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	<title>pragas Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>pragas Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Guia Principais pragas e doenças do café</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identifique as principais pragas e doenças do café com mais precisão Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais pragas e doenças que afetam a lavoura cafeeira. Um material prático e direto, com fotos, sintomas, condições favoráveis e os principais danos para te ajudar a proteger sua produção com decisões técnicas. O que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Identifique as principais pragas e doenças do café com mais precisão</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais pragas e doenças que afetam a lavoura cafeeira.</p>
<p>Um material prático e direto, com fotos, sintomas, condições favoráveis e os principais danos para te ajudar a proteger sua produção com decisões técnicas.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Pragas como bicho-mineiro, broca-do-café, ácaro-vermelho, ácaro-da-mancha-anular e cochonilha;</li>
<li>Doenças como ferrugem, cercosporiose, mancha-aureolada, mancha-de-phoma;</li>
<li>Fotos reais para facilitar a identificação visual no campo;</li>
<li>Sintomas típicos de cada praga e doença citada;</li>
<li>Condições ambientais que favorecem cada problema.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de café que desejam proteger a lavoura e evitar perdas por pragas e doenças;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que atuam com fitossanidade e monitoramento da cultura;</li>
<li>Gestores de propriedades que tomam decisões sobre aplicações e estratégias preventivas.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Guia Principais pragas da cultura da soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-principais-pragas-da-cultura-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça as principais pragas da soja e saiba como identificá-las no campo. Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura da soja. Veja fotos, entenda os sintomas, saiba as condições que favorecem os ataques e tome decisões mais assertivas no momento do manejo. O que você vai encontrar neste material técnico: Fotos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça as principais pragas da soja e saiba como identificá-las no campo.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura da soja.</p>
<p>Veja fotos, entenda os sintomas, saiba as condições que favorecem os ataques e tome decisões mais assertivas no momento do manejo.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Fotos reais das principais pragas da soja em diferentes estágios da cultura;</li>
<li>Condições climáticas e ambientais que favorecem o aparecimento de cada praga;</li>
<li>Danos causados em folhas, grãos, vagens e sistema reprodutivo da planta;</li>
<li>Informações essenciais para o monitoramento e planejamento do controle.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de soja que buscam reduzir perdas com diagnóstico precoce e controle eficiente;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que realizam monitoramento de pragas em campo;</li>
<li>Gerentes de fazenda que querem decisões técnicas rápidas e eficazes durante o ciclo da cultura.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39626 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png" alt="Guia Principais pragas da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Guia Principais pragas da cultura do milho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pragas do milho: identifique, entenda e combata com mais eficiência Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura do milho. Conheça os sintomas, condições favoráveis e os danos causados por lagartas, percevejos, pulgões e cigarrinhas. Um material direto, visual e essencial para um manejo mais assertivo. O que você vai encontrar neste [&#8230;]</p>
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<p>Pragas do milho: identifique, entenda e combata com mais eficiência</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico com as principais pragas da cultura do milho.</p>
<p>Conheça os sintomas, condições favoráveis e os danos causados por lagartas, percevejos, pulgões e cigarrinhas. Um material direto, visual e essencial para um manejo mais assertivo.</p>
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<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Características e fotos das pragas mais comuns nas lavouras de milho;</li>
<li>Sintomas típicos causados por cada praga e como identificá-los no campo;</li>
<li>Condições que favorecem a infestação (clima, solo, etc);</li>
<li>Impactos produtivos causados pelas pragas;</li>
<li>Base técnica para o planejamento do controle químico e preventivo.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de milho que enfrentam perdas por pragas e buscam mais controle;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que realizam monitoramento e recomendação de controle;</li>
<li>Gerentes rurais que buscam aumentar a produtividade e prevenir perdas com mais estratégia.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Percevejo-castanho: veja como identificar e combater infestações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/percevejo-castanho-como-identificar-e-combater-infestacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por percevejo-castanho (Scaptocoris castanea), uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil. Embora pequeno e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por <strong>percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>)</strong>, uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil.</p>
<p>Embora pequeno e discreto, o percevejo-castanho <strong>causa danos subterrâneos intensos</strong>, alimentando-se das raízes das forrageiras e provocando amarelamento, redução de vigor, morte de touceiras e, nos casos mais graves, perda total de cobertura vegetal em áreas infestadas.</p>
<p>A infestação pode avançar rapidamente, principalmente em solos arenosos e mal manejados, afetando diretamente o desempenho do rebanho.Em épocas de seca ou transição climática, o problema se agrava. A recuperação das áreas danificadas é lenta e onerosa, exigindo em muitos casos a <strong>renovação completa da pastagem</strong>.</p>
<p>Além disso, o percevejo muitas vezes passa despercebido no início, pois seus danos acontecem abaixo do solo, e os sintomas visíveis na superfície podem ser confundidos com deficiência nutricional, seca ou compactação.</p>
<p>Por isso, entender o comportamento do percevejo-castanho, aprender a identificá-lo corretamente e adotar estratégias de controle e prevenção eficazes é fundamental para manter a produtividade, a longevidade das áreas de pastagem e a saúde econômica do sistema de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como age o percevejo-castanho nas pastagens?</h2>
<p>O percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>) é uma praga de solo muito <strong>comum em regiões de solo arenoso e com pastagens de baixo vigor</strong>, principalmente no Cerrado brasileiro.</p>
<p>Embora sua atuação seja subterrânea, seus efeitos sobre as plantas são visíveis e severos, afetando diretamente a produtividade e a recuperação das áreas infestadas.</p>
<h3>Comportamento e ciclo de vida</h3>
<p>O percevejo vive praticamente <strong>todo o seu ciclo biológico abaixo da superfície do solo</strong>, dificultando sua detecção precoce. O ciclo pode ser dividido em:</p>
<ul>
<li><strong>Ovos</strong>: depositados no solo;</li>
<li><strong>Ninfas</strong>: passam por cinco instares até atingirem a fase adulta;</li>
<li><strong>Adultos</strong>: continuam a viver no solo e se alimentam das raízes.</li>
</ul>
<p>Em condições favoráveis (clima quente e solo seco), o ciclo pode se completar em até 60 dias, o que permite múltiplas gerações por ano, aumentando o potencial de infestação se não houver controle.</p>
<h3>Danos causados às raízes e estrutura da planta</h3>
<p>O percevejo suga a seiva das raízes e colmos subterrâneos, o que causa:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Colapso dos tecidos condutores</strong> da planta;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diminuição da absorção de água e nutrientes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Redução do vigor</strong> da touceira;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Necrose das raízes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em casos graves, morte total da planta.</li>
</ul>
<p>Esses danos são cumulativos e silenciosos. Quando os sintomas aparecem na parte aérea, a planta já perdeu grande parte da capacidade de recuperação.</p>
<h3>Sintomas visíveis da infestação</h3>
<p>Na superfície, os sinais mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Amarelamento progressivo</strong> das folhas, mesmo com boa adubação;</li>
<li>Manchas irregulares na pastagem, com aparência seca e rala;</li>
<li>Plantas com <strong>folhas finas</strong>, com pouco rebrote após pastejo;</li>
<li><strong>Ausência de resposta ao manejo ou correção de solo</strong>;</li>
<li>Em áreas abertas, touceiras mortas com aspecto de “clareiras”.</li>
</ul>
<p>Ao escavar a região das raízes com uma pá ou enxada, é comum encontrar ninfas e adultos escuros, com corpo achatado e patas anteriores adaptadas para escavação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Espécies forrageiras mais suscetíveis</h3>
<p>Embora o percevejo possa atacar diversas gramíneas, ele é mais frequente em:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/"><i>Brachiaria brizantha</i></a></strong> (especialmente cv. Marandu);</li>
<li><i>Panicum maximum</i> (como cv. Mombaça e Tanzânia), quando em solos frágeis;</li>
<li>Pastagens em áreas de baixa fertilidade e manejo intensivo sem rotação.</li>
</ul>
<h3>Clima e solo: o ambiente ideal para a praga</h3>
<p>O percevejo-castanho se desenvolve melhor em:</p>
<ul>
<li>Sistemas de solo arenoso, com menor retenção de umidade;</li>
<li>Regiões com <strong>períodos prolongados de seca</strong> ou estiagem intermitente;</li>
<li>Temperaturas elevadas, comuns em biomas como o Cerrado.</li>
</ul>
<p>Essas condições dificultam a recuperação natural das pastagens e favorecem a manutenção de colônias no subsolo, protegidas das ações climáticas.</p>
<h3>Manejo inadequado da pastagem</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Pastagens mal manejadas</a></strong> são o cenário ideal para a instalação da praga. Entre os erros mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Superpastejo</strong>: o solo exposto favorece a penetração da luz e o ressecamento, criando o ambiente perfeito para o percevejo;</li>
<li><strong>Ausência de rotação de piquetes</strong>: impede o descanso do pasto e reduz a capacidade de recuperação da forrageira;</li>
<li><strong>Falta de adubação e correção de solo</strong>, que leva à perda de vigor das plantas e favorece o ataque às raízes já enfraquecidas.</li>
</ul>
<h3>Erros comuns no diagnóstico e controle</h3>
<p>Um dos principais agravantes é que, frequentemente, a infestação é diagnosticada tardiamente, porque:</p>
<ul>
<li>Os sintomas na parte aérea são semelhantes a deficiência nutricional ou estresse hídrico;</li>
<li>O percevejo vive no subsolo e não é visível a olho nu em inspeções superficiais;</li>
<li>A equipe de campo muitas vezes não conhece o ciclo ou aparência da praga.</li>
</ul>
<p>Além disso, quando o controle é iniciado de forma empírica ou com produtos ineficazes, há desperdício de recursos e agravamento da infestação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Controle do percevejo-castanho</h2>
<p>Combater o percevejo-castanho exige mais do que aplicação pontual de inseticidas. A estratégia mais eficaz envolve diagnóstico precoce, controle integrado e recuperação do solo e das forrageiras.</p>
<p>Abaixo, você confere as principais abordagens recomendadas por instituições como a Embrapa e universidades agrárias.</p>
<h3>1. Monitoramento e diagnóstico precoce</h3>
<p>O primeiro passo é <strong>confirmar a presença da praga com inspeção direta</strong>:</p>
<ul>
<li>Use uma pá para escavar cerca de 10 a 15 cm nas áreas com sintomas;</li>
<li>Procure por ninfas e adultos, geralmente agrupados perto das raízes;</li>
<li>A densidade superior a 5 percevejos por m² já justifica intervenção imediata.</li>
</ul>
<p><i>Dica prática</i>: realize o monitoramento logo após o período seco, quando os danos se tornam mais visíveis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38008" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg" alt="Percevejo-castanho" width="1024" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-768x247.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-370x119.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-740x238.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Biomip</span></p>
<h3>2. Controle químico: quando e como aplicar</h3>
<p>O controle químico é <strong>indicado apenas após confirmação da infestação</strong>, e deve seguir boas práticas para ser eficaz:</p>
<h4>Produtos recomendados:</h4>
<ul>
<li>Ingredientes ativos como fipronil ou bifentrina têm mostrado boa eficácia no controle da praga.</li>
<li>Devem ser aplicados diretamente no solo (em jato dirigido), com volume suficiente para atingir a zona das raízes.</li>
</ul>
<h4>Boas práticas de aplicação:</h4>
<ul>
<li>Aplique em solo úmido (idealmente após chuva leve ou irrigação);</li>
<li>Faça a aplicação nas horas mais frescas do dia (manhã cedo ou fim da tarde);</li>
<li>Evite aplicar em áreas com solos secos ou compactados, pois isso reduz a penetração do produto.</li>
</ul>
<h3>3. Controle biológico e manejo integrado de pragas (MIP)</h3>
<p>O uso de fungos entomopatogênicos, como <i>Metarhizium anisopliae</i>, tem se mostrado promissor em áreas com infestação crônica:</p>
<ul>
<li>Esses agentes <strong>controlam o percevejo sem agredir o solo</strong> ou a microbiota;</li>
<li>Podem ser aplicados em conjunto com práticas de MIP;</li>
<li>Devem ser aplicados em condições de solo úmido e com cobertura vegetal moderada.</li>
</ul>
<h3>4. Recuperação e renovação da área afetada</h3>
<p>Em áreas com alto grau de infestação, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Remover a vegetação morta e deixar o solo repousar por alguns dias;</li>
<li>Corrigir acidez e fertilidade do solo;</li>
<li>Replantar forrageiras com cultivares mais resistentes ou adaptadas ao tipo de solo;</li>
<li>Adotar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">sistema de pastejo rotacionado</a></strong> para evitar estresse contínuo sobre as raízes.</li>
</ul>
<p>Pastagens degradadas têm maior chance de reinfestação, restaurar o vigor do solo e da planta é essencial para impedir o retorno da praga.</p>
<h3>5. Importância da saúde das raízes</h3>
<p>Nutrindo a planta, ela produzirá mais raízes e terá mais vigor e ficará mais forte para enfrentar o ataque.</p>
<ul>
<li>A saúde das raízes das forrageiras é fundamental para garantir um bom desenvolvimento da planta;</li>
<li>Quando as raízes são bem nutridas e recebem adubação adequada, tornam-se mais resistentes a ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-pragas-de-pastagens-saiba-como-controlar/">pragas</a></strong>, como o percevejo castanho.</li>
<li>Investir na nutrição das raízes promove a formação de novas raízes, aumentando a capacidade de absorção de água e nutrientes essenciais.</li>
<li>O fortalecimento radicular resulta em plantas mais vigorosas, produtivas e menos suscetíveis às pragas.</li>
</ul>
<h2>Práticas de prevenção e manejo contínuo</h2>
<p>Após controlar uma infestação de percevejo-castanho, o desafio seguinte é impedir que o problema volte a ocorrer, principalmente em áreas com histórico de reincidência.</p>
<p><strong>A prevenção é sempre mais barata e eficiente do que o combate reativo</strong>. A seguir, veja práticas comprovadas para reduzir drasticamente o risco de reinfestações:</p>
<h3>Rotação de pastagens com descanso adequado</h3>
<p>O uso do pastejo rotacionado com períodos de descanso bem definidos:</p>
<ul>
<li>Reduz o estresse nas plantas forrageiras;</li>
<li>Melhora o acúmulo de reservas radiculares;</li>
<li>Cria um ambiente menos favorável para a instalação da praga.</li>
</ul>
<h3>Uso de cultivares mais tolerantes ou adaptadas</h3>
<p>Escolher bem a forrageira é uma das melhores estratégias preventivas:</p>
<ul>
<li>Algumas cultivares de <i>Brachiaria</i> e <i>Panicum</i> apresentam maior tolerância ao percevejo;</li>
<li>Pastagens bem adaptadas ao tipo de solo e clima local sofrem menos estresse, reduzindo o risco de ataque.</li>
</ul>
<h3>Monitoramento sistemático ao longo do ano</h3>
<p>O controle eficiente começa com a rotina de inspeção no campo, mesmo sem sintomas visíveis:</p>
<ul>
<li>Realize escavações periódicas (principalmente após a seca);</li>
<li>Registre áreas com sintomas suspeitos;</li>
<li>Aja rapidamente ao primeiro sinal de infestação.</li>
</ul>
<h3>Capacitação da equipe da fazenda</h3>
<p>É comum que percevejos sejam subestimados ou confundidos com outras causas de perda de vigor. Por isso:</p>
<ul>
<li>Capacite a equipe a identificar a praga em campo;</li>
<li>Estabeleça protocolos claros de observação e comunicação;</li>
<li>Envolva os responsáveis pelo manejo na tomada de decisão rápida.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O percevejo-castanho é uma <strong>praga discreta, mas com grande potencial de prejuízo</strong>. Sua atuação subterrânea compromete as raízes das pastagens, reduz a absorção de nutrientes, provoca falhas na cobertura vegetal e impacta diretamente o ganho de peso dos animais e a rentabilidade da pecuária.</p>
<p>Se sua fazenda apresenta sintomas de perda de vigor no pasto, manchas irregulares, touceiras secando ou ausência de resposta à adubação, investigue o solo. O percevejo-castanho pode estar ali, comprometendo silenciosamente sua produtividade.</p>
<p>A boa notícia é que, com conhecimento, estratégia e ação técnica, é possível eliminar a praga, recuperar as áreas afetadas e fortalecer seu sistema contra novas infestações.</p>
<h2>Controle pragas com mais estratégia e garanta o desempenho do rebanho</h2>
<p data-start="214" data-end="496">O percevejo-castanho é só um dos muitos desafios que podem comprometer a qualidade das pastagens e, consequentemente, a performance do gado de corte. Para manter a produção eficiente o ano todo, é essencial entender a fundo a relação entre nutrição, manejo e sanidade das pastagens.</p>
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<p data-start="498" data-end="918">Com aulas online e foco em aplicação prática, você estará mais preparado para enfrentar infestações como a do percevejo-castanho e muitos outros desafios no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Principais pragas de pastagens: saiba como controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 11:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas de pecuária de corte a pasto, o bom desempenho do rebanho depende diretamente da qualidade e disponibilidade da forragem. Dentro desse contexto, um fator muitas vezes subestimado e que pode comprometer severamente a produtividade é a ação de pragas nas pastagens. Diferente das plantas daninhas, que competem com as gramíneas forrageiras por recursos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas de pecuária de corte a pasto, o bom desempenho do rebanho depende diretamente da qualidade e disponibilidade da forragem. Dentro desse contexto, um fator muitas vezes subestimado e que pode comprometer severamente a produtividade é a <strong>ação de pragas nas pastagens</strong>.</p>
<p>Diferente das plantas daninhas, que competem com as gramíneas forrageiras por recursos, as pragas são organismos vivos que se alimentam ou atacam diretamente as plantas, enfraquecendo sua estrutura e capacidade de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O que caracteriza uma praga em pastagens?</h2>
<p>Pragas de pastagens são, de forma geral, <strong>insetos ou organismos que, ao se alimentar das partes vegetativas das plantas forrageiras, causam danos visíveis ou indiretos</strong>, afetando sua fisiologia, crescimento e valor nutritivo. Os ataques podem ocorrer:</p>
<ul>
<li>Nas raízes (ex: cupins);</li>
<li>Nas folhas e colmos (ex: cigarrinhas e lagartas);</li>
<li>Na seiva da planta (ex: percevejos).</li>
</ul>
<p>Além de danos diretos, muitas pragas também atuam como <strong>vetores de patógenos</strong> (vírus, bactérias ou fungos), o que agrava ainda mais os prejuízos.</p>
<h3>Por que o tema deve ser tratado como prioridade?</h3>
<p>Ignorar ou minimizar a presença de pragas nas pastagens é abrir espaço para uma <strong>queda silenciosa e contínua na eficiência do sistema</strong>. Alguns dos principais motivos para dar atenção imediata ao tema são:</p>
<ul>
<li>Dificuldade de recuperação da pastagem quando o dano se torna avançado;</li>
<li>Aumento dos custos indiretos, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação alimentar</a></strong> para compensar a perda de qualidade da forragem;</li>
<li>Impactos no ganho de peso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e tempo de terminação dos animais;</li>
<li>Riscos de perda total da cobertura vegetal, exigindo replantio ou reforma da área.</li>
</ul>
<p>Além disso, em muitos casos, o diagnóstico da infestação ocorre tarde demais, pois os sinais iniciais são sutis e exigem olhar técnico e rotina de monitoramento.</p>
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<h2>Principais pragas de pastagens no brasil</h2>
<p>O Brasil possui extensas áreas de pastagens, com predominância de gramíneas tropicais e subtropicais como as do gêneros <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria</a></strong>, Panicum e Cynodon.</p>
<p>Essas espécies, apesar de adaptadas, <strong>são vulneráveis ao ataque de diversas pragas</strong>, especialmente em sistemas com baixa diversidade, manejo incorreto e ausência de práticas preventivas. A seguir, conheça as principais pragas que impactam a produtividade das forrageiras.</p>
<h3>1. Cupins (<i>Isoptera</i>)</h3>
<p>Os <strong>cupins de solo</strong> são considerados <strong>uma das pragas mais prejudiciais das pastagens brasileiras</strong>, especialmente em áreas de solos arenosos e de cerrado.</p>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Constroem túneis e galerias que danificam o sistema radicular das plantas;</li>
<li>Promovem a morte de touceiras inteiras, reduzindo a densidade da pastagem;</li>
<li>Seu ataque é silencioso, mas com impacto cumulativo e duradouro.</li>
<li>Ataques frequentes na época das águas, quando a planta apresenta um melhor desenvolvimento radicular.</li>
</ul>
<p><strong>Indicadores de infestação:</strong></p>
<ul>
<li>Presença de montículos (murundus) na superfície;</li>
<li>Manchas de falhas no pasto;</li>
<li>Gramíneas facilmente arrancadas com a mão.</li>
</ul>
<h3>2. Cigarrinhas-das-pastagens (<i>Hemiptera: Cercopidae</i>)</h3>
<p>Consideradas a principal praga aérea de pastagens tropicais, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinhas</a></strong> se alimentam da seiva das gramíneas, causando <strong>fitotoxicidade severa</strong>.</p>
<p><strong>Espécies comuns:</strong></p>
<ul>
<li><i>Zulia entreriana;</i></li>
<li><i>Deois flavopicta;</i></li>
<li><i>Notozulia entreriana.</i><i><br />
</i></li>
</ul>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Clorose e necrose das folhas, deixando o pasto com aparência queimada;</li>
<li>Redução drástica do valor nutritivo da forragem;</li>
<li>Diminuição do vigor e da capacidade de rebrota.</li>
</ul>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<p>Infestações mais intensas ocorrem na transição da estação chuvosa para a seca, quando há alta umidade residual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-37303" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens.jpg" alt="Cigarrinha das pastagens, principal praga de pastagens no Brasil" width="902" height="672" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens.jpg 902w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-768x572.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-740x551.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 902px) 100vw, 902px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Cigarrinha-das-pastagens.</span></p>
<h3>3. Formigas cortadeiras (<i>Atta spp. e Acromyrmex spp.</i>)</h3>
<p>As formigas cortadeiras são bem conhecidas no meio rural, e sua ação em pastagens <strong>pode comprometer a rebrota e o estabelecimento de novas forrageiras</strong>.</p>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Corte de folhas e brotações novas;</li>
<li>Redução da capacidade de recuperação das plantas após o pastejo;</li>
<li>Dificuldade na implantação de pastagens novas, especialmente em áreas recém <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">reformadas</a></strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais de infestação:</strong></p>
<ul>
<li>Presença de carreiras de folhas cortadas;</li>
<li>Montes de terra solta (formigueiros ativos).</li>
</ul>
<h3>4. Lagartas das pastagens</h3>
<p>São pragas que podem causar sérios danos às áreas cultivadas, especialmente em pastagens. Esses insetos, pertencentes a diversas espécies, alimentam-se das folhas das plantas, comprometendo a saúde e o crescimento das culturas.</p>
<p>A presença dessas lagartas pode resultar em <strong>prejuízos significativos para a produção de forragem</strong>, afetando a alimentação do gado e, consequentemente, a rentabilidade das propriedades rurais.</p>
<p>Os principais danos causados pelas lagartas incluem a <strong>desfolha intensa das plantas</strong>, que pode levar à redução da biomassa disponível para o pastejo. Em casos de infestação severa, a perda da cobertura vegetal pode ser tão acentuada que a regeneração das pastagens se torna difícil.</p>
<p>Os sinais de infestação por lagartas são relativamente fáceis de identificar. Entre os principais indícios, destacam-se a presença de folhas parcialmente consumidas, com bordas irregulares e buracos visíveis.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Impactos das pragas na nutrição e no desempenho animal</h2>
<p>Em sistemas de gado de corte onde a alimentação é majoritariamente baseada em pasto, <strong>qualquer fator que comprometa a qualidade ou a disponibilidade da forragem afeta diretamente o desempenho animal</strong>.</p>
<p>As pragas das pastagens, ao atacarem as gramíneas forrageiras, provocam efeitos em cadeia que vão do vigor da planta até o resultado financeiro da arroba produzida.</p>
<h3>Redução da densidade e do vigor das forrageiras</h3>
<p>Pragas como cupins e cigarrinhas reduzem drasticamente a densidade de plantas forrageiras por hectare. Isso significa que:</p>
<ul>
<li>Há menos massa verde disponível para consumo;</li>
<li>A capacidade de suporte da área (UA/ha) diminui;</li>
<li>A necessidade de uso de piquetes extras ou suplementação se antecipa.</li>
</ul>
<p>Com menos plantas vigorosas por área, a recuperação após o pastejo se torna mais lenta, favorecendo ainda mais a degradação do pasto.</p>
<h3>Perda de qualidade nutricional da forragem</h3>
<p>Mesmo que a gramínea permaneça na área, seu <strong>valor nutritivo pode ser fortemente reduzido por ataques de pragas</strong>. Isso se reflete em:</p>
<ul>
<li>Menor teor de proteína bruta (PB) nas folhas;</li>
<li>Redução da digestibilidade e aumento da fibra indigestível;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aumento da proporção de material morto e fibroso no pasto.</li>
</ul>
<p>Esses fatores influenciam diretamente na eficiência de conversão alimentar do gado e <strong>podem exigir reformulações na dieta</strong>, especialmente durante a seca.</p>
<h3>Impactos diretos no desempenho zootécnico</h3>
<p>A combinação de menor quantidade e pior qualidade do pasto leva a uma série de consequências sobre o rebanho:</p>
<ul>
<li>Queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong> dos animais;</li>
<li>Aumento do ciclo de engorda, postergando o abate;</li>
<li>Redução na taxa de lotação e nos índices de produtividade por hectare;</li>
<li>Custo por arroba produzida mais alto, pois a suplementação precisa ser intensificada.</li>
</ul>
<p>Em situações mais graves, os efeitos ainda podem incluir perda de peso corporal, aumento da mortalidade de bezerros e redução na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong> em sistemas de cria.</p>
<h3>O custo oculto: suplementar o que o pasto deveria entregar</h3>
<p>Ao comprometer o pasto, as pragas forçam o produtor a gastar mais com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/">ração</a></strong>, energéticos proteinados ou silagem, especialmente na entressafra.</p>
<p>Ou seja, não realizar o controle das pragas é assumir um custo nutricional extra silencioso, que, somado ao longo do ano, compromete a margem da operação.</p>
<h2>Como identificar as pragas no campo?</h2>
<p>Saber que existem pragas atacando as pastagens é diferente de saber <strong>quais são, onde estão, quanto estão afetando e quando agir</strong>. O diagnóstico eficiente é um processo técnico, que exige observação sistemática, registro e conhecimento básico sobre o comportamento das principais pragas.</p>
<h3>Métodos de reconhecimento visual e amostragens</h3>
<p>A identificação de pragas nas pastagens pode ser feita com métodos simples, mas sistemáticos, como:</p>
<ul>
<li><strong>Inspeção visual direta</strong>: caminhar pela pastagem observando sintomas como folhas comidas, rebrotas deformadas, manchas secas ou coloração alterada;</li>
<li><strong>Levantamento de montículos</strong> (murundus) no caso de cupins;</li>
<li><strong>Coleta de insetos com rede de varredura</strong>, útil para cigarrinhas e percevejos;</li>
<li><strong>Monitoramento noturno</strong>, que pode revelar o ataque de lagartas e grilos.</li>
</ul>
<h3>A importância de registros e acompanhamento periódico</h3>
<p>Um diagnóstico não deve ser um evento isolado. <strong>Registrar e acompanhar a evolução das infestações</strong> permite:</p>
<ul>
<li>Medir a eficácia das medidas de controle;</li>
<li>Identificar áreas recorrentes ou críticas;</li>
<li>Planejar ações antecipadas para os períodos de maior risco.</li>
</ul>
<h2>Estratégias de controle integrado</h2>
<p>O combate eficiente às pragas de pastagens não depende de uma única ação ou produto. O caminho mais eficaz e sustentável é o <strong>Manejo Integrado de Pragas (MIP)</strong>, que consiste em combinar diferentes métodos de controle, com base em diagnóstico, planejamento e monitoramento contínuo.</p>
<p>Essa abordagem aumenta a eficácia, reduz custos no longo prazo e minimiza impactos ambientais.</p>
<h3>1. Controle químico: o uso técnico e responsável de inseticidas</h3>
