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	<title>Arquivos Grãos - Blog Rehagro</title>
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	<title>Arquivos Grãos - Blog Rehagro</title>
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	<item>
		<title>Guia Técnico Pesquisa em Campo Rehagro</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-tecnico-pesquisa-em-campo-rehagro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[altas produtividades]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e descubra diagnósticos precisos, manejos integrados e tecnologias comprovadas para otimizar solos, pragas, fungicidas e dessecação. O que você vai encontrar neste material técnico Insights práticos de pesquisas em campo do Rehagro para decisões agronômicas que aumentam produtividade, reduzem custos e melhoram eficiência. Diagnóstico e manejo da compactação do solo: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e descubra diagnósticos precisos, manejos integrados e tecnologias comprovadas para otimizar solos, pragas, fungicidas e dessecação.</p>
<div class="section-header">
<h2 class="section-title fade-in-up">O que você vai encontrar neste material técnico</h2>
<p class="section-description fade-in-up delay-100">Insights práticos de pesquisas em campo do Rehagro para decisões agronômicas que aumentam produtividade, reduzem custos e melhoram eficiência.</p>
</div>
<div class="benefits-grid">
<ul>
<li><strong>Diagnóstico e manejo da compactação do solo</strong>: Como mapear perdas ocultas que roubam até 29% da sua produtividade.</li>
<li><strong>Estratégias para manejo de pragas no milho</strong>: O timing exato para controlar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-nas-lavouras/">percevejo</a></strong>, lagartas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulgao-do-milho-como-identificar-e-controlar-essa-praga/">pulgões</a></strong> sem surpresas.</li>
<li><strong>Número e intervalo de aplicação de fungicidas na soja</strong>: Quantas aplicações realmente valem o investimento.</li>
<li><strong>Aspectos práticos da dessecação pré-semeadura</strong>: Soluções para buva, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trapoeraba-como-controlar-essa-planta-daninha/">trapoeraba</a></strong> e plantas daninhas que não morrem.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/"><strong>Tecnologia de aplicação</strong></a>: da gota ao alvo: O segredo dos bicos e misturas que dobram a eficiência dos defensivos.</li>
<li><strong>Eficiência técnica e comercial na fazenda</strong>: Como alcançar lucro bruto acima de 35% com manejo baseado em dados.</li>
</ul>
<div class="section-header">
<h2 class="section-title fade-in-up">Este material é ideal para</h2>
</div>
<div class="audience-grid">
<ol>
<li><strong>Produtores de soja e milho</strong> que buscam diagnósticos de campo e estratégias integradas para elevar produtividade e controlar custos operacionais.</li>
<li><strong>Técnicos e consultores</strong> interessados em pesquisas sobre compactação, pragas, fungicidas e dessecação para uma assessoria precisa.</li>
<li><strong>Gestores de fazenda</strong> focados em eficiência técnica, redução de perdas e otimização de insumos para maior lucratividade.</li>
</ol>
<h3 class="value-title">Eleve sua fazenda com pesquisas comprovadas em campo!</h3>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-pesquisa-em-campo?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pesquisa-campo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41849 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo.png" alt="Banner Guia técnico pesquisa em campo " width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Indicadores técnicos e financeiros de uma fazenda de grãos: o que medir?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/indicadores-tecnicos-e-financeiros-de-uma-fazenda-de-graos-o-que-medir/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/indicadores-tecnicos-e-financeiros-de-uma-fazenda-de-graos-o-que-medir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de margens apertadas, volatilidade de custos e alta competitividade no agronegócio, não há mais espaço para decisões baseadas apenas na intuição ou na tradição. O sucesso de uma fazenda de grãos hoje passa, obrigatoriamente, pelo uso de indicadores técnicos e financeiros que traduzem a realidade da operação em números claros, confiáveis e comparáveis. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de margens apertadas, volatilidade de custos e alta competitividade no agronegócio, não há mais espaço para decisões baseadas apenas na intuição ou na tradição. O sucesso de uma fazenda de grãos hoje passa, obrigatoriamente, pelo uso de indicadores técnicos e financeiros que traduzem a realidade da operação em números claros, confiáveis e comparáveis.</p>
<p>Saber quanto se colheu por hectare é importante, <strong>mas entender o custo por hectare, o retorno sobre o investimento (ROI) e a eficiência do uso dos insumos e da mão de obra</strong> é o que define se essa produtividade realmente gerou lucro. Por outro lado, é impossível avaliar a performance financeira de uma lavoura sem dominar os aspectos técnicos que impactam diretamente o resultado, como perdas na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/">colheita</a></strong>, falhas na implantação ou uso ineficiente de máquinas.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar os <strong>principais indicadores técnicos e financeiros</strong> que devem ser acompanhados em uma fazenda de grãos, além de apresentar ferramentas e rotinas práticas para garantir controle e consistência ao longo das safras.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Indicadores técnicos: produtividade, eficiência, perdas</h2>
<p>Os indicadores técnicos são aqueles que medem o <strong>desempenho produtivo, operacional e agronômico da fazenda</strong>. Eles ajudam a entender o que está funcionando, onde estão os gargalos e como as práticas adotadas no campo impactam o resultado final.</p>
<p>Aqui estão os principais que devem ser acompanhados de forma rotineira:</p>
<h3>1. Produtividade (kg/ha ou sc/ha)</h3>
<p>A produtividade por hectare ainda é o <strong>indicador técnico mais comum</strong> em lavouras de grãos. No entanto, ele só se torna realmente útil quando é:</p>
<ul>
<li>Segmentado por talhão, cultivar, sistema de manejo ou época de plantio.</li>
<li>Comparado com a média histórica da propriedade ou da região.</li>
<li>Acompanhado de indicadores de custo, para avaliar a relação produtividade x rentabilidade.</li>
</ul>
<h3>2. Eficiência operacional</h3>
<p>Este grupo de indicadores mostra <strong>como os recursos disponíveis estão sendo usados</strong>:</p>
<ul>
<li>Horas máquina/hectare: mede a eficiência do uso do maquinário;</li>
<li>Produtividade da mão de obra: hectares por funcionário ou kg colhidos por hora;</li>
<li>Uso de insumos por hectare: fertilizantes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong>, sementes;</li>
<li>Índice de uso efetivo de máquinas: compara o tempo útil com o tempo total de operação.</li>
</ul>
<p>Esses dados ajudam a identificar perdas por má utilização, ociosidade ou dimensionamento incorreto da frota e da equipe.</p>
<h3>3. Índice de utilização de áreas (IAU)</h3>
<p>Esse indicador mede <strong>quanto da área total disponível está sendo efetivamente cultivada</strong>. Áreas improdutivas, mal aproveitadas ou com falhas impactam negativamente o resultado por hectare e a eficiência geral da fazenda.</p>
<ul>
<li>IAU = (Área cultivada / Área total disponível) x 100.</li>
</ul>
<h3>4. Perdas na colheita e na logística</h3>
<p>As perdas podem consumir parte significativa da produtividade alcançada. As mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Perdas visíveis na colheita mecânica</strong>: grãos não colhidos, debulhados ou perdidos por velocidade inadequada.</li>
<li><strong>Perdas na logística interna</strong>: extravios, tombamentos, armazenagem ineficiente.</li>
<li><strong>Perdas pós-colheita</strong>: deterioração por umidade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/">ataque de pragas em silos</a></strong>, mistura de lotes.</li>
</ul>
<p>Monitorar e corrigir esses pontos pode representar ganhos imediatos de eficiência e receita, sem aumentar custos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-pilares-rtv-sucesso?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-rtv&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-40085 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png" alt="E-book Pilares do RTV de sucesso" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Indicadores financeiros: margem, ROI, custo por hectare</h2>
<p>Se os indicadores técnicos mostram o que acontece no campo, <strong>os indicadores financeiros revelam o impacto real dessas decisões na saúde econômica da fazenda</strong>. A integração entre os dois tipos de métricas é essencial para uma gestão estratégica, que busca não só produzir mais, mas produzir melhor e com mais retorno.</p>
<h3>1. Custo de produção por hectare</h3>
<p>Esse é o ponto de partida para qualquer análise financeira rural. O custo por hectare deve ser separado em:</p>
<ul>
<li><strong>Custo variável</strong>: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, fertilizantes, defensivos, combustível, mão de obra temporária;</li>
<li><strong>Custo fixo</strong>: arrendamento, mão de obra fixa, custos administrativos;</li>
<li><strong>Custo total</strong> = custo fixo + custo variável.</li>
</ul>
<h3>2. Margem bruta e líquida</h3>
<ul>
<li><strong>Margem bruta</strong> = Receita da cultura – Custo variável;</li>
<li><strong>Margem líquida</strong> = Receita da cultura – Custo total.</li>
</ul>
<p>Esses dois indicadores permitem medir a rentabilidade por hectare e entender a capacidade de geração de caixa da atividade agrícola, essencial para planejamento e expansão.</p>
<h3>3. ROI (Retorno sobre o investimento)</h3>
<p>O ROI mostra <strong>quanto a fazenda retorna, em percentual, sobre cada real investido</strong> em determinada safra, cultura ou sistema de produção.</p>
<ul>
<li>ROI = (Lucro líquido / Investimento total) × 100.</li>
</ul>
<h3>4. Payback (tempo de retorno)</h3>
<p>O Payback mede <strong>em quanto tempo o investimento retorna em forma de lucro líquido</strong>. É especialmente útil para avaliar:</p>
<ul>
<li>Investimentos em estrutura (silos, pivôs, máquinas e implementos);</li>
<li>Introdução de novas tecnologias;</li>
<li>Abertura de novas áreas.</li>
</ul>
<h2>Ferramentas e rotinas para controle</h2>
<p>Saber o que medir é importante. Mas tão essencial quanto isso é ter um sistema que permita coletar, registrar e analisar essas informações de forma prática e acessível.</p>
<p>A seguir, você verá como organizar esse processo dentro de uma fazenda de grãos, mesmo sem uma estrutura extremamente complexa.</p>
<h3>1. Softwares de gestão agrícola e ERP</h3>
<p>Ferramentas digitais oferecem <strong>centralização dos dados operacionais</strong>, financeiros e agronômicos em uma única plataforma. Os sistemas mais utilizados permitem:</p>
<ul>
<li>Lançamento diário de operações agrícolas (plantio, pulverização, colheita);</li>
<li>Registro automático de consumo de insumos e combustível;</li>
<li>Controle de estoque, mão de obra, máquinas e custo por talhão;</li>
<li>Geração de relatórios de desempenho e comparativos de safras.</li>
</ul>
<h3>2. Planilhas estruturadas</h3>
<p>Para propriedades menores ou em transição digital, planilhas bem elaboradas ainda são uma solução viável. O ideal é que:</p>
<ul>
<li>Sejam padronizadas por safra, talhão e por cultura;</li>
<li>Tenham categorias bem definidas de custos e receitas;</li>
<li>Permitam análises por hectare e por talhão;</li>
<li>Sejam atualizadas em rotinas mensais ou sazonais.</li>
</ul>
<p>Planilhas podem ser associadas a dashboards automáticos, gerando gráficos e indicadores em tempo real.</p>
<h3>3. Controle orçamentário: planejado x realizado</h3>
<p>Não basta registrar o que foi feito, é preciso <strong>comparar o que foi planejado com o que efetivamente ocorreu</strong>:</p>
<ul>
<li>Orçamento por safra ou cultura.</li>
<li>Acompanhamento mensal das variações (ex: aumento no custo de defensivos).</li>
<li>Análise de desvios e causas (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">climáticas</a></strong>, operacionais, de mercado).</li>
</ul>
<p>Esse comparativo é essencial para aprender com os erros e melhorar o planejamento das próximas safras.</p>
<h3>4. Rotinas e calendário de acompanhamento</h3>
<p>Indicadores só fazem sentido quando acompanhados com <strong>frequência, disciplina e responsabilidade</strong>:</p>
<ul>
<li>Check-ins mensais ou quinzenais para revisar dados técnicos e financeiros.</li>
<li>Fechamento de safra com análise integrada (técnica + econômica).</li>
<li>Envolvimento da equipe técnica e gerencial no processo.</li>
<li>Reuniões com consultores ou agrônomos para interpretação estratégica dos resultados.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em uma fazenda de grãos, <strong>medir é mais do que controlar, é entender, planejar e evoluir</strong>. Os indicadores técnicos mostram como a lavoura está se comportando no campo, enquanto os financeiros traduzem esse desempenho em resultados reais para a fazenda.</p>
<p>A partir do momento em que a gestão da propriedade rural passa a ser orientada por dados, decisões mais assertivas são tomadas, recursos são melhor alocados e o risco diminui. Em outras palavras: quem mede bem, colhe melhor e com mais segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-tecnicos-e-financeiros-de-uma-fazenda-de-graos-o-que-medir/">Indicadores técnicos e financeiros de uma fazenda de grãos: o que medir?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho: um guia prático</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 13:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rentabilidade da lavoura de soja e milho é um dos indicadores mais importantes para medir o sucesso de uma safra. Mais do que saber quanto se produziu, é fundamental entender o quanto realmente se ganhou (ou se perdeu) após todos os custos e variáveis envolvidas na produção. Para consultores técnicos, dominar o cálculo de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/">Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho: um guia prático</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>rentabilidade da lavoura de soja e milho</strong> é um dos indicadores mais importantes para medir o sucesso de uma safra. Mais do que saber quanto se produziu, é fundamental entender o quanto realmente se ganhou (ou se perdeu) após todos os custos e variáveis envolvidas na produção.</p>
<p>Para consultores técnicos, dominar o cálculo de rentabilidade é essencial. É a partir dessa análise que se tomam decisões mais assertivas sobre investimentos, manejo e planejamento das próximas safras. Neste artigo, você vai aprender, passo a passo, como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho, com exemplos práticos e indicadores complementares.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é rentabilidade na lavoura de soja e milho</h2>
<p>A rentabilidade representa o retorno financeiro sobre o investimento realizado em uma lavoura. Em outras palavras, mostra quanto o produtor ganhou (ou perdeu) em relação ao que gastou para produzir.</p>
<p>É comum confundir lucro, margem e rentabilidade, mas cada um desses termos tem um significado específico:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Lucro</strong>: diferença entre a receita total e os custos totais.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Margem</strong>: relação percentual entre lucro e receita.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Rentabilidade</strong>: relação entre o lucro e o custo total de produção.</li>
</ul>
<p>Em uma lavoura de soja ou milho, a rentabilidade depende de três pilares principais: <strong>produtividade, custos e preço de venda</strong>. Quanto maior a eficiência técnica e o controle de custos, maior tende a ser o retorno por hectare.</p>
<h2>Principais fatores que influenciam a rentabilidade</h2>
<h3>Custos de produção</h3>
<p>Todo cálculo começa pelo levantamento dos custos. Eles podem ser divididos em:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40333" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos.png" alt="Tabela com tipos de custos de produção de grãos" width="646" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos.png 646w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-300x92.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-370x114.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-270x83.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-150x46.png 150w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /></p>
<p>Em lavouras de grãos, é comum que os <strong>custos variáveis representem de 70% a 80% do total</strong>. Por isso, o manejo eficiente desses recursos é determinante para o resultado final.</p>
<h3>Produtividade e manejo</h3>
<p>A produtividade é um dos fatores mais sensíveis da rentabilidade. A diferença entre 60 e 70 sacas por hectare de soja, por exemplo, pode transformar um lucro modesto em um excelente resultado.</p>
<p>Práticas que impactam diretamente na produtividade:</p>
<ul>
<li>Correção adequada do solo e manejo de fertilidade;</li>
<li>Escolha de cultivares adequadas;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/">Controle rigoroso de plantas daninhas</a></strong>, pragas e doenças;</li>
<li>Ajuste de população de plantas</li>
<li>Rigidez no time e processos durante todo o ciclo da cultura.</li>
</ul>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong> e o monitoramento técnico constante são aliados na identificação de gargalos e oportunidades de melhoria.</p>
<h3>Preço de venda e mercado</h3>
<p>O preço recebido por saca é outro componente crítico. Em momentos de alta no mercado, a margem de lucro pode ser ampliada; já em períodos de queda, apenas produtores eficientes conseguem se manter rentáveis.</p>
<p>Boas práticas de comercialização incluem:</p>
<ul>
<li>Travar preços por meio de contratos futuros ou barter;</li>
<li>Aproveitar janelas de valorização;</li>
<li>Planejar o armazenamento para evitar vender em momentos de baixa.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-pilares-rtv-sucesso?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-rtv&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40085 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png" alt="E-book Pilares do RTV de sucesso" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho (passo a passo)</h2>
<p>A seguir, veja o processo completo para calcular a <strong>rentabilidade da lavoura soja milho</strong>, com fórmulas e exemplos numéricos.</p>
<p><strong>1. Levantamento de custos</strong></p>
<p>Registre todos os custos da lavoura, incluindo:</p>
<ul>
<li>Insumos (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, adubos, defensivos);</li>
<li>Mão de obra;</li>
<li>Maquinário (combustível, manutenção, depreciação);</li>
<li>Serviços terceirizados;</li>
<li>Transporte e armazenagem.</li>
</ul>
<p><strong>2. Cálculo da receita bruta</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Receita bruta = produtividade (sc/ha) × preço de venda (R$/sc)</strong></p>
<p><strong>3. Cálculo do lucro líquido</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lucro líquido = Receita bruta – Custo total</strong></p>
<p><strong>4. Cálculo da rentabilidade</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rentabilidade (%) = (Lucro líquido ÷ Custo total) × 100</strong></p>
<h2>Indicadores complementares de análise econômica</h2>
<p>Para uma visão mais completa, é recomendável calcular também:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Margem bruta &#8211; mede a eficiência operacional: <strong>(Receita bruta – Custos variáveis) ÷ Receita bruta × 100</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ponto de equilíbrio &#8211; indica a produtividade mínima necessária para cobrir os custos: <strong>Custo total ÷ Preço por saca</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">ROI (Retorno sobre o investimento) &#8211; mede o retorno total do capital investido: <strong>Lucro líquido ÷ Investimento total × 100</strong></li>
</ul>
<p>Esses indicadores ajudam o consultor a comparar diferentes áreas, sistemas de produção ou estratégias de manejo.</p>
<h2>Como aumentar a rentabilidade da lavoura de soja e milho</h2>
<h3>1. Uso de tecnologia e agricultura de precisão</h3>
<p>Ferramentas como mapas de produtividade, sensores e monitoramento remoto permitem otimizar o uso de insumos e reduzir desperdícios.</p>
<h3>2. Gestão técnica de insumos e recursos</h3>
<p>Negociar insumos com antecedência, ajustar doses e priorizar produtos de maior retorno técnico são práticas que reduzem custos sem comprometer o desempenho.</p>
<h3>3. Planejamento de safras e rotação de culturas</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">Alternar soja e milho</a></strong> melhora o aproveitamento de nutrientes, reduz a incidência de pragas e doenças e <strong>mantém a fertilidade do solo</strong>, contribuindo para ganhos sustentáveis de produtividade.</p>
<h3>4. Acompanhamento técnico e consultoria especializada</h3>
<p>Produtores assessorados por consultores técnicos bem preparados tomam decisões mais seguras, otimizam o uso de recursos e alcançam maior estabilidade econômica ao longo dos anos.</p>
<h2>Erros comuns que reduzem a rentabilidade</h2>
<ol>
<li>Não registrar todos os custos da produção;</li>
<li>Subestimar despesas de transporte e armazenagem;</li>
<li>Tomar decisões baseadas apenas no preço da saca, sem analisar margens;</li>
<li>Falta de planejamento financeiro e técnico;</li>
<li>Não revisar os resultados ao final da safra.</li>
</ol>
<h2>Ferramentas e planilhas que auxiliam no cálculo</h2>
<p>Existem diversas ferramentas e planilhas gratuitas que ajudam consultores e produtores a calcular a rentabilidade por cultura, comparando cenários. Entre as mais usadas:</p>
<ul>
<li>Planilhas de custos de produção;</li>
<li>Softwares de gestão agrícola;</li>
<li>Simuladores de rentabilidade desenvolvidos por instituições de ensino e consultorias agrícolas.</li>
</ul>
<p>Essas ferramentas tornam a análise mais precisa e economizam tempo, especialmente quando aplicadas em conjunto com dados reais da propriedade.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Calcular a <strong>rentabilidade da lavoura de soja e milho </strong>é mais do que um exercício financeiro, é uma ferramenta estratégica de gestão. Para o consultor técnico, esse cálculo permite demonstrar ao produtor o impacto real de cada decisão tomada no campo, seja na escolha da cultivar, na adubação ou na comercialização.</p>
<p>A rentabilidade é o reflexo direto da eficiência técnica e econômica da propriedade. Ao dominar esse conhecimento, o consultor se torna um parceiro indispensável do produtor rural, contribuindo para um agronegócio mais profissional, sustentável e lucrativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/">Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho: um guia prático</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cadeia produtiva de grãos no Brasil: desafios e oportunidades no setor</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cadeia-produtiva-de-graos-no-brasil-desafios-e-oportunidades-no-setor/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cadeia-produtiva-de-graos-no-brasil-desafios-e-oportunidades-no-setor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada nova safra, o produtor brasileiro enfrenta o mesmo desafio: produzir mais, com eficiência e sustentabilidade, em um cenário de custos altos e margens apertadas. Por trás dessa busca por competitividade está uma das engrenagens mais estratégicas do agronegócio, a cadeia produtiva de grãos. Mais do que uma sequência de etapas, a cadeia é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada nova safra, o produtor brasileiro enfrenta o mesmo desafio: <strong>produzir mais, com eficiência e sustentabilidade</strong>, em um cenário de custos altos e margens apertadas. Por trás dessa busca por competitividade está uma das engrenagens mais estratégicas do agronegócio, a cadeia produtiva de grãos.</p>
<p>Mais do que uma sequência de etapas, a cadeia é um <strong>sistema integrado</strong>, em que cada elo (produção, armazenagem, processamento, logística e comercialização) influencia diretamente os resultados do setor. Para produtores experientes e consultores, compreender a dinâmica dessa estrutura é essencial para tomar decisões que reduzam riscos e aumentem a rentabilidade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O papel estratégico da cadeia produtiva de grãos</h2>
<p>O Brasil se consolidou como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">potência mundial na produção de grãos</a>,</strong> com destaque para soja e milho. Essa relevância não se restringe ao abastecimento interno: ela garante destaque no cenário mundial, movimenta o mercado pecuário e alimenta cadeias industriais ligadas à produção de óleos, farinhas e biocombustíveis, além dos aspectos sociais ligados à geração de empregos.</p>
<p>A cadeia produtiva é, portanto, muito mais do que plantar e colher. Ela envolve:</p>
<ul>
<li><strong>Produção agrícola</strong>, com decisões atreladas ao cultivo sobre manejo, genética e tecnologias.</li>
<li><strong>Armazenagem e processamento</strong>, que preservam a qualidade e agregam valor aos produtos.</li>
<li><strong>Logística e transporte</strong>, responsáveis por conectar o campo ao mercado consumidor.</li>
<li><strong>Comercialização</strong>, que integra contratos, exportações e relações com a indústria.</li>
</ul>
<p>Esse conjunto faz com que o setor seja altamente sensível a fatores externos, como variações cambiais e políticas internacionais. É por isso que produtores e consultores precisam enxergar a cadeia como um sistema interdependente.</p>
<h2>Produção de grãos: inovação em meio a vulnerabilidades</h2>
<p>Nas últimas décadas, a agricultura brasileira passou por uma verdadeira revolução. A integração de dados climáticos, análises de solo periódicas e uso de ferramentas da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong> têm permitido decisões mais assertivas, reduzindo custos e riscos na atividade.</p>
<p>Além disso, o avanço dos bioinsumos e o uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-regenerativa/">práticas regenerativas</a></strong> estão reposicionando a agricultura brasileira como referência mundial em sustentabilidade e produtividade. Práticas sustentáveis, como o plantio direto e a integração lavoura-pecuária-floresta, consolidaram-se como caminhos viáveis para conciliar produção e conservação.</p>
<p>No entanto, a produção ainda enfrenta vulnerabilidades:</p>
<ul>
<li><strong>Clima instável</strong>, com secas e chuvas intensas que afetam diretamente as safras.</li>
<li><strong>Custo elevado de insumos</strong>, em especial fertilizantes importados.</li>
<li><strong>Necessidade de mão de obra qualificada</strong>, tanto no campo quanto na consultoria técnica.</li>
</ul>
<p>Esses fatores tornam a gestão de risco um diferencial competitivo. Consultores que dominam análises de mercado e práticas agronômicas avançadas têm papel essencial para apoiar produtores em decisões estratégicas.</p>
<h2>Como está organizada a cadeia de produção de grãos</h2>
<p>A produção de grãos pode ser reconhecida como uma <strong>indústria a céu aberto</strong>, sujeita a variações diversas que interferem de forma significativa nos resultados da fazenda.</p>
<p>O planejamento e reconhecimento das etapas de produção são a chave para o sucesso produtivo. Há uma série de processos indispensáveis para a organização do negócio rural e uma boa condução de safra:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40056" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos.png" alt="Organização da cadeia produtiva de grãos" width="751" height="658" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos.png 751w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-300x263.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-370x324.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-270x237.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-342x300.png 342w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-740x648.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-150x131.png 150w" sizes="auto, (max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>Mais do que uma sequência de operações, <strong>o sucesso está na integração entre planejamento, execução e análise de resultados</strong>, um verdadeiro sistema de gestão da produção agrícola.</p>
<p>Quando se tem uma visão geral da cadeia produtora de grãos, desde o planejamento até a comercialização do produto, há uma maior facilidade para atuar diante de eventos e imprevistos que ocorrem ao longo do ciclo produtivo.</p>
<p>Estar atualizado quanto às tecnologias e aos manejos que entregam resultados, entender dos processos e utilizar bons produtos são ações que podem alavancar seus resultados dentro de uma propriedade.</p>
<h2>Armazenagem e processamento: o elo que precisa avançar</h2>
<p>Apesar do avanço da produção, o Brasil ainda carece de estruturas adequadas de <strong>armazenagem e processamento de grãos</strong>. O déficit de capacidade ultrapassa <strong>80 milhões de toneladas</strong>, o que obriga muitos produtores a escoar a safra logo após a colheita, em condições nem sempre favoráveis.</p>
<p>Esse cenário gera impactos diretos:</p>
<ul>
<li><strong>Perdas pós-colheita</strong>, muitas vezes superiores a 8% da produção, advindas do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/">ataque de pragas</a></strong>, fungos e condições ambientais que aceleram a deterioração do produto, como umidade e altas temperaturas.</li>
<li><strong>Dependência de terceiros</strong>, com custos adicionais de transporte e armazenagem.</li>
<li><strong>Menor poder de negociação e rentabilidade</strong>, já que o produtor precisa vender em períodos de pico de oferta e, consequentemente, queda nos preços.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, há oportunidades para mitigar esses gargalos. A construção de silos próprios, por exemplo, aumenta a autonomia e a flexibilidade comercial, desde que haja possibilidade de se investir em uma estrutura para armazenagem na propriedade.</p>
<p>O investimento em indústrias de processamento locais também agrega valor, como no caso da soja transformada em óleo e farelo. Em muitas regiões, cooperativas têm desempenhado um papel crucial, viabilizando estruturas coletivas que fortalecem o produtor frente ao mercado.</p>
<h2>Logística de grãos: entraves históricos e novos caminhos</h2>
<p>A logística de grãos no Brasil é frequentemente apontada como o <strong>maior desafio da cadeia</strong>. A forte dependência do transporte rodoviário gera custos elevados e aumenta a vulnerabilidade do sistema. Estradas precárias, longas distâncias até os portos e gargalos nos períodos de safra reduzem a competitividade frente a países que utilizam meios mais diversificados.</p>
<p>Nos últimos anos, houve avanços significativos. O Arco Norte, por exemplo, abriu novas rotas de exportação, aproximando o Centro-Oeste dos portos amazônicos. Ferrovias como a Norte-Sul e a FIOL estão em expansão e prometem alterar o cenário logístico nos próximos anos. Ainda assim, os desafios permanecem.</p>
<p>Para o produtor, entender essa dinâmica vai além do transporte em si. Decisões sobre época de plantio e colheita, escolha de armazéns e até contratos de venda estão diretamente ligadas ao desempenho logístico. Antecipar-se a gargalos pode representar ganhos expressivos em competitividade.</p>
<h2>Gargalos e soluções na cadeia produtiva de grãos</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40057" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes.png" alt="Gargalos e soluções na cadeia produtiva de grãos" width="1049" height="415" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes.png 1049w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-300x119.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-1024x405.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-768x304.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-370x146.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-270x107.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-740x293.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-150x59.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1049px) 100vw, 1049px" /></p>
<h2>Tendências e perspectivas para a cadeia produtiva</h2>
<p>O futuro da cadeia produtiva de grãos no Brasil tende a ser moldado por três pilares centrais:</p>
<ol>
<li><strong>Digitalização</strong>: ferramentas digitais trazem facilidades para o monitoramento, a rastreabilidade e a eficiência de processos, desde a lavoura até a comercialização.</li>
<li><strong>Sustentabilidade</strong>: práticas regenerativas, adoção de produtos biológicos e redução da pegada de carbono já são exigências de alguns mercados importadores. Quanto antes nossos produtores se adaptarem às mudanças, mais rápido se beneficiam das políticas voltadas à sustentabilidade.</li>
<li><strong>Integração da cadeia</strong>: a articulação entre produtores, cooperativas, consultores e indústrias será determinante para aumentar o poder de negociação e reduzir perdas.</li>
</ol>
<p>Essas tendências apontam para um cenário em que conhecimento técnico, gestão eficiente e visão de longo prazo serão tão importantes quanto a produtividade no campo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O agronegócio está mudando rapidamente e os <strong>profissionais que dominam a cadeia de produção de grãos estarão à frente dessa transformação</strong>.</p>
<p>A cadeia produtiva de grãos no Brasil é um dos pilares da economia nacional, mas ainda carrega gargalos históricos em armazenagem e logística. Para produtores e consultores, o grande diferencial competitivo está em compreender a cadeia como um sistema integrado e manter-se atualizado, adotando práticas e estratégias que permitam maior eficiência em cada elo.</p>
<p>O futuro será de grande progresso para aqueles que aliam tecnologia, sustentabilidade e habilidade de adaptação às condições adversas no campo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mofo-branco na soja: como identificar, prevenir e controlar de forma eficaz</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/mofo-branco-na-soja-como-identificar-prevenir-e-controlar/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/mofo-branco-na-soja-como-identificar-prevenir-e-controlar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 13:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
		<category><![CDATA[mofo-branco]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mofo-branco é uma das doenças mais severas que afetam a cultura da soja no Brasil. Essa doença compromete significativamente a produtividade e exige atenção redobrada dos produtores e técnicos. Sua presença no campo está ligada a fatores como clima úmido, temperaturas amenas, manejo cultural inadequado e alta densidade de plantas, elementos comuns em diversas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mofo-branco</strong> é uma das doenças <strong>mais severas</strong> que afetam a cultura da soja no Brasil. Essa doença compromete significativamente a produtividade e exige atenção redobrada dos produtores e técnicos.</p>
<p>Sua presença no campo está ligada a fatores como clima úmido, temperaturas amenas, manejo cultural inadequado e alta densidade de plantas, elementos comuns em diversas regiões produtoras.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender como a doença se manifesta, quais práticas favorecem seu avanço, os impactos econômicos envolvidos e, principalmente, como agir de forma eficaz para prevenir e controlar o mofo-branco na lavoura de soja.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o mofo-branco: definição e agentes causadores</h2>
<p>O <strong>mofo-branco</strong>, também conhecido como <strong>podridão branca da haste</strong>, é uma doença fúngica causada pelo patógeno <i>Sclerotinia sclerotiorum</i>. Este fungo tem alta capacidade de sobrevivência no solo por meio de estruturas de resistência chamadas escleródios, que podem permanecer viáveis por vários anos na lavoura, mesmo na ausência de hospedeiros.</p>
<p>A doença é particularmente preocupante em culturas de clima subtropical e temperado, como a soja, onde se encontram condições ideais de desenvolvimento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40339" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1.jpg" alt="Planta de soja com sintomas de mofo-branco" width="1920" height="870" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1.jpg 1920w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-300x136.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-1024x464.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-768x348.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-1536x696.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-370x168.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-270x122.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-740x335.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-150x68.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura 1: Planta infectada por mofo branco (a); Vagem de soja infectada (b); escleródios se desenvolvendo no interior do caule da planta (c). Fonte: Caroline Hawerroth. </span></p>
<p>O mofo branco pode adentrar a lavoura por meio de sementes contaminadas, as quais transportam junto ao lote os escleródios, além de maquinários e implementos que entraram em contato com solo ou plantas infectadas, levando as estruturas de resistência para áreas não contaminadas.</p>
<p>A partir daí, os escleródios podem permanecer viáveis no solo por vários anos, aguardando condições favoráveis de temperatura e umidade para germinar e infectar as plantas, dando sequência ao ciclo da doença.</p>
<p>A doença é bastante agressiva pelo fato de ser causada por um <strong>fungo necrotrófico</strong>. Nesse caso, durante o processo de colonização da planta hospedeira, o fungo provoca a morte dos tecidos vegetais, prejudicando o desenvolvimento e a produtividade da cultura.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar o mofo-branco no campo?</h2>
<h3>Sintomas visuais na lavoura</h3>
<p>Os sintomas de mofo-branco incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Murcha na parte aérea da planta</strong>, especialmente em fases de florescimento e formação de vagens, seca das folhas;</li>
<li><strong>Manchas aquosas</strong>, de aspecto encharcado no caule, que rapidamente evoluem para lesões amolecidas cobertas por micélio branco (o “mofo” branco, com aspecto de algodão);</li>
<li><strong>Presença de escleródios pretos</strong>, duros, semelhantes a fezes de rato, dentro e fora dos tecidos da planta afetada;</li>
<li><strong>Queda precoce de folhas e flores</strong>, além de má formação das vagens.</li>
</ul>
<p>A doença geralmente começa em manchas isoladas, mas pode alastrar pela lavoura sob condições favoráveis, através da germinação dos escleródios e disseminação dos ascósporos pelo vento, infectando plantas vizinhas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40340" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2.jpg" alt="Planta de soja com sintomas de murcha" width="1791" height="1080" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2.jpg 1791w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-300x181.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-1024x617.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-768x463.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-1536x926.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-370x223.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-270x163.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-740x446.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1791px) 100vw, 1791px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura 2: Planta de soja infectada com sintomas de murcha (a); Planta infectada, com formação de escleródios a partir do micélio cotonoso (b). Fonte: Aline Zaqueu</span></p>
<h3>Momentos críticos da cultura</h3>
<p>A atenção deve ser redobrada em alguns estádios críticos da cultura e condições:</p>
<ul>
<li><strong>Estádio R1 (início do florescimento) até R3 (formação de vagens)</strong>: fase ideal para infecção, pois o fungo coloniza flores e tecidos jovens; Intervenções devem iniciar preventivamente, desde o TS, uso de biológicos e aplicações no pré-florescimento;</li>
<li><strong>Períodos chuvosos e temperaturas amenas</strong>: especialmente em regiões com histórico da doença;</li>
<li><strong>Alta população de plantas</strong>: o microclima formado favorece o surgimento dos apotécios.</li>
</ul>
<h3>Por que ele é considerado um dos principais desafios fitossanitários da soja</h3>
<p>A severidade do mofo-branco na soja está relacionada à sua capacidade de:</p>
<ul>
<li>Infectar diversas partes da planta, como caules, folhas, flores e vagens;</li>
<li>Ocasionar morte prematura das plantas;</li>
<li>Gerar danos irreversíveis na arquitetura da lavoura, comprometendo a colheita;</li>
<li>Apresentar dificuldade de controle em estágios avançados da infecção;</li>
<li>Gerar estruturas de resistência que permanecem viáveis por vários anos na lavoura.</li>
</ul>
<p>Além disso, o fungo <i>Sclerotinia sclerotiorum</i> possui amplo espectro de hospedeiros, podendo afetar mais de 400 espécies de plantas, o que torna sua eliminação um grande desafio agronômico.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Fatores que favorecem o desenvolvimento da doença</h2>
<h3>Condições climáticas ideais para o surgimento</h3>
<p>O mofo-branco na soja encontra nas <strong>condições climáticas</strong> <strong>úmidas e frias</strong> o ambiente perfeito para sua proliferação. As situações mais propícias incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Temperaturas entre 18°C e 25°C</strong> durante o final do vegetativo e início do reprodutivo, na fase de florescimento da soja;</li>
<li><strong>Alta umidade relativa do ar (&gt;80%)</strong> por períodos prolongados;</li>
<li>Presença de <strong>neblina, orvalho intenso ou chuvas contínuas</strong>, especialmente no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/">estádio</a></strong> R1 a R3 da cultura.</li>
</ul>
<p>Essas condições favorecem a germinação dos escleródios e a produção de apotécios, estruturas que liberam os ascósporos, esporos responsáveis pela disseminação da doença pelo vento a curtas distâncias.</p>
<h3>Práticas de manejo que contribuem para o agravamento da doença</h3>
<p>Algumas decisões agronômicas e operacionais podem aumentar consideravelmente o risco de incidência da doença:</p>
<ul>
<li><strong>Plantios muito adensados</strong>, criando um microclima favorável para a germinação dos escleródios;</li>
<li><strong>Não adotar estratégias integradas de manejo</strong>, como uso de produtos biológicos, químicos e manejo cultural</li>
<li>Falta de <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/"><strong>rotação de culturas</strong></a> com espécies não hospedeiras;</li>
<li>Aplicações tardias ou manejos ineficazes de fungicidas.</li>
</ul>
<p>Além disso, a ausência de monitoramento e de planejamento estratégico da lavoura faz com que produtores apenas &#8220;apaguem incêndios&#8221;, quando o ideal é agir preventivamente.</p>
<h3>Hospedeiros alternativos e sua influência no ciclo da doença</h3>
<p>O fungo <i>Sclerotinia sclerotiorum</i> possui um amplo leque de hospedeiros alternativos que podem servir de ponte entre uma safra e outra. São mais de <strong>400 espécies hospedeiras</strong> e abaixo listamos alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>Algodão;</li>
<li>Feijão;</li>
<li>Batata;</li>
<li>Tomate;</li>
<li>Girassol;</li>
<li>Alface.</li>
</ul>
<p>Essas plantas, ao manterem o fungo vivo no ambiente, dificultam o controle da doença, favorecem a infecção de novas áreas e nos acendem um alerta para a escolha estratégica de culturas para rotação em áreas afetadas.</p>
<h2>Como controlar o mofo-branco na soja?</h2>
<h3>Manejo integrado como estratégia eficaz</h3>
<p>A forma mais efetiva de se controlar o mofo-branco de maneira consistente é por meio do <strong>Manejo Integrado de Doenças</strong>, que une múltiplas estratégias de controle com foco em:</p>
<ul>
<li>Redução da fonte de inóculo no solo.</li>
<li>Prevenção da entrada do patógeno nas áreas.</li>
<li>Proteção contra a infecção da planta em momentos críticos.</li>
<li>Monitoramento contínuo.</li>
</ul>
<p>As práticas mais recomendadas para o mofo-branco incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Rotação de culturas com espécies não hospedeiras</strong> (como milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-do-estadio-fenologico-do-trigo-ciclo-de-desenvolvimento/">trigo</a></strong>, gramíneas de maneira geral);</li>
<li><strong>Utilizar</strong> <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes de boa qualidade</a></strong>, para evitar a entrada e disseminação de escleródios durante o plantio</li>
<li>Uso de <strong>cultivares com arquitetura mais aberta</strong> e adequação da população de plantas, o que favorece a aeração entre as plantas;</li>
<li>Adoção do <strong>biocontrole</strong> com fungos do gênero <i>Trichoderma, </i>para complementação do manejo químico, inibindo a germinação dos escleródios. Deve-se optar pelas aplicações do Trichoderma durante o vegetativo da soja, mas também após a colheita, visando atingir os escleródios que restaram no solo, e nas culturas de cobertura e de segunda safra.</li>
<li><strong>Manter o solo coberto com palhada</strong>, para dificultar a germinação dos escleródios</li>
<li><strong>Adotar manejo químico</strong>:
<ul>
<li>Utilizar sementes tratadas com fungicidas, como tiofanato metílico.</li>
<li>Realizar aplicações aéreas a partir do pré-florescimento da soja com uso de ingredientes ativos como procimidona, tiofanato metílico, fluazinam, fluopiram, dimoxistrobina e boscalida, antes do fechamento das ruas e do florescimento pleno, garantindo que os ativos atinjam o alvo e protejam a planta de maneira satisfatória.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Essas abordagens têm contribuído para <strong>reduções significativas na carga de inóculo no solo</strong> e menor reincidência da doença em safras subsequentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40341" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3.jpg" alt="Estratégias de manejo para o mofo-branco" width="1067" height="542" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3.jpg 1067w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-1024x520.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-768x390.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-740x376.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1067px) 100vw, 1067px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura 3: Estratégias de manejo cultural, biológico e químico para o mofo branco. Fonte: Caroline Hawerroth. </span></p>
<h3>Benefícios reais de um planejamento fitossanitário bem estruturado</h3>
<p>Quando o produtor adota uma abordagem estruturada, os resultados são consistentes:</p>
<ul>
<li>Redução de escleródios no solo ao longo dos anos.</li>
<li>Menor dependência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">fungicidas</a></strong> químicos com adoção de estratégias integradas.</li>
<li>Aumento da produtividade média em áreas de alta pressão da doença.</li>
</ul>
<p>Planejamento fitossanitário não é um custo adicional, mas um investimento. E quanto antes for iniciado, maior o retorno agronômico e econômico para a fazenda.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>mofo-branco</strong> representa <strong>um dos maiores desafios para a cultura da soja no Brasil</strong>, não apenas pela sua agressividade, mas principalmente por exigir um olhar técnico, preventivo e contínuo por parte de quem conduz a lavoura.</p>
<p>Mais do que combater o problema, o caminho está em entender sua dinâmica, monitorar atentamente o campo, planejar com antecedência as medidas de controle e, acima de tudo, aplicar estratégias integradas que envolvam boas práticas culturais, controle químico e biológico.</p>
<p>À medida que novas ferramentas se tornam disponíveis e o conhecimento técnico avança, o controle da doença se torna cada vez mais uma questão de escolha e atitude do produtor. Investir em informação e buscar o apoio de profissionais qualificados pode fazer toda a diferença entre uma lavoura vulnerável e uma lavoura preparada.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/mofo-branco-na-soja-como-identificar-prevenir-e-controlar/">Mofo-branco na soja: como identificar, prevenir e controlar de forma eficaz</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Consultor técnico na produção de grãos: como fidelizar produtores e gerar resultados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consultor-tecnico-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No agronegócio moderno, o consultor técnico deixou de ser apenas um prestador de serviço e passou a atuar como parceiro estratégico na tomada de decisões dentro da fazenda. Na produção de grãos, essa mudança de postura é especialmente evidente: o produtor rural busca hoje um profissional capaz de unir conhecimento técnico, visão de gestão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No agronegócio moderno, o <strong>consultor técnico</strong> deixou de ser apenas um prestador de serviço e passou a atuar como parceiro estratégico na tomada de decisões dentro da fazenda. Na produção de grãos, essa mudança de postura é especialmente evidente: o produtor rural busca hoje um profissional capaz de unir conhecimento técnico, visão de gestão e habilidade relacional.</p>
<p>Mais do que recomendar produtos ou corrigir falhas pontuais, <strong>o consultor técnico de grãos tem um papel central na</strong> <strong>fidelização de produtores</strong>, um processo que envolve confiança, resultados comprovados e acompanhamento constante. Em um mercado competitivo, saber construir e manter relações sólidas é o que diferencia o consultor comum do profissional de alta performance.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar como o consultor técnico pode se tornar indispensável para o produtor, fortalecendo vínculos e gerando resultados sustentáveis na cadeia produtiva de grãos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>A importância do consultor técnico na produção de grãos</h2>
<p>O <strong>consultor técnico na produção de grãos</strong> é o elo que conecta pesquisa, tecnologia e campo. É ele quem traduz a ciência em soluções práticas, ajustadas à realidade de cada propriedade. Seu papel vai além da assistência técnica, envolve análise de dados, planejamento produtivo e orientação estratégica.</p>
<p>Um bom consultor é capaz de enxergar a lavoura como um sistema integrado, em que decisões sobre adubação, manejo e logística estão interligadas e impactam diretamente a rentabilidade do produtor.</p>
<p>Com o avanço das tecnologias agrícolas, o desafio não é mais apenas ter acesso à informação, mas <strong>saber interpretá-la e aplicá-la corretamente</strong>. Nesse ponto, o consultor se torna indispensável: ele ajuda o produtor a identificar gargalos, avaliar riscos e adotar práticas mais eficientes.</p>
<h3>O consultor como agente de transformação no campo</h3>
<p>Os resultados práticos do trabalho consultivo vão muito além de uma boa safra. Quando um consultor técnico atua com consistência, ele transforma o modelo de gestão da propriedade.</p>
<p>Produtores que antes tomavam decisões intuitivas passaram a utilizar <strong>indicadores técnicos e econômicos</strong>, o que se traduz em melhor uso de insumos, maior produtividade e lucro sustentável.</p>
<p>Essa transformação ocorre porque o consultor atua com escuta ativa, compreendendo o contexto de cada fazenda antes de sugerir soluções. Ele adapta recomendações à realidade operacional e financeira do cliente e é justamente essa personalização que constrói confiança e fideliza o produtor.</p>
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<h2>Por que a fidelização é um ativo estratégico para consultores</h2>
<p>Fidelizar um cliente é muito mais rentável do que conquistar um novo. No agronegócio, onde o ciclo de relacionamento é longo e os resultados são de médio a longo prazo, <strong>a confiança e a constância</strong> são os principais ativos de um consultor técnico.</p>
<p>A fidelização garante previsibilidade de receita, reduz o custo de prospecção e fortalece a reputação profissional. Além disso, um cliente satisfeito tende a indicar o consultor para outros produtores, e no meio rural, a indicação boca a boca continua sendo uma das estratégias mais eficazes de expansão.</p>
<h3>Fatores que fortalecem a relação entre consultor e produtor</h3>
<ol>
<li><strong>Confiança e credibilidade</strong>: o produtor precisa sentir que o consultor defende seus interesses e fala com base em resultados, não em marcas.</li>
<li><strong>Clareza na comunicação</strong>: explicações técnicas devem ser traduzidas em impactos reais no campo, como economia de insumos ou aumento de produtividade.</li>
<li><strong>Resultados mensuráveis</strong>: a fidelização é sustentada por dados e métricas que comprovam o valor da consultoria.</li>
<li><strong>Presença constante</strong>: o acompanhamento próximo gera segurança e demonstra comprometimento.</li>
</ol>
<p>Um relacionamento sólido se constrói na soma de pequenos gestos, mas se mantém quando o consultor mostra, na prática, que entende o negócio tanto quanto o dono da fazenda.</p>
<h2>Estratégias práticas para fidelizar produtores de grãos</h2>
<p>Fidelizar não é apenas “manter contato”, é <strong>gerar valor contínuo</strong> e demonstrar que cada visita ou orientação tem impacto direto no resultado da lavoura. O consultor técnico precisa combinar conhecimento técnico, empatia e visão estratégica para construir parcerias duradouras.</p>
<p>A seguir, veja algumas estratégias essenciais:</p>
<h3>1. Entendimento profundo da realidade do produtor</h3>
<p>Antes de recomendar soluções, o consultor precisa compreender o contexto de produção: tamanho da área, estrutura, nível tecnológico, metas e desafios financeiros. Um diagnóstico completo é o ponto de partida para qualquer recomendação assertiva.</p>
<p>O uso de <strong>ferramentas de gestão</strong>, como planilhas de custos, índices de produtividade e indicadores econômicos, ajuda a transformar observações em dados concretos, que facilitam o acompanhamento dos resultados.</p>
<h3>2. Comunicação técnica clara e orientada a resultados</h3>
<p>Muitos consultores perdem credibilidade por não conseguirem comunicar o valor do seu trabalho. Termos técnicos em excesso ou recomendações sem contexto dificultam o entendimento.</p>
<p><strong>Explicar o “porquê” de cada decisão</strong>, mostrando, por exemplo, como uma mudança no manejo do solo pode reduzir custos com defensivos, aproxima o produtor e cria senso de parceria. Uma comunicação transparente e acessível é a base da fidelização.</p>
<h3>3. Monitoramento de indicadores e feedback constante</h3>
<p>A fidelização depende de acompanhamento contínuo. O consultor deve estabelecer <strong>indicadores-chave de desempenho (KPIs)</strong> e revisá-los periodicamente com o produtor.</p>
<p>Os principais indicadores incluem:</p>
<ul>
<li>Produtividade por hectare.</li>
<li>Custo operacional total e margem líquida.</li>
<li>Eficiência no uso de fertilizantes e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong>.</li>
<li>Ganhos econômicos por recomendação implementada.</li>
</ul>
<p>Essa análise conjunta demonstra comprometimento com resultados e reforça o valor da consultoria.</p>
<h3>4. Educação contínua e transferência de conhecimento</h3>
<p><strong>O consultor técnico de grãos também é um educador</strong>. Ao ensinar o produtor a interpretar dados, entender processos e aplicar boas práticas, ele amplia o impacto do seu trabalho.</p>
<p>Oferecer materiais técnicos, treinamentos internos e dias de campo fortalece o vínculo e consolida o consultor como referência técnica. Quanto mais o produtor evolui tecnicamente, mais ele reconhece o valor da parceria.</p>
<h3>5. Construção de confiança e relacionamento humano</h3>
<p>A fidelização não é movida apenas por resultados, mas por <strong>relacionamento</strong>. Escutar, estar presente, respeitar o ritmo do cliente e demonstrar coerência entre discurso e prática são atitudes que geram lealdade.</p>
<p>Pequenas ações, como acompanhar a colheita, enviar análises personalizadas e celebrar conquistas junto com o produtor, criam laços duradouros. No campo, a confiança é construída com tempo, presença e resultados.</p>
<h2>O papel do consultor técnico na integração da cadeia produtiva de grãos</h2>
<p>O consultor técnico é uma peça-chave na <strong>integração da cadeia produtiva de grãos</strong>. Sua atuação conecta o produtor a fornecedores, cooperativas, transportadoras e indústrias de processamento.</p>
<p>Quando o consultor compreende o funcionamento completo da cadeia ele consegue orientar o produtor de forma mais estratégica, antecipando gargalos logísticos e oportunidades de mercado.</p>
<h3>O consultor como articulador de soluções</h3>
<p>Mais do que um técnico de campo, o consultor atua como facilitador de conexões. Ele pode, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Indicar fornecedores mais competitivos.</li>
<li>Ajudar na negociação de insumos e fretes.</li>
<li>Orientar sobre o melhor momento de venda com base em análises de mercado.</li>
<li>Promover parcerias coletivas entre produtores para otimizar custos.</li>
</ul>
<p>Essa postura consultiva amplia o valor percebido pelo produtor e reforça a fidelização.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>consultor técnico na produção de grãos</strong> é um dos principais protagonistas da evolução do agronegócio brasileiro. Sua função vai muito além da orientação técnica: ele é um gestor de relacionamentos e resultados, capaz de conectar conhecimento, pessoas e oportunidades.</p>
<p>Fidelizar produtores é um processo que exige técnica, consistência e humanidade. Consultores que entendem o valor do acompanhamento contínuo, da comunicação clara e da visão sistêmica da cadeia se tornam indispensáveis para seus clientes.</p>
<p>Mais do que uma relação comercial, a fidelização é uma parceria de crescimento mútuo e o consultor é o elo que transforma potencial em resultado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Carreira de RTV no agronegócio: o perfil mais desejado na produção de grãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive uma fase de transformação profunda. A tecnologia avança, o campo se digitaliza e os produtores se tornam cada vez mais exigentes e bem informados. Nesse cenário, o papel do RTV (Representante Técnico de Vendas) se torna mais estratégico do que nunca. Mais do que um representante de vendas, o RTV passou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive uma fase de transformação profunda. A tecnologia avança, o campo se digitaliza e os produtores se tornam cada vez mais exigentes e bem informados. Nesse cenário, o papel do <strong>RTV (Representante Técnico de Vendas)</strong> se torna mais estratégico do que nunca.</p>
<p>Mais do que um representante de vendas, o RTV passou a ser visto como <strong>consultor técnico e parceiro de resultados</strong>, capaz de conectar a indústria, o conhecimento agronômico e as necessidades do produtor. Por isso, o mercado busca profissionais mais completos, com visão de negócio, domínio técnico e habilidades de relacionamento.</p>
<p>Neste artigo, vamos mostrar qual é o perfil do RTV mais desejado no mercado de grãos, como ele atua e o que é preciso desenvolver para construir uma carreira sólida no agronegócio e na produção de grãos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que faz um RTV e por que ele é essencial na cadeia de grãos</h2>
<p>O RTV é o elo entre as empresas fornecedoras de insumos, as revendas e os produtores rurais. Ele representa marcas, oferece soluções técnicas e acompanha os resultados no campo, garantindo que as recomendações tragam retorno produtivo e econômico.</p>
<p>Mas o trabalho do RTV vai muito além da venda: <strong>ele leva conhecimento e confiança ao produtor</strong>, ajudando-o a tomar decisões assertivas sobre <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, fertilizantes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong> e tecnologias de manejo.</p>
<h3>O RTV como ponte entre tecnologia e campo</h3>
<p>A agricultura moderna exige que o RTV seja um <strong>tradutor de tecnologia</strong>. Ele precisa entender profundamente os produtos e processos que representa e, ao mesmo tempo, saber comunicar isso de forma clara e prática ao produtor.</p>
<p>É ele quem demonstra, na prática, como uma inovação impacta a produtividade, reduz custos e melhora o desempenho da lavoura. Por isso, o RTV é mais que um intermediário comercial, é um <strong>gerador de valor técnico e econômico</strong> dentro da cadeia de produção de grãos.</p>
<h2>O cenário atual da carreira no agronegócio e na produção de grãos</h2>
<p>Nos últimos anos, o agronegócio passou por uma verdadeira revolução. Com o aumento da mecanização, da conectividade no campo e da integração de dados, o RTV precisa se reinventar para acompanhar as novas demandas.</p>
<p>Empresas buscam profissionais capazes de <strong>unir conhecimento técnico, gestão e relacionamento</strong>, atuando com visão de longo prazo e foco em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/">resultados sustentáveis</a></strong>.</p>
<h3>O RTV 4.0: um profissional completo</h3>
<p>O <strong>RTV 4.0</strong> é aquele que alia experiência de campo com domínio de ferramentas digitais e compreensão dos indicadores do negócio agrícola. Ele utiliza softwares de gestão, aplicativos de monitoramento e dados de produtividade para tomar decisões mais embasadas.</p>
<p>Esse novo profissional é analítico, estratégico e consultivo, sabe interpretar números, mas também entende pessoas. Em um mercado que valoriza performance, ele é o diferencial competitivo que as empresas procuram.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-pilares-rtv-sucesso?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-rtv&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40085 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png" alt="E-book Pilares do RTV de sucesso" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>As principais competências do RTV ideal para o mercado de grãos</h2>
<p>Para construir uma <strong>carreira sólida no agronegócio e na produção de grãos</strong>, o RTV precisa ir além da técnica. É preciso combinar <strong>conhecimento agronômico, visão de mercado e habilidades humanas</strong>.</p>
<p>A seguir, estão as competências que definem o RTV mais desejado pelo mercado:</p>
<h3>1. Conhecimento técnico sólido</h3>
<p>O RTV é um <strong>especialista em campo</strong>. Ele precisa dominar temas como fisiologia vegetal, manejo nutricional, fitossanidade, sementes e solos. Um erro técnico pode comprometer uma safra, mas uma recomendação bem fundamentada pode transformar a produtividade.</p>
<p>Além do domínio agronômico, é essencial estar atualizado sobre as inovações em insumos biológicos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong> e práticas sustentáveis. A credibilidade técnica é o primeiro passo para construir confiança com o produtor.</p>
<h3>2. Foco em resultados e visão de negócio</h3>
<p>O RTV moderno entende que cada fazenda é uma empresa, e que cada recomendação deve gerar retorno. Isso exige uma visão de gestão: compreender custos, margens e indicadores de desempenho.</p>
<p>O profissional desejado pelo mercado é aquele que sabe <strong>transformar conhecimento técnico em resultados financeiros</strong>. Ele fala de produtividade e lucro com a mesma fluência com que fala de pragas e adubação.</p>
<h3>3. Comunicação e relacionamento com o produtor</h3>
<p>O RTV é, antes de tudo, um comunicador. Ele precisa ouvir o produtor, entender suas dores e adaptar a linguagem técnica à realidade da propriedade.</p>
<p>Relacionamentos duradouros se constroem com <strong>escuta ativa, empatia e transparência</strong>. O RTV que conquista a confiança do cliente se torna um parceiro indispensável e não apenas mais um fornecedor.</p>
<h3>4. Perfil consultivo e proativo</h3>
<p>O RTV desejado pelo mercado não espera o produtor pedir ajuda: ele antecipa demandas, identifica oportunidades e oferece soluções.</p>
<p>Essa postura consultiva cria valor porque o profissional demonstra que está <strong>comprometido com o sucesso do cliente</strong>, e não apenas com a venda. A fidelização vem como consequência natural desse posicionamento.</p>
<h3>5. Atualização constante e adaptabilidade</h3>
<p>O agronegócio é dinâmico. O que funcionava há cinco anos pode não ser mais eficiente hoje. Por isso, o RTV precisa ter <strong>mentalidade de aprendizado contínuo</strong>.</p>
<p>Participar de cursos, pós-graduações e eventos técnicos é essencial para se manter relevante. O profissional adaptável é aquele que se reinventa a cada safra, acompanhando as mudanças do mercado, da tecnologia e do comportamento do produtor.</p>
<h2>Comparativo: o RTV tradicional x o RTV do futuro</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40318" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv.png" alt="Tabela com comparativo entre perfis de RTV" width="868" height="411" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv.png 868w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-300x142.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-768x364.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-370x175.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-270x128.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-740x350.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-150x71.png 150w" sizes="auto, (max-width: 868px) 100vw, 868px" /></p>
<p>Este comparativo mostra claramente que o futuro do RTV está na integração entre <strong>técnica, gestão e relacionamento humano</strong>. O profissional que domina essas três dimensões será cada vez mais valorizado.</p>
<h2>Como construir uma carreira sólida no agronegócio e se destacar na produção de grãos</h2>
<p>Crescer como RTV no mercado de grãos exige estratégia e planejamento. Veja os passos que podem acelerar o seu desenvolvimento profissional:</p>
<h3>Invista em formação técnica e especialização</h3>
<p>A base do sucesso é o conhecimento. Buscar uma <strong>pós-graduação em produção de grãos</strong> ou cursos voltados à gestão e comercialização ajuda a ampliar o repertório e a visão sistêmica.</p>
<p>Além de fortalecer a parte técnica, a especialização ensina o RTV a <strong>tomar decisões com base em dados</strong> e a entender o impacto de suas ações na lucratividade do produtor.</p>
<h3>Desenvolva habilidades interpessoais e comerciais</h3>
<p>Saber se relacionar é tão importante quanto dominar a técnica. Habilidades como <strong>comunicação, negociação e empatia são diferenciais decisivos</strong> para quem atua em campo.</p>
<p>Um RTV de sucesso é aquele que se torna confiável, e confiança se constrói com postura ética, coerência e presença constante.</p>
<h3>Trabalhe sua presença no campo e no mercado</h3>
<p>O RTV precisa estar onde as oportunidades acontecem. Participar de <strong>dias de campo, feiras e eventos técnicos</strong> é uma forma eficaz de criar visibilidade e ampliar sua rede de contatos.</p>
<p>Além disso, é importante investir na <strong>presença digital</strong>. Compartilhar conteúdo técnico e cases reais em redes como LinkedIn e Instagram fortalece sua autoridade e atrai novas oportunidades.</p>
<h3>Adote o aprendizado como hábito permanente</h3>
<p>A atualização contínua é o que diferencia os bons dos excelentes profissionais. O RTV que lê, participa de treinamentos e busca novas referências está sempre um passo à frente.</p>
<p>No agronegócio, quem para de aprender, fica para trás. Por isso, faça da curiosidade um combustível diário para evoluir.</p>
<h2>Tendências e oportunidades para RTVs no mercado de grãos</h2>
<p>As perspectivas para quem atua como RTV são extremamente positivas. A expansão das áreas agrícolas, a profissionalização das propriedades e o crescimento da agricultura digital criam novas oportunidades de atuação.</p>
<p>Empresas estão em busca de profissionais capazes de <strong>integrar conhecimento técnico, visão de negócios e gestão de relacionamento</strong> e os melhores colocam o produtor no centro de todas as decisões.</p>
<p>O RTV do futuro será híbrido: <strong>técnico como agrônomo, estratégico como gestor e humano como parceiro de campo</strong>. Ele usará tecnologia para gerar dados, mas usará empatia para transformá-los em confiança e resultados.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>RTV mais desejado pelo mercado de grãos</strong> é aquele que alia conhecimento técnico, visão estratégica e habilidade de relacionamento. Ele entende que a venda é apenas uma consequência de um trabalho bem feito e que o verdadeiro valor está em ajudar o produtor a crescer.</p>
<p>Construir uma carreira sólida no agronegócio e na produção de grãos exige aprendizado constante, postura consultiva e paixão pelo campo. O sucesso é resultado da soma entre técnica, propósito e presença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>E-book Os 3 pilares do RTV de sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 15:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="subtitle fade-in-up delay-200">Aprenda a se destacar como Representante Técnico de Vendas e impulsione sua carreira no agronegócio de grãos</p>
<p class="description fade-in-up delay-300">Baixe gratuitamente o e-book que revela, com exemplos práticos e aplicáveis, os três pilares que fazem um RTV se tornar referência.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico</h2>
<p class="section-description fade-in-up delay-100">Um guia prático, direto ao ponto, criado para quem quer vender mais, gerar valor real ao produtor e construir uma carreira sólida no agronegócio.</p>
<ul>
<li data-start="1172" data-end="1372">Como transformar relacionamento em diferencial competitivo – Aprenda a fidelizar produtores e criar parcerias de longo prazo, mesmo em mercados competitivos.</li>
<li data-start="1172" data-end="1372">Técnicas de vendas consultivas que geram confiança – Utilize perguntas estratégicas, diagnósticos e fechamento natural para aumentar resultados.</li>
<li data-start="1571" data-end="1740">Gestão eficiente do funil e pós-venda – Estruture sua rotina para acompanhar clientes e aumentar conversões com base em dados.</li>
<li data-start="1746" data-end="1914">Visão sistêmica do sistema de produção – Enxergue além do produto e entenda como cada decisão impacta o resultado da fazenda.</li>
<li data-start="1920" data-end="2096">Conhecimento técnico como base da credibilidade – Domine os fundamentos agronômicos que tornam seu discurso confiável e diferenciado.</li>
<li data-start="2102" data-end="2271">Integração dos 3 pilares para alta performance – Saiba como unir técnica, gestão e vendas para se tornar um RTV de excelência</li>
</ul>
<h2 data-start="2278" data-end="2332">Este material é indicado para quem</h2>
<ul>
<li data-start="2335" data-end="2450">RTVs e consultores técnicos que desejam aprimorar suas habilidades e se posicionar como referências no campo.</li>
<li data-start="2453" data-end="2576">Profissionais de empresas de insumos e tecnologias agrícolas que buscam aumentar vendas com base técnica e confiança.</li>
<li data-start="2579" data-end="2706">Gestores e líderes comerciais do agronegócio que querem treinar suas equipes para resultados consistentes e sustentáveis.</li>
</ul>
<h2>Construa uma carreira sólida no agronegócio</h2>
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			</item>
		<item>
		<title>Glufosinato de amônio: como utilizar esse herbicida com eficiência</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/glufosinato-de-amonio-como-utilizar-esse-herbicida-com-eficiencia/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/glufosinato-de-amonio-como-utilizar-esse-herbicida-com-eficiencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O glufosinato de amônio tem ganhado destaque no cenário agrícola brasileiro como uma ferramenta estratégica no controle de plantas daninhas, especialmente diante do aumento da resistência a herbicidas com diferentes mecanismos de ação Trata-se de um herbicida de contato, não seletivo, cujo princípio ativo atua inibindo a enzima glutamina sintetase, provocando o acúmulo tóxico de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> tem ganhado destaque no cenário agrícola brasileiro como uma ferramenta estratégica no controle de plantas daninhas, especialmente diante do aumento da resistência a herbicidas com diferentes mecanismos de ação</p>
<p>Trata-se de um herbicida de contato, não seletivo, cujo princípio ativo <strong>atua inibindo a enzima glutamina sintetase</strong>, provocando o acúmulo tóxico de amônia nas células da planta, o que leva à sua morte.</p>
<p>Nos últimos anos, o uso do glufosinato se intensificou principalmente em sistemas agrícolas que adotam tecnologias de cultivares geneticamente modificadas com tolerância ao produto. O uso dessas tecnologias no sistema produtivo é uma estratégia interessante, especialmente em programas de rotação ou combinação de herbicidas, ações essenciais para combater o avanço das plantas daninhas resistentes.</p>
<p>O glufosinato de amônio pode ser empregado em <strong>dessecação pré-plantio, dessecação pré-colheita de soja e na pós-emergência</strong> em cultivares/híbridos com tolerância a esse herbicida, podendo ser empregado de maneira isolada ou em associação com outros produtos. Por ter ação de contato, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">tecnologia de aplicação</a></strong> é um ponto fundamental para adequada cobertura da planta pelo produto, garantindo eficiência no controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como funciona o glufosinato de amônio: visão técnica e agronômica</h2>
<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> pertence a uma classe de herbicidas que atuam por meio da inibição da enzima glutamina sintetase, enzima essencial para o metabolismo do nitrogênio nas plantas. Quando essa enzima é inibida, ocorre o acúmulo de amônia no tecido vegetal, provocando a desorganização das células e levando à morte da planta.</p>
<p>Esse mecanismo é classificado pelo <strong>HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas)</strong> como <strong>Grupo 10</strong> (inibidores da glutamina sintetase).</p>
<p>Por ter um modo de ação diferente dos herbicidas mais amplamente usados (como o glifosato, que pertence ao Grupo 9), o glufosinato é uma excelente ferramenta para <strong>programas de rotação de mecanismos de ação</strong>, ajudando a reduzir a pressão de seleção de resistência.</p>
<h3>Tecnologias disponíveis no mercado</h3>
<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> é registrado para diversas culturas no Brasil. Existem diferentes formas de inserir esse herbicida no sistema produtivo, o que permite a flexibilidade em seu uso.</p>
<p>A adoção na pós-emergência das culturas com tolerância genética permite sua aplicação sem danos à cultura principal. Alguns exemplos de tecnologias disponíveis no mercado são:</p>
<ul>
<li><strong>Sistema LibertyLink</strong>: viabiliza o uso do glufosinato de amônio sem causar danos à soja.</li>
<li>Recentemente, também foi inserido no mercado a tecnologia <strong>Conkesta Enlist</strong> na cultura da soja. Essa tecnologia permite a aplicação de glifosato, 2,4 D e glufosinato de amônio na pós-emergência da cultura.</li>
</ul>
<h3>Características agronômicas</h3>
<ul>
<li><strong>Ação de contato</strong>: não é translocado sistemicamente. Por isso, exige cobertura uniforme das plantas daninhas.</li>
<li><strong>Sintomas visuais</strong>: aproximadamente aos 5 dias após aplicação, é possível observar os primeiros sintomas do herbicida nas plantas, que incluem amarelecimento e posterior necrose.</li>
<li><strong>Degradação rápida no solo</strong>: minimiza riscos de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/"><em>carryover</em></a></strong> (resíduos que afetam culturas subsequentes).</li>
<li><strong>Eficiência reduzida sob baixa luminosidade ou temperaturas muito baixas</strong>.<b><br />
</b></li>
</ul>
<h3>Comparativo com o glifosato</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40043" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato.jpg" alt="Comparativo do glufosinato de amônio com o glifosato" width="889" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato.jpg 889w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-300x107.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-768x274.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-370x132.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-270x96.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-740x264.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-150x53.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 889px) 100vw, 889px" /></p>
<p>Esse comparativo deixa evidente que <strong>o glufosinato não substitui diretamente o glifosato</strong>, mas sim pode complementar de forma estratégica o manejo principalmente em plantas de difícil controle</p>
<h2>Como aplicar o glufosinato de amônio com eficiência: recomendações práticas</h2>
<p>A eficácia do glufosinato de amônio depende de <strong>detalhes operacionais importantes</strong>. Não basta apenas aplicar, é preciso entender quando, como e em que condições utilizar o produto para garantir um controle eficaz das plantas daninhas e evitar perdas financeiras e agronômicas.</p>
<h3>1º Dessecação pré-plantio</h3>
<p><strong>Condições ambientais</strong></p>
<p>Segundo alguns trabalhos da literatura, <strong>o glufosinato necessita de luz após aplicação para melhor ação do produto</strong>. Por essa razão, o ideal é que o produto seja aplicado entre <strong>08h00 e 15h00 </strong>(condição de luz solar) e que não haja restrição como nebulosidade após aplicação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40044" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos.jpg" alt="Tabela com as condições ambientais para pulverização com defensivos" width="800" height="611" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-300x229.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-768x587.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-370x283.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-270x206.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-740x565.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-150x115.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Condições ambientais para pulverização de defensivos, com base no delta T para pulverização. (Fonte: Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p>As condições ambientais interferem diretamente na eficiência da pulverização. Na tabela acima, elaborada a partir do delta T para pulverização, associamos a temperatura do ambiente e a umidade relativa para predizer condições em que as perdas por evaporação e deriva podem ser minimizadas. <strong>Ideal que as aplicações aconteçam em condições dentro das zonas verde e azul na tabela.</strong><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h4>Associação com PROTOX</h4>
<p>Atenção às doses! <strong>A mistura de glufosinato com herbicidas do grupo protox é sinérgica</strong>. Atente-se para não aumentar a dose do protox, evitando assim prejudicar a performance do glufosinato na mistura. Converse com nossos consultores para adequar as doses de cada produto e garantir maior controle em sua lavoura.</p>
<p><strong>Tratamento: </strong></p>
<ul>
<li><strong>1ª aplicação: glifosato + fluroxipir + cletodim; </strong></li>
<li><strong>2ª aplicação: glufosinato + saflufenacil</strong></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40045" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio.jpg" alt="Dessecação pré-semeadura da soja para controle de buva" width="800" height="357" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-300x134.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-768x343.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-370x165.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-740x330.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-150x67.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Dessecação pré-semeadura da soja para controle de buva. (Fonte: Fazenda Experimental Rehagro, 2025)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura a) Área antes da aplicação; (Figura b) 14 dias após a 1 aplicação; (Figura c) 7 dias após a 2ª aplicação; (Figura d) 14 dias após a 2ª aplicação. DAA = dias após a aplicação</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h4>Aplicação sequencial</h4>
<p>Realizada em intervalos de 7 a 14 dias após a primeira aplicação.</p>
<p><strong>Quando utilizar a sequencial? </strong></p>
<p>A recomendação é fazer a dessecação sequencial em situações como:</p>
<ul>
<li>Áreas com elevada infestação de plantas daninhas;</li>
<li>Presença de plantas daninhas de difícil controle, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/">buva, capim-amargoso</a></strong> e capim-pé-de-galinha;</li>
<li>Plantas daninhas em estádios avançados de desenvolvimento em que uma aplicação única não é suficiente para garantir controle satisfatório.<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<p><b>Como realizar a sequencial?</b></p>
<p>O glufosinato de amônio, por ser um herbicida de contato, <strong>possui excelente resultado quando associado a produtos com mecanismos de ação complementares. </strong></p>
<p>Uma estratégia que pode ser utilizada é associar o <strong>glufosinato com herbicidas do grupo protox</strong> (inibidores da PPO), aumentando a eficácia sobre diferentes espectros de plantas daninhas.</p>
<p>Lembre-se da dica dada anteriormente: <strong>cuidado com as doses dos herbicidas pertencentes ao grupo protox!</strong></p>
<p><b>Dica extra: Uso de pré-emergentes</b></p>
<p>Outra estratégia importante é incluir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">herbicidas pré-emergentes</a></strong> na aplicação sequencial. Essa prática reduz a emergência de novas plantas daninhas e proporciona um manejo mais sustentável ao longo do ciclo da cultura, facilitando a capina.</p>
<h3>2º Capina</h3>
<ul>
<li>Avaliar os alvos presentes na lavoura e atentar-se se a cultivar/híbrido possui tolerância ao glufosinato.</li>
<li>Na cultura do milho, entradas com glufosinato devem ser feitas até o estádio V4 (híbridos tolerantes).</li>
<li>Cuidado com misturas de herbicidas com inseticidas, fungicidas e nutricionais (pH e incompatibilidades físicas e químicas). <strong>Importante realizar o teste de garrafa!</strong></li>
</ul>
<p>Veja o vídeo a seguir e saiba como realizar o teste da garrafa corretamente:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TESTE DA GARRAFA: COMO EVITAR ERROS NA MISTURA DE PRODUTOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/nK71kQurqCo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>3º Dessecação pré-colheita</h3>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Estádio de aplicação</strong>: de acordo com estudos realizados na Fazenda Experimental da Rehagro, a melhor época de aplicação do glufosinato para dessecação pré-colheita de soja é R 7.2, momento em que a lavoura atinge 50 a 75% de amarelecimento das plantas.</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Associações</strong>: o uso de glufosinato associado a herbicidas do grupo protox, segundo estudos na Fazenda Experimental, acelerou a dessecação e reduziu o percentual de hastes verdes, facilitando a colheita.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40046" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato.jpg" alt="Dessecação pré-colheita da soja com glufosinato de amônio isolado" width="800" height="407" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-300x153.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-768x391.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-740x376.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio isolado. (Fonte: Laís Resende &#8211; Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura 1) Área 5 dias após aplicação; (Figura 2) 7 dias após aplicação; (Figura 3) 10 dias após aplicação. DAA = dias após aplicação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40047" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina.jpg" alt="Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio, associado a flumioxazina" width="800" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-300x151.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-768x387.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-370x186.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-270x136.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-740x373.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 14px;">Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio, associado a flumioxazina (protox). (Fonte: Laís Resende &#8211; Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura 1) Área 5 dias após aplicação; (Figura 2) 7 dias após aplicação; (Figura 3) 10 dias após aplicação. DAA = dias após aplicação</span></p>
<h3>Recomendações gerais de aplicação</h3>
<h4>Volume de calda e tecnologia de aplicação</h4>
<ul>
<li><strong>Volume recomendado</strong>: Acima de 100 L/ha. Quanto maior o volume de calda, maior a cobertura do alvo e melhor a eficácia.</li>
<li><strong>Tamanho de gota</strong>: Para evitar a deriva, deve-se utilizar bicos que promovam gotas grossas, muito grossas, extremamente grossas ou ultragrossas. Nesse sentido, bicos com indução de ar promovem gotas com essa característica. Associado a isso, deve-se utilizar adjuvantes com característica que reduza deriva associado ao uso de óleo. A associação de bicos de pulverização e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/">adjuvantes</a></strong> irá trabalhar em conjunto para reduzir o risco de deriva. <span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<h4>Compatibilidade com outros produtos</h4>
<ul>
<li>Realizar o teste de garrafa previamente sempre que houver associações de produtos para as aplicações, para evitar incompatibilidade entre produtos.</li>
<li>Evitar misturas com produtos que alteram o pH da calda drasticamente (pH ideal da calda: entre 4,0 e 4,5).<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<h4>Adjuvantes e surfactantes</h4>
<ul>
<li>Lembre-se da utilização de óleo na aplicação.</li>
<li>Utilizar adjuvantes com ação anti deriva e espalhante.</li>
</ul>
<h2>Vantagens e oportunidades no uso do glufosinato de amônio</h2>
<p>O glufosinato de amônio se destaca por oferecer ganhos importantes em eficiência de controle, sustentabilidade e segurança agronômica, especialmente quando inserido corretamente no manejo. A seguir, destacamos os principais pontos positivos que tornam seu uso uma oportunidade estratégica no campo.</p>
<h3>Alternativa eficaz no manejo de resistência</h3>
<p>O uso intensivo e repetitivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, especialmente o glifosato, levou ao surgimento de biótipos resistentes de várias espécies de plantas daninhas, como buva (<i>Conyza</i> spp.), capim-amargoso (<i>Digitaria insularis</i>) e capim-pé-de-galinha (<i>Eleusine indica</i>).</p>
<p>O glufosinato de amônio, ao atuar por um mecanismo de ação completamente distinto,<strong> é uma das opções disponíveis para rotacionar mecanismos de ação</strong>.</p>
<h3>Sem risco de carryover</h3>
<p>O glufosinato <strong>possui meia-vida curta no solo</strong>, baixo potencial de lixiviação e reduzido carryover, tornando-se uma opção interessante e segura para acrescentar ao manejo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O glufosinato de amônio tem se consolidado como uma <strong>ferramenta interessante no manejo integrado de plantas daninhas</strong>, especialmente em um cenário de crescente resistência a herbicidas sistêmicos como o glifosato e graminicidas. Seu mecanismo de ação distinto, sua ação por contato e a compatibilidade com tecnologias transgênicas são características interessantes para inserção no sistema produtivo.</p>
<p>O glufosinato deve ser <strong>posicionado estrategicamente</strong>, como parte de um programa robusto de manejo integrado, contribuindo para a sustentabilidade do sistema produtivo e para a longevidade das ferramentas disponíveis no mercado.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/glufosinato-de-amonio-como-utilizar-esse-herbicida-com-eficiencia/">Glufosinato de amônio: como utilizar esse herbicida com eficiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Potássio na soja: quando aplicar, como calcular a dose e sua importância na cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A soja é uma das culturas agrícolas mais relevantes no Brasil e um dos manejos que impactam diretamente no seu desenvolvimento e produção é a sua nutrição. Entre os macronutrientes, o potássio ocupa um papel estratégico, mas frequentemente é subestimado. Esse nutriente regula funções fisiológicas fundamentais, impactando diretamente no enchimento de grãos, resistência a estresses [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja é uma das culturas agrícolas mais relevantes no Brasil e um dos manejos que impactam diretamente no seu desenvolvimento e produção é a sua nutrição.</p>
<p>Entre os macronutrientes, o potássio ocupa um papel estratégico, mas frequentemente é subestimado. Esse nutriente regula funções fisiológicas fundamentais, impactando diretamente no enchimento de grãos, resistência a estresses e eficiência no uso da água.</p>
<p>Ao longo deste artigo, você vai entender <strong>quando aplicar potássio na soja, como manejá-lo e por que ele é tão estratégico para a produtividade</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>A importância do potássio na soja para altas produtividades</h2>
<p>O potássio é um dos três <strong>macronutrientes primários</strong> exigidos em maiores quantidades pela cultura da soja, ao lado do nitrogênio e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong>. No entanto, ao contrário destes, o potássio não é um componente estrutural da planta, mas sim um <strong>regulador fisiológico</strong>, atuando em diversas funções essenciais para o crescimento saudável e produtivo da cultura.</p>
<p>O potássio atua nos seguintes processos:</p>
<ul>
<li><strong>Transporte e distribuição de fotoassimilados</strong>: facilita a movimentação dos açúcares produzidos nas folhas para os grãos em formação, fundamental para o enchimento de vagens;</li>
<li><strong>Ativação enzimática</strong>: participa da ativação de mais de 60 enzimas, otimizando processos como síntese de proteínas e metabolismo de carboidratos;</li>
<li><strong>Regulação osmótica e controle estomático</strong>: promove maior controle na abertura e fechamento dos estômatos, regulando a transpiração e aumentando a eficiência no uso da água;</li>
<li><strong>Síntese de proteínas e amido</strong>: influencia diretamente na qualidade e peso dos grãos.</li>
<li><strong>Resistência a estresses</strong>: auxilia na tolerância ao <strong>déficit hídrico e na regulação osmótica</strong> (quantidade de água e sais dentro da planta), além de realizar o papel de ativador enzimático.</li>
</ul>
<h2>Sinais e impactos da deficiência de potássio na soja</h2>
<p>A <strong>deficiência de potássio na soja</strong> pode passar despercebida em seus estágios iniciais, especialmente em lavouras com bom desenvolvimento vegetativo. No entanto, à medida que o ciclo avança e a planta entra em fases de maior exigência nutricional, os sintomas se intensificam e os prejuízos vão se tornando evidentes.</p>
<h3>Principais sintomas visuais</h3>
<p>A identificação precoce da deficiência é crucial para uma tomada de decisão técnica adequada. Os sintomas mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Clorose e necrose </strong>nas bordas das folhas mais velhas;</li>
<li><strong>Murcha em dias quentes</strong>, mesmo com umidade no solo disponível;</li>
<li><strong>Crescimento reduzido e plantas mais frágeis</strong>, suscetíveis ao acamamento;</li>
<li><strong>Vagens mal formadas e grãos com peso abaixo do potencial</strong>.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39713" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja.jpg" alt="Planta de soja com deficiência de potássio (K)" width="900" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-768x512.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-740x493.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Deficiência de potássio (K) na cultura da soja. (Fonte: Adilson Oliveira Junior, Embrapa Soja, 2020)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39714" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1.jpg" alt="Planta com deficiência severa de potássio na soja" width="900" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-768x512.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-740x493.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Deficiência severa de potássio (K) na soja. (Fonte: Adilson Oliveira Junior, Embrapa Soja, 2020)</span></p>
<h2>Adubação potássica na soja: estratégias recomendadas e cálculo da dose</h2>
<p>A adubação potássica na soja deve ser baseada em análise de solo e sua aplicação deve ocorrer conforme o tipo de solo, exportação de acordo com a expectativa de produtividade e histórico da área.</p>
<h3>Interpretação da análise de solo e definição da dose</h3>
<p>A recomendação de adubação potássica deve ser fundamentada em <strong>análises químicas do solo</strong>. Observe o laudo a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39715" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo.jpg" alt="Laudo de análise de solo" width="1350" height="582" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo.jpg 1350w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-300x129.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-1024x441.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-768x331.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-370x160.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-270x116.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-740x319.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-150x65.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1350px) 100vw, 1350px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Laudo de análise de solo em profundidade de 0 &#8211; 20 cm. (Fonte: Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p>Para calcular a dose necessária para correção dos teores de potássio, devemos seguir os passos a seguir:</p>
