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	<title>alimentação Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>alimentação Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Estratégias eficientes no uso de forragem para bezerras leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/forragem-para-bezerras-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 11:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[forragem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo alimentar das bezerras leiteiras nas primeiras semanas de vida é determinante para o desenvolvimento ruminal, a eficiência alimentar e o desempenho produtivo futuro. Entre os componentes mais estratégicos da dieta está a introdução precoce da forragem, essencial para estimular a colonização microbiana e o crescimento das papilas ruminais — fatores fundamentais para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>manejo alimentar das bezerras leiteiras</strong> nas primeiras semanas de vida é determinante para o desenvolvimento ruminal, a eficiência alimentar e o desempenho produtivo futuro.</p>
<p>Entre os componentes mais estratégicos da dieta está a introdução precoce da forragem, essencial para estimular a colonização microbiana e o crescimento das papilas ruminais — fatores fundamentais para a maturação do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong>.</p>
<p>Mas qual o <strong>momento ideal para introduzir a forragem</strong>? Quais tipos são mais indicados? E como equilibrar seu fornecimento com o concentrado para garantir os melhores resultados zootécnicos?</p>
<p>Neste artigo, abordamos, de forma técnica e aplicada, as principais estratégias de uso de forragem para bezerras leiteiras, apoiadas em evidências científicas e práticas de campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O papel da forragem no desenvolvimento ruminal</h2>
<p>Ao nascimento, o rúmen das bezerras é funcionalmente inativo, representando <strong>menos de 25% do volume total do estômago</strong>. Nessa fase, a nutrição é baseada em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/">colostro</a></strong> e leite (ou sucedâneo lácteo), sendo o abomaso o principal compartimento funcional.</p>
<p>Contudo, para que a bezerra possa fazer a transição para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/">dietas sólidas</a></strong> e alcançar um bom desempenho futuro, é necessário estimular o desenvolvimento precoce do rúmen.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Estímulo microbiano e produção de AGVs</h2>
<p>A introdução de carboidratos fermentáveis, como os encontrados nos concentrados e na forragem, favorece a <strong>colonização microbiana</strong> celulolítica no rúmen. Esse processo fermentativo gera ácidos graxos voláteis (AGVs), especialmente propionato e butirato, que têm papel direto no crescimento das papilas ruminais:</p>
<ul>
<li><strong>Propionato</strong>: participa da gliconeogênese hepática.</li>
<li><strong>Butirato</strong>: estimula a proliferação celular do epitélio ruminal.</li>
</ul>
<h3>Efeitos zootécnicos observados</h3>
<p>Estudos mostram que bezerras que recebem forragem de qualidade desde cedo apresentam:</p>
<ol>
<li><strong>Maior atividade ruminal</strong> e motilidade gástrica.</li>
<li><strong>Melhor ganho de peso diário (GPD)</strong>.</li>
<li><strong>Menor incidência de distúrbios digestivos</strong>.</li>
</ol>
<p>Quando combinada a um concentrado balanceado, a forragem otimiza a digestibilidade, acelera o crescimento e favorece a transição para uma dieta sólida, especialmente durante o desaleitamento.</p>
<h2>Benefícios diretos da forragem na alimentação de bezerras leiteiras</h2>
<p>A inclusão estratégica de forragem para bezerras leiteiras oferece uma série de vantagens zootécnicas e fisiológicas quando bem manejada. Não se trata apenas de introduzir fibra, mas de promover estímulos fisiológicos fundamentais para a saúde e o desempenho do animal a curto, médio e longo prazo.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Estabilização do pH ruminal</strong>: A fibra efetiva presente na forragem estimula a mastigação e, consequentemente, a salivação. A saliva é rica em bicarbonato, um agente tamponante natural que ajuda a manter o pH ruminal estável, prevenindo quadros de acidose subclínica — comuns quando há consumo exclusivo de concentrado.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Estímulo da motilidade ruminal</strong>: A ação mecânica da mastigação <strong>estimula a musculatura da parede do rúmen</strong>, promovendo o desenvolvimento da motilidade gástrica e favorecendo a mistura e o esvaziamento do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/">conteúdo ruminal</a></strong>. Isso contribui para uma fermentação mais homogênea e eficiente.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Aumento da saciedade e redução de comportamentos anormais</strong>: O fornecimento de forragem também ajuda a <strong>reduzir comportamentos estereotipados</strong>, como a mamada cruzada ou a ingestão de objetos não comestíveis. Isso ocorre porque a fibra promove maior tempo de ruminação e saciedade, favorecendo o bem-estar animal.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Facilidade na transição alimentar</strong>: A presença de forragem na dieta desde as primeiras semanas prepara a bezerra para a fase de desaleitamento, facilitando a adaptação à dieta sólida. Isso <strong>reduz o estresse nutricional e melhora a continuidade do ganho de peso</strong> nessa fase crítica.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Melhora no desempenho zootécnico</strong>: Bezerras alimentadas com dietas balanceadas que incluem forragem de qualidade apresentam, de forma consistente:
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2">Maior ganho de peso diário (GPD).</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2">Melhor conversão alimentar.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2">Redução de enfermidades digestivas, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/timpanismo-em-bovinos/">timpanismo</a></strong> e enterotoxemia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Além disso, há um impacto positivo na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/idade-ao-primeiro-parto-de-femeas-leiteiras/">idade ao primeiro parto</a></strong>, com animais atingindo precocemente o peso ideal para a cobertura, o que melhora os índices reprodutivos e produtivos do rebanho.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de forragem e o momento ideal para introdução</h2>
<p><strong>Nem toda forragem é adequada para bezerras leiteiras</strong> em fase inicial. A escolha correta deve considerar características como digestibilidade, teor de fibra, composição nutricional e segurança sanitária.</p>
<p>A seguir, uma visão comparativa dos principais tipos utilizados:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-37111" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem.jpg" alt="Tipos de forragem e suas características" width="773" height="426" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem.jpg 773w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem-300x165.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem-768x423.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem-370x204.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem-270x149.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem-740x408.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tipos-de-forragem-150x83.jpg 150w" sizes="(max-width: 773px) 100vw, 773px" /></p>
<h3>Cronologia da introdução da forragem</h3>
<ul>
<li><strong>A partir da 2ª semana de vida</strong>: introdução de pequenas quantidades de feno macio e seco, como o de alfafa, para estimular a mastigação e a colonização microbiana ruminal.</li>
<li><strong>Entre 6 e 8 semanas</strong>: o consumo de concentrado deve alcançar pelo menos 1 kg/dia antes que se aumente significativamente a quantidade de forragem.</li>
<li><strong>Pós-desaleitamento</strong>: a inclusão de forragens mais estruturadas e energéticas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-milho-na-producao-leiteira-como-melhorar-a-qualidade-digestibilidade-e-eficiencia-animal/">silagem de milho</a></strong>, pode ser feita de forma gradual, adaptando a bezerra à alimentação de ruminante adulto.</li>
</ul>
<h2>Estratégias práticas para o fornecimento de forragem em bezerras leiteiras</h2>
<p>Para garantir que os benefícios do uso de forragem para bezerras leiteiras sejam efetivos, o fornecimento precisa seguir critérios técnicos que considerem qualidade, quantidade, ambiente e interação com outros componentes da dieta.</p>
<h3>1. Priorize forragens de alta qualidade</h3>
<p>Evite qualquer forragem com odor desagradável, presença de mofo, excesso de lignina ou partículas muito longas. O ideal é que o material:</p>
<ul>
<li>Tenha boa digestibilidade;</li>
<li>Possua textura macia;</li>
<li>Esteja livre de contaminantes físicos e microbiológicos.</li>
</ul>
<p>Forragens mal conservadas podem <strong>comprometer a saúde ruminal e aumentar o risco de enterotoxemias</strong>.</p>
<h3>2. Não force o consumo</h3>
<p>Bezerras devem ter <strong>acesso livre à forragem, sem imposição de quantidade</strong>. O objetivo é estimular o comportamento de mastigação e permitir que elas regulem naturalmente o consumo, à medida que o rúmen se desenvolve.</p>
<h3>3. Equilibre o consumo de concentrado e forragem</h3>
<p>O excesso de fibra pode limitar o consumo energético total da dieta, prejudicando o ganho de peso.</p>
<p>Um erro comum é introduzir grande volume de forragem muito cedo, reduzindo o interesse pelo concentrado, que é a principal fonte de energia nesse estágio. O ideal é que a forragem complemente a dieta sem competir com o concentrado.</p>
<h3>4. Água sempre disponível e limpa</h3>
<p>A água é o nutriente mais negligenciado, mas <strong>essencial para a digestão da fibra e para o bom funcionamento do rúmen</strong>.</p>
<p>Mesmo bezerras em aleitamento devem ter acesso irrestrito à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/">água limpa e fresca</a></strong> desde o segundo ou terceiro dia de vida.</p>
<h3>5. Monitoramento contínuo do consumo</h3>
<p>A observação diária do comportamento alimentar é fundamental para:</p>
<ul>
<li>Identificar possíveis recusas ou alterações de consumo;</li>
<li>Ajustar o balanceamento da dieta conforme o crescimento do animal;</li>
<li>Prevenir doenças relacionadas à nutrição.</li>
</ul>
<h3>6. Ambiente e estrutura de cocho adequados</h3>
<p>Bezerras precisam de <strong>espaço suficiente no cocho para evitar competição</strong>, especialmente quando criadas em grupo. A estrutura deve permitir fácil acesso à forragem, evitando contaminação por fezes, umidade ou acúmulo de material velho.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O fornecimento de forragem para bezerras leiteiras não deve ser visto como um detalhe opcional, mas como um <strong>componente estratégico</strong> no programa de criação de novilhas de alta performance. Quando feito de forma planejada, ele contribui diretamente para:</p>
<ul>
<li>Um desenvolvimento ruminal mais rápido e eficiente;</li>
<li>Menor incidência de transtornos digestivos;</li>
<li>Melhor desempenho zootécnico;</li>
<li>Antecipação da idade ao primeiro parto;</li>
<li>Maior retorno econômico no médio e longo prazo.</li>
</ul>
<p>A implementação correta dessas práticas requer conhecimento técnico e observação constante, mas os resultados são comprovadamente vantajosos tanto para o bem-estar animal quanto para a eficiência produtiva da fazenda.</p>
<h2>Do cuidado com a bezerra ao lucro no leite: domine todo o ciclo produtivo</h2>
<p>O manejo correto da forragem na fase inicial das bezerras é decisivo para garantir vacas mais produtivas no futuro.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende, na prática, a aplicar estratégias de manejo, nutrição e gestão que elevam o desempenho do rebanho em todas as fases — do nascimento à produção máxima.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23085" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo.jpg" alt="Gabriela Clarindo - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">NRC – National Research Council. Nutrient Requirements of Dairy Cattle. 7th ed. Washington, DC: National Academies Press, 2001. Disponível em: https://www.nap.edu/catalog/9825/nutrient-requirements-of-dairy-cattle-seventh-revised-edition-2001</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Heinrichs, A. J. &amp; Jones, C. M. (2016). Feeding the dairy calf and heifer. PennState Extension. Disponível em: https://extension.psu.edu/feeding-the-dairy-calf-and-heifer</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Quigley, J. D. (2011). Effects of forage on rumen development in dairy calves. Animal Feed Science and Technology, 164(1), 115–124. DOI: https://doi.org/10.1016/j.anifeedsci.2010.11.022</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Khan, M. A., Weary, D. M., &amp; von Keyserlingk, M. A. G. (2011). Invited review: Effects of milk ration on solid feed intake, weaning, and performance in dairy heifers. Journal of Dairy Science, 94(3), 1071–1081. DOI: https://doi.org/10.3168/jds.2010-3733</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Drackley, J. K. (2008). Calf nutrition from birth to breeding. Veterinary Clinics: Food Animal Practice, 24(1), 55–86. DOI: https://doi.org/10.1016/j.cvfa.2007.10.002</span></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Caroço de algodão na alimentação de vacas leiteiras: é uma boa alternativa?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/caroco-de-algodao-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 11:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição é um fator essencial para garantir uma produção de leite eficiente, sustentável e econômica. Entre as diversas opções nutricionais disponíveis, o caroço de algodão tem se destacado como um ingrediente valioso na dieta de vacas leiteiras. Rico em energia, proteína e fibra, esse subproduto da indústria têxtil e oleaginosa pode otimizar a produtividade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nutrição é um fator essencial para garantir uma produção de leite eficiente, sustentável e econômica. Entre as diversas opções nutricionais disponíveis, <strong>o caroço de algodão</strong> tem se destacado como um ingrediente valioso na dieta de vacas leiteiras.</p>
<p>Rico em energia, proteína e fibra, esse subproduto da indústria têxtil e oleaginosa pode otimizar a produtividade do rebanho e reduzir custos de alimentação. Mas <strong>será que vale a pena incluir o caroço de algodão na dieta das vacas leiteiras?</strong></p>
<p>Neste artigo, vamos explorar os benefícios, as recomendações de inclusão e os cuidados necessários para um uso seguro e eficiente do caroço de algodão na dieta de vacas leiteiras.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Entendendo a composição nutricional do caroço de algodão</h2>
<p>O caroço de algodão é um subproduto da indústria têxtil e oleaginosa que apresenta uma composição nutricional altamente vantajosa para ruminantes. Sua composição inclui:</p>
<ul>
<li><strong>Extrato etéreo</strong>: O caroço de algodão contém um <strong>alto teor de óleo, variando de 16 a 20%</strong>. É uma fonte de lipídios, com alto teor de ácidos graxos insaturados, especialmente C16:0 e C18:2, que desempenham papel fundamental na modulação da produção de gordura do leite.</li>
<li><strong>Proteína bruta</strong>: Apresenta cerca de <strong>18% de proteína bruta</strong>, sendo uma alternativa proteica importante para equilibrar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">dieta de ruminantes</a></strong> e bem similar ao farelo de soja, o que torna esse produto um complemento proteico viável.</li>
<li><strong>Fibra efetiva</strong>: Com um teor considerável de fibra em detergente neutro (FDN), <strong>cerca de 32%</strong>, o caroço de algodão contribui para a fibra efetiva da dieta, o que auxilia no estímulo da ruminação e na manutenção da função ruminal adequada, entretanto é importante ressaltar que seu valor é menor do que forragens longas, como o feno.</li>
<li><strong>Minerais e vitaminas</strong>: É uma fonte moderada de cálcio, fósforo e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-minerais-de-bovinos/">outros minerais essenciais</a></strong>, auxiliando na saúde óssea e na saúde metabólica e reprodutiva das vacas.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais benefícios o caroço de algodão traz para a produção de leite?</h2>
<p>Estudos já indicam que a inclusão do caroço de algodão na dieta melhora a eficiência alimentar, pode <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite/">aumentar a produção de leite</a></strong> e em até 8% a 16% de matéria seca (MS).</p>
<p>Esse efeito positivo está relacionado ao maior fornecimento de energia e ácidos graxos essenciais, que auxiliam na síntese de gordura do leite e na manutenção do balanço energético positivo.​</p>
<p>Por isso, a inclusão do caroço de algodão na dieta das vacas leiteiras proporciona diversos benefícios para a produção e qualidade do leite:</p>
<ol>
<li><strong>Aumento da produção de leite</strong>: O alto teor energético do caroço de algodão favorece o suprimento calórico para a produção de leite, especialmente em vacas de alta produtividade.</li>
<li><strong>Melhor composição do leite</strong>: O óleo presente no caroço de algodão contém ácidos graxos que podem influenciar positivamente o teor de gordura do leite, o que pode agregar maior valor comercial ao produto.</li>
<li><strong>Efeito positivo sobre a eficiência alimentar</strong>: Estudos demonstram que vacas alimentadas com caroço de algodão apresentam melhor conversão alimentar devido à combinação de energia e fibra, otimizando o funcionamento ruminal.</li>
<li><strong>Redução do risco de acidose ruminal</strong>: A presença de fibra efetiva no caroço de algodão contribui para um equilíbrio adequado do pH ruminal, prevenindo distúrbios metabólicos como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras/">acidose ruminal</a></strong> subclínica.</li>
<li><strong>Alternativa sustentável e econômica</strong>: O caroço de algodão, por ser um subproduto da indústria algodoeira, representa uma opção nutricional de custo relativamente baixo, reduzindo a dependência de insumos mais caros como farelo de soja e milho.</li>
</ol>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como incluir o caroço de algodão na dieta?</h2>
<p>A inclusão do caroço de algodão na dieta de vacas leiteiras deve ser realizada de forma estratégica para maximizar os benefícios produtivos e evitar efeitos adversos.</p>
<h3>Níveis de inclusão recomendados</h3>
<p>Pesquisas recentes mostram que a inclusão do caroço de algodão pode variar até <strong>25% da MS da dieta</strong>, mas a faixa ideal para maximizar a digestibilidade e produção de leite sem comprometer a ingestão alimentar está entre 8% e 16% MS.</p>
<ul>
<li><strong>8% MS</strong> – Melhora a ingestão de matéria seca e a produção de leite.</li>
<li><strong>16% MS</strong> – Maximiza a eficiência alimentar.</li>
<li><strong>Acima de 16% MS</strong> &#8211; Pode reduzir a digestibilidade de alguns nutrientes e comprometer a ingestão voluntária devido ao aumento dos níveis de gossipol​.</li>
</ul>
<h3>Efeitos na digestibilidade dos nutrientes</h3>
<p>A digestibilidade da matéria seca e da fibra é influenciada pela inclusão do caroço de algodão. Estudos demonstram que <strong>níveis moderados (8-16%) de inclusão melhoram a digestibilidade dos ácidos graxos e a absorção de nutrientes,</strong> enquanto níveis elevados (&gt;16%) podem reduzir a digestibilidade da fibra e da proteína​.</p>
<p>Além disso, a maior presença de lipídios na dieta pode afetar a bio-hidrogenação ruminal, alterando o perfil de ácidos graxos no leite e impactando a eficiência de utilização da energia dietética pelas vacas.</p>
<h2>Quais são os aspectos relacionados à segurança no uso do caroço de algodão?</h2>
<p>Apesar de o caroço de algodão ser uma excelente opção nutricional, é necessário atentar para a presença do <strong>gossipol</strong>. Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos/">ruminantes adultos</a></strong> conseguem metabolizar esse composto fenólico, mas seu consumo excessivo pode ser tóxico. Por isso, a inclusão na dieta deve seguir as recomendações adequadas.</p>
<p>Esse composto pode afetar a fertilidade, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/esteatose-hepatica-e-periodo-de-transicao-de-vacas-leiteiras/">função hepática</a></strong> em vacas leiteiras, interferir na absorção de nutrientes e na síntese proteica, o que impacta diretamente na produção de leite.</p>
<p>Além disso, alguns outros aspectos devem ter atenção especial quando se trata do caroço de algodão, como o <strong>armazenamento adequado</strong>, onde é fundamental que seja em locais secos e bem ventilados para que a contaminação por fungos e micotoxinas que comprometem a sua qualidade nutricional sejam evitados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36757" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/02/caroco-algodao.jpg" alt="Caroço de algodão armazenado em sistema de galpão com baias" width="480" height="640" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/02/caroco-algodao.jpg 480w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/02/caroco-algodao-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/02/caroco-algodao-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/02/caroco-algodao-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/02/caroco-algodao-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Caroço de algodão armazenado em sistema de galpão com baias que separa os ingredientes lá armazenados. Fonte: Laryssa Mendonça</span></p>
<h2>Impacto econômico e redução de custos</h2>
<p>A substituição parcial de ingredientes convencionais pelo caroço de algodão pode gerar economia significativa na alimentação do rebanho leiteiro. O custo do caroço de algodão é frequentemente inferior ao do farelo de soja e milho, <strong>proporcionando um benefício econômico direto.</strong></p>
<p>Os cálculos econômicos demonstram que a utilização do caroço de algodão pode reduzir os custos com alimentação sem comprometer a produtividade do rebanho.</p>
<p>Assim, além de representar uma estratégia viável para maximizar a lucratividade, <strong>sua inclusão favorece a <a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/">sustentabilidade do sistema produtivo</a></strong> ao aproveitar um subproduto agroindustrial.</p>
<h2>E então, utilizar caroço de algodão vale a pena?</h2>
<p><strong>Sim. O caroço de algodão é uma excelente opção nutricional para vacas leiteiras</strong>. Sua utilização na dieta de vacas leiteiras é uma estratégia nutricional viável para melhorar a eficiência alimentar, aumentar a produção de leite e reduzir custos com alimentação.</p>
<p>Quando incluído em níveis adequados (8-16% MS), o caroço de algodão promove benefícios significativos, incluindo maior teor de gordura do leite e melhor absorção de ácidos graxos essenciais. No entanto, <strong>seu uso deve ser feito de forma planejada e monitorada</strong> para garantir que os benefícios sejam maximizados sem comprometer a saúde dos animais.</p>
<p>A nutrição eficiente e econômica é essencial para o sucesso da pecuária leiteira, e o caroço de algodão representa um exemplo claro de como a utilização estratégica de ingredientes alternativos pode contribuir para a sustentabilidade e rentabilidade da produção leiteira.</p>
<h2>Nutrição estratégica para mais produção e lucro no leite</h2>
<p>O caroço de algodão pode ser uma alternativa interessante na dieta das vacas leiteiras, mas o segredo está em avaliar, balancear e integrar essa e outras estratégias dentro de uma gestão completa da produção.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a tomar decisões assertivas em nutrição, manejo e gestão, garantindo saúde, produtividade e rentabilidade no rebanho.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Referências: </strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">BALES, A. M. et al. Effect of increasing dietary inclusion of whole cottonseed on nutrient digestibility and milk production of high-producing dairy cows. Journal of Dairy Science (2024). </span></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/caroco-de-algodao-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/">Caroço de algodão na alimentação de vacas leiteiras: é uma boa alternativa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Silagens alternativas: como beneficiam os custos e a sustentabilidade na produção leiteira?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/silagens-alternativas-na-pecuaria-leiteira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária leiteira, garantir uma dieta equilibrada e nutritiva é essencial para a saúde e produtividade dos animais. Os alimentos volumosos desempenham um papel fundamental na saúde ruminal e na redução da incidência de doenças metabólicas. Além disso, eles são fontes de energia, uma ferramenta para manter o Escore de Condição Corporal (ECC) dos animais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagens-alternativas-na-pecuaria-leiteira/">Silagens alternativas: como beneficiam os custos e a sustentabilidade na produção leiteira?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária leiteira, garantir uma dieta equilibrada e nutritiva é essencial para a saúde e produtividade dos animais. Os alimentos volumosos desempenham um papel fundamental na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/">saúde ruminal</a></strong> e na redução da incidência de doenças metabólicas.</p>
<p>Além disso, eles são fontes de energia, uma ferramenta para manter o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">Escore de Condição Corporal (ECC)</a></strong> dos animais e a viabilidade econômica da produção.</p>
<p>Dada a importância desses alimentos na dieta dos ruminantes, é importante que a produção de volumosos seja feita na propriedade para reduzir custos e evitar os possíveis desafios associados à compra de forragem de terceiros, que pode ter qualidade incerta e exigir um armazenamento complexo, que pode resultar em perdas significativas da forragem conservada.</p>
<p>Nesse texto iremos discutir sobre as <strong>três principais fontes de silagem alternativa</strong> visando a redução no custo de produção, destacando quais as suas maiores vantagens e suas limitações. Além disso, vamos trazer um comparativo quanto custo da matéria seca das três opções.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como escolher a melhor silagem alternativa para o seu rebanho?</h2>
<p>A silagem é uma das formas mais comuns de volumoso usada na alimentação dos ruminantes. A técnica de ensilagem conserva a forragem em condições anaeróbicas, promovendo o desenvolvimento de microrganismos que garantem a preservação do alimento.</p>
<p>No entanto, considerando que a alimentação representa cerca de 70% dos custos totais na produção leiteira e que o volumoso frequentemente constitui a maior parte da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">dieta</a></strong> do animal, torna-se interessante <strong>explorar alternativas para otimizar os custos</strong>.</p>
<p>Neste contexto, vamos apresentar no decorrer deste texto algumas opções de silagens alternativas que podem atender à demanda por fibra de forma mais econômica e eficiente e dentre elas podemos citar:</p>
<ol>
<li>Silagem de Sorgo;</li>
<li>Silagem de Capim;</li>
<li>Silagem de Cana-de-açúcar.</li>
</ol>
<p>Cada uma dessas opções oferece diferentes benefícios e desafios. Um fator importante a considerar para determinar sua viabilidade é a <strong>categoria de animal e suas exigências nutricionais</strong>, pois este fator determina a quantidade de concentrado a ser utilizado para atender as demandas nutricionais de cada grupo de animais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Por exemplo, <strong>vacas secas, novilhas e vacas no final da lactação têm necessidades nutricionais menores</strong> e podem ser bem atendidas pela dieta composta por estas silagens alternativas sem a necessidade de incrementar grandes quantidades de concentrados e com o menor risco de aumentar o ECC desses animais.</p>
<p>Por isso, avaliar como <strong>cada silagem se ajusta às necessidades desses grupos</strong> pode otimizar a eficiência alimentar e reduzir os custos com alimentação.</p>
<p>Dentro dessa situação, os alimentos volumosos, especialmente as silagens, são primordiais para assegurar a saúde e a produtividade dos ruminantes. No entanto, dependendo das condições locais e da demanda por forragem, pode ser necessário explorar alternativas à tradicional silagem de milho.</p>
<p>Sendo assim, analisamos três opções que podem ajudar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-para-reducao-de-custos-na-producao-de-leite/">reduzir custos</a></strong> e melhorar a eficiência da sua propriedade.</p>
<h3>Silagem de sorgo</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li><strong>Adaptabilidade:</strong> O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sorgo-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/">sorgo</a></strong> é altamente produtivo em condições de baixa umidade e solos com menor fertilidade. Isso o torna uma excelente opção para regiões com restrições hídricas ou terrenos menos férteis.</li>
<li><strong>Rebrota</strong>: O sorgo permite o uso da rebrota, o que pode reduzir os custos de implantação ao permitir mais de uma colheita a partir da mesma área plantada.</li>
<li><strong>Versatilidade</strong>: Pode ser ensilado de várias formas, incluindo planta inteira, panículas, grãos reconstituídos ou secos, proporcionando flexibilidade no manejo e na adaptação às necessidades nutricionais dos animais e as condições da propriedade.</li>
</ul>
<h4>Limitações</h4>
<ul>
<li><strong>Ataques de pássaros</strong>: O sorgo pode ser vulnerável a ataques de pássaros, principalmente maritacas, o que pode reduzir a quantidade e a qualidade da forragem produzida.</li>
<li><strong>Processamento</strong>: A colheita do sorgo exige atenção especial, especialmente no processamento dos grãos, para evitar problemas que podem comprometer a qualidade da silagem.</li>
</ul>
<h3>Silagem de capim</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li><strong>Facilidade de manejo</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Espécies de capim como BRS capiaçu, Brachiaria e Panicum são perenes e relativamente fáceis de manejar, o que pode descomplicar o trabalho na propriedade.</span></li>
<li><strong>Menor exigência nutricional</strong>: <span style="font-weight: 400;">quando comparado com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">milho</a></strong>, o capim em sua maioria, necessita de menos tratamentos de cultura, devido a menor vulnerabilidade a doenças.</span></li>
<li><strong>Flexibilidade de uso</strong>:<span style="font-weight: 400;"> o capim pode ser usado como pasto, capineira, silagem ou feno, oferecendo várias opções para o manejo e armazenamento. Como aproveitar o excedente da forragem do período das águas para realizar o armazenamento.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36107" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim.jpg" alt="Imagem da produção de silagem de capim" width="600" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-300x250.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-370x308.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-270x225.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-360x300.jpg 360w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/silagem-capim-150x125.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem da produção de silagem de capim. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Ouro Fino.</span></span></p>
<h4>Limitações</h4>
<ul>
<li><strong>Produtividade e cortes</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Para atingir alta produtividade, é fundamental realizar vários cortes durante o ciclo de crescimento. Isso pode requerer mais serviço e planejamento.</span></li>
<li><strong>Problemas com umidade</strong>:<span style="font-weight: 400;"> O corte direto pode resultar em alta umidade (~80%), levando à produção de efluente e fermentação indesejada, o que causa perdas na qualidade do volumoso.</span></li>
</ul>
<h3>Silagem de cana-de-açúcar</h3>
<h4>Vantagens</h4>
<ul>
<li><strong>Alto potencial de produção</strong>: A cana-de-açúcar oferece um <strong>elevado potencial de produção de matéria seca</strong> (cerca de 40 toneladas/ha) e valor nutritivo satisfatório; &gt; 35% CNF (carboidratos não fibrosos) e &lt; 50% de FDN(Fibra em Detergente Neutro).</li>
<li><strong>Redução de trabalho</strong>: quando comparada ao fornecimento de cana fresca, a silagem reduz a necessidade de cortes diários, melhora o manejo agronômico dos talhões e diminui o risco de incêndios no canavial.</li>
</ul>
<h4>Limitações</h4>
<ul>
<li><strong>Desempenho das colhedoras</strong>: Algumas colhedoras têm desempenho limitado, baixa vida útil e dificuldades no processamento da forragem.</li>
<li><strong>Ciclo e fermentação</strong>: A cana-de-açúcar propaga-se por mudas e tem um ciclo semi-perene. Apresentar fermentação alcoólica, resultando em perdas de matéria seca e o consumo de açúcares acarreta o aumento da concentração de fibra.</li>
</ul>
<h2>Comparativo dos custos da matéria seca</h2>
<p>A estimativa do custo médio da matéria seca da silagem de BRS Capiaçu, considerando-se três colheitas/ano, é de R$130,85/tonelada.</p>
