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	<title>Arquivos Corte - Blog Rehagro</title>
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	<title>Arquivos Corte - Blog Rehagro</title>
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		<title>Diferimento de pastagem: o que é, como planejar e por que essa estratégia pode transformar a sua fazenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escassez de forragem durante a estação seca é um dos maiores desafios da pecuária de corte no Brasil. Produtores que não planejam o suprimento de volumoso ao longo do ano se veem obrigados a recorrer a suplementações emergenciais, arrendamento de pastagens ou, pior, à comercialização precoce de animais com alto potencial produtivo. O diferimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/diferimento-de-pastagem/">Diferimento de pastagem: o que é, como planejar e por que essa estratégia pode transformar a sua fazenda</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>escassez de forragem</strong> durante a <strong>estação seca</strong> é um dos maiores desafios da<strong> pecuária de corte</strong> no Brasil. Produtores que não planejam o suprimento de volumoso ao longo do ano se veem obrigados a recorrer a suplementações emergenciais, arrendamento de pastagens ou, pior, à comercialização precoce de animais com alto potencial produtivo.</p>
<p>O <strong>diferimento de pastagem</strong> surge como uma resposta técnica, simples e eficiente a esse problema. Trata-se de uma prática de manejo que, quando bem executada, permite <strong>acumular forragem de qualidade</strong> durante o período das águas para utilizá-la estrategicamente nos meses críticos de seca. Mais do que uma técnica isolada, o <strong>diferimento</strong> é uma peça central no planejamento nutricional anual do rebanho.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender o <strong>conceito de diferimento de pastagem</strong>, aprender como planejar e executar essa prática com precisão, conhecer as principais forrageiras indicadas e descobrir como integrar essa estratégia ao calendário produtivo da sua fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que diferimento de pastagem?</h2>
<p>O <strong>diferimento de pastagem</strong> consiste em retirar os animais de determinados piquetes por um período determinado, geralmente entre <strong>60 e 120 dias</strong>, para que a pastagem possa crescer e acumular biomassa sem ser consumida. Esse acúmulo de forragem em pé é chamado de <strong>palhada ou forragem diferida</strong> e será utilizado como alimento do rebanho durante a seca.</p>
<p>O princípio é relativamente simples: as <strong>gramíneas tropicais</strong> crescem vigorosamente durante a estação chuvosa, período em que a oferta de pasto tende a superar a demanda do rebanho. Ao diferir parte das pastagens nessa época de crescimento acelerado, o produtor cria um <strong>estoque forrageiro</strong> garantindo reservas para o período de escassez.</p>
<h3>Vedação e diferimento: conceitos distintos</h3>
<p>Embora os termos sejam frequentemente usados como sinônimos, <strong>vedação</strong> e <strong>diferimento</strong> possuem diferenças conceituais importantes:</p>
<p><strong>Vedação</strong> refere-se ao ato de fechar o piquete, ou seja, impedir o acesso dos animais àquela área por determinado tempo.</p>
<p><strong>Diferimento</strong> é a estratégia de manejo que utiliza a vedação como ferramenta para acumular forragem a ser usada na seca. O diferimento pressupõe um planejamento do momento de fechar, da duração e do momento de abertura dos piquetes.</p>
<p>Na prática, todo diferimento implica vedação, mas nem toda vedação configura um diferimento bem planejado. Um produtor que fecha um piquete por acidente ou por falta de animais suficientes para pastejá-lo não está necessariamente diferindo. O diferimento exige <strong>intencionalidade</strong> e critérios técnicos definidos previamente.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-diferimento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="(max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<h2>Por que fazer o diferimento de pastagens? Principais objetivos</h2>
<p>Os benefícios do diferimento vão além do simples acúmulo de capim. Quando bem integrado ao sistema de produção, essa prática contribui para múltiplos objetivos:</p>
<ul>
<li>Garantia de <strong>suprimento forrageiro</strong> durante a seca, reduzindo ou eliminando a necessidade de suplementação volumosa cara como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-graos-para-gado-de-corte-guia-completo/">silagem</a> e feno</strong> adquiridos externamente.</li>
<li>Melhora da <a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/"><strong>condição corporal</strong></a> dos animais antes da seca, quando a pastagem ainda está em boa qualidade.</li>
<li><strong>Redução do custo de produção</strong>, substituindo parte dos insumos comprados por forragem produzida na própria fazenda.</li>
<li><strong>Descanso das pastagens</strong>, permitindo recuperação das plantas e manutenção da longevidade do pasto.</li>
<li>Facilidade operacional, já que o pasto diferido não exige infraestrutura de colheita, transporte e armazenamento como o feno ou a silagem.</li>
</ul>
<h2>Como planejar o diferimento de pastagem: passo a passo</h2>
<h3>1. Definir a área a ser diferida</h3>
<p>O primeiro passo é calcular qual percentual da área de pastagens deve ser diferida para atender à demanda do rebanho durante a seca. Essa estimativa leva em conta o número de animais, o período de utilização previsto e a produtividade esperada da forrageira em questão.</p>
<p>Como referência geral, recomenda-se diferir em torno de <strong>20% da área total de pastagens</strong>, mas esse número varia conforme a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> da fazenda, a duração da seca na região e o sistema de suplementação adotado.</p>
<h3>2. Escolher o momento certo para iniciar o diferimento</h3>
<p>A data de início do diferimento é crítica. Diferir cedo demais pode resultar em forragem muito madura e de baixo valor nutritivo no momento de uso. Diferir tarde demais pode não proporcionar acúmulo suficiente de biomassa.</p>
<p>A recomendação técnica mais difundida sugere iniciar o <strong>diferimento entre fevereiro e março no Brasil Central</strong>, quando ainda há chuvas suficientes para garantir o crescimento do pasto, mas o período restante de vegetação ainda permite acumular quantidade significativa de forragem antes da entrada da seca.</p>
<p><strong>Regra prática</strong>: calcule a data ideal de uso do pasto pelo número de dias que deseja vedar. Se você quer usar o pasto diferido em julho, e vai vedar por 90 dias, feche os piquetes em abril.</p>
<h3>3. Selecionar as forrageiras mais adequadas</h3>
<p>Nem todas as gramíneas respondem da mesma forma à prática de diferimento. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">escolha da forrageira</a></strong> influencia diretamente a quantidade e a qualidade da forragem acumulada.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41895" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento.png" alt="Tabela com as principais forrageiras para diferimento de pastagem" width="993" height="442" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento.png 993w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-300x134.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-768x342.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-370x165.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-270x120.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-740x329.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-150x67.png 150w" sizes="(max-width: 993px) 100vw, 993px" /></p>
<p>Forrageiras com menor relação colmo/folha e maior resistência ao acamamento tendem a apresentar melhor desempenho no diferimento, pois conservam valor nutritivo por mais tempo em pé.</p>
<h3>4. Adubação antes ou durante o diferimento</h3>
<p>A <strong>adubação nitrogenada</strong> realizada antes do fechamento do piquete tem papel fundamental na produção de biomassa. Doses entre <strong>40 e 80 kg de N/ha</strong>, aplicadas no início do período de diferimento, podem aumentar significativamente a quantidade de forragem acumulada.</p>
<p>É importante, contudo, não adubar em excesso com nitrogênio em piquetes que serão diferidos por muito tempo, pois o excesso de crescimento vegetativo pode comprometer a estrutura do pasto e dificultar a entrada dos animais. O equilíbrio entre <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">adubação</a></strong> e duração do diferimento é fundamental.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Manejo durante o período de diferimento</h2>
<p>Diferir o piquete não significa abandoná-lo. Durante o período de diferimento, algumas práticas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">manejo</a></strong> são fundamentais para garantir a qualidade da forragem acumulada:</p>
<ul>
<li><strong>Controle de plantas invasoras</strong>: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-em-pastagens-controle-e-prevencao/">ervas daninhas</a></strong> e plantas não forrageiras competem com as gramíneas e reduzem a produtividade do pasto. O controle químico ou mecânico deve ser realizado antes ou logo no início do diferimento.</li>
<li><strong>Monitoramento da altura do pasto</strong>: o acompanhamento periódico da altura do capim permite antecipar o momento ideal de abertura e ajustar o planejamento de uso.</li>
<li><strong>Manutenção das cercas</strong>: piquetes diferidos precisam de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-ideal-para-a-propriedade/">cercas</a></strong> em bom estado para evitar que os animais rompam a vedação, comprometendo o acúmulo de forragem.</li>
<li><strong>Avaliação do estande forrageiro</strong>: falhas, clareiras e erosões devem ser identificadas e corrigidas durante o período de descanso.</li>
</ul>
<h3>Altura de abertura dos piquetes</h3>
<p>A abertura dos piquetes diferidos deve ocorrer quando o pasto atingir altura adequada para início de pastejo. Para <strong>braquiárias</strong>, recomenda-se iniciar o pastejo com o capim entre <strong>30 e 50 cm</strong> de altura. Para <strong>panicum</strong>, entre <strong>50 e 80 cm</strong>. Entrar com os animais antes do ponto ideal reduz o tempo de uso; entrar depois pode significar perda excessiva de valor nutritivo.</p>
<h2>Erros comuns no diferimento de pastos</h2>
<p>Mesmo sendo uma prática relativamente simples, o diferimento de pastos apresenta armadilhas que podem comprometer severamente os resultados:</p>
<h3>Diferir piquetes em mau estado de conservação</h3>
<p>Pastagens degradadas, com baixa densidade de plantas e alta infestação de invasoras, não têm capacidade produtiva suficiente para gerar um diferimento de qualidade. Antes de diferir, é preciso garantir que o piquete esteja em boas condições de fertilidade e estande forrageiro.</p>
<h3>Não planejar o calendário de uso</h3>
<p>Muitos produtores fecham os piquetes sem definir com antecedência quando e com quais categorias animais vão utilizá-los. Isso leva a decisões emergenciais que comprometem tanto o desempenho dos animais quanto a longevidade do pasto.</p>
<h3>Tempo de diferimento inadequado</h3>
<p>Períodos de diferimento muito curtos resultam em pouca biomassa acumulada. Períodos excessivamente longos resultam em forragem muito madura, com alta proporção de colmo em relação à folha, baixo teor proteico e digestibilidade reduzida. O tempo ideal varia com a forrageira e a época do ano, mas geralmente fica entre 60 e 120 dias.</p>
<h3>Superpastejo no pós-diferimento</h3>
<p>Abrir os piquetes com lotação muito alta ou manter os animais por tempo excessivo após a abertura pode levar ao superpastejo, degradando o pasto e eliminando o benefício do descanso proporcionado pelo diferimento.</p>
<h2>O diferimento de pastos no contexto do planejamento nutricional anual</h2>
<p>O <strong>diferimento de pastos</strong> não deve ser pensado como uma ação pontual e desconectada do restante do sistema de produção. Para que ela cumpra plenamente seu papel, precisa estar integrada ao <strong>planejamento nutricional anual</strong> do rebanho, que contempla todas as fases do ciclo produtivo.</p>
<p>Um planejamento nutricional completo considera a curva de demanda do rebanho ao longo do ano (gestação, lactação, crescimento, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação</a></strong>) e a cruza com a curva de oferta forrageira em cada período. O diferimento entra nesse planejamento como uma estratégia de armazenamento biológico de forragem: ela suaviza o vale de oferta da seca e reduz a dependência de insumos externos.</p>
<p>Quando bem calibrado, o diferimento pode ser combinado com suplementação proteico-energética, silagem de milho ou sorgo e até pastagem irrigada, formando um sistema de suporte nutricional robusto que garante desempenho animal consistente durante todo o ano.</p>
<p>Fazendas que adotam o diferimento de forma sistemática tendem a apresentar <strong>menor <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custo de arroba produzida</a></strong>, maior regularidade no desfrute e melhor aproveitamento das pastagens ao longo dos anos. É uma estratégia de <strong>baixo investimento e alto retorno</strong> quando executada com critério técnico.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>diferimento de pastos</strong> é uma das ferramentas mais acessíveis e eficazes disponíveis ao pecuarista que busca <strong>reduzir custos, garantir a nutrição do rebanho na seca</strong> e aumentar a sustentabilidade do sistema produtivo. Mais do que fechar um piquete, diferir bem é <strong>planejar com antecedência</strong>, escolher as forrageiras certas, manejar com disciplina e integrar essa prática à visão estratégica da fazenda.</p>
<p>Produtores que dominam o uso do diferimento e o integram ao planejamento nutricional anual saem na frente em competitividade: reduzem gastos com suplementação, mantêm os animais em bom escore corporal durante a entressafra e conseguem produzir carne de forma mais previsível e rentável.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte</h2>
<p>Com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-diferimento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-diferimento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="(max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Silagem de grãos para gado de corte: guia completo com os principais tipos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-graos-para-gado-de-corte-guia-completo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por eficiência alimentar é um dos maiores desafios enfrentados pelos confinadores brasileiros. Com o milho e o bezerro representando a maior fatia dos custos de produção, a escolha correta da fonte de energia pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto de terminação. Uma mudança significativa tem transformado o cenário dos confinamentos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-graos-para-gado-de-corte-guia-completo/">Silagem de grãos para gado de corte: guia completo com os principais tipos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por <strong>eficiência alimentar</strong> é um dos maiores desafios enfrentados pelos confinadores brasileiros. Com o milho e o bezerro representando a maior fatia dos custos de produção, a escolha correta da fonte de energia pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto de terminação.</p>
<p>Uma mudança significativa tem transformado o cenário dos confinamentos nacionais: <strong>a crescente migração do milho grão seco para as silagens de grãos</strong>. Levantamentos técnicos revelam uma tendência clara de adoção dessas tecnologias, com uma parcela cada vez mais expressiva dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamentos</a></strong> brasileiros incorporando alguma modalidade de silagem de grãos em suas dietas.</p>
<p>Esta transformação não é uma tendência passageira, mas uma resposta técnica e economicamente fundamentada para aumentar a rentabilidade da produção de carne. Neste artigo, você compreenderá as <strong>três principais modalidades de silagem de grãos disponíveis</strong> e saberá exatamente qual escolher para o seu confinamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são as silagens de grãos?</h2>
<p>Antes de nos aprofundarmos nas comparações, é fundamental entender o conceito de cada uma dessas tecnologias.</p>
<h3>Silagem de grãos úmidos</h3>
<p>A silagem de grãos úmidos é produzida através da colheita precoce do milho, <strong>quando os grãos atingem aproximadamente 35% de umidade</strong>. O processo envolve:</p>
<ul>
<li>Colheita com colhedora de grãos (não de forragem);</li>
<li>Processamento imediato dos grãos;</li>
<li>Transporte até o silo;</li>
<li>Compactação e vedação adequadas.</li>
</ul>
<p>É importante destacar que, ao contrário da silagem de planta inteira, aqui utilizamos equipamentos específicos para colheita de grãos, o que influencia diretamente a logística da operação.</p>
<h3>Grãos reidratados (ou reconstituídos)</h3>
<p>Nesta modalidade, trabalhamos com grãos secos que são <strong>artificialmente reidratados até atingir 35% de umidade</strong>. O processo inclui:</p>
<ul>
<li>Aquisição de grãos secos (milho ou sorgo);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">Moagem em moinho</a></strong> de martelos;</li>
<li>Hidratação durante ou após a moagem (350-400 litros de água por tonelada);</li>
<li>Ensilagem imediata do material reidratado.</li>
</ul>
<p>Esta alternativa é particularmente interessante para quem não possui área agrícola própria ou competência para produção de grãos.</p>
<h3>Silagem de espigas (Snaplage)</h3>
<p>A tecnologia mais recente é a <strong>silagem de espigas</strong>, também conhecida como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/"><em>snaplage</em></a></strong> ou <em>ear lage</em>. Suas características incluem:</p>
<ul>
<li>Colheita com colhedora autopropelida equipada com plataforma despigadora;</li>
<li>Coleta apenas de espigas (grãos + sabugo + palha);</li>
<li>Umidade ideal de 35% no momento da colheita;</li>
<li>Produtividade 15-20% superior aos grãos úmidos.</li>
</ul>
<p>O grande diferencial desta modalidade é que o resíduo da cultura permanece no campo, podendo ser aproveitado para pastejo ou como matéria orgânica para o solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como escolher entre as três opções?</h2>
<p>A decisão sobre qual tipo de silagem utilizar deve considerar múltiplos fatores. Vamos analisar comparativamente cada opção.</p>
<h3>Grãos úmidos vs. grãos reidratados</h3>
<p>Do ponto de vista nutricional, estudos demonstram que não há diferença significativa entre grãos úmidos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reidratacao-do-milho/">grãos reidratados</a></strong> quando ambos são produzidos corretamente. Portanto, a escolha deve basear-se em critérios práticos:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41335" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos.png" alt="Tabela com critérios de escolha entre grãos úmidos e grãos reidratados" width="590" height="482" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos.png 590w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-300x245.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-370x302.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-270x221.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-367x300.png 367w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-silagem-graos-150x123.png 150w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p><strong>Quando optar por grãos úmidos</strong>:</p>
<ul>
<li>Você possui área agrícola suficiente;</li>
<li>Tem competência para produzir lavouras de alto rendimento;</li>
<li>Já possui ou pode adquirir colhedora de grãos;</li>
<li>O custo de produção própria é competitivo.</li>
</ul>
<p><strong>Quando optar por grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Não possui área disponível para agricultura;</li>
<li>Prefere focar exclusivamente na pecuária;</li>
<li>Tem acesso a grãos secos a preços competitivos;</li>
<li>Já possui moinho com capacidade adequada.</li>
</ul>
<h3>Grãos úmidos vs. silagem de espigas</h3>
<p>Esta comparação tende a favorecer a silagem de espigas na maioria das situações, pelos seguintes motivos:</p>
<ol>
<li><strong> Competência agrícola</strong>: Ambas as opções exigem habilidade em produzir lavouras de milho, portanto não há vantagem diferencial neste quesito.</li>
<li><strong> Área disponível</strong>: A silagem de espigas apresenta produtividade 15-20% superior por hectare, pois além dos grãos, incorpora o sabugo e parte da palha. Para confinadores com limitação de área, esta é uma vantagem significativa.</li>
</ol>
<p>Exemplo prático: Com produtividade de 11 toneladas de MS de espigas por hectare e fornecimento de 6,5 kg de MS por animal/dia durante 100 dias, você precisaria de aproximadamente 60 hectares para cada 1.000 bois confinados.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Janela de colheita</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Grãos úmidos: 4-5 dias de janela ideal;</li>
<li>Silagem de espigas: 8-12 dias de janela ideal.</li>
</ul>
<p>O sabugo, componente mais úmido da espiga, sustenta a umidade adequada por mais tempo, facilitando o planejamento da colheita.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Maquinário e logística</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Grãos úmidos: Requer colhedora de grãos + moinho + transportadores;</li>
<li>Silagem de espigas: Utiliza colhedora autopropelida (mais comum em propriedades ou disponível para locação).</li>
</ul>
<p>A operação com silagem de espigas é mais simples: colheita, transporte e ensilagem direta, sem necessidade de moagem prévia.</p>
<h3>Grãos hidratados vs. silagem de espigas</h3>
<p>Esta decisão requer análise mais cuidadosa, considerando:</p>
<p><strong>Vantagens da silagem de espigas</strong>:</p>
<ul>
<li>Maior produtividade por área (15-20%);</li>
<li>Processo de ensilagem mais simples;</li>
<li>Custo da matéria seca 30-40% inferior (em regiões com milho caro);</li>
<li>Menor dependência de compra externa de insumos.</li>
</ul>
<p><strong>Vantagens dos grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Não requer área agrícola;</li>
<li>Não depende de condições climáticas para produção;</li>
<li>Flexibilidade de compra conforme mercado;</li>
<li>Menos investimento em maquinário agrícola.</li>
</ul>
<p><strong>Desafios dos grãos reidratados</strong>:</p>
<ul>
<li>Necessidade de moinho com grande capacidade;</li>
<li>Alto consumo de água (350-400 litros/tonelada);</li>
<li>Sistema de hidratação mais lento;</li>
<li>Logística mais complexa.</li>
</ul>
<p>A decisão deve considerar o perfil do produtor: aquele com vocação agrícola tende a ter melhor resultado com espigas, enquanto o pecuarista exclusivo pode preferir a reidratação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-silagem-graos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sete aspectos-chave: onde não se pode errar</h2>
<p>Independentemente da opção escolhida, certos aspectos técnicos são críticos para o sucesso da silagem de grãos:</p>
<h3>1. Umidade ideal: 35%</h3>
<p>Este é o ponto de colheita/reidratação para todas as modalidades:</p>
<ul>
<li><strong>Grãos úmidos</strong>: colher com 35% de umidade;</li>
<li><strong>Grãos reidratados</strong>: reidratar até 35% de umidade;</li>
<li><strong>Silagem de espigas</strong>: colher com 35% de umidade.</li>
</ul>
<h3>2. Processamento adequado</h3>
<p>O processamento deficiente compromete todo o investimento. Grãos mal processados resultam em maior excreção de amido nas fezes, redução da energia líquida do alimento e perda de eficiência alimentar.</p>
<ul>
<li><strong>Para grãos reidratados</strong>: Evite usar moinhos de rolo; prefira moinhos de martelo com capacidade adequada. Faça testes de granulometria usando peneiras para avaliar a eficiência do processamento.</li>
<li><strong>Para silagem de espigas</strong>: A colhedora autopropelida deve processar 100% dos grãos. Ajuste o cracker (rolo processador) com distância de 1-2 mm entre os rolos. Não tolere grãos inteiros.</li>
</ul>
<h3>3. Uso de aditivos</h3>
<p>Silagens de grãos são altamente suscetíveis à deterioração pós-abertura. Use obrigatoriamente:</p>
<ol>
<li>Opção 1: Inoculantes contendo <strong>Lactobacillus buchneri</strong>. Mas atenção, nem todo inoculante contém esta cepa específica, algumas cepas requerem 1,5-2x a dose recomendada para silagens de grãos.</li>
<li>Opção 2: Ácidos orgânicos também são efetivos contra deterioração aeróbia.</li>
</ol>
<p><strong>Importante: Outros inoculantes que não contenham Lactobacillus buchneri NÃO funcionam adequadamente para silagens de grãos.</strong></p>
<h3>4. Vedação de qualidade</h3>
<p>Utilize lonas com barreira de oxigênio. O investimento inicial é compensado pela:</p>
<ul>
<li>Maior tempo de prateleira;</li>
<li>Redução de perdas por deterioração;</li>
<li>Melhor conservação das características nutricionais;</li>
<li>Menor risco de micotoxinas.</li>
</ul>
<h3>5. Tempo mínimo de estocagem</h3>
<p>As silagens de grãos precisam de no mínimo <strong>60 dias de fermentação</strong> antes da utilização. Quanto mais tempo estocadas, maior a digestibilidade do amido.</p>
<p>Planeje seu confinamento considerando este período de maturação da silagem.</p>
<h3>6. Formulação adequada</h3>
<p>Ao formular dietas com silagens de grãos, atenção especial para:</p>
<p><strong>Relação úmido de alta degradação : úmido de baixa degradação</strong></p>
<ul>
<li>Recomendação: 70% amido de alta degradação (silagem) : 30% amido de baixa degradação (grão seco)</li>
<li>Esta proporção otimiza a fermentação ruminal e previne distúrbios metabólicos</li>
</ul>
<p><strong>Proteína degradável no rúmen (PDR)</strong></p>
<ul>
<li>Dietas com silagem de grãos demandam aproximadamente 65% da proteína bruta como PDR;</li>
<li>O amido de alta degradação aumenta o dreno de amônia ruminal;</li>
<li>Microrganismos precisam de mais fonte nitrogenada prontamente disponível.</li>
</ul>
<p><strong>Relação amido:PDR</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha em torno de 5,5:1;</li>
<li>Valores menores indicam excesso de PDR (desperdício econômico);</li>
<li>Valores maiores indicam deficiência de PDR (limita fermentação ruminal).</li>
</ul>
<p><strong>Fibra fisicamente efetiva</strong></p>
<ul>
<li>Mínimo de 20-23% de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/">FDN</a></strong> na dieta;</li>
<li>Essencial para mastigação e tamponamento ruminal;</li>
<li>Compensa o alto teor de amido rapidamente fermentável.</li>
</ul>
<h3>7. Adaptação e monitoramento</h3>
<p>A adaptação dos animais é fundamental e <strong>deve seguir um protocolo mínimo de 15 dias</strong>. O processo consiste em reduzir gradualmente o teor de fibra na dieta através de um sistema chamado &#8220;<em>step up</em>&#8220;.</p>
<p>Nos primeiros cinco dias, os animais devem receber dieta com 35% de FDN. Entre o sexto e décimo dia, esse percentual é reduzido para 30% de FDN. Do décimo primeiro ao décimo quinto dia, trabalha-se com 25% de FDN. A partir do décimo sexto dia, os animais estão aptos a consumir a dieta final, com 20-21% de FDN.</p>
<p>Paralelamente ao protocolo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adaptacao-no-confinamento-do-gado-de-corte/">adaptação</a></strong>, é essencial estabelecer um <strong>monitoramento intensivo</strong> em múltiplas frentes. A avaliação diária do cocho deve contemplar padrões de consumo, possíveis seleções de ingredientes pelos animais e volume de sobras.</p>
<p>O escore de fezes precisa ser realizado de duas a três vezes ao dia, permitindo identificar precocemente qualquer desequilíbrio digestivo. A observação comportamental dos animais é igualmente importante, buscando sinais clínicos de acidose como apatia, redução de consumo ou salivação excessiva. Por fim, as pesagens periódicas fornecem dados objetivos para avaliar se o desempenho está dentro do esperado.</p>
<p>Lembre-se: o problema nunca está no alimento, mas na forma como é utilizado. Silagens de grãos são seguras quando manejadas corretamente.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A adoção de silagens de grãos representa uma<strong> evolução natural e necessária dos sistemas de confinamento brasileiro</strong>. Com milho e bezerro respondendo por mais da metade dos custos de produção, cada ponto percentual de melhoria na eficiência alimentar reflete diretamente na rentabilidade do negócio.</p>
<p>Todas as três opções de silagem são nutricionalmente superiores ao grão seco, desde que os sete aspectos críticos sejam respeitados: umidade, processamento, aditivos, vedação, tempo de estocagem, formulação adequada e adaptação criteriosa.</p>
<p>O futuro dos confinamentos passa necessariamente por maior eficiência no uso dos nutrientes. As silagens de grãos não são modismo passageiro, mas ferramentas consolidadas que finalmente encontram condições técnicas e econômicas para adoção em larga escala no Brasil.</p>
<p>O sucesso está nos detalhes: invista em tecnologia, capacite sua equipe, monitore processos e busque sempre o suporte de profissionais qualificados. A diferença entre um confinamento lucrativo e um projeto deficitário está na soma desses pequenos cuidados cotidianos.</p>
<h2>Produza mais arrobas com menos custo e em menos tempo</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-silagem-graos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-silagem-graos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-graos-para-gado-de-corte-guia-completo/">Silagem de grãos para gado de corte: guia completo com os principais tipos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lama no confinamento: como lidar e os principais impactos na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/lama-no-confinamento-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lama no confinamento é um dos maiores desafios enfrentados por pecuaristas, técnicos e gestores durante o período chuvoso. Além de comprometer o conforto e o desempenho dos animais, esse problema afeta diretamente a eficiência econômica e a sustentabilidade do sistema. Saber identificar, manejar e prevenir o excesso de lama é essencial para manter a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/lama-no-confinamento-gado-de-corte/">Lama no confinamento: como lidar e os principais impactos na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>lama no confinamento</strong> é um dos maiores desafios enfrentados por pecuaristas, técnicos e gestores <strong>durante o período chuvoso</strong>. Além de comprometer o conforto e o desempenho dos animais, esse problema afeta diretamente a eficiência econômica e a sustentabilidade do sistema.</p>
<p>Saber identificar, manejar e prevenir o excesso de lama é essencial para manter a produtividade e proteger o investimento realizado na operação de engorda intensiva.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá por que a lama se forma, quais são seus principais impactos, e aprenderá como manejar o confinamento para reduzir prejuízos e aumentar o retorno financeiro.​</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é a lama no confinamento e por que ela se forma?</h2>
<p>A lama é o resultado da <strong>combinação de chuvas, dejetos e pisoteio do gado sobre o solo dos currais</strong>. Em situações normais, pequenas áreas úmidas são toleráveis, mas quando o acúmulo de água e matéria orgânica ultrapassa a capacidade de drenagem do piso, o local se transforma em um ambiente lodoso e insalubre.</p>
<p>Entre os principais fatores que favorecem a formação de lama no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong> estão o excesso de chuva sem drenagem adequada, o solo argiloso com baixa infiltração, a compactação do terreno e a superlotação dos currais, além da ausência de um bom manejo de dejetos​.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais impactos da lama no confinamento</h2>
<p>A lama é <strong>mais do que um incômodo visual</strong>: trata-se de um forte fator limitante zootécnico e econômico, afetando desempenho, sanidade, ambiente e lucro.</p>
<h3>Impactos no desempenho animal</h3>
<p>A lama reduz o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário</a></strong>, dificulta o acesso ao cocho e aumenta o gasto energético do gado, já que os animais precisam fazer mais esforço ao se locomover. Como consequência, há menor consumo de ração e pior conversão alimentar.</p>
<p>Estudos indicam que <strong>lotes expostos à lama constante podem perder até 7% de peso com lama rasa e até 35% com lama profunda</strong>, mesmo recebendo a mesma dieta​.</p>
<ul>
<li>Menor ganho médio diário;</li>
<li>Menor consumo de ração e pior eficiência alimentar​;</li>
<li>Maior gasto energético na locomoção.</li>
</ul>
<h3>Impactos sanitários e ambientais</h3>
<p>O ambiente úmido e sujo favorece o surgimento de <strong>pododermatites</strong>, <strong>afecções de casco e outras doenças bacterianas</strong>, além de diarreias e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bovinos-confinados-veja-os-principais-pontos-sobre-a-doenca/">problemas respiratórios</a></strong>. Há ainda maior proliferação de moscas e parasitas, com impacto direto no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar</a></strong> e na imunidade dos animais.</p>
<p>Do ponto de vista ambiental, a lama no confinamento aumenta o risco de contaminação de lençóis freáticos e cursos d’água, além de intensificar emissões de metano e óxido nitroso a partir dos dejetos acumulados​.</p>
<h3>Impactos econômicos</h3>
<p>O impacto financeiro é expressivo, pois se somam aumento de gastos com medicamentos e assistência veterinária, queda na eficiência alimentar e retrabalho na manutenção dos currais. Em confinamentos de médio e grande porte, <strong>perdas entre R$ 300 e R$ 500 por animal</strong> são relatadas em situações críticas de lama profunda​.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como manejar e reduzir a lama no confinamento?</h2>
<p>Controlar o problema exige um conjunto de boas práticas estruturais, de manejo de dejetos, de manejo do gado e de adoção de tecnologias​.</p>
<h3>Estruturação física e drenagem</h3>
<p>O ponto de partida está no planejamento do terreno. Currais com <strong>declividade entre 2% e 5%</strong> favorecem o escoamento da água, evitando a formação de poças. A instalação de valas, canaletas e drenos laterais é essencial para direcionar o fluxo para áreas de contenção, reduzindo a lama no confinamento em períodos de chuva.​</p>
<ul>
<li>Relevo com leve inclinação para escoar a água;</li>
<li>Canaletas e drenos bem dimensionados;</li>
<li>Uso de cascalho ou brita nas áreas de maior pisoteio.​</li>
</ul>
<h3>Manejo de dejetos e resíduos</h3>
<p>A <strong>remoção periódica dos dejetos</strong> evita a formação de camadas espessas de lama misturada a fezes e urina. O esterco pode ser levado para pátios de compostagem, resultando em adubo orgânico para uso em pastagens ou lavouras da fazenda, transformando um passivo em ativo​.</p>
<h3>Estratégias de manejo do gado</h3>
<p>Ajustes no manejo dos animais também ajudam a reduzir a lama no confinamento.</p>
<p>Reduzir a densidade de cabeças por metro quadrado, realocar lotes para currais mais firmes, proteger áreas de cocho e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouro</a></strong> com piso cimentado ou drenante e criar áreas de descanso elevadas são medidas que melhoram o conforto e diminuem o desgaste físico.</p>
<h2>Soluções tecnológicas e boas práticas</h2>
<p>Tecnologias como pisos drenantes modulares, coberturas parciais sobre cochos e estações meteorológicas conectadas permitem antecipar ações e diminuir a formação de lama.</p>
<p>Experiências relatadas em confinamentos no Brasil Central mostram que o <strong>manejo integrado da lama e da poeira pode reduzir até 35% das perdas associadas à má condição de piso</strong>​.</p>
<h2>Custos e retorno do investimento no controle da lama</h2>
<p>Apesar de exigir investimento inicial, as melhorias estruturais trazem retorno rápido por meio de melhor desempenho e menor custo sanitário​.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41341" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento.png" alt="Tabela com custos estimados e retorno esperado do investimento em melhorias no confinamento" width="696" height="344" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento.png 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-300x148.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-370x183.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-270x133.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/tabela-custo-retorno-confinamento-150x74.png 150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Essas estratégias, quando aplicadas em conjunto, oferecem <strong>retorno sobre o investimento entre 6 e 18 meses</strong>, dependendo do tamanho da fazenda, da intensidade de uso do confinamento e do regime de chuvas da região.​</p>
<h2>Medidas emergenciais em períodos de chuva intensa</h2>
<p>Quando o confinamento já está encharcado, algumas ações emergenciais podem reduzir rapidamente os prejuízos causados pela lama no confinamento.</p>
<ul>
<li>Aplicar cascalho ou resíduos como pneus cortados nas áreas mais pisoteadas;</li>
<li>Reduzir temporariamente a lotação de alguns currais;</li>
<li>Priorizar áreas mais secas para os animais mais pesados;</li>
<li>Intensificar a limpeza.</li>
</ul>
<h2>Boas práticas de longo prazo</h2>
<p>A <strong>prevenção é o caminho mais eficiente</strong> para evitar lama no confinamento ano após ano. Planejar instalações com foco em drenagem, dimensionar corretamente área por animal, treinar a equipe em rotinas de inspeção e integrar o sistema a programas de gestão ambiental são ações que tornam o confinamento mais resiliente e rentável.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A lama no confinamento é um problema sério, mas <strong>perfeitamente controlável com planejamento estruturado</strong>, manejo adequado e uso inteligente de tecnologia. Seus efeitos atingem diretamente o desempenho, a sanidade, o ambiente e a rentabilidade da pecuária de corte, mas, quando tratada como prioridade de gestão, torna-se uma grande oportunidade de ganho em eficiência.</p>
<p>Investir em prevenção e correção é investir em bem-estar animal, produtividade e retorno econômico em toda a cadeia da fazenda.</p>
<h2>Produza mais arrobas com menos custo e em menos tempo</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/lama-no-confinamento-gado-de-corte/">Lama no confinamento: como lidar e os principais impactos na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Suplementação no período das águas: estratégias para maximizar o desempenho do rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-no-periodo-das-aguas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando chega o período das águas e as pastagens ficam verdes e volumosas, muitos pecuaristas se perguntam: “se o pasto está bonito, por que suplementar?”. Essa dúvida é comum e, se não for bem esclarecida, pode fazer a fazenda perder uma das melhores oportunidades de acelerar ganho de peso, reduzir idade ao abate e organizar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando chega o período das águas e as pastagens ficam verdes e volumosas, muitos pecuaristas se perguntam: <strong><em>“se o pasto está bonito, por que suplementar?”</em></strong>. Essa dúvida é comum e, se não for bem esclarecida, pode fazer a fazenda perder uma das melhores oportunidades de acelerar ganho de peso, reduzir idade ao abate e organizar melhor o fluxo de caixa do negócio.</p>
<p>O fato de o pasto estar verde não significa que a dieta dos animais está completa nem que o sistema está operando no seu máximo potencial. A <strong>suplementação no período das águas</strong> entra justamente para corrigir limitações nutricionais, capturar o “ganho de oportunidade” dessa época e transformar capim em arrobas com mais eficiência.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é suplementação no período das águas?</h2>
<p>Suplementação no período das águas é o <strong>fornecimento estratégico de nutrientes adicionais</strong> aos animais em pastejo, durante a estação chuvosa, para complementar aquilo que o capim não entrega sozinho. Ela faz parte de um planejamento nutricional anual, que considera tanto a seca quanto as águas como fases integradas do mesmo sistema.</p>
<p>Nas águas, o capim é abundante e, em geral, apresenta boa proteína, mas nem sempre há equilíbrio entre energia, proteína, minerais e consumo efetivo. Já na seca, o desafio é a falta de massa e qualidade.</p>
<p>Por isso, a lógica da suplementação muda: <strong>na seca, muitas vezes se “salva” o desempenho; nas águas, se potencializa o desempenho</strong>, aproveitando o melhor momento do ano para ganho de peso e para “preparar” o rebanho para a época crítica.</p>
<h2>Por que suplementar quando o pasto está verde?</h2>
<h3>Limitações nutricionais do pasto de águas</h3>
<p>Apesar do visual atrativo, <strong>o pasto de águas tem limitações</strong>. A qualidade nutricional varia conforme a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécie</a></strong>, idade da planta, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e manejo de pastejo. Em muitas situações, o animal tem volume, mas não tem o equilíbrio ideal entre energia e proteína para atingir ganhos mais altos. Além disso, o capim jovem é muito úmido, o que limita o consumo de matéria seca.</p>
<p>Outro ponto é a variação da qualidade ao longo da estação. No início das águas, o capim é bastante tenro; à medida que cresce e passa do ponto, a fibra aumenta, a digestibilidade cai e o desempenho diminui. <strong>Suplementar nas águas ajuda a “amortecer” essa variação, mantendo o nível nutricional oferecido mais estável ao longo da estação</strong>.</p>
<h3>Ganho de oportunidade</h3>
<p>O período das águas é o <strong>melhor momento para o animal ganhar peso</strong>: há capim, temperatura favorável e, em geral, melhor <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar</a></strong>. Quando a suplementação no período das águas é bem planejada, o pecuarista aproveita esse ambiente favorável para aumentar o ganho médio diário e reduzir o tempo total de permanência do animal no sistema.</p>
<p>Isso significa<strong> abater mais cedo, girar capital mais rápido e liberar área para novas categorias ou para intensificar o sistema</strong>. Em vez de pensar a suplementação apenas como custo, é preciso enxergá-la como investimento para encurtar ciclos e melhorar a rentabilidade por hectare e por cabeça.</p>
<h3>Padronização de lotes e planejamento de venda</h3>
<p>Outro benefício relevante é a <strong>padronização de lotes</strong>. Sem suplementação, alguns animais respondem muito bem ao pasto e outros nem tanto, gerando lotes desuniformes, com dificuldade de fechamento de cargas e negociação.</p>
<p>Com um programa bem desenhado de suplementação nas águas, os ganhos tendem a ser mais homogêneos, o que facilita planejamento de venda, uso de escalas de frigorífico, contratos e até estratégias de travas de preço.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais tipos de suplementação no período das águas</h2>
<h3>Suplementação mineral</h3>
<p>A base de qualquer sistema é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplementação mineral</a></strong>. Mesmo com pasto verde, a exigência de minerais (principalmente macro e microminerais) nem sempre é atendida somente com o capim. Fornecer mistura mineral adequada mantém o metabolismo em equilíbrio, sustenta a imunidade e evita perdas silenciosas de desempenho.</p>
<p>No entanto, em muitos projetos focados em maior desempenho, o mineral isolado tende a ser a porta de entrada, e não o ponto de chegada. Ou seja, é fundamental, mas limitado quando a meta é acelerar o ganho de peso nas águas.</p>
<h3>Proteinado de águas</h3>
<p>O <strong>proteinado de águas</strong> é indicado quando se busca ganhar mais peso por cabeça sem perder a lógica de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/">sistema a pasto</a></strong>. Em geral, é utilizado em recria, em categorias em crescimento e em sistemas que desejam antecipar idade de abate ou entrada em confinamento.</p>
<p>Esse tipo de suplemento <strong>ajusta a oferta de proteína e energia fermentescível no rúmen</strong>, permitindo melhor aproveitamento do capim e aumento no ganho médio diário, muitas vezes com incrementos significativos em relação ao animal apenas a pasto.</p>
<h3>Suplementação energética e proteico-energética</h3>
<p>Há cenários em que a suplementação no período das águas entra de maneira ainda mais intensa, com produtos proteico-energéticos ou predominantemente energéticos. Isso ocorre em sistemas mais intensivos, com metas agressivas de ganho, áreas limitadas ou quando se trabalha com categorias mais pesadas próximas do abate.</p>
<p>Nesses casos, o manejo precisa ser ainda mais cuidadoso. Ajustar dose, observar consumo, evitar mudanças bruscas e seguir a recomendação técnica do fabricante e do nutricionista é determinante para evitar problemas de acidose, distúrbios ruminais e desperdício de insumo.</p>
<h2>Benefícios zootécnicos da suplementação no período das águas</h2>
<p>A decisão de suplementar nas águas traz <strong>reflexos diretos sobre os principais indicadores zootécnicos</strong>. O primeiro é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>, que tende a subir de forma consistente quando se oferece uma suplementação bem ajustada ao nível de pasto.</p>
<p>Animais que ganhariam, por exemplo, 400–500 g/dia apenas a pasto podem passar a ganhar bem mais, dependendo da categoria, do plano nutricional e do tipo de suplemento.</p>
<p>Outro ponto é a conversão alimentar do sistema como um todo. Não se trata apenas do suplemento, mas da eficiência com que o conjunto “pasto + suplemento” é transformado em peso vivo e, mais adiante, em arroba. Animais que passam pela estação das águas com bom ganho chegam à seca em melhor condição corporal, o que facilita o manejo posterior e reduz o esforço de recuperação.</p>
<h2>Impactos econômicos: vale a pena suplementar nas águas?</h2>
<p>Do ponto de vista econômico, a pergunta-chave não é “<strong>quanto custa a suplementação?”</strong>, e sim <strong>“quanto retorno ela gera por real investido?”.</strong> Quando a suplementação no período das águas é bem dimensionada, o incremento de ganho de peso compensa o custo do suplemento e ainda aumenta a margem.</p>
<p>Abaixo, um exemplo simplificado para ilustrar o raciocínio:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41329" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas.png" alt="Exemplo de cenários com e sem suplementação nas águas" width="969" height="244" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas.png 969w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-300x76.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-768x193.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-370x93.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-270x68.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-740x186.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/suplementacao_aguas-150x38.png 150w" sizes="auto, (max-width: 969px) 100vw, 969px" /></p>
<p>Supondo que o ganho adicional seja de 45 kg (105 kg – 60 kg) e que a arroba vendida remunere o sistema de forma positiva, o produtor precisa comparar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">valor dessa arroba</a></strong> extra com o custo do suplemento. É assim que se avalia se a estratégia é economicamente viável na realidade da fazenda.</p>
<p>Além do peso extra, entram na conta: redução de tempo de permanência, melhor uso da área, oportunidade de fazer mais giros e até melhoria na negociação de preço por entregar animais mais padronizados e no momento certo.</p>
<h2>Como planejar a suplementação no período das águas?</h2>
<h3>Definição de objetivos do sistema</h3>
<p>O planejamento começa com uma pergunta simples: <strong>qual é o objetivo do sistema?</strong> Cria, recria, engorda ou ciclo completo? A estratégia de suplementação no período das águas para recria de fêmeas de reposição, por exemplo, será diferente daquela utilizada em novilhos em terminação a pasto.</p>
<p>Definir metas de ganho de peso, idade de abate e lotação desejada por hectare ajuda a escolher o tipo de suplemento e a intensidade da suplementação.</p>
<h3>Escolha do tipo de suplemento</h3>
<p>Com os objetivos claros, é possível decidir se a fazenda vai trabalhar com mineral, proteinado, proteico-energético ou combinações em diferentes categorias. Essa escolha deve levar em conta:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Categoria animal</strong> (bezerro, garrote, novilho, vaca).</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Oferta e qualidade de pasto ao longo das águas</strong>.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Meta de desempenho</strong> (manter, ganhar moderado, ganhar agressivo).</li>
</ul>
<p>Em muitos casos, vale a pena começar com estratégias mais “simples” e evoluir à medida que a fazenda ganha dados e confiança no resultado.</p>
<h3>Dimensionamento de cochos, logística e manejo</h3>
<p>A parte prática é decisiva para que a suplementação funcione. <strong>É fundamental dimensionar bem o espaço de cocho por animal</strong>, garantindo acesso adequado e evitando a dominância de alguns animais sobre outros. A rotina de fornecimento também precisa ser realista para a equipe, com frequência e horários bem definidos.</p>
<p>Treinar a equipe para observar consumo, sobras, comportamento dos animais e possíveis sinais de problemas gastrointestinais é parte do manejo. Um bom suplemento, mal manejado, dificilmente entrega o resultado esperado.</p>
<h2>Erros mais comuns na suplementação no período das águas</h2>
<p>Alguns erros se repetem em muitas fazendas. Um deles é <strong>acreditar que o pasto verde resolve tudo e deixar de aproveitar o potencial da estação</strong>. Outro é escolher suplemento apenas pelo preço por saco, sem analisar concentração de nutrientes, consumo esperado e custo por cabeça/dia.</p>
<p>Também é comum não alinhar suplementação com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo de pastagem</a></strong>. Capim passado, excesso de lotação ou falta de rotação prejudicam o desempenho, mesmo com suplemento. Além disso, deixar de monitorar ganho médio diário e consumo faz com que o produtor fique sem saber se a estratégia está dando o retorno esperado.</p>
<h2>Boas práticas para aumentar o retorno da suplementação nas águas</h2>
<p>Para extrair o máximo da suplementação no período das águas, algumas boas práticas são fundamentais. Entre elas, <strong>realizar pesagens periódicas e registrar o desempenho dos diferentes lotes</strong>, ajustando a estratégia conforme os resultados. Acompanhar consumo de suplemento e sobras ajuda a evitar tanto desperdício quanto suboferta.</p>
<p>Outro ponto é <strong>integrar nutrição e pastagem</strong>: manejar altura de entrada e saída dos piquetes, ajustar lotação e, quando possível, trabalhar com algum nível de rotação de pastos. Assim, o suplemento passa a complementar um capim bem manejado, e não a “tapar buraco” de uma pastagem mal conduzida.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>Suplementar no período das águas não é luxo, nem exagero: é estratégia</strong>. A suplementação no período das águas transforma o melhor momento do ano em uma verdadeira alavanca de resultados, encurtando ciclos, aumentando ganho de peso, padronizando lotes e melhorando o uso da área. Quando bem planejada, deixa de ser vista como custo e passa a ser reconhecida como investimento em produtividade e rentabilidade.</p>
<p>Para quem deseja profissionalizar o projeto de gado de corte, vale revisar o plano nutricional de forma anual, alinhando pastagem, suplementação e metas de produção. Isso coloca a fazenda em outro patamar de eficiência e prepara o sistema para enfrentar a seca com muito mais segurança.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-suplementacao-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-no-periodo-das-aguas/">Suplementação no período das águas: estratégias para maximizar o desempenho do rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Adaptação no confinamento: protocolos essenciais para máximo desempenho animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sucesso de um confinamento se define nas primeiras semanas. Essa afirmação, compartilhada por técnicos e pecuaristas experientes, reflete uma realidade incontestável: a fase de adaptação no confinamento é o alicerce sobre o qual todo o desempenho zootécnico e econômico do sistema será construído. Animais que passam por uma adaptação bem conduzida apresentam maior consumo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso de um confinamento se define nas primeiras semanas. Essa afirmação, compartilhada por técnicos e pecuaristas experientes, reflete uma realidade incontestável: <strong>a fase de adaptação no confinamento</strong> é o alicerce sobre o qual todo o desempenho zootécnico e econômico do sistema será construído.</p>
<p>Animais que passam por uma adaptação bem conduzida apresentam maior consumo de ração, melhor conversão alimentar, menor incidência de doenças metabólicas e, consequentemente, maior rentabilidade para o produtor.</p>
<p>Entretanto, essa etapa crítica ainda é negligenciada em muitas propriedades, seja por desconhecimento técnico, pressa em alcançar resultados ou subestimação dos riscos envolvidos. O resultado são perdas expressivas: <strong>animais que não se adaptam adequadamente podem apresentar ganhos de peso até 40% inferiores</strong>, taxas de morbidade elevadas e, em casos extremos, mortalidade significativa nos primeiros dias de confinamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a adaptação no confinamento e por que é crítica?</h2>
<p>A <strong>adaptação no confinamento</strong> é o período de transição durante o qual os animais, provenientes geralmente de sistemas a pasto, são gradualmente acostumados às condições do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>: nova dieta (alta em concentrados), novo ambiente, nova rotina e novo manejo social.</p>
<h3>Mudanças que o animal enfrenta</h3>
<p>Quando um bovino é transferido do pasto para o confinamento, ele vivencia transformações abruptas:</p>
<ul>
<li><strong>Nutricional</strong>: De uma dieta rica em fibras de baixa qualidade para <strong>alimentos concentrados e de alto valor energético</strong>;</li>
<li><strong>Ambiental</strong>: Do espaço amplo ao curral limitado, do solo natural ao piso compactado;</li>
<li><strong>Social</strong>: Formação de novos lotes, hierarquia social em disputa, competição por recursos;</li>
<li><strong>Comportamental</strong>: Mudança na rotina de alimentação, restrição de movimento, aprendizado do cocho.</li>
</ul>
<h3>Consequências de uma má adaptação</h3>
<p>Falhas no processo de adaptação resultam em:</p>
<ul>
<li>Desenvolvimento de acidose ruminal aguda ou subaguda;</li>
<li>Timpanismo e distúrbios digestivos;</li>
<li>Imunossupressão e maior susceptibilidade a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bovinos-confinados-veja-os-principais-pontos-sobre-a-doenca/">doenças respiratórias</a></strong>;</li>
<li>Mortalidade precoce (morte súbita);</li>
<li>Redução permanente no desempenho;</li>
<li>Aumento nos custos com medicamentos e tratamentos;</li>
<li>Comprometimento do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar animal</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Por esses motivos, investir em protocolos de adaptação adequados não é despesa, mas sim economia preventiva e maximização de resultados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fisiologia da adaptação: o que acontece com o animal?</h2>
<p>Compreender as alterações fisiológicas durante a adaptação é fundamental para desenhar protocolos eficientes.</p>
<h3>Adaptação ruminal: a transformação do rúmen</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-digestivo-dos-bovinos/">rúmen</a></strong> é um ecossistema complexo habitado por bilhões de microrganismos (bactérias, protozoários, fungos) responsáveis pela digestão da fibra e produção de ácidos graxos voláteis (AGV).</p>
<p>No pasto, predominam microrganismos celulolíticos (digestores de fibra). No confinamento, com dietas ricas em amido, é necessário que populações amilolíticas (digestoras de amido) se estabeleçam.</p>
<p>As principais mudanças que ocorrem são: <strong>aumento da produção de ácido propiônico, redução do pH ruminal, desenvolvimento das papilas ruminais e aumento da capacidade absortiva do epitélio ruminal</strong>.</p>
<p>Esse processo não ocorre instantaneamente. São necessários de <strong>14 a 21 dias</strong> para que o rúmen esteja completamente adaptado a dietas de alto concentrado.</p>
<h3>Adaptação metabólica</h3>
<p>O fígado e outros tecidos também precisam se adaptar ao maior aporte energético e à nova composição de nutrientes absorvidos. A capacidade de metabolizar propionato em glicose, por exemplo, aumenta progressivamente durante a adaptação.</p>
<h3>Estresse e bem-estar animal</h3>
<p>A mudança de ambiente, transporte, manejo e mistura de lotes gera estresse agudo nos animais. O cortisol elevado suprime o sistema imunológico, reduz o consumo alimentar e aumenta a susceptibilidade a doenças. Minimizar o estresse é, portanto, componente essencial do protocolo de adaptação.</p>
<h2>Objetivos principais da fase de adaptação</h2>
<p>Um protocolo de adaptação no confinamento bem estruturado deve alcançar quatro objetivos integrados:</p>
<h3>1. Desenvolvimento da musculatura e superfície absortiva ruminal</h3>
<p>As papilas do rúmen aumentam em tamanho e número quando expostas aos AGV produzidos na fermentação de concentrados. Esse desenvolvimento é crucial para a eficiência digestiva.</p>
<h3>2. Estabilização da microbiota ruminal</h3>
<p>Estabelecer populações microbianas adequadas para digerir dietas ricas em amido, mantendo pH ruminal estável e evitando distúrbios metabólicos.</p>
<h3>3. Aceitação gradual da dieta final</h3>
<p>Acostumar os animais ao sabor, textura e composição da ração de terminação, evitando recusas e garantindo consumo voluntário adequado.</p>
<h3>4. Redução do estresse e habituação ao ambiente</h3>
<p>Permitir que os animais se acostumem ao novo ambiente, rotina de manejo, competição no cocho e interações sociais.</p>
<h2>Duração ideal do período de adaptação</h2>
<p>A duração do período de adaptação varia conforme diversos fatores, mas <strong>protocolos entre 14 e 21 dias são os mais recomendados</strong> pela literatura científica e pela experiência prática.</p>
<h3>Fatores que influenciam o tempo necessário</h3>
<ul>
<li><strong>Origem dos animais</strong>: Animais direto do pasto exigem adaptação mais longa que animais de recria com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong>.</li>
<li><strong>Categoria</strong>: Novilhos jovens adaptam-se mais rapidamente que bois adultos.</li>
<li><strong>Nível de concentrado da dieta final</strong>: Dietas com 80-85% de concentrado exigem adaptação mais cuidadosa.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/"><strong>Condição corporal</strong></a>: Animais muito magros podem ter resposta imunológica comprometida.</li>
<li><strong>Genética</strong>: Animais Bos taurus geralmente são mais sensíveis a distúrbios metabólicos.</li>
</ul>
<h3>Protocolos mais utilizados</h3>
<ul>
<li><strong>Protocolo de 7 dias</strong>: Indicado apenas para animais já habituados a suplementação concentrada. Apresenta maior risco de acidose.</li>
<li><strong>Protocolo de 14 dias</strong>: Padrão na maioria dos confinamentos comerciais. Equilibra segurança e custo.</li>
<li><strong>Protocolo de 21 dias</strong>: Recomendado para animais direto do pasto, dietas muito ricas em concentrado ou em períodos de estresse térmico intenso.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-adaptacao-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Protocolo de adaptação no confinamento passo a passo</h2>
<p>Um protocolo eficiente de adaptação no confinamento segue etapas sequenciais e bem definidas.</p>
<h3>Etapa 1: Recepção dos animais</h3>
<p><strong>Imediato à chegada</strong>:</p>
<ul>
<li>Oferecer <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">água de qualidade</a></strong> à vontade imediatamente;</li>
<li>Fornecer feno ou volumoso de boa qualidade nas primeiras 24 horas;</li>
<li>Permitir descanso mínimo de 12-24 horas antes de manejos intensivos;</li>
<li>Realizar avaliação visual do lote (identificar animais problemáticos).</li>
</ul>
<p><strong>Nas primeiras 48-72 horas</strong>:</p>
<ul>
<li>Executar protocolo sanitário (vacinas, vermífugos, antibióticos se necessário);</li>
<li>Realizar pesagem de entrada;</li>
<li>Aplicar identificação (brincos, bottons);</li>
<li>Evitar múltiplos estresses simultâneos.</li>
</ul>
<h3>Etapa 2: Dietas de transição</h3>
<p>As dietas devem progredir gradualmente em concentração energética. Um protocolo clássico de 14 dias pode ser estruturado assim:</p>
<p>Exemplo de protocolo de 14 dias:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40767" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento.png" alt="Protocolo prático para 14 dias de confinamento" width="1000" height="348" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento.png 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-300x104.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-768x267.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-370x129.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-270x94.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-740x258.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/protocolo-14-dias-confinamento-150x52.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Observações importantes:</p>
<ul>
<li>Incrementos diários não devem superar 5-10% do concentrado total;</li>
<li>Manter volumoso de qualidade (feno, silagem, bagaço de cana) durante toda adaptação;</li>
<li>Ajustar conforme observação do comportamento e consumo do lote.</li>
</ul>
<h3>Etapa 3: Monitoramento diário</h3>
<p>Durante toda a fase de adaptação, é essencial monitorar:</p>
<p><strong>Consumo de ração</strong>:</p>
<ul>
<li>Registrar sobras diariamente;</li>
<li>Calcular consumo de matéria seca (CMS);</li>
<li>Meta: atingir 2,0-2,5% do peso vivo em MS ao final da adaptação.</li>
</ul>
<p><strong>Comportamento no cocho</strong>:</p>
<ul>
<li>Percentual de animais se alimentando em cada trato;</li>
<li>Sinais de competição excessiva;</li>
<li>Animais isolados ou apáticos.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais clínicos</strong>:</p>
<ul>
<li>Fezes líquidas (acidose);</li>
<li>Distensão abdominal (timpanismo);</li>
<li>Tosse e secreção nasal (pneumonia);</li>
<li>Animais deitados isoladamente.</li>
</ul>
<p><strong>Consumo de água</strong>:</p>
<ul>
<li>Verificar se todos os bebedouros estão funcionando;</li>
<li>Observar formação de filas excessivas.</li>
</ul>
<h3>Etapa 4: Ajustes necessários</h3>
<p>Baseado no monitoramento, realize ajustes:</p>
<ul>
<li>Se consumo baixo: reduzir ritmo de incremento do concentrado;</li>
<li>Se muitas fezes líquidas: aumentar volumoso temporariamente;</li>
<li>Se timpanismo frequente: adicionar ionóforos ou reduzir grãos finamente moídos;</li>
<li>Se problemas respiratórios: intervir com protocolo sanitário de resgate.</li>
</ul>
<h2>Estratégias nutricionais na adaptação</h2>
<p>A nutrição é o pilar central da adaptação no confinamento.</p>
<h3>Incremento gradual de concentrado</h3>
<p>O princípio fundamental é <strong>aumentar progressivamente a densidade energética da dieta</strong>, permitindo adaptação ruminal sem causar distúrbios. Incrementos muito rápidos são a principal causa de acidose.</p>
<p>Temos como boas práticas: nunca aumentar concentrado em mais de 10% da MS total de um dia para o outro, sendo que em animais muito sensíveis, esse incremento deve ser de 5%.</p>
<h3>Proporção volumoso:concentrado</h3>
<p>O volumoso na adaptação tem funções múltiplas:</p>
<ul>
<li>Estimular ruminação e salivação (tamponamento natural do rúmen);</li>
<li>Reduzir velocidade de fermentação;</li>
<li>Fornecer fibra fisicamente efetiva;</li>
<li>Melhorar palatabilidade inicial.</li>
</ul>
<h3>Uso de aditivos</h3>
<ul>
<li><strong>Ionóforos (monensina, lasalocida)</strong>: reduzem a produção de lactato, melhoram eficiência energética e reduzem risco de acidose;</li>
<li><strong>Probióticos e leveduras</strong>: auxiliam no estabelecimento da microbiota e estabilizam pH ruminal;</li>
<li><strong>Tamponantes (bicarbonato de sódio, óxido de magnésio)</strong>: neutralizam a acidez ruminal.</li>
</ul>
<h3>Qualidade dos ingredientes</h3>
<p>É importante que os ingredientes sejam de boa qualidade. Grãos mofados causam micotoxicoses e imunossupressão, o processamento inadequado aumenta risco de acidose e a variação na composição da dieta gera instabilidade ruminal.</p>
<h2>Manejo de cocho durante a adaptação</h2>
<p>O cocho é o ponto de contato entre a estratégia nutricional e o animal. Seu manejo correto é determinante.</p>
<h3>Frequência de fornecimento</h3>
<ol>
<li><strong>Uma vez ao dia</strong>: Economia de mão de obra, mas maior competição e consumo irregular.</li>
<li><strong>Duas vezes ao dia (recomendado)</strong>: Reduz competição, estimula consumo, permite ajustes mais precisos.</li>
<li><strong>Três ou mais vezes</strong>: Ideal para adaptação de animais muito sensíveis, mas aumenta custos operacionais.</li>
</ol>
<h3>Quantidade de ração</h3>
<p>Na adaptação, <strong>trabalhe com sobras de 3-5% do fornecido</strong>. Sobras excessivas indicam rejeição ou problemas. Falta de sobras pode indicar subnutrição ou competição excessiva.</p>
<h3>Limpeza e higienização</h3>
<p>Remova sobras diariamente, especialmente em períodos chuvosos ou de alta umidade. Alimentos deteriorados são focos de contaminação e recusa alimentar.</p>
<h3>Espaço de cocho por animal</h3>
<p>Mínimo recomendado:</p>
<ul>
<li>0,35 m/animal para confinamentos intensivos;</li>
<li>0,40 m/animal para adaptação mais confortável.</li>
</ul>
<p>Espaço insuficiente gera competição, dominância excessiva e animais subordinados com baixo consumo.</p>
<h2>Manejo de água e conforto térmico</h2>
<p>Água e conforto são fatores frequentemente subestimados, mas críticos para o sucesso da adaptação.</p>
<h3>Disponibilidade e qualidade da água</h3>
<ul>
<li>Fornecer no mínimo 10-15 litros de água/100 kg de peso vivo/dia e uma quantidade maior em dias com temperaturas maiores que 30ºC;</li>
<li>Garantir 10-15 cm lineares de bebedouro por animal;</li>
<li>Água limpa, fresca e de qualidade microbiológica adequada;</li>
<li>Verificar funcionamento diário dos bebedouros.</li>
</ul>
<h3>Sombreamento e ventilação</h3>
<p>Estresse térmico durante a adaptação agrava todos os problemas, pois reduz consumo alimentar drasticamente, aumenta frequência respiratória e temperatura corporal e compromete o sistema imunológico.</p>
<p>Temos como soluções: sombreamento natural ou artificial, ventilação adequada dos currais e aspersão de água em temperaturas acima de 30ºC.</p>
<h3>Densidade de animais por curral</h3>
<p><strong>Evite superlotação durante a adaptação</strong>. Densidade excessiva aumenta competição, estresse e incidência de doenças respiratórias.</p>
<p>Recomendado:</p>
<ul>
<li>15-25 m²/animal em confinamentos de chão batido;</li>
<li>10-15 m²/animal em instalações com piso de concreto.</li>
</ul>
<h2>Protocolos sanitários na entrada</h2>
<p>A adaptação é o momento ideal para implementar protocolos sanitários preventivos.</p>
<h3>Vacinações essenciais</h3>
<p><strong>Obrigatórias</strong>:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/">Febre aftosa</a></strong> (conforme calendário oficial);</li>
<li>Raiva (em áreas endêmicas);</li>
<li>Clostridioses (7 ou 8 vias).</li>
</ul>
<p><strong>Altamente recomendadas</strong>:</p>
<ul>
<li>Vacinas respiratórias (IBR, BRSV, PI3, <em>Mannheimia haemolytica</em>);</li>
<li>Reforços após 21-30 dias (especialmente em animais jovens).</li>
</ul>
<h3>Vermifugação e controle de parasitas</h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">Vermífugos</a></strong> de amplo espectro na entrada;</li>
<li>Controle de carrapatos, bernes e moscas;</li>
<li>Produtos pour-on ou injetáveis conforme necessidade.</li>
</ul>
<h3>Tratamentos preventivos</h3>
<p>Em lotes de risco (animais magros, origem duvidosa, histórico sanitário desconhecido):</p>
<ul>
<li>Antibióticos de longa ação (metafilaxia respiratória);</li>
<li>Vitaminas ADE;</li>
<li>Minerais injetáveis se deficiência conhecida.</li>
</ul>
<h2>Monitoramento e indicadores de sucesso</h2>
<p>Como saber se a adaptação está sendo bem-sucedida? Monitore estes indicadores:</p>
<h3>Consumo de matéria seca</h3>
<p><strong>Meta progressiva</strong>:</p>
<ul>
<li>Dias 1-5: 1,0-1,5% do peso vivo;</li>
<li>Dias 6-10: 1,5-2,0% do peso vivo;</li>
<li>Dias 11-15: 2,0-2,5% do peso vivo;</li>
<li>Após adaptação: 2,5-3,0% do peso vivo.</li>
</ul>
<h3>Comportamento animal</h3>
<p><strong>Sinais positivos</strong>:</p>
<ul>
<li>70-80% dos animais se alimentando logo após o trato;</li>
<li>Ruminação ativa (animais deitados ruminando);</li>
<li>Consumo de água constante;</li>
<li>Interações sociais normais.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais de alerta</strong>:</p>
<ul>
<li>Animais apáticos, isolados;</li>
<li>Ausência de ruminação;</li>
<li>Fezes muito líquidas ou ausentes;</li>
<li>Distensão abdominal.</li>
</ul>
<h3>Taxa de morbidade e mortalidade</h3>
<p><strong>Metas aceitáveis</strong>:</p>
<ul>
<li>Morbidade (animais doentes): &lt; 5% do lote;</li>
<li>Mortalidade: &lt; 0,5-1,0% durante adaptação.</li>
</ul>
<p>Taxas superiores indicam <strong>falhas no protocolo</strong> ou lotes de alto risco.</p>
<h3>Ganho de peso na adaptação</h3>
<p>Embora não seja o objetivo principal, animais bem adaptados ganham peso desde o início:</p>
<ul>
<li>Meta: 0,5-1,0 kg/dia durante adaptação;</li>
<li>Ganhos negativos ou nulos indicam problemas sérios.</li>
</ul>
<h2>Diferenças entre categorias animais</h2>
<p>Nem todos os animais respondem igualmente aos protocolos de adaptação.</p>
<h3>Novilhos jovens (18-24 meses)</h3>
<p>Eles se <strong>adaptam mais rapidamente</strong> e possuem maior capacidade de ganho compensatório, <strong>porém são mais suscetíveis a doenças respiratórias</strong> e requerem atenção especial ao protocolo sanitário.</p>
<h3>Bois adultos (acima de 30 meses)</h3>
<p>Possuem uma adaptação mais lenta, maior resistência a distúrbios metabólicos e um menor ganho de peso potencial.</p>
<h3>Fêmeas de descarte</h3>
<p>Elas têm um menor consumo relativo, maior deposição de gordura, necessitam de um cuidado com excesso de concentrado e apresentam sensibilidade a estresse social.</p>
<h3>Bos indicus vs Bos taurus</h3>
<ul>
<li><strong>Zebuínos (<a href="https://rehagro.com.br/blog/racas-de-gado-de-corte/">Nelore</a>, Guzerá)</strong>: mais rústicos, toleram melhor estresse térmico, adaptação geralmente mais tranquila;</li>
<li><strong>Taurinos (Angus, Hereford)</strong>: mais sensíveis a distúrbios metabólicos e estresse térmico, requerem protocolos mais cuidadosos.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adaptação no confinamento é, sem dúvida, <strong>a fase mais crítica e determinante de todo o processo de terminação de bovinos em confinamento</strong>. Um protocolo bem executado, que respeita a fisiologia animal, implementa transição nutricional gradual, garante conforto e bem-estar, e realiza monitoramento constante, é a diferença entre o sucesso e o fracasso econômico do sistema.</p>
<p>Lembre-se: <strong>animais que iniciam o confinamento de forma adequada mantêm desempenho superior durante todo o período</strong>, apresentam menor incidência de problemas sanitários e geram maior rentabilidade. Economizar na adaptação é, invariavelmente, perder dinheiro na terminação.</p>
<p>Invista tempo, conhecimento e recursos na fase de adaptação. Os resultados aparecerão no ganho de peso, na saúde do rebanho e, principalmente, no resultado financeiro do seu confinamento. A adaptação bem-feita é o primeiro passo para a excelência em terminação de bovinos.</p>
<h2>Tenha sucesso na fase de adaptação no confinamento</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-adaptacao-confinamento&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-adaptacao-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/adaptacao-no-confinamento-do-gado-de-corte/">Adaptação no confinamento: protocolos essenciais para máximo desempenho animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adubação de pastagens: como maximizar a produtividade do seu rebanho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde <strong>mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto</strong>, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica.</p>
<p>Pastagens bem nutridas não apenas aumentam a capacidade de suporte da propriedade, mas também melhoram o ganho de peso dos animais, reduzem o ciclo de produção e contribuem para a sustentabilidade do sistema.</p>
<p>Contudo, muitos pecuaristas ainda enfrentam dúvidas sobre <strong>como realizar a adubação de forma eficiente</strong>, quais nutrientes priorizar e como calcular as doses adequadas. Este guia completo foi desenvolvido para esclarecer esses pontos e fornecer um passo a passo prático para transformar suas pastagens em áreas de alta performance.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>O que é adubação de pastagens e por que é essencial?</h2>
<p>A <strong>adubação de pastagens</strong> consiste na aplicação de nutrientes ao solo com o objetivo de corrigir deficiências, melhorar a fertilidade e aumentar a produção de forragem. Diferente do que muitos pensam, não se trata apenas de &#8220;jogar adubo&#8221; na área, mas de um processo técnico que exige planejamento, análise e monitoramento constante.</p>
<h3>Impacto na produtividade animal</h3>
<p>Pastagens bem adubadas apresentam <strong>maior produção de matéria seca</strong>, melhor valor nutricional e maior capacidade de rebrota após o pastejo. Isso se traduz em diversos benefícios significativos para a produção animal.</p>
<p>Pode ocorrer um aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> de 100% ou mais, permitindo que mais animais sejam mantidos na mesma área. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso diário</a></strong> tende a ser superior em 30% a 50%, resultado direto da melhor qualidade forrageira disponível.</p>
<p>Há também uma redução do tempo de abate dos animais, tornando o <strong>ciclo produtivo mais eficiente e econômico</strong>. A menor necessidade de suplementação alimentar representa economia nos custos de produção, uma vez que a pastagem fornece os nutrientes essenciais em quantidade e qualidade adequadas.</p>
<p>Além disso, observa-se um melhor desempenho reprodutivo do rebanho, com impactos positivos na fertilidade e na saúde geral dos animais.</p>
<h3>Relação custo-benefício</h3>
<p>Embora a adubação represente um investimento significativo, os retornos são expressivos. Estudos demonstram que <strong>cada real investido em adubação de pastagens pode gerar retornos de 2 a 4 reais em produção animal</strong>, dependendo do manejo e das condições edafoclimáticas da região.</p>
<h2>Vale a pena adubar pastagens com o preço atual dos insumos?</h2>
<p>Esta é uma pergunta que todo pecuarista faz, especialmente em períodos de alta nos preços dos fertilizantes. A resposta, embora pareça simples, exige análise criteriosa de diversos fatores econômicos e produtivos.</p>
<h3>A matemática da adubação</h3>
<p>Para entender se vale a pena investir em adubação, é fundamental calcular o custo por arroba adicional produzida. Vamos a um exemplo prático:</p>
<p><strong>Cenário sem adubação</strong>:</p>
<ul>
<li>Produção: 6 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 1,0 UA/ha;</li>
</ul>
<p><strong>Cenário com adubação (150 kg N/ha + manutenção P e K)</strong>:</p>
<ul>
<li>Investimento: R$ 1.200/ha/ano;</li>
<li>Produção: 15 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 2,5 UA/ha;</li>
<li>Produção adicional: 9 arrobas/ha.</li>
</ul>
<p>Custo por arroba adicional: R$ 1.200 ÷ 9 = R$ 133,33/@</p>
<p>Se a arroba está cotada acima desse valor, a adubação se paga. Mas os benefícios vão além da conta simples.</p>
<h3>Benefícios indiretos que pesam na balança</h3>
<p>Ao adubar pastagens, você obtém vantagens que nem sempre aparecem no cálculo imediato:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do ciclo produtivo</strong>: Animais bem alimentados em pasto de qualidade atingem o peso de abate 6 a 12 meses mais cedo, liberando área e reduzindo custos fixos por animal.</li>
<li><strong>Menor necessidade de suplementação</strong>: Pastagens adubadas têm maior valor nutricional, reduzindo a dependência de suplementos proteicos e energéticos, especialmente no período das águas.</li>
<li><strong>Desfrute mais alto</strong>: Com maior capacidade de suporte, você pode trabalhar com taxas de desfrute superiores, aumentando o giro de capital.</li>
<li><strong>Valorização da propriedade</strong>: Áreas com histórico de boa produtividade e pastagens bem formadas têm maior valor de mercado.</li>
<li><strong>Sustentabilidade</strong>: Pastagens produtivas reduzem a pressão por abertura de novas áreas e melhoram a imagem da pecuária.</li>
</ul>
<h3>Estratégias para momentos de insumos caros</h3>
<p>Quando os preços dos fertilizantes estão em alta, considere estas alternativas:</p>
<ul>
<li><strong>Priorização de áreas</strong>: Em vez de adubar toda a propriedade com baixas doses, concentre investimentos em áreas estratégicas (próximas à sede, melhor solo, melhor acesso à água) com doses adequadas.</li>
<li><strong>Uso de formulações econômicas</strong>: Opte por fertilizantes simples em vez de formulados, que geralmente têm custo por unidade de nutriente mais baixo.</li>
<li><strong>Parcelamento inteligente</strong>: Divida as aplicações de nitrogênio em 2-3 vezes para melhorar a eficiência e diluir o investimento ao longo do ano.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/"><strong>Integração lavoura-pecuária</strong></a>: Aproveite a adubação residual de culturas agrícolas para reduzir custos na fase pastagem.</li>
<li><strong>Compra antecipada</strong>: Adquira fertilizantes na entressafra, quando os preços costumam ser mais competitivos.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-adubacao-pastagens&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Quando NÃO adubar pode sair mais caro</h3>
<p>Deixar de adubar pastagens em momentos de preços altos pode parecer economia, mas frequentemente resulta em:</p>
<ul>
<li>Degradação acelerada das pastagens, exigindo reforma futura (custo muito superior).</li>