<p>O controle químico ainda é uma das principais ferramentas para combater pragas, especialmente em infestações severas ou de rápida evolução, como no caso das <strong>cigarrinhas e lagartas.</strong></p>
<p>Boas práticas no uso de defensivos:</p>
<ul>
<li>Escolher produtos <strong>específicos para a praga-alvo</strong>;</li>
<li>Aplicar na <strong>época certa do ciclo da praga</strong>, quando ela está mais vulnerável;</li>
<li>Utilizar <strong>equipamentos calibrados</strong> e aplicar nas condições ideais (sem vento ou sol forte);</li>
<li>Respeitar o período de carência e rotacionar princípios ativos para evitar resistência.</li>
</ul>
<h3>2. Controle biológico: um aliado sustentável e promissor</h3>
<p>Cada vez mais presente em sistemas tecnificados, o <strong>controle biológico</strong> consiste no uso de organismos vivos ou extratos naturais para combater as pragas. Já existem no mercado bioinseticidas e agentes naturais com eficácia comprovada contra algumas pragas de pastagens.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li><strong>Fungos entomopatogênicos</strong> (ex: <i>Metarhizium anisopliae</i>) para controle de cigarrinhas e cupins;</li>
<li><strong>Nematoides entomopatogênicos</strong>, em estudos para manejo de pragas subterrâneas;</li>
<li><strong>Extratos botânicos com efeito repelente ou inseticida</strong>, com menor impacto ambiental.</li>
</ul>
<h3>3. Manejo cultural: fortalecer o pasto para resistir às pragas</h3>
<p>Muitas infestações são consequência direta do <strong>pasto fraco ou degradado</strong>. Melhorar as condições de cultivo das forrageiras é uma forma <strong>preventiva e duradoura de controlar pragas</strong>.</p>
<p><strong>Práticas recomendadas:</strong></p>
<ul>
<li>Adubação de correção e manutenção, com base em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>;</li>
<li>Rotação de piquetes com períodos adequados de descanso e recuperação;</li>
<li>Manutenção da altura de pastejo ideal, respeitando o ponto de entrada e saída;</li>
<li>Sobressemeadura em áreas com falhas ou pouco vigor;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">Escolha de forrageiras</a></strong> mais tolerantes a determinadas pragas.</li>
</ul>
<h2>Inovações tecnológicas no controle de pragas de pastagens</h2>
<p>A evolução das tecnologias no agronegócio tem alcançado também o manejo de pastagens.</p>
<p>Nos últimos anos, surgiram <strong>novas ferramentas e soluções digitais</strong> que ampliam a capacidade de diagnosticar, monitorar e controlar pragas com maior precisão, reduzindo desperdícios e otimizando os resultados zootécnicos.</p>
<p>A seguir, conheça algumas das inovações mais relevantes aplicáveis à realidade da pecuária de corte.</p>
<h3>1. Drones para mapeamento e aplicação localizada</h3>
<p>Os drones têm se tornado aliados poderosos no manejo de pastagens, principalmente em fazendas com grande extensão ou dificuldade de acesso manual.</p>
<p><strong>Aplicações práticas:</strong></p>
<ul>
<li>Mapeamento aéreo georreferenciado, identificando manchas de infestação de cigarrinhas, lagartas ou áreas com reboleiras causadas por cupins;</li>
<li>Monitoramento da eficácia de aplicações químicas ou biológicas;</li>
<li>Aplicação dirigida de inseticidas ou bioinsumos em áreas específicas, reduzindo o custo com produtos e o impacto ambiental.</li>
</ul>
<p><strong>Benefícios:</strong></p>
<ul>
<li>Redução de até 50% no uso de defensivos em comparação com aplicação convencional;</li>
<li>Identificação precoce de falhas ou reinfestações;</li>
<li>Agilidade no diagnóstico em grandes áreas.</li>
</ul>
<h3>2. Sensoriamento remoto e inteligência artificial (IA)</h3>
<p>Tecnologias de satélite combinadas com algoritmos de IA têm sido usadas para <strong>avaliar a saúde da vegetação e detectar anomalias nas pastagens</strong>, que podem indicar a presença de pragas ou estresse hídrico.</p>
<p><strong>Aplicações promissoras:</strong></p>
<ul>
<li>Identificação de áreas com perda de vigor ou coloração alterada;</li>
<li>Geração de mapas de calor que facilitam o direcionamento de ações;</li>
<li>Análise preditiva baseada em histórico climático e dados de solo.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>As pragas de pastagens representam um <strong>risco silencioso, porém altamente impactante para os sistemas de produção</strong> pecuária baseados em forragem.</p>
<p>O ataque de insetos como <strong>cupins, cigarrinhas, lagartas e formigas cortadeiras</strong> compromete a quantidade e a qualidade do pasto, elevando custos de suplementação, reduzindo o desempenho animal e, em muitos casos, provocando a degradação irreversível das áreas.</p>
<p>Mais do que combater um problema pontual, o controle de pragas é uma decisão de <strong>gestão estratégica</strong>, que impacta diretamente o resultado por hectare, a previsibilidade produtiva e a margem da operação pecuária.</p>
<h2 data-start="99" data-end="488">Controle de pragas começa com manejo inteligente das pastagens</h2>
<p class="" data-start="99" data-end="488">As pragas são apenas um dos muitos desafios enfrentados por quem trabalha com pecuária de corte. Para manter a produtividade do pasto e garantir o desempenho do rebanho, é fundamental ir além do controle pontual e adotar uma gestão completa que envolva nutrição, recuperação e uso estratégico das áreas de pastagem.</p>
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<p class="" data-start="857" data-end="1137">Não espere as pragas tomarem conta. Invista no seu conhecimento e esteja preparado para conduzir uma pecuária mais lucrativa e sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p data-start="857" data-end="1137">Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-pragas-de-pastagens-saiba-como-controlar/">Principais pragas de pastagens: saiba como controlar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cochonilha da roseta no cafeeiro: como controlar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cochonilha-da-roseta-no-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[cochonilhas das rosetas]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cochonilha da roseta do cafeeiro, também denominada como cochonilha branca, compreende um complexo com várias espécies, pertencentes ao gênero Planococcus. As duas principais espécies são Planococcus citri e Planococcus minor, embora ocorra outras espécies e gêneros associados, como Pseudococcus longispinus.  &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Morfologia da cochonilha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A cochonilha da roseta do cafeeiro, também denominada como cochonilha branca, compreende um complexo com várias espécies, pertencentes ao gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Planococcus. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As duas principais espécies são </span><i><span style="font-weight: 400;">Planococcus citri e Planococcus minor</span></i><span style="font-weight: 400;">, embora ocorra outras espécies e gêneros associados, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Pseudococcus longispinus.</span></i><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Morfologia da cochonilha da roseta</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As cochonilhas do gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Planococcus, </span></i><span style="font-weight: 400;"><strong>podem ser encontradas na parte aérea e raízes do cafeeiro</strong>. As fêmeas são relativamente móveis e medem de 2,5 a 4mm de comprimento. Possuem corpo com formato oval, coloração geral castanho-amarelada, recoberto por uma secreção pulverulenta e cera branca (Figura 1).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32401" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-1024x841.jpg" alt="Fêmea da cochonilha" width="400" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-1024x841.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-300x246.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-768x631.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-370x304.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-270x222.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-365x300.jpg 365w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-740x608.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3-150x123.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-3.jpg 1103w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32402" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-1024x835.jpg" alt="Colônia da cochonilha em roseta de cafeeiro arábica" width="500" height="408" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-1024x835.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-300x245.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-768x626.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-370x302.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-270x220.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-368x300.jpg 368w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-740x604.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4-150x122.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-4.jpg 1107w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Figura 1- Fêmea da cochonilha </span><i><span style="font-weight: 400;">P. citri </span></i><span style="font-weight: 400;">(superior) e colônia da mesma espécie </span> <span style="font-weight: 400;">em roseta de cafeeiro arábica. Fotos: Renildo Costa (superior) e Eduardo Mosca (inferior).</span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Hábito de vida da cochonilha da roseta</h3>
<p>Na estação seca do ano, as cochonilhas alojam-se no solo, onde se alimentam das raízes do cafeeiro ou de plantas daninhas (figura 2). Com o início das chuvas, sobem para a parte aérea das plantas e ficam alojadas nas flores, chumbinho e base dos frutos.</p>
<p>Essas cochonilhas estão relacionadas com a ocorrência de fungos, geralmente do gênero <em>Capnodium</em>, causador da fumagina, fungo escuro que se desenvolve nas excreções açucaradas (honeydew) e também estão associadas com a presença de formigas doceiras, que se alimentam dessa secreção.</p>
<p>O <strong>ataque das cochonilhas ocorre em reboleiras e sua disseminação ocorre principalmente pelas ninfas</strong>, que podem passar de uma planta para a outra, caminhando pelo solo, a curtas distâncias, ou serem levadas pelo vento ou, ainda, disseminadas pelas formigas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32403 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2.jpg" alt="Cochonilhas alojadas no sistema radicular de Bidens pilosa (Picão preto)" width="902" height="507" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2.jpg 902w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2-740x416.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-2-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 902px) 100vw, 902px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Figura 2 &#8211; P. citri alojadas no sistema radicular de Bidens pilosa (Picão preto). <span style="font-weight: 400;">Foto: Ernani Z. Viana.</span></span></p>
<h2>Principais danos causados pela cochonilha da roseta</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto as ninfas, quanto as fêmeas das cochonilhas </span><i><span style="font-weight: 400;">P. citri </span></i><span style="font-weight: 400;">e</span><i><span style="font-weight: 400;"> P. minor</span></i><span style="font-weight: 400;"> sugam a seiva na roseta causando danos, desde a floração até a <a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>colheita dos frutos</strong></a>, onde vivem em colônias, sempre em reprodução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ataque dessas pragas causa perda de botões florais, chochamento e quedas de chumbinhos, até mesmo de frutos maiores, ocasionando em ataques mais severos a ausência de frutos nas rosetas, o que chama de rosetas banguelas (Figura 3). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas cochonilhas tem preferência pela parte aérea, porém descem até o solo e se refugiam nas raízes do cafeeiro na estação seca do ano. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32404 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-1024x927.jpg" alt="Danos ocasionados pela cochonilha em cafeeiro arábica" width="770" height="697" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-1024x927.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-300x271.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-768x695.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-370x335.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-270x244.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-332x300.jpg 332w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-740x670.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6-150x136.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-6.jpg 1051w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 3- Danos ocasionados pela cochonilha P. citri em cafeeiro arábica (“roseta banguela”). Foto: Eduardo Mosca.</span></p>
<h3>Monitoramento</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se realizar o monitoramento para constatar a presença da praga na roseta ou a sua locomoção das raízes para a parte aérea. <strong>Recomenda-se efetuar inspeções com frequência, examinando o colo da planta e as rosetas das plantas, desde os botões florais.</strong> Principalmente em lavouras em que houve ocorrência da praga no ano anterior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma dica importante é observar a presença de formigas doceiras, pois a presença delas é um indicativo de ocorrência da cochonilha. Deve-se iniciar a inspeção pelo terço superior das plantas, quando as primeiras floradas ocorrerem e, posteriormente, em toda a planta.</span></p>
<h2>Como controlar a cochonilha da roseta?</h2>
<h3>Controle biológico</h3>
<p><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-na-cafeicultura/" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400;"><strong>Beauveria bassiana</strong> </span></i></a><span style="font-weight: 400;">tem apresentado bons resultados no controle das cochonilhas das rosetas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recomendação é realizar 2 aplicações em intervalo de 10 dias. Sendo que as aplicações devem ser realizadas <a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-foliar-na-cultura-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>via foliar</strong></a> no início de infestação da praga, trabalhando com volume de calda de 1000 L/ha e adicionar adjuvante (0,05%). </span></p>
<h3>Controle químico</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o controle químico existem poucos produtos registrados no MAPA específicos contra as cochonilhas das rosetas (Quadro 1). Para realizar um controle eficiente, é necessário que a <strong>pulverização seja capaz de transpor a capa serosa que envolve o corpo do inseto e atingir as colônias dessa praga</strong> (figura 4).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, deve-se realizar um bom molhamento da planta, com aplicação em alta pressão e trabalhar com maior volume de calda (800 a 1000 Lt/ha), sendo indicado também a adição de óleo mineral e adjuvante siliconado na calda. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32405 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-1024x728.jpg" alt="Substância lanuginosa branca que envolve as colônias da cochonilha da roseta" width="770" height="547" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-1024x728.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-300x213.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-768x546.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-370x263.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-270x192.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-740x526.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5-150x107.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/cochonilhas-das-rosetas-5.jpg 1216w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 4 &#8211; Substância lanuginosa branca que envolve as colônias da cochonilha da roseta. Foto: Ernani Z. Viana</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41797 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-cochonilha.png" alt="Tabela com os produtos registrados para o controle de Cochonilha-da roseta" width="693" height="269" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-cochonilha.png 693w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-cochonilha-300x116.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-cochonilha-370x144.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-cochonilha-270x105.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-cochonilha-150x58.png 150w" sizes="auto, (max-width: 693px) 100vw, 693px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;"><span style="font-weight: 400;">Quadro 1- Produtos registrados para o controle de Cochonilha-da roseta &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">Planococcus minor</span></i><span style="font-weight: 400;">, não produto registrado para controle de </span><i><span style="font-weight: 400;">Planococcus citri</span></i><span style="font-weight: 400;"> no cafeeiro</span><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<h2>Fortaleça o controle de pragas e aumente a eficiência da lavoura</h2>
<p>A cochonilha da roseta é uma praga que compromete o vigor do cafeeiro e pode reduzir a produtividade quando não é manejada corretamente. Para evitar prejuízos, é fundamental adotar estratégias de controle eficientes, integradas a uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a> </strong>do Rehagro, você aprende a planejar o manejo fitossanitário de forma estratégica, reduzir custos, interpretar melhor os desafios do campo e conduzir sua produção com foco em qualidade, produtividade e lucratividade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-29769" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias.jpg" alt="Isaias dos Santos" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-size: 16px;"><strong>Referências Bibliográficas</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. AGROFIT. Sistemas de Agrotóxicos Fitossanitários. Brasília, DF: MAPA, [2024]. Disponível em: &lt;https://agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons/principal_agrofit_cons&gt;. Acessado em 10 fev. 2024.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">GUIMARÃES, R.J. MENDES, A.N.G. BALIZA, D.P. Semiologia do Cafeeiro: Sintomas de desordens nutricionais, fitossanitárias e fisiológicas. Lavras: UFLA, 2010. 215p.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">MATIELLO, J. B. et al. Cultura de café no Brasil: Manual de recomendações. Varginha, MG, 2020. p.714.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">SANTA-CECÍLIA, L. V. C. et al. Cochonilhas-farinhentas em cafeeiros: bioecologia, danos e métodos de controle. Boletim técnico, nº 79. Belo Horizonte: EPAMIG, 2007.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">SANTA-CECÍLIA, L. V. C.; PRADO, E.; SOUSA, A. L. V. Influência da temperatura na distribuição vertical da cochonilha-branca, Planococcus citri (risso)(Hemiptera: Pseudococcidae) em plantas de café. Arquivos do Instituto Biológico, v. 78, p. 619-622, 2020.</span></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cochonilha-da-roseta-no-cafeeiro/">Cochonilha da roseta no cafeeiro: como controlar essa praga?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Ácaro vermelho na cultura do café: como controlar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/acaro-vermelho-na-cultura-do-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 11:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[ácaro vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ácaro vermelho (Oligonychus ilicis) é uma praga que pode ocorrer tanto na espécie Coffea arabica, quanto em Coffea canephora. No Brasil, o primeiro relato de Oligonychus ilicis atacando o cafeeiro arábica foi no estado de São Paulo em 1950. O cafeeiro Conilon tem se mostrado mais sensível ao ataque de ácaro vermelho, quando comparado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ácaro vermelho (<i>Oligonychus ilicis</i>) é uma praga que pode ocorrer tanto na espécie <i>Coffea arabica</i>, quanto em <i>Coffea canephora</i>. No Brasil, o primeiro relato de <i>Oligonychus ilicis</i> atacando o cafeeiro arábica foi no estado de São Paulo em 1950.</p>
<p><strong>O cafeeiro Conilon tem se mostrado mais sensível ao ataque de ácaro vermelho</strong>, quando comparado com o cafeeiro arábica.</p>
<p>Essa espécie de ácaro fica alojada na parte superior da folha (Figura 1), o ácaro se alimenta das folhas do cafeeiro, prejudicando o desenvolvimento das plantas ao reduzir a eficiência da fotossíntese e causar desfolha.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32240 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2-300x181.jpg" alt="Fêmeas e ovo de ácaro vermelho sobre a folha do cafeeiro" width="300" height="181" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2-300x181.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2-768x463.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2-370x223.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2-270x163.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2-740x446.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2-150x90.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-2.jpg 903w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 1 &#8211; Fêmeas e ovo de ácaro vermelho sobre a folha do cafeeiro. Fonte: Paulo Rebelles Reis.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Principais sintomas e danos causados</h2>
<p>O ácaro vermelho se alimenta das folhas do cafeeiro, ele perfura as células e suga parte do conteúdo celular. As plantas atacadas apresentam folhas bronzeadas e sem brilho, é possível notar finas teias tecidas pelo ácaro e os restos de suas ecdises, juntamente com detritos de poeira (Figura 2).</p>
<p>O prejuízo ocorre pela redução da capacidade fotossintética (Figura 3) em função das lesões geradas no limbo foliar e pela desfolha. <strong>O dano é mais significativo em plantas que estão em fase de formação</strong> (primeiro e segundo ano).</p>
<p>É comum encontrar ataques mais severos nas plantas de café próximas de estradas, normalmente o ataque desse ácaro ocorre em reboleiras, como pode ser observado na Figura 2. Podendo também, mas raramente, atacar toda a plantação em casos mais severos, sendo mais atingidas as plantas com carga maior.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32241 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-3-135x300.jpg" alt="Sintomas do ácaro vermelho em plantas de café" width="135" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-3-135x300.jpg 135w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-3-370x821.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-3-270x599.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-3-150x333.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-3.jpg 462w" sizes="auto, (max-width: 135px) 100vw, 135px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32242 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-4-135x300.jpg" alt="Sintomas do ácaro vermelho em plantas de café" width="135" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-4-135x300.jpg 135w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-4-461x1024.jpg 461w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-4-370x821.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-4-270x599.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-4-150x333.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-4.jpg 464w" sizes="auto, (max-width: 135px) 100vw, 135px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 2- Sintomas do ácaro vermelho em plantas de café. Fotos: Isaias dos Santos</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32243 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-6.jpg" alt="Gráfico com efeito da densidade de ácaros por folha sobre a taxa de fotossíntese potencial" width="578" height="272" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-6.jpg 578w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-6-300x141.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-6-370x174.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-6-270x127.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-6-150x71.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 578px) 100vw, 578px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Figura 3 &#8211; Efeito da densidade de ácaros </span><i><span style="font-weight: 400;">O. ilicis</span></i><span style="font-weight: 400;"> (ácaro vermelho) por folha sobre a taxa de fotossíntese potencial, após 21 dias da infestação inicial, em função de diferentes níveis de infestação. Fonte: Franco <i>et al</i>. (2009).</span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Condições favoráveis para o ácaro vermelho</h2>
<p>Época de seca, com <strong>estiagem prolongada</strong>, são condições favoráveis para o desenvolvimento do ácaro. Os períodos de maior incidência ocorrem no <a href="https://rehagro.com.br/blog/geada-nos-cafezais-como-evitar-prejuizos-na-propriedade/" target="_blank" rel="noopener"><strong>inverno</strong></a> e em épocas de veranicos. Geralmente, regiões mais quentes e secas tendem a enfrentar problemas mais significativos de infestações.</p>
<p>O uso excessivo de fungicidas cúpricos (a base de cobre) visando o controle de ferrugem (Gráfico 1) e também de alguns piretróides, utilizados no controle de <a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bicho-mineiro</strong></a>, tem causado um aumento acentuado da população de ácaro vermelho em plantas de cafeeiro, provocando o que é conhecido como ressurgência.</p>
<p>O aumento do número de ácaros pode ocorrer pela melhoria nas condições fisiológicas da planta provocada pelo produto (trofobiose), pelo estímulo direto na reprodução do ácaro por dosagens subletais do produto (hormoligose), ou ainda pela ação dos produtos sobre os inimigos naturais do ácaro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32244 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-5.jpg" alt="Gráfico do efeito de diferentes doses de oxicloreto de cobre em cafeeiros" width="600" height="365" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-5.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-5-300x183.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-5-370x225.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-5-270x164.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/acaro-vermelho-5-150x91.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 13px;">Gráfico 1- Efeito de diferentes doses de oxicloreto de cobre, aplicadas em 5 pulverizações, no controle da ferrugem, sobre a infestação de ácaro vermelho em cafeeiros. Fonte: Paulini <i>et al.</i> (1975) apud MATIELLO, J. B. <i>et al. </i>2020.</span></p>
<h2>Formas de controle do ácaro vermelho</h2>
<h3>Preventivo</h3>
<p>Uma forma preventiva de evitar aumentos da população é <strong>ter cuidado com a utilização contínua e exagerada de fungicidas cúpricos e os inseticidas piretróides e neonicotinóides</strong> que podem acarretar em aumento da população desses ácaros.</p>
<h3>Físico</h3>
<p>Como a maioria dos ácaros dessa espécie ficam na superfície das folhas, chuvas intensas e constantes e/ou irrigação por aspersão, podem exercer o controle físico, reduzindo a população dos ácaros.</p>
<h3>Químico</h3>
<p>Quando necessário, o controle químico deve ser realizado por meio de pulverizações de acaricidas/inseticidas específicos, dando preferência para produtos que sejam seletivos para inimigos naturais, principalmente aos ácaros Phytoseiidae. Para melhor eficiência no controle, recomenda-se trabalhar com volume de calda maior, entre 600 e 800 Lt/ha.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41754" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-acaro-vermelho.png" alt="Ingredientes para controle do ácaro vermelho no café" width="702" height="597" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-acaro-vermelho.png 702w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-acaro-vermelho-300x255.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-acaro-vermelho-370x315.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-acaro-vermelho-270x230.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-acaro-vermelho-353x300.png 353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/tabela-controle-acaro-vermelho-150x128.png 150w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 13px;">Tabela 1 &#8211; Produtos registrados para o controle do ácaro vermelho no cafeeiro. Fonte: Brasil (2024).</span></p>
<h2>Fortaleça o manejo de pragas e aumente a eficiência da lavoura</h2>
<p>O ácaro vermelho pode causar sérios danos à produção de café quando não é controlado de forma adequada. Para proteger a lavoura e garantir produtividade, é fundamental adotar estratégias de manejo integradas e embasadas em conhecimento técnico.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar ações de controle mais eficientes, interpretar informações do campo com segurança, reduzir custos e conduzir sua lavoura com foco em qualidade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-29769" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias.jpg" alt="Isaias dos Santos" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/isaias-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18459" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><b>Referências bibliográficas</b></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 13px;">BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. AGROFIT. Sistemas de Agrotóxicos Fitossanitários. Brasília, DF: MAPA, [2024]. Disponível em: &lt;https://agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons/principal_agrofit_cons&gt;. Acessado em 10 fev. 2024.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">Franco, R. A., Reis, P. R., Zacarias, M. S., Altoé, B. F., &amp; Barbosa, J. P. R. A. D. Influência da infestação de Oligonychus ilicis (McGregor, 1917)(Acari: tetranychidae) sobre a taxa de fotossíntese potencial de folhas de cafeeiro. Embrapa Café-Artigo em periódico indexado (ALICE). 2009.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">GUIMARÃES, R.J. MENDES, A.N.G. BALIZA, D.P. Semiologia do Cafeeiro: Sintomas de desordens nutricionais, fitossanitárias e fisiológicas. Lavras: UFLA, 2010. 215p.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">MATIELLO, J. B. <i>et al.</i> Cultura de café no Brasil: Manual de recomendações. Varginha, MG, 2020. p.714.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">REIS, P.R. ZACARIAS, M.S. Ácaros em Cafeeiro. Boletim Técnico, nº 81. Belo Horizonte: EPAMIG, 2007.</span></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Segredos do manejo eficiente de pragas e doenças no café</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/segredos-do-manejo-eficiente-de-pragas-e-doencas-no-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 16:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cultivo do café é uma arte refinada que combina ciência, paixão e uma conexão profunda com a terra. No entanto, essa jornada não está isenta de desafios, e entre os obstáculos mais significativos encontram-se as pragas e doenças que podem comprometer a qualidade e a produção do grão. Neste cenário, desvendar os segredos do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cultivo do café é uma arte refinada que combina ciência, paixão e uma conexão profunda com a terra. No entanto, essa jornada não está isenta de desafios, e entre os obstáculos mais significativos encontram-se as <strong>pragas e doenças</strong> que podem comprometer a qualidade e a produção do grão.</p>