<p>Essa quantia é cerca de 57% inferior ao custo de produção da silagem de milho, 42,3% da cana-de-açúcar e 43,7% do sorgo. Isto corresponde à alta produtividade da BRS Capiaçu, a silagem produzida com este capim apresenta menores custos de produção por hectare, conforme podemos observar na tabela abaixo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36108" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca.jpg" alt="Tabela com custo de produção da matéria seca e de nutrientes das silagens" width="500" height="174" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca.jpg 500w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-370x129.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/12/custos-producao-materia-seca-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Custo de produção da matéria seca e de nutrientes das silagens de BRS Capiaçu, milho, cana-de-açúcar e sorgo. Fonte: Embrapa Gado de Leite, 2018.</span></p>
<p>Entretanto, vale ressaltar que para categorias de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite/">animais de alta produção</a></strong>, há uma preocupação maior com a composição e perfil fermentativo dos nutrientes destes volumosos a fim de não limitar fisicamente o consumo destes animais e restringir sua produção.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Explorar silagens alternativas pode ser uma estratégia eficaz para <strong>reduzir custos e melhorar a eficiência na pecuária leiteira</strong>.</p>
<p>Com os alimentos volumosos representando uma parte significativa dos gastos com alimentação, devido a seu maior incremento na dieta, considerar opções como silagem de sorgo, capim e cana-de-açúcar oferece possibilidades para otimizar recursos e ajustar a produção às condições específicas da sua propriedade.</p>
<p>Ao avaliar essas opções, é necessário <strong>considerar suas características individuais e como elas se alinham com as demandas e condições da sua propriedade.</strong> A escolha da silagem mais adequada pode promover uma economia significativa e garantir que os animais recebam uma dieta adequada.</p>
<p>Com uma análise cuidadosa das condições individuais da fazenda e das oportunidades da propriedade e do mercado, aliados a uma implementação eficaz, você pode alcançar uma produção mais sustentável e econômica, aproveitando ao máximo os recursos disponíveis e mantendo a saúde e a produtividade do rebanho.</p>
<h2>Reduza custos e aumente a eficiência da produção leiteira</h2>
<p>O uso estratégico de silagens alternativas pode ser um diferencial para equilibrar custos, manter a qualidade nutricional e aumentar a sustentabilidade da fazenda.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro, você aprende, na prática, como alinhar nutrição, manejo e gestão para obter mais produtividade e lucro, sem desperdício de recursos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34253" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins.jpg" alt="Gabriel Martins - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-martins-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uso de proteína Bypass em dietas de vacas leiteiras: veja as principais características</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-proteina-bypass-em-dietas-de-vacas-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-proteina-bypass-em-dietas-de-vacas-leiteiras/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 20:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[proteína]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As proteínas são nutrientes orgânicos nitrogenados, que estão presentes em todas as células. São essenciais para todo tipo de vida animal, pois são necessárias para o crescimento, reprodução e produção, como a produção de leite. Em ruminantes, temos algumas peculiaridades, em que para um correto balanceamento de dietas para atender os níveis de proteína ideais, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As proteínas são nutrientes orgânicos nitrogenados, que estão presentes em todas as células. São essenciais para todo tipo de vida animal, pois são necessárias para o crescimento, reprodução e produção, como a produção de leite.</p>
<p>Em ruminantes, temos algumas peculiaridades, em que para um correto balanceamento de dietas para atender os níveis de proteína ideais, se torna necessário a divisão das proteínas em dois principais grupos: <strong>A Proteína Degradável no Rúmen (PDR) e a Proteína Não Degradável no Rúmen (PNDR)</strong>, onde estão incluídas as proteínas <strong>b<em>ypass</em></strong>, ou seja, aquelas que tem livre passagem no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">compartimento ruminal</a></strong>.</p>
<p>Ao decorrer desse artigo, vamos entender melhor as características dessas proteínas, como elas interagem no trato gastrointestinal dos bovinos, bem como abordar quando é interessante o seu uso, baseando-se em prós e contras da tecnologia b<em>ypass</em>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Entendendo a digestão da proteína b<em>ypass</em></h2>
<p>Devido às diferenças anatômicas e fisiológicas dos ruminantes em relação aos monogástricos, <strong>torna-se mais desafiador o balanço adequado dos níveis de proteína da dieta</strong>. Na digestão do tipo fermentativa, que ocorre em ruminantes, as PDR são degradadas por microrganismos diversos, sendo transformada em amônia e ácidos graxos voláteis.</p>
<p>Entretanto, algumas proteínas, como as b<i>ypass</i>, têm a capacidade de fornecer aminoácidos específicos no intestino delgado, sem alteração ou degradação pelos microrganismos do rúmen, o que em alguns casos se torna interessante.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36057" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/proteina-bypass.jpg" alt="Imagem ilustrando o sistema digestório de uma vaca" width="564" height="415" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/proteina-bypass.jpg 564w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/proteina-bypass-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/proteina-bypass-370x272.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/proteina-bypass-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/proteina-bypass-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/proteina-bypass-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem ilustrando o intestino delgado, local onde a proteína <i>bypass</i> tem ação. Fonte: Editado de Blog Premix, 2024</span></p>
<p>Ainda como peculiaridade da digestão dos ruminantes, sabemos que os microrganismos ruminais fornecem de <strong>60 a 75% das necessidades proteicas</strong> desses animais.</p>
<p>Isso se dá pela degradação de fibras e amido, utilizando o nitrogênio e açúcares provenientes da dieta, logo, esse substrato é utilizado pelas bactérias para sintetização das conhecidas proteínas microbianas.</p>
<p>Visto isso, tanto a proteína microbiana, quanto às proteínas <i>bypass</i> serão quebradas em aminoácidos no intestino delgado e absorvidas pelas células desse segmento do intestino, logo, essa fração proteica plenamente absorvida no final do processo recebe o nome de proteína metabolizável.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais ingredientes <em>bypass</em> e sua forma de obtenção</h2>
<p>Os principais ingredientes utilizados como <strong>fonte de proteína <i>bypass</i></strong>, são:</p>
<ul>
<li>Farelo de soja tratada pelo calor;</li>
<li>Farelo de algodão;</li>
<li>Farelo de canola.</li>
</ul>
<p>Geralmente, o mais utilizado é o farelo de soja, tendo diversas apresentações no mercado de farelo de soja <i>bypass</i>, com diferentes níveis de PNDR. A soja, por exemplo, passa por tratamento térmico com pressão controlada, a fim de gerar uma proteção dessas proteínas à degradação ruminal.</p>
<h2>Qual a importância de se utilizar a proteína <em>bypass</em>?</h2>
<p>Nesse sentido, depois de um breve resumo sobre o tema, torna-se possível listar algumas das vantagens do uso da proteína b<i>ypass</i>.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Incremento na produção de leite</strong>: A utilização da proteína <i>bypass </i>pode levar ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite/">incremento da produção</a></strong>, uma vez que haverá maior porção de aminoácidos essenciais para síntese da proteína do leite, como lisina e metionina, ou seja, há maior aproveitamento dos nutrientes fornecidos na dieta. A utilização da proteína by-pass é importante pois ela irá suprir a demanda desses aminoácidos que muitas vezes a proteína microbiana não é capaz de realizar. Além disso, é possível que ocorra melhora na composição do leite, pensando em proteína e gordura.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Melhora na saúde ruminal e do metabolismo energético</strong>: A utilização de proteínas <i>bypass</i> na dieta ajuda a equilibrar a relação de PDR e PNDR, que é extremamente importante. O excesso de proteína degradável pode levar a uma produção excessiva de amônia, a qual não é utilizada em sua integridade pelos microrganismos e é excretada, ocasionando assim uma perda de nitrogênio.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Redução da excreção de nitrogênio</strong>: Pensando em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/">sustentabilidade ambiental</a></strong>, o uso desse tipo de proteína se torna interessante, visto que a excreção de nitrogênio será menor em fezes e urina, visto a melhor utilização e aproveitamento da proteína pela vaca.</li>
</ul>
<h2>Quais as recomendações e possíveis limitações da utilização da proteína <em>bypass</em>?</h2>
<p>Uma possível limitação do uso dessas fontes de proteínas <i>bypass</i>, estão relacionadas principalmente ao custo, que geralmente são superiores em comparação com as proteínas convencionais, o que <strong>pode elevar o custo alimentar total das vacas</strong>.</p>
<p>Outro fator que deve ser atentado é em relação ao <strong>balanceamento da dieta com a inclusão da <i>bypass</i></strong>, onde ela deve ser usada em equilíbrio com a PDR, visando a garantia de nitrogênio suficiente para a síntese de proteína microbiana. Isso ressalta a importância de ter um suporte nutricional especializado e que detenha conhecimento técnico para ajustar a dieta de forma precisa.</p>
<p>Além disso, é interessante entender que essas proteínas podem ser mais indicadas para aquelas vacas de alta produção, pois mesmo que haja maior gasto com alimentação o retorno é compensado, pois nesses animais de alto altamente produtivos geralmente o metabolismo já está trabalhando no limite e incluir essas proteínas que serão prontamente absorvidas sem modificação no intestino delgado se torna interessante, uma vez que pode haver uma limitação da produção por falta de aminoácidos.</p>
<p>Outra recomendação de uso, seria em <strong>vacas pós-parto, em início de lactação</strong>, visto que esses animais necessitam de uma grande demanda de proteína de alta qualidade.</p>
<p>Além disso, nessa fase de transição, com o desafio metabólico que pode ocasionar o <strong>balanço energético negativo (BEN)</strong>, deter da estratégia de utilização da proteína tipo <i>bypass</i> é muito interessante, pois ela irá contribuir para o fornecimento de aminoácidos, recuperação corporal, manutenção da produção de leite e equilíbrio energético e proteico.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O uso das proteínas <i>bypass</i> na alimentação de vacas leiteiras é essencial para <strong>otimização da produção de leite</strong>, garantindo uma melhor absorção de aminoácidos essenciais, de uma forma menos agressiva ao trato gastrointestinal dos ruminantes.</p>
<p>Essa estratégia se torna bastante benéfica e interessante, sobretudo para vacas de alta produção e vacas em período de transição, visto o aporte direto e eficiência da utilização dessas proteínas.</p>
<p>Ademais, ao melhorar essa eficiência, também se torna possível uma produção mais sustentável com menor liberação de nitrogênio no ambiente. Para o correto uso desse ingrediente na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">dieta</a></strong>, é necessário o correto balanceamento por um nutricionista.</p>
<h2>Nutrição de precisão para mais eficiência e produtividade no leite</h2>
<p>O uso de proteína Bypass é uma estratégia importante para otimizar a dieta, melhorar a produção e aumentar a eficiência alimentar das vacas leiteiras.</p>
<p>Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro, você aprende a formular dietas balanceadas, integrar nutrição e manejo e aplicar técnicas que garantem mais leite e mais lucro na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autores: Gustavo Rodrigues e Laryssa Mendonça &#8211; Equipe Rehagro Leite</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentação de vacas para ter altos picos de produção de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo vamos discutir a apresentação do Prof. Bill Weiss na conferência “Four State Dairy Nutrition and Management Conference” realizada em Junho de 2024 no estado de Iowa nos Estados Unidos, onde a chamada para o assunto era a alimentação de vacas para que se atinja altos picos de produção de leite. O objetivo aqui [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo vamos discutir a apresentação do Prof. Bill Weiss na conferência “<em>Four State Dairy Nutrition and Management Conference</em>” realizada em Junho de 2024 no estado de Iowa nos Estados Unidos, onde a chamada para o assunto era a <strong>alimentação de vacas para que se atinja altos picos de produção de <a href="https://rehagro.com.br/blog/category/leite/">leite</a></strong>.</p>
<p>O objetivo aqui é discutir os pontos importantes que foram apresentados pelo pesquisador complementando com dados da literatura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Qual a relação entre pico de produção, produção total de leite na lactação e condição corporal?</h2>
<p>No início da apresentação o Prof. Bill Weiss mostra a <strong>alta correlação entre picos de produção e produção de leite em toda a lactação</strong>. Ou seja, maiores picos determinam maiores produções na lactação.</p>
<p>O pesquisador aponta os seguintes <strong>pontos importantes para se obter altos picos</strong>:</p>
<ol>
<li>Vacas devem parir sadias;</li>
<li>Vacas devem parir com adequada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">condição corporal (CC)</a></strong>;</li>
<li>Deve-se busca evitar desordens metabólicas no início de lactação;</li>
<li>Deve-se manter o grau de mobilização de reservas corporais em um nível aceitável.</li>
</ol>
<p>Neste último ponto ressalta a palavra aceitável, já que as fêmeas mamíferas sempre mobilizam uma certa quantidade de reservas corporais para alimentar a prole no pós-parto.</p>
<p>Dr. Weiss cita a importância da secagem e a parição com a condição corporal adequada. No primeiro estudo citado, ressalta o melhor desempenho de um grupo de vacas que tinham <strong>condição corporal entre 3,0 &#8211; 3,25 aos 21 dias antes do parto previsto</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35874" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite.jpg" alt="Gráfico retratando picos de produção de leite de acordo com dias em lactação" width="1203" height="727" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite.jpg 1203w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-300x181.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1024x619.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-768x464.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-370x224.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-270x163.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-740x447.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-150x91.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1203px) 100vw, 1203px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Zhao et al. 2019</span></p>
<p>O autor também cita um trabalho que demonstrou que vacas que pariram com uma condição corporal ≤ 2 e vacas que secaram com condição corporal ≥ 3 aumentaram a condição corporal até o parto produziram menos leite na lactação.</p>
<p>Vacas que secaram com condição corporal ≤ 3 e aumentaram a condição corporal ao parto produziram mais leite (Mishra et al.2016).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35875" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1.jpg" alt="Tabela com dados de escore de condição corporal relacionados com produção de leite" width="833" height="86" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1.jpg 833w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1-300x31.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1-768x79.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1-370x38.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1-270x28.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1-740x76.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/picos-producao-leite-1-150x15.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 833px) 100vw, 833px" /></p>
<p>Pontos importantes para se obter adequada condição corporal a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-de-vacas-leiteiras/">secagem</a></strong> e ao parto (3,0-3,5):</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Bons índices de eficiência reprodutiva no rebanho</strong>, evitando com que as lactações sejam longas demais e as vacas acumulem excesso de condição corporal em fases mais avançadas da lactação ou tenham longos períodos secos.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Adequação dos níveis de energia</strong> da dieta para vacas em final de lactação e período seco.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-limite-secagem-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-limite-secagem&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39660 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem.png" alt="" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-limite-secagem-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Exigências de energia no pré-parto</h2>
<p>Dr. Weiss discute também as <strong>exigências de energia e de carboidratos</strong> específicos para dietas no pré-parto. Ressalta que dietas com maior densidade energética, com maiores teores de amido e menores de FDN neste período produtivo estão associadas a:</p>
<ul>
<li>Aumento do consumo de matéria seca (CMS) pré-parto.</li>
<li>Sem efeitos no CMS pós parto.</li>
<li>A maioria dos estudos não mostram efeitos na produção de leite.</li>
</ul>
<p>O autor cita o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/">NASEM 2021</a></strong> que na revisão várias pesquisas sobre o tema demonstraram que <strong>não existem benefícios de dietas com níveis moderados de amido no pré-parto</strong> para adaptar o rúmen para dietas ricas em amido geralmente presentes no pós-parto.</p>
<p>Por isso, um conceito bastante adotado na formulação de dietas no pré-parto é o de ingestão controlada de energia no qual consiste em evitar a ingestão de energia acima de 15 a 20% acima das exigências dos animais. Essas dietas geralmente possuem alta concentração de FDNf (FDN oriunda de forragem), sendo os valores de FDNf recomendados &gt; 38-40% da MS.</p>
<p>Em relação aos níveis de proteína na dieta pré-parto, Dr. Weiss cita uma revisão de autores australianos (Lean et al. 2013) demonstrando pouco efeito do aumento de proteína bruta (PB) nas dietas de pré-parto no desempenho de vacas no pós-parto.</p>
<p>Dr. Weiss cita uma recente meta análise de pesquisadores da Flórida (Husnain e Santos, 2019) demonstrando que <strong>aumento do consumo de Proteína Metabolizável (PM) em dietas pré-parto</strong> (calculadas pelo modelo NRC 2001) <strong>não teve efeito na produção de leite de vacas multíparas</strong>, havendo somente um pequeno efeito positivo na produção de proteína em vacas com produção acima &gt; 36kg/d).</p>
<p>O autor cita que a recomendação para vacas multíparas no pré-parto seria em torno de 12-13% de PB na MS ou em torno de 900 g/d de proteína metabolizável (PM).</p>
<p>Para nulíparas, o aumento no consumo de PM (g/d) de dietas pré-parto foi relacionado a aumentos na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-leite-e-lucrativa/">produção de leite</a></strong> corrigido para gordura e produção de proteína do leite de vacas na 1ª. Lactação.</p>
<p>A recomendação seria para esses animais em torno de 15% de PB na MS da dieta<span style="font-weight: 400;"> ou 1200 g/d de proteína metabolizável. Em caso de grupos mistos no pré-parto, é recomendado que as exigências das nulíparas sejam atendidas. </span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<ul>
<li><strong>Secar e parir com condição corporal adequada</strong> é um ponto extremamente importante visando maiores picos de produção de leite. Recomendação é a condição corporal entre 3,0 e 3,5.</li>
<li><strong>Evitar o consumo excessivo de energia no pré-parto</strong> é uma boa estratégia visando melhor perfil metabólico e menor resposta inflamatória no pós parto! Recomendação: dietas com concentração de FDNf &#8211; &gt; 38 – 40% da MS.</li>
<li><strong>Alimentar níveis adequados de proteína bruta/proteína metabolizável em vacas e novilha no período pré-parto</strong>.  Para multípara (12-14% de PB na MS; PM por volta de 900g/d). Para nulíparas (~15% de PB na MS, consumo de PM por volta de 1200 g/d) e em casos de grupos mistos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">formular dietas</a></strong> visando atender as recomendações para nulíparas.</li>
</ul>
<h2>Alcance o máximo potencial produtivo do seu rebanho</h2>
<p>Ter vacas com altos picos de produção não é apenas questão de alimentação, é resultado de planejamento, manejo eficiente e decisões baseadas em dados.</p>
<p>Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro, você aprende, passo a passo, como estruturar uma produção rentável, saudável e sustentável, aplicando estratégias que já geraram resultados reais para produtores e consultores em todo o Brasil.</p>
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<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35415" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo.jpg" alt="Euler Rabelo - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></h2>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">Weiss, W. 2024. <em>Feeding cows to reach heigher Peaks</em>. Anais: <em>Four-State Dairy Nutrition and Management Conference</em>. 2024. http://fourstatedairy.org/proceedings.html.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Zhao, W., X Chen, J Xiao, XH Chen et al. 2019. <em>Prepartum body condition score affects milk yield, lipid metabolism, and oxidation status of Holstein cows</em>. Asian-Australas J Anim Sci.;32(12):1889–1896. doi: 10.5713/ajas.18.0817.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Husnain, A., &amp; Santos, J. E. P. (2019). <em>Meta-analysis of the effects of prepartum dietary protein on performance of dairy cows. Journal of dairy science</em>, 102(11), 9791-9813.</span></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite/">Alimentação de vacas para ter altos picos de produção de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Como interpretar uma análise bromatológica da silagem de milho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-bromatologica-da-silagem-de-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interpretar corretamente a análise de silagem é fundamental para garantir a saúde e a produtividade do rebanho. Esse processo fornece dados essenciais sobre a qualidade do alimento oferecido aos animais, uma vez que permite uma compreensão minuciosa de sua composição nutricional. Com essas informações, é possível fazer os ajustes necessários na dieta dos animais, otimizar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-bromatologica-da-silagem-de-milho/">Como interpretar uma análise bromatológica da silagem de milho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Interpretar corretamente a <strong>análise de silagem</strong> é fundamental para garantir a saúde e a produtividade do rebanho. Esse processo fornece dados essenciais sobre a qualidade do alimento oferecido aos animais, uma vez que permite uma compreensão minuciosa de sua composição nutricional.</p>
<p>Com essas informações, é possível fazer os ajustes necessários na dieta dos animais, otimizar a nutrição e, consequentemente, melhorar de maneira direta a produção.</p>
<p>Em suma, ao aplicar corretamente os dados obtidos, é possível <strong>maximizar o desempenho do rebanho</strong> e assegurar a sustentabilidade e eficiência da operação.</p>
<p>Com base nessa compreensão detalhada, a análise de silagem transcende a mera avaliação da qualidade do alimento, fornecendo subsídios para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">formulação de dietas</a></strong> mais precisas e para a tomada de decisões estratégicas que visam otimizar a eficiência do sistema produtivo.</p>
<p>Dessa forma, a aplicação prática desses dados permite aos produtores elevar a produção de leite, aprimorar a saúde dos animais e reduzir os custos com alimentação, o que resulta em um manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Quais são os parâmetros a serem avaliados na análise bromatológica?</h2>
<p>A análise bromatológica, que avalia detalhadamente os <strong>componentes químicos de alimentos e forragens</strong>, é fundamental para determinar a qualidade nutricional da silagem.</p>
<p>Ela fornece dados cruciais sobre os nutrientes essenciais, permitindo uma avaliação precisa da qualidade do alimento.</p>
<p>A tabela a seguir ilustra as variações nos parâmetros bromatológicos conforme o ponto de colheita do milho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34472" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos.jpg" alt="Diferença de parâmetros bromatológicos de acordo com o ponto de colheita do milho." width="968" height="525" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos.jpg 968w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-768x417.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-270x146.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-740x401.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-bromatologicos-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 968px) 100vw, 968px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Diferença de parâmetros bromatológicos de acordo com o ponto de colheita do milho. Fonte: Santos (2021)</span></p>
<h3>Escolha do momento da colheita</h3>
<p>A <strong>escolha do momento correto para a colheita</strong> é vital para assegurar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/">qualidade da silagem</a></strong> e a saúde dos animais.  Estudos enfatizam que uma colheita realizada no momento ideal pode maximizar tanto a qualidade quanto a eficiência da silagem.</p>
<h3>Matéria seca</h3>
<p>A <strong>“matéria seca” (MS)</strong> representa a fração do alimento que não é água. Uma boa silagem de milho deve ter entre <strong>32% e 37% de MS</strong>, pois valores fora desse intervalo podem indicar erros no manejo ou na identificação do ponto de colheita.</p>
<h3>Amido</h3>
<p>O <strong>“amido”</strong> é uma fonte essencial de energia para os ruminantes e constitui uma parte significativa das dietas destinadas às vacas de leite.</p>
<p>Aproximadamente 65% da energia presente na silagem vem do amido. Para garantir uma silagem de milho de alta qualidade, é recomendado que ela contenha, em média, mais de <strong>30% de amido na matéria seca</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-34473" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-1024x697.jpg" alt="Parâmetros de amido em análise de silagem de milho" width="770" height="524" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-1024x697.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-300x204.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-768x523.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-370x252.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-270x184.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-740x504.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido-150x102.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-amido.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Parâmetros de amido em análise de silagem de milho.</span></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho-e-os-impactos-na-producao-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-ferraretto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38527 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png" alt="Webinar impacto da silagem na produção de leite" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h3>Digestibilidade do amido</h3>
<p>A “digestibilidade do amido” indica a <strong>porcentagem do amido que é efetivamente digerida</strong> no trato gastrointestinal do animal. Uma digestibilidade ideal deve estar próxima de 100%, o que maximiza a utilização do nutriente e reduz custos.</p>
<h3>Fibra Detergente Neutro</h3>
<p>Já a “Fibra Insolúvel em Detergente Neutro” (FDN) indica a <strong>quantidade total de fibra na forragem</strong>, com valores ideais em silagem de milho situando-se entre <strong>36% e 45%</strong>.</p>
<p>Níveis elevados de FDN podem limitar o consumo de matéria seca devido à fração indigestível ou de degradação lenta, ocupando grande espaço no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong>.</p>
<p>Além disso, a “Digestibilidade da Fibra Detergente Neutro” em 48 horas (DFDN 48hs) avalia a <strong>capacidade do animal de digerir a fibra da planta durante um período de 48 horas</strong>, com valores ideais <strong>superiores a 60%</strong>, indicando uma alta digestibilidade.</p>
<p>Complementarmente, a “Fibra Não Digerida em 240 horas” (uFDN240hs) quantifica a <strong>fração de fibra que permanece não digerida após 240 horas</strong> no trato gastrointestinal do animal, sendo que valores ideais para esse indicador devem situar-se entre <strong>12% e 13%</strong>.</p>
<p>Níveis mais altos podem diminuir a eficiência alimentar e restringir a ingestão de matéria seca.</p>
<h3>Proteína Bruta (PB)</h3>
<p>Embora a silagem de milho não seja uma fonte significativa de proteína, a “Proteína Bruta (PB)” deve idealmente exceder <strong>7,5%</strong> para garantir que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos/">necessidades nutricionais</a></strong> dos animais sejam adequadamente supridas.</p>
<p>Valores abaixo desse patamar podem limitar a eficiência nutricional e o desempenho dos animais, uma vez que a proteína é essencial para diversas funções metabólicas e para o crescimento e manutenção da saúde.</p>
<h3>Nutrientes digestíveis totais (NDT)</h3>
<p>Os “Nutrientes Digestíveis Totais” (NDT) estão diretamente associados ao <strong>valor energético da silagem</strong>. Valores de NDT <strong>superiores a 70%</strong> garantem uma boa disponibilidade de energia para os animais.</p>
<h3>Kg leite/tonelada de MS de silagem</h3>
<p>O indicador &#8220;Kg leite/Tonelada de MS de silagem&#8221; reflete a <strong>conversão da silagem em matéria seca na produção de leite</strong>, sendo que valores ideais devem ser superiores a <strong>1.600 kg</strong> de leite por tonelada de matéria seca de silagem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-34474" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-1024x706.jpg" alt="Parâmetros de TTNDFD em análise de silagem de milho" width="770" height="531" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-1024x706.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-300x207.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-768x530.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-370x255.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-435x300.jpg 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-270x186.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-740x510.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd-150x103.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/parametros-ttndfd.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Parâmetros de TTNDFD em análise de silagem de milho.</span></p>
<h2>Como atuar para melhorar a qualidade da silagem?</h2>
<p>Para garantir uma silagem de alta qualidade, é essencial focar em aspectos fundamentais que afetam desde a produção até o consumo pelos animais.</p>
<p>Alguns fatores são fundamentais para ajudar a manter a fermentação adequada e a preservação dos nutrientes, dentre eles podemos citar:</p>
<ul>
<li><strong>Controle da umidade</strong>: vital para garantir que a silagem seja colhida e armazenada com o teor de matéria seca (MS) ideal, o que ajuda a manter uma boa fermentação e evita perdas.</li>
<li><strong>Tamanho de partículas</strong>: é fundamental para a disponibilidade do substrato alimentar para os microrganismos e, consequentemente, para a eficácia do sistema digestivo dos ruminantes. Partículas menores podem resultar em menor tempo de ruminação e menor estímulo à produção de saliva, podendo ocasionar distúrbios metabólicos.</li>
<li><strong>Processamento de grãos</strong>: durante a ensilagem é importante para aumentar a digestibilidade do amido, facilitando a ação dos microrganismos e enzimas do rúmen.</li>
<li><strong>Compactação adequada</strong>: é fundamental para eliminar o oxigênio e promover uma fermentação eficiente, o que ajuda a preservar a qualidade da silagem.</li>
<li><strong>Vedação</strong>: é essencial para prevenir a entrada de ar e água, garantindo um ambiente anaeróbico que favorece a fermentação e a conservação da silagem.</li>
<li><strong>Desensilagem</strong>: deve ser realizada de forma adequada, retirando a quantidade necessária de silagem e evitando a exposição prolongada ao ar, o que pode comprometer a qualidade.</li>
</ul>
<h2>Como avaliar se a silagem tem boa qualidade?</h2>
