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">Plantas daninhas em cafeeiros: como fazer o manejo?</a></strong>&#8220;</li>
<li>&#8220;<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">Principais doenças do café: como identificá-las</a></strong>&#8220;</li>
</ul>
<h2>Domine a gestão da sua lavoura de café e aumente a rentabilidade</h2>
<p>A calibração correta do pulverizador costal é fundamental para garantir a eficiência dos tratos culturais e reduzir desperdícios. Mas, para alcançar resultados consistentes, é preciso ir além da técnica e adotar uma gestão completa, que envolva todas as etapas da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas de gestão, melhorar a eficiência da lavoura e aumentar a lucratividade do seu café.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/">Como realizar a calibração de um pulverizador costal para a cultura do café?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção de café no Brasil: qual a importância para o país?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cenario-e-importancia-do-cafe-no-brasil/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cenario-e-importancia-do-cafe-no-brasil/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2019 17:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é o maior produtor de café do mundo, de acordo com a Organização Internacional do Café, estando à frente dos países: Vietnã, Colômbia, Indonésia, Honduras, Etiópia, Índia, Uganda, Peru e México. Além disso, o país se destaca como maior exportador desse produto, resultando assim em grande importância para o país. Atualmente, o café [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-e-importancia-do-cafe-no-brasil/">Produção de café no Brasil: qual a importância para o país?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o <strong>maior produtor de café do mundo</strong>, de acordo com a Organização Internacional do Café, estando à frente dos países: Vietnã, Colômbia, Indonésia, Honduras, Etiópia, Índia, Uganda, Peru e México.</p>
<p>Além disso, o país se destaca como <strong>maior exportador</strong> desse produto, resultando assim em grande importância para o país. Atualmente, o café é relevante fonte de receita para centenas de municípios, assim como, grande gerador de empregos no Brasil.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a cadeia produtiva de café é responsável pela geração de mais de 8 milhões de empregos no País, proporcionando assim renda, acesso à saúde e à educação para os trabalhadores e suas famílias.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Principais estados produtores no Brasil</h2>
<p>Os estados que apresentam <strong>maior participação</strong> na produção de cafés são:</p>
<ul>
<li>Minas Gerais;</li>
<li>Espírito Santo;</li>
<li>São Paulo;</li>
<li>Bahia;</li>
<li>Rondônia.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41789 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/tabela-estados-produtores-cafe.png" alt="Maiores estados produtores de café no Brasil" width="682" height="267" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/tabela-estados-produtores-cafe.png 682w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/tabela-estados-produtores-cafe-300x117.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/tabela-estados-produtores-cafe-370x145.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/tabela-estados-produtores-cafe-270x106.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/tabela-estados-produtores-cafe-150x59.png 150w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /><span style="font-size: 10pt;">Estimativa de produção de café dos estados brasileiros pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento).</span></p>
<p>Além desses citados, os estados do Paraná, Rio de janeiro, Goiás e Mato Grosso, também apresentam participação nesse cenário, entretanto, a porcentagem é bem menor.</p>
<h2>Área cultivada de café no Brasil</h2>
<p>De acordo com a CONAB (2024), a área total cultivada no país com café, considerando as espécies <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diferencas-das-especies-coffea-arabica-e-coffea-canephora-2/" target="_blank" rel="noopener"><em>Coffea arabica</em> e <em>Coffea canephora</em></a></strong>, totaliza <strong>2,23 milhões de hectares</strong> no ano de 2024.</p>
<p>Desse total, 353 mil hectares (15,7%) estão em formação e 1,88 milhão de hectares, em produção, o que representa 84,3% da área.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Produção brasileira de café</h2>
<p>A produção brasileira de café na safra 2019/2020 foi de <strong>63,08 milhões de sacas beneficiadas.</strong> Este número 27,9% superior ao obtido na safra anterior (18/19). Destaca-se que o ano de 2020 foi um ano de bienalidade positiva para o café, ou seja, uma safra de alta produtividade (CONAB, 2020).</p>
<ul>
<li>Safra 2023: cerca de 55,1 milhões de sacas;</li>
<li>Safra 2024: 54,2 &#8211; 54,21 milhões de sacas, queda de 1,6% frente a 2023, em 1,88 milhão ha de lavouras em produção;</li>