<p>Neste cenário, desvendar os segredos do manejo eficiente de pragas e doenças no café torna-se uma busca crucial para produtores que buscam não apenas proteger suas colheitas, mas também elevar a excelência de seus cafés.</p>
<p>Neste <strong><a href="https://webinar.rehagro.com.br/segredos-do-manejo-eficiente-de-pragas-e-doencas-no-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=pagina-webinar-manejo-eficiente&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">webinar</a></strong>, mergulharemos nos caminhos do cultivo do café, desvendando estratégias e práticas fundamentais para preservar a saúde das plantas e garantir colheitas robustas e de alta qualidade.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O manejo eficiente de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/quais-sao-as-principais-pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong> e doenças é crucial para garantir a saúde das plantações de café.</li>
<li>A temperatura e umidade influenciam diretamente na pressão das doenças e pragas no cafezal, exigindo estratégias específicas para cada condição.</li>
<li>A análise de dados e a segmentação de lavouras são fundamentais para uma estratégia eficaz de controle.</li>
<li>A correta aplicação de defensivos e a escolha de produtos seletivos e menos agressivos são essenciais para a preservação do meio ambiente.</li>
<li>O monitoramento constante e a adaptação das estratégias de manejo conforme as condições cambiantes são fundamentais para o sucesso no controle de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Você quer saber mais sobre o manejo de pragas e doenças no café? <strong>Clique no botão abaixo e acompanhe o conteúdo na íntegra!</strong></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/segredos-do-manejo-eficiente-de-pragas-e-doencas-no-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=pagina-webinar-manejo-eficiente&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27231 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/banner-webinar-manejo-pragas.jpg" alt="Webinar Segredos do manejo eficiente de pragas e doenças do café" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Em busca de mais produtividade, lucratividade e qualidade do café produzido?</h2>
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<p>Nele, você aprenderá a alcançar a excelência em todo o processo produtivo: desde o preparo do solo até o pós-colheita. Além disso, você terá acesso a ferramentas práticas para profissionalizar toda a gestão da fazenda.</p>
<p>Aulas dadas por consultores de grande experiência no campo, que levam para as aulas um conteúdo atualizado e aplicável à sua realidade.</p>
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		<item>
		<title>Pragas e doenças nas pastagens: quais são, como identificar e minimizar os seus impactos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pragas-e-doencas-nas-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 12:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje no Brasil existem em torno de 160 milhões de hectares de pastagens, que garantem a competitividade do país na produção de carne e leite. Porém, na grande maioria dos casos os sistemas de produção que utilizam dessas pastagens são extensivos e pontos importantes como manejo e nutrição de pastagens acabam sendo negligenciados. Para que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje no Brasil existem em torno de <strong>160 milhões de hectares de pastagens</strong>, que garantem a competitividade do país na produção de carne e leite. Porém, na grande maioria dos casos os sistemas de produção que utilizam dessas pastagens são extensivos e pontos importantes como manejo e nutrição de pastagens acabam sendo negligenciados.</p>
<p>Para que haja <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade</a> </strong>produtiva, pensando em maior produtividade do pasto e sustentabilidade ambiental em relação a conservação de solos, onde existe o estabelecimento de pastagens, serão abordados pontos que fazem parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP), que é um grande aliado na longevidade do sistema.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Principais doenças das pastagens</h2>
<h3>Mela-das-sementes</h3>
<p>A mela-das-sementes é uma doença que tem alto impacto na produção de sementes de Urochloa, sobretudo as <i>U. brizantha</i> cv. Xaraés e Marandu. Contudo, a doença pode incidir em cultivares de <i>P. maximum</i></p>
<p>A mela é causada pelo fungo <i>Claviceps sulcata, </i>o qual infecta o hospedeiro logo após a abertura das flores.</p>
<p>Inicialmente, as flores infectadas apresentam, exsudação de líquido com aspecto pegajoso, o que constitui o principal sintoma do patógeno e foi a inspiração para o nome. <strong>A doença se manifesta durante o estádio de florescimento e maturação das sementes, sobretudo em ambientes com alta umidade e baixas temperaturas.</strong></p>
<p>Para o controle da doença, além de usar sementes de procedência sanitária certificada e o plantio ser feito em áreas livres da doença, alguns produtos químicos (fungicidas) registrados para esse patógeno são extremamente importantes em um controle eficiente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25462 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mela-das-sementes.jpg" alt="Mela-das-sementes" width="329" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mela-das-sementes.jpg 329w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mela-das-sementes-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mela-das-sementes-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mela-das-sementes-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mela-das-sementes-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 329px) 100vw, 329px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Mela-das-sementes: mela em U.brizantha cv. Xaraés (A); escleródios nas sementes (B); mela e crescimento de saprófitos P. maximum cv. Tanzânia (C). Fonte: Embrapa</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Carvão da braquiária</h3>
<p>O carvão da braquiária causado pelo fungo <i>Ustilago operta</i> é observado nas sementes, as quais podem ser totalmente colonizadas pelo fungo. Os sintomas são caracterizados pela <strong>presença de massas pulverulentas negras</strong>, podendo romper ou não o tegumento das sementes.</p>
<p>Uma vez presente na área o carvão é de difícil erradicação, dada a ausência de métodos eficientes de controle e sua capacidade de sobrevivência.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25463 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/carvao-da-braquiaria.jpg" alt="Carvão da braquiária" width="275" height="316" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/carvao-da-braquiaria.jpg 275w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/carvao-da-braquiaria-261x300.jpg 261w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/carvao-da-braquiaria-270x310.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/carvao-da-braquiaria-150x172.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 275px) 100vw, 275px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Carvão em sementes de U. brizantha cv. BRS Piatã: Aspecto geral de sementes infectadas (esquerda) e sadias (direita) (A); Semente sadia (B); Semente infectada exibindo massa pulverulenta negra (C). Fonte: Embrapa</span></p>
<h3>Ferrugem da braquiária</h3>
<p>Nos últimos anos, tem-se observado aumento da intensidade da ferrugem em algumas cultivares de <i>U. brizantha</i>, <strong>causando redução na quantidade produzida e na qualidade da forragem</strong>.</p>
<p>Os sintomas se iniciam na parte abaxial das folhas como pequenos pontos cloróticos, posteriormente os sintomas podem ser observados na parte adaxial das folhas, ocorrendo coalescência das lesões, com produção abundante de massa de urediniósporos e teliósporos, e evoluindo para a seca prematura das folhas.</p>
<p>Pesquisas apontam que as <strong>melhores alternativas de controle são o uso de cultivares resistentes e a aplicação de fungicidas registrados para a cultura.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25464 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/ferrugem-da-braquiaria.jpg" alt="Ferrugem da braquiária" width="340" height="285" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/ferrugem-da-braquiaria.jpg 340w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/ferrugem-da-braquiaria-300x251.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/ferrugem-da-braquiaria-270x226.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/ferrugem-da-braquiaria-150x126.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 340px) 100vw, 340px" /><br />
<span style="font-size: 10pt;">Ferrugem da braquiária em folhas de <i>U. brizantha: Pústulas nas faces adaxial (A) e abaxial (B); Seca prematura (C). Fonte: Embrapa</i></span></p>
<h3>Mortalidade do capim-marandu (MCM)</h3>
<p>Devido à grande popularidade do cultivar de <i>U. brizantha</i>, Marandu, conhecido popularmente como braquiarão, desde o seu lançamento em 1983 houve uma alta taxa de implantação desse capim em áreas de pastejo, o que levou a extensas áreas de monocultivo que por sua vez torna o sistema de produção vulnerável aos estresses bióticos e abióticos.</p>
<p>Na maioria das propriedades, os sintomas da MCM são distribuídos irregularmente nas pastagens, ou seja, em reboleiras. <strong>As plantas afetadas normalmente vão apresentar folhas amareladas</strong> e posteriormente morrem. Os sintomas se apresentam na maioria das vezes na <strong>época das águas</strong> e quase sempre em áreas com drenagem deficiente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25465 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mortalidade-do-capim-marandu.jpg" alt="Mortalidade do capim-marandu" width="439" height="159" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mortalidade-do-capim-marandu.jpg 439w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mortalidade-do-capim-marandu-300x109.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mortalidade-do-capim-marandu-370x134.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mortalidade-do-capim-marandu-435x159.jpg 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mortalidade-do-capim-marandu-270x98.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Mortalidade-do-capim-marandu-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 439px) 100vw, 439px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sintomas da mortalidade de capim-marandu: Distribuição em reboleiras ao longo da pastagem (A); Detalhes de touceira afetada (B). Fonte: Embrapa</span></p>
<h2>Principais pragas das pastagens</h2>
<h3>Cigarrinha-das-pastagens</h3>
<p><strong>A principal praga de pastagens é a cigarrinha-das-pastagens</strong> (Deois flavopicta), essas cigarrinhas são insetos <strong>sugadores de seiva</strong>, cujos adultos vivem na parte aérea dos capins.</p>
<p>É importante ressaltar que o ataque de cigarrinhas se intensifica geralmente no início do período chuvoso, momento onde ocorre a eclosão dos ovos que resistem a condições adversas sofridas no período seco, dando origem às ninfas, a fase jovem das cigarrinhas.</p>
<p>Essas ninfas eclodidas se <strong>alojam na base das gramíneas forrageiras</strong>, envoltas por uma espuma que elas mesmo produzem por meio da secreção das glândulas de Batelli, essa proteção protege essas ninfas de desidratação e do controle de inseticidas químicos, principalmente quando o capim está alto, mostrando a importância de um bom manejo cultural.</p>
<p>As cigarrinhas são responsáveis pela “queima” das pastagens. Elas introduzem toxinas, causando o amarelecimento das folhas e posterior senescência, <strong>a redução na produção gira em torno de 15%.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25466 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens.jpg" alt="Praga cigarrinha-das-pastagens" width="1280" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens.jpg 1280w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens-300x117.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens-1024x400.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens-768x300.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens-370x145.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens-270x105.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens-740x289.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-das-pastagens-150x59.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ninfas de cigarrinha protegidas pela espuma. Fonte: Rehagro.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25467 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta.jpg" alt="Praga Cigarrinha-das-pastagens na fase adulta" width="812" height="260" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta.jpg 812w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/cigarrinha-adulta-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 812px) 100vw, 812px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Cigarrinha adulto. Fonte: Bayer</span></p>
<h3>Cupim de montículo</h3>
<p>De modo geral, a ocorrência desses cupins é mais comum em pastagens degradadas, sendo a principal espécie (Cornitermes cumulans) conhecida como cupim de montículo, responsável por causar <strong>desuniformidade da lavoura além de atacar as raízes levando as plantas a morte.</strong></p>
<p>O controle apesar de barato é bem trabalhoso, pois exige a destruição completa dos cupinzeiros e aplicação de inseticidas à base de fipronil.</p>
<p>Existe também a possibilidade de controle por meio de inseticidas em pastilhas, onde a pastilha é colocada dentro do cupinzeiro e o mesmo é lacrado. O gás advindo das pastilhas será disseminado internamente e após 10 dias deve ocorrer a destruição completa de todos os cupinzeiros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25468 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo.jpg" alt="Cupim de montículo" width="1000" height="350" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo-300x105.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo-768x269.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo-370x130.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo-270x95.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo-740x259.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/Cupim-de-monticulo-150x53.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Cupim de montículo. Fonte: Educapoint.</span></p>
<h3>Lagartas</h3>
<p><strong>Em pastagens as lagartas são consideradas pragas ocasionais</strong>, ou seja, não ocorrem de forma recorrente, mas quando há presença de altos níveis de infestação reduzem de forma considerável a quantidade de forragem disponível.</p>
<p>O problema é que isso tem sido cada vez mais frequente, devido às cultivares de grandes culturas transgênicas com resistência à lagarta e proximidade dessas lavouras a áreas de pastagens.</p>
<p>Por exemplo, a lagarta-do-cartucho (<i>Spodoptera fugiperda</i>) que no passado só atacava lavouras de grãos, hoje é uma das principais lagartas que atacam pastagens.</p>
<p>As lagartas têm 5 fases de desenvolvimento e de forma análoga às cigarrinhas, <strong>o seu controle deve ocorrer nas fases iniciais</strong>. Afinal, quanto maiores essas lagartas são, maior o potencial de consumir capim e maior o dano causado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-25469 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/lagarta-do-cartucho.jpg" alt="Praga Lagarta-do-cartucho" width="275" height="149" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/lagarta-do-cartucho.jpg 275w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/lagarta-do-cartucho-270x146.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/lagarta-do-cartucho-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 275px) 100vw, 275px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Lagarta-do-cartucho (<i><span style="font-weight: 400;">Spodoptera fugiperda</span></i>). Fonte: Embrapa</span></p>
<h2>Manejo Integrado de Pragas (MIP)</h2>
<p>O primeiro ponto para que o MIP seja implantado é o pecuarista enxergar o pasto como uma lavoura, porém, com a colheita sendo feita pelos animais. Após esse entendimento, se inicia o MIP, abaixo estão listados os principais pontos:</p>
<h3>Diversificação de cultivares</h3>
<p>Os capins mais utilizados para pastejo no Brasil são do gênero Urochloa (brachiaria), e a variação entre espécies e até outros gêneros vai depender do clima, região, nível tecnológico e sistemas de produção.</p>
<p>O fato é que diversificar os tipos de capim dentro da propriedade é de extrema importância para um bom manejo integrado de pragas, além de usar cultivares que sejam recomendadas para a realidade da propriedade e se possível alguma que apresentam resistência a cigarrinha-das-pastagens (<i>Deois flavopicta</i>).</p>
<h3>Manejo cultural</h3>
<p>Devemos compreender que existem fatores cruciais para sustentabilidade e longevidade da pastagem, e dentre esses fatores podemos citar:</p>
<ul>
<li>Pressão de pastejo;</li>
<li>Taxa de lotação;</li>
<li>Nutrição do pasto.</li>
</ul>
<p>É necessário manejar os animais para que a disponibilidade de alimento e consumo estejam equilibrados, sem que tenha excesso de capim e nem que ocorra a retirada total pelos animais. Os sistemas de pastejo alternado ou até mesmo rotacionado, são estratégias que além de permitir uma maior taxa de lotação auxiliam no manejo de pragas e doenças.</p>
<h3>Controle biológico</h3>
<p>O princípio básico do controle biológico é controlar as pragas agrícolas a partir do uso de seus inimigos naturais, que podem ser outros insetos benéficos, predadores, parasitoides e microrganismos, como fungos, vírus e bactérias.</p>
<p>No caso das cigarrinhas, utiliza-se o fungo <i>Metarhizium anisnh buvcopliae, </i>que ao ser aplicado na pastagem coloniza preferencialmente a ninfa, matando a cigarrinha evitando que a mesma chegue até a forma adulta e cause danos.</p>
<p>No caso das lagartas, o controle é feito por meio da utilização de produtos à base da bactéria <i><span style="font-weight: 400;">Bacillus thuringiensis</span></i><i> </i>(BT) que atua no início da infestação quando as lagartas ainda estão pequenas.</p>
<h3>Controle químico</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/" target="_blank" rel="noopener">controle químico</a></strong> se faz necessário para apoiar os pontos anteriores, porém, o uso deve ser recomendado por um profissional com experiência na área e os produtos usados devem ser devidamente registrados no sistema Agrofit do (MAPA) Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Desse modo, vimos que culturas de pastejo são fonte de <strong>forragem </strong>para a grande parte do rebanho brasileiro, sendo assim, é necessário que as pastagens sejam manejadas como lavouras.</p>
<p>Começando pelo cultivo de espécies recomendadas para a região, correto manejo de adubação e tratos culturais, além de monitorar visando evitar perdas por pragas e doenças.</p>
<p>Isso permite que essas áreas de pastagem sejam usadas de forma eficiente do ponto de vista agronômico e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/" target="_blank" rel="noopener">zootécnico</a></strong>, promovendo a produtividade de forma sustentável e eficiente dos animais.</p>
<h2>Proteja suas pastagens e maximize a produção de leite</h2>
<p>Pragas e doenças nas pastagens comprometem não só a qualidade da forragem, mas também a produtividade e a rentabilidade do rebanho.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende técnicas de manejo que preservam o pasto, garantem a oferta de alimento de qualidade o ano todo e fortalecem os resultados financeiros da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24583" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/marcos-dornelas.jpg" alt="Marcos Dornelas - Equipe leite" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/marcos-dornelas.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/marcos-dornelas-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/marcos-dornelas-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento foliar na cultura de café: como controlar pragas e doenças?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tratamento-foliar-na-cultura-de-cafe/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/tratamento-foliar-na-cultura-de-cafe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cafeicultura é uma atividade complexa que demanda um cuidado especial, principalmente no que diz respeito ao tratamento foliar. Neste artigo, vamos explorar as melhores práticas para o controle de pragas e doenças que afetam as lavouras de café durante a entressafra.  &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Pressões e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A cafeicultura é uma atividade complexa que demanda um cuidado especial, principalmente no que diz respeito ao tratamento foliar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, vamos explorar as melhores práticas para o controle de pragas e doenças que afetam as lavouras de café durante a entressafra. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Pressões e desafios</h2>
<h3>Broca e lagartas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/broca-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>broca-do-café</strong></a> é uma das pragas mais prevalentes, especialmente quando os frutos alcançam o tamanho chumbão em torno de outubro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pressão aumenta consideravelmente nos meses de janeiro e fevereiro, principalmente devido à falta de chuvas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <a href="https://rehagro.com.br/blog/lagartas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lagartas</strong></a> tornam-se uma ameaça a partir de março, migrando das grandes produções de soja e milho. Este fenômeno pode causar danos significativos às plantações de café.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Regiões de alta e baixa pressão</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É crucial distinguir entre regiões de alta e baixa pressão. Nas áreas de alta pressão, a atenção deve ser <strong>redobrada entre setembro e janeiro, e novamente de maio a julho</strong>. A redução da temperatura e a umidade mais elevada nesses períodos favorecem o surgimento de doenças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, regiões de baixa pressão são mais propícias a doenças em torno de <strong>maio e durante a florada</strong>.</span></p>
<h2>Estratégia de tratamento foliar</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para enfrentar esses desafios, é essencial implementar um tratamento foliar completo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em média, são realizadas seis pulverizações, mas isso pode variar dependendo das condições específicas da lavoura.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24894 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe.jpg" alt="Calendário tratamento foliar do café" width="1000" height="607" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-300x182.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-768x466.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-370x225.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-270x164.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-740x449.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/calendario-tratamento-foliar-do-cafe-150x91.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h3>Agosto: proteção da florada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira <a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pulverização</strong></a>, em agosto, tem como foco a proteção da florada. Fungicidas são aplicados nesse momento, buscando proporcionar uma defesa robusta.</span></p>
<h3>Setembro: ataque de bicho-mineiro</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em setembro, a segunda aplicação é direcionada para combater o ataque de <a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bicho-mineiro</strong></a>. Inseticidas de choque, como fosforados, são utilizados para mitigar esse problema.</span></p>
<h3>Outubro a novembro: controle de ferrugem</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira pulverização, entre outubro e novembro, visa o controle da <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem</strong></a>. As fungicidas carboxamidas têm se mostrado eficazes nessa etapa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em locais mais adiantados, já na fase chumbão, entra-se com o tratamento para a broca, utilizando inseticidas específicos.</span></p>
<h3>Segunda abordagem para ferrugem</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após 50 a 55 dias, a quarta pulverização é realizada, focando novamente na ferrugem, desta vez com triazol.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="TRATAMENTO VIA FOLHA NA CAFEICULTURA | Série Especial Entressafra" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/cE159dKQy-c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Fevereiro a março: terceira abordagem para ferrugem</h3>
<p>Após cerca de 45 a 50 dias da pulverização anterior, entra a quinta pulverização, terceira focada em ferrugem, também com trizol.</p>
<p>Nessa fase também é interessante utilizar algum inseticida que vai dar um residual de controle do bicho-mineiro na folha.</p>
<h3>Abril: proteção para o período mais seco</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A última aplicação, em abril, serve como uma camada de proteção adicional para o período mais seco, com foco em ferrugem ou fungicidas preventivos.</span></p>
<h3>Variações nos tratamentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos onde a pressão de pragas é menor, adaptações podem ser feitas. Por exemplo, em regiões de menor pressão de <a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-de-phoma-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>phoma</strong></a>, a aplicação na florada pode ser reduzida, focando apenas na multiplicação da floração.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender e planejar cada etapa do tratamento foliar é fundamental para o sucesso da produção de café. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As janelas de aplicação devem ser rigorosamente respeitadas, garantindo resultados ótimos no controle de pragas e doenças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao seguir essas estratégias, produtores podem alcançar uma lavoura mais saudável e produtiva, mesmo durante a entressafra.</span></p>
<h2>Profissionalize sua gestão e potencialize os resultados da sua lavoura de café</h2>
<p>O tratamento foliar é uma estratégia eficaz no controle de pragas e doenças, mas para alcançar alta produtividade e rentabilidade, é essencial combinar boas práticas de manejo com uma gestão eficiente de toda a lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas práticas de gestão, tomar decisões assertivas e conduzir sua produção de forma mais lucrativa.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Controle biológico de pragas na cafeicultura: como realizar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 15:19:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de insumos biológicos (controle biológico) cresce na ordem de 10 a 15 % ao ano no mundo. No Brasil o controle biológico envolvendo macro e microrganismos vem crescendo 20% ao ano. Podem ser utilizados para o controle biológico de pragas do café: Microrganismos (fungos, bactérias e vírus); Parasitoides; Predadores. &#160; Sem tempo para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de insumos biológicos (controle biológico) cresce na ordem de 10 a 15 % ao ano no mundo. No Brasil o controle biológico envolvendo macro e microrganismos vem crescendo 20% ao ano.</p>
<p>Podem ser utilizados para o controle biológico de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener">pragas do café</a></strong>:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Microrganismos (fungos, bactérias e vírus);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Parasitoides;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Predadores.</li>
</ul>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O uso de produtos biológicos no Brasil</h2>
<p>Os produtos biológicos mais utilizados no Brasil são os <strong>microrganismos como fungos, bactérias e vírus</strong>, pois são mais facilmente aceitos pelos produtores.</p>
<p>Muito provavelmente pessoas envolvidas com o agronegócio já utilizaram ou conhecem alguém que utilizou <i>Trichoderma </i>spp., <i>Beauveria bassiana</i>, <i>Metarhizium </i>spp., <i>Baculovírus</i> ou <i>Bacillus </i>spp.</p>
<p>Os parasitoides são insetos minúsculos, pequenas vespinhas, que parasitam os ovos e larvas/lagartas de seus hospedeiros (pragas).</p>
<p>Atualmente no Brasil, existem empresas que criam parasitoides para serem liberados em campo; na cultura da cana-de-açúcar por exemplo, em cerca de 3,5 milhões de hectares é liberado o parasitoide <i>Cotesia flavipes</i> (parasitoide de larvas) e em cerca de 2 milhões de hectares são tratados com <i>Trichogramma galloi</i> (parasitoide de ovos), ambos os parasitoides são utilizados para o controle da broca da cana (<i>Diatraea saccharalis</i>) (Parra et al., 2019).</p>
<p>Ainda existem os predadores tais como vespas (marimbondos), percevejos, moscas, ácaros, joaninhas e crisopídeos. <strong>Esses insetos ocorrem naturalmente nas lavouras</strong> e podem auxiliar no controle de pragas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual o motivo da maior aceitação dos microbiológicos?</h2>
<p>A maior aceitação está ligada a <strong>forma de aplicação desses produtos</strong>, que é semelhante à aplicação dos produtos químicos tradicionais.</p>
<p>Esses produtos ainda possuem um tempo de prateleira, podendo ser armazenados antes da utilização, o que proporciona uma boa logística nas propriedades agrícolas.</p>