<p>Como sabemos, a análise bromatológica da silagem permite verificar sua composição química e quantificar nutrientes específicos, possibilitando a comparação dos resultados com os parâmetros ideais estabelecidos.</p>
<p>No que se refere às <strong>análises físicas</strong>, a espessura do corte da forragem é um fator importante, pois pode afetar a compactação e a fermentação da silagem.</p>
<p>O ideal é que o corte tenha um tamanho adequado para não comprometer o desempenho animal e, ao mesmo tempo, permitir uma boa compactação. Além disso, o número de grãos inteiros pode indicar uma quebra inadequada durante a colheita, o que pode impactar a digestibilidade da silagem.</p>
<p>As <strong>características sensoriais</strong> também são importantes. A cor da silagem pode revelar o estado de fermentação e a qualidade da forragem utilizada; uma silagem de milho de boa qualidade geralmente apresenta uma cor verde-amarelada.</p>
<p>O aroma é outro indicador: um cheiro agradável e levemente ácido sugere uma boa fermentação, enquanto odores desagradáveis, como de podridão ou mofo, podem indicar problemas na fermentação ou contaminação.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A interpretação cuidadosa das análises de silagem é importante para maximizar a eficiência e a qualidade da alimentação dos ruminantes, impactando diretamente a saúde e a produtividade do rebanho.</p>
<p>A análise bromatológica, juntamente com avaliações físicas e sensoriais, fornece informações detalhadas sobre a composição nutricional da silagem, permitindo ajustes precisos na dieta dos animais.</p>
<p>Isso resulta não apenas em melhorias na nutrição e saúde dos animais, mas também em um aumento significativo na produção e na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-para-reducao-de-custos-na-producao-de-leite/">redução dos custos</a></strong> operacionais.</p>
<p>Além disso, aspectos críticos como controle de umidade, tamanho das partículas, processamento dos grãos, compactação, vedação e desensilagem desempenham um papel fundamental na qualidade final da silagem.</p>
<p>Compreender e aplicar essas informações de forma eficaz garante um manejo mais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/">eficiente e sustentável</a></strong>, otimizando a utilização dos recursos e assegurando a sustentabilidade da produção pecuária.</p>
<p>Portanto, um conhecimento profundo e uma aplicação prática das análises de silagem são essenciais para alcançar o máximo desempenho e eficiência na alimentação do rebanho.</p>
<h2>Transforme dados da análise em lucro no campo</h2>
<p>Interpretar corretamente uma análise bromatológica da silagem de milho é essencial para ajustar a dieta, garantir a saúde do rebanho e maximizar a produção de leite.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar indicadores nutricionais ao manejo e à gestão da fazenda, aplicando estratégias que aumentam a eficiência e a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autor: Matheus Viana &#8211; Equipe Leite Rehagro</p>
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		<item>
		<title>Fábrica de ração para gado de corte: quando investir nessa estrutura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 11:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[ração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na atual conjuntura econômica da produção de carne brasileira, possuir uma estrutura mínima de fábrica de ração, pode ser uma ótima opção para abaixar os custos nutricionais e aumentar as margens das fazendas. O desembolso para a construção de uma fábrica é alto, e deve ser muito bem planejado e estruturado para que os resultados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na atual conjuntura econômica da produção de carne brasileira, possuir uma estrutura mínima de <strong>fábrica de ração</strong>, pode ser uma ótima opção para abaixar os custos nutricionais e aumentar as margens das fazendas.</p>
<p>O desembolso para a construção de uma fábrica é alto, e deve ser muito bem planejado e estruturado para que os resultados sejam alcançados.</p>
<p>Antes de se decidir implementar a fábrica, é necessário um estudo de <strong>viabilidade econômica</strong>, conhecer a produção atual da fazenda, se há a necessidade de uma fábrica, e qual o tamanho da estrutura para atender a demanda da fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Viabilidade econômica da fábrica de ração</h2>
<p>Ao se optar pela construção de uma fábrica de ração, o pecuarista precisará realizar as compras estratégicas dos insumos e otimizar a produção das rações, de modo que a fábrica não fique ociosa, onerando os custos nutricionais da fazenda.</p>
<p>Para fazer o investimento no projeto o produtor deve <strong>buscar uma consultoria especializada na construção</strong>, e se possível visitar propriedades que já utilizam desta estrutura.</p>
<p>Antes de se dar o pontapé inicial, o estudo de viabilidade econômica se mostra fundamental para a tomada de decisão, conhecer os prós e contras da operação, trará um norte sobre o que se pretende ser feito na propriedade. Estudar a viabilidade mostra os riscos e mostra qual será a rentabilidade e o tempo do retorno do capital investido.</p>
<p>Quando surge a necessidade de a propriedade aumentar sua produção, investir em uma fábrica de ração se torna viável. <strong>A produção da própria ração garante maior qualidade nutricional</strong>, assegurar a qualidade da ração produzida é tão importante quanto a utilização de programas de desenvolvimento, portanto, os níveis nutricionais devem corresponder às necessidades de cada espécie e fase de vida animal.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Planejamento e estrutura da fábrica de ração</h2>
<p>Ao implementar uma fábrica de ração é preciso conhecer os equipamentos e processos envolvidos para que se tenha uma produção competente. Alguns fatores essenciais para se levar em consideração no momento de decisão é o espaço físico (se atende a capacidade de produção necessária), energia elétrica e capital de início.</p>
<p>No processo de produção em si é necessário alguns equipamentos e estruturas, separados em 3 partes.</p>
<ol>
<li><strong>Recebimento dos insumos</strong>: é onde tudo se inicia, será necessário equipamentos como transportadores e elevadores, que serão responsáveis em facilitar o transporte da matéria prima para os silos de armazenamento. O estoque será onde os insumos ficarão armazenados. Deverá se atentar ao planejamento da estrutura, se adequar ao tamanho da sua demanda.</li>
<li><strong>Processamento</strong>: para processar os insumos, são necessários <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">moinhos que realizam a moagem dos grãos</a></strong>, contribuindo para o processamento e digestão dos nutrientes. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/">Misturadores</a></strong> realizarão as batidas da ração, por ser mais simples o misturador vertical é o mais utilizado. Dependendo da produção e sua necessidade, para esta etapa pode existir alguns equipamentos extras.</li>
<li><strong>Distribuição</strong>: nesta etapa as rações já estão prontas, precisam ser armazenadas em um lugar seguro, para não ser afetada por chuva. Será necessário a utilização de balança, vagão misturador e ou pá carregadeira para auxiliar na distribuição da ração produzida.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34275" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento.jpg" alt="Box de armazenamento" width="689" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento.jpg 689w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-300x190.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-370x234.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-270x171.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Box de armazenamento. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34276" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio.jpg" alt="Silo de armazenamento" width="677" height="538" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio.jpg 677w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-300x238.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-370x294.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-270x215.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Silo de armazenamento. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34277" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao.jpg" alt="Estrutura fábrica de ração" width="457" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao.jpg 457w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 457px) 100vw, 457px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Estrutura fábrica de ração. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<h2>Benefícios da fábrica de ração</h2>
<p>Os principais benefícios fornecidos por esse investimento são:</p>
<ul>
<li><strong>Maior independência e flexibilidade</strong>: cada vez menos dependente das oscilações do mercado, podendo se planejar e acessar recursos mais acessíveis de acordo com a sua região.</li>
<li><strong>Redução dos custos</strong>: a aquisição de produtos a granel é mais barata que a de produtos prontos, e associando com o planejamento dessas compras em períodos de maior oferta, os custos reduzem e melhoram a condição de negociação.</li>
<li><strong>Controle de qualidade</strong>: conseguindo selecionar melhor os ingredientes e fornecedores que serão utilizados, é possível garantir a qualidade da ração.</li>
</ul>
<p>A priorização de fornecer e garantir uma qualidade nutricional aos animais é muito importante, por isso, é necessário se atentar a realizar muito bem todas as etapas do processo.</p>
<p>Realizar treinamentos da mão de obra, manutenção dos equipamentos e limpeza deles diariamente, escolher equipamentos de qualidade que facilitam e ajudam a diminuir o tempo de produção.</p>
<p>Para que a decisão de implementar a fábrica de ração seja bem-sucedida, é importante alinhar as análises realizadas de viabilidade com os objetivos do produtor.</p>
<p>Associando com a utilização de técnicas e equipamentos conforme indicado para sua demanda,<strong> o investimento na fábrica de ração se torna uma ótima estratégia</strong>, pois, além de gerar a redução dos custos, permite aumentar a capacidade de produção da sua fazenda.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34278" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim.jpg" alt="Isadora Amorim - Equipe Corte Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aditivos na dieta de bezerras leiteiras: quais são os benefícios?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/aditivos-na-dieta-de-bezerras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 15:29:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=34217</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sabemos que para um desenvolvimento saudável e um futuro promissor das bezerras leiteiras, a dieta desempenha um papel fundamental. Por isso, incluir aditivos na dieta pode contribuir ajudando a melhorar a saúde intestinal, elevar a eficiência alimentar e promover o crescimento. Os aditivos são produtos utilizados na alimentação animal podendo ser nutritivos ou não. Geralmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que para um desenvolvimento saudável e um futuro promissor das bezerras leiteiras, a dieta desempenha um papel fundamental. Por isso, <strong>incluir aditivos na dieta</strong> pode contribuir ajudando a melhorar a saúde intestinal, elevar a eficiência alimentar e promover o crescimento.</p>
<p>Os aditivos são produtos utilizados na alimentação animal podendo ser nutritivos ou não. Geralmente são compostos por microrganismos, substâncias químicas ou produtos formulados com o objetivo de modificar as características sensoriais, biológicas, físicas ou químicas da ração, sendo que a <strong>principal finalidade do seu uso é a melhora no desempenho das bezerras.</strong></p>
<p>Nesse texto iremos discutir sobre os tipos de aditivos existentes para as bezerras leiteiras, ressaltando suas categorias e os grupos funcionais, além disso, vamos trazer informações de como esses aditivos contribuem para o desenvolvimento das bezerras e quais são as principais recomendações existentes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são os tipos de aditivos existentes?</h2>
<p>Os aditivos podem ser adicionados no processamento, transporte, armazenamento ou no momento do fornecimento do alimento <strong>desde que não prejudique o seu valor nutritivo.</strong> Os aditivos são agrupados primariamente em quatro categorias e vários grupos funcionais:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tecnológico;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Zootécnico;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Sensorial;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Nutricional.</li>
</ol>
<h3>Aditivos tecnológicos</h3>
<p>Atuam sobre o estado físico dos alimentos, possibilitando manipulação, misturas ou processamento tais como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/racao-peletizada-e-racao-farelada-voce-sabe-as-diferencas/">peletização</a></strong> ou extrusão. Dentre eles podemos citar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Conservantes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Reguladores de acidez;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Espessante;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Gelificante;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Umectante.</li>
</ul>
<p>Podem ser também agentes adsorventes e antioxidantes, muito importantes no controle de <strong>micotoxinas</strong> e radicais livres.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Aditivos zootécnicos</h3>
<p>Compreende as substâncias melhoradoras de desempenho como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Facilitadores de digestão</strong> = enzimas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Equilibradores da microbiota</strong> = probióticos, prebióticos e acidificantes</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Melhoradores de desempenho como os ionóforos</strong> = monensina e lasalocida.</li>
</ul>
<p>Os ionóforos são chamados assim devido a sua capacidade transportadora de íons e são um dos aditivos mais estudados e utilizados em ruminantes, trazendo consigo propriedades coccidiostáticas.</p>
<h3>Aditivos sensoriais</h3>
<p>Representam os corantes, aromatizantes e palatabilizantes e sua função é estimular o consumo dos alimentos e facilitar a aceitação da bezerra para determinada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-bovinos-leiteiros/">ração</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34219" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras.jpg" alt="Bezerras se alimentando de dieta com aditivos" width="887" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras.jpg 887w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras-300x148.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras-768x380.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras-370x183.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras-270x134.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras-740x366.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/dieta-bezerras-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 887px) 100vw, 887px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem de bezerras em fase de aleitamento já ingerindo alimentos sólidos com presença de aditivos. Fonte: Gabriel Martins</span></p>
<h3>Aditivos nutricionais</h3>
<p>São substâncias utilizadas para manter ou melhorar as propriedades nutritivas da ração podendo ser fornecidos individualmente ou fornecidos misturados na forma de premix (suplemento formulado com vitaminas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-minerais-de-bovinos/">microminerais</a></strong>). Como exemplo de nutritivos existem:</p>
<ul>
<li>Vitaminas e provitaminas;</li>
<li>Aminoácidos;</li>
<li>Oligoelementos ou microminerais (Zinco, Cobre, Manganês, Selênio);</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ureia e seus derivados. </span></li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como os aditivos podem trazer benefícios?</h2>
<p>Os principais benefícios do uso de aditivos são um maior ganho de peso diário, maior eficiência alimentar, maior consumo de concentrado, maior peso à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerras-leiteiras/">desmama</a></strong> e também o favorecimento de bactérias benéficas no trato gastrointestinal das bezerras.</p>
<p>Outros benefícios são a diminuição da ocorrência de doenças metabólicas ou micotoxicoses e redução da carga e multiplicação de microrganismos nocivos para o animal.</p>
<p>Sabendo então dos <strong>principais impactos dos aditivos</strong> podemos associar o benefício ao tipo de aditivo adicionado, como por exemplo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34220" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos.jpg" alt="Tipos de aditivos para dieta de bezerras e seus benefícios" width="1009" height="991" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos.jpg 1009w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos-300x295.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos-768x754.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos-370x363.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos-270x265.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos-305x300.jpg 305w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos-740x727.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tipos-aditivos-150x147.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1009px) 100vw, 1009px" /></p>
<p>O órgão que regulamenta o uso de aditivos no país é o Ministério da Pecuária e Abastecimento (MAPA) através da Instrução Normativa 44/2015. Os cuidados necessários no momento de avaliar um aditivo são a análise de seu retorno econômico, as pesquisas disponíveis e seu desempenho esperado.</p>
<p>É importante ressaltar que <strong>os aditivos não devem ser utilizados para mascarar alguma falha de processamento ou armazenamento dos alimentos</strong>.</p>
<p>Outro ponto de atenção nesse manejo de utilização dos aditivos é o de usar sempre as recomendações do fabricante e ser cuidadosamente planejada considerando as necessidades específicas dos animais em diferentes fases de desenvolvimento, tendo esse cuidado principalmente para evitar intoxicações nas bezerras.</p>
<h2>Quais são as principais recomendações gerais do uso de aditivos para bezerras leiteiras?</h2>
<p>A publicação do <em>National Academies of Sciences, Engineering and Medicine</em> (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/">NASEM</a></strong>) 2021 fornece diretrizes detalhadas a respeito da nutrição de bezerras leiteiras, o que inclui o uso dos aditivos. Dentre essas recomendações temos:</p>
<ul>
<li><strong>Probióticos</strong>: A dosagem recomendada pode variar, mas geralmente está entre 10^8 e 10^9 UFC por animal por dia.</li>
<li><strong>Prebióticos</strong>: Temos a recomendação do uso de prebióticos como o FOS (Fruto-oligossacarídeos) e o MOS (Mananoligossacarídeos). Quando a dosagem, normalmente será de 2 a 4 gramas por dia, a depender do produto utilizado. Os prebióticos podem ser adicionados na ração inicial das bezerras, ou seja, desde as primeiras semanas de vida.</li>
<li><strong>Acidificantes</strong>: A dosagem do acidificante deve ser ajustada com o intuito de atingir um pH entre 4,0 a 5,0 no leite. Isso geralmente equivale a 0,5% a 1% do peso do leite ou do substituto de leite. O uso de acidificantes pode ser iniciado nas primeiras semanas de vida, caso necessário.</li>
<li><strong>Enzimas</strong>: Na ração inicial, as enzimas são recomendadas para elevar a digestibilidade dos nutrientes, principalmente naquelas dietas que contém algum ingrediente que é menos digestível. A dosagem varia em função da enzima utilizada, e, portanto, é fundamental seguir a recomendação do fabricante.</li>
<li><strong>Ionóforos</strong>: A dosagem típica dos ionóforos é de 1mg/kg de peso corporal, podendo essa ter alterada conforme orientação do nutricionista.</li>
<li><strong>Vitaminas e minerais</strong>: As dosagens desses compostos irão depender principalmente das deficiências identificadas e também das recomendações dos suplementos existentes no mercado.</li>
</ul>
<p>É importante ressaltarmos que além da importância de estar atento às recomendações dos aditivos na dieta das bezerras, é fundamental que a <strong>qualidade dos produtos e segurança sejam prezadas</strong>, ou seja, que os produtos utilizados sejam de alta qualidade, provenientes de fornecedores confiáveis e que sejam seguros e aprovados para uso em animais.</p>
<p>Além disso, fazer uma avaliação do custo-benefício desses aditivos, confrontando com os benefícios esperados é importante para assegurar o uso econômico e eficaz dos produtos.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Os aditivos na dieta das bezerras leiteiras proporcionam uma série de benefícios que melhoram a saúde geral, contribuem para um crescimento mais eficiente e saudável, além de auxiliar na <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/"><strong>prevenção de doenças</strong></a> e preparar as bezerras para se tornarem vacas mais produtivas.</p>
<p>Como mecanismos desses benefícios, os aditivos irão favorecer a formação das papilas ruminais, crescimento do<strong> <a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong> e estabelecimento da microbiota ruminal, o que pode contribuir antecipando o desmame.</p>
<p><strong>Os aditivos, sobretudo os nutricionais, favorecem o sistema imune das bezerras através das vitaminas e aminoácidos</strong>, prevenindo doenças causadas pela carência de um determinado nutriente, assim como estimulando a produção das células de defesa do animal.</p>
<p>A pecuária leiteira está em constante evolução e cada vez mais competitiva, dessa forma, o uso de ferramentas que promovam melhorias no desempenho e saúde das bezerras em um menor tempo tem se tornado uma alternativa viável para os produtores.</p>
<p>Por isso, deter uma abordagem nutricional bem planejada e supervisionada é essencial para maximizar todos esses benefícios.</p>
<h2>Da bezerra à vaca de alta produção: construa resultados desde o início</h2>
<p>O uso estratégico de aditivos na dieta de bezerras é apenas uma de muitas decisões que podem transformar o futuro produtivo do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong>, você aprende a unir nutrição, manejo e gestão de forma prática, garantindo saúde, produtividade e rentabilidade em todas as fases da produção. Tenha acesso a métodos já aplicados com sucesso por produtores e consultores em todo o Brasil.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34223" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-melo.jpg" alt="Gabriel Melo - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-melo.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-melo-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/gabriel-melo-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Pista de alimentação na pecuária leiteira: quais as recomendações para a construção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pista-de-alimentacao-na-pecuaria-leiteira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[pista de alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pista de alimentação é um componente essencial do barracão para vacas leiteiras, pois influencia diretamente no conforto, saúde e produtividade dos animais. Um bom projeto de pista de alimentação deve considerar diversos aspectos, incluindo espaço adequado, facilidade de acesso, segurança e higiene.  Nesse texto vamos tratar sobre as mais importantes recomendações para a construção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A pista de alimentação é um componente essencial do barracão para vacas leiteiras, pois influencia diretamente no conforto, saúde e produtividade dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um bom projeto de pista de alimentação deve considerar diversos aspectos, incluindo <strong>espaço adequado, facilidade de acesso, segurança e higiene. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto vamos tratar sobre as mais importantes recomendações para a construção da pista de alimentação nos projetos de barracões para vacas leiteiras, ressaltando principalmente sobre a largura e o piso, onde abordaremos sobre especificações do concreto, inclinação, textura e também sobre os frisos, os quais possuem recomendações muito bem definidas. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Largura da pista de alimentação</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A largura da pista de alimentação deve ser suficiente para acomodar a movimentação dos animais e também permitir passagem de tratores ou outros equipamentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>largura de 4 metros</b><span style="font-weight: 400;"> vem sendo preconizada nos projetos dos barracões, pois assim é possível possibilitar que enquanto uma vaca está comendo a outra possa estar no cocho de água, ambas alinhadas, sem problemas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33241 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1.jpg" alt="Imagens de duas pistas de alimentação para vaca" width="561" height="203" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1.jpg 561w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1-300x109.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1-370x134.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1-270x98.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-1-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 561px) 100vw, 561px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de duas pistas de alimentação, onde com a largura ideal, é possível ter uma vaca no cocho de água e outra na pista comendo ao mesmo tempo sem que ocorra incômodo entre elas. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> João Paulo Pereira</span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-afeccoes-cascos-bovinos?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-cascos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39649 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png" alt="E-book Afecções de casco" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Pisos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As especificações dos pisos da pista de alimentação em um barracão são cruciais para garantir segurança e saúde às vacas. É importante considerar alguns aspectos importantes no projeto e também na manutenção desses pisos. </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Especificações de concreto</b><span style="font-weight: 400;">: deve ser um concreto que suporte a abrasividade do casco, da urina, do dejeto, do esterco. Por isso é importante atentarmos a </span><b>qualidade do concreto</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Construção:</b><span style="font-weight: 400;"> quanto a utilização de argamassa sobre o concreto ou concreto direto, hoje tem sido mais utilizado o </span><b>concreto direto</b><span style="font-weight: 400;">, com a altura desse concreto em torno de </span><b>12 cm em locais de trânsito de animais e 14 cm em locais com trânsito de máquinas</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Uso de telas</b><span style="font-weight: 400;"> (ferragem): a inclusão desse material também chamado de malha de aço na base do concreto pode aumentar a resistência estrutural e prevenir rachaduras, por isso a indicação é de sempre utilizar nos projetos. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Caimento: </b>o<span style="font-weight: 400;"> caimento deve ser no sentido do movimento da vaca, o que facilita o equilíbrio e diminui a chance de lesão e quedas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Inclinação:</b><span style="font-weight: 400;"> a pista de alimentação deve ter de </span><b>1,5 a 2% de inclinação para </b><a href="https://rehagro.com.br/blog/compost-barn-o-que-e-e-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Compost barn</i></b></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>2% obrigatoriamente para </b><a href="https://rehagro.com.br/blog/free-stall/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Free Stall</i></b></a><span style="font-weight: 400;"> devido à presença da areia e necessidade de fazer limpeza com </span><i><span style="font-weight: 400;">flushing</span></i><span style="font-weight: 400;">. Outro ponto importante é o de que essa inclinação deve ser sempre no sentido do comprimento e nunca na largura.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Textura:</b><span style="font-weight: 400;"> é fundamental que a textura não seja lisa demais e provoque escorregamentos e acidentes, mas que não seja muito áspera correndo o risco de provocar <a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lesões de casco</strong></a>. O ideal é que seja uma textura intermediária, ou seja, que evite escorregões, mas que tenha uma facilidade na limpeza.  No geral, os especialistas em construção civil e concreto e que fazem as adequações dos lixamentos tem chamado a textura desse piso como “</span><b>piso camurçado</b><span style="font-weight: 400;">”.</span></li>
</ul>
<h2>Frisos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os frisos no piso possuem recomendações muito bem definidas. Eles são responsáveis por proporcionar tração adequada, prevenindo que as vacas escorreguem ou tenham quedas. Quanto às recomendações, temos: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os frisos devem ser </span><b>paralelos entre si</b><span style="font-weight: 400;"> e com </span><b>espaçamento de 8 cm</b><span style="font-weight: 400;"> entre eles. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Largura – 1,5 cm.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Profundidade – 1,5 cm.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Orientação: os frisos devem ser sempre </span><b>no sentido de movimento da vaca</b><span style="font-weight: 400;">. É importante ressaltar que a vaca se movimenta lateralizando, então quando constrói o friso no sentido de movimento dela, ela utiliza o friso como forma de segurança para não escorregar.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Podem ser feitos com </span><b>concreto mole ou já curado</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Feitos com molde ou máquinas de corte: Na grande maioria das construções são utilizadas as </span><b>máquinas de corte</b><span style="font-weight: 400;"> para fazer os frisos, onde apesar de se ter um custo maior, a </span><b>qualidade é superior</b><span style="font-weight: 400;">, conferindo maior durabilidade e menor chance de quebras ou fissuras do concreto.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realização do corte dos frisos, já existem </span><b>discos diamantados com o tamanho adequado</b><span style="font-weight: 400;"> (1,5cm de largura), entretanto, como o serviço para frisar é pesado, há um grande desgaste do disco, o qual possui um custo relativamente alto, o que pode elevar o custo total da construção.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33242 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-3.jpg" alt="máquinas de corte de friso em um piso de concreto já curado" width="556" height="228" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-3.jpg 556w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-3-300x123.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-3-370x152.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-3-270x111.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-3-150x62.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 556px) 100vw, 556px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de máquinas de corte de friso em um concreto já curado. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> João Paulo Pereira</span></span><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33243 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2.jpg" alt="Homem com gabarito para fazer os frisos em concreto mole." width="454" height="342" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2.jpg 454w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-370x279.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/pista-de-alimentacao-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 454px) 100vw, 454px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem de um gabarito para fazer os frisos em concreto mole. Fonte: João Paulo Pereira</span></p>
<h2>Pisos especiais</h2>
<ul>
<li><strong>Piso de borracha:</strong><span style="font-weight: 400;"> normalmente são utilizados em <a href="https://rehagro.com.br/blog/sala-de-espera-na-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sala de espera</strong></a> e nos corredores de acesso ao galpão. Essas borrachas, apesar de serem interessantes no sentido de conforto animal e saúde de casco, são de custo elevado, o que podem se tornar inviáveis a depender do projeto.</span></li>
<li><strong>Placas coladas ou fundidos no concreto:</strong><span style="font-weight: 400;"> essas placas macias podem proporcionar melhor amortecimento para os cascos, porém elas podem desgastar mais rapidamente e se desprender com o tempo, principalmente em áreas de tráfego intenso de animais. Além disso, a depender do material das placas e do processo de instalação, pode ser uma opção relativamente cara. </span></li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, a pista de alimentação deve ser bem projetada e devemos nos atentar a largura da pista, a composição, dimensionamento do concreto e a confecção de frisos para que seja proporcionado à vaca conforto, segurança, menor risco de lesões e acidentes e consequentemente maior produtividade. Além disso, a atenção aos detalhes no design e na manutenção diária contribuirá para um ambiente eficiente e produtivo.</span></p>