<li>Perda de capacidade de suporte, obrigando a venda prematura de animais.</li>
<li>Maior dependência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementos</a></strong>, que também sobem de preço.</li>
<li>Redução do desempenho animal e da rentabilidade por hectare.</li>
<li>Aumento do ciclo produtivo, elevando custos fixos.</li>
</ul>
<h3>O momento certo de investir</h3>
<p>A decisão de adubar deve considerar diversos fatores inter-relacionados. A <strong>relação de troca fertilizante/boi</strong> é um indicador importante: se historicamente é necessário 1,5@ para comprar 1 saco de ureia e a relação subiu para 2,5@, é momento de avaliar alternativas, mas não necessariamente parar de adubar.</p>
<p>O preço de venda da arroba também influencia essa decisão, pois com arroba valorizada, mesmo insumos caros podem viabilizar o investimento. A disponibilidade de forragem na propriedade é outro aspecto importante, já que se a fazenda está no limite da capacidade, não adubar significa perder receita com animais que você poderia estar vendendo.</p>
<p>Por fim, o nível de degradação das pastagens não pode ser ignorado, uma vez que <strong>pastagens já degradadas exigem intervenção urgente</strong>, independente do preço dos insumos.</p>
<p>A verdade é que adubação de pastagens não é despesa, é investimento produtivo. <strong>A questão não é SE adubar, mas COMO adubar de forma mais eficiente e econômica diante do cenário de preços</strong>. Com planejamento, análise técnica e gestão competente, a adubação continua sendo uma das ferramentas mais poderosas para aumentar a rentabilidade da pecuária de corte.</p>
<h2>Análise de solo: o primeiro passo para uma adubação eficiente</h2>
<p>Antes de qualquer aplicação de fertilizantes, é fundamental realizar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>. Esta etapa é decisiva para o sucesso do programa de adubação, pois permite conhecer as características químicas, físicas e, idealmente, biológicas do solo da propriedade.</p>
<h3>Importância da análise</h3>
<p>A análise de solo revela:</p>
<ul>
<li>Níveis de pH e necessidade de calagem;</li>
<li>Teores de nutrientes disponíveis;</li>
<li>Saturação por bases;</li>
<li>Capacidade de troca catiônica (CTC);</li>
<li>Teores de matéria orgânica;</li>
<li>Possíveis problemas de toxicidade (alumínio, por exemplo).</li>
</ul>
<p>Sem essas informações, qualquer recomendação de adubação será apenas um &#8220;chute&#8221;, podendo resultar em desperdício de recursos ou mesmo prejuízos à pastagem.</p>
<h3>Frequência recomendada</h3>
<p>Recomenda-se <strong>realizar análise de solo a cada 2 ou 3 anos</strong> em pastagens já estabelecidas, e anualmente em áreas sob manejo intensivo. Para áreas em formação, a análise deve ser feita antes da implantação e repetida após o primeiro ano.</p>
<h3>Coleta adequada das amostras</h3>
<p>Para garantir resultados confiáveis:</p>
<ul>
<li>Divida a propriedade em talhões homogêneos;</li>
<li>Colete de 15 a 20 subamostras por talhão;</li>
<li>Retire a vegetação superficial antes da coleta;</li>
<li>Colete na profundidade de 0-20 cm;</li>
<li>Misture bem as subamostras e envie cerca de 500g ao laboratório;</li>
<li>Identifique corretamente cada amostra.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nutrientes essenciais para pastagens: macronutrientes</h2>
<p>As plantas forrageiras necessitam de <strong>17 elementos essenciais</strong> para seu desenvolvimento. Destes, seis são requeridos em maiores quantidades e são chamados de macronutrientes primários e secundários.</p>
<h3>Nitrogênio (N): o motor do crescimento</h3>
<p>O nitrogênio é o <strong>nutriente mais demandado pelas gramíneas forrageiras</strong> e o principal responsável pelo aumento da produção de forragem. Ele participa da formação de proteínas, clorofila e diversos compostos orgânicos.</p>
<p>Além disso, aumenta a produção de matéria seca, intensifica a cor verde das folhas e acelera o rebrote após o pastejo.</p>
<h3>Fósforo (P): essencial para o estabelecimento</h3>
<p>O fósforo é <strong>fundamental para o desenvolvimento radicular</strong>, perfilhamento e estabelecimento das pastagens. A maioria dos solos brasileiros apresenta deficiência natural deste nutriente.</p>
<p>Tem como principais funções: estimula o crescimento das raízes, melhora o perfilhamento, aumenta a resistência a pragas e doenças e é fundamental na transferência de energia (ATP).</p>
<h3>Potássio (K): o regulador de funções</h3>
<p>O potássio atua na <strong>regulação hídrica da planta</strong>, na ativação enzimática e no transporte de açúcares. Sua deficiência é comum em solos arenosos e em áreas sob pastejo intensivo.</p>
<p>Suas principais funções são a regulagem da abertura e fechamento dos estômatos, melhora a resistência ao pisoteio, aumenta a tolerância a estresses e melhora a qualidade nutricional da forragem.</p>
<h3>Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg): além da calagem</h3>
<p>Embora geralmente fornecidos pela calagem, cálcio e magnésio são nutrientes essenciais que participam de diversos processos metabólicos.</p>
<p>O cálcio tem como funções principais o crescimento radicular e o magnésio é um ativador enzimático.</p>
<h3>Enxofre (S): o nutriente esquecido</h3>
<p>O enxofre tem ganhado importância devido ao uso crescente de fertilizantes concentrados que não contêm este elemento.</p>
<p>Tem como principais funções melhorar a eficiência do uso do nitrogênio e aumentar o teor proteico.</p>
<h2>Micronutrientes</h2>
<p>Embora necessários em pequenas quantidades, <strong>os micronutrientes (zinco, boro, cobre, manganês, ferro, molibdênio e cloro)</strong> são essenciais para o metabolismo das plantas.</p>
<h3>Sinais de deficiência</h3>
<ul>
<li>Zinco: redução do crescimento, folhas pequenas;</li>
<li>Boro: morte de gemas apicais, nanismo;</li>
<li>Cobre: folhas cloróticas, baixo perfilhamento;</li>
<li>Manganês: clorose internerval.</li>
</ul>
<p>A aplicação de micronutrientes geralmente é feita via foliar ou incorporada aos fertilizantes granulados, sempre com base na análise de solo e foliar.</p>
<h2>Tipos de adubação de pastagens</h2>
<h3>Adubação de formação</h3>
<p>Realizada <strong>antes ou durante o plantio da pastagem</strong>, visa fornecer os nutrientes necessários para o estabelecimento vigoroso das plantas. Geralmente inclui doses elevadas de fósforo e potássio, além de calcário para correção do pH.</p>
<p>Esse tipo de adubação garante germinação uniforme, promove crescimento radicular profundo e estabelece stand adequado de plantas.</p>
<h3>Adubação de manutenção</h3>
<p>Aplicada anualmente em <strong>pastagens estabelecidas</strong> para repor os nutrientes exportados pelos animais ou perdidos por lixiviação. Foca principalmente em nitrogênio e potássio.</p>
<p>A adubação de manutenção mantém a capacidade produtiva, previne degradação e sustenta a qualidade nutricional.</p>
<h3>Adubação corretiva</h3>
<p>Utilizada para corrigir deficiências específicas identificadas na análise de solo ou visual. Pode incluir aplicação de micronutrientes, calcário ou gesso agrícola.</p>
<h2>Métodos e épocas de aplicação</h2>
<h3>1. Distribuição a lanço</h3>
<p>Método mais comum na pecuária, <strong>utiliza distribuidores mecânicos ou manuais para espalhar o fertilizante uniformemente sobre a área</strong>. É adequado para áreas extensas e relativamente planas.</p>
<p>Tem como vantagens a rapidez na aplicação, o menor custo operacional e equipamentos acessíveis, porém é necessário tomar cuidados com a regulagem do distribuidor e evitar aplicação com vento forte.</p>
<h3>2. Aplicação localizada</h3>
<p>Utilizada principalmente na formação, c<strong>onsiste em aplicar o fertilizante em linhas ou covas</strong>. Reduz a quantidade de produto necessário, mas exige mais mão de obra.</p>
<h3>Melhor período do ano para aplicação</h3>
<p>A época de aplicação deve coincidir com:</p>
<ul>
<li><strong>Início do período chuvoso</strong>: para fertilizantes nitrogenados e potássicos;</li>
<li><strong>Antes do plantio</strong>: para corretivos e fosfatados;</li>
<li><strong>Parcelamento</strong>: dividir a dose de nitrogênio em 2-3 aplicações durante o período das águas.</li>
</ul>
<h2>Cálculo de doses: como determinar a quantidade ideal</h2>
<p>O cálculo da dose de fertilizante deve considerar:</p>
<ol>
<li>Resultado da análise de solo;</li>
<li>Expectativa de produção;</li>
<li>Nível tecnológico da propriedade;</li>
<li>Histórico da área;</li>
<li>Capacidade de investimento.</li>
</ol>
<h3>Exemplo prático de cálculo</h3>
<p>Para aplicar 100 kg de N/ha usando ureia (45% de N):</p>
<p><em>Quantidade de ureia = (100 kg de N / 0,45) = 222 kg de ureia/ha</em></p>
<p><em>Para uma área de 50 hectares: 222 x 50 = 11.100 kg ou 11,1 toneladas de ureia.</em></p>
<h3>Tabela orientativa de adubação de manutenção</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40762" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png" alt="Tabela orientativa para adubação de pastagens" width="826" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png 826w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-300x85.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-768x218.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-370x105.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-270x76.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-740x210.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-150x42.png 150w" sizes="auto, (max-width: 826px) 100vw, 826px" /></p>
<p><em>*Valores orientativos. Sempre considerar a análise de solo.</em></p>
<h2>Fontes de nutrientes: fertilizantes mais utilizados</h2>
<h3>Fertilizantes minerais</h3>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Alta concentração de nutrientes;</li>
<li>Liberação rápida;</li>
<li>Facilidade de aplicação;</li>
<li>Disponibilidade no mercado;</li>
</ul>
<p><strong>Principais opções</strong>:</p>
<ul>
<li>NPK formulados: 20-05-20, 20-00-20, 10-10-10;</li>
<li>Fertilizantes simples: ureia, MAP, cloreto de potássio;</li>
<li>Fertilizantes de liberação lenta: ureia revestida;</li>
</ul>
<h3>Fertilizantes orgânicos</h3>
<p>Estercos, compostos e dejetos podem ser utilizados, especialmente em sistemas integrados.</p>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Melhoram a estrutura do solo;</li>
<li>Aumentam a matéria orgânica;</li>
<li>Fornecem múltiplos nutrientes;</li>
<li>Ativam a biologia do solo.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns na adubação de pastagens</h2>
<h3>1. Adubar sem análise de solo</h3>
<p>Aplicar fertilizantes sem conhecer as necessidades reais do solo é o erro mais grave e comum. Pode resultar em desperdício de dinheiro ou desequilíbrios nutricionais.</p>
<h3>2. Aplicar doses insuficientes</h3>
<p>Doses muito baixas não geram resposta significativa e representam desperdício. É melhor adubar bem uma área menor do que subdosar toda a propriedade.</p>
<h3>3. Não considerar o clima</h3>
<p>Aplicar nitrogênio antes de um período seco ou na época das secas reduz drasticamente a eficiência do fertilizante.</p>
<h3>4. Esquecer do fósforo</h3>
<p>Focar apenas em nitrogênio sem corrigir deficiências de fósforo limita a resposta da pastagem, especialmente o perfilhamento e o crescimento radicular.</p>
<h3>5. Não ajustar a lotação</h3>
<p>Aumentar a produção de forragem sem ajustar o número de animais desperdiça o potencial da adubação e pode levar à perda de qualidade do pasto.</p>
<h2>Monitoramento dos resultados</h2>
<p>Após iniciar o programa de adubação, é fundamental monitorar os resultados para avaliar o retorno do investimento e fazer ajustes.</p>
<h3>Indicadores de sucesso</h3>
<ul>
<li><strong>Produção de forragem</strong>: medida em kg de MS/ha;</li>
<li><strong>Capacidade de suporte</strong>: UA/ha;</li>
<li><strong>Ganho de peso</strong>: kg/animal/dia e kg/ha/ano;</li>
<li><strong>Taxa de lotação</strong>: animais/ha;</li>
<li><strong>Aspecto visual</strong>: cor, densidade, vigor;</li>
<li><strong>Persistência</strong>: longevidade da pastagem.</li>
</ul>
<h3>Ferramentas de monitoramento</h3>
<ul>
<li>Análise de solo periódica;</li>
<li>Análise foliar (para diagnosticar deficiências);</li>
<li>Pesagem regular dos animais;</li>
<li>Avaliação da altura e massa de forragem;</li>
<li>Registro fotográfico das áreas.</li>
</ul>
<h3>Ajustes necessários</h3>
<p>Com base nos resultados, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Aumentar ou reduzir doses;</li>
<li>Mudar fontes de nutrientes;</li>
<li>Ajustar épocas de aplicação;</li>
<li>Modificar o parcelamento;</li>
<li>Corrigir problemas de manejo (lotação, período de descanso).</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adubação de pastagens é um investimento estratégico que pode transformar completamente a produtividade e a rentabilidade da pecuária de corte. Quando bem planejada e executada, baseando-se em análise de solo e respeitando as particularidades de cada sistema, a adubação permite intensificar a produção, reduzir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custos por arroba produzida</a></strong> e promover a sustentabilidade da atividade.</p>
<p>Lembre-se: pastagens bem nutridas significam animais bem alimentados, ciclos de produção mais curtos e maior lucratividade para sua propriedade. O conhecimento técnico aliado ao planejamento financeiro é a chave para extrair o máximo potencial produtivo das suas áreas de pastagem.</p>
<p>Invista em conhecimento, busque orientação técnica especializada e faça da adubação de pastagens uma prática regular em sua fazenda. Os resultados aparecerão no cocho, na balança e, principalmente, no seu resultado financeiro.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-adubacao-pastagens&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-adubacao-pastagens&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">Adubação de pastagens: como maximizar a produtividade do seu rebanho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Nutrição avançada de bovinos de corte: como aplicar o NASEM 2016 na prática</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nutricao-avancada-de-bovinos-de-corte-como-aplicar-o-nasem-2016/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/nutricao-avancada-de-bovinos-de-corte-como-aplicar-o-nasem-2016/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=40449</guid>

					<description><![CDATA[<p>O avanço da pecuária de corte brasileira tem exigido dos profissionais do campo uma visão cada vez mais técnica e integrada. Já não basta formular dietas equilibradas, é preciso compreender o sistema produtivo como um todo, relacionando nutrição, manejo, ambiente e genética para alcançar resultados consistentes e lucrativos. Nesse cenário, a chamada nutrição avançada de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutricao-avancada-de-bovinos-de-corte-como-aplicar-o-nasem-2016/">Nutrição avançada de bovinos de corte: como aplicar o NASEM 2016 na prática</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da pecuária de corte brasileira tem exigido dos profissionais do campo uma visão cada vez mais técnica e integrada. Já não basta formular dietas equilibradas, é preciso compreender o sistema produtivo como um todo, relacionando nutrição, manejo, ambiente e genética para alcançar resultados consistentes e lucrativos.</p>
<p>Nesse cenário, a chamada <strong>nutrição avançada de bovinos de corte</strong> surge como um divisor de águas. Ela permite transformar informações em decisões técnicas precisas, otimizando o ganho de peso, a conversão alimentar e a eficiência econômica dos sistemas de produção.</p>
<p>A aplicação de ferramentas modernas, como o modelo <strong>NASEM 2016</strong>, possibilita ao profissional de nutrição prever o desempenho animal e ajustar estratégias com base em dados reais, aproximando a ciência da prática de campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é nutrição avançada de bovinos de corte?</h2>
<p>A <strong>nutrição avançada</strong> vai muito além da formulação de uma ração balanceada. Ela representa uma abordagem integrada que considera o animal, o ambiente e o manejo como partes de um mesmo sistema biológico e produtivo.</p>
<p>Falar em nutrição avançada é entender que o desempenho não depende apenas dos nutrientes oferecidos, mas também de fatores como a genética dos animais, o conforto térmico, as condições de pastagem ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong> e a qualidade do manejo diário. Todos esses aspectos interagem entre si e determinam o quanto o potencial produtivo do rebanho será efetivamente expresso.</p>
<p>O nutricionista que trabalha nessa perspectiva precisa compreender como cada variável influencia o consumo de matéria seca, a conversão alimentar e o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>.</p>
<p>É essa visão sistêmica que diferencia o profissional que apenas formula dietas daquele que domina a gestão nutricional e consegue prever resultados, corrigir desvios e potencializar lucros.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O papel do NASEM 2016 na evolução da nutrição</h2>
<p>A base conceitual e prática da nutrição avançada moderna está sustentada por modelos científicos robustos. Entre eles, o <strong>NASEM 2016</strong> (<em>Nutrient Requirements of Beef Cattle</em>) é um dos mais reconhecidos no mundo. Ele é a evolução do antigo NRC e traz um conjunto de equações atualizadas, fundamentadas em décadas de pesquisa sobre exigências nutricionais, fisiologia e desempenho de bovinos de corte.</p>
<p>O grande diferencial do NASEM é permitir <strong>simulações precisas do desempenho animal com margem de erro reduzida</strong>, permitindo incorporar ajustes relacionados ao ambiente, ao tipo de animal, à dieta, à categoria e ao manejo.</p>
<p>Por meio de seu software de modelagem gratuito, o NASEM 2016 permite inserir dados de entrada (como peso inicial e final, composição da dieta, temperatura e tipo de confinamento) e obter previsões detalhadas de ganho de peso, consumo de matéria seca e conversão alimentar.</p>
<p>Essa tecnologia permite ir além do empirismo: <strong>o nutricionista consegue avaliar diferentes estratégias antes de aplicá-las</strong>, otimizando resultados e minimizando riscos produtivos e financeiros.</p>
<h2>Como aplicar o modelo na prática?</h2>
<p>O uso do NASEM 2016 segue uma lógica simples, porém é necessário <strong>conhecimento técnico avançado</strong> para sua utilização. O primeiro passo é reunir informações precisas sobre o rebanho e o sistema produtivo. Isso inclui características dos animais (peso, categoria, idade, raça), ambiente (temperatura, umidade, tipo de instalação) e composição dos alimentos disponíveis.</p>
<p>Com esses dados, o modelo realiza os cálculos necessários para estimar o consumo e o desempenho. Além de formular dietas, é possível <strong>otimizar as proporções dos ingredientes</strong>, buscando o equilíbrio ideal entre custo e desempenho.</p>
<p>Dietas com silagem de cana, milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/">caroço de algodão</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/">DDG</a></strong> e ureia, por exemplo, podem ser ajustadas conforme o objetivo produtivo, seja ganho de peso em confinamento, terminação intensiva ou suplementação a pasto.</p>
<p>Outra vantagem é a possibilidade de simular cenários, comparando grupos de animais com diferentes pesos ou condições de manejo. Alterações aparentemente pequenas, como o peso inicial de entrada no confinamento, podem gerar diferenças significativas no GMD e na conversão alimentar, permitindo decisões mais precisas e rentáveis.</p>
<h2>Benefícios da nutrição avançada</h2>
<p>Investir em nutrição avançada é investir em <strong>previsibilidade e eficiência</strong>. Ao dominar ferramentas como o NASEM 2016, o profissional passa a compreender a fundo os mecanismos que influenciam o desempenho animal e pode tomar decisões baseadas em indicadores reais.</p>
<p>Entre os principais benefícios dessa abordagem estão:</p>
<ul>
<li>Maior eficiência no uso dos insumos e redução do custo alimentar;</li>
<li>Capacidade de prever o desempenho e estimar a rentabilidade com base nos custos e preços vigentes;</li>
<li>Possibilidade de ajustar as dietas conforme <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/">mudanças no clima</a></strong>, manejo ou categoria animal;</li>
<li>Fundamentação técnica sólida, baseada em modelos validados internacionalmente.</li>
</ul>
<p>Mais do que uma metodologia, a nutrição avançada representa uma mudança de mentalidade. O foco deixa de ser apenas “alimentar bem” e passa a ser “alimentar com estratégia”, utilizando dados, ferramentas e interpretação técnica para maximizar resultados.</p>
<h2>Erros comuns e como evitá-los</h2>
<p>Mesmo com modelos avançados à disposição, alguns erros ainda são frequentes na prática e comprometem a eficiência dos resultados. O primeiro deles é a entrada incorreta de dados, uma dieta bem calculada depende de informações precisas sobre o animal, os alimentos e o ambiente.</p>
<p>Outro equívoco recorrente é <strong>ignorar o impacto das condições ambientais no consumo e na conversão alimentar</strong>, tratando o desempenho como algo fixo.</p>
<p>Também é comum que decisões sejam tomadas apenas com base no custo da dieta, sem considerar o ganho de peso obtido por unidade de investimento. Por fim, há a falta de acompanhamento dos resultados em campo: sem o retorno dos dados reais, o modelo perde a função de ferramenta de previsão e aprendizado.</p>
<p>Evitar esses erros exige disciplina técnica, registro de informações e um olhar analítico constante sobre os números gerados no sistema produtivo.</p>
<h2>Conclusão: nutrição orientada por dados</h2>
<p>A pecuária moderna não permite espaço para o achismo. A nutrição avançada de bovinos de corte oferece ao profissional de ciências agrárias a oportunidade de unir teoria, tecnologia e prática em único processo contínuo de melhoria.</p>
<p>Com o uso de ferramentas como o NASEM 2016, é possível <strong>formular, otimizar e prever resultados com alto grau de precisão</strong>, elevando o nível técnico das fazendas e a rentabilidade dos sistemas de produção.</p>
<p>Dominar essa metodologia é dar um passo além da formulação tradicional, é assumir o papel de estrategista da nutrição, transformando dados em decisões e decisões em lucro no campo.</p>
<h2>Quer dominar a nutrição e a gestão das pastagens?</h2>
<p>Se você quer se tornar referência em nutrição de bovinos de corte, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-nutricao-avancada&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro é o próximo passo ideal.</p>
<p>O curso foi desenvolvido por especialistas que aplicam diariamente os conceitos de nutrição avançada e gestão forrageira no campo, formando profissionais capazes de aumentar o desempenho dos animais e a lucratividade das fazendas.</p>
<ul>
<li>Domine a formulação, a avaliação e o ajuste de dietas com base em indicadores econômicos reais.</li>
<li>Aprenda a integrar nutrição, manejo e pastagem para resultados sustentáveis e rentáveis.</li>
<li>Conecte teoria e prática com o método Rehagro, o mesmo usado por consultores e fazendas de referência em todo o país.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-nutricao-avancada&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Intensificação de pastagens: ainda vale a pena investir em adubação?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-ainda-vale-a-pena-investir-em-adubacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o aumento no custo dos fertilizantes e corretivos levantou uma dúvida recorrente entre técnicos e produtores: ainda vale a pena investir na intensificação das pastagens? Com preços elevados de ureia, fosfatos e potássio, muitos pecuaristas adiaram planos de adubação, temendo perder rentabilidade. No entanto, uma análise técnica e econômica mostra que, mesmo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-ainda-vale-a-pena-investir-em-adubacao/">Intensificação de pastagens: ainda vale a pena investir em adubação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o aumento no custo dos fertilizantes e corretivos levantou uma dúvida recorrente entre técnicos e produtores: <strong>ainda vale a pena investir na intensificação das pastagens?</strong></p>
<p>Com preços elevados de ureia, fosfatos e potássio, muitos pecuaristas adiaram planos de adubação, temendo perder rentabilidade. No entanto, uma análise técnica e econômica mostra que, mesmo em cenários desafiadores, <strong>a correção e adubação bem planejadas continuam sendo ferramentas viáveis e lucrativas</strong>, desde que aplicadas com estratégia, base agronômica e gestão eficiente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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});
</script></p>
</div>
<h2>Por que falar em intensificação das pastagens?</h2>
<p>A intensificação das pastagens é o processo de aumentar a produtividade da área por meio da melhoria do solo, da adubação equilibrada e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo de pasto</a></strong> e lotação. O objetivo é produzir mais arrobas por hectare, reduzir o tempo de abate e aumentar a eficiência do sistema.</p>
<p>No entanto, intensificar não é sinônimo de simplesmente “adubar mais”. É uma decisão técnica que precisa levar em conta fatores como:</p>
<ul>
<li>Potencial produtivo do solo e clima;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">Espécie forrageira</a></strong> utilizada;</li>
<li>Capacidade de suporte desejada;</li>
<li>Estrutura física e operacional da fazenda;</li>
<li>Situação econômica e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong>.</li>
</ul>
<p>A viabilidade depende de um planejamento detalhado, com diagnóstico de solo, definição de metas realistas e simulações de custo-benefício.</p>
<h2>O ponto de partida: diagnóstico e planejamento</h2>
<p>Antes de pensar em adubação, é preciso garantir que as etapas anteriores da intensificação estejam consolidadas. Entre elas:</p>
<ol>
<li><strong>Correção da fertilidade do solo:</strong> O primeiro passo é conhecer a realidade química e física do solo. Amostragens bem-feitas, em profundidades adequadas, orientam a aplicação correta de calcário e gesso.</li>
<li><strong>Adequação da infraestrutura</strong>: Estradas, cochos, bebedouros e piquetes precisam estar dimensionados para suportar o aumento da lotação.</li>
<li><strong>Manejo de plantas invasoras e pragas</strong>: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-em-pastagens-controle-e-prevencao/">Ervas daninhas</a></strong> e insetos competem com a forragem e reduzem o retorno do investimento.</li>
<li><strong>Treinamento da equipe</strong>: É essencial que o manejo de pasto e suplementação sejam executados com precisão.</li>
</ol>
<p>Somente após essa base bem estruturada, é possível partir para a correção e adubação do solo com foco produtivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Correção e adubação: o coração da intensificação</h2>
<p>De acordo com estudos apresentados pelo professor e especialista Adilson Aguiar, a intensificação das pastagens passa por uma sequência lógica:</p>
<ol>
<li>Coleta e análise de solo detalhada;</li>
<li>Interpretação técnica das análises (com base nas metas produtivas da fazenda);</li>
<li>Definição das doses e fontes de calcário, fósforo, potássio, nitrogênio e micronutrientes;</li>
<li>Avaliação de custo e viabilidade em diferentes níveis de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">lotação</a></strong>.</li>
</ol>
<p>O professor reforça que <strong>o balanço entre adubação e capacidade de suporte é determinante para o sucesso</strong>. Um erro comum é elevar o investimento em fertilizantes sem planejar o aumento gradual da lotação ou o manejo adequado das áreas.</p>
<h2>Estudo de caso: quando o aumento de lotação vale a pena</h2>
<p>Para ilustrar, vamos analisar um caso real apresentado pelo professor Adilson Aguiar, especialista em manejo e adubação de pastagens.</p>
<p>Neste estudo, uma fazenda no Mato Grosso do Sul intensificou suas pastagens com base na análise de solo e no potencial climático da região (média de 1.800 mm/ano de chuva e temperatura média de 24 °C).</p>
<p>Foram simulados quatro cenários de lotação: <strong>3, 4, 6 e 8 unidades animais por hectare (UA/ha)</strong>, considerando diferentes níveis de investimento em correção e adubação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40456" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte.png" alt="Tabela com diferentes cenários de capacidade de suporte" width="848" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte.png 848w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-300x109.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-768x280.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-370x135.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-270x98.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-740x270.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-capacidade-suporte-150x55.png 150w" sizes="auto, (max-width: 848px) 100vw, 848px" /></p>
<p>Os resultados mostram que nem sempre a maior lotação é a mais lucrativa. Embora 8 UA/ha gere maior produtividade, o custo operacional e o risco climático aumentam.</p>
<p>O melhor ponto de equilíbrio, nesse caso, foi trabalhar entre 4 e 6 UA/ha, que proporcionou o melhor retorno por hectare e a maior rentabilidade do sistema.</p>
<h3>Quer ver os cálculos e simulações completas?</h3>
<p>Assista ao vídeo completo do professor Adilson Aguiar e entenda, na prática, como planejar a intensificação das pastagens de forma técnica e lucrativa.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="INTENSIFICAÇÃO DE PASTAGENS VS. PREÇO DE FERTILIZANTES | Webinar Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/6njcq39hiHQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Comparando solos: investir onde dá mais retorno</h2>
<p>Outra lição importante é que <strong>nem toda área da fazenda deve ser intensificada ao mesmo tempo</strong>.</p>
<p>Em uma propriedade analisada na Bahia, o solo foi dividido entre áreas de maior e menor fertilidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40457" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos.png" alt="Tabela comparando 2 tipos de solo" width="691" height="183" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos.png 691w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-300x79.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-370x98.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-270x72.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-comparacao-solos-150x40.png 150w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<p>Mesmo com o mesmo nível de intensificação, o solo de melhor fertilidade apresentou redução de quase 30% no custo por arroba produzida. Ou seja, em cenários de insumos caros, o ideal é priorizar as áreas mais férteis, onde o retorno econômico é mais rápido.</p>
<h2>Fontes alternativas e manejo inteligente</h2>
<p>A alta nos preços dos fertilizantes também tem estimulado o <strong>uso de fontes orgânicas e resíduos agroindustriais</strong>, como cama de frango*, composto orgânico e esterco bovino curtido.</p>
<p><em>* O principal cuidado com a cama de frango é não permitir o acesso do gado à área tratada por 30 a 40 dias após a aplicação. Isso é fundamental para que a cama se degrade e evita que os animais consumam o material, o que pode causar intoxicação. </em></p>
<p>Comparando as alternativas, <strong>o uso de adubos orgânicos pode reduzir o custo de adubação em até R$ 1.500/ha</strong>, dependendo da região e da disponibilidade local.</p>
<p>Além disso, algumas estratégias ajudam a reduzir custos e perdas:</p>
<ul>
<li>Substituir parcialmente o sulfato de amônio por superfosfato simples, aproveitando o enxofre da formulação;</li>
<li>Utilizar ureia com inibidor de urease em locais quentes, reduzindo perdas por volatilização;</li>
<li>Planejar o parcelamento do nitrogênio conforme o crescimento da forragem;</li>
<li>Reaproveitar resíduos do confinamento, quando disponíveis, para enriquecer o solo.</li>
</ul>
<h2>Pastagens irrigadas: alto investimento, alta eficiência</h2>
<p>Mesmo com o custo elevado da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/">irrigação</a></strong>, o professor demonstra que sistemas irrigados podem ser altamente lucrativos quando bem manejados.</p>
<p>Em um pivô de 57 hectares em Goiás, a lotação média anual foi de 3,6 cabeças/ha, com ganho médio diário de 550 g. O custo total de produção, incluindo energia e depreciação do equipamento, ficou em R$ 264 por arroba produzida, e o lucro médio anual superou R$ 4.000 por hectare.</p>
<p>A irrigação, nesse caso, foi viável porque havia boa infraestrutura, manejo técnico e controle rigoroso de custos.</p>
<h2>Quando intensificar (e quando esperar)</h2>
<p>A decisão de intensificar deve ser baseada em critérios técnicos e econômicos. De forma geral, <strong>vale a pena investir quando</strong>:</p>
<ul>
<li>O solo já está corrigido e com boa estrutura física;</li>
<li>Há planejamento forrageiro e controle da lotação;</li>
<li>A fazenda possui caixa e gestão eficiente para absorver o investimento;</li>
<li>Há acompanhamento técnico e uso de indicadores zootécnicos e econômicos.</li>
</ul>
<p>Em contrapartida, é <strong>melhor adiar a intensificação</strong> quando o sistema ainda apresenta:</p>
<ul>
<li>Solos muito degradados;</li>
<li>Falhas graves de manejo de pastagem;</li>
<li>Estrutura precária de bebedouros e cochos;</li>
<li>Falta de controle de custos e produtividade.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Mesmo com o aumento dos preços dos fertilizantes, a intensificação de pastagens continua sendo uma das formas mais seguras de aumentar a produtividade e o lucro por hectare.</p>
<p>O segredo está em planejar, calcular e monitorar. A intensificação não é um custo, mas um investimento que se paga com eficiência, manejo correto e acompanhamento técnico.</p>
<p>Em um mercado cada vez mais competitivo, dominar a fertilidade do solo e o manejo das pastagens é o que diferencia o técnico que apenas executa daquele que transforma resultados no campo.</p>
<h2>Quer dominar a nutrição e o manejo de pastagens?</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-intensificacao-pastagens&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro é o curso ideal para quem quer aplicar a intensificação de forma técnica, sustentável e rentável.</p>
<p>Com professores como Gustavo Siqueira, Adilson Aguiar e Bruno Gottardi, o curso ensina passo a passo como corrigir e adubar o solo, planejar lotação e transformar pastagens em negócios lucrativos.</p>
<ul>
<li>Aprenda a interpretar análises de solo e montar planos nutricionais completos.</li>
<li>Descubra como reduzir custos e aumentar o ganho por hectare.</li>
<li>Domine estratégias práticas de intensificação aplicadas nas melhores fazendas do país.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-intensificacao-pastagens&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-ainda-vale-a-pena-investir-em-adubacao/">Intensificação de pastagens: ainda vale a pena investir em adubação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como preparar sua fazenda para gerar o bezerro do próximo pico de preço?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-preparar-sua-fazenda-para-gerar-o-bezerro-do-proximo-pico-de-preco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 13:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira está em um momento importante de transformação. Enquanto o país mantém o maior rebanho comercial do mundo, a eficiência produtiva ainda apresenta oportunidades significativas de melhoria. Dados recentes mostram que o bezerro foi a commodity que mais se valorizou nos últimos 20 anos, superando até mesmo soja e milho. Esse [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-preparar-sua-fazenda-para-gerar-o-bezerro-do-proximo-pico-de-preco/">Como preparar sua fazenda para gerar o bezerro do próximo pico de preço?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira está em um momento importante de transformação. Enquanto o país mantém o maior rebanho comercial do mundo, a eficiência produtiva ainda apresenta oportunidades significativas de melhoria.</p>
<p>Dados recentes mostram que <strong>o bezerro foi a <em>commodity</em> que mais se valorizou nos últimos 20 anos</strong>, superando até mesmo soja e milho. Esse cenário cria uma janela de oportunidade única para produtores que estiverem preparados tecnicamente.</p>
<p>No entanto, muitos pecuaristas ainda operam com a mentalidade de que &#8220;está tudo certo&#8221;, as vacas parem, os bezerros nascem, e o sistema continua funcionando. <strong>Mas será que está realmente funcionando de forma eficiente?</strong> Será que você está capturando todo o potencial genético e produtivo do seu rebanho?</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar estratégias fundamentais para preparar sua operação de cria para maximizar resultados, desde a condição corporal das matrizes até o planejamento da estação de monta. São conhecimentos práticos, baseados em dados de milhões de vacas avaliadas em todo o Brasil.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O cenário atual da pecuária de cria no Brasil</h2>
<h3>A valorização contínua do bezerro</h3>
<p>O mercado de bezerros no Brasil apresenta uma tendência consistente de <strong>valorização</strong>. Diferentemente do passado, quando existia deságio de bezerro em relação ao boi gordo, hoje observamos uma mudança estrutural no mercado. Vários fatores contribuem para essa realidade:</p>
<ul>
<li><strong>Redução de áreas destinadas à cria</strong>: Pastagens antes ocupadas por vacas estão sendo convertidas para agricultura ou recria/engorda.</li>
<li><strong>Aumento da demanda por animais jovens</strong>: Frigoríficos habilitados para exportação (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/">especialmente China</a></strong>) demandam animais com até 30 meses.</li>
<li><strong>Intensificação dos sistemas de recria e engorda</strong>: Projetos maiores e mais tecnificados necessitam de maior volume de bezerros.</li>
</ul>
<h3>O desafio da eficiência produtiva</h3>
<p>Apesar do maior rebanho comercial do mundo, a pecuária brasileira de cria ainda apresenta índices modestos de tecnificação:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Apenas <strong>22% das vacas de corte são inseminadas</strong>.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Grande parte do rebanho ainda utiliza touros sem avaliação genética adequada.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Muitas propriedades não possuem controle individual das matrizes.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A mentalidade de &#8220;baixo investimento, baixo retorno&#8221; ainda prevalece.</li>
</ul>
<p>A grande questão é: estamos compensando eficiência com volume. Temos muitos animais produzindo relativamente pouco, quando poderíamos ter sistemas mais eficientes gerando maior rentabilidade por área.</p>
<h2>A importância da condição corporal</h2>
<h3>Entendendo o Escore de Condição Corporal (ECC)</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore de condição corporal</a></strong> é uma ferramenta fundamental para avaliar o estado nutricional das matrizes. Na <strong>escala de 1 a 5</strong>, cada meio ponto representa aproximadamente 30 kg de peso vivo em uma vaca de 480 kg.</p>
<p>Classificação prática:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40462" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1.png" alt="Tabela de classificação ecc" width="570" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1.png 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-300x160.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-370x197.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-270x144.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-1-150x80.png 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<h3>O impacto direto na reprodução</h3>
<p>Dados de mais de 3 milhões de vacas avaliadas em todo o Brasil demonstram uma relação clara e inequívoca entre condição corporal e taxa de prenhez:</p>
<p><strong>Vacas primíparas (primeira cria)</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>ECC 2,5 ao parto</strong>: 26% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,0-3,25 ao parto</strong>: 47% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,5 ao parto</strong>: 85% de prenhez na estação de monta completa.</li>
</ul>
<p><strong>Vacas multíparas:</strong></p>
<ul>
<li><strong>ECC 2,75</strong>: 44% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,0</strong>: 51% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,25</strong>: 54% de prenhez;</li>
<li><strong>ECC 3,5</strong>: 57% de prenhez.</li>
</ul>
<h3>Por que as primíparas são mais sensíveis?</h3>
<p>As novilhas de primeira cria enfrentam um desafio triplo:</p>
<ol>
<li>Ainda estão crescendo (faltam aproximadamente 20% do peso adulto);</li>
<li>Precisam produzir leite para o bezerro;</li>
<li>Devem emprenhar novamente em curto espaço de tempo.</li>
</ol>
<p>Por isso, a amplitude de resposta das primíparas é muito maior. Uma primípara que pare magra pode ter taxa de prenhez inferior a 30%, enquanto uma que pare em boa condição pode ultrapassar 80%.</p>
<h2>Estratégias para a estação de monta</h2>
<h3>O papel fundamental da IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo)</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/">inseminação artificial</a></strong> com protocolos hormonais não deve ser vista apenas como uma ferramenta para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/">melhoramento genético</a></strong>. Seu papel mais importante é tirar a vaca do anestro pós-parto.</p>
<p>Benefícios da IATF:</p>
<ol>
<li><strong>Sincronização do rebanho</strong>: Concentra nascimentos, facilitando manejo.</li>
<li><strong>Antecipação da prenhez:</strong> Especialmente crítico para vacas zebuínas, que naturalmente apresentam anestro mais prolongado.</li>
<li><strong>Melhoramento genético acelerado</strong>: Acesso a touros superiores de centrais.</li>
<li><strong>Redução do intervalo entre partos</strong>: Fundamental para viabilidade econômica.</li>
</ol>
<h3>Estruturação da estação de monta</h3>
<p>Para propriedades que desejam implementar ou melhorar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/">estação de monta</a></strong>:</p>
<p><strong>Passo 1: Comece pequeno</strong></p>
<ul>
<li>Selecione um lote de 100 vacas;</li>
<li>Insemina apenas este grupo inicialmente;</li>
<li>Avalie os resultados práticos antes de expandir.</li>
</ul>
<p><strong>Passo 2: Separe as primíparas</strong></p>
<ul>
<li>Monte lotes específicos para novilhas de primeira cria;</li>
<li>Ofereça condições nutricionais superiores;</li>
<li>Monitore mais de perto essa categoria crítica.</li>
</ul>
<p><strong>Passo 3: Encurte progressivamente</strong></p>
<ul>
<li>Inicie com estações de 90 dias;</li>
<li>Reduza gradualmente para 70-80 dias;</li>
<li>Vacas que não emprenham nesse período devem ser descartadas.</li>
</ul>
<p><strong>Passo 4: Diagnóstico precoce</strong></p>
<ul>
<li>Realize diagnóstico de gestação o quanto antes;</li>
<li>Identifique e descarte vacas vazias rapidamente;</li>
<li>Evite que animais improdutivos consumam recursos na seca.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O desafio da época da seca</h2>
<p>A lotação de uma fazenda de cria não deve ser calculada pela capacidade de suporte das águas, mas sim pela disponibilidade de recursos na seca. Este é o principal erro estratégico cometido por produtores que enfrentam problemas reprodutivos.</p>
<p><strong>O ciclo vicioso:</strong></p>
<ol>
<li>Alta lotação durante todo o ano;</li>
<li>Escassez extrema na seca;</li>
<li>Vacas chegam magras à estação de monta;</li>
<li>Baixa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong>;</li>
<li>Tentativa de compensar com estação de monta mais longa;</li>
<li>Parições tardias;</li>
<li>Ainda mais animais competindo na próxima seca.</li>
</ol>
<p><strong>O ciclo virtuoso:</strong></p>
<ol>
<li>Lotação adequada à capacidade da seca;</li>
<li>Vacas mantêm condição corporal;</li>
<li>Parem com ECC 3,5;</li>
<li>Alta taxa de prenhez precoce;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">Desmame</a></strong> antecipado possível;</li>
<li>Redução de bocas na seca;</li>
<li>Sistema sustentável.</li>
</ol>
<h3>Estratégias para manejo da seca</h3>
<p><strong>Opção 1: Lotação conservadora</strong></p>
<ul>
<li>Limite: aproximadamente 1 vaca por hectare como teto para sistemas sem suplementação intensiva;</li>
<li>Acima de 1,5 vacas/ha: necessidade inevitável de alguma estratégia de alimentação suplementar.</li>
</ul>
<p><strong>Opção 2: Suplementação estratégica</strong></p>
<ul>
<li>Sal mineral de qualidade (mínimo);</li>
<li>Sal proteinado ou ureia para correção de nitrogênio;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">Suplementos</a></strong> adensados para categorias críticas.</li>
</ul>
<p><strong>Opção 3: Sequestro de animais</strong></p>
<ul>
<li>Confinar vacas secas durante período crítico;</li>
<li>Confinar vacas vazias imediatamente após diagnóstico;</li>
<li>Permitir que vacas lactantes tenham acesso ao melhor pasto disponível.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-pico-bezerros&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nutrição estratégica e suplementação</h2>
<h3>Creep feeding: para quem serve?</h3>
<p>Existe muita confusão sobre o papel do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/">creep-feeding</a></strong> (suplementação de bezerros). Importante entender:</p>
<ul>
<li><strong>Creep-feeding beneficia principalmente o bezerro</strong>, não a vaca.</li>
<li>Dados científicos mostram que bezerros não reduzem consumo de leite quando recebem ração.</li>
<li><strong>O bezerro prioriza: 1º leite, 2º ração, 3º pasto</strong>.</li>
<li>Vacas não apresentam melhora significativa em condição corporal pelo uso de creep.</li>
</ul>
<p>O creep-feeding é utilizado com o objetivo de desmame com bezerros mais pesados, na preparação de animais para sistemas intensivos de recria.</p>
<h3>Suplementação mineral e proteica</h3>
<p><strong>Sal mineral:</strong></p>
<ul>
<li>Base fundamental para qualquer sistema;</li>
<li>Oferta à vontade durante todo o ano;</li>
<li>Qualidade do produto faz diferença significativa.</li>
</ul>
<p><strong>Suplementação proteica na seca:</strong></p>
<ul>
<li>Essencial para correção de deficiência de nitrogênio;</li>
<li>Melhora aproveitamento de forragem de baixa qualidade;</li>
<li>Pode ser feita com ureia ou fontes proteicas verdadeiras.</li>
</ul>
<h2>Melhoramento genético e seleção</h2>
<h3>Além do sêmen: a importância da vaca</h3>
<p>O melhoramento genético não se resume à escolha do touro ou sêmen. <strong>A vaca contribui com 50% da genética e é 100% responsável pelo ambiente intrauterino e produção de leite</strong>.</p>
<p>Características a selecionar nas matrizes:</p>
<ol>
<li><strong>Precocidade sexual</strong>: Emprenhar jovem e manter prenhez anual;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/">Habilidade materna</a></strong>: Produção adequada de leite sem excessos;</li>
<li><strong>Adaptação ao ambiente</strong>: Resistência sem sacrificar produtividade;</li>
<li><strong>Eficiência</strong>: Manter condição corporal com recursos disponíveis.</li>
</ol>
<h3>Descarte estratégico</h3>
<p>Vacas que devem sair do rebanho:</p>
<ul>
<li>Vazias após 70-80 dias de estação de monta;</li>
<li>Que parem repetidamente tarde na estação;</li>
<li>Com histórico de bezerros leves ao desmame;</li>
<li>Cronicamente magras (ECC persistentemente baixo).</li>
</ul>
<p><strong>Importante: Vacas vazias devem ser comercializadas imediatamente após diagnóstico, não devem competir por recursos na seca.</strong></p>
<h2>Implementação prática: por onde começar</h2>
<p><strong>Nível 1 &#8211; Básico:</strong></p>
<ol>
<li>Implemente avaliação de condição corporal;</li>
<li>Identifique individualmente as matrizes;</li>
<li>Estabeleça uma estação de monta definida (mesmo com touro);</li>
<li>Realize diagnóstico de gestação;</li>
<li>Descarte vacas vazias prontamente.</li>
</ol>
<p><strong>Nível 2 &#8211; Intermediário:</strong></p>
<ol>
<li>Selecione touros provados (não bois de boiada);</li>
<li>Realize exame andrológico dos touros;</li>
<li>Separe lotes por categoria (primíparas, multíparas);</li>
<li>Implemente suplementação mineral de qualidade;</li>
<li>Ajuste lotação considerando a seca.</li>
</ol>
<p><strong>Nível 3 &#8211; Avançado:</strong></p>
<ol>
<li>Comece IATF em um lote piloto;</li>
<li>Expanda gradualmente conforme resultados;</li>
<li>Encurte progressivamente a estação de monta;</li>
<li>Implemente desmame precoce estratégico;</li>
<li>Otimize o sistema completo.</li>
</ol>
<h3>Investimentos necessários</h3>
<p>Infraestrutura mínima para IATF:</p>
<ul>
<li>Curral funcional com tronco de contenção;</li>
<li>Acesso adequado (para transporte de materiais e técnicos);</li>
<li>Capacitação da equipe;</li>
<li>Parceria com profissional qualificado.</li>
</ul>
<p>Retorno esperado:</p>
<ul>
<li>Concentração de nascimentos (facilita manejo);</li>
<li>Aumento de 10-15% na taxa de prenhez;</li>
<li>Bezerros 15-20 kg mais pesados ao desmame;</li>
<li>Redução do intervalo entre partos;</li>
<li>Melhoria genética acelerada do rebanho.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns a evitar</h2>
<h3>1. Aumentar a estação de monta para &#8220;compensar&#8221;</h3>
<p>Este é talvez o erro mais grave. Estender a estação de monta apenas posterga problemas e cria um ciclo vicioso de parições cada vez mais tardias.</p>
<h3>2. Focar apenas no touro/sêmen</h3>
<p>O melhor sêmen do mundo não compensa uma vaca em má condição corporal ou manejo nutricional inadequado.</p>
<h3>3. Ignorar as primíparas</h3>
<p>Novilhas de primeira cria são a categoria mais sensível e que mais afeta a eficiência reprodutiva do rebanho. Merecem atenção especial.</p>
<h3>4. Não descartar vacas improdutivas</h3>
<p>Manter vacas vazias ou com baixo desempenho consome recursos valiosos e compromete o sistema como um todo.</p>
<h3>5. Calcular lotação apenas pelas águas</h3>
<p>A seca define a capacidade real do sistema. Planejar lotação baseado apenas no período chuvoso é receita para o fracasso.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A pecuária de cria brasileira está diante de uma oportunidade única. O valor do bezerro está em alta, a demanda estrutural é crescente, e o país possui condições excepcionais para aplicação de tecnologias reprodutivas, algo que poucos países no mundo podem fazer devido às suas características de área por vaca.</p>
<p>No entanto, aproveitar esse momento exige mudança de mentalidade. Não basta &#8220;ter vacas que parem&#8221;. É preciso ter vacas que parem no momento certo, em boa condição corporal, emprenhando rapidamente e desmamando bezerros pesados.</p>
<p>Lembre-se: na pecuária de cria, não trabalhamos com médias de lote, trabalhamos com indivíduos. Cada vaca é uma unidade produtiva que merece ser avaliada, manejada e, quando necessário, substituída. Essa é a essência da gestão eficiente que separa os 25% mais tecnificados dos demais 75% do rebanho brasileiro.</p>
<p><strong>O momento de preparar o bezerro do próximo pico de preço é agora</strong>, começando com a vaca que está gestante na sua fazenda neste exato momento.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
<p>Produzir mais arrobas é importante, mas só quem domina a gestão consegue transformar produtividade em lucro real. No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-pico-bezerros&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a organizar a fazenda, controlar custos, aumentar a eficiência e tomar decisões seguras que fazem diferença no resultado.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-preparar-sua-fazenda-para-gerar-o-bezerro-do-proximo-pico-de-preco/">Como preparar sua fazenda para gerar o bezerro do próximo pico de preço?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementação na fase de cria: estratégias para melhorar desempenho do rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fase de cria é, sem dúvida, o maior desafio dentro de um sistema de pecuária de corte. É nela que o sucesso reprodutivo e o peso dos bezerros são definidos, impactando diretamente a rentabilidade da fazenda. Porém, muitos sistemas ainda enfrentam baixos índices de prenhez, bezerros leves e vacas em más condições corporais, problemas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase de cria é, sem dúvida, o maior desafio dentro de um sistema de pecuária de corte. É nela que o sucesso reprodutivo e o peso dos bezerros são definidos, impactando diretamente a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Porém, muitos sistemas ainda enfrentam baixos índices de prenhez, bezerros leves e vacas em más condições corporais, problemas que, na maioria das vezes, têm origem em falhas de <strong>planejamento nutricional e reprodutivo</strong>.</p>
<p>Nos últimos anos, o uso estratégico da <strong>suplementação na cria</strong> tem se consolidado como uma das ferramentas mais eficazes para corrigir esses <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gargalos-nutricionais-na-pecuaria-de-corte/">gargalos</a></strong>. Quando bem aplicada, ela melhora o escore corporal das vacas, acelera o retorno ao cio pós-parto e eleva o peso dos bezerros ao desmame, sem que isso signifique aumento descontrolado de custos.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender como planejar, ajustar e aplicar a suplementação na cria de forma técnica e rentável, usando como base conceitos amplamente aplicados em fazendas de referência no país.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Entendendo o sistema de cria e suas exigências nutricionais</h2>
<p>O sistema de cria é composto por vacas, bezerros, bezerras, novilhas e touros. Cada grupo tem <strong>exigências nutricionais diferentes</strong>, que variam conforme a fase produtiva, a idade e o estado fisiológico.</p>
<p>Por exemplo, <strong>novilhas precoces</strong> (12 a 14 meses) ainda estão em fase de crescimento acelerado e, portanto, demandam maior energia e proteína do que novilhas adultas. Já as <strong>vacas primíparas</strong>, por estarem em lactação e ainda em crescimento, possuem uma das maiores exigências do rebanho.</p>
<p>Diferentemente das vacas multíparas, que já completaram seu desenvolvimento corporal, as primíparas precisam equilibrar energia entre mantença, produção de leite e reprodução, o que explica sua maior dificuldade em voltar ao cio.</p>
<p>Reconhecer essas diferenças é essencial para planejar dietas específicas por categoria, evitando um dos erros mais comuns na pecuária: <strong>tratar todos os animais da fazenda da mesma forma.</strong></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O papel do planejamento reprodutivo na suplementação</h2>
<p>Antes de definir qual suplemento usar, é indispensável estruturar um <strong>planejamento reprodutivo coerente</strong> com a oferta de forragem da fazenda.</p>
<p>O ideal é que o terço médio de gestação das vacas coincida com o período de maior produção e qualidade das pastagens, normalmente, nos meses de maior pluviosidade. Essa sincronia garante que as fêmeas tenham energia suficiente durante a formação das fibras musculares do feto, resultando em bezerros mais pesados e com melhor desempenho ao longo da vida.</p>
<h2>Tipos de suplementos utilizados na cria</h2>
<p>O sucesso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> depende de selecionar o produto certo, na época certa e para a categoria certa. Entre os tipos mais utilizados estão:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40445" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria.png" alt="Tabela com tipos de suplementos utilizados na cria " width="868" height="414" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria.png 868w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-300x143.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-768x366.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-370x176.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-270x129.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-740x353.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/suplementos-utilizados-cria-150x72.png 150w" sizes="auto, (max-width: 868px) 100vw, 868px" /></p>
<p>A escolha deve levar em conta a categoria animal, a época do ano, a estrutura disponível (cochos, logística, pasto) e o custo-benefício da estratégia.</p>
<h2>Como escolher o suplemento ideal</h2>
<p>Definir o suplemento adequado exige responder algumas perguntas estratégicas:</p>
<p><strong>1. Qual categoria será suplementada?</strong></p>
<p>Precocinhas, novilhas, primíparas e multíparas têm exigências diferentes. Apartar os lotes é o primeiro passo.</p>
<p><strong>2. Qual é o objetivo?</strong></p>
<p>Ganhar peso para atingir a puberdade, recuperar escore, manter lactação ou apenas garantir a mantença?</p>
<p><strong>3. Quanto tempo tenho para atingir a meta?</strong></p>
<p>O tempo até a estação de monta define o plano nutricional e o nível de investimento necessário.</p>
<p><strong>4. Qual é a época do ano?</strong></p>
<p>Nas águas, o foco deve ser potencializar a forragem; na seca, corrigir deficiência de proteína e energia.</p>
<p><strong>5. O caixa da fazenda suporta a estratégia?</strong></p>
<p>Cada nível de suplementação implica em um custo. É fundamental alinhar o plano ao orçamento.</p>
<p>Ao responder essas perguntas, o profissional consegue montar um <strong>plano nutricional realista e eficiente</strong>, evitando desperdícios e maximizando o retorno.</p>
<h2>Importância do escore corporal</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore de condição corporal (ECC)</a></strong> é um dos indicadores mais práticos e eficazes para avaliar se o manejo nutricional está adequado.</p>
<p>Em vacas de cria, <strong>manter um escore entre 3 e 3,5 (em escala de 1 a 5) é o ideal para garantir boa <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong>. Animais abaixo de 2,5 entram em balanço energético negativo, o que compromete a ovulação e reduz drasticamente o desempenho reprodutivo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40446" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc.png" alt="Tabela escore de condição corporal" width="769" height="372" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc.png 769w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-300x145.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-370x179.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-270x131.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-740x358.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-ecc-150x73.png 150w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /></p>
<p>Estudos mostram que <strong>a cada ponto de escore corporal perdido, a vaca precisa ganhar de 35 a 55 kg</strong> para retornar ao estado ideal. Por isso, suplementar corretamente antes da estação de monta é essencial.</p>
<h2>Erros comuns na suplementação de vacas de cria</h2>
<ol>
<li><strong>Tratar todas as categorias de forma igual</strong>: Cada fase exige um plano nutricional diferente, especialmente primíparas e vacas em lactação.</li>
<li><strong>Ignorar a estrutura de cochos e <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong>: Falta de espaço ou lama reduz o consumo e compromete o resultado.</li>
<li><strong>Acreditar que o suplemento corrige falhas de manejo</strong>: A suplementação deve complementar a dieta de pasto, não substituir a gestão da forragem.</li>
<li><strong>Falta de monitoramento</strong>: Sem registro de consumo, não é possível saber se o suplemento está sendo fornecido corretamente.</li>
<li><strong>Não avaliar o custo-benefício</strong>: Suplementar é investimento e precisa gerar retorno financeiro mensurável.</li>
</ol>
<h2>Como avaliar se o manejo está funcionando</h2>
<p>Monitorar o fornecimento e o consumo é essencial. Isso pode ser feito por meio de planilhas simples com as seguintes informações:</p>
<ul>
<li>Quantidade de animais por lote;</li>
<li>Tipo e quantidade de suplemento fornecido;</li>
<li>Data e responsável pelo fornecimento;</li>
<li>Consumo médio estimado por cabeça.</li>
</ul>
<p>Além disso, a <strong>análise visual das fezes</strong> pode indicar se a dieta está equilibrada. Fezes muito ressecadas sugerem deficiência proteica; já fezes pastosas indicam dieta adequada.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A suplementação na cria deve ser tratada como uma <strong>ferramenta de gestão estratégica</strong>, e não como um custo inevitável. Quando aplicada com base em dados, planejamento e acompanhamento técnico, ela se transforma em um dos pilares mais rentáveis da pecuária de corte.</p>
<p>Mais do que alimentar, o papel do nutricionista é <strong>equilibrar o sistema</strong>, garantindo que cada categoria receba o suporte adequado para expressar seu potencial produtivo e reprodutivo.</p>
<p>O resultado é uma fazenda mais eficiente, com vacas prenhes, bezerros pesados e um caixa saudável, a verdadeira essência da pecuária moderna.</p>
<h2>Quer dominar a nutrição e a gestão das pastagens?</h2>
<p>Se você quer se tornar referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-suplementacao-cria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro é o caminho ideal.</p>
<p>Com metodologia prática e professores que atuam diretamente em fazendas de todo o país, o curso mostra como transformar o conhecimento técnico em resultado econômico, seja você consultor, técnico ou gestor de fazenda.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aprenda a planejar, formular e ajustar dietas com base em dados reais.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Domine o manejo das pastagens para reduzir custos e aumentar ganhos.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aplique o método Rehagro, usado em fazendas que produzem com eficiência e lucratividade.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-suplementacao-cria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Gargalos nutricionais na pecuária de corte: onde estão e como corrigir com eficiência</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/gargalos-nutricionais-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição animal é sem dúvida um dos pilares mais determinantes na eficiência dos sistemas de produção de bovinos de corte. Enquanto o foco da pecuária muitas vezes recai sobre genética, manejo sanitário ou comercialização, a realidade no campo mostra que os gargalos nutricionais podem representar perdas significativas de desempenho e rentabilidade. Mesmo em propriedades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nutrição animal é sem dúvida um dos pilares mais determinantes na eficiência dos sistemas de produção de bovinos de corte. Enquanto o foco da pecuária muitas vezes recai sobre genética, manejo sanitário ou comercialização, a realidade no campo mostra que os <strong>gargalos nutricionais</strong> podem representar perdas significativas de desempenho e rentabilidade.</p>
<p>Mesmo em propriedades tecnificadas, é comum observar inconsistências no planejamento alimentar, desequilíbrios entre oferta e exigência nutricional ou falhas pontuais no fornecimento de suplementos. Esses elementos, quando não identificados e corrigidos, se transformam em <strong>obstáculos silenciosos à produtividade</strong>.</p>
<p>Este artigo tem como objetivo explorar os principais gargalos nutricionais que afetam a pecuária de corte, explicando suas causas, consequências e, principalmente, <strong>como diagnosticá-los e superá-los de forma prática e embasada</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Gargalos nutricionais: conceito, causas e pontos críticos</h2>
<p>Os gargalos nutricionais na pecuária de corte podem ser definidos como <strong>restrições persistentes ou recorrentes na oferta ou no aproveitamento dos nutrientes essenciais</strong>, que comprometem o desempenho animal de forma direta ou indireta.</p>
<p>Eles se diferenciam de deficiências pontuais por sua característica sistêmica: não são meros erros esporádicos, mas sim falhas estruturais ou de manejo que se repetem e travam o potencial produtivo do rebanho.</p>
<h3>Como os gargalos se formam?</h3>
<p>Diversos fatores contribuem para a formação desses gargalos, e eles costumam se combinar no campo de forma complexa. Entre os principais, destacam-se:</p>
<h4>1. Baixa qualidade ou quantidade de forragem</h4>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">Pastagens mal manejadas</a></strong> ou degradadas;</li>
<li>Espécies forrageiras mal adaptadas ao solo ou clima;</li>
<li>Ausência de adubação e correção de solo;</li>
<li>Alta <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">lotação</a></strong> animal sem ajuste sazonal.</li>
</ul>
<h4>2. Planejamento nutricional inadequado</h4>
<ul>
<li>Fórmulas genéricas que não consideram a categoria animal ou o estágio produtivo.</li>
<li>Uso de <strong>suplementos incompatíveis</strong> com o perfil da dieta base.</li>
<li>Subestimação das exigências nutricionais em momentos críticos (ex: seca, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/">transições</a></strong> e terminação).</li>
</ul>
<h4>3. Erros no fornecimento</h4>
<ul>
<li><strong>Falhas operacionais na distribuição de suplemento</strong> (ex: falta de cocho, mistura irregular).</li>
<li><strong>Acesso limitado ou competitivo ao alimento</strong> (ex: espaçamento de cocho incorreto).</li>
<li>Baixo consumo voluntário devido à palatabilidade, estrutura ou rotina inadequada.</li>
</ul>
<h4>4. Falta de monitoramento</h4>
<ul>
<li>Inexistência de dados sobre consumo, desempenho e conversão alimentar.</li>
<li>Ausência de avaliação de pastagem e análise bromatológica.</li>
<li>Diagnósticos baseados em percepção e não em evidências.</li>
</ul>
<h3>Onde esses gargalos mais aparecem?</h3>
<p>Os gargalos nutricionais podem se manifestar em diferentes pontos da cadeia produtiva, mas alguns momentos e situações são especialmente críticos:</p>
<ul>
<li><strong>Períodos de transição climática</strong>: início da seca ou entre lotes de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo rotacionado</a></strong>.</li>
<li><strong>Mudança de fase produtiva</strong>: passagem da recria para terminação, sem ajustes na dieta.</li>
<li><strong>Alta lotação</strong>: competição por recursos, menor ingestão por animal.</li>
<li><strong>Ambientes degradados</strong>: solos pobres, pastagens esgotadas e baixa resposta à suplementação.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Deficiências nutricionais em bovinos de corte: como reconhecer e quantificar</h2>
<p>As deficiências nutricionais em bovinos de corte representam o <strong>reflexo direto dos gargalos nutricionais</strong> no organismo do animal. Elas comprometem funções metabólicas, imunológicas, reprodutivas e produtivas, sendo uma das principais causas de queda de desempenho em sistemas de engorda, recria e até mesmo na fase de cria.</p>
<p>Reconhecer e quantificar essas deficiências é um passo fundamental para <strong>ajustar o manejo nutricional de forma técnica e assertiva</strong>, com impacto direto na produtividade e na rentabilidade.</p>
<h3>Macronutrientes: energia e proteína</h3>
<p>Os macronutrientes são os que os bovinos mais consomem em volume, e também os que mais impactam no ganho de peso e na eficiência alimentar.</p>
<h4>Energia</h4>
<ul>
<li><strong>Fonte</strong>: carboidratos fibrosos (forragens), amido (milho, sorgo) e gorduras.</li>
<li><strong>Sinais de deficiência</strong>:
<ul>
<li>Redução do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD</a></strong>;</li>
<li>Atraso no tempo de abate;</li>
<li>Baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore corporal</a></strong>;</li>
<li>Maior tempo de ruminação sem ganho proporcional.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h4>Proteína</h4>
<ul>
<li><strong>Fonte</strong>: pastagem jovem, farelo de soja, ureia, fontes proteicas vegetais e animais.</li>
<li><strong>Sinais de deficiência</strong>:</li>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Baixo consumo de forragem (menor digestibilidade);</li>
<li>Crescimento lento;</li>
<li>Retardo na maturidade sexual;</li>
<li>Queda de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/">rendimento de carcaça</a></strong>.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>Micronutrientes: minerais e vitaminas</h3>
<p>Embora necessários em menores quantidades, os micronutrientes são vitais para o metabolismo e imunidade do animal. A carência de um único mineral pode limitar todo o sistema de produção.</p>
<h4>Minerais essenciais e seus efeitos</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39857" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais.png" alt="Tabela com minerais essenciais para suplementação de bovinos" width="1142" height="471" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais.png 1142w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-300x124.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-1024x422.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-768x317.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-370x153.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-270x111.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-740x305.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-150x62.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1142px) 100vw, 1142px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: EMBRAPA Gado de Corte – Manual de Suplementação para Bovinos</span></p>
<h3>Como identificar deficiências no campo</h3>
<p>A identificação pode ser feita por meio de avaliação zootécnica e laboratorial, combinando observações visuais com dados analíticos.</p>
<h4>Indicadores práticos:</h4>
<ul>
<li><strong>Escore corporal (ECC)</strong>: abaixo de 2,5 em lotes de recria ou terminação já é sinal de alerta.</li>
<li><strong>GMD abaixo da meta esperada</strong> (ex: &lt; 500 g/dia em recria a pasto com suplementação).</li>
<li><strong>Alterações de pelagem, apatia, escore de cascos e mucosas</strong>.</li>
</ul>
<h4>Ferramentas de apoio:</h4>
<ul>
<li>Análise bromatológica da forragem e do suplemento.</li>
<li>Análise de sangue (nível de minerais).</li>
<li>Avaliação da dieta total (DTN) comparada às exigências do NRC ou BR-CORTE.</li>
</ul>
<h2>Efeitos diretos na produtividade e nos resultados econômicos</h2>
<p>As <strong>deficiências nutricionais em bovinos de corte</strong> impactam diretamente os pilares que sustentam a rentabilidade da atividade pecuária: <strong>desempenho produtivo, eficiência no uso dos recursos e retorno econômico. </strong></p>
<p>Quando o rebanho não recebe os nutrientes necessários em quantidade e qualidade adequadas, as perdas se acumulam em toda a cadeia produtiva.</p>
<h3>Redução no desempenho zootécnico por fase produtiva</h3>
<p>Cada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/">fase do ciclo de produção</a></strong> possui exigências nutricionais específicas. Gargalos em qualquer uma delas afetam o desempenho geral:</p>
<ul>
<li><strong>Na cria</strong>: Deficiências na matriz afetam o vigor do bezerro ao nascimento e o desenvolvimento inicial, com reflexos negativos na imunidade e na taxa de sobrevivência.</li>
<li><strong>Na recria</strong>: A falta de proteína ou energia limita o crescimento ósseo e muscular, estendendo o tempo necessário até a terminação.</li>
<li><strong>Na engorda</strong>: A conversão alimentar se torna ineficiente, exigindo maior tempo e mais insumos para atingir o peso ideal de abate.</li>
</ul>
<p>Esses atrasos comprometem o giro de lotes e impactam diretamente a taxa de lotação da fazenda, reduzindo o volume total de arrobas produzidas por hectare/ano.</p>
<h3>Impactos financeiros diretos e indiretos</h3>
<p>A consequência mais evidente de um manejo nutricional inadequado é a redução do lucro por animal. Entre os principais impactos financeiros estão:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39858" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros.png" alt="Tabela com impactos financeiros causados por gargalos nutricionais" width="877" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros.png 877w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-300x163.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-768x418.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-370x201.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-270x147.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-740x402.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-150x82.png 150w" sizes="auto, (max-width: 877px) 100vw, 877px" /></p>
<p>Além disso, deficiências nutricionais podem resultar em carcaças com menor acabamento, o que reduz o rendimento de cortes nobres e compromete a bonificação por qualidade paga por frigoríficos.</p>
<h2>Superando gargalos com um manejo nutricional eficiente</h2>
<p>A boa notícia é que os gargalos nutricionais não são uma sentença definitiva. Com um manejo nutricional bem estruturado, é possível transformar deficiências em oportunidades de ganho de eficiência, produtividade e rentabilidade. O segredo está no planejamento estratégico aliado a decisões técnicas embasadas.</p>
<h3>Diagnóstico e planejamento nutricional</h3>
<p>O ponto de partida é o diagnóstico da situação atual da propriedade. Isso envolve:</p>
<ul>
<li><strong>Análise da forragem disponível</strong>, para conhecer o valor nutricional real do pasto em diferentes épocas do ano;</li>
<li><strong>Levantamento das exigências nutricionais dos animais</strong>, com base na fase produtiva (bezerros, garrotes, bois em terminação, matrizes);</li>
<li><strong>Verificação da estrutura de suplementação existente</strong>, avaliando disponibilidade de cochos, água e logística de distribuição.</li>
</ul>
<p>A partir disso, é possível planejar dietas balanceadas que levem em consideração a disponibilidade dos nutrientes no sistema e os objetivos zootécnicos da fazenda.</p>
<h3>Estratégias nutricionais na prática</h3>
<p>Algumas medidas comprovadamente eficazes para superar gargalos incluem:</p>
<h4>1. Suplementação mineral estratégica</h4>
<p>A simples <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">correção de deficiências minerais</a></strong> já gera ganhos expressivos de produtividade. O uso de misturas adequadas à região e ao solo é essencial para manter o rebanho saudável e com bom desempenho.</p>
<h4>2. Suplementação proteica e energética</h4>
<p>Principalmente na seca, a oferta de <strong>proteína e energia</strong> deve ser ajustada para manter o desempenho. O uso de suplementos como ureia, farelo de soja ou polpa cítrica pode equilibrar dietas de pastagens fibrosas e pobres em proteínas.</p>
<h4>3. Manejo de lotação e pastejo rotacionado</h4>
<p>Manter o pasto em bom estado também é uma medida nutricional. Sistemas rotacionados com <strong>controle de entrada e saída dos animais</strong> preservam a qualidade da forragem e garantem melhor aproveitamento.</p>
<h4>4. Uso de aditivos e tecnologias nutricionais</h4>
<p>Produtos como <strong>monensina, probióticos ou tamponantes ruminais</strong> podem melhorar a conversão alimentar, controlar distúrbios digestivos e potencializar o aproveitamento dos nutrientes.</p>
<h3>Monitoramento e ajustes contínuos</h3>
<p>O manejo nutricional não é uma ação pontual, mas um processo contínuo que exige acompanhamento de resultados e ajustes periódicos. O uso de indicadores como ganho médio diário (GMD), conversão alimentar e escore de condição corporal permite uma tomada de decisão mais técnica e precisa.</p>
<p>Além disso, contar com <strong>apoio técnico especializado</strong> (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/">zootecnistas, médicos veterinários</a></strong>, consultores) é fundamental para garantir a eficácia das intervenções e evitar erros que comprometam os resultados.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ao longo deste artigo, vimos que os <strong>gargalos nutricionais na pecuária de corte </strong>são um dos principais entraves para que o setor atinja todo o seu potencial produtivo. Esses gargalos não se limitam a situações extremas ou evidentes, muitas vezes, são silenciosos e crônicos, afetando o desempenho do rebanho de forma gradual e acumulativa.</p>
<p>A nutrição animal, quando tratada de forma estratégica, deixa de ser um centro de custos para se tornar um <strong>fator de ganho e competitividade</strong>. Superar deficiências nutricionais exige mais do que aplicar suplementos: requer planejamento técnico, análise da realidade da propriedade, acompanhamento zootécnico e, sobretudo, mudança de mentalidade.</p>
<p>Afinal, <strong>o boi só produz o que consome</strong> e a eficiência do sistema começa no cocho.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-gargalos-nutricionais&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-gargalos-nutricionais&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Influência do clima na pecuária de corte: como enfrentar os impactos na produção de carne bovina</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 13:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte é uma das atividades mais estratégicas do agronegócio brasileiro. O país ocupa lugar de destaque como um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo. No entanto, por trás dos números que consolidam essa posição, existe uma variável cada vez mais determinante e ao mesmo tempo, muitas vezes negligenciada: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte é uma das atividades mais estratégicas do agronegócio brasileiro. O país ocupa lugar de destaque como um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo. No entanto, por trás dos números que consolidam essa posição, existe uma variável cada vez mais determinante e ao mesmo tempo, muitas vezes negligenciada: o clima.</p>
<p>A influência do clima na pecuária de corte deixou de ser um tema de interesse apenas de pesquisadores ou meteorologistas. Ela passou a <strong>fazer parte do dia a dia do pecuarista</strong>, do técnico de campo e até dos investidores do setor.</p>
<p>As oscilações de temperatura, os eventos climáticos extremos e as mudanças nos padrões de chuvas afetam diretamente a produtividade, o bem-estar animal, a qualidade e sazonalidade do pasto, os custos de produção e, claro, a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Portanto, falar sobre a <strong>influência do clima na pecuária de corte</strong> é mais do que uma preocupação ambiental, é uma estratégia de gestão e de sobrevivência do negócio.</p>
<p>Neste artigo, vamos analisar como o clima afeta a produção de carne bovina, quais os principais riscos para a atividade, mas também mostrar soluções práticas, estratégias de adaptação e como transformar um possível desafio em oportunidade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como o clima afeta a pecuária de corte?</h2>