<li>Safra 2025 (estimativa): 55,2 milhões de sacas, mesmo em ano de bienalidade negativa, puxado por recuperação de produtividade.</li>
</ul>
<h2>Produtividade de <em>C. arabica</em> e <em>C. canephora</em></h2>
<p>A produtividade média estimada da espécie <i>C. arábica</i> na safra 2024 é de 26,2 sc/ha, representando um incremento de 0,2% em relação à safra de 2023.</p>
<p>Já se tratando da espécie <i>C. canephora</i>, a produtividade média da safra 2024 foi de 39,2 sc/ha, sendo 5,9% inferior à observada em 2023. Vale destacar, que a espécie <i>C. canephora</i> é mais rústica que o arábica, e por isso possui vantagens. Ela apresenta um ciclo de bienalidade menos intenso, dessa forma apresentando menos variações na produção (CONAB, 2024).</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Espécies <i>Coffea arabica</i> x <i>Coffea canephora</i></h2>
<p>Como já mencionado, <strong>as espécies arábica e <em>canephora</em> são diferentes</strong>, apresentando assim particularidades em cada uma delas. As diferenças são genéticas, morfológicas, nas condições ideais de cultivo, de bebida e etc.</p>
<p>A foto a seguir mostra que visualmente as espécies são diferentes:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13374 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/coffea-arabica-canephora.jpg" alt="Diferença coffea arabica e coffea canephora" width="559" height="364" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/coffea-arabica-canephora.jpg 559w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/coffea-arabica-canephora-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/coffea-arabica-canephora-370x241.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/coffea-arabica-canephora-270x176.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/coffea-arabica-canephora-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px" /><span style="font-size: 10pt;">Espécies Coffea arabica (esquerda) e Coffea canephora (direita). Foto: Larissa Cocato.</span></p>
<h3>Quais as diferenças entre as espécies?</h3>
<ul>
<li>A espécie arábica é unicaule e suas folhas são menores, quando comparada a espécie <em>canephora</em>, que é multicaule com folhas maiores.</li>
<li>A temperatura ideal para a espécie arábica é mais amena (18° – 22° C) do que para a espécie <em>canephora</em> (23° – 26° C), sendo que, essa última suporta maiores temperaturas.</li>
<li>A espécie arábica possui menores teores de cafeína e sólidos solúveis em sua bebida quando comparada a canephora. Por isso, a espécie <em>C. canephora</em> é mais utilizada para a produção de café solúvel.</li>
</ul>
<h2>Consumo de café no Brasil</h2>
<p>O café é a <strong>segunda bebida mais consumida no Brasil</strong>, ficando atrás apenas da água.</p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o país consumiu 21.004.430 sacas/ano. O consumo per-capita de café em grão cru (kg/hab.ano) foi de 6,02, e em grão torrado moído 4,82 (kg/hab.ano). Sendo observado no referido período maior consumo em relação ao período anterior.</p>
<p>Tem crescido também a procura por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-torna-um-cafe-especial/" target="_blank" rel="noopener">cafés de melhor qualidade</a></strong>, possivelmente isso é resultado do maior conhecimento sobre cafés, suas características, as diferentes formas de preparo, as diferentes regiões produtoras e, além disso, também é devido ao conhecimento dos benefícios do café à saúde humana.</p>
<h2>Quais os benefícios do consumo de café para a saúde humana?</h2>
<p>Dentre os benefícios do consumo de café, podemos citar:</p>
<ul>
<li>Efeito positivo na memória;</li>
<li>Prevenção de diabetes;</li>
<li>Alívio dos sintomas do mal de Parkinson;</li>
<li>Proteção contra o Alzheimer;</li>
<li>Diminuição do risco de esclerose múltipla;</li>
<li>Estímulo ao metabolismo;</li>
<li>Combate a depressão;</li>
<li>Redução do risco de doenças cardíacas.</li>
</ul>
<p>No entanto, destaca-se a importância de um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/metodos-de-preparo-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener">consumo</a></strong> moderado, assim como, seu consumo sem a adição de açúcar.</p>
<h2>Torne sua produção de café mais eficiente e lucrativa</h2>
<p>O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, e esse protagonismo só é possível graças ao trabalho e à dedicação dos cafeicultores. Mas, para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental unir boas práticas de produção com uma gestão estratégica da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a organizar melhor sua fazenda, reduzir custos, planejar ações de forma estratégica e tomar decisões mais assertivas que aumentam a produtividade e a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 17:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da polinização. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão. Você sabia que a polinização [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/">Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da <strong>polinização</strong>. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão.</p>