<h2>Infraestrutura inteligente para mais eficiência e produção no leite</h2>
<p>Uma pista de alimentação bem planejada melhora o consumo, reduz desperdícios e aumenta a produtividade do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar estrutura, manejo e gestão para garantir resultados consistentes, mais litros de leite no tanque e maior rentabilidade para a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Pós-graduação em Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33249" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira.jpg" alt="João Paulo Pereira - Equipe Leite" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/Joao-Paulo-Pereira-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Polioencefalomalacia em bovinos: qual sua relação com a dieta dos animais?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/polioencefalomalacia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Polioencefalomalacia]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em vista do aprimoramento da bovinocultura de leite no Brasil, tornou-se prática comum integrar animais de elevado potencial leiteiro e boa fertilidade dos rebanhos das fazendas do país. Para alcançar plenamente esse potencial, o setor tem priorizado a implementação de dietas cada vez mais enriquecidas em carboidratos e proteínas, proporcionando um valor nutricional elevado aos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em vista do aprimoramento da bovinocultura de leite no Brasil, tornou-se prática comum integrar animais de </span><b>elevado potencial leiteiro e boa fertilidade</b><span style="font-weight: 400;"> dos rebanhos das fazendas do país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alcançar plenamente esse potencial, o setor tem priorizado a implementação de </span><b>dietas cada vez mais enriquecidas em carboidratos e proteínas</b><span style="font-weight: 400;">, proporcionando um valor nutricional elevado aos animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, à medida que a carga produtiva do animal aumenta, suas demandas nutricionais também se elevam, resultando em uma </span><b>maior carga metabólica</b><span style="font-weight: 400;">. Esse cenário pode predispor a uma variedade de distúrbios, abrangendo desde doenças gastrointestinais como <a href="https://rehagro.com.br/blog/timpanismo-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>timpanismo</strong></a> ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>acidose ruminal</strong></a>, até </span><b>condições metabólicas e neurológicas</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre estas, destaca-se a </span><b>Polioencefalomalacia (PEM)</b><span style="font-weight: 400;">, uma afecção de alta letalidade e etiologia multifatorial, com os fatores nutricionais ocupando posição de destaque entre as principais causas no contexto brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto iremos discutir melhor sobre o que é polioencefalomalacia, quais são as causas e suas relações com a deficiência primária e secundária de tiamina e com o enxofre, quais são os sinais dessa afecção, como diagnosticar e as medidas de controle. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Mas o que é polioencefalomalacia?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A polioencefalomalacia (PEM) é uma </span><b>condição não infecciosa</b><span style="font-weight: 400;"> que impacta o sistema nervoso central dos ruminantes. Essa condição surge devido à </span><b>necrose cerebrocortical</b><span style="font-weight: 400;">, resultando no </span><b>amolecimento (malácia) da substância cinzenta</b><span style="font-weight: 400;">. Em estágios mais avançados, pode ocorrer infiltração de macrófagos, seguida pela cavitação subsequente da matriz cortical.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A PEM pode afetar animais em </span><b>qualquer faixa etária</b><span style="font-weight: 400;">, dependendo de sua etiologia. No entanto, os animais com idades entre 8 e 12 meses, mantidos em condições de confinamento e expostos a mudanças abruptas na alimentação, ou que são alojados em pastagens com baixo potencial nutritivo, apresentam uma maior suscetibilidade ao desenvolvimento da doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora a enfermidade possa ocorrer em qualquer época do ano, no Brasil, observa-se uma incidência mais significativa entre abril e setembro. Nesses meses, algumas regiões experimentam uma redução na pluviosidade, resultando em </span><b>pastagens com baixo teor de nutrientes e modificações na qualidade da silagem.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa de mortalidade pode atingir até 14%, enquanto a letalidade é elevada, variando de 43% a 100%. Essa variação depende da eficácia da resposta ao tratamento e do estágio em que o tratamento foi iniciado.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são as causas da polioencefalomalacia?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A polioencefalomalacia pode resultar de diversos fatores, abrangendo </span><b>causas nutricionais, metabólicas e infecciosas</b><span style="font-weight: 400;">. Entre as etiologias menos frequentes, incluem-se envenenamento por chumbo e encefalite por herpesvírus bovino-5 (BHV-5). Já entre as </span><b>principais causas</b><span style="font-weight: 400;"> de origem nutricional e metabólica, destacam-se:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Intoxicação por cianeto e enxofre;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Síndrome de privação de água que conduz à intoxicação por cloreto de sódio;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Deficiência de tiamina.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28131 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-1.jpg" alt="Vacas em sistema de confinamento se alimentando no cocho." width="640" height="421" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-1.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-1-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-1-370x243.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-1-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-1-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Animais em sistema de confinamento se alimentando no cocho. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Farm Health</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>deficiência de tiamina</b><span style="font-weight: 400;"> destaca-se como a </span><b>principal causa nutricional</b><span style="font-weight: 400;"> da polioencefalomalacia na pecuária leiteira, sendo registrada desde a década de 50. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tiamina, também conhecida como </span><b>vitamina B1</b><span style="font-weight: 400;">, desempenha um papel crucial no metabolismo energético dos neurônios, participando ativamente nas vias catabólicas e anabólicas do NADH e NADPH, nas vias glicolíticas, e atuando diretamente no metabolismo dos carboidratos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adicionalmente, atuando como cofator para múltiplas enzimas no Ciclo de Krebs, a tiamina exerce influência direta na síntese de ATP, um nucleotídeo responsável pelo armazenamento de energia em suas ligações químicas. Essa </span><b>deficiência resulta na diminuição da eficiência da bomba de sódio e potássio</b><span style="font-weight: 400;">, ocasionando o </span><b>acúmulo de sódio</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse acúmulo, por sua vez, eleva a pressão osmótica no interior dos neurônios, culminando no acúmulo de água dentro dessas células e, eventualmente, levando à sua ruptura.</span></p>
<h3>Deficiência primária e secundária de Tiamina</h3>
<p><b></b><span style="font-weight: 400;">Devido à presença de bactérias ruminais produtoras de vitaminas do Complexo B, os </span><b>ruminantes adultos conseguem sintetizar tiamina em quantidade suficiente para preservar a homeostasia metabólica celular no sistema nervoso</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, </span><b>animais jovens</b><span style="font-weight: 400;"> durante o período de aleitamento ou na </span><b>fase inicial de adaptação à dieta sólida</b><span style="font-weight: 400;">, que ainda não desenvolveram uma microbiota estabelecida, podem ser susceptíveis à </span><b>deficiência primária de tiamina</b><span style="font-weight: 400;"> devido à baixa presença de vitamina B1 em sua dieta.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28132 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3.jpg" alt="Bezerra em sistema de aleitamento." width="900" height="507" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3-768x433.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3-740x417.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-3-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de bezerra em sistema de aleitamento. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Jonathan Page (2021)</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a </span><b>deficiência secundária</b><span style="font-weight: 400;">, é causada pela produção de </span><b>substâncias que competem pelos sítios da tiamina no rúmen e no intestino</b><span style="font-weight: 400;">, ou inativam a vitamina B1 como a enzima tiaminase. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumo de dietas ricas em carboidratos solúveis, a fermentação e a produção excessiva de ácidos graxos voláteis, leva a redução do pH, causando acidose ruminal, o que pode causar a inativação das bactérias produtoras de tiamina ou a redução de sua produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a queda do pH ocasiona o crescimento de bactérias degradadoras da tiamina, como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Clostridium sporogenes</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Bacillus thiaminollyticus</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumo de alimentos contaminados por microrganismos produtores de </span><b>tiaminase</b><span style="font-weight: 400;">, como <a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener"><strong>silagem</strong></a> e feno mal conservados, representa uma via potencial para o desenvolvimento da deficiência de tiamina. Além disso, a ingestão de plantas que naturalmente possuem a enzima, tais como </span><i><span style="font-weight: 400;">Amaranthus blitoides, Malva parviflora, Pteridium aquilinum, Marsilea drummondii, Cheilanthes sieberi</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Equisetum arvense</span></i><span style="font-weight: 400;">, também pode contribuir para o surgimento da PEM. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Menos comumente, a deficiência de tiamina pode ocorrer devido à administração de medicamentos com propriedades antimetabólicas das vitaminas do Complexo B, como piritiamina, oxitiamina e amprólio. Como também, alguns anti-helmínticos, como levamisol e tiabendazol, podem desempenhar um papel nesse contexto.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28133 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2.jpg" alt="Vacas em sistema de confinamento evidenciando sua dieta." width="1003" height="666" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2.jpg 1003w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2-300x199.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2-768x510.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2-270x179.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2-740x491.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1003px) 100vw, 1003px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de vacas em sistema de confinamento evidenciando sua dieta. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: All About Feed (2015)</span></span></p>
<h3>E qual a relação com o enxofre?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>excesso de enxofre</b><span style="font-weight: 400;"> na alimentação emerge como um fator predisponente para a PEM. Especificamente, o excesso desta substância, principalmente na forma de sulfatos, propicia a redução para </span><b>sulfetos</b><span style="font-weight: 400;"> devido à ação da microbiota ruminal. Esse processo resulta na </span><b>formação de substâncias tóxicas</b><span style="font-weight: 400;"> tanto no gás quanto no fluido ruminal, ao se ligarem aos cátions bivalentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma parte desses gases pode ser degradada por enzimas bacterianas ou expelida por eructação. No entanto, em concentrações elevadas, a absorção ou inalação dessas moléculas pode resultar na </span><b>inibição da enzima citocromo-oxidase</b><span style="font-weight: 400;"> da cadeia transportadora de elétrons. Isso, por sua vez, reduz a produção de ATP nas células neuronais, resultando em </span><b>disfunção na respiração celular</b><span style="font-weight: 400;">, o que consequentemente desencadeia </span><b>hipóxia e necrose dos neurônios.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao contrário do que ocorre na deficiência de tiamina, a acidose ruminal favorece a produção de sulfeto de hidrogênio (H</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">S) devido ao ambiente ácido propiciar concentrações elevadas de H</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">S na camada gasosa do rúmen, a inalação desse gás durante a eructação pode servir como rota de absorção de sulfetos, resultando em intoxicação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adicionalmente, as moléculas de ânions de sulfito, derivadas da ação de bactérias metabolizadoras de sulfato, apresentam a capacidade de clivar a tiamina, podendo causar de forma indireta a deficiência da vitamina.</span></p>
<h2>Quais são os sinais da polioencefalomalacia?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido a lesões em uma região crucial do sistema nervoso central, os sinais iniciais da polioencefalomalacia frequentemente manifestam-se por meio de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Incoordenações</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Posturas anormais</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações comportamentais, como agressividade ou excitabilidade. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses sintomas evoluem para um caminhar cambaleante e descoordenado, além de incluir cegueira total ou parcial, tremores musculares, nistagmo, estrabismo medial dorsal, decúbito esternal prolongado e, em estágios mais avançados, decúbito lateral e opistótono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É comum que a doença apresente </span><b>estágios intermediários</b><span style="font-weight: 400;"> caracterizados por </span><b>hipomotilidade ruminal e hiporexia</b><span style="font-weight: 400;">, podendo ser erroneamente diagnosticada como um distúrbio predominantemente gastrointestinal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que o tempo de evolução da doença é variado, dependendo da etiologia e do grau de acometimento do animal. Assim, a morte pode ocorrer dentro de um período de 2 a 10 dias após o início dos primeiros sinais clínicos.</span></p>
<h2>Como diagnosticar?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como os </span><b>sinais clínicos são inespecíficos</b><span style="font-weight: 400;">, as principais abordagens diagnósticas devem basear-se no </span><b>histórico</b><span style="font-weight: 400;">, como alterações na dieta, consumo de silagem mal conservada, baixa ingestão de água ou evidências de áreas contaminadas por chumbo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra estratégia diagnóstica é a </span><b>abordagem terapêutica</b><span style="font-weight: 400;">, como a administração de vitamina B1 nos casos de deficiência de tiamina, ou a hidratação e utilização de diuréticos em intoxicações por sódio associadas à privação de água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o </span><b>método mais eficaz de diagnóstico</b><span style="font-weight: 400;"> é por meio de </span><b>exame pós-mortem</b><span style="font-weight: 400;">, especialmente a análise macroscópica do encéfalo e a avaliação </span><b>histopatológica</b><span style="font-weight: 400;"> da região cortical, com foco nas lâminas superficiais. Nesses casos, observam-se áreas de </span><b>malácia no córtex</b><span style="font-weight: 400;"> cerebral, tumefação de astrócitos e presença de ovoides de mielina nos animais afetados. Quando associado ao herpesvírus bovino-5, a presença de corpúsculos de inclusão intranucleares pode fechar o diagnóstico com maior precisão.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28134 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-4.jpg" alt="Encéfalo bovino afetado por polioencefalomalacia" width="615" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-4.jpg 615w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-4-300x151.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-4-370x186.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-4-270x136.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/polioencefalomalacia-4-150x75.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 615px) 100vw, 615px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de encéfalo bovino afetado por polioencefalomalacia, onde o mesmo se apresenta tumefeito, circunvoluções telencefálicas achatadas. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Santos e Alessi (2016)</span></span></p>
<h2>Medidas de controle</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dada a variedade na etiologia da PEM, é crucial adotar </span><b>medidas voltadas à nutrição</b><span style="font-weight: 400;"> dos animais e à prevenção de possíveis acidentes relacionados à contaminação da água e dos alimentos por metais pesados, especialmente o chumbo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No que se refere aos fatores nutricionais predisponentes, garantir uma </span><b>dieta equilibrada para bezerras em transição</b><span style="font-weight: 400;"> ou, quando necessário, suplementá-las com vitamina B1 é essencial. Isso desempenha um papel vital na manutenção de níveis adequados de tiamina, protegendo assim o metabolismo celular contra a deficiência primária desta substância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os animais adultos, </span><b>assegurar quantidades apropriadas de vitaminas, <a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-minerais-de-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">minerais</a> e, principalmente, carboidratos solúveis</b><span style="font-weight: 400;"> é crucial para manter e equilibrar a microbiota ruminal, reduzindo as chances da deficiência secundária de vitamina B1, e a produção excessiva de gases de sulfeto e sulfito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>qualidade e disponibilidade da água</strong></a><span style="font-weight: 400;"> são vitais para evitar a síndrome de privação de água, que pode levar à intoxicação por cloreto de sódio, bem como para prevenir a ingestão acidental de plantas toxigênicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, a abordagem abrangente na nutrição e no manejo ambiental é essencial para prevenir efetivamente a polioencefalomalacia em bovinos. Ao implementar essas medidas preventivas de forma integrada, podemos mitigar significativamente os riscos associados à PEM, promovendo a saúde e o bem-estar do rebanho.</span></p>
<h2>Nutrição estratégica para prevenir doenças e aumentar a produção</h2>
<p>A polioencefalomalacia está diretamente ligada a desequilíbrios nutricionais que podem comprometer a saúde e o desempenho do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a formular dietas equilibradas, prevenir distúrbios metabólicos e aplicar manejos que garantem mais produtividade e rentabilidade no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23116" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini.jpg" alt="Eliel Scavazzini - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Sorgo na alimentação de vacas leiteiras: formas de utilização e pontos de cortes ideais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[sorgo]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sorgo se destaca como o segundo cereal mais relevante na produção de silagem destinada à alimentação volumosa bovina durante o período de estiagem. Além disso, alguns especialistas destacam sua vantagem como uma opção de menor custo, facilidade de cultivo, altos rendimentos, tolerância à seca e capacidade de explorar grande volume de solo. Também apresenta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O sorgo se destaca como o </span><b>segundo cereal mais relevante na produção de silagem</b><span style="font-weight: 400;"> destinada à alimentação volumosa bovina durante o período de estiagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, alguns especialistas destacam sua vantagem como uma opção de </span><b>menor custo</b><span style="font-weight: 400;">, facilidade de cultivo, altos rendimentos, tolerância à seca e capacidade de explorar grande volume de solo. Também apresenta um sistema radicular abundante e profundo e permite cultivar a rebrota, se bem manejado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto iremos discutir sobre as formas de utilização do sorgo na alimentação de vacas leiteiras, bem como dicas de avaliação do ponto de corte ideal para confecção de silagem, evidenciando as desvantagens e impactos do corte em momentos não recomendados.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Vantagens e desvantagens do uso do sorgo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem vantagens e desvantagens de se plantar sorgo e dentre elas, podemos destacar:</span></p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<ul>
<li>Produzido em todas as regiões;</li>
<li>Possui boa produtividade;</li>
<li>Possibilidade do uso de rebrota;</li>
<li>É facilmente fermentável;</li>
<li>Presença dos grãos enriquece a silagem em energia;</li>
<li>Corte é fácil e mais uniforme;</li>
<li>Mais tolerante à seca do que o milho.</li>
</ul>
<p><strong>Desvantagens</strong></p>
<ul>
<li>Sensibilidade ao frio;</li>
<li>Existem poucos herbicidas seletivos ao sorgo;</li>
<li>A janela de corte é menor do que o do milho, pois os grãos passam do ponto de colheita mais rápido;</li>
<li>Ataque de pássaros, principalmente quando plantado na safrinha e em cultivares sem tanino.</li>
</ul>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/grao-umido-reidratado-como-estrategia-para-reducao-de-custos-na-dieta-de-vacas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-graos-umidos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38498 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido.png" alt="Webinar grãos úmidos reidratados" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-grao-umido-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h3>Ponto ideal de corte de sorgo para fazer silagem de planta inteira</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O critério determinante do momento adequado para a ensilagem de sorgo se baseia no </span><b>teor de matéria seca (MS)</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O índice de MS deve permitir uma compactação eficiente, uma fermentação facilitada e minimizar os riscos de perdas. Sendo assim, o momento ideal é quando o teor de MS na plantação está na faixa de </span><b>30% a 35%.</b></p>
<h2>Desvantagens do corte antecipado e tardio</h2>
<h3>Corte antecipado – Menos de 30% de MS</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A realização do corte de forma prematura, quando o teor de MS da planta ainda é significativamente baixo, pode acarretar nas seguintes desvantagens:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Diminuição do rendimento da lavoura;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aumento na produção de chorume, resultando em maiores <a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>perdas de nutrientes</strong></a>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Qualidade inferior da fermentação, levando a uma redução na qualidade da silagem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Consumo reduzido de silagem pelo gado.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de o sorgo ser colhido excessivamente cedo, a silagem resultante terá </span><b>baixo teor de energia e qualidade inferior.</b></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Corte tardio – Mais de 35% de MS</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O corte tardio, caracterizado por teores elevados de MS, apresenta as seguintes desvantagens:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Aumento significativo nas perdas durante a colheita;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Dificuldade ampliada no processo de picagem e compactação, resultando na presença excessiva de ar no <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-silos-caracteristicas-e-cuidados/" target="_blank" rel="noopener"><strong>silo</strong></a>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fermentação comprometida, resultando em uma qualidade inferior da silagem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Plantas mais secas contribuem para o desgaste rápido das facas, prejudicando o tamanho e a qualidade do corte, requerendo afiações mais frequentes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aumento na exposição a ataques de pássaros;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Redução na produção da rebrota;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Grãos mais duros têm menor digestibilidade, resultando em perdas significativas de grãos nas fezes dos animais, podendo alcançar até 20% a 30%.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a colheita do sorgo é realizada antes ou depois do período ideal, há um </span><b>acréscimo nos custos da alimentação</b><span style="font-weight: 400;"> do rebanho. Silagens com </span><b>baixo valor energético</b><span style="font-weight: 400;"> exigem </span><b>maiores volumes de concentrado na dieta</b><span style="font-weight: 400;"> dos animais.</span></p>
<h2>Corte do sorgo visando à ensilagem</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É a </span><b>umidade</b><span style="font-weight: 400;"> da planta que determina se é o momento adequado para a ensilagem. O ponto de colheita é atingido quando o<strong> teor</strong> </span><b>de MS está situado entre 30% e 35%.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p>Uma forma conveniente de realizar essa mensuração dessa MS, é utilizando um forno de micro-ondas diretamente na fazenda.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passo a passo:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Selecione a amostra a ser utilizada. Ideal que colha o sorgo em vários pontos da lavoura.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faça a pesagem dessa amostra dentro de um recipiente e anote o valor. Lembre-se de tarar o recipiente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Coloque um copo com água dentro do micro-ondas e depois coloque o recipiente com a amostra.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ajuste o micro-ondas na potência máxima por 3 min.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Após esse tempo retire o recipiente e pese, lembrando de considerar a tara do produto.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Misture a amostra, cuidado para não cair nada para fora do recipiente, e volte no micro-ondas por 2 min.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Retire o recipiente e anote o peso.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Misture a amostra e volte para o micro-ondas por mais 1 min.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Retire e anote o peso, repita esse processo por 3 a 4 vezes, até que o peso da amostra pare de oscilar e fique constante. </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo para saber o teor de MS é:</span></p>
<p style="text-align: center;"><b>MS (%) = (100 x PF) ÷ PI</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Onde PF é o peso final da amostra e o PI peso inicial da amostra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma de identificar o ponto de colheita é pela </span><b>consistência dos grãos:</b></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Colha várias panículas (cacho) em pontos diferentes da lavoura;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aperte com os dedos os grãos mais externos da panícula, verificando se ainda têm muita umidade. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O ponto de ensilagem é quando os grãos mais externos (terço superior da panícula) cedem à pressão dos dedos sem umedecê-los, ou seja, é o momento que o </span><b>grão está farináceo</b><span style="font-weight: 400;">, apresentando certa umidade, porém não está completamente duro e os grão do terço inferior da panícula ainda leitosos.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27136 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-2.jpg" alt="Panícula de sorgo" width="320" height="240" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-2.jpg 320w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem de panícula de sorgo. Fonte: Líder Agronomia</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27137 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-3.jpg" alt="Máquinas agrícolas realizando a ensilagem do sorgo" width="300" height="225" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-3.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-3-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem ilustrando o processo de ensilagem do sorgo. Fonte: Revista agropecuária</span></p>
<h2>Colheita do sorgo</h2>
<h3>Grão úmido e grão reidratado de sorgo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para confecção de silo de </span><b>grão úmido de sorgo</b><span style="font-weight: 400;"> é necessário o processamento do grão e a umidade ideal para a fermentação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A umidade é essencial para viabilizar a atividade das bactérias fermentadoras, as quais desdobram as proteínas para facilitar a digestão do amido. Então o </span><b>grão do sorgo deve ser colhido com uma umidade dentro da faixa de 35% a 40%</b><span style="font-weight: 400;"> para assegurar que a fermentação ocorra conforme o planejado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quando se fala de silagem reidratada é aquele cereal que foi colhido como </span><b>grão seco</b><span style="font-weight: 400;"> que vai ser processado e adicionado água. A água é adicionada até que o produto atinja uma umidade de 35% a 40%, neste caso o grão precisa estar completamente quebrado, preferencialmente moído.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27138 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-1.jpg" alt="Sorgo colhido e sorgo processado" width="299" height="282" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-1.jpg 299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-1-270x255.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-1-150x141.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 299px) 100vw, 299px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem demonstrando o grão de sorgo colhido à esquerda e a direita o grão já processado (moído), que será direcionado ao processo de reidratação. Fonte: Multiagro</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O armazenamento desse produto pode ser feito em silos de sacos, trincheiras ou até mesmo em tambores de 200 litros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais importante é garantir uma </span><b>eficiente compactação</b><span style="font-weight: 400;"> e uma </span><b>vedação adequada</b><span style="font-weight: 400;"> que elimine todo o ar presente na massa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um cuidado essencial após a confecção da silagem é evitar perfurações na lona, pois a entrada de oxigênio pode comprometer e resultar na perda da qualidade da silagem.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27139 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-1024x576.jpg" alt="trator fazendo o processo de ensilagem de grão reidratado de sorgo." width="770" height="433" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-1024x576.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-740x416.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4-150x84.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/sorgo-4.jpg 1366w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Processo de ensilagem de grão reidratado de sorgo. Fonte: Pablo Augusto</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando executado corretamente, o aumento na digestibilidade da silagem de grãos pode alcançar até 20%. Contudo, é fundamental observar o </span><b>tempo mínimo de armazenamento</b><span style="font-weight: 400;">, conhecido como período de &#8220;cura&#8221; ou fechamento da silagem, que deve ser de </span><b>pelo menos 60 dias. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização de </span><b>silagem de grão de sorgo úmido ou reidratado</b><span style="font-weight: 400;"> representa uma alternativa viável para a alimentação animal, visando a </span><b>redução dos custos</b><span style="font-weight: 400;"> no sistema de produção. Esta silagem é uma fonte de energia e vitaminas, e sua qualidade nutricional não apresenta grandes diferenças quando comparada à do milho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto o milho como o sorgo têm em média </span><b>72% de amido</b><span style="font-weight: 400;">, o que tornava o sorgo menos utilizado é a sua baixa digestibilidade. Porém, com o passar dos anos os cultivares de sorgo foram sendo modificados, o que melhorou a digestibilidade do mesmo. Com isso, nos dias atuais a silagem de sorgo vem sendo uma estratégia importante para reduzir os custos com alimentação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, sabemos então que o sorgo pode ser uma opção viável para <a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>alimentação de vacas leiteiras</strong></a>, sendo ele utilizado tanto na forma de ensilagem quanto como grão úmido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, é importante atentarmos a alguns pontos, como a variedade do sorgo utilizado, ou seja, se ele é mais adequado para produção de silagem ou grão; o manejo cuidadoso da cultura detendo de planejamento de plantio, semeadura e colheita; o ponto de colheita ideal desse sorgo para ambas as formas de utilização são práticas essenciais e que irão contribuir para o sucesso do processamento e da inclusão desse alimento da dieta dos animais.</span></p>