<h3>Variações climáticas e seus efeitos sobre o gado</h3>
<p>As mudanças de temperatura e umidade relativa do ar impactam diretamente a fisiologia dos bovinos. Como animais homeotérmicos, os bovinos têm capacidade limitada de dissipar calor.</p>
<p>Quando as temperaturas ambientais ultrapassam a <strong>zona de conforto térmico</strong>, geralmente entre 10 °C e 27 °C para bovinos de corte, os animais entram em estresse térmico, uma condição que afeta negativamente a saúde, o comportamento e o desempenho produtivo.</p>
<p>As principais variações climáticas com impacto direto são:</p>
<ul>
<li><strong>Altas temperaturas constantes</strong> (especialmente acima de 30 °C);</li>
<li><strong>Amplitude térmica elevada</strong> entre o dia e a noite;</li>
<li><strong>Baixa umidade relativa</strong> ou secas prolongadas;</li>
<li><strong>Chuvas intensas em curtos períodos</strong>, que afetam logística e manejo do pasto.</li>
</ul>
<p>Esses fatores alteram rotinas diárias, reduzem a ingestão de alimento e, em muitos casos, exigem mudanças no calendário de manejo da propriedade.</p>
<h3>Estresse térmico: principais consequências no desempenho animal</h3>
<p>O <strong>estresse térmico</strong> é uma das maiores ameaças silenciosas à rentabilidade da pecuária de corte. Quando submetido a calor extremo por longos períodos, o animal tende a <strong>diminuir sua ingestão alimentar</strong> para reduzir a produção de calor metabólico, o que leva, naturalmente, à <strong>redução no ganho de peso diário</strong>.</p>
<p>Entre os principais efeitos do estresse térmico no gado de corte, destacam-se:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39850" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico.png" alt="Consequências e impactos diretos na produção causados pelo estresse térmico" width="915" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico.png 915w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-300x156.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-768x400.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-370x193.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-270x141.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-740x386.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-consequencias-estresse-termico-150x78.png 150w" sizes="auto, (max-width: 915px) 100vw, 915px" /></p>
<p>Além da temperatura, outros fatores ambientais também devem ser levados em consideração:</p>
<ul>
<li><strong>Umidade relativa do ar elevada</strong> impede a dissipação do calor por sudorese e respiração, agravando o estresse térmico.</li>
<li><strong>Radiação solar direta</strong> sem sombreamento adequado pode elevar a temperatura da pele do animal para além dos 40 °C.</li>
<li><strong>Velocidade do vento e ventilação natural</strong> são essenciais para reduzir a sensação térmica real, principalmente em confinamentos e piquetes com sombra limitada.</li>
</ul>
<h2>Principais desafios para os produtores</h2>
<p>A influência do clima na pecuária de corte se manifesta de forma ampla e, muitas vezes, cumulativa.</p>
<p>O pecuarista sente os <strong>impactos diretamente na produtividade e nos custos</strong>, mas também de maneira indireta, como na degradação de pastagens ou na alteração de ciclos reprodutivos. Abaixo, destacamos os principais desafios enfrentados dentro da porteira:</p>
<h3>Perdas econômicas relacionadas ao clima</h3>
<p>Um dos maiores problemas enfrentados pela pecuária em períodos climáticos adversos é o <strong>aumento do custo de produção combinado com a queda de produtividade</strong>.</p>
<p>Quando o animal consome menos, engorda menos, e o tempo de terminação se alonga, isso significa mais dias no pasto ou no cocho, menor diluição do custo do suplemento, água, medicamentos e manejo.</p>
<p>Além disso, a queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">índice de prenhez</a></strong>, comum em períodos de estresse térmico, reduz a taxa de reposição e compromete o planejamento de venda futura.</p>
<h3>Aumento de doenças e mortalidade em cenários extremos</h3>
<p>O estresse térmico e nutricional não apenas afetam o desempenho, como também <strong>baixam a imunidade dos animais</strong>. Isso abre espaço para a ocorrência de doenças metabólicas, respiratórias e até digestivas.</p>
<p>Além disso, em anos de calor extremo, o risco de <strong>mortalidade de animais mais jovens, debilitados ou em fase de terminação aumenta significativamente</strong>, principalmente se não houver áreas sombreadas, acesso constante à água e suporte nutricional adequado.</p>
<p>Outro fator crítico é a <strong>proliferação de parasitas</strong> (como carrapatos e moscas) em condições de calor e umidade, o que exige maior controle sanitário e uso de produtos veterinários.</p>
<h3>Mudanças na qualidade do pasto e disponibilidade de água</h3>
<p>O pasto é a base do sistema de produção de corte no Brasil e é também uma das primeiras vítimas dos desequilíbrios climáticos.</p>
<p><strong>Períodos de estiagem prolongada</strong> reduzem drasticamente o crescimento das forrageiras, forçando o pecuarista a investir em suplementação emergencial ou até mesmo no uso de silagem antecipada. Já em anos de chuvas intensas, o pasto pode ser danificado pelo pisoteio, compactação do solo e proliferação de fungos.</p>
<p>Além disso, há o problema da <strong>disponibilidade e qualidade da água</strong>. Rios, córregos e açudes tendem a secar ou ter qualidade comprometida em momentos críticos, afetando o consumo hídrico dos animais e o funcionamento de bebedouros e sistemas hidráulicos da fazenda.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-bebedouros-e-qualidade-de-agua-para-bovinos?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-bebedouros&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39630 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png" alt="E-book Bebedouros e qualidade de água para bovinos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-bebedouros-qualidade-agua-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Soluções aplicáveis dentro da fazenda</h2>
<p>Até aqui vimos como o clima impacta negativamente, agora é hora de falar do que realmente pode ser feito dentro da porteira, com ações de curto, médio e longo prazo.</p>
<p>Essa seção é voltada para soluções práticas, reais e adotáveis, com foco em gestão, manejo e tecnologia.</p>
<h3>Ferramentas tecnológicas para previsão e monitoramento climático</h3>
<p>A tecnologia é uma aliada valiosa para antecipar eventos climáticos e tomar decisões mais seguras. Hoje, diversas plataformas digitais e apps agroclimáticos permitem o monitoramento de variáveis em tempo real, com previsões específicas para cada região.</p>
<p>Principais recursos disponíveis:</p>
<ul>
<li><strong>Estação meteorológica na propriedade</strong> (pluviômetro, sensores de temperatura e umidade);</li>
<li><strong>Aplicativos e portais agroclimáticos</strong> como Climatempo Agro, Agritempo, Agrosmart e Agritempo (INMET);</li>
<li><strong>Integração com sistemas de gestão da fazenda</strong>, que ajustam calendários de manejo com base nas previsões.</li>
</ul>
<p>O uso dessas tecnologias permite, por exemplo, antecipar a compra de insumos, ajustar o período da estação de monta e programar a suplementação de forma preventiva.</p>
<h3>Adoção de sistemas silvipastoris e ILPF</h3>
<p>Uma das estratégias mais eficazes para mitigar os efeitos do clima na pecuária de corte é adotar modelos produtivos mais resilientes e sustentáveis, como:</p>
<ul>
<li><strong>Sistemas silvipastoris</strong>: Integração entre pasto e árvores;</li>
<li><strong>ILPF – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta</strong>: Diversificação do uso do solo com ganhos em produtividade e conservação ambiental.</li>
</ul>
<p>Esses sistemas oferecem <strong>sombreamento natural, melhora na fertilidade do solo, maior retenção de umidade</strong> e ainda promovem sequestro de carbono, colaborando com práticas sustentáveis.</p>
<h3>Planejamento forrageiro e uso eficiente da água</h3>
<p>Um erro comum em fazendas é tratar o pasto de <strong>forma estática</strong>, como se a oferta fosse sempre estável. No entanto, com a variabilidade climática, é essencial ter um planejamento forrageiro dinâmico, que leve em conta:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/entressafra-de-pastagens-como-manter-a-eficiencia-nutricional/">Crescimento sazonal das forrageiras</a></strong>;</li>
<li>Capacidade de suporte em cada época do ano;</li>
<li>Estabelecimento de áreas de reserva (piquetes ou silagem).</li>
</ul>
<p>Além disso, o <strong>uso eficiente da água</strong> é crítico. Isso envolve:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">Instalação de bebedouros</a></strong> bem distribuídos;</li>
<li>Monitoramento da qualidade da água;</li>
<li>Reutilização e armazenamento de água da chuva, quando possível.</li>
</ul>
<h3>Rotação de pastagens em sincronia com a sazonalidade</h3>
<p>A rotação de pastagens, quando bem planejada, aumenta a longevidade do pasto e reduz impactos climáticos.</p>
<p>Boas práticas incluem:</p>
<ul>
<li>Divisão em piquetes com tempo de descanso adequado;</li>
<li>Uso de forrageiras adaptadas a cada microclima;</li>
<li>Estratégias de diferimento (pasto de inverno ou verão reservado) para períodos críticos.</li>
</ul>
<p>Essa prática ajuda a <strong>manter o equilíbrio entre oferta e demanda de forragem</strong>, reduz a sobrecarga do solo e mantém a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">condição corporal</a></strong> dos animais mesmo em momentos de escassez.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ignorar a influência do clima na pecuária de corte já não é mais uma opção viável. As variações e extremos climáticos estão se tornando mais frequentes, mais intensos e mais caros.</p>
<p>Como vimos, seus impactos vão desde a queda no ganho de peso até perdas reprodutivas e nutricionais, que comprometem toda a sustentabilidade do sistema produtivo.</p>
<p>Neste cenário, o clima precisa ser tratado como um <strong>fator de produção</strong>, tão importante quanto o solo, a genética ou a nutrição. E mais: ele deve estar no centro da tomada de decisões dentro da propriedade.</p>
<p>Ao transformar o modo como sua fazenda lida com o clima, você <strong>deixa de ser refém das intempéries e se torna protagonista da própria produção</strong>. O clima não é um obstáculo, é um fator de produção que, quando bem gerenciado, pode se tornar uma vantagem competitiva para sua fazenda. Isso é gestão moderna, é pecuária de alta performance, e, acima de tudo, é visão de futuro.</p>
<p>A próxima decisão climática da sua fazenda começa agora.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
<p>Produzir mais arrobas é importante, mas só quem domina a gestão consegue transformar produtividade em lucro real. No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-influencia-clima&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a organizar a fazenda, controlar custos, aumentar a eficiência e tomar decisões seguras que fazem diferença no resultado.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-do-clima-na-pecuaria-de-corte/">Influência do clima na pecuária de corte: como enfrentar os impactos na produção de carne bovina</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sazonalidade e engorda a pasto: como garantir boa produtividade o ano todo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sazonalidade-e-engorda-a-pasto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira tem, em sua base, um modelo extensivo e altamente dependente das pastagens. Cerca de 90% da carne bovina produzida no país passa, em alguma etapa, por sistemas de engorda a pasto, segundo dados da Embrapa. Esse modelo é economicamente viável, ambientalmente sustentável e culturalmente consolidado, mas enfrenta um desafio recorrente: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira tem, em sua base, um modelo extensivo e altamente dependente das pastagens. Cerca de <strong>90% da carne bovina produzida no país passa, em alguma etapa, por sistemas de engorda a pasto</strong>, segundo dados da Embrapa. Esse modelo é economicamente viável, ambientalmente sustentável e culturalmente consolidado, mas enfrenta um desafio recorrente: a sazonalidade climática.</p>
<p>Ao longo do ano, variações na disponibilidade e na qualidade da forragem afetam diretamente o desempenho dos animais. Durante o período das águas (primavera e verão), há maior crescimento das pastagens, com boa oferta de proteína e energia. Já na seca (outono e inverno), a escassez de chuvas reduz o volume e o valor nutritivo dos pastos, o que limita o ganho de peso e compromete os resultados da engorda.</p>
<p>Essa oscilação no ambiente produtivo exige estratégias inteligentes de manejo para manter a regularidade no ganho de peso, garantir a previsibilidade no tempo de abate e, principalmente, <strong>otimizar o custo da engorda a pasto</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>O que é sazonalidade na pecuária e por que ela impacta na engorda a pasto?</h2>
<p>A <strong>sazonalidade</strong>, na pecuária, refere-se às variações cíclicas e previsíveis que ocorrem ao longo do ano em função do clima, especialmente a alternância entre o período chuvoso e o período seco.</p>
<p>No Brasil, esse fenômeno é particularmente relevante, pois grande parte do território nacional possui clima tropical, com estações bem definidas e alto grau de dependência das chuvas para a produção de forragem.</p>
<h3>Como a sazonalidade afeta a base alimentar do gado</h3>
<p>A pastagem é a principal fonte de alimento para o gado de corte em sistemas a pasto. Durante a estação das águas (outubro a março, com variações regionais), o crescimento das forrageiras é intenso, com boa disponibilidade de nutrientes. Já na estação seca (abril a setembro), o desenvolvimento das plantas diminui drasticamente, impactando em três frentes principais:</p>
<ul>
<li><strong>Menor oferta de massa verde</strong>: o pasto cresce menos e, em alguns casos, entra em senescência;</li>
<li><strong>Queda na qualidade nutricional</strong>: há redução nos teores de proteína bruta e digestibilidade da forragem;</li>
<li><strong>Aumento da competição por alimento</strong>: a lotação animal precisa ser ajustada, o que nem sempre é feito a tempo.</li>
</ul>
<h3>Relação entre clima, pasto e desempenho animal</h3>
<p>Estudos mostram que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso médio diário (GMD)</a> pode cair mais de 50% durante o período seco em comparação com o chuvoso</strong>, quando não há estratégias de suplementação ou manejo adequado. Isso se traduz em menor produtividade, maior tempo até o abate e, consequentemente, <strong>aumento do custo de engorda a pasto</strong>.</p>
<p>Além disso, o estresse térmico associado ao calor excessivo e à menor disponibilidade de água pode reduzir a eficiência alimentar dos bovinos, tornando ainda mais crítico o cenário em determinadas regiões.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios da engorda a pasto em períodos críticos</h2>
<p>A engorda de gado de corte a pasto tem seu ponto forte no baixo custo alimentar, mas essa vantagem pode ser comprometida quando os efeitos da sazonalidade não são enfrentados com planejamento técnico e estratégico.</p>
<h3>1. Queda acentuada no desempenho animal</h3>
<p>A limitação da oferta de nutrientes compromete diretamente o <strong>ganho de peso médio diário (GMD)</strong>. Bovinos em engorda a pasto durante a seca podem apresentar GMD inferior a 300 g/dia, enquanto na estação das águas esse número pode superar 800 g/dia, segundo dados da Embrapa Gado de Corte.</p>
<p>Essa queda atrasa o ciclo de produção, reduz a eficiência do sistema e impacta na rentabilidade.</p>
<h3>2. Atraso no tempo de abate</h3>
<p>A soma de baixo GMD e maior tempo para atingir o peso de abate resulta em estagnação no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong> do produtor. Animais permanecem mais tempo na fazenda consumindo recursos (água, suplementação, mão de obra) sem retorno imediato, o que compromete o custo de engorda a pasto e o planejamento financeiro do sistema.</p>
<h3>3. Aumento de custos indiretos</h3>
<p>Mesmo em sistemas que priorizam o custo baixo, <strong>a ausência de forragem obriga o uso de estratégias corretivas</strong> (como suplementação de emergência, compra de volumoso ou redução da lotação), que, se não forem planejadas previamente, encarecem o ciclo de produção.</p>
<p>Há também o aumento de gastos com sanidade, já que animais subnutridos tendem a ficar mais suscetíveis a doenças.</p>
<h3>4. Desequilíbrio na taxa de lotação e sobrepastejo</h3>
<p>Quando o pasto disponível não é suficiente para atender à demanda do rebanho, é comum que ocorra <strong>sobrepastejo</strong>, um cenário no qual o gado consome o pasto além da sua capacidade de recuperação.</p>
<p>Isso reduz ainda mais a oferta futura de forragem, compromete a rebrota e prejudica a sustentabilidade do sistema, agravando o efeito da sazonalidade.</p>
<h2>Dados e números que mostram a relevância do tema</h2>
<p>Compreender a dimensão do impacto da sazonalidade na engorda a pasto exige olhar para os números.</p>
<p>Diversos estudos mostram que as flutuações climáticas influenciam diretamente o desempenho animal e a eficiência global dos sistemas de produção a pasto.</p>
<h3>Queda no ganho de peso em função da estação</h3>
<p>Segundo a <strong>Embrapa Gado de Corte</strong>, o ganho de peso médio diário (GMD) de bovinos em sistema de engorda a pasto <strong>varia significativamente entre as estações</strong>:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39841" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso.png" alt="Ganho de peso diário de acordo com o período e a suplementação" width="1002" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso.png 1002w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-300x93.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-768x237.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-370x114.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-270x83.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-740x228.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-150x46.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1002px) 100vw, 1002px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: Embrapa Gado de Corte</span></p>
<p>Essa diferença mostra o impacto direto da qualidade da pastagem e da necessidade de intervenções nutricionais para manter o desempenho.</p>
<h3>Efeito na taxa de lotação</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> (número de UA/ha) também sofre variação significativa. No período das águas, é comum trabalhar com <strong>1,5 a 2,5 UA/ha em regiões bem manejadas</strong>. Na seca, essa taxa pode cair para <strong>0,5 a 1 UA/ha</strong>, demandando venda antecipada, realocação de animais ou suplementação intensiva.</p>
<p>Essa queda de produtividade da área, se não for prevista, compromete a <strong>eficiência do uso do solo, a capacidade de suporte da fazenda e a rentabilidade geral do sistema.</strong></p>
<h2>Como a suplementação pode corrigir os efeitos da sazonalidade?</h2>
<p>A <strong>suplementação para engorda a pasto</strong> é uma ferramenta estratégica e amplamente consolidada no manejo nutricional do gado de corte. Sua função vai muito além de simplesmente “aumentar o ganho de peso”: ela corrige deficiências nutricionais do pasto, mantém o desempenho dos animais mesmo em épocas críticas e garante a continuidade do ciclo produtivo.</p>
<h3>Por que suplementar?</h3>
<p>Durante o período seco, a pastagem apresenta:</p>
<ul>
<li><strong>Baixo teor de proteína bruta</strong> (inferior a 6% em muitos casos);</li>
<li><strong>Redução da digestibilidade</strong>;</li>
<li><strong>Menor disponibilidade de energia metabolizável</strong>;</li>
<li><strong>Deficiência de minerais essenciais</strong>, como fósforo, enxofre e sódio.</li>
</ul>
<p>Sem a correção desses desequilíbrios, o custo de engorda a pasto aumenta devido ao maior tempo até o abate e ao uso ineficiente da terra e dos recursos disponíveis.</p>
<h3>Tipos de suplementação e quando usar</h3>
<p>A escolha do tipo de suplemento depende do objetivo, do nível nutricional do pasto e da categoria animal. Abaixo, uma visão geral das principais modalidades:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento.png" alt="Tabela tipos de suplemento" width="1054" height="437" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento.png 1054w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-300x124.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-1024x425.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-768x318.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-370x153.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-270x112.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-740x307.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-150x62.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1054px) 100vw, 1054px" /></p>
<h3>Comparativo de desempenho: com e sem suplementação</h3>
<p>Vamos considerar um exemplo médio de desempenho no período seco:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39843" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho.png" alt="Comparativo de desempenho com e sem suplementação na seca" width="1049" height="255" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho.png 1049w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-300x73.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-1024x249.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-768x187.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-370x90.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-740x180.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-150x36.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1049px) 100vw, 1049px" /></p>
<p>A suplementação pode reduzir em até 40% o tempo de engorda, otimizando o uso da área, dos recursos e antecipando o retorno financeiro.</p>
<h3>Cuidados ao adotar suplementação</h3>
<p>Apesar de seus benefícios, a suplementação exige planejamento:</p>
<ul>
<li><strong>Cálculo econômico detalhado</strong>: avalie o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custo da arroba produzida</a></strong> com e sem suplemento;</li>
<li><strong>Adequação da estrutura</strong>: cochos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong>, logística de distribuição;</li>
<li><strong>Monitoramento contínuo</strong>: consumo, desempenho, escore corporal;</li>
<li><strong>Evitar desperdícios</strong>: suplemento mal armazenado ou mal fornecido pode gerar perdas significativas.</li>
</ul>
<p>Quando bem implementada, a suplementação é uma das principais aliadas para driblar os efeitos da sazonalidade, mantendo o <strong>sistema produtivo previsível, eficiente e competitivo</strong>.</p>
<h2>Estratégias para reduzir o custo da engorda a pasto em épocas de baixa</h2>
<p>Minimizar os impactos da sazonalidade exige mais do que <strong>corrigir deficiências nutricionais</strong>. Envolve planejamento forrageiro, gestão de recursos, adaptação do manejo e uso de ferramentas simples, porém estratégicas, que podem reduzir custos e preservar o desempenho do rebanho.</p>
<p>A seguir, abordamos algumas das principais práticas utilizadas por produtores e consultores para garantir rentabilidade mesmo em épocas de escassez.</p>
<h3>1. Planejamento forrageiro: pasto é alimento, e precisa de gestão</h3>
<p>A formação de uma boa reserva forrageira começa ainda durante o período das águas, quando o crescimento da pastagem é acelerado. O ideal é:</p>
<ul>
<li>Monitorar a taxa de crescimento das forrageiras;</li>
<li>Definir lotações de acordo com a capacidade de suporte real da área;</li>
<li>Planejar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">uso rotacionado das pastagens</a></strong>, evitando o sobrepastejo.</li>
</ul>
<p>Segundo a Embrapa, cada 1 hectare de pastagem bem manejada pode produzir até 8 toneladas de matéria seca por ano, enquanto um pasto degradado mal manejado pode cair para menos de 2 toneladas.</p>
<h3>2. Ajuste da lotação animal: menos é mais, em certos momentos</h3>
<p>Durante o período seco, manter a mesma lotação do período das águas pode ser desastroso. A superlotação leva à rápida degradação da pastagem, piora o escore corporal dos animais e, por fim, aumenta o custo da engorda por arroba.</p>
<p>Ajustes recomendados:</p>
<ul>
<li><strong>Reduzir o número de animais</strong> por hectare no início da seca;</li>
<li><strong>Priorizar os lotes</strong> com melhor potencial de retorno (terminação);</li>
<li><strong>Considerar venda antecipada de animais</strong> de menor desempenho.</li>
</ul>
<h3>3. Reserva de pasto e uso de volumoso conservado</h3>
<p>A adoção de estratégias como fenação e silagem pode ser uma saída inteligente e econômica quando bem planejada. Embora tenha custo, a produção de volumoso próprio pode sair mais barata do que depender exclusivamente de suplementos comerciais ou da compra de feno de terceiros.</p>
<p>Opções viáveis:</p>
<ul>
<li><strong>Silagem de capim</strong>: custo por tonelada menor que a de milho em regiões tropicais;</li>
<li><strong>Feno de capim-elefante ou braquiária</strong>: fácil manejo e boa conservação;</li>
<li><strong>Corte e rebrota controlada</strong> de áreas específicas para reserva seca.</li>
</ul>
<h3>4. Gestão financeira integrada ao planejamento produtivo</h3>
<p>Muitas vezes, o produtor enxerga a suplementação ou a conservação de forragem como um custo, quando na verdade são <strong>investimentos em eficiência produtiva</strong>. Integrar a gestão financeira ao planejamento técnico é o que separa sistemas reativos de sistemas sustentáveis.</p>
<p>Boas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Calcular o custo de produção por arroba de forma sazonal</strong>;</li>
<li>Usar indicadores como custo de oportunidade da terra e taxa de lotação real;</li>
<li><strong>Antecipar compras de insumos</strong> ainda no período das águas, aproveitando preços mais baixos.</li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A sazonalidade e engorda a pasto não são desafios passageiros na pecuária de corte, são elementos estruturais do sistema produtivo brasileiro. Ignorá-los compromete resultados. Antecipá-los e planejar soluções é o que separa os sistemas rentáveis daqueles que operam sempre no limite.</p>
<p>Ao longo deste conteúdo, vimos que os efeitos do clima sobre o desempenho animal e o custo de produção são profundos, mas não são incontroláveis. Há <strong>ferramentas viáveis e acessíveis para manter a performance mesmo nas épocas mais críticas do ano</strong>, e elas começam com planejamento.</p>
<p>A importância de um planejamento forrageiro e nutricional nesses períodos reside na necessidade de ajustar a dieta dos animais às alterações na disponibilidade e qualidade da pastagem.</p>
<h3>Checklist de ações por época do ano</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39844" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano.png" alt="Checklist de ações do ano" width="970" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano.png 970w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-300x136.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-768x348.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-370x167.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-270x122.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-740x335.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-150x68.png 150w" sizes="auto, (max-width: 970px) 100vw, 970px" /></p>
<p>Em um setor onde margens estão cada vez mais apertadas e o mercado exige regularidade na entrega de carne com qualidade, entender e dominar a sazonalidade não é mais uma vantagem, é uma necessidade estratégica.</p>
<h2>O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
<p>A pecuária de corte moderna exige gestão, estratégia e aplicação prática do conhecimento. Seja você um produtor em busca de mais lucratividade, um sucessor que precisa assumir a fazenda ou um consultor que deseja gerar mais resultados, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-sazonalidade-pasto&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> oferece uma formação completa para transformar sua atuação no setor.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sazonalidade-e-engorda-a-pasto/">Sazonalidade e engorda a pasto: como garantir boa produtividade o ano todo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Mercado da carne bovina: perspectivas da produção e dos preços no Brasil e no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 13:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de carne bovina segue como um dos setores mais estratégicos do agronegócio brasileiro em 2025. Com uma cadeia produtiva robusta, o Brasil não apenas abastece o mercado interno, mas também desempenha um papel de liderança nas exportações globais de carne. Esse protagonismo, no entanto, exige atenção redobrada por parte dos produtores, gestores e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mercado de carne bovina</strong> segue como um dos setores mais estratégicos do agronegócio brasileiro em 2025. Com uma cadeia produtiva robusta, o Brasil não apenas abastece o mercado interno, mas também desempenha um papel de <strong>liderança nas exportações globais de carne</strong>. Esse protagonismo, no entanto, exige atenção redobrada por parte dos produtores, gestores e técnicos rurais, especialmente diante de um cenário global mais volátil, exigente e competitivo.</p>
<p>Em um momento marcado por transformações geopolíticas, exigências ambientais crescentes, mudanças no perfil do consumidor e avanços tecnológicos, <strong>compreender como funciona o mercado de carne bovina</strong> deixou de ser uma vantagem e passou a ser uma necessidade para quem deseja se manter competitivo.</p>
<p>Muitos produtores focam apenas nos manejos técnicos dentro da fazenda, o que é essencial, mas esquecem que é o <strong>mercado que define o valor da arroba</strong>, o ritmo de venda, a viabilidade de investimento e a atratividade para parceiros comerciais.</p>
<p>Neste artigo, vamos trazer um panorama completo e atualizado sobre o mercado de carne bovina no Brasil e no mundo em 2025, abordando como está estruturada a produção brasileira e sua evolução, tendências mais relevantes para os próximos anos e como o produtor pode se posicionar melhor diante desse cenário.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O Brasil na produção de carne bovina</h2>
<p>O Brasil se consolidou, ao longo das últimas décadas, como um dos maiores protagonistas no cenário global da carne bovina.</p>
<p>Em 2025, o país mantém uma <strong>posição de liderança tanto em volume produzido quanto em exportações</strong>, com um sistema produtivo que vem se modernizando e ganhando competitividade.</p>
<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), o Brasil deve fechar 2025 com uma produção estimada em <strong>10,8 milhões de toneladas de carne bovina</strong>, um leve crescimento de 2,1% em relação a 2024, impulsionado por melhores índices zootécnicos e maior produtividade por hectare.</p>
<p>Os principais estados produtores continuam sendo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39831" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado.png" alt="Principais estados produtores de gado de corte no Brasil" width="674" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado.png 674w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-300x160.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-370x197.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-270x144.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-estados-produtores-gado-150x80.png 150w" sizes="auto, (max-width: 674px) 100vw, 674px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</span></p>
<p>Esse crescimento é sustentado não apenas pelo aumento da produção, mas também pela melhoria da eficiência: mais carne produzida por área, com menor idade de abate e maior padronização de carcaças.</p>
<h3>Evolução dos sistemas produtivos</h3>
<p>Nos últimos anos, a pecuária brasileira passou por uma importante transformação técnica e gerencial, com destaque para:</p>
<ul>
<li>Adoção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pecuaria-de-precisao-na-producao-de-corte/">tecnologia de precisão</a></strong> (balanças automáticas, sensores, softwares de gestão);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">Integração Lavoura-Pecuária (ILP)</a></strong> e ILPF, que permitem uso intensivo e sustentável da terra;</li>
<li>Redução da idade de abate, que caiu para média de 30 meses em sistemas tecnificados;</li>
<li>Confinamentos mais eficientes, com melhor conversão alimentar e manejo nutricional.</li>
</ul>
<p>Esses avanços refletem em <strong>maior produtividade por hectare</strong>, além de menor emissão de carbono por quilo de carne produzida, o que se alinha com as novas exigências de mercados compradores.</p>
<h2>O mercado internacional de carne bovina</h2>
<p>O<strong> mercado internacional de carne bovina</strong> continua sendo um dos principais motores da pecuária de corte brasileira. Em 2025, <strong>o Brasil segue como maior exportador mundial</strong>, com uma participação crescente em mercados estratégicos e uma adaptação rápida às novas exigências sanitárias, ambientais e comerciais.</p>
<h3>O Brasil no comércio global de carne bovina</h3>
<p>Em 2025, o Brasil deve atingir um novo recorde, com <strong>3,24 milhões de toneladas exportadas</strong>, segundo projeções do Ministério da Agricultura e da ABIEC, representando cerca de <strong>24% de toda a carne bovina comercializada globalmente</strong>.</p>
<p>Entre janeiro e agosto de 2025, a receita gerada é de aproximadamente US$ 10,5 bilhões. Já a receita cambial prevista para o ano deve ultrapassar <strong>US$ 14 bilhões</strong>, fortalecida pela valorização de cortes nobres e da carne rastreada com padrão de exportação.</p>
<p>Até o mês de julho, a lista de destinos da carne bovina brasileira se mantém sólida, com a <strong>China ainda como principal cliente</strong>, seguida dos Estados Unidos, México, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>Contudo, o setor também enfrentou barreiras importantes. O chamado<strong> “tarifaço de Trump”,</strong> impôs tarifas adicionais sobre diversos produtos brasileiros, incluindo a carne bovina. Essa medida reduziu a competitividade do Brasil no mercado norte-americano e obrigou a indústria a redirecionar parte dos embarques para outros destinos, reforçando a dependência de mercados como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/">China</a></strong> e estimulando a busca por novos parceiros comerciais.</p>
<p>Para a pecuária de corte brasileira, isso significou desafios de curto prazo, mas também acelerou a diversificação das exportações e a consolidação do país como grande fornecedor global.</p>
<p>Atualmente, os principais destinos da carne bovina brasileira são:</p>
<ul>
<li>China;</li>
<li>Rússia;</li>
<li>México;</li>
<li>Chile;</li>
<li>União Europeia.</li>
</ul>
<h3>Fatores que afetam a exportação da carne bovina brasileira</h3>
<p>O desempenho das exportações não depende apenas da qualidade da carne. Em 2025, os principais fatores de influência incluem:</p>
<ol>
<li>Câmbio;</li>
<li>Acordos sanitários;</li>
<li>Imagem internacional;</li>
<li>Logística e infraestrutura.</li>
</ol>
<p>Em resumo: <strong>o mercado internacional segue aquecido, mas cada vez mais seletivo</strong>. Estar preparado para atender a esses requisitos não é mais diferencial, é requisito para continuar participando do jogo.</p>
<h2>Fatores que influenciam o preço da carne bovina</h2>
<p>O preço da carne bovina é resultado de uma combinação de variáveis econômicas, produtivas, climáticas e comerciais. Em 2025, <strong>o cenário é de recuperação parcial dos preços da arroba</strong> e da carne ao consumidor, após um período de forte volatilidade entre 2022 e 2024.</p>
<p>Entender o que está por trás dessas oscilações é essencial para o produtor planejar melhor o abate, a venda e os investimentos na fazenda.</p>
<h3>O ciclo pecuário e sua influência natural no preço</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/">pecuária de corte funciona em ciclos</a></strong> de médio prazo. Esses ciclos estão ligados, principalmente, ao abate ou retenção de fêmeas, o que afeta a oferta futura de bezerros e, por consequência, de bois prontos para o abate.</p>
<p>Veja como o ciclo funciona:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39833" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo.png" alt="Ciclo pecuário" width="932" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo.png 932w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-300x141.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-768x362.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-370x174.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-270x127.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-740x349.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ciclo-150x71.png 150w" sizes="auto, (max-width: 932px) 100vw, 932px" /></p>
<h3>Demanda interna vs. demanda externa</h3>
<p>A recuperação do consumo doméstico vem sendo um <strong>fator moderador importante para os preços em 2025.</strong> Com a queda da inflação de alimentos e aumento do poder de compra das classes C e D, o consumo interno de carne bovina voltou a crescer.</p>
<ul>
<li>Em 2023, o consumo per capita caiu para 24,7 kg/ano.</li>
<li>Em 2024, houve leve recuperação para 25,4 kg/ano.</li>
<li>Em 2025, a estimativa é de 26,1 kg/ano, segundo a Conab.</li>
</ul>
<p>A <strong>demanda internacional,</strong> por outro lado, continua forte, puxada principalmente pela <strong>China e pelo Oriente Médio</strong>, o que contribui para manter os preços firmes, apesar da concorrência global.</p>
<h3>Preço da arroba em 2025: como está?</h3>
<p>De acordo com o <strong>CEPEA/USP</strong>, a média da arroba do boi gordo em setembro de 2025 é de R$305,00, em recuperação frente à média de R$258,00 registrada no mesmo período de 2024.</p>
<p>Projeções indicam estabilidade com leve viés de alta até o final do ano, caso o ritmo de exportações se mantenha e o consumo interno continue reagindo.</p>
<p><span style="font-size: 14px;">Fonte: Cepea/USP – Acompanhamento do Mercado do Boi Gordo (2025)</span></p>
<h2>Tendências de Mercado no Brasil e no Mundo</h2>
<p>O mercado de carne bovina em 2025 está atravessando uma fase de reconfiguração. As pressões por sustentabilidade, o avanço de tecnologias disruptivas e a mudança nos padrões de consumo estão redesenhando o setor, tanto no Brasil quanto no mundo.</p>
<p>Quem souber <strong>entender e acompanhar essas tendências</strong> terá uma vantagem competitiva clara, seja na produção, na comercialização ou na negociação com frigoríficos e mercados internacionais.</p>
<h3>1. Rastreabilidade e sustentabilidade como padrão mínimo</h3>
<p>O que antes era diferencial de poucos, agora é exigência de muitos. Mercados premium como União Europeia, Reino Unido, Coreia do Sul e Japão estão exigindo garantias de:</p>
<ul>
<li>Origem da carne sem desmatamento;</li>
<li>Rastreabilidade completa desde o nascimento até o abate;</li>
<li>Emissões controladas ou neutralizadas de carbono;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">Bem-estar animal</a></strong> em todas as fases da produção.</li>
</ul>
<blockquote><p>A partir de 2026, entra em vigor o regulamento europeu que proíbe importação de carne proveniente de áreas desmatadas após 2020, o que deve afetar diretamente produtores brasileiros que ainda não se adequaram.</p></blockquote>
<p><span style="font-size: 14px;">Fonte: Regulamento da UE sobre produtos livres de desmatamento – European Commission</span></p>
<h3>2. Concorrência com proteínas alternativas</h3>
<p>O avanço das proteínas alternativas (carne vegetal, cultivada em laboratório ou híbridos) ainda não afeta diretamente a demanda por carne bovina no Brasil, mas é um movimento forte em mercados urbanos e países desenvolvidos.</p>
<p>Porém, especialistas indicam que <strong>esses produtos não substituirão a carne tradicional, mas disputarão espaço nas gôndolas com base em imagem, marketing e apelo ambiental</strong>.</p>
<h3>3. Digitalização da cadeia produtiva</h3>
<p>A pecuária 4.0 está deixando de ser tendência e se tornando realidade. Cada vez mais produtores estão:</p>
<ul>
<li>Usando <strong>sensores, coleiras e balanças automáticas</strong> para monitorar o desempenho animal;</li>
<li>Aplicando <strong>inteligência de dados e algoritmos</strong> para prever melhor época de abate;</li>
<li>Integrando sistemas de gestão de rebanho com previsões de mercado e clima;</li>
<li>Acessando <strong>plataformas de venda direta</strong>, como marketplaces para carne premium e negociação de arroba online.</li>
</ul>
<h3>4. Acesso a mercados com valor agregado</h3>
<p>Outra tendência forte é o avanço da carne de valor agregado, tanto no mercado interno quanto externo. Isso inclui:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Carne com certificação de origem (IGPs, BPF, Carne Angus Certificada);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cortes especiais com acabamento de gordura padronizado;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Selo de carne carbono neutro ou rastreada;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Produtos com apelo regional ou gourmet.</li>
</ul>
<p>Essa carne <strong>chega a valer até 30% a mais no mercado</strong>, mas exige maior controle e padronização no processo produtivo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O mercado de carne bovina, em 2025, mostra <strong>sinais claros de recuperação e expansão</strong>, mas também deixa evidente que apenas produzir bem não é mais suficiente.</p>
<p>O produtor que compreende o comportamento do mercado, que antecipa os ciclos e se prepara para exigências futuras, tem mais margem, mais segurança e mais opções de venda.</p>
<p>A pecuária brasileira vive um momento decisivo. Quem adaptar sua produção às novas exigências de mercado terá acesso a novas oportunidades, melhores preços e maior previsibilidade.</p>
<p>Seja na venda direta, na negociação com frigoríficos ou no acesso a mercados internacionais, o conhecimento de mercado se tornou um insumo tão valioso quanto a genética ou o sal mineral.</p>
<p>Portanto, a pergunta não é mais <i>“quando o mercado vai mudar?”</i>, mas sim:</p>
<p><strong>Você está se preparando para o que já está acontecendo?</strong></p>
<h2>O segredo da pecuária de corte lucrativa está na gestão</h2>
<p>Muitos pecuaristas deixam dinheiro na mesa por não acompanharem números e indicadores da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-mercado-carne&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, de forma prática, como enxergar oportunidades de ganho, reduzir desperdícios e transformar dados em resultados que aumentam a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-mercado-carne&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-estrategias-de-sucesso-para-a-transicao-seca-aguas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 19:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[período de seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como preparar sua fazenda para enfrentar um dos momentos mais críticos do ano sem perder produtividade. Baixe gratuitamente o guia que mostra, com orientações detalhadas e exemplos claros, como manejar o pasto, ajustar a suplementação, planejar o sequestro e reduzir os riscos econômicos da transição seca-águas. O que você vai encontrar neste material Um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra como preparar sua fazenda para enfrentar um dos momentos mais críticos do ano sem perder produtividade.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia que mostra, com orientações detalhadas e exemplos claros, como manejar o pasto, ajustar a suplementação, planejar o sequestro e reduzir os riscos econômicos da transição seca-águas.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material</h2>
<p>Um guia direto ao ponto, que reúne práticas de manejo, nutrição e gestão para transformar a transição seca-águas em uma oportunidade de ganho.</p>
<ol>
<li>Principais desafios da transição – Entenda por que esse período é tão crítico para a pecuária.</li>
<li>Manejo eficiente do pasto – Como rebaixar, adubar e planejar o uso de áreas para garantir rebrota vigorosa.</li>
<li>Consumo animal – Por que quantidade é tão importante quanto qualidade e como monitorar sinais de queda de desempenho.</li>
<li>Suplementação estratégica – Ajustes no tipo de suplemento e uso de aditivos para reduzir riscos, como a “diarreia do broto”.</li>
<li>Sequestro como solução – Estrutura necessária, dieta indicada e vantagens de retirar temporariamente os animais do pasto.</li>
<li>Impacto econômico da decisão – Como o manejo correto evita prejuízos e melhora a rentabilidade da arroba.</li>
</ol>
<h2>Este material é indicado para quem</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que enfrentam dificuldades durante a transição seca-águas.</li>
<li>Técnicos e consultores que desejam informações práticas e embasadas para orientar seus clientes.</li>
<li>Gestores e tomadores de decisão no agronegócio que precisam planejar estratégias nutricionais e de manejo para reduzir riscos econômicos.</li>
</ul>
<h2>Não deixe a transição seca-águas comprometer seus resultados</h2>
<p>Aprenda a manejar o pasto, manter o desempenho animal e proteger a rentabilidade da sua fazenda.</p>
<p>Baixe agora este guia gratuito e tenha em mãos um material essencial para transformar um período crítico em oportunidade de crescimento.</p>
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		<item>
		<title>Os 7 pilares de quem terá sucesso na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/os-7-pilares-de-quem-tera-sucesso-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 12:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gestão para resultados]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive um cenário desafiador e cheio de oportunidades. A pressão por eficiência, as oscilações do mercado, as novas exigências de sustentabilidade e a crescente necessidade de gestão profissional exigem que o produtor enxergue sua fazenda não apenas como uma propriedade rural, mas como um negócio. E a pergunta que se impõe é: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive um cenário desafiador e cheio de oportunidades. A pressão por eficiência, as oscilações do mercado, as novas exigências de sustentabilidade e a crescente necessidade de gestão profissional exigem que o produtor enxergue sua fazenda não apenas como uma propriedade rural, mas como um negócio.</p>
<p>E a pergunta que se impõe é: <strong>como transformar a pecuária em uma atividade realmente lucrativa, resiliente e preparada para o futuro? </strong>A resposta está em adotar uma visão estratégica que vá muito além da porteira, combinando técnica, eficiência, gestão e liderança.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O futuro da pecuária: tendências que transformam o setor</h2>
<p>O futuro da pecuária de corte será marcado por mudanças profundas em três grandes dimensões: <strong>mercado, produção e sociedade</strong>. O produtor que deseja prosperar precisa estar atento a cada uma delas e agir de forma estratégica.</p>
<h3>1. Dinâmica do mercado e dos preços</h3>
<p>A pecuária é uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/">atividade cíclica</a></strong>, influenciada por períodos de alta e baixa no preço do boi gordo. Esses ciclos, muitas vezes vistos como ameaça, podem se tornar oportunidade para quem está preparado.</p>
<ul>
<li><strong>Na alta</strong>: é hora de capitalizar, vender com margens melhores e reforçar a saúde financeira da fazenda.</li>
<li><strong>Na baixa</strong>: é o momento de ajustar custos, investir em eficiência produtiva e se preparar para a próxima virada do ciclo.</li>
</ul>
<p>Além disso, o mercado brasileiro está cada vez mais conectado ao cenário global. O crescimento das exportações ampliam as oportunidades, mas também exigem mais profissionalismo e previsibilidade.</p>
<h3>2. Exigências de sustentabilidade</h3>
<p>O consumidor, tanto no Brasil quanto no exterior, quer saber de onde vem a carne que consome. Transparência na origem, práticas ambientais responsáveis e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar animal</a></strong> deixaram de ser diferencial e se tornaram requisito.</p>
<ul>
<li><strong>Programas de certificação</strong> já recompensam o produtor com melhores preços.</li>
<li><strong>Governos e compradores internacionais</strong> impõem restrições cada vez maiores para quem não se adapta.</li>
<li><strong>Investidores e parceiros comerciais</strong> priorizam negócios alinhados a critérios <strong>ESG (Ambiental, Social e Governança)</strong>.</li>
</ul>
<p>Ou seja: sustentabilidade deixou de ser custo e passou a ser fator de competitividade.</p>
<h3>3. Novos perfis de produtores e sucessores</h3>
<p>O futuro da pecuária também será marcado por uma nova geração de sucessores, com maior nível de formação e visão empresarial. Isso tende a acelerar a profissionalização do setor, tornando a pecuária cada vez mais parecida com outros ramos de negócio: <strong>focada em gestão, resultados e inovação</strong>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-pilares-sucesso-pecuaria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Gestão financeira: o lucro está nos números</h2>
<p>A pecuária é uma atividade de margens estreitas e ciclos instáveis. Por isso, o produtor que não controla suas finanças está sempre à mercê do mercado. Já quem acompanha os números da fazenda consegue transformar informação em lucro.</p>
<h3>1. Indicadores-chave de desempenho (KPIs)</h3>
<p>Medir apenas o resultado final não basta. É preciso acompanhar indicadores estratégicos, como:</p>
<ul>
<li>Margem bruta por hectare.</li>
<li>Ganho médio diário dos animais.</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">Taxa de lotação</a></strong> da fazenda.</li>
<li>Retorno sobre o capital investido.</li>
</ul>
<p>Esses números funcionam como bússola, mostrando se a fazenda está na direção correta ou se ajustes são necessários.</p>
<h3>2. Planejamento e orçamento econômico</h3>
<p>O orçamento é uma das ferramentas mais poderosas da gestão financeira. Ele permite simular cenários, prever impactos de decisões e se antecipar a crises de mercado.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Cenários otimistas</strong> mostram até onde é possível crescer.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Cenários pessimistas</strong> revelam onde cortar custos sem comprometer a produção.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Cenário realista</strong> serve como guia para o dia a dia da fazenda.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Planejamento estratégico: o caminho da rentabilidade</h2>
<p>A pecuária moderna exige planejamento sólido e visão de longo prazo. Toda estratégia deve estar sustentada em três pilares:</p>
<ol>
<li><strong>Produtividade</strong>: produzir mais por hectare, usando melhor os recursos disponíveis.</li>
<li><strong>Escala</strong>: crescer de forma inteligente para diluir custos sem comprometer a eficiência.</li>
<li><strong>Eficiência de custos</strong>: buscar sempre o equilíbrio entre qualidade de produção e controle de gastos.</li>
</ol>
<p>Esse planejamento deve responder a três perguntas fundamentais:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>1. Onde estamos hoje? &#8211;  </strong>Diagnóstico claro da situação atual, com números confiáveis.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>2. Onde queremos chegar? &#8211; </strong>Definição de metas realistas e desafiadoras.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>3. Como vamos chegar lá? &#8211; </strong>Elaboração do plano de ação, com prazos e responsáveis definidos.</p>
<h2>Cultura de gestão e liderança</h2>
<p>Na pecuária, números e planos só ganham vida quando há pessoas comprometidas com a execução. Por isso, desenvolver uma <strong>cultura de gestão orientada a resultados</strong> e fortalecer a liderança são passos decisivos para transformar a fazenda em um negócio de alta performance.</p>
<h3>1. O papel da liderança</h3>
<p>A liderança é o elo entre o planejamento e a prática. É ela que garante que os objetivos definidos no papel sejam traduzidos em rotinas, metas e atitudes no dia a dia da fazenda.</p>
<p>Mais do que isso, o líder tem como <strong>papel fundamental conectar a cultura da fazenda, as metas estabelecidas e os resultados alcançados</strong>, criando um alinhamento que fortalece todo o time.</p>
<ul>
<li><strong>Gestores precisam ser exemplos</strong>, mostrando disciplina e clareza nas decisões.</li>
<li><strong>Líderes devem inspirar confiança</strong>, criando um ambiente em que a equipe se sinta parte do resultado.</li>
<li><strong>Autoridade e proximidade equilibradas</strong> fazem com que colaboradores respeitem, mas também se engajem.</li>
</ul>
<h3>2. Desafios na gestão de pessoas</h3>
<p>Lidar com equipes no campo não é simples. Alguns dos principais desafios enfrentados são:</p>
<ul>
<li>Falta de capacitação técnica de funcionários.</li>
<li>Rotatividade e dificuldade de retenção de mão de obra.</li>
<li>Comunicação falha entre gestor e equipe.</li>
<li>Resistência a mudanças e novas tecnologias.</li>
<li>Desafios entre pessoas de diferentes gerações no mesmo ambiente de trabalho.</li>
</ul>
<p>Sem uma gestão estruturada, esses pontos podem comprometer a eficiência da fazenda, mesmo que haja bons números no planejamento.</p>
<h3>3. Construindo uma cultura de resultados</h3>
<p>Uma cultura de gestão eficiente é baseada em três pilares:</p>
<ul>
<li><strong>Clareza de objetivos:</strong> cada colaborador deve entender como seu trabalho impacta o resultado da fazenda.</li>
<li><strong>Metas bem definidas:</strong> objetivos individuais e coletivos precisam ser mensuráveis e alcançáveis.</li>
<li><strong>Acompanhamento constante:</strong> reuniões de alinhamento e indicadores de desempenho fortalecem a disciplina.</li>
</ul>
<p>Quando esses elementos se consolidam, a equipe deixa de ser apenas executora e passa a ser parceira no crescimento da fazenda.</p>
<h3>4. Oportunidades da boa liderança</h3>
<ul>
<li>Maior engajamento e retenção da equipe.</li>
<li>Melhoria da produtividade e redução de falhas operacionais.</li>
<li>Ambiente de trabalho mais saudável e motivador.</li>
<li>Equipe com cultura forte para uma execução de alto nível e focada em resultados.</li>
</ul>
<p>Em resumo: <strong>estratégia sem liderança é apenas teoria</strong>. O verdadeiro resultado nasce quando gestores e equipe caminham juntos em direção a um objetivo comum.</p>
<h2>A fazenda do amanhã: os 7 pilares de quem vai vencer</h2>
<p>O futuro da pecuária será construído pelos produtores que souberem unir técnica, gestão e visão de longo prazo. Mais do que produzir, será preciso gerir a fazenda como um negócio completo, preparado para crescer de forma sustentável e lucrativa. Esses são os sete pilares que diferenciam os vencedores:</p>
<h3>1. Produzir com competência técnica</h3>
<p>Nutrição, genética, sanidade e manejo são as<strong> bases da pecuária moderna</strong>. Sem técnica, não há eficiência nem competitividade. Investir em técnica significa reduzir riscos, aumentar eficiência e extrair o máximo do rebanho e da terra.</p>
<h3>2. Ser eficiente operacionalmente</h3>
<p>Uma fazenda de alta performance depende de <strong>processos bem executados</strong>. Reduzir desperdícios, organizar rotinas, treinar a equipe e usar recursos com inteligência são passos que transformam eficiência em lucro.</p>
<h3>3. Ter eficiência comercial</h3>
<p>De nada adianta produzir bem se a venda não é estratégica. Saber negociar, escolher o momento certo para vender e acessar diferentes canais de comercialização são habilidades que elevam a rentabilidade.</p>
<h3>4. Alcançar alta lucratividade</h3>
<p>Lucro é o que garante a <strong>continuidade do negócio</strong>. É ele que sustenta investimentos, inovações e sucessão. Focar apenas em produção, sem medir custos, leva a uma ilusão de resultado que não se confirma nas contas.</p>
<p>Quando o produtor conhece seus números e busca eficiência em cada etapa, transforma produtividade em resultado financeiro consistente.</p>
<h3>5. Ser socioambientalmente responsável</h3>
<p>O <strong>futuro da pecuária</strong> está ligado à responsabilidade com o meio ambiente e com as comunidades locais. Muitos ainda veem a sustentabilidade como custo e não como investimento.</p>
<p>O manejo sustentável da pastagem, o respeito às áreas de preservação e o bem-estar animal geram acesso a mercados premium e fortalecem a imagem da fazenda. Com uma gestão eficiente, asseguram maior rentabilidade, pois sustentabilidade também é sinônimo de lucro no longo prazo.</p>
<h3>6. Preparar sucessores para continuar progredindo</h3>
<p>A continuidade da fazenda depende da formação de novas lideranças, sejam familiares ou gestores contratados. A falta de sucessores preparados é um dos maiores riscos para o futuro do agronegócio.</p>
<p>Investir na capacitação de jovens, estimular a participação em decisões e promover experiências práticas cria gestores prontos para dar continuidade e inovar.</p>
<h3>7. Adotar alto nível de gestão</h3>
<p>A fazenda do amanhã será administrada com o mesmo rigor de uma empresa. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/">Gestão estratégica</a></strong>, financeira, trabalhista, tributária e de governança não são mais opcionais. Muitos produtores ainda se concentram apenas no “fazer”, deixando de lado processos e controles administrativos.</p>
<p>A adoção de ferramentas de gestão, indicadores claros e governança transparente transformam a fazenda em um negócio sólido, capaz de atrair parceiros e investidores.</p>
<h2>Da teoria à prática: um roteiro claro para transformar sua gestão pecuária</h2>
<p>Para aplicar tudo isso na rotina da fazenda, o processo pode ser organizado em cinco etapas:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41430" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso.png" alt="Processo para transformar sua gestão na pecuária de corte" width="971" height="378" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso.png 971w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-300x117.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-768x299.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-370x144.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-270x105.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-740x288.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-pilares-sucesso-150x58.png 150w" sizes="auto, (max-width: 971px) 100vw, 971px" /></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A pecuária do futuro não será vencida pelo acaso, mas pela competência em <strong>unir técnica, eficiência, visão estratégica e alto nível de gestão</strong>. Mais do que produzir, será preciso gerir a fazenda como uma empresa, preparada para enfrentar ciclos de mercado, atender às novas exigências de consumidores e construir um legado sustentável e duradouro.</p>
<p>A <strong>fazenda do amanhã já começou a ser construída hoje</strong>, por aqueles que buscam resultados sólidos, cuidam da eficiência do presente e, ao mesmo tempo, preparam o caminho para o futuro. O produtor que enxerga a propriedade como um negócio completo tem em mãos a chave para transformar desafios em oportunidades e alcançar lucratividade consistente.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Plantas daninhas em pastagens: como identificar, prevenir e controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas daninhas representam um dos maiores entraves para a eficiência da pecuária de corte no Brasil. Embora muitas vezes negligenciadas no planejamento produtivo, essas espécies competem diretamente com as forrageiras por água, luz e nutrientes e espaço, comprometendo não apenas a produtividade das pastagens, mas também os índices zootécnicos dos animais e a rentabilidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>plantas daninhas</strong> representam um dos maiores entraves para a eficiência da pecuária de corte no Brasil. Embora muitas vezes negligenciadas no planejamento produtivo, essas espécies competem diretamente com as forrageiras por água, luz e nutrientes e espaço, <strong>comprometendo não apenas a produtividade das pastagens, mas também os índices zootécnicos dos animais e a rentabilidade do sistema</strong>.</p>
<p>Na prática, a presença de plantas daninhas em pastagens resulta em áreas improdutivas e degradadas, aumento de custos com controle emergencial, e redução significativa na capacidade de suporte do pasto. Para um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/um-projeto-pecuario-de-sucesso-se-inicia-pelo-diagnostico/">projeto pecuário</a></strong> que visa estabilidade, previsibilidade e resultados sustentáveis ao longo do tempo, esse é um fator que simplesmente não pode ser ignorado.</p>
<p>Entender <strong>quais são as principais plantas daninhas que afetam as pastagens</strong>, por que elas surgem, e de que forma podem ser prevenidas ou controladas é um diferencial estratégico para qualquer pecuarista, gerente de fazenda ou consultor técnico.</p>
<p>O conhecimento técnico sobre o tema, aliado a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">práticas de manejo bem orientadas</a></strong>, pode reverter prejuízos e transformar um problema recorrente em uma oportunidade de ganho de eficiência.</p>
<p>Ao longo deste artigo, vamos explorar os aspectos mais importantes sobre esse desafio: <strong>desde conceitos básicos até as estratégias mais modernas e integradas de controle</strong>. Tudo isso com base em dados confiáveis, aplicabilidade prática e foco na realidade de quem vive o dia a dia no campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>Planta invasora x planta daninha: existe diferença?</h2>
<p>Sim. Toda planta daninha pode ser considerada uma planta invasora, mas nem toda planta invasora é daninha. O termo <strong>&#8220;invasora&#8221; se refere à espécie que se instala em um ecossistema de forma não planejada</strong>, muitas vezes sem predadores naturais. Já o termo <strong>&#8220;daninha&#8221; é utilizado especificamente para aquelas que causam prejuízo à produtividade</strong> ou dificultam o manejo da área.</p>
<p>Por exemplo, uma planta nativa pode tornar-se daninha se seu crescimento comprometer o aproveitamento do pasto pela pecuária. Ou seja, o contexto é o que define a classificação.</p>
<h3>O que favorece o surgimento de plantas daninhas?</h3>
<p>Vários fatores contribuem para o aparecimento e a expansão de plantas daninhas em áreas de pastagem:</p>
<ul>
<li><strong>Degradação do solo</strong>: solos compactados, com baixa fertilidade e mal corrigidos favorecem espécies adaptadas a condições adversas.</li>
<li><strong>Falta de rotação ou uso contínuo</strong>: o uso contínuo sem descanso compromete as forrageiras e abre espaço para invasoras.</li>
<li><strong>Deficiências no manejo de pastagem</strong>: baixa densidade de cobertura vegetal e ausência de controle preventivo.</li>
<li><strong>Entrada de sementes no plantio da pastagem com baixo teor de pureza</strong>, por vento, animais ou implementos agrícolas contaminados.</li>
</ul>
<p>A chave para o controle eficaz começa pela compreensão dessas causas. Sem um diagnóstico preciso do que está permitindo o avanço das plantas daninhas, qualquer intervenção corre o risco de ser apenas paliativa.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios associados às plantas daninhas</h2>
<p>A presença de plantas daninhas em pastagens vai muito além de uma questão estética ou pontual. Trata-se de um fator diretamente ligado à <strong>queda de produtividade, aumento de custos e perda de eficiência do sistema pecuário</strong>. Compreender esses desafios é essencial para a tomada de decisões técnicas e gerenciais.</p>
<h3>Redução da disponibilidade de forragem</h3>
<p>As plantas daninhas competem diretamente com as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécies forrageiras</a></strong> por recursos fundamentais como luz, água e nutrientes.</p>
<p>Como muitas dessas invasoras têm crescimento agressivo, acabam se sobrepondo às forrageiras, reduzindo drasticamente a disponibilidade de massa verde com valor nutritivo. Isso impacta diretamente:</p>
<ul>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> da área (menos animais por hectare),</li>
<li>A <strong>oferta de proteína e energia</strong> para os animais,</li>
<li>O <strong>tempo de pastejo</strong> necessário para manutenção de ganho de peso.</li>
</ul>
<h3>Aumento de custos operacionais</h3>
<p>A infestação por plantas daninhas obriga a adoção de medidas corretivas, que muitas vezes são mais caras do que as ações preventivas. Entre os principais custos envolvidos estão:</p>
<ul>
<li><strong>Compra e aplicação de herbicidas seletivos</strong> (em muitos casos de alto valor por hectare);</li>
<li><strong>Operações mecânicas</strong> (roçagens, gradagens);</li>
<li><strong>Redução do retorno por hectare</strong> devido à menor produtividade da forragem.</li>
</ul>
<p>Além disso, áreas severamente infestadas exigem mais mão de obra e maior frequência de manejo, o que compromete a rentabilidade da operação.</p>
<h3>Impacto na taxa de lotação e desempenho animal</h3>
<p>Um dos reflexos mais graves da presença de plantas daninhas é a <strong>queda no desempenho dos animais</strong>. Quando a disponibilidade ou a qualidade da forragem diminui, os animais:</p>
<ul>
<li>Perdem condição corporal;</li>
<li>Reduzem taxa de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso diário</a></strong>;</li>
<li>Têm menor conversão alimentar.</li>
</ul>
<p>A consequência é clara: menor eficiência zootécnica e econômica do sistema de produção.</p>
<h3>Falta de controle preventivo = custo multiplicado</h3>
<p>Muitos produtores só percebem a gravidade do problema quando ele já compromete áreas inteiras da fazenda.</p>
<p>A ausência de monitoramento constante e de ações preventivas permite que as plantas daninhas se instalem com força. E, <strong>quanto mais avançada a infestação, maior será o custo para recuperação</strong> e mais lenta será a resposta às medidas de manejo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-planta-daninha-pastagem&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Conheça as principais espécies que ameaçam as pastagens</h2>
<p>Em pastagens destinadas à produção de gado de corte, o maior prejuízo causado pelas plantas daninhas geralmente está relacionado à <strong>competição direta com as forrageiras</strong>. Essas espécies, muitas vezes altamente adaptadas a solos degradados, ocupam rapidamente o espaço, consomem os mesmos nutrientes e dificultam o desenvolvimento da pastagem produtiva.</p>
<p>A seguir, listamos as principais espécies competidoras que afetam negativamente a produtividade das pastagens no Brasil, com foco em características práticas para reconhecimento e controle.</p>
<h3>Plantas daninhas competidoras mais comuns</h3>
<h4>1. Capim-gordura (<i>Melinis minutiflora</i>)</h4>
<p>Espécie exótica muito agressiva, que forma touceiras densas e se alastra rapidamente. Compete intensamente com as gramíneas forrageiras e reduz a qualidade do pasto. Resiste bem ao fogo, o que dificulta o controle.</p>
<h4>2. Capim-navalha (<i>Scleria</i> spp.)</h4>
<p>Encontrado principalmente em áreas úmidas ou mal drenadas. Possui folhas cortantes e forma agrupamentos que limitam o acesso do gado ao pasto desejado. Seu crescimento favorece ambientes mal manejados.</p>
<h4>3. Capim marmelada <i>(Brachiaria plantaginea</i>)</h4>
<p>Apesar de ser do mesmo gênero de algumas forrageiras comerciais, sua presença em excesso é indesejada por apresentar baixo valor nutritivo e comportamento altamente competitivo.</p>
<h4>4. Carrapicho <i>(Cenchrus echinatus)</i></h4>
<p>Além de competir com a pastagem, possui sementes espinhosas que se prendem aos animais, dificultando o pastejo e reduzindo o bem-estar animal. É comum em solos arenosos e áreas degradadas.</p>
<h4>5. Malva-preta <i>(Sida</i> spp.)</h4>
<p>Muito comum em pastagens exploradas de forma contínua. Tem crescimento rápido e elevado poder de ressemeadura, dificultando o controle.</p>
<h4>6. Erva-de-passarinho (<i>Struthanthus</i> spp.)</h4>
<p>Parasita comum em árvores e arbustos das áreas de pastagem que, ao longo do tempo, altera a estrutura do ambiente e favorece o sombreamento, o que prejudica o desenvolvimento das gramíneas forrageiras.</p>
<h3>Características que tornam essas espécies problemáticas</h3>
<ul>
<li><strong>Alta rusticidade e adaptação a solos pobres</strong>: São plantas que se beneficiam da degradação ambiental.</li>
<li><strong>Capacidade de se propagar por sementes e estruturas vegetativas</strong>: Muitas possuem grande produção de sementes viáveis por hectare.</li>
<li><strong>Ausência de controle preventivo favorece a dominância</strong>: Sem monitoramento, essas espécies tomam áreas extensas em poucos ciclos.</li>
</ul>
<p>A identificação precoce e o controle sistemático são a chave para evitar prejuízos expressivos. Uma única planta deixada sem controle pode, em algumas espécies, gerar milhares de sementes viáveis em uma única estação.</p>
<h2>Oportunidades por trás do problema</h2>
<p>Embora as plantas daninhas em pastagens representam um desafio real, seu enfrentamento também abre espaço para <strong>melhorias estruturais, ganhos de produtividade e redução de custos no médio e longo prazo</strong>. Com diagnóstico precoce e planejamento, é possível transformar a gestão do pasto em uma vantagem competitiva.</p>
<h3>Diagnóstico precoce: a chave da eficiência</h3>
<p>Um dos maiores erros no manejo de pastagens é tratar o surgimento de plantas daninhas apenas quando a infestação já está avançada. No entanto, quando há <strong>monitoramento contínuo e diagnóstico precoce</strong>, o custo do controle é muito menor e o impacto sobre a forragem é quase nulo.</p>
<p>Ferramentas simples como checklists de inspeção visual, registros por setor e observação pós-chuva ajudam a identificar focos em estágio inicial, momento ideal para o controle.</p>
<h3>Economia com manejo integrado e preventivo</h3>
<p>O uso de estratégias combinadas de controle, conhecidas como <strong>Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD)</strong>, tem se mostrado mais eficiente e econômico do que o uso exclusivo de herbicidas. Essas estratégias incluem:</p>
<ul>
<li>Uso do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo rotacionado</a></strong> para evitar superpastejo;</li>
<li><strong>Adubação e correção do solo</strong>, que favorecem o vigor das forrageiras e dificultam o avanço das daninhas;</li>
<li>Roçadas pontuais e direcionadas;</li>
<li>Aplicação seletiva de herbicidas somente onde há necessidade.</li>
</ul>
<p>Com esse tipo de abordagem, o produtor:</p>
<ul>
<li>Reduz o custo por hectare no controle químico;</li>
<li>Melhora o aproveitamento do solo;</li>
<li>Aumenta a longevidade da pastagem formada.</li>
</ul>
<h3>Benefícios indiretos e sustentáveis</h3>
<p>Além dos ganhos diretos em produtividade, o bom manejo de plantas daninhas gera benefícios indiretos que se acumulam com o tempo:</p>
<ul>
<li><strong>Menor compactação do solo</strong> (por evitar reforma desnecessária);</li>
<li><strong>Maior controle sobre o calendário nutricional do rebanho</strong>;</li>
<li><strong>Ambiente mais equilibrado e estável</strong> para o crescimento das forrageiras.</li>
</ul>
<h2>Como prevenir e controlar plantas daninhas</h2>
<p>Controlar plantas daninhas em pastagens exige mais do que aplicar herbicidas de forma reativa. É necessário adotar uma abordagem integrada, combinando boas práticas agronômicas, monitoramento e intervenções estratégicas.</p>
<p>A seguir, apresentamos um guia dividido por tipo de manejo, com <strong>foco na prevenção e controle eficaz</strong>.</p>
<h3>Manejo preventivo: fortalecendo a pastagem</h3>
<p>O primeiro passo para reduzir o risco de infestação é criar um ambiente onde a forrageira domine e as condições não favoreçam o desenvolvimento das plantas daninhas.</p>
<p>Boas práticas preventivas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Pastejo rotacionado bem ajustado</strong>: evita o superpastejo e permite o repouso das áreas, preservando a densidade do capim.</li>
<li><strong>Correção e adubação do solo</strong>: solos corrigidos e férteis favorecem o vigor das forrageiras e reduzem o espaço competitivo para invasoras.</li>
<li><strong>Cobertura vegetal densa</strong>: manter o solo sempre coberto com forragem viva ou morta dificulta a emergência de sementes de plantas daninhas.</li>
<li><strong>Controle de tráfego de máquinas e gado</strong>: evita a compactação do solo, que favorece o surgimento de espécies oportunistas.</li>
</ul>
<h3>Manejo mecânico: controle físico em áreas pontuais</h3>
<p>É eficaz principalmente em infestações iniciais ou localizadas. Pode ser feito por:</p>
<ul>
<li>Roçada mecânica seletiva (com roçadeiras ou guadañas);</li>
<li>Capina manual em pontos críticos;</li>
<li>Gradagem leve em áreas de rebrota intensa (com atenção para não expor demais o solo).</li>
</ul>
<h3>Manejo químico: uso racional de herbicidas</h3>
<p>O uso de defensivos deve ser técnico, seletivo e pontual. A escolha do produto dependerá:</p>
<ul>
<li>Da espécie da planta daninha;</li>
<li>Da fase de desenvolvimento (quanto mais jovem, mais sensível);</li>
<li>Da sensibilidade da forrageira (para evitar danos ao pasto).</li>
</ul>
<p>Boas práticas no controle químico:</p>
<ul>
<li>Fazer <strong>aplicações dirigidas</strong> (com bico cônico e pressão baixa);</li>
<li>Respeitar as <strong>condições climáticas</strong> (vento, umidade, temperatura);</li>
<li>Utilizar <strong>profissionais habilitados e equipamentos calibrados</strong>.</li>
</ul>
<h3>O papel do monitoramento contínuo</h3>
<p>Sem acompanhamento, qualquer estratégia de controle perde eficiência. O ideal é que o produtor ou gerente de campo adote uma rotina de inspeção mensal para:</p>
<ul>
<li>Mapear áreas críticas;</li>
<li>Identificar novas espécies invasoras;</li>
<li>Avaliar a resposta das forrageiras após as ações de controle.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A presença de plantas daninhas em pastagens é um problema recorrente e altamente prejudicial para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/">sistemas de produção de gado de corte</a></strong>. Mas como vimos ao longo deste artigo, <strong>mais do que um desafio agronômico, trata-se de um sinal de desequilíbrio no manejo da área</strong>, um sintoma que, quando reconhecido a tempo, pode ser revertido com ganhos reais para o sistema produtivo.</p>
<p>A chave está na <strong>antecipação e na integração de práticas</strong>. Identificar precocemente as espécies competidoras, manter a saúde do solo, ajustar a lotação e combinar estratégias de controle são passos fundamentais para proteger a produtividade do pasto e, consequentemente, o desempenho do rebanho.</p>
<p>Mais do que combater as plantas daninhas, o objetivo deve ser <strong>fortalecer o ambiente onde as forrageiras prosperam</strong>, dificultando naturalmente o avanço de espécies invasoras. Essa visão proativa, apoiada por dados, tecnologia e manejo técnico, é o que separa sistemas produtivos frágeis de projetos sustentáveis e eficientes.</p>
<h2>Plantas daninhas são só a ponta do iceberg quando o manejo de pastagens é falho</h2>
<p>Se você quer aprender a evitar esse tipo de prejuízo, manter o pasto produtivo o ano todo e tomar decisões mais técnicas no campo, o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-planta-daninha-pastagem&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> é para você.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Pecuária de precisão: o que é, como funciona e por que sua fazenda precisa adotar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pecuaria-de-precisao-na-producao-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[avanços tecnológicos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de precisão representa uma nova abordagem na produção de carne bovina, baseada no uso de tecnologias para monitorar, coletar e analisar dados em tempo real. Seu principal objetivo é aumentar a eficiência produtiva, reduzir desperdícios e melhorar a tomada de decisão por meio de informações técnicas individualizadas. Essa transformação é impulsionada por demandas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de precisão representa uma <strong>nova abordagem na produção de carne bovina</strong>, baseada no uso de tecnologias para monitorar, coletar e analisar dados em tempo real. Seu principal objetivo é aumentar a eficiência produtiva, reduzir desperdícios e melhorar a tomada de decisão por meio de informações técnicas individualizadas.</p>
<p>Essa transformação é impulsionada por demandas crescentes por rastreabilidade, sustentabilidade e resultados econômicos mais consistentes. Ao permitir uma gestão detalhada, a pecuária de precisão fortalece a capacidade do produtor de <strong>agir com agilidade, reduzir custos e antecipar problemas no rebanho</strong>.</p>
<p>Nos próximos tópicos, vamos entender como esse conceito funciona na prática, quais tecnologias estão envolvidas, e por que ele se torna cada vez mais essencial em sistemas modernos de pecuária de corte.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>O que é pecuária de precisão e como ela funciona</h2>
<p>A <strong>pecuária de precisão</strong> é uma abordagem baseada na aplicação de tecnologias para <strong>monitorar, medir e gerenciar variáveis zootécnicas e ambientais de forma contínua e integrada</strong>. Inspirada nos princípios da agricultura de precisão, ela se apoia na coleta sistemática de dados para permitir que as decisões sejam tomadas com mais exatidão e previsibilidade.</p>
<p>Na prática, o conceito envolve três pilares principais:</p>
<ol>
<li><strong>Coleta automatizada de dados</strong>: através de sensores, balanças eletrônicas, câmeras e dispositivos móveis, é possível obter dados sobre comportamento, peso, consumo alimentar, temperatura corporal, localização e muito mais.</li>
<li><strong>Análise e integração das informações</strong>: os dados coletados são organizados em plataformas de gestão e sistemas de análise, que permitem gerar relatórios, gráficos e alertas, facilitando a leitura técnica e a tomada de decisões.</li>
<li><strong>Ação orientada por dados</strong>: com base nas análises, o gestor pode ajustar dietas, identificar precocemente doenças, redistribuir lotes, melhorar o manejo reprodutivo ou adaptar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">práticas de bem-estar animal</a></strong>, tudo com base em indicadores confiáveis e em tempo real, otimizando o desempenho em todas as etapas da cadeia produtiva.</li>