<p>Você sabia que <strong>a polinização é uma etapa crucial </strong>durante o ciclo do milho? Por isso, neste artigo foram reunidos alguns pontos importantes para a compreensão mais completa e abrangente sobre a fase deste ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Aspectos genéticos relacionados à polinização</h2>
<p>Antes de entrar, propriamente no assunto da polinização, é preciso conhecer um pouco sobre aspectos genéticos, pois estão intimamente relacionados à polinização.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho tem origem</a></strong> nas Américas, é uma planta do tipo monóica, ou seja, possui os dois sexos separados na mesma planta, no entanto, é de espécie alógama, o que significa que sua polinização ocorre, predominantemente, por cruzamento (95%) e ao acaso. Em resumo, isso faz com que ocorra troca de genes entre os próprios indivíduos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg" alt="Processo de Polinização do Milho" width="500" height="385" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg 1139w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-300x231.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-1024x788.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-768x591.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-370x285.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-270x208.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-740x570.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do ponto de vista genético, a troca de genes faz com que os descendentes (grãos colhidos) tenham menor expressão do potencial produtivo quando cultivados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso significa que quando o produtor adquire uma semente de um milho híbrido, com elevado potencial produtivo, ele fará seu cultivo, mas após realizar a colheita e separar parte dos grãos para plantar na próxima safra, ele não observará a mesma expressão genética da safra anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre porque o cruzamento entre estes indivíduos, considerados aparentados, faz com que aumente os locus em homozigose, que nada mais é do que o aumento da existência de genes deletérios ou com baixa expressão gênica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, se seu objetivo é manter a alta produção, não se deve plantar as sementes advindas de uma safra anterior desses híbridos, pois essas plantas são aparentadas e o cruzamento, portanto, reduz a população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, sempre que for iniciar um cultivo, será preciso adquirir um novo lote focando na </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade das sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> híbridas, para assim, permitir com que se alcance boas produtividades a cada safra.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que afetam a polinização do milho</h2>
<p>Entendendo algumas características genéticas da planta de milho, é preciso compreender<strong> quais são os fatores externos que podem influenciar na sua polinização</strong>:</p>
<ul>
<li>Ao entrar no período de florescimento, as plantas de milho emitem as inflorescências, que são a <strong>masculina – pendão</strong> (Figura 1) e <strong>feminina – espiga</strong> (Figura 2).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg" alt="Inflorenscências Pendão e Espiga" width="370" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-300x186.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-270x167.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<ul>
<li><strong>Pendão:</strong> órgão responsável pela produção e liberação dos grãos de pólen do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> é por meio dele que ocorre a principal forma de dispersão, que é através do vento, que acaba carregando os grãos de pólen até uma distância de 500 metros sem que sua viabilidade seja afetada.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> a dispersão pode durar de 5 a 8 dias, os quais, permanecem viáveis por até 24 horas após sua liberação, podendo variar de acordo com as condições ambientais.</li>
<li><strong>Estilo-estigma:</strong> popularmente chamado de “cabelo” do milho, é o responsável por levar o grão de pólen até o óvulo do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> após a dispersão do pólen, o mesmo cai nesse estilo-estigma, dando início ao processo de fecundação dos óvulos.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> condições adequadas para que o estilo-estigma permaneça viável: Temperaturas entre 16º C e 35ºC; Umidade relativa superior a 65%.</li>
<li><strong>Curiosidade:</strong> cada “cabelo” do milho corresponde a um óvulo que, quando fecundado, formará um grão. É importante ressaltar que cada espiga pode produzir de 500 a 1000 óvulos.</li>
<li><strong>Alerta:</strong> condições ambientais como tempo seco, neste período, faz com que o estilo-estigma perca umidade e isso resultará em baixa germinação do tubo polínico e consequentemente, baixa fecundação do óvulo e assim, não formará grãos causando falhas na espiga.</li>
