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Sistema Santa Fé

Sistema Santa Fé: o que é como implantá-lo

Plantas daninhas são sempre uma dor de cabeça ao produtor. Desde os anos 1940, com a Revolução Verde, essa é uma das práticas importantes na produção de alimentos.

Boa parte dessas plantas daninhas, também chamadas de invasoras, se desenvolvem junto à cultura e, além de causarem prejuízos no desenvolvimento da cultivar, seu controle impacta no custo da produção.

Há diversas maneiras de conseguir esse controle contra essas daninhas. Cada método tem suas particularidades e depende de vários fatores para escolher o melhor. Alguns deles são:

  • Manejo preventivo;
  • Controle mecânico;
  • Controle físico;
  • Controle biológico;
  • Controle cultural.

Sobre esse último, controle cultural, basicamente consiste em favorecer o crescimento da cultura principal em detrimento das plantas daninhas, por meio de boas práticas agrícolas, como: rotação de cultura, variação de espaçamento, uso de plantas de cobertura verde, dentre outros.

No uso da cobertura verde, desde 2000, tem se falado e se implementado muito o Sistema Santa Fé.

Controle de plantas daninhas: baixo custo e benefícios

O Sistema Santa Fé consiste no aproveitamento intensivo das áreas agrícolas, reduzindo os custos porque consegue o aproveitamento da mesma área o ano todo, com lavouras anuais de cereais na safra de verão.

Na entressafra são produzidas forrageiras, como a braquiária, para fornecimento de palhada boa o bastante para um plantio direto.

O engenheiro agrônomo, consultor e especialista em fertilidade, Flávio Moraes, afirma que:

“Sim, é um sistema com vários benefícios e pode ser usado como uma forma de manejar plantas daninhas.”

No vídeo de, aproximadamente 4 minutos a seguir, você pode conferir como que esse tipo de sistema funciona, porque ele beneficia tanto, principalmente no caso do milho e quais os parâmetros seguir para fazer dar certo.

Lembrando que, inicialmente pode haver uma competição entre milho e a braquiária. Então como proceder? Flávio Moraes te explica no vídeo a seguir:

Ele cita o exemplo da buva, que é uma planta daninha de difícil controle, mas que no consórcio de milho com braquiária, por criar um ambiente desfavorável a ela, acaba ajudando a controlar o surgimento dessa planta invasora.

Posteriormente, esse tipo de técnica, acaba por inibir a germinação de outras plantas daninhas.

Isso significa retorno positivo ao produtor!

Proteção efetiva e de qualidade em todas as suas safras

Como dito, plantas daninhas causam enormes prejuízos, quando não controladas. A palavra de “ordem” é essa: controlar.

Essas plantas são apenas um dos problemas que os produtores precisam lidar ao longo do desenvolvimento da cultura e, quando essas são anuais, como soja, milho e demais cereais, o cuidado é ainda mais intenso.

Há ainda as pragas e doenças que impactam em diversas fases da safra. Então, como se preparar para cada uma delas e garantir mais segurança para uma colheita satisfatória?

No Rehagro há uma capacitação online e completa, justamente, nesse segmento: Controle de Pragas e Doenças na Produção de Grãos.

Você vai aprender como identificar com segurança os patógenos, as pragas e as daninhas. Saberá como fazer o controle deles, inclusive como funcionam os mecanismos de ação dos herbicidas e bioinsumos. Além disso, dominará as tecnologias de aplicações.

Isso é possível porque os professores são consultores, então eles atuam constantemente em fazendas. Além de entenderem exatamente o que o produtor precisa, os conhecimentos são atuais e personalizados.

Não perca mais tempo. O controle e proteção das suas lavouras, só depende de você! Clique e tire suas dúvidas, sem compromisso:

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