</ol>
<p>Diferente do manejo tradicional, que muitas vezes trabalha com médias e estimativas, a pecuária de precisão foca na gestão por unidade animal. Isso permite identificar variações de desempenho dentro do rebanho que antes passavam despercebidas.</p>
<p>A adoção dessa abordagem representa uma mudança de paradigma: sair do modelo reativo para um <strong>modelo proativo e preditivo</strong>, no qual decisões são fundamentadas em evidências concretas, e não apenas na experiência ou observação empírica.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-pecuaria-precisao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Desafios que a pecuária de precisão se propõe a enfrentar</h2>
<p>A pecuária de precisão surge como uma resposta a problemas crônicos que impactam diretamente a <strong>rentabilidade e a sustentabilidade</strong> dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/">sistemas de produção de carne bovina</a></strong>.</p>
<p>Ao permitir maior controle e previsibilidade, ela atua sobre gargalos operacionais que, muitas vezes, passam despercebidos no manejo tradicional.</p>
<h3>Baixa eficiência alimentar e reprodutiva</h3>
<p>Em muitos sistemas, há desperdício significativo de insumos, especialmente ração e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementos</a></strong>, devido à falta de acompanhamento individualizado do consumo.</p>
<p>A ausência de dados concretos sobre a resposta de cada animal dificulta ajustes precisos, comprometendo o retorno sobre o investimento nutricional e os índices reprodutivos.</p>
<h3>Variação de desempenho dentro do rebanho</h3>
<p>Animais criados no mesmo ambiente, com o mesmo manejo, podem apresentar desempenho muito diferente. Sem dados individualizados, essa variação tende a ser mascarada pelas médias do lote, atrasando a identificação de problemas e dificultando decisões como descarte, suplementação ou ajuste de manejo.</p>
<h3>Falta de dados na tomada de decisão</h3>
<p>Grande parte das decisões no campo ainda é tomada <strong>com base em observação visual e experiência</strong>, o que reduz a precisão das ações. A pecuária de precisão oferece métricas confiáveis e em tempo real, tornando possível agir com base em evidências, não em suposições.</p>
<h3>Perdas por falhas sanitárias e ambientais</h3>
<p>Problemas de saúde animal, como doenças subclínicas ou estresse térmico, muitas vezes só são percebidos quando já causaram perdas econômicas. Com sensores e sistemas de alerta, é possível detectar alterações fisiológicas precocemente, atuando de forma preventiva e reduzindo impactos sobre o desempenho zootécnico.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tecnologias aplicadas na pecuária de precisão</h2>
<p>A base da pecuária de precisão está no uso de tecnologias que permitem <strong>coletar, processar e interpretar dados zootécnicos com rapidez e confiabilidade</strong>. Essas ferramentas vêm ganhando espaço nas propriedades brasileiras e se tornaram acessíveis a projetos de diferentes escalas.</p>
<h3>Sensores e coleiras inteligentes</h3>
<p>Dispositivos acoplados ao animal, como coleiras ou brincos eletrônicos, monitoram variáveis fisiológicas e comportamentais. Esses dados ajudam a identificar precocemente distúrbios nutricionais, estresse térmico ou sinais de doenças, mesmo antes de sintomas visuais aparecerem.</p>
<h3>Balanças eletrônicas e currais automatizados</h3>
<p>Sistemas de pesagem eletrônica permitem o acompanhamento do ganho de peso em tempo real, sem necessidade de contenção manual. Alguns currais inteligentes já permitem identificar o animal, pesá-lo e registrar os dados automaticamente em plataformas digitais, reduzindo erros humanos e otimizando o controle de desempenho individual.</p>
<h3>Drones, câmeras térmicas e monitoramento aéreo</h3>
<p>Drones equipados com câmeras térmicas e multiespectrais permitem o monitoramento de grandes áreas e a observação do comportamento do rebanho a distância. Também são usados para identificar áreas de sombra, pontos de acúmulo de calor ou falhas em cercas e estruturas de contenção.</p>
<h3>Softwares de gestão e plataformas integradas</h3>
<p>Os dados coletados em campo são processados por plataformas de gestão que integram diferentes fontes de informação: peso, consumo, saúde, ambiente e reprodução.</p>
<p>Esses sistemas geram <em>dashboards</em>, alertas automáticos e relatórios analíticos, que auxiliam o gestor na priorização de ações, acompanhamento de metas e correção de desvios.</p>
<h2>Limitações, barreiras e custo de adoção</h2>
<p>Embora a pecuária de precisão ofereça ganhos claros em eficiência e controle, sua implementação ainda enfrenta <strong>obstáculos técnicos, financeiros e culturais</strong>. Conhecer essas barreiras é fundamental para avaliar o momento certo e as condições necessárias para adotar esse modelo de gestão.</p>
<h3>Acesso à conectividade no campo</h3>
<p>Grande parte das propriedades rurais brasileiras ainda apresenta limitações de infraestrutura digital. A ausência de <strong>internet estável em toda a área da fazenda</strong> impede o uso de sensores conectados, plataformas em nuvem e sistemas de monitoramento em tempo real, o que compromete a eficácia de algumas tecnologias mais avançadas.</p>
<h3>Custo de aquisição e manutenção</h3>
<p>Embora os custos tenham diminuído nos últimos anos, muitos equipamentos utilizados na pecuária de precisão ainda representam um <strong>investimento inicial considerável</strong>, especialmente para produtores médios que operam com margens apertadas.</p>
<p>Além da aquisição, é necessário considerar:</p>
<ul>
<li>Custos com manutenção e calibração dos equipamentos;</li>
<li>Substituição periódica de componentes (baterias, sensores, etc.);</li>
<li>Assinaturas de softwares de gestão e plataformas digitais.</li>
<li>Custo com pessoal capacitado.</li>
</ul>
<h3>Curva de aprendizagem e capacitação técnica</h3>
<p>A eficácia da pecuária de precisão depende da <strong>capacidade de interpretar e utilizar os dados gerados</strong>. Em muitos casos, a barreira não está na tecnologia, mas na dificuldade em transformá-la em ação. Isso exige investimento em treinamento e uma <strong>mudança cultural no modo de gerir a fazenda</strong>.</p>
<h3>Resistência à mudança</h3>
<p>Em sistemas mais tradicionais, há resistência à adoção de novas ferramentas, sobretudo quando os resultados não são percebidos de imediato. A quebra desse padrão exige não apenas evidência técnica, mas também <strong>visão estratégica e confiança na tecnologia</strong> como parte do processo produtivo.</p>
<h2>Tendências futuras e o papel da pecuária de precisão no Brasil</h2>
<p>O avanço da pecuária de precisão está diretamente ligado à evolução das tecnologias digitais no campo, à demanda por rastreabilidade e à busca por sistemas produtivos mais sustentáveis e eficientes. Nesse cenário, o Brasil, um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo, tem papel estratégico tanto como <strong>usuário quanto como desenvolvedor de soluções</strong>.</p>
<h3>Integração com inteligência artificial e IoT</h3>
<p>Uma das principais tendências é a conexão entre sensores, softwares de gestão e inteligência artificial, formando sistemas capazes de <strong>aprender com os dados gerados</strong>.</p>
<p>Isso permite prever comportamentos, identificar padrões e sugerir ações com base em históricos, clima, lotes e desempenho individual. O conceito de Internet das Coisas (IoT) na pecuária está deixando de ser tendência e se tornando prática em grandes operações.</p>
<h3>Rastreabilidade e certificações digitais</h3>
<p>A exigência por <strong>transparência e rastreabilidade da cadeia produtiva</strong> está pressionando o setor a adotar ferramentas digitais que documentem o histórico dos animais.</p>
<p>Plataformas de blockchain, QR codes e certificações digitais estão ganhando espaço, e a pecuária de precisão será uma base técnica essencial para viabilizar essas iniciativas com segurança e credibilidade.</p>
<h3>Adaptação para diferentes escalas de produção</h3>
<p>Empresas de tecnologia vêm desenvolvendo soluções modulares, com menor custo de entrada, adaptadas a produtores médios ou em fase de transição tecnológica.</p>
<p>Isso inclui kits de monitoramento simplificados, aplicativos com funcionalidades básicas e plataformas com planos escaláveis. A tendência é que a pecuária de precisão se torne <strong>mais acessível e viável também para propriedades familiares e integradas</strong>.</p>
<h3>O Brasil como protagonista em inovação pecuária</h3>
<p>Com sua combinação de escala, diversidade produtiva e capacidade técnica instalada, o Brasil tem tudo para se consolidar como um dos líderes globais no uso e desenvolvimento de soluções voltadas à pecuária de precisão.</p>
<p>Parcerias entre startups, universidades e grandes grupos do agro vêm criando um ecossistema de inovação que já começa a gerar frutos dentro e fora do país.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A pecuária de precisão não é apenas uma tendência, é uma <strong>ferramenta estratégica para quem busca eficiência, previsibilidade e competitividade em sistemas de produção de carne bovina</strong>. Seu diferencial está na capacidade de transformar dados em decisões, reduzindo incertezas e maximizando o retorno sobre cada hectare, cada insumo e cada animal.</p>
<p>Ao permitir o monitoramento individualizado, o controle preciso de variáveis produtivas e a gestão integrada das operações, essa abordagem rompe com o modelo baseado em médias e abre espaço para uma <strong>pecuária mais inteligente, sustentável e tecnicamente fundamentada</strong>.</p>
<p>Apesar das barreiras, os benefícios de sua adoção já são evidentes em propriedades de diferentes perfis. À medida que o acesso à tecnologia se amplia, a pecuária de precisão tende a se consolidar como padrão de gestão para sistemas profissionais, e não mais como diferencial.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boi sanfona: o que é, quais os impactos e como evitar perdas na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boi-sanfona-pecuaria-de-corte-como-evitar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[ganho de peso]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, é comum encontrar animais que, ao longo do ciclo produtivo, ganham peso rapidamente em determinado período e, logo em seguida, perdem boa parte desse avanço. Esse fenômeno, conhecido como efeito boi sanfona, é reconhecido como uma das causas ocultas mais significativas de perda de eficiência nos sistemas de produção a pasto. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, é comum encontrar animais que, ao longo do ciclo produtivo, ganham peso rapidamente em determinado período e, logo em seguida, perdem boa parte desse avanço. Esse fenômeno, conhecido como <strong>efeito boi sanfona</strong>, é reconhecido como uma das causas ocultas mais significativas de perda de eficiência nos sistemas de produção a pasto.</p>
<p>À primeira vista, pode parecer uma simples oscilação de peso natural, relacionada à sazonalidade das chuvas ou à variação no pasto. No entanto, o problema vai muito além disso. O boi sanfona <strong>compromete o desempenho zootécnico</strong>, aumenta o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custo por arroba produzida</a></strong>, atrasa o abate e interfere diretamente na rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Por se tratar de um processo que ocorre de forma gradual e silenciosa, muitos pecuaristas só percebem seus efeitos ao final do ciclo, quando os resultados financeiros não correspondem às expectativas, mesmo com boa estrutura ou genética no rebanho.</p>
<p>Neste artigo, vamos entender o que é o efeito boi sanfona, quais são suas causas reais, como ele impacta o desempenho e o bolso do produtor, e principalmente, <strong>como evitá-lo com estratégias de manejo nutricional</strong> e uso inteligente da informação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>O que é o efeito boi sanfona e como ele se manifesta</h2>
<p>O termo boi sanfona é utilizado para descrever um padrão indesejado no desempenho de bovinos de corte, no qual há <strong>repetidos ciclos de ganho e perda de peso corporal ao longo do tempo</strong>. Assim como o movimento de abrir e fechar de uma sanfona, o animal apresenta crescimento irregular, marcado por avanços seguidos de retrocessos, em função de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/">falhas no manejo nutricional</a></strong>.</p>
<p>Do ponto de vista fisiológico, o organismo do animal passa a oscilar entre <strong>anabolismo</strong> (acúmulo de reservas) e <strong>catabolismo</strong> (quebra de tecido para manter funções vitais). Essa alternância, quando frequente, afeta negativamente o metabolismo, reduz a eficiência alimentar e prejudica o desempenho em fases críticas, como crescimento, terminação e acabamento de carcaça.</p>
<p>O efeito costuma surgir em três situações principais:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Durante a <a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/"><strong>transição entre épocas do ano</strong>, <strong>especialmente entre o final da seca e o início das chuvas</strong></a>, quando a oferta de forragem varia bruscamente;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Após a retirada de suplementações energéticas</strong>, sem planejamento de substituição nutricional;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em <strong>sistemas extensivos sem estratégia alimentar para períodos críticos</strong>, como o inverno ou o pico da seca.</li>
</ol>
<p>É importante diferenciar o boi sanfona de oscilações fisiológicas normais que podem ocorrer por fatores como hidratação, temperatura ambiente ou atividade física. O boi sanfona é um processo repetitivo, crônico e com efeitos cumulativos sobre o desempenho zootécnico.</p>
<p>Além de comprometer o crescimento, esse efeito também interfere na composição corporal, favorecendo o acúmulo de gordura de maneira ineficiente e reduzindo o potencial de ganho de massa muscular, o que prejudica diretamente o <strong>rendimento de carcaça</strong> e o valor comercial do animal no momento do abate.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Causas do boi sanfona nas fazendas de gado de corte</h2>
<p>O efeito boi sanfona não acontece por acaso. Ele é, na maioria das vezes, consequência de uma <strong>gestão nutricional descontinuada</strong>, marcada por períodos de abundância seguidos por fases de deficiência, sem um planejamento consistente para sustentar o desempenho do animal.</p>
<p>Entre as causas mais recorrentes, destacam-se:</p>
<h3>Alternância entre seca e chuva sem planejamento nutricional</h3>
<p>A oscilação natural na produção de forragem entre as estações é um dos fatores mais críticos.</p>
<p>Durante a estação chuvosa, há abundância de pasto e ganho de peso. Mas, na seca, se não houver estratégias de suporte (como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> ou uso de forragens conservadas), o animal entra em déficit energético e <strong>perde parte do peso conquistado</strong>.</p>
<p>Essa alternância sem compensação nutricional adequada caracteriza o ciclo clássico do boi sanfona.</p>
<h3>Falta de suplementação estratégica</h3>
<p>A ausência de um <strong>programa de suplementação contínua</strong>, adaptado ao tipo de animal, fase produtiva e qualidade da forragem disponível, contribui diretamente para os ciclos de ganho e perda de peso.</p>
<p>Muitos sistemas ainda adotam suplementação apenas em “emergência”, quando o animal já perdeu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore corporal</a></strong>, o que torna o processo de recuperação mais lento e ineficiente.</p>
<h3>Manejo de pastagens mal planejado</h3>
<p>A má distribuição de lotação, uso excessivo do pasto durante o período seco e ausência de planejamento forrageiro comprometem a oferta de alimento em momentos críticos. Sem forragem de qualidade e em quantidade adequada, o animal entra em catabolismo.</p>
<h3>Transições alimentares mal conduzidas</h3>
<p>Passar de um sistema intensivo (como confinamento ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semiconfinamento-na-pecuaria-de-corte/">semiconfinamento</a></strong>) diretamente para pastagem sem adaptação nutricional causa <strong>queda abrupta de desempenho</strong>.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-digestivo-dos-bovinos/">rúmen</a></strong> demora a se adaptar à nova dieta, e o animal pode apresentar perda de peso nas primeiras semanas pós-transição, agravando o efeito sanfona.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38908" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona.jpg" alt="Imagem ilustrando o boi sanfona" width="1080" height="801" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona.jpg 1080w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-300x223.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-1024x759.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-768x570.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-370x274.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-270x200.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-740x549.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/08/boi-sanfona-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<h2>Impactos econômicos e zootécnicos do efeito boi sanfona</h2>
<p>O efeito boi sanfona não apenas compromete o desempenho do animal, mas interfere em toda a <a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/"><strong>lógica econômica do sistema de produção de carne bovina</strong></a>. As perdas são progressivas e, muitas vezes, imperceptíveis até que o ciclo produtivo esteja concluído.</p>
<h3>Redução da eficiência alimentar e da conversão</h3>
<p>Animais que passam por repetidos ciclos de perda e ganho de peso apresentam <strong>menor eficiência na conversão de nutrientes em massa corporal</strong>. O organismo precisa mobilizar reservas para manter funções básicas durante os períodos de déficit, e parte da energia posteriormente consumida será usada para restaurar tecidos e não para promover crescimento efetivo.</p>
<p>Esse gasto metabólico extra <strong>aumenta o custo por quilograma de peso vivo ganho</strong>, tornando a nutrição menos eficiente.</p>
<h3>Comprometimento do rendimento de carcaça</h3>
<p>A alternância entre anabolismo e catabolismo prejudica o desenvolvimento da musculatura nobre e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">acabamento de carcaça</a></strong>, especialmente quando o animal entra em recuperação em fases avançadas do ciclo produtivo. Isso afeta diretamente o rendimento no frigorífico e pode resultar em bonificações perdidas.</p>
<h3>Atraso no ciclo de produção e no abate</h3>
<p>Animais com histórico de oscilação de peso levam mais tempo para atingir o peso ou acabamento desejado. Isso prolonga o <strong>ciclo de recria e engorda</strong>, reduz a taxa de giro por área e compromete a previsibilidade de entrega para venda ou abate.</p>
<p>Na prática, esse atraso representa <strong>menor produtividade por hectare por ano</strong>, um dos principais indicadores econômicos da atividade.</p>
<h3>Aumento do custo por arroba produzida</h3>
<p>Quando se considera o tempo extra de permanência do animal no sistema, o uso adicional de suplementos e os recursos gastos na tentativa de recuperar desempenho, <strong>o custo total por arroba produzida aumenta significativamente</strong>. E o pior: muitas vezes sem melhora proporcional no valor final recebido.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-boi-sanfona&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como evitar o boi sanfona: estratégias de manejo nutricional</h2>
<p>Evitar o efeito boi sanfona exige mais do que correções pontuais. É preciso planejar o sistema produtivo com base na previsibilidade nutricional, respeitando as exigências fisiológicas dos animais ao longo de todo o ciclo. A chave está na consistência e continuidade da oferta de nutrientes, especialmente nos períodos críticos.</p>
<h3>Planejamento forrageiro: alimento disponível o ano todo</h3>
<p>Um dos pilares para evitar oscilações de desempenho é <strong>garantir oferta contínua de forragem de qualidade</strong>, mesmo durante o período seco. Isso pode ser feito por meio de:</p>
<ul>
<li>Formação de bancos de proteína (como leucena ou estilosantes);</li>
<li>Produção e uso estratégico de silagem ou feno;</li>
<li>Divisão de pastos e uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">sistemas de pastejo rotacionado</a></strong> com reserva de áreas para vedação.</li>
</ul>
<p>Esse planejamento reduz a dependência de reações emergenciais e garante base alimentar estável ao longo do ano.</p>
<h3>Suplementação contínua e ajustada</h3>
<p>Ao contrário da suplementação pontual, <strong>a suplementação estratégica é contínua, planejada e progressiva</strong>, acompanhando as necessidades do animal e a disponibilidade da pastagem. Isso inclui:</p>
<ul>
<li>Suplementação proteica no início da seca, antes que a queda de peso ocorra;</li>
<li>Uso de suplementação energética em fases de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação a pasto</a></strong>;</li>
<li>Transições alimentares graduais, evitando “rupturas” no metabolismo.</li>
</ul>
<p>O objetivo é prevenir o déficit, e não apenas remediar seus efeitos.</p>
<h3>Transição alimentar bem conduzida</h3>
<p>Mudanças bruscas na dieta, especialmente entre sistemas intensivos (confinamento ou semiconfinamento) e pastagens, devem ser <strong>planejadas e gradativas</strong>. Isso reduz o risco de perda de desempenho no período de adaptação, mantendo o ambiente ruminal estável e preservando o ganho de peso.</p>
<h3>Monitoramento constante do desempenho</h3>
<p>O acompanhamento técnico com pesagens regulares, avaliação de escore corporal e observação da resposta individual ou por lote, permite ajustes finos em tempo real, antes que o animal entre em processo de perda de peso.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>efeito boi sanfona</strong> representa uma das formas mais silenciosas de perda de desempenho e rentabilidade na pecuária de corte. Embora não seja sempre percebido de imediato, seus impactos sobre o metabolismo animal, o ciclo produtivo e o custo por arroba produzida são profundos e cumulativos.</p>
<p>A boa notícia é que esse problema é altamente evitável quando a fazenda adota uma abordagem técnica e planejada, com foco em consistência nutricional, monitoramento contínuo e tomada de decisão baseada em dados. O que parece um detalhe, como a transição mal feita entre estações ou a falta de suplementação em um mês-chave, pode comprometer todo o desempenho do lote.</p>
<p>Enxergar o boi sanfona como um <strong>indicador de falha sistêmica</strong> é o primeiro passo para superá-lo. Com planejamento forrageiro, estratégias nutricionais bem definidas e gestão orientada por dados, é possível alcançar crescimento linear, previsível e rentável em qualquer escala de produção.</p>
<h2>Domine a produção de gado de corte com técnica e estratégia</h2>
<p>O efeito boi sanfona é só um dos sinais de que falta planejamento técnico no sistema de produção. Oscilações de desempenho, atrasos no abate e custo alto por arroba não são problemas do clima, são reflexo de decisões mal ajustadas ao longo do ciclo.</p>
<p>Se você quer aprender a evitar perdas silenciosas e transformar a produtividade do rebanho com decisões mais estratégicas, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-boi-sanfona&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro é para você.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-sanfona-pecuaria-de-corte-como-evitar/">Boi sanfona: o que é, quais os impactos e como evitar perdas na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Como calcular o custo da arroba produzida?  </title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[arroba]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, muita gente sabe o preço da arroba que vende. Poucos sabem quanto custa produzi-la. Essa diferença, que pode parecer apenas técnica ou contábil, é o que separa projetos sustentáveis e lucrativos de sistemas que estão sempre à beira do prejuízo. O cálculo do custo da arroba produzida é o indicador que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, muita gente sabe o preço da arroba que vende. Poucos sabem quanto custa produzi-la.</p>
<p>Essa diferença, que pode parecer apenas técnica ou contábil, é o que separa projetos sustentáveis e lucrativos de sistemas que estão sempre à beira do prejuízo. O cálculo do <strong>custo da arroba produzida</strong> é o indicador que mostra, com clareza, se o seu sistema está gerando resultado ou apenas movimentando dinheiro e consumindo recursos.</p>
<p>O que muitos pecuaristas ainda ignoram é que, <strong>mesmo vendendo bem, é possível perder dinheiro</strong> se os custos por arroba forem maiores que o valor de venda. O erro está em considerar apenas o preço do boi gordo na praça, sem enxergar o custo real de produção daquela arroba, o que inclui desde suplementação, sanidade e mão de obra até o custo da terra e da reposição.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>O que é o custo da arroba produzida na prática?</h2>
<p>O custo da arroba produzida é, basicamente, o <strong>custo médio para produzir cada arroba de peso vivo ou carcaça</strong> dentro do seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/">sistema de produção</a></strong>. Em outras palavras, é o valor que a fazenda precisa gastar para “fabricar” uma arroba considerando todos os custos envolvidos, diretos e indiretos.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Valor produzido é diferente de preço de venda</strong></em></p>
<p>É comum o produtor confundir o preço da arroba no mercado com o valor que ele efetivamente gasta para produzi-la. A diferença entre os dois conceitos é essencial:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41415" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba.png" alt="Tabela com diferença entre custo da arroba produzida e preço de venda" width="696" height="154" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba.png 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-300x66.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-370x82.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-270x60.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/tabela-custo-arroba-150x33.png 150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<ul>
<li>Se o custo da arroba produzida for <strong>maior</strong> que o preço de venda: <strong>prejuízo</strong>.</li>
<li>Se for<strong> menor: lucro</strong>. A diferença entre os dois é sua margem operacional.</li>
</ul>
<h2>Passo a passo para calcular o custo da arroba produzida</h2>
<p>Saber quanto custa produzir uma arroba exige mais do que saber o quanto foi gasto, é preciso <strong>organizar os dados corretamente e entender o desempenho</strong> produtivo do animal ou do lote.</p>
<p>Veja como fazer isso em 3 etapas práticas:</p>
<h3>1. Levante todos os custos do período</h3>
<p>Inclua todos os custos que participam diretamente do ciclo de produção. Entre eles:</p>
<h4>Custos variáveis:</h4>
<ul>
<li><strong>Nutrição</strong> (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> proteica, energética, mineral, ração, silagem);</li>
<li>Medicamentos, vacinas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">vermífugos</a></strong>;</li>
<li><strong>Mão de obra</strong> (inclusive diária ou contratada);</li>
<li><strong>Insumos diversos</strong> (sal, aditivos, combustível para trator, etc.);</li>
<li><strong>Reposição de animais</strong> (compra de bezerros, por exemplo).</li>
</ul>
<h4>Custos fixos e de oportunidade (quando aplicável):</h4>
<ul>
<li><strong>Custo da terra</strong> (arrendamento ou oportunidade);</li>
<li><strong>Depreciação de máquinas</strong>, benfeitorias, instalações;</li>
<li><strong>Custo de capital</strong> (juros sobre o dinheiro investido).</li>
</ul>
<p>Some todos esses valores e esse será o custo total do período.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>2. Calcule o total de arrobas produzidas no mesmo período</h3>
<p>Você precisa saber quantas arrobas foram produzidas no lote (ou por animal), e isso se faz <strong>com base no ganho de peso e tempo de produção</strong>.</p>
<p>Use a fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><i>Arrobas produzidas = (Peso final &#8211; Peso inicial) ÷ 30</i></strong></p>
<p>Exemplo prático:</p>
<ul>
<li>Peso inicial: 270 kg</li>
<li>Peso final: 450 kg</li>
<li>Diferença: 180 kg ÷ 30 = 6 arrobas produzidas</li>
</ul>
<p>Se for um lote, multiplique pelas cabeças no grupo, ou calcule por hectare.</p>
<h3>3. Aplique a fórmula:</h3>
<p style="text-align: center;"><strong><i>Valor da arroba produzida = Custo total ÷ Arrobas produzidas</i></strong></p>
<p>Exemplo:</p>
<ul>
<li>Custo total por animal no ciclo: R$ 2.760,00</li>
<li>Arrobas produzidas: 6</li>
</ul>
<p>R$ 2.760 ÷ 6 = R$ 460,00 por arroba produzida</p>
<p>Esse é o valor que o sistema precisa receber por arroba apenas para empatar, ou seja, <strong>ainda sem lucro</strong>.</p>
<p>Esse cálculo pode ser feito por animal, por lote, por ciclo produtivo ou por hectare, a depender do nível de controle da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-custo-arroba&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais erros e distorções no cálculo do valor da arroba</h2>
<p>Mesmo com uma fórmula simples, o cálculo do valor da arroba pode ser facilmente comprometido por falhas na coleta de dados, omissões de custos ou suposições mal fundamentadas.</p>
<p>Veja os erros mais comuns:</p>
<h3>1. Desconsiderar custos fixos ou de oportunidade</h3>
<p>É comum considerar apenas custos diretos (ração, medicamentos, sal), mas ignorar custos fixos ou indiretos, como:</p>
<ul>
<li>Mão de obra própria;</li>
<li>Custo da terra (quando o produtor é dono);</li>
<li>Juros sobre capital investido (compra de bezerro, insumos etc.).</li>
</ul>
<p>O resultado é um <strong>custo da arroba artificialmente baixo, o que pode gerar a ilusão de lucro onde não há</strong>.</p>
<h3>2. Estimar mal o ganho de peso ou a produção de arrobas</h3>
<p>Outro erro é superestimar o desempenho animal:</p>
<ul>
<li>Usar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD</a></strong>s teóricos, que não refletem a realidade da fazenda;</li>
<li>Não pesar os animais ou considerar médias genéricas;</li>
<li>Desconsiderar períodos de estagnação (seca, estresse, doenças).</li>
</ul>
<p>Se o número de arrobas produzidas for inflado, o custo por arroba parecerá menor do que realmente é, mascarando ineficiências do sistema.</p>
<h3>3. Ignorar a lotação e o desempenho por hectare</h3>
<p>Alguns produtores calculam apenas o custo por animal, sem relacionar com a produção por área, o que é essencial em sistemas intensivos.</p>
<p><strong>Dois sistemas podem ter o mesmo custo por arroba, mas resultados totalmente diferentes por hectare</strong>, o que afeta diretamente a rentabilidade da fazenda como um todo.</p>
<h3>4. Trabalhar com médias genéricas e não com dados da própria fazenda</h3>
<p>Copiar números de outras propriedades ou usar estimativas de planilhas prontas pode ser útil como referência, mas não substitui:</p>
<ul>
<li>Controle real de gastos;</li>
<li>Registros zootécnicos e financeiros próprios;</li>
<li>Análise por período, categoria e fase de produção.</li>
</ul>
<p>Cada fazenda tem seu contexto: clima, solo, manejo, preço de insumos, mão de obra… Trabalhar com seus próprios dados é o único caminho para um cálculo fiel e útil.</p>
<h2>Como usar o custo da arroba produzida para tomar decisões?</h2>
<p>Saber o custo da arroba produzida não é um exercício contábil, é uma <strong>ferramenta de gestão</strong>. Quando esse dado é usado com regularidade, ele ajuda o produtor a ajustar o sistema, evitar prejuízos e aumentar a rentabilidade com mais segurança.</p>
<p>Veja algumas formas práticas de usar esse indicador:</p>
<h3>1. Comparar com o preço de venda e entender a margem real</h3>
<p>A análise mais direta é comparar o valor da arroba produzida com o valor de mercado da arroba vendida.</p>
<p>Isso permite saber o lucro por animal e por hectare; avaliar se vale a pena vender agora ou terminar o animal e decidir entre diferentes canais de comercialização.</p>
<h3>2. Avaliar a viabilidade de sistemas de produção</h3>
<p>O custo da arroba produzida também permite comparar sistemas:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">Recria a pasto</a></strong> vs. recria com suplementação;</li>
<li>Engorda extensiva vs. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>;</li>
<li>Diferentes estratégias de suplementação (mineral, proteinado, semiconfinado).</li>
</ul>
<h3>3. Medir o impacto de decisões de manejo</h3>
<p>Alterações como troca de suplemento, aumento da lotação, ajuste de calendário de abate e uso de aditivos nutricionais, podem ser comparadas pelo efeito que causam no valor da arroba produzida, se ele caiu, subiu ou se manteve.</p>
<p>Isso evita decisões baseadas em “achismos” e permite um ciclo contínuo de melhoria técnica e econômica.</p>
<h3>4. Planejar melhor o ciclo produtivo e o momento de venda</h3>
<p>Com o valor da arroba em mãos, o produtor pode:</p>
<ul>
<li>Estabelecer metas de GMD e tempo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação</a></strong>;</li>
<li>Definir ponto de equilíbrio para venda;</li>
<li>Avaliar se compensa vender ou reter o animal por mais um ciclo.</li>
</ul>
<p>Isso dá mais segurança para agir com base em rentabilidade, e não apenas em preço de mercado.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em um setor cada vez mais competitivo, onde margens apertadas e oscilações de mercado são parte da rotina, <strong>conhecer o valor da arroba produzida se torna uma das ferramentas mais importantes</strong> para o produtor que quer lucrar com constância e segurança.</p>
<p>Quem não calcula o custo da arroba produzida fica à mercê do mercado. Quem calcula, assume o controle do próprio negócio.</p>
<p>Mais do que um dado técnico,<strong> o custo da arroba é um indicador de gestão</strong>. Ele mostra se sua fazenda está apenas girando ou realmente gerando lucro.</p>
<p>Comece com o que você tem: um caderno de campo, uma planilha simples, pesagens regulares, controle básico de insumos. O importante é dar o primeiro passo e construir um modelo de gestão que permita decisões com base em fatos e não apenas em sensações.</p>
<h2>Vá além dos números e transforme a gestão da sua pecuária</h2>
<p data-start="105" data-end="366">Entender o custo da arroba produzida é só o começo. Para quem busca profissionalizar a gestão da fazenda, tomar decisões com base em dados e aumentar a margem de lucro por animal, é fundamental dominar os pilares que sustentam uma produção eficiente e rentável.</p>
<p data-start="368" data-end="693">O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-custo-arroba&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro foi criado para pecuaristas e técnicos que querem transformar números em estratégias e resultados concretos no campo. Com abordagem prática, linguagem acessível e foco total em gestão, essa capacitação vai te ajudar a sair do achismo e colocar sua produção no rumo certo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-custo-arroba&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">Como calcular o custo da arroba produzida?  </a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boi China: o que é, quais suas exigências e como atender esse mercado com rentabilidade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[boi]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A China é hoje o principal destino da carne bovina brasileira. A magnitude desse mercado e suas exigências específicas transformaram o chamado “Boi China” em uma categoria estratégica dentro da pecuária de corte nacional. Mas, afinal, o que define um boi como “China”? E por que produzir para esse mercado pode significar mais rentabilidade para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-china-o-que-e-e-quais-suas-exigencias/">Boi China: o que é, quais suas exigências e como atender esse mercado com rentabilidade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China é hoje o principal destino da carne bovina brasileira. A magnitude desse mercado e suas exigências específicas transformaram o chamado <strong>“Boi China”</strong> em uma categoria estratégica dentro da pecuária de corte nacional.</p>
<p>Mas, afinal,<strong> o que define um boi como “China”</strong>? E por que produzir para esse mercado pode significar mais rentabilidade para o pecuarista?</p>
<p>O termo “Boi China” se refere aos animais que atendem às exigências sanitárias, técnicas e comerciais do protocolo de exportação da carne brasileira para a China. Isso envolve critérios como: idade máxima para o abate, origem rastreável e livres de zonas com febre aftosa com ou sem vacinação e manejo e alimentação com padrões de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar</a></strong> e segurança alimentar.</p>
<p>O motivo dessa padronização é claro: a China possui políticas rigorosas de importação, voltadas à segurança sanitária, rastreabilidade e preferência por cortes de animais mais jovens. Como resultado, bois que atendem ao protocolo ganham valorização de mercado, com bonificações por arroba em programas específicos dos frigoríficos habilitados.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>Por que o mercado chinês impõe exigências específicas?</h2>
<p>A China se tornou um dos maiores importadores de carne bovina do mundo por uma combinação de fatores: crescimento da classe média, urbanização acelerada e mudanças nos hábitos alimentares. No entanto, com esse avanço veio também um rigor cada vez maior quanto à origem e à qualidade do alimento importado.</p>
<h3>Segurança sanitária como prioridade</h3>
<p>Após episódios como o surto da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doenca-da-vaca-louca/">doença da vaca louca</a></strong> (encefalopatia espongiforme bovina) e outros escândalos alimentares ocorridos na Ásia, a China passou a adotar <strong>políticas sanitárias extremamente rígidas</strong>. Para a carne bovina, isso significa:</p>
<ul>
<li>Rastreamento da origem do animal;</li>
<li>Garantia de que o boi foi criado em zona livre de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/">febre aftosa</a></strong> com ou sem vacinação;</li>
<li>Restrições ao uso de <strong>promotores hormonais, antibióticos e outros aditivos</strong>;</li>
<li>Controle de idade dos animais para evitar carne de bovinos mais velhos ou reprodutores.</li>
</ul>
<p>Essa postura não é apenas técnica, ela responde a uma demanda crescente da população por alimentos seguros e controlados, e serve também como instrumento de proteção ao próprio mercado interno chinês.</p>
<h3>Exigências comerciais e controle de fornecedores</h3>
<p>A China habilita apenas determinados frigoríficos brasileiros a exportarem para seu território. Esses frigoríficos, por sua vez, exigem que os pecuaristas que fornecem animais para abate sigam à risca o protocolo.</p>
<p>Entre os controles exigidos estão:</p>
<ul>
<li><strong>Declaração de idade do animal</strong>, que deve ter no máximo 30 meses no momento do abate;</li>
<li>Documentação sanitária completa, incluindo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-gado/">GTA (Guia de Trânsito Animal)</a></strong>, ficha sanitária, entre outros;</li>
<li>Inclusão no <strong>sistema de rastreabilidade interna</strong> do frigorífico ou cooperativa, mesmo que não envolva o SISBOV (Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina).</li>
</ul>
<h3>Aspectos culturais e preferências de consumo</h3>
<p>Além das questões sanitárias e burocráticas, há fatores culturais envolvidos:</p>
<ul>
<li>A culinária chinesa prefere cortes mais macios, com baixo teor de gordura, o que está associado a <strong>animais mais jovens</strong>;</li>
<li>A imagem da carne importada deve estar associada à qualidade, controle e confiança.</li>
</ul>
<p>Esses fatores explicam por que o “Boi China” é diferente do animal produzido para o mercado interno brasileiro e por que ele <strong>exige ajustes e controle desde a origem até o abate</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como preparar sua fazenda para produzir Boi China?</h2>
<p>Atender às exigências do protocolo Boi China <strong>não é complexo, mas exige organização, disciplina e visão estratégica</strong>. É preciso ajustar o sistema produtivo desde a origem dos animais até a comercialização, garantindo conformidade com cada ponto do protocolo.</p>
<h3>1. Seleção e identificação dos animais desde a origem</h3>
<p>O ponto de partida é ter controle da idade dos animais:</p>
<ul>
<li>Mantenha registros precisos de nascimento (datas e lotes);</li>
<li>Priorize bezerros de <strong>estações de monta bem definidas</strong>;</li>
<li>Use brincos, lotes identificados ou ferramentas de gestão zootécnica para controle interno.</li>
</ul>
<p><i>Dica prática</i>: Estabeleça um “limite técnico” de abate entre <strong>28 e 29 meses</strong>, considerando margem de segurança para evitar desclassificações por idade no frigorífico.</p>
<h3>2. Manejo nutricional e cronograma produtivo eficiente</h3>
<p>Como o animal precisa atingir peso e acabamento até os 30 meses, é fundamental:</p>
<ul>
<li>Planejar o ganho de peso desde a recria, evitando períodos de estagnação;</li>
<li>Utilizar <strong>suplementação proteica e/ou energética</strong> conforme a fase (ex: proteinado na seca, semiconfinamento na terminação);</li>
<li>Monitorar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">Ganho Médio Diário (GMD)</a></strong> e escore corporal.</li>
</ul>
<p><i>Meta de desempenho</i>: um GMD médio de 700–800 g/dia permite abate entre 22 e 28 meses, com bom acabamento de carcaça.</p>
<h3>3. Documentação e conformidade sanitária</h3>
<p>Mantenha em dia:</p>
<ul>
<li>GTA (Guia de Trânsito Animal);</li>
<li>Comprovante de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-gado-de-corte/">vacinação</a></strong> (febre aftosa, brucelose);</li>
<li>Registros da propriedade e da origem dos animais;</li>
<li>Participação em programas de rastreabilidade do frigorífico (quando aplicável).</li>
</ul>
<h3>4. Planejamento de abate e entrega no frigorífico</h3>
<ul>
<li>Monitore o calendário com <strong>antecedência mínima de 60 dias</strong>;</li>
<li>Agende com frigoríficos habilitados à exportação para a China;</li>
<li>Faça o <strong>envio com peso, idade e conformidade em dia</strong>, atrasos podem resultar em perda da bonificação ou recusa do lote.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-boi-china&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Vantagens e desafios de produzir para o mercado chinês</h2>
<p>Atender ao protocolo do Boi China pode representar uma <strong>importante oportunidade de valorização da arroba</strong> e acesso a um mercado em crescimento acelerado. No entanto, como qualquer estratégia produtiva, há aspectos que exigem análise crítica e preparo.</p>
<h3>Vantagens</h3>
<h4>1. Bonificação por arroba</h4>
<p>Frigoríficos habilitados para exportar à China geralmente <strong>oferecem valores adicionais por animais aptos ao protocolo</strong>. Esse diferencial varia conforme o mercado e o momento, mas pode chegar de <strong>R$ 10 a R$ 15 a mais por arroba</strong> em períodos de alta demanda.</p>
<h4>2. Acesso a mercados premium e exigentes</h4>
<p>Ao atender ao padrão chinês, o produtor:</p>
<ul>
<li>Amplia suas <strong>alternativas de comercialização</strong>;</li>
<li>Passa a integrar <strong>programas específicos de exportação</strong>, com vantagens logísticas e contratuais;</li>
<li>Ganha reputação como fornecedor qualificado, o que pode abrir portas em outras linhas de mercado (Europa, Emirados, etc.).</li>
</ul>
<h4>3. Estímulo à profissionalização do sistema</h4>
<p>O protocolo Boi China exige:</p>
<ul>
<li>Registros organizados;</li>
<li>Calendário sanitário em dia;</li>
<li>Planejamento do ciclo produtivo.</li>
</ul>
<h3>Desafios</h3>
<h4>1. Limite de idade impõe pressão produtiva</h4>
<p>Cumprir o prazo dos 30 meses exige:</p>
<ul>
<li>Ganhos consistentes desde a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong>;</li>
<li>Controle rigoroso de GMD (ganho médio diário);</li>
<li>Planejamento nutricional bem feito.</li>
</ul>
<p>Produtores que não acompanham de perto o desempenho do lote correm o risco de perder a bonificação ou desclassificar parte do rebanho.</p>
<h4>2. Exigência documental e sanitária elevada</h4>
<p>Erros simples como <strong>falta de registro de idade e GTA incompleta</strong>, podem inviabilizar a venda como boi China, mesmo com animal pronto e bem acabado.</p>
<p>É essencial ter rotinas bem definidas de gestão documental e sanidade na fazenda.</p>
<h4>3. Dependência de frigoríficos habilitados</h4>
<p>Nem todo frigorífico está autorizado a exportar para a China. Isso significa que o produtor pode:</p>
<ul>
<li>Ter menos opções de compra na sua região;</li>
<li>Depender de programas específicos de compra agendada;</li>
<li>Precisar planejar com mais antecedência a entrega.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O “boi China” não é apenas uma exigência comercial: <strong>ele representa uma oportunidade concreta de agregar valor</strong>, otimizar o sistema de produção e inserir a fazenda brasileira em um mercado altamente competitivo e em crescimento.</p>
<p>Para quem já trabalha com gado de corte e deseja profissionalizar ainda mais a operação, ou busca diferenciação no mercado e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/">aumento da margem</a></strong> por animal, alinhar-se às exigências do mercado chinês é um passo inteligente.</p>
<p>Produzir boi China é, antes de tudo, produzir com visão de mercado, responsabilidade técnica e foco no resultado.</p>
<h2>Torne sua produção mais lucrativa e preparada para os desafios do mercado internacional</h2>
<p data-start="143" data-end="464">Atender ao mercado chinês exige mais do que vontade, é preciso preparo técnico, visão estratégica e domínio das exigências que impactam diretamente a rentabilidade da sua operação. Para quem quer se destacar nesse cenário competitivo, investir em conhecimento é o primeiro passo.</p>
<p data-start="466" data-end="875">A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-boi-china&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> do Rehagro foi pensada para profissionais que desejam aliar teoria e prática para tomar decisões mais assertivas no campo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Percevejo-castanho: veja como identificar e combater infestações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por percevejo-castanho (Scaptocoris castanea), uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil. Embora pequeno e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por <strong>percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>)</strong>, uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil.</p>
<p>Embora pequeno e discreto, o percevejo-castanho <strong>causa danos subterrâneos intensos</strong>, alimentando-se das raízes das forrageiras e provocando amarelamento, redução de vigor, morte de touceiras e, nos casos mais graves, perda total de cobertura vegetal em áreas infestadas.</p>
<p>A infestação pode avançar rapidamente, principalmente em solos arenosos e mal manejados, afetando diretamente o desempenho do rebanho.Em épocas de seca ou transição climática, o problema se agrava. A recuperação das áreas danificadas é lenta e onerosa, exigindo em muitos casos a <strong>renovação completa da pastagem</strong>.</p>
<p>Além disso, o percevejo muitas vezes passa despercebido no início, pois seus danos acontecem abaixo do solo, e os sintomas visíveis na superfície podem ser confundidos com deficiência nutricional, seca ou compactação.</p>
<p>Por isso, entender o comportamento do percevejo-castanho, aprender a identificá-lo corretamente e adotar estratégias de controle e prevenção eficazes é fundamental para manter a produtividade, a longevidade das áreas de pastagem e a saúde econômica do sistema de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>Como age o percevejo-castanho nas pastagens?</h2>
<p>O percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>) é uma praga de solo muito <strong>comum em regiões de solo arenoso e com pastagens de baixo vigor</strong>, principalmente no Cerrado brasileiro.</p>
<p>Embora sua atuação seja subterrânea, seus efeitos sobre as plantas são visíveis e severos, afetando diretamente a produtividade e a recuperação das áreas infestadas.</p>
<h3>Comportamento e ciclo de vida</h3>
<p>O percevejo vive praticamente <strong>todo o seu ciclo biológico abaixo da superfície do solo</strong>, dificultando sua detecção precoce. O ciclo pode ser dividido em:</p>
<ul>
<li><strong>Ovos</strong>: depositados no solo;</li>
<li><strong>Ninfas</strong>: passam por cinco instares até atingirem a fase adulta;</li>
<li><strong>Adultos</strong>: continuam a viver no solo e se alimentam das raízes.</li>
</ul>
<p>Em condições favoráveis (clima quente e solo seco), o ciclo pode se completar em até 60 dias, o que permite múltiplas gerações por ano, aumentando o potencial de infestação se não houver controle.</p>
<h3>Danos causados às raízes e estrutura da planta</h3>
<p>O percevejo suga a seiva das raízes e colmos subterrâneos, o que causa:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Colapso dos tecidos condutores</strong> da planta;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diminuição da absorção de água e nutrientes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Redução do vigor</strong> da touceira;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Necrose das raízes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em casos graves, morte total da planta.</li>
</ul>
<p>Esses danos são cumulativos e silenciosos. Quando os sintomas aparecem na parte aérea, a planta já perdeu grande parte da capacidade de recuperação.</p>
<h3>Sintomas visíveis da infestação</h3>
<p>Na superfície, os sinais mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Amarelamento progressivo</strong> das folhas, mesmo com boa adubação;</li>
<li>Manchas irregulares na pastagem, com aparência seca e rala;</li>
<li>Plantas com <strong>folhas finas</strong>, com pouco rebrote após pastejo;</li>
<li><strong>Ausência de resposta ao manejo ou correção de solo</strong>;</li>
<li>Em áreas abertas, touceiras mortas com aspecto de “clareiras”.</li>
</ul>
<p>Ao escavar a região das raízes com uma pá ou enxada, é comum encontrar ninfas e adultos escuros, com corpo achatado e patas anteriores adaptadas para escavação.</p>
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<h3>Espécies forrageiras mais suscetíveis</h3>
<p>Embora o percevejo possa atacar diversas gramíneas, ele é mais frequente em:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/"><i>Brachiaria brizantha</i></a></strong> (especialmente cv. Marandu);</li>
<li><i>Panicum maximum</i> (como cv. Mombaça e Tanzânia), quando em solos frágeis;</li>
<li>Pastagens em áreas de baixa fertilidade e manejo intensivo sem rotação.</li>
</ul>
<h3>Clima e solo: o ambiente ideal para a praga</h3>
<p>O percevejo-castanho se desenvolve melhor em:</p>
<ul>
<li>Sistemas de solo arenoso, com menor retenção de umidade;</li>
<li>Regiões com <strong>períodos prolongados de seca</strong> ou estiagem intermitente;</li>
<li>Temperaturas elevadas, comuns em biomas como o Cerrado.</li>
</ul>
<p>Essas condições dificultam a recuperação natural das pastagens e favorecem a manutenção de colônias no subsolo, protegidas das ações climáticas.</p>
<h3>Manejo inadequado da pastagem</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Pastagens mal manejadas</a></strong> são o cenário ideal para a instalação da praga. Entre os erros mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Superpastejo</strong>: o solo exposto favorece a penetração da luz e o ressecamento, criando o ambiente perfeito para o percevejo;</li>
<li><strong>Ausência de rotação de piquetes</strong>: impede o descanso do pasto e reduz a capacidade de recuperação da forrageira;</li>
<li><strong>Falta de adubação e correção de solo</strong>, que leva à perda de vigor das plantas e favorece o ataque às raízes já enfraquecidas.</li>
</ul>
<h3>Erros comuns no diagnóstico e controle</h3>
<p>Um dos principais agravantes é que, frequentemente, a infestação é diagnosticada tardiamente, porque:</p>
<ul>
<li>Os sintomas na parte aérea são semelhantes a deficiência nutricional ou estresse hídrico;</li>
<li>O percevejo vive no subsolo e não é visível a olho nu em inspeções superficiais;</li>
<li>A equipe de campo muitas vezes não conhece o ciclo ou aparência da praga.</li>
</ul>
<p>Além disso, quando o controle é iniciado de forma empírica ou com produtos ineficazes, há desperdício de recursos e agravamento da infestação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-percevejo-castanho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Controle do percevejo-castanho</h2>
<p>Combater o percevejo-castanho exige mais do que aplicação pontual de inseticidas. A estratégia mais eficaz envolve diagnóstico precoce, controle integrado e recuperação do solo e das forrageiras.</p>
<p>Abaixo, você confere as principais abordagens recomendadas por instituições como a Embrapa e universidades agrárias.</p>
<h3>1. Monitoramento e diagnóstico precoce</h3>
<p>O primeiro passo é <strong>confirmar a presença da praga com inspeção direta</strong>:</p>
<ul>
<li>Use uma pá para escavar cerca de 10 a 15 cm nas áreas com sintomas;</li>
<li>Procure por ninfas e adultos, geralmente agrupados perto das raízes;</li>
<li>A densidade superior a 5 percevejos por m² já justifica intervenção imediata.</li>
</ul>
<p><i>Dica prática</i>: realize o monitoramento logo após o período seco, quando os danos se tornam mais visíveis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38008" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg" alt="Percevejo-castanho" width="1024" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-768x247.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-370x119.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-740x238.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Biomip</span></p>
<h3>2. Controle químico: quando e como aplicar</h3>
<p>O controle químico é <strong>indicado apenas após confirmação da infestação</strong>, e deve seguir boas práticas para ser eficaz:</p>
<h4>Produtos recomendados:</h4>
<ul>
<li>Ingredientes ativos como fipronil ou bifentrina têm mostrado boa eficácia no controle da praga.</li>
<li>Devem ser aplicados diretamente no solo (em jato dirigido), com volume suficiente para atingir a zona das raízes.</li>
</ul>
<h4>Boas práticas de aplicação:</h4>
<ul>
<li>Aplique em solo úmido (idealmente após chuva leve ou irrigação);</li>
<li>Faça a aplicação nas horas mais frescas do dia (manhã cedo ou fim da tarde);</li>
<li>Evite aplicar em áreas com solos secos ou compactados, pois isso reduz a penetração do produto.</li>
</ul>
<h3>3. Controle biológico e manejo integrado de pragas (MIP)</h3>
<p>O uso de fungos entomopatogênicos, como <i>Metarhizium anisopliae</i>, tem se mostrado promissor em áreas com infestação crônica:</p>
<ul>
<li>Esses agentes <strong>controlam o percevejo sem agredir o solo</strong> ou a microbiota;</li>
<li>Podem ser aplicados em conjunto com práticas de MIP;</li>
<li>Devem ser aplicados em condições de solo úmido e com cobertura vegetal moderada.</li>
</ul>
<h3>4. Recuperação e renovação da área afetada</h3>
<p>Em áreas com alto grau de infestação, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Remover a vegetação morta e deixar o solo repousar por alguns dias;</li>
<li>Corrigir acidez e fertilidade do solo;</li>
<li>Replantar forrageiras com cultivares mais resistentes ou adaptadas ao tipo de solo;</li>
<li>Adotar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">sistema de pastejo rotacionado</a></strong> para evitar estresse contínuo sobre as raízes.</li>
</ul>
<p>Pastagens degradadas têm maior chance de reinfestação, restaurar o vigor do solo e da planta é essencial para impedir o retorno da praga.</p>
<h3>5. Importância da saúde das raízes</h3>
<p>Nutrindo a planta, ela produzirá mais raízes e terá mais vigor e ficará mais forte para enfrentar o ataque.</p>
<ul>
<li>A saúde das raízes das forrageiras é fundamental para garantir um bom desenvolvimento da planta;</li>
<li>Quando as raízes são bem nutridas e recebem adubação adequada, tornam-se mais resistentes a ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-pragas-de-pastagens-saiba-como-controlar/">pragas</a></strong>, como o percevejo castanho.</li>
<li>Investir na nutrição das raízes promove a formação de novas raízes, aumentando a capacidade de absorção de água e nutrientes essenciais.</li>
<li>O fortalecimento radicular resulta em plantas mais vigorosas, produtivas e menos suscetíveis às pragas.</li>
</ul>
<h2>Práticas de prevenção e manejo contínuo</h2>
<p>Após controlar uma infestação de percevejo-castanho, o desafio seguinte é impedir que o problema volte a ocorrer, principalmente em áreas com histórico de reincidência.</p>
<p><strong>A prevenção é sempre mais barata e eficiente do que o combate reativo</strong>. A seguir, veja práticas comprovadas para reduzir drasticamente o risco de reinfestações:</p>
<h3>Rotação de pastagens com descanso adequado</h3>
<p>O uso do pastejo rotacionado com períodos de descanso bem definidos:</p>
<ul>
<li>Reduz o estresse nas plantas forrageiras;</li>
<li>Melhora o acúmulo de reservas radiculares;</li>
<li>Cria um ambiente menos favorável para a instalação da praga.</li>
</ul>
<h3>Uso de cultivares mais tolerantes ou adaptadas</h3>
<p>Escolher bem a forrageira é uma das melhores estratégias preventivas:</p>
<ul>
<li>Algumas cultivares de <i>Brachiaria</i> e <i>Panicum</i> apresentam maior tolerância ao percevejo;</li>
<li>Pastagens bem adaptadas ao tipo de solo e clima local sofrem menos estresse, reduzindo o risco de ataque.</li>
</ul>
<h3>Monitoramento sistemático ao longo do ano</h3>
<p>O controle eficiente começa com a rotina de inspeção no campo, mesmo sem sintomas visíveis:</p>
<ul>
<li>Realize escavações periódicas (principalmente após a seca);</li>
<li>Registre áreas com sintomas suspeitos;</li>
<li>Aja rapidamente ao primeiro sinal de infestação.</li>
</ul>
<h3>Capacitação da equipe da fazenda</h3>
<p>É comum que percevejos sejam subestimados ou confundidos com outras causas de perda de vigor. Por isso:</p>
<ul>
<li>Capacite a equipe a identificar a praga em campo;</li>
<li>Estabeleça protocolos claros de observação e comunicação;</li>
<li>Envolva os responsáveis pelo manejo na tomada de decisão rápida.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O percevejo-castanho é uma <strong>praga discreta, mas com grande potencial de prejuízo</strong>. Sua atuação subterrânea compromete as raízes das pastagens, reduz a absorção de nutrientes, provoca falhas na cobertura vegetal e impacta diretamente o ganho de peso dos animais e a rentabilidade da pecuária.</p>
<p>Se sua fazenda apresenta sintomas de perda de vigor no pasto, manchas irregulares, touceiras secando ou ausência de resposta à adubação, investigue o solo. O percevejo-castanho pode estar ali, comprometendo silenciosamente sua produtividade.</p>
<p>A boa notícia é que, com conhecimento, estratégia e ação técnica, é possível eliminar a praga, recuperar as áreas afetadas e fortalecer seu sistema contra novas infestações.</p>
<h2>Controle pragas com mais estratégia e garanta o desempenho do rebanho</h2>
<p data-start="214" data-end="496">O percevejo-castanho é só um dos muitos desafios que podem comprometer a qualidade das pastagens e, consequentemente, a performance do gado de corte. Para manter a produção eficiente o ano todo, é essencial entender a fundo a relação entre nutrição, manejo e sanidade das pastagens.</p>
<p data-start="498" data-end="918">O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-percevejo-castanho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro foi desenvolvido para quem quer dominar os principais fatores que impactam o desempenho animal, aumentar a produtividade por hectare e tomar decisões técnicas com mais segurança.</p>
<p data-start="498" data-end="918">Com aulas online e foco em aplicação prática, você estará mais preparado para enfrentar infestações como a do percevejo-castanho e muitos outros desafios no campo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entressafra de pastagens: como manter a eficiência nutricional no gado de corte?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/entressafra-de-pastagens-como-manter-a-eficiencia-nutricional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 11:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte brasileira, o capim não é apenas alimento, é a base de todo o sistema produtivo. Mas, assim como qualquer outro recurso natural, ele é influenciado pelas estações do ano. Com o avanço da seca ou do frio em várias regiões do país, a produtividade das pastagens cai drasticamente. Esse período, conhecido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte brasileira, o capim não é apenas alimento, é a base de todo o sistema produtivo. Mas, assim como qualquer outro recurso natural, ele é influenciado pelas estações do ano. Com o <strong>avanço da seca ou do frio em várias regiões do país</strong>, a produtividade das pastagens cai drasticamente.</p>
<p>Esse período, conhecido como <strong>entressafra de pastagens</strong>, representa um dos maiores desafios para os produtores que dependem da pastagem como fonte primária de nutrição animal.</p>
<p>A entressafra é caracterizada por uma combinação de fatores: <strong>menor crescimento do capim, queda na qualidade nutricional da forragem e maior competição por recursos dentro do sistema produtivo.</strong> O resultado? Diminuição do ganho de peso dos animais, perda de eficiência alimentar e, em muitos casos, prejuízo econômico direto.</p>
<p>Mesmo sabendo da existência desse período todos os anos, muitos projetos pecuários ainda enfrentam os efeitos da entressafra de forma reativa, e não estratégica. E é justamente essa a diferença entre uma pecuária de risco e uma pecuária com visão de longo prazo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Os desafios nutricionais enfrentados na entressafra</h2>
<p>Durante a entressafra de pastagens, a natureza impõe um teste à eficiência da pecuária de corte: <strong>como manter o desempenho dos animais</strong> quando a principal fonte de alimento perde volume e qualidade? Sem planejamento, os impactos podem ser severos.</p>
<h3>Redução na disponibilidade de forragem</h3>
<p>Com a diminuição das chuvas e a queda das temperaturas, o crescimento das pastagens desacelera ou simplesmente para. Espécies como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/"><i>Brachiaria</i></a></strong> e <i>Panicum</i> são altamente produtivas na estação das águas, mas têm sua <strong>produção forrageira reduzida em até 70% na seca</strong>, dependendo da região e do tipo de solo.</p>
<p>Esse déficit de massa verde compromete o fornecimento de matéria seca para os animais, principalmente em sistemas que não contam com forragem conservada.</p>
<h3>Queda acentuada na qualidade nutricional</h3>
<p>Além do volume, a qualidade do capim também sofre. Durante a entressafra, a planta entra em senescência (envelhecimento), o que resulta em:</p>
<ul>
<li>Redução no teor de proteína bruta;</li>
<li>Aumento da fibra indigestível (FDN e FDA);</li>
<li>Menor digestibilidade total da forragem.</li>
</ul>
<p>Esses fatores <strong>reduzem o valor nutritivo do pasto</strong>, impactando diretamente o consumo voluntário e o desempenho dos animais.</p>
<h3>Consequências no desempenho animal</h3>
<p>Sem ajustes nutricionais adequados, os reflexos aparecem rapidamente:</p>
<ul>
<li>Redução no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>;</li>
<li>Comprometimento do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore corporal</a></strong>;</li>
<li>Maior tempo para o abate (no caso de recria e terminação);</li>
<li>Baixa taxa de prenhez das matrizes.</li>
</ul>
<p>Estudos mostram que um boi em recria, <strong>sem suplementação adequada na seca, pode ter seu GMD reduzido para menos de 200 g/dia</strong>, enquanto na época das águas pode ultrapassar 800 g/dia com o mesmo sistema base.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Impacto econômico direto</h3>
<p>Quando não se antecipa à entressafra, o <strong>custo é maior</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Compra emergencial de ração</strong> ou silagem a preços mais altos;</li>
<li><strong>Maior lotação por hectare</strong> sem suporte forrageiro;</li>
<li>Perda de margem na venda de animais mal acabados;</li>
<li>Necessidade de <strong>venda de animais para diminuir a lotação da fazenda</strong>, pois a capacidade de suporte está baixa.</li>
</ul>
<p>Esses gargalos revelam o quanto o planejamento nutricional não é um luxo, mas uma necessidade técnica e financeira.</p>
<h2>Como transformar a entressafra de pastagens em oportunidade?</h2>
<p>Na pecuária, a diferença entre prejuízo e lucro muitas vezes está na capacidade de antecipar o problema e não apenas remediá-lo. A entressafra, apesar de seus riscos, também <strong>pode ser um momento-chave para otimizar recursos</strong>, planejar o futuro do rebanho e ganhar vantagem competitiva.</p>
<h3>A entressafra como aliada da produtividade</h3>
<p>Parece contraditório, mas produtores que se antecipam ao período seco conseguem, inclusive, <strong>aumentar a eficiência do sistema durante a entressafra</strong>. Como?</p>
<ul>
<li>Reduzindo a dependência de compras emergenciais de insumos;</li>
<li>Ajustando a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> do pasto com base em diagnósticos forrageiros;</li>
<li>Incorporando estratégias de suplementação de forma econômica e técnica;</li>
<li>Utilizando o período para recuperar pastagens degradadas ou reformar piquetes.</li>
</ul>
<p>Ou seja: enquanto muitos estão &#8220;apagando incêndios&#8221;, quem se planejou está organizando o ciclo seguinte com calma e controle de custos.</p>
<h3>Custo sob controle, margem preservada</h3>
<p>Ao trabalhar com silagem/pré-secado, pastejo diferido e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/">suplementação</a></strong> ajustada ao perfil do rebanho, o pecuarista consegue manter os ganhos dos animais com menor custo por arroba produzida. O segredo está na antecipação.</p>
<h3>Tecnologias e inteligência nutricional</h3>
<p>Hoje, o acesso a ferramentas de gestão nutricional e planejamento forrageiro é mais acessível do que nunca. Planilhas de projeção de matéria seca, plataformas digitais e apoio técnico especializado ajudam o produtor a tomar decisões baseadas em dados, e não em intuição.</p>
<p>Além disso, a adoção de protocolos claros para cada fase do ano facilita o envolvimento da equipe da fazenda e garante um processo contínuo de melhoria da eficiência zootécnica.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-entressafra-pastagens&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<h2>Como fazer um planejamento eficiente para a entressafra?</h2>
<p><strong>Planejar a entressafra não é sobre reagir ao pasto seco</strong>, mas sim agir meses antes, prevendo o comportamento da forragem, o consumo do rebanho e os recursos disponíveis. Um bom planejamento permite que a fazenda supere a escassez sem comprometer o desempenho animal nem o fluxo financeiro.</p>
<h3>1. Avaliação e diagnóstico forrageiro</h3>
<p>Antes de definir qualquer estratégia, é necessário entender o que você tem disponível em termos de pastagem. Isso envolve:</p>
<ul>
<li>Medir a <strong>produção de massa seca (MS)</strong> disponível por piquete;</li>
<li>Estimar o consumo diário de MS por categoria animal (em média, 2 a 2,5% do peso vivo);</li>
<li><strong>Estabelecer a capacidade de suporte</strong> da área, especialmente para os meses secos.</li>
</ul>
<h3>2. Definição de metas por categoria animal</h3>
<p>Planeje o que você espera de cada categoria (recria, engorda, matrizes) no período seco. Isso ajuda a definir:</p>
<ul>
<li>A <strong>intensidade da suplementação</strong> necessária;</li>
<li>A viabilidade de manter ou reduzir lotação;</li>
<li>Prioridades de alimentação por grupo (ex: foco em matrizes gestantes).</li>
</ul>
<h3>3. Estratégias de conservação e diferimento</h3>
<p>Entre as alternativas mais usadas para reforçar a oferta de forragem na entressafra, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/">Silagem de milho</a></strong> <strong>ou sorgo</strong>: alta densidade energética e armazenamento seguro.</li>
<li><strong>Silagem de capim</strong>: algumas gramíneas produzem boa oferta de forragem, e podem ser utilizadas para uma silagem de qualidade;</li>
<li><strong>Feno</strong>: útil para dietas de manutenção.</li>
<li><strong>Capineiras</strong>: permitem colheita escalonada.</li>
<li><strong>Pastejo diferido</strong>: técnica de vedação de áreas no final das águas para uso controlado na seca. Pode garantir forragem com <strong>6 a 8% de PB</strong> (dependendo da espécie).</li>
</ul>
<h3>4. Suplementação estratégica</h3>
<p>A suplementação é essencial para:</p>
<ul>
<li>Corrigir a deficiência de proteína da pastagem seca;</li>
<li>Estimular a digestão da fibra;</li>
<li>Garantir ganho de peso ou manutenção.</li>
</ul>
<p>Tipos comuns:</p>
<ul>
<li><strong>Suplemento proteico</strong> (0,1 a 0,3% do peso vivo/dia);</li>
<li><strong>Suplemento proteico-energético;</strong></li>
<li><strong>Sequestro estratégico de parte do rebanho</strong>.</li>
</ul>
<p>O custo-benefício varia conforme o objetivo zootécnico e o custo do kg do suplemento.</p>
<h2>Tendências e inovações no manejo da entressafra</h2>
<p>Se antes a entressafra era <strong>sinônimo de perda</strong>, hoje ela pode ser uma <strong>etapa otimizada com inteligência, tecnologia e integração</strong>. As inovações que vêm sendo adotadas por fazendas de diferentes portes mostram que a pecuária está mais estratégica do que nunca.</p>
<h3>Suplementação de precisão baseada em dados</h3>
<p>A suplementação está se tornando cada vez mais direcionada por informação e análise, e não mais pela média genérica de consumo. Isso inclui:</p>
<ul>
<li>Pesagem frequente de animais com balanças automatizadas;</li>
<li>Cálculo dinâmico de exigências nutricionais com base em peso real, ganho esperado e categoria;</li>
<li>Ajuste do fornecimento em tempo real.</li>
</ul>
<h3>Adoção de aditivos nutricionais e tecnologias de liberação controlada</h3>
<p>A indústria tem avançado no desenvolvimento de aditivos para aumentar a eficiência da dieta, mesmo com forragens de menor qualidade. Entre os destaques:</p>
<ul>
<li>Ureia protegida, que libera nitrogênio de forma mais gradual;</li>
<li>Aditivos que favorecem a digestibilidade da fibra;</li>
<li>Probióticos que ajudam a manter a saúde ruminal e o desempenho.</li>
</ul>
<p>Essas tecnologias permitem melhor aproveitamento das pastagens secas e fibrosas, reduzindo a necessidade de inclusão de ingredientes energéticos caros.</p>
<h3>Integração Lavoura-Pecuária (ILP) como reforço nutricional</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">integração lavoura-pecuária (ILP)</a></strong> tem se consolidado como estratégia poderosa para geração de forragem de alta qualidade, especialmente para o período seco. Após a colheita da soja, muitos produtores têm implantado:</p>
<ul>
<li>Capim (ex: braquiária) consorciado com milho safrinha;</li>
<li>Pastagens em áreas reformadas, com melhor fertilidade e vigor;</li>
<li>Silagem produzida com milho de ILP, reduzindo o custo por tonelada.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>entressafra de pastagens é sim um período desafiador</strong>. Mas, como vimos ao longo deste artigo, também pode ser uma etapa estratégica, desde que encarada com conhecimento, preparo e gestão técnica.</p>
<p>Portanto, se há um recado claro a ser deixado aqui, é este: <i>Não espere a seca começar para pensar na seca.</i></p>
<p>Quem <strong>planeja a entressafra com antecedência</strong> protege o rebanho, a produtividade e o lucro, e ganha controle sobre o futuro do seu projeto pecuário.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte</h2>
<p>Com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-entressafra-pastagens&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-entressafra-pastagens&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Guia Suplementação do gado de corte ao longo do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[período de seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação certa em cada estação garante mais arrobas e menos perdas Baixe gratuitamente o guia e aprenda como adaptar a suplementação do gado de corte de acordo com as variações de qualidade e disponibilidade das pastagens ao longo do ano. O que você vai aprender neste guia técnico: Por que é importante adaptar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A suplementação certa em cada estação garante mais arrobas e menos perdas</p>
<p data-start="573" data-end="775">Baixe gratuitamente o guia e aprenda como adaptar a suplementação do gado de corte de acordo com as variações de qualidade e disponibilidade das pastagens ao longo do ano.</p>
<h2 data-start="1000" data-end="1073">O que você vai aprender neste guia técnico:</h2>
<ul>
<li data-start="1112" data-end="1217">Por que é importante adaptar a suplementação ao longo das estações;</li>
<li data-start="1220" data-end="1331">Quais são os tipos de suplementos indicados para seca, transição e águas;</li>
<li data-start="1334" data-end="1454">Exemplos práticos de suplementos proteicos, energéticos e minerais para cada fase;</li>
<li data-start="1457" data-end="1570">Como as mudanças na forragem afetam o desempenho e exigem ajustes na dieta;</li>
<li data-start="1573" data-end="1679">Gráficos comparativos de oferta x demanda de nutrientes nas pastagens.</li>
</ul>
<h2 data-start="1736" data-end="1789">Este guia é ideal para:</h2>
<ul>
<li data-start="1828" data-end="1904">Pecuaristas que desejam melhorar o ganho de peso em todas as épocas do ano;</li>
<li data-start="1907" data-end="1982">Técnicos que orientam o manejo nutricional em diferentes regiões e climas;</li>
<li data-start="1985" data-end="2071">Estudantes de zootecnia, veterinária ou agronomia com foco em bovinocultura de corte;</li>
<li data-start="2074" data-end="2161">Gestores de fazenda que buscam previsibilidade e eficiência no planejamento nutricional.</li>
</ul>
<p data-start="3113" data-end="3221">Evite perdas e aumente a eficiência do rebanho em todas as estações do ano</p>
<p data-start="3223" data-end="3397">Baixe agora o guia gratuito e saiba como escolher o suplemento certo para cada fase do ano, garantindo mais produtividade e retorno por hectare.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Manejo no confinamento de gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-manejo-no-confinamento-de-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo certo transforma o confinamento em uma operação lucrativa e previsível. Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como estruturar rotinas de alimentação, manejo de cocho, escore de fezes, estrutura e adaptação no confinamento de bovinos de corte para maximizar desempenho e reduzir custos. O que você vai aprender com este guia técnico: Como garantir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O manejo certo transforma o confinamento em uma operação lucrativa e previsível.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como estruturar rotinas de alimentação, manejo de cocho, escore de fezes, estrutura e adaptação no confinamento de bovinos de corte para maximizar desempenho e reduzir custos.</p>
<h2 data-start="1043" data-end="1119">O que você vai aprender com este guia técnico:</h2>
<ul>
<li>Como garantir o consumo ideal com leitura de cocho e escore de fezes;</li>
<li>Quais estruturas e equipamentos otimizam o fornecimento de dieta;</li>
<li>Estratégias práticas para ajustar dietas e evitar quedas de desempenho;</li>
<li>Como calcular ganho de peso, eficiência biológica e custo da arroba;</li>
<li>Protocolo de adaptação alimentar para reduzir riscos no início do confinamento.</li>
</ul>
<h2 data-start="1767" data-end="1822">Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Pecuaristas que desejam profissionalizar o sistema de engorda;</li>
<li>Técnicos e consultores que atuam com nutrição, manejo e estruturação de confinamentos;</li>
<li>Estudantes e profissionais que desejam entender na prática como o confinamento opera;</li>
<li>Gestores que querem controlar custos e maximizar o retorno por arroba produzida.</li>
</ul>
<p data-start="3177" data-end="3284">Aumente sua lucratividade com um confinamento mais eficiente e previsível</p>
<p data-start="3286" data-end="3449">Baixe o e-book gratuitamente e aprenda a tomar decisões baseadas em dados e boas práticas de manejo no confinamento de gado de corte.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-manejo-no-confinamento-de-gado-de-corte/">E-book Manejo no confinamento de gado de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Guia Escore de Condição Corporal (ECC) no gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-escore-de-condicao-corporal-ecc-no-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ECC]]></category>
		<category><![CDATA[escore de condição corporal]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=37960</guid>

					<description><![CDATA[<p>Avalie o estado nutricional do rebanho com uma ferramenta prática e visual Baixe gratuitamente o guia de ECC do Rehagro e aprenda como aplicar essa técnica essencial para tomar decisões mais assertivas sobre nutrição, reprodução e desempenho dos bovinos. O que você vai aprender com este material técnico: Como funciona o Escore de Condição Corporal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="485" data-end="601">Avalie o estado nutricional do rebanho com uma ferramenta prática e visual</p>
<p data-start="603" data-end="813">Baixe gratuitamente o guia de ECC do Rehagro e aprenda como aplicar essa técnica essencial para tomar decisões mais assertivas sobre nutrição, reprodução e desempenho dos bovinos.</p>
<h2 data-start="1045" data-end="1125">O que você vai aprender com este material técnico:</h2>
<ul>
<li data-start="1164" data-end="1292">Como funciona o Escore de Condição Corporal (ECC) e sua importância no manejo nutricional;</li>
<li data-start="1295" data-end="1400">Quais pontos do corpo observar e como avaliar visual e manualmente;</li>
<li data-start="1403" data-end="1536">A diferença entre os cinco escores: de muito magro até obeso, com fotos e explicações práticas;</li>
<li data-start="1539" data-end="1664">Como usar o ECC para ajustar dietas, melhorar fertilidade e evitar perdas reprodutivas;</li>