<p>Uma curiosidade em relação aos produtos biológicos é a forma de registro do produto. Ao contrário dos produtos químicos que são registrados por praga e por cultura, os produtos biológicos, de modo geral, são registrados apenas por praga e podem ser utilizados em qualquer cultura em que aquela praga ocorra.</p>
<h3>Onde adquirir os produtos biológicos?<span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p>Esses produtos <strong>podem ser comprados em cooperativas e casas agropecuárias</strong>. Caso em sua região não tenha essa possibilidade, ou o comércio local não trabalhe com esse tipo de produto, uma alternativa é entrar em contato via internet com as empresas do ramo de biológicos.</p>
<p>Vale ressaltar que é muito importante adquirir esses produtos de empresas idôneas, e estar atento às condições de armazenamento dos mesmos.</p>
<p>O grupo Rehagro possui uma empresa que trabalha com biológicos, a <a href="https://biomip.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Biomip</strong></a>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Controle biológico de pragas com bactérias e fungos entomopatogênicos</h2>
<p>Os fungos, bactérias e vírus utilizados para realizar controle biológico são classificados como microbiológicos.</p>
<p>No mercado brasileiro de insumos biológicos existem diversos fungos que são comercializados para as mais diversas pragas de várias culturas.</p>
<h3>Fungo <em>Beauveria bassiana</em></h3>
<p>Especialmente para a cafeicultura, <strong>o fungo <i>Beauveria bassiana </i></strong>tem sido bastante utilizado para o controle da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/broca-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">broca do cafeeiro</a></strong>, e também para o controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-o-que-e-cochonilha-verde/" target="_blank" rel="noopener">cochonilhas</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19683" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe.jpg" alt="Controle biológico sendo feito com fungo atacando a broca do café" width="447" height="228" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe.jpg 447w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-300x153.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-370x189.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-270x138.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 447px) 100vw, 447px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">A &#8211; Fungo <i>Beauveria bassiana </i>atacando a broca do cafeeiro. (Foto: José Nilton).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">B- Fungo <i>B. bassiana </i>atacando a cochonilha do cafeeiro. (Foto: Diego Baquião – Rehagro).</span></p>
<h4>Aplicação da <i>Beauveria</i></h4>
<p>É recomendado <strong>aplicar nas horas mais frescas do dia</strong>, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70%.</p>
<p>Se aplicar a <i>Beauveria</i> em dias secos o produto perderá totalmente a eficiência, pois a falta de umidade irá causar a morte do fungo, portanto se atente a esse aspecto!</p>
<p>Para o controle dos nematoides que ocorrem no cafeeiro (<i>Meloidogyne incognita, Meloidogyne paranaensis </i>e<i> Meloidogyne exigua</i>), são vendidos produtos à base de bactérias (<i>Bacillus licheniformis</i>, <i>Bacillus subtilis, Bacillus amyloliquefaciens</i>) e de fungo (<i>Paecilomyces lilacinus</i>).</p>
<h2>Controle biológico de pragas com parasitoides</h2>
<p>Parasitóides são agentes de controle biológico classificados como <strong>macrobiológicos</strong>, uma outra forma de se referir aos parasitoides é inimigo natural.</p>
<p>Ainda não existem parasitoides registrados comercialmente para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener">controle do bicho mineiro</a></strong> ou para a broca do cafeeiro, todavia, há várias pesquisas visando o controle biológico natural desta praga.</p>
<p>Os parasitoides que são frequentemente encontrados nas lavouras de café parasitando o bicho mineiro são: <i>Centistidea striata</i>; <i>Orgilus niger</i>; <i>Stiropius reticulatus</i>, <i>Closterocerus coffeellae</i>, <i>Horismenus aeneicolis</i>, <i>Proacrias coffeae</i> e <i>Cirrospilus</i><span style="font-weight: 400;"> sp. Esses insetos são pequenas vespinhas que medem cerca de 1 mm ou até menos. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19684" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-2.jpg" alt="Exemplos de parasitoides que controlam o bicho mineiro no café" width="675" height="291" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-2.jpg 675w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-2-300x129.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-2-370x160.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-2-270x116.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-2-150x65.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">A &#8211; <i>Centistidea striata</i>, B &#8211;<i>Orgilus niger</i>, C &#8211;<i>Stiropius reticulatus</i>, D &#8211;<i>Closterocerus coffeellae</i>, E &#8211;<i>Horismenus aeneicolis</i>, F &#8211;<i>Proacrias coffeae</i>, G &#8211;<i>Cirrospilus</i> sp. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Marques (2017). (Fotos Kulian Basil Santa Cecília Marques).</span></p>
<h3>Como os parasitoides matam o bicho mineiro e a broca?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente esses parasitoides matam a larva do bicho mineiro, veja o processo no desenho ilustrativo abaixo. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19685" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1.jpg" alt="Exemplo do processo em que o parasitoide mata a larva do bicho mineiro." width="1024" height="354" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1-768x266.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1-370x128.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1-270x93.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1-740x256.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-1-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Desenho representativo do parasitismo da larva do bicho mineiro (Desenho: Elenice Apª Fortes).</span></p>
<p>Os parasitoides que atacam a broca do cafeeiro são, a vespa de Uganda (<i>Prorops nasuta</i>) e a vespa da Costa do Marfim (<i>Cephalonomia stephanoderis</i>). Também são pequenas vespinhas que medem cerca de 5-6 mm. A vespa de Uganda parasita tanto a larva quanto a pupa da broca do cafeeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19686" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-4.jpg" alt="Vespa da Costa do Marfim e Vespa da Uganda - exemplos de parasitoides" width="524" height="196" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-4.jpg 524w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-4-300x112.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-4-370x138.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-4-270x101.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-4-150x56.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 524px) 100vw, 524px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">A -Vespa da Costa do Marfim <i>Cephalonomia stephanoderis</i><i>, </i>B -Vespa da Uganda <i>Prorops nasuta </i>(Fonte: Portilla e Streeett, 2008).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19687" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3.jpg" alt="Exemplo do processo em que o parasitoide ataca a broca do cafeeiro." width="994" height="474" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3.jpg 994w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3-300x143.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3-768x366.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3-370x176.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3-270x129.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3-740x353.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-3-150x72.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 994px) 100vw, 994px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Desenho representativo do processo de parasitismo da broca do cafeeiro pela vespa da Vespa de Uganda <i>Prorops nasuta </i>(Desenho: Elenice Apª Fortes).</span></p>
<p>Esses parasitoides que atacam o bicho mineiro e a broca do cafeeiro <strong>ocorrem naturalmente nas lavouras cafeeiras com manejo mais sustentável</strong>, que têm cultivos intercalares diversificados, que utilizam produtos seletivos ou que tenham matas próximas. Matas e cultivos intercalares servem como abrigo para os parasitoides, e são fonte de alimento.</p>
<p>Outra informação importante é que os parasitoides <strong>são</strong> <strong>sensíveis a aplicação de inseticidas químicos</strong>, sendo assim, em áreas com aplicação frequente desses produtos se torna um local inadequado para a sua sobrevivência.</p>
<p>Tratando da temática de diversificação do cultivo de café a fim de conservar e manter os parasitoides nas lavouras, Tomazella et al. (2022) relataram que a utilização de árvores arbóreas (abacate, mogno, teca, macadâmia e cedro) em cultivos cafeeiros, proporcionou maior abundância e riqueza de parasitoides, comparado a lavoura cultivada a pleno sol (Figura 6).</p>
<p>Neste caso, além dos parasitoides contribuírem com a regulação do bicho mineiro, ainda é possível o produtor vender os produtos das árvores consorciadas (madeira e frutos).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19688" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-7.jpg" alt="Espécies que podem ser plantadas próximas à lavoura de café" width="501" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-7.jpg 501w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-7-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-7-370x236.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-7-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-7-470x300.jpg 470w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-7-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 501px) 100vw, 501px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Riqueza de espécies por tempo em todos os tratamentos com letras minúsculas apresentando diferença estatística segundo o teste de Scott-Knott a 5%.</span></p>
<p>Todos os parasitoides apresentados são bons agentes de controle biológico para regular a população da broca e do bicho mineiro, porém atualmente a única forma de manter as populações desses insetos nas lavouras cafeeiras é implementando medidas sustentáveis; tornando o meio propício para sua sobrevivência.</p>
<p>Nos últimos anos no Brasil <strong>tem crescido o mercado de liberação de parasitoides</strong>, neste caso, os insetos são criados em laboratórios e são liberados (milhares) nas lavouras por drone, como por exemplo, os parasitoides utilizados para o controle da broca da cana de açúcar.</p>
<p>Porém, ainda não foi desenvolvida uma técnica com bom custo/benefício para criar em laboratório os parasitoides que controlam o bicho mineiro e a broca.</p>
<h2>Controle biológico de pragas com predadores</h2>
<p>Os predadores também são agentes de controle biológico classificados como <strong>macrobiológicos</strong>. São exemplos de predadores, os crisopídeos, vespas, moscas, percevejos, ácaros.</p>
<p>Em relação aos percevejos e ácaros é importante ressaltar que existem aqueles que são considerados pragas (fitófagos), pois se alimentam de plantas e os considerados predadores, que se alimentam de outros insetos.</p>
<p><strong>Atualmente o predador mais estudado para a cafeicultura é o crisopídeo</strong> (<i>Chrysoperla externa</i>), também conhecido como bicho lixeiro. Esse inseto tem a capacidade de regular a população do bicho mineiro.</p>
<p>Ainda não existe registro comercial desse predador para o controle do bicho mineiro, contudo, vários produtores realizam a liberação desses insetos nas lavouras cafeeiras.</p>
<p>Além disso, o crisopídeo por ser um predador generalista, que se alimenta de diversos insetos e pequenos artrópodes, pode predar os ácaros e inclusive há relatos da sua atuação no controle da broca do café também, mas ainda são necessários mais estudos voltados a esse tema.</p>
<p>Quem se alimenta da larva do bicho mineiro é a larva do crisopídeo, o inseto adulto se alimenta de pólen e néctar, por isso, para manutenção desse inseto na área é fundamental a presença de plantas que fornecem pólen e néctar, como por exemplo: trigo mourisco na entrelinha do cafeeiro, crotalária, etc. O adulto mede cerca de 12–16 mm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19689" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-5.jpg" alt="Exemplos de fotos do crisopídeo" width="560" height="445" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-5.jpg 560w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-5-300x238.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-5-370x294.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-5-270x215.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/controle-biologico-cafe-5-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">A -Adulto do crisopídeo (Foto: Gilson Pereira -Rehagro), B -Adulto do crisopídeo (Foto:  </span><span style="font-weight: 400;">John Schneider</span><span style="font-weight: 400;">), C &#8211; Larva do crisopídeo (Foto: </span><span style="font-weight: 400;">John Schneider</span><span style="font-weight: 400;">), D &#8211; Larva do crisopídeo (Foto: Gilson Pereira -Rehagro), E &#8211; Flor do trigo mourisco para manutenção dos crisopídeos em lavouras cafeeiras (Foto: Larissa Cocato -Rehagro)</span></span></p>
<h3>Controle biológico com ácaros predadores</h3>
<p>Nas lavouras cafeeiras podem ser encontrados ácaros predadores, ou seja, ácaros que se alimentam dos ácaros fitófago/praga (ácaro vermelho e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/acaro-da-mancha-anular/" target="_blank" rel="noopener">ácaro da mancha anular</a></strong>).</p>
<p>Esses ácaros pertencem às famílias Phytoseiidae, Tydeidae, Stigmaeidae e Cunaxidae.  Em campo, uma forma de diferenciar o ácaro predador do ácaro fitófago é pelo tamanho, o ácaro predador costuma ser maior, com pernas mais longas e se locomover mais rapidamente.</p>
<p>Não existe atualmente um produto comercial com ácaros predadores para o controle dos ácaros do cafeeiro.</p>
<p>Portanto, para a manutenção da população dos ácaros predadores nas lavouras, é importante adotar práticas sustentáveis (cultivo intercalar, preservação de fragmentos florestais adjacentes ao cafeeiro, utilizar produtos seletivos) e evitar o uso indiscriminado de acaricidas.</p>
<p>De acordo com Fernandes (2013) o consórcio de crotalária, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">braquiária</a></strong> e cravo com o cafeeiro, é uma importante tática para promover o controle biológico conservativo de ácaros predadores. Pois em lavouras consorciadas foi registrada maior diversidade desses inimigos naturais.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O controle biológico tem ganhado grande expressividade nos últimos anos e está sendo utilizado na cultura do café para o controle das principais pragas, o bicho mineiro e a broca.</p>
<p>Para conseguir uma cafeicultura sustentável é <strong>fundamental o emprego do manejo integrado de pragas (MIP)</strong>, ou seja, utilizar em conjunto as diversas formas para regular a população de determinada praga, conciliando o manejo químico, biológico, cultural e genético.</p>
<h2>Aplique o controle biológico com mais estratégia e eficiência</h2>
<p>O controle biológico é uma alternativa sustentável e eficiente para reduzir os danos causados por pragas na cafeicultura, diminuindo a dependência de defensivos químicos. Mas, para que essa prática gere resultados consistentes, é fundamental planejar sua aplicação dentro de uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar diferentes estratégias de manejo, interpretar melhor os desafios do campo, reduzir custos e conduzir sua produção com foco em qualidade, produtividade e rentabilidade.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18460" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis.jpg" alt="Alice Reis - Tutora Técnica Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/alice-reis-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18459" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como: Quais são os primeiros sintomas de infestação da cigarrinha-das-pastagens; Como deve ser realizado o monitoramento desta praga; Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle; Qual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como:</p>
<ul>
<li>Quais são os primeiros sintomas de infestação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">cigarrinha-das-pastagens</a></strong>;</li>
<li>Como deve ser realizado o monitoramento desta praga;</li>
<li>Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle;</li>
<li>Qual o principal nutriente que oferece a planta mais resistência a ataque de pragas.</li>
</ul>
<p>E MAIS: Além das cigarrinhas, também vamos falar sobre <strong>controle e tratamento de carrapatos</strong>, uma praga muito conhecida pelos produtores que todo ano causa prejuízo a saúde dos animais.</p>
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		<title>Controle biológico de pragas na agricultura: o que é e como realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 18:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas. Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de pragas. Uma forma de buscar simular [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas.</p>
<p>Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong>.</p>
<p><strong>Uma forma de buscar simular o equilíbrio populacional dinâmico que ocorre nos ambientes de vegetação natural é promover o controle biológico</strong>, que é um serviço ecossistêmico resultante da ação dos inimigos naturais.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Inimigos naturais e controle biológico</h2>
<p>Os inimigos naturais das plantações podem ser:</p>
<ul>
<li>Patógenos;</li>
<li>Predadores;</li>
<li>Parasitas;</li>
<li>Herbívoros ;</li>
<li>Antagonistas.</li>
</ul>
<p><strong>Atuam sobre as populações de suas presas ou hospedeiros, prestando o serviço ecossistêmico de controle biológico</strong>. Em ambientes agrícolas, quando populações de plantas, animais ou fitopatógenos aumentam em níveis economicamente inaceitáveis.</p>
<p>Além disso, atingem o status de praga e seus inimigos naturais podem ser manejados ou inseridos no sistema para suprimi-las. Permitem, assim, o uso dos agrotóxicos de amplo espectro de forma alternativa.</p>
<p><strong>Como consequência, temos a produção de alimentos de forma mais sustentável, bem como a conservação de habitat naturais.</strong></p>
<p>A pesquisa sobre o controle biológico fez progressos notáveis nos últimos 50 anos, passando de um método baseado em tentativa e erro para uma abordagem mais preditiva, baseada em teorias ecológicas de interações inimigo natural-presas e dinâmica populacional.</p>
<p>Uma atividade tão rigorosa baseada em pesquisa deve ajudar a evitar erros como os cometidos no passado. Uma nova era está se iniciando, em que os benefícios e os riscos são bem compreendidos, de modo que as soluções que maximizam os benefícios e minimizam os riscos possam ser perseguidas e implementadas.</p>
<h2>Práticas agrônomicas de controle biológico</h2>
<p>Rotação de culturas com leguminosas usadas para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubação verde</a></strong> do solo, tais como guandu (<i>Cajanus cajan</i>) e crotalária (<i>Crotalaria juncea</i>), podem também contribuir para atrair e manter inimigos naturais nas áreas cultivadas.</p>
<p>Em área de cultivo de milho, o uso de crotalária como adubo verde favoreceu a presença dos predadores <i>Doru luteipes </i>(Scudder) (Derm.: Forficulidae), <i>Nephila clavipes </i>L. (Aran.: Nephilidae), <i>Orius insidiosus </i>(Say) (Het.: Anthocoridae), <i>Pheidole </i>sp., <i>Solenopsis </i>sp. (Hym.: Formicidae) (Tavares et al., 2011).</p>
<p>Na escolha das espécies a serem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener">cultivadas em consórcio</a></strong>, além dos aspectos agronômicos, é importante considerar as interações bióticas das plantas com:</p>
<ul>
<li>Microrganismos (ex.: fixadores de nitrogênio, estimuladores de crescimento, patogênicos e seus antagonistas);</li>
<li>Animais (ex.: polinizadores, pragas e seus agentes biológicos de controle, detritívoros), assim como interações químicas entre plantas (ex.: alelopatia).</li>
</ul>
<p>Existem espécies de plantas que, quando plantadas em combinação, se comportam como “companheiras”. Assim, favorecem o crescimento mútuo e maximizam o potencial produtivo das áreas plantadas.</p>
<p>Também é importante observar o conjunto de pragas que cada espécie hospeda. Isso evita o uso de plantas nos consórcios que hospedem o mesmo grupo de espécies de pragas e doenças.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Produção em massa do inimigo natural</h3>
<p>Quando os inimigos naturais que ocorrem naturalmente no agroecossistema não conseguem fornecer o nível de controle desejado de determinada praga, o aumento artificial da população de uma ou mais espécies de inimigos naturais selecionados pode ser uma estratégia importante.</p>
<p>Nesse caso, o aumento é feito por liberações do agente de controle biológico por meio das táticas inoculativa e inundativa. <strong>O procedimento mais comum é a produção massal do inimigo natural</strong>.</p>
<p>Em geral, ocorrem em fábricas comerciais altamente especializadas e a liberação em campo de grande número de indivíduos com o objetivo de suprimir a praga em relativamente curto prazo.</p>
<p>Essa estratégia de controle biológico é a mais apropriada quando o agente é um microrganismo. É muito adotada no Brasil para o controle de artrópodes e doenças de plantas. <strong>O aumento de inimigos naturais tem sido bem-sucedido quando o inimigo natural é passível de produção massal.</strong></p>
<h3>Interações tróficas</h3>
<p>Nos agroecossistemas, as cadeias alimentares não são apenas verticais e lineares. Há uma rede de interações conhecidas por <strong>teias tróficas</strong>.</p>
<p>Os consumidores de ordens superiores, que são denominados predadores, parasitoides e patógenos, formam uma complexa rede de interação mútua entre si e com os consumidores de primeira ordem (que são os herbívoros ou fitófagos) e com as plantas.</p>
<p><strong>Essas interações tróficas afetam a abundância relativa das espécies dessas comunidades por causa da competição e do sinergismo entre elas nos diferentes níveis tróficos. </strong></p>
<p>O conhecimento do funcionamento dessas intrincadas interações permite o entendimento de como a introdução de um agente de controle biológico exótico. Este é o caso do controle biológico clássico.</p>
<p>Este, pode alterar a estrutura da comunidade de inimigos naturais existentes em um agroecossistema e as consequências, instantâneas ou em longo prazo, dessa introdução na população de pragas.</p>
<p>Da mesma forma, a mudança na abundância de um inimigo natural pela sua liberação massal, usando a estratégia de controle aumentativo, pode ter impacto imediato ou posterior na teia trófica e modificar a população de pragas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16490 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg" alt="Interações tróficas" width="532" height="581" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg 532w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-275x300.jpg 275w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-370x404.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-270x295.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-150x164.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de teia trófica parcial que mostra a complexidade das interações entre organismos produtores (plantas) e consumidores (herbívoros, fitófagos, parasitoides, patógenos, etc.) de diferentes níveis.</span></span></p>
<h2>Dinâmica populacional</h2>
<p>O princípio da dinâmica populacional está relacionado a uma propriedade fundamental e evidente de que todas as populações de organismos vivos crescem geometricamente quando não sofrem efeitos do ambiente em que estão inseridos.</p>
<p>Dessa forma, uma espécie que apresenta taxa de crescimento <i>r </i>= 2 será capaz de aumentar sua população em oito vezes em apenas três gerações. No entanto, outra espécie com <i>r </i>= 10 será capaz de aumentar sua população em mil vezes nas mesmas três gerações.</p>
<p>Pragas agrícolas como diversas mariposas da família Noctuidae (ex.: lagarta-da-soja, <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-lagartas-na-cultura-do-milho/"><strong>lagarta-do-cartucho-do-milho</strong></a> e curuquerê-do-algodoeiro) são capazes de colocar entre 100 e 300 ovos por fêmea.</p>
<p>Além disso, podem completar seu ciclo vital de ovo a adulto (geração) em menos de 30 dias. Assim, percebe-se como pode ser dramático o crescimento das populações, alcançando valores milionários em apenas uma estação do ano ou uma safra agrícola.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16491 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg" alt="Gráfico de crescimento populacional de pragas " width="485" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg 485w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas teóricas de crescimento exponencial de populações de organismos vivos.</span></span></p>
<h2>Fatores intrínsecos e intraespecíficos</h2>
<p>Fatores intrínsecos e intraespecíficos, como competição e cooperação, <strong>podem alterar o crescimento das populações</strong>. Fatores extrínsecos e abióticos também são capazes de afetar a abundância populacional.</p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener">Mudanças sazonais nas condições climáticas</a></strong>, como: temperatura; umidade relativa do ar; luminosidade; eventos meteorológicos eventuais (como seca, chuvas torrenciais e geadas), são capazes de afetar de forma direta as populações, alterando a sobrevivência, a longevidade e a fecundidade.</p>
<p>Além disso, podem atuar de forma indireta, modificando a abundância de recursos alimentares e hídricos, impactando também a dinâmica populacional das espécies.</p>
<p>Fatores bióticos, como outras espécies competidoras e inimigos naturais como predadores, parasitoides e patógenos, são fatores extrínsecos ou interespecíficos de mortalidade capazes de controlar as populações.</p>
<p>Se, por um lado, <strong>os fatores físicos do ambiente podem matar os indivíduos independentemente de sua densidade</strong>, por outro os fatores bióticos como competidores e inimigos naturais podem atuar em algumas situações independentemente da densidade da população, enquanto em outras situações pode haver aumento da mortalidade em resposta à densidade das populações da praga e de seu inimigo natural.</p>
<h2>Manutenção do controle biológico</h2>
<p><strong>Se o controle biológico é a manutenção da abundância dos indivíduos de uma população por seus inimigos naturais</strong>, o fato de esses inimigos naturais serem capazes de responder à abundância de suas presas ou hospedeiros e aumentar sua interação trófica é fundamental para que haja algum grau de sincronismo entre as populações de forma a manter um estado de equilíbrio dinâmico.</p>
<p>Essa propriedade pela qual uma população é capaz de manter-se dentro de limites máximos e mínimos em torno de um ponto de equilíbrio é conhecida como regulação populacional.</p>
<p>Esse conceito implica, portanto, que o inimigo natural não é apenas um fator de mortalidade quando em contato com a população da praga, mas é capaz de manter a densidade populacional da praga flutuando em um nível de equilíbrio.</p>
<p>Quando a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo um novo patamar de equilíbrio populacional, e passa a apresentar flutuação populacional em sincronia com a praga, ocorrerá uma situação “ideal” em que o controle biológico apresentará sua condição de maior sucesso.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16492" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg" alt="Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico" width="700" height="430" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-768x472.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-370x227.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-270x166.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-740x455.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-150x92.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3.jpg 770w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico: a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo novo patamar de equilíbrio populacional, em sincronia com a praga.</span></span></p>
<h2>Densidade da praga e do inimigo natural</h2>
<p>Este efeito de dependência entre as densidades da praga e seu inimigo natural, por meio da interação trófica e da regulação das populações, está relacionado, com cinco características principais das espécies envolvidas:</p>
<ol>
<li><strong>Densidade da presa</strong>;</li>
<li><strong>Densidade do inimigo natural</strong> (predador ou parasitoide);</li>
<li><strong>Características do ambiente</strong> (por exemplo, número e variedade de alimento ou hospedeiro alternativo);</li>
<li><strong>Características da praga</strong> (por exemplo, seus mecanismos de defesa);</li>
<li><strong>Características do inimigo natural</strong> (por exemplo, técnicas de ataque).</li>
</ol>
<p>Duas dessas variáveis, densidade da praga e densidade do inimigo natural, são características fundamentais em qualquer relação trófica e dão origem a dois componentes básicos para avaliar se a interação é dependente das densidades: a resposta numérica e a resposta funcional do predador.</p>
<p>As interações entre pragas e inimigos naturais auxilia no entendimento dos diferentes mecanismos que regulam o controle natural, sendo essa compreensão fundamental para o uso bem sucedido e seguro do controle biológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">Controle biológico de pragas na agricultura: o que é e como realizar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com doenças fúngicas e pragas. O controle, de modo geral, é feito por meio de fungicidas e inseticidas. No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura? Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com <strong>doenças fúngicas e pragas</strong>. O controle, de modo geral, é feito por meio de <strong>fungicidas e inseticidas.</strong> No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura?</p>
<p>Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas classes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Fungicida ou inseticida: veja as diferenças</h2>
<ul>