<p><strong>1° passo</strong>: Observar se o teor de K no solo encontra-se abaixo ou acima do nível crítico;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39716" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico.jpg" alt="Definição de nível crítico" width="818" height="140" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico.jpg 818w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-300x51.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-768x131.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-370x63.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-270x46.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-740x127.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-150x26.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39717" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico.jpg" alt="Níveis críticos de potássio abaixo" width="818" height="121" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico.jpg 818w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-300x44.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-768x114.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-370x55.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-270x40.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-740x109.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-150x22.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px" /></p>
<p><strong>2° passo</strong>: Calcular a dose de K2O para elevar o teor de K no solo ao nível crítico</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dose K2O (kg/ha) = (K ideal &#8211; teor de K) * CTK</strong></p>
<p>K ideal: 120 mg/dm3 ou 3 – 5% da CTC potencial, em mg/dm³;</p>
<p>Teor de K: teor de K no solo em mg/dm3</p>
<p><strong>CTK: valor de CTK</strong></p>
<ul>
<li>CTC (T) &gt; 7,5 🡪 CTK = 2,73</li>
<li>CTC (T) &lt; 7,5, CTK = 1,33 + 0,165 * CTC(T)</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39718" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico.jpg" alt="Nível crítico de potássio" width="987" height="266" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico.jpg 987w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-300x81.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-768x207.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-370x100.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-270x73.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-740x199.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-150x40.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 987px) 100vw, 987px" /></p>
<p><strong>3° passo</strong>: Calcular a dose de K2O para suprir a quantidade de potássio que será exportada pelos grãos, de acordo com a produtividade esperada. O suprimento da exportação visa manter os níveis de K no solo, pelo menos, em seu nível crítico após a colheita.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39719" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes.jpg" alt="Quantidade extraída e exportada de nutrientes" width="1244" height="584" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes.jpg 1244w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-300x141.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-1024x481.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-768x361.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-370x174.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-270x127.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-740x347.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-150x70.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1244px) 100vw, 1244px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Quantidade extraída e exportada de nutrientes (em kg por tonelada de grãos produzidos) nas culturas da soja, milho, feijão e trigo. (Fonte: Elaborado pela Equipe Grãos Rehagro, adaptado dos autores citados)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dose K2O (kg/ha) = Produtividade esperada (em ton/ha) X Exportação da cultura (em kg/ton)</strong></p>
<p><strong>4º passo</strong>: Calcular a dose total de K2O a ser aplicada</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dose total de K2O (kg/ha) = Dose para elevação de K no solo (em kg/ha) + Dose para suprir a exportação da cultura (em kg/ha)</strong></p>
<p><strong>5° passo</strong>: Realizar a conversão da dose a ser aplicada de acordo com a concentração de K2O na fonte escolhida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Dose total = 210 kg/ha de K2O</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Fonte escolhida = Cloreto de potássio (KCl), com 60% de K2O</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Dose de KCL = 210 / 0,60 = 350 kg/ha de cloreto de potássio</strong></em></p>
<h2>Quando aplicar potássio na soja?</h2>
<p>Saber <strong>quando aplicar potássio na soja</strong> é tão importante quanto definir a dose e a fonte do nutriente. A eficiência da adubação potássica está diretamente relacionada ao momento da aplicação, ao tipo de solo e ao regime de chuvas da região, além das características do sistema de cultivo utilizado.</p>
<h3>Estratégias de aplicação: pré-plantio, no sulco ou em cobertura?</h3>
<p>A aplicação do potássio pode ser feita de três formas principais:</p>
<ol>
<li><strong>Solos argilosos (+ de 35% de argila)</strong>: aplicação a lanço no dia do plantio ou antecipado (até 20 dias antes do plantio);</li>
<li><strong>Solos arenosos</strong>: aplicação a lanço em cobertura, sendo o primeiro parcelamento no dia do plantio e o segundo entre V2-V3 da soja ou do milho.</li>
<li><strong>Aplicação no sulco</strong>: não deverá ultrapassar <strong>40 kg/ha de K2O na linha</strong>, independentemente da textura do solo, para evitar a salinização, o que gera problemas na germinação. Em solos arenosos, onde é recomendado parcelar a dose, pode-se optar por fazer a aplicação de 40 kg/ha de K2O no sulco e o restante da dose em 2 aplicações, sendo 1 a lanço no plantio e 1 em cobertura em V2-V3.</li>
</ol>
<p>Importante depositar o adubo em profundidade, cerca de 10 cm da superfície, com uso de botinha para não prejudicar o desenvolvimento da semente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39720" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos.jpg" alt="Adubação potássica em solos argiloso" width="696" height="271" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos.jpg 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-300x117.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-370x144.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-270x105.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-150x58.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<h3>Fontes de potássio mais utilizadas</h3>
<p>As principais fontes comerciais de potássio utilizadas no Brasil são:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39721" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio.jpg" alt="Principais fontes de potássio" width="1144" height="415" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio.jpg 1144w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-300x109.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-1024x371.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-768x279.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-370x134.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-270x98.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-740x268.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1144px) 100vw, 1144px" /></p>
<h3>Momentos críticos de demanda pelo potássio</h3>
<p>A absorção de potássio pela planta de soja não ocorre de maneira uniforme ao longo do ciclo. Há <strong>picos de demanda que coincidem com fases fisiológicas específicas</strong> e que ajudam a orientar o momento ideal para fornecimento antecipado do nutriente.</p>
<p>Os períodos mais críticos são:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Estágio vegetativo final (V4 a V6)</strong>: início do alongamento de entrenós e formação de estrutura produtiva;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Início da floração (R1)</strong>: maior demanda por energia e síntese de compostos orgânicos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Enchimento de grãos (R5 a R6)</strong>: maior translocação de fotoassimilados e necessidade de transporte eficiente de açúcares.</li>
</ul>
<p>No estudo a seguir, observa-se que o acúmulo de K na planta aumenta expressivamente a partir de 45 DAE (dias após a emergência), período final do vegetativo e início do reprodutivo. Aos 75 DAE, as plantas apresentaram o pico de acúmulo de K, momento em que estavam no início do enchimento de grãos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39722" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja.jpg" alt="Acúmulo de potássio na soja" width="993" height="515" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja.jpg 993w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-768x398.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-740x384.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 993px) 100vw, 993px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Acúmulo de potássio (K) na planta inteira e nos diferentes componentes da parte aérea, em soja BRS 317, em função dos dias após emergência (DAE), em Dourados &#8211; MS. (Fonte: adaptado de Waldenio Antonio de Araújo, 2018).</span></p>
<p>Portanto, <strong>antes mesmo do início do florescimento (R1)</strong>, o solo deve estar com níveis adequados de potássio disponível, para garantir o suprimento durante os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/">estágios</a></strong> reprodutivos, momento em que a cultura é mais sensível a deficiências.</p>
<h3>Aplicação via foliar: quando considerar?</h3>
<p>Embora a maior parte do potássio deva ser aplicada via solo, existe um crescente interesse pela <strong>aplicação foliar de potássio em soja</strong>, principalmente como medida complementar à adubação via solo.</p>
<ul>
<li>Situações de <strong>baixa disponibilidade de potássio no solo</strong> durante fases críticas;</li>
<li>Solos com <strong>restrições de absorção</strong> (ex: compactação, déficit hídrico);</li>
<li>Apoio nutricional em <strong>momentos de alta demanda fisiológica</strong>, principalmente na fase de enchimento de grãos</li>
</ul>
<p><strong>Portanto, a aplicação foliar deve ser usada como complemento emergencial, e jamais como substituto da adubação de solo. </strong></p>
<h3>Estratégias para melhorar a retenção e aproveitamento do nutriente no solo</h3>
<p>Manter um sistema de produção integrado e com adoção de práticas sustentáveis pode ajudar no aproveitamento e manutenção do potássio no sistema. São exemplos de práticas que auxiliam no manejo sustentável de potássio no solo:</p>
<ul>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/"><strong>Plantio direto</strong></a>: reduz processos erosivos do solo, evitando a perda do nutriente por escoamento.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/"><strong>Rotação de culturas</strong></a>: culturas como milho e, principalmente, a braquiária possuem diferentes exigências e ajudam no reaproveitamento de nutrientes, pois atuam capturando potássio em profundidade, através de suas raízes profundas, e levando-o à superfície, através da ciclagem de nutrientes;</li>
<li><strong>Uso de corretivos e condicionadores de solo</strong>, como calcário e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/">gesso agrícola</a></strong>, para melhorar o ambiente radicular e facilitar a absorção de potássio em profundidade.</li>
<li><strong>Acompanhar a análise de solo e os teores do nutriente</strong>, visto que, em solos com alta quantidade de potássio acumulado, podemos adotar estratégias diferenciadas que implicam em menor investimento em fertilizantes em anos de alta nos preços.</li>
</ul>
<h2>Tendências e inovações no manejo de potássio na soja</h2>
<p>Com o avanço da agricultura digital e a crescente pressão por eficiência e sustentabilidade, o manejo de potássio na soja também passa por transformações importantes.</p>
<p>O que antes era baseado apenas em recomendações genéricas por hectare, hoje pode ser ajustado com <strong>tecnologia, precisão e inteligência de dados</strong>.</p>
<h3>Agricultura de precisão e recomendação em taxa variável</h3>
<p>Com mapas de fertilidade e integração com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/">sensores</a></strong>, é possível:</p>
<ul>
<li>Ajustar a dose de potássio conforme a real necessidade do solo e da cultura;</li>
<li>Reduzir custos com insumos, evitando aplicações desnecessárias em áreas que já estão em equilíbrio;</li>
<li>Aumentar a eficiência agronômica e o retorno econômico da adubação.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologias-voltadas-para-adubacao-na-agricultura?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-tecnologias-adubacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39620 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png" alt="E-book Tecnologias para adubação na agricultura" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A nutrição potássica da soja é um dos pilares para se alcançar altas produtividades de forma consistente, segura e economicamente viável.</p>
<p>Apesar de muitas vezes subestimado em comparação com outros nutrientes, <strong>o potássio exerce funções fisiológicas e metabólicas cruciais</strong> para o desempenho da lavoura, do crescimento vegetativo à formação e enchimento de grãos.</p>
<p>Em resumo, siga os passos para recomendação assertiva de potássio: faça anualmente a análise de solo em profundidade; realize o cálculo para a correção do teor no solo e exportação da cultura; complemente os aportes com adubação foliar durante o ciclo da cultura, e mantenha todos os nutrientes em equilíbrio para potencializar os desempenhos da cultura!</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
<p>Com conteúdo prático, professores com ampla experiência no campo e aulas 100% online, você aprende a tomar decisões mais assertivas e técnicas que fazem a diferença no dia a dia.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Guia Principais doenças da cultura da soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-principais-doencas-da-cultura-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconheça os sintomas e proteja a lavoura a tempo. Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais doenças que afetam a cultura da soja. Aprenda a identificar lesões foliares, podridões, manchas e outras alterações causadas por fungos, com apoio de fotos reais, sintomas claros e condições favoráveis ao desenvolvimento de cada patógeno. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reconheça os sintomas e proteja a lavoura a tempo.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais doenças que afetam a cultura da soja.</p>
<p>Aprenda a identificar lesões foliares, podridões, manchas e outras alterações causadas por fungos, com apoio de fotos reais, sintomas claros e condições favoráveis ao desenvolvimento de cada patógeno.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Fotos reais das principais doenças da soja, como ferrugem asiática, antracnose e mofo-branco;</li>
<li>Descrição dos sintomas em folhas, hastes, vagens e plântulas;</li>
<li>Condições favoráveis ao surgimento de cada doença;</li>
<li>Base técnica para orientar o monitoramento e controle eficiente.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de soja que desejam evitar perdas com diagnóstico precoce;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que atuam no manejo fitossanitário;</li>
<li>Gerentes rurais que buscam proteger o potencial produtivo da lavoura com base técnica.</li>
</ul>
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		<title>Guia Principais doenças da cultura do milho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doenças do milho: identifique cedo e preserve sua produtividade. Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais doenças que afetam a cultura do milho. Aprenda a reconhecer os sintomas no campo, entender as condições de ocorrência e planejar o controle com mais precisão e segurança. O que você vai encontrar neste material técnico: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doenças do milho: identifique cedo e preserve sua produtividade.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais doenças que afetam a cultura do milho.</p>
<p>Aprenda a reconhecer os sintomas no campo, entender as condições de ocorrência e planejar o controle com mais precisão e segurança.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Fotos reais e descrições objetivas das principais doenças foliares, de colmo e espiga;</li>
<li>Danos típicos, como podridões, manchas, necroses e sintomas visuais no colmo e folhas;</li>
<li>Condições favoráveis para o desenvolvimento da cada patógeno;</li>
<li>Base técnica para orientar o monitoramento e controle eficiente.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de milho que buscam evitar perdas com diagnóstico rápido no campo;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que atuam com sanidade vegetal e manejo preventivo;</li>
<li>Gerentes de fazenda que querem proteger a produtividade e o potencial da lavoura com decisões técnicas.</li>
</ul>
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		<title>Guia Principais pragas da cultura da soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça as principais pragas da soja e saiba como identificá-las no campo. Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura da soja. Veja fotos, entenda os sintomas, saiba as condições que favorecem os ataques e tome decisões mais assertivas no momento do manejo. O que você vai encontrar neste material técnico: Fotos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça as principais pragas da soja e saiba como identificá-las no campo.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura da soja.</p>
<p>Veja fotos, entenda os sintomas, saiba as condições que favorecem os ataques e tome decisões mais assertivas no momento do manejo.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Fotos reais das principais pragas da soja em diferentes estágios da cultura;</li>
<li>Condições climáticas e ambientais que favorecem o aparecimento de cada praga;</li>
<li>Danos causados em folhas, grãos, vagens e sistema reprodutivo da planta;</li>
<li>Informações essenciais para o monitoramento e planejamento do controle.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de soja que buscam reduzir perdas com diagnóstico precoce e controle eficiente;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que realizam monitoramento de pragas em campo;</li>
<li>Gerentes de fazenda que querem decisões técnicas rápidas e eficazes durante o ciclo da cultura.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-principais-pragas-da-cultura-da-soja/">Guia Principais pragas da cultura da soja</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Guia Principais pragas da cultura do milho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-principais-pragas-da-cultura-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pragas do milho: identifique, entenda e combata com mais eficiência Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura do milho. Conheça os sintomas, condições favoráveis e os danos causados por lagartas, percevejos, pulgões e cigarrinhas. Um material direto, visual e essencial para um manejo mais assertivo. O que você vai encontrar neste [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row-fluid-wrapper row-depth-1 row-number-1 dnd_area-row-0-max-width-section-centering dnd_area-row-0-background-layers dnd-section dnd_area-row-0-padding dnd_area-row-0-background-image">
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<p>Pragas do milho: identifique, entenda e combata com mais eficiência</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura do milho.</p>
<p>Conheça os sintomas, condições favoráveis e os danos causados por lagartas, percevejos, pulgões e cigarrinhas. Um material direto, visual e essencial para um manejo mais assertivo.</p>
</div>
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</div>
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<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Características e fotos das pragas mais comuns nas lavouras de milho;</li>
<li>Sintomas típicos causados por cada praga e como identificá-los no campo;</li>
<li>Condições que favorecem a infestação (clima, solo, etc);</li>
<li>Impactos produtivos causados pelas pragas;</li>
<li>Base técnica para o planejamento do controle químico e preventivo.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de milho que enfrentam perdas por pragas e buscam mais controle;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que realizam monitoramento e recomendação de controle;</li>
<li>Gerentes rurais que buscam aumentar a produtividade e prevenir perdas com mais estratégia.</li>
</ul>
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</div>
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		<item>
		<title>Guia Deficiência nutricional nas culturas da soja e do milho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-deficiencia-nutricional-nas-culturas-da-soja-e-do-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/guia-deficiencia-nutricional-nas-culturas-da-soja-e-do-milho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=38844</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diagnóstico rápido no campo: reconheça deficiências nutricionais por sintomas visuais. Baixe gratuitamente o guia que mostra, com imagens e explicações claras, os principais sintomas de deficiência nutricional nas lavouras de soja e milho. Aprenda a identificar carências de macro e micronutrientes de forma prática e precisa para agir a tempo de evitar perdas. O que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diagnóstico rápido no campo: reconheça deficiências nutricionais por sintomas visuais.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia que mostra, com imagens e explicações claras, os principais sintomas de deficiência nutricional nas lavouras de soja e milho.</p>
<p>Aprenda a identificar carências de macro e micronutrientes de forma prática e precisa para agir a tempo de evitar perdas.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Quais nutrientes são móveis ou imóveis nas plantas e como isso afeta o local dos sintomas;</li>
<li>Sintomas visuais claros para cada nutriente;</li>
<li>Imagens reais para facilitar o diagnóstico em campo;</li>
<li>Dicas para diferenciar sintomas semelhantes entre nutrientes;</li>
<li>Base prática para correções nutricionais mais eficientes.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de soja e milho que desejam fazer diagnóstico visual de forma técnica;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores de campo que atuam com adubação e fisiologia vegetal;</li>
<li>Equipes de campo que precisam tomar decisões rápidas no dia a dia da lavoura.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Guia Identificação de plantas daninhas na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-identificacao-de-plantas-daninhas-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identificar bem é o primeiro passo para controlar com eficiência. Baixe gratuitamente o guia ilustrado com as principais plantas daninhas que afetam lavouras e pastagens. Um material prático com imagens e descrições que facilitam a identificação direta no campo — essencial para um manejo mais assertivo. A identificação correta reduz erros no manejo e melhora a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Identificar bem é o primeiro passo para controlar com eficiência.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia ilustrado com as principais plantas daninhas que afetam lavouras e pastagens.</p>
<p>Um material prático com imagens e descrições que facilitam a identificação direta no campo — essencial para um manejo mais assertivo.</p>
<h2>A identificação correta reduz erros no manejo e melhora a produtividade da fazenda</h2>
<p>Baixe agora gratuitamente o guia do Rehagro e tenha em mãos um material técnico e visual para identificação das principais plantas daninhas que afetam a sua produção.</p>
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		<title>Agricultura regenerativa: o futuro sustentável da produção agrícola</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/agricultura-regenerativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[degradação do solo]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a agricultura regenerativa tem ganhado protagonismo nas rodas técnicas e estratégicas do agronegócio. Longe de ser uma simples tendência passageira, essa abordagem representa uma verdadeira mudança de paradigma na forma como entendemos e manejamos o solo, o principal ativo de qualquer propriedade agrícola. Enquanto modelos convencionais de produção se baseiam em alta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a <strong>agricultura regenerativa</strong> tem ganhado protagonismo nas rodas técnicas e estratégicas do agronegócio. Longe de ser uma simples tendência passageira, essa abordagem representa uma verdadeira mudança de paradigma na forma como entendemos e manejamos o solo, o principal ativo de qualquer propriedade agrícola.</p>
<p>Enquanto modelos convencionais de produção se baseiam em alta dependência de insumos externos, a agricultura regenerativa propõe um caminho inverso: <strong>fortalecer os processos naturais</strong>, revitalizar a vida do solo e, com isso, aumentar a produtividade com maior sustentabilidade econômica e ambiental.</p>
<p>Neste artigo vamos explorar como práticas regenerativas no manejo do solo podem não apenas <strong>melhorar a fertilidade e a estrutura física</strong>, mas também i<strong>mpulsionar o lucro da fazenda</strong> de forma consistente e mensurável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Agricultura regenerativa no foco da rentabilidade</h2>
<p>A agricultura regenerativa não é apenas uma alternativa mais “verde” para o sistema convencional. É um <strong>modelo agronômico estratégico</strong>, focado em restaurar e potencializar os processos naturais do solo.</p>
<p>Seu objetivo vai além de manter: ela busca regenerar os ciclos biológicos, hídricos e nutricionais, promovendo solos mais vivos, resilientes e produtivos.</p>
<p>Essa abordagem não se opõe à tecnologia, mas sim a coloca a serviço da vida no solo. O uso de biológicos, sensores, ferramentas digitais e práticas como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantio direto com diversidade de cobertura</a></strong> são todos <strong>instrumentos de um sistema regenerativo bem estruturado</strong>.</p>
<h3>Sustentável, conservacionista ou regenerativa: qual a diferença?</h3>
<p>Embora esses termos muitas vezes sejam usados como sinônimos, existe uma diferença conceitual clara entre eles:</p>
<ul>
<li><strong>Agricultura conservacionista</strong>: busca minimizar os impactos negativos da produção sobre o meio ambiente (ex.: plantio direto, terraceamento, curvas de nível).</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/"><strong>Agricultura sustentável</strong></a>: tem como premissa manter a capacidade de produção ao longo do tempo, equilibrando produtividade, ambiente e sociedade.</li>
<li><strong>Agricultura regenerativa</strong>: vai além, <strong>reconstrói e melhora ativamente os sistemas degradados</strong>, promovendo maior diversidade biológica, saúde do solo e capacidade produtiva com menor dependência externa.</li>
</ul>
<p>Essa distinção é fundamental para entender por que o manejo regenerativo tem potencial direto sobre a rentabilidade, e não apenas sobre os indicadores ambientais da fazenda.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>O solo como ativo produtivo e estratégico</h3>
<p>Nos modelos convencionais, o solo muitas vezes é visto como <strong>meio físico de suporte para aplicação de insumos</strong>. Já na agricultura regenerativa, ele assume o lugar de protagonista: é o centro da estratégia produtiva.</p>
<p>Solos com maior teor de matéria orgânica, agregação estável e diversidade microbiana:</p>
<ul>
<li>Retêm mais água, reduzindo riscos de estresse hídrico;</li>
<li>Aproveitam melhor os nutrientes, reduzindo perdas e necessidade de adubação;</li>
<li>Suportam melhor o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/">tráfego de máquinas</a></strong> e resistem à erosão;</li>
<li>Favorecem o controle biológico natural de pragas e doenças.</li>
</ul>
<p>Esses benefícios, quando somados, se traduzem em economia, estabilidade produtiva e, no final, lucro.</p>
<h2>Desafios enfrentados pelo manejo convencional</h2>
<h3>1. Efeitos do uso intensivo: compactação, erosão e perda de fertilidade</h3>
<p>O modelo agrícola convencional, embora tenha permitido grandes saltos de produtividade nas últimas décadas, trouxe consigo uma série de <strong>consequências agronômicas e econômicas</strong> indesejadas.</p>
<p>Entre os principais impactos negativos do manejo convencional, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Compactação do solo </strong>devido ao tráfego intenso de máquinas pesadas e ausência de cobertura vegetal adequada;</li>
<li><strong>Erosão</strong> provocada pela exposição do solo em períodos entre safras, resultando na perda das camadas mais férteis;</li>
<li><strong>Redução da matéria orgânica</strong>, o que compromete a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/">estrutura física do solo</a></strong> e sua capacidade de reter nutrientes e água;</li>
<li><strong>Desorganização da microbiota do solo</strong>, enfraquecendo os ciclos naturais e exigindo maior uso de insumos externos.</li>
<li><strong>Desbalanço nutricional no solo e aumento da acidez</strong>, devido ao uso intenso de adubos minerais e insumos.</li>
</ul>
<p>Esses fatores combinados resultam em um ciclo vicioso: <strong>quanto mais o solo perde sua vitalidade natural, mais o produtor depende de corretivos, fertilizantes e defensivos</strong> para manter a produtividade.</p>
<h3>2. Ausência de cobertura e a morte do solo</h3>
<p>Um dos maiores erros do manejo tradicional é a <strong>desconsideração do solo como um ecossistema vivo</strong>. Quando deixado descoberto por longos períodos, sem culturas de cobertura ou palhada, o solo sofre:</p>
<ul>
<li><strong>Oxidação rápida da matéria orgânica</strong>, reduzindo a fertilidade natural;</li>
<li><strong>Desestímulo à microbiologia benéfica</strong>, como fungos micorrízicos e bactérias fixadoras;</li>
<li><strong>Aumento da temperatura e maior perda de umidade</strong>, criando um ambiente hostil ao desenvolvimento radicular.</li>
</ul>
<p>Esse processo silencioso leva o solo a um estado de degradação funcional — ele continua “suportando” as plantas, mas a cada safra exige mais insumos e dá menos resposta produtiva.</p>
<h3>3. Lucro comprometido sem que o produtor perceba</h3>
<p>O maior risco do manejo convencional não está apenas na produtividade momentânea, mas na<strong> redução da lucratividade no médio e longo prazo</strong>. Em muitos casos, o produtor ainda colhe bem, mas o lucro líquido por hectare cai ano após ano, encoberto por um faturamento bruto que parece estável.</p>
<p>Esse é o tipo de alerta que agrônomos, consultores e gerentes de fazenda precisam identificar e levar à mesa de decisões: o solo pode estar &#8220;produzindo&#8221;, mas está morrendo, e com ele, a margem de lucro da fazenda.</p>
<h2>Como o manejo regenerativo gera lucro?</h2>
<p>Um dos principais fundamentos da agricultura regenerativa é <strong>reduzir a dependência de insumos externos por meio da ativação dos processos biológicos do solo</strong> e aproveitamento de dejetos orgânicos ricos em nutrientes de outras atividade da fazenda (pecuária, resíduos de palha de café, resíduos de silo de armazenamento de grãos). Essa lógica é simples e poderosa:</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Quanto mais ativo e saudável for o solo, menor será a necessidade de adubação corretiva, defensivos e irrigação intensiva e maior será a resiliência da lavoura.</strong></em></p>
<p>Isso significa menos custo operacional e mais previsibilidade de produção, mesmo em cenários de adversidade climática ou volatilidade no mercado de insumos.</p>
<p>Além disso, o solo regenerado possui capacidade superior de ciclagem de nutrientes, retenção de água e resposta biológica ao crescimento radicular, o que impacta diretamente a produtividade com menor investimento.</p>
<h3>Práticas regenerativas com retorno comprovado</h3>
<p>Não se trata de teoria ou modismo. Diversas práticas já vêm sendo aplicadas em fazendas de grãos com <strong>resultados técnicos e financeiros comprovados</strong>. Entre as principais, destacam-se:</p>
<h4>1. <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">Rotação de culturas</a> com plantas de cobertura</h4>
<ul>
<li>Estimula a diversificação biológica do solo;</li>
<li>Melhora a estrutura física e reduz compactação superficial;</li>
<li>Quebra ciclos de pragas e doenças;</li>
<li>Aumenta a matéria orgânica e faz a ciclagem de nutrientes.</li>
</ul>
<h4>2. Integração lavoura-pecuária (ILP)</h4>
<ul>
<li>Estimula o aporte de matéria orgânica por meio de resíduos da pastagem e esterco;</li>
<li>Melhora a microbiota e o balanço nutricional do solo;</li>
<li>Proporciona uma fonte adicional de receita com a venda de bois ou leite;</li>
<li>Aumenta o uso eficiente da área, com redução de intervalos improdutivos.</li>
</ul>
<h2>Como começar: aplicando a agricultura regenerativa na prática</h2>
<h3>Diagnóstico: o ponto de partida para qualquer sistema regenerativo</h3>
<p>Antes de qualquer mudança no campo, é fundamental entender o estado atual do solo e do sistema produtivo. O diagnóstico técnico precisa ir além da análise química convencional, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>Avaliação da estrutura física</strong> (compactação, porosidade, infiltração de água);</li>
<li><strong>Indicadores biológicos</strong> (teor de matéria orgânica, diversidade microbiana);</li>
<li><strong>Histórico de uso da área</strong>, ciclos de culturas e práticas anteriores;</li>
<li>Presença de <strong>pragas de solo e doenças</strong> recorrentes.</li>
<li>Diagnóstico químico.</li>
</ul>
<h3>Da adubação corretiva ao estímulo biológico</h3>
<p>O profissional que atua com agricultura regenerativa precisa reformular a lógica de manejo:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Em vez de &#8220;corrigir o solo para produzir&#8221;, o foco é &#8220;regenerar o solo para que ele produza por si&#8221;.</em></strong></p>
<p>Isso exige, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Associar a adubação orgânica com a adubação mineral;</li>
<li>Aprimorar o uso de práticas culturais e biológicas para os manejos de proteção de plantas;</li>
<li>Pensar o solo como um sistema dinâmico, e não como um depósito de nutrientes.</li>
</ul>
<p>Essa mentalidade traz efeitos de médio e longo prazo, mas seus impactos financeiros positivos já podem ser observados na segunda ou terceira safra de transição.</p>
<h3>Monitoramento e ajustes</h3>
<p>Agricultura regenerativa não é uma receita pronta. É uma jornada de observação, adaptação e aprendizado técnico constante. Para isso, é importante:</p>
<ul>
<li>Medir regularmente parâmetros biológicos e físicos do solo;</li>
<li>Comparar custos e produtividade entre áreas com e sem práticas regenerativas;</li>
<li>Registrar decisões, aplicações e resultados transformando a fazenda em um laboratório de eficiência.</li>
</ul>
<p>Consultores e agrônomos têm aqui um papel fundamental como facilitadores desse processo, traduzindo dados e acompanhando a evolução do sistema junto ao produtor.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Adotar a <strong>agricultura regenerativa</strong> não é apenas uma questão ambiental, mas sim uma <strong>decisão estratégica de gestão da fazenda</strong>. O solo deixou de ser um recurso renovável infinito, e hoje sabemos que sua saúde está diretamente relacionada à estabilidade da produtividade, à redução de custos e ao aumento do lucro por hectare.</p>
<p>Engenheiros agrônomos, consultores e produtores que compreendem essa nova lógica e se preparam para aplicá-la tornam-se referências em um mercado que exige cada vez mais eficiência técnica e econômica com sustentabilidade.</p>
<p>Se há uma mensagem central neste conteúdo, ela é clara: <strong><i>O lucro sustentável nasce de sistemas produtivos inteligentes, vivos e regenerados.</i></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sementes de qualidade: como escolher para ter alta performance?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 11:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na agricultura moderna, cada decisão técnica conta, e uma das mais importantes e determinantes para a produtividade é a escolha da semente, o insumo mais nobre e estratégico de toda a lavoura. Afinal, 13% da produtividade é de responsabilidade da planta (genética, qualidade da semente) e a semente representa boa parte desse fator. Em um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na agricultura moderna, cada decisão técnica conta, e uma das mais importantes e determinantes para a produtividade é a escolha da semente, o insumo mais nobre e estratégico de toda a lavoura.</p>
<p>Afinal, <strong>13% da produtividade é de responsabilidade da planta</strong> (genética, qualidade da semente) e a semente representa boa parte desse fator.</p>
<p>Em um cenário de margens apertadas, instabilidades climáticas e pressão por produtividade, <strong>tomar uma decisão segura na hora de adquirir sementes é mais do que uma boa prática</strong>: é uma questão de sobrevivência competitiva. Isso envolve entender a fundo o que é uma semente de qualidade, como avaliá-la, como interpretá-la tecnicamente e como garantir que todo esse potencial chegue, de fato, ao campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que define uma semente de qualidade?</h2>
<p>A qualidade da semente vai muito além de sua aparência externa. Trata-se de um conjunto de atributos físicos, fisiológicos, genéticos e sanitários que determinam o seu desempenho no campo.</p>
<p>Em outras palavras, <strong>uma semente de qualidade é aquela que tem alto potencial de originar uma planta vigorosa, uniforme e produtiva</strong>, desde a emergência até a colheita.</p>
<h3>Conceito técnico de qualidade de sementes</h3>
<p>De forma técnica, a qualidade de uma semente é avaliada a partir de quatro pilares principais:</p>
<ol>
<li><strong>Qualidade fisiológica</strong>: refere-se à capacidade da semente germinar e gerar uma planta saudável. É medida principalmente por testes de germinação e vigor.</li>
<li><strong>Qualidade física</strong>: está relacionada à pureza do lote, ou seja, à ausência de impurezas, sementes de outras espécies ou materiais inertes.</li>
<li><strong>Qualidade genética</strong>: garante que a semente pertence à cultivar correta e preserva suas características genéticas, como ciclo, tolerância a doenças e produtividade.</li>
<li><strong>Qualidade sanitária</strong>: avalia a presença (ou ausência) de patógenos que possam comprometer a emergência e o desenvolvimento inicial da planta.</li>
</ol>
<h3>Sementes comuns vs. sementes certificadas</h3>
<p>Um erro comum entre produtores é tratar qualquer semente como se fosse igual. No entanto, existe uma diferença significativa entre <strong>sementes comuns, sementes salvas</strong> (aquelas colhidas e reaproveitadas pelo próprio produtor) e <strong>sementes certificadas</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Sementes certificadas</strong> são produzidas sob rígidos critérios de qualidade e fiscalização oficial. Têm garantias legais sobre sua origem, identidade genética, pureza e desempenho.</li>
<li>Já as <strong>sementes comuns ou salvas</strong> muitas vezes não passam por análises laboratoriais, não seguem critérios técnicos de produção e podem estar contaminadas ou degradadas, comprometendo a lavoura.</li>
</ul>
<h3>Impacto direto no desempenho da lavoura</h3>
<p>Uma semente de qualidade <strong>garante uniformidade na emergência e no crescimento</strong>, o que facilita todas as etapas posteriores do manejo, do controle de plantas daninhas até a colheita. Quando a lavoura tem um estande desuniforme, o produtor enfrenta desafios como:</p>
<ul>
<li>Competição entre plantas desiguais por luz, água e nutrientes;</li>
<li>Dificuldade no manejo fitossanitário;</li>
<li>Perdas na colheita mecânica;</li>
<li>Maior variabilidade no rendimento por hectare.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Parâmetros técnicos essenciais para avaliação</h2>
<p>Para que o produtor possa tomar decisões técnicas bem fundamentadas, é fundamental entender quais parâmetros definem a qualidade de uma semente.</p>
<p>Esses critérios são analisados por meio de testes laboratoriais e compõem os laudos que devem acompanhar lotes certificados. Nesta seção, vamos abordar os três principais: germinação, vigor e pureza física.</p>
<h3>Germinação</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">germinação</a></strong> representa a porcentagem de sementes que são capazes de se desenvolver, em condições ideais, formando plântulas normais e viáveis. Esse é um dos indicadores mais conhecidos e utilizados pelos produtores.</p>
<ul>
<li>A legislação brasileira, por meio do MAPA, estabelece <strong>valores mínimos de germinação de 80% para a soja e 85% para o milho,</strong> e esse índice é obrigatório nas embalagens de sementes certificadas.</li>
<li>Um lote com <strong>baixo índice de germinação significa maior necessidade de sementes por hectare</strong>, aumento no custo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong> e maior risco de falhas no estande.</li>
</ul>
<h3>Vigor</h3>
<p>Enquanto a germinação mede o desempenho da semente em condições ideais, o vigor avalia o <strong>comportamento da semente em situações de estresse</strong>, como temperaturas fora da faixa ideal, baixa umidade do solo ou profundidade irregular de semeadura.</p>
<ul>
<li>Sementes com <strong>alto vigor tendem a emergir mais rapidamente</strong> e com maior uniformidade, mesmo em condições menos favoráveis.</li>
<li>O vigor é especialmente importante em regiões com janelas curtas de plantio ou com histórico de adversidades climáticas.</li>
</ul>
<h3>Pureza física</h3>
<p>A pureza física indica a proporção de sementes puras da espécie declarada em relação ao total do conteúdo do lote. Um bom lote deve estar livre de sementes de outras espécies, fragmentos vegetais e materiais inertes como terra, areia ou palha.</p>
<ul>
<li>A legislação brasileira exige que essa informação esteja no rótulo e que o lote tenha <strong>pureza mínima de 98%</strong> para a maioria das espécies cultivadas.</li>
<li>Lotes com baixa pureza reduzem a eficiência da semeadura, aumentam os riscos de contaminação com plantas daninhas e comprometem a uniformidade da lavoura.</li>
</ul>
<h3>Como interpretar um laudo de análise de sementes?</h3>
<p>O laudo é um documento técnico que acompanha o lote e deve conter, no mínimo:</p>
<ul>
<li>Índice de germinação (%);</li>
<li>Índice de vigor (quando disponível);</li>
<li>Pureza física (%);</li>
<li>Número do lote e validade da análise;</li>
<li>Responsável técnico e laboratório credenciado.</li>
</ul>
<h2>Escolha do material genético: estratégia para maximizar resultados</h2>
<p>A definição do material genético a ser utilizado em uma lavoura é uma das decisões mais estratégicas que o produtor pode tomar.</p>
<p>Não se trata apenas de “qual variedade plantar”, mas sim de <strong>alinhamento técnico entre as características da cultivar e as condições da propriedade</strong>. Esse encaixe, quando bem feito, potencializa o desempenho produtivo e reduz a necessidade de correções durante o ciclo.</p>
<h3>Fatores essenciais para a escolha do material genético</h3>
<p>Para garantir assertividade na escolha, é necessário considerar um conjunto de fatores agronômicos, ambientais e econômicos. Entre os principais, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Clima e altitude da região</strong>: cultivares têm exigências térmicas e fotoperiódicas diferentes. Escolher uma semente inadequada ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/">clima</a></strong> local pode resultar em floração irregular, estresse ou baixa produtividade.</li>
<li><strong>Tipo e fertilidade do solo</strong>: algumas variedades têm maior exigência nutricional, outras são mais tolerantes a solos de média fertilidade.</li>
<li><strong>Histórico de pragas e doenças na área</strong>: é estratégico optar por cultivares com <strong>resistência genética a patógenos prevalentes</strong>, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/">nematoides</a></strong>, <em>fusarium</em> ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/">enfezamento do milho</a></strong>.</li>
<li><strong>Ciclo da cultura e janela de plantio</strong>: materiais precoces, superprecoces ou de ciclo mais longo devem ser escolhidos de acordo com a programação da propriedade e janela climática disponível.</li>
<li><strong>Objetivo do produtor</strong>: se o foco é produtividade máxima, sanidade foliar ou qualidade do grão, o material genético deve refletir esse objetivo.</li>
</ul>
<h3>Cultivares vs. híbridos: qual a diferença prática?</h3>
<ul>
<li><strong>Cultivares (ou variedades)</strong>: É uma variedade de plantas que foi selecionada e cultivada com as características desejáveis e que quando propagada (por sementes) mantém as características desejadas, sendo geneticamente estáveis. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/">cultivar</a></strong> é uma planta gerada por uma variedade selecionada, mas sem a necessidade de cruzamento de duas variedades, pois tem como base características fixas. São comuns em soja, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/">feijão</a></strong> e arroz.</li>
<li><strong>Híbridos</strong>: resultam do cruzamento de duas linhas distintas buscando as características vantajosas de ambas as plantas parentais, apresentando <strong>vigor híbrido</strong> (heterose), o que confere maior produtividade, uniformidade e adaptação. São comuns em culturas como milho, sorgo e hortaliças. As sementes da planta híbrida não devem ser replantadas, pois as gerações seguintes não mantêm as características desejadas. Para multiplicar deve-se sempre cruzar a mesma mãe e o mesmo pai.</li>
</ul>
<h3>O papel do melhoramento genético no avanço do agronegócio</h3>
<p>Nos últimos anos, <strong>o melhoramento genético tem avançado de forma acelerada</strong>, permitindo o desenvolvimento de materiais com resistência múltipla a doenças, tolerância a estresses abióticos (seca, calor), alto potencial produtivo e melhor aproveitamento nutricional.</p>
<ul>
<li>As <strong>cultivares modernas</strong>, quando associadas ao uso de sementes de alta qualidade, representam um salto tecnológico.</li>
<li>Empresas de genética vegetal investem em testes regionais, para adaptar os materiais às realidades locais.</li>
</ul>
<p>O produtor que acompanha esses avanços e realiza escolhas técnicas bem fundamentadas tende a obter <strong>maior previsibilidade de resultados, menores perdas e maior estabilidade de produção.</strong></p>
<h2>Armazenamento e cuidados pré-semeadura</h2>
<p>Mesmo que o produtor escolha uma excelente semente e um fornecedor confiável, <strong>todo o potencial pode ser perdido se não houver cuidados adequados no armazenamento e no manejo até a semeadura. </strong></p>
<p>A semente é um organismo vivo, com metabolismo sensível a fatores como umidade, temperatura e tempo. Portanto, preservar sua qualidade depende de práticas bem definidas.</p>
<h3>Condições ideais de armazenamento</h3>
<p>As sementes devem ser armazenadas em ambientes que minimizem a deterioração fisiológica e protejam contra pragas e patógenos. Para isso, as recomendações técnicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Temperatura</strong>: O ideal é manter o ambiente entre <strong>10°C e 20°C</strong>, evitando variações bruscas.</li>
<li><strong>Umidade relativa do ar</strong>: Deve permanecer <strong>abaixo de 60%</strong>. Umidade excessiva favorece a proliferação de fungos e acelera o envelhecimento.</li>
<li><strong>Ventilação</strong>: Ambientes bem ventilados evitam condensações e bolores, comuns em locais abafados.</li>
<li><strong>Empilhamento e paletização</strong>: As embalagens devem ser mantidas <strong>longe do chão</strong> (preferencialmente sobre paletes) <strong>e sem contato direto com paredes</strong>, para evitar absorção de umidade.</li>
</ul>
<h3>Cuidados no transporte e manuseio</h3>
<p>Durante o transporte e o manuseio, é importante seguir <strong>boas práticas para não danificar fisicamente as sementes</strong>:</p>
<ul>
<li>Evitar quedas ou tombamentos de embalagens.</li>
<li>Não expor as sementes diretamente ao sol, mesmo por curtos períodos.</li>
<li>Utilizar veículos limpos, secos e cobertos.</li>
<li>Reduzir o tempo de transporte entre o armazenamento e a lavoura.</li>
</ul>
<p>Qualquer dano mecânico (como trincas no tegumento) pode comprometer a germinação e o vigor, mesmo em sementes de alta qualidade.</p>
<h3>Validade e controle de lote</h3>
<p>Cada embalagem de sementes certificadas vem com a <strong>validade do laudo de análise</strong>. Essa validade, normalmente de <strong>12 meses</strong>, pode ser comprometida se as condições de armazenamento forem inadequadas.</p>
<ul>
<li>Sempre verifique a <strong>data de análise e o número do lote</strong>.</li>
<li>Evite usar sementes com laudos vencidos ou com dúvidas sobre o histórico de conservação.</li>
</ul>
<p>Boas práticas incluem manter registros de todos os lotes adquiridos, com datas de recebimento, local de armazenamento e controle de estoque.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A escolha e o uso de sementes de qualidade não devem ser vistos apenas como um passo técnico dentro do processo produtivo, mas sim como uma <strong>decisão estratégica com impacto direto na rentabilidade da lavoura</strong>.</p>
<p>Todo o investimento feito em tecnologia, fertilizantes, defensivos e manejo será otimizado ou comprometido a partir da semente colocada no solo.</p>
<p>Produtores e profissionais que atuam no campo precisam adotar uma abordagem criteriosa, técnica e preventiva na seleção, aquisição e conservação das sementes. Isso envolve <strong>avaliar parâmetros técnicos como germinação, vigor e pureza,</strong> escolher fornecedores confiáveis, garantir boas condições de armazenamento e, sobretudo, alinhar o material genético às condições ambientais e aos objetivos de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">Sementes de qualidade: como escolher para ter alta performance?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Amostragem de solo representativa: o que é e etapas práticas para a realização</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-fazer-uma-amostragem-de-solo-representativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A base de uma agricultura eficiente, rentável e sustentável começa na qualidade do solo que estão trabalhando. O solo, além de ser o meio físico onde as plantas se desenvolvem, é o repositório de nutrientes essenciais, umidade e vida microbiológica. No entanto, para que ele cumpra seu papel de maneira eficiente, é preciso iniciar com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A base de uma agricultura eficiente, rentável e sustentável começa na qualidade do solo que estão trabalhando. O solo, além de ser o meio físico onde as plantas se desenvolvem, é o repositório de nutrientes essenciais, umidade e vida microbiológica.</p>
<p>No entanto, para que ele cumpra seu papel de maneira eficiente, é preciso iniciar com um diagnóstico confiável para conhecê-lo. E a primeira fase do diagnóstico é a <strong>amostragem de solo.</strong></p>
<p>Mais do que um procedimento técnico, a amostragem é a porta de entrada para decisões agronômicas assertivas. Seja para o planejamento de adubações ou recomendações de calagem e gessagem para a construção da fertilidade do solo, toda tomada de decisão depende da <strong>qualidade da informação que se obtém a partir da amostra enviada ao laboratório</strong>.</p>
<p>E aqui está o ponto-chave: <strong>uma amostragem mal feita compromete todo o processo subsequente</strong>. Uma coleta mal representada, feita sem critérios e cuidados que causam contaminação, pode gerar resultados que não refletem a realidade da lavoura, levando o produtor a adotar práticas ineficazes ou até prejudiciais.</p>
<p>Por outro lado, uma amostragem bem planejada e executada fornece informações precisas sobre as condições do solo, permitindo ações técnicas mais econômicas, eficientes e sustentáveis.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é uma amostragem de solo representativa?</h2>
<p>Fazer uma amostragem de solo representativa significa <strong>coletar uma porção de solo que reflita, com fidelidade, as condições reais de uma área agrícola uniforme.</strong></p>
<p>Essa representatividade é o que garante que os resultados da análise laboratorial correspondam às necessidades reais da lavoura, permitindo uma recomendação técnica segura e eficaz.</p>
<p>Mas o que caracteriza uma amostragem como representativa?</p>
<h3>Homogeneidade dentro do talhão</h3>
<p>Uma área pode parecer uniforme à primeira vista, mas variações de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/">solo</a></strong>, relevo, manejo anterior e até histórico de cultura podem criar diferenças significativas.</p>
<p>Por isso, antes de coletar, é necessário dividir a área em talhões com características semelhantes (tipo de solo, histórico de adubação, produtividade, vegetação, relevo entre outros).</p>
<h3>Coleta de subamostras distribuídas</h3>
<p>A representatividade vem da média, e a média só é confiável quando é bem distribuída.</p>
<p>Uma amostragem composta deve conter o máximo de subamostras possíveis, a depender do tamanho do talhão, recomendamos de <strong>15 a 20 subamostras por talhão até 100 ha</strong>, coletadas de forma aleatória, em zigue-zague ou em pontos georreferenciados.</p>
<h3>Mistura uniforme das subamostras</h3>
<p>Todas as subamostras coletadas devem ser misturadas adequadamente em um balde limpo, dividido por profundidade <strong>(0-10 cm, 10-20 cm, 20-40 cm etc)</strong> formando uma única amostra composta a cada profundidade coletada.</p>
<p>Apenas uma fração dessa mistura será enviada ao laboratório<strong> (normalmente cerca de 300 a 500 gramas)</strong>, mas ela deve refletir a média do solo daquela área.</p>
<h3>Tipos de amostragem</h3>
<p>Existem diferentes métodos de amostragem, cada um adequado para uma situação específica:</p>
<ul>
<li><strong>Amostragem simples</strong>: usada em áreas pequenas e homogêneas, vão compor a amostragem composta.</li>
<li><strong>Amostragem composta</strong>: combinação de amostras simples/subamostras em uma única amostra, a mais comum e recomendada em áreas comerciais.</li>
<li><strong>Amostragem sistemática</strong>: segue um padrão regular de coleta (ex.: grade georreferenciada), comum em sistemas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong>.</li>
<li><strong>Amostragem por zoneamento</strong>: utilizada em lavouras que possuem mapas de produtividade, condutividade elétrica do solo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/">NDVI</a></strong>, etc.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Etapas práticas para realizar uma amostragem correta</h2>
<p>Mesmo com pleno conhecimento dos conceitos, a execução no campo é onde ocorrem os principais deslizes.</p>
<p>Abaixo, você encontra um guia prático e direto para realizar uma amostragem de solo de maneira eficaz e representativa.</p>
<h3>1. Planejamento da amostragem</h3>
<p>Antes de sair para o campo, é fundamental fazer um bom planejamento:</p>
<ul>
<li><strong>Escolha o período ideal</strong>: O recomendado é que a coleta seja feita entre a colheita e a próxima <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong>, com o solo em condições de umidade média, nem seco demais, nem encharcado.</li>
<li><strong>Evite dias de extremos climáticos</strong>: Chuvas recentes ou períodos prolongados de seca podem comprometer a qualidade da amostra, aumentando o risco de contaminação.</li>
</ul>
<h3>2. Divisão da área em talhões homogêneos</h3>
<ul>
<li>Use informações como tipo de solo, relevo, vegetação, histórico de cultivo, produtividade e textura para dividir a propriedade.</li>
<li>Cada talhão deve ser tratado como uma unidade de amostragem independente.</li>
</ul>
<h3>3. Ferramentas recomendadas</h3>
<ul>
<li><strong>Trado ou pá de corte</strong> (limpo e sem resíduos);</li>
<li><strong>Balde plástico limpo</strong> para misturar as subamostras;</li>
<li><strong>Sacos plásticos identificados</strong> (preferencialmente tipo zip) ou sacos de papel apropriados;</li>
<li><strong>Etiquetas com nome do talhão, profundidade e data</strong>;</li>
<li><strong>GPS</strong> (ou aplicativo no celular) para registrar os pontos, se possível.</li>
</ul>
<h3>4. Quantidade ideal de para amostragem padrão de áreas comerciais</h3>
<ul>
<li>Pode variar de acordo com o tamanho do talhão e tipo de amostragem. Sendo maior o número de subamostras para amostragens sistemáticas e zoneamentos.</li>
<li>A profundidade padrão é de <strong>0-20 cm  e 20-40 cm para culturas anuais</strong> e <strong>0-10, 10-20 e 20-40 cm para pastagens ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">sistemas de plantio direto</a></strong>, a depender do manejo.</li>
</ul>
<h3>5. Mistura e composição da amostra</h3>
<ul>
<li>Coloque todas as subamostras no balde e misture bem.</li>
<li>Retire aproximadamente <strong>300 a 500 g</strong> do composto final, garantindo que esteja bem homogêneo.</li>
</ul>
<h3>6. Armazenamento e envio para o laboratório</h3>
<ul>
<li>Evite deixar a amostra exposta ao sol.</li>
<li>Caso não vá enviar no mesmo dia, mantenha refrigerada ou em local fresco e seco.</li>
<li>Preencha corretamente a ficha de identificação do laboratório.</li>
</ul>
<h2>Os principais erros cometidos na amostragem de solo</h2>
<p>Apesar de ser uma etapa conhecida por boa parte dos profissionais do campo, <strong>a amostragem de solo ainda é frequentemente negligenciada ou realizada de forma incorreta.</strong></p>
<p>Isso leva a diagnósticos imprecisos, recomendações técnicas equivocadas e prejuízos que muitas vezes passam despercebidos até o momento da colheita.</p>
<ol>
<li>Coleta após eventos climáticos extremos;</li>
<li>Profundidade inconsistente entre subamostras;</li>
<li>Mistura inadequada das subamostras;</li>
<li>Ferramentas contaminadas ou inadequadas;</li>
<li>Escolha de áreas não representativas.</li>
</ol>
<h2>Inovações e tendências em amostragem de solo</h2>
<p>O avanço da tecnologia agrícola não deixou de fora uma das etapas mais fundamentais do processo produtivo:<strong> a coleta e análise de solo</strong>.</p>
<p>Hoje, novas ferramentas e metodologias vêm sendo incorporadas ao campo, com potencial de elevar o nível de assertividade da amostragem, reduzir custos operacionais e facilitar a gestão agronômica.</p>
<h3>Agricultura de precisão e zoneamento</h3>
<p>A integração de mapas de produtividade, imagens NDVI, condutividade elétrica do solo (CEa) e dados históricos permite criar zonas de manejo específicas.</p>
<p>A partir dessas zonas, a amostragem é direcionada para áreas que realmente precisam de monitoramento mais fino, evitando coletas genéricas e otimizando os recursos.</p>
<h3>Plataformas e softwares de gestão integrada</h3>
<ul>
<li>Registrar os pontos de coleta com GPS;</li>
<li>Armazenar resultados laboratoriais;</li>
<li>Visualizar mapas de fertilidade e sobrepor com mapas de produtividade;</li>
<li>Apoiar a recomendação agronômica com inteligência de dados.</li>
</ul>
<h3>Sensores embarcados e coleta automatizada</h3>
<p>Tratores e quadriciclos com sensores de condutividade elétrica e resistência à penetração já realizam amostragem automatizada com alta densidade de dados. Isso é especialmente útil para áreas grandes ou com alta variabilidade.</p>
<h3>Internet das coisas (IoT) e monitoramento contínuo</h3>
<p>Ainda em fase de expansão comercial, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">sensores IoT</a></strong> enterrados no solo já estão sendo testados para monitoramento contínuo da umidade, temperatura e salinidade, oferecendo insights adicionais que complementam a análise pontual tradicional.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A amostragem de solo é, sem dúvida, <strong>uma das práticas mais simples e econômicas da agricultura e também uma das mais negligenciadas</strong>.</p>
<p>Quando feita com critério e técnica, ela se transforma em um poderoso instrumento para tomadas de decisão mais inteligentes, econômicas e sustentáveis.</p>
<p>Para profissionais do setor agrícola, <strong>dominar esse processo é uma vantagem competitiva concreta</strong>. Não é apenas sobre coletar solo, é sobre coletar inteligência agronômica, com base científica e visão estratégica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Corda-de-viola: saiba como controlar essa planta daninha </title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/corda-de-viola-saiba-como-controlar-essa-planta-daninha/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/corda-de-viola-saiba-como-controlar-essa-planta-daninha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 11:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas nas lavouras é um dos grandes desafios enfrentados por engenheiros agrônomos e produtores rurais, especialmente na produção de grãos. Entre as espécies que mais preocupam, destaca-se a corda-de-viola, um grupo de plantas trepadeiras do gênero Ipomoea, conhecido por seu crescimento agressivo e capacidade de comprometer o rendimento das culturas agrícolas. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/corda-de-viola-saiba-como-controlar-essa-planta-daninha/">Corda-de-viola: saiba como controlar essa planta daninha </a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas nas lavouras é um dos grandes desafios enfrentados por engenheiros agrônomos e produtores rurais, especialmente na produção de grãos. Entre as espécies que mais preocupam, destaca-se a <strong>corda-de-viola</strong>, um grupo de plantas trepadeiras do gênero <em>Ipomoea</em>, conhecido por seu crescimento agressivo e capacidade de comprometer o rendimento das culturas agrícolas.</p>
<p>Essa planta daninha <strong>interfere diretamente no desenvolvimento das lavouras</strong> ao competir por recursos essenciais como água, luz e nutrientes. Além disso, sua presença pode dificultar as operações de colheita, aumentar os custos de manejo e reduzir a produtividade das plantações.</p>
<p>O controle eficaz da corda-de-viola exige uma abordagem estratégica e integrada, combinando práticas culturais, químicas e mecânicas. Compreender a biologia dessa planta e as melhores formas de manejá-la é essencial para minimizar seus impactos na produção de grãos e garantir uma lavoura mais eficiente e rentável.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Características e biologia da corda-de-viola</h2>
<p>A corda-de-viola pertence ao gênero <i>Ipomoea</i> e inclui diversas espécies que se destacam como plantas daninhas na produção agrícola. Seu crescimento acelerado e capacidade de dispersão fazem dela um <strong>grande desafio para a produtividade das lavouras</strong>.</p>
<h3>Dispersão e crescimento</h3>
<p>A propagação da corda-de-viola ocorre predominantemente por sementes, que podem permanecer viáveis no solo por anos. Além disso, fatores como disseminação pelo vento, água e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/">máquinas agrícolas</a></strong> favorecem sua rápida disseminação nas áreas cultiváveis.</p>
<p>O crescimento da planta é favorecido por altas temperaturas e alta umidade, sendo comum em regiões tropicais e subtropicais. Seu rápido estabelecimento permite que ela se enrole nas culturas agrícolas, <strong>dificultando a aplicação efetiva</strong> de defensivos e a colheita.</p>
<h3>Fatores que favorecem a infestação</h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">Plantio direto</a></strong> sem rotação de culturas.</li>
<li>Falhas no controle químico.</li>
<li>Condições climáticas favoráveis, como chuvas frequentes.</li>
<li>Presença de áreas infestadas próximas à lavoura.</li>
</ul>
<p>O conhecimento dessas características é essencial para traçar estratégias de controle mais eficientes. No próximo tópico, abordaremos os danos causados pela corda-de-viola nas lavouras e seus impactos na produtividade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Danos causados pela corda-de-viola nas lavouras</h2>
<p>A presença da corda-de-viola nas lavouras pode gerar diversos impactos negativos, <strong>comprometendo a produtividade e aumentando os custos de manejo</strong>. Seu crescimento rápido e hábito trepador dificultam o desenvolvimento das culturas agrícolas.</p>
<h3>1. Competição por recursos essenciais</h3>
<p>A corda-de-viola compete diretamente com as culturas agrícolas por água, luz e nutrientes, reduzindo o crescimento das plantas cultivadas e comprometendo seu potencial produtivo. Esse efeito é mais intenso em lavouras com altas infestações, onde a competição se torna mais severa.</p>
<h3>2. Interferência no crescimento e no ciclo da cultura</h3>
<p>Ao se enroscar nas plantas, a corda-de-viola prejudica seu crescimento e pode levar ao<strong> tombamento das culturas</strong>, especialmente em lavouras de soja, milho e algodão. Essa interferência impacta a fotossíntese, por cobrir a área foliar da cultura, reduzindo a capacidade produtiva da lavoura.</p>
<h3>3. Dificuldade na colheita e aumento de custos operacionais</h3>
<p>A presença da corda-de-viola pode dificultar a passagem de máquinas agrícolas, como colheitadeiras, devido ao seu hábito trepador e emaranhado sobre a cultura. Isso pode levar a:</p>
<ul>
<li>Redução da eficiência da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/">colheita</a></strong> devido ao acúmulo de plantas na máquina.</li>
<li>Maior desgaste e manutenção dos equipamentos, aumentando os custos operacionais.</li>
<li>Maior tempo de colheita, impactando diretamente a produtividade e logística da lavoura.</li>
</ul>
<h3>4. Possíveis impactos na qualidade dos grãos</h3>
<p>Em algumas situações, restos da planta podem ser misturados aos grãos durante a colheita, impactando a qualidade do produto final. Além disso, sementes de corda-de-viola podem contaminar lotes de grãos, tornando-se um problema para armazenamento e comercialização.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Métodos de controle da corda-de-viola</h2>
<p>O controle eficaz da corda-de-viola exige uma <strong>abordagem integrada</strong>, combinando diferentes métodos para reduzir sua incidência e minimizar os impactos na produção de grãos. As principais estratégias incluem o controle cultural, mecânico e químico.</p>
<h3>1. Controle cultural</h3>
<p>O manejo cultural é uma das formas <strong>mais sustentáveis e preventivas de controle</strong>, pois reduz a infestação da corda-de-viola. Algumas práticas recomendadas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Rotação de culturas</strong>: Alternar culturas com diferentes ciclos de crescimento e arquitetura vegetal dificulta o estabelecimento da planta daninha, além de permitir rotacionar grupos químicos de herbicidas para o controle.</li>
<li><strong>Cobertura do solo</strong>: Plantas de cobertura, como braquiária e crotalária, ajudam a competir com a corda-de-viola, limitando sua germinação e crescimento.</li>
<li><strong>Uso de sementes certificadas</strong>: Evita a introdução da planta daninha na lavoura.</li>
<li><strong>Densidade adequada de plantio</strong>: Culturas bem implantadas cobrem o solo mais rapidamente, reduzindo espaços para a emergência da corda-de-viola.</li>
</ul>
<h3>2. Controle mecânico</h3>
<p>O controle mecânico pode ser útil em áreas com infestação localizada, mas apresenta algumas limitações. As principais técnicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Capina manual</strong>: Pode ser utilizada em pequenas áreas, mas é trabalhosa e de difícil aplicação em grandes lavouras.</li>
<li><strong>Gradagem e aração</strong>: Movimentação do solo pode enterrar sementes, reduzindo sua germinação. No entanto, pode expor sementes dormentes ao solo, favorecendo novas infestações.</li>
</ul>
<h3>3. Controle químico</h3>
<p>O uso de herbicidas é uma das estratégias mais eficazes para o controle da corda-de-viola, especialmente em áreas de grande extensão. Os principais aspectos a considerar são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">Herbicidas pré-emergentes</a></strong>: Aplicados antes da germinação da planta, ajudam a reduzir novas infestações. Exemplos: flumioxazin, diclosulam e sulfentrazona.</li>
<li><strong>Herbicidas pós-emergentes</strong>: Aplicados sobre a planta já desenvolvida. Exemplos: glyphosate (para culturas transgênicas) e herbicidas inibidores da ALS (como clorimurom, carfentrazona e imazetapir).</li>
<li><strong>Momento ideal de aplicação</strong>: O controle químico é mais eficaz quando a planta ainda está <strong>no estágio inicial de crescimento</strong>, antes de se enroscar nas culturas agrícolas.</li>
</ul>
<h2>Tendências e inovações no controle da corda-de-viola</h2>
<p>A evolução da tecnologia tem proporcionado novas abordagens para o controle da corda-de-viola, tornando o manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<p>Entre as principais inovações, destacam-se novos herbicidas, o uso de drones e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong>, além dos avanços na biotecnologia.</p>
<h3>1. Novos herbicidas e tecnologias de aplicação</h3>
<p>O desenvolvimento de herbicidas seletivos e de ação prolongada tem sido um dos focos da indústria agroquímica. Algumas tendências incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Herbicidas com novos mecanismos de ação</strong>: Para evitar resistência, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de moléculas que atuam em diferentes processos fisiológicos da planta.</li>
<li><strong>Formulações mais eficientes</strong>: Novos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/">adjuvantes</a></strong> e tecnologias de pulverização permitem melhor absorção dos produtos, reduzindo perdas e impacto ambiental.</li>
<li><strong>Uso de herbicidas pré-emergentes em misturas</strong>: A combinação de ativos com diferentes modos de ação tem mostrado bons resultados na redução da emergência da corda-de-viola.</li>
</ul>
<h3>2. Drones e inteligência artificial para monitoramento e controle</h3>
<p>O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong> e sensores remotos têm revolucionado o monitoramento da infestação de plantas daninhas, permitindo:</p>
<ul>
<li><strong>Mapeamento preciso das áreas infestadas</strong>, otimizando a aplicação de herbicidas apenas onde necessário.</li>
<li><strong>Redução no uso de defensivos</strong>, minimizando custos e impactos ambientais.</li>
<li><strong>Monitoramento contínuo</strong>, com dados em tempo real sobre a evolução da infestação.</li>
</ul>
<p>Além disso, a inteligência artificial tem sido utilizada para identificar a corda-de-viola por meio de imagens de satélite e aprendizado de máquina, auxiliando os engenheiros agrônomos na tomada de decisão.</p>
<h3>3. Biotecnologia e resistência de culturas</h3>
<p>Pesquisas em biotecnologia agrícola buscam desenvolver culturas mais resistentes à interferência de plantas daninhas. Algumas inovações incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Culturas transgênicas resistentes a herbicidas mais eficazes</strong>, permitindo o controle seletivo da corda-de-viola.</li>
<li>Modificação genética para <strong>aumentar a competitividade</strong> das plantas cultivadas, reduzindo o impacto das daninhas.</li>
<li>Novos bio-herbicidas à base de microrganismos que atacam seletivamente a corda-de-viola, reduzindo a necessidade de químicos sintéticos.</li>
</ul>
<h3>4. Automação e robótica no controle de plantas daninhas</h3>
<p>Outra tendência emergente é o uso de máquinas agrícolas autônomas equipadas com sensores de reconhecimento de plantas daninhas. Esses equipamentos permitem:</p>
<ul>
<li>Aplicação precisa de herbicidas apenas onde há infestação.</li>
<li>Remoção mecânica da corda-de-viola sem danificar as culturas.</li>
<li>Maior eficiência no manejo e menor dependência de mão de obra.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>corda-de-viola</strong> continua sendo <strong>um dos principais desafios no manejo de plantas daninhas na produção de grãos</strong>. Seu rápido crescimento e resistência a métodos convencionais exigem uma abordagem integrada, combinando controle cultural, mecânico e químico.</p>
<p>O avanço das novas tecnologias, como drones, inteligência artificial e biotecnologia, tem proporcionado estratégias mais eficientes e sustentáveis para minimizar os impactos dessa planta daninha.</p>
<p>No entanto, a chave para o sucesso está no <strong>manejo preventivo e integrado</strong>, evitando a disseminação da corda-de-viola e garantindo a máxima produtividade das lavouras.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Rotação de culturas: estratégias, benefícios e aplicação na produção de grãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 11:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rotação de culturas é uma das práticas agrícolas mais eficientes para manter a produtividade e a sustentabilidade do solo. Diferente da monocultura, esse sistema envolve a alternância de diferentes culturas em uma mesma área de cultivo ao longo de diversas safras, trazendo benefícios tanto para a conservação e fertilidade do solo, quanto para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>rotação de culturas</strong> é uma das práticas agrícolas mais eficientes para <strong>manter a produtividade e a sustentabilidade do solo</strong>. Diferente da monocultura, esse sistema envolve a alternância de diferentes culturas em uma mesma área de cultivo ao longo de diversas safras, trazendo benefícios tanto para a conservação e fertilidade do solo, quanto para a saúde biológica do sistema.</p>
<p>No contexto da produção de grãos, a rotação de culturas desempenha um papel importante na maximização do rendimento e na redução da dependência de insumos químicos.</p>
<p>Além disso, essa técnica contribui diretamente para a resiliência do sistema produtivo, minimizando impactos climáticos adversos e promovendo uma melhor gestão dos recursos naturais.</p>
<p>Nos últimos anos, com o avanço das pesquisas e das tecnologias agrícolas, <strong>a implementação da rotação de culturas tem se tornado ainda mais estratégica</strong>. Profissionais do setor, como engenheiros agrônomos, precisam compreender não apenas os conceitos básicos, mas também as melhores estratégias e ferramentas disponíveis para otimizar essa prática.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Benefícios estratégicos da rotação de culturas</h2>
<h3>Melhoria da química e física do solo</h3>
<p>A alternância de culturas permite uma melhor distribuição dos nutrientes no solo, evitando o esgotamento causado pela monocultura.</p>
<p>Algumas culturas, como leguminosas (ex.: soja e feijão), fixam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio no solo</a></strong>, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos. Já as gramíneas (ex.: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-do-estadio-fenologico-do-trigo-ciclo-de-desenvolvimento/">trigo</a></strong>) ajudam a melhorar a estrutura do solo com suas raízes profundas, favorecendo a infiltração de água e evitando compactação.</p>
<h3>Redução de pragas e doenças</h3>
<p>A repetição contínua de uma mesma cultura cria um <strong>ambiente favorável para a proliferação de pragas e patógenos específicos</strong>.</p>
<p>A rotação de culturas quebra esse ciclo, dificultando o desenvolvimento de insetos e doenças que dependem de um único tipo de planta para sobreviver. Isso reduz a necessidade do uso intensivo de defensivos agrícolas, trazendo benefícios econômicos e ambientais.</p>
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<h3>Aumento da produtividade</h3>
<p>Ao equilibrar os nutrientes do solo e reduzir a pressão de pragas e doenças, a rotação de culturas favorece um <strong>aumento no rendimento das lavouras</strong>. Além disso, a diversificação contribui para um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, evitando perdas de safra.</p>
<h3>Sustentabilidade e conservação do solo</h3>
<p>A prática da rotação minimiza problemas como erosão e degradação do solo. Culturas com raízes mais profundas melhoram a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/">estrutura física do solo</a></strong>, enquanto espécies com alta cobertura vegetal protegem contra a ação da chuva e do vento, além de aumentar a matéria orgânica do solo.</p>
<p>A rotação também favorece a retenção de umidade, garantindo melhor aproveitamento da água e maior resiliência em períodos de estiagem.</p>
<h2>Planejamento e estratégias para rotação de culturas</h2>
<p>Para garantir a máxima eficiência da rotação de culturas, é essencial um planejamento estratégico baseado nas características do solo, clima, exigências nutricionais das plantas e objetivos produtivos.</p>
<p>A seguir, exploramos os principais critérios para a escolha das culturas, a sequência ideal de plantio e as adaptações necessárias para diferentes condições.</p>
<h3>Critérios técnicos para escolha das culturas</h3>
<p>A seleção das culturas a serem rotacionadas deve considerar fatores como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Ciclo biológico das plantas</strong>: culturas de diferentes ciclos (curto, médio e longo) ajudam a diversificar o aproveitamento dos recursos do solo.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Exigências nutricionais</strong>: alternar plantas com diferentes demandas evita o esgotamento específico de determinados nutrientes.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Capacidade de fixação de nitrogênio</strong>: leguminosas contribuem para o enriquecimento do solo, reduzindo a necessidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/">fertilizantes químicos</a></strong>.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Sistema radicular</strong>: plantas com raízes profundas ajudam a descompactar o solo, enquanto raízes superficiais melhoram a retenção de umidade.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Compatibilidade entre culturas</strong>: algumas combinações são mais eficientes e rentáveis, enquanto outras podem ser prejudiciais (ex.: a sucessão de soja e feijão pode aumentar a incidência de doenças fúngicas).</li>
</ul>
<h3>Sequência ideal de culturas</h3>
<p>A sequência da rotação deve seguir princípios que maximizem os benefícios para o solo e a produtividade. Algumas estratégias comuns incluem:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Alternância entre gramíneas e leguminosas</strong> – ex.: milho seguido de feijão.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Rodízio com <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantas de cobertura</a></strong> – ex.: soja → milheto → milho → crotalária.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Ciclo de três anos para maior eficiência</strong> – ex.: soja → milho → aveia preta (como cobertura).</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Evitar sucessão de culturas da mesma família botânica</strong> – reduz a pressão de pragas e doenças.</li>
</ul>
<h3>Adaptação ao clima e tipo de solo</h3>
<p>A rotação de culturas deve ser ajustada às condições regionais. Em solos arenosos, por exemplo, culturas com raízes mais profundas ajudam na retenção de água. Em regiões com períodos secos prolongados, a introdução de espécies resistentes à seca contribui para a manutenção da produtividade.</p>
<h2>Impacto econômico e financeiro da rotação de culturas</h2>
<p>A rotação de culturas não apenas melhora a qualidade do solo e reduz a incidência de pragas e doenças, mas também gera benefícios econômicos significativos.</p>
<p>A <strong>diversificação de culturas permite uma gestão mais eficiente dos custos</strong>, reduz a dependência de insumos químicos e ajuda a mitigar riscos financeiros.</p>
<h3>Gestão de riscos financeiros</h3>
<p>A monocultura expõe o produtor a riscos elevados, como a queda de preços de uma única <em>commodity</em> e a vulnerabilidade a fatores climáticos adversos. A rotação de culturas permite:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Diversificação de fontes de receita</strong>: diferentes culturas reduzem a dependência de um único mercado.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Menor vulnerabilidade a flutuações de preços</strong>: em anos de baixa valorização da soja, por exemplo, o milho pode garantir rentabilidade.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Estabilidade produtiva</strong>: solos mais equilibrados resultam em colheitas mais consistentes ao longo das safras.</li>
</ul>
<h2>Tecnologias e inovações aplicadas à rotação de culturas</h2>
<p>A evolução da tecnologia no setor agrícola tem facilitado a implementação da rotação de culturas, permitindo que produtores tomem decisões mais assertivas baseadas em dados e análises avançadas.</p>
<p>O uso de sensoriamento remoto e técnicas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong> tem otimizado essa prática, garantindo maior eficiência produtiva e rentabilidade.</p>
<h3>Sensoriamento remoto e análise de solo</h3>
<p>Tecnologias como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong> e imagens de satélite permitem monitorar o solo e a vegetação em tempo real, trazendo benefícios como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Identificação de áreas degradadas</strong>: permite ajustar o manejo antes que haja impacto na produtividade.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Mapeamento da fertilidade do solo</strong>: auxilia na escolha das culturas mais adequadas para cada talhão.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Monitoramento de pragas e doenças</strong>: possibilita a tomada de decisão preventiva, reduzindo o uso de defensivos.</li>
</ul>
<h2>Desafios e soluções na implementação</h2>
<p>Embora a rotação de culturas traga inúmeros benefícios, sua implementação ainda enfrenta <strong>desafios técnicos, financeiros e culturais</strong>. Muitos produtores hesitam em adotar essa prática devido à falta de conhecimento técnico, dificuldades logísticas ou até mesmo resistência às mudanças.</p>
<h3>Principais barreiras enfrentadas pelos produtores</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Resistência à mudança</strong>: muitos produtores acostumados à monocultura relutam em alterar e incluir novas culturas em seus sistemas produtivos.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Limitações financeiras</strong>: a diversificação das culturas pode exigir investimentos iniciais em maquinário e capacitação da equipe.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Dificuldade na escolha das culturas</strong>: selecionar as espécies corretas para um sistema de rotação eficiente exige conhecimento agronômico e análise de mercado.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Questões logísticas e de mercado</strong>: algumas culturas alternativas podem ter menor demanda comercial ou preços menos atrativos em determinadas regiões.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A rotação de culturas é uma estratégia essencial para engenheiros agrônomos e demais profissionais envolvidos na produção de grãos. Além de melhorar a fertilidade do solo, reduzir pragas e doenças e aumentar a produtividade, <strong>essa prática contribui para a sustentabilidade da agricultura e a rentabilidade dos produtores.</strong></p>
<p>Ao longo deste artigo, exploramos os principais benefícios da rotação de culturas, destacamos como um planejamento bem estruturado pode otimizar seus resultados e mostramos como a tecnologia tem facilitado sua implementação.</p>
<p>Apesar dos desafios, as soluções disponíveis – como a adoção de boas práticas de manejo e o investimento em capacitação técnica – tornam essa abordagem viável e vantajosa para diferentes tipos de produção.</p>
<p>Para os profissionais do setor, <strong>a adoção da rotação de culturas não é apenas uma questão de produtividade, mas uma estratégia para garantir um sistema agrícola mais resiliente e eficiente a longo prazo</strong>. Ao aplicar as recomendações abordadas, é possível maximizar os benefícios dessa técnica e impulsionar uma produção de grãos mais sustentável e rentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">Rotação de culturas: estratégias, benefícios e aplicação na produção de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Agricultura sustentável: como produzir grãos de forma eficiente e rentável</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura sustentável é um modelo de produção que busca equilibrar a produtividade agrícola com a conservação ambiental e a viabilidade econômica. Esse conceito tem se tornado essencial para a produção de grãos, garantindo que as futuras gerações possam continuar cultivando com qualidade e rentabilidade. Diferente dos métodos convencionais, que muitas vezes exploram excessivamente os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>agricultura sustentável</strong> é um modelo de produção que busca <strong>equilibrar a produtividade agrícola com a conservação ambiental e a viabilidade econômica</strong>. Esse conceito tem se tornado essencial para a produção de grãos, garantindo que as futuras gerações possam continuar cultivando com qualidade e rentabilidade.</p>
<p>Diferente dos métodos convencionais, que muitas vezes exploram excessivamente os recursos naturais, a abordagem sustentável foca na manutenção do solo, no uso eficiente da água e na redução do impacto ambiental.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>A importância da agricultura sustentável na produção de grãos</h2>
<p>Com o aumento da demanda mundial por alimentos e as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">mudanças climáticas</a></strong> impactando a produção agrícola, a agricultura sustentável se torna indispensável para engenheiros agrônomos e demais profissionais da área. Métodos sustentáveis garantem um solo fértil, reduzem custos operacionais e aumentam a longevidade e produtividade das lavouras.</p>
<p>Além disso, o uso excessivo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/">fertilizantes químicos</a></strong> e defensivos agrícolas pode prejudicar a qualidade do solo e dos produtos agrícolas, tornando essencial a busca por práticas mais equilibradas.</p>
<p>A produção sustentável de grãos não apenas melhora a produtividade e reduz desperdícios, mas também p<strong>ermite que os agricultores atendam a exigências regulatórias e certificações ambientais</strong>, que são cada vez mais requisitadas pelo mercado nacional e internacional. Isso abre novas oportunidades de negócios e fortalece a reputação dos produtores que adotam essa abordagem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Práticas sustentáveis na produção de grãos</h2>
<p>Adotar práticas sustentáveis na produção de grãos é essencial para <strong>manter a competitividade e reduzir impactos ambientais</strong>. Algumas estratégias fundamentais incluem:</p>
<h3>1. Rotação de culturas</h3>
<p>A diversificação das culturas contribui para a <strong>melhoria da fertilidade do solo e reduz a incidência de pragas e doenças</strong>.</p>
<p>O plantio sucessivo de uma única cultura pode levar ao esgotamento dos nutrientes do solo, tornando necessário o uso excessivo de insumos químicos. A rotação de culturas ajuda a restaurar os nutrientes naturalmente e a evitar a degradação da terra.</p>
<h3>2. Plantio direto</h3>
<p>Essa técnica minimiza a erosão, melhora a retenção de água e mantém a estrutura do solo saudável, aumentando a produtividade.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantio direto</a></strong> reduz a necessidade de revolvimento da terra, o que conserva sua microbiota benéfica e mantém os níveis de matéria orgânica. Além disso, o uso de palhada na superfície do solo auxilia no controle da temperatura e da umidade.</p>
<h3>3. Uso eficiente de fertilizantes e defensivos</h3>
<p>A aplicação correta e equilibrada desses insumos evita desperdícios, reduz a contaminação ambiental e melhora o aproveitamento nutricional das plantas.</p>
<p>A agricultura sustentável prioriza a utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biofertilizantes-na-agricultura/">biofertilizantes</a></strong> e defensivos biológicos, que impactam menos o meio ambiente e ajudam a manter o equilíbrio do ecossistema agrícola.</p>
<h3>4. Irrigação inteligente</h3>
<p>Sistemas de irrigação modernos permitem a utilização otimizada da água, reduzindo desperdícios e promovendo a eficiência hídrica.</p>
<p>Métodos como <strong>irrigação por gotejamento e sensores de umidade do solo</strong> ajudam a fornecer a quantidade exata de água necessária, evitando tanto a escassez quanto o desperdício hídrico.</p>
<h3>5. Manejo integrado de pragas (MIP)</h3>
<p>A combinação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">controle biológico</a></strong>, químico e cultural reduz a dependência de agroquímicos, preservando a biodiversidade do ecossistema agrícola.</p>
<p>O monitoramento constante das lavouras e o uso de inimigos naturais das pragas garantem uma produção mais equilibrada e com menos impactos ao meio ambiente.</p>
<h3>6. Agricultura de precisão</h3>
<p>A <strong>tecnologia desempenha um papel fundamental</strong> na agricultura sustentável. O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong>, sensores de umidade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong> e big data possibilita tomadas de decisão mais precisas, aumentando a eficiência e a produtividade no campo.</p>
<p>Esses avanços permitem um melhor gerenciamento dos insumos e dos recursos naturais, tornando a produção de grãos mais eficiente e sustentável.</p>
<h2>Benefícios da agricultura sustentável</h2>
<p>A adoção da agricultura sustentável traz vantagens como:</p>
<ul>
<li>Maior produtividade e rentabilidade a longo prazo;</li>
<li>Redução dos impactos ambientais e da degradação do solo;</li>
<li>Acesso a mercados que exigem certificações sustentáveis;</li>
<li>Melhor gestão dos recursos naturais;</li>
<li>Maior resistência a eventos climáticos adversos;</li>
<li>Redução da dependência de insumos químicos, o que diminui custos operacionais;</li>
<li>Valorização da marca e reconhecimento no mercado agrícola.</li>
</ul>
<p>Além disso, os consumidores estão cada vez mais atentos à origem dos alimentos que consomem, preferindo produtos cultivados de maneira responsável. Isso reforça a <strong>importância da sustentabilidade na produção de grãos</strong>, agregando valor aos produtos e ampliando as possibilidades de comercialização.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tripes na soja: como identificar e realizar o controle dessa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tripes-na-soja-como-controlar-essa-praga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 11:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tripes na soja têm se tornado uma preocupação crescente para produtores de grãos, especialmente em regiões de clima quente e seco. Esses insetos, pertencentes à ordem Thysanoptera, podem causar danos severos à cultura ao se alimentarem dos tecidos das folhas, comprometendo o desenvolvimento das plantas e impactando diretamente a produtividade. Nos últimos anos, surtos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os tripes na soja têm se tornado uma preocupação crescente para produtores de grãos, especialmente em <strong>regiões de clima quente e seco</strong>.</p>
<p>Esses insetos, pertencentes à ordem Thysanoptera, podem causar danos severos à cultura ao se alimentarem dos tecidos das folhas, comprometendo o desenvolvimento das plantas e impactando diretamente a produtividade.</p>
<p>Nos últimos anos, <strong>surtos de tripes em áreas produtoras de soja têm sido relatados com mais frequência</strong>, principalmente devido a mudanças climáticas e à intensificação do cultivo.</p>
<p>Além disso, a <strong>dificuldade de detecção precoce</strong> faz com que essa praga muitas vezes passe despercebida até que os danos já sejam significativos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Características biológicas dos tripes</h2>
<p>Os tripes são insetos pequenos, geralmente medindo entre 1 a 2 mm de comprimento, com um corpo alongado e coloração variando entre amarelo-claro, marrom e preto, dependendo da espécie e do estágio de desenvolvimento.</p>
<p>Possuem asas franjadas, o que facilita sua dispersão pelo vento, tornando a infestação mais difícil de conter.</p>
<h3>Principais espécies que atacam a soja</h3>
<p>Na cultura da soja, algumas das espécies mais comuns de tripes incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Caliothrips spp</strong>.: se concentram principalmente na face inferior das folhas, provocando distorções, prateamento, bronzeamento e, em casos mais severos, a queda das folhas.</li>
<li><strong>Frankliniella spp</strong>.: se concentram nas brotações e nos meristemas apicais da planta, causando abortamento das flores.</li>
</ul>
<h3>Ciclo de vida e condições favoráveis para o desenvolvimento</h3>
<p>Os tripes possuem um ciclo de vida relativamente curto, variando de 15 a 30 dias, <strong>dependendo das condições ambientais</strong>. O ciclo passa pelas seguintes fases:</p>
<ol>
<li><strong>Ovo</strong> – Postura ocorre dentro da epiderme da folha, dificultando o controle.</li>
<li><strong>Larva (1º e 2º instar)</strong> – Ativa na alimentação e responsável pelos danos diretos à planta.</li>
<li><strong>Pré-pupa e pupa</strong> – Ocorrem no solo ou em partes protegidas da planta.</li>
<li><strong>Adulto</strong> – Forma alada, que se dispersa e inicia nova infestação.</li>
</ol>
<p>O clima influencia fortemente a dinâmica populacional dos tripes. Temperaturas acima de 25°C e baixa umidade acelera o seu ciclo de vida e torna as lavouras mais vulneráveis em períodos secos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39626 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png" alt="Guia Principais pragas da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar os sintomas da infestação</h2>
<p>Os danos causados pelos tripes na soja incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Prateamento e descoloração das folhas</strong>: resultado da sucção da seiva e destruição das células epidérmicas causado pelos Caliothrips sp., como Caliothrips brasiliensis, Caliothripes phaseoli e outros.</li>
<li><strong>Enrugamento e deformação foliar</strong>: folhas afetadas podem apresentar crescimento irregular, sintomas também dos danos de Caliothrips sp.</li>
<li><strong>Redução da taxa fotossintética</strong>: impacto direto na capacidade produtiva da planta.</li>
<li><strong>Queda prematura das folhas</strong>: em infestações severas, pode comprometer a produção.</li>