</ul>
<p>O milho tem grande contribuição no cenário econômico, pois vai desde a alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Cerca de 70% do uso dos grãos de milho do mundo são destinados à alimentação animal, e em algumas regiões ele é o ingrediente básico para alimentação humana.</p>
<h3>Lagarta-da-espiga (<i>Helicoverpa zea</i>)</h3>
<p>Durante este período de emissão da espiga e do “cabelo” do milho, deve-se <strong>atentar à presença da lagarta-da-espiga</strong>, <strong>pois esta pode comprometer a produtividade da lavoura</strong>, fique atento.</p>
<p>Esta praga se alimenta, preferencialmente, do “cabelo” do milho, podendo comprometer diretamente a fertilização dos óvulos e assim, causar falhas na formação de grãos. Além disso, quando os cabelos do milho já estão secos, a lagarta passa a atacar os grãos, reduzindo a produção esperada e podendo ainda facilitar a entrada de microrganismos na espiga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg" alt="Lagarta-da-espiga" width="400" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg 353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-300x213.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-270x192.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<h4>Manejo da lagarta-da-espiga</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O controle químico tem sido pouco utilizado como forma de manejo desta praga, em razão da dificuldade de aplicação. Portanto, pode-se adotar o controle biológico, através da liberação de inimigos naturais, como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Trichograma</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe a importância da polinização e os entraves que podem acabar afetando esse processo, também é importante assegurar o pleno desenvolvimento da cultura, e isso pode ser impedido por </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e pragas, como o </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, que causam danos, principalmente na fase inicial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Cultivares de soja: como escolher a melhor para sua propriedade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 20:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sonha em ter sua renda focada na agricultura de grãos, já teve que escolher entre várias cultivares disponíveis. Mas como identificar a melhor cultivar de soja? Os dois primeiros passos são: Amostrar o solo para análise e com isso saber suas necessidades nutricionais; Escolher corretamente as cultivares, baseado em seus objetivos e potenciais. &#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem sonha em ter sua renda focada na agricultura de grãos, já teve que escolher entre várias cultivares disponíveis. Mas como identificar a melhor cultivar de soja?</p>
<p>Os dois primeiros passos são:</p>
<ol>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/">Amostrar o solo para análise</a></strong> e com isso saber suas necessidades nutricionais;</li>
<li>Escolher corretamente as cultivares, baseado em seus objetivos e potenciais.</li>
</ol>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Classificação das cultivares de soja</h2>
<p>A cultivar de soja pode ser classificada pelo hábito de crescimento e requerimento em luz (fotoperíodo). Conhecer esses aspectos são de extrema importância no sistema de produção, seja ele convencional ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>.</p>
<p>A soja é classificada como <strong>planta de dias curtos</strong>, ou seja, depende do acúmulo de horas no escuro para iniciar o desenvolvimento da floração e reprodução.</p>
<p>O fotoperíodo é variável para cada cultivar de soja, e para orientar os produtores quanto à escolha correta, para cada região específica, desenvolveu-se a classificação dos grupos de maturação.</p>
<p>Abaixo estão descritos os grupos de maturação para cada latitude e região, fique atento ao grupo ideal para suas condições, pois isso o auxiliará a ter bons rendimentos de grãos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11779" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja.jpg" alt="Mapa de grupos de maturação da soja no Brasil" width="600" height="420" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja-300x210.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja-370x259.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja-270x189.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Alliprandini et al., (2009)</span></p>
<p>Latitudes maiores, mais ao Sul, têm a característica de apresentar dias mais longos, ou seja, horas de luz maiores que horas de escuro, enquanto que latitudes menores, mais ao Norte, o comprimento do dia tende a ser igual ao comprimento da noite.</p>
<p>Vale ressaltar que a latitude pode influenciar no ciclo de cada cultivar e por isso, dentro de cada faixa de maturação existem cultivares adaptadas e que possuem ciclo superprecoce, precoce, semiprecoce, médio, semitardio e tardio, logo, a escolha e o posicionamento de cada uma delas dependerá dos seus objetivos.</p>