<li data-start="1667" data-end="1790">Quando o escore é considerado ideal e como manter os animais nessa faixa de equilíbrio.</li>
</ul>
<h2 data-start="1847" data-end="1903">Este guia é ideal para:</h2>
<ul>
<li data-start="1942" data-end="2023">Pecuaristas que querem melhorar o desempenho produtivo e reprodutivo do rebanho;</li>
<li data-start="2026" data-end="2109">Técnicos e consultores que atuam no campo com avaliações corporais e nutricionais;</li>
<li data-start="2112" data-end="2200">Estudantes de veterinária, zootecnia e áreas correlatas que desejam conteúdo aplicável;</li>
<li data-start="2203" data-end="2288">Gestores de fazendas que querem controlar resultados com base em indicadores práticos.</li>
</ul>
<p data-start="3185" data-end="3282">Mais resultado na fazenda com uma ferramenta simples e poderosa</p>
<p data-start="3284" data-end="3471">Baixe agora o guia gratuito e domine o uso do escore de condição corporal para tomar decisões mais estratégicas no campo e melhorar a performance do rebanho.</p>
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		<title>Guia Como realizar a cura de umbigo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-como-realizar-a-cura-de-umbigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:22:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[umbigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=37956</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os primeiros cuidados com o umbigo definem a saúde do bezerro Baixe gratuitamente o guia prático do Rehagro e aprenda o passo a passo para fazer a cura de umbigo corretamente, prevenindo infecções e garantindo um desenvolvimento saudável desde as primeiras horas de vida. O que você vai aprender neste guia prático: Por que a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="407" data-end="510">Os primeiros cuidados com o umbigo definem a saúde do bezerro</p>
<p data-start="512" data-end="752">Baixe gratuitamente o guia prático do Rehagro e aprenda o passo a passo para fazer a cura de umbigo corretamente, prevenindo infecções e garantindo um desenvolvimento saudável desde as primeiras horas de vida.</p>
<h2 data-start="980" data-end="1053">O que você vai aprender neste guia prático:</h2>
<ul>
<li data-start="1092" data-end="1195">Por que a cura de umbigo é essencial nas primeiras horas de vida;</li>
<li data-start="1198" data-end="1304">Como realizar a contenção correta do bezerro durante o procedimento;</li>
<li data-start="1307" data-end="1428">Quais os produtos certos para uso: iodo 10%, recipientes e frequência da aplicação;</li>
<li data-start="1431" data-end="1540">Como identificar visualmente infecções e acompanhar o escore umbilical;</li>
<li data-start="1543" data-end="1656">Cuidados adicionais para evitar complicações como onfalite externa e interna.</li>
</ul>
<h2 data-start="1713" data-end="1769">Este guia é ideal para:</h2>
<ul>
<li data-start="1808" data-end="1882">Pecuaristas que lidam com nascimento de bezerros e querem reduzir perdas;</li>
<li data-start="1885" data-end="1946">Colaboradores de fazendas responsáveis pelo manejo neonatal;</li>
<li data-start="1949" data-end="2009">Estudantes e técnicos das áreas de zootecnia e veterinária;</li>
<li data-start="2012" data-end="2087">Profissionais que buscam aplicar boas práticas desde o nascimento do animal.</li>
</ul>
<p data-start="2969" data-end="3064">Mais saúde no rebanho começa com manejo neonatal de qualidade</p>
<p data-start="3066" data-end="3243">Baixe o guia gratuito agora e garanta que seus bezerros tenham um começo de vida mais seguro e produtivo com uma cura de umbigo feita corretamente.</p>
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		<item>
		<title>E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-nas-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas. Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho. O que você vai encontrar neste material técnico: Como identificar plantas daninhas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como identificar plantas daninhas e entender seu ciclo de germinação;</li>
<li>Quais são as causas da infestação e como evitá-las com práticas preventivas;</li>
<li>Quais pragas atacam as pastagens e como elas prejudicam a produtividade;</li>
<li>Métodos de controle: preventivo, cultural, químico e biológico;</li>
<li>Estratégias específicas contra cigarrinhas, percevejo castanho e lagartas.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que enfrentam problemas com invasoras e pragas nas pastagens;</li>
<li>Técnicos que acompanham fazendas de pecuária de corte;</li>
<li>Gestores de propriedade que buscam aumentar a produtividade com baixo custo;</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
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</div>
</div>
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<h2>Melhore o desempenho do rebanho com pastagens mais limpas e nutritivas</h2>
<p>Baixe o e-book gratuitamente e descubra as boas práticas de manejo para aumentar a produtividade, reduzir perdas e proteger seus animais.</p>
</div>
</div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-nas-pastagens/">E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Tipos de cercas para pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-tipos-de-cercas-para-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=37941</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escolher a cerca certa pode reduzir seus custos e aumentar sua eficiência no campo. Baixe gratuitamente o e-book e entenda as diferenças entre cercas lisas, farpadas, elétricas e outros modelos para diferentes tipos de solo, topografia e objetivos produtivos. O que você vai encontrar neste material técnico: Quais fatores considerar para escolher o tipo de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher a cerca certa pode reduzir seus custos e aumentar sua eficiência no campo.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e entenda as diferenças entre cercas lisas, farpadas, elétricas e outros modelos para diferentes tipos de solo, topografia e objetivos produtivos.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Quais fatores considerar para escolher o tipo de cerca ideal para sua fazenda;</li>
<li>Como o solo, relevo e índice de chuvas influenciam na durabilidade e estabilidade da cerca;</li>
<li>Diferenças práticas entre cercas de arame farpado, liso e elétrico;</li>
<li>Como planejar a construção para diferentes finalidades;</li>
<li>Lista completa de materiais e cuidados específicos para cada tipo de estrutura.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que desejam mais controle com menos manutenção;</li>
<li>Técnicos agropecuários que atuam em projetos de cercamento e infraestrutura;</li>
<li>Profissionais do campo que querem evitar erros comuns e retrabalhos;</li>
</ul>
</div>
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</div>
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<h2>Melhore o manejo do seu rebanho com cercas bem planejadas e duráveis</h2>
<p>Baixe o e-book gratuitamente e aprenda a montar a cerca ideal para cada tipo de solo, relevo e sistema de produção.</p>
</div>
</div>
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</div>
</div>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-tipos-de-cercas-para-pecuaria-de-corte/">E-book Tipos de cercas para pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Correção do solo e adubação de pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-correcao-do-solo-e-adubacao-de-pastagens/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/e-book-correcao-do-solo-e-adubacao-de-pastagens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=37938</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais arrobas por hectare começam com um solo bem corrigido e adubado. Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como aplicar calagem, gessagem e adubação de forma estratégica para aumentar a produtividade das suas pastagens e melhorar o desempenho do rebanho. O que você vai encontrar neste material técnico: Como avaliar a fertilidade do solo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais arrobas por hectare começam com um solo bem corrigido e adubado.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como aplicar calagem, gessagem e adubação de forma estratégica para aumentar a produtividade das suas pastagens e melhorar o desempenho do rebanho.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como avaliar a fertilidade do solo e os fatores que interferem na qualidade da pastagem;</li>
<li>Quando e como aplicar calagem, com passo a passo;</li>
<li>Quais os efeitos e as vantagens da gessagem;</li>
<li>Estratégias de adubação com fertilizantes minerais, orgânicos e por cobertura;</li>
<li>Exemplos práticos de cálculo e cronograma de aplicação ao longo do ano.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores que buscam aumentar arrobas por hectare;</li>
<li>Técnicos que atuam em consultorias de solo e manejo de pastagens;</li>
<li>Profissionais do agro interessados em gestão de fertilidade e produtividade;</li>
</ul>
</div>
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<h2>Aumente a produtividade da fazenda com práticas simples, mas eficientes</h2>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como construir um solo fértil e pastagens nutritivas para um rebanho mais produtivo.</p>
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		<title>E-book Cerca elétrica na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-cerca-eletrica-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cerca elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=37935</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aprenda como instalar e manter cercas elétricas de forma correta, segura e econômica. Baixe gratuitamente o e-book e evite os erros mais comuns no campo. O que você vai encontrar neste material técnico: Como funciona o sistema de choque e aterramento na cerca elétrica; Diferenças entre cercas fixas e móveis e quando usar cada uma; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprenda como instalar e manter cercas elétricas de forma correta, segura e econômica. Baixe gratuitamente o e-book e evite os erros mais comuns no campo.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como funciona o sistema de choque e aterramento na cerca elétrica;</li>
<li>Diferenças entre cercas fixas e móveis e quando usar cada uma;</li>
<li>Como escolher os melhores materiais: postes, isoladores, condutores e eletrificadores;</li>
<li>Passo a passo para planejamento e execução da instalação;</li>
<li>Cuidados, testes e manutenção preventiva para maior durabilidade.</li>
</ul>
<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Pecuaristas que desejam maior controle e segurança no manejo;</li>
<li>Técnicos e consultores que auxiliam na infraestrutura das fazendas;</li>
<li>Gestores que buscam reduzir perdas e otimizar mão de obra;</li>
</ul>
<h2>Evite prejuízos e aumente a eficiência da sua propriedade com cercas bem construídas</h2>
<p>Baixe o e-book gratuitamente e aprenda como montar, instalar e manter uma cerca elétrica eficiente e durável na pecuária de corte.</p>
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		<title>E-book Construção de cercas convencionais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-construcao-de-cercas-convencionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 17:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o e-book completo e descubra como planejar, escolher os materiais certos e executar a construção de cercas convencionais com eficiência na pecuária de corte. O que você vai aprender com este guia técnico: Diferenças entre arames, perfis e níveis de galvanização; Tipos de mourões e como escolher o mais adequado para sua topografia; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o e-book completo e descubra como planejar, escolher os materiais certos e executar a construção de cercas convencionais com eficiência na pecuária de corte.</p>
<p><strong>O que você vai aprender com este guia técnico:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diferenças entre arames, perfis e níveis de galvanização;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipos de mourões e como escolher o mais adequado para sua topografia;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como calcular corretamente a carga de ruptura de cada cerca;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estrutura ideal para cantos: palanques, rédeas, contramestres e mão francesa.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Erros comuns e como evitá-los com dicas práticas de fixação, espaçamento e manutenção</li>
</ul>
<p><strong>Este e-book é ideal para:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Pecuaristas que buscam segurança e menor custo de manutenção</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Técnicos e consultores que atuam na implementação de infraestrutura</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Funcionários de fazenda responsáveis por cercamento de áreas</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estudantes e profissionais do agro em formação prática</li>
</ul>
<p><strong>Conteúdo técnico e prático para aplicar de imediato na propriedade</strong></p>
<p>Baseado nas práticas do campo e em recomendações técnicas do Rehagro, este e-book entrega tudo que você precisa saber para construir cercas duráveis, resistentes e seguras — desde o tipo de arame até o melhor método de fixação com travesseiros, balancins e ferramentas específicas. Um material direto e aplicável para qualquer realidade da pecuária de corte.</p>
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		<title>E-book Amostragem de solo em pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-amostragem-de-solo-em-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 15:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda a fazer uma amostragem de solo eficiente, identificar deficiência nutricionais e tomar decisões mais assertivas para o manejo de pastagens na pecuária de corte. O que você vai encontrar neste material técnico: Quando, onde e como fazer a amostragem do solo da forma correta; Como dividir as áreas da fazenda para uma análise mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprenda a fazer uma amostragem de solo eficiente, identificar deficiência nutricionais e tomar decisões mais assertivas para o manejo de pastagens na pecuária de corte.</p>
<p><strong>O que você vai encontrar neste material técnico:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quando, onde e como fazer a amostragem do solo da forma correta;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como dividir as áreas da fazenda para uma análise mais precisa;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quais os equipamentos mais recomendados para coleta das amostras;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Passo a passo visual de como fazer a coleta e armazenar corretamente;</li>
<li>Como evitar erros comuns que comprometem a fertilidade da pastagem.</li>
</ul>
<p><strong>Este e-book é ideal para:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Pecuaristas que buscam aumento de produtividade nas pastagens;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Técnicos e consultores que atuam no campo e querem aplicar boas práticas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estudantes e profissionais do agro em busca de atualização prática;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Gestores que querem melhorar o desempenho do rebanho sem desperdiçar insumos.</li>
</ul>
<p><strong>Conteúdo técnico, validado e aplicável na rotina da fazenda</strong></p>
<p>Este material foi produzido pelos especialistas do Rehagro, com base em práticas reais adotadas por centenas de fazendas em todo o Brasil. A amostragem de solo é uma das principais ferramentas para garantir a fertilidade das áreas de pastagem, e este guia mostra como aplicar a técnica da forma certa — com fotos, orientações passo a passo e cuidados essenciais.</p>
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		<item>
		<title>Vacinação para gado de corte: como montar um calendário vacinal eficiente</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 11:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vacinação para gado de corte é uma das estratégias mais relevantes para garantir produtividade, sustentabilidade e rentabilidade na pecuária brasileira. Em um cenário onde a competitividade exige excelência em todos os elos da cadeia produtiva, a saúde do rebanho torna-se um fator determinante para o sucesso técnico e econômico da atividade. A gestão sanitária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação para gado de corte é uma das estratégias mais relevantes para <strong>garantir produtividade, sustentabilidade e rentabilidade na pecuária brasileira</strong>. Em um cenário onde a competitividade exige excelência em todos os elos da cadeia produtiva, a saúde do rebanho torna-se um fator determinante para o sucesso técnico e econômico da atividade.</p>
<p>A gestão sanitária bem conduzida, ancorada em um calendário vacinal para gado de corte estruturado, é capaz de reduzir significativamente <strong>perdas por doenças infecciosas, melhorar índices zootécnicos e aumentar a eficiência dos sistemas de produção</strong>, seja em cria, recria ou terminação.</p>
<p>Além disso, a vacinação desempenha um papel essencial no cumprimento de exigências legais e comerciais, especialmente no contexto de rastreabilidade e acesso a mercados internos e internacionais. O Brasil, sendo um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, demanda um rebanho não apenas produtivo, mas também sanitariamente confiável.</p>
<p>Por isso, mais do que cumprir um protocolo obrigatório, <strong>vacinar corretamente é tomar decisões técnicas baseadas em conhecimento aplicado.</strong> Este artigo tem como objetivo aprofundar esse tema, abordando desde os fundamentos imunológicos até a montagem de um calendário vacinal eficiente, passando por legislações, desafios práticos e pontos críticos de atenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Entendendo o sistema imunológico bovino</h2>
<p>Compreender como funciona o sistema imunológico dos bovinos é essencial para a construção de programas vacinais eficazes.</p>
<p>Essa compreensão permite decisões mais técnicas sobre quais vacinas aplicar, em que momento e com qual estratégia, respeitando as particularidades fisiológicas dos animais e o contexto sanitário da propriedade.</p>
<h3>Como funciona a resposta imune dos bovinos</h3>
<p>O sistema imunológico dos bovinos é composto por uma <strong>complexa rede de células, órgãos e moléculas</strong> que atuam de forma coordenada para identificar e combater agentes patogênicos como vírus, bactérias e protozoários. Essa resposta pode ser:</p>
<ul>
<li><strong>Inata (ou natural)</strong>: é a primeira linha de defesa, presente desde o nascimento e que atua de forma rápida, mas inespecífica.</li>
<li><strong>Adaptativa (ou adquirida)</strong>: desenvolve-se ao longo do tempo e gera memória imunológica. É justamente essa memória que a vacinação busca estimular, permitindo que o organismo reconheça e neutralize um agente agressor antes que ele cause dano clínico.</li>
</ul>
<h3>Imunidade ativa vs. passiva: o que o gestor precisa saber</h3>
<ul>
<li><strong>Imunidade passiva</strong>: é a proteção temporária que o bezerro recebe através da ingestão do colostro materno, nas primeiras horas de vida. É fundamental que essa ingestão ocorra em tempo hábil, pois o intestino do bezerro perde gradualmente a capacidade de absorver imunoglobulinas após 6 a 12 horas do parto.</li>
<li><strong>Imunidade ativa</strong>: é desenvolvida pelo próprio organismo do animal, seja após exposição natural a patógenos ou por meio da vacinação. O protocolo vacinal visa justamente estimular essa resposta, de forma segura e controlada.</li>
</ul>
<p><strong>Um erro comum na pecuária de corte é iniciar a vacinação sem garantir que o bezerro tenha recebido colostro de forma adequada</strong>, comprometendo a eficácia das vacinas nas primeiras fases de vida.</p>
<h3>Idade, desafio sanitário e manejo: fatores que influenciam a eficácia vacinal</h3>
<p>A eficácia de uma vacina depende de uma série de fatores, entre os quais se destacam:</p>
<ol>
<li><strong>Idade do animal</strong>: há momentos ideais para a vacinação. Por exemplo, a presença de anticorpos maternos (imunidade passiva) pode interferir negativamente na resposta às vacinas, especialmente nas primeiras semanas de vida.</li>
<li><strong>Condições sanitárias do ambiente</strong>: ambientes com alto desafio sanitário exigem maior atenção aos reforços vacinais e ao intervalo entre doses.</li>
<li><strong>Manejo e bem-estar</strong>: estresse, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-gado/">transporte</a></strong>, jejum prolongado ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">verminoses</a></strong> ativas podem suprimir a resposta imune, reduzindo a eficácia da vacinação.</li>
</ol>
<p>Por isso, protocolos vacinais bem-sucedidos não dependem apenas da vacina em si, mas da qualidade do manejo, nutrição e condição sanitária geral do rebanho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios enfrentados na vacinação do gado de corte</h2>
<p>Embora a vacinação seja uma prática consolidada e amplamente recomendada na pecuária de corte, ainda existem <strong>obstáculos significativos</strong> que comprometem sua eficácia.</p>
<p>Estes desafios vão desde questões técnicas até barreiras comportamentais e logísticas, impactando diretamente a sanidade do rebanho e, consequentemente, os resultados econômicos da atividade.</p>
<h3>Falhas vacinais: causas comuns e consequências</h3>
<p>As falhas vacinais ocorrem quando, mesmo após a aplicação correta de uma vacina, o animal não desenvolve a resposta imune esperada. Isso pode resultar em surtos de doenças, mesmo em rebanhos aparentemente imunizados. As principais causas incluem:</p>
<ul>
<li>Aplicação de <strong>vacinas fora do prazo de validade</strong>;</li>
<li>Uso de <strong>vacinas inadequadas para a região</strong> ou para a fase de vida do animal;</li>
<li><strong>Falhas na aplicação</strong> (volume errado, local inadequado, técnica incorreta);</li>
<li>Animais imunossuprimidos ou com status nutricional comprometido;</li>
<li><strong>Interferência por anticorpos maternos</strong>, principalmente em bezerras jovens.</li>
</ul>
<p>As consequências vão além da saúde animal, comprometem a produtividade, aumentam os custos com tratamentos e podem resultar em perdas significativas de receita por morte ou descarte precoce.</p>
<h3>Manejo incorreto de vacinas e conservação inadequada</h3>
<p>A <strong>cadeia de frio</strong> é um dos pilares da eficácia vacinal. Muitos insucessos estão relacionados à quebra da temperatura ideal de conservação <strong>(geralmente entre 2°C e 8°C)</strong>, desde o transporte até o armazenamento e aplicação em campo.</p>
<p>Erros comuns incluem:</p>
<ul>
<li>Armazenar vacinas em freezers (que congelam o conteúdo e inutilizam a vacina);</li>
<li>Utilização de caixas térmicas sem gelo suficiente no campo;</li>
<li>Reutilização de frascos abertos por mais de 24 horas;</li>
<li>Exposição prolongada ao sol durante o manejo.</li>
</ul>
<p>Vacinas mal conservadas perdem totalmente sua capacidade imunogênica, tornando o protocolo ineficaz, mesmo que aparentemente esteja sendo seguido.</p>
<h3>Resistência de produtores a investir em programas vacinais completos</h3>
<p>Apesar de todos os benefícios comprovados, <strong>ainda há uma resistência por parte de alguns produtores em adotar protocolos vacinais completos</strong>, principalmente quando envolvem reforços ou imunizações não obrigatórias por lei.</p>
<p>Essa resistência é geralmente motivada por:</p>
<ul>
<li>Custo percebido elevado em relação ao benefício imediato;</li>
<li>Falta de conhecimento técnico sobre as doenças que podem ser prevenidas;</li>
<li>Falta de acompanhamento por um profissional habilitado, que possa orientar e justificar tecnicamente as decisões sanitárias.</li>
</ul>
<p>A ausência de um programa vacinal estratégico abre espaço para surtos evitáveis, perdas produtivas silenciosas (como redução de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD &#8211; ganho médio diário</a></strong>) e até barreiras para comercialização em alguns mercados mais exigentes.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-vacinacao-gado-de-corte&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que diz a legislação sobre vacinação obrigatória?</h2>
<p>Além de ser uma prática essencial para a sanidade animal e para a sustentabilidade dos sistemas produtivos, <strong>a vacinação do gado de corte também é regida por legislações federais e estaduais</strong>, que estabelecem protocolos obrigatórios com o objetivo de proteger a saúde pública e garantir a competitividade da pecuária nacional.</p>
<h3>Normativas do MAPA e defesa sanitária estadual</h3>
<p>O <strong>Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)</strong> é o órgão responsável por definir as diretrizes sanitárias em âmbito nacional. No entanto, cada estado possui programas próprios de defesa sanitária animal, que seguem essas diretrizes mas podem adaptar datas e exigências conforme o contexto epidemiológico local.</p>
<p>É fundamental que os profissionais e responsáveis técnicos estejam atentos aos calendários oficiais divulgados pelas Agências Estaduais de Defesa Sanitária, pois o descumprimento das datas e normas pode implicar em multas, interdições de propriedades e restrições comerciais.</p>
<p>Entre os programas de maior relevância, destacam-se o <strong>Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA)</strong> e o <strong>Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT)</strong>.</p>
<h3>Vacinas obrigatórias: febre aftosa, brucelose e outras</h3>
<p>As vacinas de aplicação obrigatória variam conforme o status sanitário da região. As principais são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/">Febre aftosa</a></strong>: apesar da retirada progressiva da vacinação em estados com status de livre sem vacinação, <strong>ainda é obrigatória em diversas regiões</strong>. O calendário prevê campanhas em maio e novembro, com foco em bovinos e bubalinos até 24 meses (ou todo o rebanho, dependendo da região).</li>
<li><strong>Brucelose</strong>: vacinação <strong>obrigatória para fêmeas bovinas</strong> e bubalinas de 3 a 8 meses, com vacina B19 (ou RB51, em casos especiais). Deve ser realizada exclusivamente por médico veterinário habilitado e registrada oficialmente.</li>
</ul>
<p>Outras vacinas podem ser obrigatórias em situações específicas, como:</p>
<ul>
<li><strong>Raiva dos herbívoros</strong>, em zonas endêmicas;</li>
<li><strong>Clostridioses</strong>, quando há histórico da doença na região;</li>
<li><strong>Vacinas contra doenças exóticas</strong>, sob orientação de barreiras sanitárias.</li>
</ul>
<h3>Riscos legais e sanções por não vacinar corretamente</h3>
<p>O descumprimento das exigências legais relacionadas à vacinação <strong>pode gerar implicações sérias para o produtor ou responsável técnico</strong>, tais como:</p>
<ul>
<li>Notificação e aplicação de multas administrativas;</li>
<li>Impedimento de movimentação animal, inclusive para venda ou transporte entre propriedades;</li>
<li>Perda do status sanitário da fazenda, com reflexos na certificação de rebanho e acesso a mercados;</li>
<li>Em casos mais graves, interdição da propriedade ou suspensão de atividades comerciais.</li>
</ul>
<p>Além disso, vacinas obrigatórias mal aplicadas, ou a ausência de comprovação documental, podem inviabilizar a participação em programas de rastreabilidade e exportação.</p>
<h2>Calendário vacinal para gado de corte: como montar um cronograma eficiente</h2>
<p>A construção de um calendário vacinal eficiente para o gado de corte não deve ser feita de forma padronizada ou com base apenas em datas fixas de campanha.</p>
<p>Ela precisa considerar o <strong>ciclo produtivo da fazenda, a idade dos animais, o perfil epidemiológico da região e as exigências legais e comerciais</strong>. Um protocolo bem estruturado aumenta a eficiência dos manejos, reduz perdas por doenças e contribui diretamente para a produtividade.</p>
<h3>Etapas críticas do ciclo produtivo e suas necessidades sanitárias</h3>
<p>Cada fase da produção apresenta vulnerabilidades distintas e requer abordagens vacinais específicas. Veja a seguir:</p>
<h4>Nascimento a 2 meses</h4>
<p>Foco na ingestão adequada de colostro para transferência de imunidade passiva. Em regiões endêmicas, pode-se iniciar a vacina contra raiva ou clostridioses (com reforço posterior).</p>
<h4>3 a 8 meses (pré-desmama)</h4>
<p><strong>Vacinação obrigatória contra brucelose (fêmeas)</strong>. Início de protocolo contra clostridioses, leptospirose e doenças respiratórias (como IBR e BVD). Em áreas de risco, considerar vacina contra aftosa, se ainda for exigida na região.</p>
<h4>Desmama (6 a 8 meses)</h4>
<p>Reforço das vacinas aplicadas no pré-desmame. Introdução de vacinas contra doenças entéricas (como rotavírus e coronavírus, se for o caso). Monitorar vermifugação e suporte nutricional, que interferem na resposta imune.</p>
<h4>Recria e terminação (9 meses em diante)</h4>
<p>Reaplicação (ou reforço) contra leptospirose, clostridioses e complexo respiratório bovino. Vacinas comerciais podem ser ajustadas conforme histórico da propriedade e análise técnica. Avaliar protocolos específicos para gado confinado, caso haja essa etapa. No caso do gado confinado, as vacinas respiratórias são praticamente indispensáveis, é preciso estar atento a mais essa vacinação).</p>
<h3>Vacinas indicadas para cada fase</h3>
<p>Segue um exemplo de como pode ser montado um calendário vacinal prático, lembrando que ele deve ser ajustado por um médico veterinário responsável:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-37321" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado.png" alt="Tabela com vacinas indicadas para cada fase do gado" width="715" height="314" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado.png 715w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-300x132.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-370x162.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-270x119.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/tabela-vacinas-gado-150x66.png 150w" sizes="auto, (max-width: 715px) 100vw, 715px" /></p>
<h3>Doses, reforços e períodos ideais: como planejar corretamente</h3>
<p>Para cada vacina aplicada, é essencial observar:</p>
<ul>
<li><strong>Dose correta por via</strong> (subcutânea ou intramuscular), conforme indicado pelo fabricante;</li>
<li><strong>Intervalo para o reforço</strong> (geralmente 21 a 30 dias após a primeira dose);</li>
<li><strong>Reaplicação anual ou semestral</strong>, de acordo com o desafio sanitário e o tipo de vacina;</li>
<li><strong>Período de carência</strong>, importante especialmente em animais próximos do abate.</li>
</ul>
<p>Além disso, registrar cada vacinação com data, lote da vacina e responsável técnico é uma exigência legal e uma boa prática de gestão sanitária.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A vacinação para gado de corte deve ser encarada como um <strong>investimento estratégico e não apenas uma obrigação legal</strong>. Quando bem planejado e executado, um protocolo vacinal reduz drasticamente os riscos sanitários, melhora os índices produtivos e protege economicamente a propriedade contra perdas evitáveis.</p>
<p>Vacinar corretamente não se limita à aplicação de uma dose: envolve logística, capacitação, controle de qualidade e, acima de tudo, decisão técnica baseada em evidências e boas práticas. O acompanhamento por um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/">médico veterinário</a></strong> habilitado é essencial para garantir a eficácia e a rastreabilidade do processo.</p>
<h2>A sanidade do rebanho começa com quem entende de produção!</h2>
<p>Vacinar corretamente é apenas uma das muitas decisões estratégicas que impactam a produtividade e a lucratividade na pecuária de corte. Se você quer ir além do básico e dominar todos os pilares da produção, está na hora de investir na sua formação.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-vacinacao-gado-de-corte&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro foi feita para profissionais que buscam conhecimento técnico aplicado à realidade do campo, com foco em resultados reais.</p>
<p>Eleve o nível do seu trabalho no campo e conquiste mais produtividade!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-vacinacao-gado-de-corte&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Como escolher o melhor sistema de produção para sua fazenda de gado de corte?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 11:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de produção de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolher o melhor sistema de produção para gado de corte é uma decisão que impacta diretamente a produtividade, os custos, a rentabilidade e o futuro da fazenda. Mais do que uma escolha técnica, trata-se de uma definição estratégica, que precisa considerar a realidade operacional, os recursos disponíveis, o mercado e os objetivos de longo prazo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher o melhor <strong>sistema de produção para gado de corte</strong> é uma decisão que impacta diretamente a produtividade, os custos, a rentabilidade e o futuro da fazenda. Mais do que uma escolha técnica, trata-se de uma definição estratégica, que precisa considerar a realidade operacional, os recursos disponíveis, o mercado e os objetivos de longo prazo do pecuarista.</p>
<p>No entanto, muitos produtores ainda enfrentam dúvidas sobre <strong>qual sistema adotar</strong>, ou mesmo como ajustar o modelo atual para extrair melhores resultados. Isso é compreensível: a pecuária é uma atividade complexa e multifatorial, e o sucesso depende da integração equilibrada entre estrutura, gestão, sanidade, nutrição e pessoas.</p>
<p>Se você busca <strong>eficiência, segurança e lucratividade</strong>, continue a leitura e descubra como alinhar o sistema de produção às necessidades da sua fazenda e às exigências do mercado atual.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é um sistema de produção na pecuária de corte?</h2>
<p>Um sistema de produção na pecuária de corte é o <strong>conjunto de estratégias, processos e recursos</strong> adotados para criar, recriar e/ou engordar bovinos com o objetivo de produzir carne de forma eficiente, sustentável e economicamente viável. Ele define <strong>como</strong> a fazenda irá produzir, <strong>o que</strong> será produzido e <strong>em que etapas</strong> da cadeia produtiva a propriedade estará inserida.</p>
<p>Mais do que um simples modelo operacional, o sistema de produção é a <strong>espinha dorsal da atividade pecuária</strong>. Ele influencia todas as decisões do dia a dia: manejo, nutrição, uso de pastagens, suplementação, gestão de pessoas, sanidade animal, fluxo de caixa e até mesmo o posicionamento da fazenda no mercado.</p>
<h3>Papel estratégico do sistema produtivo</h3>
<ul>
<li><strong>Direciona investimentos</strong>: cada sistema exige diferentes níveis de infraestrutura, tecnologia e mão de obra.</li>
<li><strong>Define metas e indicadores de desempenho</strong>: como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD (ganho médio diário)</a></strong>, taxa de desmame, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong>, custo por arroba produzida, entre outros.</li>
<li><strong>Aumenta a previsibilidade dos resultados</strong>: ao organizar os processos, permite maior controle sobre produtividade e rentabilidade.</li>
<li><strong>Conecta produção ao mercado</strong>: diferentes sistemas atendem perfis distintos de clientes e canais de comercialização.</li>
</ul>
<h2>Principais tipos de sistema de produção na pecuária de corte</h2>
<p>Escolher entre <strong>cria, recria, engorda ou ciclo completo</strong> não é apenas uma questão de preferência ou tradição: é uma decisão que deve estar alinhada à estrutura disponível, ao clima da região, ao mercado-alvo e à capacidade de gestão do produtor.</p>
<p>Abaixo, apresentamos as principais características de cada sistema:</p>
<h3>Cria</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/">cria</a></strong> é a fase inicial da cadeia produtiva, <strong>responsável pela produção de bezerros a partir de matrizes</strong> (vacas e novilhas).</p>
<h4>Características:</h4>
<ul>
<li>Maior foco em reprodução e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo/">manejo reprodutivo</a></strong>;</li>
<li>Requer domínio sobre nutrição das matrizes e sanidade dos bezerros;</li>
<li>Normalmente realizada em extensas áreas de pastagem com menor intensidade de manejo.</li>
</ul>
<h4>Perfil de propriedades:</h4>
<ul>
<li>Com grande disponibilidade de terra;</li>
<li>Localizadas em regiões tropicais com bom regime de chuvas;</li>
<li>Preferencialmente com mão de obra qualificada para manejo reprodutivo.</li>
</ul>
<h3>Recria</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong> é a etapa de <strong>crescimento dos bezerros</strong>, do desmame até a fase de terminação. O objetivo é desenvolver os animais com ganho de peso eficiente e preparar o corpo para o acabamento posterior.</p>
<h4>Características:</h4>
<ul>
<li>Demanda boas pastagens e suplementação estratégica;</li>
<li>Exige cuidado com parasitas, verminoses e sanidade geral;</li>
<li>Etapa crítica para garantir eficiência alimentar e peso final competitivo.</li>
</ul>
<h4>Perfil de propriedades:</h4>
<ul>
<li>Com pastagens bem formadas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">sistema de manejo rotacionado</a></strong>;</li>
<li>Que desejam maior ganho médio diário com controle de custo;</li>
<li>Com flexibilidade para estratégias de venda (boi magro, boi pronto etc.).</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Engorda (ou terminação)</h3>
<p>Essa é a fase final, na qual o <strong>animal atinge o peso e acabamento de carcaça ideais para o abate</strong>.</p>
<h4>Características:</h4>
<ul>
<li>Pode ser feita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">a pasto</a></strong>, com suplementação, ou em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>;</li>
<li>Foco em alto ganho de peso e acabamento rápido;</li>
<li>Sensível ao custo da dieta e à cotação da arroba.</li>
</ul>
<h4>Perfil de propriedades:</h4>
<ul>
<li>Que conseguem trabalhar com margens apertadas, porém com giro rápido;</li>
<li>Com bom acesso a insumos e logística para venda direta a frigoríficos;</li>
<li>Ideal para produtores experientes em gestão de dieta, custo e tempo de abate.</li>
</ul>
<h3>Ciclo completo</h3>
<p><strong>Envolve todas as fases</strong>: cria, recria e engorda, integradas em uma única propriedade.</p>
<h4>Características:</h4>
<ul>
<li>Proporciona autossuficiência e maior controle sobre a produção;</li>
<li>Exige mais infraestrutura, capital e gestão técnica avançada;</li>
<li>Permite melhor distribuição de custos ao longo do tempo.</li>
</ul>
<h4>Perfil de propriedades:</h4>
<ul>
<li>Com área e estrutura suficientes para manter diferentes categorias animais;</li>
<li>Que desejam estabilidade nos preços e na produção anual;</li>
<li>Com gestão eficiente de recursos, pessoas e planejamento zootécnico-financeiro.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-sistemas-de-producao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Vantagens e desafios de cada sistema</h2>
<p>A escolha do sistema de produção ideal não é uma fórmula única. Cada modelo oferece <strong>vantagens específicas</strong>, mas também apresenta <strong>desafios operacionais e gerenciais</strong> que precisam ser avaliados com clareza. Conhecer esses pontos ajuda o produtor a alinhar suas expectativas com a realidade da fazenda e do mercado.</p>
<h3>Cria</h3>
<h4>Vantagens:</h4>
<ul>
<li><strong>Baixo custo alimentar</strong>, com base em pasto extensivo;</li>
<li>Possibilidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/">melhoria genética</a></strong> do rebanho, com seleção das matrizes;</li>
<li>Demanda menor uso de insumos concentrados.</li>
</ul>
<h4>Desafios:</h4>
<ul>
<li><strong>Baixa rentabilidade por hectare</strong>, quando comparada a outros sistemas;</li>
<li>Alta dependência de índices reprodutivos (IEP, taxa de prenhez, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">desmame</a></strong>);</li>
<li>Risco de perdas com <strong>mortalidade de bezerros e falhas reprodutivas</strong>.</li>
</ul>
<h3>Recria</h3>
<h4>Vantagens:</h4>
<ul>
<li><strong>Excelente relação ganho de peso</strong> por real investido;</li>
<li>Flexibilidade para <strong>ajustar o ponto de venda</strong> (bezerro desmamado, boi magro etc.);</li>
<li>Ideal para sistemas pastoris bem manejados.</li>
</ul>
<h4>Desafios:</h4>
<ul>
<li>Exige <strong>planejamento nutricional e sanitário contínuo</strong>;</li>
<li>Pode ser impactado por <strong>variações climáticas</strong> que afetam o pasto;</li>
<li>Risco de subutilização da capacidade de ganho, se mal manejado.</li>
</ul>
<h3>Engorda / Terminação</h3>
<h4>Vantagens:</h4>
<ul>
<li>Giro mais rápido do capital investido (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-obter-bois-de-ciclo-curto/">curto ciclo</a></strong>);</li>
<li>Possibilidade de abate programado conforme o mercado;</li>
<li>Produção de animais com padrão comercial competitivo.</li>
</ul>
<h4>Desafios:</h4>
<ul>
<li><strong>Alta exigência de insumos</strong> (ração, suplementos) e controle de custos;</li>
<li>Exposição maior a riscos de variação no preço da arroba e da dieta;</li>
<li>Necessidade de <strong>acompanhamento técnico próximo</strong> (GMD, conversão alimentar, carcaça).</li>
</ul>
<h3>Ciclo completo</h3>
<h4>Vantagens:</h4>
<ul>
<li>Autonomia sobre o ciclo produtivo completo;</li>
<li><strong>Menor dependência do mercado</strong> de reposição de bezerros;</li>
<li>Oportunidade de <strong>padronizar a qualidade do rebanho</strong> ao longo do tempo.</li>
</ul>
<h4>Desafios:</h4>
<ul>
<li>Alta <strong>complexidade de gestão e controle zootécnico</strong>;</li>
<li>Exige <strong>mais área, infraestrutura e capital de giro</strong>;</li>
<li>Difícil de implementar sem equipe capacitada e integração entre setores.</li>
</ul>
<h2>Critérios para escolher o sistema ideal</h2>
<p>A escolha do sistema de produção na pecuária de corte deve ser feita com base em uma <strong>análise criteriosa da realidade da propriedade</strong>, e não em modismos ou experiências de outras fazendas. É preciso entender que <strong>o que funciona bem em uma região ou estrutura, pode não gerar os mesmos resultados em outro contexto</strong>.</p>
<p>A seguir, destacamos os principais fatores que devem orientar essa decisão:</p>
<ol>
<li>Estrutura e recursos disponíveis na fazenda;</li>
<li>Perfil da mão de obra e nível de tecnificação;</li>
<li>Condições de mercado e canais de comercialização;</li>
<li>Clima, solo e regime de chuvas da região;</li>
<li>Capacidade de investimento e planejamento de longo prazo.</li>
</ol>
<h2>Erros comuns na escolha do sistema de produção</h2>
<p>Mesmo com boas intenções, é comum encontrar fazendas que enfrentam baixo desempenho, alta rotatividade de funcionários ou prejuízos econômicos por terem escolhido um <strong>sistema produtivo incompatível com sua realidade</strong>. Muitos desses problemas têm origem em decisões mal planejadas ou em modelos copiados sem adaptação.</p>
<p>Veja a seguir os principais erros que devem ser evitados:</p>
<h3>1. Copiar modelos de outras fazendas sem considerar a realidade local</h3>
<p>Um erro frequente é replicar o sistema de uma fazenda vizinha ou de referência, sem levar em conta as diferenças de solo, clima, estrutura, mão de obra e gestão. O que funciona bem em um contexto pode ser desastroso em outro.</p>
<h3>2. Subestimar os custos operacionais e estruturais</h3>
<p>Sistemas intensivos, como confinamentos, exigem alto investimento em estrutura, alimentação e gestão. Iniciar sem o capital de giro necessário pode comprometer o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong> da fazenda e prejudicar a continuidade do projeto.</p>
<h3>3. Ignorar o clima e a sazonalidade da região</h3>
<p>Implantar um sistema de recria ou engorda a pasto em regiões com seca prolongada, sem planejamento de suplementação, é um risco alto. A produtividade pode despencar nos períodos críticos, reduzindo o ganho de peso e elevando o custo por animal.</p>
<h3>4. Não considerar o perfil da equipe e da gestão</h3>
<p>Um sistema complexo exige uma equipe técnica preparada e um bom nível de controle zootécnico e econômico. Quando esses fatores são ignorados, surgem falhas na execução, aumento de perdas e baixa eficiência.</p>
<h3>5. Desconhecer a real demanda do mercado</h3>
<p>Produzir o animal certo, na época errada ou para o comprador errado, pode comprometer a rentabilidade. É fundamental alinhar o sistema produtivo à demanda real do mercado local, regional ou de exportação.</p>
<h2>Conclusão e direcionamento prático</h2>
<p>A definição do sistema de produção para gado de corte é uma das <strong>decisões mais estratégicas dentro da pecuária</strong>. Mais do que escolher entre cria, recria, engorda ou ciclo completo, é preciso alinhar essa escolha aos recursos da fazenda, à capacidade de gestão, às demandas do mercado e às metas de rentabilidade.</p>
<p>Ao longo deste conteúdo, ficou evidente que <strong>não existe sistema perfeito ou universal, mas sim modelos que se adaptam melhor a determinadas realidades</strong>. O segredo está em conhecer profundamente o seu contexto produtivo, fazer uma análise técnica detalhada e evitar decisões baseadas em modismos ou em experiências alheias.</p>
<p>Avaliar constantemente o desempenho do sistema atual, <strong>controlar os indicadores zootécnicos e econômicos</strong>, e estar aberto a ajustes ou mudanças estruturais são atitudes que definem os produtores que evoluem, inovam e permanecem competitivos no mercado.</p>
<h2 data-start="188" data-end="269">O sistema ideal é aquele que se adapta à sua realidade com gestão de verdade</h2>
<p data-start="271" data-end="551">Escolher entre cria, recria, engorda ou sistemas integrados não é só uma questão técnica: envolve planejamento, análise de custos, capacidade estrutural e metas bem definidas. Com uma boa gestão, é possível identificar o modelo mais viável e transformá-lo em um negócio lucrativo.</p>
<p data-start="553" data-end="864">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-sistemas-de-producao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você desenvolve a capacidade de analisar o potencial da sua propriedade, avaliar indicadores econômicos e tomar decisões estratégicas para maximizar os resultados da produção. As aulas são online, com linguagem prática e foco direto na realidade do campo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>O que é o capim-capeta e por que ele preocupa os pecuaristas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O capim capeta, nome popular atribuído a diferentes espécies invasoras conforme a região do Brasil, é uma planta daninha agressiva que tem se tornado uma das principais ameaças à produtividade das pastagens. Apesar de seu nome curioso, seus impactos são tudo, menos inofensivos. A planta é amplamente reconhecida por sua capacidade de competição com gramíneas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>capim capeta</strong>, nome popular atribuído a diferentes espécies invasoras conforme a região do Brasil, é uma <strong>planta daninha agressiva</strong> que tem se tornado uma das principais ameaças à produtividade das pastagens.</p>
<p>Apesar de seu nome curioso, seus impactos são tudo, menos inofensivos. A planta é amplamente reconhecida por sua <strong>capacidade de competição com gramíneas forrageiras</strong> cultivadas, como o capim braquiária e o capim mombaça, prejudicando diretamente a alimentação do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Classificação e nomes populares</h2>
<p>O termo &#8220;capim capeta&#8221; não se refere a uma única espécie botânica. Em diferentes biomas e regiões, ele pode ser associado a plantas como:</p>
<ul>
<li><i>Urochloa plantaginea;</i></li>
<li><i>Sporobolus indicus.</i></li>
</ul>
<p>O nome costuma surgir devido à <strong>dificuldade de controle e à agressividade da infestação</strong>, o que o torna um verdadeiro &#8220;capeta&#8221; no campo, nome que é mais uma expressão do sentimento do pecuarista do que uma classificação científica.</p>
<h2>Distribuição e presença nas pastagens</h2>
<p>Essa planta se espalha com facilidade por meio de sementes e rebrotas, principalmente em áreas com:</p>
<ul>
<li><strong>Baixa cobertura vegetal</strong>, causadas por superpastejo;</li>
<li><strong>Falta de adubação de correção ou manutenção</strong>;</li>
<li><strong>Manejo inadequado da altura de entrada e saída da pastagem</strong>;</li>
<li><strong>Trânsito de máquinas</strong> e animais que carregam sementes aderidas a equipamentos ou pelagens.</li>
</ul>
<p>Seu desenvolvimento rápido e sua <strong>capacidade de adaptação ao solo pobre e compactado</strong> tornam o capim capeta uma praga silenciosa.</p>
<p>Muitas vezes, o produtor só percebe o problema quando a infestação já está em um nível crítico, exigindo medidas mais intensivas (e custosas) de recuperação.</p>
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<h3>Por que o capim capeta é um problema sério?</h3>
<p>A principal razão de preocupação com o capim-capeta é o seu impacto direto na disponibilidade e qualidade da forragem. Ele reduz a densidade do pasto útil, comprometendo a oferta de nutrientes ao rebanho. O resultado pode ser sentido em:</p>
<ul>
<li>Queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>;</li>
<li>Redução na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e redução da capacidade de suporte da área;</li>
<li>Aumento do ciclo de terminação;</li>
<li>Elevação dos custos com suplementação para compensar o déficit nutricional da pastagem.</li>
</ul>
<p>Em sistemas de gado de corte, onde eficiência e margens apertadas são regra, a presença do capim capeta representa uma perda real de produtividade e rentabilidade.</p>
<h2>Impactos do capim capeta nas pastagens</h2>
<p>A presença do capim capeta nas áreas de pastagem representa um <strong>desafio direto à produtividade forrageira</strong>. Ao ocupar espaço, competir por luz, água e nutrientes, essa planta daninha compromete o equilíbrio do ecossistema do pasto, reduzindo sua capacidade de sustentar a nutrição animal de forma eficiente.</p>
<h3>Competição com forrageiras cultivadas</h3>
<p>A primeira e mais evidente consequência do capim capeta é sua <strong>capacidade de competir com gramíneas forrageiras</strong> selecionadas para alimentação do gado.</p>
<p>Essas forrageiras (como <i><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria spp</a></strong>., Panicum spp.</i> e <i>Cynodon spp.</i>) possuem características nutricionais superiores e são adaptadas ao sistema de produção. Quando o capim capeta se instala, ele:</p>
<ul>
<li>Diminui a <strong>densidade de plantas forrageiras úteis</strong>;</li>
<li>Impede o <strong>desenvolvimento pleno das espécies desejáveis</strong>;</li>
<li>Afeta o <strong>perfilhamento e a rebrota das forrageiras após o pastejo</strong>.</li>
</ul>
<p>A redução da presença de plantas de alta qualidade nutricional implica em menor acúmulo de massa seca e, portanto, menor capacidade de suporte.</p>
<h3>Redução da disponibilidade de matéria seca de qualidade</h3>
<p>O capim-capeta, além de não possuir valor nutricional relevante, <strong>não é palatável ao gado na maioria das situações</strong>. Isso significa que o animal simplesmente evita seu consumo, concentrando-se nas poucas áreas onde há pasto de qualidade. O resultado prático disso é:</p>
<ul>
<li>Formação de áreas <strong>superpastejadas e degradadas</strong>;</li>
<li>Aumento da <strong>pressão de pastejo</strong> sobre a parte útil da pastagem;</li>
<li>Rápido esgotamento dos recursos nutritivos do piquete.</li>
</ul>
<p>Esse cenário desequilibra o sistema como um todo e cria um ciclo vicioso de degradação, onde a planta daninha ganha ainda mais espaço a cada ciclo.</p>
<p>Além disso, há impacto indireto na <strong>eficiência do ciclo produtivo</strong>, já que animais em sistemas mais extensivos, onde o pasto é a base da dieta, podem levar mais tempo para atingir o peso ideal de abate.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-capim-capeta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Diagnóstico e monitoramento de infestações</h2>
<p>Um dos grandes erros no controle de plantas daninhas como o capim capeta é <strong>agir tarde demais</strong>.</p>
<p>Quando o produtor nota a perda de produtividade ou o aumento da necessidade de suplementação, o problema já está instalado. Por isso, o <strong>diagnóstico precoce e o monitoramento contínuo</strong> são estratégias decisivas para manter o capim capeta sob controle.</p>
<h3>Métodos para identificar e quantificar a presença do capim capeta</h3>
<p>A primeira etapa do diagnóstico é a identificação correta da planta. Como o nome &#8220;capim capeta&#8221; pode se referir a espécies diferentes dependendo da região, é fundamental:</p>
<ul>
<li>Contar com o <strong>apoio de um técnico ou agrônomo</strong> que conheça a flora invasora local;</li>
<li>Realizar <strong>vistorias regulares nos piquetes</strong>, preferencialmente em diferentes épocas do ano;</li>
<li><strong>Observar padrões de infestação</strong>, como áreas onde o gado evita pastejar ou onde a vegetação parece mais seca ou menos densa.</li>
</ul>
<p>Após identificada, a quantificação da infestação pode ser feita por amostragem, usando quadrantes ou linhas de transecção. Esses métodos permitem calcular:</p>
<ul>
<li>A percentagem de área ocupada por capim capeta;</li>
<li>A intensidade da infestação por hectare;</li>
<li>A distribuição da planta no talhão.</li>
</ul>
<p>Essas informações são fundamentais para definir a estratégia de controle mais adequada.</p>
<h3>Sinais de alerta e épocas críticas</h3>
<p>O capim capeta, como muitas plantas daninhas perenes, costuma se desenvolver com mais vigor em <strong>épocas de transição climática</strong>, como o final da seca e o início das chuvas. Alguns sinais de alerta incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do apetite dos animais</strong> em determinados piquetes;</li>
<li><strong>Baixo rebrote da forrageira após o pastejo</strong>;</li>
<li>Aumento de áreas com <strong>vegetação heterogênea ou empobrecida</strong>;</li>
<li><strong>Florescimento da planta daninha</strong>, que marca o início da produção de sementes.</li>
</ul>
<p>Esses períodos são estratégicos tanto para o monitoramento quanto para a aplicação de medidas de controle, como o uso de herbicidas.</p>
<h2>Estratégias de controle eficazes</h2>
<p>Controlar o capim capeta exige <strong>visão técnica, ação planejada e persistência</strong>. Por se tratar de uma planta daninha perene e agressiva, as abordagens isoladas raramente trazem resultados duradouros.</p>
<p>A seguir, exploramos os métodos mais utilizados e como combiná-los para potencializar o sucesso no campo.</p>
<h3>Controle químico: quando, como e com o quê?</h3>
<p>O uso de herbicidas seletivos é a principal ferramenta no controle do capim capeta, especialmente em áreas já com infestação consolidada.</p>
<p>A escolha do produto deve ser feita com base na <strong>espécie dominante da planta daninha</strong>, no estágio de desenvolvimento e na gramínea forrageira presente na área.</p>
<h4>Princípios ativos comumente recomendados:</h4>
<ul>
<li>Mesotriona e atrazina, combinados</li>
</ul>
<h4>Boas práticas de aplicação</h4>
<ul>
<li>Utilizar bicos apropriados e calibração precisa dos pulverizadores;</li>
<li>Evitar aplicação em dias com vento forte ou alta temperatura;</li>
<li>Realizar monitoramento pós-aplicação para medir a eficácia e necessidade de reaplicação.</li>
</ul>
<h3>Métodos mecânicos: controle físico e sua função estratégica</h3>
<p>Embora menos utilizado em grandes áreas, o controle mecânico pode ser útil em:</p>
<ul>
<li>Áreas pequenas com alta infestação localizada;</li>
<li>Situações onde o uso de herbicidas não é viável (ex: áreas próximas a nascentes);</li>
<li>Complemento ao controle químico, especialmente em rebrotas resistentes.</li>
</ul>
<p>As técnicas mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li>Roçadas dirigidas (com roçadeira tratorizada);</li>
<li>Gradeações superficiais para reverter áreas muito degradadas.</li>
</ul>
<p>O grande desafio do controle mecânico é o <strong>risco de rebrote</strong>, já que ele atua apenas na parte aérea da planta. Por isso, deve ser acompanhado de outras medidas.</p>
<h3>Controle cultural: fortalecer o pasto para evitar a reinfestação</h3>
<p>O <strong>manejo cultural preventivo</strong> é talvez o componente mais negligenciado do controle de plantas daninhas. Um pasto vigoroso, bem nutrido e bem manejado dificulta o estabelecimento do capim capeta.</p>
<p>Algumas práticas recomendadas:</p>
<ul>
<li>Adubação de manutenção com base em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>;</li>
<li>Controle da lotação animal para evitar sobrepastejo;</li>
<li>Rotação de piquetes com períodos adequados de descanso;</li>
<li>Sobressemeadura com espécies forrageiras adaptadas, especialmente em áreas expostas.</li>
</ul>
<h3>Integração entre métodos: a chave para o sucesso</h3>
<p>A integração das estratégias é o que garante resultados sustentáveis. O caminho ideal é:</p>
<ol>
<li>Diagnóstico da área e identificação da planta;</li>
<li>Aplicação química direcionada no momento adequado;</li>
<li>Acompanhamento com controle mecânico em focos persistentes;</li>
<li>Recuperação e fortalecimento do pasto com práticas culturais;</li>
<li>Monitoramento contínuo da área para evitar reentrada da invasora.</li>
</ol>
<h2>Tecnologias e inovações no manejo de plantas daninhas</h2>
<p>Com a crescente demanda por eficiência e sustentabilidade na pecuária, surgem novas tecnologias que ajudam a tornar o controle de plantas daninhas mais preciso, econômico e menos dependente de métodos empíricos.</p>
<p>O capim capeta, por sua capacidade de dispersão e resistência, é um alvo ideal para essas soluções inovadoras.</p>
<h3>Uso de drones no mapeamento e aplicação localizada</h3>
<p>Uma das tecnologias com maior crescimento nos últimos anos é o uso de drones para diagnóstico e pulverização localizada. Entre os principais benefícios estão:</p>
<ul>
<li>Mapeamento aéreo georreferenciado das áreas infestadas, com imagens de alta resolução;</li>
<li>Detecção precoce de rebrotas ou falhas no controle químico;</li>
<li>Redução do volume de herbicida aplicado, graças à pulverização apenas nos focos identificados;</li>
<li>Acesso facilitado a áreas íngremes ou úmidas, onde tratores têm dificuldade de atuação.</li>
</ul>
<h3>Novas formulações e herbicidas mais seletivos</h3>
<p>A indústria química tem investido no desenvolvimento de herbicidas com menor impacto ambiental e maior seletividade, o que permite:</p>
<ul>
<li>Aplicações em áreas com espécies forrageiras sensíveis, sem risco de danos;</li>
<li>Menor tempo de carência para entrada dos animais após a aplicação;</li>
<li>Melhor desempenho em condições adversas, como solos secos ou infestações antigas.</li>
</ul>
<p>Além disso, novas formulações combinam princípios ativos para ampliar o espectro de ação e reduzir a necessidade de reaplicação.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O capim capeta, embora carregue um nome quase folclórico, representa um <strong>desafio técnico real e persistente para a pecuária de corte no Brasil.</strong></p>
<p>Sua presença em áreas de pastagem compromete diretamente a qualidade da forragem, o desempenho do rebanho e a rentabilidade do sistema de produção.</p>
<p>A mensagem central que fica é clara:<strong> a qualidade do pasto é a base da pecuária eficiente</strong>. Ignorar o problema do capim capeta é comprometer todo o sistema, da nutrição ao desempenho zootécnico, da eficiência à rentabilidade. Combater essa planta daninha é, portanto, uma decisão de gestão, de técnica e de visão de longo prazo.</p>
<h2 data-start="185" data-end="264">Controle plantas invasoras com técnica e garanta mais produtividade no pasto</h2>
<p data-start="266" data-end="553">O capim-capeta é uma das invasoras que mais comprometem a qualidade das pastagens e o desempenho do rebanho. Para evitar prejuízos, não basta apenas combatê-lo, é preciso adotar uma gestão forrageira eficiente, com diagnóstico do solo, escolha adequada de espécies e manejo estratégico.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Principais pragas de pastagens: saiba como controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 11:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas de pecuária de corte a pasto, o bom desempenho do rebanho depende diretamente da qualidade e disponibilidade da forragem. Dentro desse contexto, um fator muitas vezes subestimado e que pode comprometer severamente a produtividade é a ação de pragas nas pastagens. Diferente das plantas daninhas, que competem com as gramíneas forrageiras por recursos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas de pecuária de corte a pasto, o bom desempenho do rebanho depende diretamente da qualidade e disponibilidade da forragem. Dentro desse contexto, um fator muitas vezes subestimado e que pode comprometer severamente a produtividade é a <strong>ação de pragas nas pastagens</strong>.</p>
<p>Diferente das plantas daninhas, que competem com as gramíneas forrageiras por recursos, as pragas são organismos vivos que se alimentam ou atacam diretamente as plantas, enfraquecendo sua estrutura e capacidade de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que caracteriza uma praga em pastagens?</h2>
<p>Pragas de pastagens são, de forma geral, <strong>insetos ou organismos que, ao se alimentar das partes vegetativas das plantas forrageiras, causam danos visíveis ou indiretos</strong>, afetando sua fisiologia, crescimento e valor nutritivo. Os ataques podem ocorrer:</p>
<ul>
<li>Nas raízes (ex: cupins);</li>
<li>Nas folhas e colmos (ex: cigarrinhas e lagartas);</li>
<li>Na seiva da planta (ex: percevejos).</li>
</ul>
<p>Além de danos diretos, muitas pragas também atuam como <strong>vetores de patógenos</strong> (vírus, bactérias ou fungos), o que agrava ainda mais os prejuízos.</p>
<h3>Por que o tema deve ser tratado como prioridade?</h3>
<p>Ignorar ou minimizar a presença de pragas nas pastagens é abrir espaço para uma <strong>queda silenciosa e contínua na eficiência do sistema</strong>. Alguns dos principais motivos para dar atenção imediata ao tema são:</p>
<ul>
<li>Dificuldade de recuperação da pastagem quando o dano se torna avançado;</li>
<li>Aumento dos custos indiretos, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação alimentar</a></strong> para compensar a perda de qualidade da forragem;</li>
<li>Impactos no ganho de peso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e tempo de terminação dos animais;</li>
<li>Riscos de perda total da cobertura vegetal, exigindo replantio ou reforma da área.</li>
</ul>
<p>Além disso, em muitos casos, o diagnóstico da infestação ocorre tarde demais, pois os sinais iniciais são sutis e exigem olhar técnico e rotina de monitoramento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais pragas de pastagens no brasil</h2>
<p>O Brasil possui extensas áreas de pastagens, com predominância de gramíneas tropicais e subtropicais como as do gêneros <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria</a></strong>, Panicum e Cynodon.</p>
<p>Essas espécies, apesar de adaptadas, <strong>são vulneráveis ao ataque de diversas pragas</strong>, especialmente em sistemas com baixa diversidade, manejo incorreto e ausência de práticas preventivas. A seguir, conheça as principais pragas que impactam a produtividade das forrageiras.</p>
<h3>1. Cupins (<i>Isoptera</i>)</h3>
<p>Os <strong>cupins de solo</strong> são considerados <strong>uma das pragas mais prejudiciais das pastagens brasileiras</strong>, especialmente em áreas de solos arenosos e de cerrado.</p>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Constroem túneis e galerias que danificam o sistema radicular das plantas;</li>
<li>Promovem a morte de touceiras inteiras, reduzindo a densidade da pastagem;</li>
<li>Seu ataque é silencioso, mas com impacto cumulativo e duradouro.</li>
<li>Ataques frequentes na época das águas, quando a planta apresenta um melhor desenvolvimento radicular.</li>
</ul>
<p><strong>Indicadores de infestação:</strong></p>
<ul>
<li>Presença de montículos (murundus) na superfície;</li>
<li>Manchas de falhas no pasto;</li>
<li>Gramíneas facilmente arrancadas com a mão.</li>
</ul>
<h3>2. Cigarrinhas-das-pastagens (<i>Hemiptera: Cercopidae</i>)</h3>
<p>Consideradas a principal praga aérea de pastagens tropicais, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinhas</a></strong> se alimentam da seiva das gramíneas, causando <strong>fitotoxicidade severa</strong>.</p>
<p><strong>Espécies comuns:</strong></p>
<ul>
<li><i>Zulia entreriana;</i></li>
<li><i>Deois flavopicta;</i></li>
<li><i>Notozulia entreriana.</i><i><br />
</i></li>
</ul>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Clorose e necrose das folhas, deixando o pasto com aparência queimada;</li>
<li>Redução drástica do valor nutritivo da forragem;</li>
<li>Diminuição do vigor e da capacidade de rebrota.</li>
</ul>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<p>Infestações mais intensas ocorrem na transição da estação chuvosa para a seca, quando há alta umidade residual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-37303" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens.jpg" alt="Cigarrinha das pastagens, principal praga de pastagens no Brasil" width="902" height="672" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens.jpg 902w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-768x572.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-740x551.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 902px) 100vw, 902px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Cigarrinha-das-pastagens.</span></p>
<h3>3. Formigas cortadeiras (<i>Atta spp. e Acromyrmex spp.</i>)</h3>
<p>As formigas cortadeiras são bem conhecidas no meio rural, e sua ação em pastagens <strong>pode comprometer a rebrota e o estabelecimento de novas forrageiras</strong>.</p>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Corte de folhas e brotações novas;</li>
<li>Redução da capacidade de recuperação das plantas após o pastejo;</li>
<li>Dificuldade na implantação de pastagens novas, especialmente em áreas recém <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">reformadas</a></strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais de infestação:</strong></p>
<ul>
<li>Presença de carreiras de folhas cortadas;</li>
<li>Montes de terra solta (formigueiros ativos).</li>
</ul>
<h3>4. Lagartas das pastagens</h3>
<p>São pragas que podem causar sérios danos às áreas cultivadas, especialmente em pastagens. Esses insetos, pertencentes a diversas espécies, alimentam-se das folhas das plantas, comprometendo a saúde e o crescimento das culturas.</p>
<p>A presença dessas lagartas pode resultar em <strong>prejuízos significativos para a produção de forragem</strong>, afetando a alimentação do gado e, consequentemente, a rentabilidade das propriedades rurais.</p>
<p>Os principais danos causados pelas lagartas incluem a <strong>desfolha intensa das plantas</strong>, que pode levar à redução da biomassa disponível para o pastejo. Em casos de infestação severa, a perda da cobertura vegetal pode ser tão acentuada que a regeneração das pastagens se torna difícil.</p>
<p>Os sinais de infestação por lagartas são relativamente fáceis de identificar. Entre os principais indícios, destacam-se a presença de folhas parcialmente consumidas, com bordas irregulares e buracos visíveis.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-pragas-pastagens&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Impactos das pragas na nutrição e no desempenho animal</h2>
<p>Em sistemas de gado de corte onde a alimentação é majoritariamente baseada em pasto, <strong>qualquer fator que comprometa a qualidade ou a disponibilidade da forragem afeta diretamente o desempenho animal</strong>.</p>
<p>As pragas das pastagens, ao atacarem as gramíneas forrageiras, provocam efeitos em cadeia que vão do vigor da planta até o resultado financeiro da arroba produzida.</p>
<h3>Redução da densidade e do vigor das forrageiras</h3>
<p>Pragas como cupins e cigarrinhas reduzem drasticamente a densidade de plantas forrageiras por hectare. Isso significa que:</p>
<ul>
<li>Há menos massa verde disponível para consumo;</li>
<li>A capacidade de suporte da área (UA/ha) diminui;</li>
<li>A necessidade de uso de piquetes extras ou suplementação se antecipa.</li>
</ul>
<p>Com menos plantas vigorosas por área, a recuperação após o pastejo se torna mais lenta, favorecendo ainda mais a degradação do pasto.</p>
<h3>Perda de qualidade nutricional da forragem</h3>
<p>Mesmo que a gramínea permaneça na área, seu <strong>valor nutritivo pode ser fortemente reduzido por ataques de pragas</strong>. Isso se reflete em:</p>
<ul>
<li>Menor teor de proteína bruta (PB) nas folhas;</li>
<li>Redução da digestibilidade e aumento da fibra indigestível;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aumento da proporção de material morto e fibroso no pasto.</li>
</ul>
<p>Esses fatores influenciam diretamente na eficiência de conversão alimentar do gado e <strong>podem exigir reformulações na dieta</strong>, especialmente durante a seca.</p>
<h3>Impactos diretos no desempenho zootécnico</h3>
<p>A combinação de menor quantidade e pior qualidade do pasto leva a uma série de consequências sobre o rebanho:</p>
<ul>
<li>Queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong> dos animais;</li>
<li>Aumento do ciclo de engorda, postergando o abate;</li>
<li>Redução na taxa de lotação e nos índices de produtividade por hectare;</li>
<li>Custo por arroba produzida mais alto, pois a suplementação precisa ser intensificada.</li>
</ul>
<p>Em situações mais graves, os efeitos ainda podem incluir perda de peso corporal, aumento da mortalidade de bezerros e redução na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong> em sistemas de cria.</p>
<h3>O custo oculto: suplementar o que o pasto deveria entregar</h3>
<p>Ao comprometer o pasto, as pragas forçam o produtor a gastar mais com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/">ração</a></strong>, energéticos proteinados ou silagem, especialmente na entressafra.</p>
<p>Ou seja, não realizar o controle das pragas é assumir um custo nutricional extra silencioso, que, somado ao longo do ano, compromete a margem da operação.</p>
<h2>Como identificar as pragas no campo?</h2>
<p>Saber que existem pragas atacando as pastagens é diferente de saber <strong>quais são, onde estão, quanto estão afetando e quando agir</strong>. O diagnóstico eficiente é um processo técnico, que exige observação sistemática, registro e conhecimento básico sobre o comportamento das principais pragas.</p>
<h3>Métodos de reconhecimento visual e amostragens</h3>
<p>A identificação de pragas nas pastagens pode ser feita com métodos simples, mas sistemáticos, como:</p>
<ul>
<li><strong>Inspeção visual direta</strong>: caminhar pela pastagem observando sintomas como folhas comidas, rebrotas deformadas, manchas secas ou coloração alterada;</li>
<li><strong>Levantamento de montículos</strong> (murundus) no caso de cupins;</li>
<li><strong>Coleta de insetos com rede de varredura</strong>, útil para cigarrinhas e percevejos;</li>
<li><strong>Monitoramento noturno</strong>, que pode revelar o ataque de lagartas e grilos.</li>
</ul>
<h3>A importância de registros e acompanhamento periódico</h3>
<p>Um diagnóstico não deve ser um evento isolado. <strong>Registrar e acompanhar a evolução das infestações</strong> permite:</p>
<ul>
<li>Medir a eficácia das medidas de controle;</li>
<li>Identificar áreas recorrentes ou críticas;</li>
<li>Planejar ações antecipadas para os períodos de maior risco.</li>
</ul>
<h2>Estratégias de controle integrado</h2>
<p>O combate eficiente às pragas de pastagens não depende de uma única ação ou produto. O caminho mais eficaz e sustentável é o <strong>Manejo Integrado de Pragas (MIP)</strong>, que consiste em combinar diferentes métodos de controle, com base em diagnóstico, planejamento e monitoramento contínuo.</p>
<p>Essa abordagem aumenta a eficácia, reduz custos no longo prazo e minimiza impactos ambientais.</p>
<h3>1. Controle químico: o uso técnico e responsável de inseticidas</h3>
<p>O controle químico ainda é uma das principais ferramentas para combater pragas, especialmente em infestações severas ou de rápida evolução, como no caso das <strong>cigarrinhas e lagartas.</strong></p>
<p>Boas práticas no uso de defensivos:</p>
<ul>
<li>Escolher produtos <strong>específicos para a praga-alvo</strong>;</li>
<li>Aplicar na <strong>época certa do ciclo da praga</strong>, quando ela está mais vulnerável;</li>
<li>Utilizar <strong>equipamentos calibrados</strong> e aplicar nas condições ideais (sem vento ou sol forte);</li>
<li>Respeitar o período de carência e rotacionar princípios ativos para evitar resistência.</li>
</ul>
<h3>2. Controle biológico: um aliado sustentável e promissor</h3>
<p>Cada vez mais presente em sistemas tecnificados, o <strong>controle biológico</strong> consiste no uso de organismos vivos ou extratos naturais para combater as pragas. Já existem no mercado bioinseticidas e agentes naturais com eficácia comprovada contra algumas pragas de pastagens.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li><strong>Fungos entomopatogênicos</strong> (ex: <i>Metarhizium anisopliae</i>) para controle de cigarrinhas e cupins;</li>
<li><strong>Nematoides entomopatogênicos</strong>, em estudos para manejo de pragas subterrâneas;</li>
<li><strong>Extratos botânicos com efeito repelente ou inseticida</strong>, com menor impacto ambiental.</li>
</ul>
<h3>3. Manejo cultural: fortalecer o pasto para resistir às pragas</h3>
<p>Muitas infestações são consequência direta do <strong>pasto fraco ou degradado</strong>. Melhorar as condições de cultivo das forrageiras é uma forma <strong>preventiva e duradoura de controlar pragas</strong>.</p>
<p><strong>Práticas recomendadas:</strong></p>
<ul>
<li>Adubação de correção e manutenção, com base em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>;</li>
<li>Rotação de piquetes com períodos adequados de descanso e recuperação;</li>
<li>Manutenção da altura de pastejo ideal, respeitando o ponto de entrada e saída;</li>
<li>Sobressemeadura em áreas com falhas ou pouco vigor;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">Escolha de forrageiras</a></strong> mais tolerantes a determinadas pragas.</li>
</ul>
<h2>Inovações tecnológicas no controle de pragas de pastagens</h2>
<p>A evolução das tecnologias no agronegócio tem alcançado também o manejo de pastagens.</p>
<p>Nos últimos anos, surgiram <strong>novas ferramentas e soluções digitais</strong> que ampliam a capacidade de diagnosticar, monitorar e controlar pragas com maior precisão, reduzindo desperdícios e otimizando os resultados zootécnicos.</p>
<p>A seguir, conheça algumas das inovações mais relevantes aplicáveis à realidade da pecuária de corte.</p>
<h3>1. Drones para mapeamento e aplicação localizada</h3>
<p>Os drones têm se tornado aliados poderosos no manejo de pastagens, principalmente em fazendas com grande extensão ou dificuldade de acesso manual.</p>
<p><strong>Aplicações práticas:</strong></p>
<ul>
<li>Mapeamento aéreo georreferenciado, identificando manchas de infestação de cigarrinhas, lagartas ou áreas com reboleiras causadas por cupins;</li>
<li>Monitoramento da eficácia de aplicações químicas ou biológicas;</li>
<li>Aplicação dirigida de inseticidas ou bioinsumos em áreas específicas, reduzindo o custo com produtos e o impacto ambiental.</li>
</ul>
<p><strong>Benefícios:</strong></p>
<ul>
<li>Redução de até 50% no uso de defensivos em comparação com aplicação convencional;</li>
<li>Identificação precoce de falhas ou reinfestações;</li>
<li>Agilidade no diagnóstico em grandes áreas.</li>
</ul>
<h3>2. Sensoriamento remoto e inteligência artificial (IA)</h3>
<p>Tecnologias de satélite combinadas com algoritmos de IA têm sido usadas para <strong>avaliar a saúde da vegetação e detectar anomalias nas pastagens</strong>, que podem indicar a presença de pragas ou estresse hídrico.</p>
<p><strong>Aplicações promissoras:</strong></p>
<ul>
<li>Identificação de áreas com perda de vigor ou coloração alterada;</li>
<li>Geração de mapas de calor que facilitam o direcionamento de ações;</li>
<li>Análise preditiva baseada em histórico climático e dados de solo.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>As pragas de pastagens representam um <strong>risco silencioso, porém altamente impactante para os sistemas de produção</strong> pecuária baseados em forragem.</p>
<p>O ataque de insetos como <strong>cupins, cigarrinhas, lagartas e formigas cortadeiras</strong> compromete a quantidade e a qualidade do pasto, elevando custos de suplementação, reduzindo o desempenho animal e, em muitos casos, provocando a degradação irreversível das áreas.</p>
<p>Mais do que combater um problema pontual, o controle de pragas é uma decisão de <strong>gestão estratégica</strong>, que impacta diretamente o resultado por hectare, a previsibilidade produtiva e a margem da operação pecuária.</p>
<h2 data-start="99" data-end="488">Controle de pragas começa com manejo inteligente das pastagens</h2>
<p class="" data-start="99" data-end="488">As pragas são apenas um dos muitos desafios enfrentados por quem trabalha com pecuária de corte. Para manter a produtividade do pasto e garantir o desempenho do rebanho, é fundamental ir além do controle pontual e adotar uma gestão completa que envolva nutrição, recuperação e uso estratégico das áreas de pastagem.</p>
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<p data-start="857" data-end="1137">
<p data-start="857" data-end="1137">Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Amostragem do solo em pastagens: como fazer e garantir a produtividade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para garantir a saúde e a produtividade das pastagens e a qualidade do solo, uma das práticas mais importantes é a amostragem do solo. Essa etapa fundamental no manejo de pecuária e cultivo fornece informações cruciais sobre a composição do solo, ajudando a identificar deficiências nutricionais, necessidades de correção e condições ideais para o crescimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para garantir a saúde e a produtividade das pastagens e a qualidade do solo, uma das práticas mais importantes é a <strong>amostragem do solo</strong>.</p>