<li><strong>Abortamento de flores</strong>: a sucção da seiva das flores causando o abortamento dessas, principalmente por Frankliniella spp.</li>
</ul>
<p>A observação de tripes na parte inferior das folhas jovens e nas flores e a presença de fezes escuras (pontuações negras) são indicativos de infestação ativa.</p>
<h3>Relação entre infestações e estresses climáticos</h3>
<p>Os tripes apresentam desenvolvimento acelerado em temperaturas elevadas, sendo mais ativos em períodos de clima quente e seco. As condições ideais para sua reprodução incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Temperatura acima de 25°C</strong> – Ciclo de vida mais curto</li>
<li><strong>Baixa umidade relativa do ar</strong> – Facilita a dispersão dos insetos e reduz a capacidade de recuperação da planta.</li>
<li><strong>Ausência de chuvas frequentes</strong> – Chuvas intensas podem reduzir a população de tripes ao lavar os insetos das folhas.</li>
</ul>
<h3>Perdas econômicas associadas à praga</h3>
<p>Embora a soja seja uma cultura relativamente tolerante a danos foliares em comparação a outras culturas, infestações severas de tripes podem causar:</p>
<ul>
<li><strong>Redução na produtividade</strong>: em cenários críticos, as perdas podem superar 20% do rendimento da lavoura.</li>
<li><strong>Aumento nos custos de produção</strong>: o controle inadequado pode levar a aplicações frequentes de inseticidas, elevando os custos e o risco de resistência dos tripes aos produtos químicos.</li>
<li><strong>Comprometimento da qualidade dos grãos</strong>: em alguns casos, plantas enfraquecidas e com menor área fotossintética podem produzir grãos menores, de menor peso e consequentemente menor produtividade da lavoura.</li>
</ul>
<p>O <strong>monitoramento contínuo e a aplicação de estratégias de controle</strong> no momento certo são essenciais para evitar prejuízos e garantir uma lavoura saudável.</p>
<h2>Métodos de monitoramento e controle</h2>
<p>A chave para um manejo eficiente dos tripes na soja está no monitoramento adequado da praga e na tomada de decisão baseada em níveis de infestação. Métodos eficazes de controle podem evitar perdas significativas e reduzir a necessidade de aplicações excessivas de inseticidas.</p>
<h3>Ferramentas e técnicas para monitoramento</h3>
<p>Para avaliar a presença e a intensidade da infestação de tripes, os engenheiros agrônomos e produtores podem utilizar diversas estratégias:</p>
<ol>
<li><strong>Inspeção visual</strong>: examinar a parte abaxial das folhas mais jovens, os trifólios novos do meristema apical e as flores, observando a presença e/ou sinais como pequenas raspadas, prateamento e deformações.</li>
<li><strong>Uso de armadilhas adesivas azuis</strong>: atrativas para tripes adultos, auxiliam no monitoramento populacional.</li>
<li><strong>Amostragem com batida de pano</strong>: método eficiente para estimar a densidade populacional na lavoura.</li>
<li><strong>Monitoramento semanal</strong>: avaliações frequentes ajudam a detectar o aumento da população antes que os danos sejam severos.</li>
</ol>
<p>O nível de ação recomendado para controle químico varia de acordo com a região, mas, geralmente, <strong>considera-se intervenção quando há mais de 2 ninfas ou adultos por trifólio na soja</strong>, impedindo que a população aumente e as intervenções não sejam suficientes comprometendo o rendimento da cultura.</p>
<h3>Níveis de controle e tomada de decisão para manejo</h3>
<p>O controle de tripes deve ser baseado no conceito de <strong>Manejo Integrado de Pragas (MIP)</strong>, que busca equilibrar diferentes estratégias para reduzir a infestação sem causar impactos ambientais e econômicos desnecessários.</p>
<p>A aplicação de inseticidas pode ser necessária quando a infestação atinge níveis críticos. Alguns grupos químicos recomendados incluem: piretróides, avermectinas, neonicotinóides, organofosforado, pirazol e espinosinas.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo dos tripes na soja exige uma <strong>abordagem estratégica e integrada</strong> para minimizar os danos à cultura e evitar perdas econômicas significativas.</p>
<p>Com a intensificação da produção agrícola e as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">mudanças climáticas</a></strong>, o desafio de controlar tripes na soja tende a crescer. Por isso, é fundamental que profissionais do setor estejam atentos ao monitoramento e façam as intervenções no momento certo.</p>
<p>Ao aplicar um manejo eficiente e sustentável, os produtores poderão garantir lavouras mais saudáveis, produtivas e resistentes às oscilações ambientais.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Tripes no milho: como identificar, prevenir e controlar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tripes-no-milho-como-controlar-essa-praga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2025 11:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infestação de tripes na cultura do milho é um problema significativo que pode comprometer a produtividade da lavoura com o seu dano. Neste artigo detalharemos as principais dúvidas e questões relacionadas a essa praga, abrangendo desde a identificação até métodos de controle. O que são tripes no milho? Os tripes são pequenos insetos sugadores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A infestação de <strong>tripes na cultura do milho</strong> é um problema significativo que pode comprometer a produtividade da lavoura com o seu dano.</p>
<p>Neste artigo detalharemos as principais dúvidas e questões relacionadas a essa praga, abrangendo desde a<strong> identificação até métodos de controle</strong>.</p>
<h2>O que são tripes no milho?</h2>
<p>Os tripes são pequenos insetos sugadores, pertencentes à ordem Thysanoptera. Eles são conhecidos por se alimentarem de várias plantas, incluindo o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/">milho</a></strong>, causando danos ao tecido vegetal.</p>
<p>Esses insetos medem cerca de 1 a 2 mm de comprimento e podem ser difíceis de detectar a olho nu devido ao seu tamanho diminuto e coloração que varia de amarelo a marrom.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h3>Ciclo de vida</h3>
<p>O ciclo de vida dos tripes compreende <strong>cinco fases principais</strong>: ovo, larva, pré-pupa, pupa e adulto. Cada fase tem características específicas que influenciam a infestação e o controle dessa praga no milho.</p>
<ul>
<li><strong>Ovo</strong>: as fêmeas depositam os ovos dentro da epiderme da folha. Em condições favoráveis, os ovos eclodem em poucos dias.</li>
<li><strong>Larva</strong>: após a eclosão, as larvas começam a se alimentar raspando a superfície das folhas e sugando o conteúdo celular. Passam por dois estágios antes de se tornarem pré-pupas. Essa fase é a mais danosa às plantas.</li>
<li><strong>Pré-pupa e pupa</strong>: na fase de pré-pupa, os tripes cessam a alimentação e se abrigam em locais protegidos. A fase de pupa, que dura de poucos dias a uma semana, é um período de transformação até o surgimento do adulto.</li>
<li><strong>Adulto</strong>: os adultos emergem e iniciam a reprodução. São alados, o que facilita a dispersão para outras plantas. Continuam a se alimentar, mas causam menos danos que as larvas.</li>
</ul>
<p>O ciclo completo pode ser concluído em aproximadamente 20 dias sob condições ideais, sendo mais rápido em temperaturas elevadas. Conhecer essas etapas é essencial para identificar os momentos críticos para intervenção e controle eficaz dos tripes no milho.</p>
<h2>Como identificar tripes no milho?</h2>
<p>Identificar tripes na cultura do milho pode ser um desafio devido ao seu pequeno tamanho. No entanto, alguns sinais visuais são indicativos de sua presença e podem ajudar na detecção precoce dessa praga:</p>
<ul>
<li><strong>Lesões prateadas ou descoloridas nas folhas</strong>: os tripes raspam a superfície das folhas para se alimentar, causando lesões que se manifestam como áreas prateadas ou descoloridas. Essas áreas podem ser pequenas, mas se não controladas, podem se expandir e cobrir uma <strong>porção significativa da folha</strong>.</li>
<li><strong>Pontos pretos nas folhas</strong>: estes são as fezes dos tripes, frequentemente encontradas nas áreas danificadas das folhas. Esses pontos pretos são pequenos e dispersos, mas em infestações severas, podem ser facilmente visíveis.</li>
<li><strong>Deformações nas folhas</strong>: a atividade de alimentação das larvas e dos adultos pode causar deformações visíveis nas folhas, como folhas enroladas, distorcidas ou com crescimento irregular. Essas deformações são sinais de que os tripes estão interferindo no desenvolvimento normal da planta.</li>
</ul>
<p>Para facilitar a detecção e o monitoramento da presença de tripes, algumas ferramentas podem ser bastante úteis. O <strong>uso de lupas de mão</strong> permite uma inspeção mais detalhada das folhas, ajudando a visualizar melhor os pequenos insetos e os danos causados por eles.</p>
<p>Além disso, <strong>armadilhas adesivas de cor azul ou amarela</strong> podem ser colocadas nas plantações para capturar tripes. Essas armadilhas atraem os insetos, facilitando sua identificação e monitoramento.</p>
<h2>Quais os danos causados pelos tripes no milho?</h2>
<p>Os tripes causam uma variedade de danos ao milho, impactando diretamente a saúde e o rendimento da planta:</p>
<h3>Redução da fotossíntese</h3>
<p>As lesões nas folhas, provocadas pela alimentação dos tripes, <strong>reduzem significativamente a capacidade fotossintética da planta.</strong> Esses insetos raspam a superfície das folhas para se alimentar, criando pequenas áreas prateadas ou descoloridas.</p>
<p>Com a diminuição da fotossíntese, a planta não consegue produzir a quantidade necessária de energia para um crescimento saudável, resultando em <strong>plantas mais fracas e menos produtivas.</strong></p>
<h3>Transmissão de vírus</h3>
<p>Além dos danos físicos, alguns tripes atuam como vetores de vírus fitopatogênicos. Ao se alimentarem de uma planta infectada e posteriormente de uma planta saudável, eles podem transmitir vírus que causam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/">doenças graves no milho</a></strong>, como o vírus do mosaico do milho.</p>
<p>Essas doenças podem levar a uma redução significativa do rendimento, além de aumentar os custos de manejo da cultura.</p>
<h2>Como prevenir a infestação na lavoura?</h2>
<p>Prevenir a infestação de tripes na lavoura é uma estratégia eficiente é essencial para o manejo dessa praga.</p>
<p>Uma das práticas mais recomendadas é a <strong>rotação de culturas</strong>. Alternar o plantio de milho com outras culturas ajuda a interromper o ciclo de vida dos tripes, dificultando a sobrevivência e proliferação desses insetos.</p>
<p>Outra prática essencial é a manutenção da <strong>higiene agrícola</strong>. Manter a área de cultivo limpa e livre de resíduos de colheita é fundamental, pois restos de plantas podem abrigar tripes e servir como fonte de reinfestação.</p>
<p>A <strong>limpeza regular das áreas de cultivo e a remoção de plantas voluntárias</strong> ajudam a diminuir o habitat disponível para os tripes, reduzindo suas populações. Ao implementar essas práticas preventivas pode criar um ambiente menos favorável para os tripes, contribuindo para a saúde e produtividade das lavouras de milho.</p>
<h2>Como controlar tripes no milho?</h2>
<p>O controle de tripes é uma parte essencial do <strong>manejo integrado de pragas na cultura do milho</strong>. A seguir, detalhamos as principais estratégias de controle:</p>
<h3>Controle biológico</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">controle biológico</a></strong> envolve o uso de organismos naturais para reduzir a população de tripes. Isso pode ser feito de várias maneiras:</p>
<ul>
<li><strong>Introdução de ácaros predadores</strong>: ácaros como <i>Amblyseius swirskii</i> e <i>Neoseiulus cucumeris</i> são conhecidos por se alimentarem de tripes e podem ser liberados nas plantações para controlar a população da praga.</li>
<li><strong>Insetos parasitóides</strong>: espécies como o <i>Thripobius semiluteus</i>, que parasitam os tripes, também podem ser introduzidas. Esses insetos depositam seus ovos dentro dos tripes, eventualmente matando-os.</li>
<li><strong>Conservação de inimigos naturais</strong>: manter um habitat adequado para os inimigos naturais, como cobertura vegetal diversificada e ausência de pesticidas de largo espectro, pode ajudar a manter a população de tripes sob controle.</li>
</ul>
<h3>Controle químico</h3>
<p>Os inseticidas continuam sendo uma <strong>ferramenta importante no controle de tripes</strong>, mas seu uso deve ser estratégico para evitar problemas como a resistência.</p>
<ul>
<li><strong>Seleção de inseticidas específicos</strong>: produtos químicos como os dos grupos dos organosfosforados (acefato), avermectinas (abamectina) e pirazóis (clorfenapir) são eficazes contra tripes. É essencial seguir as instruções de dosagem e aplicação para maximizar a eficácia e minimizar os riscos ambientais.</li>
<li><strong>Rotação de produtos</strong>: alternar diferentes classes de inseticidas ajuda a prevenir o desenvolvimento de resistência nos tripes. Isso significa que não se deve usar o mesmo produto repetidamente, mas sim alternar entre produtos com diferentes modos de ação.</li>
<li><strong>Aplicação preventiva mediante o monitoramento</strong>: realizar o monitoramento frequente da praga, e iniciar o controle no início da infestação, impedindo que a população aumente e reduza a eficiência do controle. Em casos de alta infestação, é recomendado fazer aplicações sequenciais de inseticidas.</li>
</ul>
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<h3>Métodos culturais</h3>
<p>As práticas culturais são estratégias que envolvem <strong>mudanças no manejo do cultivo</strong> para tornar o ambiente menos favorável para os tripes.</p>
<ul>
<li><strong>Irrigação adequada</strong>: manter um nível de umidade adequado no solo pode ajudar a fortalecer as plantas e torná-las menos suscetíveis ao ataque de tripes. As plantas saudáveis e bem irrigadas são mais resistentes ao estresse causado pelas pragas.</li>
<li><strong>Adubação balanceada</strong>: fornecer nutrientes essenciais de forma equilibrada fortalece as plantas, tornando-as mais vigorosas e capazes de suportar melhor os danos causados pelos tripes. Um solo bem nutrido promove um crescimento robusto, o que dificulta a infestação.</li>
<li><strong>Rotação de culturas</strong>: alternar o milho com outras culturas reduz a disponibilidade de alimento e habitat para os tripes, interrompendo seu ciclo de vida. Esta prática também ajuda a melhorar a saúde geral do solo.</li>
<li><strong>Manejo de resíduos</strong>: a remoção de restos de colheita e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">plantas daninhas</a></strong> ao redor da área de cultivo reduz os locais de refúgio para os tripes, diminuindo a probabilidade de infestações.</li>
</ul>
<p>O controle eficaz dos tripes no milho requer uma abordagem integrada, combinando métodos biológicos, químicos e culturais.</p>
<p>Compreender o comportamento e o ciclo de vida dos tripes, juntamente com a implementação de práticas de manejo diversificadas, pode ajudar a minimizar os danos e manter a produtividade das plantações de milho.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os tripes no milho representam um <strong>desafio significativo para a agricultura</strong>, mas com práticas adequadas de identificação, prevenção e controle, é possível mitigar os danos e preservar a saúde e produtividade das plantações.</p>
<p>Entender os hábitos e o ciclo de vida desses insetos, além de adotar uma abordagem integrada de manejo, é fundamental para manter as plantações de milho vigorosas e produtivas.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trapoeraba: como identificar e controlar essa planta daninha nas lavouras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/trapoeraba-como-controlar-essa-planta-daninha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 11:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura enfrenta diversos desafios para garantir a produtividade e a qualidade das colheitas. Um desses desafios é o controle de plantas daninhas, que competem por nutrientes, água e luz, comprometendo o desenvolvimento das culturas. Entre essas plantas, a trapoeraba (Commelina benghalensis) destaca-se por sua agressividade e capacidade de adaptação a diferentes condições ambientais. Neste [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/trapoeraba-como-controlar-essa-planta-daninha/">Trapoeraba: como identificar e controlar essa planta daninha nas lavouras</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura enfrenta diversos desafios para garantir a produtividade e a qualidade das colheitas. Um desses desafios é o controle de plantas daninhas, que competem por nutrientes, água e luz, comprometendo o desenvolvimento das culturas.</p>
<p>Entre essas plantas, a <strong>trapoeraba</strong> (Commelina benghalensis) destaca-se por sua agressividade e capacidade de adaptação a diferentes condições ambientais.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos a sua correta identificação, seus impactos na lavouras e as formas mais eficazes de controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como identificar a trapoeraba?</h2>
<p>A trapoeraba (<i>Commelina benghalensis</i>) é uma planta daninha perene da família <i>Commelinaceae</i>, amplamente disseminada em áreas tropicais e subtropicais. Caracteriza-se por suas folhas, caules ramificados e flores azuis ou lilases.</p>
<p>Essa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">planta daninha</a></strong> é conhecida por sua <strong>alta capacidade de adaptação e reprodução</strong>, a qual ocorre por sementes e pedaços de hastes espalhando facilmente para áreas de produção agrícola.</p>
<h3>Características da planta</h3>
<ul>
<li><strong>Folhas</strong>: levemente pubescente, ovais e alternadas, com coloração verde brilhante.</li>
<li><strong>Caules</strong>: ramificados e semiprostrados, podendo formar raízes nos nós em contato com o solo.</li>
<li><strong>Flores</strong>: pequenas, com três pétalas, geralmente azuis ou lilases.</li>
<li><strong>Frutos e sementes</strong>: produz cápsulas contendo várias sementes pequenas e resistentes.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Impactos causados nas lavouras</h2>
<p>A presença de trapoeraba nas lavouras <strong>causa impactos na produtividade da cultura</strong> devido a sua competição, alelopatia e na qualidade da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/">colheita</a></strong>.</p>
<p>As plantas cultivadas próximas começam a mostrar sinais de estresse devido à competição direta por recursos essenciais.</p>
<ul>
<li><strong>Redução do crescimento</strong>: As culturas infestadas apresentam crescimento reduzido, pois a trapoeraba compete por luz, água e nutrientes. As folhas das plantas cultivadas podem tornar-se amareladas e apresentar menor desenvolvimento.</li>
<li><strong>Diminuição da produção</strong>: A produção de frutos, grãos ou outras partes economicamente importantes das culturas é reduzida, pois a daninha utiliza os recursos necessários para o desenvolvimento das plantas, acarretando em redução de produtividade.</li>
<li><strong>Qualidade do produto</strong>: Sua presença pode afetar a qualidade do produto final, devido a competição acarretando em menor peso dos grãos, possível contaminação por resíduos da planta daninha e aumento da umidade do grão no momento da colheita.</li>
<li><strong>Danos físicos</strong>: Em alguns casos, os caules prostrados da trapoeraba podem causar danos físicos às plantas cultivadas, dificultando o acesso à luz e prejudicando o desenvolvimento das culturas.</li>
<li><strong>Dificuldade no manejo</strong>: A capacidade da trapoeraba de enraizar nos nós faz com que seja difícil erradicá-la completamente. Mesmo após a remoção mecânica ou química, novas plantas podem surgir rapidamente a partir de fragmentos de caules e raízes deixados no solo. Além disso, torna-se fácil a disseminação através de máquinas e equipamentos para outras áreas cultivadas.</li>
</ul>
<h3>Competição por nutrientes e recursos</h3>
<p>A presença da trapoeraba na lavoura representa <strong>um dos principais desafios para as culturas</strong> devido à sua alta eficiência na absorção de água e nutrientes.</p>
<p>Essa planta daninha reduz significativamente a disponibilidade desses recursos para as espécies cultivadas, <strong>causando estresse hídrico e nutricional</strong>, o que compromete seu crescimento e desenvolvimento.</p>
<p>Seu sistema radicular superficial permite a rápida captação da umidade do solo, agravando ainda mais a situação em períodos de seca. Como consequência, as plantas cultivadas sofrem com a escassez de água, enquanto a trapoeraba se beneficia da sua capacidade de adaptação. Além disso, sua densa folhagem cria um microclima sombreado, reduzindo a evapotranspiração das culturas e dificultando a fotossíntese.</p>
<p>A competição por nutrientes essenciais, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perdas-de-nitrogenio-na-producao-de-graos/">nitrogênio</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong> e potássio, também é intensa. A absorção desses elementos pela trapoeraba pode causar deficiências nas culturas, resultando em sintomas como clorose (amarelecimento das folhas), crescimento atrofiado e menor resistência a pragas e doenças.</p>
<p>Além da água e dos nutrientes, a luz solar é outro fator disputado. A folhagem densa da trapoeraba pode sombrear as plantas cultivadas, limitando a incidência de luz e reduzindo a taxa de fotossíntese, essencial para a produção de energia e desenvolvimento das culturas.</p>
<p>Em síntese, <strong>a trapoeraba cria um ambiente altamente competitivo</strong>, prejudicando a disponibilidade de recursos fundamentais para as culturas e impactando negativamente a produtividade e a qualidade dos produtos agrícolas.</p>
<h2>Formas de controle da trapoeraba</h2>
<p>Para controlá-la requer-se uma abordagem integrada e estratégica, combinando métodos culturais e químicos para maximizar a eficácia e minimizar os impactos ambientais.</p>
<p>A seguir, são apresentadas as principais estratégias de controle com maior profundidade.</p>
<h3>Métodos Culturais</h3>
<h4>Rotação de Culturas</h4>
<p>A rotação de culturas é uma prática agrícola que envolve a alternância de diferentes tipos de plantas em uma mesma área ao longo do tempo.</p>
<p>Essa técnica pode ajudar a reduzir a sua infestação, pois cada cultura tem diferentes exigências de crescimento e pode interferir no ciclo de vida da planta daninha, além de possibilitar o uso de diferentes ativos de herbicidas para o controle. Por exemplo, <strong>culturas que cobrem rapidamente o solo podem suprimir a emergência da trapoeraba</strong>.</p>
<h4>Cobertura do Solo</h4>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">Plantas da cobertura</a></strong>, como leguminosas e gramíneas, são utilizadas para formar uma cobertura no solo, não deixando o solo exposto, o que reduz a possibilidade de crescimento de plantas daninhas como a trapoeraba, por formar uma camada de palha sobre a superfície, causa um efeito físico e que limita a passagem de luz, criando dificuldades para que haja a germinação de sementes e a barreira dificultando o crescimento inicial das plântulas.</p>
<h3>Controle Químico</h3>
<h4>Herbicidas</h4>
<p>O uso de herbicidas é uma prática comum no controle de trapoeraba. Herbicidas seletivos podem ser aplicados para matá-la sem danificar as culturas. Para um manejo químico eficiente da trapoeraba é essencial que seja feito o controle da planta na fase inicial de desenvolvimento, na fase vegetativa e com poucas folhas desenvolvidas.</p>
<p>O manejo integrado recomenda alternar herbicidas com diferentes modos de ação para prevenir o desenvolvimento de resistência e fazer o uso adequado de herbicidas pré-emergentes.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O controle da trapoeraba é fundamental para garantir a produtividade e a qualidade das lavouras. Uma abordagem integrada, utilizando métodos culturais e químicos, é a forma mais eficaz para manejar essa planta daninha.</p>
<p>Recomenda-se que os agricultores implementem estratégias de manejo integrado, ajustando as práticas conforme as condições específicas de suas propriedades, que não deixem aumentar a infestação e o controle seja feito em plantas menores, tendo assim melhores resultados.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Pulgão do milho: como identificar e controlar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pulgao-do-milho-como-identificar-e-controlar-essa-praga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais importantes para a agricultura mundial, sendo uma fonte essencial de alimento para humanos e animais, além de matéria-prima para diversos produtos industriais. No entanto, a produção de milho enfrenta diversos desafios, entre eles, a infestação por pulgões. Esses pequenos insetos sugadores podem causar danos significativos às plantas, afetando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais importantes para a agricultura mundial, sendo uma fonte essencial de alimento para humanos e animais, além de matéria-prima para diversos produtos industriais.</p>
<p>No entanto, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/">produção de milho</a></strong> enfrenta diversos desafios, entre eles, a infestação por <strong>pulgões</strong>. Esses pequenos insetos sugadores podem causar danos significativos às plantas, afetando a produtividade.</p>
<p>Neste artigo, aprenderemos, de forma detalhada, como identificar e manejar o pulgão do milho, oferecendo orientações sobre as melhores práticas para proteger a lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é o pulgão do milho?</h2>
<p>O <strong>pulgão do milho</strong>, cientificamente conhecido como <i>Rhopalosiphum maidis</i>, é um inseto pertencente à família Aphididae. Ele é de cor verde-escura a negra e apresenta um corpo em forma de pêra. Esses insetos são conhecidos por sua <strong>capacidade de reprodução rápida</strong>, o que pode levar a infestações severas em curtos períodos.</p>
<p>Os pulgões do milho se alimentam sugando a seiva das plantas, o que pode resultar em transmissão de fungos e bactérias, e a excreção de <em>honeydew</em> (líquido açucarado) nas folhas favorece o desenvolvimento da “fumagina”, que recobre a folha e dificulta sua respiração e fotossíntese debilitando-a ainda mais a planta.</p>
<h2>Quais os impactos do pulgão do milho na produção?</h2>
<p>Os danos causados pelo pulgão do milho podem ser classificados em diretos e indiretos.</p>
<p>Os <strong>danos diretos</strong> incluem a perda de vigor da planta devido à sucção da seiva, que pode levar ao <strong>murchamento e à morte das folhas</strong>. Além disso, a secreção de substâncias açucaradas pelos pulgões favorece o crescimento de fungos, como a fumagina, que reduz a capacidade fotossintética das plantas.</p>
<p>Essa secreção pode causar danos no momento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/">polinização dos grãos</a></strong>, visto que essa praga costuma de hospedar próximo ao pendão, onde estão os grãos de pólen, o grão de pólen pode ficar preso a essa secreção melada e não chegar até às espigas, onde se encontra os óvulos para ocorre a fecundação do grão de milho, gerando as perdas de polinização dos grãos.</p>
<p>Já os <strong>danos indiretos</strong> são causados pela <strong>transmissão de viroses</strong>, como o vírus do nanismo do milho e o vírus do mosaico, que podem comprometer seriamente a produtividade das lavouras.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar o pulgão do milho na lavoura?</h2>
<p>Identificar precocemente a presença do pulgão do milho é essencial para um manejo eficaz da praga, minimizando danos às <strong>culturas de milho</strong>. Por isso, o monitoramento para identificação da presença da praga e de colônias antes de visualizar sintomas nas plantas é essencial.</p>
<p>O pulgão é muito encontrado nos <strong>caules, face abaxial das folhas e nas folhas ainda enroladas no cartucho da planta</strong> e próximo ao pendão, antes ou após a emissão desse.</p>
<p>Para monitorar a presença do pulgão do milho de maneira eficaz, é recomendável <strong>realizar inspeções regulares das plantas</strong>, especialmente durante as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">fases iniciais de crescimento e desenvolvimento</a></strong>. Durante essas inspeções, observar atentamente a parte inferior das folhas ainda enroladas/encartuchadas, onde os pulgões tendem a se concentrar, pode revelar a presença de colônias ou sinais de alimentação.</p>
<p>Além da inspeção visual direta, o uso de armadilhas adesivas amarelas é uma técnica eficiente para detectar a presença e avaliar o nível de infestação de pulgões. As armadilhas são estrategicamente colocadas dentro do campo ou em pontos específicos da plantação, atraindo os insetos pela cor amarela, que é especialmente atraente para muitas espécies de pulgões.</p>
<p>Ao combinar a observação cuidadosa das plantas com o uso de armadilhas adesivas, os agricultores podem estabelecer um sistema de monitoramento precoce que permite tomar medidas de manejo antes que a população de pulgões atinja níveis prejudiciais para a cultura.</p>
<h2>Manejo integrado de pragas (MIP)</h2>
<p>O manejo integrado de pragas (MIP) representa a abordagem mais eficaz para controlar o pulgão do milho, integrando diversas técnicas de controle para um manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<h3>Controle biológico</h3>
<p>As técnicas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">controle biológico</a></strong> são fundamentais no MIP, aproveitando os inimigos naturais dos pulgões.</p>
<p>Predadores como <strong>joaninhas e crisopídeos</strong> são exemplos de agentes biológicos que se alimentam dos pulgões, ajudando a controlar suas populações de forma natural e sustentável. Assim, introduzir ou conservar esses predadores naturais no ambiente agrícola pode ser uma medida preventiva eficaz contra infestações de pulgões.</p>
<h3>Controle químico</h3>
<p>O controle químico é indispensável em casos de infestações severas de pulgão do milho.</p>
<p>No entanto, <strong>é importante utilizar inseticidas específicos e seletivos para pulgões</strong>, seguindo rigorosamente as recomendações técnicas para evitar o desenvolvimento de resistência nos insetos e associar aos manejos biológico e cultural.</p>
<h3>Controle cultural</h3>
<p>O controle cultural compreende práticas agrícolas que visam reduzir a disponibilidade de recursos e o ambiente favorável para a proliferação dos pulgões. Isso inclui a eliminação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">plantas daninhas</a></strong> que podem servir como hospedeiras alternativas para os pulgões e a implementação de rotação de culturas.</p>
<p>A<strong> rotação de culturas</strong> é particularmente eficaz, pois interrompe o ciclo de vida dos pulgões e reduz a continuidade de seu habitat ideal ao longo das estações de cultivo.</p>
<h2>Principais estratégias de prevenção do pulgão</h2>
<p>Prevenir a infestação pelo pulgão do milho é essencial para um manejo eficaz da praga. Desse modo, implementar estratégias preventivas pode reduzir significativamente os riscos de danos às culturas de milho.</p>
<h3>Escolha de variedades resistentes</h3>
<p>Selecionar variedades de milho <strong>geneticamente resistentes</strong> ao pulgão do milho é uma das estratégias preventivas mais eficazes. Estas variedades possuem características que dificultam a alimentação e reprodução dos pulgões, reduzindo assim a vulnerabilidade das plantas à praga.</p>
<h3>Rotação de culturas</h3>
<p>A <strong>rotação de culturas</strong> é uma prática agrícola que consiste em alternar o tipo de cultura plantada em um determinado terreno ao longo das estações. <strong>Esta técnica interrompe o ciclo de vida dos pulgões</strong>, pois reduz a disponibilidade contínua de hospedeiros favoráveis à praga.</p>
<p>Culturas alternativas que não são hospedeiras naturais dos pulgões podem ser intercaladas com o milho, diminuindo assim a pressão da praga sobre as culturas principais.</p>
<h3>Manutenção da lavoura limpa</h3>
<p>Manter a lavoura livre de plantas daninhas e restos de culturas anteriores é importante para minimizar os habitats favoráveis aos pulgões. As plantas daninhas podem servir como hospedeiras alternativas e atrair pulgões, aumentando o risco de infestação nas culturas de milho.</p>
<p><strong>A remoção regular de plantas invasoras e o manejo adequado dos restos de colheita</strong> ajudam a reduzir a disponibilidade de alimento e abrigo para os insetos, contribuindo para um ambiente menos propício à sua proliferação.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficaz do pulgão do milho requer uma combinação de práticas integradas que incluem monitoramento constante, uso de controles biológicos, químicos e culturais, e a implementação de estratégias preventivas.</p>
<p>A identificação precoce e a ação rápida são fundamentais para minimizar os danos e garantir uma produção de milho sustentável e lucrativa. Desse modo, com a aplicação dessas práticas, é possível controlar a infestação de pulgões e proteger a produtividade das lavouras de milho.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Ferrugem asiática da soja: impactos e estratégias de manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-asiatica-da-soja-impactos-e-estrategias-de-manejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ferrugem asiática é uma das doenças mais prejudiciais à cultura da soja, causando grandes perdas econômicas e reduzindo significativamente a produtividade das lavouras. Provocada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, essa doença foi identificada inicialmente na Ásia e, ao longo dos anos, se espalhou por diversas regiões produtoras de soja, incluindo a América do Sul, onde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>ferrugem asiática</strong> é uma das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/">doenças</a></strong> mais prejudiciais à cultura da soja, causando grandes perdas econômicas e reduzindo significativamente a produtividade das lavouras.</p>
<p>Provocada pelo fungo <em>Phakopsora pachyrhizi</em>, essa doença foi identificada inicialmente na Ásia e, ao longo dos anos, se espalhou por diversas regiões produtoras de soja, incluindo a América do Sul, onde encontrou condições ideais para sua disseminação.</p>
<p>Neste artigo, abordaremos o que é a ferrugem asiática, seus impactos e os danos que causa, além das <strong>melhores formas de controle e manejo</strong> para minimizar suas consequências e garantir uma produção mais eficiente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>O que é a ferrugem asiática da soja?</h2>
<p>A ferrugem asiática é uma doença fúngica causada pelo <i>Phakopsora pachyrhizi</i>, que ataca as folhas da soja. O fungo provoca o surgimento de <strong>pequenas manchas escuras,</strong> que evoluem para pústulas e, em estágios avançados, levam à desfolha prematura das plantas.</p>
<p>A disseminação da ferrugem ocorre por meio dos esporos do fungo, que são transportados pelo vento, permitindo que a doença se espalhe rapidamente por grandes áreas. <strong>O clima quente e úmido favorece seu desenvolvimento</strong>, tornando regiões com essas condições mais suscetíveis ao problema.</p>
<h2>Quais são os impactos da ferrugem asiática?</h2>
<p>A ferrugem asiática pode causar perdas expressivas na produtividade da soja. Sem um controle eficiente, <strong>a redução no rendimento pode variar entre 10% e 80%</strong>, dependendo da severidade da doença, das condições ambientais e do momento no ciclo da cultura que ocorrer a infestação.</p>
<h3>Redução da produtividade</h3>
<p>A doença compromete a fotossíntese da planta, resultando na perda prematura das folhas e, consequentemente, na redução da formação de vagens e grãos. Em infestações severas, toda a lavoura pode ser comprometida.</p>
<h3>Impactos econômicos</h3>
<p>O custo do manejo da ferrugem asiática é elevado, pois <strong>exige aplicações frequentes de fungicidas e adoção de boas práticas agrícolas</strong>. Estima-se que, globalmente, os prejuízos causados por essa doença somam bilhões de dólares todos os anos.</p>
<h3>Influência no mercado de grãos</h3>
<p>Sendo o Brasil um dos maiores produtores e exportadores de soja, surtos da ferrugem asiática impactam diretamente o mercado global. A redução da oferta pode provocar aumentos nos preços da soja e gerar instabilidade no setor de commodities agrícolas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da ferrugem asiática na soja</h2>
<p>Os primeiros sinais da ferrugem asiática aparecem como<strong> pequenas lesões de cor marrom ou marrom-escuro nas folhas</strong>. Com o avanço da doença, essas lesões se multiplicam e dão origem a pústulas que liberam esporos do fungo.</p>
<p>Em estágios avançados, a infecção provoca a desfolha precoce das plantas, enfraquecendo-as e reduzindo sua capacidade produtiva. A lavoura afetada pode apresentar um aspecto seco e pouco desenvolvido.</p>
<h3>Fases do desenvolvimento da doença</h3>
<ol>
<li><strong>Infecção inicial:</strong> Os esporos do fungo pousam sobre as folhas e germinam, penetrando nos tecidos foliares.</li>
<li><strong>Formação de lesões:</strong> Pequenas manchas escuras começam a surgir nas folhas.</li>
<li><strong>Produção de esporos:</strong> As lesões evoluem para pústulas, que liberam novos esporos no ar.</li>
<li><strong>Desfolha prematura:</strong> A planta perde as folhas antes do tempo, o que compromete a fotossíntese, produção de fotoassimilados, o crescimento e enchimento de grãos.</li>
</ol>
<h2>Como manejar a ferrugem asiática?</h2>
<p>O controle da ferrugem asiática exige um conjunto de estratégias preventivas e corretivas. Veja as principais práticas recomendadas:</p>
<h3>Prevenção e boas práticas agrícolas</h3>
<ul>
<li><strong>Rotação de culturas</strong>: Alternar o cultivo da soja com outras culturas que não são hospedeiras do fungo ajuda a reduzir a incidência da doença.</li>
<li><strong>Época de plantio adequada</strong>: Planejar o plantio para períodos menos favoráveis ao fungo pode minimizar os riscos de infecção.</li>
<li><strong>Eliminação de plantas voluntárias</strong>: Remover plantas de soja que crescem espontaneamente evita que o fungo sobreviva entre as safras.</li>
</ul>
<h3>Controle químico</h3>
<p>O uso de fungicidas é uma das formas mais eficazes de controlar a ferrugem asiática. Os produtos podem ser:</p>
<ul>
<li><strong>Sistêmicos</strong><span style="font-weight: 400;">: São absorvidos pela planta e agem de dentro para fora, protegendo contra infecções futuras.</span></li>
<li><strong>De contato</strong><span style="font-weight: 400;">: Criam uma barreira protetora na superfície das folhas, impedindo que o fungo se estabeleça.</span></li>
</ul>
<p><strong>Dica importante</strong>: Para evitar que o fungo desenvolva resistência aos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">fungicidas</a></strong>, é fundamental seguir as recomendações técnicas e alternar os produtos utilizados.</p>
<h3>Resistência genética</h3>
<p>O desenvolvimento de <strong>variedades de soja resistentes à ferrugem asiática</strong> é uma alternativa sustentável e promissora. Instituições de pesquisa vêm trabalhando na criação de cultivares que possuem maior tolerância ao <i>Phakopsora pachyrhizi</i>.</p>
<h3>Monitoramento constante</h3>
<p>A detecção precoce da doença faz toda a diferença no sucesso do manejo. Inspeções frequentes na lavoura e o uso de tecnologias como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">sensores e imagens de satélite</a></strong> ajudam a identificar os primeiros sinais da ferrugem asiática, permitindo uma resposta rápida e eficaz.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>ferrugem asiática</strong> representa um grande desafio para os produtores de soja, <strong>mas com um manejo adequado, seus impactos podem ser minimizados.</strong></p>
<p>A adoção de boas práticas agrícolas, o uso correto de fungicidas e o monitoramento constante da lavoura são fundamentais para controlar a doença.<br />
O desenvolvimento de cultivares resistentes e a pesquisa de novas tecnologias também são aliados importantes na busca por uma produção mais sustentável e lucrativa.</p>
<p>A ferrugem asiática exige atenção e estratégias bem planejadas, mas com conhecimento e técnicas adequadas, é possível garantir a produtividade da soja e a segurança do setor agrícola.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Adubação de base: como ser eficiente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-base/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adubação de base é uma técnica agrícola fundamental para o fornecimento de nutrientes ao sistema, garantindo que as plantas encontrem um ambiente rico em nutrientes desde o início do seu desenvolvimento. Esse processo consiste na aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio, favorecendo um crescimento saudável e equilibrado das culturas. Com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>adubação de base</strong> é uma técnica agrícola fundamental para o fornecimento de nutrientes ao sistema, garantindo que as plantas encontrem um ambiente rico em nutrientes desde o início do seu desenvolvimento.</p>
<p>Esse processo consiste na <strong>aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio</strong>, favorecendo um crescimento saudável e equilibrado das culturas.</p>
<p>Com a crescente demanda por produtividade e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-na-agricultura-principais-praticas/">sustentabilidade na agricultura</a></strong>, a adubação de base se torna uma estratégia indispensável para garantir lavouras mais vigorosas e produtivas. Neste artigo, vamos abordar a importância dessa prática, seus benefícios, desafios e os nutrientes essenciais envolvidos no processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é adubação de base?</h2>
<p>A adubação de base é a aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio, fornecendo os nutrientes essenciais para o desenvolvimento inicial das plantas.</p>
<p>Essa técnica cria um ambiente propício para o crescimento das raízes, contribuindo para o fortalecimento das plantas desde o início do ciclo produtivo.</p>
<h3>Diferença entre adubação de base e adubação de cobertura</h3>
<p>Enquanto a adubação de base ocorre no início do plantio, a adubação de cobertura é feita posteriormente, durante o crescimento da planta.</p>
<p>A <strong>adubação de base</strong> fornece <strong>nutrientes ao solo antes da germinação das plântulas</strong>, proporcionando um arranque inicial mais vigoroso. Já a <strong>adubação de cobertura</strong> complementa a <strong>nutrição das plantas ao longo do ciclo de crescimento</strong>, suprindo eventuais deficiências de nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os benefícios da adubação de base?</h2>
<h3>Melhora a fertilidade do solo</h3>
<p>Essa prática enriquece o solo com nutrientes essenciais, como o nitrogênio, fósforo, potássio e alguns micronutrientes, <strong>aumentando a disponibilidade no solo para a planta</strong>, desde que esse solo tenha um pH adequado. Isso favorece o crescimento das raízes e promove plantas mais saudáveis e produtivas.</p>
<h3>Aumento da produtividade</h3>
<p><b></b> Solos bem preparados oferecem às plantas um ambiente ideal para seu desenvolvimento. Com acesso a nutrientes adequados desde o início, as lavouras crescem mais vigorosas, o que reflete diretamente na produtividade. Estudos mostram que a adubação de base bem feita pode <strong>aumentar significativamente a produção agrícola</strong>.</p>
<h3>Redução de custos a longo prazo</h3>
<p>Embora o investimento inicial em fertilizantes possa ser alto, <strong>essa prática reduz a necessidade de aplicações adicionais durante o ciclo da cultura</strong>. Além disso, solos mais equilibrados diminuem a incidência de pragas e doenças, reduzindo gastos com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos agrícolas</a></strong>.</p>
<h2>Quais são os desafios da adubação de base?</h2>
<h3>Recomendação correta dos nutrientes</h3>
<p>Determinar quais nutrientes são necessários e em quais quantidades exige análises detalhadas do solo e recomendações técnicas.</p>
<p>Uma escolha inadequada pode gerar um <strong>desequilíbrio nutricional no solo</strong>, comprometer o desenvolvimento das plantas e a produtividade da lavoura.</p>
<h3>Manejo adequado do solo<b></b></h3>
<p>A distribuição correta dos fertilizantes é essencial para evitar desperdícios e garantir que os nutrientes cheguem às plantas de maneira uniforme.</p>
<p>O uso de técnicas apropriadas, como a incorporação dos fertilizantes no solo e o emprego de equipamentos adequados, é crucial para otimizar os resultados.</p>
<h3>Custo inicial dos insumos<b></b></h3>
<p>O investimento em fertilizantes pode representar um desafio, visto que representa cerca de 70% do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custo de produção</a></strong>.</p>
<p>Devemos ter decisões assertivas na recomendação, com custo viável e deve ser eficiente para suprir as demandas do solo e da planta para viabilizar a produção.</p>
<h2>Nutrientes essenciais na adubação de base</h2>
<h3>Nitrogênio (N)</h3>
<p><b></b>Fundamental para o crescimento vegetativo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio</a></strong> participa da formação de proteínas e clorofila. Sua deficiência pode resultar em plantas fracas e de baixa produtividade.</p>
<h3>Fósforo (P)</h3>
<p>Além disso, é necessário que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong> seja feito na base, de preferência no sulco de plantio enterrado, visto que é um elemento quase imóvel no solo, e dessa forma ele está sendo aplicado próximo às raízes das plantas para o acesso e absorção pela planta.</p>
<h3>Potássio (K)</h3>
<p>O potássio pode ser aplicado de forma a lanço na lavoura, visto que é um elemento móvel no solo e chega até o acesso das raízes para absorção. <strong>Em aplicações no sulco de plantio não deve ultrapassar 40 kg/ha de K2O</strong>, doses acima podem causar queimadura nas sementes e prejudicar o desenvolvimento radicular.</p>
<h3>Micronutrientes</h3>
<p><b></b>Cálcio, magnésio, enxofre, ferro, zinco, manganês, cobre e molibdênio são necessários em menores quantidades, mas desempenham funções vitais para o crescimento das plantas. Em alguns adubos formulados, pode-se encontrar micronutrientes disponíveis  na mesma formulação.</p>
<h2>Como aplicar a adubação de base de forma eficiente?</h2>
<h3>Escolha da técnica de aplicação</h3>
<p>A forma de aplicação dos fertilizantes varia conforme o tipo de solo, a cultura plantada e as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">condições climáticas</a></strong>. Os métodos mais comuns são:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Aplicação em sulco:</strong> O fertilizante é colocado diretamente no sulco de plantio, ficando próximo às raízes.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Aplicação a lanço:</strong> O fertilizante é distribuído de maneira uniforme sobre a superfície do solo.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Fertirrigação:</strong> Os fertilizantes são aplicados junto com a irrigação, facilitando a absorção pelas plantas.</li>
</ul>
<h3>Boas práticas de manejo<b></b></h3>
<p>Além da aplicação correta dos fertilizantes, práticas como <strong>rotação de culturas</strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/">plantio direto</a></strong> aumentam a eficiência da adubação. A rotação de culturas evita a exaustão do solo e o acúmulo de pragas e doenças, enquanto o plantio direto minimiza a erosão e a perda de nutrientes.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adubação de base é uma etapa essencial para o sucesso das lavouras, <strong>garantindo um solo mais fértil e produtivo</strong>. Embora apresente desafios, como a escolha e balanço dos nutrientes e o custo inicial, seus benefícios a longo prazo fazem dessa prática um <strong>investimento indispensável para quem busca eficiência e sustentabilidade na produção agrícola</strong>.</p>
<p>Com a escolha correta dos fertilizantes, um manejo adequado do solo e a aplicação eficiente dos insumos, os agricultores podem melhorar a produtividade, reduzir custos e contribuir para uma agricultura mais sustentável e lucrativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Kit Guia + Planilha Calagem e gessagem na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-calagem-e-gessagem-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A calagem e a gessagem são práticas fundamentais para garantir a produtividade e a sustentabilidade na produção de grãos. A calagem corrige a acidez do solo, favorecendo o equilíbrio do pH e aumentando a disponibilidade de nutrientes essenciais para as plantas. Já a gessagem atua no perfil do solo, promovendo melhorias na estrutura, na mobilidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A calagem e a gessagem são práticas fundamentais para garantir a produtividade e a sustentabilidade na produção de grãos.</p>
<p>A calagem corrige a acidez do solo, favorecendo o equilíbrio do pH e aumentando a disponibilidade de nutrientes essenciais para as plantas. Já a gessagem atua no perfil do solo, promovendo melhorias na estrutura, na mobilidade de cálcio e enxofre em camadas mais profundas e na redução de problemas relacionados à toxidez de alumínio.</p>
<p>Juntas, essas técnicas contribuem para o desenvolvimento saudável das raízes, maior eficiência no uso de insumos e, consequentemente, colheitas mais produtivas e rentáveis. Entender e aplicar essas práticas de forma adequada é essencial para maximizar o potencial produtivo das lavouras e garantir a sustentabilidade agrícola.</p>
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		<title>E-book Tecnologias para a adubação na agricultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-tecnologias-para-a-adubacao-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas. Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da tecnologia de aplicação de produtos sólidos, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas.</p>
<p>Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da <strong>tecnologia de aplicação de produtos sólidos</strong>, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada desses insumos é fundamental para garantir a nutrição adequada do solo e o crescimento saudável das plantas, resultando em <strong>aumento de produtividade</strong>.</p>
<p>Neste e-book, você vai aprender como as mais recentes tecnologias de aplicação podem melhorar a eficiência no campo, otimizando a distribuição e a dosagem correta de fertilizantes, além de estratégias práticas que vão transformar os resultados da sua produção. <strong>Baixe agora e leve sua produtividade ao próximo nível!</strong></p>
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		<title>E-book Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 20:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil ocupa uma posição de destaque como um dos maiores produtores de grãos do mundo, e muito desse sucesso se deve ao manejo inteligente e sustentável do solo. A saúde do solo é essencial para garantir a produtividade e a qualidade das culturas, e o conhecimento profundo sobre suas limitações e potencialidades tem sido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil ocupa uma posição de destaque como um dos maiores produtores de grãos do mundo, e muito desse sucesso se deve ao manejo inteligente e sustentável do solo.</p>
<p>A saúde do solo é essencial para garantir a produtividade e a qualidade das culturas, e o conhecimento profundo sobre suas limitações e potencialidades tem sido um fator determinante para o crescimento contínuo do agronegócio brasileiro.</p>
<p>Além de influenciar diretamente a produção, o manejo adequado do solo contribui de forma significativa para a economia do País, representando uma parcela importante do PIB.</p>
<p>Se você quer descobrir como a fertilidade do solo e a nutrição de plantas podem transformar seus resultados no campo, não pode perder a oportunidade de se aprofundar nesse assunto.</p>
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		<item>
		<title>Efeito carryover: o que é esse efeito causado por herbicidas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 11:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[efeito carryover]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na vastidão dos campos agrícolas, um termo que frequentemente ressoa entre os produtores é o &#8220;carryover&#8220;. Mas o que exatamente é esse fenômeno intrigante que tanto ouvimos falar? Vamos explorar a fundo esse efeito e entender como ele pode impactar não apenas a safra atual, mas também as culturas subsequentes. &#160; Sem tempo para ler [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na vastidão dos campos agrícolas, um termo que frequentemente ressoa entre os produtores é o &#8220;<strong><i>carryover</i></strong>&#8220;. Mas o que exatamente é esse fenômeno intrigante que tanto ouvimos falar?</p>
<p>Vamos explorar a fundo esse efeito e entender como ele pode impactar não apenas a safra atual, mas também as culturas subsequentes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é o efeito <i>carryover</i>?</h2>
<p>O <strong>efeito <i>carryover</i></strong> é observado quando um produto aplicado em uma safra ou durante a dessecação pré-semeadura <strong>causa injúrias ou perda de produtividade na safra subsequente</strong>, conhecida como safrinha.</p>
<p>É crucial compreender que o impacto não se limita à cultura principal, mas manifesta-se nas culturas que seguem, seja na sucessão imediata, como é comum com soja e milho, ou mesmo em rotação na mesma safra agrícola.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>A persistência dos produtos no solo e o problema emergente</h3>
<p>Um fator determinante para o <i>carryover</i> é a <strong>persistência dos produtos no solo</strong>. Alguns produtos apresentam uma longa persistência, o que significa que permanecem ativos por um período considerável. Essa longevidade no solo é a principal vilã quando se trata de problemas em culturas subsequentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-25857" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover.jpg" alt="Efeito Carryover" width="863" height="561" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover.jpg 863w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-768x499.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-370x241.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-270x176.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-740x481.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/efeito-carryover-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 863px) 100vw, 863px" /></p>
<h2>Dessecação e pré-emergentes</h2>
<p>Um equívoco comum é atribuir o <i>carryover</i> apenas aos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">pré-emergentes</a></strong>. Na prática, tanto os produtos utilizados na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/" target="_blank" rel="noopener">dessecação</a></strong> quanto os pós-emergentes podem desencadear esse efeito indesejado.</p>
<p>A culpa nem sempre recai apenas sobre os pré-emergentes, como frequentemente se assume. A narrativa tradicional muitas vezes aponta os pré-emergentes como os vilões do <i>carryover</i>, mas a realidade é mais complexa.</p>
<p>Os produtos pós-emergentes também podem desencadear esse fenômeno, desafiando a ideia preconcebida de que apenas os produtos aplicados antes da emergência da cultura são responsáveis pelos problemas futuros.</p>
<h2>Desafios e soluções</h2>
<p>Entender os desafios associados ao <i>carryover</i> é o primeiro passo para uma gestão eficaz dos campos agrícolas. A <strong>aplicação cuidadosa de produtos</strong>, considerando não apenas a cultura principal, mas também as subsequentes, é crucial para evitar surpresas desagradáveis na safrinha.</p>
<p><strong>Optar por produtos com menor persistência no solo é uma estratégia inteligente</strong>. A seleção criteriosa de produtos durante a dessecação e pós-emergência pode minimizar significativamente o risco de <i>carryover</i>, preservando a produtividade nas culturas futuras.</p>
<p>A vigilância constante dos campos é essencial. Monitorar atentamente o desenvolvimento das culturas sucessivas permite identificar precocemente qualquer sinal de <i>carryover</i>, possibilitando a tomada de medidas corretivas antes que os danos se intensifiquem.</p>
<p>A disseminação de conhecimento é uma arma poderosa na luta contra o <i>carryover</i>. <strong>Capacitar os produtores</strong> com informações precisas sobre a escolha e aplicação adequada de produtos é fundamental para <strong>prevenir problemas futuros e garantir a sustentabilidade das práticas agrícolas.</strong></p>
<h2>Desvendando o mistério para uma agricultura sustentável</h2>
<p>Em um mundo agrícola dinâmico, compreender e mitigar os efeitos do <i>carryover</i> é essencial para assegurar a continuidade da produção e a saúde do solo.</p>
<p>Ao adotar práticas conscientes e estratégias preventivas, os produtores podem enfrentar esse desafio de frente, promovendo uma agricultura sustentável e produtiva para as gerações futuras. O <i>carryover</i> deixa de ser um enigma assustador quando a sabedoria e a ação proativa se unem para moldar o futuro dos campos agrícolas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="EFEITO CARRYOVER: O QUE É ESSE EFEITO CAUSADO POR HERBICIDAS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/zkXqDlEsJ5o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=blog">Curso Online Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício</a></strong>, você vai aprender como otimizar cada aplicação, reduzir desperdícios e obter os melhores resultados com técnicas modernas e de fácil implementação. O conteúdo é direto ao ponto, prático e ensinado por especialistas com vasta experiência no setor agrícola.</p>
<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39956 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg" alt="Curso Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Míldio na lavoura: como reconhecer e combater essa doença</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-manejos-do-mildio-em-lavouras-de-graos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/principais-manejos-do-mildio-em-lavouras-de-graos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 11:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[míldio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No universo agrícola, o enfrentamento de desafios como o míldio em lavouras de grãos é essencial para garantir a saúde das plantações e a qualidade da produção. Neste artigo, exploraremos os aspectos fundamentais dessa doença, focando especialmente no fungo Peronospora, suas características e estratégias de manejo. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No universo agrícola, o enfrentamento de desafios como o míldio em lavouras de grãos é essencial para garantir a saúde das plantações e a qualidade da produção.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos os aspectos fundamentais dessa doença, focando especialmente no fungo <em>Peronospora</em>, suas características e estratégias de manejo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Sintomas do míldio</h2>
<p>Para começar, é importante compreender que o míldio nas lavouras de grãos é desencadeado pelo fungo <i>Peronospora manshurica</i>. Contrariamente à sua nomenclatura, <strong>este não é um fungo convencional</strong>, sendo classificado como um fungo Chromista ou Oomiceto.</p>
<p>Os sintomas evidentes nas plantas afetadas incluem <strong>lesões de tamanhos variados</strong>, assumindo formas distintas na folha. Na face superior das folhas, observa-se uma coloração verde clara ou até mesmo amarelada nessas lesões, enquanto na face inferior, os esporos se desenvolvem a partir da exteriorização das estruturas do fungo, crucial para sua reprodução.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Ciclo reprodutivo do míldio</h2>
<p>Ao aprofundarmos nossa análise, percebemos que o fungo <em>Peronospora</em> apresenta um <strong>ciclo reprodutivo peculiar</strong>.</p>
<p>Na face inferior da folha, identificamos os tufinhos que abrigam as estruturas do fungo, responsáveis pela produção dos esporos. Este ciclo é favorecido por condições ambientais específicas, como <strong>temperaturas mais amenas e umidades elevadas</strong>.</p>
<p>Apesar de ser categorizado como um fungo biotrófico, mantendo o tecido do hospedeiro vivo, em condições severas e com alta pressão da doença durante o período reprodutivo da cultura, há o risco de contaminação das sementes.</p>
<h2>Contaminação de sementes</h2>
<p>Surpreendentemente, mesmo sendo considerado um patógeno biotrófico, o fungo <em>Peronospora</em>, em situações extremas, pode contaminar as sementes.</p>
<p>Esse processo resulta na formação de uma capa esbranquiçada nas sementes, assemelhando-se à esporulação vista na face inferior da folha. Essa capa consiste não apenas nos esporos, mas também em estruturas de resistência do patógeno.</p>
<h2>Estratégias de manejo efetivas contra o míldio</h2>
<p>Diante desse quadro, é imperativo adotar estratégias de manejo efetivas para controlar o míldio nas lavouras de grãos.</p>
<p>A compreensão detalhada do ciclo de vida do fungo <em>Peronospora</em> e das condições propícias para sua propagação é o primeiro passo.</p>
<p>Além disso, a implementação de práticas que visem à redução da umidade e controle das temperaturas no ambiente das plantações pode significativamente diminuir o risco de infecção.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO REALIZAR O MANEJO DO MÍLDIO EM LAVOURAS DE GRÃOS? | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/L3LlCpRQQ3M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em suma, o manejo adequado do míldio em lavouras de grãos é vital para preservar a produtividade e a qualidade da colheita.</p>
<p>Ao compreender os mecanismos do fungo <em>Peronospora</em> e suas nuances, os agricultores podem desenvolver estratégias proativas que garantam a saúde das plantas e a sustentabilidade da produção agrícola.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Fases da cultura do milho: saiba quais são e a importância de cada uma</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial. Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante.</p>
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<h2>Primeira fase: Boca e alicerce</h2>
<p>A primeira fase do cultivo do milho é o que chamamos de <strong>&#8220;boca e alicerce&#8221;</strong>. Durante esse período, que abrange desde o <strong>plantio até as primeiras fases com cinco a seis folhas emergindo</strong>, a planta está construindo as bases para seu crescimento saudável. É aqui que ocorre a absorção de nutrientes e água do solo, fundamentais para sustentar uma planta vigorosa e uma espiga pesada.</p>
<p>Nesta fase crucial, é imperativo implementar práticas agronômicas sólidas. O manejo adequado é essencial para proporcionar uma lavoura livre de problemas como <strong>pragas</strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ervas daninhas</strong></a>, protegendo a planta contra <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e garantindo uma distribuição uniforme das plantas na lavoura. <strong>Solo descompactado</strong> e terra fértil são pré-requisitos para o sucesso nesta etapa.</p>
<p>Ao atender a esses cuidados desde o início, as chances de sucesso na produção de milho são significativamente ampliadas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Segunda fase: Caixa produtiva</h2>
<p>A segunda etapa crucial na cultura do milho é marcada pelo crescimento das plantas e o desenvolvimento da chamada &#8220;caixa produtiva&#8221;. Neste período, as plantas aumentam de tamanho, o número de folhas cresce e a caixa produtiva, responsável pela formação das espigas, está em pleno funcionamento.</p>
<p>A nutrição adequada torna-se ainda mais vital nesta fase, com uma alta taxa de absorção de <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nitrogênio</strong></a>, potássio e <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fósforo</strong></a> pela planta. Manter a lavoura bem nutrida é essencial para converter esse crescimento exuberante em grãos de alta qualidade.</p>
<p>Proteger as folhas é crucial para garantir uma taxa fotossintética elevada, permitindo que o milho transforme eficientemente a energia em grãos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ETAPAS DA CULTURA DO MILHO | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/Qf9jxJdZrDw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Terceira fase: Definição da produção</h2>
<p>Na terceira e última etapa, ocorre a definição da produção. Neste ponto, o milho consolida seu desempenho, analisando se foi bem tratado ao longo das fases anteriores. Fatores como o plantio na janela adequada, a disponibilidade de água e o manejo eficaz são cruciais.</p>
<p>A planta, ao se sentir bem tratada, começa a depositar amido nos grãos, preparando-se para a fase final de entrega da lavoura.</p>
<p>Ao focar nessas três fases &#8211; boca e alicerce, caixa produtiva e definição da produção &#8211; os produtores podem estabelecer as bases para o sucesso futuro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-26042 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg" alt="Fases da cultura do milho" width="1315" height="584" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg 1315w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-300x133.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-1024x455.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-768x341.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-370x164.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-740x329.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-150x67.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1315px) 100vw, 1315px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fases da cultura do milho. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Um cultivo de milho bem-sucedido requer não apenas atenção às práticas agronômicas, mas também um entendimento profundo das necessidades específicas de cada fase do desenvolvimento da planta. Com dedicação e manejo cuidadoso, a recompensa virá na forma de uma colheita abundante e de alta qualidade.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Percevejo-marrom-da-soja: como identificar, prevenir e controlar essa praga</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[percevejo marrom]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença do percevejo marrom na cultura da soja é uma preocupação constante para os agricultores, dada sua relevância como praga. Identificar e controlar eficientemente essa ameaça é importante para garantir a saúde e o rendimento da plantação. Neste artigo, exploraremos maneiras eficazes de identificação, estágios de controle e as melhores práticas para lidar com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença do percevejo marrom na cultura da soja é uma preocupação constante para os agricultores, dada sua relevância como praga. Identificar e controlar eficientemente essa ameaça é importante para garantir a saúde e o rendimento da plantação.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos maneiras eficazes de identificação, estágios de controle e as melhores práticas para lidar com o percevejo marrom.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Identificação e importância</h2>
<p>O percevejo marrom, uma das principais pragas da soja, pode ser <strong>prontamente identificado por sua coloração marrom</strong> e pela característica mancha reniforme no escutelo.</p>
<p>Embora existam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/">outras espécies de percevejo</a></strong> na cultura da soja, como o percevejo barriga verde, o percevejo verde pequeno e o percevejo verde grande, é o percevejo marrom que se destaca devido à sua distribuição abrangente e casos documentados de resistência em diversas regiões do Brasil.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39626 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png" alt="Guia Principais pragas da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Monitoramento e tomada de decisão</h2>
<p>O controle eficaz do percevejo marrom começa com a correta identificação de seu estágio de desenvolvimento, seja ninfa ou adulto.</p>
<p>O monitoramento adequado deve iniciar já na <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fase R1 da soja</strong></a>, antes que os efeitos prejudiciais sobre a formação de vagens, observados a partir de R3, se tornem evidentes.</p>
<p>Utilizando técnicas como o pano de batida, a decisão de intervenção deve ser tomada quando atingimos a marca de 0,5 percevejos por metro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO IDENTIFICAR E CONTROLAR O PERCEVEJO MARROM DA SOJA? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/nDlEzT0W_6A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Escolha do inseticida e estratégias de controle</h2>
<p>A escolha do inseticida adequado desempenha um papel fundamental no controle eficiente desse percevejo.</p>
<p>Inicialmente, inseticidas de efeito de choque, como os piretroides e organofosforados, são recomendados, especialmente no início da cultura.</p>
<p>Posteriormente, é aconselhável optar por inseticidas que combinem efeitos sistêmicos, como os neonicotinoides, com o impacto imediato dos piretroides.</p>
<p>Misturas prontas, como Tiametoxam, Bifentrina e Imidacloprida, são ideais, especialmente para a segunda aplicação, proporcionando uma abordagem abrangente no controle do percevejo marrom.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O manejo eficaz do percevejo marrom na cultura da soja requer uma <strong>abordagem proativa</strong>, desde a identificação precoce até a escolha estratégica de inseticidas.</p>
<p>Ao implementar práticas de monitoramento e controle, os agricultores podem mitigar os impactos negativos do percevejo marrom, preservando a saúde e o rendimento de suas plantações de soja.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Perdas de nitrogênio no solo: saiba quais são os principais tipos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perdas-de-nitrogenio-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2023 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No contexto da agricultura, a eficiência no uso de nutrientes é crucial para otimizar a produção. Um elemento essencial, o nitrogênio, muitas vezes enfrenta quatro tipos de perdas no sistema agrícola: Lixiviação; Desnitrificação; Volatilização; Imobilização. Entender essas perdas é vital para implementar estratégias que minimizem impactos negativos e maximizem o rendimento das culturas. &#160; Sem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No contexto da agricultura, a eficiência no uso de nutrientes é crucial para otimizar a produção.</p>
<p>Um elemento essencial, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio</a></strong>, muitas vezes enfrenta quatro tipos de perdas no sistema agrícola:</p>
<ol>
<li>Lixiviação;</li>
<li>Desnitrificação;</li>
<li>Volatilização;</li>
<li>Imobilização.</li>
</ol>
<p>Entender essas perdas é vital para implementar estratégias que minimizem impactos negativos e maximizem o rendimento das culturas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são os tipos de perdas de nitrogênio?</h2>
<h3>Lixiviação</h3>
<p>A lixiviação ocorre principalmente com o nitrato devido à sua carga negativa, facilitando a movimentação no perfil do solo.</p>
<p>A aplicação de nitrato seguida por chuvas intensas pode levar a uma perda significativa, comprometendo a absorção pelas raízes.</p>
<p>Excesso de água, textura do solo, dose parcelada e época de aplicação são <strong>fatores-chave</strong> para ocorrência da lixiviação.</p>
<h3>Desnitrificação</h3>
<p>A desnitrificação, embora difícil de quantificar, ocorre na ausência de oxigênio, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/">microrganismos</a></strong> utilizando nitrato para seu metabolismo.</p>
<p>Excesso de água, compactação do solo e teor de nitrato são fatores críticos para sua ocorrência.</p>
<p>Apesar de ser mais relevante do ponto de vista ambiental, sua quantificação é desafiadora.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Volatilização</h3>
<p>A volatilização é uma perda crucial, especialmente ao aplicar ureia. Influenciada por fatores como pH, CTC (capacidade de troca de cátions), umidade, temperatura e a incorporação do adubo.</p>
<p>A transformação de amônio em amônia, que se perde na atmosfera, torna a <strong>volatilização uma das principais formas de perda de nitrogênio.</strong></p>
<h3>Imobilização temporária</h3>
<p>A imobilização temporária ocorre quando o nitrogênio é retido na biomassa microbiana, competindo com as plantas. Principalmente em áreas com gramíneas, a imobilização é mais pronunciada.</p>
<p>Estratégias como adubação antecipada podem evitar a perda do potencial produtivo da cultura.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE PERDAS DE NITROGÊNIO NO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/DFxjHGjP9_U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O entendimento desses quatro tipos de perdas de nitrogênio é crucial para otimizar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>adubação nitrogenada</strong></a> e garantir a eficiência na absorção pelas plantas.</p>
<p>Estratégias como o parcelamento da dose, escolha adequada do tipo de adubo e adubações antecipadas podem ser implementadas para minimizar essas perdas e promover uma agricultura mais sustentável e produtiva.</p>
<p>Ao incorporar essas práticas, os agricultores podem colher os benefícios de uma gestão nutricional mais eficaz, resultando em colheitas mais robustas e sustentáveis.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Germinação do milho: como funciona o processo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/germinacao-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[estádio fenológico]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura é uma jornada fascinante que começa com uma pequena semente. Neste texto, vamos explorar o desenvolvimento da planta, mergulhando no estádio fenológico da cultura do milho. Prepare-se para uma imersão no ciclo de vida do milho, com destaque para a fase da germinação. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura é uma jornada fascinante que começa com uma pequena semente. Neste texto, vamos explorar o desenvolvimento da planta, mergulhando no <strong>estádio fenológico da cultura do milho</strong>.</p>
<p>Prepare-se para uma imersão no ciclo de vida do milho, com destaque para a fase da <strong>germinação</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Processo de germinação do milho</h2>
<p>Ao iniciar o processo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">germinação</a></strong>, a semente desencadeia um processo incrível de eliminação, dando origem às suas raízes.</p>
<p>Vejamos mais de perto esse marco essencial no ciclo de vida das plantas.</p>
<h3>Raízes seminais: as fundações iniciais</h3>
<p>As <strong>raízes seminais</strong>, provenientes da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">semente</a></strong>, desempenham um papel vital no estabelecimento inicial da cultura do milho.</p>
<p>Essas raízes, divididas em<strong> laterais e radiculares</strong>, são temporárias, focadas no suprimento de água e no início do desenvolvimento. A radícula, a primeira raiz a surgir durante a germinação, desempenha um papel crucial nesse estágio inicial.</p>
<h3>Raízes nodais</h3>
<p>À medida que a planta de milho se desenvolve, surgem as <strong>raízes nodais</strong>, marcando a transição para a próxima fase. Estas raízes têm a responsabilidade vital de fornecer nutrientes e água à cultura em crescimento.</p>
<p>Sua importância é inegável, pois contribuem para a absorção eficiente de nutrientes, essenciais para o desenvolvimento saudável da planta.</p>
<p>Compreender a cronologia da cultura do milho é fundamental para cultivadores atentos. Quando a semente inicia a germinação, a planta entra em um processo delicado e cronometrado. Vamos explorar as fases críticas desse processo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fases iniciais: estabelecimento e suprimento de água</h2>
<p>As raízes iniciais desempenham um papel vital no estabelecimento da cultura e no suprimento inicial de água. No entanto, é importante notar que essas raízes são temporárias, dando lugar a estágios mais avançados do desenvolvimento.</p>
<h3>V1: raízes nodais e a busca por nutrientes</h3>
<p>Na fase V1, as <strong>raízes nodais</strong> entram em cena, assumindo a responsabilidade de suprir a planta com nutrientes e água.</p>
<p>Esta fase, que normalmente dura de 4 a 5 dias, pode ser afetada pela <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-da-temperatura-e-agua-na-produtividade-do-milho/">temperatura</a></strong> ambiente. Temperaturas mais baixas podem prolongar o processo, enquanto temperaturas mais altas tendem a acelerar a germinação.</p>
<p>A profundidade do plantio desempenha um papel crítico no sucesso da germinação. A lentidão no surgimento da planta pode ocorrer em temperaturas baixas, e plantios profundos podem atrasar ainda mais o processo. Manter a profundidade adequada, geralmente entre três a quatro centímetros, é vital para garantir um desenvolvimento saudável.</p>
<h2>Desafios e precauções durante o processo de germinação da semente do milho</h2>
<p>Ao observar o processo de germinação, é essencial estar ciente dos desafios que podem surgir. <strong>Temperaturas extremas, especialmente as baixas, podem retardar significativamente o início da germinação</strong>, aumentando o risco de ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/">doenças</a></strong> como o <i>Fusarium</i> e a <i>Macrophomina</i>.</p>
<p>Lembre-se, a profundidade adequada do plantio não apenas acelera a germinação, mas também reduz a vulnerabilidade da planta a doenças. É uma dança delicada com a natureza, onde cada cuidado faz a diferença.</p>
<p>Ao passar pelo estádio fenológico do milho, fica claro que compreender o desenvolvimento da planta é fundamental para garantir uma colheita robusta.</p>
<p>Cada fase, desde a germinação até o surgimento das raízes nodais, contribui para o crescimento saudável da planta. Ao enfrentar os desafios com conhecimento e precaução, os agricultores podem otimizar o processo e colher os frutos de seu trabalho dedicado.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Nutrição foliar: pontos essenciais para o eficiente manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nutricao-foliar-pontos-essenciais-para-o-eficiente-manejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição foliar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição foliar desempenha um papel crucial no desenvolvimento saudável das culturas. Neste artigo, vamos explorar quatro pontos essenciais para otimizar o manejo e a aplicação de nutrientes foliares. É fundamental compreender que a adubação foliar complementa, mas não substitui, o manejo do solo. Vamos mergulhar em detalhes para construir um programa de nutrição foliar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A nutrição foliar desempenha um papel crucial no desenvolvimento saudável das culturas. Neste artigo, vamos explorar quatro pontos essenciais para otimizar o manejo e a aplicação de nutrientes foliares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>É fundamental compreender que a adubação foliar complementa, mas não substitui, o manejo do solo.</strong> Vamos mergulhar em detalhes para construir um programa de nutrição foliar que impulsione o potencial das suas culturas.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Adubação foliar como complemento ao manejo do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As culturas têm demandas específicas de macro e micronutrientes. Embora a maioria desses nutrientes seja fornecida pelo solo, a adubação foliar desempenha um papel crucial como complemento ao manejo do solo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela oferece estímulos vitais, especialmente em momentos de estresse, como baixa umidade no solo. Portanto, é essencial considerá-la como uma parte integrante do manejo nutricional.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Macronutrientes e micronutrientes</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os <a href="https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>macronutrientes</strong></a> são essenciais em quantidades substanciais, <strong>medidos em quilos por hectare</strong>. Uma compreensão detalhada do perfil do solo é crucial para fornecer esses nutrientes de forma precisa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, os micronutrientes são necessários em quantidades menores, em gramas por hectare. Mesmo com dosagens menores, não devemos subestimar a importância de mantê-los em níveis adequados no solo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25089 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-1024x725.jpg" alt="Ilustração dos macronutrientes e dos micronutrientes" width="770" height="545" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-1024x725.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-768x543.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-370x262.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-270x191.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-740x524.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes-150x106.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/macronutrientes-e-micronutrientes.jpg 1269w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Extração e exportação de nutrientes</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Compreender a extração e exportação de nutrientes é fundamental para fornecer o que a cultura necessita para prosperar. Por exemplo, para cada tonelada de grãos produzidos, o milho extrai 20 kg de potássio, enquanto a soja exporta 20 gramas de <a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-na-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>boro</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas referências são essenciais para garantir uma reposição nutricional adequada durante o ciclo da cultura.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25087 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-1024x681.jpg" alt="Tabela da taxa de extração e exportação de nutrientes" width="770" height="512" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-1024x681.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-768x511.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-740x492.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes-150x100.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/tabela-de-extracao-e-exportacao-de-nutrientes.jpg 1317w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<h2>Manejo foliar</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo foliar desempenha um papel vital na superação de deficiências nutricionais e na maximização do potencial de crescimento das culturas. Em situações onde a <strong>disponibilidade de nutrientes no solo é limitada, a aplicação foliar se torna uma solução eficaz. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa prática é especialmente valiosa durante fases críticas, como o enraizamento, a formação de vagens e o enchimento de grãos.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="NUTRIÇÃO DE PLANTAS PARA ALTA PERFORMANCE | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/xnwcRrFr-zs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao compreender e implementar esses quatro pontos essenciais para o manejo de nutrição foliar, você estará no caminho certo para otimizar o potencial de suas culturas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se, a adubação foliar é um <strong>complemento valioso ao manejo do solo</strong> e desempenha um papel fundamental na promoção de um crescimento saudável e abundante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao construir um programa de nutrição foliar bem planejado, você estará no controle do sucesso de suas culturas.</span></p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Manejo do solo em áreas de abertura: como fazer corretamente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-do-solo-em-area-de-abertura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[área de abertura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo adequado do solo é o ponto de partida essencial para qualquer empreendimento agrícola bem-sucedido. Neste artigo, exploremos estratégias eficazes para otimizar o solo em área de abertura, garantindo um ambiente propício ao crescimento saudável das culturas. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Identificando o tipo de solo Antes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O manejo adequado do solo é o ponto de partida essencial para qualquer empreendimento agrícola bem-sucedido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, exploremos estratégias eficazes para otimizar o solo em área de abertura, garantindo um ambiente propício ao crescimento saudável das culturas.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Identificando o tipo de solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de tudo, é crucial compreender o tipo de solo com o qual estamos lidando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é necessário um conhecimento profundo em pedologia para essa tarefa. Basta ter uma noção da cor e profundidade efetiva do solo, assim como qualquer variação na textura ao longo das camadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses detalhes são fundamentais, pois alguns solos apresentam desafios físicos em profundidade, exigindo a incorporação de corretivos.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Incorporação Profunda</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A incorporação de corretivos, como calcário, desempenha um papel crucial. Quanto <strong>maior o contato entre as partículas do solo e o corretivo, maior será a eficiência da reação</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é especialmente vital dado que nossos solos tendem a ter baixa <strong>fertilidade</strong> e acidez elevada, além da limitada disponibilidade de nutrientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A abertura da área oferece o momento ideal para resolver esses desafios químicos.</span></p>
<h2>O uso de subsoladores</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solos com problemas mais profundos, como gradientes de textura acentuados, a utilização de <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/" target="_blank" rel="noopener"><strong>subsoladores</strong></a> pode ser a solução. Eles permitem resolver questões relacionadas à passagem de água e desenvolvimento radicular em profundidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aplicação estratégica de subsoladores expande a capacidade do <strong>sistema radicular</strong> para acessar água e nutrientes, resultando em um desenvolvimento robusto das culturas.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO MANEJAR SOLO EM ÁREAS DE ABERTURA? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/_61MAnU2syU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Importância do pós-preparo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o preparo do solo, é crucial implementar um plano pós-preparo. Este passo é vital para evitar a erosão e a compactação do solo, especialmente se a área ficar exposta a chuvas intensas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A introdução de uma planta, como o Mileto, é uma prática valiosa. Essa planta não apenas <strong>agrega profundidade e estrutura ao solo, mas também incorpora uma quantidade significativa de carbono</strong> através da palhada, promovendo um início promissor para o seu sistema de produção.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo físico do solo em áreas de abertura é um passo crítico para o sucesso de qualquer empreendimento agrícola. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao identificar o tipo de solo, incorporar corretivos de maneira eficaz e planejar cuidadosamente o pós-preparo, você estará criando um ambiente propício para o crescimento saudável das suas culturas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se, <strong>investir tempo e esforço no início do processo resultará em colheitas mais abundantes e <a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-na-agricultura-principais-praticas/" target="_blank" rel="noopener">sustentáveis</a> no futuro</strong>.</span></p>
<h2 data-start="123" data-end="187">Aplique corretivos e fertilizantes com estratégia e precisão</h2>
<p data-start="189" data-end="463">Preparar bem o solo em áreas de abertura é só o começo. No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog">Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong>, você aprende como tomar decisões técnicas mais assertivas, evitar desperdícios e garantir o melhor aproveitamento dos insumos na lavoura.</p>
<p data-start="189" data-end="463"><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p data-start="189" data-end="463">Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Como ter um manejo de sucesso do mofo branco na soja?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-ter-um-manejo-de-sucesso-do-mofo-branco-na-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[mofo-branco]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas agrícolas mais importantes e amplamente cultivada, enfrenta uma ameaça silenciosa que pode devastar colheitas inteiras: o mofo branco. Também conhecido como Sclerotinia sclerotiorum, este fungo tem sido uma dor de cabeça constante para os agricultores, uma vez que é difícil de ser detectado até que seus sintomas se manifestem plenamente. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ter-um-manejo-de-sucesso-do-mofo-branco-na-soja/">Como ter um manejo de sucesso do mofo branco na soja?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas agrícolas mais importantes e amplamente cultivada, enfrenta uma ameaça silenciosa que pode devastar colheitas inteiras: <strong>o mofo branc</strong>o.</p>
<p>Também conhecido como <em>Sclerotinia sclerotiorum,</em> este fungo tem sido uma dor de cabeça constante para os agricultores, uma vez que é difícil de ser detectado até que seus sintomas se manifestem plenamente.</p>
<p>O mofo branco é uma doença fúngica que ataca a soja durante todo o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">ciclo de crescimento da planta</a></strong>, mas seus efeitos geralmente se tornam mais evidentes durante o estágio de floração e formação de vagens.</p>
<p>O fungo se espalha através de esporos que podem ser transportados pelo vento ou por meio de contato direto com plantas infectadas. Uma vez que os esporos entram em contato com uma planta saudável, eles germinam e invadem os tecidos da planta, levando ao aparecimento de sintomas característicos.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O mofo branco é uma doença de grande importância na cultura da soja, podendo causar perdas de até 70% na produtividade.</li>
<li>O controle biológico utilizando tricoderma e bacilos mostra-se eficiente na redução da germinação e inviabilização dos escleróides do mofo branco.</li>
<li>O controle cultural, como a rotação de culturas com gramíneas não hospedeiras, contribui para a redução do inóculo do patógeno.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">escolha de cultivares</a></strong> e a densidade de plantio também podem ser estratégias para minimizar a incidência do mofo branco na lavoura.</li>
<li>Condições climáticas favoráveis, como temperaturas amenas e alta umidade relativa, propiciam o desenvolvimento da doença.</li>
</ul>
<p>Neste webinar, temos como palestrante, Caroline Hawerroth, Dra. em Fitopatologia, pesquisadora e consultora do Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Principais cuidados, armazenamento e processos com a semente da soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/universo-da-semente-de-soja-o-que-podemos-observar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2023 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas mais essenciais do mundo, tem desempenhado um papel fundamental na alimentação humana, na produção de óleo vegetal e na criação de ração animal. No centro de toda essa produção está um pequeno tesouro agrícola: a semente de soja. Essas minúsculas maravilhas naturais são muito mais do que simples grãos; são [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/universo-da-semente-de-soja-o-que-podemos-observar/">Principais cuidados, armazenamento e processos com a semente da soja</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja, uma das culturas mais essenciais do mundo, tem desempenhado um papel fundamental na alimentação humana, na produção de óleo vegetal e na criação de ração animal.</p>
<p>No centro de toda essa produção está um pequeno tesouro agrícola: <strong>a semente de soja</strong>. Essas minúsculas maravilhas naturais são muito mais do que simples grãos; são a base de uma indústria agrícola global que alimenta nações e impulsiona economias.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>A genética da semente de soja é fundamental para garantir a produtividade e rentabilidade no campo.</li>
<li>O ambiente externo, como temperatura e umidade, pode interferir na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade da semente</a></strong>.</li>
<li>A realização de testes de vigor e viabilidade é importante para avaliar a qualidade da semente.</li>
<li>Cuidados na amostragem, armazenamento e processos de semeadura são essenciais para preservar a qualidade da semente.</li>
<li>O uso de tratamentos químicos e biológicos pode ajudar a proteger a semente contra <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> e pragas.</li>
</ul>
<p>Neste webinar, temos como palestrante, Maria de Fátima Zorato, especialista em treinamento e desenvolvimento profissional e gestão em qualidade de sementes.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/universo-da-semente-de-soja-o-que-podemos-observar/">Principais cuidados, armazenamento e processos com a semente da soja</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como interpretar uma análise de solo e fazer recomendações mais eficazes?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-recomendacoes-mais-eficazes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 15:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos de recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A interpretação de análise de solo é uma etapa crucial para compreender a saúde e a fertilidade do solo. Por meio da análise, são avaliados diversos parâmetros, como pH, teores de nutrientes, matéria orgânica e textura do solo. Com base nos resultados, é possível identificar deficiências ou excesso de nutrientes, além de determinar a necessidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A interpretação de análise de solo é uma <strong>etapa crucial para compreender a saúde e a fertilidade do solo</strong>. Por meio da análise, são <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>avaliados diversos parâmetros</strong></a>, como pH, teores de nutrientes, matéria orgânica e textura do solo.</p>