<li><strong>Fungicida</strong>: é um defensivo agrícola usado para controlar ou acabar com fungos que atacam e reduzem produtividades em plantas.</li>
<li><strong>Inseticida</strong>: de modo geral, são substâncias químicas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">biológicas</a></strong> usadas para controle e combate de<strong> <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">insetos-pragas</a></strong> que causam prejuízos às lavouras. Agem em todas as fases do inseto.</li>
</ul>
<p>Só para a soja, são registrados mais de 350 tipos de fungicidas e mais de 340 em inseticidas.</p>
<p>Há aqueles indicados para tratamento de sementes, os preventivos, os que agem diretamente na planta, e muitos outros. Por isso, é importante entender como é a ação desse tipo de defensivo em sua lavoura.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fungicidas protetores x sistêmicos</h2>
<p>De modo geral e informal, as pessoas costumam dividir os <strong>fungicidas</strong> entre aqueles que são <strong>protetores</strong> e aqueles que são <strong>sistêmicos</strong>.</p>
<p>Nosso antigo coordenador, facilitador e consultor Geraldo Gontijo, que também é mestre em Fitotecnia, com ênfase em vários cereais, como a soja e o milho, explica sobre os tipos de fungicidas no vídeo abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE FUNGICIDAS UTILIZADOS NAS LAVOURAS DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/gksgwgW2Vus?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se analisarmos de forma mais simplificada, os fungicidas do tipo protetor são aqueles com ações mais superficiais, enquanto os sistêmicos, são aqueles que agem mais profundamente na planta. No entanto, é muito comum ter confusão quanto aos sistêmicos, é o que explica Geraldo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“É comum muitos pensarem que quando um determinado produto possui ação sistêmica, consegue se translocar de uma folha para a outra. Na verdade, todas as vezes em que falamos de sistematicidade, tanto de fungicida quanto de inseticida, é uma sistematicidade baixa!”</em></p>
<p>E isso está atrelado ao vaso condutor o qual o fungicida irá agir.</p>
<h2>Prevenção como método de combate</h2>
<p>Soja e milho são culturas de alta intensidades produtivas, possuindo mais de uma safra ao ano. Isso significa que qualquer cuidado é pouco.</p>
<p>Aliás, dependendo da doença, pragas ou até mesmo a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">planta daninha</a></strong> que surgir na lavoura, pode ocasionar mais de 80% de perdas. Dependendo da severidade, pode dar perda total e o produtor ter prejuízos grandiosos.</p>
<p>O melhor é sempre a prevenção do que o combate. Claro que quando o agente causal de dano surgir, é preciso agir, mas antecipar isso, deixando suas lavouras protegidas, pode ser a chave para a lucratividade garantida.</p>
<p>Por conta disso, é preciso saber exatamente o que sua lavoura precisa, pelo que ela está propensa a passar ou mesmo tomar a decisão segura de qual o melhor insumo para sua região, fase da cultura ou simplesmente a realidade da sua fazenda.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/pulverizacao-perfeita-mais-produtividade-e-menos-desperdicio?utm_campaign=materiais-cl-ppg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Online Pulverização Perfeita: Mais Produtividade e Menos Desperdício</strong></a>, você vai aprender como otimizar cada aplicação, reduzir desperdícios e obter os melhores resultados com técnicas modernas e de fácil implementação. O conteúdo é direto ao ponto, prático e ensinado por especialistas com vasta experiência no setor agrícola.</p>
<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Novidades sobre o controle biológico de pragas na cultura do café</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-na-cultura-do-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 18:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O controle biológico na cultura do café é uma abordagem inovadora que se baseia no uso de organismos vivos para suprimir as populações de pragas e patógenos, proporcionando uma alternativa ecologicamente correta e eficaz para proteger as plantações. Neste contexto, exploraremos os princípios, benefícios e exemplos de sucesso do controle biológico na cultura do café, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O controle biológico na cultura do café é uma abordagem inovadora que se baseia no uso de organismos vivos para suprimir as populações de pragas e patógenos, proporcionando uma alternativa ecologicamente correta e eficaz para proteger as plantações.</p>
<p>Neste contexto, exploraremos os princípios, benefícios e exemplos de sucesso do controle biológico na cultura do café, destacando seu papel fundamental na promoção da sustentabilidade e na garantia da produção de café de alta qualidade.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O uso de fungos entomopatogênicos, como a Beauveria bassiana, tem se mostrado eficaz no controle da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/monitoramento-da-broca-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">broca-do-café</a></strong>.</li>
<li>Os crisopídeos são predadores que podem ser utilizados no controle do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener">bicho-mineiro</a></strong>, apresentando bons resultados.</li>
<li>O uso de desalojantes pode auxiliar no contato da broca-do-café com os fungos, aumentando sua eficácia.</li>
<li>O mercado de produtos biológicos para controle de pragas tem crescido no Brasil, com resultados cada vez mais positivos.</li>
<li>A Belver oferece soluções biológicas para o manejo de pragas no café, sendo um recurso promissor para a cafeicultura brasileira.</li>
</ul>
<p>Neste webinar, a pesquisadora em entomologia da Universidade de Franca, Alessandra Marieli Vacari, falou sobre o que já tem sido feito no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-na-cafeicultura-como-realizar/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico na cultura do café</a></strong> e o que tem de novo nas pesquisas para controle do bicho mineiro com o crisopídeo.</p>
<p>Perdeu o webinar ao vivo? Assista ao conteúdo NA ÍNTEGRA clicando no botão a seguir!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/controle-biologico-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=pagina-webinar-controle-biologico-cafe&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27212 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/banner-webinar-controle-biologico-cafe.jpg" alt="Webinar Controle biológico na cultura do café" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Em busca de mais produtividade, lucratividade e qualidade do café produzido?</h2>
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		<title>Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 14:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fungo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo. Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la. O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, <strong>a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo.</strong> Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la.</p>
<p>O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados por suas multifuncionalidades. São muitos subprodutos oriundos deste cereal, porém ele é limitante em condições climáticas.</p>
<p>O Brasil, por ser um país tropical, não favorece muito o cultivo do trigo, que se desenvolve mais plenamente em climas temperados. Isso restringe um pouco seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo em nosso país</a></strong>, que em sua grande maioria se concentra no sul e alguns estados do sudeste.</p>
<p>O clima em si, não atrapalha apenas no desenvolvimento deste cereal, mas na ocorrência de doenças fúngicas e que em sua grande maioria está associada à alta umidade. É o caso da <strong>Giberela, conhecida também por fusariose do trigo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Ocorrência da doença</h2>
<p>A giberela, cujo agente causal é o fungo <i>Gibberella zeae</i> (Schwein.) Petch (anamorfo <i>Fusarium graminearum</i> Schwabe),<strong> é uma das principais doenças em trigo</strong>, sendo transmitida em sua grande maioria, pelas sementes contaminadas.</p>
<p>Esta doença se manifesta mais intensamente em regiões com excesso de chuva e temperaturas amenas durante os períodos de floração e maturação dos grãos, podendo ser encontrada de forma generalizada por todo o mundo.</p>
<p>A doença é mais frequentemente encontrada no trigo, mas também pode afetar a cevada, a aveia, o centeio e algumas gramíneas forrageiras.</p>
<h2>Sintomas da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela é melhor reconhecida pelo branqueamento de flores na ponta. Infecções graves podem causar crestamento precoce ou branqueamento de todo o espinho. Outros sintomas incluem descoloração de bronzeado a marrom.</p>
<p>Normalmente um micélio rosado/laranja está presente na base das flores sob condições úmidas, e grãos que são enrugados, brancos e de aparência calcária. Peritécios (corpos escuros de frutificação) são produzidos dentro do micélio, posteriormente no processo de infecção. Espiguetas descoloridas e doentes são estéreis ou contêm sementes murchas/descoloridas (geralmente com uma tonalidade rosa ou laranja).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12037 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg" alt="Giberela no trigo" width="370" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Como ocorre a transmissão da giberela</h2>
<p>A transmissão do patógeno da semente para a plântula, ocorre entre as etapas de disseminação e colonização do seu ciclo de vida. Esse processo implica no transporte que proporciona uma infecção bem-sucedida, dando origem a uma planta doente.</p>
<p>Quanto à quantificação da transmissão, esta pode ser realizada através da detecção dos sintomas nas plantas, partindo do princípio de que o único meio de inoculação foi através da associação do patógeno com a semente.</p>
<p>Patógenos necrotróficos, em sua grande maioria e parte dos biotróficos, utilizam-se da semente como veículo de disseminação, abrigo e sobrevivência.</p>
<p>Dentre os fatores que afetam a transmissão dos patógenos a partir de sementes e, que podem afetar o estabelecimento do patógeno em uma cultura, destacam-se:</p>
<ol>
<li>Espécie cultivada (resistência varietal);</li>
<li>Condições ambientais (umidade ambiental e do solo, temperatura, vento, chuva e luz);</li>
<li>Inóculo (viabilidade, localização na semente, tipo);</li>
<li>Práticas culturais (tipo de solo, pH, população de plantas, profundidade de semeadura e época de plantio, fertilização, etc.);</li>
<li>Sobrevivência do inóculo;</li>
<li>Vigor da semente;</li>
<li>Microflora do solo e da semente, entre outros.</li>
</ol>
<p>Existem ainda duas outras maneiras possíveis de estabelecimento do patógeno no interior das sementes: através do sistema vascular de plantas atacadas e através de órgãos fertilizadores, como grão de pólen contaminado ou infectado.</p>
<p>No caso da contaminação de sementes por patógenos, esta é comumente concretizada pela mistura mecânica do inóculo por ocasião da manipulação de plantas durante a colheita.</p>
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<h2>Reduzindo o contágio do patógeno</h2>
<p>Tais fatores podem reduzir ou incrementar significativamente a passagem do patógeno para os órgãos foliares e/ou radiculares da planta hospedeira, refletindo no desenvolvimento da doença na lavoura.</p>
<p>A transmissão de patógenos através das sementes é capaz de propiciar:</p>
<ul>
<li>Introdução do patógeno em novas áreas;</li>
<li>Sobrevivência do microrganismo na ausência do hospedeiro;</li>
<li>Seleção e disseminação de raças específicas a determinados hospedeiros e</li>
<li>Distribuição através da população de plantas como focos primários de inóculo.</li>
</ul>
<p>Por se tratar de uma associação biológica, as taxas de transmissão planta-semente e semente-plântula são bastante influenciadas pelo ambiente e pelas características inerentes ao patógeno e ao hospedeiro.</p>
<p>A idade da planta, na ocasião da infecção, por exemplo, é um dos fatores que afeta a transmissão. De qualquer forma, essa relação biológica é afetada por fatores físicos, biológicos e por aqueles inerentes ao tipo de germinação das sementes.</p>
<p>Para patógenos habitantes do solo, como é o caso dos fungos pertencentes ao gênero <i>Fusarium</i>, o acesso à superfície dos frutos e sementes é favorecido pelo contato direto dessas estruturas com o solo ou através de respingos de chuva, ou de irrigação por aspersão.</p>
<h2>Manejo de controle da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela <strong>é considerada a doença do <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>. A sobrevivência saprofítica do patógeno em diversos hospedeiros, como espécies de plantas cultivadas, nativas e invasoras, assim como a facilidade de dispersão dos ascósporos, transportados a longa distância pelo vento, faz com que a giberela não seja controlada eficientemente pela rotação de culturas.</p>
<p>A grande disponibilidade de inóculo no ar, durante o período de floração, associada a períodos de molhamento contínuo, tem levado a danos significativos na cultura do trigo.</p>
<p>O escalonamento na época de semeadura e o uso de cultivares com diferentes ciclos, são estratégias de escape que possibilitam que as plantas possam atingir o período de predisposição sob condições climáticas adversas ou menos favoráveis ao patógeno.</p>
<p>No Brasil, ainda não estão disponíveis pela pesquisa cultivares resistentes à doença. Há indicação de cultivares com diferentes níveis de tolerância.</p>
<p>A aplicação de <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fungicidas</strong></a> específicos na floração é uma estratégia recomendada. A eficácia de controle depende principalmente do fungicida e do momento de aplicação.</p>
<p>A eficácia de <a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle químico</strong></a> da giberela no campo e o rendimento de grãos de trigo são maiores quando as aplicações de fungicidas específicos são realizadas no início do estádio fenológico de floração.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O maior rendimento de grãos foi obtido com o fungicida metconazole, diferindo estatisticamente da testemunha, com aumento relativo de 29,6%. Uma única aplicação de todos os fungicidas proporcionou aumento médio no rendimento de grãos em relação à testemunha de 24,3%, variando de 15,7% até 29,6% (Tabela 1).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12038" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg" alt="Desempenhos de fungicidas aplicados em grãos de trigo com giberela" width="600" height="326" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg 626w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-270x147.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Tabela 1 &#8211; Desempenho de fungicidas aplicados no início da floração sobre o rendimento de grãos, peso de mil grãos e incidência de <i>Fusarium graminearum</i> em grãos de trigo.</span></p>
<h2>O que é eficiente contra a giberela no trigo?</h2>
<p>Em termos gerais, é possível reduzir a incidência dessa doença fúngica por meios práticos. Como ela é uma doença que requer a umidade, é preciso fazer o manejo sanitário em restos culturais, caso opte pelo plantio direto.</p>
<p>O uso de cultivares tolerantes à doença também pode ajudar e, ainda, o manejo gradual de mudança de cultivares no plantio, sendo eles de ciclos distintos, auxilia na tolerância da planta e desfavorece a doença.</p>
<p>Por fim, se optar pelo tratamento químico, fique atento à qualidade do produto e principalmente a época de aplicação, que deve ser no início do florescimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12039 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg" alt="Trigo com giberela" width="370" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-262x300.jpg 262w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-270x309.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Brown et al. (2011)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12040 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg" alt="Trigo" width="370" height="518" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-214x300.jpg 214w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-270x378.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>A giberela é a principal doença apontada pelos triticultores, mas há outras como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem</strong></a>. Todas elas reduzem significativamente a produção e, caso não sejam controladas, podem permanecer nos restos culturais e serem passadas às próximas culturas, comprometendo sua renda!</p>
<p>Além das doenças, há ainda as pragas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>daninhas</strong></a>. Ou seja, é preciso entender de forma específica cada uma delas, se quiser alcançar os resultados que almeja em sua produção.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/">Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Mancha-amarela no trigo: veja os principais impactos e como controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 19:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[manchas amareladas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores entraves de qualquer lavoura é a incidência de doenças. No caso dos cereais, existem muitas delas e, de modo geral, os sintomas mais visíveis são as manchas. Neste artigo, abordaremos uma das principais em trigo: a mancha-amarela, ressaltando sua identificação e controle. O passo primordial, antes mesmo da sua identificação, é ter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores entraves de qualquer lavoura é a incidência de doenças. No caso dos cereais, existem muitas delas e, de modo geral, os sintomas mais visíveis são as manchas. Neste artigo, abordaremos uma das principais em trigo: <strong>a mancha-amarela</strong>, ressaltando sua identificação e controle.</p>
<p>O passo primordial, antes mesmo da sua identificação, é ter a segurança no uso de sementes de qualidade.</p>
<p>Se mesmo assim, doenças como a mancha-amarela surgirem na lavoura, é necessário ficar atento, afinal, os danos são muitos. Quando o assunto é a proteção, conhecer bem a cultivar, saber executar um bom manejo, identificar com precisão as doenças, pode ser a base para trazer sucesso à sua lavoura.</p>
<p>No caso do <a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>trigo</strong></a>, o qual é uma cultura de inverno, boa parte de suas doenças são fúngicas, favorecidas pelo clima e umidade. Portanto, o cuidado precisa ser redobrado.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual o impacto da mancha-amarela no trigo?</h2>
<p>A ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> da parte aérea na cultura do trigo pode causar reduções significativas na produtividade e na qualidade de grãos.</p>
<p>A magnitude dos danos causados depende da suscetibilidade da cultivar, agressividade do patógeno, estádio de desenvolvimento da cultura no momento da infecção e das condições ambientais de cada ano e local.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21607 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1.jpg" alt="Mancha-amarela no trigo" width="682" height="447" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1.jpg 682w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-370x243.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-270x177.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-1-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>Entre as doenças foliares do trigo, a mancha-amarela, causada pelos fungos <i>Drechslera tritici-repentis </i>e <i>Drechslera siccans</i>, aumentou significativamente em importância nos últimos anos, sendo <strong>encontrada em mais de 60% de levantamentos efetuados em campo</strong>.</p>
<h3>Fontes de inóculo</h3>
<p>As principais fontes de inóculo para a mancha-amarela são as sementes infectadas, os restos culturais e hospedeiros alternativos (azevém).</p>
<p>Os ascósporos e conídios, provenientes das fontes de inóculo, são os responsáveis pelo estabelecimento das lesões iniciais. Posteriormente, a produção de toxinas que causam clorose e necrose resulta no crescimento das lesões e contribui para o aumento da epidemia.</p>
<h2>Sintomas da mancha-amarela no trigo</h2>
<p>Os sintomas iniciais da doença são <strong>pequenas lesões, pontuações escuras, e evoluem para necroses com coloração marrom e halo amarelo</strong>, uma característica resultante da produção de toxinas do fungo.</p>
<p>Como componente do processo epidêmico da mancha-amarela, a expansão de lesão deve ser considerada na definição de estratégias de controle para a doença.</p>
<p>Estas lesões são elípticas, podendo atingir 12 mm de comprimento e são circundadas por um halo amarelo. Conidióforos e conídios longos são formados no centro das manchas.</p>
<h2>Como reduzir a incidência da mancha-amarela?</h2>
<p>Em áreas com problemas de mancha-amarela, a rotação de culturas não hospedeiras (aveia, nabo forrageiro, canola) por pelo menos um ano, <strong>pode ser eficiente para reduzir a quantidade de inóculo no campo</strong>, bem como o uso de sementes com boa qualidade sanitária.</p>
<p>Sempre que possível deve-se optar pelo uso de cultivares menos sensíveis à doença.</p>
<h3>Controle químico e tratamento</h3>
<p>O tratamento de sementes com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">fungicidas</a></strong> é outra ferramenta importante, e deve ser realizado sempre que houver presença do patógeno na área ou na semente.</p>
<p>A aplicação foliar de fungicidas para controle da mancha-amarela é indicada após o aparecimento dos primeiros sintomas, quando atingido o limiar de dano econômico.</p>
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<p>A maioria dos fungicidas foliares utilizados para o controle de mancha-amarela possuem os grupos químicos triazol ou estrobilurina, ou a mistura de ambos.</p>
<p>Os fungicidas utilizados são:</p>
<ol>
<li>Piraclostrobina + epoxiconazol (66,5+25 g i.a./ha);</li>
<li>Azoxistrobina + ciproconazol (60+24);</li>
<li>Trifloxistrobina + protioconazol (60+70);</li>
<li>Propiconazol (100) e</li>
<li>Epoxiconazol (62,5) nos estádios de perfilhamento, elongamento e florescimento.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21608 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2.jpg" alt="Tabela de eficiência de fungicidas no controle da mancha-amarela" width="1024" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-300x128.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-768x327.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-370x158.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-270x115.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-740x315.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/mancha-amarela-trigo-2-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fonte: Deuner (2013)</span></span></p>
<h2>Testes e resultados de tratamentos contra a mancha-amarela</h2>
<p>A <strong>melhor eficiência de controle foi constatada para o tratamento com a primeira aplicação de trifloxistrobina + protioconazol</strong> com adição do propiconazol e as duas subsequentes de trifloxistrobina + protioconazol, com eficiência de 72%.</p>
<p>Os maiores rendimentos foram observados nos tratamentos: três aplicações da mistura piraclostrobina + epoxiconazol (5.034,1 kg/ha); mesma mistura com adição de propiconazol na primeira aplicação (5.072,5 kg/ha); aplicações de trifloxistrobina + protioconazol, com propiconazol adicionado na primeira aplicação (4955,0 kg/ha).</p>
<p>As manchas foliares são melhores controladas pelos triazóis, respondendo positivamente à adição de mais triazol à mistura (triazol + estrobilurina).</p>
<p>Esse procedimento é fundamental em cenários favoráveis às manchas foliares, como cultivares suscetíveis, monocultura de trigo e condições ambientais favoráveis.</p>
<p>Segundo a indicação técnica da pesquisa do trigo, <strong>considera-se um bom controle, quando o fungicida apresenta eficiência superior a 70%</strong>, e controle regular quando a eficiência fica entre 50% e 70%.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo de melhoramento, por meio de seleção natural, ocorre a cada ano, a cada ciclo e novo cultivar. Isso significa que patógenos também evoluem com as plantas, tornando seu controle cada vez mais difícil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário um planejamento desde a escolha da cultivar e testes de pureza, pois como você viu neste artigo, o inóculo da mancha-amarela vem principalmente de sementes infectadas com plantas hospedeiras.</span></p>
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		<title>Carneirinho no café: o que é e como manejar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/carneirinho-praga-do-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 13:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os carneirinhos são besouros do gênero Naupactus pertencentes à ordem coleóptera, possuindo diversas espécies e cores. Essa praga é polífaga e por isso, além de causar prejuízos ao cafeeiro, podem causar danos em diversas outras culturas como Citrus sp, cana-de-açúcar, alfafa, entre outras. Apesar de não serem muito comuns na cultura do café, podem ocorrer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>carneirinhos</strong> são besouros do gênero <i>Naupactus</i> pertencentes à ordem coleóptera, possuindo diversas espécies e cores.</p>
<p>Essa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener">praga</a></strong> é polífaga e por isso, além de causar prejuízos ao cafeeiro, podem causar danos em diversas outras culturas como Citrus sp, cana-de-açúcar, alfafa, entre outras.</p>
<p>Apesar de não serem muito comuns na cultura do café, podem ocorrer ataques ocasionando assim em danos às lavouras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21797" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-1.jpg" alt="Carneirinho praga do café" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Carneirinho (Foto: Dalyse Castanheira).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-2.jpg" alt="Adulto de Naupactus cervinus" width="315" height="223" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-2.jpg 315w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-2-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-2-270x191.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-2-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Adulto de Naupactus cervinus. (Fonte:</span><span style="font-weight: 400;"> SOUZA, ANJOS &amp; SORGATO, 2009.)</span></span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Hábitos dos carneirinhos e danos causados</h2>
<p>Os adultos permanecem durante o dia escondidos entre as folhas ou nas axilas das folhas e se alimentam durante a noite.</p>
<p>Esses besouros se alimentam de folhas tenras, por isso é comum seu ataque em <strong>cafeeiros novos</strong> e em brotações de lavouras <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/" target="_blank" rel="noopener">recepadas</a></strong>, recortando os bordos das folhas, acarretando assim em aspecto rendilhado. Os danos causados podem servir como porta de entrada de patógenos.</p>
<p>Além disso, as larvas que permanecem no solo, podem consumir as radicelas e raízes finas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21799" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-3.jpg" alt="Danos causados por carneirinhos" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-3-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-3-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Danos causados pelo Carneirinho no café. (Foto: Dalyse Castanheira).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21800" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-4.jpg" alt="Danos no cafeeiro causados pelo carneirinho" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-4.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-4-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-4-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-4-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/carneirinho-no-cafe-4-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Danos causados pelo Carneirinho no café. (Foto: Dalyse Castanheira).</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Período de ocorrência da praga</h3>
<p>O período de maior ocorrência dos carneirinhos é de <strong>novembro a março</strong>, em lavouras podadas com intensa emissão de folhas novas (Silva et al., 2010). Pode-se observar um maior ataque na rebrota.</p>
<h2>Como controlar o carneirinho no café?</h2>
<p>Para o controle químico é recomendado a utilização de inseticidas do grupo dos organofosforados.</p>
<p>Os inseticidas organofosforados são neurotóxicos, e por isso, agem no sistema nervoso, inibindo a enzima acetilcolinesterase.</p>
<h2>Fortaleça o manejo de pragas e aumente a produtividade da lavoura</h2>
<p>O carneirinho é uma praga que pode comprometer o desenvolvimento do cafeeiro e causar sérios prejuízos à produção. Para evitar perdas, é essencial adotar estratégias de controle eficientes e integradas a uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar o manejo fitossanitário de forma estratégica, interpretar melhor os desafios do campo, reduzir custos e conduzir sua produção com foco em qualidade, produtividade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Cigarrinha do milho: como identificar e realizar o controle dessa praga</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 13:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é vetor de três patógenos na cultura do milho: Spiroplasma kunkelli (CSS-corn stunt spiroplasma), Fitoplasma do milho (MBSP-maize bushy stunt phytoplasma) e; Vírus do raiado fino (MRFV-maize rayado fino virus). O aumento da área cultivada e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha-do-milho com importância relativa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cigarrinha-do-milho (<i>Dalbulus maidis)</i> é vetor de três patógenos na cultura do milho:</p>
<ol>
<li><strong><i>Spiroplasma kunkelli</i></strong> (CSS-<i>corn stunt spiroplasma</i>),</li>
<li><strong>Fitoplasma do milho </strong>(MBSP-<i>maize bushy stunt phytoplasma</i>) e;</li>
<li><strong>Vírus do raiado fino</strong> (MRFV-<i>maize rayado fino virus).</i></li>
</ol>
<p>O aumento da área cultivada e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha-do-milho com importância relativa de pragas e doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>Características da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>Na literatura, são citadas como plantas hospedeiras da cigarrinha-do-milho:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/">Milho</a></strong> (<i>Zea mays</i>);</li>