<p>Essa etapa fundamental no manejo de pecuária e cultivo fornece informações cruciais sobre a composição do solo, ajudando a identificar deficiências nutricionais, necessidades de correção e condições ideais para o crescimento das plantas.</p>
<p>Ao realizar a análise do solo de forma correta, é possível tomar decisões adequadas e precisas sobre adubação, correção e manejo, o que resulta em pastagens mais nutritivas e um gado mais saudável e produtivo.</p>
<p>A seguir, apresentamos um <strong>passo a passo detalhado para coletar e preparar amostras de solo</strong>, garantindo que você obtenha dados precisos e úteis para otimizar sua propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Passo a passo para coleta de solo para análise</h2>
<h3>1. Defina o objetivo da amostragem</h3>
<p>Antes de começar, pense em qual é seu objetivo com a análise do solo. Aqui estão alguns exemplos de alvos comuns:</p>
<ul>
<li>Avaliar a qualidade do solo para implantação de um pasto;</li>
<li>Identificar deficiências nutricionais em um pasto existente;</li>
<li>Verificar a necessidade de correção do solo;</li>
<li>Decidir qual área deve ser <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejada</a></strong> primeiro.</li>
</ul>
<h3>2. Escolha a profundidade da amostra</h3>
<p>A profundidade da retirada da amostra pode variar dependendo do que você precisa. O padrão é analisar as camadas:</p>
<ul>
<li><strong>0-20 cm:</strong> Ideal para obter uma visão geral do solo na camada mais superficial.</li>
<li><strong>20-40 cm:</strong> Para um panorama mais profundo, que pode revelar informações adicionais sobre o solo.</li>
</ul>
<p>Para um começo, faça a análise das duas camadas. Depois, você pode optar por analisar só a camada de 0-20 cm anualmente para acompanhar a evolução.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>3. Divida a área para amostragem</h3>
<p>Se a área a ser amostrada for muito grande ou variar muito em características, divida-a em subáreas para obter uma amostra mais representativa. Considere:</p>
<ul>
<li><strong>Relevo</strong>: Separe áreas de baixa, média e alta elevação, pois o relevo pode influenciar a fertilidade.</li>
<li><strong>Cor do solo</strong>: Diferentes cores podem indicar variações na composição do solo.</li>
<li><strong>Histórico da área</strong>: Áreas que foram intensamente cultivadas podem ter um perfil de nutrientes diferente.</li>
</ul>
<h3>4. Coleta das subamostras</h3>
<p>Para garantir uma amostra representativa, siga estes passos:</p>
<ul>
<li><strong>Escolha os pontos de coleta</strong>: Selecione pelo menos 20 pontos na área de maneira espaçada e uniforme. Faça a coleta em um padrão de zig-zag para cobrir toda a área.</li>
<li><strong>Equipamento</strong>: Utilize um trado ou equipamento adequado para retirada de solo, é importante que esta seja uma quantidade representativa de solo.</li>
</ul>
<h3>5. Preparação e coleta</h3>
<ul>
<li><strong>Limpeza da superfície</strong>: Antes de coletar a amostra, remova qualquer material superficial como vegetação ou detritos. Certifique-se de não remover o solo que será analisado.</li>
<li><strong>Coleta com o equipamento</strong>: Use o equipamento para retirar a amostra do solo. Coloque a amostra em um balde limpo e evite contaminação com outros materiais.</li>
</ul>
<h3>6. Mistura e armazenamento</h3>
<ul>
<li><strong>Mistura</strong>: Misture bem todas as subamostras coletadas no balde para obter uma amostra composta. Isso ajuda a representar toda a área de maneira uniforme.</li>
<li><strong>Armazenamento</strong>: Separe aproximadamente 300 gramas da amostra composta e coloque em um saco limpo. Certifique-se de etiquetar o saco com a data, área amostrada e profundidade.</li>
</ul>
<h3>7. Envio ao laboratório</h3>
<ul>
<li><strong>Prazo de entrega</strong>: Leve a amostra ao laboratório o mais rápido possível, preferencialmente dentro de 24 horas. Isso ajuda a evitar alterações nos componentes do solo.</li>
<li><strong>Secagem se necessário</strong>: Se não puder enviar imediatamente, seque a amostra à sombra em um local livre de poeira e resíduos para manter a integridade da amostra.</li>
</ul>
<h2>Dicas adicionais</h2>
<ul>
<li><strong>Evite locais problemáticos</strong>: Não colete amostras de áreas onde os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">animais ficam confinados</a></strong>, perto de bebedouros, comedouros ou locais muito úmidos. Também evite proximidades de estradas, construções e trilhas de animais.</li>
<li><strong>Equipamento limpo</strong>: Certifique-se de que o equipamento de coleta esteja limpo e livre de contaminantes como fertilizantes ou produtos de limpeza, que podem interferir nos resultados.</li>
</ul>
<p>A amostragem regular e bem feita do solo é fundamental para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">garantir a fertilidade e a saúde das pastagens</a></strong>. Isso ajuda a otimizar o uso de recursos, melhorar a qualidade dos alimentos produzidos e aumentar a produtividade do sistema.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-fertilidade-do-solo-na-pecuaria-de-corte-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-fertilidade-do-solo-na-pecuaria-de-corte-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Faça sua inscrição na Pós-graduação em Produção e Manejo de Pastagens na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34495" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli.jpg" alt="Mariana Matioli - Equipe Corte Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Protocolos hormonais em vacas de corte: saiba qual escolher</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/protocolo-hormonal-das-vacas-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/protocolo-hormonal-das-vacas-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 11:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[inseminação artificial]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[perda de prenhez]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva é um fator determinante na produtividade e rentabilidade da criação de gado. Entre as estratégias para melhorar o desempenho reprodutivo, o uso de protocolos hormonais destaca-se por sua eficácia na sincronização do ciclo estral, facilitando a inseminação artificial e melhorando as taxas de prenhez. Neste texto, vamos detalhar o que são protocolos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva é um fator determinante na produtividade e rentabilidade da criação de gado. Entre as estratégias para melhorar o desempenho reprodutivo, o uso de protocolos hormonais destaca-se por sua eficácia na sincronização do ciclo estral, facilitando a inseminação artificial e melhorando as taxas de prenhez.</p>
<p>Neste texto, <strong>vamos detalhar</strong> <strong>o que são protocolos hormonais</strong>, discutir os mais recomendados pelos especialistas, e como é possível escolher o mais adequado para a realidade da sua fazenda, além de fornecer dicas práticas para sua implementação bem-sucedida.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Quais são os protocolos hormonais mais indicados ?</h2>
<p>A escolha do protocolo hormonal mais indicado para inseminação artificial depende de vários fatores, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/">manejo reprodutivo</a></strong>, as características do rebanho, a infraestrutura disponível, e os objetivos do produtor.</p>
<p>No entanto, alguns protocolos são amplamente recomendados devido à sua eficácia e flexibilidade:</p>
<h3>1. Protocolo de Ovsynch</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>O protocolo Ovsynch dura cerca de 10 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Aplicação de uma dose de GnRH para induzir a ovulação de qualquer folículo dominante presente.</li>
<li>Dia 7: Aplicação de prostaglandina (PGF2α) para causar a regressão do corpo lúteo.</li>
<li>Dia 9: Segunda aplicação de GnRH para induzir uma nova ovulação.</li>
<li>Dia 10 (16 a 20 horas após a segunda dose de GnRH): Realização da inseminação artificial.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>2. Protocolo de Crestar (Progestágeno com benzoato de estradiol)</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>O protocolo de Crestar dura cerca de 9 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Inserção de um implante de progestágeno (Crestar) e aplicação de benzoato de estradiol.</li>
<li>Dia 8: Retirada do implante e aplicação de prostaglandina (PGF2α).</li>
<li>Dia 9: Aplicação de uma segunda dose de benzoato de estradiol.</li>
<li>Dia 10 (24 a 48 horas após a retirada do implante): Realização da inseminação artificial.</li>
</ul>
<h3>3. Protocolo de Two-shot Prostaglandin</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>Este protocolo dura entre 11 e 14 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Primeira aplicação de prostaglandina (PGF2α) para induzir o estro.</li>
<li>Dia 11: Segunda aplicação de prostaglandina (PGF2α) em fêmeas que não manifestaram estro após a primeira dose.</li>
<li>Dia 14: Inseminação das fêmeas que entraram em estro após a segunda dose.</li>
</ul>
<h3>4. Protocolo com uso de CIDR + GnRH e PGF2α</h3>
<p><strong>Duração</strong>:</p>
<p>Este protocolo dura cerca de 7 dias.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong>:</p>
<ul>
<li>Dia 0: Inserção do dispositivo intravaginal de progesterona (CIDR) e aplicação de uma dose de GnRH.</li>
<li>Dia 7: Retirada do CIDR e aplicação de prostaglandina (PGF2α) para regressão do corpo lúteo.</li>
<li>Dia 9: Aplicação de uma segunda dose de GnRH, seguida de inseminação artificial após 16 a 24 horas.</li>
</ul>
<h2>Como escolher um protocolo que seja adequado à realidade da fazenda?</h2>
<p>A escolha do protocolo hormonal deve ser baseada em uma análise cuidadosa de vários fatores:</p>
<ul>
<li><strong>Condição corporal das vacas</strong>: Vacas em boa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">condição corporal</a></strong> geralmente respondem melhor aos tratamentos hormonais. Vacas com baixa condição corporal podem ter respostas hormonais comprometidas, o que pode influenciar a escolha do protocolo.</li>
<li><strong>Infraestrutura da fazenda</strong>: A implementação de protocolos hormonais requer instalações adequadas para o manejo dos animais, como currais e troncos de contenção, para garantir a segurança e eficácia na administração dos hormônios.</li>
<li><strong>Capacitação e disponibilidade de mão de obra</strong>: A aplicação de alguns protocolos requer treinamento especializado para a equipe de manejo. Além disso, é importante considerar a disponibilidade de mão de obra para monitorar o comportamento estral e realizar a inseminação no momento correto.</li>
<li><strong>Custo e retorno sobre o investimento</strong>: É importante avaliar o custo dos hormônios e da mão de obra em relação aos benefícios esperados, como aumento nas taxas de prenhez e na produtividade geral do rebanho.</li>
</ul>
<h2>Dicas práticas</h2>
<ol>
<li><strong>Treinamento</strong>: Invista no treinamento da equipe para garantir a aplicação correta dos hormônios e o manejo adequado dos animais. Uma equipe bem treinada é fundamental para o sucesso dos protocolos hormonais.</li>
<li><strong>Monitoramento</strong>: Mesmo com protocolos hormonais, o monitoramento visual ou com o uso de tecnologias, é fundamental para identificar vacas em cio e assegurar que a inseminação seja realizada no momento ótimo.</li>
<li><strong>Manutenção de registros detalhados</strong>: Registre todas as aplicações de hormônios, datas de inseminação, e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">resultados de prenhez</a></strong>. Esses dados são valiosos para avaliar a eficácia dos protocolos e fazer ajustes necessários para melhorar os resultados futuros.</li>
<li><strong>Veterinário</strong>: Trabalhar em estreita colaboração com um veterinário especializado pode ajudar a ajustar os protocolos de acordo com as necessidades específicas do rebanho, incluindo adaptações para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/racas-de-gado-de-corte/">diferentes raças</a></strong> ou condições ambientais.</li>
</ol>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os protocolos hormonais são uma ferramenta valiosa para <strong>melhorar a eficiência reprodutiva</strong> em fazendas de gado de corte. Com a escolha adequada do protocolo e uma implementação cuidadosa, é possível obter melhorias significativas nas taxas de prenhez e na produtividade do rebanho.</p>
<p>Avalie cuidadosamente as condições da sua fazenda e busque orientação profissional para garantir o sucesso na utilização dessas tecnologias reprodutivas.</p>
<h2 data-start="200" data-end="282">Tome decisões reprodutivas com base técnica e tenha melhores resultados</h2>
<p data-start="284" data-end="444">Escolher o protocolo hormonal ideal vai muito além da prática: exige conhecimento técnico, visão estratégica e domínio dos fatores que influenciam a reprodução.</p>
<p data-start="446" data-end="785">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-protocolos-hormonais-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com consultores que aplicam no campo o que ensinam na teoria e vão te mostrar como aumentar a eficiência reprodutiva, melhorar os índices zootécnicos e gerar mais lucro por vaca exposta.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fábrica de ração para gado de corte: quando investir nessa estrutura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 11:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[ração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=34273</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na atual conjuntura econômica da produção de carne brasileira, possuir uma estrutura mínima de fábrica de ração, pode ser uma ótima opção para abaixar os custos nutricionais e aumentar as margens das fazendas. O desembolso para a construção de uma fábrica é alto, e deve ser muito bem planejado e estruturado para que os resultados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na atual conjuntura econômica da produção de carne brasileira, possuir uma estrutura mínima de <strong>fábrica de ração</strong>, pode ser uma ótima opção para abaixar os custos nutricionais e aumentar as margens das fazendas.</p>
<p>O desembolso para a construção de uma fábrica é alto, e deve ser muito bem planejado e estruturado para que os resultados sejam alcançados.</p>
<p>Antes de se decidir implementar a fábrica, é necessário um estudo de <strong>viabilidade econômica</strong>, conhecer a produção atual da fazenda, se há a necessidade de uma fábrica, e qual o tamanho da estrutura para atender a demanda da fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Viabilidade econômica da fábrica de ração</h2>
<p>Ao se optar pela construção de uma fábrica de ração, o pecuarista precisará realizar as compras estratégicas dos insumos e otimizar a produção das rações, de modo que a fábrica não fique ociosa, onerando os custos nutricionais da fazenda.</p>
<p>Para fazer o investimento no projeto o produtor deve <strong>buscar uma consultoria especializada na construção</strong>, e se possível visitar propriedades que já utilizam desta estrutura.</p>
<p>Antes de se dar o pontapé inicial, o estudo de viabilidade econômica se mostra fundamental para a tomada de decisão, conhecer os prós e contras da operação, trará um norte sobre o que se pretende ser feito na propriedade. Estudar a viabilidade mostra os riscos e mostra qual será a rentabilidade e o tempo do retorno do capital investido.</p>
<p>Quando surge a necessidade de a propriedade aumentar sua produção, investir em uma fábrica de ração se torna viável. <strong>A produção da própria ração garante maior qualidade nutricional</strong>, assegurar a qualidade da ração produzida é tão importante quanto a utilização de programas de desenvolvimento, portanto, os níveis nutricionais devem corresponder às necessidades de cada espécie e fase de vida animal.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Planejamento e estrutura da fábrica de ração</h2>
<p>Ao implementar uma fábrica de ração é preciso conhecer os equipamentos e processos envolvidos para que se tenha uma produção competente. Alguns fatores essenciais para se levar em consideração no momento de decisão é o espaço físico (se atende a capacidade de produção necessária), energia elétrica e capital de início.</p>
<p>No processo de produção em si é necessário alguns equipamentos e estruturas, separados em 3 partes.</p>
<ol>
<li><strong>Recebimento dos insumos</strong>: é onde tudo se inicia, será necessário equipamentos como transportadores e elevadores, que serão responsáveis em facilitar o transporte da matéria prima para os silos de armazenamento. O estoque será onde os insumos ficarão armazenados. Deverá se atentar ao planejamento da estrutura, se adequar ao tamanho da sua demanda.</li>
<li><strong>Processamento</strong>: para processar os insumos, são necessários <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">moinhos que realizam a moagem dos grãos</a></strong>, contribuindo para o processamento e digestão dos nutrientes. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/">Misturadores</a></strong> realizarão as batidas da ração, por ser mais simples o misturador vertical é o mais utilizado. Dependendo da produção e sua necessidade, para esta etapa pode existir alguns equipamentos extras.</li>
<li><strong>Distribuição</strong>: nesta etapa as rações já estão prontas, precisam ser armazenadas em um lugar seguro, para não ser afetada por chuva. Será necessário a utilização de balança, vagão misturador e ou pá carregadeira para auxiliar na distribuição da ração produzida.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34275" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento.jpg" alt="Box de armazenamento" width="689" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento.jpg 689w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-300x190.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-370x234.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-270x171.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/box-de-armazenamento-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Box de armazenamento. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34276" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio.jpg" alt="Silo de armazenamento" width="677" height="538" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio.jpg 677w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-300x238.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-370x294.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-270x215.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/silo-de-armazenamentio-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Silo de armazenamento. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34277" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao.jpg" alt="Estrutura fábrica de ração" width="457" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao.jpg 457w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-fabrica-racao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 457px) 100vw, 457px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Estrutura fábrica de ração. Fonte: Isadora Amorim.</span></p>
<h2>Benefícios da fábrica de ração</h2>
<p>Os principais benefícios fornecidos por esse investimento são:</p>
<ul>
<li><strong>Maior independência e flexibilidade</strong>: cada vez menos dependente das oscilações do mercado, podendo se planejar e acessar recursos mais acessíveis de acordo com a sua região.</li>
<li><strong>Redução dos custos</strong>: a aquisição de produtos a granel é mais barata que a de produtos prontos, e associando com o planejamento dessas compras em períodos de maior oferta, os custos reduzem e melhoram a condição de negociação.</li>
<li><strong>Controle de qualidade</strong>: conseguindo selecionar melhor os ingredientes e fornecedores que serão utilizados, é possível garantir a qualidade da ração.</li>
</ul>
<p>A priorização de fornecer e garantir uma qualidade nutricional aos animais é muito importante, por isso, é necessário se atentar a realizar muito bem todas as etapas do processo.</p>
<p>Realizar treinamentos da mão de obra, manutenção dos equipamentos e limpeza deles diariamente, escolher equipamentos de qualidade que facilitam e ajudam a diminuir o tempo de produção.</p>
<p>Para que a decisão de implementar a fábrica de ração seja bem-sucedida, é importante alinhar as análises realizadas de viabilidade com os objetivos do produtor.</p>
<p>Associando com a utilização de técnicas e equipamentos conforme indicado para sua demanda,<strong> o investimento na fábrica de ração se torna uma ótima estratégia</strong>, pois, além de gerar a redução dos custos, permite aumentar a capacidade de produção da sua fazenda.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte</h2>
<p>Com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-fabrica-racao&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-fabrica-racao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34278" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim.jpg" alt="Isadora Amorim - Equipe Corte Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isadora-amorim-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/">Fábrica de ração para gado de corte: quando investir nessa estrutura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Como escolher a melhor espécie forrageira para a sua fazenda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[forrageira]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para garantir que a forrageira expresse sua característica de perenidade, é essencial escolher uma espécie adaptada ao sistema de produção, ao nível de intensificação, ao solo, e principalmente ao clima. A escolha correta da forrageira impacta diretamente a sustentabilidade e a produtividade da pastagem, influenciando a saúde do rebanho e a rentabilidade do sistema agropecuário. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">Como escolher a melhor espécie forrageira para a sua fazenda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para garantir que a forrageira expresse sua característica de perenidade, é essencial escolher uma espécie adaptada ao sistema de produção, ao nível de intensificação, ao solo, e principalmente ao clima.</p>
<p>A escolha correta da forrageira impacta diretamente a <strong>sustentabilidade e a produtividade da pastagem</strong>, influenciando a saúde do rebanho e a rentabilidade do sistema agropecuário.</p>
<p>Além disso, uma forrageira bem adaptada pode contribuir para a conservação do solo e a resiliência frente às mudanças climáticas. Dessa forma, a seleção criteriosa de espécies forrageiras <strong>é um passo fundamental para a eficiência e a longevidade dos sistemas de produção animal</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Critérios para escolha de espécies forrageiras</h2>
<p>A maior parte das espécies forrageiras utilizadas no Brasil pertence à família das gramíneas (Poaceae). Em menor proporção, algumas espécies da família das leguminosas (Fabaceae) também são empregadas. Este texto foca nas <strong>espécies forrageiras da família das gramíneas tropicais</strong> com hábito de crescimento perene.</p>
<p>O principal fator para o sucesso do estabelecimento e perpetuação de uma espécie forrageira ao longo dos anos é sua adaptação à temperatura, precipitação e solo do meio onde será cultivada. Este deve sempre ser o primeiro critério na escolha da espécie forrageira.</p>
<p>Se a planta for adaptada à região onde a propriedade está localizada, é necessário verificar se ela se encaixa no sistema de produção. Isso inclui aspectos como:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Manejo do pastejo</a></strong>;</li>
<li>Manejo do solo;</li>
<li>Categoria e espécie animal;</li>
<li>Produção de matéria seca anual e por estação do ano;</li>
<li>Aceitabilidade pelos animais;</li>
<li>Valor nutricional;</li>
<li>Tolerância a pragas e doenças.</li>
</ul>
<p>Todos esses aspectos devem ser considerados na escolha da espécie forrageira, sendo que cada um deles é um critério excludente. Ou seja, se algum desses critérios não for atendido, a espécie não será indicada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Passo a passo para a escolha</h2>
<h3>1º passo &#8211; Verificar índices climáticos</h3>
<p>Pesquise os índices de precipitação e temperatura média da região em que a fazenda se encontra.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33510" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico.jpg" alt="Gráfico com o índice pluviométrico de uma região do Brasil" width="600" height="353" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-300x177.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Climatempo</span></p>
<p>De acordo com o Catálogo de Plantas Forrageiras da Embrapa, uma espécie que se adapta bem às condições de precipitação e temperatura mencionadas no gráfico acima é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria brizantha</a></strong> cv. Xaraés (agora reclassificada sob o gênero Urochloa). Esta forrageira é conhecida por sua alta produtividade, excelente valor nutricional e boa resistência ao pisoteio.</p>
<p>Além da Urochloa brizantha cv. Xaraés, outras forrageiras que podem ser consideradas para diferentes condições e sistemas de produção incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Urochloa decumbens (Brachiaria decumbens):</strong> Conhecida como braquiária-capim, é uma forrageira adaptada a solos de baixa fertilidade e apresenta boa resistência à seca. No entanto, também é suscetível a ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinhas-das-pastagens</a></strong>.</li>
<li><strong>Panicum maximum cv. Mombaça:</strong> Esta forrageira é conhecida por seu alto rendimento de biomassa e excelente valor nutricional. É bem adaptada a solos férteis e bem drenados, mas requer bom manejo de fertilidade e pastejo.</li>
<li><strong>Urochloa ruziziensis (Brachiaria ruziziensis):</strong> É uma opção interessante para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">integração lavoura-pecuária</a></strong>, devido ao seu rápido estabelecimento e bom valor nutricional. Contudo, também é suscetível a cigarrinhas.</li>
<li><strong>Cynodon spp. (Capim-estrela e <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">Tifton</a>):</strong> Forrageiras de alta qualidade nutricional, muito utilizadas em sistemas de pastejo rotacionado e bem adaptadas a solos bem drenados e de alta fertilidade.</li>
</ul>
<p>É essencial considerar <strong>estratégias de manejo integrado de pragas</strong> e monitoramento constante para prevenir possíveis infestações. Além disso, a escolha de espécies forrageiras deve sempre levar em conta a resistência a pragas e doenças locais, garantindo assim a sustentabilidade e a longevidade das pastagens.</p>
<h3>2º Passo – Análise de Solo</h3>
<p>A <strong>análise de solo</strong> deve ser realizada antes do plantio, sendo essencial para identificar possíveis deficiências de nutrientes no solo.</p>
<h3>3º Passo – Identificação de Outros Fatores Limitantes</h3>
<p>Como mencionado anteriormente, diversos fatores devem ser observados antes da escolha da espécie forrageira.</p>
<p>Avalie cada um deles e verifique se não haverá nenhum fator limitante, como a aceitabilidade pelos animais, a tolerância a encharcamento do solo, entre outros.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A escolha da espécie forrageira deve ser feita de maneira extremamente criteriosa, levando em consideração todas as variáveis que impactam a produção. Uma vez plantada, a área de pastagem deve se perpetuar por tempo indefinido.</p>
<p>A longevidade das áreas de pastagem está diretamente ligada à espécie forrageira plantada, mas também depende de outros fatores, como o manejo do pastejo, a fertilidade do solo e outros aspectos. Escolher uma forrageira adaptada à região onde a fazenda está localizada é o primeiro passo essencial para garantir o sucesso a longo prazo.</p>
<h2 data-start="204" data-end="298">Escolher a forrageira certa é só o começo &#8211; saiba como manejar para colher resultados reais</h2>
<p data-start="300" data-end="573">A escolha da espécie forrageira ideal depende de clima, solo, tipo de animal, sistema de produção e objetivos da fazenda. Mas, mais do que escolher bem, é preciso saber manejar essa forragem com técnica e estratégia para que ela entregue todo o seu potencial produtivo.</p>
<p data-start="575" data-end="950">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-escolha-especie-forrageira-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar a escolha da forrageira com um manejo eficiente, suplementação estratégica e gestão de pastagens voltada para produtividade por hectare. Com aulas 100% online e foco prático, o curso prepara você para tomar decisões que aumentam o desempenho e reduzem custos na pecuária.</p>
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<p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 13px;">Pereira, Antonio Vander. Catálogo de forrageiras recomendadas pela Embrapa / Antonio Vander Pereira &#8230; [et al.]. – Brasília, DF : Embrapa, 2016.</span></li>
</ul>
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		<title>Ganho Médio Diário (GMD): como melhorar o desempenho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[ganho médio diário]]></category>
		<category><![CDATA[gmd]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira, embora seja composta por um grande número de animais, apresenta índices zootécnicos baixos, principalmente devido ao fato de grande parte da criação ocorrer em regime extensivo em pastagens desenvolvidas em solos de baixa fertilidade. O ganho de peso é uma característica do gado de corte que está diretamente relacionado à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A pecuária de corte brasileira, embora seja composta por um grande número de animais, apresenta índices zootécnicos baixos, principalmente devido ao fato de grande parte da criação ocorrer em regime extensivo em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">pastagens desenvolvidas em solos de baixa fertilidade</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O ganho de peso é uma característica do gado de corte que está diretamente relacionado à produtividade do rebanho.</strong> Além disso, a conversão alimentar representa a eficiência com que o animal converte o alimento consumido em carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Ganho Médio Diário (GMD)</strong> é um indicador fundamental para avaliar o desempenho de um rebanho de gado de corte. Neste texto, vamos abordar o que é o GMD, como calcular e quais são as dicas para melhorá-lo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é GMD?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Ganho Médio Diário (GMD) é o peso vivo que o animal ganha por dia.</strong> Ele é usado para saber o peso que o animal ganhou por dia em um certo período. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, também pode ser usado para fazer uma projeção de meta de peso, onde buscamos saber quantos quilos o animal precisa ganhar por dia para alcançar a meta desejada no final daquele período.</span></p>
<h2>Como calcular o GMD?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular o GMD, é necessário saber o peso do animal no início e no final de um período de dias. O cálculo é simples:</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>GMD = (Peso Final &#8211; Peso Inicial) / Período de Dias</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> o animal, em um período de 100 dias, entrou na operação com 300kg e saiu com 400kg. Qual o GMD desse animal? </span></p>
<ul>
<li style="text-align: left;">GMD= 400kg – 300kg / 100</li>
<li style="text-align: left;">GMD= 1kg de ganho de peso por dia.</li>
</ul>
<h2>Qual o impacto do ganho médio diário (GMD)?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O GMD é um indicador importantíssimo para a eficiência da produção de carne. Ele afeta diretamente a produtividade do rebanho, a qualidade da carne e o custo de produção. Um <strong>GMD alto indica que o animal está crescendo de forma rápida e eficiente</strong>, o que é benéfico para a produtividade e a rentabilidade da fazenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de ganho de peso em bovinos confinados foi afetada pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/">nível nutricional</a></strong> em que eles foram alimentados. Estudos revelaram que o ganho médio diário de peso foi melhorado com a inclusão de maior proporção de concentrado nas rações alimentares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A melhoria do nível nutricional pode trazer um aumento no custo de produção, tornando a atividade menos rentável. Nesse contexto, o ganho de peso, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rendimento de carcaça</strong></a>, o consumo e a conversão alimentar são parâmetros importantes para avaliar o desempenho dos animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desempenho animal em uma mesma dieta pode variar devido a quatro fatores principais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Capacidade individual de ingestão de alimentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Habilidade de selecionar os alimentos mais palatáveis da dieta fornecida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Eficiência em aproveitar melhor os nutrientes do alimento ingerido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Potencial genético para ganho de peso, que pode limitar o desempenho.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de ingestão é o principal fator limitante à produção animal. Fatores como raça, idade, sexo, tamanho, peso e condição corporal também interferem no consumo.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Dicas práticas para melhorar o GMD</h2>
<h3>Alimentação balanceada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A escassez de forragem ao longo do período seco no território brasileiro e a constante demanda do alimento por parte dos animais faz com que novas formas de produção sejam estudadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementação</strong></a> é uma excelente estratégia para elevar a produtividade. Além disso, é de suma importância que uma dieta seja equilibrada e contenha todos os nutrientes necessários para o crescimento saudável do animal.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33253 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-168x300.jpg" alt="Mão segurando suplementação de gado" width="168" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-168x300.jpg 168w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-370x662.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-270x483.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4-150x268.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-4.jpg 501w" sizes="auto, (max-width: 168px) 100vw, 168px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Danilo Rodrigues, Equipe Corte do Rehagro.</span></p>
<h3>Manejo de pastagens</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das explicações para a baixa produtividade do setor pecuário no Brasil é a degradação das pastagens, causada por ajustes inadequados na <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de lotação animal</strong></a>, o que afeta o solo e compromete as plantas forrageiras. Aliás, é fundamental <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejar a pastagem</strong></a> de acordo com a altura de entrada e saída das forrageiras.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33254 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3.jpg" alt="Régua para manejo de pastagem no pasto" width="700" height="381" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3.jpg 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-3-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Régua para manejo de pastagem. Fonte: Movimento Agro. </span></p>
<h3>Acesso adequado a água</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O acesso à água é essencial para o bem-estar do animal e para o crescimento. Desse modo, é imprescindível que a <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água esteja sempre disponível e de boa qualidade</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fontes de água poluídas, especialmente em açudes, cacimbas ou bebedouros que recebem água de origens inapropriadas, <strong>representam graves ameaças à saúde animal</strong> e impactam negativamente a produção.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33255 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6.jpg" alt="Água em propriedade de bovinos de corte em más condições de consumo" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-6-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Foto ilustrando as más condições de água em propriedade de bovinos de corte a pasto. Fonte: Vinicius Costa &#8211; Equipe Corte do Rehagro</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33256 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5.jpg" alt="Bebedouro para gado com alguns animais" width="361" height="452" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5.jpg 361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-240x300.jpg 240w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-270x338.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-5-150x188.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 361px) 100vw, 361px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Bebedouro para gado grande. Fonte: STOCK CAIXAS D&#8217;ÁGUA. </span></p>
<h3>Espaçamento de cocho</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço disponível de cocho afeta diretamente a <strong>competição por alimento e o consumo</strong>, o que por sua vez influencia na produtividade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33257 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1.jpg" alt="Tabela com estratégias de suplementação na seca" width="863" height="445" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1.jpg 863w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-300x155.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-768x396.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-370x191.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-270x139.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-740x382.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-1-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 863px) 100vw, 863px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-33258 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2.jpg" alt="Tabela com estratégias de suplementação nas águas" width="907" height="449" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2.jpg 907w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-300x149.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-768x380.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-370x183.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-270x134.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-740x366.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/ganho-medio-diario-2-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 907px) 100vw, 907px" /></p>
<h3>Manejo sanitário</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo sanitário dos rebanhos é fundamental, o animal livre de doença e estresse tem uma melhor taxa de conversão alimentar. Para obter melhores rendimentos com a suplementação, é necessário controlar os parasitas. Isso ajuda a reduzir a mortalidade e aumentar o ganho de peso vivo do animal.</span></p>
<h3>Manejo do animais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O estresse prejudica o ganho de peso. Portanto, é preciso se preocupar com o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar do rebanho</strong></a>. Treinar a equipe para lidar com os animais de forma tranquila e respeitosa é fundamental para evitar estresse e garantir um manejo racional. </span></p>
<h3>Genética</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>genética do animal</strong></a> também pode influenciar no GMD. É necessário que os <strong>animais sejam selecionados com base em critérios de desempenho.</strong></span></p>
<h3>Planejamento de estação de monta</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Animais que nascem no meio ou final da seca, ostentam maiores ganhos de peso em relação aos que nascem nas águas ou início da seca. Além do mais, animais que nascem nas águas apresentam maior taxa de morbidade e mortalidade, devido a doenças mais suscetíveis nessa época.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Ganho Médio Diário (GMD) é um indicador <strong>fundamental para avaliar o desempenho</strong> de um rebanho de gado de corte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para melhorar a eficiência do GMD, é necessário seguir as dicas abordadas no tópico acima. Dessa forma, é possível melhorar o GMD e aumentar a produtividade e a rentabilidade da fazenda.</span></p>
<h2>Aumentar o GMD começa na gestão e termina no lucro por hectare</h2>
<p data-start="270" data-end="549">O desempenho do rebanho é reflexo direto das decisões de manejo, nutrição, sanidade e planejamento. Melhorar o GMD de forma consistente exige mais do que esforço: exige estratégia, conhecimento técnico e controle dos indicadores que realmente impactam a rentabilidade da fazenda.</p>
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		<title>Manejo de pastagens: como evitar os principais erros e como corrigi-los?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 11:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental. Neste artigo, vamos explorar detalhadamente os custos de um manejo inadequado das pastagens e como práticas corretas podem melhorar a produção de carne por área, maximizar lucros e minimizar o impacto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar detalhadamente os <strong>custos de um</strong> <strong>manejo inadequado das pastagens</strong> e como práticas corretas podem melhorar a produção de carne por área, maximizar lucros e minimizar o impacto ambiental.</p>
<p>Através de uma análise completa e especializada, vamos entender as diferentes variáveis envolvidas e a importância de cada uma delas para a sustentabilidade e rentabilidade do negócio agropecuário.</p>
<p>O manejo de pasto é uma ciência que envolve entender profundamente o crescimento das plantas, o comportamento dos animais e as práticas agronômicas que garantem a máxima produtividade e sustentabilidade. Qualquer desvio nessa complexa equação pode resultar em perdas significativas.</p>
<p>Nesse sentido, vamos abordar todos os aspectos envolvidos, desde a altura ideal do capim até a importância da adubação, passando pelos diferentes sistemas de pastejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O custo dos erros no manejo do pasto</h2>
<p>Quando falamos sobre o custo dos erros no manejo do pasto, estamos nos referindo a uma gama de variáveis que influenciam diretamente a produção e os custos operacionais. Essas variáveis incluem:</p>
<h3>Peso de abate dos animais</h3>
<p>A eficiência do manejo de pastagens afeta diretamente o ganho de peso dos animais, um fator essencial para determinar o tempo necessário para o abate e, consequentemente, o retorno financeiro do produtor.</p>
<p>Quando o <strong>manejo é inadequado</strong>, os animais podem não ganhar peso de maneira eficiente, resultando em períodos mais longos de engorda. Isso não apenas retarda o <a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fluxo de caixa</strong></a> do produtor, mas também aumenta os custos operacionais, como alimentação e cuidados veterinários.</p>
<p>Animais bem manejados em pastagens corretamente geridas têm acesso a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forragem</a></strong> de alta qualidade, o que se traduz em uma maior conversão de nutrientes em massa corporal.</p>
<p>Capins manejados em alturas ideais permitem que os animais obtenham uma alimentação balanceada e nutritiva, maximizando o ganho de peso diário.</p>
<p>Em contraste, pastagens mal manejadas, seja por superpastejo ou subpastejo, podem resultar em forragem de baixa qualidade, com menos nutrientes disponíveis e, portanto, menor ganho de peso.</p>
<p>Este impacto é amplificado quando se considera a escala de uma operação de grande porte, onde pequenas diferenças no ganho de peso podem resultar em grandes variações na produção total e nos <a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lucros anuais</strong></a>.</p>
<h3>Sistema de pastejo</h3>
<p>Diferentes sistemas de pastejo, como o contínuo, rotacionado ou Voisin, desempenham papéis críticos na recuperação das pastagens e na lotação de animais por hectare.</p>
<p>O sistema contínuo envolve manter os animais na mesma área de pastagem durante todo o ano, o que pode resultar em degradação do solo e das plantas se não for gerido cuidadosamente.</p>
<p>Em contraste, o pastejo rotacionado e o sistema Voisin, também conhecido como <strong>pastejo racional Voisin (PRV)</strong>, envolvem mover os animais entre diferentes áreas de pastagem, permitindo que as plantas se recuperem entre os períodos de pastejo.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pastejo rotacionado</strong></a> é eficaz para manter a pastagem em ótimas condições de crescimento, pois cada área de pastagem recebe um período de descanso, durante o qual as plantas podem regenerar suas reservas de nutrientes. Isso resulta em uma forragem de maior qualidade e uma capacidade de carga mais sustentável a longo prazo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O sistema Voisin, por sua vez, enfatiza a importância de períodos de descanso variáveis, ajustados de acordo com as condições climáticas e de crescimento das plantas. Este sistema é particularmente eficaz em otimizar a relação entre o crescimento da planta e o consumo pelos animais, maximizando a produção de biomassa e o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Cada sistema tem suas próprias vantagens e desvantagens, e <strong>a escolha do sistema mais adequado depende das condições específicas da propriedade</strong>, incluindo o tipo de solo, a disponibilidade de água, a topografia e os objetivos de produção do produtor.</p>
<p>Um manejo adequado que leva em conta esses fatores pode significar a diferença entre uma pastagem sustentável e produtiva e uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">área degradada</a></strong> e de baixo rendimento.</p>
<h2>Como realizar o manejo correto das pastagens?</h2>
<p>O manejo correto das pastagens visa maximizar a produção de carne por área com o menor impacto ambiental possível. Isso significa manter as pastagens em um estado ideal de crescimento, <strong>evitando tanto o superpastejo quanto o subpastejo.</strong></p>
<p>Vejamos alguns princípios básicos:</p>
<h3>Alturas máximas e mínimas para cada cultivar</h3>
<p>Cada tipo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">capim</a></strong> possui características específicas que determinam sua altura ideal para pastejo, e é fundamental respeitar esses parâmetros para garantir a saúde e a produtividade da pastagem.</p>
<p>A altura ideal varia conforme a cultivar, influenciando diretamente a capacidade de regeneração das plantas e a qualidade da forragem disponível para os animais.</p>
<p><strong>Por que a altura é importante?</strong></p>
<p>Manter o capim dentro das alturas máximas e mínimas recomendadas assegura que a planta possa se recuperar após o pastejo. <strong>Quando a pastagem é mantida na altura ideal, a fotossíntese é otimizada, permitindo que a planta produza energia suficiente para o crescimento e a recuperação. </strong></p>
<p>Se o capim é pastejado muito baixo, as reservas de energia na raiz são esgotadas, retardando a recuperação e reduzindo a produção de biomassa. Por outro lado, se o capim é deixado crescer demais, pode se tornar fibroso e menos nutritivo para os animais, além de aumentar a competição por luz, água e nutrientes.</p>
<h3>Adubação das pastagens</h3>
<p>A adubação das pastagens é um componente essencial para manter a produtividade e a sustentabilidade das áreas de pastagem. Repor os nutrientes retirados do solo pelo capim e consumidos pelos animais é vital para garantir que a pastagem continue a produzir forragem de alta qualidade.</p>
<p>Sem a adubação adequada, <strong>a fertilidade do solo</strong> diminui ao longo do tempo, resultando em uma produção de biomassa reduzida e, eventualmente, em uma pastagem degradada.</p>
<h4>Importância da adubação</h4>
<p>Os nutrientes essenciais, como nitrogênio, fósforo e potássio, são continuamente extraídos do solo pelas plantas e precisam ser repostos para manter a produtividade.</p>
<p>O nitrogênio, por exemplo, é importante para o crescimento vegetativo e para a produção de proteína na forragem, que é fundamental para o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Já o fósforo é importante para o desenvolvimento das raízes e para a formação de sementes, enquanto o potássio ajuda a regular o uso de água pelas plantas e a resistência a doenças.</p>
<h4>Efeitos da falta de adubação</h4>
<p>Sem a adubação adequada, o solo gradualmente perde sua fertilidade. Isso resulta em uma menor produção de biomassa, o que significa menos forragem disponível para os animais.</p>
<p>A <strong>falta de nutrientes também pode levar ao crescimento de plantas invasoras</strong>, que competem com as espécies de capim desejadas por recursos e espaço.</p>
<p>Em longo prazo, a falta de adubação pode levar à degradação do solo, tornando-o menos capaz de suportar a produção de pastagem e, consequentemente, reduzindo a capacidade de carga da propriedade.</p>
<h4>Estratégias de adubação</h4>
<p>A <strong>aplicação de fertilizantes</strong> deve ser baseada em análises de solo regulares, que fornecem informações precisas sobre os níveis de nutrientes e as necessidades específicas da pastagem.</p>
<p>A adubação balanceada, que considera as necessidades das plantas e as condições do solo, é essencial para maximizar a produção de biomassa e melhorar a qualidade da forragem. Além disso, práticas como a rotação de pastagens e o uso de leguminosas podem ajudar a melhorar a fertilidade do solo de maneira sustentável.</p>
<h4>Adubação de manutenção</h4>
<p>A adubação de manutenção é uma prática contínua que visa repor os nutrientes removidos pelas plantas e pelos animais. Essa prática é essencial para manter a produtividade a longo prazo e evitar a degradação do solo.</p>
<p>A escolha dos fertilizantes e a frequência de aplicação devem ser ajustadas de acordo com as condições específicas da propriedade e as recomendações das análises de solo.</p>
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<h2>Exemplos práticos e cálculos</h2>
<p>Para entender melhor a importância de um manejo adequado das pastagens, vamos analisar alguns exemplos práticos baseados em estudos da <strong><a href="https://www.embrapa.br/">Embrapa</a></strong>.</p>
<p>Esses exemplos demonstram como diferentes alturas de manejo do <a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener"><strong>capim-marandu</strong></a> afetam a produção de carne por hectare ao ano, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lotação de animais</strong></a> e o ganho de peso diário dos novilhos.</p>
<h3>Capim-marandu superpastejado</h3>
<p>No cenário de <strong>superpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma <strong>altura de aproximadamente 15 cm</strong>. Nesta condição, a pastagem suporta uma lotação de 3,2 unidades animais (UA) por hectare, com os novilhos ganhando em média 560 gramas por cabeça por dia.</p>
<p>Apesar da alta lotação, o ganho individual de peso é relativamente baixo devido ao estresse causado às plantas e à baixa disponibilidade de forragem de qualidade. Como resultado, a produção anual de peso vivo é de 428 kg por hectare.</p>
<p>Este exemplo destaca que, embora a lotação seja alta, o superpastejo pode comprometer a saúde das plantas e a eficiência do ganho de peso dos animais.</p>
<h3>Pastejo correto</h3>
<p>Ao adotar <strong>práticas de manejo correto</strong>, mantendo o capim-marandu próximo de <strong>30 cm</strong> durante todo o ano, a lotação diminui para 2,8 UA por hectare.</p>
<p>No entanto, o ganho diário de peso por novilho aumenta significativamente para 760 gramas por cabeça. Esta melhoria no ganho de peso individual resulta em uma produção anual de 485 kg de peso vivo por hectare.</p>
<p>Este exemplo demonstra que, embora a lotação seja um pouco menor, o pastejo correto maximiza a eficiência do ganho de peso dos animais e, consequentemente, aumenta a produção total de carne.</p>
<p>Além disso, o manejo adequado das pastagens contribui para a saúde e a longevidade das plantas, garantindo uma produção sustentável.</p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p>No caso do <strong>subpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma <strong>altura de aproximadamente 45 cm</strong>. Esta prática reduz a lotação para 2,0 UA por hectare, e o ganho de peso dos novilhos diminui para 730 gramas por cabeça por dia. A produção anual de peso vivo cai para 344 kg por hectare.</p>
<p>O subpastejo resulta em um excesso de biomassa, onde o capim se torna fibroso e menos nutritivo, afetando negativamente o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Além disso, a menor lotação contribui para uma menor eficiência de uso da pastagem, resultando em uma produção total de carne reduzida.</p>
<p>Este exemplo evidencia que tanto o superpastejo quanto o subpastejo podem ter impactos negativos significativos na produção e na eficiência do manejo das pastagens.</p>
<h2>Comparação de custos</h2>
<p>A receita líquida anual varia significativamente entre os diferentes manejos de pastagem, refletindo a importância de práticas adequadas para maximizar a rentabilidade.</p>
<p>Vamos detalhar os valores e entender os impactos financeiros de cada manejo.</p>
<ul>
<li><strong>Pastejo correto:</strong> o manejo adequado das pastagens, mantendo a altura ideal do capim, gera uma receita líquida anual de R$ 4.425,00 por hectare. Esse valor é alcançado ao maximizar o ganho de peso dos animais e a produção de carne por área, enquanto se minimizam os custos de recuperação do solo e a necessidade de intervenções corretivas. Inclui custos de produção como adubação, depreciação de instalações e máquinas, mão de obra, taxas e insumos (medicamentos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplementos minerais</a></strong>).</li>
<li><strong>Superpastejo:</strong> no superpastejo, onde a pastagem é mantida abaixo da altura ideal, a receita líquida cai para R$ 3.280,00 por hectare. O estresse nas plantas reduz a qualidade da forragem e a eficiência do ganho de peso dos animais, aumentando os custos operacionais devido à maior necessidade de insumos corretivos e manutenção.</li>
<li><strong>Subpastejo:</strong> o subpastejo, com a pastagem acima da altura ideal, resulta em uma receita líquida anual de R$ 3.014,00 por hectare. A forragem fibrosa e menos nutritiva reduz a eficiência alimentar e o ganho de peso dos animais, além de levar ao subaproveitamento da área produtiva e aumentar os custos de manutenção para corrigir o excesso de biomassa.</li>
</ul>
<h2>Impacto financeiro com erros no manejo</h2>
<p>Erros no manejo das pastagens podem resultar em prejuízos significativos, impactando diretamente a rentabilidade da produção pecuária.</p>
<h3>Pasto rapado</h3>
<p>Manter o pasto rapado, ou superpastejado, pode causar um prejuízo de mais de R$ 1.000 por hectare por ano. Em uma propriedade de 500 hectares, isso representa uma perda anual de mais de R$ 570.000.</p>
<p>O superpastejo compromete a saúde das plantas, reduzindo a produção de forragem e o ganho de peso dos animais, aumentando os custos operacionais.</p>
<h3>Pasto alto e mal Manejado</h3>
<p>Um pasto alto e mal manejado, ou subpastejado, pode resultar em perdas de até R$ 1.500 por hectare por ano. Para uma propriedade de 500 hectares, o prejuízo anual pode chegar a R$ 700.000.</p>
<p>A forragem fibrosa e menos nutritiva reduz a eficiência alimentar e a produção de carne, além de aumentar os custos de manutenção.</p>
<h2>Adubação e seus efeitos</h2>
<p>A ausência de adubação anual de manutenção reduz os custos de produção para R$ 1,50 por cabeça por ano.</p>
<p>No entanto, essa economia inicial resulta em uma queda significativa na lotação e produtividade das pastagens, impactando negativamente a rentabilidade.</p>
<ul>
<li><strong>Subpastejo:</strong> sem adubação, o subpastejo pode resultar em uma perda de R$ 2.820,00 por hectare por ano.</li>
<li><strong>Superpastejo:</strong> no superpastejo, a falta de adubação pode levar a uma perda de R$ 2.560,00 por hectare por ano.</li>
</ul>
<p>Em uma propriedade de 500 hectares, a falta de adubação adequada pode causar um prejuízo anual de quase R$ 1,3 milhão. Esses valores refletem os impactos combinados da redução na qualidade da forragem e na eficiência alimentar dos animais.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A análise detalhada do manejo de pastagens evidencia que a adoção de práticas corretas vai além de simplesmente aumentar a produção; trata-se também de evitar perdas significativas e promover a sustentabilidade.</p>
<p>O manejo adequado das pastagens, incluindo a manutenção da altura ideal do capim e a adubação necessária, <strong>são práticas essenciais para garantir a rentabilidade e a longevidade da produção agropecuária.</strong></p>
<p>Ao implementar essas práticas, os produtores podem não apenas melhorar seus resultados financeiros, mas também contribuir para a preservação ambiental e a eficiência produtiva.</p>
<p>Erros no manejo, como superpastejo ou subpastejo, podem resultar em prejuízos financeiros substanciais e comprometer a produtividade a longo prazo. A falta de adubação, por exemplo, pode reduzir drasticamente a lotação e a produtividade, levando a perdas anuais significativas.</p>
<p>Portanto, investir em conhecimento e práticas de manejo adequadas é fundamental para o sucesso e a longevidade da atividade pecuária. Entender e aplicar esses princípios pode transformar a viabilidade econômica de uma operação, garantindo que os recursos naturais sejam utilizados de forma eficiente e sustentável.</p>
<p>O manejo correto das pastagens é uma estratégia indispensável para alcançar uma produção agropecuária mais rentável e ambientalmente responsável.</p>
<h2 data-start="198" data-end="281">Corrigir erros no manejo é importante, evitar que eles aconteçam é ainda melhor</h2>
<p>Um dos maiores gargalos da pecuária de corte é a subutilização da pastagem: áreas degradadas, falta de planejamento de lotação e ausência de suplementação estratégica reduzem drasticamente o ganho de peso.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-erros-no-manejo-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> ensina como planejar o pastejo, melhorar a oferta de forragem e associar suplementação de forma inteligente para maximizar o desempenho animal e garantir maior lucro por hectare.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-erros-no-manejo-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Vacinas reprodutivas para bovinos de corte: conheça as principais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/vacinas-reprodutivas-para-bovinos-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morte de bezerros, abortos, reabsorção embrionária, nascimento de bezerros fracos e morte de vacas em reprodução são cenas comuns no dia a dia das fazendas. Muitas dessas mortes, cerca de 90%, são frequentemente atribuídas a &#8220;picadas de cobra&#8221;, sem considerar as doenças reprodutivas como possíveis causas. Estas doenças podem ser provocadas por diversos agentes infecciosos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Morte de bezerros, abortos, reabsorção embrionária, nascimento de bezerros fracos e morte de vacas em reprodução são cenas comuns no dia a dia das fazendas. </span><span style="font-weight: 400;">Muitas dessas mortes, cerca de 90%, são frequentemente atribuídas a &#8220;picadas de cobra&#8221;, sem considerar as doenças reprodutivas como possíveis causas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas doenças podem ser provocadas por diversos agentes infecciosos, resultando em perdas significativas que <strong>afetam diretamente a rentabilidade do negócio</strong> e podem comprometer a atividade de cria na fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vacinas reprodutivas são <strong>essenciais para os pecuaristas minimizar esses riscos</strong>.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são as principais vacinas reprodutivas e quando utilizá-las?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As <strong>vacinas reprodutivas são fundamentais para o controle e prevenção dessas enfermidades.</strong> Além das vacinas, é essencial adotar medidas preventivas como <a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>boa nutrição</strong></a> e manejo adequado do ambiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vacinas estimulam o sistema imunológico a desenvolver imunidade específica contra os agentes presentes em sua composição, controlando a disseminação desses agentes entre os animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais vacinas reprodutivas utilizadas na pecuária de corte são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>IBR </b>(Vírus da rinotraqueíte infecciosa bovina, Vulvovaginite pustular infecciosa dos bovinos);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>BVD </b>(Vírus da diarreia viral bovina);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Leptospirose</b>(Leptospira hardjo, L. pamonha, L. wolffi, L. canicola, L. grippotyphosa, e L. icterohaemorrhagiae);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Brucelose </b>(Suspensão liofilizada de germes vivos da Brucella Abortus).</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A aplicação das vacinas deve ser prevista no calendário sanitário da fazenda, visando manejos vacinais eficientes alinhados às demandas da propriedade. É essencial aplicar as vacinas corretamente, manter um manejo adequado, especialmente das vacinas que necessitam de refrigeração, e garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar dos animais</strong></a> para a eficiência vacinal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes do dia da vacinação, faça um checklist dos materiais necessários para o manejo ocorrer sem interrupções.</span></p>
<p><a href="https://ebook.rehagro.com.br/sanidade-do-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>IBR e BVD</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Recomenda-se a <strong>vacinação a partir dos três meses de idade</strong>, com reforço após quatro semanas e revacinação anual em dose única. Vacine os animais em reprodução um mês antes do início da <a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estação de monta</strong></a>.</span></p>
<h3>Leptospirose</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira dose deve ser aplicada entre quatro e seis meses de idade, com reforço após quatro semanas. <strong>Todos os animais do rebanho devem ser vacinados a cada seis meses ou conforme a casuística da fazenda</strong>, como casos de morte por leptospirose, presença de ratos e orientação do médico veterinário.</span></p>
<h3>Brucelose</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A vacina B19 é aplicada em dose única somente em fêmeas entre 3 e 8 meses de idade. A vacina RB51 pode ser aplicada em fêmeas com mais de 8 meses, ambas em dose única. A vacinação deve ser realizada por um <a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>médico veterinário habilitado</strong></a>, conforme a legislação.</span></p>
<h2>Importância do manejo vacinal</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor manejo vacinal é aquele que se adequa ao calendário sanitário e reprodutivo da fazenda. Em locais com uma estação de monta estabelecida e previsibilidade nos nascimentos, o calendário vacinal de vacas e bezerros fica alinhado e não interfere em outros manejos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Antes da estação de monta, sempre manuseie as fêmeas e atualize suas vacinas</strong>, incluindo vermifugação e vacinas reprodutivas como IBR/BVD e leptospirose. </span><span style="font-weight: 400;">Nos bezerros, o ideal é vacinar quando eles tiverem mais de 3 meses de vida, para evitar que a imunidade adquirida através do colostro reduza a eficiência da vacinação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo aos 120 dias tem mostrado bons resultados, permitindo a atualização das vacinas reprodutivas e vermifugação tanto em fêmeas quanto em machos.</span></p>
<h2>Como escolher a melhor vacina reprodutiva?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para escolher a melhor vacina e prevenir problemas reprodutivos no seu rebanho, considere estas dicas práticas e eficazes:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Busque apoio técnico</b><span style="font-weight: 400;">: escolha vacinas recomendadas por veterinários e especialistas de confiança;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Garanta imunidade eficiente</b><span style="font-weight: 400;">: opte por vacinas que ofereçam proteção comprovada e abrangente contra as principais doenças reprodutivas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Prefira cepas selecionadas</b><span style="font-weight: 400;">: verifique se a vacina contém cepas específicas para as necessidades da sua região e do seu rebanho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Certifique-se da biosseguridade</b><span style="font-weight: 400;">: escolha vacinas com testes rigorosos de segurança e eficácia para evitar efeitos colaterais indesejados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Proteção abrangente</b><span style="font-weight: 400;">: selecione vacinas que protejam contra o maior número possível de doenças reprodutivas, otimizando a saúde do seu rebanho.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se, uma escolha bem informada das vacinas não só melhora a saúde dos seus animais, mas também aumenta a rentabilidade da sua produção.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As perdas reprodutivas e animais raquíticos causam um grande impacto negativo na lucratividade do negócio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O custo para realizar o manejo vacinal é irrelevante em comparação à perda de matrizes ou bezerros.</strong> Além disso, é importante estar atento a doenças como a leptospirose, que além de prejudicar o rebanho, coloca em risco a saúde do vaqueiro e do consumidor.</span></p>
<h2 data-start="584" data-end="885">Transforme sua fazenda em um negócio mais lucrativo</h2>
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		<title>Veterinários e zootecnistas na pecuária de corte: quais são as suas atuações?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 17:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[veterinário]]></category>
		<category><![CDATA[zootecnista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a pecuária de corte é uma das principais atividades econômicas, com uma crescente demanda por carne bovina tanto no mercado interno quanto no externo. Para garantir a eficiência, sustentabilidade e qualidade na produção, a atuação de profissionais qualificados, como veterinários e zootecnistas, é essencial. Esses especialistas desempenham papéis fundamentais em diversas áreas, incluindo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a pecuária de corte é uma das principais atividades econômicas, com uma crescente demanda por carne bovina tanto no mercado interno quanto no externo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir a eficiência, sustentabilidade e qualidade na produção, <strong>a atuação de profissionais qualificados, como veterinários e zootecnistas, é essencial.</strong> Esses especialistas desempenham papéis fundamentais em diversas áreas, incluindo nutrição, reprodução, sanidade animal, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/">bem-estar dos animais</a></strong> e gestão operacional, cada um trazendo sua expertise para melhorar o desenvolvimento do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, exploraremos as áreas de atuação dos veterinários e zootecnistas na pecuária de corte, destacando suas contribuições para a nutrição adequada dos animais, manejo reprodutivo eficiente, manutenção da sanidade e bem-estar do rebanho, além de estratégias de gestão financeira e operacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veremos como essas duas profissões trabalham de forma integrada para garantir o sucesso e a sustentabilidade da produção de carne bovina no Brasil.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Áreas de atuação dos veterinários e zootecnistas na pecuária de corte</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a <strong>pecuária de corte ocupa uma posição de destaque na economia do país</strong>, consolidando-se como uma das atividades mais importantes. A produção e a demanda por carne bovina, tanto interna quanto externamente, têm crescido a cada dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como consequência, a necessidade da atuação de profissionais qualificados é essencial, para garantir a eficiência, a sustentabilidade e a qualidade da produção de carne bovina. Entre esses profissionais, os veterinários e os zootecnistas se destacam por suas contribuições em diversas áreas da pecuária de corte.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são as atribuições dos profissionais?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de entrar nas atribuições dos profissionais, é preciso entender as necessidades de um sistema de produção na bovinocultura de corte. Dentre essas necessidades, destacam-se:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32225 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2.png" alt="Possíveis atribuições de veterinários e zootecnistas na pecuária de corte" width="565" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2.png 565w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-300x175.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-370x216.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-270x158.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image2-150x88.png 150w" sizes="auto, (max-width: 565px) 100vw, 565px" /></p>
<h3>Nutrição Adequada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma alimentação balanceada é essencial para o desenvolvimento e ganho médio diário (GMD) dos animais. Isso envolve a formulação de dietas que atendam às necessidades nutricionais específicas em diferentes fases da vida dos bovinos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dieta pode incluir <a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>volumosos</strong></a>, concentrados, suplementos e sal mineral. Conhecer as pastagens disponíveis e as <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/"><strong>estratégias de suplementação</strong></a>, ajustadas conforme as metas de ganho de peso e as condições climáticas, é extremamente importante para o sucesso da produção.</span></p>
<h3>Reprodução</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um sistema de cria, <strong>a meta deve ser sempre obter um bezerro por vaca por ano</strong>. Para alcançar essa meta, é necessário planejar cuidadosamente a estação de monta, calcular os indicadores reprodutivos, implementar <a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>técnicas reprodutivas</strong></a> adequadas às características da propriedade e realizar o manejo reprodutivo de forma correta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, para garantir o sucesso, é fundamental contar com profissionais especializados.</span></p>
<h3>Sanidade Animal</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Garantir a saúde do rebanho é essencial para manter a produtividade e a qualidade da carne. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, é necessário contar com <strong>profissionais capacitados que atuem no manejo dos bezerros após o nascimento</strong>, elaborem calendários sanitários adaptados aos desafios específicos da propriedade e realizem o controle de endo e ectoparasitas. Isso inclui a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, assegurando o bem-estar dos animais e a eficiência produtiva.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-veterinarios-e-zootecnistas-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Bem-estar</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O profissional responsável por garantir o bem-estar dos animais adota práticas de manejo que promovem a saúde e o conforto do rebanho, reduzem o estresse e aumentam a eficiência produtiva. Isso inclui o <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejo adequado das pastagens</strong></a> e a rotação das áreas de pastoreio, assegurando que os animais tenham acesso a alimentação de qualidade e condições de vida favoráveis.</span></p>
<h3>Gestão financeira e operacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O profissional encarregado dessa função desempenha um papel fundamental ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/">planejar e gerir eficientemente a propriedade rural</a></strong>. Sua expertise é fundamental para otimizar recursos e assegurar a viabilidade financeira e econômica da produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, ele é responsável por conduzir uma gestão eficaz da equipe, auxiliando na identificação dos perfis comportamentais, estabelecendo metas claras, organizando a agenda macro e aplicando outras ferramentas de gestão para garantir o sucesso operacional da fazenda.</span></p>
<h3>Funções que desempenham</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro de cada uma das áreas mencionadas, tanto veterinários quanto zootecnistas desempenham funções similares e outras que se distinguem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos comparar a atuação desses dois profissionais a uma engrenagem, na qual, em grande parte do tempo, eles operam de forma codependente e intimamente integrada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-32226 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1.png" alt="Ilustração da atuação conjunta entre veterinários e zootecnistas " width="565" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1.png 565w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-300x175.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-370x216.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-270x158.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/06/image1-150x88.png 150w" sizes="auto, (max-width: 565px) 100vw, 565px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os <strong>profissionais em zootecnia</strong> desempenham um papel importante na produção pecuária, <strong>concentrando-se em estratégias para aprimorar sua eficiência</strong>. Isso abrange uma variedade de medidas, como o planejamento de estratégias nutricionais, manejo das pastagens, controle de pragas e plantas invasoras, bem como a correção e adubação do solo. </span></p>
<p>Enquanto isso, <strong>os veterinários são fundamentais para manter a saúde do rebanho</strong>. Eles lidam com a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, administração de vacinas, controle de parasitas e prestação de cuidados médicos quando necessário. Além disso, desempenham um papel essencial na garantia da qualidade e segurança dos produtos de origem animal destinados ao consumo humano.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante destacar que embora essas descrições de atividades enfatizem as responsabilidades específicas de cada profissão, isso não significa que os veterinários não estejam envolvidos no planejamento de estratégias nutricionais ou que os zootecnistas não colaborem com a sanidade do rebanho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é importante reconhecer que certas ações são mais particularmente associadas ao campo veterinário, como o diagnóstico e tratamento de doenças. Desse modo, a parceria entre as atuações é fundamental para garantir o sucesso produtivo do rebanho </span></p>
<h2>Dicas para você que é médico veterinário, zootecnista e agrônomo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para estudantes, recém-formados ou até mesmo profissionais experientes no mercado, é de extrema importância manter-se sempre atualizado, buscando aprendizado contínuo. Como: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Participação em cursos e treinamentos:</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Realização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-veterinarios-e-zootecnistas-lp-curso&amp;utm_medium=organic">pós-graduação</a></strong>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Leitura de publicações científicas e técnicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Participação em redes de profissionais e associações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Implementação de inovações tecnológicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desenvolvimento de habilidades de gestão.</span></li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A contribuição de veterinários e zootecnistas é vital para assegurar a eficiência, sustentabilidade e qualidade na produção de carne bovina no Brasil. Esses profissionais são indispensáveis em várias áreas, e são importantes para o avanço e a competitividade do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para manter a excelência no desempenho de suas funções, <strong>é fundamental que esses profissionais estejam sempre atualizados com as últimas pesquisas, tecnologias e práticas do mercado</strong>. A busca contínua por conhecimento, por meio de cursos de atualização e pós-graduação, é indispensável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investir em educação continuada permite que aprimorem suas habilidades, implementem inovações na produção e se adaptem às novas exigências do mercado, assegurando o sucesso e a competitividade da pecuária de corte brasileira.</span></p>
<h2 data-start="190" data-end="279">Seja o profissional que o mercado da pecuária exige: técnico, estratégico e preparado</h2>
<p data-start="281" data-end="526">Veterinários e zootecnistas têm papel fundamental na evolução da pecuária de corte. Mas, para se destacar, é preciso ir além da formação básica e dominar os aspectos que realmente impactam no campo — da reprodução à nutrição, do manejo à gestão.</p>