<p>Com base nos resultados, é possível identificar deficiências ou excesso de nutrientes, além de determinar a necessidade de corretivos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizantes</a></strong>.</p>
<p>A interpretação da análise de solo envolve comparar os valores obtidos com faixas de referência estabelecidas para cada nutriente. Isso permite diagnosticar problemas específicos e planejar estratégias adequadas de manejo.</p>
<p>É importante <strong>considerar as particularidades de cada cultura</strong> a ser cultivada, pois diferentes plantas têm exigências nutricionais distintas.</p>
<p>Além dos nutrientes, a interpretação também considera o pH do solo, que afeta a disponibilidade de nutrientes para as plantas. A correção do pH, se necessário, é realizada com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/" target="_blank" rel="noopener">uso de corretivos</a></strong> específicos, como o calcário.</p>
<p>Uma <strong>interpretação adequada permite otimizar a adubação</strong>, evitando desperdícios e reduzindo os impactos ambientais. Além disso, ajuda a prevenir problemas como deficiências nutricionais, que podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir a produtividade.</p>
<p>Dessa forma, nesse webinar são trazidas informações importantes de como interpretar uma análise de solo de forma correta e fazer as recomendações de maneira eficaz.</p>
<p>O especialista e consultor da Equipe Grãos do Rehagro, Flávio Moraes, traz exemplos reais de análises de solo e como realizar um manejo correto.</p>
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		<title>Principais pontos para evitar prejuízos com a cigarrinha-do-milho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-5-pontos-chave-para-evitar-prejuizos-na-sua-lavoura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 15:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do milho]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente a cigarrinha-do-milho é a principal praga tanto no milho safra quanto no milho safrinha, em diferentes realidades no Brasil inteiro, e aqui serão abordadas algumas estratégias que podem ser úteis no nosso dia a dia para combatê-las. A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é um inseto sugador que se alimenta da seiva do floema das plantas. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-5-pontos-chave-para-evitar-prejuizos-na-sua-lavoura/">Principais pontos para evitar prejuízos com a cigarrinha-do-milho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente a cigarrinha-do-milho é a <strong>principal praga tanto no milho safra quanto no milho safrinha</strong>, em diferentes realidades no Brasil inteiro, e aqui serão abordadas algumas estratégias que podem ser úteis no nosso dia a dia para combatê-las.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/" target="_blank" rel="noopener">cigarrinha-do-milho</a></strong> (<em>Dalbulus maidis</em>) é um inseto sugador que se alimenta da seiva do floema das plantas. Especificamente a cigarrinha-do-milho tem como único hospedeiro plantas de milho, ou seja, ela só se alimenta, se abriga e se reproduz em plantas de milho.</p>
<p>Os adultos da cigarrinha medem até 4 cm de comprimento e tem uma coloração amarelo-pálido e habitam preferencialmente o cartucho das plantas de milho, local onde possui as folhas mais jovens e que acaba auxiliando a cigarrinha contra intempéries climáticas e inimigos naturais.</p>
<p>Os danos da cigarrinha estão principalmente relacionados à capacidade desse inseto em transmitir doenças para a planta de milho, que são as <strong>doenças do complexo dos enfezamentos</strong>.</p>
<p>O ciclo de infecção é dado por: uma cigarrinha infectada vai infectar uma planta jovem que vai servir de fonte de inóculo dos patógenos. Essa cigarrinha vai conseguir se multiplicar nessa planta infectada, as ninfas vão se transformar em novas cigarrinhas infectadas e assim teremos o início de um surto nas lavouras.</p>
<p>Neste webinar serão tratados os principais locais de ocorrência da cigarrinha-do-milho, o ciclo biológico, <strong>as principais formas de manejo e 5 pontos-chave para evitar prejuízos na sua lavoura</strong>.</p>
<p>As informações são disponibilizadas por Franciele De Armas, consultora técnica do Rehagro e Rodolfo Castilhos, doutor em fitossanidade e pesquisador em entomologia da Epagri.</p>
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		<title>Como diagnosticar compactação do solo e planejar as próximas ações?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/compactacao-do-solo-como-diagnosticar-e-planejar-as-proximas-acoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 21:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[penetração do solo]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compactação do solo é um tema muito importante que vem sendo discutido desde o momento em que foi iniciada a mecanização agrícola. Essa mecanização trouxe um problema de compactação dos solos e ao longo do tempo, esse problema vem aumentando porque o sistema produtivo está cada vez mais sendo intensificado. Apesar das tecnologias estarem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>compactação do solo</strong> é um tema muito importante que vem sendo discutido desde o momento em que foi iniciada a mecanização agrícola. Essa mecanização trouxe um problema de compactação dos solos e ao longo do tempo, esse problema vem aumentando porque o sistema produtivo está cada vez mais sendo intensificado.</p>
<p>Apesar das tecnologias estarem se desenvolvendo, como o aumento da largura do pneu para distribuir melhor a pressão, ainda assim não é suficiente para termos um sistema de manejo em que se evita a compactação 100% das vezes.</p>
<p>Alguns trabalhos mostram que <strong>a compactação do solo pode causar uma redução de produtividade próximo de 50 a 70%</strong> dependendo do nível ou grau de compactação, então é um tema extremamente importante.</p>
<p>Na fertilidade do solo, já temos avanços, apesar de ainda termos algumas lacunas, mas a parte <a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>física do solo</strong></a>, principalmente a prática dela no dia a dia, ainda é muito restrita no Brasil.</p>
<p>Dessa forma, <strong>nesse webinar são trazidas algumas provocações sobre como as culturas respondem ao nível de compactação</strong>, se é quando está menos compactado, se existe um ponto ótimo, etc.</p>
<p>Além disso, o especialista Deivison Peixoto, engenheiro agrônomo e técnico da Equipe Grãos, traz um exemplo prático de um diagnóstico de um cliente do Rehagro e também como realizar o manejo da compactação do solo.</p>
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		<title>Custos de produção agrícola: veja os principais e como gerenciá-los</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 21:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de produtos agropecuários do mundo. E a modernização do agronegócio transformou o país como o primeiro gigante alimentar tropical do mundo. Os grãos, principalmente a soja e o milho, testemunharam o crescimento rápido da produtividade, em razão da expansão geográfica na região centro-oeste do país e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores <strong>produtores e exportadores</strong> de produtos agropecuários do mundo. E a modernização do agronegócio transformou o país como o primeiro gigante alimentar tropical do mundo.</p>
<p>Os grãos, principalmente a soja e o milho, testemunharam o crescimento rápido da produtividade, em razão da expansão geográfica na região centro-oeste do país e a adoção e difusão das inovações tecnológicas.</p>
<p>Os produtores tomam decisões de forma isolada, sobretudo na produção de soja e milho, que dependem fortemente do fornecimento de insumos. A formação dos preços das <i>commodities</i> agrícolas não é realizada pelos produtores, sendo eles tomadores de preços.</p>
<p>Dada a sua atomização, <strong>os mercados da soja e do milho operam com características próximas da concorrência perfeita</strong>. Logo, o controle dos custos e o aumento da produtividade das lavouras são fatores que determinam a lucratividade da empresa rural.</p>
<p>O sistema de produção da soja e do milho cada vez mais requer um determinado grau de conhecimento técnico, econômico e administrativo, a fim de garantir os melhores resultados (tornando-se competitivo).</p>
<p>Para isso, é preciso um planejamento na unidade de produção, no qual requer, por exemplo, informações de mercado e gestão dos recursos que auxiliem na tomada de decisão.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são os custos de produção agrícola?</h2>
<p>As informações geradas pela análise dos custos de produção possuem relevância ao nível gerencial para tomada de decisão do produtor rural e, ao nível de governo, para criação de políticas de crédito rural e de preços mínimos.</p>
<p>A rentabilidade proveniente da produção está relacionada com a sua eficiência técnica e econômica, sendo que a eficiência técnica envolve aspectos da produtividade e a eficiência econômica envolve os aspectos monetários.</p>
<p>Baseado nos custos de produção agrícola, <strong>é possível avaliar a rentabilidade, a lucratividade e a eficiência</strong> do sistema de produção adotado pelo produtor rural.</p>
<p>Nos sistemas de produção agrícolas, caracterizam-se como custos todos os gastos relacionados direta ou indiretamente com a cultura.</p>
<p>Mão de obra, preparo do solo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">aquisição de sementes</a></strong>, adubos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong> e combustíveis são exemplos de custos de produção agrícola realizados desde o período que antecede o plantio até a pós-colheita.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Custos variáveis</h3>
<p>Os custos variáveis referem-se às <strong>despesas de custeio da lavoura</strong> (como operação com máquinas e implementos, despesas administrativas, sementes, fertilizantes e mão de obra e encargos trabalhistas) e <strong>despesas pós-colheita</strong> (por exemplo, assistência técnica e extensão rural, seguro agrícola, transporte externo e armazenagem).</p>
<h3>Custos fixos</h3>
<p>Nos custos fixos estão incluídas as depreciações de benfeitorias, instalações, máquinas e implementos, mão de obra e encargos trabalhistas e seguro do capital fixo.</p>
<h3>Custos operacionais</h3>
<p>Os custos operacionais levam em consideração os <strong>custos variáveis, fixos e a remuneração esperada sobre o capital fixo e sobre a terra</strong>. Somando-se esses montantes, obtém-se o custo total de produção.</p>
<h2>Análise dos custos da produção agrícola</h2>
<p>A análise e a compreensão dos custos de produção são importantes ao nível de propriedade rural e governamental.</p>
<p>Na propriedade, o produtor rural é, antes de tudo, um tomador de decisões e busca, por meio dos diversos processos e recursos produtivos, selecionar a melhor alocação dos insumos, a fim de obter resultados que maximizem a sua utilidade.</p>
<p>O empresário rural nem sempre consegue monitorar todos os processos das suas atividades agrícolas, não dando a importância necessária para as análises gerenciais da propriedade.</p>
<p>A transformação tecnológica ocorrida na agricultura, principalmente na soja e no milho, exige uma gestão eficiente na atividade rural, a partir da utilização de ferramentas de gestão.</p>
<p>Assim, é necessário o <strong>aperfeiçoamento da gestão no setor rural</strong>. O levantamento e a interpretação dos custos de produção, analisando as variáveis que envolvam os gastos do custeio da lavoura, com consequente avaliação das informações da receita bruta ha-1, possibilita obter informações para a tomada de decisão sobre as atividades agrícolas.</p>
<p>Os elementos que compõem os custos de produção, como: operação com máquinas, mão de obra, sementes, fertilizantes e defensivos estão associados à receita bruta ha-1 das <em>commodities</em>.</p>
<p>O investimento no processo produtivo, como a partir de <strong>sementes com alto potencial produtivo</strong> e aquisição de máquinas agrícolas modernas, aumenta o custo de produção, mas, por consequência, auxiliam no pleno desenvolvimento das culturas agrícolas, maximizando a sua produtividade e impactando na receita da atividade agrícola.</p>
<p>A falta de investimento no processo produtivo acarretará redução na receita bruta ha-1.</p>
<p>Nesse caso, uma análise específica, considerando as peculiaridades de cada unidade de produção, auxiliará o produtor na tomada de decisão entre realizar ou não um investimento, considerando que o custo do investimento deve ser inferior ao retorno econômico gerado por ele.</p>
<p>O alto custo na produção da soja e do milho, em razão do emprego de tecnologias agrícolas, aliado à oscilação no preço de mercado dos produtos, pode acarretar perda de lucratividade ou, até mesmo, prejuízo nas atividades.</p>
<p>O conhecimento do comportamento dos custos das variáveis do custeio da lavoura é eficaz para o controle nas atividades agrícolas, pois, a partir dele, é possível criar um planejamento estratégico na aquisição de insumos.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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		<title>Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas: guia completo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 13:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[fitossanitários]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia de aplicação é um conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os defensivos agrícolas, suas formulações e adjuvantes, o processo de pulverização, os alvos e o ambiente, visando uma aplicação correta, segura e responsável. Sendo assim, a tecnologia de aplicação visa a colocação do produto no alvo; no ‘timing’ adequado; na quantidade requerida; [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas: guia completo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia de aplicação <strong>é um conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os defensivos agrícolas</strong>, suas formulações e adjuvantes, o processo de pulverização, os alvos e o ambiente, visando uma aplicação correta, segura e responsável.</p>
<p>Sendo assim, a tecnologia de aplicação visa a colocação do produto no alvo; no <i>‘timing’</i> adequado; na quantidade requerida; de forma econômica; e com o mínimo de contaminação humana e ambiental.</p>
<p><strong>O principal objetivo de uma pulverização é garantir a lucratividade e rentabilidade da cultura</strong>, de modo que não se possa reduzir os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos</strong></a> ao ponto de comprometer significativamente a produtividade final e, consequentemente, a lucratividade esperada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais as melhores práticas para aplicação de defensivos agrícolas?</h2>
<h3>1. Inspeção Periódica de Pulverizadores</h3>
<p>A <strong>Inspeção Periódica de Pulverizadores (IPP)</strong>, visa avaliar o estado de pulverizadores agrícolas com base no estado de conservação e operacionalidade que pode nortear orientação de uso e manutenção, além da redução do impacto ambiental.</p>
<p>Devem ser examinados os componentes do circuito hidráulico do pulverizador (tanque, bomba, manômetro, filtros, mangueiras, bicos entre outros) a fim de verificar se estes componentes se encontram em boas condições. Caso o pulverizador esteja equipado com controlador automático de taxa de aplicação e pressão, suas configurações e programação deve ser conhecida do operador.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16837 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1024x296.jpg" alt="Ampliação da variação na vazão das pontas de pulverização" width="770" height="223" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1024x296.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-300x87.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-768x222.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-1536x444.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-370x107.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-270x78.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-740x214.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2-150x43.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-2.jpg 1859w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Avaliação da variação na vazão das pontas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16840" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5.jpg" alt="Teste de vazão de pontas de pulverização" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5.jpg 864w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-5-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16839" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4.jpg" alt="Teste de vazão de pontas pulverizadoras" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-1152x1536.jpg 1152w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-4-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Teste de vazão de pontas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7.jpg" alt="Modelo de check list para realizar a IPP" width="500" height="617" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-243x300.jpg 243w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-830x1024.jpg 830w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-768x948.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-370x457.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-270x333.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-740x913.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-7-150x185.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Modelo de checklist para realização da IPP</span></p>
<h3>2. Qualidade da Água para Pulverização</h3>
<p>Dentre os fatores que podem influenciar a qualidade química da água e tem grande interferência sobre a eficácia dos defensivos agrícolas está a “dureza”.</p>
<p>A dureza da água está relacionada aos teores de carbonatos, sulfatos, cloretos e nitratos de vários cátions. Íons livres (Al+3, Zn+2, Ca+2, Mg+2, HCO3-, NO3-) podem combinar com moléculas orgânicas como a reação dos íons de 2,4-D com Ca+2 e Mg+2 e da quelação dos íons pelo glifosato.</p>
<p>Isso reduz a quantidade de ingrediente ativo disponível, por consequência reduz a eficiência biológica do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicida</a></strong>, além do entupimento das pontas de pulverização, em função da aglutinação e precipitação das partículas. Neste sentido, <strong>níveis de até 320 ppm de CaCO3 apresentam boa compatibilidade.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41651" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua.png" alt="Classificação de dureza da água" width="620" height="259" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua.png 620w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-300x125.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-370x155.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-270x113.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-dureza-agua-150x63.png 150w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Formas de classificação da dureza da água. (Fonte: Queiroz et al. (2008)).</span></p>
<p><strong>Além da qualidade química, a qualidade física da água é de extrema importância</strong>, principalmente quanto a quantidade de sedimentos em suspensão. Sedimentos como argila e matéria orgânica, além de obstruir filtros e pontas, reduzem a vida útil dos equipamentos (bombas e pontas), sendo que também podem se associar aos produtos químicos adicionados ao tanque, inativando ou reduzindo sua eficiência.</p>
<p>Um exemplo clássico é a inativação do glifosato pela argila presente na solução de aplicação. A adsorção do herbicida as partículas de argila ocorrem devido à atração entre as cargas da superfície do colóide do solo com as moléculas do herbicida.</p>
<h3>3. Adjuvantes</h3>
<p>As superfícies das plantas apresentam uma barreira para a penetração de líquidos, denominada cutícula, cujas características variam de espécie para espécie e dependem da idade dos órgãos vegetais e das condições climáticas.</p>
<p>Para vencer estas barreiras das plantas à penetração dos defensivos agrícolas, são utilizadas substâncias inertes, denominadas aditivos ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/" target="_blank" rel="noopener">adjuvantes</a></strong>, <strong>capazes de modificar a atividade dos produtos aplicados e as características da pulverização, aumentando a eficiência da aplicação.</strong></p>
<p>Estes produtos podem ser acrescentados à formulação dos defensivos agrícolas pelas empresas fabricantes, ou ser adicionados à calda no momento da pulverização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16841 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6.jpg" alt="Gota de água em folha com e sem uso de adjuvantes" width="515" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6.jpg 515w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-300x165.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-370x204.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-270x149.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-6-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Gota sem uso de adjuvante (esquerda) e com uso de adjuvante (direita). </span></p>
<p>A cutícula da folha é a primeira barreira que o defensivo agrícola precisa passar. A adição de adjuvante pode influenciar nesse processo. A utilização de óleos tem como função melhorar a penetração e adesão dos defensivos agrícolas nas folhas e da camada de quitina dos insetos.</p>
<p>O<strong>s três principais modos de ação dos adjuvantes para melhorar a penetração dos produtos são</strong>:</p>
<ol>
<li>Alteração no depósito do ingrediente ativo na superfície foliar;</li>
<li>Efeito na difusão transcuticular;</li>
<li>Permeabilidade da membrana plasmática.</li>
</ol>
<p>Dentre os efeitos dos adjuvantes, destaca-se a redução da tensão superficial das gotas pulverizadas, causando o seu achatamento, o que aumenta a sua superfície de contato com o alvo biológico e melhora a cobertura deste.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41652" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes.png" alt="Classificação dos tipos de adjuvantes" width="840" height="590" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes.png 840w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-300x211.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-768x539.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-370x260.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-270x190.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-740x520.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/classificacao-adjuvantes-150x105.png 150w" sizes="auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classificação e função dos adjuvantes.</span></p>
<p>No Brasil os adjuvantes estão em duas categorias:</p>
<ol>
<li>Os adjuvantes utilizados em pacotes casados (oficiais);</li>
<li>Adjuvantes caracterizados como fertilizantes foliares (não oficiais), devido a nova determinação do MAPA que isentam o registro de adjuvantes.</li>
</ol>
<p>Grande parte dos problemas advindos da utilização de aditivos de calda origina-se do desconhecimento de sua ação e das implicações de sua utilização.</p>
<p>Atualmente o uso de adjuvantes é uma prática importante no aumento da eficiência dos defensivos agrícolas. Sua utilização melhora na medida que a qualidade de aplicação aumenta e assim, a quantidade de ingrediente ativo nas plantas.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39956 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg" alt="Curso Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>4. Mistura de Defensivos Agrícolas</h3>
<p>Segundo a instrução normativa N° 40 de 11 de outubro de 2018 do MAPA, a mistura em tanque é permitida desde que haja recomendação técnica, que só pode ser feita por um profissional de nível superior.</p>
<p>Desta forma, cabe aos engenheiros agrônomos e/ou engenheiros florestais receitarem a aplicação combinada de diferentes produtos. A normativa traz transparência a esta prática, que deixa de ser um tabu, em que todos executam a prática, mas ninguém fala sobre ela.</p>
<p><strong>Nas aplicações de defensivos agrícolas os produtores realizam mistura de defensivos a fim de otimizar a pulverização.</strong> Por consequência tem como resultante uma mistura de difícil previsão devido às variáveis envolvidas como pH, viscosidade, tensão superficial, formação de  espuma, dispersibilidade, decantação, temperatura, cristalização, entre outros.</p>
<p>Nessas misturas, é muito provável que alguns tipos de perdas ocorram com os defensivos adicionados. A fim de minimizar esses efeitos, assim que adicionados os defensivos agrícolas no tanque é necessário ligar o sistema de agitação.</p>
<p>Em tanques de maior capacidade, é comum a existência de “pontos mortos”, onde há dificuldade de se manter a uniformidade na concentração dos produtos. Recomenda-se também a pré-diluição de defensivos de baixa solubilidade (WG, WP e SC), caso contrário pode haver deposição no fundo do tanque reduzindo assim, sua funcionalidade.</p>
<p>Independente da solubilidade ou formulação dos produtos, a agitação deverá estar sempre ligada e ininterrupta, e os produtos adicionados gradativamente no reservatório. A mistura de dois produtos ou mais, sejam defensivos agrícolas ou demais produtos, podem ocasionar três efeitos:</p>
<ol>
<li><strong>Aditivo:</strong> o efeito da aplicação da mistura será semelhante ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto não interfere na eficácia do outro;</li>
<li><strong>Sinérgico:</strong> o efeito da aplicação da mistura será superior ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto melhora a eficácia do outro;</li>
<li><strong>Antagônico:</strong> o efeito da aplicação da mistura será inferior ao da aplicação dos produtos individualmente, ou seja, um produto piora a eficácia do outro.</li>
</ol>
<p>Como medida de precaução, assim que os defensivos agrícolas chegarem à propriedade deve ser realizado uma pré-mistura em garrafa pet, nas mesmas proporções indicadas nas aplicações de campo, seguindo a sequência apresentada na tabela logo abaixo.</p>
<p>Caso tenha algum problema de incompatibilidade, deve-se advertir para retirada do defensivo que ocasionou o problema e seguir com a sequência de mistura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16844" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9.jpg" alt="Pré-mistura de defensivos agrícolas em garrafas pet" width="600" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-300x92.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-1024x315.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-768x236.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-370x114.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-270x83.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-740x227.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-9-150x46.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Pré-mistura de defensivos agrícolas em garrafas pet.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16843" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8.jpg" alt="Pré-mistura de defensivos agrícolas" width="600" height="148" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-300x74.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-1024x253.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-768x190.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-370x91.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-270x67.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-740x183.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-8-150x37.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16847" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12.jpg" alt="Etapas do preparo de calda de pulverização" width="600" height="187" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-300x94.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-1024x320.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-768x240.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-370x115.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-270x84.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-740x231.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-12-150x47.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16845" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434.jpg" alt="Equipamentos para preparo de calda de pulverização" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434.jpg 653w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-10-e1671539079434-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Equipamentos utilizados para o preparo de calda de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16859 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo.jpg" alt="Tabela com sugestão de ordem de mistura em tanques de pulverização" width="650" height="549" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo.jpg 650w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-300x253.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-370x313.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-270x228.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-355x300.jpg 355w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tabela-preparo-150x127.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sugestão para ordem de mistura em tanques de pulverização.</span></p>
<h3>5. Pressão de trabalho</h3>
<p>A pressão de trabalho está associada ao fluxo de calda que estará quando passar pelo orifício de saída da ponta de pulverização.</p>
<p>Sua importância está ligada à formação de gotas de diâmetro correto, para formação do jato no ângulo nominal e para que as gotas tenham velocidade suficiente para atingir o alvo sem que haja tempo para se perderem por deriva.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>1 bar = 100 kPa = 14,5 PSI = 1,01 kgf/cm²</em></strong></p>
<p>A forma de checar a pressão do sistema é por meio de um manômetro. Sem a utilização dele é impossível saber qual é o espectro de gotas que está sendo produzido pela ponta e estimar vazão da ponta.</p>
<p>Em alguns pulverizadores montados ou de arrasto, é comum não encontrar o manômetro ou que ele esteja quebrado ou ausente.</p>
<p>O manômetro de ponta pode indicar a leitura com maior acurácia. Caso tenha acúmulo de resíduos por sedimentação na tubulação ou obstrução de filtros, é provável que ocorram diferenças na leitura entre o manômetro do regulador de pressão e o acoplado na saída da ponta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16846" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11.jpg" alt="Manômetro de ponta e do pulverizador" width="600" height="432" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11.jpg 1179w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-300x216.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-1024x737.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-768x552.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-370x266.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-270x194.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-740x532.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-11-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Manômetro de ponta (esquerda) e manômetro do pulverizador (direita). </span></p>
<p><strong>Não se deve utilizar pressões abaixo de 2,7 bar (40 PSI)</strong>, pois alguns modelos de pontas não abrem totalmente o jato pulverizado e/ou apresentam desuniformidade no espectro de gotas produzidas.</p>
<p>Na tabela a seguir é apresentada uma sugestão para pressão de trabalho de acordo com o grupo de defensivos agrícolas que são utilizados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41653" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho.png" alt="Faixa de pressão de trabalho" width="717" height="301" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho.png 717w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-300x126.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-370x155.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-270x113.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/faixa-pressao-trabalho-150x63.png 150w" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Faixa de pressão de trabalho.</span></p>
<p>Ao escolher uma ponta de pulverização pelo diâmetro de gota produzido, é necessário correlacionar seu diâmetro com a pressão de trabalho.</p>
<p>Nesse sentido é comum o operador aumentar a velocidade de trabalho e o controlador compensar com aumento da pressão do sistema, reduzindo o diâmetro de gotas, o que pode gerar deriva.</p>
<h3>6. Pontas de pulverização</h3>
<p><strong>Para uma boa pulverização, ela deve apresentar gotas no tamanho de interesse e com o mínimo de deriva possível</strong>, sempre de acordo com o que o produto e as condições do alvo a ser pulverizado exijam.</p>
<p>A ponta de pulverização é responsável por diversos aspectos relacionados à qualidade da aplicação, como diâmetro das gotas, distribuição do líquido pulverizado, uniformidade de distribuição e vazão da calda. O espectro de gotas segundo (ASABE, 2009) classifica em oito classes, sendo elas apresentadas na tabela a seguir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41654" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao.png" alt="Classe de gotas de pulverização" width="711" height="447" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao.png 711w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-300x189.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-370x233.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-270x170.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/gotas-pulverizacao-150x94.png 150w" sizes="auto, (max-width: 711px) 100vw, 711px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classe de gotas de pulverização.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16848" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-13.jpg" alt="Tipos de pontas de pulverizador" width="600" height="244" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tipos de pontas vs. tamanho de gotas.</span></p>
<p>Sendo assim a escolha correta das pontas de pulverização deve priorizar os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Modo de ação dos produtos;</li>
<li>Condições climáticas;</li>
<li>Situação do alvo a ser controlado.</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> as condições climáticas para uma boa pulverização preconizam que tenha umidade relativa superior a 50%, temperatura inferior a 30°C e velocidade do vento entre 2 e 10 km/h. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As condições climáticas podem interferir diretamente no risco de deriva, onde é definido através do volume pulverizado por determinada ponta a uma determinada pressão com gotas inferiores a 100 micrômetros de diâmetro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para avaliação do risco de deriva no campo tem-se utilizado papel sensível à água</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">posteriormente uso de um software que realiza a contagem de gotas por cm² </span><span style="font-weight: 400;">e mensurar o diâmetro </span><span style="font-weight: 400;">mediano volumétrico das gotas. Além disso</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> possibilita a investigação do percentual de cobertura no interior do dossel das plantas cultivadas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41655" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas.png" alt="Número de gotas por tipo de aplicação" width="506" height="251" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas.png 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-300x149.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-370x184.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-270x134.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/numero-gotas-150x74.png 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Número de gotas por cm² vs. tipo de aplicação.</span></p>
<h3>7. Limpeza do tanque de pulverização</h3>
<p>Com a intensificação de cultivo de safra e safrinha, mistura de defensivos agrícolas nos tanques de pulverização e o número de aplicações realizadas durante os cultivos, os pulverizadores começam a acumular resíduos de defensivos agrícolas até que seja feita a correta limpeza de todo o sistema de pulverização.</p>
<p>Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, deve ser realizada uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formatação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos.</p>
<p>O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.</p>
<p>Caldas com dificuldade de homogeneização, entupimentos de pontas, obstrução de filtros pode ser advindo de uma falta de limpeza do sistema de pulverização. Na tabela a seguir são apresentados os passos a serem seguidos para uma limpeza de tanque de pulverização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41656" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque.png" alt="Etapas de limpeza do tanque " width="554" height="491" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque.png 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-300x266.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-370x328.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-270x239.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-338x300.png 338w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/limpeza-tanque-150x133.png 150w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Etapas para limpeza do tanque de pulverização. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16850" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15.jpg" alt="Tubulação com resíduos de defensivos agrícolas" width="600" height="328" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15.jpg 1353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-1024x559.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-768x419.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-740x404.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-15-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tubulação de pulverizador com resíduos de defensivos agrícolas. </span></p>
<h3>8. Uso de EPI’s</h3>
<p><strong>O uso seguro de defensivos agrícolas exige o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</strong>. As recomendações hoje existentes para o uso de EPI são bastantes genéricas e padronizadas, não considerando variáveis importantes como o tipo de equipamento utilizado na operação, os níveis reais de exposição e, até mesmo, as características ambientais e da cultura onde o produto será aplicado.</p>
<p>EPI&#8217;s são ferramentas de trabalho que visam proteger a saúde do trabalhador que utiliza os defensivos agrícolas, reduzindo os riscos de intoxicações decorrentes da exposição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16853" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18.jpg" alt="Vias de exposição aos defensivos agrícolas" width="600" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18.jpg 1341w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-1024x569.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-768x427.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-370x206.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-740x411.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-18-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vias de exposição do corpo humano. </span></p>
<p>A função básica dos EPI&#8217;s é proteger o organismo de exposições ao produto tóxico, minimizando o risco. Intoxicação durante o manuseio ou a <strong>aplicação de produtos fitossanitários</strong> é considerado acidente de trabalho.</p>
<p>O uso do EPI é uma exigência da legislação trabalhista brasileira através de suas normas regulamentadoras. O não cumprimento poderá acarretar ações de responsabilidade cível e penal, além de multas aos infratores.</p>
<p>Quanto às responsabilidades a legislação trabalhista prevê que são obrigações do empregador:</p>
<ul>
<li>Fornecer os EPI’s adequados ao trabalho;</li>
<li>Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI’s;</li>
<li>Fiscalizar e exigir o uso dos EPI’s;</li>
<li>Repor os EPI’s danificados.</li>
</ul>
<p>Como obrigação do trabalhador:</p>
<ul>
<li>Usar e conservar os EPI&#8217;s.</li>
</ul>
<p>É recomendado que o fornecimento de EPI e que treinamentos ministrados sejam registrados através de documentação apropriada para eventuais esclarecimentos em causas trabalhistas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16854" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19.jpg" alt="EPI para aplicação de defensivos agrícolas" width="600" height="519" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19.jpg 739w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-300x259.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-370x320.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-270x233.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-347x300.jpg 347w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/tecnologia-defensivos-agricolas-19-150x130.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">EPI para manuseio de defensivos agrícolas. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41657" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi.png" alt="Ordem de vestir e retirar o EPI" width="594" height="495" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi.png 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-300x250.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-370x308.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-270x225.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-360x300.png 360w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/uso-epi-150x125.png 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ordem de vestir e retirar o EPI.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Percebemos que para obter sucesso na aplicação de defensivos agrícolas, <strong>o mais importante é a capacitação do operador do pulverizador na compreensão dos pontos críticos atrelados à prática da pulverização, protegendo a lavoura com eficiência e otimização dos recursos.</strong></p>
<p>Seguindo essas e outras recomendações, as chances do sucesso e eficácia da aplicação de defensivos agrícolas serão com certeza maiores. Por isso, a busca pelo conhecimento e especialização deve ser contínua.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício</a></strong>, você vai aprender como otimizar cada aplicação, reduzir desperdícios e obter os melhores resultados com técnicas modernas e de fácil implementação. O conteúdo é direto ao ponto, prático e ensinado por especialistas com vasta experiência no setor agrícola.</p>
<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39956 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg" alt="Curso Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/banner-curso-ppg-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Vassourinha-de-botão: como identificar e controlar essa planta daninha</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/vassourinha-de-botao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura. A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas. O manejo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura.</p>
<p><strong>A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas.</strong></p>
<p>O manejo em pré-semeadura ou “<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/" target="_blank" rel="noopener">dessecação</a></strong>” é fundamental para um bom desenvolvimento das lavouras. A eliminação das plantas daninhas, antes da semeadura, permite que a cultura tenha um desenvolvimento inicial rápido e vigoroso.</p>
<p>A literatura tem demonstrado que aplicações sequenciais, que introduzem antecipadamente herbicidas sistêmicos, tais como glyphosate e 2,4-D, e após 15 a 20 dias, na véspera ou na data da semeadura, herbicidas de contato, como paraquat, paraquat em mistura com diuron, diquat e flumioxazin, proporcionam maior eficiência no controle das plantas daninhas.</p>
<p>A utilização isolada do <em>glyphosate</em> já não é mais garantia de uma boa dessecação.</p>
<p>Plantas daninhas resistentes ou com tolerância a este herbicida, como a buva, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/" target="_blank" rel="noopener">capim amargoso</a></strong> e o capim pé-de-galinha já são responsáveis pela utilização de outros herbicidas nas áreas cultivadas com soja no Brasil. <strong>Além disso,</strong> <strong>existem atualmente 41 casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas no país.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a vassourinha de botão?</h2>
<p>A planta daninha <strong>vassourinha de botão</strong> (<em>Spermacoce</em> sp.) é uma espécie dentro da família Rubiaceae, nativa da América Tropical, introduzida em outras regiões do mundo.</p>
<p>Sua reprodução é exclusiva por sementes, a via fotossintética provável é a do tipo C3 e o ciclo de vida é classificado como perene simples.</p>
<p>As sementes são do tipo fotoblásticas positivas preferenciais e as temperaturas que promovem maior germinação estão entre 20 e 35°C, além disso, a dinâmica populacional da planta é influenciada por elevadas temperaturas (acima de 25 °C) e condições de luminosidade de 12 horas diárias. As estruturas reprodutivas são produzidas em grande quantidade sendo de fácil dispersão.</p>
<p><strong>A vassourinha de botão é uma espécie que apresenta biótipos tolerantes ao <em>glyphosate</em></strong>, e que estão amplamente distribuídos nas lavouras brasileiras. É uma espécie capaz de formar grandes infestações e interferir negativamente em culturas agrícolas e pastagens por meio da competição por nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como controlar a vassourinha de botão?</h2>
<p><strong>As plantas daninhas competem com a cultura da soja pelos recurso</strong>s, competição essa que é importante por poder afetar o desenvolvimento da cultura causando perdas na produtividade, redução na qualidade dos grãos, maturação desuniforme e até inviabilização da colheita.</p>
<p>O manejo dessas plantas daninhas, como a vassourinha de botão, consiste em suprimir o crescimento ou a densidade de indivíduos até níveis aceitáveis, não ocasionando prejuízos para a cultura principal.</p>
<p>Existem diferentes métodos para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">controle de plantas daninhas</a></strong>, sendo o controle químico, principalmente na cultura da soja, o mais utilizado.</p>
<p>Entre os mecanismos de ação utilizados para controle de plantas daninhas dicotiledôneas, se destacam os Inibidores da 5-enolpiruvilchiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), inibidores da enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), Mimetizadores de Auxina (AUXINA), Inibidores do Fotossistema I e II (FSI e FSII) e Inidores da Acetolactato Sintase (ALS).</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> são a principal e mais eficiente ferramenta usada para controle de plantas daninhas na cultura da soja.</p>
<p>O uso desses produtos em pré ou pós-emergência, combinados com outras práticas de manejo, são suficientes para garantir vantagem competitiva para a soja nos estádios iniciais e mesmo durante todo o ciclo. Entre as vantagens do controle químico, podem ser destacadas a eficiência; praticidade e rapidez na operação.</p>
<p>Existem diversas plantas daninhas que apresentam difícil controle. Nesse quesito tem destaque <strong>a vassourinha-de-botão, espécie vem se tornando problema em várias áreas por apresentar difícil controle</strong>, já que os herbicidas utilizados no manejo da lavoura não estão apresentando bom percentual de controle, principalmente o <em>glyphosate</em>, herbicida do qual a planta é considerada tolerante.</p>
<p>Em condições de campo, consultores e produtores relatam bons resultados de controle de <i>Spermacoce sp.</i> com aplicações de herbicidas que agem na PROTOX.</p>
<p>Esse mecanismo contém os herbicidas tidos como mais eficazes para controle de vassourinha de botão com tolerância ao <em>glyphosate</em>. No caso de vassourinha de botão, os mecanismos de tolerância são relacionados com baixa translocação de herbicidas nas plantas.</p>
<p>A competição com plantas de vassourinha de botão durante todo ciclo da soja ocasiona reduções nos índices produtivos, fitomassa da planta e produtividade de grãos da cultura.</p>
<p><strong>Cada planta de vassourinha-de-botão em competição com a cultura da soja durante todo ciclo é capaz de reduzir a produtividade da soja em 1,3 a 4,2%,</strong> equivalente a 0,8 a 2,6 sacas de 60 kg por hectare.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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		<title>Produção agrícola no Brasil: qual o cenário atual e perspectivas para o futuro?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 18:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente tem-se discutido que, com o aumento da população mundial estimado em 9 bilhões de pessoas em 2050, praticamente deverá dobrar a produtividade das culturas para abastecimento do consumo humano e animal. Um aumento entre 25% e 70% acima dos níveis atuais de produção pode ser suficiente para atender à demanda da safra 2050 (Hunter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente tem-se discutido que, <strong>com o aumento da população mundial estimado em 9 bilhões de pessoas em 2050, praticamente deverá dobrar a produtividade das culturas para abastecimento do consumo humano e animal.</strong></p>
<p>Um aumento entre 25% e 70% acima dos níveis atuais de produção pode ser suficiente para atender à demanda da safra 2050 (Hunter et al., 2017).</p>
<p>Ao mesmo tempo, as perdas de nutrientes e as emissões de gases de efeito estufa da agricultura devem cair drasticamente pela adoção de sistemas conservacionistas, a fim de restaurar e manter o funcionamento do ecossistema.</p>
<p>Prevê-se que a demanda por alimentos aumente, enquanto os impactos ambientais devem despencar. Os pedidos para duplicar a produção agrícola a partir de uma linha de base recente implicam taxas de crescimento fora do intervalo das projeções empíricas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Projeções de produção de grãos no mundo</h2>
<p>O trabalho da OECD-FAO (2019) projeta uma <strong>produção mundial da ordem de 1,311 bilhão de toneladas de milho para a safra 2027/28.</strong> Deste total, cerca de 60,0% devem ser destinados à alimentação animal, 13,4% ao consumo humano e 15,5% à produção de biocombustíveis.</p>
<p>Os maiores incrementos serão representados pelos 5 países:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">China (+47 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estados Unidos (+31 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Brasil (+25 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Argentina (+17 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ucrânia (+6 milhões de toneladas).</li>
</ol>
<p>O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos projeta exportações totais de milho da ordem de 188,8 milhões de toneladas em 2027/28. Esse volume deverá ser suprido principalmente pelos Estados Unidos, 29,6%. No entanto, a ordem aqui muda um pouco, pois é seguido por:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Brasil, 23,7%;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ucrânia, 16,2%;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Argentina, 17,2%.</li>
</ul>
<p>Em volume, as exportações brasileiras previstas pelo USDA são de 44,8 milhões de toneladas. Os maiores importadores, em um total de 84,0 milhões de toneladas, serão:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">México;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Japão;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">União Europeia;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Irã;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Egito.</li>
</ol>
<p>Segundo o USDA (2018), o comércio internacional de <i>commodities </i>agrícolas, tais como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/" target="_blank" rel="noopener">milho</a></strong>, soja, e farelo de soja, é impulsionado pela demanda crescente de rações para a produção de frangos e suínos. O consumo internacional de carnes continuará a crescer ao longo do período das projeções.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Futuro brasileiro para produção de grãos</h2>
<p>Saber as projeções para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agronegocio-no-brasil-qual-o-seu-papel-e-importancia/" target="_blank" rel="noopener">agronegócio brasileiro</a></strong> é importante para identificar a direção que o mercado está tomando.</p>
<p>Esse tipo de conhecimento possibilita saber quais as tendências de preços, entre outros pontos importantes.</p>
<p>Podemos observar que haverá aumentos significativos nas safras de grãos:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">De 271,2 milhões de toneladas na safra 2021/22 para 302 milhões de toneladas na safra 2027/28.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A área plantada sairá dos atuais 67,74 milhões de hectares para 71 milhões de hectares em 2027/28.</li>
</ol>
<blockquote><p><em>Percebe-se que o ganho com o agronegócio não será devido somente à expansão de área, mas sim ao ganho com produtividade.</em></p></blockquote>
<p>Atualmente, no Brasil, cerca de 850 mil toneladas de milho estão sendo usadas para etanol. A capacidade industrial atual é para uso de 1,95 milhão de toneladas e, até o final de 2019, essa capacidade deverá crescer para 4,8 milhões de toneladas.</p>
<h2>Sistema de produção de grãos nas regiões do Brasil</h2>
<p><strong>O Brasil é um dos maiores produtores de alimento do mundo</strong>, com potencial para ser o maior produtor mundial. Isso se deve, em partes, porque dispomos de vários recursos, principalmente climáticos, que favorecem a vasta produção de alimentos.</p>
<p>Além do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">clima</a></strong>, o<strong> Brasil apresenta quantidade de água considerável e potencial de mais áreas agricultáveis</strong>, utilizamos apenas 7,8% dessas áreas, com 25,6% de área preservada nos imóveis rurais.</p>
<p>Há também mais investimentos em tecnologia, o que difere positivamente nos valores de produção alcançados, desta forma, o agronegócio vem sendo impulsionado a produzir de maneira eficiente e consciente.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10818" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil.jpg" alt="Uso e ocupação de terras no Brasil" width="600" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-300x202.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-768x516.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-370x249.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-270x181.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-740x497.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Uso e ocupação de terras no Brasil. &#8211; Fonte: Embrapa, (2019).</span></p>
<h2>Rotação de culturas</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">rotação de culturas</a></strong> favorece a manutenção da fertilidade do solo, quebra o ciclo de pragas, doenças e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a>, proporcionando maior rentabilidade ao produtor pela diversificação do cultivo.</p>
<p>Práticas de rotação de culturas devem envolver, preferencialmente, diversidade de espécies (gramíneas e leguminosas) e de arquitetura radicular (fasciculada e pivotante), contribuindo para a ciclagem de nutrientes.</p>
<h2>Sistema de plantio direto</h2>
<p>O <strong>sistema de plantio direto (SPD)</strong> apresenta como pilares fundamentais para a produção sustentável, a construção da fertilidade do solo, antes da sua adoção, e a rotação/sucessão de culturas.</p>
<p>O cultivo de uma safra sempre ocorre sobre os restos culturais de uma lavoura anterior. A palha na superfície do solo, além de ser reserva de nutrientes, auxilia na:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Manutenção da umidade;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aeração;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Temperatura;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Atividade macro e <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>microbiológica do solo</strong></a>.</li>
</ul>
<p>Atualmente, estima-se que existam no Brasil cerca de 33 milhões de hectares sob SPD.</p>
<p>Com as práticas de rotação e sucessão de culturas e o não revolvimento do solo por implementos agrícolas, ocorre aumento da macroporosidade nos solos. Esse fato está relacionado com a diversificação de formas de exploração exercida pelas raízes das plantas no perfil dos solos.</p>
<h3>Como adotar o sistema de plantio direto?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Para adoção do SPD, é necessário um bom cultivo convencional antes da sua implantação</strong>, preconizando-se a correção da acidez pela aplicação e incorporação do calcário aplicado em profundidade no solo.</span></p>
<p>Como o calcário apresenta baixa mobilidade no perfil do solo, associado a uma solubilidade limitada, antes da adoção do SPD, torna-se necessário uma adequada correção da acidez até as profundidades de 30 a 40 cm.</p>
<p>Caso a correção não seja adequada, haverá limitação do desenvolvimento das raízes das plantas, reduzindo a absorção de água e nutrientes. A utilização desta prática, juntamente com a de gessagem, vem sendo uma alternativa para elevar os teores de nutrientes no perfil do solo.</p>
<p>Após a adoção do SPD em solos que necessitam da correção da acidez, é realizada a aplicação de calcário e/ou gesso na superfície, sem incorporação.</p>
<p>A calagem superficial não apresenta efeito rápido na correção da acidez no perfil do solo, entretanto, ao longo dos anos pode-se corrigir a acidez no perfil do solo. Sua associação com o gesso contribui como um carreador de nutrientes no perfil do solo.</p>
<p>A liberação de ácidos orgânicos de baixa massa molecular na superfície do solo, é um dos principais mecanismos da correção da acidez do solo com aplicação de calcário em superfície no SPD.</p>
<p><strong>Nos solos sob SPD de longa duração</strong>, com rotação de culturas e plantas de cobertura há maior produção da palhada. Isso favorece e fortalece:</p>
<ul>
<li>O tamponamento;</li>
<li>A resiliência dos solos;</li>
<li>Estabilidade nos solos de fertilidade construída;</li>
<li>Funcionamento do sistema.</li>
</ul>
<p>Apesar da dificuldade de elevar os teores de matéria orgânica (MO) nas regiões tropicais, a manutenção ou acréscimo aumenta a capacidade de reserva e suprimento de nutrientes pelo solo. Isso é, vinculado a níveis mais elevados de <strong>fertilidade do solo</strong>, biomassa microbiana e produtividade de grãos.</p>
<p><strong>A adoção do SPD promove um sistema mais tamponado pela MO</strong>, reduzindo a ação de processos erosivos pela proteção da palhada, minimizando a perda de nutrientes pela erosão, adsorção ou lixiviação.</p>
<p>Esse sistema favorece também, segundo Resende <i>et. al</i> (2016), a recirculação de nutrientes, pela ciclagem e estabilidade do sistema, proporcionando maior eficiência do:</p>
<ul>
<li>Uso da água;</li>
<li>Redução de custos;</li>
<li>Estabilidade produtiva e econômica;</li>
<li>Melhoria das condições de vida do produtor.</li>
</ul>
<h2>Principais sistemas de sucessão de culturas</h2>
<p>Nas figuras a seguir, estão apresentados alguns dos principais sistemas de rotação/sucessão de culturas utilizados nas principais regiões produtoras de grãos do Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10819 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Centro Oeste do Brasil" width="748" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-740x182.png 740w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Centro Oeste (MT, MS, GO). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10821 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Sul do Brasil" width="742" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png 742w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-740x216.png 740w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Sul (RS, SC, PR). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Sudeste do Brasil" width="740" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Sudeste (SP, MG). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10823 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Norte e Nordeste do Brasil" width="747" height="191" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png 747w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-740x189.png 740w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Norte/Nordeste (BA, TO, MA, PI, PA, AL e SE).</span></p>
<p>Uma opção de rotação de cultura que tem ganhado cada vez mais adeptos pelos múltiplos benefícios, é o <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consórcio milho-braquiária</strong></a>.</p>
<p>Por meio desta técnica é possível aproveitar o excedente hídrico do outono/inverno, em que se cultiva milho segunda safra para, ao mesmo tempo, cultivar a braquiária para formação de resíduos ao SPD.</p>
<p>No caso de propriedades sob o <strong>sistema de integração lavoura-pecuária (ILP)</strong>, a braquiária serve como planta forrageira, justamente no período de maior escassez das pastagens.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tipos de fertilizantes: saiba quais são e veja vantagens e desvantagens de cada um</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[orgânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o crescimento ideal das plantas, os nutrientes devem estar disponíveis em quantidades suficientes e equilibradas. Os solos contêm reservas naturais de nutrientes para as plantas, mas essas reservas estão, em grande parte, em formas indisponíveis e apenas uma pequena porção é liberada a cada ano por meio de atividade biológica ou processos químicos. Essa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o crescimento ideal das plantas, os nutrientes devem estar disponíveis em quantidades <strong>suficientes e equilibradas</strong>. Os solos contêm reservas naturais de nutrientes para as plantas, mas essas reservas estão, em grande parte, em formas indisponíveis e apenas uma pequena porção é liberada a cada ano por meio de atividade biológica ou processos químicos.</p>
<p>Essa liberação é muito lenta para compensar a remoção de nutrientes pela produção agrícola e para atender às necessidades das culturas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
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</script></p>
</div>
<h2>O uso de fertilizantes na agricultura</h2>
<p>Dentre os materiais utilizados na agricultura, <strong>o fertilizante é o mais utilizado</strong>. Com base no processo de produção, pode ser categorizado em três tipos:</p>
<ol>
<li>Biofertilizantes.</li>
<li>Químico;</li>
<li>Orgânico.</li>
</ol>
<p>Os fertilizantes, portanto, são projetados para complementar os nutrientes já presentes no solo.</p>
<p>O uso de adubo químico, adubo orgânico ou biofertilizante tem suas vantagens e desvantagens no contexto do fornecimento de nutrientes, crescimento das culturas e qualidade ambiental.</p>
<p>As vantagens precisam ser integradas para otimizar o uso de cada tipo de fertilizante e obter um manejo equilibrado de nutrientes para o crescimento das culturas.</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos</a></strong> do solo desempenham um papel significativo na regulação da dinâmica da decomposição da matéria orgânica e na disponibilidade de nutrientes para as plantas, como nitrogênio, fósforo e enxofre.</p>
<p>É bem reconhecido que os <strong>inoculantes microbianos</strong> constituem um componente importante do manejo integrado de nutrientes que leva a agricultura.</p>
<p>Além disso, inoculantes microbianos podem ser utilizados como insumo econômico para aumentar a produtividade das culturas. As doses de fertilizantes podem ser reduzidas e mais nutrientes podem ser colhidos do solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologias-voltadas-para-adubacao-na-agricultura?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-tecnologias-adubacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39620 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png" alt="E-book Tecnologias para adubação na agricultura" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Biofertilizantes</h2>
<p>O biofertilizante é definido como uma substância que contém microrganismos vivos e é conhecido por ajudar na <strong>expansão do sistema radicular e na melhor germinação das sementes.</strong></p>
<p>Uma planta saudável geralmente tem uma rizosfera saudável que deve ser dominada por micróbios benéficos. Por outro lado, em solo insalubre e dominado por micróbios patogênicos, o crescimento ideal das plantas não seria possível.</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biofertilizantes-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener">biofertilizantes</a></strong> diferem dos fertilizantes químicos e orgânicos no sentido de que não fornecem diretamente nenhum nutriente às culturas e são culturas de bactérias e fungos especiais. A tecnologia de produção de biofertilizantes é relativamente simples e o custo de instalação é muito baixo em comparação com plantas de fertilizantes químicos.</p>
<p>A <strong>rizosfera</strong> é a zona do solo ao redor da raiz que é afetada por ela. O significado da rizosfera surge da liberação de material orgânico da raiz e do efeito subsequente do aumento da atividade microbiana na ciclagem de nutrientes e no crescimento das plantas. Nela, as quantidades e os tipos de substratos são diferentes do solo e isso leva à colonização por diferentes populações de bactérias, fungos, protozoários e nematoides.</p>
<p>Outros fatores físico-químicos que podem ser diferentes nesta região são acidez, umidade e estado nutricional, condutividade elétrica e potencial redox.</p>
<p>A associação entre organismos e raízes pode ser benéfica (absorção de água, estabilização do solo, promoção do crescimento, fixação de N₂, biocontrole, antibiose e simbiose), prejudicial (infecção e fitotoxicidade) ou neutra (fluxo de nutrientes, liberação de enzimas livres, fixação, aleopatia e competição).</p>
<p>Esses efeitos dependem frequentemente das condições do solo e, portanto, devem ser considerados variáveis.</p>
<p>As interações que são benéficas para a agricultura incluem micorrizas, nodulação de leguminosas e produção de compostos antimicrobianos que inibem o crescimento de patógenos.</p>
<p>Claramente, o objetivo de manipular a rizosfera deve ser aumentar o equilíbrio dos efeitos benéficos, uma vez que a rizosfera é profundamente afetada pela fertilização.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fertilizantes químicos</h2>
<h3>Vantagens do uso de fertilizantes químicos</h3>
<ul>
<li>Os nutrientes são solúveis e imediatamente disponíveis para as plantas, portanto, o efeito geralmente é direto e rápido.</li>
<li>O preço é mais baixo e mais competitivo do que o fertilizante orgânico, o que o torna mais aceitável e frequentemente aplicado pelos usuários.</li>
<li>Eles são bastante ricos em nutrientes; apenas quantidades relativamente pequenas são necessárias para o crescimento das culturas.</li>
</ul>
<h3>Desvantagens do uso de fertilizantes químicos</h3>
<ul>
<li>A aplicação excessiva pode resultar em efeitos negativos, como lixiviação, poluição dos recursos hídricos, destruição de microrganismos e insetos amigáveis, suscetibilidade das culturas ao ataque de <strong>doenças</strong>, acidificação ou alcalinização do solo ou redução da <strong>fertilidade do solo</strong> &#8211; causando danos irreparáveis ​​ao sistema geral.</li>
<li>A oferta excessiva de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong> leva ao amolecimento do tecido vegetal, resultando em plantas mais sensíveis a doenças e pragas.</li>
<li>Reduzem a colonização das raízes das plantas com micorrizas e inibem a fixação simbiótica de nitrogênio pelos rizóbios devido à alta fertilização de N.</li>
<li>Aumentam a decomposição da matéria orgânica do solo, o que leva à degradação da estrutura do solo.</li>
<li>Os nutrientes são facilmente perdidos dos solos por fixação, lixiviação ou emissão de gases e podem levar à redução da eficiência dos fertilizantes.</li>
</ul>
<h2>Fertilizantes orgânicos</h2>
<h3>Vantagens dos fertilizantes orgânicos</h3>
<ul>
<li>O fornecimento de nutrientes é mais equilibrado, o que ajuda a manter as plantas saudáveis.</li>
<li>Aumentam a atividade biológica do solo, o que melhora a mobilização de nutrientes de fontes orgânicas e químicas e a decomposição de substâncias tóxicas.</li>
<li>Aumentam a colonização de micorrizas, o que melhora a oferta de P.</li>
<li>Melhoram o crescimento das raízes devido à melhor estrutura do solo.</li>
<li>Aumentam o teor de matéria orgânica do solo, melhorando assim, a capacidade de troca de nutrientes, aumentando a retenção de água no solo, promovendo a agregação do solo e tamponando o solo contra a acidez, alcalinidade, salinidade, pesticidas e metais pesados ​​tóxicos.</li>
<li>Liberam nutrientes lentamente e contribuem para o reservatório residual de N e P orgânico no solo, reduzindo a perda por lixiviação de N e a fixação de P; eles também podem fornecer micronutrientes.</li>
<li>Fornecem alimentos e estimulam o crescimento de microrganismos benéficos e minhocas.</li>
<li>Ajudam a suprimir certas doenças de plantas, doenças do solo e parasitas.</li>
</ul>
<h3>Desvantagens de usar fertilizantes orgânicos</h3>
<ul>
<li>Eles são comparativamente baixos em teor de nutrientes, portanto, é necessário um volume maior para fornecer nutrientes suficientes para o crescimento das culturas.</li>
<li>A taxa de liberação de nutrientes é muito lenta para atender às necessidades das culturas em pouco tempo, portanto, pode ocorrer alguma deficiência de nutrientes.</li>
<li>Os principais nutrientes das plantas podem não existir no fertilizante orgânico em quantidade suficiente para sustentar o crescimento máximo da cultura.</li>
<li>A composição nutricional do composto é altamente variável; o custo é alto comparado aos fertilizantes químicos.</li>
<li>A aplicação prolongada ou pesada em solos agrícolas pode resultar em acúmulo de sais, nutrientes ou metais pesados e pode afetar adversamente o crescimento de plantas, organismos do solo, qualidade da água e saúde animal e humana.</li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A gestão eficiente da nutrição das plantas deve assegurar uma <strong>produção agrícola melhorada e sustentável</strong> e salvaguardar o ambiente.</p>
<p>O fertilizante químico, orgânico ou microbiano tem suas vantagens e desvantagens em termos de fornecimento de nutrientes, qualidade do solo e crescimento das culturas.</p>
<p>Desenvolver um sistema adequado de manejo de nutrientes que integre o uso desses três tipos de fertilizantes pode ser um desafio para alcançar a meta da agricultura sustentável.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Uso de biofertilizantes na agricultura: veja a importância e benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 13:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Biofertilizantes são substâncias que contém microrganismos vivos que apresentam propriedades benéficas para o crescimento e desenvolvimento das plantas. Vários mecanismos são usados ​​por cepas microbianas para aumentar a absorção de nutrientes, melhorar a fertilidade do solo e aumentar o rendimento das culturas, como fixação de nitrogênio, solubilização de potássio e fósforo, excreção de fitohormônios, produção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Biofertilizantes são substâncias que contém microrganismos vivos que apresentam propriedades benéficas para o <strong>crescimento e desenvolvimento</strong> das plantas.</p>
<p>Vários mecanismos são usados ​​por cepas microbianas para aumentar a absorção de nutrientes, melhorar a fertilidade do solo e aumentar o rendimento das culturas, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">fixação de nitrogênio</a></strong>, solubilização de potássio e fósforo, excreção de fitohormônios, produção de substâncias supressoras de fitopatógenos, proteção de plantas contra estresses abióticos e bióticos e desintoxicação de poluentes subterrâneos.</p>
<p>Considerando as crescentes exigências de consumo na terra e os perigos decorrentes do uso excessivo de fertilizantes químicos e pesticidas, os biofertilizantes são considerados uma <strong>alternativa promissora e não tóxica aos agroquímicos sintéticos</strong>, incluindo controle de fungos e minimização da contaminação por micotoxinas.</p>
<p>Considera-se que a implementação de inoculantes microbianos supera as deficiências associadas às técnicas agrícolas baseadas em produtos químicos. A pesquisa sobre o uso generalizado de biofertilizantes, portanto, é uma das principais no trabalho científico para o desenvolvimento da agricultura sustentável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são biofertilizantes?</h2>
<p>Biofertilizantes é um termo interpretado de várias maneiras. Não é difícil encontrar definições que identifiquem o biofertilizante como extrato de algas marinhas, resíduos urbanos compostos, misturas microbianas com constituintes não identificados ou produtos fertilizantes minerais enriquecidos com compostos orgânicos.</p>
<p>Curiosamente, os trabalhos de pesquisa científica apresentam uma interpretação muito ampla desse termo, representando desde <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubos verdes</a></strong>, passando por estercos animais, até extratos de plantas.</p>
<p>O conceito de biofertilizante mudou junto com o estado do conhecimento sobre as associações que ocorrem entre os microrganismos do solo e as plantas. Não se deve determinar como biofertilizante, mas como <strong>inoculante, </strong>aquelas substâncias que melhoram o aproveitamento dos nutrientes presentes no solo, mas não os substituem (como os fertilizantes minerais).</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Da mesma forma, os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos</a></strong> que potencializam o crescimento das plantas pela síntese de fitohormônios são considerados como <strong>fitoestimuladores ou bioestimulantes</strong>, enquanto aqueles que possuem a capacidade de biodegradar poluentes orgânicos são referidos como rizorremediadores. Nem todos os inoculantes microbianos, portanto, devem ser identificados diretamente como biofertilizantes.</p>
<p>O <strong>biofertilizante</strong> é um microrganismo individual que <strong>exerce propriedades promotoras de crescimento de plantas</strong>, mas no contexto agronômico, esse termo se refere ao produto composto por cepa(s) benéfica(s), que são úteis na mobilização de nutrientes, incluídos em um carreador, possuindo características que permitem seu armazenamento no momento especificado pelo produtor, e pronto para aplicação efetiva no solo ou planta.</p>
<p>Nesse ângulo, o biofertilizante também pode possibilitar a adição de substâncias que contribuem para a melhora da atividade dos microrganismos.</p>
<p>Não use o termo “biofertilizante” de forma intercambiável, não apenas com termos como esterco vegetal ou animal, consórcio ou fertilizantes se referindo à combinação de compostos minerais e orgânicos, mas também, com bioestimulantes derivados de microrganismos (produtos à base de células microbianas mortas ou extratos de microrganismos origem).</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a função dos biofertilizantes?</h2>
<p>O principal papel da aplicação de biofertilizantes é <strong>promover o crescimento das plantas sem efeitos colaterais prejudiciais</strong> para o meio ambiente e aumentar a produtividade das colheitas. A inoculação com biofertilizante aumentou o rendimento da cultura em média 16,2% em comparação com os controles não inoculados.</p>
<p>Os biofertilizantes microbianos desempenham um papel crucial na manutenção da fertilidade do solo no nível adequado e na melhoria de sua estrutura, influenciando a agregação das partículas do solo.</p>
<p>Eles também contribuem para:</p>
<ul>
<li>Melhor relação planta-água;</li>
<li>Proporcionam proteção contra a seca;</li>
<li>Tornam as plantas menos propensas a algumas doenças do solo, inclusive causadas por fungos que produzem adicionalmente micotoxinas;</li>
<li>Reduzem a incidência de insetos-praga.</li>
</ul>
<p>Embora os biofertilizantes sejam uma abordagem comercialmente promissora na agricultura sustentável, existem alguns inconvenientes que os tornam menos competitivos, como vida útil limitada, falta de materiais adequados para produção, aumento da sensibilidade a altas temperaturas e dificuldades relacionadas ao armazenamento e transporte.</p>
<p>Além disso, os fertilizantes microbianos requerem maiores quantidades para fornecer às plantas um teor de nutrientes suficiente, sua eficácia depende das condições do solo prevalecentes na zona de aplicação e os resultados de sua ação são perceptíveis após uso prolongado.</p>
<p>Novas tecnologias, no entanto, estão sendo desenvolvidas para superar as desvantagens associadas à aplicação de biofertilizantes em ecossistemas agrícolas.</p>
<h2>Biofertilizantes e a sustentabilidade na agricultura</h2>
<p>Os biofertilizantes constituem uma ferramenta promissora em ecossistemas agrícolas como fonte complementar, renovável e ecologicamente correta de nutrientes vegetais.</p>
<p>Como eles têm a capacidade de transformar elementos nutricionalmente importantes de formas não utilizáveis ​​em formas altamente assimiláveis, sem efeitos deletérios no ambiente natural, eles são um componente importante do <strong>Sistema Integrado de Nutrientes Vegetais</strong>.</p>
<p>A aplicação de fertilizantes biológicos é um elemento-chave para manter a <strong>fertilidade do solo</strong> e a produtividade das culturas em um nível suficientemente alto, indispensável para alcançar a sustentabilidade da agricultura.</p>
<p>Os biofertilizantes também podem ajudar a mitigar as armadilhas decorrentes da crescente demanda da população global por alimentos e da química generalizada nos agroecossistemas.</p>
<p>A mudança na abordagem das práticas agrícolas os torna uma parte vital da produção agrícola moderna e enfatiza a importância dos inoculantes biológicos nos próximos anos. Sabe-se que vários microrganismos da rizosfera exercem várias atividades promotoras de crescimento de plantas, mas muito poucos foram formulados na forma de biofertilizantes.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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		<title>As 7 principais doenças do trigo: saiba como fazer o manejo correto</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2022 17:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[brusone]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do trigo]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[manchas amareladas]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ocorrência e intensidade de doenças na cultura do trigo, são afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil. Em sua grande maioria, as doenças são causadas por fungos, embora enfermidades causadas por bactérias e vírus também possam causar danos importantes. Devido ao cenário de diversidade de ambientes na qual a cultura do trigo tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocorrência e intensidade de doenças na cultura do trigo, são afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil.</p>
<p>Em sua grande maioria, <strong>as doenças são causadas por fungos</strong>, embora enfermidades causadas por bactérias e vírus também possam causar danos importantes.</p>
<p>Devido ao cenário de diversidade de ambientes na qual a cultura do trigo tem sido cultivada, se torna mais difícil a viabilização de sistemas padronizados de controle, resultando em uma condição no qual o efeito local se apresenta como grande importância no manejo de doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>As principais doenças do trigo</h2>
<h3>1. Giberela</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Gibberella zeae. </i>A principal forma assexuada do patógeno é <i>Fusarium graminearum</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Os sintomas iniciais são observados nas aristas, que desviam do sentido daquelas de espiguetas não afetadas. Posteriormente, aristas e espiguetas adquirem coloração esbranquiçada ou cor de palha. Em cultivares muito suscetíveis, os sintomas progridem para o pedúnculo, que adquire coloração marrom. Também podem ocorrer nas espigas sintomas similares aos da brusone.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">giberela</a></strong> é extremamente influenciada pelo ambiente, cujas condições climáticas favoráveis são de frequente precipitação pluvial e temperaturas entre 20 °C e 25 °C.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: A giberela é uma doença de difícil controle. A integração de medidas de controle é a melhor estratégia para minimizar os prejuízos quantitativos e qualitativos por giberela.</p>
<h3>2. Brusone</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Pyricularia oryzae</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Aparecem em folhas, colmos e espigas, mas o dano mais significativo ocorre nas espigas.</p>
<p>Em lavouras de sequeiro no Cerrado brasileiro, com semeaduras precoces (realizadas antes de meados de março), a ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brusone-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">brusone</a></strong> nas folhas pode se configurar em um grave problema, a ponto de promover perda total da lavoura.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: plantas em estádio de espigamento, temperatura variando entre 24 ºC e 28 ºC e períodos constantes de chuva, com manutenção de alta umidade relativa.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O controle químico de brusone na parte aérea das plantas de trigo se baseia no princípio de que a espiga deve estar protegida preventivamente à infecção do patógeno. A chuva que forma o molhamento necessário para iniciar a infecção. Vários experimentos de campo determinaram que fungicidas comerciais com mancozebe na sua formulação foram os de maior eficiência para controlar a brusone do trigo.</p>
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<h3>3. Mancha-amarela</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Pyrenophora tritici-repentis</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: No início do desenvolvimento da doença, ocorrem lesões em forma de pequenas manchas de coloração marrom-bronzeada, que se expandem para manchas ovais ou em forma de diamante. Em volta das lesões é comum a ocorrência de um halo clorótico com um ponto mais escuro no centro da lesão.A doença é mais severa em folhas mais velhas, após a emissão da folha bandeira. A planta, entretanto, pode ser infectada e apresentar sintomas desde a emissão das primeiras folhas, ainda jovens. Essa infecção inicial ocorre, muitas vezes, pelo inóculo primário, presente nos restos culturais deixados sobre o solo, entre uma safra e outra.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: Em condições climáticas favoráveis, com chuva frequente e temperatura em torno de 25 °C, a doença prolifera para as folhas superiores.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: É um fungo necrotrófico, ou seja, que sobrevive e se desenvolve sobre restos culturais.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de fungicidas é sempre uma boa alternativa, especialmente em condições meteorológicas favoráveis à ocorrência da doença. Muitas vezes, essas condições favoráveis são previsíveis.</p>
<p>Em anos de ocorrência do fenômeno “El Niño”, é esperado que os meses de setembro e de outubro sejam de temperaturas e de volume de chuvas acima da média normal, altamente favoráveis ao desenvolvimento e à dispersão do patógeno. Em anos assim, será necessário ao menos uma aplicação de fungicida, dependendo do clima e da cultivar utilizada.</p>
<p>O momento da aplicação é outro fator igualmente importante, que depende do momento da ocorrência da doença que, por sua vez, depende das folhas de trigo com sintomas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong>.</p>
<p>Porções de folhas de trigo com sintoma de mancha-amarela coincidência entre clima favorável e cultivar suscetível. Considerando-se apenas uma aplicação para o controle dessa doença, dados de experimentos têm demonstrado que a ocorrência da doença durante o emborrachamento pode ser mais crítica para a cultura.</p>
<p>Uma possível explicação é que nessa fase há redução de área verde, devido às áreas necrosadas pelo patógeno, quando a planta mais precisa de fotoassimilados, que é o enchimento de grãos.</p>
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<h3>4. Ferrugem da folha</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Puccinia triticina</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Os sintomas ocorrem principalmente nas folhas como lesões elípticas, formando pústulas com uredosporos de cor alaranjada.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: O desenvolvimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">ferrugem da folha</a></strong> ocorre rapidamente a temperaturas entre 10 °C e 30 °C e, em condições favoráveis, com alta densidade de inóculo e em cultivares suscetíveis, os sintomas podem aparecer em outros tecidos verdes da planta.</p>
<p><i>Puccinia triticina</i> sobrevive somente em tecidos vivos dos hospedeiros, mas os uredosporos têm vida relativamente longa e podem permanecer no campo, longe dos hospedeiros por várias semanas.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: A disseminação dos esporos ocorre principalmente pelo vento.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de cultivares com resistência genética é a medida de controle mais eficiente e econômica. Para o controle químico tem sido realizada a aplicação de estrobirulinas e triazóis nos órgãos aéreos das plantas.</p>
<h3>5. Nanismo amarelo</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <em>Barley yellow dwarf virus</em> &#8211; PAV</p>
<p><strong>Sintomas</strong>: O sintoma mais evidente é o amarelecimento das folhas no sentido ápice-base. Os danos, porém, já iniciam quando o vírus é introduzido no sistema vascular da planta durante a alimentação dos afídeos. Pode ocorrer o escurecimento das espigas (confundido com outras patologias).</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: A transmissão ocorre por afídeos (pulgões), principalmente, <i>Rhopalosiphum padi,</i> do outono à primavera, e por <i>Sitobion avenae</i>, na primavera.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O manejo inicia na escolha da cultivar. As cultivares disponíveis são suscetíveis ao vírus, mas variam em tolerância. Cultivares intolerantes podem perder mais de 60% do seu potencial produtivo.</p>
<p>O segundo passo é o manejo dos afídeos. Com a ação de inimigos naturais (parasitóides e predadores), as populações de afídeos não costumam atingir níveis que causem dano direto, mas causam danos pela transmissão do vírus, sendo necessária ação complementar com inseticidas.</p>
<p>Recomenda-se o Tratamento de Sementes (TS) com inseticidas sistêmicos que, em geral, dura até 30 dias após a semeadura.</p>
<h3>6. Mosaico do trigo</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>:<em> Soil-borne wheat mosaic virus</em> (SBWMV)</p>
<p><strong>Sintomas</strong>: O longo período de sobrevivência do vetor no solo (superior a cinco anos) e a ampla gama de plantas hospedeiras, dificultam o controle desta virose de outra forma que não por meio da resistência genética.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: Os danos à produção costumam ser limitados às áreas da lavoura onde o vetor se concentra, mas sob condições de alta umidade, grandes áreas podem ser comprometidas.</p>
<p>Cultivares suscetíveis semeadas em áreas com inóculo, quando a precipitação pluvial mensal acumulada supera 200 mm, apresentam danos ao redor de 50% na produtividade de grãos.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: O vírus é transmitido por <i>Polymyxa graminis</i>, microrganismo residente no solo e parasita obrigatório de raízes de plantas.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: Atualmente, há cultivares disponíveis com resistência, que podem ser empregadas em áreas com a doença.</p>
<h3>7. Oídio</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Blumeria graminis</i> f. sp. <i>tritici</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: A superfície das plantas, principalmente a folha, fica recoberta por micélio, conidióforos e conídios de aparência pulverulenta, com coloração branca quando jovem, ou cinza, quando envelhece.</p>
<p>Aparece principalmente em folhas inferiores, mas pode causar crestamento em folhas superiores, espigas e aristas de cultivares suscetíveis. Tecidos foliares infectados se tornam amarelados e, quando severamente atacados, as folhas colapsam e caem.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: Oídio é um fungo biotrófico que se mantém, na entressafra, sobre plantas voluntárias e em restos culturais de trigo, sendo disseminado pelo vento.</p>
<p>A germinação, a infecção e a produção de novos conídios são completadas entre 5 dias e 10 dias, o que leva à ocorrência de muitos ciclos consecutivos da doença, principalmente entre 18 ºC e 22 ºC.</p>
<p>Em climas temperados, temperaturas muito baixas ou longos períodos de chuvas, no outono, retardam a epidemia.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de cultivares de trigo com resistência genética é a forma preferencial de controle. Como o fungo é variável, pode se tornar capaz de infectar cultivares consideradas resistentes em anos anteriores.</p>
<p>O controle químico via tratamento de sementes em cultivares suscetíveis é mais econômico do que pela aplicação de fungicidas nos órgãos aéreos.</p>
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		<title>Controle biológico de pragas na agricultura: o que é e como realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 18:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas. Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de pragas. Uma forma de buscar simular [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas.</p>
<p>Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong>.</p>
<p><strong>Uma forma de buscar simular o equilíbrio populacional dinâmico que ocorre nos ambientes de vegetação natural é promover o controle biológico</strong>, que é um serviço ecossistêmico resultante da ação dos inimigos naturais.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Inimigos naturais e controle biológico</h2>
<p>Os inimigos naturais das plantações podem ser:</p>
<ul>
<li>Patógenos;</li>
<li>Predadores;</li>
<li>Parasitas;</li>
<li>Herbívoros ;</li>
<li>Antagonistas.</li>
</ul>
<p><strong>Atuam sobre as populações de suas presas ou hospedeiros, prestando o serviço ecossistêmico de controle biológico</strong>. Em ambientes agrícolas, quando populações de plantas, animais ou fitopatógenos aumentam em níveis economicamente inaceitáveis.</p>
<p>Além disso, atingem o status de praga e seus inimigos naturais podem ser manejados ou inseridos no sistema para suprimi-las. Permitem, assim, o uso dos agrotóxicos de amplo espectro de forma alternativa.</p>
<p><strong>Como consequência, temos a produção de alimentos de forma mais sustentável, bem como a conservação de habitat naturais.</strong></p>
<p>A pesquisa sobre o controle biológico fez progressos notáveis nos últimos 50 anos, passando de um método baseado em tentativa e erro para uma abordagem mais preditiva, baseada em teorias ecológicas de interações inimigo natural-presas e dinâmica populacional.</p>
<p>Uma atividade tão rigorosa baseada em pesquisa deve ajudar a evitar erros como os cometidos no passado. Uma nova era está se iniciando, em que os benefícios e os riscos são bem compreendidos, de modo que as soluções que maximizam os benefícios e minimizam os riscos possam ser perseguidas e implementadas.</p>
<h2>Práticas agrônomicas de controle biológico</h2>
<p>Rotação de culturas com leguminosas usadas para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubação verde</a></strong> do solo, tais como guandu (<i>Cajanus cajan</i>) e crotalária (<i>Crotalaria juncea</i>), podem também contribuir para atrair e manter inimigos naturais nas áreas cultivadas.</p>
<p>Em área de cultivo de milho, o uso de crotalária como adubo verde favoreceu a presença dos predadores <i>Doru luteipes </i>(Scudder) (Derm.: Forficulidae), <i>Nephila clavipes </i>L. (Aran.: Nephilidae), <i>Orius insidiosus </i>(Say) (Het.: Anthocoridae), <i>Pheidole </i>sp., <i>Solenopsis </i>sp. (Hym.: Formicidae) (Tavares et al., 2011).</p>
<p>Na escolha das espécies a serem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener">cultivadas em consórcio</a></strong>, além dos aspectos agronômicos, é importante considerar as interações bióticas das plantas com:</p>
<ul>
<li>Microrganismos (ex.: fixadores de nitrogênio, estimuladores de crescimento, patogênicos e seus antagonistas);</li>
<li>Animais (ex.: polinizadores, pragas e seus agentes biológicos de controle, detritívoros), assim como interações químicas entre plantas (ex.: alelopatia).</li>
</ul>
<p>Existem espécies de plantas que, quando plantadas em combinação, se comportam como “companheiras”. Assim, favorecem o crescimento mútuo e maximizam o potencial produtivo das áreas plantadas.</p>
<p>Também é importante observar o conjunto de pragas que cada espécie hospeda. Isso evita o uso de plantas nos consórcios que hospedem o mesmo grupo de espécies de pragas e doenças.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Produção em massa do inimigo natural</h3>
<p>Quando os inimigos naturais que ocorrem naturalmente no agroecossistema não conseguem fornecer o nível de controle desejado de determinada praga, o aumento artificial da população de uma ou mais espécies de inimigos naturais selecionados pode ser uma estratégia importante.</p>
<p>Nesse caso, o aumento é feito por liberações do agente de controle biológico por meio das táticas inoculativa e inundativa. <strong>O procedimento mais comum é a produção massal do inimigo natural</strong>.</p>