<li>Tripsacum (<i>Tripsacum dactiloides</i>);</li>
<li>Teosinto (<i>Euchlaena mexicana</i>);</li>
<li><strong><a href="https://ebook.rehagro.com.br/ecofisiologia-e-manejo-do-sorgo?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fisiologia-sorgo&amp;utm_medium=blog">Sorgo</a></strong> (<i>Sorghum bicolor</i>);</li>
<li>Braquiária ruziziensis (<i>Urochloa </i>ruziziensis);</li>
<li>Milheto (<i>Pennisetum glaucum</i>).</li>
</ul>
<p>Os ovos de <i>D. maidis</i> podem ser depositados de forma isolada, em pares ou em grupos de cinco ou seis na superfície superior das folhas, sendo inseridos nos tecidos da planta, de preferência na metade basal das primeiras folhas das plantas jovens.</p>
<p>As ninfas se alimentam da <strong>seiva da planta</strong> e dificilmente abandonam o sítio de alimentação durante o seu desenvolvimento, sendo que após a muda é fácil a observação das exúvias presas nas folhas.</p>
<p>A duração dos estádios ninfais de <i>D. maidis</i> varia com a temperatura. A 23,4°C e 83 % UR, os ínstares I, II, III, IV e V tiveram duração média de 2,0; 2,0; 2,5; 3,0 e 3,0 dias, respectivamente.</p>
<p>Estudos da biologia dessa cigarrinha em temperaturas variando de 10 a 32ºC, apresenta cinco ínstares com duração média variando de 23,0 (10ºC) a 3,2 dias (32ºC).</p>
<p>Os <strong>adultos da cigarrinha-do-milho medem cerca de</strong> <strong>3 mm de comprimento</strong> e são de coloração palha, podendo apresentar coloração mais escura nas regiões geográficas altas e em tons claros com manchas em baixas altitudes.</p>
<p>A longevidade média dos adultos é de 16,3 dias para machos e de 42,1 dias para fêmeas a 23,4ºC e 83% de UR. Entretanto, essa longevidade varia em função da temperatura, atingindo 66,6 dias a 10ºC e 15,7 dias a 32,2ºC.</p>
<p>O período de pré-oviposição é de 8,5 dias, o de oviposição é de 29,6 dias e a fecundidade média é de 128,7 ovos/fêmea.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas dos enfezamentos</h2>
<p>Os sintomas dos enfezamentos manifestam-se em <strong>maior intensidade na fase de produção das plantas de milho</strong>, porém podem se manifestar na fase vegetativa quando o hospedeiro se encontra sob grande pressão desde a emergência, ou na fase de florescimento.</p>
<p>O <strong>enfezamento pálido</strong>, caracteriza-se pelas manchas cloróticas e independentes, produzidas na base das folhas, posteriormente coalescem e formam bandas grandes; os entre nós se desenvolvem menos e a planta tem altura reduzida.</p>
<p>O <strong>enfezamento vermelho</strong>, caracteriza-se pela severidade dos sintomas na planta com incidência do enfezamento e pela maior intensidade da cor vermelha, que chega a ser púrpura nas folhas mais velhas, e por abundante perfilhamento nas axilas foliares e na base das plantas.</p>
<p>Os sintomas do <strong>vírus do raiado fino</strong> consistem na ocorrência de pontos cloróticos, manchas, ou linhas curtas, distribuídas de forma uniforme na parte superior de folhas jovens, e geralmente nas nervuras secundárias e terciárias.</p>
<p>Com o passar do tempo os pontos tornam-se mais numerosos e coalescem, ao longo das nervuras formando riscas com mais de 10 cm de comprimento, podendo ser facilmente observadas quando colocadas contra a luz.</p>
<h2>Utilização de híbridos no controle da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>A utilização de <strong>híbridos com resistência genética</strong>, apresenta-se como um importante método de controle de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/">doenças na cultura do milho</a></strong>.</p>
<p>Características físicas, morfológicas e/ou químicas das plantas podem alterar o comportamento dos insetos, ou interferir na sua biologia, dando proteção às plantas permitindo a seleção de híbridos resistentes.</p>
<p>A cigarrinha-do-milho (<i>Dalbulus maidis)</i> <strong>é a principal transmissora de doenças conhecidas como os enfezamentos e a virose do raiado fino</strong>, provocando perdas de até <strong>90%</strong> no milho cultivado em algumas regiões.</p>
<p>A infestação da cigarrinha-do-milho<i> </i>é influenciada pelo híbrido de milho plantado, havendo materiais que podem apresentar maior ou menor infestação.</p>
<p>A severidade fitossanitária demonstrou ser crescente em função do número de cigarrinhas/plantas, havendo híbrido que demonstraram maior ou menor suscetibilidade.</p>
<p>A intensidade da infestação por cigarrinhas no milho influenciou diretamente a severidade fitossanitária de forma que <strong>o aumento do número de cigarrinhas proporcionou maior severidade</strong> com reflexo nos parâmetros produtivos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21425 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2.jpg" alt="Folha de milho no solo com vírus do raiado fino causado pela cigarrinha-do-milho." width="670" height="373" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2.jpg 670w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-370x206.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-2-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Vírus do raiado fino (MRFV-</span><i><span style="font-weight: 400;">maize rayado fino vírus</span></i><span style="font-weight: 400;">) (CULTIVAR)</span></span></p>
<h2>Manejo e pulverização da cigarrinha-do-milho</h2>
<p>Na adoção do <strong>manejo integrado de pragas, </strong>devem ser considerados aspectos como a eliminação de hospedeiros, definição de épocas de semeadura, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico</a></strong> e controle químico.</p>
<p>O tratamento de sementes com inseticidas neonicotinóides (imidacloprid, thiametoxan e clotiandina) tem sido importante por realizar o controle na primeira população migrante no cultivo, apresentando eficiência até os 15 dias após a emergência da cultura.</p>
<p>A adoção de pulverizações com organofosforado (acefato) nos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-milho-o-processo-de-germinacao-da-semente/">estádios</a></strong> V4/V5 e V8/V9, a fim de promover o controle da cigarrinha para reduzir os prejuízos.</p>
<p>A adoção destas pulverizações tende a complementar a estratégia do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">tratamento de sementes</a></strong>, sendo fundamental para o controle de populações migrantes de outras culturas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21426 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3.jpg" alt="Plantação de milho com enfezamento causado pela cigarrinha-do-milho." width="640" height="524" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-300x246.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-370x303.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-270x221.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-366x300.jpg 366w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/cigarrinha-do-milho-3-150x123.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Enfezamento do milho (EMBRAPA)</span></p>
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		<title>Nematoides na soja: principais tipos e como realizar o controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 12:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, os nematoides recorrentes à cultura da soja têm sido os formadores de galhas (Meloidogyne spp.), o de cisto (Heterodera glycines), o das lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus) e o nematoide-reniforme (Rotylenchulus reniformis). Espécies como Helicotylenchus dihystera e Scutellonema brachyurus têm sido consideradas emergentes, como potenciais patógenos da cultura da soja, seja pela ampla distribuição [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, <strong>os nematoides recorrentes à cultura da soja</strong> têm sido os <strong>formadores de galhas</strong> (<i>Meloidogyne</i> spp.), <strong>o de cisto</strong> (<i>Heterodera glycines</i>), <strong>o das lesões radiculares</strong> (<i>Pratylenchus brachyurus</i>) e o <strong>nematoide-reniforme</strong> (<i>Rotylenchulus reniformis</i>).</p>
<p>Espécies como <i>Helicotylenchus dihystera</i> e <i>Scutellonema brachyurus</i> têm sido consideradas emergentes, como potenciais patógenos da cultura da soja, seja pela ampla distribuição nas lavouras brasileiras, seja pelo aumento nas densidades populacionais encontradas na cultura. <i>Tubixaba tuxaua</i> também pode ser considerado patógeno potencial da cultura, embora com distribuição mais restrita.</p>
<p>Outro nematoide emergente, <i>Aphelenchoides besseyi</i>, é o único de parte aérea, relatado na cultura da soja, que tem por hábito alimentar-se das inflorescências, flores e folhas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>Evolução dos nematoides</h2>
<p><strong>No Brasil, os danos provocados por nematoides podem chegar a R$ 35 bilhões por ano e, somente na soja, estima-se que os prejuízos alcancem R$ 16,2 bilhões.</strong></p>
<p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) listou os nematoides entre as <span style="font-size: 12pt;">pragas </span>consideradas de maior risco sanitário e com potencial de provocar prejuízos econômicos à agricultura brasileira.</p>
<p>Os nematoides apresentaram, ao longo de centenas de anos, <strong>transformações de partes do aparelho bucal em estrutura resistente, denominada estilete</strong>. Esta modificação conferiu a esses organismos a capacidade de adaptar-se a outra fonte alimentar e, assim, extrair alimentos de células vegetais.</p>
<p>Utilizam o estilete para perfurar os tecidos da parede celular e, a princípio, injetar secreções enzimáticas no interior das células. Estas secreções promovem uma pré-digestão do conteúdo celular que, posteriormente, será sugado por meio do estilete. Ação que pode induzir alterações na morfologia desta célula e das células adjacentes ou necrose dos tecidos.</p>
<p>Estes minúsculos patógenos são imperceptíveis até provocar os primeiros danos à lavoura, quando os sintomas da sua presença são observados nas plantas, na maioria das vezes, já completamente comprometidas.</p>
<p>As doenças de plantas causadas por fitonematoides tornaram-se comuns em diversos países, e a maioria refere-se à alimentação do patógeno no <strong>sistema radicular</strong> do vegetal. No entanto, algumas espécies são parasitas de órgãos aéreos.</p>
<p>Na cultura da soja existem relatos no mundo que se referem à <strong>coexistência de</strong> <strong>mais de 100 espécies de fitonematoides</strong>, envolvendo cerca de 50 gêneros.</p>
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<h2>Nematoide-das-galhas</h2>
<p><strong>Os nematoides-das-galhas estão entre os mais importantes parasitas da cultura da soja.</strong> Existem mais de 80 espécies de nematoides do gênero <i>Meloidogyne </i>reconhecidas em todo o mundo.</p>
<p>Na cultura da soja nacional destacam-se <i>Meloidogyne javanica </i>e <i>M. incognita</i>. A primeira encontra-se disseminada por todas as áreas de soja e tem sido relacionada com os danos mais severos à cultura, enquanto a segunda, não menos problemática, é muito comum em áreas com histórico de cultivo de café e algodão.</p>
<p>Esses nematoides são classificados como endoparasitas sedentários, cuja interação entre patógeno e planta é extremamente evoluída.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21610 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1.jpg" alt="Nematoides das galhas" width="512" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>Tanto a formação quanto a manutenção do sítio de alimentação são complexas e envolvem ação de enzimas e outras proteínas produzidas pelo nematoide. Tal sítio é composto por cerca de seis a oito células do hospedeiro, caracteristicamente grandes, com vacúolos pequenos ou ausentes, multinucleadas e com citoplasma denso.</p>
<p>Comumente, os sítios de alimentação são denominados células gigantes e funcionam como drenos na planta, visto que são responsáveis por desviar nutrientes que seriam usados no crescimento e na produção da planta, para servirem como alimento para os nematoides.</p>
<p>Como a alimentação do nematoide causa crescimento e multiplicação desordenada das células, observa-se, externamente, a formação de nodosidades nas raízes, comumente chamadas galhas, sendo este o sintoma típico do nematoide. Como reflexo, observam-se plantas subdesenvolvidas e com característica de deficiência nutricional, sendo ainda comum a presença de folhas carijó.</p>
<h3>Sintomas do Nematoide-das-galhas</h3>
<p>No campo, os sintomas ocorrem em reboleiras, visto que o nematoide apresenta movimentação limitada no solo, sendo disseminado, principalmente, por práticas agrícolas resultantes do revolvimento do solo.</p>
<p>É importante ressaltar que os sintomas são comumente observados no período reprodutivo da planta, o que muitas vezes faz com que técnicos e produtores acreditem que os nematoides atacam as plantas no período do florescimento, mas, na verdade, o nematoide infecta as raízes desde a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">germinação das sementes</a></strong>, preferindo sempre as raízes jovens.</p>
<p>O sintoma é mais visível em plantas na fase de florescimento, por ser um período de alta demanda de água e nutrientes, e quando a população do nematoide já se encontra elevada nas raízes, as quais perdem a função de suprir as necessidades da planta. Outro fator que contribui para manifestação severa de sintomas é a estiagem.</p>
<p>Apesar de as galhas constituírem sintomas típicos e fáceis de ser diagnosticados a olho nu, é importante lembrar que, comumente, os nematoides ocorrem em populações mistas no solo. A presença de nematoides-das-galhas pode mascarar a percepção de outras espécies presentes na área.</p>
<p>Destaca-se ainda que, além dos danos diretos ocasionados pelo nematoide, os processos de penetração, movimentação e alimentação abrem portas de entrada e predispõem a planta à ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">outras doenças</a></strong>, principalmente associadas a fungos de solo, com destaque para <i>Fusarium solani</i> f. sp. <i>glycines</i>.</p>
<h2>Nematoide-de-cisto-da-soja</h2>
<p><strong>O nematoide-de-cisto-da-soja, <i>Heterodera glycines</i>, continua a ser uma séria ameaça à produção de soja em todo o mundo.</strong> É uma das principais pragas da cultura pelos prejuízos que podem causar e pela facilidade de disseminação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21611 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja.jpg" alt="Nematoide de cisto da soja" width="723" height="406" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja.jpg 723w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>
<p>Este nematoide caracteriza-se como um semiendoparasita sedentário, cujo ciclo de vida é semelhante àquele descrito para <em>Meloidogyne</em>, e completa-se em torno de três semanas.</p>
<p>A reprodução ocorre por anfimixia (cruzamento entre macho e fêmea), o que garante alta variabilidade genética. O sintoma inicial de ocorrência do nematoide-de-cisto-da-soja nas lavouras caracteriza-se pela presença de reboleiras, com as plantas atrofiadas e cloróticas e com poucas vagens.</p>
<p><strong>Em locais onde a população do patógeno é alta, também pode ocorrer morte prematura de plantas</strong>.</p>
<p>Cuidados devem ser tomados, uma vez que deficiência de alguns nutrientes, especialmente nitrogênio (N), <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-soja-como-economizar-no-potassio/" target="_blank" rel="noopener">potássio</a></strong> (K) e certos micronutrientes, fitotoxicidade por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">defensivos agrícolas</a></strong>, compactação do solo e outras desordens fisiológicas podem ocasionar os mesmos sintomas na parte aérea das plantas.</p>
<p>Nas regiões com boa distribuição de chuvas e solos de fertilidade natural mais alta, as plantas doentes podem não exibir sintomas evidentes na parte aérea, exceto uma ligeira redução no porte.</p>
<p>Portanto, o diagnóstico definitivo deve ser realizado com base nos sinais, ou seja, presença de fêmeas de cor branca ou amarela presas às raízes, cerca de cinco semanas após a semeadura da soja.</p>
<h2>Nematoides-das-lesões-radiculares</h2>
<p><strong>Os nematoides-das-lesões-radiculares (<i>Pratylenchu</i>s spp.) são assim denominados pelos sintomas causados nas raízes das plantas hospedeiras</strong>, as quais servem de porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em necroses e podridões.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21612 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2.jpg" alt="Nematoides das lesões radiculares" width="512" height="211" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-300x124.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-370x152.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-270x111.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-150x62.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>É um endoparasita migrador que <strong>causa danos mecânicos às raízes durante a alimentação e movimentação no interior dos tecidos</strong>. Além disso, apresenta ação espoliadora, pela retirada do conteúdo citoplasmático, e danos por ação tóxica, pela injeção de substâncias no córtex radicular.</p>
<p>Como consequência, modificam e destroem os tecidos, comprometendo a absorção e o transporte de água e nutrientes, prejudicando o desenvolvimento da planta, bem como facilitando a infecção por patógenos secundários.</p>
<p>Os sistemas radiculares parasitados mostram-se reduzidos e pouco volumosos, e as plantas apresentam menor estatura, clorose e murchamento das folhas, refletindo em perdas de produção.</p>
<h2>Nematoide-reniforme</h2>
<p><i>Rotylenchulus reniformis </i>é considerado um dos principais problemas da cultura do algodoeiro, mas sua importância vem crescendo nos últimos anos em áreas cultivadas com soja e algodão na região do Cerrado brasileiro.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, <strong>esse nematoide era considerado um patógeno secundário para a cultura da soja</strong>. Contudo, atualmente é tido como espécie emergente nesta cultura, principalmente em lavouras do estado do Mato Grosso, onde sua ocorrência tem aumentado de forma consistente e altas populações têm sido associadas a perdas em rendimento na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21613 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1.jpg" alt="Nematoides reniforme" width="740" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-300x112.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-270x101.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-150x56.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Esse nematoide é considerado um semiendoparasita sedentário, que pode alimentar-se em qualquer ponto ao longo do comprimento das raízes. As fêmeas presentes no interior das raízes induzem à formação de um tecido nutridor, de onde retiram seu alimento para completar o ciclo de vida.</p>
<p>A produção de ovos inicia-se entre cinco e sete dias após a infecção das raízes das plantas, em número de até 100 ovos. Seu ciclo de vida é completado entre 24 a 30 dias, com grande influência da temperatura nesse período.</p>
<p>Outro fator que favorece essa espécie é a textura do solo, sendo este de textura fina, siltoso ou argiloso. Tem como característica a elevada capacidade de sobrevivência na ausência do hospedeiro, podendo permanecer no solo por até dois anos.</p>
<p>O manejo de <i>R. reniformis </i>pode ser realizado, principalmente, por meio da rotação de culturas, uma vez que esse nematoide possui círculo de hospedeiros mais restrito, em relação a <i>Meloidogyne </i>spp. ou <i>P. brachyurus</i>, além do uso de cultivares resistentes.</p>
<p>As cultivares de soja americanas Forrest e Custer são consideradas padrões de resistência ao nematoide-reniforme e, aparentemente, cultivares com resistência ao nematoide-de-cisto também conferem resistência a <i>R. reniformis.</i></p>
<h2>Como fazer o controle dos nematoides?</h2>
<p>Atualmente, <strong>práticas de <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico</a> fazem parte do manejo integrado para redução de um organismo “patógeno”</strong> alvo através de outros organismos vivos presentes rotineiramente na natureza, que não plantas resistentes com foco no retardo da densidade do inóculo ou das atividades determinantes da doença, estabelecendo equilíbrio por meio de ações que busquem melhoras na biodiversidade do solo.</p>
<p>Desse modo, os fungos antagonistas, fazem parte do nicho ecológico de biocontrole, entre eles os chamados fungos nematófagos, divididos em três grupos distintos (predadores, endoparasitas, oportunistas parasitas de ovos e juvenis), produzindo metabólitos tóxicos aos nematoides, além de poderem competir por nutrientes e espaço com os patógenos, ou ainda induzir a planta a desenvolver resistência as doenças.</p>
<p>São classificados de acordo com os mecanismos de ataque a seus hospedeiros, entre eles:</p>
<ul>
<li>Fungos predadores com a produção de hifas modificadas em armadilhas para captura;</li>
<li>Fungos endoparasitas com produção de esporos que servem de alimento para nematoides;</li>
<li>Fungos oportunistas ou predadores de ovos, que colonizam e perfuram cascas de ovos de nematoides;</li>
<li>Fungos tóxicos, com produção de toxinas que imobilizam o nematoide antes da penetração das hifas.</li>
</ul>
<p>As populações de fitonematoides, que coexistem no solo, flutuam sob a dependência da pressão dos fatores bióticos e abióticos. Tal influência responde não só pela quantidade, mas também pela qualidade das populações.</p>
<p>A duração do ciclo de vida, razão sexual, taxa reprodutiva, dinâmica e distribuição populacional no solo são geridos pela temperatura, umidade, textura, aeração e pH do solo, bem como pela cultura e pela planta hospedeira, por outros organismos existentes e pelo manejo adotado.</p>
<p>O produtor deve conhecer e estabelecer um rigoroso manejo em cada talhão da propriedade, para tanto a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">análise nematológica</a></strong>, em laboratório especializado, é tão necessária quanto as demais análises efetuadas na lavoura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>E-book Sintomas de fitotoxicidade por herbicidas em cafeeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 13:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[fitotoxicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[praga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A competição de plantas daninhas com a cultura do café pode trazer vários prejuízos. Desta forma, o controle das plantas invasoras se torna extremamente necessário. Uma das maneiras de controle amplamente utilizado é o químico, que se dá por meio da utilização de herbicidas. No entanto, quando aplicado de forma incorreta ou sem os cuidados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A competição de plantas daninhas com a cultura do café pode trazer vários prejuízos.</p>
<p>Desta forma, o controle das plantas invasoras se torna extremamente necessário. Uma das maneiras de controle amplamente utilizado é o químico, que se dá por meio da <strong>utilização de herbicidas</strong>.</p>
<p>No entanto, quando aplicado de forma incorreta ou sem os cuidados necessários, os herbicidas podem acarretar em sintomas no cafeeiro.</p>
<p>Neste e-book, nós mostramos os sintomas de <strong>fitotoxicidade por herbicidas</strong> em cafeeiros, para que você saiba identificar os problemas quando observá-los no campo.</p>
<p>Clique no link abaixo para baixá-lo. O conteúdo é gratuito!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Manejo integrado de pragas no milho: veja os principais pontos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-integrado-de-pragas-no-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 19:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lagartas]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[percevejos]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o crescente aumento no preço de defensivos agrícolas nos últimos anos e com a necessidade de redução de custos de produção, o produtor vem cada vez menos realizando aplicações por calendário. Por conta disso, vem adotando medidas de controle de pragas com uma maior precisão e munidos de parâmetros para tomada de decisão mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescente aumento no preço de defensivos agrícolas nos últimos anos e com a necessidade de redução de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custos de produção</a></strong>, o produtor vem cada vez menos realizando aplicações por calendário.</p>
<p>Por conta disso, vem adotando medidas de controle de pragas com uma maior precisão e munidos de parâmetros para tomada de decisão mais acertada possível, visando não só um recuo nesses custos, mas também a diminuição da quantidade de produtos químicos sendo expostos ao meio ambiente.</p>
<p>A partir desse critério é possível elencar alguns pontos necessários para chegarmos a esse objetivo:</p>
<ul>
<li>O conhecimento dos insetos pragas que atacam a cultura, tanto em sua biologia quanto hábitos;</li>
<li>Os métodos de amostragem, para estabelecermos o controle com inseticidas, a partir do nível de controle – NC;</li>
<li>Conhecimento da tolerância genética da variedade ou híbrido da cultura a ser plantada;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/"><strong>Controle biológico</strong></a> por meio dos inimigos naturais;</li>
<li>Quais os danos causados pela praga e quais os melhores inseticidas a serem usados para o controle.</li>
</ul>
<p>Todos esses fatores são levados em consideração quando se faz o <strong>Manejo Integrado de Pragas – MIP</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Monitoramento das pragas</h2>
<p>Sendo assim, visando o controle dessas pragas de início de ciclo, devemos iniciar considerando qual a cultura ou quais as culturas que haviam anteriormente na área, seja na safra verão ou na segunda safra.</p>
<p>No período de entressafra alguns insetos possuem a capacidade de reduzir seu metabolismo para proporcionar um menor gasto de energia, alongando assim as suas fases até que as condições fiquem propícias para a reprodução, esse período é conhecido como <strong>diapausa</strong>.</p>
<p>Dessa forma devemos realizar amostragens nas áreas pré dessecação para verificar a necessidade de uso de inseticidas e essa preocupação aumenta se a densidade populacional da praga já foi alta na cultura anterior.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Lagarta-do-cartucho do milho (<em>Spodoptera frugiperda</em>)</h3>
<p>Uma praga bastante comum no início do estabelecimento da cultura do milho é a <strong>lagarta-do-cartucho do milho</strong> (<i>Spodoptera frugiperda</i>) com hábito de lagarta-rosca.</p>
<p>Essas lagartas geralmente de 5 instares causam problemas na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">fase inicial da cultura do milho</a></strong>, podendo alimentar de plântulas jovens e causando redução de estande, apesar do ponto de crescimento da planta não ser afetado há uma grande redução no desenvolvimento da planta, abre uma entrada para patógenos.</p>
<p>Além disso, o tratamento de sementes e a proteína Bt nesses casos não oferece um controle efetivo, pois lagartas já nesses instares são dificilmente controladas por meio dessas ferramentas de manejo, necessitando-se assim um <strong>monitoramento na pré dessecação</strong>, principalmente em áreas com plantas “tigueras” de milho e com plantas daninhas que oferecem abrigo para a <i>Spodoptera</i>, que assim permanece à espera da próxima safra.</p>
<p>O recomendado é se atentar ao histórico da área em relação à praga e qual cultura antecedeu o cultivo do milho a ser plantado, e tomar a decisão de aplicação de piretróides, clorpirifós ou carbamatos no início da cultura, com essa aplicação, visando a <i>Spodoptera</i>, temos como adicional o efeito sobre a lagarta-elasmo (<i>Elasmopalpus lignosellus</i>), que causa o “coração morto”.</p>
<p>Outro ponto bastante interessante é a realização da dessecação antecipada, em áreas que o regime de chuvas permite, para que haja a retirada de hospedeiros alternativos para a praga.</p>
<p>Esse tipo de dessecação pode auxiliar no controle não só da lagarta-do-cartucho como também da <strong>lagarta-rosca</strong> (<i>Agrotis ipsilon</i>) e até mesmo os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/">percevejos</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21429 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura.jpg" alt="Postura e lagartas em 3º instar de Spodoptera Frugiperda em planta de milho na pré-dessecação" width="421" height="292" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura.jpg 421w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-300x208.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-370x257.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-270x187.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/lagarta-na-lavoura-150x104.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Postura e lagartas em 3º instar de Spodoptera Frugiperda em planta de milho na pré-dessecação &#8211; Fonte: Arquivo pessoal</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="CONTROLE DE LAGARTAS NA PRODUÇÃO DE GRÃOS | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/uS25a0nGDrs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Tratamento de sementes</h2>
<p>Apesar da baixa resposta de controle ao tratamento de sementes para essas pragas em alta densidade populacional, recomenda-se a utilização do mesmo.</p>
<p>O tratamento de semente tem efeito sobre pragas que podem ser importantes em algumas regiões, como a larva alfinete (<i>Diabrotica speciosa</i>), aos coleópteros conhecidos popularmente como corós ou bicho bolo (<i>Phyllophaga</i> spp., <i>Cyclocephala</i> spp.e <i>Diloboderus abderus</i>) e a lagarta-elasmo (<i>Elasmopalpus lignosellus</i>) que é mais comum em solos arenosos.</p>
<p>Pensando no manejo do percevejo barriga verde e corós podemos utilizar a Clotianidina a 42 ml/i.a. para 60.000 sementes, outro produto que pode ser usado no TS é o Clorantraniliprole de 30 a 45 ml/i.a. para 60.000 sementes, com o intuito de controle do coró, elasmo, lagarta-rosca e lagarta-do-cartucho em instares menores que venham raspar as folhas no início da cultura.</p>
<h2>A importância do bom manejo de controle</h2>
<p>A partir desse manejo de controle é possível o estabelecimento de uma <strong>lavoura com um bom estande de plantas no início do ciclo</strong>, o que é de suma importância quando queremos atingir altos tetos produtivos.</p>
<p>O período entre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">germinação</a></strong> e o fechamento de linhas reflete tanto na produção, quanto outras fases importantes como o florescimento e fecundação, ainda mais quando se trata da cultura do milho onde a perda de uma planta por metro já reflete muito no estande final e proporciona entrada de luz, aumentando a germinação e desenvolvimento de plantas daninhas.</p>