<h2>Cultivares determinadas</h2>
<p>Neste tipo de hábito, as plantas atingem <strong>90% de sua altura até o período de florescimento</strong>. Após este estágio elas praticamente cessam o seu crescimento e não ramificam mais. Então é importante saber identificar os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">estádios fenológicos</a></strong>.</p>
<p>Características marcantes das cultivares determinadas: o florescimento ocorre praticamente de forma simultânea pela extensão da planta e com a presença de um racemo longo e muitas vagens no nó terminal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5615 size-full aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja.jpg" alt="Soja florescendo" width="519" height="390" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja.jpg 519w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 519px) 100vw, 519px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Agroprecision</span></p>
<h2>Crescimento indeterminado</h2>
<p>Neste tipo de hábito, as plantas possuem a fase vegetativa simultânea à fase reprodutiva, ou seja, até o início do florescimento as plantas apresentam cerca de metade de seu crescimento potencial, assim, quando entram em estádio reprodutivo, continuam a crescer, podendo até dobrar a sua altura.</p>
<ul>
<li>Características marcantes das cultivares indeterminadas: o florescimento ocorre escalonadamente, de baixo para cima, podendo ter vagens desenvolvidas na base da planta e flores no ápice.</li>
</ul>
<p>Além disso, mesmo após o florescimento, formam vagens e continuam crescendo. As folhas do topo destas plantas, geralmente, são menores que as demais, enquanto que na determinada, são do mesmo tamanho.</p>
<h2>Principais cuidados com as cultivares</h2>
<h3>Atenção com o veranico</h3>
<p>Em caso de se escolher trabalhar com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">sementes de soja</a></strong>, da cultivar de hábito determinado, deve-se atentar à possibilidade de períodos longos sem chuva (veranico). Se a planta estiver em estádio reprodutivo, o déficit hídrico poderá provocar queda de botões florais, flores e abortamento de vagens.</p>
<p>Como a soja cessa o seu crescimento e produção de ramos ao florescer, acaba reduzindo seu potencial produtivo.</p>
<p>Enquanto que em cultivares de hábito indeterminado, o reflexo de um período de veranico no florescimento, seria menos acentuado, pois continuam emitindo novos ramos e flores, mesmo após entrarem no estádio reprodutivo e assim, seria possível manter um bom potencial produtivo que refletirá na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">colheita dos grãos</a></strong>.</p>
<h3>Cuidado com o mofo branco</h3>
<p>Em áreas que ocorrem <a href="https://rehagro.com.br/blog/mofo-branco-no-feijoeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mofo branco</strong></a>, causado pelo fungo <i>Sclerotinia sclerotiorum</i>, o cultivo de soja de crescimento indeterminado aumenta o alerta do produtor, em relação à infecção. Isso porque o fungo só penetra e infecta a planta através das estruturas reprodutivas (flores), e como o período de florescimento delas é maior, a lavoura se torna mais suscetível à doença.</p>
<p>Além disso, por estas cultivares indeterminadas crescerem e ramificarem mais, o controle de doenças pode ser mais desafiador pela arquitetura da planta desfavorecer o acesso aos baixeiros e solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Agora que você sabe o que é necessário para escolher corretamente a cultivar de soja, caso opte pelo sistema de plantio direto, sabia que os restos da cultura anterior, quando associados à alta umidade, podem favorecer outras doenças fúngicas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">mancha-alvo</a></strong> e, ainda, uma das principais pragas, que são os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejos</a></strong>? Esteja atento!</p>
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		<title>Mudanças climáticas e agricultura: saiba os principais impactos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 12:51:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[avanços tecnológicos]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As atividades antrópicas estão alterando as concentrações de gases de efeito estufa da atmosfera e causando mudanças climáticas no planeta. Essas atividades intensificadas após a revolução industrial no final do século XVIII resultaram do uso de fontes de combustível fóssil, desmatamento e outras mudanças no uso da terra. Certamente, num futuro próximo, devido às mudanças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As atividades antrópicas estão alterando as concentrações de gases de efeito estufa da atmosfera <strong>e causando mudanças climáticas no planeta.</strong> Essas atividades intensificadas após a revolução industrial no final do século XVIII resultaram do uso de fontes de combustível fóssil, desmatamento e outras mudanças no uso da terra. Certamente, num futuro próximo, devido às mudanças climáticas globais, ocorrerão modificações na agricultura brasileira.</p>