<p>Em geral, ocorrem em fábricas comerciais altamente especializadas e a liberação em campo de grande número de indivíduos com o objetivo de suprimir a praga em relativamente curto prazo.</p>
<p>Essa estratégia de controle biológico é a mais apropriada quando o agente é um microrganismo. É muito adotada no Brasil para o controle de artrópodes e doenças de plantas. <strong>O aumento de inimigos naturais tem sido bem-sucedido quando o inimigo natural é passível de produção massal.</strong></p>
<h3>Interações tróficas</h3>
<p>Nos agroecossistemas, as cadeias alimentares não são apenas verticais e lineares. Há uma rede de interações conhecidas por <strong>teias tróficas</strong>.</p>
<p>Os consumidores de ordens superiores, que são denominados predadores, parasitoides e patógenos, formam uma complexa rede de interação mútua entre si e com os consumidores de primeira ordem (que são os herbívoros ou fitófagos) e com as plantas.</p>
<p><strong>Essas interações tróficas afetam a abundância relativa das espécies dessas comunidades por causa da competição e do sinergismo entre elas nos diferentes níveis tróficos. </strong></p>
<p>O conhecimento do funcionamento dessas intrincadas interações permite o entendimento de como a introdução de um agente de controle biológico exótico. Este é o caso do controle biológico clássico.</p>
<p>Este, pode alterar a estrutura da comunidade de inimigos naturais existentes em um agroecossistema e as consequências, instantâneas ou em longo prazo, dessa introdução na população de pragas.</p>
<p>Da mesma forma, a mudança na abundância de um inimigo natural pela sua liberação massal, usando a estratégia de controle aumentativo, pode ter impacto imediato ou posterior na teia trófica e modificar a população de pragas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16490 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg" alt="Interações tróficas" width="532" height="581" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg 532w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-275x300.jpg 275w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-370x404.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-270x295.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-150x164.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de teia trófica parcial que mostra a complexidade das interações entre organismos produtores (plantas) e consumidores (herbívoros, fitófagos, parasitoides, patógenos, etc.) de diferentes níveis.</span></span></p>
<h2>Dinâmica populacional</h2>
<p>O princípio da dinâmica populacional está relacionado a uma propriedade fundamental e evidente de que todas as populações de organismos vivos crescem geometricamente quando não sofrem efeitos do ambiente em que estão inseridos.</p>
<p>Dessa forma, uma espécie que apresenta taxa de crescimento <i>r </i>= 2 será capaz de aumentar sua população em oito vezes em apenas três gerações. No entanto, outra espécie com <i>r </i>= 10 será capaz de aumentar sua população em mil vezes nas mesmas três gerações.</p>
<p>Pragas agrícolas como diversas mariposas da família Noctuidae (ex.: lagarta-da-soja, <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-lagartas-na-cultura-do-milho/"><strong>lagarta-do-cartucho-do-milho</strong></a> e curuquerê-do-algodoeiro) são capazes de colocar entre 100 e 300 ovos por fêmea.</p>
<p>Além disso, podem completar seu ciclo vital de ovo a adulto (geração) em menos de 30 dias. Assim, percebe-se como pode ser dramático o crescimento das populações, alcançando valores milionários em apenas uma estação do ano ou uma safra agrícola.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16491 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg" alt="Gráfico de crescimento populacional de pragas " width="485" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg 485w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas teóricas de crescimento exponencial de populações de organismos vivos.</span></span></p>
<h2>Fatores intrínsecos e intraespecíficos</h2>
<p>Fatores intrínsecos e intraespecíficos, como competição e cooperação, <strong>podem alterar o crescimento das populações</strong>. Fatores extrínsecos e abióticos também são capazes de afetar a abundância populacional.</p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener">Mudanças sazonais nas condições climáticas</a></strong>, como: temperatura; umidade relativa do ar; luminosidade; eventos meteorológicos eventuais (como seca, chuvas torrenciais e geadas), são capazes de afetar de forma direta as populações, alterando a sobrevivência, a longevidade e a fecundidade.</p>
<p>Além disso, podem atuar de forma indireta, modificando a abundância de recursos alimentares e hídricos, impactando também a dinâmica populacional das espécies.</p>
<p>Fatores bióticos, como outras espécies competidoras e inimigos naturais como predadores, parasitoides e patógenos, são fatores extrínsecos ou interespecíficos de mortalidade capazes de controlar as populações.</p>
<p>Se, por um lado, <strong>os fatores físicos do ambiente podem matar os indivíduos independentemente de sua densidade</strong>, por outro os fatores bióticos como competidores e inimigos naturais podem atuar em algumas situações independentemente da densidade da população, enquanto em outras situações pode haver aumento da mortalidade em resposta à densidade das populações da praga e de seu inimigo natural.</p>
<h2>Manutenção do controle biológico</h2>
<p><strong>Se o controle biológico é a manutenção da abundância dos indivíduos de uma população por seus inimigos naturais</strong>, o fato de esses inimigos naturais serem capazes de responder à abundância de suas presas ou hospedeiros e aumentar sua interação trófica é fundamental para que haja algum grau de sincronismo entre as populações de forma a manter um estado de equilíbrio dinâmico.</p>
<p>Essa propriedade pela qual uma população é capaz de manter-se dentro de limites máximos e mínimos em torno de um ponto de equilíbrio é conhecida como regulação populacional.</p>
<p>Esse conceito implica, portanto, que o inimigo natural não é apenas um fator de mortalidade quando em contato com a população da praga, mas é capaz de manter a densidade populacional da praga flutuando em um nível de equilíbrio.</p>
<p>Quando a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo um novo patamar de equilíbrio populacional, e passa a apresentar flutuação populacional em sincronia com a praga, ocorrerá uma situação “ideal” em que o controle biológico apresentará sua condição de maior sucesso.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16492" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg" alt="Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico" width="700" height="430" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-768x472.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-370x227.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-270x166.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-740x455.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-150x92.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3.jpg 770w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico: a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo novo patamar de equilíbrio populacional, em sincronia com a praga.</span></span></p>
<h2>Densidade da praga e do inimigo natural</h2>
<p>Este efeito de dependência entre as densidades da praga e seu inimigo natural, por meio da interação trófica e da regulação das populações, está relacionado, com cinco características principais das espécies envolvidas:</p>
<ol>
<li><strong>Densidade da presa</strong>;</li>
<li><strong>Densidade do inimigo natural</strong> (predador ou parasitoide);</li>
<li><strong>Características do ambiente</strong> (por exemplo, número e variedade de alimento ou hospedeiro alternativo);</li>
<li><strong>Características da praga</strong> (por exemplo, seus mecanismos de defesa);</li>
<li><strong>Características do inimigo natural</strong> (por exemplo, técnicas de ataque).</li>
</ol>
<p>Duas dessas variáveis, densidade da praga e densidade do inimigo natural, são características fundamentais em qualquer relação trófica e dão origem a dois componentes básicos para avaliar se a interação é dependente das densidades: a resposta numérica e a resposta funcional do predador.</p>
<p>As interações entre pragas e inimigos naturais auxilia no entendimento dos diferentes mecanismos que regulam o controle natural, sendo essa compreensão fundamental para o uso bem sucedido e seguro do controle biológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">Controle biológico de pragas na agricultura: o que é e como realizar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Plantas de cobertura do solo: conheça as principais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 15:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[gramíneas]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[SPD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A utilização das plantas de cobertura é uma das premissas da agricultura conservacionista, pois possibilita melhorar a saúde do solo de forma sustentável e segura, por meio de processos físicos, químicos e biológicos. As plantas de cobertura propiciam uma melhoria na resposta das culturas, principalmente em anos de estresses ambientais, ocasionados pelas mudanças climáticas. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A utilização das plantas de cobertura é uma das premissas da agricultura conservacionista, pois possibilita <strong>melhorar a saúde do solo de forma sustentável e segura</strong>, por meio de processos físicos, químicos e biológicos.</p>
<p>As <strong>plantas de cobertura propiciam uma</strong> <strong>melhoria na resposta das culturas</strong>, principalmente em anos de estresses ambientais, ocasionados pelas <a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mudanças climáticas</strong></a>. A diversidade das plantas de cobertura é essencial para um sistema produtivo e para a manutenção da saúde do solo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Importância dos resíduos orgânicos na proteção do solo</h2>
<p>O aporte de resíduos orgânicos é fundamental para a cobertura do solo, no intuito de protegê-lo do impacto das gotas de chuva e da erosão, corroborando para uma boa qualidade estrutural, não somente pela adição de matéria orgânica proveniente da rotação de culturas, mas também pelo fornecimento de substrato orgânico como fonte de energia para as populações de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos do solo</a></strong>, que agem na produção do carbono da biomassa microbiana, atuando como agente de estabilização dos agregados do solo, contribuindo com o sequestro de carbono, ciclagem e dinâmica de nutrientes.</p>
<p>Há uma gama de plantas de coberturas utilizadas nos trópicos e subtrópicos, ligadas a serviços de ecossistêmicos, aplicados em sistemas de cultivos anuais ou perenes. Sua adoção depende exclusivamente das diferenças climáticas regionais e pela adoção, ou não, do sistema de plantio direto.</p>
<p>O preparo do solo e as culturas utilizadas, possuem efeito preponderante sobre a estrutura do solo e, consequentemente, os fluxos de água e ar. A <strong>degradação do solo pode ser considerada uma das ameaças mais graves para o ecossistema</strong>, pois compromete a função do solo pelas mais diferentes causas, seja por erosão, compactação, redução nos estoques de carbono do solo e perda de matéria orgânica e nutrientes, acarretando menores produtividades.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é Sistema de Plantio Direto?</h2>
<p>O <strong>Sistema de Plantio Direto (SPD)</strong> é um componente chave para o manejo sustentável do solo, sendo definido pela aplicação de três princípios:</p>
<ol>
<li>Não revolvimento ou menor distúrbio mecânico do solo;</li>
<li>Cobertura do solo pela palhada;</li>
<li>Diversificação das espécies de cultivo (rotação de culturas, sucessão de culturas e consórcio de culturas).</li>
</ol>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">No Brasil</a></strong>, estima-se que tenha uma área de aproximadamente <strong>35 milhões de hectares de lavouras de grãos sob sistema de plantio direto</strong>.</p>
<p>Os principais fatores para a adoção generalizada do SPD são:</p>
<ul>
<li>Redução nos <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e economia de tempo;</li>
<li>Flexibilidade técnica na semeadura, aplicação de corretivos, fertilizantes e controle de plantas daninhas;</li>
<li>Produtividade igual ou maior e mais estabilidade ao longo do tempo;</li>
<li>Maior proteção do solo contra erosão hídrica e eólica;</li>
<li>Maior eficiência na absorção de nutrientes pela planta;</li>
<li>Redução de custos e redução dos problemas de controle de pragas e doenças;</li>
<li>Maior eficiência no armazenamento e captação de água pelas plantas.</li>
</ul>
<p>A rotação de culturas é definida como a <strong>alternância ordenada de diferentes culturas</strong>, em um determinado ciclo, na mesma área e na mesma estação do ano. A sucessão de culturas consiste no <strong>ordenamento de duas culturas na mesma área agrícola</strong> por tempo indeterminado, cada uma cultivada em uma estação do ano.</p>
<p>Sendo assim, modelos de sistemas de produção envolvendo a rotação de culturas se tornam mais complexos, envolvendo maior diversificação de espécies vegetais em comparação à sucessão de culturas.</p>
<p>Para dimensionamento do sistema de produção que apresente resiliência, a adoção de estratégias para diversificação de espécies vegetais que envolvam rotação, sucessão e consórcio de culturas, se torna fator fundamental.</p>
<p>A implantação de um sistema de produção diversificado deve garantir não causar transtornos operacionais ou econômicos, tendo em vista que a diversificação de culturas aumenta o grau de complexidade das tarefas a serem executadas.</p>
<p>Sendo assim, para um modelo de produção envolvendo a primeira e segunda safra para regiões com clima subtropical e tropical, estão como exemplo na figura a seguir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10819" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png" alt="Rotação de culturas no Centro Oeste" width="748" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-740x182.png 740w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png" alt="Rotação de culturas no Sul" width="742" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png 742w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-740x216.png 740w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10822" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png" alt="Rotação de culturas no Sudeste" width="740" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png" alt="Rotação de culturas no Norte e Nordeste" width="747" height="191" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png 747w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-740x189.png 740w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Distribuição temporal de espécies vegetais em um exemplo de modelo de sistema de produção para regiões brasileiras.</span></p>
<p>Dentre as plantas de cobertura utilizadas para estimular a produção de cobertura morta, as leguminosas são as mais requeridas, pois apresentam a capacidade de fixar biologicamente o nitrogênio e disponibilizá-lo para a cultura sucessora.</p>
<p>As leguminosas com potencial de utilização para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubação verde</a></strong>, se destacam:</p>
<ul>
<li>A crotalária (<i>Crotalaria juncea</i>);</li>
<li>O guandu-anão (<i>Cajanus cajan</i>);</li>
<li>O feijão-de-porco (<i>Canavalia ensiformis</i>);</li>
<li>A mucuna-preta (<i>Mucuna aterrima</i>).</li>
</ul>
<p>As gramíneas apresentam alto grau de rusticidade, elevado acúmulo de matéria verde, atuam como reguladoras da temperatura e umidade do solo e diminuem os riscos de erosão pela alta relação C/N e menor velocidade de decomposição da biomassa vegetal.</p>
<h2>Quais opções de plantas de cobertura para SPD?</h2>
<h3>1. Braquiárias (<i>Urocloa brizantha, U. decubens, U. ruziziensis</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. brizantha</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; outubro a fevereiro;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. decumbens</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; outubro a fevereiro;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. ruziziensis</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; novembro a fevereiro.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. brizantha</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; 320 PVC em linha, 520 PVC à lanço;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. decumbens</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; 300 PVC em linha, 600 PVC à lanço;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. ruziziensis</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; 350 PVC em linha, 550 PVC à lanço.</span></li>
</ul>
<p><strong>*PVC, ponto de valor cultural; Quantidade mínima de sementes = PVC / %VC, onde %VC = valor cultural</strong></p>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<p>Época de florescimento dependerá da cultivar selecionada e, para alguns casos, também do fotoperíodo.</p>
<ul>
<li><i>U. brizantha</i> &#8211; 70 a 180 DAS*;</li>
<li><i>U. decumbens</i> &#8211; 70 a 120 DAS;</li>
<li><i>U. ruziziensis</i> &#8211; 40 a 50 DAS.</li>
</ul>
<p>*DAS = dias após a semeadura</p>
<h4>Hábito de crescimento</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. brizantha</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; touceiras eretas;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. decumbens</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; touceiras decumbentes;</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">U. ruziziensis</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; touceiras semieretas.</span></li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<p><i>U. brizantha</i>:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Biomassa: 12 a 27 t/ha/ano;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Massa seca: 8 a 20 t/ha/ano.</span></li>
</ul>
<p><i>U. decumbens</i>:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Biomassa: 20 a 30 t/ha/ano;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Massa seca: 12 a 15 t/ha/ano.</span></li>
</ul>
<p><i>U. ruziziensis</i>:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Biomassa: 20 a 40 t/ha/ano;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Massa seca: 12 a 16 t/ha/ano.</span></li>
</ul>
<h3>2. Crotalárias (<i>Crotalaria breviflora; C. juncea; C. ochroleuca; C. spectabilis</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li><i>C. breviflora: </i>Outubro a novembro – Recomendado; Dezembro a janeiro &#8211; Algumas restrições.</li>
<li><i>C. juncea: </i>Antecipado: Setembro; Recomendado: Outubro a Novembro; Segunda safra &#8211; tardio: Dezembro a Março.</li>
<li><i>C. ochroleuca: </i>Outubro a novembro – Recomendado; Dezembro a março &#8211; Tardia.</li>
<li><i>C. spectabilis: </i>Época ideal: Outubro a Novembro; Segunda safra &#8211; tardia: Dezembro a fevereiro.</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<p><i>C. breviflora;</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: Espaçamento de 0,5 m entre linhas, totalizando 12 kg/ha. De 2 a 3 cm de profundidade;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 25 kg/ha de sementes e cobertas com solo após o lanço.</li>
</ul>
<p><i>C. juncea</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: 25 a 40 sementes/m, totalizando, 25 a 40 kg/ha. Com espaçamento de 0,25 a 0,50 cm entre linhas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 20% de sementes a mais e cobertas com solo após o lanço.</li>
</ul>
<p><i>C. ochroleuca</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: Espaçamento de 0,5 m entre linhas, 10 kg/ha, profundidade de 2 a 3 cm;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 12 kg/ha de sementes e cobertas com solo após o lanço.</li>
</ul>
<p><i>C. spectabilis</i></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Linha: 30 sementes/m, totalizando 12 a 15 kg/ha. Com espaçamento de 0,40 a 0,50 cm entre linhas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lanço: 20% de sementes a mais e cobertas com solo após o lanço;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li><i>C. breviflora: </i>Florescimento ocorre de 90 a 100 dias após o plantio.</li>
<li><i>C. juncea: </i>Florescimento ocorre de 70 a 130 dias após o plantio.</li>
<li><i>C. ochroleuca: </i>Florescimento ocorre de 120 a 135 dias após a semeadura.</li>
<li><i>C. spectabilis: </i>Florescimento ocorre de 110 a 140 dias após o plantio;</li>
</ul>
<p><b>Produção de biomassa</b></p>
<ul>
<li><i>C. breviflora: </i>Biomassa: 15-20 t/ha; Massa seca: 3-5 t/ha.</li>
<li><i>C. juncea: </i>Biomassa: 35-60 t/ha; Massa seca: 10 &#8211; 15 t/ha.</li>
<li><i>C. ochroleuca: </i>Biomassa: 20-30 t/ha; Massa seca: 7-10 t/ha.</li>
<li><i>C. spectabilis: </i>Biomassa: 20-30 t/ha; Massa seca: 4 &#8211; 6 t/ha.</li>
</ul>
<h3>3. Girassol (<i>Helianthus annuus</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sul e Centro Sul: Setembro a janeiro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Safrinha – Centro do Brasil: Janeiro a março.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>3-20 kg/ha (época ideal);</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">60 &#8211; 80 dias após a semeadura;</span></li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>40 &#8211; 70 t/ha; Massa seca: 7 &#8211; 15 t/ha.</li>
</ul>
<h3>4. Milheto (<i>Pennisetum glaucum</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Antecipado: Setembro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Época ideal: Outubro à novembro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Segunda safra &#8211; tardio: Dezembro a maio;</span></li>
</ul>
<h4>Produção de forragem</h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">15 a 20 kg/ha, 17 a 34 cm de espaçamento entre linhas; Cobertura do solo: 15 &#8211; 40 kg/ha e 15 cm de espaçamento entre linhas; Reforma de pasto á lanço: 20 a 25 kg/ha;</span></li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>45 &#8211; 50 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>50 &#8211; 60 t/ha; Massa seca: 8 &#8211; 15 t/ha.</li>
</ul>
<h3>5. Painço (<i>Panicum miliaceum</i>)</h3>
<h4>Época ideal de semeadura</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Setembro a dezembro; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Safrinha: Janeiro até a primeira quinzena de março.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">12 a 15 kg/ha</span></li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>Ocorre cerca de 40-45 dias após à semeadura.</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>6 a 12 t/ha</li>
</ul>
<h3>6. Trigo mourisco (<i>Fagopyrum esculentum</i>)</h3>
<h4>Época ideal de semeadura</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Outubro a dezembro; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Com restrições: Janeiro a Março.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>60-65 kg/ha;</li>
<li>A lanço: 70-80 kg/ha.</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>35 a 50 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>15 a 28 t/ha; Massa seca: 3 a 6 t/ha.</li>
</ul>
<h3>7. Aveia (<i>Avena sativa; Avena strigosa</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. sativa: </span></i><span style="font-weight: 400;">Março a julho.</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. strigosa: </span></i><span style="font-weight: 400;">Março a julho.</span></li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li><i>A. sativa: </i>50 a 60 kg/ha.</li>
<li><i>A. strigosa: </i>60 a 90 kg/ha.</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. sativa: </span></i><span style="font-weight: 400;">80 a 110 dias.</span></li>
<li><i><span style="font-weight: 400;">A. strigosa: </span></i><span style="font-weight: 400;">80 a 110 dias.</span></li>
</ul>
<p><b>Produção de biomassa</b></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><i>A. sativa: </i>Biomassa: 30 a 50 t/ha; Massa seca: 7 a 15 t/ha.</li>
<li style="text-align: justify;"><i>A. strigosa: </i>Biomassa: 30 a 60 t/ha; Massa seca: 5 a 10 t/ha.</li>
</ul>
<h3>8. Canola (<i>Brassica napus</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a junho;</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>3 a 4 kg/ha de sementes;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>50 a 70 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>20 a 30 t/ha; Massa seca: 2 a 3 t/ha.</li>
</ul>
<h3>9. Centeio (<i>Secale cereale</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a Julho</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>40 a 60 kg/ha</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>60 a 90 dias</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>20 a 30 t/ha; massa seca: 4 a 10 t/ha</li>
</ul>
<h3>10. Cevada (<i>Hordeum vulgare</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a maio;</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>100 a 150 kg/ha;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>80 a 90 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>3 a 5 t/ha de massa seca.</li>
</ul>
<h3>11. Triticale (<i>X Triticosecale</i>)</h3>
<h4>Época de semeadura</h4>
<ul>
<li>Março a maio;</li>
</ul>
<h4>Semeadura</h4>
<ul>
<li>80 a 120 kg de sementes/ha;</li>
</ul>
<h4>Ciclo até o florescimento</h4>
<ul>
<li>70 a 85 dias;</li>
</ul>
<h4>Produção de biomassa</h4>
<ul>
<li>9 a 10 t/ha; Massa seca 4 a 7 t/ha.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">Plantas de cobertura do solo: conheça as principais</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Doenças da soja: conheça as principais e como controlá-las</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 15:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[mancha alvo]]></category>
		<category><![CDATA[mofo-branco]]></category>
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		<category><![CDATA[podridão vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=13990</guid>

					<description><![CDATA[<p>As doenças se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produção da cultura da soja, que podem afetar desde a germinação até o final do enchimento de grãos. As enfermidades podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus e nematoides. Sua importância econômica varia de safra a safra e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As doenças se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produção da cultura da soja, que podem afetar desde a germinação até o final do enchimento de grãos.</p>
<p>As enfermidades podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">nematoides</a></strong>. Sua importância econômica varia de safra a safra e de região para região, dependendo das condições climáticas de cada safra. Suas perdas anuais são estimadas de 15 a 20%. <strong>Algumas doenças, entretanto, podem ocasionar perdas de até 100%.</strong></p>
<p>O planejamento da safra deve levar em consideração as doenças mais comuns na região, época na qual ocorrem previsão climática e infraestrutura da propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<p>Deve-se evitar a introdução de doenças na área utilizando semente certificada &#8211; quando necessário tratadas com fungicidas. A época de semeadura pode significar em maior ou menor número de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">aplicações de fungicidas</a></strong>, em função da ocorrência da doença em relação ao estádio fenológico da cultura.</p>
<p>O complexo de doenças pode causar diversos danos à lavoura, prejudicando a qualidade dos grãos, tendo como principais problemas: desfolha precoce, tombamento de plantas, queda na produtividade, maturação precoce, redução da atividade fotossintética, redução da qualidade dos grãos e redução no estande de plantas.</p>
<p>Os fungicidas devem ser usados da maneira correta, com dose, época de aplicação e condições de aplicação que possibilitem o controle efetivo dos patógenos, sem o risco de selecionar populações resistentes a eles.</p>
<h2>Principais doenças da soja</h2>
<ul>
<li>Antracnose;</li>
<li>Cancro da haste;</li>
<li>Doença de final de ciclo &#8211; DFC;</li>
<li>Ferrugem asiática;</li>
<li>Mancha-alvo;</li>
<li>Mancha olho-de-rã;</li>
<li>Míldio;</li>
<li>Mofo-branco;</li>
<li>Oídio;</li>
<li>Podridão vermelha da raiz;</li>
<li>Nematoide de cisto;</li>
<li>Nematoide das galhas;</li>
<li>Nematoide das lesões radiculares;</li>
<li>Nematoide da haste verde da soja.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>1. Antracnose</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador:</strong> <i>Colletotrichum truncatum, C. sojae, C. plurivorum.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Na parte aérea das plantas, o principal sintoma é a <strong>queda e o apodrecimento de vagens</strong>. As vagens em início de formação, quando infectadas, adquirem coloração castanho-escura a negra, abortam a formação de grãos e ficam retorcidas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">enchimento de grãos (R5 e R6)</a></strong>, as lesões se iniciam por pontos encharcados (anasarca) e evoluem para manchas negras circulares. Os pontos escuros nas lesões são as estruturas de reprodução do fungo (acérvulos). Nas hastes, nos pecíolos e nos ramos florais, a doença se manifesta por manchas negras, ligeiramente deprimidas e brilhantes. Nas folhas, geralmente são observadas lesões necróticas pretas sobre as nervuras.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Para germinar, o fungo precisa de, pelo menos, 12 horas de molhamento foliar, por isso a infecção ocorre em períodos chuvosos ou com alta umidade.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>Deve-se evitar a introdução do fungo na área utilizando sementes sadias e/ou tratadas com fungicidas.</p>
<h3>Manejo da antracnose</h3>
<p>O controle da antracnose é mais eficiente com a adoção de medidas que afetam a sobrevivência do fungo e que evitam proporcionar condições favoráveis à infecção, como rotação de culturas, adubação adequada (principalmente com potássio), população de plantas adequadas a cultivar e manejo eficiente de pragas (principalmente percevejos) e de plantas invasoras.</p>
<h2>2. Cancro da haste</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i><span style="font-weight: 400;">Diaporthe aspalathi; D. caulivora.</span></i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As duas espécies de fungo causam sintomas nas hastes e nas folhas, que se iniciam por pequenos pontos negros que evoluem para <strong>lesões que se tornam castanho-avermelhadas a negras,</strong> alongadas e elípticas e adquirem coloração castanho-clara com bordas castanho-avermelhadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As lesões são profundas e a coloração da medula necrosada varia de castanho-avermelhada em planta ainda verde, a castanho-clara a arroxeada, em haste seca. As <strong>folhas ficam amareladas e com necrose</strong> entre as nervuras (folha carijó). As folhas permanecem presas à planta.</span></p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Períodos prolongados de alta umidade favorecem a produção de estruturas reprodutivas, beneficiando a dispersão dos esporos e infecção.</span></p>
<h3>Disseminação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobrevivem em restos culturais e são disseminadas por sementes contaminadas.</span></p>
<h3>Manejo do cancro da haste</h3>
<p>As medidas de controle são uso de cultivares resistentes (forma mais econômica e eficiente), tratamento de semente, rotação/sucessão de culturas, semeadura com maior espaçamento entre as linhas e entre as plantas e adubação equilibrada (principalmente com potássio).</p>
<h2>3. Doença de final de ciclo &#8211; DFC</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>
<ul>
<li>Crestamento foliar: <i>Cercospora kikuchii;</i></li>
<li>Mancha-parda:<i> Septoria glycines.</i></li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><i>Cercospora kikuchii</i> pode atacar folhas, pecíolos, hastes, vagens e sementes.</p>
<p>Nas folhas, os sintomas são caracterizados por pontuações escuras, castanho-avermelhadas, com bordas irregulares, as quais coalescem e formam <strong>grandes manchas escuras que resultam em crestamento e desfolha prematura</strong>, iniciando pelas folhas do terço superior da planta. Também pode ser observada necrose nas nervuras das folhas.</p>
<p>Nas hastes e nos pecíolos, o fungo causa manchas avermelhadas, geralmente superficiais. Quando a infecção ocorre na parte dos nós, o fungo pode penetrar na haste e causar necrose, de coloração avermelhada na medula.</p>
<p>Nas vagens, aparecem pontuações vermelhas, que evoluem para manchas castanho-avermelhadas. Por meio da vagem, o fungo atinge a semente e causa a mancha-púrpura no tegumento. É o fungo mais frequentemente encontrado em lotes de sementes, porém, não afeta a germinação.</p>
<p>Os primeiros sintomas da mancha-parda podem aparecer cerca de duas semanas após a emergência, como pequenas pontuações ou manchas de contornos angulares, castanho-avermelhadas, nas folhas unifolioladas.</p>
<p>Em situações favoráveis, a doença pode atingir as primeiras folhas trifolioladas e causar desfolha.</p>
<p>Os sintomas podem ocorrer com maior intensidade durante o enchimento de grãos, sendo caracterizados por pontuações pardas nas folhas, menores que 1 mm de diâmetro, as quais evoluem e formam manchas com halos amarelados e centro de contorno angular, de coloração castanha em ambas as faces, medindo até 4 mm de diâmetro.</p>
<p>Infecções severas, na fase de enchimento de vagens, podem causar desfolha e maturação precoce.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Tempo chuvoso ou de alta umidade e temperatura.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>Sobrevivem em restos culturais.</p>
<h3>Manejo da mancha-parda e do crestamento foliar</h3>
<p>Em razão da sobrevivência dos fungos nos restos culturais, a rotação de culturas é indicada para a redução do inóculo na área.</p>
<p>O controle deve ser feito se utilizando de semente livre dos patógenos, tratamento de semente e aplicações na parte aérea, com fungicidas &#8211; os mesmos utilizados para controle da ferrugem-asiática. Isolados de <i>C. kikuchii,</i> com resistência a fungicidas IQo (“estrobilurinas”) e MBC (benzimidazóis) têm sido obtidos de plantas e sementes de diferentes regiões produtoras.</p>
<h2>4. Ferrugem asiática</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Phakopsora pachyrhizi.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os sintomas da ferrugem-asiática podem ser observados <strong>em qualquer estádio de desenvolvimento da planta.</strong></p>
<p>Os órgãos atacados são cotilédones, folhas e hastes, sendo nas folhas os sintomas característicos da doença.</p>
<p>Os sintomas nas folhas tendem a iniciar pelas folhas do terço inferior das plantas, sendo caracterizados por <strong>minúsculos pontos mais escuros do que o tecido sadio da folha, variando de coloração esverdeada a cinza-esverdeada</strong>, com correspondentes saliências (urédias) na face inferior da folha. Essas, abrem-se em um minúsculo poro, por onde são expelidos os uredosporos. As lesões tendem a apresentar formato angular, podendo atingir de 2 mm a 5 mm de diâmetro.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A precipitação pluvial é um fator importante por causa da sua ação de deposição dos esporos, ao mesmo tempo em que promove condições de molhamento. Um mínimo de seis horas de molhamento sobre a superfície da folha é necessário para que ocorram infecções.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação dos esporos ocorre principalmente pelo vento.</p>
<h3>Manejo da ferrugem asiática</h3>
<p>As estratégias recomendadas para reduzir o risco de danos à cultura são:</p>
<ol>
<li>Eliminação de plantas voluntárias de soja e ausência de cultivo de soja na entressafra por meio do vazio sanitário (período de, no mínimo, 60 dias);</li>
<li>Utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares resistentes;</a></strong></li>
<li>Utilização de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no início da época recomendada;</li>
<li>Monitoramento da lavoura desde o início do desenvolvimento da cultura, intensificando no fechamento das entrelinhas, associado à utilização de fungicidas no aparecimento dos sintomas ou preventivamente.</li>
</ol>
<p>Os fungicidas utilizados são misturas comerciais de inibidores de desmetilação (IDM ou “triazóis”), inibidores da quinona externa (“estrobilurinas”) e/ou inibidores da succinato desidrogenase (ISDH ou “carboxamidas”).</p>
<p>Esses são os chamados sítio-específicos, porque atuam em um ponto do metabolismo do fungo. Também têm sido utilizados os multi sítios, que atuam em mais de um ponto do metabolismo do fungo, à base de cobre, clorotalonil e mancozeb, associados aos sítio-específicos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>5. Mancha-alvo</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Corynespora cassiicola.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Podem ser observados na folha, no caule, na vagem, na semente, no hipocótilo e nas raízes.</p>
<p>As lesões na folha iniciam por pontuações pardas, com halo amarelado, evoluindo para grandes manchas circulares, de coloração castanho-clara a castanho-escura, atingindo até 20 mm de diâmetro.</p>
<p>Geralmente, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">manchas apresentam uma pontuação escura no centro, semelhante a um alvo</a></strong>. Plantas severamente infectadas desfolham precocemente. Manchas pardo-avermelhadas podem ser observadas nas nervuras das folhas na haste e nas vagens. As manchas nas vagens são geralmente circulares, de 1 mm de diâmetro e tecido deprimido, com centro escuro e margens amarronzadas.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>As condições que favorecem a doença são temperatura de 18ºC a 32ºC e alta umidade relativa.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O fungo <i>C. cassiicola</i> pode sobreviver em outras plantas, em restos de cultura e na forma de estrutura de resistência (clamidosporos) e na semente infectada.</p>
<h3>Manejo da mancha-alvo</h3>
<p>Para o controle da doença, é recomendado o uso de cultivares resistentes/tolerantes, tratamento de semente, rotação/sucessão de culturas com milho e outras espécies de gramíneas e controle químico com fungicidas.</p>
<p>Os fungicidas contendo os ingredientes ativos protioconazole e fluxapiroxade apresentaram maior eficiência de controle.</p>
<h2>6. Mancha olho-de-rã</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Cercospora sojina.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Essa doença pode atingir folha, haste, vagem e semente. Os sintomas iniciam com pontuações de encharcamento, que evoluem para <strong>manchas com centros de coloração castanho-claro</strong> na face superior da folha, e cinza, na inferior, com bordos castanho-avermelhados nas duas faces.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>As condições favoráveis à ocorrência da doença são temperatura e umidade altas.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O fungo pode ser disseminado por semente e pelo vento. Sobrevive em restos de cultura.</p>
<h3>Manejo da mancha olho-de-rã</h3>
<p>A doença é controlada pelo uso de cultivares resistentes, mas o tratamento de sementes é uma medida que deve ser adotada para evitar a reintrodução do fungo ou a introdução de novas raças de <i>C. sojina</i>.</p>
<h2>7. Míldio</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Peronospora manshurica.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os sintomas nas folhas iniciam por <strong>lesões de 3 mm a 5 mm, verde-claras, que passam a amarelas e, mais tarde, o tecido necrosa</strong>. No verso dessas lesões, na face inferior da folha, aparecem as estruturas de frutificação do patógeno, de aspecto cotonoso e de coloração acinzentada.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A infecção é favorecida por temperaturas amenas (20 °C a 22 °C) e umidade elevada.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O patógeno é introduzido na lavoura por sementes infectadas e por esporos disseminados pelo vento.</p>
<h3>Manejo do míldio</h3>
<p>Não há medidas de controle indicadas em razão da pouca importância econômica da doença.</p>
<h2>8. Mofo-branco</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Sclerotinia sclerotiorum.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os primeiros sintomas são <strong>manchas aquosas</strong>, adquirindo coloração castanho-clara e desenvolvendo abundante formação de micélio branco e denso.</p>
<p>O fungo é capaz de infectar qualquer parte da planta, porém, as infecções iniciam com frequência a partir de flores, nas axilas das folhas e nos ramos laterais. Ocasionalmente, nas folhas, podem ser observadas murchas e secamentos. Em poucos dias, são formados os escleródios, estruturas negras e rígidas que podem permanecer viáveis no solo por até três anos.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A fase mais vulnerável da planta vai do estádio da floração plena ao início da formação das vagens (R2 a R3). Escleródios caídos ao solo, sob alta umidade e temperaturas entre 10 ºC e 21 ºC, germinam, formando apotécios.</p>
<p>Os apotécios produzem ascosporos que são liberados ao ar, responsáveis pela infecção das plantas.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A introdução do fungo em uma lavoura ocorre primordialmente por meio de escleródios, que podem ser transportados por máquinas, equipamentos, caminhões e por sementes de diversas espécies, quando não são obedecidos os critérios de manejo durante a produção e o beneficiamento.</p>
<h3>Manejo do mofo-branco</h3>
<p>Deve-se realizar o manejo do mofo-branco pela integração de medidas de controle, tais como:</p>
<ul>
<li>Utilização de <strong>sementes de boa qualidade e tratadas com fungicidas</strong>;</li>
<li>Formação de palhada para cobertura uniforme do solo, preferencialmente com gramíneas;</li>
<li><strong>Rotação e/ou sucessão</strong> com culturas não hospedeiras;</li>
<li>Escolha de cultivares com arquitetura, que favoreça boa aeração entre as plantas (pouco ramificadas e com folhas pequenas) e com período mais curto de florescimento;</li>
<li>População de plantas e espaçamento entrelinhas adequados às cultivares;</li>
<li>Emprego de <strong>controle químico</strong>, com pulverizações foliares de fungicidas principalmente no início da floração até início da formação de vagens;</li>
<li>Emprego do <strong>controle biológico</strong> por meio de infestação do solo com agentes antagonistas;</li>
<li>Limpeza de máquinas e de equipamentos após utilização em área infestada para evitar a disseminação de escleródios.</li>
</ul>
<h2>9. Oídio</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Erysiphe diffusa.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>O sintoma característico é uma fina cobertura branca que pode ser em pequenos pontos ou cobrir toda a parte aérea da planta. Nas folhas, com o passar dos dias, a coloração branca muda para castanho-acinzentada, dando a aparência de sujeira em ambas as faces. Em infecções severas, as folhas podem secar e cair prematuramente.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>É favorecida por períodos de baixa umidade e de temperaturas amenas (18 °C a 24 °C).</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A infecção pode ocorrer em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, porém é mais visível no início da floração.</p>
<h3>Manejo do oídio</h3>
<p>O método mais eficiente de controle do oídio é o uso de cultivares resistentes, podendo ser controlado com uso de fungicidas.</p>
<h2>10. Podridão vermelha da raiz</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Fusarium brasiliense, F. crassistipitatum, F. tucumaniae.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/" target="_blank" rel="noopener">sintoma de infecção na raiz</a></strong> inicia com mancha avermelhada, mais visível na raiz principal, geralmente localizada 1 cm a 2 cm abaixo do nível do solo, circundando a raiz e passando da coloração vermelho-arroxeada para castanho-avermelhada a quase negra.</p>
<p>Essa necrose acentuada fica localizada no córtex, enquanto a medula da raiz adquire coloração, no máximo, castanho-clara, se estendendo pelo tecido lenhoso da haste a vários centímetros acima do nível do solo.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Solos compactados, com acúmulo de água, favorecem a ocorrência da doença que aparece em reboleiras.</p>
<h3>Manejo da podridão vermelha da raiz</h3>
<p>Para o manejo da doença, é preciso evitar a semeadura em solos compactados e mal drenados e fazer rotação/sucessão de culturas com sorgo e trigo.</p>
<h2>11. Nematoide de cisto</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Heterodera glycines.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><strong>Penetra nas raízes da soja e dificulta a absorção de água e nutrientes</strong>, resultando em porte reduzido das plantas e clorose na parte aérea, daí a doença ser conhecida como nanismo amarelo da soja. Os sintomas aparecem em reboleiras, geralmente, próximas de estradas ou carreadores.</p>
<p>Em muitos casos, as plantas de soja acabam morrendo. Por outro lado, em regiões com solos mais férteis e com boa distribuição de chuva, os sintomas na parte aérea podem não se manifestar. Por isso, o diagnóstico definitivo exige sempre a observação do sistema radicular.</p>
<p>Na planta parasitada, o sistema radicular fica reduzido e apresenta, a partir dos 30-40 dias após a semeadura da soja, minúsculas fêmeas do nematoide, com formato de limão ligeiramente alongado e coloração branca.</p>
<p>Com o passar do tempo, a coloração vai mudando para amarelo, marrom claro e, finalmente, a fêmea morre e seu corpo se transforma em uma estrutura dura de coloração marrom-escura, denominada cisto, que se desprende da raiz e fica no solo.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação do NCS se dá, principalmente, pelo transporte de solo infestado. Isso pode ocorrer por meio de equipamentos agrícolas, de sementes mal beneficiadas que contenham partículas de solo, pelo vento, pela água e até por pássaros que, ao coletar alimentos do solo, podem ingerir junto os cistos.</p>
<h3>Manejo do nematoide de cisto</h3>
<p>Em áreas onde o nematoide de cisto foi identificado, o produtor tem que conviver com ele, uma vez que sua erradicação é praticamente impossível.</p>
<p>Algumas medidas ajudam a minimizar as perdas, destacando rotação de culturas com plantas não hospedeiras e uso de cultivares resistentes, sendo o ideal a combinação dos dois métodos.</p>
<h2>12. Nematoide das galhas</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Meloidogyne </i>spp.</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Nas raízes das plantas atacadas observam-se galhas em número e tamanho variados, dependendo da suscetibilidade da cultivar e da densidade populacional do nematoide no solo. No interior das galhas, estão localizadas as fêmeas do nematoide. Essas possuem coloração branco pérola e têm o formato de pera.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Em anos em que acontecem veranicos na fase e enchimento de grãos, os danos tendem a ser maiores.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O cultivo prévio de espécies hospedeiras aumenta os danos na soja semeada na sequência. Da mesma forma, a presença de plantas daninhas na área também possibilita a reprodução e a sobrevivência do parasita.</p>
<h3>Manejo do nematoide das galhas</h3>
<p>A rotação/sucessão de culturas para o controle dos nematoides de galhas deve ser bem planejada, uma vez que a maioria das espécies cultivadas multiplica uma ou mais espécies de <i>Meloidogyne</i>.</p>
<h2>13. Nematoide das lesões radiculares</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <em>Pratylenchus brachyurus</em>.</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><strong>As raízes das plantas parasitadas se apresentam, parcial ou totalmente, escurecidas, em consequência do ataque às células do parênquima cortical</strong>, onde o patógeno injeta toxinas durante o processo de alimentação. A movimentação do nematoide na raiz também desorganiza e destrói células.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p><i>Pratylenchus brachyurus</i> também pode parasitar aveia, milho, milheto, girassol, cana-de-açúcar, algodão, amendoim, entre outras, alguns adubos verdes e a maioria das plantas daninhas, o que dificulta a escolha de espécies vegetais para inclusão na rotação/sucessão com a soja.</p>
<p>E existe diferença entre e dentro de espécies vegetais, com relação à capacidade de multiplicar o nematoide.</p>
<h3>Manejo do nematoide das lesões radiculares</h3>
<p>Espécies resistentes, ou seja, com fatores de reprodução (FR)&lt;1,0, como em algumas crotalárias, devem ser preferidas para semeadura nas áreas infestadas.</p>
<p>Na ausência de espécies vegetais resistentes, o agricultor deve optar por semear genótipos com FR menores, ou seja, que multipliquem menos o nematoide, como por exemplo, alguns híbridos de milheto ou sorgo.</p>
<h2>14. Nematoide da haste verde da soja</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Aphelenchoides besseyi.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>As plantas apresentam <strong>folhas com coloração verde mais escuro, menor pilosidade, afilamento e embolhamento no limbo foliar.</strong> Podem ocorrer, também, lesões necróticas angulares de coloração pardo-avermelhada a marrom.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Os nematoides podem sobreviver no solo ou em restos culturais e migram para a parte aérea das plantas, em períodos com chuvas frequentes e temperaturas médias acima de 28 °C.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação ocorre pelo contato entre folhas doentes e sadias na presença de água da chuva ou de orvalho ou de irrigação. Durante a colheita pode haver dispersão do nematoide por meio de resíduos de plantas doentes expelidos pelas colhedoras.</p>
<h3>Manejo do nematoide da haste verde da soja</h3>
<p>Semeadura da soja sobre palhada de plantas completamente mortas (dessecação com 15 a 20 dias de antecedência), o controle de plantas daninhas logo no início do desenvolvimento da soja, em pós-emergência, cultivar milho em segunda safra, quando possível, e evitar a sucessão da soja com outras plantas hospedeiras.</p>
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		<title>Desenvolvimento e aplicação de RNAi na agricultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-rnai-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 19:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aplicação de RNAi na agricultura, tanto para plantas como para insetos, tem sido uma estratégia promissora. Principais pontos do webinar O RNAi pode ser utilizado para silenciar genes em plantas e insetos, conferindo resistência a pragas e doenças. Além das plantas transgênicas, é possível pulverizar moléculas de RNA ou usar microrganismos para aplicar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>aplicação de RNAi na agricultura</strong>, tanto para plantas como para insetos, tem sido uma estratégia promissora.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O RNAi pode ser utilizado para <strong>silenciar genes em plantas e insetos</strong>, conferindo resistência a pragas e doenças.</li>
<li>Além das plantas transgênicas, é possível pulverizar moléculas de RNA ou usar microrganismos para aplicar o RNAi.</li>
<li>O RNAi pode ser usado para <strong>melhorar a qualidade das culturas</strong>, como reduzir a toxicidade ou modificar a composição de proteínas.</li>
<li>Essas tecnologias estão sendo desenvolvidas para várias culturas, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/" target="_blank" rel="noopener">feijão</a></strong>, soja e mamona.</li>
<li>A aplicação de RNAi na agricultura ainda está em desenvolvimento, mas tem <strong>um grande potencial para melhorar a produtividade e a sustentabilidade do setor.</strong></li>
</ul>
<p>Este webinar realizado pelo Rehagro contou com a presença de Francisco Aragão, em uma excelente discussão sobre o tema.</p>
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		<title>Pinta branca e Holcus spot: como identificar essas doenças do milho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 18:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do milho]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A identificação correta de doenças é de suma importância e requer atenção. Nos últimos anos, o custo com inseticida e fungicida no Brasil para o cultivo do milho, chegou à casa dos bilhões de reais! De modo geral, pragas e doenças, se não controladas corretamente, reduzem significativamente o volume de produção, acarretando prejuízos aos produtores. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A identificação correta de doenças é de suma importância e requer atenção. Nos últimos anos, <strong>o custo com inseticida e fungicida no Brasil para o cultivo do <a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho</a>, chegou à casa dos bilhões de reais!</strong></p>
<p>De modo geral, pragas e doenças, se não controladas corretamente, reduzem significativamente o volume de produção, acarretando prejuízos aos produtores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Etapas do monitoramento de doenças do milho</h2>
<p>Com a identificação desses patógenos, é necessário a adoção de um manejo adequado, que vai desde a escolha da cultivar, baseando-se na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de sementes</a></strong>, até a pós-colheita, avaliando a armazenagem. Tudo isso, <strong>visando preservar o investimento que o produtor fez em sua lavoura</strong>, bem como toda a safra.</p>
<p>Esse monitoramento vai desde o planejamento, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">análise nematológica do solo</a></strong>, por exemplo, especialmente em sistemas de <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantio direto</strong></a>, até a identificação correta de doenças em lavouras já implantadas.</p>
<p>No entanto, há muitas doenças e indicativos foliares que, muitas vezes, nos confundem devido às semelhanças entre as que são mais comuns e aquelas que não são tão corriqueiras. Em casos como as pintas anormais que aparecem nas folhas de milho, como identificar corretamente?</p>
<p>Algumas doenças em milho, são até fáceis de identificar, já outras acabam confundindo pela similaridade com os sintomas das mais comuns. E é justamente essa facilidade, que gera confusão quando doenças secundárias compartilham alguma similaridade com as características daquelas mais rotuladas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez, sintomas mais avançados, como esses que aparecem nas imagens, não gerem tanta confusão quanto àqueles do início da doença, no aparecimento das primeiras manchas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De toda forma, <strong>você é capaz de diferenciar com segurança sintomas de pinta branca e </strong></span><strong><i>holcus spot</i>?</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11831 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho.jpg" alt="Folhas de milho com as doenças Pinta Branca e Holcus spot" width="467" height="311" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho.jpg 467w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px" /></p>
<h2>Os 3 principais pontos na identificação de doenças no milho</h2>
<p>Se você quiser identificar, de maneira eficiente, os sintomas de alguma doença a nível de lavoura, então deve ficar atento a esses três pontos principais:</p>
<ol>
<li>Conhecer os sintomas e as principais características das doenças, as quais você está em dúvida;</li>
<li>Saber as condições (ambientais) que o patógeno necessita para se desenvolver, afinal, assim é possível fazer um paralelo com a cultura que você está avaliando;</li>
<li>Ter uma perspectiva sobre como os sintomas evoluem a médio prazo (o que é ignorado pela maioria).</li>
</ol>
<p>Em se tratando de <strong>pinta branca e <i>holcus spot</i></strong>, a ideia geral sobre os sintomas é: pequenas manchas circulares de coloração branco-palha. Apenas com essas informações você não conseguirá diferenciá-las.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39622 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho.png" alt="Guia Principais doenças do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as diferenças entre a Pinta Branca e <i>Holcus spot?</i></h2>
<p>A <strong>pinta branca</strong> é provocada por uma associação entre os patógenos <i>Phaeosphaeria</i> sp. e <i>Pantoea</i> sp. (um fungo e uma bactéria) que necessitam de temperatura branda para o estabelecimento da doença.</p>
<p>Isso a torna mais comum em lavouras acima de 700m de altitude. Além disso, o aparecimento da doença é mais frequente próximo ao florescimento, com forte evolução na fase reprodutiva da lavoura.</p>
<p>O aumento da severidade dessa doença é favorecido, justamente, pela incidência de dias nublados e alta umidade relativa do ar, afinal, trata-se de um fungo e uma bactéria.</p>
<p><strong><i>Holcus spot</i></strong> (nome originalmente usado pelos produtores americanos) é uma doença de ocorrência recente no Brasil. Causada pela bactéria <i>Pseudomonas</i> sp., pode aparecer em áreas de maior e menor altitude (já a encontrei em áreas a 500m).</p>
<p>É comum observar o aparecimento dos primeiros sintomas no início da fase vegetativa da cultura do milho, mesmo em condições de tempo ensolarado.</p>
<p>No caso de pragas como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong>, os danos causados na fase inicial da cultura podem comprometer severamente a lavoura. Já o <i>Holcus spot</i>, apesar dos sintomas surgirem nas fases iniciais, não existem referências de perdas expressivas por essa doença (pelo menos por enquanto).</p>
<h3>Como identificar visualmente a médio prazo?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine que você esteja caminhando em uma lavoura de milho cerca de um mês após o plantio e encontre uma mancha circular de coloração clara, qual doença você supõe ser? E se essa for uma lavoura de segunda safra na região do vale do Araguaia no MT?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sintomas iniciais dessas doenças possuem certa similaridade, a coloração típica evolui a partir de uma lesão “encharcada”. No entanto, se você acompanhar em uma perspectiva de médio prazo, é possível notar algumas diferenças na sua evolução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de <strong>pinta branca, a lesão encharcada se torna totalmente preenchida pela coloração branco-palha</strong>, e uma vez que ela se forma, não há crescimento da lesão. Também não há nenhum halo ou borda muito evidente na lesão, conforme imagem a seguir:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11832" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1.jpg" alt="Lesões da pinta branca em folha de milho" width="500" height="449" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-300x269.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-370x332.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-335x300.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-270x242.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-334x300.jpg 334w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Com <strong><i>Holcus spot</i>, é possível perceber no centro da lesão encharcada, um ponto claro, que cresce até formar a lesão circular.</strong> Mesmo nas lesões já formadas, é possível ver um halo de coloração mais clara, que sinaliza seu crescimento.</p>
<p>Com o tempo, a lesão cresce em todo o limite dessa área mais clara. Nas lesões mais velhas é possível notar um bordo amarelo-castanho, como mostra a imagem a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11833" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3.jpg" alt="Lesões por Holcus spot em folha de milho" width="500" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3.jpg 539w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-370x213.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-270x156.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Os sintomas dessas doenças podem ser confundidos com algo mais?</h2>
<p>Pode-se confundir o sintoma típico (lesão circular branco-palha) com a deriva do herbicida dessecante <i>Paraquat</i>. Nesse caso você não observará nenhum tipo de bordo ou halo na lesão, e tomando uma perspectiva sobre a evolução do sintoma não irá observar aumento no número de lesões (elas se formam apenas por ocasião da deriva).</p>
<p>Falando sobre evolução dos sintomas, <strong>no caso da pinta branca, a severidade da doença aumenta de maneira bem expressiva</strong>, chegando a “tomar conta” da maior parte das folhas do terço médio e superior. Uma severidade dessa dificilmente irá acontecer no caso de <i>Holcus spot</i>.</p>
<p>A identificação de doenças pode ser simples em muitos casos, em outros exigirá uma leitura mais complexa. Um olhar sobre o todo (atento aos três pontos já citados) sempre garantirá um maior nível de assertividade.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E agora que você já sabe identificar corretamente e diferenciar se as manchas nas folhas de milho são de Pinta Branca ou </span><i><span style="font-weight: 400;">Holcus spot</span></i><span style="font-weight: 400;">, quantas outras doenças semelhantes você sabe identificar nos demais grãos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas doenças que podem comprometer toda a safra e algumas delas, como a </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela em trigo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, podem causar uma verdadeira epidemia. Em levantamentos a campo, ela foi encontrada em 60% deles. Então, fique por dentro!</span></p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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		<title>Agronegócio no Brasil: papel, importância e desafios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio no Brasil tem se mostrado um dos segmentos econômicos de maior evolução e capacidade de gerar riquezas e reduzir as disparidades sociais. Hoje, a cadeia produtiva é responsável por mais da metade das exportações e por cerca de um quarto do produto interno bruto brasileiro. Os dados do agronegócio no Brasil são surpreendentes. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio no Brasil tem se mostrado <strong>um dos segmentos econômicos de maior evolução e capacidade de gerar riquezas e reduzir as disparidades sociais.</strong></p>
<p>Hoje, a cadeia produtiva é responsável por mais da metade das exportações e por cerca de um quarto do produto interno bruto brasileiro.</p>
<p>Os dados do agronegócio no Brasil são surpreendentes. Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a taxa de crescimento do PIB agropecuário, publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), têm sido também elevadas nos últimos anos, impulsionado pelo protagonismo da soja nas demandas dos principais países importadores, especialmente China e Estados Unidos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é agronegócio?</h2>
<p>O termo <strong>agronegócio</strong> engloba todas as atividades que envolvem a produção, processamento e comercialização de produtos agrícolas e pecuários. Ele é composto por quatro elos principais:</p>
<ol>
<li><strong>Insumos: </strong>empresas que fornecem fertilizantes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, defensivos, máquinas, tecnologias</li>
<li><strong>Produção agrícola/pecuária: </strong>o cultivo de lavouras e a criação de animais</li>
<li><strong>Agroindústria / processamento: </strong>transformação dos produtos agrícolas em alimentos, biocombustíveis, ração, etc.</li>
<li><strong>Agrosserviços / comercialização / logística: </strong>transporte, armazenamento, comércio, distribuição e serviços complementares</li>
</ol>
<p>Esse arranjo integrado permite que a cadeia agregue valor, promova sinergias e compartilhe riscos.</p>
<h2>Importância econômica do agronegócio no Brasil</h2>
<p>O agronegócio segue como um dos grandes pilares da economia brasileira, sustentando a balança comercial e impulsionando o crescimento regional. Em 2024, o <strong>PIB do agronegócio brasileiro</strong> alcançou <strong>R$ 2,72 trilhões</strong>, o que representa um avanço de <strong>1,81%</strong> em relação ao ano anterior. Desse total, <strong>R$ 1,9 trilhão</strong> veio do ramo agrícola e <strong>R$ 819 bilhões</strong> do setor pecuário, segundo dados da CNA e Cepea.</p>
<p>A participação do agronegócio na economia nacional representou <strong>23,2% do PIB brasileiro</strong> em 2024, e as projeções apontam para um aumento expressivo em 2025: a estimativa é que o setor alcance <strong>29,4% de participação</strong>, movimentando <strong>R$ 3,79 trilhões</strong>, o maior valor em mais de duas décadas (CNA, 2025).</p>
<p>Os resultados recentes mostram uma dinâmica positiva especialmente nos segmentos de <strong>agrosserviços</strong> e <strong>agroindústria</strong>, que cresceram respectivamente <strong>3,25%</strong> e <strong>2,94%</strong> em 2024. O desempenho da <strong>pecuária</strong> também chamou atenção, com expansão superior a <strong>12%</strong> no mesmo período, refletindo o aumento das exportações de carne e a retomada dos preços internacionais.</p>
<p>Mesmo com alguns desafios conjunturais o agronegócio segue sólido, diversificado e com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">forte potencial de crescimento</a></strong>. Sua relevância vai além dos números: o setor impulsiona cadeias produtivas complementares, movimenta a indústria nacional e mantém o Brasil entre os maiores fornecedores globais de alimentos, fibras e energia renovável.</p>
<h2>Impactos sociais, emprego e regionalização</h2>
<p>O agronegócio é também um dos maiores motores de geração de emprego e renda no país. No primeiro trimestre de 2024, o setor <strong>empregou mais de 28,6 milhões de pessoas</strong>, o maior número já registrado na série histórica do Cepea, o que equivale a aproximadamente <strong>27% do total de trabalhadores ocupados no Brasil</strong> (Cepea/CNA, 2024).</p>
<p>Além da quantidade, observa-se uma mudança na qualidade do emprego rural: há crescimento da formalização, aumento da participação feminina e maior presença de trabalhadores com ensino técnico e superior. Esses fatores indicam a profissionalização crescente das atividades agropecuárias e a demanda por mão de obra qualificada para operar tecnologias no campo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologias-voltadas-para-adubacao-na-agricultura?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-tecnologias-adubacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39620 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png" alt="E-book Tecnologias para adubação na agricultura" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Em termos regionais, o agronegócio continua concentrado nas regiões <strong>Centro-Oeste, Sul e partes do Nordeste</strong>, onde a expansão da fronteira agrícola e o avanço da logística impulsionam o desenvolvimento local. Municípios com base produtiva forte têm registrado maior movimentação econômica, investimentos em infraestrutura e melhoria na renda média da população.</p>
<p>Apesar dos avanços, persistem desafios: a desigualdade de acesso à tecnologia entre pequenos e grandes produtores, a necessidade de qualificação continuada e as limitações logísticas ainda afetam parte das regiões produtoras. No entanto, o impacto social positivo do agronegócio é inegável, o setor não apenas sustenta o PIB, mas também transforma realidades locais e promove inclusão produtiva em milhares de municípios brasileiros.</p>
<h2>Desafios e incertezas</h2>
<ol>
<li><strong>Flutuações de preço e insumos importados: </strong>Variações cambiais e preços globais de fertilizantes, defensivos e máquinas podem pressionar custos.</li>
<li><strong>Riscos climáticos e extremos meteorológicos: </strong>Seca, enchentes, geadas e eventos de irregularidade pluviométrica exigem resiliência tecnológica e seguro agrícola.</li>
<li><strong>Pressões regulatórias e ambientais: </strong>Demandas por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/">práticas sustentáveis</a></strong>, certificações, controle de desmatamento e pegada de carbono crescem no Brasil e no mercado internacional.</li>
<li><strong>Capacidade logística e gargalos de escoamento: </strong>Congestionamentos em portos, falta de ferrovias e estradas em más condições encarecem o escoamento dos produtos.</li>
<li><strong>Desigualdade de acesso à tecnologia: </strong>Produtores menores ou em regiões periféricas podem ter menos acesso a inovação, crédito e assistência técnica.</li>
<li><strong>Instabilidades macroeconômicas: </strong>Inflação, taxa de juros elevada, políticas fiscais restritivas e instabilidade política são variáveis que podem afetar investimentos no setor.</li>
</ol>
<h2>Perspectivas para o futuro do agronegócio brasileiro</h2>
<ul>
<li>A <strong>projeção de participação em 29,4% do PIB em 2025</strong> reflete não só um momento favorável de preços e safra, mas também o potencial estrutural do setor. (Cepea)</li>
<li>A inovação tecnológica, com a agricultura digital, uso de IA, sensores, genética vegetal, será diferencial competitivo para mitigar riscos e aumentar produtividade.</li>
<li>A integração entre produção agropecuária e cadeias industriais (indústrias de alimentos, biocombustíveis, bioeconomia) tende a se aprofundar.</li>
<li>A busca por sustentabilidade e políticas de neutralidade de carbono exigirá que o setor equilibre produção, conservação e reputação internacional.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O agronegócio brasileiro segue sendo peça-chave da economia nacional, com participação robusta no PIB, geração de empregos e impacto regional significativo.</p>
<p>Ao incorporar tecnologia, fortalecer logística e adotar práticas sustentáveis, o setor pode enfrentar os desafios emergentes e consolidar sua posição de destaque global em 2025.</p>
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		<title>E-book Como obter sucesso no plantio de grãos?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-obter-sucesso-no-plantio-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 13:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O momento do plantio é a etapa crucial para obter o maior potencial produtivo da lavoura. Quando se faz a semeadura no número correto de sementes, atingindo a distância ideal entre elas, na profundidade recomendada para a cultura, com a umidade apropriada do solo, o sucesso da lavoura está encaminhado. Com certeza, há a influência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O momento do <strong>plantio é a etapa crucial para obter o maior potencial produtivo da lavoura</strong>. Quando se faz a semeadura no número correto de sementes, atingindo a distância ideal entre elas, na profundidade recomendada para a cultura, com a umidade apropriada do solo, o sucesso da lavoura está encaminhado.</p>
<p>Com certeza, há a influência do clima, bem como o manejo da adubação, pragas e doenças, os quais irão interferir no decorrer da safra, mas ao acertar o plantio, o produtor deverá se preocupar em reduzir as perdas que irão acontecer durante o ciclo.</p>
<p>Dessa forma, o <strong>investimento</strong> nessa fase inicial traz muitos <strong>resultados positivos</strong> para o produtor, tais como:</p>
<ul>
<li>Aumento na eficiência do uso dos recursos disponíveis (água, nutrientes e luz);</li>
<li>Crescimento homogêneo das plantas;</li>
<li>Lavoura sem plantas duplas e falhas;</li>
<li>Menor desenvolvimento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Essas características além de beneficiar a colheita ainda aumentam a produção individual por plantas, por isso é preciso investir em maquinário correto e em mão de obra qualificada.</p>
<p>Neste e-book, você descobrirá <strong>como ter sucesso garantido e aumentar os lucros da sua produção</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Controle estratégico do pulgão no sorgo e milho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-estrategico-do-pulgao-no-sorgo-e-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 13:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[sorgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar onde profissionais da agronomia com experiência em combate de pragas, conversam sobre o controle estratégico do pulgão no sorgo e milho. O tema é extremamente relevante para quem atua na produção de grãos. Principais pontos do webinar Praga do pulgão no sorgo e milho causa grandes prejuízos nas lavouras. Pulgões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar onde profissionais da agronomia com experiência em combate de pragas, conversam sobre o <strong>controle estratégico do pulgão no sorgo e milho</strong>.</p>
<p>O tema é extremamente relevante para quem atua na produção de grãos.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Praga do pulgão no sorgo e milho causa grandes prejuízos nas lavouras.</li>
<li>Pulgões são insetos sugadores que transmitem doenças e causam danos severos.</li>
<li>É essencial realizar o monitoramento regular e tomar medidas de controle adequadas.</li>
<li>Controle estratégico pode incluir culturas resistentes, uso de inseticidas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico</a></strong>.</li>
<li>O consórcio de sorgo com capim pode ajudar a reduzir o ataque de pulgões.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com doenças fúngicas e pragas. O controle, de modo geral, é feito por meio de fungicidas e inseticidas. No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura? Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com <strong>doenças fúngicas e pragas</strong>. O controle, de modo geral, é feito por meio de <strong>fungicidas e inseticidas.</strong> No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura?</p>
<p>Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas classes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Fungicida ou inseticida: veja as diferenças</h2>
<ul>
<li><strong>Fungicida</strong>: é um defensivo agrícola usado para controlar ou acabar com fungos que atacam e reduzem produtividades em plantas.</li>
<li><strong>Inseticida</strong>: de modo geral, são substâncias químicas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">biológicas</a></strong> usadas para controle e combate de<strong> <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">insetos-pragas</a></strong> que causam prejuízos às lavouras. Agem em todas as fases do inseto.</li>
</ul>
<p>Só para a soja, são registrados mais de 350 tipos de fungicidas e mais de 340 em inseticidas.</p>
<p>Há aqueles indicados para tratamento de sementes, os preventivos, os que agem diretamente na planta, e muitos outros. Por isso, é importante entender como é a ação desse tipo de defensivo em sua lavoura.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fungicidas protetores x sistêmicos</h2>
<p>De modo geral e informal, as pessoas costumam dividir os <strong>fungicidas</strong> entre aqueles que são <strong>protetores</strong> e aqueles que são <strong>sistêmicos</strong>.</p>
<p>Nosso antigo coordenador, facilitador e consultor Geraldo Gontijo, que também é mestre em Fitotecnia, com ênfase em vários cereais, como a soja e o milho, explica sobre os tipos de fungicidas no vídeo abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE FUNGICIDAS UTILIZADOS NAS LAVOURAS DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/gksgwgW2Vus?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se analisarmos de forma mais simplificada, os fungicidas do tipo protetor são aqueles com ações mais superficiais, enquanto os sistêmicos, são aqueles que agem mais profundamente na planta. No entanto, é muito comum ter confusão quanto aos sistêmicos, é o que explica Geraldo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“É comum muitos pensarem que quando um determinado produto possui ação sistêmica, consegue se translocar de uma folha para a outra. Na verdade, todas as vezes em que falamos de sistematicidade, tanto de fungicida quanto de inseticida, é uma sistematicidade baixa!”</em></p>
<p>E isso está atrelado ao vaso condutor o qual o fungicida irá agir.</p>
<h2>Prevenção como método de combate</h2>
<p>Soja e milho são culturas de alta intensidades produtivas, possuindo mais de uma safra ao ano. Isso significa que qualquer cuidado é pouco.</p>
<p>Aliás, dependendo da doença, pragas ou até mesmo a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">planta daninha</a></strong> que surgir na lavoura, pode ocasionar mais de 80% de perdas. Dependendo da severidade, pode dar perda total e o produtor ter prejuízos grandiosos.</p>
<p>O melhor é sempre a prevenção do que o combate. Claro que quando o agente causal de dano surgir, é preciso agir, mas antecipar isso, deixando suas lavouras protegidas, pode ser a chave para a lucratividade garantida.</p>
<p>Por conta disso, é preciso saber exatamente o que sua lavoura precisa, pelo que ela está propensa a passar ou mesmo tomar a decisão segura de qual o melhor insumo para sua região, fase da cultura ou simplesmente a realidade da sua fazenda.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Sistema Santa Fé: o que é como implantá-lo?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-santa-fe/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/sistema-santa-fe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 14:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas daninhas são sempre uma dor de cabeça ao produtor. Desde os anos 1940, com a Revolução Verde, essa é uma das práticas importantes na produção de alimentos. Boa parte dessas plantas daninhas, também chamadas de invasoras, se desenvolvem junto à cultura e, além de causarem prejuízos no desenvolvimento da cultivar, seu controle impacta no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas daninhas são sempre uma dor de cabeça ao produtor. Desde os anos 1940, com a <strong>Revolução Verde</strong>, essa é uma das práticas importantes na produção de alimentos.</p>
<p>Boa parte dessas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong>, também chamadas de invasoras, se desenvolvem junto à cultura e, além de causarem prejuízos no desenvolvimento da cultivar, seu controle impacta no custo da produção.</p>
<p>Há diversas maneiras de conseguir esse controle contra essas daninhas. Cada método tem suas particularidades e depende de vários fatores para escolher o melhor. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>Manejo preventivo;</li>
<li>Controle mecânico;</li>
<li>Controle físico;</li>
<li>Controle biológico;</li>
<li>Controle cultural.</li>
</ul>
<p>Sobre esse último, controle cultural, basicamente consiste em favorecer o crescimento da cultura principal em detrimento das plantas daninhas, por meio de boas práticas agrícolas, como: rotação de cultura, variação de espaçamento, uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas de cobertura</strong></a> verde, dentre outros.</p>
<p>No uso da cobertura verde, desde 2000, tem se falado e se implementado muito o <strong>Sistema Santa Fé.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é o sistema santa fé?</h2>
<p>O <strong>Sistema Santa Fé</strong> consiste no aproveitamento intensivo das áreas agrícolas, reduzindo os custos porque consegue o aproveitamento da mesma área o ano todo, com lavouras anuais de cereais na safra de verão.</p>
<p>Na entressafra são produzidas forrageiras, como a braquiária, para fornecimento de palhada boa o bastante para um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>.</p>
<p>O engenheiro agrônomo, consultor e especialista em fertilidade, Flávio Moraes, afirma que:</p>
<p><em>“Sim, é um sistema com vários benefícios e pode ser usado como uma forma de manejar plantas daninhas.”</em></p>
<p>No vídeo a seguir, você pode conferir como que esse tipo de sistema funciona, porque ele beneficia tanto, principalmente no caso do milho e quais os parâmetros seguir para fazer dar certo.</p>
<p>Lembrando que, inicialmente pode haver uma competição entre milho e a braquiária. Então como proceder? Flávio Moraes te explica no vídeo a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="SISTEMA SANTA FÉ NO MANEJO DE PLANTAS DANINHAS | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/91ZtofoVLSs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ele cita o exemplo da buva, que é uma planta daninha de difícil controle, mas que no <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consórcio de milho com braquiária</strong></a>, por criar um ambiente desfavorável a ela, acaba ajudando a controlar o surgimento dessa planta invasora.</p>
<p>Posteriormente, esse tipo de técnica, acaba por inibir a germinação de outras plantas daninhas.</p>
<p>Isso significa retorno positivo ao produtor!</p>
<h2>Proteção efetiva e de qualidade em todas as suas safras</h2>
<p>Como dito, plantas daninhas causam enormes prejuízos, quando não controladas. A palavra de “ordem” é essa: controlar.</p>
<p>Essas plantas são apenas um dos problemas que os produtores precisam lidar ao longo do desenvolvimento da cultura e, quando essas são anuais, como soja, milho e demais cereais, o cuidado é ainda mais intenso.</p>
<p>Há ainda as pragas e doenças que impactam em diversas fases da safra. Então, <strong>como se preparar para cada uma delas e garantir mais segurança para uma colheita satisfatória?</strong></p>
<p>Não perca mais tempo. O controle e proteção das suas lavouras, só depende de você!</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Produção de milho no Brasil e no mundo: principais dados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 16:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais estratégicas da agricultura global. Além de sua importância como alimento humano e animal, tornou-se essencial para a produção de biocombustíveis e diversos produtos industriais. Nas últimas décadas, a cultura se expandiu rapidamente em produtividade e área, impulsionada pela adoção tecnológica e pela crescente demanda internacional. Este artigo traz [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho é uma das <strong>culturas mais estratégicas da agricultura global</strong>. Além de sua importância como alimento humano e animal, tornou-se essencial para a produção de biocombustíveis e diversos produtos industriais.</p>
<p>Nas últimas décadas, a cultura se expandiu rapidamente em produtividade e área, impulsionada pela adoção tecnológica e pela crescente demanda internacional. Este artigo traz um panorama atualizado sobre a produção mundial e brasileira de milho, abordando os principais países produtores, tendências de mercado e perspectivas para os próximos anos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Produção mundial de milho: panorama atual</h2>
<p>De acordo com o <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)</strong>, a produção global de milho deve atingir <strong>1,26 bilhão de toneladas</strong> na safra 2025/26, mantendo o crescimento estável das últimas décadas.</p>
<p>Os <strong>Estados Unidos</strong> seguem como o maior produtor, com cerca de <strong>370 milhões de toneladas</strong>, seguidos por <strong>China (285 Mt)</strong>, <strong>Brasil (120 Mt)</strong>, <strong>Argentina (55 Mt)</strong> e <strong>Ucrânia (30 Mt)</strong>.</p>
<p>A <strong>Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)</strong> destaca que o milho responde por quase <strong>40% da produção global de grãos</strong> e continuará sendo a cultura mais cultivada do planeta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39926" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial.png" alt="Gráfico principais produtores de milho" width="1600" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial.png 1600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-300x188.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-1024x640.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-768x480.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-1536x960.png 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-370x231.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-270x169.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-740x463.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-150x94.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<h2>Comércio internacional: exportadores e importadores</h2>
<p>O milho é um dos produtos agrícolas mais comercializados do mundo, embora apenas cerca de <strong>15% da produção global</strong> seja exportada. A maior parte é consumida internamente pelos próprios produtores.</p>
<p>Os <strong>principais exportadores em 2025</strong> são:</p>
<ul>
<li><strong>Estados Unidos:</strong> aproximadamente 32% das exportações mundiais;</li>
<li><strong>Brasil:</strong> 28%;</li>
<li><strong>Argentina:</strong> 18%;</li>
<li><strong>Ucrânia:</strong> 9%.</li>
</ul>
<p>Do lado da demanda, os <strong>principais importadores</strong> incluem <strong>México</strong>, <strong>Japão</strong>, <strong>Vietnã</strong>, <strong>Egito</strong> e <strong>União Europeia</strong>. A <strong>China</strong>, que vinha reduzindo suas importações nos últimos anos, voltou a comprar volumes expressivos devido à recomposição de estoques e à demanda para rações.</p>
<h2>Fatores que impulsionam o crescimento global</h2>
<ol>
<li><strong>Avanço genético e biotecnologia: </strong>Novos híbridos mais produtivos e tolerantes ao estresse hídrico vêm ampliando a produtividade em países tropicais.</li>
<li><strong>Expansão da área cultivada no Hemisfério Sul: </strong>O Brasil e a Argentina ampliaram significativamente a segunda safra (safrinha), aproveitando a janela após a soja.</li>
<li><strong>Demanda crescente por ração animal: </strong>O aumento da produção de aves e suínos, especialmente na Ásia, impulsiona o consumo global de milho.</li>
<li><strong>Uso industrial e energético: </strong>Países como <strong>Estados Unidos</strong> e <strong>Brasil</strong> expandem o uso do milho para <strong>etanol de segunda geração</strong>, diversificando o destino do grão.</li>
<li><strong>Agricultura digital e manejo de precisão: <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/">Sensores</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong>, imagens de satélite e softwares de previsão de colheita têm contribuído para decisões mais assertivas e redução de perdas.</li>
</ol>
<h2>O Brasil no cenário mundial do milho</h2>
<p>O Brasil consolidou-se como <strong>terceiro maior produtor e segundo maior exportador de milho</strong> do mundo. Segundo a <strong>CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento)</strong>, a produção da safra 2024/25 deve alcançar <strong>119,7 milhões de toneladas</strong>, podendo ultrapassar <strong>122 milhões</strong> com o bom desempenho da segunda safra.</p>
<p>Os principais estados produtores são:</p>
<ul>
<li><strong>Mato Grosso:</strong> responsável por cerca de 35% da produção nacional;</li>
<li><strong>Paraná</strong>, <strong>Goiás</strong> e <strong>Mato Grosso do Sul</strong> vêm em seguida;</li>
<li><strong>Minas Gerais</strong> e <strong>Bahia</strong> também ampliam participação com sistemas integrados.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Desafios internos</h3>
<p>Apesar do crescimento, o Brasil ainda enfrenta gargalos importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Infraestrutura e logística:</strong> o transporte do milho das regiões produtoras até os portos do Arco Norte e Sul ainda é um dos principais custos da cadeia;</li>
<li><strong>Custo de fertilizantes:</strong> a dependência de importações torna o setor vulnerável às oscilações internacionais;</li>
<li><strong>Variabilidade climática:</strong> eventos extremos, como secas e excesso de chuvas, têm exigido estratégias de mitigação e adoção de híbridos mais tolerantes;</li>
<li><strong>Competição por área com a soja:</strong> a integração das duas culturas exige planejamento técnico para manter rentabilidade.</li>
</ul>
<p>Mesmo com esses desafios, o país deve manter forte presença nas exportações, impulsionado pela demanda global e pela competitividade logística crescente (especialmente com novos terminais portuários no Norte e Nordeste).</p>
<h2>Perspectivas para os próximos anos</h2>
<h3>Crescimento sustentado da demanda global</h3>
<p>A tendência é de aumento contínuo no consumo de milho, especialmente em países emergentes. O setor de rações e biocombustíveis seguirá como principal motor dessa expansão.</p>
<h3>Adoção crescente de tecnologias digitais</h3>
<p>A agricultura 5.0, com monitoramento remoto, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong> e análise preditiva, será determinante para elevar produtividade e eficiência.</p>
<h3>Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF)</h3>
<p>Sistemas integrados devem ganhar força, permitindo maior aproveitamento de áreas e sustentabilidade produtiva.</p>
<h3>Clima e sustentabilidade</h3>
<p>A pressão por cadeias produtivas sustentáveis será crescente. O uso racional de água, fertilizantes e energia será diferencial competitivo para produtores e exportadores.</p>
<h3>Expansão do etanol de milho no Brasil</h3>
<p>O segmento cresce em ritmo acelerado. Em 2024, mais de 20% do etanol produzido no país já veio do milho, e a expectativa é de expansão contínua nos próximos cinco anos.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O milho segue como <strong>pilar estratégico do agronegócio mundial</strong> e, especialmente, do brasileiro. A consolidação do país como grande exportador, aliada ao avanço tecnológico e à expansão da segunda safra, reforça o papel do Brasil como protagonista no abastecimento global de grãos.</p>
<p>No entanto, para sustentar o crescimento e a competitividade, será fundamental <strong>investir em tecnologia, infraestrutura e gestão técnica, </strong>áreas em que profissionais capacitados e consultores especializados desempenham papel essencial.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Com uma linguagem acessível e foco em aplicações práticas, você vai aprender os fundamentos da produção agrícola, desde os ciclos das culturas até o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e análise de custos e margens.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Germinação de sementes: como esse processo ocorre?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 20:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A germinação é o ponto central de qualquer agricultura e a semente é o insumo primordial, principalmente em casos de cereais. Muitos produtores seguem o ciclo comum de: plantar a semente em solo fértil; irrigar; manejar pragas, doenças e plantas daninhas e, por fim, colhem. No entanto, se a semente não germinar, não adiantará de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A germinação é o ponto central de qualquer agricultura e a semente é o insumo primordial, principalmente em casos de cereais.</p>
<p>Muitos produtores seguem o ciclo comum de: plantar a semente em solo fértil; irrigar; manejar pragas, doenças e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e, por fim, colhem. No entanto, se a semente não germinar, não adiantará de nada os demais processos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como ocorre a germinação de sementes?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conseguir visualizar o “nascimento” de uma plântula, quando a semente se rompe e inicia seu desenvolvimento, emitindo a primeira estrutura, que é a radícula, é realmente incrível.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10786 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/fenologia-do-milho.jpg" alt="Estrutura da fenologia do milho" width="266" height="300" /><span style="font-size: 10pt;">Fenologia do milho. Fonte: Pioneer Sementes</span></p>
<p>Essa, porém, é apenas a parte visual externa, pois <strong>o mais importante ocorre internamente com substâncias, hormônios e transformações.</strong></p>
<p>Todo o processo inicia com a entrada da água no embrião de uma semente. É o que explica Evandro Fagan, que é professor e pesquisador de fisiologia da produção do Rehagro.</p>
<p><em>“Quando a água entra, ela ativa a giberelina, que está na estrutura do embrião.”</em> — pontua Evandro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="FISIOLOGIA DA GERMINAÇÃO DA SEMENTE: COMO OCORRE O PROCESSO? | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/TOYU8SQOEnA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A giberelina é um tipo de hormônio vegetal que ajuda a regular diversos processos de desenvolvimento, então ela tem forte papel na germinação. Esse hormônio ainda ativa enzimas igualmente importantes para o processo.</p>
<p>A emissão da radícula só ocorre quando outro processo, dependente da giberelina e da ativação de enzimas, ocorre.</p>
<p>Evandro exemplifica com uma monocotiledônea, como o milho, e também mostra com uma dicotiledônea, como a soja. Os processos são parecidos, mas possuem suas diferenças.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">produção de grãos</a></strong> depende de muitos fatores, inclusive que vão além da lavoura. No entanto, entender detalhadamente o processo inicial do desenvolvimento de qualquer cultura agrícola, pode fazer toda a diferença.</p>
<p>Nesse caso da germinação, por exemplo, deixa claro a importância da disponibilidade de água nesse início. Mostra também que o processo diverge de acordo com o tipo de semente.</p>
<p>Entender cada fase de cada processo com propriedade de conhecimento, pode ser o que resultará em colheitas fartas depois, ou no manejo mais adequado em cada etapa do processo. E, claro, isso pode te destacar no mercado, seja como produtor ou especialista do setor.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Drones na agricultura: veja as aplicações e os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 15:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[mapas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informações obtidas por sensoriamento remoto apresentam importância cada vez maior entre as ciências agrárias e geociências. Dentre as vantagens do sensoriamento remoto, destacam-se: Baixo custo para obter informações espacialmente contínuas e em escalas local, regional ou global; Possibilidade de gerar estimativas de parâmetros biofísicos/bioquímicos da vegetação com base em modelos físicos ou empíricos; O fato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Informações obtidas por sensoriamento remoto apresentam importância cada vez maior entre as ciências agrárias e geociências.</p>
<p>Dentre as <strong>vantagens do sensoriamento remoto</strong>, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Baixo custo para obter informações espacialmente contínuas e em escalas local, regional ou global;</li>