<h2>Transforme o uso do sorgo em mais lucro e eficiência na fazenda</h2>
<p>O sorgo pode ser um grande aliado na alimentação de vacas leiteiras, mas para alcançar o máximo potencial é preciso conhecer as melhores formas de utilização e os pontos de corte ideais.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a integrar decisões nutricionais a uma gestão estratégica, garantindo maior produtividade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23102" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira.jpg" alt="Ana Flávia Teixeira - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/ana-flavia-teixeira-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Exigências nutricionais dos bovinos leiteiros adultos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição é um dos fatores mais importantes para a produção de bovinos leiteiros. Estabelecer o manejo nutricional, sanitário, reprodutivo e condições de conforto animal adequados, é essencial para garantir o bom desempenho produtivo e reprodutivo dos animais, além de sua saúde e bem-estar. As exigências nutricionais dos bovinos variam de acordo com a fase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nutrição é um dos fatores mais importantes para a produção de bovinos leiteiros. Estabelecer o manejo nutricional, sanitário, reprodutivo e condições de conforto animal adequados, é essencial para garantir o bom desempenho produtivo e reprodutivo dos animais, além de sua saúde e bem-estar.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><strong>exigências nutricionais</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> dos bovinos</strong> variam de acordo com a fase de produção, sexo, peso corporal, condições ambientais e outros fatores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para atender às necessidades dos animais, é importante fornecer uma dieta balanceada, que contenha todos os nutrientes essenciais em quantidades adequadas. </span></p>
<p>Os objetivos ao se <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">formular rações para vacas leiteiras</a></strong>, são propiciar aos animais condições <strong>para produzir altas quantidades de leite</strong>, teores elevados de gordura, proteína e lactose, compatíveis com o sistema de produção adotado, assim como permitir que tenham escore de condição adequados para cada fase do ciclo produtivo e alta eficiência reprodutiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Consumo de alimentos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos fatores determinantes para o sucesso do programa nutricional é garantir que a vaca leiteira apresente </span><b>consumo adequado de alimentos</b><span style="font-weight: 400;">, não bastando apenas oferecer alimentação balanceada para os animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vários fatores relacionados ao manejo nutricional diário da propriedade possuem reflexo direto na ingestão de alimentos pela vaca, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manejo pré-parto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Escore de condição corporal (ECC)</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Peso corporal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Qualidade da forragem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Balanceamento das dietas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manejo de cocho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Disponibilidade de água de boa qualidade</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Problemas de casco</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agrupamento dos animais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ambiente e condições de conforto dos animais, entre outros.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com os avanços no conhecimento das áreas de nutrição, formulação e balanceamento de dietas, como a adequação de proteínas degradável (PDR) e não degradável (PNDR) no rúmen, balanceamento de aminoácidos essenciais, ajustes nos carboidratos fibrosos e não fibrosos e o uso de aditivos nas rações, o aumento na ingestão de matéria seca pode não surtir efeito positivo em produção de leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso tudo em razão dos fatores relacionados aos </span><b>manejos nutricionais inadequados</b><span style="font-weight: 400;">, surtindo efeitos negativos sobre o consumo dos animais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27014 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1.jpg" alt="Ilustração com os fatores que afetam a ingestão de matéria seca pelas vacas" width="656" height="445" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1.jpg 656w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-300x204.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-370x251.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-270x183.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 656px) 100vw, 656px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 1. Fatores que afetam a IMS em vacas em lactação e a importância relativa destes. Fonte: Roseler (1998).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de animais mantidos em </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-de-pastagem-na-pecuaria-leiteira/"><b>sistemas de pastagens</b></a><span style="font-weight: 400;">, apesar da produção menor de leite, o desafio em busca da otimização do consumo não é menos importante que nos sistemas em confinamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo do solo, planta e animal são extremamente complexos e refletem diretamente no consumo de forragem do animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo da forragem possui grande impacto no consumo afetando na capacidade de colheita da forragem. A proporção de folhas e hastes, a altura e a densidade são os fatores que, além de alterar o consumo, também podem alterar a estrutura do pasto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>consumo de matéria seca (CMS)</b><span style="font-weight: 400;"> pelos bovinos é controlado por </span><b>dois mecanismos</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ol>
<li><b>Controle físico</b><span style="font-weight: 400;">: </span><span style="font-weight: 400;">é realizado por sensores localizados no rúmen, que monitoram o volume e a distensão do órgão. Quando o rúmen está cheio, os sensores enviam sinais ao cérebro, que reduzem o apetite do animal. Este mecanismo atua quando a digestibilidade do alimento é inferior a 68%.</span></li>
<li><b>Controle quimiostático</b><span style="font-weight: 400;">: </span><span style="font-weight: 400;">é regulado pela ingestão de energia do animal, sendo este mecanismo acionado quando a digestibilidade da dieta é superior a 68%. O consumo de alimento começa a cair, mas em função da sua densidade energética alta, o consumo de energia continua crescendo inibindo o consumo dos animais.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27015 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2.jpg" alt="Regulação do consumo de alimentos dos bovinos" width="629" height="582" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2.jpg 629w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-300x278.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-370x342.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-270x250.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-324x300.jpg 324w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-150x139.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 2. Regulação do consumo de alimentos. Fonte: Hafez e Dyer (1969).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os alimentos de </span><b>baixa digestibilidade</b><span style="font-weight: 400;"> são os que exercem as </span><b>maiores restrições na ingestão de matéria seca</b><span style="font-weight: 400;"> devido a sua lenta passagem através do rúmen e do sistema digestivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O rúmen possui receptores de tensão e de estiramento em suas paredes, que afetam negativamente a ingestão de matéria seca, de acordo com o volume e o peso da digesta acumulada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vacas leiteiras são animais de </span><b>alta exigência nutricional</b><span style="font-weight: 400;">. Durante a lactação, para produção de leite, grande parte dos nutrientes ingeridos são destinados para esta finalidade, já no caso de animais jovens, os nutrientes serão destinados para o crescimento e desenvolvimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso é necessária uma dieta balanceada com quantidades adequadas de nutrientes e de boa qualidade.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Exigências nutricionais dos bovinos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nutrientes exigidos pelos bovinos são energia, proteínas, minerais e vitaminas, sendo a energia o nutriente de maior quantidade, seguido das proteínas, minerais e por último as vitaminas.</span></p>
<h3>Energia</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A energia pode ser obtida a partir do metabolismo de carboidratos, seguidos de lipídios e das proteínas. Existem várias medidas de energia, como energia bruta, energia digestível, energia metabolizável e a energia líquida.</span></p>
<p><b>Energia Bruta (EB)</b><span style="font-weight: 400;"> é a energia total gerada por um alimento. Parte da energia bruta consumida pelo animal é digerida e absorvida pelo trato gastrointestinal, enquanto a fração não digestível é excretada através das fezes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parte da energia bruta digerida é denominada </span><b>Energia Digestível (ED)</b><span style="font-weight: 400;">. Parte da energia digestível é perdida na forma de gases e através da urina. A diferença entre a energia digestível e as perdas, é denominada de </span><b>Energia Metabolizável (EM)</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio dos processos de fermentação dos alimentos no rúmen, digestão e absorção nos intestinos, síntese de compostos nos tecidos e síntese e excreção de produtos não utilizáveis, ocorre produção de calor, denominado de </span><b>Incremento Calórico (IC)</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A EM é descontada do IC resultando na </span><b>Energia Líquida (EL)</b><span style="font-weight: 400;">. A EL por sua vez pode ser dividida em </span><span style="font-weight: 400;">duas frações</span><span style="font-weight: 400;">: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Energia gasta com metabolismo basal e atividade voluntária, denominado de Energia Líquida de manutenção (ELm).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Energia retida na forma de tecido corporal, leite e tecido fetal denominada de Energia Líquida retida (ELr) que também pode ser expressa como energia líquida de lactação (ELI) uma vez que a eficiência de utilização da energia metabolizável é igual tanto para a produção de leite como para o ganho de peso.</span></li>
</ul>
<h3>Carboidratos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os carboidratos são os principais componentes das forragens e alimentos concentrados ingeridos pelos bovinos e por isso, constituem as </span><b>principais fontes de energias para as vacas em lactação</b><span style="font-weight: 400;">. Para a nutrição de ruminantes os carboidratos são divididos em </span><b>dois grupos</b><span style="font-weight: 400;">: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carboidratos Fibrosos (CF)</b><span style="font-weight: 400;">, que são a hemicelulose e celulose constituintes da parede celular dos vegetais</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carboidratos Não Fibrosos (CNF)</b><span style="font-weight: 400;">, que são o amido, açúcares e pectina.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"> Os CNF são sempre mais digestíveis que os CF.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O procedimento utilizado para a determinação de fibra para os ruminantes é por meio da determinação de </span><b>Fibra em Detergente Neutro (FDN)</b><span style="font-weight: 400;"> do alimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a análise bromatológica ao expor o alimento ao detergente neutro, o amido, açúcares e pectina são solubilizados pela solução, permanecendo apenas a fração da celulose, hemicelulose e lignina. Portanto, </span><b>a fração de FDN é interpretada como a fração de CF.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No rúmen, o processo de fermentação transforma os CF e aos CNF em, principalmente: <strong>á</strong></span><strong>cidos graxos voláteis (AGV), acético, propiônico e butírico. </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, são produzidos ácidos graxos de cadeia ramificada, gás carbônico, metano e amônia. O metano é eructado pelo animal e pode representar perda de até 12% da energia ingerida. Os AGVs representam cerca de 60 a 70% da energia absorvida pela vaca leiteira, podendo ser ainda mais altos em animais mantidos exclusivamente a pasto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do total de </span><b>CF ingeridos</b><span style="font-weight: 400;">, entre </span><b>30 a 50% são fermentados no rúmen</b><span style="font-weight: 400;"> pelos microrganismos com produção de AGV e outros compostos. Os AGVs são absorvidos pela parede do rúmen e a fração não digestível no trato gastrointestinal dos CF é eliminada nas fezes. Dos </span><b>CNFs</b><span style="font-weight: 400;">, cerca de </span><b>95% são fermentados no rúmen para produção de AGVs</b><span style="font-weight: 400;">. Portanto esses carboidratos estão prontamente disponíveis para o crescimento microbiano no rúmen.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para vacas leiteiras dependendo da fonte e forma de processamento dos grãos que possuem amido, de </span><b>40% a 80% do amido ingerido é fermentado diretamente no rúmen</b><span style="font-weight: 400;"> (Tabela 1). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O amido não digerido passa para o intestino delgado onde sofrerá ataque das enzimas amilolíticas secretadas pelo pâncreas e intestino do bovino, sendo quebrado até glicose que será absorvida e posteriormente metabolizada no fígado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O restante não digerido, ao chegar no intestino grosso será novamente fermentado e para produção de AGV’s, os quais serão absorvidos pela parede do intestino e atingem o fígado pela veia porta.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27017 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4.jpg" alt="Tabela com digestibilidade do amido do grão de milho sob diferentes métodos de processamento." width="683" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4.jpg 683w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-300x110.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-370x135.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-270x99.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-150x55.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Tabela 1. Digestibilidade do amido do grão de milho sob diferentes métodos de processamento.</span></p>
<p><b>Vacas em lactação possuem alta exigência por glicose</b><span style="font-weight: 400;">, sendo a maior parte provinda da gliconeogênse hepática. O fígado utiliza os ácidos propiônicos e o ácido lático produzidos no rúmen e parte dos aminoácidos absorvidos pelo intestino pelo intestino delgado, para sintetizar glicose, que é liberada para os demais tecidos dos animais.</span></p>
<h3>Lipídios</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal função de se fornecer lipídios para bovinos é que eles são </span><b>ricos em energia</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As forragens de modo geral contêm teores baixos de extrato etéreo, entre 1 e 4%, sendo que ácidos graxos representam menos de 50% deste. As dietas normalmente consumidas pelos bovinos têm entre 2 a 3% de extrato etéreo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal forma de aumentar a densidade energética da dieta com a adição de gordura, é através da </span><b>inclusão de oleaginosas</b><span style="font-weight: 400;">, como o caroço de algodão ou a soja grão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como estas fontes contêm 18 a 20% de extrato etéreo, a </span><b>adição de 10% dessas oleaginosas</b><span style="font-weight: 400;"> na dieta, </span><b>aumenta</b><span style="font-weight: 400;"> os valores totais da dieta entre </span><b>4 a 5% de extrato etéreo na matéria seca.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adição de gordura é reconhecidamente positiva na dieta de vacas, dadas as condições ambientais e a variabilidade na qualidade de forragens (digestibilidade da fibra como sendo o maior limitante) e a qualidade dos grãos. Porém, deve-se ter cautela em relação ao tipo de gordura que será fornecido às vacas em lactação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>excesso de gordura insaturada</b><span style="font-weight: 400;"> (fontes vegetais) apresenta </span><b>efeito negativo</b><span style="font-weight: 400;"> na função retículo-ruminal, reduzindo a fermentação das frações fibrosas dos alimentos, principalmente volumosos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso induz a uma consequente redução no consumo de MS, resultando também em queda na produção e no teor de gordura do leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mistura de gorduras saturadas e insaturadas representa a melhor opção. Se as gorduras ditas protegidas ou inertes estão sendo fornecidas, é importante conhecer a digestibilidade do produto. Segundo estudos, parece que algumas gorduras ricas em ácido esteárico têm baixa digestibilidade no intestino delgado. </span></p>
<h3>Proteínas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O metabolismo proteico no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong> é proveniente da atividade metabólica dos microrganismos ruminais sendo que, a estrutura da proteína da dieta é considerada um fator chave deste metabolismo, determinando a susceptibilidade das proteases microbianas e, portanto, a degradabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>proteína bruta</b><span style="font-weight: 400;"> contida nos alimentos dos ruminantes é composta por uma </span><b>fração degradável no rúmen (PDR) e uma fração não degradável no rúmen (PNDR).</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A degradação de proteínas no rúmen ocorre através da ação de enzimas secretadas pelos microrganismos ruminais, transformando a PDR em peptídeos, aminoácidos (AA) e amônia. Estes compostos nitrogenados serão utilizados para produção de proteína microbiana e multiplicação celular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a velocidade de degradação ruminal da proteína excede a velocidade de utilização dos compostos nitrogenados para síntese microbiana, ocorre o excesso de amônia no rúmen. Esta amônia atravessa a parede ruminal, chegando ao fígado onde será convertida em ureia e pode ser excretada via urina e leite ou reciclada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27018 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3.jpg" alt="Ilustração do metabolismo proteico em bovinos" width="541" height="647" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3.jpg 541w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-251x300.jpg 251w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-370x442.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-270x323.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-150x179.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 541px) 100vw, 541px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 3. Visão geral do metabolismo proteico em bovinos. Fonte: Wattiaux (2002)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria do suprimento de proteína que chega no intestino delgado em ruminantes é proveniente da síntese de proteína microbiana (PMic), sendo cerca de 60% dos AAs absorvidos no intestino delgado é de origem microbiana e o restante, 40%, proveniente da PNDR da dieta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proteína não degradada no rúmen (PNDR), é a segunda maior fonte de AAs absorvidos pelo animal. A PNDR passa pelo rúmen sendo quebrada a AAs no intestino delgado. Esses AAs são absorvidos e utilizados posteriormente pelos músculos e outros tecidos na síntese proteica. Assim, ambas as frações PDR e PNDR são de fundamental importância para a formulação de dietas balanceadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final, a nutrição proteica de ruminantes não se baseia em PB, NNP, PDR ou PNDR, mas sim por AA’s, que serão utilizados pelos tecidos para seu metabolismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esta razão, </span><b>o valor nutricional da proteína metabolizável</b><span style="font-weight: 400;"> para ruminantes depende principalmente do </span><b>seu perfil de AA’s</b><span style="font-weight: 400;">. Isso demonstra o porquê da superioridade no uso da PMic pelo metabolismo da vaca, uma vez que este é equilibrado na maioria dos aminoácidos em relação à proteína do leite ou do tecido muscular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>otimização da síntese de proteínas microbiana </b><span style="font-weight: 400;">no rúmen, representa um </span><b>uso eficiente da PDR</b><span style="font-weight: 400;">, menor perda de amônia e menor excreção de ureia, menor necessidade de PNDR da dieta e maior fluxo de proteínas metabolizáveis com perfil de aminoácidos adequados para o intestino.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27019 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5.jpg" alt="Visão geral dos fatores que afetam a síntese microbiana" width="691" height="422" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5.jpg 691w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-300x183.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-370x226.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-270x165.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 4. Visão geral dos fatores que afetam a síntese microbiana. Fonte: Kozloski (2011).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fatores relacionados ao metabolismo ruminal, como </span><b>taxa de passagem e pH</b><span style="font-weight: 400;">, também </span><b>afetam a degradabilidade da proteína</b><span style="font-weight: 400;">. O aumento da taxa de passagem, causado por aumento no consumo de matéria seca ou pelo processamento do alimento diminui o tempo de retenção do alimento no rúmen e assim pode aumentar o seu teor de PNDR. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pH ruminal pode alterar a solubilidade da PB, assim como afetar a digestão ruminal da fibra e interferir com o acesso microbiano à molécula de proteína. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além desses fatores, a concentração de carboidratos da dieta interfere diretamente na síntese de PMic, uma vez que os microrganismos utilizam do esqueleto de carbono proveniente da digestão desses compostos para a formação das proteínas microbianas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, <strong>as exigências nutricionais de bovinos leiteiros </strong></span><strong>são complexas</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> e variam de acordo com a fase de produção</strong>, peso corporal, ECC, ambiente em que o animal se encontra e outros fatores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para atender a estas necessidades, é de extrema importância fornecer uma dieta balanceada, para garantir o bom desempenho produtivo e reprodutivo dos animais, além de saúde e <a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar</strong></a>.</span></p>
<h2>Nutrição de precisão para mais leite e mais lucro</h2>
<p>Atender corretamente às exigências nutricionais dos bovinos leiteiros adultos é essencial para manter a saúde, a produtividade e a rentabilidade do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a formular dietas equilibradas, otimizar o manejo e integrar a nutrição à gestão da fazenda, aplicando estratégias que já transformaram propriedades em todo o Brasil.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23108" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg" alt="Isis Freire - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Milho reidratado na pecuária de corte: como e por que fazer?</title>
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					<comments>https://rehagro.com.br/blog/reidratacao-do-milho/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[reidratação do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se trata de alimentação animal, a reidratação do milho se destaca como um processo fundamental.  Consiste em transformar o milho seco, com uma umidade entre 12% e 14%, para atingir aproximadamente 65% de matéria seca e 35% de umidade.  O objetivo principal desse procedimento é aprimorar a digestibilidade do amido, proporcionando uma utilização mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata de alimentação animal, a reidratação do milho se destaca como um processo fundamental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Consiste em transformar o milho seco, com uma umidade entre 12% e 14%, para atingir aproximadamente 65% de matéria seca e 35% de umidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo principal desse procedimento é <strong>aprimorar a digestibilidade do amido</strong>, proporcionando uma utilização mais eficaz desse grão pelos animais.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Benefícios da reidratação do milho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao reidratar o milho, não apenas melhoramos a digestibilidade do amido, mas também elevamos a eficiência biológica dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que buscamos é que os animais possam manter o desempenho ou até mesmo melhorá-lo, mesmo consumindo a mesma quantidade de alimento. Essa melhoria na eficiência biológica pode chegar a <strong>médias de 10 a 15%.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos práticos, isso se traduz em uma economia considerável de matéria seca, podendo chegar a mais de 10 kg por animal.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores para um processamento bem-sucedido</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir que a reidratação do milho seja feita de maneira eficaz, é crucial prestar atenção a quatro pontos-chave:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tempo de estocagem:</b><span style="font-weight: 400;"> deixe o milho no silo por pelo menos 60 dias. Quanto maior o período de estocagem, maior será a solubilização da matriz proteica, contribuindo para um processo mais eficiente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Umidade adequada:</b><span style="font-weight: 400;"> a precisão na manutenção da umidade do milho no silo é crucial. Quanto mais precisa a medida, maiores as chances de sucesso no processo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Compactação eficiente:</b><span style="font-weight: 400;"> garanta uma boa compactação do milho no silo, promovendo condições ideais para a reidratação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Moagem adequada:</b><span style="font-weight: 400;"> certifique-se de que a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">moagem</a></strong> do milho seja realizada de forma precisa e eficiente.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A reidratação do milho é um passo essencial para garantir a <a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrição ideal dos animais</strong></a>. Ao seguir esses princípios, não apenas melhoramos a eficiência na alimentação, mas também economizamos recursos preciosos.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="REIDRATAÇÃO DO MILHO: COMO E POR QUE FAZER? | Acontece no Campo - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/sgNzR89Iq5Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2 data-start="210" data-end="286">Transforme conhecimento técnico em mais eficiência na nutrição do rebanho</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>NASEM 2021: exigências nutricionais de bovinos leiteiros</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O National Research Council (NRC), foi lançado em 1944 para aves e suínos, posteriormente incluindo vacas leiteiras em 1945. A última versão revisada em 2001 agora é sucedida pelo NASEM, após 20 anos, trazendo uma ampla gama de dados das últimas duas décadas. O NRC, como foi conhecido por décadas, agora é chamado de National [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/">NASEM 2021: exigências nutricionais de bovinos leiteiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>National Research Council</em> (NRC), foi lançado em 1944 para aves e suínos, posteriormente incluindo vacas leiteiras em 1945. A última versão revisada em 2001 agora é sucedida pelo NASEM, após 20 anos, trazendo uma ampla gama de dados das últimas duas décadas.</p>
<p>O NRC, como foi conhecido por décadas, agora é chamado de <em>National Academy of Sciences, Engineering and Medicine</em> (NASEM) &#8211; (Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina).</p>
<p>A atualização se baseou em aproximadamente 500 mil observações de desempenho e incluiu 300 novas pesquisas de modelagem para aprimorar as equações do modelo 2020/2021 do NRC.</p>
<p><strong>Trouxe melhorias significativas para a bovinocultura de leite</strong>, com base em um extenso conjunto de dados de análises de composição de alimentos, cerca de 2 bilhões de análises de laboratórios comerciais, que servem como uma nova biblioteca de informações para uma melhor avaliação do fornecimento de nutrientes na dieta servindo como referência para produtores de leite e técnicos nutricionistas, auxiliando na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">formulação de dietas</a></strong> e na composição de nutrientes para uma estimativa mais precisa da produção de leite e ganho de peso em bezerras e novilhas.</p>
<p>Nesse texto traremos as principais atualizações no NASEM 2021 relacionadas com o consumo de matéria seca, fibra, gordura, carboidratos, energia, proteína, minerais e vitaminas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Principais mudanças NASEM 2021</h2>
<h3>Consumo de matéria seca</h3>
<p>Para a formulação de uma dieta devemos levar como base o cálculo de consumo de matéria seca do alimento que será ofertado às vacas, para determinação da quantidade de nutrientes que o animal está ingerindo.</p>
<p>O NRC 2001 levava em consideração apenas os fatores de: Produção de leite corrigida para gordura, peso do animal e semana de lactação.</p>
<p>Já no NASEM 2021 alterou a antiga equação para uma equação mais robusta, sendo uma predição de consumo baseada nos dados das vacas e uma outra predição baseada nos fatores físicos da dieta.</p>
<p>Para a equação que relaciona os parâmetros da vaca, foi incluído se o animal é multípara ou primípara, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal (ECC)</a></strong> e os parâmetros de composição do leite (gordura, proteína e lactose). Com isso aumenta-se a importância de se saber a composição de leite para a formulação da dieta para animais e destaca a necessidade de coletar amostras de diferentes lotes de vacas para uma estimativa precisa.</p>
<p>Já na equação que relaciona os parâmetros físicos da dieta, para se ter certeza se a vaca pode ou não consumir aquilo que foi predito, foi relacionado o Fibra em Detergente Neutro (FDN) de forragem, digestibilidade de FDN, produção de leite e relação Fibra em Detergente Ácido (FDA) x FDN.</p>
<p>De maneira geral, as equações trazem maior assertividade para os nutricionistas e produtores no momento da formulação, na tentativa de suprir todas as exigências do rebanho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Fibra</h3>
<p>Relacionado a fibra, o programa agora permite a verificação das quantidades por meio de uma tabela fixa, no qual o <strong>teor de FDN varia de acordo com o teor de amido</strong>, e por meio da <strong>FDN ajustável fisicamente</strong>, que necessita de muitos dados para verificação tornando-a pouco prática e aplicável.</p>
<p>A nova metodologia visa predizer o pH ruminal e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">ruminação do animal</a></strong>, porém destaca que ainda é necessário avaliar em como estas mudanças serão aplicadas de forma prática.</p>