<p>Os impactos podem ser positivos, negativos ou neutros, pois as mudanças podem diminuir, aumentar ou não ter efeito sobre as plantas, doenças, pragas e outros organismos em cada região ou época, além dos demais componentes do ecossistema agro.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Mudanças climáticas e o cenário da agricultura brasileira</h2>
<p>A concentração de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera tem atingido níveis significativamente altos nos últimos 650 mil anos. Desde 2000, a taxa de crescimento da concentração de CO₂ está aumentando muito rapidamente em relação às décadas anteriores. O mesmo tem ocorrido para o gás metano (CH₄), óxido de nitrogênio (N₂O) e outros gases do efeito estufa.</p>
<p>Os modelos de previsão de mudanças climáticas do Centro de Distribuição de Dados do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) apresentam resultados bastante variáveis quanto ao comportamento da América do Sul. Contudo, todos preveem aumento de temperatura para todo o continente.</p>
<p>Quanto à precipitação, as projeções indicam aumento de chuva em algumas regiões e diminuição em outras, podendo inclusive haver inversão em função da época do ano.</p>
<p><strong>Sem dúvidas as mudanças climáticas também ocorrerão no Brasil e, talvez, com efeitos mais danosos pela vulnerabilidade histórica que o país apresenta a desastres naturais</strong>, como secas, enchentes e deslizamentos de encostas. Essas mudanças afetam diretamente a agricultura e as áreas florestais brasileiras.</p>
<p>Alguns estudos simulando os impactos sobre a agricultura por meio de modelos matemáticos já foram apresentados para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo</a></strong>, milho, soja, café, feijão e arroz.</p>
<p>Esses estudos têm previsto perdas econômicas anuais provocadas pelo aumento de 1ºC na temperatura, chegando a valores de 375 milhões de dólares para o café, somando os estados de Minas Gerais, Paraná e São Paulo, e 61 milhões de dólares para o milho em São Paulo.</p>
<p>Além desses, outros estudos contemplam efeitos sobre <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong>, doenças, solos e outros aspectos do sistema produtivo agrícola.</p>
<p>Ao se considerar que a condição climática será de fato alterada, com base nos cenários previstos pelo IPCC (10) é possível formular algumas hipóteses sobre a dinâmica da agricultura no Brasil e no mundo.</p>
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<h2>Culturas anuais</h2>
<p>Uma hipótese aceitável é sua migração para zonas temperadas, com boa possibilidade de ganho de produtividade nas espécies de <strong>ciclo fotossintético C4</strong>, denominação dada ao grupo de plantas das gramíneas (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">milho</a></strong>, sorgo e cana-de-açúcar)</p>
<p>Esse grupo apresenta <strong>características anatômicas e fisiológicas implicam em maior habilidade dessas plantas em conviver em ambientes mais quentes e com elevada irradiância solar</strong>, tornando-as supostamente mais aptas a suportar as condições que devem imperar nos verões das regiões temperadas.</p>
<p>Já as <strong>plantas C3</strong> (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/" target="_blank" rel="noopener">feijão</a></strong>, soja, café), em contrapartida, <strong>apresentam maior sensibilidade às condições de oferta ambiental abundante em relação à temperatura e à radiação solar.</strong></p>
<p>Neste tipo de ambiente ocorre o fenômeno conhecido como fotorrespiração nessas espécies que é tido como um processo de autodefesa do aparelho fotossintético, principalmente em plantas expostas às altas intensidades luminosas, com o objetivo de dissipar o acúmulo de moléculas que, em condições ideais de temperatura e radiação, são úteis à célula, mas que, quando produzidos intensamente, podem se acumular e danificar as estruturas fotossintéticas.</p>
<p>Com base nessa breve comparação, parece razoável inferir que <strong>as espécies C4 estejam mais preparadas para a elevação da temperatura do que as espécies C3. </strong></p>
<p>As porcentagens de perdas de área indicam níveis diferentes de impactos sobre as diferentes culturas, sendo que o milho, gramínea de ciclo C4, sofrerá menos com as altas temperaturas, pois apresenta aumento da taxa de fotossíntese para temperaturas de até aproximadamente 30 °C. Estimativas preliminares para a cana-de-açúcar para os estados de São Paulo, Mato Grosso e Goiás, também apontam nessa direção.</p>
<h2>Culturas perenes</h2>
<p>Mostram melhor desempenho em ambientes tropicais com menor sazonalidade, onde as condições de temperatura e disponibilidade de água ocorrem de maneira adequada à manutenção do seu ciclo fenológico ao longo do ano.</p>
<p>Ao se considerar os novos cenários projetados pelos modelos climáticos, nos quais a temperatura deve se elevar ao longo de todo o ano e com mais intensidade no inverno e a chuva deve se concentrar durante os meses de verão, acentuando e prolongando o período de seca no inverno, é razoável formular a hipótese de que a deficiência hídrica neste período aumentará em comparação ao que se observa atualmente.</p>