<p>Além disso, a amostragem proporciona a tomada de decisão tanto na opção de realizar a aplicação ou não, quanto a aplicação de dose cheia ou parcial da recomendação, gerando economias e redução do custo de produção, e isso é muito interessante quando se passa por uma safra com incertezas ou quando alguma intempérie pode causar a redução da produtividade.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28027 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1.jpg" alt="Yago Garcia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/yago-garcia-1-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Herbicida pré-emergente para soja: guia para um manejo eficaz</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável. Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, <strong>os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável.</strong></p>
<p>Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência ou em pré-plantio incorporado.</p>
<p>A intensidade, a época e o efeito residual de herbicidas aplicados no controle de plantas daninhas têm efeito direto e relevante no potencial produtivo das culturas.</p>
<p>Esse controle é importante devido à competição das plantas daninhas com as culturas por fatores indispensáveis à expressão de seu potencial produtivo, como água, luz e nutrientes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Desafios ambientais na utilização de herbicidas pré-emergentes</h2>
<p>O herbicida ideal seria aquele que efetuasse o controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> com a maior eficiência possível e logo depois se dissipasse sem deixar vestígios e sem ocasionar nenhum dano ao ambiente, cumprindo assim também o seu segundo objetivo.</p>
<p>Devido à <strong>elevada utilização de herbicidas pré-emergentes</strong> nos cultivos agrícolas brasileiros, tem-se observado <strong>maior preocupação quanto à contaminação do ambiente</strong> e à utilização racional dos recursos hídricos e do solo.</p>
<p>Entre os efeitos diretos percebidos pelos produtores estão os sintomas de intoxicação e a redução de produtividade das culturas, ocasionados por herbicidas de ação residual.</p>
<p>Sua permanência e degradação no solo são processos-chave na determinação do seu efeito residual, sendo fundamentais para avaliar a eficiência de controle das plantas daninhas.</p>
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<h2>Herbicidas e Soja RR®</h2>
<p>No Brasil, a liberação oficial da soja RR® que confere a resistência ao herbicida <em>glyphosate</em> deu-se no ano de 1998. <strong>A partir da legalização, a soja RR® passou a ser amplamente cultivada pelos agricultores, sendo sua adoção considerada a mais rápida da agricultura mundial.</strong></p>
<p>Como a inserção do evento biotecnológico da resistência ao <em>glyphosate</em> favoreceu o manejo das plantas daninhas em soja, este também foi introduzido no milho, sendo oficializado o comércio de milho RR® no Brasil em 2008, no entanto, sua aceitação por parte dos agricultores foi menor em relação a da soja.</p>
<p>Inicialmente os motivos da baixa adesão do milho RR® foi o fato de ainda haver opções de herbicidas eficientes para o manejo das plantas daninhas em milho, o maior custo das sementes com a tecnologia RR®, e a possibilidade de plantas voluntárias de milho RR® serem originadas em cultivos subsequentes, tornando-se plantas daninhas importantes, principalmente em sistema de cultivo em que a soja é cultivada após o milho RR®.</p>
<p>No cultivo da soja RR® em sucessão ao milho RR® é caracterizado o problema técnico. As sementes de milho que restam sobre a área germinam no cultivo da soja, infestando-a e criando uma competição interespecífica para cultura naquele momento.</p>
<p>Dessa maneira o milho presente torna-se planta indesejada e de difícil manejo, com potencial de reduzir em até 69,9% a produtividade da cultura da soja.</p>
<p>Nessas situações é intitulado comumente como milho voluntário RR®, milho tiguera, restevas braba e/ou milho guaxo, em que se opta por alternativas de controle pós-emergência através de herbicidas graminicidas.</p>
<p>Plantas voluntárias de milho RR® emergidas em lavouras de soja não são controladas pelo <em>glyphosate</em>, sendo os herbicidas inibidores da enzima Acetil Coenzima A Carboxilase (ACCase) as alternativas adequadas para pós-emergência.</p>
<p>Entretanto, há variabilidade na eficiência de controle dentre os herbicidas inibidores da ACCase para gramíneas, e tendo em vista que a competição do milho na fase inicial do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento da soja</a></strong> é determinante para o nível de dano na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12079 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg" alt="Plantas daninhas na cultura da soja" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Classes de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja</h2>
<p>O uso de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja já é conhecido como ferramenta ideal para reduzir o grau de infestação das plantas daninhas de difícil controle ou com histórico de resistência ao <em>glyphosate</em>.</p>
<p>Nessa modalidade de manejo destacam-se herbicidas como: chlorimuronethyl e imazaquin, inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS); flumioxazin e sulfentrazone, inibidores do Protoporfirinogênio Oxidase (PROTOX/PPO), apresentando diferentes mecanismos de ação e propriedades químicas.</p>
<p>Essa classe de herbicidas requer cuidados por se tratar de produtos intitulados “técnicos”, em relação a sua dinâmica e interação com o solo. Portanto, programas de manejo que contemplem o uso de herbicidas pré-emergentes no controle de milho voluntário RR®, são de suma importância para a sustentabilidade e produtividade da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultura da soja</a></strong>.</p>
<p>Os herbicidas residuais são aqueles que apresentam um maior período de atividade. Entretanto, esses herbicidas podem apresentar um efeito residual (<i>carryover</i>), que pode acarretar impacto ambiental negativo. Efeito residual é a habilidade que um herbicida tem para reter a integridade de sua molécula e, consequentemente, suas características físicas, químicas e funcionais no ambiente.</p>
<p>O potencial de <i>carryover</i> depende do herbicida utilizado, da cultura em sucessão e das condições ambientais após a aplicação de herbicidas. O planejamento da sucessão de culturas deve ser criterioso para evitar este problema, sendo que a situação ideal deve ser o controle com efeito residual até o “fechamento” da cultura.</p>
<h3>Aplicação dos herbicidas pré-emergentes</h3>
<p>O consecutivo incremento da área de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">plantio do milho</a></strong> segunda safra, após o cultivo de verão, torna-se de grande importância investigar a possibilidade de aparecimento de <i>carryover</i> dos herbicidas aplicados na cultura da soja, como é o caso do imazaquin.</p>
<p>Diante disso, Rodrigues &amp; Almeida (1998) recomendam um intervalo de 300 dias entre a aplicação do imazaquin e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener">semeadura do milho</a></strong> em rotação. O herbicida imazethapyr, do grupo das imidazominonas (mesmo grupo do imazaquin), tem a persistência influenciada por propriedades do solo como o pH, a textura, a umidade e o teor de matéria orgânica.</p>
<p>Para a realização da aplicação de herbicidas em pré-emergência é imprescindível o monitoramento das condições do ambiente. <strong>A condição recomendada para a realização da aplicação é de temperatura do ar abaixo de 30°C, umidade relativa do ar (UR) superior a 50% e a velocidade do vento deve estar entre 3 e 10 km/h.</strong></p>
<p>No entanto, muitas vezes durante o dia, principalmente no verão, as condições atmosféricas são desfavoráveis. Desse modo, em determinadas situações, como para a aplicação de herbicidas em pré-emergência da soja onde o alvo principal é o solo, aplicações noturnas podem ser realizadas.</p>
<p>Para compreender o comportamento dos herbicidas no solo e utilizá-los de maneira racional, é de fundamental importância a escolha dos produtos e suas respectivas dosagens para mistura ou aplicação isolada.</p>
<p>Deve-se tomar o devido cuidado quanto ao tipo de solo e clima nos quais serão utilizados, assim como entender o motivo dos problemas ocorridos e prevenir falhas de controle.</p>
<p>Desse modo, reduz-se o risco do impacto ambiental que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/">efeito residual (<i>carryover</i>)</a></strong> possa vir a causar, além de minimizar problemas de fitotoxicidade e perdas em culturas subsequentes.</p>
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		<title>Lagartas no café: principais espécies, danos e como controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/lagartas-na-cultura-do-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 18:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[lagartas]]></category>
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		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pertencentes à ordem Lepidoptera, as lagartas são insetos polífagos, ou seja, não atacam apenas uma cultura. No cafeeiro elas podem se alimentar de folhas, trazendo danos às mesmas e, além disso, acarretar porta de entrada para patógenos. Dentre as espécies de lagartas que podem atacar o cafeeiro, podemos citar as mais comuns: Lagarta dos cafezais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pertencentes à ordem Lepidoptera, <strong>as lagartas são insetos polífagos</strong>, ou seja, não atacam apenas uma cultura. No cafeeiro elas podem se alimentar de folhas, trazendo danos às mesmas e, além disso, acarretar porta de entrada para patógenos.</p>
<p>Dentre as espécies de lagartas que podem atacar o cafeeiro, podemos citar as mais comuns:</p>
<ul>
<li>Lagarta dos cafezais (<i>Eacles imperialis magnifica</i>);</li>
<li>Lagarta mede palmo (<i>Oxydia saturniata</i>);</li>
<li>Lagarta urticante (<i>Lonomia (Periga) circumstans;</i>);</li>
<li>Lagarta rosca (<i>Agrotis ípsilon</i>).</li>
</ul>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Quais as principais espécies de lagartas?</h2>
<h3>Lagarta dos cafezais</h3>
<p>A lagarta dos cafezais (<i>Eacles imperialis magnifica</i>), <strong>é uma lagarta grande que pode atingir cerca de 10-12 cm de comprimento</strong> e apresenta coloração variável entre o verde, o alaranjado e o marrom.</p>
<p>Ela apresenta pubescência e fios brancos, seu ciclo dura em torno de 65-85 dias e a capacidade de postura das fêmeas é de aproximadamente 198 ovos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11248" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-2.webp" alt="Lagarta dos cafezais" width="450" height="296" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-2.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-2-300x197.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-2-270x177.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Lagarta dos cafezais (</span><i><span style="font-weight: 400;">Eacles imperialis magnifica</span></i><span style="font-weight: 400;">). (Foto: Revista Cafeicultura)</span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Lagarta urticante</h3>
<p>Lagarta urticante (<i>Lonomia (Periga) circumstans</i>), é uma lagarta de coloração escura e mede cerca de <strong>6 a 7 cm de comprimento.</strong></p>
<p>Essas lagartas são urticantes com diversos espinhos espalhados pelo corpo, podendo causar queimaduras em homens e animais. Essa espécie tem o hábito de viver agrupada durante o dia e a noite se alimentar das folhas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11251" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-3_1.webp" alt="Lagarta urticante" width="450" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-3_1.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-3_1-300x240.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-3_1-270x216.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Lagarta urticante (</span><i><span style="font-weight: 400;">Lonomia (Periga) circunstans</span></i><span style="font-weight: 400;">). (Fonte: Google Imagens).</span></span></p>
<h3>Lagarta rosca</h3>
<p>A lagarta rosca (<i>Agrotis ípsilon</i>), quando completamente desenvolvida mede cerca de 4 cm, são robustas, cilíndricas e de coloração cinza escura.</p>
<p>Essas lagartas têm hábitos noturnos e vivem no solo, nas proximidades das plantas que atacam durante a noite. De acordo com Santos &amp; Nakano (1982), essa espécie (<i>Agrotis ípsilon</i>), ocorre principalmente em locais úmidos.</p>
<p>O nome lagarta rosca, é devido ao hábito de se enrolar, quando tocada. Essa lagarta pode acarretar a morte de plantas jovens.</p>
<p>De acordo com Silva et al. (2011), tem se detectado dois problemas decorrentes ao ataque desse inseto, um deles é em torno de um ano após o roletamento do caule, as folhas se tornam amareladas e se desprendem da planta, outro dano observado é a mortalidade das plantas jovens pela ação do vento, devido ao enfraquecimento no local de ataque da muda.</p>
<p>De acordo com o estudo realizado por esses autores, eles verificaram mortalidades de 10 a 30% em plantas jovens.</p>
<h3>Lagarta mede palmo</h3>
<p>A lagarta mede palmo (<i>Oxydia saturniata</i>) também se alimenta das folhas.</p>
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<h2>Quais os danos causados pelas lagartas?</h2>
<p>Os danos causados pelas lagartas podem ser <strong>diretos ou indiretos.</strong></p>
<p>Os <strong>danos diretos</strong> são devido a se alimentar de folhas e brotos terminais. Dessa forma, em condições de ataque severo, podem acarretar grandes prejuízos ao cafeeiro, principalmente aos cafeeiros mais novos e com menor número de folhas.</p>
<p>Já os<strong> danos indiretos</strong> ocorrem devido aos ferimentos causados nas folhas pelas lagartas servirem como porta de entrada de patógenos, por exemplo: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-de-phoma-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Phoma</a></strong> e Pseudomonas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11252" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-4_1.webp" alt="Folha de cafeeiro danificada por lagartas" width="450" height="337" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-4_1.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-4_1-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-4_1-270x202.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-4_1-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Danos causados por lagartas em folhas de cafeeiro (Fonte: Larissa Cocato).</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11253" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-5.webp" alt="Folhas de café danificadas por lagartas" width="281" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-5.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-5-169x300.webp 169w" sizes="auto, (max-width: 281px) 100vw, 281px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Folhas de cafeeiro adulta com ataque de lagartas. (Foto: Luiz Paulo Vilela de Oliveira).</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11254" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-6.webp" alt="Folhas do cafeeiro após ataque de lagartas" width="450" height="253" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-6.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-6-300x169.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/lagarta-6-270x152.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Folhas de cafeeiro adulta com ataque de lagartas. (Foto: Luiz Paulo Vilela de Oliveira).</span></p>
<h2>Como controlar as lagartas no cafeeiro?</h2>
<p>Após detectada a incidência e os danos causados pelas lagartas, deve-se realizar o <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-na-cafeicultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle dessas pragas</strong></a>. Salienta-se que vale, planejar o controle conjugado dessa praga juntamente ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener">controle de bicho-mineiro</a></strong>.</p>
<p>Dentre os princípios ativos utilizados para o controle químico de lagartas, podemos citar:</p>
<ul>
<li>Os <strong>piretróides</strong>, que atuam nos canais de sódio, mantendo os canais abertos por mais tempo, dessa forma, proporcionando hiperexcitação e consequente morte;</li>
<li><strong> Clorpirifós</strong>, um organofosforado que atua inibindo a acetilcolinasterase.</li>
</ul>
<h2>Controle pragas com mais eficiência e proteja a produtividade da lavoura</h2>
<p>As lagartas estão entre as pragas que mais prejudicam o cafeeiro, causando danos significativos às folhas e comprometendo a produção quando não são controladas corretamente. Para evitar perdas, é essencial adotar estratégias de manejo integradas a uma gestão eficiente da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar o controle de pragas de forma estratégica, interpretar melhor os desafios do campo, reduzir custos e conduzir sua produção com foco em qualidade, produtividade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Broca-do-café: como identificar e controlar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/broca-do-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 17:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[broca-do-café]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A broca-do-café (Hypothenemus hampei) é a segunda praga mais importante do café arábica no Brasil, pertencente à ordem Coleoptera, o adulto da broca-do-café é um besouro de coloração preta. Os machos dessa espécie são menores que as fêmeas, com cerca de 1,18 mm de comprimento, e não voam. Já as fêmeas dessa espécie, são maiores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A broca-do-café (<i>H</i><i>ypothenemus hampei)</i> é a segunda praga mais importante do café arábica no Brasil</strong>, pertencente à ordem Coleoptera, o adulto da broca-do-café é um besouro de coloração preta.</p>
<p>Os machos dessa espécie são menores que as fêmeas, com cerca de 1,18 mm de comprimento, e não voam. Já as fêmeas dessa espécie, são maiores (1,65 mm) que os machos e voam, possibilitando assim que elas voem em direção aos frutos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Ciclo de vida da broca-do-café</h2>
<p>O ciclo desta espécie dura em torno <strong>de 17 a 46 dias</strong> de acordo com as condições climáticas, visto que em temperaturas mais altas acarreta encurtamento do ciclo dessa praga.</p>
<p>A fêmea fecundada perfura o fruto de café, faz uma galeria no seu interior e coloca seus ovos, de coloração branco leitosa.</p>
<p>Após a eclosão dos ovos, que dão origem às larvas, elas se alimentam das sementes, causando danos às mesmas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22544 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-3.jpg" alt="Ciclo de vida da broca-do-café" width="740" height="438" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-3-300x178.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-3-370x219.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-3-270x160.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-3-150x89.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Ciclo de vida da broca do cafeeiro. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22545 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-4.jpg" alt="Representação do ciclo de vida da broca-do-café" width="610" height="268" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-4.jpg 610w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-4-300x132.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-4-370x163.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-4-270x119.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-4-150x66.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os danos causados pela broca-do-café?</h2>
<p>Os danos causados pela incidência de broca no cafeeiro vão de queda prematura dos frutos, redução do peso dos grãos de café dependendo da infestação e depreciação do tipo do café devido ao aumento de grãos brocados.</p>
<p>Na <a href="https://rehagro.com.br/blog/classificacao-fisica-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>classificação física</strong></a>, de 2 a 5 grãos brocados é considerado um defeito.</p>
<p>Além disso, os orifícios nos grãos causados pelas larvas da broca podem servir como porta de entrada para patógenos, podendo assim ocorrer fermentações indesejáveis, que comprometem a qualidade da bebida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22546 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-5.jpg" alt="Larvas da broca se alimentando de grãos de café e grãos brocados" width="235" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-5.jpg 235w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-5-188x300.jpg 188w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-5-150x239.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Larvas da broca se alimentando de grãos de café e grãos brocados. Foto: Larissa Cocato</span></p>
<h2>Condições favoráveis a broca-do-café</h2>
<p>A broca-do-café sobrevive no campo de uma safra para outra nos frutos remanescentes da <a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>colheita</strong></a>, estejam eles na planta ou no chão.</p>
<p>Nesse sentido, uma colheita mal feita, lavouras abandonadas próximas e um período úmido na entressafra são condições que favorecem a sobrevivência dessa praga.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Monitoramento da broca-do-café</h2>
<p>É importante realizar o monitoramento e bom controle da broca-do-café, devido aos prejuízos causados:</p>
<ul>
<li>Redução de peso dos grãos;</li>
<li>Queda prematura dos frutos;</li>
<li>Grãos brocados são considerados defeitos na classificação física;</li>
<li>Os orifícios podem servir como porta de entrada de patógenos.</li>
</ul>
<p>Além disso, o monitoramento torna-se uma ótima ferramenta devido à dificuldade de controle dessa praga no período em que as larvas se encontram dentro dos frutos se alimentando das sementes.</p>
<p>O monitoramento deve iniciar a partir do momento que haja insetos em trânsito, que pode ser diagnosticado por armadilhas ou visualmente nas lavouras.</p>
<p>O “período de trânsito”, é o período em que as fêmeas adultas dessa praga perfuram os frutos verdes chumbo aquosos, na região da coroa dos frutos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22547 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-7.jpg" alt="Imagem ampliada da fêmea da broca-do-café furando o fruto do café" width="669" height="339" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-7.jpg 669w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-7-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-7-370x187.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-7-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-7-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Larissa Cocato</span></p>
<h3>Monitoramento da broca-do-café – Metodologia EPAMIG</h3>
<p>Para amostragem deve-se primeiramente dividir a lavoura em talhões homogêneos. Quanto ao tamanho do talhão, deve-se <strong>evitar talhões muito extensos</strong>, preferido talhões menores. É importante caminhar em zigue-zague na lavoura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22548 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-8.jpg" alt="Planilha de campo para amostragem de frutos do café" width="629" height="529" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-8.jpg 629w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-8-300x252.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-8-370x311.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-8-270x227.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-8-357x300.jpg 357w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-8-150x126.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Larissa Cocato</span></p>
<p>Destacamos os seguintes tópicos:</p>
<ul>
<li>Serão observadas 30 plantas no talhão;</li>
<li>Em cada planta, observar 60 frutos (6 pontos (3 de um lado e 3 de outro) e 10 frutos em cada um desses pontos).</li>
<li>Esses 10 frutos devem ser observados em diversos ramos e rosetas. Desses 10 frutos, contar aqueles broqueados e anotar na planilha.</li>
<li>Preencher a planilha nos 30 pontos do talhão.</li>
<li>Após preenchida, somar a quantidade de frutos broqueados em cada ponto (1, 2, 3, 4, 5 e 6).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22549 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-9.jpg" alt="Planilha de campo para amostragem de frutos do café com zoom no campo somatório das colunas" width="740" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-9.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-9-300x88.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-9-370x109.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-9-270x79.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-9-150x44.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: EPAMIG, 2013</span></p>
<p>Após a soma de todos os pontos, que resultará no total de frutos broqueados nos 30 cafeeiros monitorados, dividir esse valor por 18 (fator fixo), o que dará a porcentagem de infestação.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Porcentagem de infestação = TFF/18</strong></p>
<h3>Metodologia Cenicafé &#8211; Colômbia</h3>
<p>Para amostragem deve-se primeiramente dividir a lavoura em talhões homogêneos. Quanto ao tamanho do talhão, deve-se evitar talhões muito extensos, sendo melhor talhões menores.</p>
<p>Novamente, é importante caminhar aleatoriamente na lavoura a fim de avaliar 30 ramos de café em um talhão. Além disso, devemos considerar os seguintes tópicos:</p>
<ul>
<li> Avaliar cerca de 2.500 frutos;</li>
<li> Em cada ramo contar o número de frutos passíveis de ataque;</li>
<li> Se na rama escolhida tiver frutos brocados, devemos avaliar qual a posição da broca;</li>
<li> Calcular a porcentagem de frutos brocados.</li>
</ul>
<p>Com base no cálculo de infestação, partir para a tomada de decisão.</p>
<h2>Controle químico da broca-do-café</h2>
<p>Com relação ao índice de controle, tem-se na literatura de 3 a 5%, entretanto, na prática, já se entra com o controle com 1% de infestação, devido à rapidez que essa praga se desenvolve a causa prejuízos ao cafeeiro, além disso, devido a alguns produtos com efeito residual como, por exemplo, os princípios ativos: Ciantraniliprole, Clorantraniliprole + Abamectina e Espinosade, terem boa eficiência com infestações mais baixas dessa praga, de 0,5 a 2%.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22550 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-11.jpg" alt="Ilustração de frutos do café cortados ao meio para demonstrar a posição da penetração da broca-do-café" width="570" height="433" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-11.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-11-300x228.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-11-370x281.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-11-270x205.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-11-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-11-150x114.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Isaza, et al., 2017</span></p>
<h2>Controle biológico da broca-do-café</h2>
<p>O controle biológico é um método de combater <a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pragas agrícolas</strong></a> através da utilização de seus inimigos naturais, que podem ser insetos predadores, parasitoides e microrganismos (fungos, bactérias e vírus).</p>
<p>Os fungos entomopatogênicos são agentes de controle de inúmeras pragas, como a broca-do-café. Dentre os diferentes agentes de controle natural da broca está o fungo <em>Beauveria bassiana</em>, que foi observado em muitos países atacando esta praga.</p>
<p>Existem vários estudos descrevendo a eficiência de <em>B. bassiana</em> no combate da broca em campo. Contudo, foi observado que este <strong>fungo também pode ser um aliado no controle de outras pragas</strong> como o bicudo do algodoeiro, mosca branca, broca do rizoma da bananeira, psilídeo, ácaro rajado, gorgulho-da-cana-de-açúcar entre outros.</p>
<h3>Modo de ação do fungo <em>B. bassiana</em></h3>
<p>O fungo <em>B. bassiana</em> tem um estágio de desenvolvimento conhecido como conídios, específico para disseminação e para início da infecção.</p>
<p>Na maioria dos casos o fungo penetra nos insetos por contato, quando viável germina sobre o inseto e por ação química e física atravessa a cutícula e penetra na cavidade geral do corpo. Posteriormente, com o objetivo de se reproduzir, o fungo atravessa o corpo do inseto e produz conídios em grande quantidade que vão ser responsáveis pela disseminação e infecção completando o ciclo.</p>
<p><strong>As brocas mortas pelo fungo que esporulam, ficam geralmente na coroa do fruto e com o corpo branco.</strong></p>
<p>A infecção ocorre via tegumento, onde a <em>B. bassiana</em> germina em um período de 12 a 18 horas, dependendo de fatores nutricionais.</p>
<p>Decorridas 72 horas de inoculação, o inseto apresenta-se totalmente colonizado, ocasionando a morte do inseto, devido à falta de nutrientes e ao acúmulo de substâncias tóxicas liberadas pelo fungo.</p>
<p>Sobre o inseto morto ocorre a formação de conidióforos com uma grande quantidade de conídios, que após 7 a 10 dias são <strong>liberados no ambiente podendo contaminar novos indivíduos, reiniciando o ciclo do fungo</strong>.</p>
<p>O fungo contamina a broca e age antes da penetração da praga no fruto de café. Gonzaléz et al. (1993) testaram dois isolados de <em>B. bassiana</em> sobre a broca-do-café e comprovaram a eficiência de controle com tempo médio letal para o isolado 1 de 54,72 horas e para o isolado 2 de 92,4 horas após o contato do fungo com a praga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4603 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/controle-biologico-da-broca-docafe3.jpg" alt="Gráfico da mortalidade broca-do-café." width="712" height="346" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/controle-biologico-da-broca-docafe3.jpg 712w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/controle-biologico-da-broca-docafe3-300x146.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/controle-biologico-da-broca-docafe3-370x180.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/controle-biologico-da-broca-docafe3-270x131.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 712px) 100vw, 712px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Mortalidade acumulada e tempo médio letal (TL50) da Broca-do-café (<em>Hypothenemus hampei</em>) infectada com isolados de <em>Beauveria bassiana</em>. Fonte: Adaptado González et al., 1993</span></p>