<li>Possibilidade de gerar estimativas de parâmetros biofísicos/bioquímicos da vegetação com base em modelos físicos ou empíricos;</li>
<li>O fato de não requerer intervenção no ambiente (não destrutivo);</li>
<li>Apresentar viabilidade econômica e de tempo de execução.</li>
</ul>
<p>Ao integrar um <strong>potencial de alta resolução espacial</strong> com uma grande repetitividade, os drones podem acompanhar de forma adequada a fenologia de culturas agrícolas, demandas dos processos de manejo da lavoura e qualificar a tomada de decisões.</p>
<p>Fixando as condições das câmeras, a escala cartográfica de uma imagem de drone pode equivaler a uma resolução espacial de poucos centímetros a decímetros, dependendo da altura do voo.</p>
<p>Esse é um dos pontos mais atrativos dos dados de drone considerando a demanda das aplicações desses produtos na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">agricultura de precisão</a></strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>A importância dos índices de vegetação</h2>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener">índices de vegetação</a></strong> representam um dos principais produtos gerados a partir das imagens multiespectrais/hiperespectrais adquiridas por meio de drones.</p>
<p>Em geral, operações algébricas são aplicadas para promover esse realce, numa base pixel-a-pixel. Independente do índice e da escala que forma abordado, devemos sempre procurar trabalhar com os dados de reflectância de superfície.</p>
<p>Os números digitais presentes nas imagens devem ser transformados em reflectância para evitar os erros associados a discretização diferenciada de cada banda. A reflectância (efetivamente o fator de reflectância) é uma propriedade do alvo e assim, comparações podem ser feitas em séries históricas de dados de um sensor.</p>
<p>Os índices de vegetação são utilizados para caracterizar a dinâmica da vegetação e para estimar parâmetros biofísicos como o índice de área foliar.</p>
<p>Em tese, o índice de vegetação ideal deveria maximizar a resposta do verdor da vegetação e minimizar a influência dos fatores não desejados (exemplos: efeitos direcionais, atmosfera, contribuição do substrato). Devido ao processo de normalização de boa parte dos índices, espera-se reduzir a influência das diferenças na resolução espacial e espectral dos sensores.</p>
<p>A identificação e o monitoramento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> são necessários, pois cada espécie apresenta seu potencial de estabelecimento e sua agressividade, sendo sua interferência diferente entre as culturas. A identificação correta de plantas daninhas permite compactuar com o manejo integrado de plantas daninhas e ainda monitorar as espécies tolerantes na área.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Agricultura de precisão no uso de defensivos agrícolas</h2>
<p><strong>No manejo de plantas daninhas, a agricultura de precisão permite o gerenciamento local das culturas.</strong></p>
<p>Atualmente os drones, possibilitam fazer levantamentos nas áreas agrícolas, permitindo, assim, o uso de agricultura de precisão para o posterior manejo do sistema agrícola e das ações de melhor manejo.</p>
<p>O uso desta tecnologia no manejo de plantas daninhas tem se mostrado eficiente, com <strong>redução entre 40 a 60% no número de aplicações de herbicidas</strong>.</p>
<p>Entre as mais diversas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">técnicas de aplicação de defensivos agrícolas</a></strong> que são encontradas no mercado, as que mais se destacam são as que se baseiam no princípio de fracionamento hidráulico das gotas. Quando se observa somente o modo cujo defensivo agrícola atua sobre o alvo, é errôneo, pois não se observar a técnica de aplicação de defensivos podem acarretar a contaminação do ambiente.</p>
<p>Para os aplicadores, um dos maiores desafios é minimizar essa contaminação ambiental, devido à forte pressão que a sociedade tem colocado, a fim de uma produção agrícola socialmente sustentável e ambientalmente segura. As aplicações com essas características são conseguidas, com o domínio da técnica de aplicação e a correta escolha da ponta de pulverização.</p>
<p>Atualmente, <strong>a tendência é a redução do volume de pulverização</strong>, pois adotando esse procedimento, se reduz o número de reabastecimentos, e como consequência, há redução do volume de água necessário para as operações, aumentando então, a capacidade operacional.</p>
<p>Têm-se observado a aplicação de baixos volumes e a redução do diâmetro de gotas, fatores estes que, apresentam maiores capacidades de coberturas atingindo então as diversas partes do alvo com maior facilidade.</p>
<h2>Benefícios da pulverização com drones</h2>
<p><strong>Os drones voltados para a pulverização, são equipamentos capazes de operar em áreas de difícil acesso e em locais que aviação agrícola não consegue atuar. </strong></p>
<p>Os gastos com insumos se reduzem em até 80%, otimizando recursos e aplicando defensivos no momento e local correto, além dos impactos ambientais serem reduzidos.</p>
<p>Esses equipamentos podem atender tanto pequenas culturas quanto grandes, em situações que, pulverização com aviões não é viável economicamente, e em áreas de risco, que podem ser próximas à rede elétrica e árvores.</p>
<p>As aplicações realizadas de maneira aérea, não se diferem das aplicações com equipamentos terrestres. O uso da tecnologia aérea se apresenta como mais econômica e vantajosa, uma vez que reduz o tempo da aplicação e que, o produto pode ser aplicado em condições adversas de solos irrigados ou encharcados, possibilitando assim, maior qualidade e uniformidade de aplicação, que não provoca danos seja de amassar a cultura ou compactação de solo.</p>
<p><strong>No processo de produção agrícola, a aplicação de defensivos agrícolas é um dos mais exigentes</strong>, pois além de atender a área de cultivo, existem os cuidados com a preservação do meio ambiente.</p>
<p>Uma máquina sofisticada terá pouco valor, se sua operação não seguir as especificações técnicas. Já é possível utilizar um drone tipo avião para mapear uma grande lavoura e assim, gerar mapas com o posicionamento de focos de plantas daninhas, e assim, pulverizar com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> utilizando o drone multirotor nestes locais em dois ou três dias.</p>
<p>A economia de herbicidas chega em até 95%, em relação à pulverização de uma área total.</p>
<h2>Domine a Agricultura de Precisão e leve mais eficiência para sua produção de grãos</h2>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=blog"><strong>Passo a Passo na Agricultura de Precisão em Grãos</strong></a> é um curso 100% online, objetivo e voltado para a prática, ideal para profissionais que querem aprofundar seus conhecimentos com base em situações reais.</p>
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		<title>Posicionamentos e resultados com o uso de herbicidas pré-emergentes em soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-em-soja-posicionamento-e-resultados-atuais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 18:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este webinar trata sobre herbicidas pré-emergentes em soja, destacando sua importância e posicionamento adequado. Principais pontos do webinar Os herbicidas pré-emergentes são essenciais para controlar plantas daninhas e garantir a limpeza da área de plantio. A cultura da soja é particularmente sensível à competição com plantas daninhas, tornando o uso de herbicidas fundamental. O webinar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este webinar trata sobre herbicidas pré-emergentes em soja, destacando sua importância e posicionamento adequado.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Os herbicidas pré-emergentes são essenciais para controlar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e garantir a limpeza da área de plantio.</li>
<li>A cultura da soja é particularmente sensível à competição com plantas daninhas, <strong>tornando o uso de herbicidas fundamental.</strong></li>
<li>O webinar aborda as características, benefícios e oportunidades de uso dos <strong>herbicidas pré-emergentes</strong>.</li>
<li>A análise de dados e a escolha adequada dos herbicidas pré-emergentes são fundamentais para obter resultados eficazes e minimizar os riscos de intoxicação ou perda de produtividade.</li>
</ul>
<p>Quem está à frente da palestra é a Dra. Camila Pinho, pesquisadora e professora da UFRRJ.</p>
<p>Assista ao <strong>conteúdo na íntegra</strong>!</p>
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		<title>Fertilizantes nitrogenados: benefícios e eficiência no uso</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 12:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio na produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção das safras deve aumentar substancialmente nas próximas décadas para acompanhar a demanda global de alimentos, impulsionada pelo crescimento da população e da renda. A população humana está projetada para atingir 11 bilhões neste século, com o maior aumento nas nações em desenvolvimento. Este crescimento, em conjunto com o aumento do consumo per capita, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/">Fertilizantes nitrogenados: benefícios e eficiência no uso</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção das safras deve aumentar substancialmente nas próximas décadas para acompanhar a demanda global de alimentos, impulsionada pelo crescimento da população e da renda.</p>
<p>A população humana está projetada para atingir 11 bilhões neste século, com o maior aumento nas nações em desenvolvimento. Este crescimento, em conjunto com o aumento do consumo per capita, exigirá grandes aumentos na produção de biocombustíveis e alimentos, o que vai exigir maior consumo de fertilizantes, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>.</p>
<p>Em última análise, a capacidade global de produção de alimentos será limitada pela quantidade de terra e recursos hídricos disponíveis e adequados para a produção agrícola, e pelos limites biofísicos no crescimento da cultura.</p>
<p>Quantificar a capacidade de produção de alimentos em cada hectare de terras agrícolas atuais, de uma maneira consistente e transparente, é necessário para informar as decisões sobre:</p>
<ul>
<li>Política;</li>
<li>Pesquisa;</li>
<li>Desenvolvimento;</li>
<li>Investimento.</li>
</ul>
<p>Tudo o que visa afetar o rendimento futuro da safra e uso da terra deve ser analisado, para construir ações para incremento da produtividade pelos produtores por meio de suas redes de conhecimento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Capacidade de produção e consumo de energia</h2>
<p>A capacidade de produção da safra pode ser avaliada estimando-se o rendimento potencial e os níveis de rendimento com limitação de água, como referência para a produção agrícola sob, respectivamente, condições irrigadas e de sequeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21396 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao.jpg" alt="Plantação de milho sendo irrigada" width="459" height="287" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao.jpg 459w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-300x188.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-370x231.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-270x169.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 459px) 100vw, 459px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Milho irrigado &#8211; Fonte: Embrapa</span></p>
<p>A diferença entre a produtividade potencial e as produtividades obtidas, apresentam como oportunidade de incremento na produtividade, por meio do conhecimento dos fatores que causam a redução na produtividade, a fim de realizar o cultivo de forma sustentável.</p>
<p>A agricultura intensiva requer grandes quantidades de energia e isso influencia fortemente os preços dos alimentos.</p>
<p>As fazendas modernas são grandes consumidoras de combustível e eletricidade. Além disso, a produção de fertilizantes à base de nitrogênio também gasta energia e seu custo é fortemente influenciado pelos preços do petróleo e do gás natural.</p>
<p>Outro fator a considerar é que os solos tropicais são limitados por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">fósforo</a></strong>, cujos estoques mineráveis ​​estão diminuindo e frequentemente localizados longe das regiões agrícolas tropicais. Os custos de produção, transporte e aplicação de fósforo irão aumentar claramente com os preços da energia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21397 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica.jpg" alt="Recorte de rocha fosfática pela Vale" width="505" height="332" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-370x243.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Recorte de rocha fosfática pela Vale &#8211; Fonte: Exame</span></p>
<h2>Fonte de combustíveis e energias</h2>
<p>Apesar das demandas globais por energia, provavelmente irão dobrar até 2050, os avanços tecnológicos para acessar petróleo e gás natural em formações de xisto profundas podem ajudar a manter os preços da energia relativamente estáveis ​​nas próximas 1–2 décadas.</p>
<p>No curto a médio prazo, suprimentos estáveis ​​de energia poderiam apoiar a intensificação agrícola se os preços das safras aumentassem mais rapidamente do que os custos da energia.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Eficiência dos fertilizantes nitrogenados</h2>
<p>Melhorias na eficiência do uso de nitrogênio na produção agrícola são críticas para enfrentar os desafios triplos de segurança alimentar, degradação ambiental e <a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mudança climática</strong></a>. Essas melhorias dependem não apenas da inovação tecnológica, mas também de fatores socioeconômicos que atualmente são mal compreendidos.</p>
<p>A aplicação de fertilizantes nitrogenados sintéticos (N) e fósforo (P), além de aumentar a produtividade agrícola, a aplicação em áreas agrícolas altera drasticamente:</p>
<ol>
<li>O orçamento global de nutrientes;</li>
<li>A qualidade da água;</li>
<li>O balanço de gases de efeito estufa;</li>
<li>O feedback para o sistema climático.</li>
</ol>
<p>As taxas de uso de fertilizantes N e P por unidade de área cultivada aumentaram em aproximadamente 8 vezes e 3 vezes, respectivamente, desde o ano de 1961 quando os levantamentos da IFA (<i>International Fertilizer Industry Association</i>) e da FAO (<i>Food and Agricultural Organization</i>) em nível de país a entrada de fertilizantes tornou-se disponível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21398 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes.jpg" alt="Padrões temporais de nitrogênio (N) e fósforo (P) globais de uso de fertilizantes em termos de quantidade total (tot) e taxa média por unidade de área de cultivo (média) por ano" width="508" height="368" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes.jpg 508w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-300x217.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-370x268.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-270x196.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 508px) 100vw, 508px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Padrões temporais de nitrogênio (N) e fósforo (P) globais de uso de fertilizantes em termos de quantidade total (tot) e taxa média por unidade de área de cultivo (média) por ano. Os gráficos de pizza mostram a proporção do uso de fertilizantes N e P nos cinco principais países consumidores de fertilizantes e outros no ano de 2013 &#8211; Fonte: Lu &amp; Tian (2017) &#8211; Traduzido.</span></p>
<p>Considerando a expansão das áreas de cultivo, o aumento no consumo total de fertilizantes é ainda maior.</p>
<p>A entrada de fertilizante P mostra um padrão semelhante com o Brasil como o maior consumidor. É observado um aumento global na razão N/P do fertilizante em 0,8 g N g −1 P por década durante 1961–2013.</p>
<h3>Eficácia do uso de fertilizantes nitrogenados</h3>
<p>O nitrogênio é crucial para a produtividade das culturas. No entanto, hoje em dia mais da metade do N adicionado às plantações é perdido para o meio ambiente. Além de desperdiçar o recurso, isso gera:</p>
<ul>
<li>Ameaças ao ar;</li>
<li>À água;</li>
<li>Ao solo;</li>
<li>À biodiversidade;</li>
<li>Gera emissões de gases de efeito estufa.</li>
</ul>
<p>Durante as últimas cinco décadas, a resposta dos sistemas agrícolas ao aumento da fertilização com nitrogênio evoluiu de forma diferente nos diferentes países do mundo.</p>
<p>Enquanto alguns países melhoraram seus desempenhos agroambientais, em outros o aumento da fertilização produziu baixos benefícios agronômicos e maiores perdas ambientais.</p>
<p>De forma geral, países que usam uma proporção maior de insumos de N da fixação simbiótica de N, em vez de fertilizantes sintéticos, têm uma melhor eficiência de uso de N.</p>
<p>A eficiência fotossintética e a tolerância ao estresse são exemplos de características aprimoradas pela seleção natural por milhões de anos antes da domesticação das safras. Melhorar ainda mais essas características muitas vezes requerem a aceitação de compensações que teriam reduzido a aptidão dos ancestrais da cultura onde eles evoluíram.</p>
<p>Exemplo: as melhorias no potencial de rendimento vêm, principalmente, da reversão da seleção anterior para a competitividade individual da planta, que entrava em conflito com a eficiência da comunidade planta, ou de compensações entre a adaptação às condições do passado e do presente.</p>
<p>Identificar compensações evolutivas, que impõem concessões agronômicas mínimas, pode apontar o caminho para melhorias adicionais no potencial de rendimento e outras características de nível de comunidade.</p>
<p>Os genótipos de culturas que beneficiam as culturas subsequentes merecem mais atenção. As inovações radicais nunca testadas pela seleção natural podem ter um potencial considerável, mas tanto as compensações quanto as sinergias costumam ser difíceis de prever.</p>
<p>O milho, por exemplo, <strong>é um dos cereais mais cultivados e importantes na alimentação humana e animal</strong>. Mesmo com os avanços genéticos, é inegável seu alto consumo de fertilizantes, em especial o nitrogenado. Mas o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">quão impactante é isso</a></strong>?</p>
<p>Nutricionalmente, a planta e o solo requerem atenção e, claro, isso culminará no preço final.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/">Fertilizantes nitrogenados: benefícios e eficiência no uso</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Nitrogênio na fertilidade do solo: importância e manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 13:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nitrogênio (N) desempenha um papel fundamental na fertilidade das plantas. Raízes, caules e folhas são desenvolvidos, em partes, por ele. Na agricultura, em especial a de grãos, ele é o nutriente de maior demanda. As culturas, em geral, necessitam que o N₂ atmosférico seja modificado por meio de processos naturais ou em forma comercial [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">Nitrogênio na fertilidade do solo: importância e manejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>nitrogênio (N)</strong> desempenha um papel fundamental na fertilidade das plantas. Raízes, caules e folhas são desenvolvidos, em partes, por ele. Na agricultura, em especial a de grãos, ele é o <strong>nutriente de maior demanda</strong>.</p>
<p>As culturas, em geral, necessitam que o N₂ atmosférico seja modificado por meio de processos naturais ou em forma comercial de fertilizantes nitrogenados.</p>
<p>Por meio de vários processos biológicos ou industriais de fixação, o N₂ atmosférico é transformado nas formas assimiláveis pelas plantas:</p>
<ol>
<li>Amônio (NH₄+);</li>
<li>Nitrato (NO₃₂-).</li>
</ol>
<p>Pode ser fixado também por organismos no solo e em nódulos nas raízes de leguminosas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Por que o nitrogênio é essencial para fertilidade do solo?</h2>
<p>O nitrogênio faz parte da composição de proteínas de plantas e animais. O valor nutricional dos alimentos que ingerimos depende, em grande parte, do fornecimento adequado deste nutriente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10564 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio.jpg" alt="Ciclo do Nitrogênio" width="401" height="354" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio.jpg 401w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-300x265.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-370x327.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-270x238.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-340x300.jpg 340w" sizes="auto, (max-width: 401px) 100vw, 401px" /></p>
<p>O nitrogênio é exigido pelas culturas em <strong>maiores quantidades do que qualquer outro nutriente</strong>, exceto <a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-soja-como-economizar-no-potassio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>potássio</strong> </a>(K).</p>
<p>Nitrato e amônio são as principais formas de N absorvidas pelas raízes das plantas.</p>
<p>Embora a quantidade de nitrogênio armazenada na matéria orgânica do solo seja grande, a quantidade decomposta e disponível para absorção pela planta é relativamente pequena. Normalmente, essa decomposição não é sincronizada com a necessidade da planta.</p>
<p>A matéria orgânica libera N lentamente e a taxa é controlada pela atividade microbiana do solo (influenciada por temperatura, umidade, pH e textura).</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-deficiencia-nutricional-soja-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39627 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png" alt="Guia Sintomas de deficiência nutricional" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Suprimento e fontes de nitrogênio</h2>
<p>Em geral, estima-se que para cada 1% de matéria orgânica do solo, são disponibilizados cerca de 20 kg/ha de N.</p>
<p>Um dos produtos da decomposição orgânica (mineralização) é o <strong>amônio</strong>, que pode ser retido pelo solo, absorvido pelas culturas ou convertido em nitrato. O nitrato é absorvido pelas plantas, lixiviado da zona radicular ou transformado em nitrogênio gasoso e perdido para a atmosfera.</p>
<p>Como a maioria dos solos não pode fornecer quantidades suficientes de nitrogênio para sustentar economicamente o crescimento ótimo e a qualidade da cultura, os fertilizantes comerciais são bastante usados para suplementar suas necessidades.</p>
<p>Esterco, lodo de esgoto e outros resíduos que são fontes de nitrogênio são aceitáveis também, quando disponíveis.</p>
<p>A escolha da fonte de nitrogênio correta deve ser baseada em fatores como:</p>
<ul>
<li>Disponibilidade;</li>
<li>Preço;</li>
<li>Cultura a ser adubada;</li>
<li>Época e método de aplicação;</li>
<li>Sistemas de produção e risco de perdas.</li>
</ul>
<p>Todas as fontes de nitrogênio necessitam de um manejo mais cuidadoso, para o aproveitamento máximo de seu potencial. Quando não manejados corretamente, todas as fontes de nitrogênio podem representar potencial dano ambiental, incluído acúmulo de nitrato em águas subterrâneas e superficiais.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fertilizantes nitrogenados</h2>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizantes nitrogenados</a></strong> são os mais utilizados na agricultura e devido à necessidade da redução de suas perdas por volatilização quando aplicado em superfície, a ureia tornou-se o fertilizante convencional mais utilizado para o desenvolvimento de fertilizantes com eficiência aumentada. Eles podem ser classificados em três categorias:</p>
<ol>
<li>Estabilizados;</li>
<li>Liberação lenta;</li>
<li>Liberação controlada.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10565" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados.jpg" alt="Fertilizantes nitrogenados" width="550" height="550" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-768x768.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-740x740.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<h3>Fertilizantes nitrogenados convencionais</h3>
<p>Podem ser citados:</p>
<ul>
<li>Ureia;</li>
<li>Nitrato de amônio;</li>
<li>Sulfato de amônio;</li>
<li>Nitrato de cálcio;</li>
<li>MAP;</li>
<li>DAP, dentre outros.</li>
</ul>
<h3>Fertilizantes nitrogenados estabilizados</h3>
<p>Pode-se citar: a ureia tratada com aditivos para estabilização do nitrogênio. Sendo subdivididos em: aditivos para inibição da urease e aditivos para inibição da nitrificação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21406 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease.jpg" alt="Ação de inibidores de urease" width="300" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h3>Fertilizantes nitrogenados de liberação lenta ou quimicamente modificados</h3>
<p>São produtos de condensação da ureia com aldeídos.</p>
<h3>Fertilizantes nitrogenados de liberação controlada</h3>
<p>São fertilizantes nitrogenados convencionais, como a ureia, com alta solubilidade em água, aos quais são adicionados compostos para o recobrimento do grânulo que serve de barreira física e controla a passagem de nitrogênio por difusão.</p>
<h3>Diferença dos fertilizantes</h3>
<p>Existem diferenças conceituais entre as tecnologias quando são utilizados os termos <strong>liberação lenta e controlada</strong>.</p>
<ul>
<li>Os fertilizantes de liberação lenta não têm revestimento, como os fertilizantes de liberação controlada.</li>
<li>Diferenças nos preços, pois geralmente os fertilizantes de liberação controlada são mais caros em função do tipo e quantidade de revestimento utilizado no processo de produção.</li>
<li>Os fertilizantes de liberação controlada têm a taxa de liberação do nutriente influenciada basicamente pelo tipo e espessura de revestimento, temperatura, umidade do solo e precipitação pluviométrica.</li>
</ul>
<h2>Uso do nitrogênio no milho</h2>
<p>A necessidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">adubação com nitrogênio</a></strong> é mais comum do que com quaisquer outros nutrientes. No caso do milho, é o nutriente de maior exigência e de maior <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custo</strong></a>.</p>
<p>No entanto, sabendo manejar adequadamente o nitrogênio, com base no uso de uma fonte certa, na dose certa, na época correta e no local certo, é possível otimizar a produtividade e o retorno da cultura. Simultaneamente, reduz os riscos de efeitos potencialmente negativos para o ambiente.</p>
<p>Um bom exemplo disso é a adoção de <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sistema de Plantio Direto</strong></a> (SPD), por fornecer biomassa à cultura e uma melhor ciclagem de nutrientes. No caso do milho de segunda safra, por exemplo, é comum no Brasil fazer consórcio com braquiária.</p>
<p>Sistemas como esse, trazem diversos benefícios, inclusive econômicos. Alinhar o fornecimento de nitrogênio, com um sistema de preservação e que ainda auxilia contra pragas e daninhas, pode ser promissor, vantajoso e rentável.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Macroelementos essenciais às plantas e solos: saiba quais são e sua importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 12:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que uma planta tenha pleno desenvolvimento, ela precisa de: água, luz do sol e de um solo nutricionalmente adequado. Claro que sempre existirão exceções, mas de modo geral, essa é a base. A demanda nutricional depende de muitos fatores, dentre os quais podemos citar: Tipo da cultivar; Época de aplicação; Quantidade de nutriente disponível [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que uma planta tenha pleno desenvolvimento, ela precisa de: água, luz do sol e de um solo nutricionalmente adequado. Claro que sempre existirão exceções, mas de modo geral, essa é a base.</p>
<p>A demanda nutricional depende de muitos fatores, dentre os quais podemos citar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipo da cultivar;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Época de aplicação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quantidade de nutriente disponível no solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O tipo de nutriente que essa cultivar requer.</li>
</ul>
<p>Sobre os 2 últimos, o solo acaba tendo um foco, afinal ele atua como reservatório de minerais necessários às plantas. Para saber a composição, é preciso fazer, ao menos, uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análise de solo</strong></a>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como funciona a absorção de nutrientes e o papel da adubação</h2>
<p>O sistema é aberto, pois os elementos são constantemente removidos de um lado, a uma fase sólida (reservatório) e acumulados no outro, a planta.</p>
<p>A solução do solo é o compartimento de onde a raiz retira ou absorve os elementos essenciais.</p>
<p>Quando a fase sólida (matéria orgânica + minerais) não consegue transferir para a solução do solo quantidades adequadas de um nutriente qualquer, é necessária sua aplicação mediante o emprego do fertilizante, que contém o elemento em falta.</p>
<p>Na prática, <strong>a adubação consiste em cobrir a diferença entre a quantidade do nutriente exigida pela planta e o fornecimento pelo solo</strong>, multiplicado por um fator, para compensar as perdas do adubo, ocasionadas principalmente quando o pH do solo encontra-se fora da faixa adequada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estabelecer a essencialidade dos elementos é muito mais complexo do que apenas a análise química. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As plantas absorvem do solo, sem muita discriminação, os elementos essenciais, os benéficos e os tóxicos, podendo estes últimos, inclusive, levá-las à morte. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Macroelementos nas plantas e no solo</h2>
<h3>Nitrogênio (N)</h3>
<p>O N é exigido pelas culturas em maiores quantidades do que qualquer outro nutriente, exceto potássio (K). Nitrato e amônio inorgânicos são as principais formas de N absorvidas pelas raízes das plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21391 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3.jpg" alt="Fórmulas químicas do Nitrato, Amônio e Nitrato de Amônio" width="517" height="185" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3.jpg 517w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-300x107.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-370x132.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-270x97.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fórmulas químicas do Nitrato, Amônio e Nitrato de Amônio &#8211; Fonte: Sandy Azevedo</span></span></p>
<p>A quantidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a> </strong>armazenada na matéria orgânica do solo, apresenta pouca quantidade decomposta e disponível para as culturas.</p>
<p>Normalmente a decomposição não é sincronizada com a necessidade da planta. Estima-se que para cada 1% de matéria orgânica do solo são disponibilizados 20kg/ha de N.</p>
<h3>Fósforo (P)</h3>
<p>O fósforo é um <strong>componente vital no processo de conversão da energia do sol em alimentos, fibras e óleos nas plantas</strong>. Tem papel fundamental na fotossíntese, no metabolismo de açúcares, no armazenamento e transferência de informações genéticas.</p>
<p>As raízes das plantas absorvem o P quando este está dissolvido na solução do solo.</p>
<p>Os solos naturalmente apresentam baixa concentração de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">fósforo</a></strong>, devido a esse fator o solo deve ser continuamente reabastecido com esse elemento para repor o que foi absorvido pelas plantas.</p>
<p>As raízes das plantas geralmente absorvem P na forma de íons ortofosfato inorgânicos (HPO42- ou H₂PO₄-).</p>
<p>A disponibilidade de fósforo às plantas é influenciada por fatores como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quantidade de minerais de argila;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Concentração de P;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fatores que afetam a atividade radicular (aeração e compactação);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Teor de umidade do solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Temperatura;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Atividades<strong> radiculares das culturas</strong>;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">pH do solo.</li>
</ul>
<h3>Potássio (K)</h3>
<p>O potássio está envolvido em diversas funções essenciais como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Regulação da pressão osmótica nas células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Troca de gases;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Movimento das folhas em resposta à luz;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ativação das enzimas que auxiliam na ocorrência de reações químicas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síntese de proteínas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ajuste no pH dentro das células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aumento da fixação de CO2 durante a fotossíntese;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Transporte de compostos químicos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Equilíbrio das cargas elétricas em várias partes das células.</li>
</ul>
<p>As plantas supridas com quantidades adequadas de K são capazes de resistir mais ao estresse climático e aos danos causados por pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> em comparação com plantas deficientes em K.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21392 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4.jpg" alt="Sintoma clássico de deficiência de potássio em milho" width="466" height="88" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4.jpg 466w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-300x57.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-370x70.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-270x51.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-150x28.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Sintoma clássico de deficiência de potássio em milho &#8211; Fonte: IPNI (1993).</span></p>
<p>O <strong>potássio </strong>é absorvido pelas plantas quando está disponível na solução do solo, sendo alguns fatores que contribuem para a sua disponibilidade:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">K redistribuído de outras áreas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Água de irrigação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Precipitação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fertilizantes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Esterco;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Biossólidos e deposição de sedimentos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Intemperismo de minerais primários contendo K, como micas e feldspatos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">K liberado das camadas internas de filossilicatos como ilita, vermiculita e esmectita;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Dessorção de K das superfícies e arestas dos filossilicatos “K trocável”.</li>
</ul>
<p>O K trocável é medido pela análise de solo e é considerado prontamente disponível às plantas.</p>
<p>Os filossilicatos que liberam K também podem “fixar” este nutriente em posições entre as camadas, desta forma removendo-o da solução do solo.</p>
<h3>Enxofre (S)</h3>
<p>O sulfato solúvel (SO42-) é a fonte para nutrição de S para as plantas.</p>
<p>O S é exigido para a síntese de proteínas, auxiliando na produção de sementes e da clorofila necessária para o processo fotossintético.</p>
<p><strong>É um componente necessário de três aminoácidos</strong> (cisteína, metionina e cistina) requeridos para a síntese proteica. Exigido para a formação de nódulos em leguminosas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21393 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5.jpg" alt="Nódulos em raízes" width="502" height="335" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5.jpg 502w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Nódulos em raízes &#8211; Fonte: Fabiano Bastos via 3rlab</span></span></p>
<p>A maior parte do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">enxofre</a> </strong>do solo é, geralmente, encontrada na matéria orgânica e nos restos culturais.</p>
<p>Este nutriente está presente em uma variedade de compostos orgânicos que não estão disponíveis para a absorção pelas plantas, até serem convertidos em sulfato solúvel.</p>
<p>A velocidade na qual os microrganismos do solo convertem esse composto orgânico de S é determinada por <strong>temperatura, umidade e outros fatores ambientais</strong>.</p>
<p>Uma pequena fração do S do solo é encontrada na forma de sulfato. O sulfato geralmente é solúvel, e se movimenta na solução do solo para as raízes.</p>
<h3>Cálcio (Ca)</h3>
<p>O cálcio é classificado como um macronutriente secundário que é requerido em quantidades relativamente grandes pelas plantas na forma de Ca₂+.</p>
<p>O Ca desempenha <strong>papel fundamental na estrutura da parede celular e na integridade da membrana</strong>. Ele também promove:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A elongação das células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Participa de processos enzimáticos e hormonais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Desempenha papel nos processos de absorção de outros nutrientes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Proporciona estabilidade às plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">As paredes celulares fortes auxiliam na prevenção de invasão por fungos e bactérias.</li>
</ul>
<p>A solubilidade do Ca depende de fatores do solo, como <strong>pH do solo e capacidade de troca de cátions (CTC). </strong></p>
<p>O cálcio disponível é afetado tanto pela CTC do solo, quanto pela saturação de Ca nos sítios de troca de cátions do solo. O Ca tem grande influência nas propriedades do solo, especialmente porque previne a dispersão de argila.</p>
<p>O fornecimento abundante de Ca pode auxiliar na redução do encrostamento e da compactação do solo, levando à melhora da percolação da água e à redução do escoamento superficial.</p>
<h3>Magnésio (Mg)</h3>
<p>Nas plantas, o magnésio é essencial para muitas funções como:</p>
<ul>
<li>Catalisar a produção de clorofila;</li>
<li>Desempenhar papel como um componente dos ribossomos;</li>
<li>Estabilizar certas estruturas dos ácidos nucleicos;</li>
<li>Ativar ou promover a atividade de enzimas;</li>
<li>Desempenhar papel como um elemento essencial para gerar ATP;</li>
<li>Assegurar que os carboidratos produzidos nas folhas sejam exportados para outros órgãos da planta.</li>
</ul>
<p><strong>O Mg disponível às plantas está presente na solução do solo</strong>, sendo o Mg trocável e da solução do solo as formas deste nutriente medida pelas análises de solo e considerado prontamente disponíveis para as plantas.</p>
<p>Quando as raízes das plantas absorvem água, a água localizada em grande distância se move para as raízes, repondo a absorvida. O Mg que está dissolvido na solução do solo se move com essa água.</p>
<p>Esse processo, denominado <strong>fluxo de massa</strong>, é responsável por <strong>manter a planta suprida com Mg.</strong></p>
<h2>Como obter esses nutrientes?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nutrientes requeridos pelas plantas podem ter diversas origens, mas boa parte vem dos minerais. O fósforo, por exemplo, advém de rochas fosfáticas. Só a agricultura consome mais de 90% delas, o que tem tornado isso escasso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para analisar o quanto seu solo requer esse nutriente, é necessária uma análise química, que pode ser feita pelos extratores Mehlich 1, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/interpretacao-de-fosforo-disponivel-no-solo-por-mehlich-3/" target="_blank" rel="noopener">Mehlich 3</a></strong> ou Resina.</span></p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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		<item>
		<title>Ambiente físico do solo: quais são as suas principais características?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 12:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[maquinas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é um dos pilares fundamentais da agricultura, ao lado da água e da luz solar. O ambiente físico do solo compreende sua estrutura, textura, porosidade e composição, fatores que influenciam diretamente a retenção de água, a disponibilidade de nutrientes e o crescimento das raízes das plantas. Além disso, esse ambiente abriga uma rica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">O solo é um dos pilares fundamentais da agricultura, ao lado da água e da luz solar. O <strong>ambiente físico do solo compreende sua estrutura, textura, porosidade e composição</strong>, fatores que influenciam diretamente a retenção de água, a disponibilidade de nutrientes e o crescimento das raízes das plantas. Além disso, esse ambiente abriga uma rica diversidade biológica essencial para a fertilidade do solo.</p>
<p>Para garantir um solo produtivo e adequado ao plantio, é essencial identificar seus componentes por meio de uma análise de solo. Esse procedimento permite avaliar as condições químicas, físicas e biológicas do solo, auxiliando na adoção das melhores práticas para preservá-lo e potencializar sua capacidade produtiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2 data-start="638" data-end="712">Sistema de plantio direto e sua influência no ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="713" data-end="906">Uma das práticas que mais se difundiram para preservar o ambiente físico do solo e fornecer benefícios às culturas é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/">sistema de plantio direto (SPD)</a></strong>. Ele é definido por três princípios:</p>
<ol>
<li>Ausência de revolvimento ou mínimo distúrbio mecânico do solo;</li>
<li>Cobertura do solo pela palhada;</li>
<li>Diversificação das espécies de cultivo.</li>
</ol>
<h3 data-start="1068" data-end="1122">Fatores para adoção do sistema de plantio direto</h3>
<p data-start="1123" data-end="1251">No Brasil, estima-se que mais de <strong>33 milhões de hectares estejam sob SPD</strong>. Os principais fatores que impulsionam sua adoção são:</p>
<ul>
<li>Redução nos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custos de produção</a></strong> e economia de tempo;</li>
<li>Flexibilidade na aplicação de corretivos, fertilizantes e controle de plantas daninhas;</li>
<li>Produtividade igual ou maior e mais estável ao longo do tempo;</li>
<li>Proteção do ambiente físico do solo contra erosão hídrica e eólica;</li>
<li>Maior eficiência na absorção de nutrientes pelas plantas;</li>
<li>Redução de custos e menor incidência de pragas e doenças;</li>
<li>Melhor armazenamento e captação de água pelas plantas.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="1728" data-end="1778">Principais ameaças ao ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="1779" data-end="1976">A forma como o solo é preparado, o tráfego de máquinas e as culturas utilizadas impactam diretamente a estrutura do solo.</p>
<p data-start="1779" data-end="1976">Entre as <strong>ameaças mais graves</strong> ao ambiente físico do solo, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Erosão;</li>
<li>Compactação;</li>
<li>Redução dos estoques de carbono no solo;</li>
<li>Perda de matéria orgânica e nutrientes.</li>
</ul>
<p data-start="2113" data-end="2228">A adoção de boas práticas agrícolas, como o SPD e a rotação de culturas, pode minimizar esses impactos negativos.</p>
<h2 data-start="2230" data-end="2298">Sistemas de produção diversificados e o ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="2299" data-end="2446">A <strong>diversificação de culturas</strong> é essencial para a manutenção do ambiente físico do solo. Entre os principais sistemas de produção, destacam-se:</p>
<ul data-start="2448" data-end="2699">
<li data-start="2448" data-end="2561"><strong>Rotação de culturas</strong>: alternância ordenada de diferentes culturas na mesma área e na mesma estação do ano.</li>
<li data-start="2562" data-end="2699"><strong>Sucessão de culturas</strong>: ordenamento de duas culturas na mesma área por tempo determinado, cada uma cultivada em uma estação do ano.</li>
</ul>
<p data-start="2701" data-end="2848">A diversificação reduz impactos negativos no solo e melhora a estrutura física, química e biológica, tornando-o mais produtivo ao longo do tempo.</p>
<p>Para um modelo de produção envolvendo a primeira e segunda safra para regiões do Sul, Sudeste, Centro-oeste, Norte e Nordeste, trouxemos, nas imagens a seguir, exemplos que ilustram algumas opções para diversificação do sistema de produção nesses locais:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png" alt="Rotação de culturas no Sul" width="742" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png 742w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-740x216.png 740w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10822" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png" alt="Rotação de culturas no Sudeste" width="740" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10819" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png" alt="Rotação de culturas no Centro Oeste" width="748" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-740x182.png 740w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png" alt="Rotação de culturas no Norte e Nordeste" width="747" height="191" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png 747w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-740x189.png 740w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /></p>
<h2 data-start="2850" data-end="2916">Utilização de plantas de cobertura no ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="2917" data-end="3182">O cultivo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantas de cobertura</a></strong> melhora a fertilidade e estrutura do ambiente físico do solo. Essas plantas promovem a absorção de nutrientes em camadas profundas e os acumulam na parte aérea, beneficiando culturas sucessoras após a decomposição da palhada.</p>
<p data-start="3184" data-end="3229">As principais plantas de cobertura incluem:</p>
<ul>
<li data-start="3231" data-end="3446"><strong>Leguminosas</strong>: fixam biologicamente o nitrogênio e o disponibilizam para as culturas sucessoras.</li>
<li data-start="3231" data-end="3446"><strong>Gramíneas</strong>: possuem alta rusticidade, acumulam matéria verde e regulam temperatura e umidade do solo.</li>
</ul>
<p data-start="3448" data-end="3630">Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/">adubos verdes</a></strong> são essenciais para promover a ciclagem de nutrientes e melhorar a estrutura do ambiente físico do solo, reduzindo riscos de erosão e lixiviação de nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;" data-start="3448" data-end="3630"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21371 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo.jpg" alt="Análise da plantação de feijão sobre palhada de milho" width="506" height="379" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo.jpg 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Visita técnica para análise da plantação de feijão sobre palhada de milho no Sul de Minas Gerais &#8211; Fonte: Sandy Azevedo</span></span></p>
<h2 data-start="3632" data-end="3682">O impacto do preparo do solo na sua estrutura</h2>
<p data-start="3683" data-end="3914">O preparo do solo está <strong>diretamente relacionado ao nível de compactação</strong>. Seu objetivo é criar condições favoráveis para o estabelecimento e desenvolvimento das culturas, reduzindo impactos negativos no ambiente físico do solo.</p>
<p data-start="3916" data-end="4153">Com o avanço da tecnologia, os equipamentos agrícolas ficaram mais pesados, aumentando o risco de compactação. A título de exemplo, o peso médio dos tratores aumentou de 4 ton/ha na década de 1940 para 20 a 45 ton/ha na década de 2000.</p>
<p style="text-align: center;" data-start="3916" data-end="4153"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21373 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2.jpg" alt="Trator da McCorneck dos anos 50 e da Case IH modelo 2018" width="521" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2.jpg 521w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-300x115.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-370x141.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-270x103.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-150x57.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 521px) 100vw, 521px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Trator da McCorneck dos anos 50 e da Case IH modelo 2018.</span></p>
<p data-start="4155" data-end="4189">A compactação afeta diretamente:</p>
<ul>
<li data-start="4191" data-end="4305">Porosidade do solo;</li>
<li data-start="4191" data-end="4305">Capacidade de retenção de água e ar;</li>
<li data-start="4191" data-end="4305">Condutividade térmica do solo.</li>
</ul>
<p data-start="4307" data-end="4471">A adoção de práticas como o SPD e o uso de plantas de cobertura ajuda a minimizar os efeitos da compactação e melhora o equilíbrio do ambiente físico do solo.</p>
<h2 data-start="4473" data-end="4518">Tráfego controlado de máquinas agrícolas</h2>
<p data-start="4519" data-end="4742">O tráfego desorganizado de máquinas é uma das principais causas da compactação do solo. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/">tráfego controlado</a></strong> é uma prática essencial para proteger a estrutura do ambiente físico do solo e minimizar impactos negativos.</p>
<p data-start="4744" data-end="4961">Benefícios do tráfego controlado:</p>
<ul>
<li data-start="4744" data-end="4961">Redução da compactação superficial (0-0,06 cm);</li>
<li data-start="4744" data-end="4961">Maior produtividade de milho e soja no verão;</li>
<li data-start="4744" data-end="4961">Aumento da macroporosidade do solo, favorecendo o armazenamento de água.</li>
</ul>
<p data-start="4963" data-end="5116">O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/">escarificadores e subsoladores</a></strong> pode ser uma solução para áreas já compactadas, permitindo a adoção do SPD sem comprometer a produção agrícola.</p>
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		<title>Bioindicadores da qualidade do solo: o que são e como funcionam?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/bioindicadores-para-determinar-a-qualidade-do-solo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 12:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
		<category><![CDATA[SPD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As questões ambientais têm ganhado notoriedade nos últimos tempos. Muitas são as preocupações com sustentabilidade e a biodiversidade, principalmente nas atividades que usufruem desse meio, como as agrárias. Apesar da pecuária ter um impacto maior, a agricultura também tem sua parcela, com o desmatamento de áreas para o plantio, uso exagerado de agrotóxicos e a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As questões ambientais têm ganhado notoriedade nos últimos tempos. <strong>Muitas são as preocupações com sustentabilidade e a biodiversidade</strong>, principalmente nas atividades que usufruem desse meio, como as agrárias.</p>
<p>Apesar da pecuária ter um impacto maior, a agricultura também tem sua parcela, com o desmatamento de áreas para o plantio, uso exagerado de agrotóxicos e a mudança nos solos.</p>
<p>Novas análises têm sido feitas, em busca de dados que quantifique, qualifique e mostre resultados concretos sobre ecossistemas.</p>
<p>Não apenas para monitorar a sustentabilidade, mas também para entender mais sobre a qualidade do solo, o uso de análises por meio de bioindicadores têm se tornado uma boa opção para produtores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que são bioindicadores e qualidade do solo?</h2>
<p>De forma generalizada, <strong>bioindicadores são resultados de análises ambientais sobre seres vivos de qualquer natureza</strong>. Já o termo ‘qualidade do solo’ surgiu por volta dos anos 90, ou seja, é relativamente novo.</p>
<p>Em 1994, os pesquisadores Doran e Pakin definiram que <strong>um solo de qualidade é aquele com capacidade de funcionar dentro de um limite de ecossistema que</strong>:</p>
<ul>
<li>Sustente a produtividade biológica;</li>
<li>Mantenha a qualidade do ar e da água;</li>
<li>E promova a saúde da humanidade, das plantas e dos animais.</li>
</ul>
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<p>A qualidade do solo, porém, pode ser divergente devido à complexidade. Um único grama de solo contém 1 bilhão de bactérias, 1 milhão de actinomicetos e 100 mil fungos!</p>
<p>Assim, é fato dizermos que as atividades metabólicas geradas por esses seres é grande demais. Além de que, os microrganismos atuam de forma direta em todo o sistema do solo, como: ciclagem do nutriente, formação da matéria orgânica (MO) e demais processos.</p>
<p>Tudo isso demonstra o quanto é importante avaliar de forma mais criteriosa o solo, o que inclui os bioindicadores.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-1.jpg" alt="Indicadores de qualidade do solo" width="439" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-1.jpg 439w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-1-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 439px) 100vw, 439px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fatores que influenciam na qualidade do solo e que estão correlacionados &#8211; Fonte: Mendes</span><span style="font-weight: 400;"> et. al</span><span style="font-weight: 400;"> (2015)</span></span></p>
<h2>Bioindicadores do solo sob a perspectiva brasileira</h2>
<p>No Brasil, a percepção da necessidade da inclusão dos bioindicadores nas avaliações de rotina do solo coincidiu com <strong>adoção de sistemas conservacionistas de manejo</strong>, como:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Sistema de Plantio Direto (SPD)</a></strong>,</li>
<li>Integração lavoura-pecuária (ILP);</li>
<li>Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).</li>
</ul>
<p>Do ponto de vista de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">microbiologia do solo</a></strong>, a comparação entre áreas agrícolas com revolvimento do solo e sob SPD é uma das mais emblemáticas e mais estudadas.</p>
<p>Em áreas com revolvimento do solo e sob SPD, a ecologia do ambiente solo-planta é bem distinta, pois envolve a destruição frequente e a preservação das relações construídas no solo com o tempo de cultivo nesses sistemas.</p>
<p>Isso se deve, principalmente, às diferenças no grau e intensidade de revolvimento do solo, no manejo da palha e da diversidade biológica (rotação de culturas) desses sistemas.</p>
<p>No SPD, a camada arável deixa de existir dando origem a uma camada superficial enriquecida com resíduos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16799 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-2.jpg" alt="Plantio de feijão sob palhada" width="450" height="474" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-2.jpg 450w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-2-285x300.jpg 285w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-2-370x390.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-2-270x284.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-2-150x158.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Plantio de feijão sobre a palhada (SPD) &#8211; Fonte: Sandy Azevedo</span></span></p>
<h2>Interpretação e mensuração dos bioindicadores</h2>
<p>Diferentemente do que ocorre com os indicadores químicos de fertilidade, cujos níveis (baixo, médio, adequado e alto) já estão bem definidos para cada elemento e tipo de solo (sempre levando em consideração características como: textura, teor de MOS, etc.), até pouco tempo <strong>era difícil simplesmente medir e interpretar bioindicadores, independentemente de um controle ou referencial de comparação.</strong></p>
<p>Nas tabelas de recomendação de nutrientes, pela comparação dos valores obtidos na análise de uma amostra de solo com aqueles das faixas de teores estabelecidos experimentalmente, atribui-se o grau de fertilidade.</p>
<p>Posteriormente, para cada cultura e tipo de solo, define-se a quantidade de nutrientes ou de corretivos a ser aplicada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16800 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-3.jpg" alt="Tabela com classe de bioindicadores" width="424" height="110" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-3.jpg 424w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-3-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-3-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-3-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/bioindicadores-3-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Classes de interpretação de bioindicadores para Latossolos Vermelhos argilosos de cerrado, sob cultivos anuais, na camada de 0 cm a 10 cm</span><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Valores da C da biomassa microbiana (CBM) expressos em mg de C/kg de solo; valores de atividade de β-Glicosidase, fosfatase ácida e arilsulfatase expressos em mg de p-nitrofenol/kg de solo/h. Fonte: Mendes et al. (2018).</span></p>
<p>O objetivo das tabelas de interpretação dos bioindicadores é o de auxiliar com relação à tomada de decisões sobre diferentes sistemas de manejo e/ou práticas de uso da terra e de seus impactos na qualidade do solo.</p>
<h2>Bioanálise do solo</h2>
<p>A coleta de solo pode ser efetuada no fim do período chuvoso, após a colheita das culturas, coincidindo com a amostragem para química de solo (quando o solo ainda apresenta alguma umidade, o que facilita a amostragem).</p>
<p>Um aspecto muito importante é que a camada diagnóstica para a bioanálise de solo é a profundidade de 0 cm a 10 cm.</p>
<p>A atividade enzimática total de um solo é o somatório da atividade enzimática dos organismos vivos:</p>
<ul>
<li>Plantas;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener">Microrganismos</a></strong>;</li>
<li>Animais.</li>
</ul>
<p>E as enzimas abiônticas também entram nesse somatório, como as enzimas associadas à fração não viva, que se acumulam no solo protegidas da ação de proteases por meio de sua adsorção em partículas de argila e na matéria orgânica.</p>
<p>Por isso, as enzimas arilsulfatase e β-glicosidase, tendem a se comportar de modo mais semelhante a MOS, constituindo-se em verdadeiras impressões digitais dos sistemas de manejo aos quais o solo foi submetido, permitindo, dessa forma, acessar a “memória do solo”.</p>
<h3>Influências diretas e indiretas</h3>
<p><strong>Ao contrário dos indicadores químicos de fertilidade, o componente biológico do solo é fortemente influenciado por fatores climáticos</strong>, tais como a umidade do solo e temperatura, gerando padrões de variação temporal.</p>
<p>Atributos biológicos que variam muito em períodos curtos tornam a calibração e interpretação mais difícil.</p>
<p>Por esta razão, um desvio padrão pequeno e baixas variações ao longo do tempo são alguns dos requisitos necessários para o uso dos parâmetros microbiológicos no monitoramento da qualidade do solo.</p>
<p>O uso da bioanálise de solo, como parte do conjunto de métricas, para avaliar a qualidade/saúde do solo, será fundamental para separar os sistemas com diferentes “condições” de sustentabilidade e para reforçar o papel da agricultura como importante prestadora de serviços ambientais.</p>
<h2>Importância dos bioindicadores</h2>
<p>A base de dados sobre a biologia completa do solo é escassa de informações. Havendo uma maior dificuldade em interpretar os bioindicadores presentes, além do mais, não há ainda uma padronização.</p>
<p>Todo estudo científico para “provar ou não” um dado, precisa ser quantificado e padronizado. No caso dos bioindicadores há diversos modelos propostos por pesquisadores, mas carece de padrão, o que abre brecha para interpretações e necessidade de mais investimento em pesquisas.</p>
<p>Alguns parâmetros são os mais comumente adotados nessa classificação, como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A avaliação da fauna que compõe esse solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Avaliação da biomassa;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diversidade microbiana presente;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diversidade e composição de plantas e raízes desse solo.</li>
</ul>
<p>Ainda assim há a expressiva necessidade de padronizar essas análises para ser ainda mais fiel aos valores obtidos e, com isso, determinar a qualidade ou não do solo.</p>
<p>Ainda na pesquisa de Mendes (<i>et. al</i>, 2015), ela defende que é preciso determinar parâmetros-chave que sejam reconhecidos e sirvam de referência a todos os estudos posteriores. Ela enumera os listados abaixo:</p>
<ol>
<li><strong>Que sejam simples para a determinação analítica: </strong>afinal, é preciso saber interpretar essa análise.</li>
<li><strong>Ligados à ciclagem da matéria orgânica do solo</strong>: Já vimos o quão significativa é essa fração no solo.</li>
<li><strong>Que não sejam influenciados pela adução</strong>: O objetivo é a avaliação do solo e não dos fertilizantes e demais mudanças em seus componentes.</li>
</ol>
<p>Por fim, que não estejam na lista de controle do Exército.</p>
<h2>O futuro dos bioindicadores nas análises do solo</h2>
<p><strong>A necessidade de inclusão dos bioindicadores nas análises está cada vez mais evidente.</strong> Num futuro próximo, esse tipo de análise poderá predizer aos produtores que utilizem sistemas de conservação, se seu solo está de fato tendo resultados sustentáveis.</p>
<p>Outro ponto que pode ajudar nisso, seriam as certificações que valorizam diversos produtores. Tendo os bioindicadores padronizados, é possível estipular metas para certificar propriedades que estejam dentro dos parâmetros ambientais e sustentáveis.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pôde notar que no futuro agrícola usaremos e muito as análises com os bioindicadores. Isso se mostra ainda mais importante em culturas anuais, como soja, milho, feijão e demais cereais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar atento às novas demandas de mercado é o que pode diferenciar as fazendas de sucesso.</span></p>
<p><strong>A fertilidade do solo implica não apenas na aplicação de adubos, mas do conhecimento básico do solo presente nas lavouras.</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É possível produzir muito com um perfil de solo equilibrado e com plantas nutricionalmente desenvolvidas. Aliás, em termos de <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos com a produção</strong></a>, os fertilizantes ficam em 2º lugar, tamanha a importância de entender bem essa etapa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/bioindicadores-para-determinar-a-qualidade-do-solo/">Bioindicadores da qualidade do solo: o que são e como funcionam?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Enxofre para plantas: qual a importância na agricultura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[enxofre]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um solo fertilizado e bem nutrido, por meio de suprimento de enxofre(S), garante uma maior qualidade das plantas, principalmente em relação aos teores de matéria orgânica. A essencialidade do S para as plantas é devido à presença dos aminoácidos sulfurados cistina e metionina nas proteínas vegetais. No solo, encontra-se armazenado na forma orgânica. O manejo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um solo fertilizado e bem nutrido, por meio de suprimento de enxofre(S), garante uma maior qualidade das plantas, principalmente em relação aos teores de matéria orgânica.</p>
<p>A essencialidade do S para as plantas é devido à <strong>presença dos aminoácidos sulfurados cistina e metionina nas proteínas vegetais</strong>. No solo, encontra-se armazenado na forma orgânica.</p>
<p>O manejo do solo realizado de forma inadequada, resulta em redução no teor de matéria orgânica, associado ao uso de corretivos em superfície e fertilizantes concentrados com ausência de S, possibilita uma maior probabilidade de resposta das culturas à adubação sulfatada.</p>
<p>Assim, você vai entender o que torna o S um importante nutriente para o solo e planta, uma vez que ele interfere diretamente na qualidade dos grãos e até na defesa da planta.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O enxofre nas plantas como mecanismo de defesa</h2>
<p>O S é importante não somente como nutriente, mas também por seu papel no mecanismo de defesa da planta contra pragas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a>. As plantas sadias contêm grande variedade de metabólitos secundários, muitos dos quais contendo <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nitrogênio</strong></a>(N) e S em sua estrutura.</p>
<p>Esses compostos estão presentes seja em sua forma ativa biologicamente ou armazenados como precursores inativos, que são convertidos na forma ativa pela ação de enzimas em resposta ao ataque do patógeno ou da praga.</p>
<p>Embora o uso do enxofre elementar (S0) como fungicida seja muito antigo, pouco se sabe a respeito do modo como ele funciona.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Formas do enxofre</h2>
<p>Nos solos tropicais, o S está nas formas orgânicas e inorgânicas, sendo a primeira forma predominante (90%). Isso é comprovado pelas altas correlações verificadas entre os teores de carbono orgânico ou N total e os teores de S total ou orgânico.</p>
<p>O S orgânico pode ser dividido em duas frações distintas: <strong>ésteres e ligados diretamente ao carbono</strong>.</p>
<p>O S orgânico é gradualmente mineralizado à SO4-2. Pelo fato de a fração orgânica deste nutriente ser a predominante, a mineralização e imobilização regulam o ciclo no solo e controlam a disponibilidade de enxofre às plantas.</p>
<p>O armazenamento de S orgânico significa suprimento constante deste elemento às plantas e, para isso, a manutenção de teores adequados de matéria orgânica no solo é fundamental!</p>
<p>As transformações de S no solo são controladas por processos bióticos e abióticos. A importância relativa de cada processo depende de fatores como:</p>
<ul>
<li>Temperatura do solo;</li>
<li>pH;</li>
<li>Umidade;</li>
<li>Quantidade de argilominerais;</li>
<li>Óxidos de ferro e alumínio;</li>
<li>Conteúdos de carbono e N.</li>
</ul>
<p>Há ainda os processos de transformações bióticas que estão relacionadas aos processos de:</p>
<ul>
<li>Mineralização;</li>
<li>Imobilização;</li>
<li>Oxi-redução;</li>
<li>Assimilação de S pela planta.</li>
</ul>
<p>Já os processos abióticos ocorrem em função de:</p>
<ul>
<li>Adsorção;</li>
<li>Dessorção;</li>
<li>Precipitação;</li>
<li>Dissolução do S inorgânico.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Recomendações de sulfatados</h2>
<p>Para determinar corretamente a necessidade de S, deve-se realizar análise de solo em duas profundidades, <strong>0 a 20 cm e 20 a 40 cm</strong>, devido à mobilidade do nutriente no solo e o seu acúmulo em subsuperfície.</p>
<p>As fontes mais comuns de fertilizantes sulfatados simples têm o elemento na forma de sulfato:</p>
<ol>
<li>Sulfato de amônio;</li>
<li>Superfosfato simples;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gesso</strong></a> (natural ou agrícola);</li>
<li>Sulfato de potássio;</li>
<li>Diversas combinações, especialmente de fertilizante nitrogenados com fertilizantes contendo sulfato.</li>
</ol>
<p>A recomendação de fertilizantes sulfatados apresenta grande complexidade em função dos inúmeros fatores que controlam a dinâmica de S no solo. Alguns fatores que influenciam na resposta, são:</p>
<ul>
<li>Contribuição das chuvas e das irrigações como veículo de deposição do S atmosférico;</li>
<li>Ciclagem do S através de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas de cobertura</strong></a> com sistema radicular bem desenvolvido e fluxo ascendente de sulfato em períodos de balanço hídrico negativo.</li>
</ul>
<h2>Qual a quantidade ideal de enxofre nas plantas?</h2>
<p>Nas recomendações típicas de S, as doses variam de 20 a 50 kg ha-1, dependendo do manejo, da cultura e do teor do elemento no solo.</p>
<p>Além disso, para o uso eficiente do gesso agrícola em regiões de subsolo ácidos, requere-se uma correta diagnose baseada em critérios químicos que levem às recomendações seguras das doses a serem aplicadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21402 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola.jpg" alt="Gesso agrícola" width="224" height="224" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola.jpg 224w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 224px) 100vw, 224px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Gesso agrícola. Fonte: Calcário Fosfarine</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os critérios para aplicação são avaliação da camada de 20 a 40 cm onde: <em>teores de Ca &lt; 0,4 cmol</em></span><em><span style="font-weight: 400;">c </span><span style="font-weight: 400;">dm</span><span style="font-weight: 400;">-3</span><span style="font-weight: 400;"> e/ou Al &gt; 0,5 cmol</span><span style="font-weight: 400;">c </span><span style="font-weight: 400;">dm</span><span style="font-weight: 400;">-3</span><span style="font-weight: 400;"> e ou saturação por alumínio (m%) &gt; 30%.</span></em></p>
<p>Para cálculo da dosagem sugere-se a seguinte fórmula:</p>
<p><em>NG (kg ha-1) = 50 * % argila</em></p>
<p><em>onde: NG &#8211; Necessidade de gessagem</em></p>
<p>Método que baseia em elevar a saturação de Ca na CTC efetiva na camada de 20 a 40 cm a 60%, sendo aplicado a seguinte fórmula:</p>
<p><em>NG (t ha-1) = (0,6 * (CTC efetiva &#8211; Ca (20 a 40 cm)) * 6,4</em></p>
<p><em>onde: NG &#8211; Necessidade de gessagem</em></p>
<p>Para avaliação da dose a ser aplicada, o monitoramento da <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análise de solo</strong></a> em profundidade deve ser considerada, para que se possa <strong>avaliar a redistribuição de cálcio no perfil do solo</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21403 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular.jpg" alt="Sistema radicular de plantas com e sem aplicação de gesso" width="309" height="174" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular.jpg 309w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Distribuição relativa das raízes, no perfil de um solo do tipo latossolo argiloso. Na 1ª, sem a aplicação de gesso e na 2ª, com a aplicação de gesso. Fonte: Boletim técnico 32 &#8211; Embrapa</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21404 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1.jpg" alt="Ilustração da cultura do milho em um perfil de lâmina d’água no latossolo argiloso sem e com tratamento de gesso" width="309" height="228" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1.jpg 309w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Cultura do milho em um perfil de lâmina d’água no latossolo argiloso, após um veranico de 25 dias. À esquerda, sem tratamento com gesso e à direita com tratamento de gesso. Fonte: Boletim técnico 32 &#8211; Embrapa</span></p>
<h2>Cuidados na hora da adubação</h2>
<p>Programas de adubação, que visam altas produtividades, devem considerar, além das necessidades de S da cultura, a reciclagem dos resíduos orgânicos.</p>
<p>Deve-se observar que a disponibilidade de S, a curto prazo, está ligada principalmente à quantidade e ao tipo de resíduos culturais, os quais dependem do sistema de rotação de culturas empregado, enquanto, a longo prazo, a disponibilidade de S está mais relacionada ao sistema de preparo do solo.</p>
<p>E fique atento! Cada um desses pontos, quando não analisados e respeitados, <strong>podem ocasionar perda de produção.</strong></p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Fósforo no solo brasileiro: principais fontes e como ter melhor aproveitamento</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[fósforo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos elementos químicos que melhora significativamente a fertilidade dos solos brasileiros, é o fósforo (P), então todo produtor precisa incluí-lo em seu planejamento de fertilizantes, bem como nitrogênio, enxofre, etc. O fósforo é um macronutriente primário e essencial, já que está ligado ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Ou seja, quanto mais no início [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos elementos químicos que melhora significativamente a <strong>fertilidade dos solos</strong> brasileiros, é o fósforo (P), então todo produtor precisa incluí-lo em seu planejamento de fertilizantes, bem como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">enxofre</a></strong>, etc.</p>
<p>O fósforo é um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/" target="_blank" rel="noopener">macronutriente</a></strong> primário e essencial, já que está ligado ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Ou seja, quanto mais no início conseguir fornecer este nutriente, maiores são as garantias de sucesso da cultura.</p>
<p>No entanto, os solos brasileiros são, predominantemente, latossolos e pobres em fósforo e isso limita a produção das plantas, que por sua vez, absorvem fósforo da solução do solo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na solução do solo, o P constitui apenas uma fração de todo o fósforo presente no solo, podendo ser fornecido pela hidrólise do fósforo inorgânico (Pi) ou pela mineralização do fósforo orgânico (Po). Essas frações, por sua vez, são trocadas por compostos P mais estáveis por meio de reações lentas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o suprimento de fósforo para as culturas depende das quantidades de Pi lábil, das taxas de transformação entre Pi lábil mais estáveis e do tamanho das taxas de transformação do reservatório de Po mineralizável no solo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Principais fontes de fósforo</h2>
<p>As principais fontes minerais de fósforo são:</p>
<ul>
<li><strong>Fosfato monoamônico</strong> ou MAP (10% de N e 46 a 50% de P₂O₅);</li>
<li><strong>Fosfato diamônico</strong> ou DAP (16% de N e 38 a 40% de P₂O₅);</li>
<li><strong>Superfosfato simples ou super simples</strong> (16 a 18% de P₂O₅ e 18 a 20% de Ca &#8211; Cálcio);</li>
<li><strong>Superfosfato triplo ou super triplo</strong> (41% de P₂O₅ e 7 a 12% de Ca);</li>
<li><strong>Termofosfato</strong> (18% de P₂O₅, 9% de Mg &#8211; Magnésio, 20% de Ca e 25% de SiO₄).</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Um dos problemas na avaliação da reversibilidade da sorção é que o P sorvido sofre outras transformações com o tempo.</p>
<p>O processo pode envolver:</p>
<ul>
<li>Recristalização;</li>
<li>Difusão de estado sólido,</li>
<li>Múltiplos reservatórios de P que não estão em troca imediata com a solução ou que têm afinidades diferentes com o P.</li>
</ul>
<p>Além dos processos inorgânicos, o <em>turnover</em> da matéria orgânica libera constantemente fósforo na solução a partir da mineralização de Po que cria um reservatório de P &#8220;total disponível&#8221; dependente do tempo.</p>
<p>O fósforo disponível deve ser definido com relação ao <strong>tipo de sistema de produção em que é medido</strong>, incluindo:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Período em que ele é necessário;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ciclo de crescimento;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Taxas de reciclagem no período.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21381 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo.jpg" alt="Fósforo no solo e suas características" width="700" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo.jpg 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-300x135.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-370x167.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-270x122.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-150x68.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Esquema didático da fosfatagem. Fonte: Rehagro</span></p>
<h2>Escassez x reposição de fósforo no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A escassez natural de fósforo é um grande problema nos solos brasileiros.</strong> A ampla disponibilidade e uso de fertilizantes P, no entanto, tem transformado áreas do Cerrado consideradas improdutivas. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21382 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo.jpg" alt="Disponibilidade de fósforo no solo brasileiro" width="600" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mapa do fósforo acumulado no solo durante o cultivo no Brasil, com adição de fertilizante mineral entre 1960 e 2016. </span>Fonte: Pavinato </span><i><span style="font-weight: 400;">et al</span></i><span style="font-weight: 400;">. (2020)</span></span></p>
<h3>Perspectivas do fósforo no Brasil</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As previsões para o uso de fertilizantes minerais fosfatados no Brasil <strong>devem aumentar de 3 a 5% ao ano na próxima década</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a quantidade de P aplicada por cultura também aumentou ano a ano nas últimas duas décadas (72 e 105% para soja e milho, respectivamente), com valores médios de 27,2 e 22,9 kg ha</span><span style="font-weight: 400;">− 1</span><span style="font-weight: 400;"> de P aplicados atualmente. </span></p>
<h2>Eficiência no uso de fósforo no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do aumento no uso de fertilizante P, a eficiência de seu uso ainda é muito menor do que o esperado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os baixos valores de eficiência estão associados à <strong>alta capacidade de fixação de P dos solos brasileiros</strong> e sua capacidade de ligar quase irreversivelmente nas superfícies de oxihidróxidos de Fe / Al. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa eficiência pode ser aumentada em até 80% em solos tropicais quando o pH do solo é corrigido frequentemente e as rotações de culturas são adequadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra maneira de melhorar a eficiência do uso de P é a estratégia de gestão 5R:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Realinhar os insumos de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reduzir as perdas de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reciclar P em biorrecursos; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recuperar P em resíduos; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redefinir P em sistemas alimentares.</span></li>
</ol>
<h2>Estratégias para um melhor aproveitamento de fósforo no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Há uma necessidade de adotar estratégias de manejo aprimoradas para explorar P acumulado e sua eficiência, se quisermos aumentar a produção agrícola global preservando os recursos naturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas das estratégias mais promissoras incluem: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumentar o pH do solo pela calagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Melhoramento de culturas adaptáveis ao acesso de P no solo ainda inexplorável;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Inoculação da cultura com microrganismos solubilizadores de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Introdução de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>culturas de cobertura</strong></a> com eficiência de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agricultura mais intensiva, com sistema de dupla safra ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consorciado</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fertilizantes P modernos, específicos para culturas; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Administrar nutrientes 4R melhorando o manejo do fertilizante P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Melhorar o solo para aumentar a raiz e ela ser capaz de absorver P em um grande volume de solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aplicação de fertilizante P incorporado e/ou próximo ao sistema radicular da planta.</span></li>
</ol>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como a qualidade das sementes impacta na produtividade da soja?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 12:00:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de sementes de alta qualidade pode garantir pontos importantes para o sucesso da lavoura. Ao comprar sementes certificadas, o produtor garante qualidade, suporte técnico e um potencial maior na produtividade das safras. Acompanhe a explicação de Charles Allan Teles, gestor e consultor em negócios! Neste Webinar, ele falou sobre a importância da escolha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de sementes de alta qualidade pode garantir pontos importantes para o sucesso da lavoura. Ao comprar sementes certificadas, o produtor garante qualidade, suporte técnico e um potencial maior na produtividade das safras.</p>
<p>Acompanhe a explicação de <strong>Charles Allan Teles</strong>, gestor e consultor em negócios! Neste <strong>Webinar</strong>, ele falou sobre a importância da escolha das sementes.</p>
<p>Principais pontos do webinar</p>
<ul>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade das sementes</a></strong> de soja impacta diretamente a produtividade das lavouras.</li>
<li>Sementes de alta qualidade possuem maior vigor e germinação, resultando em plantas mais saudáveis e produtivas.</li>
<li>A escolha de sementes certificadas e adquiridas de sementeiras credenciadas é fundamental.</li>
<li>O manejo agronômico adequado, incluindo o armazenamento e transporte correto das sementes, também afeta sua qualidade.</li>
<li>Testes de vigor, como o envelhecimento acelerado, são utilizados para avaliar a qualidade das sementes de soja.</li>
</ul>
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		<title>Principais doenças do milho e como realizar o controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 17:43:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar com o tema controle das doenças encontradas no milho.  Durante a palestra, apresentada pelo especialista Lucas Navarini, foi abordado sobre qual melhor manejo para que o produtor tenha mais facilidade na hora de tomar decisões e, consequentemente, consiga garantir o sucesso da lavoura. Principais pontos do webinar Doenças comuns no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar com o tema <strong>controle das doenças encontradas no milho. </strong></p>
<p>Durante a palestra, apresentada pelo especialista Lucas Navarini, foi abordado sobre qual melhor manejo para que o produtor tenha mais facilidade na hora de tomar decisões e, consequentemente, consiga garantir o sucesso da lavoura.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Doenças comuns no milho incluem tombamento inicial, manchas foliares, podridões de colmo e grãos ardidos.</li>
<li><em>Fusarium verticillioides</em> e Diplodia são algumas das principais doenças transmitidas pela semente.</li>
<li>O manejo genético e a aplicação de <strong>fungicidas</strong> são essenciais para o controle das doenças no milho.</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">Chuvas frequentes e temperaturas mais altas</a></strong> favorecem o desenvolvimento da ferrugem no milho.</li>
<li>É importante realizar aplicações preventivas de fungicidas para combater as doenças foliares no milho.</li>
</ul>
<p>Se você gostaria de aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto, não pode perder a oportunidade de assistir a este vídeo!</p>
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		<title>E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 16:51:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O uso das tecnologias corretas permite o aumento da lucratividade da sua lavoura, pela redução do custo com defensivos agrícolas. Há vários métodos para alcançar a proteção da sua produção de grãos, mas muitas delas são onerosas e não conseguem a eficiência esperada. Conhecendo as ferramentas tecnológicas atuais, é possível fazer a aplicação correta, no [&#8230;]</p>
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<p>O uso das tecnologias corretas permite o aumento da lucratividade da sua lavoura, pela redução do custo com defensivos agrícolas.</p>
<p>Há vários métodos para alcançar a proteção da sua <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">produção de grãos</a></strong>, mas muitas delas são onerosas e não conseguem a eficiência esperada. Conhecendo as ferramentas tecnológicas atuais, é possível fazer a aplicação correta, no tempo que requer essa intervenção e na quantia necessária.</p>
<p>Veja alguns dos conteúdos que aprenderá no e-book:</p>
<ul>
<li>Inspeção de pulverizadores;</li>
<li>Qualidade da água para pulverização;</li>
<li>Adjuvantes;</li>
<li>Mistura de defensivos agrícolas;</li>
<li>Pontas de pulverização e muito mais.</li>
</ul>
</div>
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</div>
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		<title>Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 14:22:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[fungo]]></category>
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		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo. Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la. O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, <strong>a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo.</strong> Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la.</p>
<p>O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados por suas multifuncionalidades. São muitos subprodutos oriundos deste cereal, porém ele é limitante em condições climáticas.</p>
<p>O Brasil, por ser um país tropical, não favorece muito o cultivo do trigo, que se desenvolve mais plenamente em climas temperados. Isso restringe um pouco seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo em nosso país</a></strong>, que em sua grande maioria se concentra no sul e alguns estados do sudeste.</p>
<p>O clima em si, não atrapalha apenas no desenvolvimento deste cereal, mas na ocorrência de doenças fúngicas e que em sua grande maioria está associada à alta umidade. É o caso da <strong>Giberela, conhecida também por fusariose do trigo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Ocorrência da doença</h2>
<p>A giberela, cujo agente causal é o fungo <i>Gibberella zeae</i> (Schwein.) Petch (anamorfo <i>Fusarium graminearum</i> Schwabe),<strong> é uma das principais doenças em trigo</strong>, sendo transmitida em sua grande maioria, pelas sementes contaminadas.</p>
<p>Esta doença se manifesta mais intensamente em regiões com excesso de chuva e temperaturas amenas durante os períodos de floração e maturação dos grãos, podendo ser encontrada de forma generalizada por todo o mundo.</p>
<p>A doença é mais frequentemente encontrada no trigo, mas também pode afetar a cevada, a aveia, o centeio e algumas gramíneas forrageiras.</p>
<h2>Sintomas da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela é melhor reconhecida pelo branqueamento de flores na ponta. Infecções graves podem causar crestamento precoce ou branqueamento de todo o espinho. Outros sintomas incluem descoloração de bronzeado a marrom.</p>
<p>Normalmente um micélio rosado/laranja está presente na base das flores sob condições úmidas, e grãos que são enrugados, brancos e de aparência calcária. Peritécios (corpos escuros de frutificação) são produzidos dentro do micélio, posteriormente no processo de infecção. Espiguetas descoloridas e doentes são estéreis ou contêm sementes murchas/descoloridas (geralmente com uma tonalidade rosa ou laranja).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12037 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg" alt="Giberela no trigo" width="370" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Como ocorre a transmissão da giberela</h2>
<p>A transmissão do patógeno da semente para a plântula, ocorre entre as etapas de disseminação e colonização do seu ciclo de vida. Esse processo implica no transporte que proporciona uma infecção bem-sucedida, dando origem a uma planta doente.</p>
<p>Quanto à quantificação da transmissão, esta pode ser realizada através da detecção dos sintomas nas plantas, partindo do princípio de que o único meio de inoculação foi através da associação do patógeno com a semente.</p>
<p>Patógenos necrotróficos, em sua grande maioria e parte dos biotróficos, utilizam-se da semente como veículo de disseminação, abrigo e sobrevivência.</p>
<p>Dentre os fatores que afetam a transmissão dos patógenos a partir de sementes e, que podem afetar o estabelecimento do patógeno em uma cultura, destacam-se:</p>
<ol>
<li>Espécie cultivada (resistência varietal);</li>
<li>Condições ambientais (umidade ambiental e do solo, temperatura, vento, chuva e luz);</li>
<li>Inóculo (viabilidade, localização na semente, tipo);</li>
<li>Práticas culturais (tipo de solo, pH, população de plantas, profundidade de semeadura e época de plantio, fertilização, etc.);</li>
<li>Sobrevivência do inóculo;</li>
<li>Vigor da semente;</li>
<li>Microflora do solo e da semente, entre outros.</li>
</ol>
<p>Existem ainda duas outras maneiras possíveis de estabelecimento do patógeno no interior das sementes: através do sistema vascular de plantas atacadas e através de órgãos fertilizadores, como grão de pólen contaminado ou infectado.</p>
<p>No caso da contaminação de sementes por patógenos, esta é comumente concretizada pela mistura mecânica do inóculo por ocasião da manipulação de plantas durante a colheita.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Reduzindo o contágio do patógeno</h2>
<p>Tais fatores podem reduzir ou incrementar significativamente a passagem do patógeno para os órgãos foliares e/ou radiculares da planta hospedeira, refletindo no desenvolvimento da doença na lavoura.</p>
<p>A transmissão de patógenos através das sementes é capaz de propiciar:</p>
<ul>
<li>Introdução do patógeno em novas áreas;</li>
<li>Sobrevivência do microrganismo na ausência do hospedeiro;</li>
<li>Seleção e disseminação de raças específicas a determinados hospedeiros e</li>
<li>Distribuição através da população de plantas como focos primários de inóculo.</li>
</ul>
<p>Por se tratar de uma associação biológica, as taxas de transmissão planta-semente e semente-plântula são bastante influenciadas pelo ambiente e pelas características inerentes ao patógeno e ao hospedeiro.</p>
<p>A idade da planta, na ocasião da infecção, por exemplo, é um dos fatores que afeta a transmissão. De qualquer forma, essa relação biológica é afetada por fatores físicos, biológicos e por aqueles inerentes ao tipo de germinação das sementes.</p>
<p>Para patógenos habitantes do solo, como é o caso dos fungos pertencentes ao gênero <i>Fusarium</i>, o acesso à superfície dos frutos e sementes é favorecido pelo contato direto dessas estruturas com o solo ou através de respingos de chuva, ou de irrigação por aspersão.</p>
<h2>Manejo de controle da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela <strong>é considerada a doença do <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>. A sobrevivência saprofítica do patógeno em diversos hospedeiros, como espécies de plantas cultivadas, nativas e invasoras, assim como a facilidade de dispersão dos ascósporos, transportados a longa distância pelo vento, faz com que a giberela não seja controlada eficientemente pela rotação de culturas.</p>
<p>A grande disponibilidade de inóculo no ar, durante o período de floração, associada a períodos de molhamento contínuo, tem levado a danos significativos na cultura do trigo.</p>
<p>O escalonamento na época de semeadura e o uso de cultivares com diferentes ciclos, são estratégias de escape que possibilitam que as plantas possam atingir o período de predisposição sob condições climáticas adversas ou menos favoráveis ao patógeno.</p>
<p>No Brasil, ainda não estão disponíveis pela pesquisa cultivares resistentes à doença. Há indicação de cultivares com diferentes níveis de tolerância.</p>
<p>A aplicação de <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fungicidas</strong></a> específicos na floração é uma estratégia recomendada. A eficácia de controle depende principalmente do fungicida e do momento de aplicação.</p>
<p>A eficácia de <a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle químico</strong></a> da giberela no campo e o rendimento de grãos de trigo são maiores quando as aplicações de fungicidas específicos são realizadas no início do estádio fenológico de floração.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O maior rendimento de grãos foi obtido com o fungicida metconazole, diferindo estatisticamente da testemunha, com aumento relativo de 29,6%. Uma única aplicação de todos os fungicidas proporcionou aumento médio no rendimento de grãos em relação à testemunha de 24,3%, variando de 15,7% até 29,6% (Tabela 1).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12038" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg" alt="Desempenhos de fungicidas aplicados em grãos de trigo com giberela" width="600" height="326" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg 626w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-270x147.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Tabela 1 &#8211; Desempenho de fungicidas aplicados no início da floração sobre o rendimento de grãos, peso de mil grãos e incidência de <i>Fusarium graminearum</i> em grãos de trigo.</span></p>
<h2>O que é eficiente contra a giberela no trigo?</h2>
<p>Em termos gerais, é possível reduzir a incidência dessa doença fúngica por meios práticos. Como ela é uma doença que requer a umidade, é preciso fazer o manejo sanitário em restos culturais, caso opte pelo plantio direto.</p>
<p>O uso de cultivares tolerantes à doença também pode ajudar e, ainda, o manejo gradual de mudança de cultivares no plantio, sendo eles de ciclos distintos, auxilia na tolerância da planta e desfavorece a doença.</p>