<p>Em resumo, a melhor forma de se ajustar a fibra nas formulações com o NASEM 2021 seria pela utilização da tabela fixa de referência para cada estágio da lactação, trabalhando com FDN de forragem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24805" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1.jpg" alt="Recomendações de FDN da forragem de acordo com o período da vaca" width="687" height="138" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1.jpg 687w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-300x60.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-370x74.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-270x54.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-150x30.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Recomendações de FDN da forragem de acordo com o período da vaca.</span></p>
<h3>Gordura</h3>
<p>A atualização trouxe alterações na melhora da estimativa de energia proveniente de gordura,<strong> trazendo o perfil de ácidos graxos dos alimentos</strong>, deixando a predição de energia provinda de gordura mais precisa.</p>
<p>Essa melhora se deu pelas análises possuírem uma curva de calibração específica para os ácidos graxos utilizando Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIRS), tornando a estimativa melhor.</p>
<p>Olhando pelo ponto de vista prático, sabendo que o tipo de gordura da dieta interfere diretamente no consumo, digestibilidade e aproveitamento do alimento ofertado, o NASEM 2021 permite que na formulação das dietas seja feita tendo em vista a <strong>quantidade de gordura saturada, gordura insaturada e ácido linoleico e linolênico bem definidos</strong>.</p>
<p>Isso permite maior assertividade nas dietas e a possibilidade de ajustes com base nos perfis de ácidos graxos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Carboidratos</h3>
<p>Com relação aos <strong>carboidratos</strong>, duas grandes mudanças ocorreram no NASEM 2021:</p>
<ul>
<li>Inclusão do amido em várias equações;</li>
<li>Exclusão da utilização do carboidrato não fibroso (CNF), passando para o uso apenas da matéria orgânica residual.</li>
</ul>
<p>A <strong>matéria orgânica residual é calculada por CNF menos o amido</strong> e, de forma prática, é a quantidade de açúcar, pectina, ácidos orgânicos da silagem.</p>
<p>O amido passou a entrar nas equações em razão de sua importância para a formulação das dietas e pelos laboratórios estarem realizando a análise com base no amido, trazendo a possibilidade de formulação  de dietas com base neste componente.</p>
<p>Contudo os dados trazem apenas a digestibilidade total, impossibilitando a avaliação da fração digestível no rúmen por não ser abordado no NASEM 2021.</p>
<h3>Energia</h3>
<p>Antes da atualização, no NRC 2001, a estimativa de energia era dada pelos nutrientes digestíveis totais (NDT), porém com a atualização passou-se a usar a <strong>energia digestível</strong> para esta estimativa. A energia digestível inclui todas as fontes de energia para a dieta, utilizando:</p>
<ul>
<li>Ácidos graxos digestíveis;</li>
<li>Amido digestível;</li>
<li>Matéria orgânica residual digestível;</li>
<li>Proteína degradável no rúmen (PDR) digestível;</li>
<li>FDN digestível.</li>
</ul>
<p>Por trazer todos estes componentes, a nova equação passa a ter maior assertividade e faz com que a estimativa de energia digestível contida na dieta aumenta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24806" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3.jpg" alt="Estimativa de energia para nutrientes digestíveis totais no NASEM 2021" width="571" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3.jpg 571w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-370x207.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-270x151.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Apresentação professor Marcos Neves, UFLA.</span></p>
<h3>Proteína</h3>
<p>A parte de <strong>proteínas</strong> foi de fato <strong>a que mais sofreu alterações do NRC 2001 para o NASEM 2021</strong>. A síntese de proteína microbiana, que antes era com base no NDT, passa a se basear:</p>
<ul>
<li>FDN digestível;</li>
<li>Amido digestível;</li>
<li>PDR, excluindo o extrato etéreo e a matéria orgânica residual da equação.</li>
</ul>
<p>As taxas de degradação da proteína permanecem as mesmas, A &#8211; solúvel; B – parcialmente solúvel e C &#8211; indigestível.</p>
<p>Em relação às proteínas pós-rúmen, a atualização do modelo se baseia nos aminoácidos mais importantes: metionina, lisina, histidina, isoleucina e leucina.</p>
<p><strong>Destaca-se a necessidade de se balancear a todos eles</strong>, uma vez que o fluxo desses aminoácidos, o consumo de energia, o consumo de FDN e o peso da vaca definem a produção de leite e a produção de proteína do leite.</p>
<p>Quanto ao valor de PDR e PNDR o NASEM 2021 voltou às recomendações do NRC de 1989, fixando estes valores.</p>
<p>Para o balanço de nitrogênio do rúmen, não há mais a possibilidade de se verificar no momento de formular a dieta, sendo necessário a realização das análises de nitrogênio ureico do leite (NUL) no tanque.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24807" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2.jpg" alt="Proteínas NASEM 2021" width="462" height="351" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2.jpg 462w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-300x228.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-370x281.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-270x205.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-150x114.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 462px) 100vw, 462px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Apresentação professor Marcos Neves, UFLA.</span></p>
<h3>Minerais e Vitaminas</h3>
<p>Na parte de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-minerais-de-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">minerais</a></strong> o NASEM 2021 trouxe várias mudanças, porém a indústria já havia adequado estas mudanças. Umas das grandes alterações foi na <strong>redução da exigência de potássio e sódio</strong> para a produção de leite, porém com <strong>aumento das exigências de cobre, zinco e manganês</strong>.</p>
<p>Para as vitaminas, ocorreu um <strong>aumento da exigência de vitamina D, vitamina A e vitamina E</strong>, resultando em um impacto econômico significativo, tendo em vista o alto custo de implementar essas vitaminas.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em resumo, as atualizações trazidas pelo NASEM 2021 podem ter um impacto significativo na criação de vacas leiteiras, pois fornece orientações baseadas em evidências científicas que visam melhorar a produção, o<a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong> bem-estar animal</strong></a>, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade</a></strong> e também a qualidade do leite.</p>
<p>Por isso, é importante que <strong>produtores e profissionais que atuam com nutrição de vacas leiteiras estejam atentos a essas atualizações</strong> para que seja possível manter sempre as operações atualizadas e alinhadas com as melhores indicações e práticas disponíveis.</p>
<h2>Nutrição de precisão para mais eficiência e rentabilidade no leite</h2>
<p>As diretrizes do NASEM 2021 trazem avanços importantes para otimizar a dieta de bovinos leiteiros e alcançar o máximo desempenho produtivo.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar esses conceitos na prática, integrando nutrição, manejo e gestão para gerar mais leite, mais lucro e mais eficiência na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23108" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg" alt="Isis Freire - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/">NASEM 2021: exigências nutricionais de bovinos leiteiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grão úmido reidratado: estratégia para redução de custos na dieta de vacas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/grao-umido-reidratado-estrategia-para-reducao-de-custos-na-dieta-de-vacas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 19:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade agrícola complexa e desafiadora, na qual a alimentação adequada das vacas é crucial para o sucesso do empreendimento. Nesse contexto, a busca por alternativas que proporcionem uma dieta nutricionalmente equilibrada, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais, torna-se um objetivo central para os produtores de leite. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade agrícola complexa e desafiadora, na qual a alimentação adequada das vacas é crucial para o sucesso do empreendimento.</p>
<p>Nesse contexto, a busca por alternativas que proporcionem uma dieta nutricionalmente equilibrada, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais, torna-se um objetivo central para os produtores de leite.</p>
<p>Uma das <strong>estratégias inovadoras</strong> que têm ganhado destaque é o uso de <strong>grão úmido reidratado na alimentação das vacas leiteiras</strong>. Essa prática consiste em fornecer aos animais grãos previamente umedecidos, permitindo benefícios tanto na eficiência alimentar quanto na economia de recursos.</p>
<p>O <strong>grão úmido reidratado</strong> é uma <strong>técnica que envolve o prévio umedecimento dos grãos</strong> utilizados na dieta das vacas leiteiras, como milho e outros cereais. A reidratação é realizada por meio de processos controlados que garantem a preservação das características nutricionais dos grãos, tornando-os mais palatáveis e de fácil digestão para o gado.</p>
<p>Neste webinar são trazidos dados sobre os custos de produção operacional e formas de se utilizar esse grão na alimentação das vacas leiteiras.</p>
<p>As informações são disponibilizadas por Julia Dias, Consultora da Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>Você quer saber mais sobre grão úmido reidratado? <strong>Clique no botão abaixo</strong> e aproveite este conteúdo completo!</p>
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<h2>Como aumentar produtividade, lucratividade e a qualidade do leite?</h2>
<p>Caso você queira continuar tendo acesso a um conteúdo 100% aplicável à sua realidade, venha conhecer o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-grao-umido-reidratado-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></a>.</p>
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		<title>Kit Guia + Planilha Planejamento forrageiro do rebanho leiteiro</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planejamento-forrageiro-planilha-guia-como-calcular-a-demanda-de-forragem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 13:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece a demanda de forragem das diversas categorias animais do seu rebanho? Qual o tamanho da área que você terá que plantar para suprir essa demanda? A área total que você possui será suficiente para atender a necessidade de todos os animais? Planejar a produção de forragem do rebanho é fundamental e um dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece a <strong>demanda de forragem</strong> das diversas categorias animais do seu rebanho? Qual o tamanho da área que você terá que plantar para suprir essa demanda? A área total que você possui será suficiente para atender a necessidade de todos os animais?</p>
<p><strong>Planejar a produção de forragem</strong> do rebanho é fundamental e um dos pilares da atividade leiteira.</p>
<p>Um projeto de pecuária leiteira só pode ser bem executado caso a demanda de comida dos animais seja suprida em qualidade e quantidade adequada.</p>
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		<title>E-book Principais plantas tóxicas para bovinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 15:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
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		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pasto]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[toxinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são as principais plantas tóxicas para bovinos presentes nas pastagens? Saiba como e quais plantas podem afetas diretamente a saúde seus animais. Neste e-book você irá encontrar: Imagens das plantas tóxicas para ajudá-lo a identificá-las em sua propriedade; Principais regiões onde podem ser encontradas em maior quantidade; Primeiros sintomas de intoxicação nos animais e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais são as <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-que-causam-intoxicacao-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>principais plantas tóxicas</strong></a> para bovinos presentes nas pastagens? Saiba como e quais plantas podem afetas diretamente a saúde seus animais.</p>
<p>Neste e-book você irá encontrar:</p>
<ul>
<li>Imagens das plantas tóxicas para ajudá-lo a identificá-las em sua propriedade;</li>
<li>Principais regiões onde podem ser encontradas em maior quantidade;</li>
<li>Primeiros sintomas de intoxicação nos animais e os possíveis tratamentos.</li>
</ul>
<h2>Mantenha a qualidade de suas pastagens</h2>
<p>Para estabelecer as medidas profiláticas apropriadas, diagnósticos corretos e específicos devem ser realizados, por isso é importante ter um material de qualidade pensando no dia a dia do produtor.</p>
<p>Este e-book será o seu <strong>guia prático</strong> para ter em mãos sempre que precisar de mais informações. Clique no botão abaixo e acesse ao <strong>E-book Principais Plantas Tóxicas para Bovinos</strong>. Tenha uma boa leitura!</p>
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		<title>Alimentos volumosos para bovinos: saiba quais são e como utilizar no confinamento?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 17:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais maneiras de intensificar o sistema de produção de carne é com a utilização do confinamento, principalmente quando o objetivo é a terminação dos animais para abate. Além dos custos com instalações e com os próprios animais, a alimentação representa uma das parcelas mais significativas dos custos em um sistema de confinamento. A utilização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais maneiras de intensificar o sistema de produção de carne é com a utilização do confinamento, principalmente quando o objetivo é a terminação dos animais para abate.</p>
<p>Além dos custos com instalações e com os próprios animais, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">alimentação</a></strong> representa uma das parcelas mais significativas dos custos em um sistema de confinamento.</p>
<p>A utilização de insumos de qualidade, <strong>concentrados e volumosos</strong>, é fundamental para o sucesso da atividade. Dessa forma, nutricionistas buscam, a cada dia, dietas mais energéticas, principalmente com a utilização de grãos com o objetivo de adensar a dieta.</p>
<p>Entretanto, <strong>alimentos volumosos exercem um papel importante</strong> nesse contexto e podem determinar a qualidade de uma dieta.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Por que usar alimentos volumosos na alimentação dos bovinos?</h2>
<p>O principal objetivo da utilização de alimentos volumosos em uma dieta de confinamento, é fornecer aos animais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra fisicamente efetiva</a></strong> que irá, resumidamente, estimular a mastigação, ruminação, salivação e a motilidade ruminal, mantendo o rúmen saudável.</p>
<p>Contudo, alguns alimentos volumosos podem fornecer bons níveis de nutrientes, tornando-se alimentos completos e de grande importância para o sistema.</p>
<p>A eficiência na produção e/ou compra de volumosos para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong> pode determinar o sucesso da operação, além de custos competitivos, a qualidade do volumoso pode ser o diferencial dentro de um sistema de engorda de animais confinados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Afinal, qual volumoso devemos utilizar?</h2>
<p>As opções de volumosos são diversas:</p>
<ul>
<li>Silagem de milho;</li>
<li>Bagaço de cana;</li>
<li>Silagem de capim;</li>
<li>Capulho de algodão;</li>
<li>Feno.</li>
</ul>
<p>O processo de escolha entre eles deve ser criterioso, levando em consideração fatores como custo, disponibilidade de compra, capacidade de produção, condições de armazenamento e valores nutricionais.</p>
<h3>Silagem de milho</h3>
<p><strong>A silagem de milho, entre os volumosos, é o mais tradicional alimento utilizado em confinamentos do Brasil</strong>. É um volumoso de qualidade ímpar, sendo uma excelente fonte energética, entre outras características.</p>
<p>Alguns pecuaristas adquirem a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/">silagem de milho</a></strong> de outros produtores, no entanto, a produção na própria propriedade, em geral, representa menores custos finais.</p>
<p>Todavia, o processo de produção e ensilagem demanda uma série de cuidados que irão impactar na classificação do alimento em um alimento de excelente qualidade.</p>
<p>Dentre os cuidados mais impactantes no processo de plantio, colheita e ensilagem do milho, estão:</p>
<ul>
<li>Correção e adubação do solo;</li>
<li>Época do plantio (sempre associada às características climáticas de cada região);</li>
<li>Escolha da variedade do híbrido a ser utilizada;</li>
<li>Época ideal para colheita (associada às características climáticas e principalmente às características do milho na colheita);</li>
<li>Porcentagem de matéria seca (%MS) da planta no momento da colheita (ideal: entre 32 a 38%);</li>
<li>Altura do corte;</li>
<li>Tamanho da partícula (ideal: entre 6 a 15 mm);</li>
<li>Quebra dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">grãos de milho</a></strong>;</li>
<li>Boa compactação do material colhido;</li>
<li>Vedação adequada, com a lona adequada;</li>
<li>Bom manejo de retirada do material ensilado para carregar o vagão.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10974" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2.jpg" alt="Tabela nutricional da silagem de milho" width="600" height="422" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2-300x211.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2-370x261.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2-270x190.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela com exemplos dos níveis nutricionais da silagem de milho. Fonte: 3RLab.</span></p>
<p>Dentre os fatores que podem dificultar a utilização da silagem de milho, estão:</p>
<ol>
<li>Custo de produção;</li>
<li>Necessidade de área e infraestrutura logística para plantio (maquinário e silo, por exemplo).</li>
</ol>
<p>A inclusão na dieta desse alimento volumoso depende dos objetivos de ganho esperado para os animais. A diminuição das porcentagens de silagem de milho na dieta estão ligadas ao aumento dos níveis de energia e ganho esperado.</p>
<p>Todavia, recomenda-se que, em situações de manejo ajustado, <strong>as dietas tenham um mínimo de 15% de FDN</strong>, que poderá ser obtida com a inclusão da silagem de milho.</p>
<p>Portanto, a produção de silagem de milho requer investimentos, mas se apresenta como uma das melhores opções de volumosos para utilização em confinamentos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Bagaço de cana-de-açúcar</h3>
<p>Com o aumento da densidade das dietas de terminação, o bagaço de cana-de-açúcar passou a ser ainda mais utilizado nas dietas por confinadores. <strong>O principal motivador da utilização do bagaço, se deve ao grande potencial de efetividade da fibra desse insumo.</strong></p>
<p>O bagaço de cana é um coproduto das indústrias de açúcar e álcool, onde a grande maioria de seus nutrientes é retirada para a obtenção desses produtos. Dessa forma, ele se torna um insumo rico em fibra fisicamente efetiva, mas pobre em nutrientes importantes, como energia e proteína.</p>
<p>Assim, sua inclusão é normalmente realizada com o mínimo necessário para atingir os níveis desejáveis de fibra fisicamente efetiva na dieta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10975" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3.jpg" alt="Bagaço de cana sendo armazendo" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Bagaço de cana armazenado ao ar livre e sendo amostrado para monitorar o teor de matéria seca. <span style="text-align: center;">Fonte: imagem cedida gentilmente pelo Dr. Fernando Camilo de seus arquivos pessoais.</span></span></p>
<p>Embora de baixo custo por tonelada, a baixa densidade desse volumoso pode encarecer o frete para a propriedade, sendo basicamente utilizado em regiões produtoras de cana de açúcar.</p>
<h3>Silagem de capim</h3>
<p>A silagem de capim ganhou grande destaque nos últimos anos. Embora sua utilização seja mais comum em <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/"><strong>sistemas de recria</strong></a>, durante o sequestro, a utilização desse alimento volumoso em confinamentos pode ser interessante em algumas ocasiões.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10976" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4.jpg" alt="Ensilagem do capim sendo feita com fubá" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Ensilagem do capim sendo feita com milho fubá para aumentar o teor de matéria seca do produto final conservado. Fonte: arquivo pessoal Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<p>Diferente do bagaço de cana, onde praticamente desconsideramos os níveis nutricionais para formulação da dieta,<strong> a silagem de capim pode fornecer níveis interessantes de energia e proteína</strong>.</p>
<p>Ao contrário do milho, que é uma forrageira anual, o capim é uma forrageira perene, o que não demanda, necessariamente, o plantio e todos os processos envolvidos a cada safra, podendo inclusive ser utilizado de maneira oportuna em ocasiões onde o capim destinado à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagem</a></strong> esteja “sobrando”.</p>
<p>No processo de ensilagem de capim, devemos ter atenção quanto ao teor de matéria seca (MS). Dificilmente, o capim atingirá níveis de MS suficientes para uma boa ensilagem, sem que o mesmo esteja “passado”.</p>
<p>Por esse motivo, além da adição de aditivos pode-se fazer necessário no momento da ensilagem a inclusão de algum insumo, como milho ou polpa cítrica, com intuito de aumentar os níveis de MS do material a ser ensilado, melhorando também o perfil nutricional desse volumoso.</p>
<h3>Silagem de sorgo</h3>
<p>A silagem de sorgo é uma alternativa interessante como fonte de volumoso para confinamentos.</p>
<p>Todavia, sua utilização requer uma atenção especial no momento da ensilagem: por características anatômicas de seu grão, existe uma dificuldade maior em quebrá-lo no momento da colheita.</p>
<p>O grão do sorgo, rico em amido, provavelmente não será aproveitado pelos animais caso não seja quebrado no momento da colheita.</p>
<p>Sendo assim, é quase indispensável a utilização de um <i>cracker</i> na colhedeira e a regulagem desse equipamento deve ser feita de maneira criteriosa e precisa.</p>
<h2>Outras fontes de alimentos volumosos</h2>
<p>Outras fontes de alimentos volumosos podem ser utilizadas para confecção de dietas de animais confinados, em suma o que dita qual será o insumo a ser utilizado, são boas oportunidades de compra, logística e estrutura de armazenamento.</p>
<h3>Capulho de algodão</h3>
<p>O capulho de algodão, por exemplo, é um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/">coproduto que pode ser utilizado no confinamento</a></strong>. Importante fonte de fibra, pode se tornar uma alternativa sazonal em regiões onde há significativa produção de algodão.</p>
<h3>Feno</h3>
<p>O feno, mais comum em dietas de vacas-leiteiras, é um alimento interessante, mas exige maquinário específico para sua confecção, a fenação bem conduzida pode proporcionar fibra de boa qualidade com interessantes níveis nutricionais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10978" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6.jpg" alt="Capim enfardado" width="500" height="281" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6-270x152.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Área em que o capim foi enfardado. Fonte: arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h3>Cana <em>in natura</em></h3>
<p>A cana<i> in natura</i>, pode ser utilizada em confinamentos, de alta produtividade por hectare, a cana-de-açúcar pode proporcionar fibra efetiva e bons desempenhos em dietas bem ajustadas.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>A utilização de alimento volumoso é fundamental, principalmente pensando em fornecer aos animais confinados uma fibra efetiva de qualidade</strong>. Além disso, a inclusão de um volumoso de qualidade pode enriquecer a dieta.</p>
<p>Estar atento às opções de mercado e à capacidade de armazenagem adequada do alimento volumoso é essencial para o sucesso da operação.</p>
<p>E lembre-se: a escolha do volumoso a ser utilizado deve sempre estar relacionada ao objetivo de desempenho zootécnico e econômico do confinamento.</p>
<h2>Produza mais arrobas com menos custo e em menos tempo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-36397 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Misturadores e qualidade de mistura para rações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 17:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado. Isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado.</p>
<p>Isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos <strong>misturadores</strong>.</p>
<p>Os misturadores são uma parte importante da produção de ração para os bovinos. Eles ajudam a garantir que os bovinos de corte recebam uma dieta equilibrada, o que os ajuda a crescer e se desenvolver saudáveis.</p>
<p>Existem diversos <strong>modelos e tipos de sistemas de mistura</strong> no mercado, cada um com sua especificidade.</p>
<p>Neste e-book, você irá entender os benefícios e gargalos de cada um deles. Também verá o passo a passo para garantir a qualidade de mistura para rações, obtendo eficiência máxima no processo.</p>
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		<title>Manejo nutricional de bovinos de corte: veja 5 dicas básicas para ter sucesso</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-nutricional-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 18:42:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, existe um tripé que sustenta e confere dinamismo quando se fala em produção de bovinos, que consiste em genética, sanidade e manejo nutricional. A associação da eficiência desse tripé somada à uma gestão eficiente dos recursos financeiros e das pessoas envolvidas no processo proporciona grande capacidade de obtenção de uma margem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, existe um tripé que sustenta e confere dinamismo quando se fala em <strong>produção de bovinos</strong>, que consiste em genética, sanidade e manejo nutricional.</p>
<p>A associação da eficiência desse tripé somada à uma gestão eficiente dos recursos financeiros e das pessoas envolvidas no processo proporciona grande capacidade de obtenção de uma margem de lucratividade satisfatória.</p>
<p>Para se obter boa eficiência produtiva é importante que o manejo nutricional de bovinos de corte seja fundamentado em conhecimentos técnicos e aprofundados, revertidos em <strong>práticas eficientes de manejo nutricional</strong>. Isso permite que sejam adotadas estratégias para melhorar a eficiência alimentar dos animais e também a eficiência econômica do sistema.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Os desafios e variações do manejo nutricional na pecuária de corte brasileira</h2>
<p>Alimentação combinada com manejo nutricional de gado de corte pode ser considerado um <strong>assunto complexo</strong>, pois são diferentes variáveis que podem influenciar no sucesso deste manejo. Pensando em pecuária de corte brasileira, o dinamismo na atividade é ainda maior.</p>
<p>As diferenças nos sistemas de produção variam de região para região, e mesmo de forma regional podem variar muito em função de quantidade de raças de animais utilizadas, condições climáticas e ambientais que mudam ao longo do território nacional, variedade da composição nutricional da dieta utilizada para os animais nos diferentes sistemas, diversidade de forrageiras disponíveis, entre outras variações observadas.</p>
<p>Os níveis de intensificação de cada sistema, também interferem muito nesse dinamismo. O país apresenta uma diversidade muito grande em tipo e níveis de intensificação dos sistemas, onde é possível observar desde sistemas altamente extensivos, de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/">criações a pasto</a></strong>, como sistemas de ciclo completo com 100% dos animais confinados, recebendo a dieta no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong>.</p>
<p>Embora todas estas variações citadas, existem alguns princípios que devem ser levados em consideração para se fazer um bom manejo nutricional de bovinos de corte, independente das variáveis como raça, condições climáticas e espécies forrageiras disponíveis.</p>
<p>Aqui, vamos explorar <strong>5 pilares importantes para obter</strong> <strong>sucesso no manejo nutricional</strong> dos bovinos de corte.</p>
<h2>1. Definição do objetivo do sistema de acordo com a categoria animal</h2>
<p>O manejo nutricional adotado no sistema deve estar <strong>alinhado com os objetivos almejados para cada categoria</strong>.</p>
<p>Os requerimentos nutricionais dos animais quanto aos nutrientes como proteína, energia, minerais e vitaminas variam conforme a categoria animal e também quanto a meta de desempenho produtivo.</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/">bezerros</a></strong>, por exemplo, estão em uma fase em que o tipo de ganho é predominantemente o desenvolvimento dos tecidos musculares e ósseos, necessitando de uma dieta com níveis de proteína e minerais superiores às dietas dos animais mais erados, que, por sua vez, precisam de uma dieta mais energética, pois estão em uma fase em que o crescimento do esqueleto e o desenvolvimento dos músculos já estão mais estabilizados, e o aumento da deposição de tecido adiposo (gordura) torna-se mais acentuado.</p>
<p>Isso implica em planejar uma alimentação com os níveis adequados de nutrientes para garantir a efetividade do bom desempenho dos animais, sem, contudo, perder eficiência econômica — seja pela falta de fornecimento de nutrientes, o que impossibilita o ganho de peso desejado, ou pelo excesso de nutrientes na alimentação, provocando aumento no custo de produção e desperdício de dinheiro.</p>
<p>Além dos objetivos traçados por exigências específicas de cada categoria, estabelecer o objetivo de ganho da categoria também é fundamental, desmamar bezerros com 240 kg, por exemplo, ou obter ganhos de 1,2 Kg por dia na engorda, são objetivos importantes de serem traçados em cada categoria.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>2. Planejamento da nutrição dos bovinos com estimativas da necessidade e disponibilidade</h2>
<p>Quando se fala em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bovinos mantidos a pasto</a></strong>, a qualidade e a quantidade da forragem estão entre os principais fatores que influenciam a produtividade animal.</p>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">plantas forrageiras</a></strong> são responsáveis por fornecerem energia, proteína, minerais e vitaminas aos animais em pastejo com um baixo custo alimentar.</p>
<p>Contudo, estas estão sujeitas à estacionalidade de produção, apresentando boa qualidade e produtividade durante o período das chuvas, mas com perdas quantitativas e qualitativas durante os períodos secos do ano, como ilustrado na imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10968 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3.jpeg" alt="Produção forrageira ao longo do ano" width="370" height="370" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3-300x300.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3-150x150.jpeg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3-270x270.jpeg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">A imagem representa a sazonalidade de produção forrageira em algumas regiões do Brasil, acompanhando as estações de seca e chuva.</span></p>
<p>Quando os bovinos não têm disponibilidade de pastagens com níveis mínimos de fibra e nutrientes, o desempenho produtivo destes animais é comprometido.</p>
<p>Neste cenário, a probabilidade de que ao final do ciclo produtivo os animais não tenham apresentado o desempenho satisfatório é alta, o que provoca impacto negativo sobre a rentabilidade do sistema.</p>
<p>Para que isso não aconteça, é fundamental o <strong>planejamento nutricional antes do início do ciclo produtivo</strong>, para garantir que os níveis mínimos de nutrientes alimentares sejam oferecidos aos animais para atender suas exigências e o animal continue ganhando peso durante o período estabelecido.</p>
<p>Dessa forma, permite-se que os animais possam apresentar o desempenho satisfatório para que os objetivos produtivos e econômicos do sistema sejam alcançados.</p>
<p>Em um bom manejo nutricional, busca-se em geral maximizar a produção biológica e/ou econômica para determinado cenário socioeconômico, minimizar custos produtivos e garantir a sustentabilidade do sistema.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10969 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4.jpg" alt="Manejo nutricional de gado de corte" width="740" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4-300x146.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4-370x180.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4-270x131.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: acervo pessoal de Paulo Eugênio, coordenador de consultoria do Rehagro. </span></p>