<h3>Condições de aplicação e manejo</h3>
<p><strong>A aplicação da <em>B. bassiana</em> é recomendada em temperaturas entre 25° a 30° C e umidade acima de 65%, preferencialmente em dias nublados</strong>. O intervalo de aplicação e a dosagem podem variar de acordo com a infestação da broca, sendo o monitoramento fundamental para a tomada de decisão.</p>
<p>A aplicação do fungo na lavoura utiliza o mesmo <a href="https://rehagro.com.br/blog/pulverizador-costal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pulverizador</strong></a> desenvolvido para defensivos agrícolas. A calda é de 400 litros por hectare, podendo variar de acordo com as tecnologias utilizadas na aplicação, destacando a importância de se realizar uma limpeza adequada dos equipamentos antes do uso, visando a maior eficiência de calda.</p>
<p>Deve-se respeitar no mínimo 3 dias de carência após aplicações de fungicidas na lavoura, visto que alguns destes produtos podem atuar negativamente sobre estes microrganismos reduzindo o crescimento vegetativo, esporulação e viabilidade .</p>
<h3>Vantagens do controle biológico</h3>
<p>Dentre as vantagens do <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-na-cafeicultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle biológico</strong></a>, esse tipo de controle não proporciona resistência de pragas, apresenta menor toxicidade humana e ambiental e redução dos custos, <strong>podendo ser até 87% mais barato que alguns inseticidas convencionais</strong>.</p>
<p>Além disso, esse controle não apresenta período de carência e não acarreta eliminação de insetos benéficos à lavoura, o que em muitos casos é proporcionado por aplicações excessivas e inadequadas de produtos que resultam em morte de inimigos naturais, causando assim desequilíbrio de outras pragas.</p>
<p>Devido ao produtor rural ter disponível poucas ferramentas para o controle da broca-do-café atualmente, a utilização da <em>B. bassiana</em> passa ser mais uma opção no manejo das populações dessa praga, considerando os benefícios de se utilizar o controle biológico. Contudo, a <strong>utilização desse controle tem o intuito de aumentar a eficiência das técnicas atuais</strong> de controle através da utilização do manejo integrado de pragas.</p>
<h2>Como montar uma armadilha para a broca-do-café?</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22551 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-1.jpg" alt="Armadilha para a broca-do-café" width="585" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-1.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-1-300x154.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-1-370x190.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-1-270x138.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-1-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Armadilha para a broca-do-café. Fonte: Agro Mais</span></p>
<h3>Materiais que você irá precisar</h3>
<h4>Estrutura da armadilha</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Garrafa pet de 2l;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tesoura;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Molde de cartolina;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Régua;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Arame.</span></li>
</ul>
<h4>Atrativo</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Frasco de vidro;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Etanol;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Metanol;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Pó de café torrado e moído.</span></li>
</ul>
<h4>Líquido para afogar/matar a broca</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Água;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Detergente.</span></li>
</ul>
<h3>Como fazer?</h3>
<p>1. Tirar do rótulo da garrafa pet limpa, colocar o molde a uma distância de 13 cm da tampa da garrafa. Corte a garrafa de acordo com o molde.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22552 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-2.jpg" alt="Medição de armadilha para broca-do-café" width="263" height="237" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-2.jpg 263w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/monitoramento-broca-do-cafe-2-150x135.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 263px) 100vw, 263px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Esquemas da garrafa pet.</span></p>
<p>2. Pinte a garrafa de vermelho a fim de facilitar sua visualização no campo e para atrair a broca.</p>
<p>3. Faça dois furos no fundo da garrafa e passe o arame para fixar a armadilha no campo.</p>
<p>4. Esquente a extremidade de um arame ou prego e faça dois furos a uma distância de 21 cm da boca da garrafa, para fixar o atrativo.</p>
<p>5. Atrativo: misture 250 ml de etanol + 750 ml de metanol + 10 g de café torrado e moído, coloque dentro do frasco, faça um orifício na rolha e fixe o frasco na garrafa pet.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4917 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/armadilha-broca2.jpg" alt="Armadilha para broca do café" width="420" height="252" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/armadilha-broca2.jpg 420w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/armadilha-broca2-300x180.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/armadilha-broca2-370x222.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/armadilha-broca2-270x162.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Esquemas da garrafa pet.</span></p>
<p>6. Faça o líquido para afogar a broca: 200 ml de água + a colher de sopa de detergente e adicione no fundo da armadilha.</p>
<p>7. As armadilhas devem ser fixadas a 1,0 – 1,5 m do solo.</p>
<p>8. A quantidade de armadilhas irá variar de acordo com o nível de infestação.</p>
<h2>Controle a broca-do-café com mais estratégia e eficiência</h2>
<p>A broca-do-café é considerada uma das pragas mais prejudiciais da cultura, capaz de comprometer a produtividade e a qualidade dos grãos, gerando grandes perdas econômicas. Para enfrentá-la, não basta apenas identificar e aplicar medidas de controle pontuais: é necessário adotar um manejo integrado, baseado em conhecimento técnico e gestão eficiente da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar o controle fitossanitário de forma estratégica, reduzir custos, interpretar melhor os desafios do campo e conduzir sua produção com foco em produtividade, qualidade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Cigarra-do-cafeeiro: veja como controlar essa praga</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarra-do-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 12:42:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cigarra do cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inseto pertencente à ordem Hemiptera, a cigarra-do-cafeeiro é um inseto sugador que possui metamorfose incompleta. É uma praga que não ataca somente o cafeeiro (Polífago), dessa forma, ela pode atacar outras espécies de plantas. Na cafeicultura da região do Sul de Minas, ocorrem três espécies de cigarra, sendo elas: Quesada gigas; Fidicinoides sp.; Carineta sp. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inseto pertencente à ordem Hemiptera,<strong> a cigarra-do-cafeeiro é um inseto sugador</strong> que possui metamorfose incompleta. É uma praga que não ataca somente o cafeeiro (Polífago), dessa forma, ela pode atacar outras espécies de plantas.</p>
<p>Na cafeicultura da região do Sul de Minas, ocorrem três espécies de cigarra, sendo elas:</p>
<ol>
<li><em>Quesada gigas; </em></li>
<li><em>Fidicinoides sp</em>.;</li>
<li><em>Carineta sp.</em></li>
</ol>
<p>No entanto, <strong>a <em>Q. gigas</em> é predominante e causa maiores prejuízos</strong>, essa espécie possui em torno de 5 a 7 cm e apresenta trânsito de agosto a novembro, por isso, deve-se ficar atento com a ocorrência dessa praga.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Ciclo da cigarra-do-cafeeiro</h2>
<p><strong>As fêmeas adultas após terem sido copuladas pelos machos, depositam seus ovos nos ramos das plantas hospedeiras</strong> e após a eclosão dos ovos, há a formação da fase ninfa móvel, que desce até o solo através de um filamento produzido pela própria ninfa, a fim de buscar uma raiz do cafeeiro e iniciar sua alimentação da seiva.</p>
<p>Terminada a fase de ninfa móvel e já totalmente desenvolvida, elas abandonam o solo, deixando buracos no solo em sua saída, sobem no caule do cafeeiro e fixam-se no tronco, passando assim para a fase ninfa imóvel.</p>
<p>Posteriormente a essa fase, ocorre a ecdise (mudança do exoesqueleto) emergindo o adulto, dessa forma estando prontas ao acasalamento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5569 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro2.jpg" alt="Cigarra-do-cafeeiro na terra" width="357" height="299" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro2.jpg 357w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro2-300x251.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro2-270x226.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 357px) 100vw, 357px" /><span style="font-size: 10pt;">Ninfas móveis de Q. gigas no solo (Fonte: Paulo Rebelles Reis – EPAMIG)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5570" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro3-266x300.jpg" alt="Cigarra-do-cafeeiro" width="400" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro3-266x300.jpg 266w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro3-370x417.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro3-270x304.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro3.jpg 501w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-size: 10pt;">Cigarra-do-cafeeiro.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os danos e prejuízos causados pela cigarra-do-cafeeiro?</h2>
<p>Apesar de ser uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener">praga</a></strong> que não ataca apenas a cultura do café, as cigarras podem trazer prejuízos ao cafeeiro, quando não manejadas corretamente.</p>
<p>Devido a sua alimentação da seiva das raízes, pode acarretar prejuízos ao aproveitamento de água e nutrientes, resultando em:</p>
<ul>
<li>Morte das raízes;</li>
<li>Clorose;</li>
<li>Queda precoce de folhas;</li>
<li>Prejuízos a granação dos frutos;</li>
<li>Queda na produção;</li>
<li>Diminuição da vida útil das lavouras;</li>
<li>Definhamento progressivo e morte das plantas, em casos mais severos.</li>
</ul>
<h2>Como monitorar e controlar a cigarra?</h2>
<p>Embora nos últimos anos as cigarras não tenham apresentando grandes problemas em diversas lavouras cafeeiras, devido ao <strong>controle com produtos eficientes via solo</strong>, ainda podemos encontrar lavouras com infestação desta praga. Para a tomada de decisão do controle, deve-se realizar o monitoramento, com o intuito de verificar a infestação.</p>
<p>O monitoramento é feito nos <strong>talhões</strong>, após observar a presença de orifícios circulares de saída de ninfas móveis do solo, na projeção da copa do cafeeiro e a presença de exúvias no caule.</p>
<p>Deve-se escolher 10 plantas ao acaso, e realizar trincheiras de um lado dessas plantas, retirando as ninfas encontradas, para posteriormente serem contabilizadas e multiplicadas por dois, para que represente ambos os lados da planta amostrada. <strong>Caso sejam encontradas mais de 35 ninfas móveis, deve-se realizar o controle.</strong></p>
<p>Pode-se fazer o controle químico com inseticidas do grupo químico neonicotinóide, como imidacloprid e thiamethoxam, devendo observar a dosagem recomendada e o modo de aplicação para cada produto. Com o intuito de realizar uma boa distribuição, para melhor contato e absorção pelas raízes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5568 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro.jpg" alt="Tipos de cigarras-do-cafeeiro" width="463" height="286" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro.jpg 463w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro-300x185.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro-370x229.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/cigarras-no-cafeeiro-270x167.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 463px) 100vw, 463px" /><span style="font-size: 10pt;">Adultos de Q. gigas, macho (esquerda) e fêmea (direita). (Fonte: Paulo Rebelles Reis – EPAMIG)</span></p>
<h2>Controle pragas com mais eficiência e aumente a rentabilidade da lavoura</h2>
<p>A cigarra-do-cafeeiro é uma praga que compromete o desenvolvimento das plantas e pode causar grandes prejuízos quando não é controlada de forma adequada. Para proteger a lavoura e garantir a produtividade, é essencial adotar estratégias de manejo bem planejadas e integradas a uma gestão eficiente.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a organizar o manejo fitossanitário de forma estratégica, reduzir custos, interpretar melhor os desafios do campo e conduzir sua produção com foco em qualidade, produtividade e lucratividade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Pragas de grãos armazenados: conheça as principais e veja como combatê-las</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2018 19:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[praga primária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade dos produtos no período pós-colheita pode ser reduzida devido a diversos fatores, bióticos e abióticos. Dentre os fatores bióticos, destacam-se os insetos pragas, os quais são responsáveis por grandes perdas no processo de armazenamento dos grãos. De acordo com dados da FAO/ONU e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), as perdas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade dos produtos no período pós-colheita pode ser reduzida devido a diversos fatores, bióticos e abióticos. Dentre os fatores bióticos, destacam-se os insetos pragas, os quais são responsáveis por grandes perdas no processo de armazenamento dos grãos.</p>
<p>De acordo com dados da FAO/ONU e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), as <strong>perdas médias quantitativas de grãos por ano ficam em torno de 10% do total produzido.</strong></p>
<p>Além dessas perdas, existem as perdas de qualidade durante o processamento, a qual podem inviabilizar todo um lote do produto, trazendo grandes prejuízos aos produtores.</p>
<p>Como no caso do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/">trigo</a></strong>, em que os moinhos não aceitam lotes que tenham presença de insetos, pois isso compromete a qualidade da farinha, que interfere nos subprodutos da panificação, inviabilizando o lote.</p>
<p>De modo geral, os principais causadores de perda de qualidade dos produtos agrícolas armazenados são os <strong>insetos</strong>. Portanto, é de extrema importância conhecer a biologia, a descrição e os danos causados pelas pragas, a fim de se adotar a melhor estratégia de manejo, evitando grandes prejuízos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Pragas primárias e secundárias</h2>
<p>As pragas são classificadas de acordo com seus hábitos alimentares, podendo ser classificadas como <strong>primárias ou secundárias.</strong></p>
<h3>Pragas primárias</h3>
<p>São aquelas que <strong>atacam os grãos que se encontram inteiros e sadios</strong>, podendo atacar a parte interna ou externa.</p>
<p>As <strong>pragas primárias internas</strong>, perfuram os grãos, se alimentam de todo o conteúdo interno e permanecem em seu interior para completar seu ciclo, além disso, permitem a instalação de outros agentes de deterioração como microrganismos.</p>
<p>Como exemplos temos as espécies de besouros <i>R. dominica, S. oryzae e S. zeamais.</i></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21435 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos.jpg" alt="Exemplos de pragas primárias dos grãos" width="612" height="236" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos.jpg 612w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-300x116.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-370x143.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-270x104.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-150x58.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px" /></p>
<p>As <strong>pragas primárias externas</strong> se alimentam da casca do grão, destruindo-a totalmente, posteriormente, elas consomem a parte interna. A diferença é que essas pragas não se desenvolvem dentro do grão, a destruição do produto é apenas para alimentação e não reprodução, como acontece no caso da traça (<i>Plodia interpunctella).</i></p>
<h3>Pragas secundárias</h3>
<p>Estas pragas <strong>não têm a capacidade de atacar grãos sadios e inteiros</strong>, é necessário que os mesmos estejam quebrados ou danificados por pragas primárias para que as mesmas consigam se alimentar.</p>
<p>A multiplicação destas pragas é muito rápida e por esse fator, causam enormes prejuízos, como é o caso dos besouros das seguintes espécies: <em>C. ferrugineus</em><i>, O. surinamensis e T. castaneum.</i></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21436 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-2.jpg" alt="Exemplos de pragas secundárias de grãos" width="603" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-2.jpg 603w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-2-300x143.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-2-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-2-270x129.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-2-150x72.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p>Os coleópteros, conhecidos também como <strong>gorgulhos ou carunchos</strong>, são insetos pequenos e possuem alta resistência devido ao exoesqueleto quitinoso.</p>
<p>Essas características permitem que consigam se movimentar por pequenos espaços entre os grãos, conseguindo atingir grandes profundidades dentro dos silos e graneleiros, diante disso, representam um grande problema, conseguindo atingir massas de grãos em todo o silo.</p>
<p>Em contrapartida, os lepidópteros ou traças, são mais frágeis, permanecendo desta forma, na superfície da massa de grãos, causando menos prejuízos que os coleópteros.</p>
<h2>Exemplos de pragas que afetam grãos armazenados</h2>
<h3>Ordem <em>Coleoptera</em></h3>
<h4>Família <em>Curculionidae</em></h4>
<p><em>S. zeamais</em> e <em>S. oryzae</em> apresentam como características marcantes um prolongamento cefálico em forma de tromba, conhecido como rostro, onde está localizado o aparelho bucal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21437 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-3.jpg" alt="Exemplo de inseto da família Curculionidae" width="286" height="185" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-3.jpg 286w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-3-270x175.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/pragas-no-armazenamento-de-graos-3-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 286px) 100vw, 286px" /></p>
<p>Estes insetos podem viver cerca de 1 ano em produtos armazenados e cada fêmea consegue depositar 150 ovos, os quais são colocados um a um dentro de cavidades feitas nos grãos.</p>
<h4>Família <em>Bostrichidae</em></h4>
<p><em>R. dominica</em>, eram considerados broqueadores de madeira, entretanto, têm mudado seu hábito alimentar e transformado em praga primária de grãos armazenados. Possuem pernas curtas, isso faz com que sejam mais lentos para se movimentar, no entanto, são bons voadores.</p>
<p>Esta praga <strong>afeta principalmente grãos de milho em locais de clima quente</strong>, podendo atacar os grãos antes ou após a colheita. As fêmeas podem colocar cerca de 400 ovos na superfície dos grãos, conseguem atingir em 1 ano cerca de 7 gerações com alto poder destrutivo.</p>
<h4>Família <em>Cucujidae</em></h4>
<p><em>C. ferrugineus</em>, são <strong>pragas secundárias</strong> de grãos armazenados e estão, em geral, associados a ocorrência das pragas primárias, por serem insetos bem pequenos e com corpo achatado, conseguem infestar grãos que estejam pouco danificados, entrando por pequenas trincas.</p>
<p>As fêmeas em geral depositam cerca de 200 ovos, podendo ficar soltos ou no material de grão farináceo.</p>
<h4>Família <em>Silvanidae</em></h4>
<p><em>O. surinamensis</em>, são <strong>pragas secundárias</strong>, possuem tamanho médio de 2-4 mm de comprimento, corpo alongado e achatado, possui antena clavada com 11 segmentos. As condições ideais para seu desenvolvimento são, umidade entre 32,5 &#8211; 35°C e umidade relativa de 90%.</p>
<h4>Família <em>Tenebrionidae</em></h4>
<p><em>T. castaneum</em>, as espécies desta família são <strong>bem adaptadas a condições de baixa umidade ou seca</strong>. São insetos de coloração castanho-avermelhado e podem medir cerca de 3-4 mm de comprimento. Os adultos de <em>T. castaneum, </em>possuem ciclo completo em aproximadamente 21 dias.</p>
<h3>Ordem <em>Lepdoptera</em></h3>
<h4>Família <em>Pyralidae</em></h4>
<p><em>P. interpunctella,</em> são <strong>pragas consideradas primárias</strong> de grãos destinados à moagem. O adulto pode medir cerca de 18 mm.</p>
<p>A fêmea desta espécie pode depositar de 100-500 ovos isolados ou em grupos nos produtos atacados. Atacam preferencialmente a superfície do silo, sua maior ocorrência é em sacos de produtos armazenados.</p>
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		<title>E-book Cercosporiose do cafeeiro: um guia completo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-do-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 12:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cercosporiose]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mancha de olho pardo ou Cercosporiose é uma doença que pode atacar desde mudas no viveiro causando intensa desfolha, afetando o crescimento e desenvolvimento das plantas, ou mesmo lavouras adultas, que além da queda de folhas pode proporcionar queda de frutos. Veja nesse e-book: Ciclo de desenvolvimento da doença; Como identificar os sintomas de Cercosporiose [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Mancha de olho pardo ou Cercosporiose é uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doença</a></strong> que pode atacar desde mudas no viveiro causando intensa desfolha, afetando o crescimento e desenvolvimento das plantas, ou mesmo lavouras adultas, que além da queda de folhas pode proporcionar queda de frutos.</p>
<p style="text-align: left;">Veja nesse e-book:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Ciclo de desenvolvimento da doença;</li>
<li style="text-align: left;">Como identificar os sintomas de Cercosporiose nas folhas e nos frutos;</li>
<li style="text-align: left;">Principais danos causados;</li>
<li style="text-align: left;">Ferramentas de controle da doença.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e baixe o e-book gratuitamente!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-cercosporiose-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-cercosporiose&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39673 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose.png" alt="E-book Cercosporiose" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 15:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer competição com o cafeeiro. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento. Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas podem servir como hospedeiras de pragas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer <strong>competição com o cafeeiro</strong>. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento.</p>
<p>Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas <strong>podem servir como hospedeiras de pragas e doenças.</strong></p>
<p>Destaca-se este problema no período mais seco, com falta de chuvas, devido a agressividade dessas plantas, principalmente as gramíneas, que possuem o metabolismo C4, dessa forma, apresentando maior eficiência do uso da água quando comparado ao cafeeiro, com metabolismo C3.</p>
<p>Por isso, essas plantas possuem grande poder de competição com cafeeiro, podendo resultar em atrasos no desenvolvimento das plantas, com posterior redução da produtividade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2><i>Cyperus rotundus L</i> &#8211; Tiririca</h2>
<p>Nesse sentido, a <strong>tiririca (<em>Cyperus rotundus</em> L.)</strong> é uma planta daninha pertencente à família Cyperaceae, com altura em torno de 10 a 60 cm e reprodução quase exclusiva por tubérculos.</p>
<p>Devido a sua alta agressividade, essa planta <strong>pode exercer grande competição com o cafeeiro</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4255" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg" alt="Planta tiririca Cyperus rotundus" width="450" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg 391w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-300x222.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-370x273.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-270x200.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></span><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Tiririca (<em>Cyperus rotundus</em>). Fonte: </span><span style="font-weight: 400;">techieoldfox</span></span></p>
<p>Por isso, como mostram as fotos abaixo, as plantas de café que possuem plantas de tiririca próximas, sentiram mais do que as plantas de café que estão com o solo exposto, isso porque, a competição das plantas invasoras não é somente por água, mas também por nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4256" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg" alt="Matocompetição na lavoura de café" width="450" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg 509w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-270x300.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-370x411.jpg 370w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Plantas de café sentido a seca e a mato competição exercida por plantas daninhas. (Foto: Diego Baquião</span><span style="font-weight: 400;">)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4257" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg" alt="Plantação de café com solo exposto" width="400" height="534" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg 567w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de café na mesma época, sentindo menos a seca, sem a presença de plantas daninhas na linha de plantio (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>Souza et al. (1999) determinaram os teores de nutrientes e a relação C/N presente na matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus </i>(Tiririca), e encontraram os valores abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41820 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png" alt="Valores dos macronutrientes da matéria seca" width="906" height="102" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png 906w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-300x34.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-768x86.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-370x42.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-270x30.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-740x83.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-150x17.png 150w" sizes="auto, (max-width: 906px) 100vw, 906px" /><span style="font-size: 10pt;">Valores dos macronutrientes da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41821 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png" alt="Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca" width="903" height="98" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png 903w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-300x33.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-768x83.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-370x40.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-270x29.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-740x80.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-150x16.png 150w" sizes="auto, (max-width: 903px) 100vw, 903px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.</span></p>
<p>Dessa forma, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">o manejo adequado de plantas invasoras</a></strong> é de grande valia, visando não possuir interferências no crescimento e desenvolvimento do cafeeiro.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o manejo da tiririca?</h2>
<p>Deve-se realizar um manejo de plantas daninhas em lavouras em formação e em lavouras adultas.</p>
<p>Esse manejo deve ser feito antes que as plantas invasoras atinjam o florescimento, principalmente quando jovens, pois seu controle é mais fácil, e a competição pelos nutrientes do cafeeiro será pequena.</p>
<p>O controle pode ser feito através da utilização de herbicidas, controle mecânico ou mesmo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">manejando plantas de cobertura na entrelinha</a></strong>.</p>
<p>No controle químico, pode se utilizar os herbicidas:</p>
<ul>
<li>Diquat;</li>
<li>Ethoxysulfuron;</li>
<li>Glyphosate;</li>
<li>Glyphosate + Imazethapyr;</li>
<li>Halosulfuron;</li>
<li>Imazapic;</li>
<li>Imazapyr;</li>
<li>Paraquat;</li>
<li>Triclopyr.</li>
</ul>
<p>Destacando a importância de se rotacionar os modos de ação, evitando possíveis plantas resistentes, em alguns casos encontram-se plantas com determinada resistência e neste caso pode ser utilizado a aplicação sequencial do herbicida como é o caso do <em>glyphosate</em>.</p>
<p>A utilização de plantas de cobertura na entrelinha, além de atuar no controle de plantas invasoras por competição física, também atuam protegendo o solo contra erosão, ciclam nutrientes e estruturam o solo.</p>
<p>Entretanto, quando não manejadas, elas também podem exercer competição com o cafeeiro, por isso, recomenda-se que a braquiária fique com distância de pelo menos 1 metro do cafeeiro.</p>
<h2 data-start="63" data-end="138">Melhore a gestão da sua lavoura e conquiste mais produtividade no café</h2>
<p data-start="140" data-end="432">A tiririca é uma das plantas daninhas mais difíceis de controlar e pode comprometer seriamente o desenvolvimento do cafeeiro se não for manejada corretamente. Mas, além de dominar o controle de invasoras, é fundamental aplicar uma gestão estratégica que envolva todas as etapas da produção.</p>
<p data-start="434" data-end="644">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a utilizar ferramentas práticas de gestão, otimizar os tratos culturais e aumentar a rentabilidade da sua lavoura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/">Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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