<p><strong>Consequentemente, as espécies perenes teriam maior dificuldade em suportar o estresse por falta d’água durante o período mais seco do ano, sendo mais prejudicadas que as culturas anuais.</strong></p>
<p>Porém, as respostas fisiológicas às diferentes condições ambientais não são lineares e mesmo sem alterações genéticas, plantas crescendo sob nova condição ambiental mostram capacidade de adaptação.</p>
<p>Um exemplo é o comportamento de plantas crescendo em estufas com aumento da concentração de CO₂, ocorrendo um fenômeno conhecido como “fertilização por CO₂”. Em condições de campo esse comportamento não é tão claro.</p>
<h2>Patógenos de plantas</h2>
<p>Estão normalmente presentes em sistemas naturais e agrícolas, sendo um dos primeiros organismos a demonstrarem o efeito das mudanças climáticas devido à numerosa população, facilidade de reprodução e dispersão e curto espaço entre gerações.</p>
<p>Dessa forma, eles constituem um grupo fundamental como indicador biológico que precisa ser avaliado quanto aos impactos das mudanças climáticas, além de serem responsáveis por perdas de produção e uma ameaça potencial à sustentabilidade dos agroecossistemas.</p>
<h2>Insetos-praga</h2>
<p>Alguns estudos têm demonstrado que a introdução de fungos endofíticos (vivem dentro da planta sem causar danos) em plantas de importância agronômica as torna mais resistentes a alterações do clima.</p>
<p>Dessa forma, <strong>a elevação do nível de CO₂ atmosférico, por exemplo, pode afetar, além das relações entre a planta hospedeira e o microrganismo endofítico, também as relações entre insetos herbívoros e as plantas, e destes com os endofíticos.</strong></p>
<p>Tal alteração ambiente pode causar efeitos na composição nutricional e em fatores aleloquímicos das folhas, sendo que para muitas plantas, a redução do valor nutricional resulta do aumento do conteúdo de amido e carboidratos e declínio no teor de nitrogênio. Essas alterações causam mudanças no consumo e crescimento de insetos herbívoros.</p>
<p>Como as folhas apresentam aumento da relação carboidrato/nitrogênio em ambientes com elevado teor de CO₂, os insetos compensam parcialmente essa mudança aumentando as taxas de consumo.</p>
<p>É importante salientar que as respostas fisiológicas das diferentes plantas, patógenos e insetos às diferentes condições ambientais não são lineares e, mesmo sem alterações genéticas, plantas crescendo sob nova condição ambiental mostram capacidade de se adaptação. É preciso avançar nas simulações de cenários agrícolas que sejam mais próximos do futuro real e processos fisiológicos.</p>
<p>O desenvolvimento de pragas e doenças com base na alteração climática, as mudanças de métodos nos <strong>sistemas produtivos</strong> e as projeções de avanços tecnológicos devem ser passíveis de modelagem matemática e incorporáveis aos modelos hoje utilizados para que possamos compreender melhor as mudanças que estão por vir.</p>
<p>O Brasil por possui uma matriz energética relativamente limpa e, resolvida a questão do desmatamento e das queimadas, poderá deixar de ser um dos maiores emissores do mundo para ocupar uma posição de destaque no cenário ambiental global.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Gesso agrícola: saiba quando utilizar e principais recomendações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 20:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[gessagem]]></category>
		<category><![CDATA[gesso]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aplicação de gesso agrícola é uma prática que está sendo cada vez mais adotada entre os produtores, pois além de reduzir a toxidez por alumínio nas camadas subsuperficiais fornece cálcio (Ca) e enxofre (S) para as plantas, proporcionando um maior desenvolvimento do sistema radicular e consequente aumento da produtividade. &#160; Sem tempo para ler [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>aplicação de gesso agrícola</strong> é uma prática que está sendo cada vez mais adotada entre os produtores, pois <strong>além de reduzir a toxidez por alumínio nas camadas subsuperficiais fornece cálcio (Ca) e enxofre (S)</strong> <strong>para as plantas</strong>, proporcionando um maior desenvolvimento do sistema radicular e consequente aumento da produtividade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2 style="text-align: left;">Obtenção de gesso agrícola</h2>
<p style="text-align: left;">As rochas fosfáticas, principalmente a fluoropatita, são matéria-prima para obtenção dos diversos fosfatos presentes no mercado, o Superfosfato Simples, Superfosfato Duplo, o MAP (Fosfato Monoamônico) e DAP (Fosfato Diamônico).</p>
<p style="text-align: left;">A partir dessas reações surgem os subprodutos os Sulfatos de Cálcio, CaSO4.2H2O (gesso agrícola). <span style="font-weight: 400;">O gesso agrícola também pode ser obtido através de jazidas de gipsita. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 style="text-align: left;">Recomendação da gessagem</h2>