<p>Durante o período de maior disponibilidade de forragem, podemos utilizar de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> também, diferente do período seco, onde além de corrigir as deficiências nutricionais das pastagens, aumentamos o consumo do capim mais seco.</p>
<p>Durante as águas, o pensamento é em maximizar os ganhos, ganhar ainda mais desempenho no período onde as pastagens são favoráveis, a conta não é simples, e não devemos simplesmente suplementar para ganhar mais, a estratégia deve compor um planejamento global e ser rentável economicamente.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></span></p>
<h2>3. Suplementação alimentar para bovinos de corte</h2>
<p>Em função da estacionalidade produtiva das pastagens, estratégias alimentares que ajudem a sanar este problema devem ser adotadas, entre elas está a <strong>suplementação.</strong></p>
<p>Bons resultados produtivos podem ser obtidos com a utilização da suplementação quando ela é realizada com um bom planejamento e apresenta coerência com a categoria animal e com o ganho desejado. É preciso estar atento, pois este cenário pode mudar em função de alguns fatores, como:</p>
<ul>
<li>Disponibilidade e qualidade de forragem;</li>
<li>Categoria animal;</li>
<li>Mercado (para compra de insumos, animais e valor pago pela arroba vendida do animal);</li>
<li>Custo dessa suplementação.</li>
</ul>
<p>Critérios que devem ser observados para suplementar:</p>
<ul>
<li>Objetivo produtivo;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/racas-de-gado-de-corte/">Raça</a></strong> e categoria animal;</li>
<li>Disponibilidade e qualidade de pastagens;</li>
<li>Quantidade e valor nutricional do suplemento;</li>
<li>Tempo de suplementação;</li>
<li>Preço pago pela arroba;</li>
<li>Custo x benefício do suplemento. Além de recursos físicos, como cochos e disponibilidade de mão de obra capacitada;</li>
<li>Logística da propriedade;</li>
<li>Infraestrutura, cocho, galpão, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/">fábrica</a></strong>, etc.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10970 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5.jpg" alt="Manejo nutricional de gado de corte" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: acervo pessoal de Cristiano Rossoni, <span style="font-weight: 400;">consultor e coordenador de cursos do Rehagro</span>.</span></p>
<p>É importante ressaltar que independente do tipo e nível de suplementação adotado, o objetivo desta estratégia deve ser sempre garantir a utilização eficaz da forragem e seus nutrientes pelos animais, potencializando o desempenho individual e aumentando a produção por hectare.</p>
<p>Ao se analisar o fator custo alimentar, os nutrientes obtidos através das forrageiras é consideravelmente inferior ao da suplementação, o que ressalta a importância da boa eficiência do pastejo.</p>
<p>Utilize estratégias de suplementação, também, para garantir sucesso em estratégias pontuais, como preparar novilhas para a estação de monta, desmamar bezerros, dentre outros.</p>
<h2>4. Manejo nutricional e análise econômica</h2>
<p>Outro fator importante para se estabelecer o <strong>manejo nutricional</strong> dos animais, é a realização de uma análise sobre a viabilidade econômica.</p>
<p>Não adianta fornecer alimentação diferenciada aos animais, garantindo bom desempenho, se ela não apresentar custo benefício favorável ao sistema. Em outras palavras, a produtividade animal tem que pagar o investimento realizado com a suplementação.</p>
<p>Por exemplo, em um <strong>sistema de cria</strong> onde a disponibilidade de forragens não atende aos requerimentos nutricionais das vacas em determinado período do ano, elas precisarão ser suplementadas.</p>
<p>Antes de qualquer decisão, deve-se realizar a análise da viabilidade econômica e o custo benefício da adoção desta estratégia. Isso pode ser realizado de diferentes maneiras, dentre elas, uma análise onde são levados em conta parâmetros como custo do suplemento, o tempo de suplementação e as taxas de desmame conseguidas (kg de bezerro desmamado/vaca/ano).</p>
<p>Somente através dessa análise e planejamento será possível garantir que o sistema apresente índices produtivos adequados com rentabilidade satisfatória.</p>
<p>Ressalva importante é que não devemos levar em conta somente os custos diretos com o suplemento, seja ele concentrado ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">volumoso</a></strong>, os cálculos devem ser amplos levando em consideração, toda a logística e a operação envolvida no programa nutricional.</p>
<h2>5. Monitoramento do manejo nutricional</h2>
<p>Sabe-se que produzir, entender, monitorar e controlar dados em uma empresa é fundamental para o sucesso do negócio.</p>
<p>Na bovinocultura de corte isso não é diferente, principalmente quando se observa as <strong>margens de lucro</strong>, cada vez mais reduzidas na atividade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10971" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6.jpg" alt="Gado comendo no cocho" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: acervo pessoal de Paulo Eugênio, coordenador de consultoria do Rehagro.</span></p>
<p>Sendo assim, após um bom <strong>planejamento nutricional</strong> com a realização de estudos e análises que demonstram a viabilidade da estratégia, é fundamental o monitoramento da mesma ao longo de sua execução.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso permitirá que durante a execução desse manejo, caso aconteça algum desvio como, por exemplo, desempenho produtivo insatisfatório, seja possível avaliar a causa do problema e também uma intervenção que o sane e possibilita que se tenha sucesso no final do ciclo produtivo.</span></p>
<h2 data-start="129" data-end="210">Nutrição estratégica é o que transforma ração em resultado e lucro por hectare</h2>
<p data-start="271" data-end="547">Um bom manejo nutricional vai muito além de escolher o suplemento certo. Envolve planejamento, análise de resultados e decisões que impactam diretamente o desempenho do rebanho e a rentabilidade da fazenda. Quem domina esses conceitos transforma alimentação em produtividade.</p>
<p data-start="549" data-end="860">Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, você aprende sobre suplementação na cria e recria, engorda a pasto e em confinamento, alcança excelência o manejo de pastagens e muito mais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Tripanossomose bovina: principais sintomas, tratamento e como evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 14:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[trypanosoma vivax]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tripanossomose bovina é uma doença causada por um parasita chamado Trypanosoma vivax, que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos. A transmissão desse hemoparasita originário da África pode ocorrer tanto por meio de moscas hematófagas &#8211;  tabanídeos e mosca-dos-estábulos (Stomoxys calcitrans) &#8211;  quanto após a utilização de uma mesma agulha em vários animais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tripanossomose bovina é uma doença causada por um parasita chamado <em><strong>Trypanosoma vivax</strong>, </em>que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos.</p>
<p>A transmissão desse hemoparasita originário da África pode ocorrer tanto <strong>por meio de moscas hematófagas</strong> &#8211;  tabanídeos e mosca-dos-estábulos (<em>Stomoxys calcitrans</em>) &#8211;  quanto <strong>após a utilização de uma mesma agulha em vários animais</strong> durante a aplicação de medicamentos e vacinas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Tripanossomose bovina nas Américas</h2>
<p>A primeira ocorrência do <em>T.vivax</em> nas Américas foi na Guiana Francesa e, mais tarde, em outros países da América do Sul, Central e em algumas ilhas do Caribe. O primeiro relato na Venezuela foi em 1920 e em 1931 na Colômbia.</p>
<p>Na época, importavam-se muitos animais da Venezuela para a Colômbia, então, acredita-se que essa doença tenha sido disseminada por meio da importação de gado.</p>
<p>No Brasil a tripanossomose bovina é considerada nova, mas não é tão recente assim, e já existe há muitos anos no norte do país. Lá, <strong>o estágio é de endemia</strong> e os transmissores são as moscas tabanídeos, que se adaptam a períodos chuvosos e são de difícil controle.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tripanossomose bovina no sudeste do Brasil</h2>
<p>No sudeste o problema é a <em>Stomoxys calcitrans</em>, que se prolifera em ambientes úmidos e que têm matéria orgânica. Na região norte, o parasita se instalou e os animais já adquiriram resistência à doença &#8211; é uma situação crônica.</p>
<p>Agora, em São Paulo e no Rio de Janeiro, a tripanossomose chegou de surpresa por algum motivo, como pelo transporte de animais, e causou um estrago. <strong>Não existe programa de vacinação, mas é como se o gado do norte/nordeste fosse imunizado e o do sudeste não.</strong></p>
<p>Em 2007 tivemos o primeiro caso de tripanossomose bovina<em> </em>em Minas Gerais e o contágio na região nada tem a ver com as moscas hematófagas. O que mais temos visto é a doença ocorrer em animais na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">ordenha</a></strong>, principalmente devido ao uso da ocitocina.</p>
<p>Ao aplicar o hormônio na veia mamária da vaca, suga-se o sangue contaminado e transfere-se o parasita aos outros animais devido ao uso repetido da agulha infectada.</p>
<p>Em todas as fazendas que chegamos, que apresentam mortes e baixa produtividade por causa da doença, o problema está na ordenha. Geralmente, no estado, a <em>T.vivax</em> acomete animais livres da parasitose e que ainda não têm defesas para combatê-la.</p>
<p>Já em São Paulo, existe outra situação: os animais são atacados pelas moscas; então vemos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener">bezerros</a></strong>, garrotes, vacas e bois reprodutores, todos infectados.</p>
<p>As usinas de cana-de-açúcar dão origem ao vinhoto, que é utilizado nas lavouras no processo de fertirrigação.</p>
<p>Essa matéria orgânica é rica em nutrientes e favorece a reprodução das moscas. Por isso, como existem várias usinas no estado, a população de <em>Stomoxys</em> na região é altíssima.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sinais clínicos da tripanossomose</h2>
<p>Quando ocorre surto de <em>Trypanosoma vivax</em> numa fazenda, <strong>a produtividade é reduzida em torno de 50% a 60%</strong>. O parasita se instala no sangue, causando anemia e mucosas pálidas.</p>
<p>Em determinado momento do ciclo, ele se aloja nos linfonodos, provocando inchaço no local e hipertermia. Outros sintomas também são o emagrecimento e a cegueira, porque o parasita pode se hospedar na câmara anterior do olho.</p>
<p>Observamos o seguinte: após cerca de dois meses da entrada de um animal infectado na fazenda, o surto é iniciado. Neste momento, <strong>a produção de leite é reduzida em 40 &#8211; 60%</strong> e 5% dos que ficam doentes, morrem &#8211; o que representa cerca de 4 a 6 animais por fazenda; o tempo de vida após a infecção é de 15 a 21 dias.</p>
<p>Quando a parasitose é transmitida no momento da aplicação da ocitocina, a quantidade de sangue infectado que é repassado aos outros animais e a imunidade de cada um, impacta no desenvolvimento da doença. Se o animal é forte, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" target="_blank" rel="noopener">bem alimentado</a></strong>, ele é mais resistente e demora a adoecer.</p>
<p>Vários trabalhos mostram que a tripanossomose quando ataca os machos causa uma inflamação nos testículos e epidídimos chamada orquite epididimite, ocasionando diminuição da fertilidade e deixando a qualidade do sêmen comprometida.</p>
<p>A tripanossomose é uma doença muito inespecífica, não existe um sinal clínico que facilite a sua identificação. Um dos sintomas, como o aborto, por exemplo, é provocado por várias doenças como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brucelose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">brucelose</a></strong>, leptospirose, neosporose, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/" target="_blank" rel="noopener">tristeza parasitária bovina</a></strong>, entre outras.</p>
<p>A tripanossomose é uma <strong>doença de rebanho aberto</strong>, de propriedades que compram e vendem gado. Em rebanhos fechados, geralmente, não há problema algum, porque não existe o risco de contágio por um animal externo infectado no momento da aplicação da ocitocina, por exemplo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5206 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4.jpg" alt="Animal com Tripanossomose" width="435" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4.jpg 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-300x220.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-370x271.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-270x198.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tripanossomose4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px" /><span style="font-size: 10pt;">Animal com sinais clínicos de tripanossomose</span></p>
<h3>A doença acomete humanos e outros animais?</h3>
<p>Outros animais, como cães, cavalos e até mesmo nós, humanos, podemos contrair outros tipos de tripanossomose, que nada têm a ver com a que atinge os bovinos.</p>
<p>Os equinos podem ser infectados pelo <em>Trypanosoma evansi, </em>já os cães e humanos, pelo <em>Trypanosoma cruzi</em>, a famosa doença de chagas.</p>
<h2>Tratamento da tripanossomose bovina</h2>
<p>A <strong>doença tem tratamento</strong>, mas é preciso cuidado com o medicamento, dose e via a ser utilizada. Dependendo da forma como a parasitose é combatida, os animais podem adquirir resistência. Neste caso, após um ou dois meses da primeira infecção, o contágio volta a ocorrer, atingindo todo o rebanho.</p>
<p>Dessa forma, por erro de tratamento, a doença retorna e causa os mesmos transtornos, baixa de produtividade e mortes, como se nunca tivesse ocorrido na fazenda em questão.</p>
<p>O melhor tratamento é feito à base de <strong>“cloreto de isometamidium”</strong>. O medicamento deve ser aplicado na medida correta &#8211; 1mg/kg. Muitas pessoas, para fazer economia, utilizam meio miligrama por quilo, ou seja: a metade da dose.</p>
<p>Muitos dizem que o tratamento não funciona, mas não é bem assim. A eficácia perdura por um período aproximado de 3 meses &#8211; tempo necessário para o produtor controlar a infecção. Se o problema não é resolvido em sua essência, com a regulagem da ocitocina ou o controle das moscas, os surtos continuarão ocorrendo.</p>
<h2>Quais erros podem ser evitados?</h2>
<ul>
<li>Compra de gado sem procedência.</li>
<li>Má <strong>aplicação de ocitocina</strong>.</li>
<li>Falta de controle de vetores.</li>
<li>Diagnóstico intuitivo. O diagnóstico do <em>Trypanosoma vivax </em>deve ser feito por um veterinário, pois a doença possui diversos sinais clínicos e é de difícil identificação.</li>
</ul>
<p>O caminho para se prevenir a tripanossomose nas fazendas é o <strong>cuidado com a compra de gado</strong> e esse é um desafio.</p>
<p>Mas, é possível driblar a doença e impedir que o rebanho seja contaminado no momento da ordenha, durante a aplicação da ocitocina. Utilizamos a estratégia de ter uma seringa para cada animal.</p>
<p>Dividimos as agulhas em dois potes &#8211; em um deles colocamos as agulhas limpas e no outro as que já foram utilizadas. Dessa forma, é impossível a contaminação. Logo depois de aplicar a ocitocina em todas as vacas, lavamos as seringas com água e sabão e pronto, podemos utilizá-las novamente.</p>
<p>Outra possível alternativa é a <strong>eliminação do uso de ocitocina</strong>. Vacas holandesas, Jersey, animais mais puros, produzem leite sem a necessidade de um bezerro ou da ocitocina como estímulo.</p>
<p>Já os animais mestiços, que precisam da estimulação externa, é possível treiná-los desde o nascimento.</p>
<p>É um trabalho demorado, mas o melhor exemplo que podemos dar, é a Fazenda Santa Luzia, uma das maiores produtoras do país com animais Girolando, atendida pelo Rehagro Consultoria em Passos (MG). Hoje a propriedade não utiliza ocitocina.</p>
<h2>Controle de doenças e gestão estratégica para mais lucro no leite</h2>
<p>A Tripanossomose bovina pode comprometer seriamente a saúde do rebanho e a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a integrar prevenção de doenças, manejo eficiente e gestão financeira para garantir produtividade, qualidade do leite e resultados sustentáveis.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28025 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/jose-zambrano-1.jpg" alt="José Zambrano " width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/jose-zambrano-1.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/jose-zambrano-1-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/jose-zambrano-1-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros: quando utilizar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 16:42:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os aditivos são substâncias que contribuem positivamente na melhoria do desempenho dos animais. Quando incluídos corretamente nas dietas podem trazer benefícios para a produtividade, eficiência reprodutiva, saúde e nutrição. Veja nesse e-book, outros parâmetros importantes na tomada de decisão para utilização ou não, de aditivos na dieta de bovinos leiteiros, como: A resposta esperada de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os aditivos são substâncias que contribuem positivamente na melhoria do desempenho dos animais. Quando incluídos corretamente nas dietas podem trazer benefícios para a produtividade, eficiência reprodutiva, saúde e nutrição.</p>
<p>Veja nesse e-book, outros parâmetros importantes na tomada de decisão para utilização ou não, de <strong>aditivos na dieta</strong> de bovinos leiteiros, como:</p>
<ul>
<li>A resposta esperada de sua utilização;</li>
<li>A confiabilidade de seus resultados;</li>
<li>O retorno ­ financeiro e a mensuração das respostas após a suplementação para uma nova tomada de decisão.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e tenha acesso ao material!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Formulação de dietas para bovinos leiteiros: veja passos essenciais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 14:19:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a representar mais da metade dos custos de produção e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor. Formular dieta para vacas leiteiras não é tão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a <strong>representar mais da metade dos custos de produção</strong> e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor.</p>
<p>Formular <strong>dieta para vacas leiteiras</strong> não é tão simples quanto se costuma acreditar!</p>
<p>Envolve muito mais do que receitas prontas e vai muito além da indicação do uso de aditivos, sendo necessário grande conhecimento da composição dos alimentos, exigências dos animais e dos objetivos que se quer alcançar.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como formular dieta para vacas leiteiras?</h2>
<p>Como primeiro e essencial ponto, <strong>é preciso conhecer de perto o rebanho e a fazenda</strong>. Genética e ambiente irão afetar diretamente o resultado da alimentação. Os alimentos volumosos disponíveis na propriedade deverão ser analisados visualmente e por análises laboratoriais para saber como ele  poderá ser utilizado na composição da dieta.</p>
<p>As exigências nutricionais de cada categoria deverão ser atendidas de modo a promover a manutenção e alcance de metas. Por exemplo, a categoria novilhas deverá alcançar determinado peso e tamanho para atingir a meta de entrar em reprodução com a idade correta, normalmente, de forma precoce.</p>
<p>As vacas, além de produzirem leite, devem se reproduzir de forma adequada, tendo o seu balanço energético adequado para tanto. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">Vacas em período de transição</a></strong>, por exemplo, necessitam de um manejo nutricional específico, que deve ser atendido com atenção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O responsável pela nutrição de um rebanho deverá ter conhecimentos sobre os alimentos e seus valores nutricionais. O entendimento de um alimento passa também pela função que o mesmo exercerá no organismo do animal.</p>
<p>Para tanto, algumas perguntas simples podem ser feitas:</p>
<ul>
<li>Ele irá promover ruminação?</li>
<li>Será benéfico para a microbiota desejável do rúmen, aquela que gera mais energia e proteína?</li>
<li>O alimento será degradado no rúmen ou chegará intacto ao intestino?</li>
<li>Ao chegar ao intestino ele será utilizado pelo animal ou nem será absorvido, sendo perdido nas fezes?</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4715 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg" alt="Homem segurando fibra para dieta de bovinos leiteiros" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um nutricionista conhece bem a composição dos alimentos e também a forma como deverá ser oferecido, como por exemplo, o tamanho da fibra.</p>
<p>Por fim, um consultor em nutrição, tendo o conhecimento de que a alimentação é o item de maior custo dentro do sistema de produção de leite, deverá estar sempre atento aos preços de insumos, buscando uma dieta que tenha como resultado a lucratividade.</p>
<p>É importante ressaltar que, na maioria das vezes, <strong>uma dieta de mínimo custo, não é aquela de máxima eficiência!</strong></p>
<p>Outro ponto bastante importante quando se considera a nutrição animal é a certeza de que dieta formulada será realmente consumida pelo animal. Devemos sempre considerar que, em uma fazenda, na verdade, <strong>existem ao menos três dietas diferentes para bovinos leiteiros</strong>:</p>
<ol>
<li>A dieta que o nutricionista formulou com o auxílio do computador;</li>
<li>A dieta que o tratador entendeu que é a correta ou que tem capacidade de preparar;</li>
<li>A dieta, a que a vaca consome, com o todo o seu poder de seleção e capacidade de alimentação.</li>
</ol>
<h2>Quais os aspectos afetados por uma nutrição inadequada dos bovinos leiteiros?</h2>
<h3>Baixa produtividade</h3>
<p>A produção de leite começa pela boca da vaca. É a alimentação oferecida, juntamente com a <strong>genética</strong> e o ambiente, que promoverá uma boa produção.</p>
<p>Uma nutrição inadequada pode, muitas vezes, não estar especificamente ocasionando baixas produtividades, <strong>mas impedindo o animal de expressar todo o seu potencial produtivo.</strong></p>
<p>As exigências nutricionais de bovinos leiteiros variam de acordo com:</p>
<ul>
<li>Categoria – <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">bezerras</a></strong>, novilhas, vacas secas, vacas em lactação;</li>
<li>Fase de lactação;</li>
<li>Nível de produção;</li>
<li>Idade da vaca;</li>
<li>Condição corporal.</li>
</ul>
<p>O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. <strong>Vacas no início da lactação produzem mais</strong> e, portanto, necessitam de <strong>melhor aporte nutricional</strong>, por exemplo.</p>
<p>Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" target="_blank" rel="noopener">curva de lactação</a></strong>. O não atendimento das necessidades específicas de cada fase pode prejudicar o potencial produtivo de cada uma delas ou, até mesmo, encurtar a persistência da lactação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4716 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg" alt="Curva de lactação da dieta para bovinos leiteiros" width="600" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-370x236.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-470x300.jpg 470w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Curva de lactação / Fonte: Ideagri</span></p>
<p>A idade do animal influencia as exigências alimentares na medida em que o nível de produção e as necessidades de mantença e desenvolvimento variam sob esse aspecto. Por exemplo, animais reprodutivamente precoces, que continuam em crescimento durante uma ou duas lactações, devem receber alimentos com qualidades superiores àqueles que estão em função apenas da produção de leite.</p>
<p>Um bom plano nutricional deve respeitar não só a produção, mas também o desenvolvimento corporal do animal.</p>
<p>Um nutricionista sabe que a recuperação da condição corporal de uma vaca acontece no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener">pós-parto</a></strong>, mas não no período de balanço energético negativo, onde se deve focar em não permitir perda de peso.</p>
<p>Correr atrás do prejuízo na fase final da gestação, não só não oferece resultados para a vaca, como favorece a ocorrência de doenças metabólicas no pós-parto imediato. Então, <strong>qual a composição e quantidade devem ser fornecidas ao animal em cada fase?</strong> Consulte um nutricionista!</p>
<p>Um custo maior com a alimentação pode se transformar num lucro maior ainda, trazendo um resultado final positivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Doenças nutricionais</h3>
<p>Uma grande parte das doenças enfrentadas por rebanhos leiteiros vêm, não de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">problemas sanitários</a></strong>, mas de um plano nutricional deficiente.</p>
<p>Você já ouviu falar de acidose? Sofre com problemas de casco no rebanho? Já viu muita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" target="_blank" rel="noopener">retenção de placenta</a></strong> e infecção uterina? E a mastite? Deslocamento de abomaso?</p>
<p>A maior parte dos produtores de leite tecnificados conhece de perto ou se preocupa com todos esses problemas. A questão é: em que nível acontecem.</p>
<p>Uma <strong>elevada incidência dessas doenças</strong> em uma propriedade leiteira significa, <strong>não apenas um animal doente, mas uma fazenda doente</strong>, que necessita de melhor atenção na dieta e manejo nutricional.</p>
<p>Segundo o médico veterinário Bolivar Nóbrega de Faria, doutor em ciência animal, <strong>a nutrição é tão importante que o veterinário clínico está tendo que se especializar no assunto</strong>, trabalhando com o que se chama medicina de produção.</p>
<p><em>“A produção depende diretamente da nutrição e é ela que move a fazenda, desde a venda de leite até a comercialização de animais saudáveis. Falando em saúde, a maior parte das doenças na bovinocultura de leite moderna tem um fundo ou predisposição nutricional. Outro ponto importante é a reprodução, uma das maiores causas de descarte de animais. Se não houver um trabalho conjunto de nutrição e reprodução os índices reprodutivos serão baixos”.</em></p>
<h2>Relação concentrado x volumoso</h2>
<p>Relações entre concentrado e volumoso inadequadas são comuns nos rebanhos brasileiros. Um balanceamento incorreto entre fibra fisicamente efetiva e carboidratos não fibrosos é capaz de gerar um ciclo vicioso de enfermidades ligadas entre si.</p>
<p>É até desejável um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" target="_blank" rel="noopener">pH ruminal ligeiramente ácido</a></strong> (respeitando o limite de 5,5) para maximizar a produção de leite de bovinos leiteiros, porque a digestibilidade da dieta e o rendimento da proteína microbiana produzida no rúmen são maximizados quando dietas altamente fermentáveis (concentrados) são consumidas.</p>
<p>Com a diminuição exagerada do pH ruminal, entretanto, há redução do apetite, da motilidade ruminal, da produção microbiana e da digestão da fibra.</p>
<p>O fornecimento excessivo de concentrados pode acarretar a chamada <strong>acidose subclínica</strong>. A etiologia da doença é explicada pelo aumento, ocasionado pelos alimentos altamente fermentáveis, dos níveis de ácidos no rúmen. Esses casos crônicos da doença podem apresentar como sintomas diarreia em parte do rebanho, diminuição dos movimentos gastrointestinais, diminuição na gordura do leite, laminite e úlcera de sola.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4717 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg" alt="Úlcera de sola" width="600" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Úlcera de sola – problemas de casco podem ser decorrentes de erros no manejo nutricional, e não somente um problema de instalações</span></p>
<p>A diminuição dos movimentos gastrointestinais, levando à hipomotilidade do abomaso, relaciona a incidência de acidose ruminal à ocorrência de <strong>deslocamento de abomaso</strong>. É importante frisar que a etiologia do deslocamento de abomaso é multifatorial, sendo esse um dos fatores predisponentes da doença.</p>
<p>Os <strong>sintomas apresentados por um animal com deslocamento de abomaso</strong> à esquerda, normalmente, são apetite diminuído e seletivo, desidratação moderada a severa e grande queda na produção de leite. É facilmente diagnosticado e sua correção é cirúrgica.</p>
<p>O prejuízo fica a cargo dos custos com o tratamento, queda na produção, descartes involuntários de animais e até mesmo morte</p>
<p>Apesar de os altos níveis de concentrados nas dietas causarem diversas enfermidades nos bovinos leiteiros, o contrário também pode levar a uma enfermidade chamada <strong>cetose</strong>.</p>
<p>Vacas com alta demanda de energia, como as do lote de pós-parto imediato, irão mobilizar seus depósitos de gordura corporal para atender à demanda de produção de leite não suprida por uma dieta pobre em energia e rica em fibra.</p>
<p>Os sintomas incluem depressão, rápida perda de peso, queda na produção, constipação, fezes cobertas com muco, entre outros. Geralmente comem feno ou outra forragem, mas recusam-se a comer concentrados.</p>
<h2>O valor do nutricionista na formulação de dieta para vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Quanto vale uma vaca produtiva e saudável?</li>
<li>Qual o prejuízo no descarte de um animal prematuramente?</li>
<li>Quanto vale uma novilha chegando à idade correta à puberdade?</li>
<li>Quanto custa o tratamento de todo o rebanho com problemas nos cascos?</li>
<li>Quanto vale uma bezerra saudável e desmamada mais cedo?</li>
<li>Quanto custa o investimento em um insumo de qualidade que não deu o resultado esperado?</li>
</ul>
<p>Valores alcançados somados ao menor custo com os itens citados e outros inúmeros não mencionados são iguais ao resultado do trabalho de um bom nutricionista. Entende-se por resultado, não só o financeiro, mas também a <strong>satisfação do produtor com um dia a dia onde é possível focar mais no trabalho e menos em problemas</strong>.</p>
<p>Um bom nutricionista é de grande auxílio ao produtor, principalmente em épocas como a que estamos vivendo hoje, <strong>de alta de insumos</strong>, como o milho e a soja.</p>
<p>Esses profissionais podem apresentar estratégias nutricionais que mantenham uma boa produtividade, otimizem os custos e elevem a margem de lucro do negócio.</p>
<h2>Da formulação de dietas à gestão completa de fazendas: domine a pecuária leiteira</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro vai muito além da nutrição: prepara você para tomar decisões assertivas em todas as áreas da fazenda, com base em números, indicadores técnicos e ferramentas práticas aplicadas no campo.</p>
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		<title>Exigências minerais para bovinos: conheça quais são elas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/exigencias-minerais-de-bovinos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 20:41:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[minerais]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que os bovinos sejam capazes de manter seus processos metabólicos (crescimento, produção de leite, reprodução, etc) uma grande quantidade de exigências minerais são necessárias. Elementos inorgânicos necessários em gramas são referidos como macrominerais. São eles: Cálcio; Fósforo; Sódio; Cloro; Potássio; Magnésio; Enxofre. Os elementos inorgânicos necessários em miligramas ou microgramas são referidos como microminerais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que os bovinos sejam capazes de manter seus processos metabólicos (crescimento, produção de leite, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong>, etc) uma grande quantidade de <strong>exigências minerais</strong> são necessárias.</p>
<p>Elementos inorgânicos necessários em <strong>gramas</strong> são referidos como <strong>macrominerais</strong>. São eles:</p>
<ul>
<li>Cálcio;</li>
<li>Fósforo;</li>
<li>Sódio;</li>
<li>Cloro;</li>
<li>Potássio;</li>
<li>Magnésio;</li>
<li>Enxofre.</li>
</ul>
<p>Os elementos inorgânicos necessários em <strong>miligramas ou microgramas</strong> são referidos como <strong>microminerais</strong>. São eles:</p>
<ul>
<li>Cobalto;</li>
<li>Cobre;</li>
<li>Iodo;</li>
<li>Ferro;</li>
<li>Manganês;</li>
<li>Molibdênio;</li>
<li>Selênio;</li>
<li>Zinco.</li>
</ul>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Necessidades minerais para vacas leiteiras</h2>
<p>De uma maneira simples, a quantidade destes minerais necessária para manter um animal vivo (mantença), mais a quantidade presente no leite, adicionada da quantidade presente necessária ao feto, <strong>define o requerimento</strong> de uma vaca leiteira.</p>
<p>A soma total do mineral disponível na dieta, menos o requerimento do animal, define a quantidade que precisa ser suplementada.</p>
<p>As <strong>exigências minerais em bovinos</strong> variam de acordo com o tipo e nível de produção, a idade do animal, a raça e o grau de adaptação dos animais, o nível e a forma química do mineral no alimento, e suas relações com os outros nutrientes da dieta.</p>