<p data-start="528" data-end="808">A <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-veterinarios-e-zootecnistas-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro oferece uma formação 100% online, prática e atualizada, ministrada por consultores que estão na linha de frente das principais fazendas do país.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16154 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/">Veterinários e zootecnistas na pecuária de corte: quais são as suas atuações?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Taxa de prenhez na pecuária de corte: como melhorar esse índice?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de prenhez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva das matrizes é essencial para o sucesso de um sistema de cria. Entre os indicadores fundamentais para essa eficiência, a taxa de prenhez destaca-se como uma medida fundamental para avaliar a produtividade e a rentabilidade do rebanho. Neste texto, vamos explorar estratégias e técnicas que podem melhorar esse índice, impulsionando o desempenho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A eficiência reprodutiva das matrizes é essencial para o sucesso de um sistema de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/">cria</a></strong>. Entre os indicadores fundamentais para essa eficiência, a taxa de prenhez destaca-se como uma medida fundamental para avaliar a produtividade e a rentabilidade do rebanho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, vamos explorar estratégias e técnicas que podem melhorar esse índice, impulsionando o desempenho reprodutivo das vacas e, assim, aumentando os resultados positivos na produção de bezerros.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Taxa de prenhez: um indicador fundamental que merece atenção</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A eficiência reprodutiva dos animais é um dos pilares fundamentais para o sucesso de qualquer atividade pecuária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do <strong>sistema de cria</strong>, a taxa de prenhez desempenha um papel chave na produtividade e rentabilidade do rebanho. Sendo um indicador que reflete a eficiência do processo reprodutivo, representando a <strong>porcentagem de vacas prenhes em relação ao total de fêmeas aptas à reprodução.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma alta taxa de prenhez indica uma boa saúde reprodutiva e um manejo adequado do rebanho.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a taxa de prenhez?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular a taxa de prenhez é preciso dividir o número de vacas prenhes pelo total de vacas expostas à reprodução e multiplicar o resultado por 100. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este cálculo fornece uma medida objetiva do desempenho das vacas e permite monitorar a eficiência das práticas de manejo utilizadas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><b>(Total de vacas prenhes / Total de fêmeas em idade reprodutiva) x 100</b></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma <strong>alta taxa de prenhez tem impactos significativos no desempenho do rebanho</strong>, as vacas prenhes geram bezerros, que contribuem para a reposição do rebanho, bem como no incremento genético, uma vez que que o ideal é sempre buscarmos melhores reprodutores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, uma maior taxa de prenhez resulta em um ciclo reprodutivo mais eficiente, reduzindo os custos e aumentando a rentabilidade do negócio.</span></p>
<h2>Como aumentar a taxa de prenhez?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aumentar a taxa de prenhez, é necessário adotar técnicas de manejo reprodutivo eficientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Garantir uma nutrição adequada para as vacas, monitorar o ciclo reprodutivo, realizar exames de saúde regularmente, implementar práticas de vacinações reprodutivas na busca da prevenção de doenças, bem como proporcionar um ambiente adequado para a reprodução são medidas fundamentais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é crucial <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico/" target="_blank" rel="noopener"><strong>investir em genética de qualidade e em programas de seleção</strong></a> que visem melhorar a eficiência reprodutiva do rebanho.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31960 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte.jpg" alt="Rebanho no pasto" width="900" height="649" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-300x216.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-768x554.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-370x267.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-270x195.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-740x534.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/capa-taxa-prenhez-corte-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><span style="font-size: 12px;">Fonte: Matheus Gregório </span></span></p>
<h3>Por quê aumentar a taxa de prenhez?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar a taxa de prenhez é uma forma de garantir a produtividade e a rentabilidade das operações. Primeiro, uma alta taxa de prenhez aumenta diretamente a produção de bezerros, facilitando a reposição do rebanho e aprimorando o valor genético. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao melhorar esse indicador, o ciclo reprodutivo torna-se mais eficiente, reduzindo os intervalos entre os partos e gerando um fluxo contínuo de produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este indicador também é uma <strong>referência da saúde geral do rebanho</strong>, mostrando que práticas de manejo adequadas estão sendo aplicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma taxa de prenhez elevada também permite que os produtores selecionam e mantenham animais geneticamente superiores, <strong>melhorando a qualidade do rebanho ao longo do tempo e tornando a operação mais competitiva no mercado</strong>. Assim, ao investir em melhores práticas de manejo, nutrição e seleção genética, os produtores garantem não apenas um rebanho mais produtivo, mas também um sistema mais lucrativo.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-taxa-prenhez&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os desafios e benefícios ao melhorar esse indicador?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar a taxa de prenhez é um desafio constante para os produtores rurais, porém, é essencial garantir a viabilidade econômica do sistema de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao adotar boas práticas de manejo, nutrição e genética, é possível melhorar o desempenho  reprodutivo do rebanho e colher os benefícios de uma maior eficiência reprodutiva. A atenção dedicada à taxa de prenhez não apenas impacta positivamente nos índices zootécnicos, mas também contribui para o sucesso e crescimento da atividade pecuária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada propriedade é singular, portanto, analisar o investimento, local, mercado, oportunidade e alternativas serão imprescindíveis para acertar na melhor estratégia adotada. </span></p>
<p><b>Dicas para melhorar a taxa de prenhez</b></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nutrição adequada</strong></a>: fundamental para melhorar a taxa de prenhez;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fornecer <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pastagem de alta qualidade</strong></a>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ajustar a dieta conforme as fases do ciclo reprodutivo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Manter as vacas em boas condições para conceber e sustentar uma gestação;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Manejo reprodutivo eficiente: crucial para aumentar a taxa de prenhez;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Treinar a equipe ou contratar técnicos experientes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Maximizar as chances de sucesso na concepção;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Cuidados rigorosos com a saúde do rebanho;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Manter um calendário sanitário baseado na realidade da fazenda.</span></li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa de prenhez é essencial para a eficiência reprodutiva e a rentabilidade na criação de gado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Melhorar esse índice envolve adotar estratégias como uma nutrição balanceada, monitoramento contínuo do ciclo reprodutivo, cuidados com a saúde das matrizes, práticas preventivas de vacinação e garantir um ambiente adequado. Além disso, <strong>investir em genética de qualidade e programas de seleção pode potencializar os resultados reprodutivos. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Benefícios de uma melhor taxa de prenhez incluem a produção de bezerros de maior valor, incremento genético do rebanho e redução dos custos operacionais, especialmente com o uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IATF</strong></a>. No entanto, cada propriedade tem características únicas que devem ser consideradas ao definir as estratégias mais eficazes.</span></p>
<h2 data-start="214" data-end="286">Mais prenhez no rebanho começa com mais técnica no manejo reprodutivo</h2>
<p data-start="288" data-end="538">A taxa de prenhez é um dos indicadores mais importantes para garantir eficiência e rentabilidade na pecuária de corte. Melhorar esse índice passa por decisões certeiras em nutrição, sanidade, estação de monta, escolha de matrizes e gestão do rebanho.</p>
<p data-start="540" data-end="920">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-taxa-prenhez&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você desenvolve a visão técnica necessária para identificar gargalos reprodutivos, aplicar estratégias práticas e aumentar a produtividade do seu sistema. Com aulas online, foco em aplicação no campo e professores que vivem a pecuária todos os dias, o curso é ideal para quem quer resultados consistentes e duradouros.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-taxa-prenhez&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-31959" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio.jpg" alt="" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/matheus-gregorio-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Saúde dos cascos de bovinos confinados: como evitar problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 15:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização. No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e um dos principais problemas enfrentados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização.</p>
<p>No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e <strong>um dos principais problemas enfrentados é relacionado à saúde dos cascos</strong> dos animais confinados.</p>
<p>A negligência nessa área pode acarretar uma <strong>série de complicações</strong> que não só afetam o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar</a></strong>, mas também comprometem o desempenho produtivo e, consequentemente, a lucratividade do sistema de produção.</p>
<p>Neste contexto, é fundamental compreender os fatores que influenciam a saúde dos cascos e implementar medidas preventivas e corretivas para garantir o bem-estar e a produtividade do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fatores que influenciam a saúde dos cascos em confinamentos</h2>
<p>O aumento da produção de bovinos em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">sistema de confinamento</a></strong> tem sido expressivo no Brasil, devido a eficiência em alto desempenho e a redução da idade ao abate.</p>
<p>Uma consequência da intensificação da produção desses animais é o aumento dos problemas relacionados aos cascos quando não devidamente monitorados.</p>
<p>Esse problema, pode causar desconforto no animal, e acarretar outros fatores no sistema de produção, como perda de peso, redução na produção, redução no consumo de alimentos, ingestão de água, além do aumento dos significativo dos riscos de doenças metabólicas.</p>
<p>São diversos os fatores que afetam diretamente a saúde dos cascos no confinamento de gado de corte, especialmente em épocas chuvosas e de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">alta lotação</a></strong>.</p>
<p>Entre esses fatores, destacam-se a higienização inadequada das instalações, a utilização de pisos desconfortáveis para os animais e a presença de barro, água estagnada, pedras soltas ou até mesmo buracos nas áreas de confinamento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as principais doenças de cascos?</h2>
<h3>Laminite</h3>
<p>É uma doença inflamatória que pode ser classificada como aguda, subclínica ou crônica. Suas principais causas incluem a ingestão excessiva de grãos, pastagens ricas em carboidratos, mudanças bruscas na dieta e obesidade (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal</a></strong> acima de 4).</p>
<ul>
<li><strong>Laminite aguda</strong>: caracteriza-se por dor intensa, calor nos cascos, aumento da pulsação digital e dificuldade para se movimentar.</li>
<li><strong>Laminite subclínica</strong>: apresenta sinais menos evidentes, como leve desconforto ao caminhar e mudanças sutis na postura. Pode passar despercebida até se agravar.</li>
<li><strong>Laminite crônica</strong>: resulta em deformidades permanentes dos cascos, como a rotação ou afundamento do osso da falange distal, além de claudicação constante e dificuldade de locomoção.</li>
</ul>
<p>A laminite resulta em claudicação e pode levar à <strong>deformidade permanente dos cascos</strong> se não tratada adequadamente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31606 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg" alt="Casco de bovino com laminite" width="434" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg 434w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-370x213.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-270x156.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Boi Saúde</span></p>
<h3>Doença da linha branca</h3>
<p>Caracteriza-se pela separação da parede da borda da sola e da parede da borda da sola dos animais. O cório é infectado por meio dessa fissura, levando à formação de abscessos na subsola. Em casos mais graves, as articulações também podem ser afetadas.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, umidade excessiva, lesões ou traumas nos cascos e problemas nutricionais.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio inicial, há uma leve claudicação e desconforto. À medida que a doença progride, ocorre a formação de abscessos visíveis, aumento da dor e claudicação severa. Em casos avançados, pode haver infecção nas articulações, levando a problemas de mobilidade ainda mais graves.</li>
</ul>
<p>A doença da linha branca <strong>pode resultar em infecções dolorosas e comprometimento significativo da locomoção</strong> se não tratada de maneira adequada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31607 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg" alt="Casco de bovino com doença da linha branca" width="1000" height="525" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-300x158.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-768x403.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-270x142.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-570x300.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-740x389.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-150x79.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Revista Agropecuária</span></p>
<h3>Podridão de casco</h3>
<p>É uma infecção necrótica que afeta a pele interdigital, podendo ser subaguda ou aguda. Essa doença requer cuidados especiais, pois serve como porta de entrada para outras enfermidades e infecções.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, ambientes úmidos, traumas nos cascos e a presença de bactérias específicas como <em>Fusobacterium necrophorum</em> e <em>Dichelobacter nodosus</em>.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio subagudo, observa-se inflamação leve, odor desagradável e pequenas lesões. No estágio agudo, os sinais incluem dor intensa, claudicação severa, necrose extensa da pele interdigital e secreção purulenta.</li>
</ul>
<p>A podridão de casco <strong>pode levar a complicações graves e comprometimento da saúde geral do animal</strong> se não tratada de forma adequada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31608 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg" alt="Casco de bovino com a doença de podridão do casco" width="538" height="384" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg 538w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Arquivo Rehagro</span></p>
<h3>Dermatite digital</h3>
<p>É uma condição comum em rebanhos bovinos. É causada pela contaminação por bactérias do gênero Treponema, presentes no intestino dos animais e eliminadas com as fezes.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: a bactéria Treponema apenas se instala se houver uma porta de entrada, como feridas de origem mecânica no animal.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: os sintomas incluem inflamação e ulceração na região afetada, dor intensa, claudicação e possível redução no ganho de peso devido ao desconforto.</li>
</ul>
<p>Dermatite digital requer atenção e tratamento adequados para prevenir complicações e garantir o bem-estar do animal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31609 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg" alt="Casco bovino com dermatite digital" width="820" height="462" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg 820w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-768x433.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-740x417.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: MilkPoint</span></p>
<h2>Prevenção dos problemas de casco</h2>
<p>Na realidade de um confinamento de gado de corte, algumas medidas específicas devem ser adotadas para prevenir problemas de cascos, especialmente durante a época de chuvas.</p>
<p>Entre essas medidas, destacam-se a <strong>limpeza regular das baias de confinamento</strong> para evitar o acúmulo de lama e umidade, a <strong>redução da lotação de animais</strong> durante períodos chuvosos para minimizar o estresse e a contaminação do ambiente, e o <strong>uso de pedilúvio com solução desinfetante</strong> para ajudar a prevenir infecções nos cascos.</p>
<p>Além disso, é essencial realizar rondas sanitárias frequentes para observar os animais de perto, identificar precocemente quaisquer sinais de problemas nos cascos ou outras doenças, e agir rapidamente em caso de necessidade.</p>
<p>Outras medidas preventivas importantes incluem  fornecer uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">dieta balanceada</a></strong> que promova a saúde geral do rebanho. Investir em boas práticas de manejo, como o manejo correto da alimentação e o controle adequado da umidade e da higiene das instalações, também é fundamental para prevenir problemas de cascos e garantir a produtividade dos animais no confinamento.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A saúde dos cascos dos animais confinados é uma questão de <strong>extrema importância que demanda atenção e cuidados específicos</strong>, especialmente em ambientes onde a intensificação da produção e as condições climáticas desafiadoras podem agravar os problemas relacionados aos cascos.</p>
<p>Medidas preventivas, como a limpeza regular das baias, a redução da lotação durante épocas chuvosas, o uso de pedilúvio, além da observação constante dos animais durante rondas sanitárias, são essenciais para evitar complicações e garantir o bem-estar do rebanho. Além disso, a oferta de uma dieta balanceada são práticas fundamentais para promover a saúde e a produtividade dos animais.</p>
<p>Ao adotar essas medidas, os produtores podem não apenas prevenir problemas de cascos, mas também contribuir para a sustentabilidade e rentabilidade a longo prazo do sistema de produção de gado de corte em confinamento.</p>
<h2>Chegou a hora de profissionalizar sua pecuária de corte</h2>
<p>A competitividade no setor é cada vez maior, e só os pecuaristas que investem em gestão conseguem se manter lucrativos a longo prazo.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-saude-cascos-confinamento-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong>, você terá acesso a conteúdos práticos, aplicáveis à realidade da fazenda, que vão elevar sua produção e seus resultados financeiros. Com aulas 100% online, conteúdo prático e professores com experiência real no campo, o curso prepara você para tomar decisões mais assertivas e rentáveis.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-saude-cascos-confinamento-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-31712" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini.jpg" alt="Luany Martini" width="300" height="117" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini-270x105.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini-150x59.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Sistema de recria na pecuária de corte: quais as suas características?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sistema de recria na pecuária desempenha um papel importante no ciclo de produção, servindo como uma fase intermediária entre a cria e a engorda. Durante esse estágio, os animais são criados para ganhar peso e carcaça, desenvolver musculatura e ossatura, preparando-os para a fase final antes do abate. Este texto explora os diferentes aspectos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de recria na pecuária desempenha um papel importante no ciclo de produção, servindo como uma fase intermediária entre a cria e a engorda. Durante esse estágio, os animais são criados para ganhar peso e carcaça, desenvolver musculatura e ossatura, preparando-os para a fase final antes do abate.</p>
<p>Este texto explora os diferentes aspectos da recria, desde sua definição até os cuidados necessários para sua implementação, abordando também os diferentes tipos de sistemas de recria e os benefícios associados a trabalhar com esse sistema.</p>
<p>A fase de recria representa, entre as três fases do sistemas, a fase com maior oportunidade de evolução, reduzir o tempo de recria e melhorar sua eficiência é um passo importante para se avançar na pecuária.</p>
<p>Propriedades <strong>mais intensivas vêm trabalhando com recrias em ciclos mais curtos</strong>, de 1 ano, por exemplo, aumentando o giro do negócio e possibilitando alternativas que geram melhorias da rentabilidade e na lucratividade do negócio. Por esse motivo, entender a fase de recria e seus sistemas é de grande importância.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é um sistema de recria?</h2>
<p>Um sistema de recria é caracterizado por ser a fase intermediária entre a cria (do nascimento ao desmame) e a engorda (terminação). Nesse estágio, os animais são criados para ganhar peso e desenvolver musculatura antes de serem enviados para a engorda e, eventualmente, abate.</p>
<p>Alguns aspectos que caracterizam esse sistema de criação, são que geralmente os animais, <strong>têm entre 6 meses até 2 anos de idade, e pesam entre 6/7@ até 13/14@</strong>. Durante a fase de recria, é importante monitorar o desempenho dos animais, incluindo ganho de peso, <a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>condição corporal</strong></a> e a saúde geral dos animais. Isso permite ajustes nas práticas de manejo, alimentação e saúde conforme necessário para maximizar a eficiência e a produtividade do sistema.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-escore-condicao-corporal-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-ecc&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39646 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos.png" alt="Guia ECC em bovinos de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-ecc-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Cuidados para implementação da recria</h3>
<p>Para implementar um sistema de recria em uma fazenda, é necessário considerar alguns aspectos e recursos importantes, como a área de pastagem e as instalações adequadas.</p>
<p>É fundamental ter áreas de pastagem suficientes e de boa qualidade para permitir o pastejo dos animais durante toda a fase. Caso as instalações de pastagem não sejam suficientes, também é possível implementar <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sistemas de confinamento</strong></a> ou sistemas conhecidos como <a href="https://rehagro.com.br/blog/sequestro-de-bezerros-como-aumentar-margem-de-lucro/"><strong>“sequestro” ou “resgate”</strong></a>, dependendo das condições da fazenda e dos recursos disponíveis.</p>
<p>Outro cuidado importante com essa fase é a infraestrutura, as instalações adequadas para manejo dos animais, incluindo currais, cercas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bebedouros</strong></a>, são essenciais para garantir o manejo eficiente. A infraestrutura deve permitir o fácil acesso dos animais à água e comida, bem como facilitar procedimentos como vacinação, vermifugação e pesagem.</p>
<p>A <strong>mão de obra necessária para um sistema de recria geralmente não requer o mesmo nível de qualificação que a cria e a engorda.</strong> Visto que as atividades envolvidas na recria tendem a ser mais rotineiras e menos complexas em comparação com outras fases da produção, como a criação de bezerros recém-nascidos ou a engorda intensiva.</p>
<p>No entanto, mesmo que a recria exija uma menor quantidade de colaboradores por unidade animal, ainda é importante contar com uma equipe de mão de obra dedicada, qualificada, responsável e bem treinada para garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar dos animais</strong></a>, a eficiência operacional e o sucesso geral do sistema de produção.</p>
<p>A supervisão adequada e o treinamento contínuo podem ajudar a garantir que a equipe esteja equipada para lidar com desafios que possam surgir durante a essa fase.</p>
<h2>O que é uma recria extensiva ?</h2>
<p>Na recria extensiva, os animais são criados em pastagens, sem o uso intensivo de suplementos alimentares ou confinamento. Este sistema requer menos intervenção humana em comparação com sistemas intensivos.</p>
<p>Os animais são deixados para pastar livremente e se alimentar da vegetação disponível na área. Em algumas situações, o manejo de <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pastejo rotativo</strong></a> pode ser implementado, movendo os animais entre diferentes áreas de pastagem para permitir a recuperação das plantas e maximizar o uso dos recursos disponíveis já visando um processo de intensificação da recria.</p>
<p>A <strong>recria extensiva geralmente aproveita os recursos naturais disponíveis</strong>, como água de rios, lagos ou poços. Apresenta um ciclo de produção mais longo, devido ao menor ganho de peso diário associado à alimentação baseada principalmente em pastagens, o ciclo de produção na recria extensiva é mais longo em comparação com sistemas intensivos.</p>
<p>Ciclos de produção mais longos, tendem há uma produção de arroba mais cara, por mais que não haja desprendimento de grandes recursos financeiros com aquisição principalmente de suplementação para os animais, o longo período que os animais ficam na propriedade acarreta em aumento do custo operacional para cada cabeça presente na fazenda. O acúmulo dos custos indiretos depositados “na conta” de cada animal, eleva o custo de produção por unidade produzida, arroba.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-sistema-de-recria-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é uma recria intensiva ?</h2>
<p>Uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/"><strong>recria intensiva</strong></a> na pecuária de corte é um sistema em que os animais são criados em ambientes semi-confinados, confinados, em pastagens que recebem uma gestão mais intensiva ou em pastagens adubadas, com o objetivo de maximizar o ganho de peso e o desenvolvimento muscular e ósseo durante a fase.</p>
<p>Os animais na recria intensiva recebem uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> nutricional concentrada, que pode incluir grãos, farelos, silagem, feno de alta qualidade e outros alimentos ricos em energia e nutrientes. Essa alimentação é formulada para promover um rápido ganho de peso e desenvolvimento muscular.</p>
<p>A dieta dos animais na recria intensiva é formulada para atender às suas necessidades nutricionais do estágio de desenvolvimento que o animal se encontra, e deve ser fornecida em quantidade e qualidade alinhadas ao desempenho esperado para cada lote de animais. Como há uma necessidade de aumento principalmente de massa muscular nessa fase da vida dos animais, a atenção com os níveis de proteína da dieta é fundamental.</p>
<p>Ocorre um monitoramento mais de perto quanto ao ganho de peso e condição corporal. Há um rápido ganho de peso e desenvolvimento muscular, devido à dieta concentrada e ao manejo intensivo, os animais na recria intensiva tendem a apresentar um rápido ganho de peso e desenvolvimento muscular, preparando-os para a fase de engorda e abate em um período mais curto de tempo.</p>
<p>O processo de intensificação da recria deve ocorrer entretanto, não somente avaliando o desempenho por indivíduo, mas também recursos e manejos devem ser realizados para que haja um aumento da produção por área, para isso, é importante que a propriedade aumente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de lotação</strong></a> da fazenda, trabalhar com mais animais em uma mesma área, garantindo os ganhos individuais, resulta em um aumento da produção de arroba por hectare, permitindo melhores resultados para o negócio.</p>
<p>A recria apresenta relativa facilidade no processo de aumento da taxa de lotação, principalmente pela possibilidade de trabalhar com os animais no período de estiagem em sistemas confinados, reduzindo a carga animais do pasto no momento estratégico do ano, permite a maximização da utilização das pastagens no período chuvoso.<br />
Animais em recria respondem de forma positiva a estímulos nutricionais, desempenham bem quando bem manejados e recebendo a dieta adequada.</p>
<h2>Quais os benefícios de trabalhar com o sistema de recria?</h2>
<p>A recria pode contribuir para a <strong>redução dos gastos</strong>, especialmente quando comparada à fase de engorda. Isso ocorre devido ao uso de pastagens naturais ou áreas extensivas, que demandam menos investimentos para a dieta e a infraestrutura especializada.</p>
<p>A implementação de um sistema de recria na pecuária de corte pode trazer benefícios significativos em termos de redução de custos de produção, otimização do <a href="https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ciclo pecuário</strong></a>, eficiência operacional e vantagem competitiva no mercado.</p>
<p>Ao integrar a recria de forma eficaz ao sistema de produção, os produtores podem melhorar a rentabilidade de suas operações.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O sistema de recria na pecuária de corte oferece uma série de benefícios importantes, incluindo a redução dos custos de produção, a otimização do ciclo pecuário e a eficiência operacional.</p>
<p>Ao implementar e integrar a recria de forma eficaz ao sistema de produção, os produtores podem melhorar a rentabilidade de suas operações, garantindo ao mesmo tempo uma produção eficiente e de alta qualidade.</p>
<p>Assim, o sistema de recria se destaca como uma etapa fundamental no processo de produção pecuária, apresentando ainda grande capacidade de melhoria.</p>
<h2 data-start="166" data-end="232">A fase de recria define o futuro do seu resultado na terminação</h2>
<p data-start="234" data-end="521">Para que o sistema de recria seja eficiente e lucrativo, é essencial integrar manejo, nutrição e, principalmente, uma gestão precisa dos indicadores produtivos. Sem controle de desempenho, planejamento alimentar e acompanhamento financeiro, até os melhores sistemas perdem rentabilidade.</p>
<p data-start="523" data-end="694">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-sistema-de-recria-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a transformar decisões técnicas em resultados econômicos, com uma visão clara de toda a cadeia produtiva.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-sistema-de-recria-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-29870" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg" alt="" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Transporte de gado: boas práticas e cuidados importantes sobre o processo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-gado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 18:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transporte de gado desempenha um papel importante na cadeia de produção de alimentos de origem animal. Garantir o bem-estar dos animais durante essa etapa é uma preocupação fundamental, e para isso, o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) estabelece diretrizes precisas. No transporte de bovinos, as exigências do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O transporte de gado desempenha um papel importante na cadeia de produção de alimentos de origem animal. Garantir o bem-estar dos animais durante essa etapa é uma preocupação fundamental, e para isso, o <strong>Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA)</strong> estabelece diretrizes precisas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No transporte de bovinos, as exigências do RIISPOA abrangem desde a adequação dos veículos até o manejo dos animais e documentação necessária. Tais diretrizes não apenas cumprem requisitos legais, mas também promovem o bem-estar animal e a garantia da qualidade dos produtos de origem animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essencial compreender as considerações importantes sobre o transporte dos animais para assegurar a integridade de toda a cadeia produtiva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste contexto, fazendas, transportadores e abatedouros desempenham papéis fundamentais, cada um com responsabilidades específicas para garantir um transporte seguro.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Qual o papel da fazenda no transporte do gado?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A fazenda deve selecionar os animais saudáveis e adequadamente identificados, garantindo a uniformidade dos lotes para uma logística mais eficiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É imprescindível que os animais estejam em boas condições de saúde e acompanhados da documentação exigida pelo RIISPOA, incluindo a <strong>Guia de Trânsito Animal (GTA)</strong>. Além disso, <strong>a fazenda precisa proporcionar um manejo pré-transporte cuidadoso, garantindo que os animais estejam calmos e habituados ao ambiente de transporte</strong>, o que contribuirá significativamente para minimizar o estresse durante o trajeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A uniformidade dos lotes não apenas facilita o processo logístico, mas também promove um transporte mais seguro e confortável para os animais, refletindo diretamente na qualidade dos produtos de origem animal e no cumprimento das normativas sanitárias vigentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Guia de Trânsito Animal (GTA) é um documento exigido pelas autoridades sanitárias responsáveis pela vigilância e controle sanitário dos animais. Ela é utilizada para registrar e acompanhar o deslocamento de animais de uma determinada propriedade ou estabelecimento rural para outro, seja dentro do mesmo estado ou em território nacional.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28375 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1.jpg" alt="Ilustração de uma guia de trânsito animal (GTA)" width="383" height="497" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1.jpg 383w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-231x300.jpg 231w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-370x480.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-270x350.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-1-150x195.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 383px) 100vw, 383px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fonte: MAPA</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A GTA é emitida pelo serviço veterinário oficial ou pela autoridade sanitária competente de cada estado ou região. <strong>Sua finalidade principal é garantir o controle sanitário dos animais, prevenindo a disseminação de doenças contagiosas entre as diferentes propriedades rurais e regiões.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que a falta da GTA ou o descumprimento das normas relacionadas ao transporte de animais, incluindo a não observância das informações contidas na guia, podem <strong>acarretar em penalidades legais e prejuízos tanto para os produtores quanto para a saúde pública.</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3.jpg" alt="Bovinos entrando no caminhão de transporte" width="1021" height="580" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3.jpg 1021w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-300x170.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-768x436.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-370x210.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-270x153.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-740x420.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-3-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Agriconline</span></p>
<h3>Importância do correto manejo pré-transporte do gado</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da Guia de Trânsito Animal (GTA), o manejo pré-embarque dos animais, conforme determinado pela lei, é importante para um transporte seguro e humanitário de animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a legislação que aborda o tempo de jejum para bovinos pré-transporte está contida nas normativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O objetivo dessas regulamentações é garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar animal</strong></a> durante o transporte, minimizando o estresse e reduzindo os riscos à saúde dos mesmos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As diretrizes do MAPA estipulam que <strong>os bovinos devem estar em jejum por um período mínimo de 12 horas antes do transporte.</strong> Esse tempo de jejum é essencial para esvaziar parcialmente o trato gastrointestinal dos animais, reduzindo assim os riscos associados à regurgitação e à aspiração durante o transporte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante destacar que o cumprimento dessas normativas é fundamental para garantir o cumprimento das exigências legais e promover o bem-estar animal. Além disso, os transportadores e proprietários de gado devem sempre se familiarizar com as regulamentações específicas de seu país ou região, pois estas podem variar de acordo com as leis locais e as normativas de bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essencial proporcionar um ambiente adequado, com sombra, espaço suficiente e piso seguro, enquanto permitir um período de aclimatação em caso de mudança de clima. Além de garantir o <a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener"><strong>acesso à água</strong></a> para evitar desidratação, além de um manejo calmo para reduzir o estresse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação eficaz entre a fazenda, o transportador e o abatedouro é fundamental para coordenar o transporte de forma eficiente e garantir que todas as partes envolvidas estejam cientes das necessidades e requisitos específicos dos animais, bem como dos procedimentos a serem seguidos durante o processo de transporte e recepção no destino final. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas medidas colaborativas e preventivas são essenciais para garantir o bem-estar dos animais e o cumprimento das regulamentações sanitárias e de segurança estabelecidas.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância do transportador no transporte dos bovinos?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte de gado demanda responsabilidades por parte do transportador para garantir o bem-estar dos animais ao longo do trajeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é encarregado de assegurar que os veículos de transporte atendam aos requisitos sanitários e de conforto estipulados no RIISPOA, proporcionando ventilação adequada, espaço suficiente e proteção contra condições climáticas adversas. Além disso, é imprescindível um <strong>manejo cuidadoso dos animais durante todo o processo, minimizando estresse e prevenindo lesões. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em situações em que o tempo de viagem ultrapasse um limite aceitável, o transportador deve providenciar períodos de descanso, permitindo que os animais se recuperem e se alimentem adequadamente antes de prosseguir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, o monitoramento constante da condição dos bovinos ao longo do trajeto é essencial, permitindo a identificação precoce de quaisquer problemas de saúde ou bem-estar e a tomada de medidas imediatas para garantir o cuidado adequado. Assim, desempenha um papel importante no cumprimento das regulamentações e na promoção do bem-estar dos animais durante todo o processo de transporte.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28377 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2.jpg" alt="Caminhão utilizado no transporte do gado" width="1040" height="780" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2.jpg 1040w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1040px) 100vw, 1040px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: UBOI</span></p>
<h2>Quais são as responsabilidades do abatedouro?</h2>
<p>No processo de abate de bovinos, os abatedouros desempenham um papel fundamental, não apenas na produção de alimentos de origem animal, mas também na garantia do bem-estar dos animais e no cumprimento das normas sanitárias e de higiene.</p>
<p>As responsabilidades do abatedouro englobam diversos aspectos indispensáveis para o funcionamento seguro e ético da indústria de alimentos.</p>
<p>Primeiramente, o abatedouro é encarregado de receber os bovinos de forma segura e respeitosa, assegurando que os animais sejam tratados com dignidade desde o momento da chegada até o processo de abate propriamente dito. O manejo prévio ao abate é essencial, exigindo que os bovinos sejam conduzidos de maneira calma para minimizar o estresse e prevenir lesões desnecessárias.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>o abatedouro é responsável por realizar inspeções sanitárias rigorosas dos bovinos antes do abate</strong>, garantindo que estejam em condições adequadas de saúde e aptos para o processo. Quaisquer animais doentes ou debilitados devem ser identificados e tratados de acordo com as normas sanitárias estabelecidas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28378 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4.jpg" alt="Funcionário analisando o gado no abatedouro" width="623" height="471" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4.jpg 623w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-370x280.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/transporte-de-gado-4-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: INSPBOVINOS</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o abate, é fundamental que os procedimentos sejam realizados de forma humanitária, utilizando métodos que minimizem o sofrimento dos animais. O abatedouro deve empregar práticas eficazes que assegurem um processo rápido e indolor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>o abatedouro é responsável por garantir a qualidade e a segurança dos produtos de origem animal.</strong> Isso envolve a implementação de boas práticas de higiene, o controle rigoroso de temperatura e a prevenção da contaminação cruzada durante todo o processo de processamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O descarte adequado de resíduos, incluindo subprodutos animais e efluentes, também é uma responsabilidade do abatedouro, sujeito às regulamentações ambientais e sanitárias vigentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o abatedouro deve manter registros precisos de todos os bovinos abatidos, incluindo informações detalhadas sobre origem, identificação individual, procedência e destino dos produtos, garantindo assim a rastreabilidade e a conformidade com as normas estabelecidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, o abatedouro desempenha um papel essencial na produção de alimentos de origem animal, sendo incumbido de garantir não apenas a qualidade e a segurança dos produtos, mas também o bem-estar dos animais e o cumprimento das regulamentações sanitárias e de higiene.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As considerações sobre o transporte de gado, abrangem uma série de aspectos que vão desde o manejo pré-embarque até a responsabilidade dos abatedouros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte adequado dos animais não se limita apenas ao cumprimento das regulamentações legais, mas também ao respeito ao bem-estar animal e à garantia da qualidade dos produtos de origem animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo pré-embarque, o tempo de viagem, assim como o abate humanitário e a gestão responsável dos resíduos, são aspectos fundamentais que devem ser considerados ao longo de toda a cadeia de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A colaboração entre fazendas, transportadores e abatedouros é essencial para assegurar o cumprimento das normativas e promover práticas sustentáveis e éticas na indústria de alimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao garantir o bem-estar dos animais e o cumprimento das regulamentações, podemos assegurar não apenas a qualidade dos produtos, mas também a integridade de toda a cadeia de produção animal.</span></p>
<h2 data-start="128" data-end="192">Boas práticas no transporte começam com uma gestão de verdade</h2>
<p data-start="194" data-end="408">Garantir o bem-estar animal durante o transporte é essencial, mas, para ter uma pecuária realmente eficiente e lucrativa, é preciso ir além e dominar toda a cadeia de gestão, do planejamento à comercialização.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pneumonia em bovinos confinados: o que você precisa saber</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bovinos-confinados-veja-os-principais-pontos-sobre-a-doenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2024 17:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, a pneumonia representa um desafio significativo para a saúde e o bem-estar dos animais. A pneumonia, frequentemente desencadeada por agentes infecciosos como vírus, bactérias e micoplasmas, pode resultar em perdas econômicas substanciais para os produtores, devido a diminuição da produção de carne, até o aumento dos custos de tratamento e a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, a pneumonia representa um desafio significativo para a saúde e o bem-estar dos animais.</p>
<p>A pneumonia, frequentemente desencadeada por agentes infecciosos como vírus, bactérias e micoplasmas, <strong>pode resultar em perdas econômicas substanciais</strong> para os produtores, devido a diminuição da produção de carne, até o aumento dos custos de tratamento e a mortalidade do rebanho.</p>
<p>Este texto aborda os aspectos relacionados à <strong>prevenção, tratamento e gestão da pneumonia em um confinamento</strong>, destacando práticas de manejo, medidas de biossegurança, uso de vacinas e estratégias de saúde animal para mitigar os impactos negativos da doença e promover a produtividade sustentável na pecuária de corte.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Quais são os sintomas da pneumonia em bovinos?</h2>
<p>Os principais sintomas da pneumonia em bovinos incluem uma série de comportamentos que afetam a saúde e o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar do animal</a></strong>.</p>
<p>Inicialmente, <strong>observa-se um quadro de depressão</strong>, em que o animal tende a se isolar do grupo, demonstrando um comportamento menos ativo e mais retraído. Além disso, a perda de apetite costuma ser um sintoma comum, evidenciado pelo afastamento do cocho enquanto os outros animais se alimentam.</p>
<p>Outros sinais visíveis são o <strong>corrimento nasal e ocular</strong>, indicativos da presença de secreção nas vias respiratórias, bem como a manifestação de febre, caracterizada pela postura arrepiada e a proximidade do animal com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">cocho de água</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-28098" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos.jpg" alt="Bovino com sintomas de pneumonia" width="257" height="196" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos.jpg 257w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/pneumonia-em-bovinos-150x114.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 257px) 100vw, 257px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Zoets</span></p>
<p>Por fim, a <strong>dificuldade para respirar</strong>, muitas vezes comparada ao som de uma &#8220;batedeira&#8221;, é um sintoma crítico que requer atenção imediata, pois pode indicar um estágio avançado da doença e comprometer seriamente a saúde do animal.<span style="font-weight: 400; font-size: 12px;"> </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como identificar os animais doentes?</h3>
<p>Durante o período de confinamento, a identificação eficiente da pneumonia em animais requer a <strong>implementação de rondas sanitárias diárias</strong>.</p>
<p>Essas rondas são conduzidas de duas formas distintas:</p>
<ol>
<li><strong>Ronda macro</strong>: realizada com o auxílio de motos ou quadriciclos, tem como objetivo identificar animais mortos, caídos e/ou apresentando sinais clínicos exacerbados.</li>
<li><strong>Ronda micro</strong>, conduzida com equinos, asininos ou a pé, visa fazer uma inspeção minuciosa nos lotes de animais para detectar indivíduos enfermos que possam ter passado despercebidos durante a ronda macro.</li>
</ol>
<p>Os animais identificados como doentes são encaminhados para tratamento adequado, enquanto os casos mais graves são direcionados para o curral ou piquete “enfermaria”, onde recebem atenção especializada e monitoramento contínuo para garantir uma recuperação eficaz e minimizar os impactos da pneumonia na saúde do rebanho.</p>
<h2>Qual a época do ano de maior prevalência da pneumonia no confinamento?</h2>
<p>Na época seca do ano, observa-se uma maior prevalência da pneumonia, devido à combinação de diversos fatores de risco. A poeira, comum durante esse período, pode irritar as vias respiratórias dos animais, tornando-os mais suscetíveis a infecções respiratórias.</p>
<p>Além disso, as inversões térmicas características da estação seca podem contribuir para a concentração de poluentes no ar, agravando ainda mais as condições respiratórias dos animais. O estresse do transporte, também pode enfraquecer o sistema imunológico dos animais, aumentando sua vulnerabilidade à pneumonia.</p>
<p>Assim, <strong>a época seca do ano representa um momento crítico para a ocorrência e disseminação da doença</strong>, exigindo medidas preventivas e de manejo adequadas para proteger a saúde do rebanho.</p>
<h2>Como prevenir a pneumonia?</h2>
<p>Para garantir a saúde do rebanho e prevenir a ocorrência de pneumonia no confinamento, são adotadas <strong>práticas específicas de manejo sanitário</strong>.</p>
<p>Logo na recepção dos animais, ao descerem do caminhão, é importante que sejam direcionados para o acesso a água e comida. Além disso, nesse primeiro momento é importante que a dieta oferecida se assemelhe o máximo possível ao pasto, incentivando o consumo de matéria seca e facilitando a adaptação dos animais ao novo ambiente.</p>
<p>Após a chegada, é recomendado um período de descanso de 5 a 7 dias antes de iniciar o protocolo de entrada. Durante esse tempo, os animais têm a oportunidade de se aclimatarem e recuperarem do estresse do transporte.</p>
<p>O protocolo de entrada, que ocorre após esse período de descanso, inclui a aplicação de vacinas respiratórias contendo cultura viva atenuada, visando fortalecer a imunidade dos animais contra agentes infecciosos respiratórios.</p>
<p>É fundamental que as vacinas sejam adequadamente acondicionadas em caixas fechadas de isopor com gelo durante a lida, com tempo de utilização limitado a até duas horas devido à natureza das vacinas vivas. Além disso, medidas como a aspersão nas baias e nas estradas do confinamento são realizadas para reduzir a poeira, um fator de risco conhecido para o desenvolvimento de problemas respiratórios.</p>
<p>Por fim, a aclimatação dos animais ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">ambiente do confinamento</a></strong> é um processo contínuo e essencial para minimizar o estresse e promover a adaptação saudável dos animais ao novo sistema de criação. Por meio dessas práticas de manejo sanitário, busca-se garantir a saúde e a produtividade do rebanho, prevenindo a incidência de pneumonia e outros problemas de saúde no confinamento.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em resumo, a pneumonia representa um <strong>desafio significativo na pecuária de corte</strong>, especialmente durante os períodos de seca.</p>
<p>Para mitigar os riscos associados à doença, é essencial implementar um manejo sanitário eficaz desde a recepção dos animais até a aclimatação ao ambiente do confinamento. Isso inclui medidas como a oferta imediata de água e comida semelhante ao pasto para estimular o consumo de matéria seca, o descanso dos animais após a chegada para reduzir o estresse do transporte, e a aplicação de vacinas respiratórias durante o protocolo de entrada.</p>
<p>Além disso, acondicionar as vacinas de forma adequada e reduzir a poeira por meio de aspersão nas baias e estradas do confinamento são práticas essenciais. A aclimatação contínua dos animais ao novo ambiente também desempenha um papel crucial na prevenção da pneumonia e na promoção da saúde do rebanho como um todo.</p>
<p>Ao adotar essas medidas de manejo sanitário, os produtores podem minimizar os riscos de incidência de pneumonia, protegendo assim a produtividade e o bem-estar dos animais no confinamento.</p>
<h2>O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
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		<title>Raças de gado de corte no Brasil: conheça as principais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[angus]]></category>
		<category><![CDATA[brahman]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um país cuja agropecuária desempenha um papel fundamental na economia, a diversidade de raças de gado reflete não apenas a riqueza genética, mas também na capacidade de adaptação ao clima tropical. Entre as raças que ocupam o território brasileiro, o Nelore é considerado a raça mais proeminente. De acordo com a revista EXAME a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em um país cuja agropecuária desempenha um papel fundamental na economia, a diversidade de raças de gado reflete não apenas a riqueza genética, mas também na capacidade de adaptação ao clima tropical.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as raças que ocupam o território brasileiro, o Nelore é considerado a raça mais proeminente. De acordo com a revista EXAME a <strong>raça reconhecida pela pelagem branca representa mais de 80% do rebanho nacional.</strong> Sua resistência ao calor tropical e sua adaptabilidade faz com que a sua presença seja notável nos pastos brasileiros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, ao explorar esse cenário bovino, nos deparamos com uma gama extensa de raças, cada uma com suas características distintas e contribuições únicas para a produção de carne de qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Explorando desde a elegância britânica do Angus até a impressionante robustez adaptativa do Brahman, o Brasil se destaca como um notável produtor de mais de cinco raças de bovinos de corte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa diversidade genética não apenas confere ao país uma posição privilegiada na produção de carne bovina, mas também impulsiona a conquista de números expressivos, de acordo com a Conab, <strong>o Brasil abateu cerca de 44 milhões de cabeças de gado no ano de 2025. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa impressionante produção coloca o Brasil consistentemente na liderança do ranking dos maiores produtores de carne do mundo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>Principais raças de gado de corte no Brasil</h2>
<h3>1. Nelore</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Nelore, uma das raças bovinas mais produzidas do Brasil, desempenha um papel crucial na pecuária nacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Originária da Índia, mais especificamente da região de Ongole, essa raça foi trazida para o Brasil durante o período colonial pelos portugueses, contribuindo significativamente para a formação do rebanho bovino brasileiro.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27085 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-473x1024.jpg" alt="Gado da raça nelore" width="473" height="1024" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-473x1024.jpg 473w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-139x300.jpg 139w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-709x1536.jpg 709w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-370x801.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-270x585.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-150x325.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore.jpg 739w" sizes="auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O Nelore, é conhecido por sua adaptabilidade a climas tropicais e resistência a condições desfavoráveis</strong>, foi introduzido no Brasil no século XVIII. Sua chegada trouxe consigo características genéticas que se mostraram essenciais para enfrentar as adversidades climáticas e sanitárias típicas do território brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo dos anos, o Nelore conquistou seu lugar de destaque na pecuária brasileira, tornando-se a raça mais numerosa do país. Sua importância está intrinsecamente ligada à sua capacidade de adaptação a ambientes tropicais, resistência a parasitas e doenças comuns na região, além de sua <a href="https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/" target="_blank" rel="noopener"><strong>habilidade materna</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas características fazem do Nelore uma escolha popular entre os criadores brasileiros, especialmente em áreas de pastagem extensiva.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27086 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-768x1024.jpg" alt="Gado da raça nelore" width="768" height="1024" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2-150x200.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-nelore-2.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Nelore se destaca por diversos atributos, <strong>sua adaptabilidade excepcional a ambientes tropicais</strong>, resistência a parasitas e habilidade materna eficiente o tornam um componente fundamental na pecuária brasileira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a eficiência na conversão alimentar, capacidade de ganho de peso, longevidade e rusticidade fazem do Nelore uma escolha estratégica para produtores, enquanto sua participação em programas de cruzamento contribui para aprimorar características desejáveis em outras raças, solidificando sua importância no cenário da produção de carne no país. </span><span style="font-weight: 400;">Sua carne, apesar de ser mais magra em comparação com algumas raças britânicas, é reconhecida pela sua suculência e sabor marcante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, o Nelore desempenha um papel fundamental na pecuária brasileira, proporcionando não apenas resistência e adaptação, mas também contribuindo para a <strong>excelência da produção de carne bovina no Brasil e consolidando a posição do país como um líder global no setor</strong>.</span></p>
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<h3>2. Angus</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Angus, uma das raças bovinas mais renomadas, tem sua origem na Escócia. Com uma história que remonta ao século XVIII, essa raça britânica chegou ao Brasil em meados do século XX, trazendo consigo uma tradição centenária de qualidade de carne e adaptação eficiente a diferentes ambientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da produção de Angus no Brasil é notável, especialmente devido à sua contribuição para aprimorar a qualidade da carne bovina no país. Reconhecida por seu marmoreio excepcional, que confere suculência e sabor à carne, a raça Angus destaca-se em sistemas de produção que visam atender aos padrões mais exigentes de qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu papel é crucial em <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>programas de cruzamento</strong></a>, nos quais a raça é frequentemente utilizada para melhorar características como maciez, textura e sabor da carne.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27087 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus.jpg" alt="Bovinos da raça angus" width="750" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus.jpg 750w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diferencial do Angus vai além das características organolépticas, abrangendo sua adaptabilidade a diferentes climas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/">sistemas de produção</a></strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pelagem curta e escura, aliada à resistência a condições adversas, torna o Angus uma escolha versátil para produtores brasileiros que buscam conciliar qualidade de carne com adaptabilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o Angus desempenha um papel significativo na diversificação genética e no aprimoramento da excelência na produção de carne bovina no Brasil.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27088 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2.jpg" alt="Bovinos da raça angus no pasto" width="1000" height="750" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-angus-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem: Rafael Neiva Assunção &#8211; Rehagro.</span></p>
<h4>Criação do gado Angus pelo Brasil</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Angus, uma raça bovina altamente valorizada, encontrou presença significativa em várias regiões do Brasil, contribuindo para a diversidade e excelência na produção de carne. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Rio Grande do Sul, tradicionalmente reconhecido pela criação de Angus, destaca-se como uma das principais regiões, oferecendo um clima temperado e pastagens propícias para o desenvolvimento da raça. Santa Catarina, seguindo a tradição gaúcha, também apresenta condições ideais para a criação de Angus, atraindo criadores que buscam aprimorar a qualidade da carne produzida na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra região notável na criação de Angus é o Paraná, onde as características da raça são valorizadas por produtores comprometidos com a produção de carne de alta qualidade. Em São Paulo, alguns criadores têm adotado a raça, contribuindo para a expansão da presença do Angus e para o atendimento da demanda crescente por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/maturacao-de-carnes/">carne premium</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Mato Grosso do Sul, a criação de Angus tem ganhado destaque, principalmente em sistemas de cruzamento industrial, onde a raça é incorporada para melhorar a qualidade da carne produzida na região. Mesmo em Minas Gerais, fora do tradicional domínio sulista, a criação de Angus tem sido adotada por alguns produtores, diversificando a pecuária na região e atendendo aos padrões exigentes de qualidade da carne. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a presença do Angus no Brasil se estende por várias regiões, refletindo o reconhecimento de suas vantagens na produção bovina nacional.</span></p>
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<h3>3. Brahman</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brahman, originário dos Estados Unidos, tem raízes que remontam à Índia, em que a raça se desenvolveu a partir de cruzamentos de diversas linhagens zebuínas. Chegando ao Brasil na década de 1930, o Brahman rapidamente se adaptou ao território nacional, especialmente em regiões de clima tropical.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da produção do Brahman no Brasil é notável devido às suas características adaptativas. Sua origem zebuína confere resistência a altas temperaturas, resistência a parasitas e adaptabilidade a ambientes mais desafiadores, características cruciais para a pecuária tropical brasileira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A raça tem se destacado em regiões em que o estresse térmico é comum</strong>, tornando-se uma escolha estratégica para produtores que buscam eficiência em climas adversos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diferencial do Brahman vai além da adaptabilidade, <strong>a raça é reconhecida por sua habilidade materna, longevidade e precocidade reprodutiva</strong>. Além disso, sua carne é apreciada por sua suculência e sabor, conquistando espaço no mercado nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brahman também desempenha um papel significativo em programas de cruzamento, sendo frequentemente utilizado para aprimorar características como resistência e adaptabilidade em rebanhos de outras raças.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27089 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-1024x536.jpg" alt="bois da raça brahman" width="770" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-1024x536.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-300x157.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-768x402.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-270x141.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-740x387.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman-150x79.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-brahman.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Bovinos brahman: Fonte: Portal DBO</span></p>
<h4>Regiões de criação do gado Brahman no país</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O Centro-Oeste brasileiro, abrangendo estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, destaca-se como uma das principais regiões de criação de Brahman, beneficiada por vastas extensões de pastagens e condições propícias à pecuária. Além disso, o Nordeste, especialmente em estados como Bahia, Maranhão e Piauí, também testemunha a presença expressiva dessa raça, aproveitando-se de sua resistência ao calor e adaptação a ambientes mais quentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disseminação do Brahman nessas regiões contribui não apenas para a diversidade genética do gado brasileiro, mas também para a sustentabilidade e eficiência na produção de carne em condições tropicais.</span></p>
<h3>4. Senepol</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Senepol é uma raça bovina de origem caribenha, mais especificamente proveniente da ilha de Senepol, em São Cristóvão e Nevis. Desenvolvida por cruzamentos entre gado africano N&#8217;Dama e europeu, principalmente Red Poll, a raça ganhou destaque por suas características adaptativas a climas quentes e resistência a parasitas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A introdução do Senepol no Brasil ocorreu nas últimas décadas do século XX, e desde então a raça tem conquistado espaço na pecuária brasileira. Sua importância na produção nacional está relacionada a diversos fatores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Senepol é reconhecido por sua adaptabilidade a ambientes tropicais, sendo <strong>capaz de lidar eficientemente com o calor característico do Brasil</strong>. Sua pelagem curta e clara contribui para minimizar o estresse térmico, sendo uma importante caracteristica em regiões de clima quente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>o Senepol é apreciado por sua precocidade reprodutiva e facilidade de manejo.</strong> As fêmeas apresentam boa habilidade materna e costumam ter partos fáceis. O rápido ganho de peso e a eficiência alimentar também são características marcantes, contribuindo para a produção eficiente de carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O diferencial do Senepol está na combinação de resistência, adaptabilidade e qualidade de carne.</strong> Sua carne é reconhecida por ser macia e saborosa, atendendo aos padrões exigentes dos consumidores. A raça também tem sido utilizada em programas de cruzamento para melhorar características de outras raças, oferecendo uma contribuição significativa para a diversificação e aprimoramento do cenário pecuário brasileiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o Senepol desempenha um papel relevante na pecuária nacional, especialmente em regiões com condições climáticas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27090 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol.jpg" alt="Boia da raça senepol" width="640" height="457" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-senepol-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Gado senepol. Fonte: Embrapa</span></p>
<h4>Gado senepol nas regiões brasileiras</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação da raça Senepol tem ganhado destaque em diversas regiões do Brasil, refletindo a versatilidade e adaptabilidade dessa raça bovina. No Centro-Oeste, em estados como Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, assim como no Distrito Federal, a presença expressiva de Senepol destaca-se pela capacidade da raça em enfrentar as condições climáticas quentes e desafiadoras da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na região Nordeste, em estados como Bahia e Maranhão, onde as condições climáticas podem ser particularmente adversas, o Senepol tem sido adotado por produtores que buscam um gado resistente ao calor e a parasitas, contribuindo para a pecuária local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Sudeste, em estados como Minas Gerais e São Paulo, a criação de Senepol tem conquistado espaço, evidenciando a apreciação por suas características adaptativas e pela qualidade da carne produzida. Mesmo em regiões Norte, como Tocantins e Rondônia, a presença do Senepol tem sido observada, embora em menor escala, destacando sua capacidade de adaptação a diferentes ecossistemas tropicais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A expansão da criação de Senepol em distintas regiões do Brasil ressalta não apenas a eficiência adaptativa da raça, mas também sua contribuição para a produção de carne de qualidade. Com sua versatilidade, resistência e capacidade de enfrentar desafios climáticos, o Senepol continua a desempenhar um papel relevante na diversificação e aprimoramento da pecuária brasileira.desafiadoras.</span></p>
<h3>5. Sindi</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Sindi é uma raça bovina originária do Paquistão, mais especificamente da região de Sindh. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A introdução do gado Sindi no Brasil ocorreu na década de 1950, quando alguns exemplares foram importados para avaliação de suas características em diferentes ambientes brasileiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da produção da raça Sindi no Brasil está relacionada às suas características adaptativas e à capacidade de se desenvolver bem em condições adversas, como altas temperaturas e ambientes áridos. A resistência ao calor é uma das principais vantagens dessa raça, tornando-a adequada para regiões com climas tropicais, comuns em várias partes do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O diferencial do Sindi está, portanto, em sua adaptabilidade a condições desfavoráveis</strong>, o que o torna uma escolha estratégica para produtores que enfrentam desafios climáticos específicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A raça Sindi é reconhecida por sua rusticidade, eficiência reprodutiva e boa capacidade de adaptação a diferentes sistemas de manejo. Embora não seja uma das raças mais numerosas no Brasil, o Sindi desempenha um papel importante em programas de cruzamento para aprimorar características adaptativas em rebanhos de outras raças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, sua contribuição para a diversificação genética e para a produção de gado adaptado a ambientes tropicais é significativa.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27091 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-1024x575.jpg" alt="Boi da raça sindi" width="770" height="432" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-1024x575.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-740x416.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi-150x84.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/raca-de-gado-sindi.jpg 1180w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Gado sindi. Fonte: abcz</span></p>
<h4>Criação do gado Sindi no Brasil</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação da raça Sindi no Brasil é mais significativa em regiões que enfrentam condições climáticas desafiadoras. Dentre as principais regiões criadoras do Sindi, destacam-se aquelas com climas tropicais e adversidades ambientais, onde a resistência ao calor e a adaptação a ambientes áridos conferem vantagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Nordeste do Brasil é uma das regiões mais propícias para a criação de Sindi, especialmente nos estados que compreendem o Polígono das Secas, como Bahia, Pernambuco e Ceará. Nessas áreas, o clima é predominantemente quente e seco, a resistência ao estresse térmico e a capacidade de lidar com condições áridas tornam o Sindi uma escolha estratégica para produtores que buscam gado adaptado a ambientes semiáridos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do Nordeste, algumas regiões do Centro-Oeste e Norte do Brasil também têm presença de criação de Sindi, especialmente em áreas com características climáticas similares. Estados como Tocantins e Goiás, por exemplo, têm adotado a raça Sindi, reconhecendo suas vantagens adaptativas e sua contribuição para a sustentabilidade da pecuária em condições tropicais e adversas.</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A diversificação de raças bovinas no Brasil desempenha um papel crucial na pecuária, considerando a vasta extensão territorial e a diversidade ambiental do país. Com climas que variam desde tropicais até temperados, diferentes regiões apresentam desafios específicos para a criação de gado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de uma variedade de raças de gado possibilita aos produtores selecionar animais adaptados às condições locais, como resistência ao calor, capacidade de lidar com pastagens específicas e adaptação a diferentes tipos de manejo.</span></p>
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		<title>Rendimento do ganho de bovinos abatidos: como calcular?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[carcaça]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[rendimento do ganho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao vender animais para um frigorífico, nem todo o peso estimado na fazenda se converte em ganho financeiro. É essencial compreender o conceito de rendimento do ganho, que representa a proporção do peso vivo que se transforma em carcaça. Neste artigo, vamos explorar como calcular e otimizar esse indicador crucial para a lucratividade na produção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao vender animais para um frigorífico, nem todo o peso estimado na fazenda se converte em ganho financeiro. É essencial compreender o conceito de rendimento do ganho, que representa a proporção do peso vivo que se transforma em carcaça.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar como calcular e otimizar esse indicador crucial para a <strong>lucratividade na produção de carne</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é rendimento do ganho e como calculá-lo?</h2>
<p><strong>O rendimento do ganho é a relação entre o peso da carcaça final e o peso vivo inicial de um animal.</strong></p>
<p>Por exemplo, vamos supor que iniciamos nosso período de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação</a></strong> com os animais com 450 kg e esses animais foram abatidos com 580 kg, ou seja, os animais tiveram um ganho de peso vivo de 130 kg. Agora, quanto eles tiveram de ganho de carcaça?</p>
<p>O primeiro ponto, é saber o peso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">carcaça</a></strong> dos animais no dia que eles entraram na terminação com 450 kg. A gente estipula que o boi magro tem um rendimento de cinquenta por cento, ou seja, metade daquele animal realmente é carcaça.</p>
<p>Assim, um animal de 450 kg, o peso inicial da carcaça dele será de 225 kg e o peso final, que você irá vender ao frigorífico, será de 580 kg. Digamos, nesse exemplo, que o frigorífico retornou o peso da carcaça em 325 kg.</p>
<p>Para estipularmos o ganho em carcaça por dia, subtraímos o peso da carcaça inicial na carcaça final e dividimos por dias de confinamento, que no nosso exemplo, será de 90 dias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24879" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia.jpg" alt="" width="970" height="99" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia.jpg 970w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-300x31.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-768x78.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-370x38.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-270x28.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-740x76.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-ganho-em-carcaca-dia-150x15.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 970px) 100vw, 970px" /></p>