<p style="text-align: left;">Recomenda-se o uso do gesso agrícola quando o resultado da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">análise de solo</a></strong> apresentar as seguintes características nas camadas subsuperficiais:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Ca: &lt; 0,4 cmolc/dm3 e/ou Al: &gt; 0,5 cmolc/dm3 e/ou saturação por alumínio (m): &gt; 30%.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Um método muito usado é o proposto pela CFSEMG, em que se recomenda o gesso com base na textura do solo, conforme mostrado na tabela a seguir.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41645" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/recomendacao-gesso.png" alt="Recomendação de gesso" width="253" height="239" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/recomendacao-gesso.png 253w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/recomendacao-gesso-150x142.png 150w" sizes="auto, (max-width: 253px) 100vw, 253px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Adaptado CFSEMG (1999).</span></p>
<p>Calcula-se a quantidade de gesso com base na área coberta (SC) pelo corretivo. No caso de culturas perenes, 75% e se culturas anuais 100%. A profundidade que o gesso deverá atingir (PF) também influi na quantidade de gesso. Com base nesses dados, utiliza-se a fórmula abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>QG (t/ha) = NG x (SC/100) x (PF/20)</strong></p>
<ul>
<li>QG = quantidade recomendada de gesso em t/ha;</li>
<li>SC = superfície coberta pelo gesso;</li>
<li>PF = espessura que o gesso deverá atingir.</li>
</ul>
<p>Existem vários métodos de recomendação de gesso, porém o mais utilizado é o proposto por Souza et al (1997):</p>
<ul>
<li>Para culturas anuais a NG (kg/ha) = 50 x % argila;</li>
<li>Para culturas perenes a NG (kg/ha) = 75 x % argila.</li>
</ul>
<p>Após ser incorporado no solo, o gesso sofre uma dissolução e disponibiliza os íons de Ca e S formando pares iônicos com os íons já presentes na solução do solo e devido a sua alta mobilidade no perfil do solo, carrega os cátions para as camadas mais profundas. Abaixo, segue a reação de dissolução do gesso no solo:</p>
<p><strong>2 CaSO4.2H2O + 2 H₂O = Ca+2 + SO₄-2 + CaSO40 + 3 H₂O</strong></p>
<p>A aplicação pode ser feita junto com o calcário em área total, mas nunca substituí-lo. Caso não seja recomendado a aplicação do calcário, não é necessário incorporar o gesso uma vez que ele é muito móvel no solo.</p>
<h2>Benefícios do gesso agrícola</h2>
<p>A aplicação do gesso agrícola fornece uma série de vantagens como:</p>
<ul>
<li>Fornecer Cálcio e <a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Enxofre</strong></a>;</li>
<li>Maior <strong>desenvolvimento do sistema radicular</strong>;</li>
<li>Melhora a absorção de água e nutrientes pelas raízes mais profundas;</li>
<li>Aumenta da resistência das plantas a veranicos;</li>
<li>Melhora a absorção de outros nutrientes pela planta.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4332 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura2.jpg" alt="Desenvolvimento do sistema radicular " width="394" height="262" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura2.jpg 394w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura2-300x199.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura2-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura2-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 394px) 100vw, 394px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="text-align: center;">Desenvolvimento do Sistema Radicular</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4333" src="https://rehagro.com.br/blog//wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura3-300x275.jpg" alt="Comparação do sistema radicular sem gesso e com gesso" width="450" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura3-300x275.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura3-370x340.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura3-270x248.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura3-327x300.jpg 327w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/objetivo-da-gessagem-figura3.jpg 547w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Comparação do sistema radicular</span></p>
<p style="text-align: left;">Na imagem acima, Djalma Martinhão (Pesquisador da Embrapa-CPAC) demonstra a melhoria no sistema radicular na camada subsuperficial após a adição do gesso, quando se compara as imagens A (sem adição de gesso) e a B (com adição de gesso).</p>
<p style="text-align: left;">Conforme demonstrado na figura, percebe-se claramente que a toxidez por alumínio e a deficiência do Ca não ocorrem somente na camada superficial</p>
<p>A recomendação do gesso é obtida através da análise das camadas subsuperficiais do solo. Essa prática proporciona um aumento do sistema radicular e fornecimento de Ca e S para as camadas mais profundas. O gesso não precisa ser incorporado, pois é bastante móvel no solo.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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