<p><strong>As deficiências minerais são causa de algumas das principais doenças metabólicas que acometem os bovinos leiteiros, afetando a produtividade do rebanho</strong>. Estas desordens estão relacionadas com o desequilíbrio entre ingestão, absorção e exigências.</p>
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<h2>Absorção e interação entre minerais</h2>
<p>Os minerais presentes nos alimentos (<strong>forragem</strong> ou concentrado) não são tão bem absorvidos pelo animal. A disponibilidade dos minerais é maior nos sais comumente usados (calcário, cloreto de sódio, etc.).</p>
<p>Por exemplo, somente <strong>30% do cálcio</strong> contido nas forragens são absorvidos pelo animal.</p>
<p>Além disso, é preciso lembrar que também existem interações entre os minerais no rúmen e no intestino do animal.</p>
<p>O nutricionista se baseia em seus conhecimentos sobre a disponibilidade e as interações presentes, o que lhe permite trabalhar com números <strong>para atender os requerimentos</strong> do animal.</p>
<h3>Macrominerais</h3>
<h4>Cálcio</h4>
<p>Dentre os macrominerais, o cálcio <strong>tem um requerimento muito alto para a vaca leiteira</strong>, já que entre outras funções, está presente em grande quantidade no leite.</p>
<p>O cálcio também atua na formação de ossos e dentes, na contração muscular e na coagulação sanguínea. A quantidade requerida por vacas em lactação é o dobro daquela necessária para animais adultos não lactantes.</p>
<p>Para gestantes, o requerimento é maior nas últimas semanas de lactação, quando ocorre maior calcificação dos ossos do feto. Animais jovens apresentam maiores exigências deste mineral, devido à maior deposição em tecidos esqueléticos.</p>
<p>Atenção para <strong>suplementação excessiva</strong>! A proporção de cálcio absorvida diminui com o aumento de cálcio dietético acima das exigências minerais.</p>
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<h4>Fósforo</h4>
<p>O Fósforo é o mineral que tem <strong>mais funções no corpo</strong> em relação a todos os outros. É também um dos minerais mais caros, e comumente é oferecido muito acima do necessário.</p>
<p>A suplementação acima da exigência não apresenta impacto na produção e no consumo. Por outro lado, a deficiência de fósforo leva a <strong>infertilidade ou diminuição da performance reprodutiva</strong>.</p>
<h4>Sódio</h4>
<p>Se a fonte de sódio para a dieta for cloreto de sódio, o requerimento de cloro será atingido ou ultrapassado.</p>
<p>A perda de cloro pelo animal devido ao suor em temperaturas altas é pequena. Em adição, em um experimento utilizando 1.444 vacas foi observado que <strong>o aumento de cloro de 0,15% até 1,62%</strong> da dieta resultou em um declínio linear na ingestão de matéria seca e produção de leite.</p>
<p>Portanto, deve ser tomado cuidado quando da utilização da prática de aumento da porcentagem de NaCl no verão, devido ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a>.</strong></p>
<h4>Potássio</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O potássio é um mineral que, muitas vezes, <strong>já está balanceado nas dietas</strong> comumente oferecidas para o gado leiteiro. </span></p>
<h4>Magnésio</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O magnésio apresenta como maior ponto de absorção no animal o rúmen e o retículo. </span>A absorção de magnésio <strong>diminui drasticamente quando o pH do rúmen está acima de 6.5</strong>, o que pode explicar a ocorrência de tetania das pastagens (tetania hipomagnesêmica).</p>
<h4>Enxofre</h4>
<p>O enxofre faz parte dos aminoácidos metionina, cisteína, homocisteína e taurina. Também está presente nas vitaminas do complexo B (tiamina e biotina).</p>
<p>A metionina, tiamina e biotina não podem ser sintetizadas pelas células animais e devem ser oriundos da dieta ou dos microrganismos ruminais.</p>
<h3>Microminerais</h3>
<p>O cobalto é um dos componentes da vitamina B12. Se houver cobalto suficiente, os microrganismos ruminais podem produzir uma grande parte da vitamina B12 requerida pelo animal.</p>
<p>Os sinais da <strong>deficiência de cobalto</strong> são falhas no crescimento, perdas de peso, degeneração do fígado, menor resistência às infecções (MacPherson et al, 1987).</p>
<p>Dentre os microminerais, o zinco, cobre e o selênio foram os minerais que mais foram estudados. Recomenda-se a <strong>adição acima do requerido destes minerais</strong>, quando respostas em saúde do animal (melhora <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">qualidade do casco</a></strong>, baixa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de célula somática</a></strong> e melhora queratina no teto do úbere) têm sido observadas.</p>
<h3>Vitaminas</h3>
<p>É muito comum empresas adicionarem vitaminas juntamente aos minerais no mesmo produto. As vitaminas também possuem um <strong>papel essencial</strong> para o funcionamento da célula no animal.</p>
<p>Os cálculos para o requerimento de vitaminas são semelhantes aos cálculos utilizados para os requerimentos dos minerais. As vitaminas são classificadas em solúveis em óleo (A, D, E e K) e solúveis em água (vitaminas B e C).</p>
<p>As vitaminas A e E são requeridas, mas as vitaminas K e D não. A vitamina D é sintetizada na pele, utilizando energia contida na luz solar. A vitamina K é sintetizada por microrganismos presentes no rúmen e no intestino.</p>
<p>A vitamina A é necessária para o metabolismo das células da retina e não deve estar presente em quantidades superiores a 66.000 UI/kg de MS.</p>
<p>A vitamina E é um nome genérico para compostos solúveis em óleo chamados tocoferol e tocotrienol. Dentre estes, o alfa-tocoferol é a substância mais comum encontrada nos alimentos. Juntamente com selênio e zinco compõem o grupo de substâncias que atuam no sistema antioxidativo da célula. Sua suplementação tem sido muito praticada e apresenta resultados positivos na saúde animal.</p>
<p>O NRC de 2001 assume que o requerimento para o grupo de vitaminas do complexo B (biotina, ácido fólico, inositol, niacina, ácido pantotênico, B1, B2, e B12) é atingido através da síntese pelos microrganismos ruminais.</p>
<p>Entretanto, a suplementação de vitaminas do complexo B (biotina, niacina e B12) tem sido estudada e tem apresentado resultados positivos.</p>
<h2>Mineral na dieta ou no cocho separado?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O método mais eficiente de fornecer minerais para bovinos é através de<strong> suplementos minerais combinados com concentrados</strong>, assegurando maior exatidão na quantidade a ser ingerida diariamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumo de minerais à vontade, por outro lado, é a maneira mais comum de oferecer minerais aos bovinos a pasto. O sal comum é o veículo usado para dar palatabilidade à mistura mineral, ao mesmo tempo em que também funciona como regulador de consumo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando fornecido separadamente, é essencial que o mineral esteja sempre disponível no cocho, evitando que os animais o encontrem vazio ao buscar a suplementação. O cocho deve ter cobertura, já que alguns componentes são solúveis em água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4452 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos2.jpg" alt="Vacas leiteiras se alimentando no cocho" width="599" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos2.jpg 599w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos2-300x160.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos2-370x198.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos2-270x144.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 599px) 100vw, 599px" /></span></p>
<p>Existem trabalhos mostrando que, <strong>quando animais têm acesso livre a minerais, os requerimentos não são atingidos</strong>.</p>
<h2>Quantidade de minerais exigidos na água</h2>
<p>Em um experimento onde foram coletadas 3.618 amostras de água em propriedades americanas, os autores concluíram que somente a água pode ser suficiente para suprir os requerimentos de alguns minerais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4453 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos3.jpg" alt="Tabela com a quantidade de minerais presentes na água" width="601" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos3.jpg 601w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos3-300x114.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos3-370x141.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conheca-quais-sao-as-exigencias-mineiras-de-bovinos3-270x103.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px" /></span></p>
<h3>Mineral orgânico vs. mineral inorgânico</h3>
<p>Na <strong>forma orgânica</strong>, o mineral é ligado a um carboidrato, aminoácido ou proteína. São chamados também de quelato (mineral quelatado).</p>
<p>Os minerais orgânicos possuem uma <strong>maior disponibilidade para a célula animal</strong> que os minerais inorgânicos. Entretanto, a resposta em parâmetros digestivos, produtivos e reprodutivos ainda não são claras.</p>
<h3>Determinação das necessidades e suplementação</h3>
<p>O atendimento pleno às <strong>exigências minerais de bovinos leiteiros</strong> é premissa à saúde e produtividade. A determinação da quantidade a ser suplementada, assim como o cálculo e formulação adequada de dietas, não é tarefa simples.</p>
<p>Desta forma, para ser eficiente, evitando deficiências e também excessos, o trabalho do técnico com formação apropriada para tal é fundamental.</p>
<p>Este profissional, por meio de análise de cada realidade é capaz de determinar as possibilidades a serem exploradas por cada sistema de produção.</p>
<h2>Nutrição mineral estratégica para alto desempenho no rebanho</h2>
<p>Deficiências minerais podem comprometer a produção, a reprodução e a saúde das vacas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende como formular dietas equilibradas, ajustar a suplementação e tomar decisões técnicas que aumentam a eficiência e o lucro da fazenda.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Desmama de bezerras leiteiras: saiba quais são os principais cuidados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 13:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
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		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de bezerras jovens em uma fazenda de leite é extremamente importante. Boas bezerras vão se transformar em boas vacas, com bastante produção de leite, saudáveis e com longevidade. Todas essas características positivas na idade adulta começam com o bom manejo das bezerras jovens, desde os primeiros cuidados, envolvendo a colostragem entre outros fatores, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de bezerras jovens em uma fazenda de leite é extremamente importante. Boas bezerras vão se transformar em boas vacas, com bastante produção de leite, saudáveis e com longevidade.</p>
<p>Todas essas características positivas na idade adulta começam com o bom manejo das bezerras jovens, desde os primeiros cuidados, envolvendo a colostragem entre outros fatores, e principalmente, nos 2 a 3 primeiros meses de vida.</p>
<p>Um manejo inadequado nessas primeiras semanas de vida geralmente está associado a um alto índice de mortalidade e de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/">doenças</a></strong> durante esse período. Esses problemas irão acarretar uma menor produtividade do rebanho como um todo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>Aleitamento de bezerras</h2>
<p>Em muitas fazendas do Brasil, é comum a regra de que devem ser fornecidos <strong>4 litros diários de leite</strong> às bezerras durante a fase de aleitamento.</p>
<p>Isso surgiu baseado em uma correlação das necessidades alimentares com o peso ao nascimento, sendo 10% do peso vivo em leite.</p>
<p>Na prática, pode ser que esse volume não atenda às necessidades de uma bezerra durante essa fase. A composição do leite varia de vaca para vaca, de fazenda para fazenda. Pode ser que esses animais estejam passando fome quando fixamos como regra geral 4 litros de leite.</p>
<p>Outro hábito comum entre os produtores é desmamar as bezerras aos 60 dias de idade ou sendo comum observar bezerras sendo desmamadas a partir de um único critério, sua idade: 1, 2 ou 3 meses de vida.</p>
<p>Mas, se a quantidade de alimento fornecido durante todo esse tempo foi insuficiente, os animais estarão em condições de sofrer mais uma restrição alimentar? Aos 60 dias já foi atingido o peso ideal para o desmame?</p>
<p>No entanto, dependendo do manejo realizado até então, é possível que as bezerras não consigam ingerir quantidades suficientes de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/">alimento sólido</a></strong> e se sustentem sem o leite.</p>
<p>Logo, desmamá-las a partir do único critério da idade pode ter consequências graves, já que bezerras subnutridas são mais susceptíveis às doenças e, consequentemente, a morte.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar a desmama das bezerras?</h2>
<p>Para se fazer um bom desmame dos animais, deve-se ter como principais critérios o consumo de alimentos sólidos, mais especificamente concentrados, e o peso.</p>
<p>Em alguns sistemas que usam aleitamento artificial, com bezerras 3/4, 7/8 e 15/16 holandês-gir, tem-se observado <strong>melhores resultados quando a desmama das bezerras ocorre quando as bezerras têm por volta de 90 kg de peso vivo</strong> e estão comendo, aproximadamente, 1 kg de concentrado/dia, de maneira constante.</p>
<p>Esses critérios podem ser alcançados quando a bezerra tem entre quatro a oito semanas de idade.</p>
<p>Bezerras que iniciam o <a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consumo de alimentos sólidos</strong></a> mais cedo podem ser desmamadas mais precocemente do que aquelas cujo consumo é muito baixo. Isso porque, ao passar pelo rúmen, o concentrado sofre fermentação, e os gases resultantes têm contribuição essencial para o desenvolvimento do próprio rúmen, do retículo e do omaso.</p>
<p>Estes são os chamados pré-estômagos, que só quando bem desenvolvidos permitem que as bezerras aproveitem os nutrientes de alimentos sólidos a ponto de se sustentarem sem o leite.</p>
<p>É a partir do momento em que os pré-estômagos estão desenvolvidos e funcionais que podemos chamá-las de ruminantes.</p>
<p>A desmama precoce traz como vantagens a redução do <a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>período de</strong> <strong>dieta líquida</strong></a>, o que diminui o tempo gasto com mão de obra para o fornecimento de leite aos bezerros e diminui os custos com a alimentação destes animais, já que o leite é mais caro do que alimentos sólidos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Características dos concentrados fornecidos para as bezerras leiteiras</h2>
<p>O objetivo do manejo nutricional durante a fase pré-desmama é promover o consumo máximo de concentrado, pois possibilita o mais rápido desenvolvimento do rúmen e uma desmama precoce.</p>
<p>As características do concentrado oferecido à bezerra são muito importantes para que se otimize este processo. Um bom concentrado deve apresentar as seguintes características:</p>
<ul>
<li>Ser palatável;</li>
<li>Ter, preferencialmente, textura grosseira (concentrado finamente moído não estimula a ruminação, reduz consumo e aumenta perdas);</li>
<li>Ter no mínimo 18% de proteína de boa qualidade (sem adição ureia até pelos menos 90 dias de idade);</li>
<li>Ter nível de energia de 80% de NDT;</li>
<li>Ter baixo nível de fibra (de 7 a 9%);</li>
<li>Suprir as necessidades de vitaminas desta categoria de acordo com o NRC;</li>
<li>Ser composto por alimentos de boa qualidade. Como exemplo de ingredientes de boa qualidade tem-se: milho, farelo de soja, farelo de algodão e leite em pó.</li>
</ul>
<p>Caso o concentrado possua níveis adequados de fibra, não é preciso incluir forragem ou alimento volumoso até os 60 dias de idade dos bezerros.</p>
<p>No entanto, se necessário para atingir os 7 a 9% de fibra, pode-se acrescentar até 5% de feno de boa qualidade ao concentrado de bezerros.</p>
<p>O <strong>feno</strong> ajuda a conferir textura grosseira a este alimento, estimula a ruminação e <strong>deve ser a primeira forrageira a ser oferecida aos bezerros</strong>. O consumo médio desta forrageira é menor do que 50 g/dia até a oitava semana de vida. Após este período o consumo tende a crescer rapidamente. O ganho de peso é pequeno quando somente feno é oferecido a bezerras em fase de aleitamento.</p>
<p>Um concentrado de boa qualidade garante que as bezerras consigam aproveitar ao máximo os nutrientes que o compõem, se desenvolvendo melhor.</p>
<p>O concentrado deve ser oferecido à vontade até o terceiro mês de idade, quando pode ser limitado a 2 kg/dia, dependendo de seu manejo. Deve estar disponível, limpo e fresco durante todo o tempo. O ganho de peso deve girar em torno de 700 g/dia. Dependendo do porte, raça e grau de sangue do animal, este ganho de peso diário pode ser maior.</p>
<p>Forneça o concentrado à vontade para bezerras em aleitamento, para se alcançar o máximo desempenho desses animais.</p>
<p>Outra situação que deve ser observada é o umedecimento do concentrado por saliva das bezerras, chuva ou mesmo do vasilhame de água próximo, o que ocasiona a deterioração do concentrado oferecido, diminuindo a palatabilidade e consequentemente o consumo da mistura.</p>
<p>Além disso, o umedecimento pode promover o crescimento de organismos patogênicos, colocando em risco a saúde de bezerras. As trocas de concentrados, portanto, devem ser constantes e o vasilhame regularmente limpo para estimular o consumo de concentrado de boa qualidade.</p>
<p>Neste processo, <strong>o acesso à água desde os primeiros dias de vida da bezerra é essencial</strong>. Existem vários fatores que afetam a ingestão de concentrado pela bezerra.</p>
<p>A disponibilidade e a palatabilidade do concentrado estão entre eles. No entanto, um dos mais críticos é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">disponibilidade de água</a></strong>. Para cada quilo de concentrado ingerido, as bezerras consomem, em média, 4 litros de água. Portanto, caso a água não esteja disponível, pode limitar o consumo de concentrado.</p>
<h2>Fornecimento de água e concentrado à vontade para bezerras em aleitamento</h2>
<p>Várias práticas podem estimular o consumo de concentrado com a finalidade de obtenção de altas taxas de desenvolvimento dos pré-estômagos e realização de desaleitamento precoce.</p>
<p>Dentre elas pode-se citar:</p>
<ul>
<li>Fornecimento de leite uma vez ao dia (não deve ser realizado em bezerras com menos de 30 dias de idade);</li>
<li>Oferecimento de quantidade diária restrita de leite (4 litros/ dia);</li>
<li>Oferecimento de concentrado <i>ad libitum</i> (à vontade) ao bezerro a partir do terceiro dia de vida.</li>
</ul>
<p>Colocar o concentrado no fundo do balde logo após o aleitamento, ou colocá-lo diretamente na boca do bezerro na mesma ocasião também estimula o consumo deste alimento.</p>
<h2>O estresse da desmama das bezerras</h2>
<p>Geralmente a desmama ocorre em um período crítico de transição de imunidade das bezerras, tornando esse animal suscetível à ocorrência de doenças.</p>
<p>Neste período, a imunidade passiva, transmitida pela ingestão de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/">colostro materno</a></strong>, está em queda, ao mesmo tempo em que a imunidade ativa (própria) da bezerra ainda não se desenvolveu totalmente, sendo incapaz de proteger a bezerra de maneira eficiente (janela imunológica).</p>
<p>É importante ter em mente que <strong>a desmama, por si só, é um grande fator de estresse para as bezerras</strong>. Deve-se, portanto, evitar que maiores fatores de estresse atuem junto ao evento da desmama e favoreçam a debilitação da bezerra recém-desmamada.</p>
<p>Recomenda-se fortemente que não se realize outras práticas de manejo (descorna, troca de dieta, vacinas, etc) juntamente com a desmama das bezerras.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="QUANDO DESMAMAR BEZERRAS LEITEIRAS? | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/ls5Yf2xGw28?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Não menos importante é a recomendação de que as bezerras desmamadas permaneçam no mesmo local ao qual estão habituadas por um período de, pelo menos, 10 dias.</p>
<p>Durante esse período o consumo de concentrado aumenta e estabiliza, favorecendo a adequada ingestão de nutrientes pelo animal.</p>
<p>É importante também manter a mesma composição de concentrado quando as bezerras forem transferidas e colocadas em pequenos grupos, que devem ter no máximo 8 a 12 animais.</p>
<p>Também é recomendável que bezerras doentes ou que tiveram <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/">diarreia</a></strong>, pneumonia, etc, à época da desmama permaneçam com a dieta líquida (leite) até se recuperarem.</p>
<p>As bezerras representam o futuro do sistema, pois são a garantia de reposição e de continuidade do rebanho, além de serem resultado de cruzamentos que podem melhorar a qualidade genética do mesmo.</p>
<p>Por isso, cuidados durante toda a fase de <a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener"><strong>criação das bezerras</strong></a> são fundamentais para se alcançar o máximo desempenho desses animais, com menor custo e melhor retorno para o produtor. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/">manejo sanitário</a></strong> é um dos pontos principais quando deseja-se alcançar o sucesso nessa fase.</p>
<h2><span style="font-size: 18pt;">Cuidados certos na desmama garantem mais saúde e produtividade no rebanho</span></h2>
<p>A fase de desmama é decisiva para o desenvolvimento das bezerras e para o futuro produtivo do rebanho.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende técnicas de manejo, nutrição e acompanhamento que reduzem estresse, previnem doenças e preparam animais mais produtivos para a vida adulta.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerras-leiteiras/">Desmama de bezerras leiteiras: saiba quais são os principais cuidados</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contagem Bacteriana Total (CBT) no leite: como reduzir?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 18:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
		<category><![CDATA[contagem bacteriana]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[ordenha]]></category>
		<category><![CDATA[pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do leite]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você deseja alcançar uma maior margem de lucro na produção de leite, então cuidar da qualidade do produto é essencial. Mas o que queremos dizer quando falamos sobre qualidade? O leite de qualidade é o produto de ordenha completa, ininterrupta, em condições de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e descansadas. O Ministério de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você deseja <strong>alcançar uma maior margem de lucro na produção de leite</strong>, então cuidar da qualidade do produto é essencial. Mas o que queremos dizer quando falamos sobre qualidade?</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener">leite de qualidade</a></strong> é o produto de ordenha completa, ininterrupta, em condições de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e descansadas.</p>
<p>O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou em 2018 e 2019 a Instrução Normativa nº 77 com o objetivo de criar novos padrões de qualidade para o leite produzido no Brasil, fixando condições e requisitos mínimos de higiene sanitária para a obtenção e coleta da matéria-prima, produção e comercialização do leite.</p>
<p>Basicamente, o leite, para ser <strong>caracterizado como de boa qualidade</strong>, deve apresentar as seguintes características:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Composição química adequada;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Reduzida <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de células somáticas (CCS)</a></strong>, não podendo ultrapassar a média geométrica trimestral de 500.000 CS/mL de leite;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Baixa contagem de bacteriana total (CBT) com limite de média geométrica trimestral de 300.000 UFC/mL de leite;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ausência de agentes contaminantes (antibióticos, pesticidas, adição de água e sujidades).</li>
</ul>
<p>Os produtores que não se adaptarem às novas normas estão sujeitos a sanções por parte dos laticínios.</p>
<p>A indústria tem adotado programas de “pagamento por qualidade”, com enfoque sobre os teores de gordura e proteína, influenciados pela nutrição, sobre a CCS, principalmente relacionada com a saúde da glândula mamária, e, sobre a CBT, reflexo das condições de higiene na ordenha e armazenamento do leite.</p>
<p>E o que o produtor pode fazer para produzir leite com maior porcentagem de gordura e proteína? Quais práticas podem ser implementadas na fazenda para reduzir a CCS e a CBT do leite, garantindo sua bonificação máxima?</p>
<p>As respostas para essas perguntas envolvem práticas de manejo relacionadas a diferentes segmentos dentro da propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como alterar a composição do leite?</h2>
<p>A composição média do leite pode variar em função de vários fatores como raça, estágio da lactação, idade do animal, estação do ano, alimentação e a saúde da glândula mamária.</p>
<p>De todos os fatores descritos acima, apenas os dois últimos podem ser <strong>manipulados pelo produtor rural</strong>, alterando a composição do mesmo.</p>
<p>Vários são os componentes do leite. O que se apresenta em maior proporção é a água, em torno de <strong>87,5% do leite,</strong> sendo os demais formados principalmente por gordura, proteína e lactose, todos sintetizados na glândula mamária.</p>
<p>As <strong>proteínas representam entre 3% e 4%</strong> dos sólidos encontrados no leite de vaca. A porcentagem de proteína varia, dentre outros fatores, com a raça e é proporcional à quantidade de gordura.</p>
<p>Isso significa que quanto maior a porcentagem de gordura no leite, maior será a de proteína. O potencial de alteração do teor de proteína do leite por meio da nutrição é modesto, em torno de 0,1 a 0,2 unidades percentuais.</p>
<p>A <strong>gordura é o componente que mais apresenta variação (3-9%)</strong> e pode ser influenciada por uma série de fatores nutricionais que interagem entre si como a quantidade e qualidade da fibra fornecida e a proporção volumoso/concentrado da dieta.</p>
<p>Dessa forma, a <strong>alimentação balanceada e com ingredientes de boa qualidade</strong> podem afetar de forma positiva a porcentagem de gordura e proteína do leite produzido.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>A contagem de células somáticas (CCS)</h2>
<p>Uma das causas que exerce influência extremamente prejudicial sobre a composição e as características físico-químicas do leite é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite</a></strong>, acompanhada por um aumento na CCS no leite.</p>
<p>Normalmente são células de defesa do organismo que migram do sangue para o interior da glândula com o objetivo de combater agentes agressores e células de descamação da glândula mamária, por isso <strong>animais mais velhos tendem a apresentar CCS mais alta</strong>.</p>
<p>A CCS no leite, faz parte de um exame laboratorial específico, que expressa o número de células somáticas por mililitro de leite, também pode ser quantificada pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>California Mastitis Test</i> (CMT)</strong></a>.</p>
<p>Quando analisada individualmente, é um método de diagnóstico da mastite subclínica; quando analisada no tanque, pode servir como indicativo do padrão de qualidade do leite cru.</p>
<p>O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e as indústrias estão preocupados com as consequências da mastite nos rebanhos brasileiros, pois essa doença reduz a concentração dos componentes do leite (caseína, principalmente), reduzindo o rendimento industrial, a validade dos produtos lácteos, além de afetar o produto oferecido ao consumidor.</p>
<p>Ou seja, a mastite causa prejuízo para todos, desde o produtor rural até o consumidor.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como diminuir a CCS do leite?</h3>
<p>A resposta para esta pergunta está na <strong>prevenção contra a mastite</strong>.</p>
<p>Deve-se, portanto:</p>
<ul>
<li>Manter a máxima higiene durante a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">ordenha</a></strong> (luvas e equipamentos limpos e desinfetados);</li>
<li>Retirar os 3-4 primeiros jatos de cada teto em uma caneca de fundo escuro, e tratar imediatamente os tetos que apresentarem grumos, sangue pus ou leite aquoso, identificar e separar o animal. Fazendas que utilizarem o sistema de cultura na fazenda, aguardar as 24 horas e tomar decisão de acordo com o resultado.</li>
<li>Imergir os tetos em solução bactericida antes da ordenha (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" target="_blank" rel="noopener"><i>pré-dipping</i></a></strong>);</li>
<li>Secar com papel ou toalhas, com atenção especial a ponta dos tetos;</li>
<li>Acoplar as teteiras em tetos limpos e secos;</li>
<li>Imergir imediatamente os tetos em solução bactericida após a ordenha (<i>pós-dipping</i>);</li>
<li>Alimentar os animais logo após a ordenha para que os mesmos permaneçam em pé até o fechamento do esfíncter;</li>
<li>Estabelecer <a href="https://rehagro.com.br/blog/linha-de-ordenha-como-organizar-e-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>linha de ordenha</strong></a>, de acordo com o limite operacional de cada fazenda, mas sempre buscando ordenhar animais sadios na frente;</li>
<li>Regular a bomba de vácuo para evitar injúrias nos tetos;</li>
<li>Descartar vacas com problemas de mastite crônica;</li>
<li>Realizar terapia de vaca seca;</li>
<li>Anotar em planilhas simples, informações importantes, como a identificação das vacas e dos tetos que tiveram mastite clínica e as datas de ocorrência, o nome dos <strong>antimicrobianos</strong> usados para o tratamento das mastites e as datas de aplicação.</li>
</ul>
<h2>Contagem bacteriana total (CBT)</h2>
<p>A <strong>CBT</strong> indica a contaminação bacteriana do leite e <strong>reflete a higiene de obtenção e conservação</strong> do mesmo. É expressa em unidades formadoras de colônia por mililitro (UFC/mL).</p>
<p>De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a CBT admitida no leite cru refrigerado é de até <strong>300.000 UFC/mL</strong>, em uma média geométrica trimestral.</p>
<p>As bactérias estão em todos os lugares, como na água, na poeira, na terra, na palha, no capim, nos corpos e pelos das vacas, nas fezes, na urina, nas mãos do ordenhador, nos insetos e em utensílios de ordenha sujos.</p>
<p>As bactérias são classificadas como <strong>patogênicas</strong>, capazes de causar doenças ao homem e deteriorantes, capazes de alterar os componentes do leite, tornando-o impróprio para o consumo e para a indústria.</p>
<h3>Como diminuir a contagem bacteriana total do leite?</h3>
<p>Como as bactérias estão em todos os lugares, o produtor deve adotar as seguintes medidas para que o leite não seja contaminado:</p>
<ul>
<li>Manter a sala ou local de ordenha sempre limpos; usar roupas limpas para ordenhar as vacas;</li>
<li>Utilizar <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água de boa qualidade</strong></a> (potável);</li>
<li>Lavar as luvas e mantê-las desinfetadas durante a ordenha;</li>
<li>Imergir os tetos em solução desinfetante antes e após a ordenha;</li>
<li>Secar os tetos com um papel toalha descartável por teto;</li>
<li>Lavar os equipamentos e utensílios após cada ordenha com água aquecida, usando os detergentes de acordo com o manual do fabricante dos mesmos;</li>
<li>Trocar borrachas e mangueiras do equipamento de ordenha na frequência recomendada pelo fabricante ou quando ocorrerem rachaduras;</li>
<li>Lavar os tanques de refrigeração, usando água aquecida e detergentes adequados cada vez que o leite for recolhido pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>transportador</strong></a>.</li>
</ul>
<p>Mesmo que o produtor mantenha a máxima higiene na ordenha, alguma contaminação vai ocorrer no leite.</p>
<p>Mas se o leite for <strong>refrigerado imediatamente após a ordenha, isso vai inibir a multiplicação das bactérias</strong> e evitar que o leite seja rapidamente deteriorado.</p>
<p>Por isso, a IN 77 estabelece que o leite deve estar a 4 °C quando estocado em tanques refrigeradores por expansão direta. O tempo máximo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/conservacao-e-armazenamento-de-leite-cru/" target="_blank" rel="noopener">conservação do leite</a></strong> na propriedade deve ser de, no máximo, 48 horas.</p>
<p>Leite de qualidade deve ser uma meta de todo produtor, uma vez que representa benefícios para toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Ganha o produtor, que poderá receber mais pelo seu produto, a indústria com a melhoria da matéria-prima e, também, o consumidor, que terá acesso a produtos de melhor qualidade e mais seguros.</p>
<h2>Reduza a CBT e aumente seus lucros com uma gestão profissional</h2>
<p>Manter a Contagem Bacteriana Total sob controle vai muito além da higiene: é resultado de uma gestão eficiente em todas as etapas da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende estratégias práticas para melhorar a qualidade do leite, otimizar processos e garantir mais rentabilidade para a fazenda.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-14439" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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