<p>Por fim, se optar pelo tratamento químico, fique atento à qualidade do produto e principalmente a época de aplicação, que deve ser no início do florescimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12039 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg" alt="Trigo com giberela" width="370" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-262x300.jpg 262w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-270x309.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Brown et al. (2011)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12040 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg" alt="Trigo" width="370" height="518" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-214x300.jpg 214w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-270x378.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>A giberela é a principal doença apontada pelos triticultores, mas há outras como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem</strong></a>. Todas elas reduzem significativamente a produção e, caso não sejam controladas, podem permanecer nos restos culturais e serem passadas às próximas culturas, comprometendo sua renda!</p>
<p>Além das doenças, há ainda as pragas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>daninhas</strong></a>. Ou seja, é preciso entender de forma específica cada uma delas, se quiser alcançar os resultados que almeja em sua produção.</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/">Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Mancha-amarela no trigo: veja os principais impactos e como controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 19:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[manchas amareladas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores entraves de qualquer lavoura é a incidência de doenças. No caso dos cereais, existem muitas delas e, de modo geral, os sintomas mais visíveis são as manchas. Neste artigo, abordaremos uma das principais em trigo: a mancha-amarela, ressaltando sua identificação e controle. O passo primordial, antes mesmo da sua identificação, é ter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores entraves de qualquer lavoura é a incidência de doenças. No caso dos cereais, existem muitas delas e, de modo geral, os sintomas mais visíveis são as manchas. Neste artigo, abordaremos uma das principais em trigo: <strong>a mancha-amarela</strong>, ressaltando sua identificação e controle.</p>
<p>O passo primordial, antes mesmo da sua identificação, é ter a segurança no uso de sementes de qualidade.</p>
<p>Se mesmo assim, doenças como a mancha-amarela surgirem na lavoura, é necessário ficar atento, afinal, os danos são muitos. Quando o assunto é a proteção, conhecer bem a cultivar, saber executar um bom manejo, identificar com precisão as doenças, pode ser a base para trazer sucesso à sua lavoura.</p>
<p>No caso do <a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>trigo</strong></a>, o qual é uma cultura de inverno, boa parte de suas doenças são fúngicas, favorecidas pelo clima e umidade. Portanto, o cuidado precisa ser redobrado.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual o impacto da mancha-amarela no trigo?</h2>
<p>A ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> da parte aérea na cultura do trigo pode causar reduções significativas na produtividade e na qualidade de grãos.</p>
<p>A magnitude dos danos causados depende da suscetibilidade da cultivar, agressividade do patógeno, estádio de desenvolvimento da cultura no momento da infecção e das condições ambientais de cada ano e local.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21607 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1.jpg" alt="Mancha-amarela no trigo" width="682" height="447" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1.jpg 682w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-370x243.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-270x177.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>Entre as doenças foliares do trigo, a mancha-amarela, causada pelos fungos <i>Drechslera tritici-repentis </i>e <i>Drechslera siccans</i>, aumentou significativamente em importância nos últimos anos, sendo <strong>encontrada em mais de 60% de levantamentos efetuados em campo</strong>.</p>
<h3>Fontes de inóculo</h3>
<p>As principais fontes de inóculo para a mancha-amarela são as sementes infectadas, os restos culturais e hospedeiros alternativos (azevém).</p>
<p>Os ascósporos e conídios, provenientes das fontes de inóculo, são os responsáveis pelo estabelecimento das lesões iniciais. Posteriormente, a produção de toxinas que causam clorose e necrose resulta no crescimento das lesões e contribui para o aumento da epidemia.</p>
<h2>Sintomas da mancha-amarela no trigo</h2>
<p>Os sintomas iniciais da doença são <strong>pequenas lesões, pontuações escuras, e evoluem para necroses com coloração marrom e halo amarelo</strong>, uma característica resultante da produção de toxinas do fungo.</p>
<p>Como componente do processo epidêmico da mancha-amarela, a expansão de lesão deve ser considerada na definição de estratégias de controle para a doença.</p>
<p>Estas lesões são elípticas, podendo atingir 12 mm de comprimento e são circundadas por um halo amarelo. Conidióforos e conídios longos são formados no centro das manchas.</p>
<h2>Como reduzir a incidência da mancha-amarela?</h2>
<p>Em áreas com problemas de mancha-amarela, a rotação de culturas não hospedeiras (aveia, nabo forrageiro, canola) por pelo menos um ano, <strong>pode ser eficiente para reduzir a quantidade de inóculo no campo</strong>, bem como o uso de sementes com boa qualidade sanitária.</p>
<p>Sempre que possível deve-se optar pelo uso de cultivares menos sensíveis à doença.</p>
<h3>Controle químico e tratamento</h3>
<p>O tratamento de sementes com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">fungicidas</a></strong> é outra ferramenta importante, e deve ser realizado sempre que houver presença do patógeno na área ou na semente.</p>
<p>A aplicação foliar de fungicidas para controle da mancha-amarela é indicada após o aparecimento dos primeiros sintomas, quando atingido o limiar de dano econômico.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>A maioria dos fungicidas foliares utilizados para o controle de mancha-amarela possuem os grupos químicos triazol ou estrobilurina, ou a mistura de ambos.</p>
<p>Os fungicidas utilizados são:</p>
<ol>
<li>Piraclostrobina + epoxiconazol (66,5+25 g i.a./ha);</li>
<li>Azoxistrobina + ciproconazol (60+24);</li>
<li>Trifloxistrobina + protioconazol (60+70);</li>
<li>Propiconazol (100) e</li>
<li>Epoxiconazol (62,5) nos estádios de perfilhamento, elongamento e florescimento.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21608 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2.jpg" alt="Tabela de eficiência de fungicidas no controle da mancha-amarela" width="1024" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-300x128.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-768x327.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-370x158.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-270x115.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-740x315.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fonte: Deuner (2013)</span></span></p>
<h2>Testes e resultados de tratamentos contra a mancha-amarela</h2>
<p>A <strong>melhor eficiência de controle foi constatada para o tratamento com a primeira aplicação de trifloxistrobina + protioconazol</strong> com adição do propiconazol e as duas subsequentes de trifloxistrobina + protioconazol, com eficiência de 72%.</p>
<p>Os maiores rendimentos foram observados nos tratamentos: três aplicações da mistura piraclostrobina + epoxiconazol (5.034,1 kg/ha); mesma mistura com adição de propiconazol na primeira aplicação (5.072,5 kg/ha); aplicações de trifloxistrobina + protioconazol, com propiconazol adicionado na primeira aplicação (4955,0 kg/ha).</p>
<p>As manchas foliares são melhores controladas pelos triazóis, respondendo positivamente à adição de mais triazol à mistura (triazol + estrobilurina).</p>
<p>Esse procedimento é fundamental em cenários favoráveis às manchas foliares, como cultivares suscetíveis, monocultura de trigo e condições ambientais favoráveis.</p>
<p>Segundo a indicação técnica da pesquisa do trigo, <strong>considera-se um bom controle, quando o fungicida apresenta eficiência superior a 70%</strong>, e controle regular quando a eficiência fica entre 50% e 70%.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo de melhoramento, por meio de seleção natural, ocorre a cada ano, a cada ciclo e novo cultivar. Isso significa que patógenos também evoluem com as plantas, tornando seu controle cada vez mais difícil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário um planejamento desde a escolha da cultivar e testes de pureza, pois como você viu neste artigo, o inóculo da mancha-amarela vem principalmente de sementes infectadas com plantas hospedeiras.</span></p>
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		<title>Principais estratégias para o controle das doenças do feijoeiro</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-feijoeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 13:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
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		<category><![CDATA[feijoeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro em parceria com o 3RLab realizou a transmissão de um webinar sobre “Estratégias para o controle das principais doenças do feijoeiro”. O tema foi extremamente relevante para os profissionais que atuam na área de grãos e você pode assistir gratuitamente. Para falar sobre o assunto, contamos com um profissional renomado, Pedro Lima, Engenheiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro em parceria com o 3RLab realizou a transmissão de um webinar sobre “<strong>Estratégias para o controle das principais doenças do feijoeiro</strong>”.</p>
<p>O tema foi extremamente relevante para os profissionais que atuam na área de grãos e você pode assistir gratuitamente.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com um profissional renomado, Pedro Lima, Engenheiro Agrônomo SOMA Consultoria.</p>
<p>Veja alguns dos tópicos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Uso de produtos químicos nas estratégias de controle do mofo branco no feijão;</li>
<li>Importância do manejo adequado da palhada e a irrigação controlada para reduzir a incidência do mofo branco;</li>
<li>Condições climáticas ideais para a propagação do mofo branco;</li>
<li>Manejo do mofo branco por meio do controle biológico com <em>bacillus subtilis </em>e<em> bacillus pumilus</em>;</li>
<li>Prevenção com medidas como tratamento de sementes, aplicação de fungicidas e monitoramento constante da cultura.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-feijoeiro/">Principais estratégias para o controle das doenças do feijoeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estádio fenológico do trigo: identificação e ciclo de desenvolvimento</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/identificacao-do-estadio-fenologico-do-trigo-ciclo-de-desenvolvimento/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/identificacao-do-estadio-fenologico-do-trigo-ciclo-de-desenvolvimento/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 15:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[estádio fenológico]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciclo de desenvolvimento do trigo pode ser dividido em três fases: vegetativa, reprodutiva e enchimento de grãos. A escala mais recomendada para a descrição do estádio fenológico de desenvolvimento do trigo é a de Zadoks, por considerar conjuntamente as fases vegetativas e reprodutivas. A escala de Zadoks é constituída por dois dígitos, sendo que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-do-estadio-fenologico-do-trigo-ciclo-de-desenvolvimento/">Estádio fenológico do trigo: identificação e ciclo de desenvolvimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciclo de desenvolvimento do trigo pode ser dividido em três fases: <strong>vegetativa, reprodutiva e enchimento de grãos</strong>.</p>
<p>A escala mais recomendada para a descrição do estádio fenológico de desenvolvimento do trigo é a de <strong>Zadoks</strong>, por considerar conjuntamente as fases vegetativas e reprodutivas.</p>
<p>A escala de Zadoks é constituída por dois dígitos, sendo que o primeiro corresponde ao estádio principal de desenvolvimento, iniciando com a fase de <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/"><strong>germinação</strong></a> (estádio 0) e finalizando com a fase de <strong>maturidade fisiológica dos grãos</strong> (estádio 9), e o segundo formado pela subdivisão do estádio principal.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Mudanças na morfologia do trigo</h2>
<p>Durante o ciclo de cultivo do trigo, ocorrem duas mudanças na morfologia externa das plantas:</p>
<ol>
<li>Visíveis à olho humano (crescimento + desenvolvimento);</li>
<li>Atividade tecidual (desenvolvimento), nem sempre perceptível.</li>
</ol>
<p>A descrição dos diferentes estados externos e internos através dos quais a colheita de trigo pode ser feita através do uso de diferentes escalas, permitindo uma referência precisa dos diferentes estágios ou estados de desenvolvimento pelo qual a colheita passa.</p>
<h2>Escala de Zadoks no cultivo do trigo</h2>
<p>A escala de Zadoks é a mais utilizada no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/">cultivo de trigo</a></strong> e apenas <strong>descreve estados morfológicos externos de cultivo</strong>, que envolve algum desenvolvimento e outros processos de crescimento.</p>
<p>Esses estados devem ter levados em consideração ao analisar os estados e processos de desenvolvimento e os fatores que os regulam e modificam.</p>
<p>A escala de Zadoks possui 10 fases numeradas de 0 a 9 que descrevem o cultivo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16730" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo.jpg" alt="Estádios fenológicos do trigo" width="700" height="495" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo.jpg 1189w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1024x724.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-768x543.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-370x262.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-270x191.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-740x523.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Estádio fenológico do trigo e componentes de produção.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16732 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo.jpg" alt="Tabela com estádios fenológicos do trigo" width="528" height="395" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo.jpg 528w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 528px) 100vw, 528px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16733 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-1.jpg" alt="Tabela com estádios fenológicos do trigo" width="542" height="464" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-1.jpg 542w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-1-300x257.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-1-370x317.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-1-270x231.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-1-350x300.jpg 350w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-1-150x128.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16734 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-2.jpg" alt="Tabela com estádios fenológicos do trigo" width="525" height="396" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-2.jpg 525w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-2-370x279.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-2-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16728 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-3.jpg" alt="Tabela com estádios fenológicos do trigo" width="525" height="175" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-3.jpg 525w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-3-300x100.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-3-370x123.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-3-270x90.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-estadio-fenologico-trigo-3-150x50.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Tabela representando a escala decimal de desenvolvimento do trigo segundo Zadoks et al. (1974).</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16731" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1.jpg" alt="Fases de desenvolvimento do trigo" width="700" height="410" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1.jpg 1306w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1-1024x600.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1-768x450.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1-370x217.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1-270x158.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1-740x433.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/estadio-fenologico-trigo-1-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>A escala de Zadoks nos permite, por meio de uma apreciação da morfologia exterior da cultura, tenha uma ideia do estado de desenvolvimento que acontece.</p>
<p>Essa escala é inestimável como uma ferramenta para unificar critérios e falar todo o mesmo idioma ao tomar uma decisão agronômica. Ex.: aplicação de fertilizantes, herbicidas, inseticidas, tratamento com fungicidas.</p>
<p>Para aplicar esta ferramenta corretamente no nível do lote, uma amostragem representativa deve ser realizada.</p>
<p>Devem ser observadas plantas individuais e, a partir disso, será considerado que a colheita atingiu um certo estado quando o mesmo se manifestou em 50% das plantas observadas.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</strong></a> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Cigarrinha do milho: como identificar e realizar o controle dessa praga</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 13:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é vetor de três patógenos na cultura do milho: Spiroplasma kunkelli (CSS-corn stunt spiroplasma), Fitoplasma do milho (MBSP-maize bushy stunt phytoplasma) e; Vírus do raiado fino (MRFV-maize rayado fino virus). O aumento da área cultivada e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha-do-milho com importância relativa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cigarrinha-do-milho (<i>Dalbulus maidis)</i> é vetor de três patógenos na cultura do milho:</p>
<ol>
<li><strong><i>Spiroplasma kunkelli</i></strong> (CSS-<i>corn stunt spiroplasma</i>),</li>
<li><strong>Fitoplasma do milho </strong>(MBSP-<i>maize bushy stunt phytoplasma</i>) e;</li>
<li><strong>Vírus do raiado fino</strong> (MRFV-<i>maize rayado fino virus).</i></li>
</ol>
<p>O aumento da área cultivada e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha-do-milho com importância relativa de pragas e doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Características da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>Na literatura, são citadas como plantas hospedeiras da cigarrinha-do-milho:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/">Milho</a></strong> (<i>Zea mays</i>);</li>
<li>Tripsacum (<i>Tripsacum dactiloides</i>);</li>
<li>Teosinto (<i>Euchlaena mexicana</i>);</li>
<li><strong><a href="https://ebook.rehagro.com.br/ecofisiologia-e-manejo-do-sorgo?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fisiologia-sorgo&amp;utm_medium=blog">Sorgo</a></strong> (<i>Sorghum bicolor</i>);</li>
<li>Braquiária ruziziensis (<i>Urochloa </i>ruziziensis);</li>
<li>Milheto (<i>Pennisetum glaucum</i>).</li>
</ul>
<p>Os ovos de <i>D. maidis</i> podem ser depositados de forma isolada, em pares ou em grupos de cinco ou seis na superfície superior das folhas, sendo inseridos nos tecidos da planta, de preferência na metade basal das primeiras folhas das plantas jovens.</p>
<p>As ninfas se alimentam da <strong>seiva da planta</strong> e dificilmente abandonam o sítio de alimentação durante o seu desenvolvimento, sendo que após a muda é fácil a observação das exúvias presas nas folhas.</p>
<p>A duração dos estádios ninfais de <i>D. maidis</i> varia com a temperatura. A 23,4°C e 83 % UR, os ínstares I, II, III, IV e V tiveram duração média de 2,0; 2,0; 2,5; 3,0 e 3,0 dias, respectivamente.</p>
<p>Estudos da biologia dessa cigarrinha em temperaturas variando de 10 a 32ºC, apresenta cinco ínstares com duração média variando de 23,0 (10ºC) a 3,2 dias (32ºC).</p>
<p>Os <strong>adultos da cigarrinha-do-milho medem cerca de</strong> <strong>3 mm de comprimento</strong> e são de coloração palha, podendo apresentar coloração mais escura nas regiões geográficas altas e em tons claros com manchas em baixas altitudes.</p>
<p>A longevidade média dos adultos é de 16,3 dias para machos e de 42,1 dias para fêmeas a 23,4ºC e 83% de UR. Entretanto, essa longevidade varia em função da temperatura, atingindo 66,6 dias a 10ºC e 15,7 dias a 32,2ºC.</p>
<p>O período de pré-oviposição é de 8,5 dias, o de oviposição é de 29,6 dias e a fecundidade média é de 128,7 ovos/fêmea.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas dos enfezamentos</h2>
<p>Os sintomas dos enfezamentos manifestam-se em <strong>maior intensidade na fase de produção das plantas de milho</strong>, porém podem se manifestar na fase vegetativa quando o hospedeiro se encontra sob grande pressão desde a emergência, ou na fase de florescimento.</p>
<p>O <strong>enfezamento pálido</strong>, caracteriza-se pelas manchas cloróticas e independentes, produzidas na base das folhas, posteriormente coalescem e formam bandas grandes; os entre nós se desenvolvem menos e a planta tem altura reduzida.</p>
<p>O <strong>enfezamento vermelho</strong>, caracteriza-se pela severidade dos sintomas na planta com incidência do enfezamento e pela maior intensidade da cor vermelha, que chega a ser púrpura nas folhas mais velhas, e por abundante perfilhamento nas axilas foliares e na base das plantas.</p>
<p>Os sintomas do <strong>vírus do raiado fino</strong> consistem na ocorrência de pontos cloróticos, manchas, ou linhas curtas, distribuídas de forma uniforme na parte superior de folhas jovens, e geralmente nas nervuras secundárias e terciárias.</p>
<p>Com o passar do tempo os pontos tornam-se mais numerosos e coalescem, ao longo das nervuras formando riscas com mais de 10 cm de comprimento, podendo ser facilmente observadas quando colocadas contra a luz.</p>
<h2>Utilização de híbridos no controle da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>A utilização de <strong>híbridos com resistência genética</strong>, apresenta-se como um importante método de controle de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/">doenças na cultura do milho</a></strong>.</p>
<p>Características físicas, morfológicas e/ou químicas das plantas podem alterar o comportamento dos insetos, ou interferir na sua biologia, dando proteção às plantas permitindo a seleção de híbridos resistentes.</p>
<p>A cigarrinha-do-milho (<i>Dalbulus maidis)</i> <strong>é a principal transmissora de doenças conhecidas como os enfezamentos e a virose do raiado fino</strong>, provocando perdas de até <strong>90%</strong> no milho cultivado em algumas regiões.</p>
<p>A infestação da cigarrinha-do-milho<i> </i>é influenciada pelo híbrido de milho plantado, havendo materiais que podem apresentar maior ou menor infestação.</p>
<p>A severidade fitossanitária demonstrou ser crescente em função do número de cigarrinhas/plantas, havendo híbrido que demonstraram maior ou menor suscetibilidade.</p>
<p>A intensidade da infestação por cigarrinhas no milho influenciou diretamente a severidade fitossanitária de forma que <strong>o aumento do número de cigarrinhas proporcionou maior severidade</strong> com reflexo nos parâmetros produtivos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21425 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2.jpg" alt="Folha de milho no solo com vírus do raiado fino causado pela cigarrinha-do-milho." width="670" height="373" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2.jpg 670w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-370x206.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Vírus do raiado fino (MRFV-</span><i><span style="font-weight: 400;">maize rayado fino vírus</span></i><span style="font-weight: 400;">) (CULTIVAR)</span></span></p>
<h2>Manejo e pulverização da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>Na adoção do <strong>manejo integrado de pragas, </strong>devem ser considerados aspectos como a eliminação de hospedeiros, definição de épocas de semeadura, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico</a></strong> e controle químico.</p>
<p>O tratamento de sementes com inseticidas neonicotinóides (imidacloprid, thiametoxan e clotiandina) tem sido importante por realizar o controle na primeira população migrante no cultivo, apresentando eficiência até os 15 dias após a emergência da cultura.</p>
<p>A adoção de pulverizações com organofosforado (acefato) nos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-milho-o-processo-de-germinacao-da-semente/">estádios</a></strong> V4/V5 e V8/V9, a fim de promover o controle da cigarrinha para reduzir os prejuízos.</p>
<p>A adoção destas pulverizações tende a complementar a estratégia do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">tratamento de sementes</a></strong>, sendo fundamental para o controle de populações migrantes de outras culturas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21426 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3.jpg" alt="Plantação de milho com enfezamento causado pela cigarrinha-do-milho." width="640" height="524" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-300x246.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-370x303.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-270x221.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-366x300.jpg 366w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-150x123.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Enfezamento do milho (EMBRAPA)</span></p>
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		<title>Principais ferramentas de agricultura de precisão</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ferramentas-de-agricultura-de-precisao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 18:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro juntamente com o 3RLab realizou um webinar especial e de forma totalmente gratuita! O tema foi extremamente relevante para os agricultores: “Ferramentas de Agricultura de Precisão no auxílio para tomada de decisão”. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: o Engenheiro Agrônomo, Alessandro Alvarenga, que também atua como Consultor Técnico no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro juntamente com o 3RLab realizou um webinar especial e de forma totalmente gratuita! O tema foi extremamente relevante para os agricultores: “Ferramentas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">Agricultura de Precisão</a></strong> no auxílio para tomada de decisão”.</p>
<p>Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: o Engenheiro Agrônomo, Alessandro Alvarenga, que também atua como Consultor Técnico no Rehagro<span class="text_exposed_show">.</span></p>
<p>No webinar foram abordados a adoção dessas tecnologias pelos produtores e a importância de uma correta caracterização do solo. Além disso, são apresentadas ferramentas de orientação, amostragem de solo e análise de produtividade para auxiliar no manejo e na otimização dos recursos no campo.</p>
<p>Veja alguns dos tópicos tratados no webinar:</p>
<ul>
<li>As ferramentas de agricultura de precisão na tomada de decisão dos produtores;</li>
<li>Importância da análise da variabilidade espacial e temporal do solo;</li>
<li>A orientação e o tráfego controlado das máquinas e redução da compactação do solo;</li>
<li>O impacto da escolha correta do tamanho do grid amostral de solo na representatividade das análises;</li>
<li>Análise de produtividade e balanço de exportação na gestão dos recursos e dos insumos.</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá responder em breve.</p>
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		<title>Nematoides na soja: principais tipos e como realizar o controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 12:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, os nematoides recorrentes à cultura da soja têm sido os formadores de galhas (Meloidogyne spp.), o de cisto (Heterodera glycines), o das lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus) e o nematoide-reniforme (Rotylenchulus reniformis). Espécies como Helicotylenchus dihystera e Scutellonema brachyurus têm sido consideradas emergentes, como potenciais patógenos da cultura da soja, seja pela ampla distribuição [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, <strong>os nematoides recorrentes à cultura da soja</strong> têm sido os <strong>formadores de galhas</strong> (<i>Meloidogyne</i> spp.), <strong>o de cisto</strong> (<i>Heterodera glycines</i>), <strong>o das lesões radiculares</strong> (<i>Pratylenchus brachyurus</i>) e o <strong>nematoide-reniforme</strong> (<i>Rotylenchulus reniformis</i>).</p>
<p>Espécies como <i>Helicotylenchus dihystera</i> e <i>Scutellonema brachyurus</i> têm sido consideradas emergentes, como potenciais patógenos da cultura da soja, seja pela ampla distribuição nas lavouras brasileiras, seja pelo aumento nas densidades populacionais encontradas na cultura. <i>Tubixaba tuxaua</i> também pode ser considerado patógeno potencial da cultura, embora com distribuição mais restrita.</p>
<p>Outro nematoide emergente, <i>Aphelenchoides besseyi</i>, é o único de parte aérea, relatado na cultura da soja, que tem por hábito alimentar-se das inflorescências, flores e folhas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Evolução dos nematoides</h2>
<p><strong>No Brasil, os danos provocados por nematoides podem chegar a R$ 35 bilhões por ano e, somente na soja, estima-se que os prejuízos alcancem R$ 16,2 bilhões.</strong></p>
<p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) listou os nematoides entre as <span style="font-size: 12pt;">pragas </span>consideradas de maior risco sanitário e com potencial de provocar prejuízos econômicos à agricultura brasileira.</p>
<p>Os nematoides apresentaram, ao longo de centenas de anos, <strong>transformações de partes do aparelho bucal em estrutura resistente, denominada estilete</strong>. Esta modificação conferiu a esses organismos a capacidade de adaptar-se a outra fonte alimentar e, assim, extrair alimentos de células vegetais.</p>
<p>Utilizam o estilete para perfurar os tecidos da parede celular e, a princípio, injetar secreções enzimáticas no interior das células. Estas secreções promovem uma pré-digestão do conteúdo celular que, posteriormente, será sugado por meio do estilete. Ação que pode induzir alterações na morfologia desta célula e das células adjacentes ou necrose dos tecidos.</p>
<p>Estes minúsculos patógenos são imperceptíveis até provocar os primeiros danos à lavoura, quando os sintomas da sua presença são observados nas plantas, na maioria das vezes, já completamente comprometidas.</p>
<p>As doenças de plantas causadas por fitonematoides tornaram-se comuns em diversos países, e a maioria refere-se à alimentação do patógeno no <strong>sistema radicular</strong> do vegetal. No entanto, algumas espécies são parasitas de órgãos aéreos.</p>
<p>Na cultura da soja existem relatos no mundo que se referem à <strong>coexistência de</strong> <strong>mais de 100 espécies de fitonematoides</strong>, envolvendo cerca de 50 gêneros.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nematoide-das-galhas</h2>
<p><strong>Os nematoides-das-galhas estão entre os mais importantes parasitas da cultura da soja.</strong> Existem mais de 80 espécies de nematoides do gênero <i>Meloidogyne </i>reconhecidas em todo o mundo.</p>
<p>Na cultura da soja nacional destacam-se <i>Meloidogyne javanica </i>e <i>M. incognita</i>. A primeira encontra-se disseminada por todas as áreas de soja e tem sido relacionada com os danos mais severos à cultura, enquanto a segunda, não menos problemática, é muito comum em áreas com histórico de cultivo de café e algodão.</p>
<p>Esses nematoides são classificados como endoparasitas sedentários, cuja interação entre patógeno e planta é extremamente evoluída.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21610 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1.jpg" alt="Nematoides das galhas" width="512" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>Tanto a formação quanto a manutenção do sítio de alimentação são complexas e envolvem ação de enzimas e outras proteínas produzidas pelo nematoide. Tal sítio é composto por cerca de seis a oito células do hospedeiro, caracteristicamente grandes, com vacúolos pequenos ou ausentes, multinucleadas e com citoplasma denso.</p>
<p>Comumente, os sítios de alimentação são denominados células gigantes e funcionam como drenos na planta, visto que são responsáveis por desviar nutrientes que seriam usados no crescimento e na produção da planta, para servirem como alimento para os nematoides.</p>
<p>Como a alimentação do nematoide causa crescimento e multiplicação desordenada das células, observa-se, externamente, a formação de nodosidades nas raízes, comumente chamadas galhas, sendo este o sintoma típico do nematoide. Como reflexo, observam-se plantas subdesenvolvidas e com característica de deficiência nutricional, sendo ainda comum a presença de folhas carijó.</p>
<h3>Sintomas do Nematoide-das-galhas</h3>
<p>No campo, os sintomas ocorrem em reboleiras, visto que o nematoide apresenta movimentação limitada no solo, sendo disseminado, principalmente, por práticas agrícolas resultantes do revolvimento do solo.</p>
<p>É importante ressaltar que os sintomas são comumente observados no período reprodutivo da planta, o que muitas vezes faz com que técnicos e produtores acreditem que os nematoides atacam as plantas no período do florescimento, mas, na verdade, o nematoide infecta as raízes desde a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">germinação das sementes</a></strong>, preferindo sempre as raízes jovens.</p>
<p>O sintoma é mais visível em plantas na fase de florescimento, por ser um período de alta demanda de água e nutrientes, e quando a população do nematoide já se encontra elevada nas raízes, as quais perdem a função de suprir as necessidades da planta. Outro fator que contribui para manifestação severa de sintomas é a estiagem.</p>
<p>Apesar de as galhas constituírem sintomas típicos e fáceis de ser diagnosticados a olho nu, é importante lembrar que, comumente, os nematoides ocorrem em populações mistas no solo. A presença de nematoides-das-galhas pode mascarar a percepção de outras espécies presentes na área.</p>
<p>Destaca-se ainda que, além dos danos diretos ocasionados pelo nematoide, os processos de penetração, movimentação e alimentação abrem portas de entrada e predispõem a planta à ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">outras doenças</a></strong>, principalmente associadas a fungos de solo, com destaque para <i>Fusarium solani</i> f. sp. <i>glycines</i>.</p>
<h2>Nematoide-de-cisto-da-soja</h2>
<p><strong>O nematoide-de-cisto-da-soja, <i>Heterodera glycines</i>, continua a ser uma séria ameaça à produção de soja em todo o mundo.</strong> É uma das principais pragas da cultura pelos prejuízos que podem causar e pela facilidade de disseminação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21611 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja.jpg" alt="Nematoide de cisto da soja" width="723" height="406" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja.jpg 723w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>
<p>Este nematoide caracteriza-se como um semiendoparasita sedentário, cujo ciclo de vida é semelhante àquele descrito para <em>Meloidogyne</em>, e completa-se em torno de três semanas.</p>
<p>A reprodução ocorre por anfimixia (cruzamento entre macho e fêmea), o que garante alta variabilidade genética. O sintoma inicial de ocorrência do nematoide-de-cisto-da-soja nas lavouras caracteriza-se pela presença de reboleiras, com as plantas atrofiadas e cloróticas e com poucas vagens.</p>
<p><strong>Em locais onde a população do patógeno é alta, também pode ocorrer morte prematura de plantas</strong>.</p>
<p>Cuidados devem ser tomados, uma vez que deficiência de alguns nutrientes, especialmente nitrogênio (N), <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-soja-como-economizar-no-potassio/" target="_blank" rel="noopener">potássio</a></strong> (K) e certos micronutrientes, fitotoxicidade por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">defensivos agrícolas</a></strong>, compactação do solo e outras desordens fisiológicas podem ocasionar os mesmos sintomas na parte aérea das plantas.</p>
<p>Nas regiões com boa distribuição de chuvas e solos de fertilidade natural mais alta, as plantas doentes podem não exibir sintomas evidentes na parte aérea, exceto uma ligeira redução no porte.</p>
<p>Portanto, o diagnóstico definitivo deve ser realizado com base nos sinais, ou seja, presença de fêmeas de cor branca ou amarela presas às raízes, cerca de cinco semanas após a semeadura da soja.</p>
<h2>Nematoides-das-lesões-radiculares</h2>
<p><strong>Os nematoides-das-lesões-radiculares (<i>Pratylenchu</i>s spp.) são assim denominados pelos sintomas causados nas raízes das plantas hospedeiras</strong>, as quais servem de porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em necroses e podridões.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21612 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2.jpg" alt="Nematoides das lesões radiculares" width="512" height="211" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-300x124.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-370x152.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-270x111.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-150x62.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>É um endoparasita migrador que <strong>causa danos mecânicos às raízes durante a alimentação e movimentação no interior dos tecidos</strong>. Além disso, apresenta ação espoliadora, pela retirada do conteúdo citoplasmático, e danos por ação tóxica, pela injeção de substâncias no córtex radicular.</p>
<p>Como consequência, modificam e destroem os tecidos, comprometendo a absorção e o transporte de água e nutrientes, prejudicando o desenvolvimento da planta, bem como facilitando a infecção por patógenos secundários.</p>
<p>Os sistemas radiculares parasitados mostram-se reduzidos e pouco volumosos, e as plantas apresentam menor estatura, clorose e murchamento das folhas, refletindo em perdas de produção.</p>
<h2>Nematoide-reniforme</h2>
<p><i>Rotylenchulus reniformis </i>é considerado um dos principais problemas da cultura do algodoeiro, mas sua importância vem crescendo nos últimos anos em áreas cultivadas com soja e algodão na região do Cerrado brasileiro.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, <strong>esse nematoide era considerado um patógeno secundário para a cultura da soja</strong>. Contudo, atualmente é tido como espécie emergente nesta cultura, principalmente em lavouras do estado do Mato Grosso, onde sua ocorrência tem aumentado de forma consistente e altas populações têm sido associadas a perdas em rendimento na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21613 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1.jpg" alt="Nematoides reniforme" width="740" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-300x112.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-270x101.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-150x56.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Esse nematoide é considerado um semiendoparasita sedentário, que pode alimentar-se em qualquer ponto ao longo do comprimento das raízes. As fêmeas presentes no interior das raízes induzem à formação de um tecido nutridor, de onde retiram seu alimento para completar o ciclo de vida.</p>
<p>A produção de ovos inicia-se entre cinco e sete dias após a infecção das raízes das plantas, em número de até 100 ovos. Seu ciclo de vida é completado entre 24 a 30 dias, com grande influência da temperatura nesse período.</p>
<p>Outro fator que favorece essa espécie é a textura do solo, sendo este de textura fina, siltoso ou argiloso. Tem como característica a elevada capacidade de sobrevivência na ausência do hospedeiro, podendo permanecer no solo por até dois anos.</p>
<p>O manejo de <i>R. reniformis </i>pode ser realizado, principalmente, por meio da rotação de culturas, uma vez que esse nematoide possui círculo de hospedeiros mais restrito, em relação a <i>Meloidogyne </i>spp. ou <i>P. brachyurus</i>, além do uso de cultivares resistentes.</p>
<p>As cultivares de soja americanas Forrest e Custer são consideradas padrões de resistência ao nematoide-reniforme e, aparentemente, cultivares com resistência ao nematoide-de-cisto também conferem resistência a <i>R. reniformis.</i></p>
<h2>Como fazer o controle dos nematoides?</h2>
<p>Atualmente, <strong>práticas de <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico</a> fazem parte do manejo integrado para redução de um organismo “patógeno”</strong> alvo através de outros organismos vivos presentes rotineiramente na natureza, que não plantas resistentes com foco no retardo da densidade do inóculo ou das atividades determinantes da doença, estabelecendo equilíbrio por meio de ações que busquem melhoras na biodiversidade do solo.</p>
<p>Desse modo, os fungos antagonistas, fazem parte do nicho ecológico de biocontrole, entre eles os chamados fungos nematófagos, divididos em três grupos distintos (predadores, endoparasitas, oportunistas parasitas de ovos e juvenis), produzindo metabólitos tóxicos aos nematoides, além de poderem competir por nutrientes e espaço com os patógenos, ou ainda induzir a planta a desenvolver resistência as doenças.</p>
<p>São classificados de acordo com os mecanismos de ataque a seus hospedeiros, entre eles:</p>
<ul>
<li>Fungos predadores com a produção de hifas modificadas em armadilhas para captura;</li>
<li>Fungos endoparasitas com produção de esporos que servem de alimento para nematoides;</li>
<li>Fungos oportunistas ou predadores de ovos, que colonizam e perfuram cascas de ovos de nematoides;</li>
<li>Fungos tóxicos, com produção de toxinas que imobilizam o nematoide antes da penetração das hifas.</li>
</ul>
<p>As populações de fitonematoides, que coexistem no solo, flutuam sob a dependência da pressão dos fatores bióticos e abióticos. Tal influência responde não só pela quantidade, mas também pela qualidade das populações.</p>
<p>A duração do ciclo de vida, razão sexual, taxa reprodutiva, dinâmica e distribuição populacional no solo são geridos pela temperatura, umidade, textura, aeração e pH do solo, bem como pela cultura e pela planta hospedeira, por outros organismos existentes e pelo manejo adotado.</p>
<p>O produtor deve conhecer e estabelecer um rigoroso manejo em cada talhão da propriedade, para tanto a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">análise nematológica</a></strong>, em laboratório especializado, é tão necessária quanto as demais análises efetuadas na lavoura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Fixação biológica de nitrogênio na cultura da soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/inoculacao-da-soja-aumente-a-produtividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 13:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[inoculação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou mais uma edição de Webinar Grãos de forma gratuita! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio”. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Geraldo Gontijo, Coordenador, Consultor e Facilitador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro, em parceria com o 3RLab, realizou mais uma edição de Webinar Grãos de forma gratuita!</p>
<p>O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “<strong>Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio</strong>”.</p>
<p>Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Geraldo Gontijo, Coordenador, Consultor e Facilitador do Rehagro<span class="text_exposed_show">. Ele também é um dos nossos mestres renomados dos cursos de capacitação e pós-graduação.</span></p>
<p>Veja alguns dos tópicos tratados no webinar:</p>
<ul>
<li>Importância da fixação biológica de nitrogênio para a produtividade da soja;</li>
<li>A quantidade de nitrogênio fixado e sua relação com a produtividade esperada da lavoura;</li>
<li>A quantidade de nódulos nas raízes da soja e o impacto na meta de fixação de nitrogênio;</li>
<li>Nutrição adequada da planta e o impacto na intensidade da fixação biológica de nitrogênio;</li>
<li>Duração da fixação biológica de nitrogênio no ciclo da cultura da soja;</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!</p>
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		<title>E-book Produção de milho no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste e-book, falaremos sobre como a produção de milho é considerada estratégica para o alicerce da agricultura brasileira. Este grão compõe diversos sistemas de cultivo do país. As tecnologias empregadas nas regiões produtoras deste cereal, torna a oferta de grãos no mercado brasileiro dinâmica. Além disso, também têm relação direta nos preços das commodities agrícolas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste e-book, falaremos sobre como a produção de milho é considerada estratégica para o alicerce da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">agricultura brasileira</a></strong>. Este grão compõe diversos sistemas de cultivo do país.</p>
<p>As tecnologias empregadas nas regiões produtoras deste cereal, torna a oferta de grãos no mercado brasileiro dinâmica.</p>
<p>Além disso, também têm <strong>relação direta nos preços das commodities agrícolas e/ou pecuárias</strong> que compõem os sistemas produtivos em que o milho está inserido.</p>
<p>Para um cultivo com resultados satisfatórios quanto à produtividade, qualidade do produto, lucros e sustentabilidade da atividade, é preciso maior conhecimento sobre a planta de milho e seu ambiente de produção.</p>
<p>Dentre eles, podemos citar: fisiologia e fenologia da planta, condições climáticas, o momento do plantio, plantas daninhas, pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong>.</p>
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		<title>Subsoladores e escarificadores: saiba quando utilizar cada um deles</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 18:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[máquinas]]></category>
		<category><![CDATA[maquinas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas de produção intensificados, um dos principais desafios é a manutenção da adequada estrutura e aeração do solo. Uma forma de suprir a demanda de oxigênio para as raízes é por meio de práticas de escarificação e subsolagem, ou seja, rompendo a estrutura física da camada do solo. Para recomendação dessa prática deve-se analisar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas de produção intensificados, um dos principais desafios é a manutenção da adequada estrutura e aeração do solo.</p>
<p>Uma forma de suprir a demanda de oxigênio para as raízes é por meio de práticas de <strong>escarificação e subsolagem</strong>, ou seja, rompendo a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">estrutura física</a></strong> da camada do solo. Para recomendação dessa prática deve-se <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">analisar o solo</a></strong> quanto à compactação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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});
</script></p>
</div>
<h2>Compactação do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sistema de plantio direto (SPD), uma das principais causas da compactação dos solos é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">tráfego de máquinas</a></strong>.  </span></p>
<p>Isso é ocasionado pela redução das janelas de semeadura e intensificação do sistema de produção, seja em operações de semeadura, tratos culturais e colheita.</p>
<p>O problema aumenta quando as operações são realizadas em solos com condições de muita umidade e com pouca palha na superfície.</p>
<p>O tráfego de máquinas pesadas pode promover a compactação superficial desses solos, sendo observados aumentos prejudiciais para as plantas, principalmente até 20 cm de profundidade.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10557 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/penetrometro.jpg" alt="Homem em um campo segurando um penetrômetro" width="270" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/penetrometro.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/penetrometro-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Penetrômetro</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10558 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/trator-escarificador-subsolador.jpg" alt="Trator com escarificador e subsolador" width="270" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/trator-escarificador-subsolador.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/trator-escarificador-subsolador-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Trator com escarificador e subsolador acoplados</span></span></p>
<p>Os solos argilosos são mais suscetíveis à compactação quando comparados a solos com textura arenosa.</p>
<p>Solos compactados apresentam decréscimos de diversos fatores importantes, tais como:</p>
<ul>
<li>Macroporosidade;</li>
<li>Disponibilidade de água;</li>
<li>Absorção de nutrientes.</li>
</ul>
<p>O déficit desses fatores causa consequência, como a redução na difusão de gases no solo, o que acaba por limitar os processos metabólicos das plantas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Manejo para solos compactados</h3>
<p>Quando é identificada a compactação do solo, recomenda-se utilizar um sistema de manejo que possibilite romper a camada compactada.</p>
<p>A escarificação proporciona <strong>redução da resistência do solo à penetração</strong>, com pouca mobilização do solo.</p>
<p>Quando a camada compactada está em profundidades não atingidas pelos escarificadores, a subsolagem é recomendada para o rompimento dessa camada.</p>
<h2>Uso de escarificadores</h2>
<p>A utilização de <strong>escarificadores em SPD vêm sendo indicados para romper camadas compactadas até 0,20 m.</strong> Entretanto, a eficiência desta prática em solos sob SPD tem sido questionada.</p>
<p>Girardello e seus colaboradores (2014) avaliaram a eficiência de escarificadores e observaram uma diminuição nos valores de resistência à penetração (RP), comparado aos locais sem escarificação.</p>
<p>Nas parcelas em que não realizou a escarificação, o valor da RP foi de 1,36 MPa , e de 1,75 MPa onde teve o tráfego de tratores, sem escarificação.</p>
<p>Já na pesquisa de Bellé <i>(et. al, 2014</i>) relata que, em solos com a utilização de escarificador, há menor consumo de combustível, potência e tração do trator do que em locais sem uso de escarificador.</p>
<h2>Uso de subsoladores</h2>
<p>O uso de <strong>subsoladores vem sendo indicado para romper camadas compactadas em profundidades acima de 0,20 m.</strong> A utilização de subsoladores rompe as camadas compactadas até 0,30 m (Monteiro <i>et. al</i>, 2017).</p>
<p>A prática da subsolagem em solos sob <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantio direto</strong></a>, pode ser uma operação com alto custo e com baixo rendimento operacional. Em solos onde foi realizada a subsolagem, não apresentaram diferença na produtividade de culturas, em comparação com solos manejados sem subsolagem, sob SPD (Raper <i>et. al</i>, 2005).</p>
<blockquote><p><em><span style="font-weight: 400;">A subsolagem é uma prática que corrige e mobiliza o solo em subsuperfície, tendo como vantagem o não revolvimento do solo, sendo indicado para áreas sob SPD.</span></em></p></blockquote>
<h2>Comparativo entre escarificadores e subsoladores</h2>
<p>Seki e seus colaboradores (2015) avaliaram o efeito de escarificadores e subsoladores em solos sob SPD. Eles observaram que:</p>
<blockquote><p><em>A utilização do escarificador proporcionou maior manutenção da cobertura vegetal do solo do que os subsoladores. </em></p></blockquote>
<p>No entanto, na pesquisa de Nunes (et. al, 2015) concluíram que a utilização de semeadoras adaptadas ao SPD, podem descompactar o solo até a profundidade de 0,17 m.</p>
<p>Vários autores relatam que não foram apresentados incrementos na produtividade das culturas, após a prática da escarificação ou da subsolagem em solos compactados.</p>
<p>Em Latossolos e Argissolos oxídicos, sob SPD, a escarificação e subsolagem apresentam como operações desnecessárias, pois a longo prazo a qualidade física do solo pode ser melhorada com a prática de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rotação e sucessão de culturas</strong></a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10560 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas.jpg" alt="Vista aérea de um campo de rotação de culturas" width="509" height="263" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas.jpg 509w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas-300x155.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas-370x191.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas-270x140.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 509px) 100vw, 509px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Rotação de culturas &#8211; Fonte: Instituto Agro</span></p>
<p>Girardello e seus colaboradores (2014), avaliando a eficiência de escarificadores, verificaram que a produtividade da soja em área escarificada foi de 3.669 kg.ha-1, sendo semelhante à área sem escarificação.</p>
<h2>Práticas desejáveis para alta produtividade</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em pesquisa de 2014 (Andrade Júnior </span><i><span style="font-weight: 400;">et. al</span></i><span style="font-weight: 400;">) observaram que os <strong>sistemas de preparo de solo</strong>, cultivo mínimo com subsolagem e SPD, com espaçamento de plantio de 0,40 m proporcionam aumento na produtividade de <strong>milho</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para proporcionar efeito duradouro das práticas de escarificação e subsolagem sob SPD, deve-se implantar gramíneas forrageiras após a prática da intervenção mecânica. Assim, permite-se que as raízes ocupem os espaços deixados pelas hastes dos equipamentos, a fim de que possam formar poros contínuos, melhorando a capacidade de suporte de carga do solo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10561 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/manejo-de-gramineas.png" alt="Manejo de gramíneas forrageiras em ILP e SPD no Semiárido" width="265" height="183" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Manejo de gramíneas forrageiras em ILP e SPD no Semiárido &#8211; Fonte: Embrapa</span></span></p>
<p>Apesar de trabalhos mais antigos terem mostrado pouco efeito no uso de escarificação e subsolagem na produtividade das culturas, atualmente, em muitos sistemas de cultivo, o <strong>tráfego de máquinas</strong> aumentou, devido à adoção de dois ou três cultivos por ano na mesma área.</p>
<p>Além disso, os produtores têm utilizado máquinas com maior rendimento operacional e, mais pesadas, e devido ao maior número de entrada nas áreas para manejo de doenças, <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a> e <strong>pragas</strong>, visando atingir maiores produtividades.</p>
<p>Na soja, há situações em que o produtor tem feito de oito a dez pulverizações por ciclo da cultura. Dessa forma, novas avaliações devem ser realizadas para diferentes condições edafoclimáticas e regiões de produção do país.</p>
<p>Assim sendo, o uso de máquinas têm aumentado nas lavouras, até porque estão produzindo mais, buscando melhores qualidades e em menos tempo.</p>
<p>O quesito físico do solo é essencial tanto no desenvolvimento da cultura quanto na saúde desse solo. Contudo, igualmente importantes, são os fatores químicos e biológicos.</p>
<p>Além disso, os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bioindicadores-para-determinar-a-qualidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">bioindicadores</a></strong> podem ser verdadeiros aliados. Por isso eles têm ganhado cada vez mais espaço nas avaliações do solo.</p>
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		<title>Plantabilidade: como ela funciona e melhora a produtividade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/plantabilidade-para-o-potencial-de-producao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 17:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O potencial produtivo das culturas inicia no momento da semeadura, semeando errado a probabilidade de colher baixas produtividades aumentam muito. Ao considerar uma semeadora com espaçamento entre linhas de 50 cm temos 20.000 metros lineares, ao considerar uma semeadora de 10 carrinhos temos 2.000 metros lineares por carrinho por hectare, em uma propriedade com área [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O potencial produtivo das culturas inicia no momento da semeadura, semeando errado a probabilidade de colher baixas produtividades aumentam muito.</p>
<p>Ao considerar uma semeadora com espaçamento entre linhas de 50 cm temos 20.000 metros lineares, ao considerar uma semeadora de 10 carrinhos temos 2.000 metros lineares por carrinho por hectare, em uma propriedade com área cultivada de 500 hectares cada carrinho irá percorrer 1.000 quilômetros.</p>
<p>Nesse sentido podemos observar a necessidade da manutenção das semeadoras e realizar os cálculos que a falha pode ocasionar no momento do plantio. <strong>A boa plantabilidade mais o uso de sementes de qualidade é a receita que irá garantir altos rendimentos.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é plantabilidade?</h2>
<p>A plantabilidade é definida como a <strong>distribuição uniforme de sementes ao longo do sulco de semeadura</strong> com a população e a profundidade correta. Sendo assim, deve-se buscar pela maior porcentagem possível de espaçamentos aceitáveis entre uma semente e outra e o mínimo possível de duplas e falhas.</p>
<p>Ao deparar com uma maior porcentagem de falha os problemas que podem acontecer será a perda de produção pela falta da planta, além disso, poderá acontecer a entrada de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a>. No caso de plantas duplas ocorrerá a presença de plantas dominadas, acamamento da cultura acarretando perdas na colheita e dificuldade no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">controle de doenças</a></strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Coeficiente de variação do estande de plantio</h2>
<p>A fim de identificar tais problemas, a medida mais utilizada é a avaliação do coeficiente de variação do estande de plantio.</p>
<p>Para isso, após a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">planta germinada</a></strong> (estádio V2 a V3 – quando as plantas de milho apresentam de duas a três folhas e a soja apresenta o seu segundo ou terceiro trifólio) é realizado a medida de espaçamento entre uma planta e outra em 5 metros lineares em 5 linhas de plantio sendo considerado no mínimo 5 subamostras por gleba de produção.</p>
<p>Para o cálculo do coeficiente de variação, é realizado o cálculo da média dos espaçamentos realizados e o cálculo do desvio padrão dos espaçamentos obtidos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12060" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-300x96.jpg" alt="Coeficiente de variação" width="200" height="64" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-370x119.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/coeficiente-de-variacao.jpg 399w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li><strong>CV = coeficiente de variação;</strong></li>
<li><strong>δ = desvio padrão;</strong></li>
<li><strong>μ = média.</strong></li>
</ul>
<p>Para a cultura da soja é considerado aceitável um coeficiente de variação menor que 50% e para a cultura do milho é considerado um coeficiente de variação aceitável menor que 30%.</p>
<p>Dentre os fatores que interferem diretamente na distribuição de plantas, a velocidade de plantio é a que pode apresentar maior influência na distribuição longitudinal de plantas. Para isso, a fim de manter o menor coeficiente de variação, o ideal e manter a velocidade de plantio entre 5 e 6 km/h.</p>
<p>Para a comparação entre os coeficientes de variação vale ressaltar que deve ser realizada com as populações de plantas iguais. Na propriedade poderá ser construído um banco de dados das populações estabelecidas com os seus respectivos coeficientes de variação, e estabelecer metas a fim de reduzir o coeficiente de variação e obter melhor plantabilidade.</p>
<h2>Fatores que interferem em uma boa plantabilidade</h2>
<p>Além da velocidade de plantio, alguns fatores que podem interferir na plantabilidade das culturas são questões referentes ao solo.</p>
<p>O tipo de preparo do solo seja ele convencional ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong>, para isso deve ser realizada uma boa regulagem da máquina com um sistema eficiente de corte da palhada no caso de plantio direto.</p>
<p>A <strong>umidade é outro fator que apresenta grande interferência na plantabilidade</strong>, solos mais úmidos podem apresentar maiores problemas de embuchamento durante a semeadura das culturas. Para um bom plantio sobre a palhada a mesma deve estar seca a fim de evitar o envelopamento e garantir uma boa plantabilidade.</p>
<p>A qualidade das sementes seja ela fisiológica e sanitária irão interferir quando a uniformidade de germinação das culturas, para isso deve-se obter sementes com alta germinação e vigor.</p>
<p>Os fertilizantes também merecem atenção, para isso deve-se obter <strong>fertilizantes com boa qualidade física que apresentem boa uniformidade de partículas a fim de evitar a segregação das partículas</strong>. Apresentando menores paradas durante a semeadura no desentupimento dos mangotes.</p>
<p>Quanto às máquinas, o tipo de disco de corte utilizado, seja ele liso ou corrugado a pressão da mola no disco de corte irá interferir diretamente na qualidade do corte da palhada.</p>
<p>Quanto aos sulcadores existem dois tipos, a haste (facão) ou disco duplo. O disco duplo tem uma menor demanda de potência do trator e apresenta uma menor área mobilizada do sulco. No caso da haste pode promover uma leve escarificação do solo e depósito em maior profundidade do fertilizante.</p>
<p>Quanto ao mecanismo dosador de sementes no mercado existem as pneumáticas e as mecânicas:</p>
<ul>
<li>Nas <strong>semeadoras mecânicas</strong> a escolha do disco e anel apropriado é um dos fatores que interferem diretamente na qualidade da semeadura. Para sementes redondas deve-se optar por anel rebaixado, quanto ao disco deve-se optar pelo disco que entre apenas uma semente em cada furo;</li>
<li>Nas <strong>pneumáticas</strong> deve-se atentar a pressão do vácuo em cada uma das linhas, falta de vácuo pode causar falha e excesso de vácuo pode causar dupla. Outro fator é quanto a pressão do pneu da roda motriz, conferir a pressão garante uma melhor uniformidade de deposição das sementes.</li>
</ul>
<p>A fim de evitar esses problemas, a manutenção das máquinas como lubrificação da máquina, engraxamento dos pinos graxeiros, manutenção dos dosadores de fertilizantes, discos de corte desgastados, manutenção das molas, quantidade de grafite a ser colocada para manutenção da escoabilidade sendo ideal 5 gramas de grafite por quilo de semente.</p>
<p>Para obter uma boa plantabilidade a manutenção da semeadora e conferência do coeficiente de variação da população obtida torna-se um dos fatores primordiais para garantia do potencial produtivo das culturas.</p>
<p>Para realizar o acompanhamento da plantabilidade durante o processo de semeadura das culturas, pode ser feita uma planilha com um checklist, levantamento de plantas e fertilizantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12061 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist.jpg" alt="Checklist semeadura" width="448" height="491" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist.jpg 448w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist-274x300.jpg 274w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist-370x406.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-checklist-270x296.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 448px) 100vw, 448px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Check list antes de iniciar a semeadura</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12063" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas.jpg" alt="Levantamento de plantas" width="600" height="260" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas-300x130.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas-370x161.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-levantamento-plantas-270x117.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Levantamento de plantas</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12062" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes.jpg" alt="Fertilizantes" width="600" height="183" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-300x91.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-370x113.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-270x82.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-fertilizantes-740x225.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fertilizantes</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Principais posicionamentos para a safra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 18:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro em parceria com o 3RLab realizou mais uma edição do Webinar Grãos de forma totalmente gratuita! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: &#8220;Principais posicionamentos para a safra&#8221;. Principais pontos do webinar Importância do manejo adequado para aumentar a produtividade da soja. Etapas essenciais para obter bons resultados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Rehagro em parceria com o 3RLab realizou mais uma edição do Webinar Grãos de forma totalmente gratuita!</p>
<p>O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: <strong>&#8220;Principais posicionamentos para a safra&#8221;.</strong></p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Importância do manejo adequado para aumentar a produtividade da soja.</li>
<li>Etapas essenciais para obter bons resultados na safra.</li>
<li>Cuidados necessários na fase de emergência e construção das plantas.</li>
<li>Considerações sobre o clima ao decidir iniciar o plantio.</li>
<li>Manejo das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">ervas daninhas</a></strong> em ambientes secos e estressados.</li>
</ul>
<p>Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Breno Araújo, Membro Efetivo do CESB. Araújo é Engenheiro Agrônomo formado pela FEAD/MG e especialista em pastagens e plantas forrageira pela ESALQ/USP<span class="text_exposed_show">.</span></p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!</p>
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		<title>Micro-organismos no solo: qual a importância para a fertilidade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 18:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é uma mistura heterogênea de diferentes organismos e substâncias orgânicas e minerais presentes em três fases: sólida, líquida e gasosa. As forças físicas e o agrupamento natural de partículas resultam na formação de agregados de solo de diferentes tamanhos, arranjos e estabilidades, que são as unidades básicas da estrutura do solo. A agregação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O</strong> <strong>solo é uma mistura heterogênea de diferentes organismos e substâncias orgânicas e minerais</strong> presentes em três fases: sólida, líquida e gasosa.</p>
<p>As forças físicas e o agrupamento natural de partículas resultam na formação de agregados de solo de diferentes tamanhos, arranjos e estabilidades, que são as unidades básicas da estrutura do solo.</p>
<p>A agregação do solo é influenciada por vários fatores, como mineralogia do solo, ciclos de umedecimento e secagem, a presença de óxidos de ferro e alumínio em função da faixa de pH do solo, argila e matéria orgânica.</p>
<p>Raízes de plantas contribuem diretamente para a estabilidade dos agregados do solo através da abundância inerente dessas estruturas na matéria orgânica e a produção de exsudatos estimulando a atividade microbiana, e indiretamente pela produção de associados ao exopolissacarídeo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Microrganismos e estabilidade do solo</h2>
<p>A estabilidade do solo resulta de uma combinação de características bióticas e abióticas, e as comunidades microbianas podem fornecer uma medida quantitativa da saúde do solo, uma vez que essas bactérias determinam o funcionamento do ecossistema de acordo com processos biogeoquímicos.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">saúde do solo</a></strong> define a capacidade do solo de funcionar como um sistema vivo vital, dentro dos limites do ecossistema e do uso da terra, para sustentar a produtividade vegetal e animal, manter ou melhorar a qualidade da água e do ar e promover a saúde vegetal e animal.</p>
<p>Os fatores que controlam a saúde do solo compreendem características químicas, físicas e biológicas, como tipo de solo, clima, padrões de cultivo, uso de defensivos agrícolas e fertilizantes, disponibilidade de substratos e nutrientes, concentrações de material tóxico e a presença ou ausência de conjuntos específicos e tipos de organismos.</p>
<p>As interações planta-microrganismos na rizosfera são os determinantes da saúde das plantas, produtividade e fertilidade do solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Bactérias promotoras de crescimento</h2>
<p><strong>Bactérias promotoras de crescimento de plantas são bactérias que podem aumentar o crescimento das plantas e protegê-las de doenças e estresses abióticos</strong> por meio de uma ampla variedade de mecanismos; aqueles que estabelecem associações estreitas com plantas, como os endófitos, podem ter mais sucesso na promoção do crescimento das plantas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Doenças causadas por microrganismos patogênicos frequentemente resultam em perda de produtividade. Também é bem conhecido que o crescimento das plantas é inibido quando as plantas são infectadas por patógenos, embora o mecanismo subjacente seja mal compreendido. </span></p>
<p>Algumas bactérias promotoras de crescimento de plantas <strong>protegem as plantas colonizadoras do ataque de patógenos, matando diretamente os parasitas. </strong>Esses tipos de bactérias promotoras de crescimento de plantas produzem antibióticos como HCN, fenazinas, pioluteorina e pirrolnitrina.</p>
<p>Algumas rizobactérias podem induzir resistência de plantas a micróbios patogênicos, que é chamada de resistência sistêmica induzida. Resistência sistêmica induzida é, em geral diferente da resistência sistêmica adquirida, pois depende da sinalização do ácido jasmônico e do etileno da planta do que da sinalização do ácido salicílico.</p>
<p>O segundo grupo de bactérias promotoras de crescimento de plantas pode estimular o crescimento da planta diretamente na ausência de patógenos, fornecendo substâncias que ajudam as plantas. Bactérias do gênero Rhizobium fixa N2 gasoso em amônia que pode ser usado por plantas leguminosas como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">fonte de nitrogênio</a></strong>.</p>
<p>Existem bactérias promotoras de crescimento de plantas ajudam as plantas a crescer, fornecendo fosfato solúvel convertido de fósforo insolúvel. Hormônios vegetais que promovem o crescimento, como auxina, citocinina e giberelinas, também podem ser sintetizados por algumas bactérias do solo usando precursores secretados por plantas. Esses hormônios derivados de bactérias posteriormente facilitam o crescimento das plantas.</p>
<p>A remoção de contaminantes do solo, que normalmente induzem respostas ao estresse das plantas e inibem o crescimento das plantas, pelas bactérias do solo também pode ajudar as plantas a crescerem melhor. Em muitos casos, o estresse ambiental causado por poluentes do solo estimula a produção de etileno nas plantas, o que posteriormente retarda o crescimento das plantas.</p>
<p>As raízes das plantas respondem às condições ambientais por meio da secreção de uma ampla gama de compostos, de acordo com o estado nutricional e as condições do solo. Esta ação interfere com a interação planta-bactéria e é um fator importante contribuindo para a eficiência do inoculante.</p>
<p>A exsudação da raiz inclui a secreção de íons, oxigênio e água livres, enzimas, mucilagem e uma variedade de substâncias contendo carbono de metabólitos primários e secundários.</p>
<p>As raízes de plantas excretam 10 a 44% de carbono fixados fotossinteticamente, que serve como fonte de energia, moléculas sinalizadoras ou antimicrobianos para microrganismos do solo. A exsudação da raiz varia com a idade e genótipo da planta e, consequentemente, microrganismos específicos respondem e interagem com diferentes plantas hospedeiras.</p>
<p>Assim, os inoculantes são geralmente destinados a um específico planta da qual a bactéria foi isolada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12069" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1.jpg" alt="Microrganismos no solo" width="600" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1.jpg 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1-300x150.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1-370x185.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/microrganismos-1-270x135.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>Inoculantes bacterianos</h3>
<p>Os inoculantes bacterianos podem contribuir para aumentar a eficiência agronômica, reduzindo os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e a poluição ambiental, uma vez que o uso de fertilizantes químicos pode ser reduzido ou eliminado se os inoculantes forem eficientes.</p>
<p>Para que os inoculantes bacterianos obtenham sucesso na melhoria do crescimento e produtividade das plantas, diversos processos envolvidos podem influenciar a eficiência da inoculação, por exemplo, a exsudação pelas raízes das plantas, a colonização bacteriana nas raízes e a saúde do solo.</p>
<p>De forma geral, <strong>os efeitos de práticas agrícolas não sustentáveis, podem causar sérios danos ao meio ambiente</strong>. A inoculação é uma das práticas sustentáveis mais importantes na agricultura, pois os microrganismos estabelecem associações com as plantas e promovem o crescimento das plantas por meio de diversas características benéficas.</p>
<p>Endófitos são adequados para inoculação, refletindo a capacidade desses organismos para colonização de plantas, e vários estudos têm demonstrado a comunicação específica e intrínseca entre bactérias e plantas hospedeiras de diferentes espécies e genótipos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Manejo integrado de pragas no milho: veja os principais pontos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-integrado-de-pragas-no-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 19:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o crescente aumento no preço de defensivos agrícolas nos últimos anos e com a necessidade de redução de custos de produção, o produtor vem cada vez menos realizando aplicações por calendário. Por conta disso, vem adotando medidas de controle de pragas com uma maior precisão e munidos de parâmetros para tomada de decisão mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescente aumento no preço de defensivos agrícolas nos últimos anos e com a necessidade de redução de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custos de produção</a></strong>, o produtor vem cada vez menos realizando aplicações por calendário.</p>
<p>Por conta disso, vem adotando medidas de controle de pragas com uma maior precisão e munidos de parâmetros para tomada de decisão mais acertada possível, visando não só um recuo nesses custos, mas também a diminuição da quantidade de produtos químicos sendo expostos ao meio ambiente.</p>
<p>A partir desse critério é possível elencar alguns pontos necessários para chegarmos a esse objetivo:</p>
<ul>
<li>O conhecimento dos insetos pragas que atacam a cultura, tanto em sua biologia quanto hábitos;</li>
<li>Os métodos de amostragem, para estabelecermos o controle com inseticidas, a partir do nível de controle – NC;</li>
<li>Conhecimento da tolerância genética da variedade ou híbrido da cultura a ser plantada;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/"><strong>Controle biológico</strong></a> por meio dos inimigos naturais;</li>
<li>Quais os danos causados pela praga e quais os melhores inseticidas a serem usados para o controle.</li>
</ul>
<p>Todos esses fatores são levados em consideração quando se faz o <strong>Manejo Integrado de Pragas – MIP</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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hbspt.forms.create({
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</script></p>
</div>
<h2>Monitoramento das pragas</h2>
<p>Sendo assim, visando o controle dessas pragas de início de ciclo, devemos iniciar considerando qual a cultura ou quais as culturas que haviam anteriormente na área, seja na safra verão ou na segunda safra.</p>
<p>No período de entressafra alguns insetos possuem a capacidade de reduzir seu metabolismo para proporcionar um menor gasto de energia, alongando assim as suas fases até que as condições fiquem propícias para a reprodução, esse período é conhecido como <strong>diapausa</strong>.</p>
<p>Dessa forma devemos realizar amostragens nas áreas pré dessecação para verificar a necessidade de uso de inseticidas e essa preocupação aumenta se a densidade populacional da praga já foi alta na cultura anterior.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Lagarta-do-cartucho do milho (<em>Spodoptera frugiperda</em>)</h3>
<p>Uma praga bastante comum no início do estabelecimento da cultura do milho é a <strong>lagarta-do-cartucho do milho</strong> (<i>Spodoptera frugiperda</i>) com hábito de lagarta-rosca.</p>
<p>Essas lagartas geralmente de 5 instares causam problemas na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">fase inicial da cultura do milho</a></strong>, podendo alimentar de plântulas jovens e causando redução de estande, apesar do ponto de crescimento da planta não ser afetado há uma grande redução no desenvolvimento da planta, abre uma entrada para patógenos.</p>
<p>Além disso, o tratamento de sementes e a proteína Bt nesses casos não oferece um controle efetivo, pois lagartas já nesses instares são dificilmente controladas por meio dessas ferramentas de manejo, necessitando-se assim um <strong>monitoramento na pré dessecação</strong>, principalmente em áreas com plantas “tigueras” de milho e com plantas daninhas que oferecem abrigo para a <i>Spodoptera</i>, que assim permanece à espera da próxima safra.</p>
<p>O recomendado é se atentar ao histórico da área em relação à praga e qual cultura antecedeu o cultivo do milho a ser plantado, e tomar a decisão de aplicação de piretróides, clorpirifós ou carbamatos no início da cultura, com essa aplicação, visando a <i>Spodoptera</i>, temos como adicional o efeito sobre a lagarta-elasmo (<i>Elasmopalpus lignosellus</i>), que causa o “coração morto”.</p>
<p>Outro ponto bastante interessante é a realização da dessecação antecipada, em áreas que o regime de chuvas permite, para que haja a retirada de hospedeiros alternativos para a praga.</p>
<p>Esse tipo de dessecação pode auxiliar no controle não só da lagarta-do-cartucho como também da <strong>lagarta-rosca</strong> (<i>Agrotis ipsilon</i>) e até mesmo os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/">percevejos</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21429 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura.jpg" alt="Postura e lagartas em 3º instar de Spodoptera Frugiperda em planta de milho na pré-dessecação" width="421" height="292" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura.jpg 421w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-300x208.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-370x257.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-270x187.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Postura e lagartas em 3º instar de Spodoptera Frugiperda em planta de milho na pré-dessecação &#8211; Fonte: Arquivo pessoal</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="CONTROLE DE LAGARTAS NA PRODUÇÃO DE GRÃOS | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/uS25a0nGDrs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Tratamento de sementes</h2>
<p>Apesar da baixa resposta de controle ao tratamento de sementes para essas pragas em alta densidade populacional, recomenda-se a utilização do mesmo.</p>
<p>O tratamento de semente tem efeito sobre pragas que podem ser importantes em algumas regiões, como a larva alfinete (<i>Diabrotica speciosa</i>), aos coleópteros conhecidos popularmente como corós ou bicho bolo (<i>Phyllophaga</i> spp., <i>Cyclocephala</i> spp.e <i>Diloboderus abderus</i>) e a lagarta-elasmo (<i>Elasmopalpus lignosellus</i>) que é mais comum em solos arenosos.</p>
<p>Pensando no manejo do percevejo barriga verde e corós podemos utilizar a Clotianidina a 42 ml/i.a. para 60.000 sementes, outro produto que pode ser usado no TS é o Clorantraniliprole de 30 a 45 ml/i.a. para 60.000 sementes, com o intuito de controle do coró, elasmo, lagarta-rosca e lagarta-do-cartucho em instares menores que venham raspar as folhas no início da cultura.</p>
<h2>A importância do bom manejo de controle</h2>
<p>A partir desse manejo de controle é possível o estabelecimento de uma <strong>lavoura com um bom estande de plantas no início do ciclo</strong>, o que é de suma importância quando queremos atingir altos tetos produtivos.</p>
<p>O período entre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">germinação</a></strong> e o fechamento de linhas reflete tanto na produção, quanto outras fases importantes como o florescimento e fecundação, ainda mais quando se trata da cultura do milho onde a perda de uma planta por metro já reflete muito no estande final e proporciona entrada de luz, aumentando a germinação e desenvolvimento de plantas daninhas.</p>
<p>Além disso, a amostragem proporciona a tomada de decisão tanto na opção de realizar a aplicação ou não, quanto a aplicação de dose cheia ou parcial da recomendação, gerando economias e redução do custo de produção, e isso é muito interessante quando se passa por uma safra com incertezas ou quando alguma intempérie pode causar a redução da produtividade.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28027 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1.jpg" alt="Yago Garcia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Inteligência artificial na agricultura: principais benefícios e aplicações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 18:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial (IA) é uma tecnologia vital na agricultura digital de hoje que está sendo implementada e implantada em grande escala para um uso mais sustentável dos recursos disponíveis. A indústria agrícola agora está experimentando um rápido crescimento e adotando tecnologias avançadas para aumentar o rendimento geral das safras. A acessibilidade de muitos equipamentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Inteligência Artificial (IA)</strong> é uma tecnologia vital na agricultura digital de hoje que está sendo implementada e implantada em grande escala para um <strong>uso mais sustentável dos recursos disponíveis.</strong></p>
<p>A indústria agrícola agora está experimentando um <strong>rápido crescimento</strong> e adotando tecnologias avançadas para aumentar o rendimento geral das safras. A acessibilidade de muitos equipamentos e tecnologias de ponta como sistema de monitoramento inteligente, drones, robôs, entre outros revolucionou totalmente este setor.</p>
<p>Em 2017, o mercado global de inteligência artificial na agricultura foi avaliado em cerca de US$ 545 milhões, em 2023 foi avaliado em US$ 1,91 bilhão e a projeção é de crescimento anual composto (CAGR) de 25,5% entre 2024 e 2030.</p>
<p>Aproveitando a inteligência artificial, as empresas agrícolas e os agricultores conseguirão aumentar a produção para atender às demandas de alimentos que mais precisam. Uma vez que os humanos trabalham duro e só podem funcionar por algumas horas, as máquinas não têm um horário fixo para trabalhar.</p>
<p>A mente de cada pessoa não tem fortes habilidades de tomada de decisão que podem levar a decisões inadequadas e indecorosas. Por outro lado, as máquinas com tecnologia de IA aprendem melhor as situações ou o ambiente e tomam decisões firmes.</p>
<p>Hoje, a inteligência artificial tem um <strong>grande impacto na agricultura</strong>, então, olhe para essas tendências de como isso revoluciona esse setor.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>O que podemos fazer com a inteligência artificial no campo?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiro, ela pode determinar a qualidade das safras de grãos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tradicionalmente, os agricultores teriam que avaliar manualmente os grãos, verificando se há doenças, pragas e a qualidade geral da safra. No entanto, esse processo é caro, demorado e suscetível a erro humano. Além disso, a inspeção humana pode levar a rendimentos mais baixos, pois as colheitas são danificadas durante a inspeção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A IA não só oferece a possibilidade de </span><strong>reduzir o custo</strong><span style="font-weight: 400;"> e o tempo gasto para realizar a inspeção, mas também permite que muito mais seja feito com os dados coletados.</span></p>
<p>A tecnologia pode determinar rapidamente:</p>
<ul>
<li>Doenças ou pragas;</li>
<li>Recomendar um curso de ação e</li>
<li><span style="font-weight: 400;">A escala necessária para resolver o problema.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Com essas informações, as soluções podem ser encontradas rapidamente e o problema corrigido com um custo ambiental mínimo. Este monitoramento também é muito menos intrusivo se comparado aos demais e, portanto, reduz o desperdício da colheita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro benefício da IA é sua capacidade de prever o rendimento das safras. Ele pode fazer isso monitorando a </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">germinação</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e a saúde das sementes, ao mesmo tempo que leva em consideração os recursos e insumos das fazendas usando redes neurais artificiais (RNAs).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O inverso também é verdadeiro, as RNAs podem indicar quais entradas são necessárias para atingir o rendimento desejado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por ter uma compreensão mais clara dos insumos necessários, torna a agricultura mais eficiente e minimiza o desperdício.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inteligência artificial tem muito a oferecer ao setor agrícola e pode monitorar variáveis ​​em um nível de detalhe com o qual os humanos não podem competir. Ela pode fornecer informações em tempo real sobre a saúde da planta, a qualidade do solo e as condições climáticas, permitindo que ajustes automatizados ocorram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso aumentará o rendimento e, ao mesmo tempo, minimizará o gasto de energia, uma vantagem para os agricultores e para o planeta. Particularmente importante para a irrigação, que é responsável por 80% da energia de entrada da agricultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A IA possibilita a criação de bancos de dados públicos, que podem informar a gestão da fazenda e incentivar a adoção de práticas sustentáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada fazenda terá uma estratégia de manejo diferente, portanto, ao compartilhar essas informações, pode expor os agricultores a métodos que podem adotar para aumentar sua eficácia. Por sua vez, melhorando a eficiência do setor como um todo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso garante que o setor agrícola está defendendo as melhores práticas e terá padrões em constante evolução, à medida que as fazendas continuam a inovar e compartilhar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, a IA tem um grande impacto no espaço agrícola, então, olhe para essas tendências de como isso revoluciona esse setor.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16426 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-1024x647.jpg" alt="Inteligência artificial na agricultura" width="770" height="487" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-1024x647.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-300x190.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-768x485.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-370x234.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-270x171.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-740x467.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1-150x95.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-1.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<h2>Quais aplicações da Inteligência artificial na agricultura?</h2>
<h3>Monitorando a saúde da colheita</h3>
<p>Tecnologias avançadas, como sensoriamento remoto acompanhado de digitalização a laser 3D, são úteis e podem fornecer métricas de safra em milhares de hectares de terras agrícolas.</p>
<p>Além disso, podem trazer mudanças revolucionárias do ponto de vista do tempo e os esforços são monitorados pelos agricultores.</p>
<p>Com a ajuda de soluções emergentes, os agricultores e empresas agrícolas podem tomar melhores decisões durante o cultivo, bem como podem avaliar uma variedade de coisas como condições climáticas, temperatura, uso de água ou condições do solo em tempo real.</p>
<h3>Fornecendo insights baseados em imagens</h3>
<p>Com a ajuda de tecnologia de visão computacional e dados coletados por drones, os agricultores podem tomar ações imediatas em tempo real para gerar o alerta para acelerar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">agricultura de precisão</a></strong>.</p>
<p>Esta é <strong>uma das áreas significativas na agricultura de hoje</strong>. As tecnologias de visão por computador podem ser implantadas em áreas, incluindo detecção de doenças, preparação e identificação de safras, gerenciamento de campo e levantamento e mapeamento do solo.</p>
<h3>Gerenciando desafios ambientais</h3>
<p>Desafios ambientais, como <a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mudanças climáticas</strong></a> e outros, são as maiores ameaças à produtividade agrícola, mas as técnicas acionadas por IA e a agricultura baseada em dados podem ajudar a tornar mais fácil para os agricultores navegar por turnos de acordo com as condições ambientais.</p>
<p>A inteligência artificial ajuda a lidar com a mudança climática, possibilitando um gerenciamento de recursos mais inteligente.</p>
<h3>Agricultura de precisão</h3>
<p>Neste processo, os agricultores podem detectar pragas, doenças nas plantas e má nutrição das plantas com a ajuda da IA.</p>
<p>Além disso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">os sensores de IA podem identificar e direcionar as ervas daninhas</a></strong> e, em seguida, decidir quais herbicidas ou herbicidas aplicar na zona certa. Esses sensores ajudam a impedir a aplicação excessiva de herbicidas e toxinas excessivas que aparecem na alimentação diária de hoje.</p>
<p>Aproveitando a IA, os agricultores também estão criando modelos de previsão sazonal para aprimorar a precisão e a produtividade agrícolas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16427 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-1024x532.jpg" alt="Mulher em uma plantação" width="770" height="400" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2-150x78.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/inteligencia-artificial-2.jpg 1300w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<h3>Fatores desafiadores e crescentes da IA ​​na agricultura</h3>
<p>Apesar do grande número de oportunidades para aplicações na agricultura, ainda há <strong>falta de familiaridade com as tecnologias</strong> mais recentes na maior parte do mundo.</p>
<p>Além disso, o alto custo inicial associado à implantação de IA na agricultura pode ser um fator de restrição para a digitalização do setor agrícola.</p>
<p>Os crescentes investimentos e adoção de IA e robótica estão acelerando principalmente o crescimento da IA ​​global no mercado agrícola.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As aplicações da inteligência artificial na agricultura compreendem:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Robôs agrícolas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tratores autônomos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Drones agrícolas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Monitoramento da saúde da colheita;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reconhecimento facial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sistemas de irrigação automatizados.</span></li>
</ol>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme você conferiu neste artigo, a inteligência artificial auxilia o produtor desde a detecção de necessidades do solo, doenças, pragas e até na qualidade da safra, mas por ser algo novo, muitos ficam inseguros em implementar e quantificar o que sua fazenda precisa.</span></p>
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		<title>Podridão vermelha da raiz da soja: como identificar e controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 15:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[raízes]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agente causal da podridão vermelha da raiz (PVR), foi classificado como Fusarium solani f. sp. glycines. Em estudos recentes, associando análises moleculares, análises de características morfológicas e de patogenicidade do fungo, foi constatado que havia diferenças suficientes para separar em quatro espécies: Fusarium brasiliense sp. nov., Fusarium cuneirostrum sp. nov., Fusarium tucumaniae ; Fusarium [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agente causal da podridão vermelha da raiz (PVR), foi classificado como <i>Fusarium solani</i> f. sp. <i>glycines</i>.</p>
<p>Em estudos recentes, associando análises moleculares, análises de características morfológicas e de patogenicidade do fungo, foi constatado que havia diferenças suficientes para separar em quatro espécies:</p>
<ol>
<li><i>Fusarium brasiliense</i> sp. nov.,</li>
<li><i>Fusarium cuneirostrum</i> sp. nov.,</li>
<li><i>Fusarium tucumaniae</i> ;</li>
<li><i>Fusarium virguliforme</i>.</li>
</ol>
<p>No Brasil a espécie prevalente é <i>F. tucumaniae</i>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Podridão vermelha e relação com a produtividade</h2>
<p>Reduções em produtividade, por causa da PVR, dependem do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">estádio fenológico</a></strong> da cultura, da extensão dos sintomas radiculares e do progresso da doença a partir desses sintomas.</p>
<p>Já foram observadas reduções em produtividade de grãos de até 27%, quando os primeiros sintomas foliares foram observados antes do estádio R5 (enchimento de grão) de desenvolvimento da soja.</p>
<p>A extensão das perdas de produtividade devido à PVR depende da gravidade e do tempo de expressão da doença em relação ao desenvolvimento das plantas. Caso a doença se desenvolva no período do florescimento, flores e vagens jovens podem ser abortadas, intensificando as perdas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da podridão vermelha na soja</h2>
<p>O efeito da doença na produtividade depende fundamentalmente do estádio fenológico da planta, da extensão dos sintomas radiculares e dos sintomas foliares e do progresso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">doença</a></strong> a partir desses sintomas.</p>
<p>A podridão vermelha da raiz induz o sintoma foliar típico de folha carijó, com manchas cloróticas e necróticas internervais e a região das nervuras permanece com coloração verde normal. Este sintoma é mais evidente próximo à fase de florescimento e pode progredir causando completa desfolha das plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12073" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1.jpg" alt="Raiz da soja afetada pela podridão vermelha" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>O patógeno infecta as raízes, reduzindo o volume e a nodulação delas. O lenho adquire coloração castanho clara, que se estende por vários centímetros acima do solo, mas a medula permanece branca. A raiz principal apresenta uma mancha avermelhada, logo abaixo do nível do solo, que se expande adquirindo coloração negra.</p>
<p>Se uma planta com sintomas foliares avançados da PVR é retirada do solo, seu sistema radicular será menos vigoroso quando comparado com uma planta sadia. As raízes podem também apodrecer.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Se as plantas forem coletadas quando o solo estiver úmido, é possível observar pequenas manchas de coloração azulada na superfície da raiz principal, perto da linha do solo. Essas manchas são massas de esporos do fungo que causa a PVR. Com a superfície da raiz seca, a cor azul desaparece.</p>
<p>Os sintomas nas folhas consistem em manchas cloróticas que aparecem entre as nervuras da folha, normalmente após o estádio R4, podendo ocorrer, em infestações severas, nos estádios vegetativos. Com o desenvolvimento da doença, as lesões tornam-se necróticas ou formam estrias cloróticas.</p>
<p>Esse sintoma é conhecido como folha “carijó”, sendo que folhas severamente afetadas caem, mas os pecíolos permanecem no caule. Esses sintomas são causados por toxinas produzidas pelo fungo nas raízes e translocadas para as folhas. As toxinas provocam os sintomas foliares, já que o fungo não invade o caule mais do que alguns centímetros acima da linha do solo.</p>
<p>Os sintomas típicos da PVR são similares aos da podridão parda da haste, causada por <i>Cadophora gregata</i>, e do cancro da haste, causado por <i>Diaporthe phaseolorum</i> var. <i>meridionalis</i>.</p>
<p>A podridão parda da haste é diferenciada da PVR por apresentar, nas plantas infectadas, descoloração típica na parte interna da haste, o que não acontece na PVR. Já o cancro da haste pode ser diferenciado da PVR por apresentar cancros nas hastes das plantas infectadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12074" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2.jpg" alt="Raiz de soja afetada pela podridão vermelha" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Características da podridão vermelha</h2>
<p>Nas cultivares com ciclo precoce os sintomas dificilmente aparecem, ou quando aparecem os danos são pequenos, sendo que a doença é mais severa em baixas temperaturas e alta umidade. A presença do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">nematoide do cisto da soja</a></strong> (<i>Heterodera glycines</i>) é outro fator que acarreta aumento na severidade da podridão vermelha da raiz.</p>
<p>O patógeno desenvolve-se em temperaturas entre 25°C e 28°C, sendo a temperatura de 25°C a ideal para o desenvolvimento do fungo em meio de cultura.</p>
<p>Solos compactados e com água livre favorecem o desenvolvimento de <i>Fusarium</i> spp., que se distribui na lavoura em forma de manchas ao acaso. A associação entre alta umidade do solo e ocorrência de PVR é uma observação comum no campo. O desenvolvimento dos sintomas da PVR é altamente favorecido pela umidade elevada no solo, especialmente nas fases reprodutivas R4 e R5.</p>
<p>O fungo pode infectar as raízes das plântulas de soja logo após a semeadura, penetrando no tecido vascular da planta. Muitas vezes, os primeiros sintomas aparecem depois de chuvas pesadas, durante os estádios reprodutivos, pois a umidade elevada aumenta a severidade da doença.</p>
<p>Os primeiros sintomas visíveis da PVR são amarelecimento e desfolha no terço superior da planta. Quando os sintomas aparecem pela primeira vez num campo, eles podem ser limitados a áreas pequenas (reboleiras) ou faixas, muitas vezes em zonas úmidas ou compactadas. Durante a segunda e a terceira semanas, as áreas afetadas podem aumentar e plantas em outras áreas no campo podem apresentar sintomas.</p>
<p>A extensão das perdas de produtividade devido à PVR depende da gravidade e do tempo de expressão da doença em relação ao desenvolvimento das plantas.</p>
<p>Caso a doença desenvolva-se no início da temporada, flores e frutos jovens vão abortar, intensificando as perdas. Quando se desenvolve mais tarde, a planta produzirá sementes menores e com menor quantidade por vagem. Como o fungo persiste no solo por longos períodos, com o passar do tempo, maiores áreas serão afetadas pela doença.</p>
<h2>Controle da podridão vermelha da raiz</h2>
<p><strong>Não existe controle químico adequado para a podridão vermelha da raiz</strong>. No entanto, algumas práticas culturais têm sido capazes de reduzir seu impacto.</p>
<p>Fungicidas aplicados no sulco durante a semeadura ou para o tratamento de sementes têm apenas efeitos limitados sobre a redução da doença. Fungicidas aplicados nas folhas não apresentam nenhum efeito, presumivelmente porque mesmo fungicidas sistêmicos normalmente não se movem em direção ao sistema radicular da planta, local da infecção.</p>
<p>Solos compactados impedem a percolação de água e restringem o crescimento radicular. Chuvas excessivas também contribuem para saturar esses solos, o que favorece o desenvolvimento da doença. Corrigindo problemas de compactação e da permeabilidade do solo, pode-se reduzir o risco da PVR.</p>
<p>A aração, escarificação ou subsolagem para manejo físico do solo melhoram a drenagem, interferem positivamente na posição do resíduo de colheita, bem como na composição microbiana do solo, favorecendo competidores e inimigos naturais de <i>Fusarium</i> spp.</p>
<p>A rotação de culturas pode reduzir a incidência de PVR. A rotação de soja com sorgo (<i>Sorghum bicolor</i>) e trigo (<i>Triticum aestivum</i>) reduziu significativamente a população de <i>Fusarium</i> spp. No entanto, constatou-se que milho (<i>Zea mays</i>) e soja em rotação anual, não reduziu a incidência e a severidade da doença.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12075" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3.jpg" alt="Folha com sintomas de podridão vermelha" width="500" height="332" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3-300x199.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>O uso de cultivares resistentes tem sido o método de controle mais eficaz. A caracterização de cultivares e linhagens de soja quanto à reação à PVR possibilitará a recomendação das mais resistentes para plantio, diminuindo, assim, as perdas em produtividade. Além disso, esses genótipos servirão como fontes de resistência para programas de melhoramento genético.</p>
<p>No Brasil, são necessários estudos baseados em conjuntos de isolados, tanto de <i>Fusarium</i> spp., representativos das diversas regiões de cultivo da soja.</p>
<p>Dessa forma, haverá melhor conhecimento da variabilidade genética de ambos os patógenos, o que possibilitará montar bases de dados que incluam o conhecimento da estrutura genética das populações dos patógenos, da patogenicidade e da agressividade, contribuindo significativamente para o manejo dessas doenças nas regiões produtoras de soja do Brasil.</p>
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		<title>Análise microbiológica do solo: como realizar essa técnica?</title>
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					<comments>https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 18:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é a base da agricultura, então entendê-lo é mais do que uma missão, é necessário. Tanto para os plantios anuais, perenes ou até para a pecuária, realizar uma análise microbiológica do solo e saber a sua composição fará toda a diferença no manejo. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O solo é a base da agricultura, então entendê-lo é mais do que uma missão, é necessário. Tanto para os plantios anuais, perenes ou até para a pecuária, realizar uma análise microbiológica do solo e saber a sua composição fará toda a diferença no manejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Composição do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As propriedades do solo se dividem em química, </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>física</strong> </a><span style="font-weight: 400;">e biológica. Sua composição depende de diversos fatores como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Relevo; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Clima;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Temperatura;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Rocha originária da formação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Organismos vivos.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre esse último tópico, os <a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>microrganismos</strong></a> fazem parte da propriedade biológica desse solo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10742" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/composicao-do-solo.jpg" alt="Esquema didático sobre as características da composição do solo." width="450" height="354" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/composicao-do-solo.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/composicao-do-solo-300x236.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/composicao-do-solo-370x291.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/composicao-do-solo-270x212.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Esquema didático sobre a composição do solo</span></span></p>
<h2>Propriedade biológica do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A parte biológica do solo é constituída por <strong>microrganismos (cerca de 70%), raízes e fauna</strong>. Além disso, ela apresenta uma estreita inter-relação com os componentes físicos e químicos.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Toda essa parte das propriedades do solo, unidas aos microrganismos, influenciam não só a produtividade e a sustentabilidade dos sistemas agrícolas, mas também suas funções ecológicas e serviços ambientais.</span></p></blockquote>
<h2>Histórico do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O grau de revolvimento mecânico, juntamente com a qualidade e a quantidade do resíduo vegetal que são aportados ao solo, fazem com que todo o sistema de uso ou manejo deixe sua impressão digital, sua assinatura biológica, no solo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10743 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/solo-revolvido.jpg" alt="Escavadeira revolvendo o solo." width="395" height="513" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/solo-revolvido.jpg 395w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/solo-revolvido-231x300.jpg 231w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/solo-revolvido-370x481.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/solo-revolvido-270x351.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Escavadeira revolvendo o solo</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As determinações de atividade enzimática são uma das vias de formação da memória do solo. Isso decorre do fato de que a atividade enzimática total de um solo é o somatório de:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atividade enzimática dos organismos vivos (microrganismos, plantas e animais);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Enzimas abiônticas (associadas à fração não viva, que se acumulam no solo protegidas da ação de proteases por meio de sua adsorção em partículas de argila);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Matéria orgânica.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade do solo de estabilizar e proteger enzimas está relacionada à sua capacidade de armazenar e estabilizar MO (afinal a enzima é uma molécula orgânica) e outras propriedades estruturais associadas (agregação e porosidade), que são de difícil detecção num curto período, diferentemente da atividade enzimática.</span></p>
<h2>Saúde do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os parâmetros utilizados para caracterizar o componente biológico dos solos e avaliar a sua saúde/qualidade, destacam-se as avaliações de biomassa microbiana e de atividade enzimática.</span></p>
<h3>Biomassa</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A biomassa microbiana do solo, como o próprio nome diz, avalia a massa dos microrganismos no solo e é expressa como mg de C, N, e/ou P nos microrganismos por quilograma de solo.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">A biomassa é a parte viva e mais ativa da MOS sendo constituída, principalmente, por fungos, bactérias e actinomicetos.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da sua importância em relação ao teor total de MOS, o tamanho dos componentes vivos é relativamente pequeno, variando de 1% a 5%.</span></p>
<h3>Enzimas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No solo, as enzimas participam como catalizadoras das reações metabólicas intracelulares, que ocorrem nos seres vivos. Além disso, as enzimas extracelulares desempenham papel fundamental, atuando em várias reações que resultam na decomposição de resíduos orgânicos, tais como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ligninases;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Celulases;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Proteases;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Glucosidases;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Galactosidases. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">As enzimas também desempenham papéis importantes na ciclagem de nutrientes, os quais podemos citar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fosfatases;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Amidases;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Urease;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sulfatase. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, mas não menos importante, as enzimas estão ligadas à formação da MOS e da estrutura do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O potencial das análises de atividade enzimática como indicadores de grande sensibilidade, especialmente β-glicosidase e arilsulfatase, tem sido verificado no Cerrado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim foi ficando cada vez mais claro a necessidade de incluir também a análise dos <a href="https://rehagro.com.br/blog/bioindicadores-para-determinar-a-qualidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bioindicadores</strong></a> nas avaliações de rotina do solo, principalmente quando se adota o <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sistema de plantio direto (SPD)</strong></a> devido ao manejo de conservação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a expansão acelerada dos plantios, se faz necessário um <strong>solo construído de forma equilibrada</strong> e adequada para as culturas e as análises, portanto, se tornam imprescindíveis.</span></p>
<h3>Atenção!</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como vimos nesse artigo, o solo é essencial, independente da ação agrícola que o produtor fará em sua fazenda. No entanto, um sistema de conservação como o SPD não permite grandes ações no solo e isso, muitas vezes, atrapalha sua aeração. Assim é necessário o uso de maquinários, como subsoladores e escarificadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender a microbiologia do solo é importante, mas se o solo apresenta compactação, o sistema poderá ficar comprometido. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Dessecação da soja: qual o momento certo de realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 19:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[dessecação]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso da dessecação em pré-colheita na cultura da soja é bastante utilizado. Você conhece as vantagens de se realizar esta prática? Qual é o momento certo de realizar a dessecação da soja e não reduzir a produtividade? Nesse artigo, iremos responder essas e outras dúvidas sobre o processo de dessecação da soja. &#160; Sem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso da <strong>dessecação em pré-colheita na cultura da soja</strong> é bastante utilizado. Você conhece as vantagens de se realizar esta prática? Qual é o momento certo de realizar a dessecação da soja e não reduzir a produtividade?</p>
<p>Nesse artigo, iremos responder essas e outras dúvidas sobre o processo de dessecação da soja.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Benefícios da dessecação da soja</h2>
<p>Atualmente, diversas regiões agrícolas brasileiras vêm adotando a dessecação em pré-colheita da soja. Essa prática possui <strong>três benefícios</strong> fundamentais para os produtores:</p>
<ol>
<li>Uniformidade da maturação dos grãos;</li>
<li>Antecipação da colheita;</li>
<li>Controle de infestação de plantas daninhas que não foram manejadas corretamente no início do cultivo, facilitando assim a colheita.</li>
</ol>
<p>A uniformidade da maturação dos grãos é um fator muito importante, pois <strong>permite maior rendimento operacional da colhedora</strong>, reduzindo os problemas de plantas com haste verde e retenção foliar, o que faz com que a máquina embuche menos, diminuindo de forma expressiva a perda de grãos.</p>
<p>Além disso, <strong>a dessecação permite antecipar a colheita da soja</strong>, o que é fundamental para regiões que tem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">possibilidade de realizar a segunda safra</a></strong>, principalmente com a cultura do milho.</p>
<p>Realizar a semeadura nos primeiros dias da janela de plantio é uma das formas de reduzir os riscos climáticos que são inerentes de cada região, sejam eles geadas ou veranicos.</p>
<h2>Controle de plantas daninhas na dessecação da soja</h2>
<p>Outro fator que merece destaque na atividade da dessecação da soja é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">controle de plantas daninhas</a></strong> que não foram manejadas de forma eficiente no início de desenvolvimento da lavoura.</p>
<p>Essas plantas invasoras, além de reduzir o rendimento operacional, aumentam a porcentagem de impurezas nos grãos e também o teor de umidade, o que gera prejuízos ao produtor no momento do beneficiamento, sendo assim, <strong>a dessecação reduz este problema</strong>.</p>
<p>Pode-se perceber as diversas vantagens de utilizar a dessecação na cultura da soja, no entanto, o produtor precisa ficar atento ao momento correto de se realizar a aplicação do herbicida, pois se aplicado no estádio fenológico incorreto, pode reduzir de maneira expressiva a produtividade da lavoura.</p>
<p>Foi pensando nisso, que o Rehagro Pesquisa conduziu um experimento com o objetivo determinar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/">estádio fenológico</a></strong> adequado para se realizar a dessecação de forma que não afete o potencial produtivo soja.</p>
<p>Para isso foi utilizado o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">herbicida</a></strong> Paraquat, que atua inibindo o fotossistema I. É um herbicida que possui efeito apenas no local de contato com o material vegetal, ou seja, ele não será absorvido e transcolado pela planta, como ocorre no caso de produtos sistêmicos.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/herbicidas-pre-emergentes-em-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=webinar-herbicidas-pre-emergentes&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38631 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes.png" alt="Webinar Herbicidas na Soja" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p>A escolha do produto é muito importante, pois caso seja selecionado um herbicida incorreto para está prática, há a possibilidade de deixar resíduos nos grãos que serão colhidos, desta forma, deve verificar quais os produtos são permitidos e respeitar o período de carência.</p>
<h2>Qual o melhor momento para realizar a dessecação?</h2>
<p>A dessecação foi realizada em <strong>três estádios fenológicos</strong>:</p>
<ol>
<li>R5.5 que representa uma granação de 76 a 100%;</li>
<li>R6 que é 100% da granação com sementes verdes preenchendo toda a cavidade da vagem;</li>
<li>Estádio R7.2 que representa a maturidade fisiológica, onde há de 50 a 70% de folhas e vagens amarelas.</li>
</ol>
<p>Foi conduzido também um tratamento sem dessecação.</p>
<p>Na figura abaixo é possível verificar a situação dos grãos 10 dias após a dessecação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12102 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1.jpg" alt="Soja após dessecação" width="477" height="134" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1.jpg 477w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-300x84.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-370x104.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-270x76.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" /></p>
<p>A dessecação em R7.2 apresentou maior peso em gramas do que as dessecações realizadas em R5.5 e R6, no entanto, não houve diferença com o tratamento controle sem dessecação.</p>
<p>Na figura abaixo é possível observar efeito significativo referente ao peso de mil grãos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12103 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1.jpg" alt="Peso de mil grãos de soja após dessecação" width="512" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-300x185.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-370x228.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-270x166.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>Como visualizado no peso de mil grãos, houve diferença significativa também em produtividade. Na figura abaixo é possível observar a importância de se realizar a dessecação no estágio fenológico correto.</p>
<p>As aplicações realizadas em R5.5 e R6 tiveram perda de produtividade de 59,9 e 24,9%, respectivamente, quando comparados com a testemunha sem dessecação. Não houve diferença estatística entre a aplicação realizada no estádio R7.2 e o tratamento sem dessecação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12104" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1.jpg" alt="Produtividade da dessecação da soja" width="490" height="305" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1.jpg 490w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-370x230.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-270x168.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /></p>
<p>Desta forma, é possível notar a importância de realizar um manejo correto, realizando as atividades no momento ideal. Com esses resultados é possível pensar nas estratégias de manejo mais adequada para cada região, sendo mais uma ferramenta para a tomada de decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Tráfego controlado de máquinas agrícolas: principais aspectos e benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2020 15:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas décadas, com a intensificação do sistema de produção de grãos e adoção do sistema de plantio direto (SPD), impulsionou o uso de máquinas agrícolas de maior capacidade para aumentar os rendimentos operacionais e redução do custo das operações agrícolas. Em contrapartida, o aumento do tamanho das máquinas associado aos seus pesos, a indústria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nas últimas décadas, com a intensificação do sistema de produção de grãos e adoção do <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sistema de plantio direto (SPD)</strong></a>, impulsionou o uso de máquinas agrícolas de maior capacidade para aumentar os rendimentos operacionais e redução do custo das operações agrícolas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, o aumento do tamanho das máquinas associado aos seus pesos, a indústria de máquinas agrícolas com intuito de amenizar os efeitos, tem desenvolvido <strong>tecnologia em pneus e orientação a fim de reduzir as pressões de contato com o solo</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gimenez e Milan (2007) relatam que na região dos Campos Gerais no estado do Paraná e no sul do estado de São Paulo os operadores de máquinas agrícolas não recebem capacitação suficiente e propriedades maiores faz o uso mais eficiente de máquinas agrícolas, e a potência por área dos tratores nas menores propriedades foi duas vezes maior que observada nas maiores propriedades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo as <strong>máquinas agrícolas o segundo maior investimento</strong>, e a adequação ao tamanho da propriedade um fator fundamental na redução de <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos</strong></a>.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais os benefícios do uso do Sistema de Tráfego Controlado?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tráfego de máquinas agrícolas é indicado como uma das principais causas da <a href="https://rehagro.com.br/blog/compactacao-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>compactação dos solos</strong></a>, intensificando pelo incremento no peso das máquinas e implementos agrícolas, e pela intensidade do uso do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, o <strong>sistema de tráfego controlado (STC)</strong> de máquinas agrícolas pode reduzir a demanda de tração de forma significativa, por meio da menor resistência ao deslocamento dos pneus em áreas trafegadas permanentemente, apresentando <strong>menor compactação em áreas destinadas ao cultivo de plantas</strong> e sem o tráfego de máquinas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adoção do STC em larga escala ainda é baixa, apresentando destaque para a Austrália com aproximadamente 30 a 40% do total da área no sistema de produção de grãos manejados sob STC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desenvolvimento de linhas de tráfego de acordo com as condições de tráfego do terreno pode representar 15% da área cultivada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A modificação comercial das máquinas agrícolas e o desenvolvimento de sistemas orientação de precisão com variação 2 cm de acurácia (RTK e DGNSS: Real Time Kinematic e Differencial Global Navigation Satellite System) vieram para facilitar a adoção do STC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adoção comercial do STC concentra e <strong>melhora a trafegabilidade</strong>, ao mesmo tempo em que auxilia a melhoria da estrutura do solo entre as linhas de tráfego. <strong>O aspecto mais valioso da tecnologia é seu benefício em áreas cultivadas sujeitas à compactação</strong>.</span></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/compactacao-do-solo-como-diagnosticar?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=webinar-compactacao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38605 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo.png" alt="Webinar compactação do solo" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/webinar-compactacao-solo-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a <em>Australlian Controlled Traffic Farming Association</em> (ACTFA, 2020), <strong>define o tráfego controlado de máquinas agrícolas como um sistema no qual</strong>: </span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Todas as máquinas têm a mesma largura de trabalho e bitola (distância entre as rodas em um eixo) de modo que o tráfego no campo seja restrito à menor área possível de vias permanentes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Todas as máquinas são capazes de uma orientação precisa ao longo das faixas de tráfego permanente; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Uma grade de tráfego permanente é projetado para otimizar a drenagem superficial e logística. Sendo os componentes essenciais para o sistema de tráfego controlado.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16496 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-1024x564.jpg" alt="Máquina agrícola em campo aberto com pessoas e outras máquinas ao fundo." width="770" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-1024x564.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-300x165.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-768x423.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-370x204.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-270x149.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-740x407.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1-150x83.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-1.jpg 1424w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a conversão do sistema convencional para o STC devem ser considerado os seguintes aspectos: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Sistema de orientação com acurácia (RTK e DGNSS, ± 2 cm de correção) para que as máquinas sempre passem nas linhas de tráfego permanentes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Máquinas que sejam correspondentes para combinar o espaçamento da bitola e escolher uma largura de operação que ajuste as operações de semeadura e colheita afim de combinar com o pulverizador estabelecendo uma relação 3:1; </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Otimizar as linhas de tráfego, e o gerenciamento e orientação permanente das linhas de tráfego;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Linhas de tráfego de acordo com a declividade do terreno reduzindo o risco de erosão, e aplicação subsequente de tecnologia a taxa variável de insumos.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16498" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-300x225.jpg" alt="Máquina agrícola em um campo aberto" width="650" height="488" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3-150x113.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-3.jpg 1180w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<h3>Sistema de tráfego controlado alinhado a outras tecnologias</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente existem softwares dedicados ao desenvolvimento de linhas de tráfego, onde determinam a extensão e localização das rodas nos campos de produção, de acordo com as máquinas disponíveis na fazenda. Sendo uma ferramenta para a tomada de decisão com base em cenários para a conversão do sistema convencional para o STC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de sensores multiespectrais embarcados no <a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>drone</strong></a> para obtenção do modelo digital de elevação (MDE), possibilita realizar análise de declividade do terreno, sendo uma das principais informações para análise de cenários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A integração de linhas de tráfego com o modelo de erosão do solo apresenta grande acurácia na dependência espacial, podendo ser um importante planejamento para a conservação do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o manejo da compactação do solo, a identificação de processos responsáveis por mudanças nas propriedades físicas do solo e práticas agrícolas que possam ser adotadas para minimizar problemas de compactação do solo, são <strong>essenciais a fim de reduzir o risco de perdas de produtividade</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, STC é um meio eficaz para o gerenciamento da compactação, restringindo todas as rodas à menor área possível de faixas de tráfego permanentes.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16500 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/rota-maquina-agricola.jpg" alt="Faixas de tráfego de máquinas agrícolas" width="512" height="252" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/rota-maquina-agricola.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/rota-maquina-agricola-300x148.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/rota-maquina-agricola-370x182.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/rota-maquina-agricola-270x133.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/rota-maquina-agricola-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na mesorregião do Campo das Vertentes no estado de Minas Gerais, os solos cultivados sob SPD são classificados como Latossolo, Argilsolo e Cambissolo com característica de relevo ondulado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No <strong>sistema de produção de grãos praticado pelos produtores são adotados a rotação de culturas</strong> com o plantio de soja realizado na primeira safra seguido de trigo na segunda safra e/ou feijão na primeira safra e milho consorciado com braquiária na segunda safra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No cultivo de soja em rotação com o <a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>trigo</strong></a>, são realizadas duas operações de semeadura, três operações de fertilização, doze operações de pulverização e duas operações de <a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-mecanizada/" target="_blank" rel="noopener"><strong>colheita</strong></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As operações de pulverização e colheita, podem acontecer após a ocorrência de chuvas, apresentando condições adversas ao manejo sustentável do solo. Nesse sentido, a adoção do STC visam a manutenção do manejo sustentável do sistema de produção de grãos.</span></p>
<h2>O uso do sistema de tráfego controlado no Brasil</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil o STC vem sendo adotado em cultivos de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantio-da-cana-de-acucar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cana-de-açúcar</strong></a>, seu principal benefício é durante as operações de colheita, sendo realizadas pela colhedora e um transbordo para transporte do produto colhido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O STC promove melhores condições para as condições físicas do solo, apresentando baixa densidade do solo e maior macroporosidade</strong>. O STC proporcionou incremento no desenvolvimento radicular e na produtividade de cana-de-açúcar.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16499 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-4.jpg" alt="Sistema de tráfego controlado de máquinas agrícolas" width="452" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-4.jpg 452w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-4-300x219.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-4-370x270.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-4-270x197.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/maquina-agricola-4-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 452px) 100vw, 452px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil o STC em cultivos de grãos ainda é incipiente. Ao comparar diferentes sistemas de manejo, a área trafegada por máquinas dentro da lavoura em preparo convencional é de aproximadamente 82%, em SPD o tráfego chega a 46% e com STC de 14% da área total da lavoura sofre pressão de pneus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O STC em cultivo de grãos no Paraná promoveu aumento da RP na linha central do tráfego na camada de 5 a 40 cm, e incremento do comprimento radicular na camada de 0 a 10 cm. Devido à compactação moderada e precipitação elevada não houve incrementos de produtividade na cultura da soja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O efeito do STC sob SPD após 10 anos, houve incremento de matéria orgânica e P disponível até a camada de 30 cm de profundidade. Houve também incrementos de <a href="https://rehagro.com.br/blog/penetracao-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>macroporosidade</strong></a> e taxas de infiltração de água nos tratamentos com STC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O STC combinado com o SPD, é um <strong>valioso sistema para restaurar a produtividade de solos</strong> com risco de degradação, promovendo uma agricultura sustentável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A variação da compactação é devida a deslocamentos laterais do solo, tendo a variação do tipo de rodado e interação solo-pneu com a condição do solo no momento do tráfego.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A condutividade elétrica aparente do solo (CEa) pode ser uma ferramenta para determinação das linhas de tráfego e caracterização da compactação do solo em solos argilosos e siltosos, nas camadas superficiais e no subsolo foi possível identificar a diferença da compactação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das <strong>principais barreiras para adoção do STC é devido à incompatibilidade e necessidade de modificação das máquinas</strong> de acordo com as características do local e o risco de os produtores perderem as garantias. Outra barreira se dá pelo fato de os produtores cultivarem em áreas arrendadas necessitando alteração do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Austrália e na Europa organizações como a ACTFA e CTF Europe Ltd., auxiliam os produtores no desenvolvimento de linhas de tráfego adequadas ao sistema de produção. </span></p>
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		<title>Herbicida pré-emergente para soja: guia para um manejo eficaz</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável. Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, <strong>os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável.</strong></p>
<p>Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência ou em pré-plantio incorporado.</p>
<p>A intensidade, a época e o efeito residual de herbicidas aplicados no controle de plantas daninhas têm efeito direto e relevante no potencial produtivo das culturas.</p>
<p>Esse controle é importante devido à competição das plantas daninhas com as culturas por fatores indispensáveis à expressão de seu potencial produtivo, como água, luz e nutrientes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>Desafios ambientais na utilização de herbicidas pré-emergentes</h2>
<p>O herbicida ideal seria aquele que efetuasse o controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> com a maior eficiência possível e logo depois se dissipasse sem deixar vestígios e sem ocasionar nenhum dano ao ambiente, cumprindo assim também o seu segundo objetivo.</p>
<p>Devido à <strong>elevada utilização de herbicidas pré-emergentes</strong> nos cultivos agrícolas brasileiros, tem-se observado <strong>maior preocupação quanto à contaminação do ambiente</strong> e à utilização racional dos recursos hídricos e do solo.</p>
<p>Entre os efeitos diretos percebidos pelos produtores estão os sintomas de intoxicação e a redução de produtividade das culturas, ocasionados por herbicidas de ação residual.</p>
<p>Sua permanência e degradação no solo são processos-chave na determinação do seu efeito residual, sendo fundamentais para avaliar a eficiência de controle das plantas daninhas.</p>
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<h2>Herbicidas e Soja RR®</h2>
<p>No Brasil, a liberação oficial da soja RR® que confere a resistência ao herbicida <em>glyphosate</em> deu-se no ano de 1998. <strong>A partir da legalização, a soja RR® passou a ser amplamente cultivada pelos agricultores, sendo sua adoção considerada a mais rápida da agricultura mundial.</strong></p>
<p>Como a inserção do evento biotecnológico da resistência ao <em>glyphosate</em> favoreceu o manejo das plantas daninhas em soja, este também foi introduzido no milho, sendo oficializado o comércio de milho RR® no Brasil em 2008, no entanto, sua aceitação por parte dos agricultores foi menor em relação a da soja.</p>
<p>Inicialmente os motivos da baixa adesão do milho RR® foi o fato de ainda haver opções de herbicidas eficientes para o manejo das plantas daninhas em milho, o maior custo das sementes com a tecnologia RR®, e a possibilidade de plantas voluntárias de milho RR® serem originadas em cultivos subsequentes, tornando-se plantas daninhas importantes, principalmente em sistema de cultivo em que a soja é cultivada após o milho RR®.</p>
<p>No cultivo da soja RR® em sucessão ao milho RR® é caracterizado o problema técnico. As sementes de milho que restam sobre a área germinam no cultivo da soja, infestando-a e criando uma competição interespecífica para cultura naquele momento.</p>
<p>Dessa maneira o milho presente torna-se planta indesejada e de difícil manejo, com potencial de reduzir em até 69,9% a produtividade da cultura da soja.</p>
<p>Nessas situações é intitulado comumente como milho voluntário RR®, milho tiguera, restevas braba e/ou milho guaxo, em que se opta por alternativas de controle pós-emergência através de herbicidas graminicidas.</p>
<p>Plantas voluntárias de milho RR® emergidas em lavouras de soja não são controladas pelo <em>glyphosate</em>, sendo os herbicidas inibidores da enzima Acetil Coenzima A Carboxilase (ACCase) as alternativas adequadas para pós-emergência.</p>
<p>Entretanto, há variabilidade na eficiência de controle dentre os herbicidas inibidores da ACCase para gramíneas, e tendo em vista que a competição do milho na fase inicial do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento da soja</a></strong> é determinante para o nível de dano na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12079 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg" alt="Plantas daninhas na cultura da soja" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Classes de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja</h2>
<p>O uso de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja já é conhecido como ferramenta ideal para reduzir o grau de infestação das plantas daninhas de difícil controle ou com histórico de resistência ao <em>glyphosate</em>.</p>
<p>Nessa modalidade de manejo destacam-se herbicidas como: chlorimuronethyl e imazaquin, inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS); flumioxazin e sulfentrazone, inibidores do Protoporfirinogênio Oxidase (PROTOX/PPO), apresentando diferentes mecanismos de ação e propriedades químicas.</p>
<p>Essa classe de herbicidas requer cuidados por se tratar de produtos intitulados “técnicos”, em relação a sua dinâmica e interação com o solo. Portanto, programas de manejo que contemplem o uso de herbicidas pré-emergentes no controle de milho voluntário RR®, são de suma importância para a sustentabilidade e produtividade da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultura da soja</a></strong>.</p>
<p>Os herbicidas residuais são aqueles que apresentam um maior período de atividade. Entretanto, esses herbicidas podem apresentar um efeito residual (<i>carryover</i>), que pode acarretar impacto ambiental negativo. Efeito residual é a habilidade que um herbicida tem para reter a integridade de sua molécula e, consequentemente, suas características físicas, químicas e funcionais no ambiente.</p>
<p>O potencial de <i>carryover</i> depende do herbicida utilizado, da cultura em sucessão e das condições ambientais após a aplicação de herbicidas. O planejamento da sucessão de culturas deve ser criterioso para evitar este problema, sendo que a situação ideal deve ser o controle com efeito residual até o “fechamento” da cultura.</p>
<h3>Aplicação dos herbicidas pré-emergentes</h3>
<p>O consecutivo incremento da área de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">plantio do milho</a></strong> segunda safra, após o cultivo de verão, torna-se de grande importância investigar a possibilidade de aparecimento de <i>carryover</i> dos herbicidas aplicados na cultura da soja, como é o caso do imazaquin.</p>
<p>Diante disso, Rodrigues &amp; Almeida (1998) recomendam um intervalo de 300 dias entre a aplicação do imazaquin e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener">semeadura do milho</a></strong> em rotação. O herbicida imazethapyr, do grupo das imidazominonas (mesmo grupo do imazaquin), tem a persistência influenciada por propriedades do solo como o pH, a textura, a umidade e o teor de matéria orgânica.</p>
<p>Para a realização da aplicação de herbicidas em pré-emergência é imprescindível o monitoramento das condições do ambiente. <strong>A condição recomendada para a realização da aplicação é de temperatura do ar abaixo de 30°C, umidade relativa do ar (UR) superior a 50% e a velocidade do vento deve estar entre 3 e 10 km/h.</strong></p>
<p>No entanto, muitas vezes durante o dia, principalmente no verão, as condições atmosféricas são desfavoráveis. Desse modo, em determinadas situações, como para a aplicação de herbicidas em pré-emergência da soja onde o alvo principal é o solo, aplicações noturnas podem ser realizadas.</p>
<p>Para compreender o comportamento dos herbicidas no solo e utilizá-los de maneira racional, é de fundamental importância a escolha dos produtos e suas respectivas dosagens para mistura ou aplicação isolada.</p>
<p>Deve-se tomar o devido cuidado quanto ao tipo de solo e clima nos quais serão utilizados, assim como entender o motivo dos problemas ocorridos e prevenir falhas de controle.</p>
<p>Desse modo, reduz-se o risco do impacto ambiental que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/">efeito residual (<i>carryover</i>)</a></strong> possa vir a causar, além de minimizar problemas de fitotoxicidade e perdas em culturas subsequentes.</p>
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		<title>Cooperativas agrícolas: o que são, como funcionam e sua importância no agronegócio</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cooperativas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 17:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cooperativas agrícolas, com atuações em toda a cadeia produtiva do milho, conseguem levantar a demanda por recursos dos cooperados que cultivam o cereal, o suporte através da assistência técnica que conta com mais de 2.200 profissionais – 1.500 engenheiros agrônomos – fazem a transferência de tecnologia, via extensão rural e assessoramento técnico de planejamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cooperativas agrícolas, com atuações em toda a cadeia produtiva do milho, conseguem levantar a demanda por recursos dos cooperados que cultivam o cereal, o suporte através da assistência técnica que conta com mais de 2.200 profissionais – 1.500 engenheiros agrônomos – fazem a transferência de tecnologia, via extensão rural e assessoramento técnico de planejamento da produção.</p>
<p>Com base em levantamento feito por esses profissionais, a cooperativa se articula junto aos agentes financeiros para <strong>levantar o montante de recursos de crédito rural</strong> para aquisição de insumos em larga escala e repasse posterior aos cooperados.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O sistema de cooperativas agrícolas no Brasil</h2>
<p>Os <strong>agentes mais atuantes no agronegócio</strong> são o <strong>Banco do Brasil</strong>, a <strong>Sicredi</strong> (cooperativa de crédito) e a <strong>Caixa Econômica Federal (CEF)</strong>, sendo este último mais recente na oferta de recursos para crédito rural.</p>
<p>Via de regra, os recursos de crédito rural de “pré-custeio”, levantados nos bancos, propiciam uma negociação favorável junto às indústrias de agroquímicos, fertilizantes e sementes, pois o pagamento é realizado à vista, com recursos do crédito rural.</p>
<p>As compras são antecipadas e as campanhas de venda para a safra de verão (semeada a partir de setembro) são realizadas nos meses de maio e junho e, a partir de 1º de julho, já podem se transformar em financiamentos, dentro do plano agrícola e pecuário do governo federal.</p>
<p>Nas regiões do estado com forte participação de cooperativas agrícolas, os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizantes</a></strong>, sementes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong>, inseticidas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">fungicidas</a></strong> necessários à produção do milho chegam aos produtores em condições mais vantajosas quando comparadas a regiões em que as cooperativas têm menor presença.</p>
<p>Desse modo, ressalta-se que operações de troca, ou <i>barter</i>, em inglês, são menos difundidas no Sul do Brasil, especialmente no Paraná, onde o Sistema Cooperativista responde por 56% da produção agrícola do estado.</p>
<p>Também, 92% dos produtores rurais da região são considerados pequenos e médios, cultivando até 100 hectares, sendo plenamente atendidos pelo Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR/BCB) – custeios da safra.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual o papel das revendas agrícolas?</h2>
<p>Para o agronegócio brasileiro <strong><i>&#8220;barter&#8221;</i></strong>, representa um mecanismo de financiamento de safras consistente na aquisição de insumos agrícolas pelo produtor rural, junto às agroindústrias, indústrias de insumos, tradings, exportadoras ou distribuidoras de insumo, para pagamento, no período pós safra, com o próprio produto de sua safra.</p>
<p>Logo, o <i>barter</i> é a troca de insumos para produção agrícola normalmente adquiridos antes do plantio, para utilização, na própria produção agrícola, com pagamento a ser realizado posteriormente à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">colheita</a></strong>, utilizando-se como moeda, parte dos mesmos produtos colhidos.</p>
<p>Entretanto, não se trata de uma simples negociação de troca ou escambo. Ao contrário, caracteriza-se pela formatação de operações complexas e bem aparelhadas, que são normalmente liquidadas financeiramente pela parte interessada nos produtos agropecuários.</p>
<p>O chamado <i>&#8220;offtaker&#8221;</i> que para a segurança da operação, trava o preço das <i>commodities </i>via <i>&#8220;hedge&#8221;</i> em bolsas de mercadorias nacionais e internacionais, contando por vezes, com a presença de uma instituição financeira apta a antecipar o pagamento de toda a operação aos compradores.</p>
<h3>O <em>barter</em> no mercado brasileiro</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">barter</span></i><span style="font-weight: 400;"> surgiu no Brasil no início da década de 90, com o interesse das </span><i><span style="font-weight: 400;">tradings</span></i><span style="font-weight: 400;"> (empresas comercializadoras de grãos) em negócios de compra e venda de soja no Centro-Oeste. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, é um mecanismo muito reivindicado por produtores agrícolas em função da segurança negocial e da <strong>proteção contra oscilações cambiais ou de preço das commodities agrícolas</strong> produzidas e previamente negociadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente, a liquidação financeira do </span><i><span style="font-weight: 400;">barter</span></i><span style="font-weight: 400;"> é feita diretamente pela parte interessada nos produtos agropecuários, e como o pagamento ocorre somente a longo prazo, após a colheita e entrega dos produtos, normalmente a operação é estruturada por um banco que antecipa os recursos ao fornecedor de insumos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o recebimento dos grãos, as empresas que forneceram os insumos os direcionam à exportação ou à indústria, que, por sua vez, quitam a operação financeira junto aos bancos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos grandes diferenciais das operações envolvendo </span><i><span style="font-weight: 400;">barter</span></i><span style="font-weight: 400;"> é o travamento de preços (</span><i><span style="font-weight: 400;">hedge</span></i><span style="font-weight: 400;">), estratégia de negociação que significa a <strong>garantia de margem de lucro</strong> para todos os envolvidos.</span></p>
<h3>Benefícios e vantagens do <em>barter</em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os diversos benefícios e vantagens apresentados por este tipo de operação a todo o sistema de financiamento do agronegócio, destacam-se: </span></p>
<ul>
<li><strong>Segurança</strong>: proteção contra as oscilações de preço dos produtos agrícolas a ser produzidos e entregues;</li>
<li><strong>Liquidez</strong>: como o financiamento ocorre desde a compra dos insumos até a entrega dos grãos, o agricultor não se preocupa com o refinanciamento de capital de giro;</li>
<li><strong>Câmbio</strong>: o financiamento é feito na mesma moeda do recebimento da produção agrícola. Portanto, independentemente da oscilação do câmbio ou do preço da <i>commodity</i> negociada durante todo o prazo entre o plantio e a safra, o agricultor receberá o seu lucro pré-determinado;</li>
<li><strong>Taxa de juros</strong>: a operação é travada desde o início. Assim, mesmo que haja aumento nos juros, o agricultor não terá que pagar pela ascensão de eventual nova taxa.</li>
</ul>
<p>O <i>barter</i> vem ganhando tanta força no mercado brasileiro e as modalidades de operações já são tantas, que os &#8220;<i>offtakers</i>&#8221; vêm oferecendo ao mercado os chamados &#8220;pacotes tecnológicos&#8221; como forma de facilitar a venda de insumos aos fornecedores e a compra da produção pelos compradores de grãos em uma mesma operação.</p>
<p>Esses &#8220;pacotes tecnológicos&#8221; são formados por um determinado grupo de insumos necessários ao cultivo da lavoura, por exemplo: um pacote formado por sementes, herbicidas e fungicidas (dentre outros produtos e serviços), em contrapartida, de um número previamente estipulado de sacas de grãos a ser colhido.</p>
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		<title>Sensores na agricultura: como utilizar para controle de plantas daninhas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola. Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil. Há, ainda, a remoção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola.</p>
<p><strong>Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil</strong>. Há, ainda, a remoção das daninhas por meios mecânicos, mas este método é mais lento e de custo mais elevado.</p>
<p>O uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>herbicidas</strong></a> acaba sendo, portanto, <strong>a única opção viável para controlar a vegetação indesejada</strong>. No entanto, se os herbicidas não forem usados corretamente, podem ocorrer danos à cultura e ao meio ambiente, por exemplo, afetar agentes de polinização, como as abelhas.</p>
<p>O uso incorreto de herbicidas pode causar contaminação e poluição ao meio ambiente, incluindo cursos de água e solos.</p>
<p>A água é um recurso limitante, e representa até 11% do custo de um cultivo e tem relação direta e indireta com as demais práticas, como citado anteriormente. Se é viável ou não investir, portanto, em um sistema de irrigação, vai depender de muitos fatores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Como herbicidas afetam cursos d’água?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme mencionado, o uso incorreto e em excesso de herbicidas ocasiona danos ao meio ambiente e isso inclui os cursos d’águas. Dentre os problemas envolvendo água e o uso incorreto desses defensivos, estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Vazamentos de produtos químicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recipientes de herbicidas descartados incorretamente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Equipamento de lavagem próximo a áreas de drenagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escoamento superficial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lixiviação de herbicida nas vias navegáveis e nas águas subterrâneas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Deriva de pulverização em culturas não visadas.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Os herbicidas podem afetar o solo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As propriedades do solo também podem ser afetadas com o uso de herbicidas, conforme citado abaixo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Química do solo: pH, CTC e Condutividade Elétrica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na população e atividade microbiana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fertilidade e nutrientes disponíveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Composição do solo através do declínio da matéria orgânica.</span></li>
</ul>
<h2>Benefícios das aplicações específicas de herbicidas</h2>
<p>A introdução da aplicação específica de herbicida (pulverização de precisão), reduz o risco potencial de poluição ambiental, bem como os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener">custos de produção para os agricultores</a></strong>.</p>
<p>O uso de pulverização de herbicidas, em área total, resulta na decisão errada de aplicação em todas as áreas de produção.</p>
<p>Isso ocorre porque as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> tendem a crescer em grupos e são povoadas aleatoriamente em todo o talhão. Em um talhão de pousio, o uso de uma pulverização em área total resulta em aplicação em áreas de cultivo que não tenham plantas daninhas no campo, mas que acabam sendo pulverizadas, desperdiçando produtos químicos.</p>
<p><strong>A aplicação específica de herbicida no local, tem o potencial de reduzir as aplicações de herbicida em 10 a 80%</strong>, com pesquisas indicando que áreas de culturas livres de plantas daninhas, que não são pulverizadas, podem render até 10% a mais de produtos.</p>
<p>A garantia da qualidade da pulverização de precisão específica do local é necessária para que os agricultores garantam que as plantas daninhas sejam controladas de maneira eficaz usando essa técnica.</p>
<p>Claro que, reduzindo o custo, otimizando o trabalho, fazendo um controle eficiente, a tendência é também obter um maior <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desempenho nas colheitas</strong></a>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35972 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg" alt="Banner Curso Agricultura de Precisão" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Detecção de plantas daninhas com visão computacional na agricultura</h2>
<p><strong>A visão computacional</strong> <strong>tem a capacidade de discriminar ervas daninhas do solo e tem o potencial de discriminar ervas daninhas de outras plantas vizinhas</strong>. Isso pode ser alcançado através do uso de uma variedade de técnicas, algoritmos e sensores, incluindo tecnologias:</p>
<ul>
<li>Infravermelha (IR);</li>
<li>NIR;</li>
<li>De luz vermelha;</li>
<li>Câmeras de baixo custo.</li>
</ul>
<p>O desenvolvimento de sensores espectrais de banda estreita permitiu que plantas individuais fossem detectadas com sucesso.</p>
<p>Os sistemas atuais de detecção de ervas daninhas disponíveis no mercado, como <em>WeedSeeker</em> e <em>WEEDit,</em> usam tecnologia de luz vermelha, infravermelha e NIR para discriminar o verde de ‘marrom’ para controlar ervas daninhas em pousios.</p>
<p>A clorofila química vegetal, que ocorre naturalmente, reage com essas frequências de luz refletindo comprimentos de onda espectrais específicos. A vegetação saudável absorve a energia da luz azul e vermelha para uso na respiração, fotossíntese e na fabricação de clorofila.</p>
<p>A energia da luz verde é refletida por pigmentos na folha da planta e, portanto, visualizamos as plantas como verdes. A clorofila reflete a energia da luz NIR e, portanto, uma planta saudável que floresce com pigmentos de clorofila refletirá muito mais energia da luz NIR do que a de uma planta ou solo não saudável sozinho.</p>
<p>Esses sensores usam esses dados de refletância para discriminarem entre solo e vegetação, mostrando o avanço tecnológico da <a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>agricultura de precisão</strong></a>.</p>
<h2>Mapeamento de plantas daninhas</h2>
<p>O aspecto mais benéfico do mapeamento de plantas daninhas é a redução no uso de herbicidas. Para que isso seja eficaz, são necessárias informações confiáveis sobre a população e distribuição de plantas daninhas.</p>
<p><strong>O mapeamento de plantas daninhas é uma abordagem que envolve a produção de um mapa detalhado de plantas daninhas</strong>, combinado com outros metadados para aplicação agrícola de precisão, principalmente mapas de tratamento de taxa variável.</p>
<p>Esse mapa de ervas daninhas pode ser integrado a outras informações disponíveis, ao tomar decisões sobre estratégias de controle de plantas daninhas, para aumentar o rendimento e a qualidade da colheita.</p>
<p>O mapeamento <strong>pode ser realizado por observação humana ou sensoriamento remoto</strong>. A observação humana é demorada, ineficiente e trabalhosa. Portanto, o sensoriamento remoto é uma opção mais viável.</p>
<p>O sensoriamento remoto pode produzir mapas de plantas daninhas em que fragmentos dessas plantas são de tamanho suficiente, no entanto, é limitado em resolução espacial e requer tempo considerável e despesas com aquisição e processamento de imagens.</p>
<p><strong>A detecção imediata é uma opção alternativa à detecção remota</strong>. Possui recursos para detecção em tempo real e pulverização local de plantas daninhas.</p>
<p>Além disso, apresenta alta resolução espacial e, com a ajuda da iluminação artificial, pode iluminar o solo e determinar as propriedades espectrais das plantas daninhas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16476 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg" alt="Curvas espectrais de solo e vegetação" width="498" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg 498w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-300x220.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-370x272.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-270x198.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas espectrais de solo e vegetação adquiridas em laboratório, com alta resolução espectral, mostrando a localização das bandas espectrais (B) do sensor Thematic Mapper a bordo do satélite Landsat 5. NIR = Infravermelho próximo. A partir das bandas 3 (B3) e 4 (B4) pode ser calculado o índice de vegetação NDVI. (</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Demattê et al. (2020)).</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16477" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg" alt="Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite" width="600" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-768x558.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-370x269.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-270x196.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-740x537.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-150x109.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1.jpg 825w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite. (Fonte: Sensix)</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A robótica na agricultura tem a capacidade de revolucionar o setor agrícola, mudando a maneira de pensar dos agricultores e, como resultado, aprimora as práticas agrícolas.</p>
<p><strong>A detecção e controle automáticos de plantas daninhas apresentam-se como uma tecnologia promissora para a sustentabilidade, desenvolvimento e produção agrícola</strong>. Ajudam a reduzir o químico aplicado sob a forma de herbicidas, reduzindo também a degradação ambiental.</p>
<p>Esses sistemas demonstram a promessa da tecnologia robótica para controle de plantas daninhas. É o futuro agrícola!</p>
<p>Agora, você já sabe sobre o sensoriamento remoto para as plantas daninhas e como é a sua ação.</p>
<p>O sensoriamento para detecção de pragas também vem sendo desenvolvido por meio da <a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Inteligência Artificial</strong></a>, que pode determinar a qualidade da safra com mais precisão, diminuir danos por erros humanos e, consequentemente, levar ao aumento da lucratividade!</p>
<h2>Domine a Agricultura de Precisão e leve mais eficiência para sua produção de grãos</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=blog">Passo a Passo na Agricultura de Precisão em Grãos</a></strong> é um curso 100% online, objetivo e voltado para a prática, ideal para profissionais que querem aprofundar seus conhecimentos com base em situações reais.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Mehlich-3: como determinar o teor de fósforo disponível no solo?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/interpretacao-de-fosforo-disponivel-no-solo-por-mehlich-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 18:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[extrator]]></category>
		<category><![CDATA[fósforo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[mehlich 1]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura é responsável por aproximadamente 90% do consumo de todo o fósforo (P) no mundo! Devido ao aumento do consumo de fósforo, os depósitos de rochas fosfáticas de boa qualidade estão tendo expressiva redução e isso, por consequência, um aumento do custo de extração. Uma das estratégias que deve ser adotada para isso, é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura é responsável por aproximadamente <strong>90% do consumo de todo o fósforo (P)</strong> no mundo!</p>
<p>Devido ao aumento do consumo de fósforo, os depósitos de rochas fosfáticas de boa qualidade estão tendo expressiva redução e isso, por consequência, um aumento do custo de extração.</p>
<p>Uma das estratégias que deve ser adotada para isso, é o <strong>uso racional de fertilizantes fosfatados pela agricultura</strong>, principalmente no Brasil. Além da importância para a segurança alimentar global, há uma alta dependência de fertilizantes fosfatados para a produção agrícola.</p>
<p>Como a recomendação de fertilizantes fosfatados no Brasil se baseia na análise química do solo, acaba sendo necessário verificar sua eficiência com a evolução dos métodos de cultivo, bem como atualizar importantes valores de referência, como níveis críticos de fósforo no solo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Determinando o teor de fósforo pelo Mehlich-3</h2>
<p>A determinação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">disponibilidade de fósforo do solo</a></strong> que se transloca para as plantas, no Brasil,<strong> é realizada por Mehlich-1 e Resina Trocadora de Íons.</strong></p>
<p>O extrator Mehlich-1 é sensível à capacidade de tamponamento de P do solo. Assim, a interpretação de seus resultados depende do conhecimento prévio das características do solo, com relação às propriedades desses solos, o que não é necessário para Resina trocadora de Íons.</p>
<p>O extrator <strong>Mehlich-3</strong> tem sido recomendado como substituto do Mehlich-1, devido às seguintes vantagens:</p>
<ul>
<li>Não há solubilização de formas naturais de P &#8211; (cálcio) Ca em alguns solos menos intemperizados;</li>
<li>Não há solubilização de formas naturais de P &#8211; Ca em alguns solos fertilizados com rochas fosfáticas;</li>
<li>Ele permite boa extração de micronutrientes, como ferro (Fe), manganês (Mn), zinco (Zn) e cobre (Cu).</li>
</ul>
<p>Assim, <strong>o Mehlich-3 possui grande potencial para ser utilizado em diversos laboratórios</strong>, cuja rotina seja para analisar solos no Brasil. Isso é possível devido à sua extração com múltiplos elementos, o que reduz os custos de análise.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Diferenças entre Mehlich-1, Mehlich-3 e Resina</h2>
<h3>Mehlich-1</h3>
<p>O Mehlich-1 e o Mehlich-3 <strong>possuem princípios similares de extração</strong>, baseados principalmente em solubilização ácida e troca aniônica.</p>
<p>Durante o procedimento de extração no Mehlich-1, ocorre a solubilização dos fosfatos pelos íons H+ e a troca de SO₄– pelo extrator com o PO₄–, que é adsorvido com menor energia de ligação. Ao mesmo tempo, a ocupação dos locais de adsorção de PO₄– por SO₄– mantém a solução dessorvida de PO₄–.</p>
<h3>Mehlich-3</h3>
<p>A extração do Mehlich-3 ocorre a um pH tamponado de 2,5, devido à presença de ácido acético, o que <strong>resulta em menos solubilização das formas de P-Ca do que o Mehlich-1</strong>, em que o pH do solo: a suspensão da solução é de cerca de 1,2.</p>
<p>Além disso, a presença de NH₄F na solução Mehlich-3 extrai especificamente as formas P-Al e o EDTA, podendo ser responsável pela extração de algumas formas orgânicas de P.</p>
<h3>Resina Trocadora de Íons</h3>
<p>A extração com Resina Trocadora de Íons é baseada no processo de adsorção de P na solução do solo pela resina aniônica. Consequentemente, na dessorção do P adsorvido em partículas do solo, que estão em equilíbrio com a solução do solo durante a agitação com o solo: água (1: 10 v / v) para 16 h.</p>
<p>É por isso que alguns autores afirmam que <strong>a Resina Trocadora de Íons age de maneira semelhante às raízes</strong> das plantas.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Comparativo dos 3 métodos</h2>
<p>A extração com Mehlich-1 é realizada com (HCl 50,0 mmol L-1 H₂SO₄ 12,5 mmol L-1) e no Mehlich-3 é realizada com (NH₄F 15 mmol L-1 CH₃COOH 200 mmol L-1 NH4NO3 250 mmol L-1 HNO₃ 13 mmol L-1 EDTA 1 mmol L-1) na proporção 1:10 solo: solução (5 cm³ para 50 mL do extrator).</p>
<p>As amostras são agitadas com a solução extrativa por 5 min e, em seguida, é realizada a filtração com papel de filtro lento.</p>
<p>Para extração com Resina de troca iônica, é utilizada uma mistura de resina de troca aniônica e resina de troca catiônica.</p>
<p>A extração é realizada agitando 2,5 cm³ de solo peneirado com 25 mL de água e bola de vidro por 15 min. Depois disso, a bola de vidro é removida e adicionados 2,5 cm³ de resina trocadora de íons e agitados com o solo e a água por 16 h. Em seguida, a resina trocadora de íons é removida do solo e agitado por uma hora com uma solução de NH₄Cl 0,8 mol L-1 com HCl 0,2 mol L-1 para liberar o P.</p>
<p>Após a obtenção dos extratos, é realizada a determinação de P.</p>
<h2>Nível crítico de fósforo</h2>
<p>Devido à sensibilidade do Mehlich-3 ao tamponamento de P do solo, as faixas de interpretação para o teor de P disponível no solo é medido de acordo com o teor de argila e P-rem.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21386 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/tabela-interpretacao-fosforo.jpg" alt="Tabela com classes para interpretação da disponibilidade de P do solo pelo extrator Mehlich-3" width="557" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/tabela-interpretacao-fosforo.jpg 557w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/tabela-interpretacao-fosforo-300x170.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/tabela-interpretacao-fosforo-370x209.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/tabela-interpretacao-fosforo-270x153.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/tabela-interpretacao-fosforo-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Classes para interpretação da disponibilidade de P do solo pelo extrator Mehlich-3, de acordo com a proporção do teor de argila ou P-rem. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Reis </span><span style="font-weight: 400;">et al.</span><span style="font-weight: 400;"> (2020)</span></span></p>
<p>Conforme apresentado, o nível crítico de P do solo por Mehlich-3 é estratificado de acordo com o P-rem em intervalos menores acima do P-rem de 19 mg L-1 (14,2 – 21,3 mg dm-3) em comparação com a recomendação para Mehlich-1 (15,8 – 30,0 mg dm-3).</p>
<p>As faixas de interpretação do P – Mehlich-3 levam em consideração a perda descontínua da capacidade de extração de P do extrator Mehlich-3. Também são apresentadas as faixas de disponibilidade mais baixas para argila como uma medida de capacidade de tamponamento de P do solo.</p>
<p>O nível crítico de P disponível no solo são os valores do limite superior da classe média.</p>
<h2>Qual o melhor método para interpretação do fósforo?</h2>
<p>As taxas de recuperação de fósforo no solo e os níveis críticos obtidos pelos extratores Mehlich-1 e Mehlich-3 são influenciados pela capacidade de tampão P do solo, avaliada pelo teor de argila do solo e o restante de fósforo. O que não ocorre com a resina de troca iônica.</p>
<p>O extrator Melhlich-3 sofre uma perda descontínua da capacidade de extração com o aumento da capacidade tampão do fósforo no solo, o que resulta em intervalos menores da disponibilidade de fósforo no solo na tabela de interpretação.</p>
<p>Para entender a análise do fósforo pelo Mehlich-3, é preciso ter um conhecimento prévio em tamponamento ou do fósforo restante, também chamado de remanescente ou pelo teor de argila desse solo.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog"><strong>Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</strong></a> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Adjuvantes agrícolas: o que são e qual a importância para a pulverização?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 19:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de defensivos agrícolas causa preocupações devido a exposições de trabalhadores, contaminação ambiental e impactos diversos nos ecossistemas, sendo a redução de seu uso um dos principais objetivos da tecnologia de aplicação. A tecnologia de aplicação consiste na colocação correta do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica, com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de defensivos agrícolas causa preocupações devido a exposições de trabalhadores, contaminação ambiental e impactos diversos nos ecossistemas, sendo a redução de seu uso um dos principais objetivos da tecnologia de aplicação.</p>
<p>A tecnologia de aplicação consiste na colocação correta do <strong>produto biologicamente ativo</strong> no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica, com o mínimo de contaminação de outras áreas.</p>
<p>Para que as gotas se depositem sobre os alvos, estas <strong>devem ser grande suficiente para atingir o alvo desejado</strong>, mesmo sofrendo alguma evaporação no deslocamento da ponta até a superfície do alvo, mas pequena suficiente para promover a cobertura necessária no alvo, para que assim, o princípio ativo tenha a ação esperada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Aplicação dos adjuvantes agrícolas</h2>
<p>Para realizar uma aplicação bem sucedida de defensivos agrícolas, deve-se atentar à forma de aplicação, seleção de pontas, ajuste do volume de calda, formulação dos defensivos agrícolas, estrutura das plantas e condições de microclima.</p>
<p>A dificuldade das aplicações provém da variedade e métodos de aplicação, diversidade de culturas, insetos, doenças e <strong>plantas daninhas</strong>, das propriedades físico-químicas de caldas, condições ambientais, segurança dos aplicadores, leis ambientais, além da viabilidade econômica.</p>
<p>Os métodos de aplicação de defensivos agrícolas são basicamente por via sólida, líquida ou gasosa, sendo a aplicação via líquida a mais utilizada, tendo neste caso a água como o diluente mais comum.</p>
<p>Um composto químico com atividade fitossanitária <strong>raramente é aplicado de forma isolada</strong>. A formulação dos defensivos agrícolas é responsável por facilitar a dispersão homogênea deste composto nos veículos de aplicação. As aplicações agrícolas são afetadas por diversas variáveis relacionadas aos defensivos agrícolas, como a estabilidade, solubilidade, incompatibilidade, volatilização, formação de espuma, tamanho de gota, deriva, tensão superficial, cobertura, aderência, penetração, entre outros.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância dos adjuvantes agrícolas?</h2>
<p>Os adjuvantes surgiram com o propósito de <strong>auxiliar outros materiais a serem mais eficientes </strong>e são utilizados em defensivos agrícolas para assegurar que cada gota de água contenha quantidade similar do ingrediente ativo, já que muitos destes não são solúveis em água.</p>
<p>São substâncias que facilitam a aplicação, reduzem perdas e riscos, melhoram o desempenho do defensivo agrícola ou modificam as características físicas das misturas, com exceção da água.</p>
<p>Através de mudanças das propriedades físicas e químicas, <strong>os adjuvantes podem influenciar os processos de formulação de defensivos agrícolas</strong> (compatibilidade, solubilidade, estabilidade e formação de espuma), pulverização (deriva e evaporação), retenção (reflexão e adesão), modificar a deposição (molhamento, espalhamento e solubilização) e penetração.</p>
<p>Suas funções são descritas como molhante, adesiva, espalhante, espumante, anti-espumante, dispersante, redutor de deriva e também como responsável pelo aumento da atividade biológica dos defensivos agrícolas.</p>
<p>Os adjuvantes são provavelmente o grupo <strong>menos compreendido dentre os químicos utilizados na agricultura</strong> e diferenças sobre a terminologia destes produtos é esperada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41659" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes.png" alt="Classificação dos adjuvantes" width="839" height="589" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes.png 839w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-300x211.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-768x539.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-370x260.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-270x190.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-740x519.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/classificacao-adjuvantes-150x105.png 150w" sizes="auto, (max-width: 839px) 100vw, 839px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Classificação dos adjuvantes.</span></span></p>
<h2>Deposição e evaporação de gotas</h2>
<p>A eficiência das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">aplicações de defensivos agrícolas</a></strong> é frequentemente relacionada com o espalhamento e a evaporação das gotas aplicadas, e pode ser reduzida se o ingrediente ativo não se espalhar de forma uniforme sobre o alvo. A fragmentação da calda em gotas aumenta a superfície exposta do líquido, o que contribui para a evaporação.</p>
<p>O uso de gotas grandes minimiza perdas por deriva e evaporação, no entanto, proporcionam menor cobertura quando comparadas às gotas mais finas. A tabela seguinte exemplifica teoricamente o número de gotas esféricas resultantes da fragmentação de um volume de 1 litro em gotas de diversos diâmetros, além do somatório da área das gotas (número de gotas vezes a área).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41660" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota.png" alt="Tabela com informações do tamanho da gota" width="692" height="262" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota.png 692w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-300x114.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-370x140.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-270x102.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/tamanho-gota-150x57.png 150w" sizes="auto, (max-width: 692px) 100vw, 692px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Diâmetro de gota, área correspondente, número de gotas equivalente à fragmentação de 1 litro e área total das gotas.</span></span></p>
<p><strong>Perdas de massa pela evaporação tornam as gotas mais susceptíveis ao arraste por correntes de ar ou a evaporação total antes de atingir o alvo.</strong> Os problemas relacionados à evaporação de gotas necessitam de atenção, principalmente pelo fato que a água é volátil e é o veículo mais utilizado em aplicações.</p>
<p>Altas temperaturas, antes e depois da aplicação, aumentam a penetração de agrotóxicos através da cutícula da planta, no entanto, também aumenta a volatilização dos líquidos e podem aumentar a evaporação das gotas a um ponto de cessar a penetração do defensivo agrícola.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41661" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade.png" alt="Tabela com limites de temperatura e umidade relativa" width="733" height="187" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade.png 733w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-370x94.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/temp-umidade-150x38.png 150w" sizes="auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Limites de temperatura e umidade relativa do ar para diferentes tamanhos de gotas. </span>Fonte: Antiniassi et al. (2005).</span></p>
<p><strong>A umidade do ar tem grande efeito na aplicação de agrotóxicos foliare</strong>s, principalmente sobre a cutícula da planta e também sobre a evaporação e deposição das gotas.</p>
<p>Entre as funções descritas dos adjuvantes agrícolas, está a de modificar as propriedades físico-químicas da calda de pulverização, que compreende o grupo dos adjuvantes ativadores, sendo estas propriedades a tensão superficial, densidade, viscosidade, volatilidade e solubilidade, e geralmente são influenciadas particularmente por surfactantes.</p>
<p>A figura abaixo apresenta as imagens obtidas durante a evaporação das gotas, desde o momento que a gota foi depositada (a e b), até o momento final (g e h), o aumento inicial da área molhada da gota (d), e a redução da altura neste mesmo momento (c). Na maior parte das observações realizadas, somente após a redução quase total da altura a área foi reduzida (e, f, g e h).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16534 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes.jpg" alt="Etapas do comportamento da evaporação de uma gota ao longo do tempo." width="352" height="547" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes.jpg 352w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes-193x300.jpg 193w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes-270x420.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/adjuvantes-150x233.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 352px) 100vw, 352px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Comportamento da evaporação de uma gota ao longo do tempo. Imagens da câmera lateral (a, c, e, g) e da câmera perpendicular (b, d. f. h).</span></span></p>
<p>Diante do que foi apresentado faz-se necessário uma boa escolha de adjuvante, auxiliando na pulverização de defensivos agrícolas. Estes devem ser associados de acordo com as condições ambientais e eficácia em associação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong>, inseticidas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">fungicidas</a> </strong>favorecendo com que o mesmo tenha sua melhor performance.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício</a></strong>, você vai aprender como otimizar cada aplicação, reduzir desperdícios e obter os melhores resultados com técnicas modernas e de fácil implementação. O conteúdo é direto ao ponto, prático e ensinado por especialistas com vasta experiência no setor agrícola.</p>
<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Boro na soja e milho: funções, sintomas de deficiência e manejo correto</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boro-na-soja-e-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 18:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[boro]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos produtores se preocupam tanto com o fornecimento dos macronutrientes, que esquecem que muitos micronutrientes são também fundamentais. É o caso do boro (B). O teor inadequado de micronutrientes nas culturas, que é limitante ao crescimento, tem efeito direto sobre o seu desenvolvimento, e também reduz a eficiência de uso dos fertilizantes contendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos produtores se preocupam tanto com o fornecimento dos macronutrientes, que esquecem que muitos micronutrientes são também fundamentais. É o caso do <strong>boro (B)</strong>.</p>
<p>O teor inadequado de micronutrientes nas culturas, que é limitante ao crescimento, tem efeito direto sobre o seu desenvolvimento, e também reduz a eficiência de uso dos fertilizantes contendo macronutrientes.</p>
<p>Em alguns casos, a deficiência de macronutrientes pode ser ‘driblada’ por meio indiretos, que não a adubação propriamente dita. É o caso do fornecimento de Nitrogênio por meio de bactérias, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/azospirillum-no-milho/" target="_blank" rel="noopener"><i>Azospirillum </i>no milho</a></strong> e o <i>Rhizobium </i>na soja.</p>
<p>Outro ponto a ser considerado sobre os micronutrientes, é que eles estão, particularmente, envolvidos na fase reprodutiva e de crescimento das plantas e, consequentemente, na determinação da produtividade e no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">desempenho na colheita</a> </strong>da cultura.</p>
<p>Não apenas os nutrientes desempenham papéis fundamentais no desenvolvimento da cultura, mas conhecer a fisiologia da planta, pragas, <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e as principais daninhas é igualmente importante.</p>
<p>Para quem produz ou pretende produzir, <strong>será benéfico para traçar estratégias de manejo</strong>, pois como estamos vendo nesse artigo, nem sempre damos importância aos micronutrientes, por exemplo, e ainda assim, a falta dele impacta na colheita.</p>
<p>Inclusive, as análises mostram que <strong>alguns micronutrientes estão em falta em nossos solos e o boro é um deles.</strong> O destaque maior, vai para aqueles solos sob Cerrado, onde o cultivo de grãos têm se expandido a cada ano.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual a participação do boro nos processos do vegetal?</h2>
<p>O <strong>uso de boro</strong> está relacionado a diversos processos do vegetal, tais como:</p>
<ul>
<li>Absorção iônica;</li>
<li>Transporte e metabolismo de carboidratos;</li>
<li>Sínteses de lignina, ácidos nucleicos e proteínas;</li>
<li>Atua na divisão e diferenciação celular nos tecidos meristemáticos.</li>
<li>Atuação na biogênese da parede celular, segundo estudos.</li>
</ul>
<p>E mais! <strong>A participação do boro no desenvolvimento celular da planta influencia as propriedades físicas, estruturais e a diferenciação da parede celular.</strong></p>
<p>Já a deficiência desse micronutriente, resulta em:</p>
<ul>
<li><strong>Inibição do crescimento da planta</strong>, devido às funções estruturais específicas desse elemento na parede celular e à limitada mobilidade do nutriente na maioria das plantas.</li>
<li>Causa <strong>alterações fisiológicas e bioquímicas no vegetal</strong>, tais como: alteração da integridade e funcionamento da membrana celular, disfunções metabólicas e aumento na produção de compostos fenólicos.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-deficiencia-nutricional-soja-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39627 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png" alt="Guia Sintomas de deficiência nutricional" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Boro no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No solo, <strong>o boro encontra-se na forma de ácido bórico não dissociado (H₃BO₃)</strong>, que é a forma solúvel disponível para a planta. É um nutriente que apresenta um limite estreito entre o teor adequado e o nível tóxico nas plantas, exigindo portanto, uma adubação cautelosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concentração do uso de boro na solução, depende das reações de adsorção entre o H₃BO₃ e seus adsorventes existentes no solo, tais como os óxidos de ferro e alumínio, os minerais de argila, a matéria orgânica, o hidróxido de magnésio e o carbonato de cálcio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adsorção aumenta com a elevação do pH, do teor de materiais adsorventes e com a diminuição da umidade do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A matéria orgânica (MO) é a principal fonte de B que irá suprir as exigências das plantas. Após a mineralização da MO, o uso de boro é liberado para a solução do solo, podendo, a partir daí, seguir vários caminhos, tais como: ser absorvido pelas plantas, ser perdido por lixiviação ou ser adsorvido pelos colóides do solo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, solos com baixos teores de MO e a ocorrência de fatores que diminuem a sua mineralização, predispõem as culturas à carência do micronutriente, sendo estes fatores limitantes frequentemente observados nos solos brasileiros.</span></p>
<h2>Boro nas plantas</h2>
<p>O boro <strong>é o único nutriente que não atende ao critério direto de essencialidade</strong>, mas satisfaz o critério indireto. A maior prova da sua essencialidade consiste em que, nos solos das regiões tropicais, ao lado do zinco (Zn), é o micronutriente que mais frequentemente promove deficiência nas culturas.</p>
<p>A função fisiológica do boro difere de qualquer outro micronutriente, pois não pertence a nenhum composto ou enzima específica, mas sabe-se que possui funções em muitos processos fisiológicos da planta, como:</p>
<ol>
<li>Fixação biológica de nitrogênio (protege a enzima nitrogenase de danos causados pela toxidez de espécies reativas de oxigênio);</li>
<li>Crescimento meristemático;</li>
<li>Integridade e funcionamento da parede celular;</li>
<li>Transporte de auxinas (AIA);</li>
<li>Síntese de ácidos nucleicos (DNA e RNA) e de fitohormônios;</li>
<li>Atua no metabolismo de carboidrato.</li>
</ol>
<h2>Características de deficiência de boro</h2>
<p>A <strong>deficiência de boro</strong> aparece, inicialmente, <strong>causando um anormal e lento desenvolvimento dos pontos de crescimento apical</strong>.</p>
<p>Os folíolos das folhas novas são deformados, enrugados, com frequência ficam mais grossos e com cor verde azulado escuro. Ocorre a inibição da síntese de lignina e estímulo da atividade da oxidase de ácido indolacético (AIA) e de enzimas na membrana plasmática.</p>
<p>Com o progresso da deficiência, a elongação dos entrenós fica lenta, ocorre a morte dos pontos de crescimento terminal e a formação de flores é restrita ou inibida.</p>
<p>Em plantas de soja, a deficiência de boro prejudicou o desenvolvimento dos nódulos e das raízes, consequentemente, a fixação biológica de nitrogênio. Em soja, as doses de boro aplicadas proporcionaram um aumento no número de folhas, na massa seca das raízes e na área foliar das plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21624 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro.jpeg" alt="Planta de soja com deficiência de boro" width="740" height="740" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro.jpeg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-300x300.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-150x150.jpeg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-370x370.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-270x270.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-96x96.jpeg 96w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Sintomas de deficiência do Boro em planta de soja</span></p>
<h2>Fontes de boro</h2>
<p>A escolha da melhor fonte de nutriente para aplicação no solo, depende do tipo de solo, da cultura e do regime hídrico.</p>
<p>A maioria dos adubos boratados, apresentam alta solubilidade, assim <strong>o boro está sujeito à grande mobilidade no solo e, consequentemente, ao maior grau de lixiviação no perfil do solo</strong>, principalmente no arenoso. Dessa forma, a preferência é por fontes de solubilidade lenta, portanto, menos suscetíveis a perdas por lixiviação.</p>
<p>Basicamente, existem duas classificações para os boratos:</p>
<ol>
<li><strong>Aqueles em que o material de origem passou por um processo de refinamento:</strong> conhecidos como boratos refinados. Por exemplo: Ácido Bórico, Octaborato de Sódio Tetrahidratado, Borax Decahidratado, Borax Pentahidratado e o Borax Anidro.</li>
<li><strong>Aqueles em que o material de origem não passou por nenhum processo de refinamento:</strong> conhecidos como boratos minerais ou não refinados. Por exemplo: Hidroboracita, Colemanita e a Ulexita.</li>
</ol>
<p>O <strong>boro participa de uma série de processos fisiológicos dentro da planta</strong>, o que faz com que sua deficiência se confunda com a de outros nutrientes como a de fósforo (P) e a de potássio (K).</p>
<p>Em milho, a deficiência severa de boro pode resultar em espigas tortas e menores, enquanto na deficiência de potássio, as espigas também são reduzidas, o que mostra que a adubação em milho e demais grãos, precisa levar em conta macro e micronutrientes.</p>
<p>A deficiência de boro, ocasiona, ainda, diminuição no crescimento de novas raízes e de novas brotações, já que está envolvido na síntese de parede celular e integridade da membrana plasmática.</p>
<p>A disponibilidade do boro na solução do solo é governada pela reação de adsorção do boro com os coloides do solo. A adsorção de boro aumenta com o teor de argila e com o pH do solo.</p>
<p>As doses de boro, atualmente aplicadas, podem não fornecer a concentração adequada de B na solução do solo para o ótimo desenvolvimento das plantas, principalmente nos solos mais argilosos e com excesso de calagem.</p>
<p>Agora você já sabe a importância do boro para as culturas de grãos e que ele auxilia na melhoria da produtividade, mas muitas pessoas ainda confundem os sintomas. É o caso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">Mancha-amarela em trigo</a></strong>, por exemplo, já que a falta de nitrogênio também deixa as folhas amarelas.</p>
<p>É preciso ficar atento e conhecer bem a cultura, suas principais doenças e, claro, o manejo adequado da fertilidade.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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<h4><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></h4>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-na-soja-e-milho/">Boro na soja e milho: funções, sintomas de deficiência e manejo correto</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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