<p>Já para <strong>calcularmos o rendimento do ganho</strong>, fazemos uma conta simples. O peso da carcaça final menos o peso da carcaça inicial, divididos pelo peso vivo final menos o peso vivo inicial. O resultado, multiplicamos por 100 e teremos o valor do rendimento do ganho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24880" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho.jpg" alt="" width="1172" height="132" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho.jpg 1172w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-300x34.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-1024x115.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-768x86.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-370x42.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-270x30.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-740x83.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/formula-rendimento-de-ganho-150x17.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1172px) 100vw, 1172px" /></p>
<p>Então, de todo peso que esse animal ganhou na propriedade, 76,9% foi realmente ganho em carcaça!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="188" data-end="276">Conhecimento técnico e gestão andam juntos quando o objetivo é lucrar mais por arroba</h2>
<p data-start="278" data-end="575">Saber calcular o rendimento do ganho dos bovinos abatidos é essencial para entender se a engorda foi realmente eficiente e se a estratégia adotada gerou retorno. Esse tipo de indicador é chave para quem busca reduzir custos, melhorar margens e tomar decisões mais precisas no dia a dia da fazenda.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Milho reidratado na pecuária de corte: como e por que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[reidratação do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se trata de alimentação animal, a reidratação do milho se destaca como um processo fundamental.  Consiste em transformar o milho seco, com uma umidade entre 12% e 14%, para atingir aproximadamente 65% de matéria seca e 35% de umidade.  O objetivo principal desse procedimento é aprimorar a digestibilidade do amido, proporcionando uma utilização mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata de alimentação animal, a reidratação do milho se destaca como um processo fundamental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Consiste em transformar o milho seco, com uma umidade entre 12% e 14%, para atingir aproximadamente 65% de matéria seca e 35% de umidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo principal desse procedimento é <strong>aprimorar a digestibilidade do amido</strong>, proporcionando uma utilização mais eficaz desse grão pelos animais.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Benefícios da reidratação do milho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao reidratar o milho, não apenas melhoramos a digestibilidade do amido, mas também elevamos a eficiência biológica dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que buscamos é que os animais possam manter o desempenho ou até mesmo melhorá-lo, mesmo consumindo a mesma quantidade de alimento. Essa melhoria na eficiência biológica pode chegar a <strong>médias de 10 a 15%.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos práticos, isso se traduz em uma economia considerável de matéria seca, podendo chegar a mais de 10 kg por animal.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores para um processamento bem-sucedido</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir que a reidratação do milho seja feita de maneira eficaz, é crucial prestar atenção a quatro pontos-chave:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tempo de estocagem:</b><span style="font-weight: 400;"> deixe o milho no silo por pelo menos 60 dias. Quanto maior o período de estocagem, maior será a solubilização da matriz proteica, contribuindo para um processo mais eficiente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Umidade adequada:</b><span style="font-weight: 400;"> a precisão na manutenção da umidade do milho no silo é crucial. Quanto mais precisa a medida, maiores as chances de sucesso no processo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Compactação eficiente:</b><span style="font-weight: 400;"> garanta uma boa compactação do milho no silo, promovendo condições ideais para a reidratação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Moagem adequada:</b><span style="font-weight: 400;"> certifique-se de que a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/">moagem</a></strong> do milho seja realizada de forma precisa e eficiente.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A reidratação do milho é um passo essencial para garantir a <a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrição ideal dos animais</strong></a>. Ao seguir esses princípios, não apenas melhoramos a eficiência na alimentação, mas também economizamos recursos preciosos.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="REIDRATAÇÃO DO MILHO: COMO E POR QUE FAZER? | Acontece no Campo - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/sgNzR89Iq5Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2 data-start="210" data-end="286">Transforme conhecimento técnico em mais eficiência na nutrição do rebanho</h2>
<p>Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-reidratacao-do-milho-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-reidratacao-do-milho-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Suplementação na cria: quais resultados podemos esperar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-na-cria-quais-resultados-podemos-esperar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 15:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação na fase de cria de gado de corte desempenha um papel fundamental na promoção do crescimento e no desenvolvimento saudável dos bezerros, garantindo que eles alcancem todo o seu potencial genético. Nesta etapa crítica da produção de carne bovina, a alimentação adequada é essencial para assegurar a rentabilidade do negócio e a qualidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>suplementação na fase de cria</strong> de gado de corte desempenha um papel fundamental na promoção do crescimento e no desenvolvimento saudável dos bezerros, garantindo que eles alcancem todo o seu potencial genético.</p>
<p>Nesta etapa crítica da produção de carne bovina, a alimentação adequada é essencial para assegurar a rentabilidade do negócio e a qualidade do produto final.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>A importância de <strong>entender as diferentes categorias animais</strong> e suas exigências nutricionais.</li>
<li>A necessidade de planejamento reprodutivo e as vantagens de definir uma estação de monta.</li>
<li>A relação entre suplementação adequada e resultados reprodutivos positivos.</li>
<li>A<strong> importância da época do ano e da estrutura adequada para a suplementação.</strong></li>
<li>O custo-benefício da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-voce-esta-usando-a-tecnologia-de-forma-correta/" target="_blank" rel="noopener">suplementação</a></strong> e a importância de avaliar o retorno do investimento.</li>
</ul>
<p>Neste webinar, temos como palestrantes, Roberto Carvalho, consultor técnico Rehagro Corte, e Paulo Eugênio, gerente de negócios Rehagro.</p>
<p>Você quer saber mais sobre suplementação na cria? <strong>Clique no botão abaixo e acompanhe o conteúdo completo!</strong></p>
<h2>Quer se aprofundar em nutrição do gado de corte?</h2>
<p>Conheça o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-suplementacao-na-cria-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>.</p>
<p>Como você sabe, os custos com nutrição e pastagens podem chegar a representar até 76% dos custos de produção na pecuária de corte.</p>
<p>Diante disso, o Rehagro criou essa capacitação: para ajudar pecuaristas a aumentarem sua margem de lucro através do domínio dessas áreas.</p>
<p>São abordados tópicos como suplementação na cria e recria, engorda a pasto e em confinamento, manejo de pastagens e muito mais. Tudo com um conteúdo 100% aplicável à sua realidade e foco na melhoria de resultados.</p>
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		<title>Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-manter-o-desempenho-dos-animais-na-seca-ganhando-dinheiro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-manter-o-desempenho-dos-animais-na-seca-ganhando-dinheiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 13:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você quer saber mais sobre como manter o desempenho dos animais na seca? Neste webinar, Danilo Augusto, técnico da Equipe Corte Rehagro, e Paulo Eugênio, Gerente de negócios Corte Rehagro, debatem sobre o tema “Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?”. Confira os tópicos abordados: A seca e o animal; Principais estratégias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você quer saber mais sobre como manter o desempenho dos animais na seca?</p>
<p>Neste webinar, Danilo Augusto, técnico da Equipe Corte Rehagro, e Paulo Eugênio, Gerente de negócios Corte Rehagro, debatem sobre o tema “Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?”.</p>
<p>Confira os tópicos abordados:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A seca e o animal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Principais estratégias disponíveis:</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O uso adequado de suplementação proteica na época da seca;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A análise e o monitoramento das gramíneas utilizadas na alimentação dos animais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A lotação correta das pastagens na época da seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como utilizar o mercado a nosso favor: mercado reposição/ BOICHINA/Conf/Boitel.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e assista ao nosso <strong>Webinar Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?</strong>.</p>
<h2>Domine o conhecimento sobre nutrição do gado de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-desempenho-na-seca-curso" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição do gado.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-desempenho-na-seca-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Webinar Como manter o desempenho na seca?" width="1361" height="466" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-manter-o-desempenho-dos-animais-na-seca-ganhando-dinheiro/">Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planejando e executando estratégias na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=20138</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um ditado muito sábio que diz que “quem planeja às vezes erra, e quem não planeja às vezes acerta”, retrata o quanto é mais arriscado realizar qualquer atividade sem um bom planejamento. Um planejamento estratégico possui três momentos distintos: O primeiro é a determinação do objetivo; O segundo momento consiste no diagnóstico da situação; e, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/">Planejando e executando estratégias na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ditado muito sábio que diz que <em>“quem planeja às vezes erra, e quem não planeja às vezes acerta”</em>, retrata o quanto é mais arriscado realizar qualquer atividade sem um bom planejamento.</p>
<p><strong>Um planejamento estratégico possui três momentos distintos</strong>:</p>
<ol>
<li>O primeiro é a determinação do objetivo;</li>
<li>O segundo momento consiste no diagnóstico da situação; e,</li>
<li>O terceiro momento é a busca dos meios para alcançar a meta proposta.</li>
</ol>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>PDCA na pecuária de corte: estratégia para alcançar metas</h2>
<p>Muitas pessoas exemplificam os momentos do planejamento como o roteiro de uma viagem: primeiro se determina o objetivo, que seria o destino. Em segundo vem um diagnóstico de situação, que serve para definir de onde será a partida. O terceiro momento, que consiste em buscar os meios para alcançar os objetivos, será a definição do caminho e meio para chegar ao local esperado.</p>
<p>Durante o trajeto, mesmo com o planejamento, é claro que podem acontecer imprevistos que irão afetar de alguma forma o que foi determinado, como o tempo de viagem, por exemplo.</p>
<p>Assim, deverá ser realizado um monitoramento constante para que tudo corra conforme desejado. Caso aconteça alguma interferência, a velocidade deverá ser reajustada para que o tempo de chegada se mantenha.</p>
<p>Este processo descrito caracteriza uma ferramenta denominada <strong>PDCA</strong>, cuja função é desenhar um caminho que leve ao alcance de metas propostas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20143 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca.jpg" alt="Esquema do ciclo PDCA" width="383" height="216" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca.jpg 383w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-370x209.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/esquema-pdca-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 383px) 100vw, 383px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Desenho esquemático do ciclo PDCA.</span></p>
<p><strong>Na atividade da pecuária de corte não é diferente</strong>. Erros no planejamento determinam maior dificuldade em alcançar os objetivos esperados e consequentemente, maiores custos.</p>
<p>Um clássico exemplo é quando definimos uma dieta para alcançar um certo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD</a></strong>, que caracteriza como a velocidade do processo, e esse ganho esperado não é alcançado por alguma deficiência de manejo, aumentando o tempo de permanência do animal na propriedade, incidindo o acúmulo de custos sobre o animal, reduzindo o lucro/cabeça, caso a frequência de monitoramento seja alta, intervalos curtos, maiores são as oportunidades de correções de erros.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Classificando os momentos dos planejamentos na atividade de corte</h2>
<h3>1. Determinar o objetivo</h3>
<p>É importante <strong>iniciar um planejamento determinando aonde quer chegar</strong>. Geralmente o objetivo mais comum é a lucratividade e rentabilidade da operação. Sugiro que seja avaliado de duas formas, dado em percentual e valor absoluto.</p>
<p>Para qualquer objetivo bem definido, é importante conhecer se essa decisão vai demandar investimentos e recursos, como esses investimentos deverão ser pagos, quanto de dedicação será necessário para alcançar o objetivo proposto e o quanto isso irá impactar no custo de produção da atividade. A partir daí definir se vale a pena ou não executar essa ação.</p>
<h3>2. Diagnóstico de situação</h3>
<p>Quando se conhece detalhadamente a propriedade (ambiente interno) e a região que ela se encontra (ambiente externo), fica mais fácil determinar as variáveis e os riscos de não conseguir alcançar os objetivos propostos.</p>
<p>A análise SWOT do ambiente externo e interno auxilia a visualizar os riscos e oportunidades da atividade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-20144" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-1024x456.jpg" alt="Análise SWOT" width="770" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-1024x456.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-300x134.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-768x342.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-370x165.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-740x329.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot-150x67.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/analise-swot.jpg 1498w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de quadro para realização da Análise Swot.</span></p>
<p>A análise SWOT deve ser realizada utilizando o quadro acima, <strong>determinando as forças e fraquezas da propriedade</strong>.</p>
<p>Os exemplos que podem ser registrados são: clima, topografia, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">sistema de produção</a></strong>, acesso a propriedade, mão de obra, localização da propriedade, gerenciamento, assistência técnica, animais, produtividade, índices zootécnicos, financeiros e econômicos, insumos disponíveis, máquinas e implementos agrícolas, instalações etc.</p>
<p>É importante determinar as forças e fraquezas no ambiente externo à propriedade, como mercado consumidor, variação do preço de venda dos produtos, mercado concorrente, oportunidade de compra de insumos agrícolas e pecuários, disponibilidade de reposição de animais, fretes, impostos, mão de obra disponível na região etc.</p>
<p>Para reduzir os riscos no planejamento é necessário que a fazenda possua um ótimo banco de dados e que seja confiável, armazenando o máximo de informações e indicadores que envolvam os ambientes internos e externos, com históricos bem detalhados e que podem nos orientar nas tomadas de decisões.</p>
<h3>3. Busca dos meios que levarão ao objetivo</h3>
<p>Depois de realizar o diagnóstico visualizando as forças e fraquezas que envolvem a atividade, é necessário definir uma estratégia que seja coerente com a realidade dos ambientes internos e externos.</p>
<p>As forças envolvidas deverão ser exploradas ao máximo, as fraquezas, portanto devem ser minimizadas, reduzindo os riscos que poderão prejudicar no alcance do objetivo em questão.</p>
<h2>Caso prático de um planejamento em uma propriedade de pecuária de corte</h2>
<h3>Objetivo</h3>
<p><strong>Aumentar a produção de @ por cabeça no confinamento, buscando aumentar o lucro</strong>, reduzindo as despesas pelo efeito da diluição dos custos fixos.</p>
<p>Imaginem em uma propriedade que eu vendesse a @ do boi gordo a R$ 280,00, e que eu operasse com um custo nutricional próximo a R$ 150,00/@ produzida, eu teria uma margem de contribuição de: “R$ 280,00 &#8211; R$150,00 = R$130,00”.</p>
<p>Calculando em um período de 120 dias de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong>, que meus custos fixos operacionais em: Mão de obra, despesas administrativas, depreciação, impostos e manutenções de máquinas, benfeitorias e veículos me custam um valor total de R$ 59.340,00, quando eu divido esse valor pela minha margem de contribuição eu encontro meu ponto de equilíbrio, ou seja, quantas @ eu precisaria produzir no período avaliado para pagar meus custos fixos operacionais.</p>
<p>Portanto: “R$ 59.340,00 / R$ 130,00 = 456,4@”, transformando o volume de @ em cabeças, seriam 65,2 bois produzindo 7@ cab/período, porém se meus bois produzirem 7,5@/cab. no mesmo período, necessitarei de vender apenas 60,9 bois, 4,3 bois a menos.</p>
<p>Dessa maneira a eficiência demonstra seu poder de redução de custos operacionais influenciando diretamente na lucratividade do negócio.</p>
<p>Outra maneira de diluir custos não é somente na produtividade individual, mas também no aumento do volume de animais no confinamento, caso eu seja eficiente em manter os valores de custos nutricionais e operacionais citados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-20145" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-1024x134.jpg" alt="Planejamento estratégico com equilíbrio" width="770" height="101" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-1024x134.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-300x39.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-768x101.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-1536x201.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-370x48.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-270x35.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-740x97.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1-150x20.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/05/planejamento-estrategico-1.jpg 1999w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fórmulas para encontrar o ponto de equilíbrio e margem de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também dentro do objetivo é importante definir antecipadamente quais os parâmetros zootécnicos que irão influenciar no desempenho dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso citamos o ganho de peso diário, o ganho em @, melhor conversão alimentar, qualidade da dieta, influência no ganho e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">rendimento de carcaça</a></strong>, manejos diversos e tudo que pode influenciar o melhor desempenho animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém nada substitui o bom monitoramento, confiabilidade de informações e decisões rápidas e precisas.</span></p>
<h3>Diagnóstico da situação</h3>
<p>Para aumentar a produtividade é preciso verificar, por exemplo, <strong>qual a área disponível para produção, se as instalações disponíveis comportarão uma maior quantidade de animais e se as máquinas e implementos existentes serão suficientes</strong> para atender o novo desafio.</p>
<p>Se a propriedade não atender as necessidades do objetivo proposto no planejamento, será necessário readequar o objetivo à capacidade de suporte da propriedade, ou verificar se existe capacidade de aumento na produtividade das áreas disponíveis, ou mesmo se existe viabilidade para a realização de novos investimentos e recursos para aquisição de terras, máquinas e construções civis para a ampliação do sistema de produção.</p>
<p>Por outro lado, se a propriedade atender ao objetivo definido deve ser iniciado o terceiro e último momento.</p>
<p>Observar o ambiente externo da propriedade também é muito importante para complementar um diagnóstico eficiente, já que o aumento da produtividade aumentará a necessidade de insumos, animais para reposição, mão de obra qualificada e ofertará mais produtos para o mercado.</p>
<p>Assim, é importante identificar o preço de venda e compra dos produtos, a disponibilidade de insumos na região, valor de fretes, os impostos etc. Entender o cenário fora da propriedade é indispensável para enxergar se o mercado local suportará o crescimento do rebanho.</p>
<h3>Execução do planejado</h3>
<p><strong>Momento de maior dedicação e responsável pela ligação do diagnóstico ao objetivo</strong>. A intenção é buscar os meios que levarão aos objetivos propostos.</p>
<p>Requer a implantação de uma rotina de coleta de dados eficiente, observando frequentemente os indicadores zootécnicos, econômicos e financeiros envolvidos na atividade.</p>
<p>Estes índices devem ser monitorados, ajustados, e reajustados a estratégia constantemente de acordo com as dificuldades ou desvios encontrados, para não nos distanciarmos do objetivo conforme o exemplo do PDCA da viagem.</p>
<p>A avaliação constante dos indicadores pode também servir para modificarmos o planejamento dependendo da situação em questão, quando o ganho de peso diário não for atingido como planejado, algo deve ser modificado na rotina dos animais como dietas, manejo dos animais, instalações, entre outros, buscando alcançar os índices e metas propostas.</p>
<p>Assim como os índices de ganhos de peso citado acima, os índices produtivos, reprodutivos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/">nutricionais</a></strong>, de manejo, conversões alimentares, sanitários e outros têm também a mesma importância e requerem os mesmos cuidados, por isso também devem ser implantados e monitorados constantemente.</p>
<p>Com a execução do plano de ação de maneira eficiente o objetivo dificilmente não será alcançado, porém, nem tudo será tão simples e de acordo com os processos envolvidos poderão ocorrer mudanças na estratégia quando as variáveis não corresponderem ao planejado.</p>
<p>Numa atividade que depende de muitas variáveis tanto internas quanto externas, o bom investimento realizado num momento ruim pode se tornar um grande prejuízo.</p>
<p>Controlar as ações implantando bons indicadores, históricos bem elaborados, previsões de mercado confiáveis e boas orientações irão ajudar o produtor a tomar decisões com grandes chances de êxito.</p>
<p>E para terminar segue a dica mais importante: Planeje e sempre obedeça ao seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong>, mantenha suas atividades de receitas e despesas conciliadas. Compre bem, produza bem e venda bem!</p>
<h2>Gestão não é custo, é investimento no futuro da fazenda</h2>
<p>Quem conhece os números da fazenda toma decisões mais rápidas e certeiras. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-planejando-estrategias-pecuaria-corte-curso">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> oferece ferramentas práticas para que você tenha clareza sobre custos, margens e estratégias, garantindo eficiência e crescimento sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-planejando-estrategias-pecuaria-corte-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Ágio do bezerro: saiba o que é e como calculá-lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[arroba]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obtenção de bons resultados na pecuária de corte é diretamente dependente de boas e assertivas decisões tomadas ao longo do processo produtivo. Independente da fase do sistema de produção trabalhado pelo produtor (cria, recria ou engorda), decisões como a escolha da genética a ser trabalhada, a escolha da suplementação alinhada aos objetivos produtivos, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obtenção de bons resultados na pecuária de corte é diretamente dependente de boas e assertivas decisões tomadas ao longo do processo produtivo.</p>
<p>Independente da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fase do sistema de produção</a></strong> trabalhado pelo produtor (cria, recria ou engorda), decisões como a escolha da genética a ser trabalhada, a escolha da suplementação alinhada aos objetivos produtivos, o acompanhamento e a eficiência das estratégias sanitárias, dentre outros fatores, irão impactar diretamente no resultado da atividade.</p>
<p>Alguns fatores, entretanto, extrapolam os impactos das decisões tomadas pela porteira adentro. Variações e estratégias políticas governamentais, por exemplo, impactam diretamente na atividade.</p>
<p>Com isso, ocorrem oscilações de mercado na reposição ou no preço de venda, afetando o resultado do negócio de forma direta.</p>
<p>Justamente esse último fator citado acima (variação do mercado), representa um grande impacto na apuração dos resultados da atividade. Mais do que a simples variação, o ágio da reposição tem uma representatividade significativa na rentabilidade das fazendas.</p>
<p>Mas afinal, <strong>o que significa ágio do bezerro</strong> e principalmente, como contornar os desafios proporcionados pelo do ágio?</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o ágio?</h2>
<p>O ágio, de maneira bem objetiva, <strong>é a diferença entre o valor recebido pela arroba do animal vendido e o valor pago pela arroba do animal adquirido</strong>.</p>
<p>Para exemplificar, um produtor que trabalha apenas com <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/"><strong>recria</strong></a>, compra animais desmamados de 7 arrobas e vende esses animais como boi magro aos 420 quilos. No momento da compra, ele paga 300 reais (por exemplo) no valor da arroba do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">animal desmamado</a></strong> e quando vai vender esse animal para engorda ele recebe 260 reais (por exemplo) por arroba.</p>
<p>O ágio do bezerro é justamente a diferença de 40 reais, exemplificada acima (300-260), existente entre o preço da arroba da reposição e o preço da arroba vendida pelo recriador.</p>
<p>O ágio pode ser expresso de forma absoluta, 40 reais, como no exemplo, ou em termos percentuais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular o ágio do bezerro?</h2>
<p>Outra forma de calcular o ágio é através da porcentagem:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ágio = Preço da arroba de reposição / Preço de venda da arroba x 100%</strong></p>
<p style="text-align: center;">ou</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ágio = Variação do preço da arroba (preço de compra – preço de venda) /Preço de venda da arroba x 100%</strong></p>
<p>Em uma atividade em que os custos de produção elevados tornam as margens cada dia mais ajustadas, a eficiência na comercialização tanto na compra como na venda dos animais é imprescindível para a obtenção de resultados satisfatórios.</p>
<p>O ágio pode acontecer tanto para recriadores, como para quem trabalha apenas com engorda ou com recria e engorda, tendo-se uma diferença entre os valores de compra e de venda pela unidade produtiva, arroba, haverá a necessidade de avaliação do ágio independente da fase do sistema de produção trabalhada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do ágio do bezerro, temos o deságio. Em definição, ele é o oposto do ágio e a lógica dos dois é a mesma, porém com direcionamento inverso. Quando o pecuarista compra a arroba com valor abaixo do valor de venda, chamamos de deságio.</span></p>
<h2>Como obter lucro com essa atividade?</h2>
<p>A resposta está justamente na <strong>capacidade e eficiência produtiva de uma arroba mais barata na fazenda</strong>. A mecânica da atividade é comprar e desenvolver os animais na propriedade, “colocando” mais arrobas nesses animais com um custo de produção mais baixo.</p>
<p>Produzir a arroba mais barata na propriedade, em menor espaço de tempo, permite a <strong>diluição do ágio</strong>.</p>
<p>Seguindo no mesmo exemplo citado no início do texto, da reposição de 7 arrobas adquirida por R$300,00/arroba e vendida como boi magro aos 14 arrobas, por R$300,00/arroba, é necessário que o custo das 7 arrobas produzidas na fazenda seja suficiente para pagar a diferença de preço das arrobas de compra e ainda remunerar o produtor.</p>
<p>Para isso, então, <strong>precisamos aumentar a eficiência na produção</strong>, maximizando a produção nos momentos de produção de arroba mais barata, pasto das águas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejando corretamente as pastagens</a></strong>, posicionando uma suplementação ajustada ao planejamento produtivo e trabalhando com animais geneticamente superiores que respondam às estratégias nutricionais.</p>
<p>Toda a gestão dessa dinâmica, desde administrativa/financeira até a gestão das estratégias de condução das pastagens e distribuição da dieta dos animais, deve ser o foco da propriedade, visando sempre aumentar a produtividade por hectare e por animal.</p>
<p>A otimização dos custos operacionais, como energia elétrica, óleo diesel, administrativo, entre outros, que são custos que não retornam em desempenho animal, devem sempre ser cuidadosamente avaliados com intuito de redução da arroba produzida na propriedade.</p>
<p>Outro ponto que possibilita a mitigação de riscos relacionados ao mercado é a possibilidade existente de se trabalhar com <strong>travas e contratos na bolsa de valores</strong>.</p>
<p>Com essa alternativa, é possível que o pecuarista minimize os impactos das oscilações de mercado e trabalhe focado cem por cento na atividade interna da fazenda, buscando sempre a produção de uma arroba mais barata, com a “garantia” do preço de venda já programado.</p>
<p>A busca por negócios mais atrativos, comprar barato e vender com preço justo, deve ser uma constante em nossa atividade, entretanto, aumentar a eficiência produtiva por área, e focar na produção de uma arroba mais barata dentro da fazenda, possibilitam resultados positivos mesmo em momentos desafiadores do mercado.</p>
<h2 data-start="164" data-end="241">Domine os indicadores do negócio e tome decisões com foco em rentabilidade</h2>
<p data-start="243" data-end="565">Entender o que é o ágio do bezerro e saber como calculá-lo é essencial para quem busca avaliar oportunidades de compra, planejar a recria e engorda com mais precisão e garantir melhores margens na pecuária de corte. Mais do que conhecer o conceito, é preciso saber usar esse e outros indicadores como ferramenta de gestão.</p>
<p data-start="567" data-end="904">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-agio-bovino-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a olhar para a fazenda com visão estratégica, interpretar dados zootécnicos e econômicos e tomar decisões mais seguras e rentáveis. Com aulas 100% online, linguagem prática e foco total na realidade do campo, o curso é ideal para quem quer transformar gestão em lucro.</p>
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		<title>Taxa de lotação: como calcular e qual a sua importância?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em regime de pastagens, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC. Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum estágio de degradação e sendo pastejadas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em <strong>regime de pastagens</strong>, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC.</p>
<p>Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">estágio de degradação</a></strong> e sendo pastejadas por um número elevado de animais.</p>
<p>Sendo assim, alguns indicadores podem e devem ser avaliados, tanto para comparação entre diferentes propriedades e sistemas quanto, principalmente, para auxiliar no <strong>manejo de pastagem</strong>, garantindo assim o equilíbrio entre quantidade correta de animal e de alimento. Um desses indicadores importantes é a<strong> taxa de lotação</strong>.</p>
<p>Você certamente já ouviu falar nesse tema, principalmente devido sua importância aqui no Brasil, onde a maioria dos sistemas de criação são a pasto.</p>
<p>Através desse indicador é possível avaliar a carga animal na área disponível de pasto e melhorar a eficiência produtiva, mas antes de tudo, precisamos esclarecer alguns termos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a taxa de lotação?</h2>
<p>A taxa de lotação é a <strong>relação entre o número de unidades animais (UA) e a área ocupada por eles</strong> durante um determinado período.</p>
<p>Por meio do resultado, você poderá definir o tipo de manejo mais adequado à propriedade e mensurar a demanda de alimento, visando assim o bom aproveitamento das pastagens.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância de calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Calcular este índice irá te auxiliar na escolha do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo das pastagens</a></strong>, determinação da demanda de alimentos e aumento do desempenho animal, pois garante um melhor aproveitamento das pastagens pelos animais.</p>
<p>Outro ponto importante na avaliação da taxa de lotação é a comparação entre as propriedades. Sabe-se que propriedades mais eficientes que manejam bem suas pastagens e investem adequadamente na nutrição dos animais apresentam taxas de lotação superiores, permitindo assim ampliação e maximização dos resultados produtivos por hectare na fazenda.</p>
<p>Porém, antes de aprender a calcular esse índice para aplicar em sua propriedade, precisamos entender melhor o que é a capacidade de suporte.</p>
<p>Basicamente um índice está ligado a outro, pois <strong>a capacidade de suporte apontará a máxima taxa de lotação que aquela área irá suportar</strong>, garantindo o equilíbrio entre desempenho animal e disponibilidade de forragem.</p>
<p>Há inúmeras consequências de um pasto com a taxa de lotação inadequada, e por isso, é muito importante respeitar a capacidade de suporte de cada pasto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18758" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg" alt="Imagem representando o equilíbrio entre quantidade animal e disponibilidade de forragem." width="600" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg 853w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-768x543.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-370x262.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-270x191.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-740x523.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h2>Categorias de pastejo e seus impactos na taxa de lotação</h2>
<p>No <strong>superpastejo</strong>, há excesso de animais na pastagem. Nesse caso eles ficam sob restrição alimentar, não realizam o pastejo de forma adequada, consomem pouco alimento e tornam a produção irregular, comprometendo o desenvolvimento da pastagem.</p>
<p>Além disso, o superpastejo suprime a forrageira diminuindo sua capacidade produtiva e permitindo a aparição de plantas daninhas, inicialmente, <strong>degradando as pastagens</strong> a médio e longo prazo.</p>
<p>No <strong>subpastejo</strong>, há sobra de forragem produzida, pois têm mais alimento do que o necessário para o número de animais naquela área, não tendo assim o bom aproveitamento da área, pois os animais irão pisotear a forragem causando desperdício. Além é claro do quanto você “deixa” de produzir ao não manejar adequadamente aquela área.</p>
<p>Enquanto o <strong>pastejo ótimo</strong> representa o uso de taxa de lotação compatível com a capacidade suporte e com o desempenho planejado para os animais. Ou seja, a quantidade de animais é ideal para a quantidade de pasto disponível para alimento, evitando desperdício e fornecendo bom aproveitamento.</p>
<p>A capacidade de suporte pode variar ao longo do ano, uma vez que, depende dos fatores climáticos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">tipo de forrageira</a></strong>, solo da área e nível de intensificação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-taxa-de-lotacao-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Para calcular esse índice você deve ter os seguintes dados:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de animais;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de UA;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de ha.</strong></li>
</ul>
<p>O primeiro passo é descobrir quantas UA, mas antes, vamos responder: <strong>por que utilizar UA para calcular a taxa de lotação?</strong></p>
<p>Como forma de padronização, utiliza-se a UA para cálculo da taxa de lotação, pois existem diversas fases de vida que o animal pode estar à pasto, por exemplo, recria e engorda.</p>
<p>Contudo, esses animais podem apresentar pesos e consumos diferentes, assim, <strong>1 UA = 450 kg de peso vivo animal</strong>.</p>
<p>Para saber quantas UAs você possui é só somar o peso médio dos animais que irão ocupar a área e dividir por 450 kg.</p>
<p>Por exemplo: Se tivermos uma área de 60 hectares, com 400 cabeças de animais desmamados pesando 210 kg, cada, a taxa de lotação será:</p>
<ol>
<li>Calcular o total de peso: 400 animais x 210 kg = 84.000 kg</li>
<li>Dividir pelo peso da UA: 84.000 kg / 450 = 186,67 UA</li>
<li>Dividir pela área total: 187,67 UA / 60 ha = <strong>3,1 UA/ha</strong></li>
</ol>
<p>Esse cálculo demonstra como a adequação da taxa de lotação pode melhorar a relação planta/animal e aumentar a produtividade.</p>
<h2>Estratégias para aumentar a taxa de lotação média anual</h2>
<p>A sazonalidade da produção forrageira é um desafio para manter a taxa de lotação. Durante períodos chuvosos, é mais fácil aumentar a lotação, enquanto na estiagem a produção forrageira é reduzida.</p>
<p>Algumas estratégias para elevar a capacidade de suporte e, consequentemente, a taxa de lotação incluem:</p>
<ul>
<li>Adubação das pastagens,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">Sistemas irrigados</a></strong>,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">Estratégias de suplementação</a></strong>, entre outros.</li>
</ul>
<p>Essas estratégias podem ser utilizadas com intuito de elevar a lotação média da propriedade ao longo do ano, sem que haja a perda de eficiência produtiva por indivíduo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18759" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg" alt="Pastagem sendo irrigada em uma propriedade de gado de corte" width="500" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg 817w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-300x297.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-768x760.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-370x366.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-270x267.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-303x300.jpg 303w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-740x732.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-96x96.jpg 96w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-150x148.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A busca pelo sucesso dos resultados na pecuária passa, inevitavelmente, por dois pontos, primeiramente pela <strong>eficiência no manejo e aproveitamento das pastagens</strong>, depois pela maximização da produção nas áreas disponíveis para a bovinocultura.</p>
<p>Para se alcançar esses dois pontos é necessário, então, explorar ao máximo a capacidade de suporte da propriedade, aumentando a taxa de lotação média anual das fazendas. Produzindo cada vez mais em menor área.</p>
<h2>Chega de perder dinheiro com pasto mal aproveitado</h2>
<p>Um dos maiores gargalos da pecuária de corte é a subutilização da pastagem: áreas degradadas, falta de planejamento de lotação e ausência de suplementação estratégica reduzem drasticamente o ganho de peso.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-taxa-de-lotacao-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> ensina como planejar o pastejo, melhorar a oferta de forragem e associar suplementação de forma inteligente para maximizar o desempenho animal e garantir maior lucro por hectare.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-taxa-de-lotacao-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16154 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Período de transição seca-águas: veja as principais estratégias para lidar com ele</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vários são os fatores responsáveis pela saúde econômica e pela rentabilidade de uma propriedade de gado de corte. Dentre esses fatores a produtividade e o desempenho dos animais têm uma importância significativa. Não basta, para uma fazenda, altas produtividades no período chuvoso do ano ou evitar que os animais percam peso ao longo das secas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários são os fatores responsáveis pela saúde econômica e pela rentabilidade de uma propriedade de gado de corte. Dentre esses fatores a produtividade e o desempenho dos animais têm uma importância significativa.</p>
<p>Não basta, para uma fazenda, altas produtividades no período chuvoso do ano ou evitar que os animais percam peso ao longo das secas. É necessário que ao longo de todo o ano, o animal apresente um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong> satisfatório.</p>
<p>Quando avaliamos uma propriedade de <strong>produção a pasto</strong> na grande maioria das fazendas do país, observamos uma variação do desempenho completamente dependente e correlacionada com a qualidade e a produção das forragens ao longo do ano.</p>
<p>Em épocas de maior pluviometria obtêm-se desempenhos mais expressivos e no período de estiagem, onde o desenvolvimento das pastagens tropicais na grande parte do país é diminuto, o ganho de peso dos animais é limitado ou até mesmo apresentam perda de peso.</p>
<p>Por esses motivos, estudos e alternativas de suplementação foram desenvolvidas ao longo dos anos <strong>com intuito de potencializar o desempenho dos animais no período das águas, e maximizar o desempenho no período das secas.</strong><span style="font-size: 10pt;"> </span></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Estratégias para o período de transição seca-águas</h2>
<p>Existe uma série de estratégias bem estabelecidas utilizadas para a suplementação no período em que as forragens estão em plena produção e já são encontramos de forma bem difundida, estratégias de suplementação para o período em que a produção <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">forrageira</a></strong> é limitada.</p>
<p>Entretanto, <strong>existe um período ao longo do ano, conhecido como período de transição, onde as pastagens apresentam uma característica distinta justamente em transição entre o período das águas e das secas</strong>, que a suplementação também deve ser avaliada com critério para potencializar o desempenho dos animais ao longo do ano.</p>
<p>A estação do ano observada entre os meses mais quentes e chuvosos e os meses mais frios e secos é o outono. Traçar uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">estratégia de suplementação</a></strong> para essa estação é fundamental quando pensamos em atingir a máxima produtividade ao longo de todo o ano.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Esse período conhecido com outono ou período de transição, <strong>reflete diretamente na qualidade das pastagens e é nítido e fácil observar com a diminuição das chuvas e a aproximação do inverno a mudança gradativa nas pastagens.</strong> A produtividade dos pastos diminui, as folhas começam a amarelar e a secar e em determinados casos observa-se a presença de sementes nas pastagens.</p>
<p>De maneira geral, há uma mudança no perfil das forrageiras, o que invariavelmente reflete no desempenho dos animais.</p>
<p>Com esse cenário de alteração e perda na qualidade das plantas e consequente diminuição no rendimento produtivo dos animais, se faz necessário uma estratégia de suplementação adequada e ajustada para esse período do ano.</p>
<p>O aumento da produtividade média dos animais ao longo do ano, deve ser alcançada considerando e avaliando todas as etapas e meses do período, inclusive o período de transição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16885" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3.jpg" alt="Pastagem para gado " width="650" height="521" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3.jpg 761w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-300x240.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-370x297.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-270x216.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-740x593.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-150x120.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Paulo Eugênio, consultor técnico do Rehagro. </span></p>
<h2>Suplementação no período de transição seca-águas</h2>
<p>A medida em que os meses com menores índices pluviométricos avançam, o desempenho dos animais, em sentido contrário, diminui.</p>
<p>Com o passar dos meses e com a aproximação do período de estiagem, a tendência observada é de diminuição de desempenho independente da suplementação utilizada, entretanto, quando os animais continuam com suplementação apenas de mineral, por exemplo, a queda no desempenho é muito mais acentuada do que em animais suplementados com proteico (consumo de 3g por kg de peso vivo) ou proteico energético (consumo de 5g por kg de peso vivo).</p>
<p>Normalmente contemplado entre os meses de março, abril e maio, animais criados a pasto no período de transição suplementados “apenas” com mineral, apresentam desempenho até 50% menor do que animais suplementados com suplemento proteico.</p>
<p>Já animais suplementados com suplemento proteico energético <strong>apresentam desempenho 80% maiores</strong> do que animais também suplementados com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplemento mineral</a></strong>, apenas. Essa diferença apresentada entre o desempenho em diferentes estratégias, demonstra e reforça a importância de uma estratégia específica para o período de transição.</p>
<p>Independente das características climáticas da região onde a propriedade está localizada em determinado período do ano, essa tendência de piora nas pastagens e diminuição do desempenho vai ocorrer.</p>
<p>Em algumas regiões de forma menos evidente e por menor período, em outras regiões de forma mais marcante por longos períodos, esse “fenômeno” se repete por todo Brasil central, norte, nordeste.</p>
<p>Outro fator de grande importância para a tomada de decisão a respeito da estratégia suplementar a ser utilizada nesse período, além do desempenho, é o progresso que esses animais terão após o período de transição, qual caminho será seguido pelos animais após esses meses.</p>
<p>Animais que serão terminados seja no confinamento convencional, seja na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/" target="_blank" rel="noopener">terminação a pasto</a></strong>, serão beneficiados com a estratégia de suplementações mais arrojadas no período de transição.</p>
<p>A utilização do proteico energético ou do proteico de 3g por kg, por exemplo, fazem mais sentido quando pensamos que esses animais serão terminados na seca seguinte ao período de transição, preparando esses animais para engorda e melhorando os resultados produtivos finais após a engorda.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16888 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4.jpg" alt="Gado de corte se alimentando no cocho" width="499" height="395" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4.jpg 499w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-300x237.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-370x293.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-270x214.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 499px) 100vw, 499px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Vinicius Costa, consultor técnico do Rehagro. </span></p>
<p>Em contrapartida, caso não esteja no planejamento das secas o fornecimento de uma suplementação visando a engorda dos animais ou o direcionamento desses animais para o cocho, a utilização do proteico no período de transição pode não se apresentar como uma boa estratégia. Quando utilizamos o 0,3%, por exemplo, no período de transição elevamos a exigência de mantença dos animais.</p>
<p>Se no período da seca seguinte ao período de transição esses animais não forem direcionados para engorda, todo o investimento realizado no período de transição será perdido com a queda de desempenho e até mesmo com a perda de peso dos animais no período das secas.</p>
<p>É de grande importância que a avaliação econômica seja realizada para a definição e a determinação das estratégias a serem utilizadas em cada um dos períodos do ano, inclusive no período de transição, entretanto, a avaliação do ganho médio diário, média do ano, deve ser avaliada de forma criteriosa, observando não somente o resultado do período, mas também cada uma das especificidades presentes em diferentes fases do ano.</p>
<p><strong>A gestão e o planejamento nutricional da fazenda devem contemplar de forma específica as estratégias de suplementação para o período de transição</strong>, garantindo então, bons desempenhos durante esse período, maximizando o desempenho dos animais na média anual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16887" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5.jpg" alt="Gado de corte no pasto" width="650" height="446" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5.jpg 771w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-300x206.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-768x527.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-370x254.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-270x185.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-740x508.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Geraldo Barcellos, consultor técnico do Rehagro.</span></p>
<h2>Enfrente o período de transição com preparo técnico e mais lucratividade</h2>
<p data-start="277" data-end="530">A transição entre seca e águas é um dos momentos mais críticos do ano para quem trabalha com gado de corte. Nesse período, decisões bem embasadas em manejo, nutrição e planejamento podem evitar perdas de desempenho e garantir maior eficiência produtiva.</p>
<p data-start="532" data-end="861">Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-periodo-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a tomar essas decisões com segurança. Com aulas 100% online, foco em aplicação prática e professores com experiência de campo, o curso prepara você para lidar com os desafios da pecuária em todas as estações, sempre com o olhar voltado para o resultado.</p>
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		<title>Habilidade materna na pecuária de corte: qual a importância?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 20:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As tendências mercadológicas visam um abate cada vez mais precoce; por isso, é fundamental investir em estratégias que permitam a permanência e a inserção do produtor nesses mercados. Nesse artigo, iremos demonstrar a importância da habilidade materna para a eficiência produtiva na pecuária de corte. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As tendências mercadológicas visam um abate cada vez mais precoce; por isso, é fundamental investir em estratégias que permitam a permanência e a inserção do produtor nesses mercados.</p>
<p>Nesse artigo, iremos <strong>demonstrar a importância da habilidade materna</strong> para a eficiência produtiva na pecuária de corte.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é habilidade materna?</h2>
<p>Presente em diversos sumários e avaliações genéticas existentes no Brasil, a habilidade materna é uma das características mais valorizadas.</p>
<p>Essa qualidade pode ser medida pelas DEPs (Diferença Esperada de Progênie) maternais e possibilita a escolha de reprodutores capazes de produzir filhas com aptidão para desmamar bezerros mais pesados.</p>
<p><strong>A habilidade materna, portanto, corresponde a todos os aspectos da relação mãe-cria</strong>, englobando desde a facilidade ao parto, produção de leite e amamentação, até comportamentos como acolhida e proteção da cria. Essa qualidade contribui diretamente para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">desmama de bezerros</a></strong> sadios, pesados e com bom desenvolvimento muscular.</p>
<p>A habilidade materna é medida por meio do peso do bezerro em quilos, aos 120 dias de vida. Dessa forma, quanto maior a habilidade materna, maior será o peso do bezerro aos quatro meses.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância da habilidade materna?</h2>
<p><strong>A habilidade materna possui influência direta sobre todo o sistema produtivo.</strong> Dentre sua importância, podemos destacar o ganho de peso nos primeiros meses de vida, gerando bezerros mais pesados a desmama.</p>
<p>Há também uma menor dependência de ração nesse período, afinal, quando existem vacas que produzem uma quantidade adequada de leite para os animais, o aporte de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/" target="_blank" rel="noopener">suplementação</a></strong> é menor, pois a demanda nutricional é suprida majoritariamente pelo leite.</p>
<p>Outro ponto importante a ser considerado, é que ao se utilizar touros que produzem boas filhas, há um maior ganho em fêmeas de reposição que são destaque dentro da fazenda, aumentando assim o ganho genético do rebanho.</p>
<p>A elevação do ganho <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico/" target="_blank" rel="noopener">genético</a></strong> a partir da habilidade materna cria uma base sólida no rebanho que, quando consolidada, permite o investimento do produtor em outras diretrizes, como o acabamento de carcaça, por exemplo.</p>
<h3>Atenção para a seleção</h3>
<p>A seleção para habilidade exige alguns cuidados. Deve-se respeitar um equilíbrio, visto que em alguns casos o desbalanço traz malefícios.</p>
<p>A seleção exacerbada para essa característica traz mudanças anatômicas para o sistema mamário da vaca e a predisposição a danos, pois quando se seleciona muito para produção de leite, há o maior desenvolvimento do úbere e aumento dos tetos, aumentando a exposição a danos.</p>
<p>Essa maior seleção para habilidade materna, além disso, aumenta a probabilidade de desenvolvimento de patologias mamárias como a mastite. Outro ponto importante é a elevação das exigências nutricionais e dos custos para manutenção das fêmeas.</p>
<p>Todos esses fatores somados podem contribuir para redução da fertilidade dos animais, prejudicando todo o sistema produtivo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>A habilidade materna é de extrema importância para pecuária de corte, contribuindo para todo o sistema produtivo. </strong></p>
<p>Contudo, é fundamental manter o equilíbrio para seleção dessa característica, cabendo aos produtores e ao técnicos o bom senso de adequar essa característica a cada particularidade do sistema produtivo.</p>
<h2 data-start="172" data-end="244">Vá além da prática: torne-se referência em produção de gado de corte</h2>
<p data-start="246" data-end="490">A habilidade materna é só um dos muitos pontos que impactam o sucesso de uma fazenda. Se você quer entender o “porquê” por trás do manejo, tomar decisões técnicas com segurança e aumentar o lucro por hectare, é hora de investir na sua formação.</p>
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		<title>Desmama de bezerros de corte: quais os principais cuidados com essa fase?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 19:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[desmame]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eficiência produtiva e rentabilidade são os propósitos do pecuarista em todas as fases da produção. Dessa forma, é importante se atentar aos detalhes na desmama dos bezerros. Nesse artigo iremos pontuar os principais cuidados com a desmama e sua importância para o desenvolvimento dos bezerros. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eficiência produtiva e rentabilidade são os propósitos do pecuarista em todas as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fases da produção</a></strong>. Dessa forma, é importante se atentar aos detalhes na desmama dos bezerros.</p>
<p>Nesse artigo iremos pontuar os <strong>principais cuidados com a desmama e sua importância para o desenvolvimento dos bezerros.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>A desmama de bezerros na pecuária de corte</h2>
<p><strong>O desmame é o momento em que ocorre a separação do bezerro de sua mãe.</strong> No Brasil esse manejo tradicionalmente é realizado por volta dos 8 meses de vida do animal, sendo um período caracterizado por um grande estresse, tanto para a matriz quanto para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-esta-cuidando-bem-da-sua-cria/" target="_blank" rel="noopener">cria</a></strong>.</p>
<p>Em relação ao peso correto para desmama, é indicado realizar o manejo em bezerros que pesem entre 180 kg e 210 kg. Esse peso somado à idade (8 meses) contribui para o desmame saudável dos animais.</p>
<p>O respeito a esses parâmetros é importante, pois nesse período o bezerro terá uma imunidade robusta contra doenças que podem acarretar a mortalidade do animal.</p>
<p><strong>Além disso, é na fase da desmama que o bezerro já é considerado um completo ruminante</strong>, sendo capaz de utilizar a forragem sólida como fonte de energia e nutrientes necessários para seu desenvolvimento.</p>
<p>Também é importante levar em consideração outros fatores como: peso da vaca, idade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">estado corporal</a></strong> da vaca e do bezerro, a quantidade e a qualidade dos alimentos disponíveis, à época do ano e a produção de leite da vaca.</p>
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<h2>Sistemas de desmama na pecuária de corte</h2>
<p>Esse manejo pode ser realizado de diversas maneiras e a escolha vai de acordo com a finalidade do produtor, variando com os sistemas de produção.</p>
<p>Confira a seguir os quatro principais modelos de desmama no Brasil:</p>
<h3>Desmama precoce</h3>
<p><strong>Esse manejo consiste na separação definitiva do bezerro, mais cedo que o momento tradicional, aos 8 meses de idade. </strong></p>
<p>Essa prática é recomendada para os períodos nos quais há escassez de forragem, objetivando reduzir o estresse da lactação e os requerimentos nutricionais da vaca (em especial novilhas), antecipando assim o restabelecimento da atividade reprodutiva.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendado que essa prática ocorra no período de monta, a fim de alcançar a reconcepção imediata das fêmeas. </span></p>
<h3>Desmama temporária ou interrompida</h3>
<p><strong>Pode ser realizada com a remoção temporária do bezerro, por um período que pode variar de 48 a 72 horas, cerca de 40 dias após o parto. </strong></p>
<p>A remoção temporária do estímulo da amamentação provoca um aumento na liberação do LH (hormônio luteinizante), auxiliando assim o retorno do ciclo estral. Contudo, vacas de péssimo estado corporal não respondem a este estímulo.</p>
<h3>Desmama lado a lado</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em algumas propriedades há a manutenção do contato visual mãe/cria, visando melhorar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar dos animais</a></strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Nesse tipo de manejo, as vacas e os bezerros são mantidos lado a lado, separados apenas por uma cerca</strong>.</span></p>
<h3>Separação completa/abrupta</h3>
<p><strong>Essa técnica consiste na separação realizada de uma vez (sem contato visual e auditivo).</strong></p>
<p>Uma dica é retirar a matriz do pasto e deixar o bezerro, afinal aquele lugar já é conhecido para ele e dessa forma o estresse será menor.</p>
<h2>Influência do desmame no desenvolvimento do bezerro</h2>
<p><strong>O período de desmame é um dos mais estressantes na vida do animal:</strong> a total dependência do rúmen, o distanciamento da mãe e a adaptação ao novo ambiente são desafios normalmente encontrados durante esta fase da vida.</p>
<p>O estresse desse manejo causa diversas perdas na produtividade do rebanho, afetando além do ganho de peso e da eficiência alimentar, a saúde e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodução dos animais</a></strong>.</p>
<p>Dessa forma, cuidados com os processos presentes nesse manejo, são essenciais para reduzir os efeitos negativos e minimizar a queda do desempenho dos animais.</p>
<h2>Cuidados com a desmama de bezerros</h2>
<p><strong>Os cuidados com a desmama se iniciam antes mesmo do bezerro nascer</strong>, afinal os manejos nesse período terão influência direta sobre o futuro do animal.</p>
<p>Esse processo começa nos cuidados com a mãe. As vacinas irão ajudar a estimular uma resposta imunológica que fornecerá proteção ao patógeno no colostro. É fundamental garantir a ingestão do colostro em quantidade e qualidade suficientes, nas primeiras 24 horas de vida dos bezerros.</p>
<p>Outro ponto de atenção é a realização de um programa completo de sanidade: vacinação, combate a endoparasitas e ectoparasitas. O correto manejo sanitário vai contribuir para a construção de uma imunidade robusta dos animais.</p>
<p>Nos primeiros dias após a separação, deve-se evitar distúrbios aos recém-desmamados e caso os bezerros sejam transportados é necessário reduzir ao máximo o estresse desse manejo.</p>
<p>No dia do embarque, os bezerros devem ser manipulados por manejo racional, além disso, os animais devem embarcar prontamente. Evite os horários mais quentes do dia e se possível realize a comercialização e o transporte dos animais para propriedades mais próximas, quanto maior o trajeto, maior será o estresse.</p>
<p>Ao descarregar os animais, disponibilize um tempo para descanso e priorize o silêncio, forneça prontamente água fresca e ração de boa qualidade.</p>
<h2>Um momento decisivo para o rebanho</h2>
<p><strong>O desmame dos bezerros é com certeza um momento de grande impacto na vida dos animais, por isso é essencial estabelecer ações que visem reduzir os fatores estressantes.</strong> O planejamento deve ser multifatorial, levando em consideração o objetivo do produtor e o sistema da fazenda.</p>
<p>Estabelecer um <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plano específico</strong></a> para cada rebanho é o diferencial para alcançar os melhores resultados produtivos.</p>
<h2 data-start="206" data-end="294">A desmama é só o começo: prepare-se para conduzir o rebanho até a alta lucratividade</h2>
<p data-start="296" data-end="482">A forma como você conduz a desmama impacta diretamente no desempenho dos bezerros nas próximas fases. Quer tomar decisões mais seguras, evitar perdas e garantir maior retorno por animal?</p>
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		<title>Cigarrinha-das-pastagens: veja principais estratégias de controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 16:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[cigarrinha-das-pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o controle eficaz da cigarrinha-das-pastagens, é essencial adotar um manejo integrado e ecológico. Essa abordagem visa reduzir a população da praga, preservar inimigos naturais e proteger gramíneas forrageiras nos períodos de maior suscetibilidade ao ataque. Controle cultural da cigarrinha-das-pastagens Diversificação das pastagens Diversificar pastagens é fundamental no manejo da cigarrinha-das-pastagens. O plantio de gramíneas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o <strong>controle eficaz da cigarrinha-das-pastagens</strong>, é essencial adotar um manejo integrado e ecológico.</p>
<p>Essa abordagem visa reduzir a população da praga, preservar inimigos naturais e proteger gramíneas forrageiras nos períodos de maior suscetibilidade ao ataque.</p>
<h2>Controle cultural da cigarrinha-das-pastagens</h2>
<h3>Diversificação das pastagens</h3>
<p>Diversificar pastagens é fundamental no manejo da cigarrinha-das-pastagens. O plantio de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">gramíneas</a></strong> com diferentes níveis de suscetibilidade reduz os danos da praga.</p>
<p>Nos períodos de maior incidência, gramíneas suscetíveis (como <em>Brachiaria decumbens</em> e <em>Brachiaria ruziziensis</em>) devem ser manejadas com pastejo leve, enquanto os animais podem ser direcionados para gramíneas resistentes (como <em>Brachiaria brizantha</em> e <em>Panicum maximum</em>).</p>
<p>Recomenda-se <strong>evitar a formação de extensas áreas de pastagens com uma única espécie</strong>, na tentativa de impedir que a resistência seja superada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h3>Manejo de pastagens</h3>
<p>A subdivisão dos pastos e o controle da pressão de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo</a></strong> ajudam a minimizar os impactos da cigarrinha-das-pastagens. Durante o período de maior ocorrência (novembro a abril), evite o superpastejo, especialmente em gramíneas suscetíveis.</p>
<ul>
<li><strong>Gramíneas rasteiras</strong>: mantenha altura entre 25 cm e 30 cm.</li>
<li><strong>Gramíneas cespitosas</strong>: mantenha altura entre 40 cm e 45 cm.</li>
</ul>
<p>Essas práticas ajudam a preservar o vigor das plantas e seus inimigos naturais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10928 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens.jpeg" alt="Pastagem de tifton danificada por cigarrinha-das-pastagens" width="740" height="416" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens.jpeg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens-300x169.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens-370x208.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens-270x152.jpeg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Pastagem de tífton danificada por cigarrinha-das-pastagens</span></p>
<h3>Correção do pH e adubação de pastagens</h3>
<p>Com o decorrer do tempo de utilização dos pastos, há uma constante e crescente queda no vigor da rebrota das forrageiras e infestação por plantas invasoras. Além disso, o ataque de pragas e doenças e o manejo inadequado resultam no processo de degradação das pastagens.</p>
<p>A reposição periódica dos nutrientes limitantes ao crescimento das gramíneas (fósforo, potássio e nitrogênio) deve ser determinada pela análise de solo e exigências da forrageira, a fim de manter as plantas vigorosas e resistentes ao ataque não só da cigarrinha-das-pastagens, mas de outras pragas também.</p>
<h3>Consorciação de gramíneas x leguminosas</h3>
<p>Baseia-se no princípio de que as cigarrinhas alimentam-se exclusivamente de gramíneas, assim quando essas estiverem consorciadas com leguminosas, há redução do substrato livre para praga. Quando as leguminosas são plantadas em faixas, essas atuam como barreira na dispersão dos adultos.</p>
<p>Além disso, deve-se considerar que pastagens consorciadas, quando <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">bem manejadas</a></strong>, apresentam melhor valor nutritivo que reflete positivamente no desempenho animal.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Cuidados com as sementes forrageiras</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao se adquirir sementes para formação e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">reforma de pastagens</a></strong>, deve-se certificar de que apresentam boa qualidade e ausência de ovos de cigarrinhas em quiescência. </span></p>
<h3>Uso do fogo no controle da cigarrinha-das-pastagens</h3>
<p>O uso indiscriminado da queimada traz prejuízos à ecologia (extermínio dos inimigos naturais) e propriedades físico-químicas e biológicas do solo, que contribuem no processo de degradação das pastagens.</p>
<p>Deve-se restringir a pastos que tradicionalmente apresentam altas infestações através de queimada controlada durante a estação seca, buscando-se inviabilizar os ovos quiescentes, o que nem sempre é alcançado, podendo ter pouco ou nenhum controle. Recomenda-se, portanto, evitar o uso de tal medida.</p>
<h2>Controle químico das cigarrinhas-das-pastagens</h2>
<p>O emprego de <strong>inseticidas</strong> no controle de adultos de cigarrinhas-das-pastagens <strong>só se justifica em caso de pastagens que tenham um alto valor agregado</strong>, como às destinadas à produção de sementes.</p>
<p>Para efetuar o controle, deve-se monitorar a população das ninfas, através de observações periódicas no campo. Recomenda-se, o controle somente após a constatação da existência de <strong>20 a 25 ninfas de últimos instares (quase adultos)/m2.</strong></p>
<p>Como existem ninfas de diferentes instares (“idades”), pode ser necessário repetir a aplicação sete dias após. Jamais utilizar inseticidas após a constatação do amarelecimento, pois a expressão dos sintomas se dá cerca de três semanas após o ataque das cigarrinhas adultas, período no qual os insetos responsáveis pelo dano já completaram seu ciclo. Ao conciliar o controle químico ao biológico numa mesma área de pastagem, deve-se optar por inseticidas compatíveis ao agente biológico.</p>
<p>O maior desafio ao controle químico das formas jovens das cigarrinhas, evitando-se assim que o adulto injete a saliva tóxica e cause o dano às pastagens, é fazer com que os produtos consigam vencer a barreira de proteção oferecida pela espuma na base da planta forrageira.</p>
<h2>Controle biológico das cigarrinhas-das-pastagens</h2>
<p>Os inimigos naturais atuam em maior ou menor grau para redução da população das cigarrinhas, devendo-se adotar medidas que visem manter e/ou aumentar as suas populações, na busca do equilíbrio biológico.</p>
<p>Em condições de campo, as cigarrinhas são parcialmente controladas por vários inimigos naturais, entre eles o mais importante é o <strong>fungo <i>Metarhizium anisopliae</i></strong> que coloniza as ninfas e os adultos. No entanto, a efetividade do fungo depende dos fatores ambientais, principalmente, temperatura e umidade relativa do ar.</p>
<p>Também tem-se observado larvas das moscas, <i>Salpingogaster nigra</i> e <i>Salpingogaster pygophora</i>, penetrando a massa espumosa para se alimentarem das ninfas e outros inimigos naturais, tais como: aranhas, formigas, microhimenópteros e nematóides entomopatogênicos.</p>
<p>O fungo <i>M. anisopliae</i> tem-se mostrado uma alternativa válida no controle das cigarrinhas em canaviais, com eficiência variando de 10 a 60%.</p>
<p>Em regiões ecologicamente favoráveis ao entomopatógeno, o uso do fungo tem superado o efeito real dos inseticidas químicos na evolução da praga. Embora ainda não se tenha definido um nível de dano econômico para a cigarrinha-das-pastagens, sugere-se que sejam feitos levantamentos populacionais da praga antes do controle, levando-se em consideração todas as medidas citadas anteriormente.</p>
<p>Para tanto, no período de máxima precipitação, quando ocorre a maior incidência do inseto, sugere-se <strong>realizar levantamentos de insetos a cada 15 dias</strong>.</p>
<h2 data-start="209" data-end="286">Controle pragas com estratégia e fortaleça a base da sua produção: o pasto</h2>
<p data-start="288" data-end="568">A presença da cigarrinha-das-pastagens compromete a produtividade forrageira, o ganho de peso do rebanho e, consequentemente, o resultado econômico da fazenda. Mais do que reagir à infestação, é essencial ter um plano de manejo preventivo, técnico e alinhado ao sistema produtivo.</p>
<p data-start="570" data-end="946">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-cigarrinha-pastagens-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar controle de pragas, manejo de solo, escolha de forrageiras e estratégias nutricionais que garantem maior eficiência por hectare. Com aulas 100% online, linguagem prática e foco total na realidade do campo, o curso prepara você para tomar decisões mais seguras e rentáveis.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Bem-estar animal de bovinos de corte: conheça as 5 liberdades</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 15:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano, o bem-estar animal ganha mais destaque dentro da pecuária. Esse crescimento está associado, principalmente, ao aumento da exigência do consumidor preocupado com a origem daquilo que consome. Dessa forma, é essencial que o produtor se integre sobre o tema e introduza na sua fazenda as normas de bem-estar específicas para os bovinos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada ano, o bem-estar animal ganha mais destaque dentro da pecuária. Esse crescimento está associado, principalmente, ao aumento da exigência do consumidor preocupado com a origem daquilo que consome.</p>
<p>Dessa forma, é essencial que o produtor se integre sobre o tema e introduza na sua fazenda as normas de bem-estar específicas para os bovinos de corte.</p>
<p>Neste artigo você vai conhecer as <strong>5 liberdades do bem-estar animal</strong>, as principais técnicas e as vantagens de implementar manejos correlacionados na sua fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>As 5 liberdades do bem-estar animal</h2>
<p>O bem-estar animal (BEA) é uma ciência que estuda a relação de respeito entre o homem com os outros animais.</p>
<p>A partir do envolvimento de diversos pesquisadores e profissionais da agricultura e pecuária do Reino Unido, foram criadas 5 liberdades que devem ser garantidas para que o BEA ocorra. São elas:</p>
<ol>
<li><strong> Livre de fome e sede:</strong> Os animais devem ter acesso a alimento e água, em quantidade e qualidade adequadas.</li>
<li><strong> Livre de dor e doença:</strong> Relacionado a sanidade dos animais, é essencial garantir a prevenção, o diagnóstico e tratamento adequados para quaisquer afecções físicas: dores, ferimentos e doenças.</li>
<li><strong> Livre de desconforto:</strong> O ambiente a qual os animais estão inseridos deve ser adequado à espécie, além disso, é importante conter áreas para abrigo e descanso.</li>
<li><strong> Livre de medo e de estresse: situações</strong> de estresse e esgotamento mental devem ser eliminadas.</li>
<li><strong> Livre para expressar seu comportamento natural: os</strong> animais devem expressar o seu comportamento natural livremente.</li>
</ol>
<p>Para que o bem-estar animal seja alcançado é necessário respeitar as 5 liberdades, proporcionando práticas de criação e produção adequadas.</p>
<p>Essas práticas exigem o envolvimento de todos: produtores, funcionários, <a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>veterinários e zootecnistas</strong></a>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais técnicas de bem-estar para bovinos de corte</h2>
<p>A adoção de boas práticas no manejo de bovinos de corte é fundamental em todas as fases da vida dos animais, afinal, técnicas que promovem o bem-estar animal podem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">aumentar a produtividade</a></strong> e ajudar a minimizar problemas na rotina da fazenda.</p>
<p>Com essa visão, existem alguns métodos de manejo e instalações que promovem o bem-estar animal na atividade pecuária, são eles:</p>
<h3>Conscientização dos funcionários da fazenda</h3>
<p>A conscientização sobre o bem-estar dos bovinos para os funcionários da fazenda é fundamental, pois são eles os responsáveis pelo manejo do dia a dia. Capacitação e treinamento dos funcionários quanto ao BEA, promove a maior qualidade na execução das atividades pecuárias.</p>
<h3>Conhecimento do comportamento animal</h3>
<p>Compreender o comportamento dos animais pode auxiliar os métodos de condução dos mesmos, facilitando o manejo e reduzindo o estresse. Não utilize ferrão ou outros objetos pontiagudos para o manejo, uma técnica que pode auxiliar a condução é movimentar bandeiras atrás dos animais, para que sigam em frente.</p>
<h3>Alimentação balanceada</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">É essencial fornecer água limpa</a></strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementos nutricionais</strong></a> de boa qualidade durante todo o ano, que sejam suficientes para atender as necessidades de crescimento, mantença e produção dos animais.</p>
<h3>Dimensionamento ambiental adequado</h3>
<p>Oferecer espaço suficiente para que os animais possam manter suas atividades e expressar o comportamento normal dentro do grupo, disponibilizar condições que evitem sofrimento físico e mental (como dor, desconforto, medo e angústia).</p>
<h3>Sanidade dos bovinos</h3>
<p>Promover cuidados de saúde, sob responsabilidade do médico veterinário, visando prevenir, diagnosticar e tratar doenças, objetivando eliminar ou reduzir o sofrimento dos animais.</p>
<h3>Conforto ambiental</h3>
<p>Disponibilizar sombra em quantidade suficiente para protegê-los do excesso de calor durante as horas mais quentes do dia.</p>
<h2>Vantagens da implementação do bem-estar animal na pecuária de corte</h2>
<p><strong>Dentre as vantagens do bem-estar animal, podemos destacar a influência direta sobre o aumento da produtividade, a melhora dos índices zootécnicos e a redução da mortalidade</strong>.</p>
<p>Esse aumento de eficiência se dá pelo fato de que esses animais adoecem menos e assim, ganham peso mais rápido, reduzindo os custos com a criação e, como consequência, aumento nos lucros.</p>
<p>Outra vantagem é o aumento da qualidade dos produtos, afinal quando o conhecimento e o respeito ao comportamento além das necessidades dos bovinos são aplicados, evitamos o estresse e os danos à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong>.</p>
<p>Esses fatos, proporcionam melhores resultados econômicos, pois aumentam o valor agregado, melhoram a qualidade do produto final e possibilitam maior acesso ao mercado.</p>
<p>Além disso, a prática melhora a qualidade de trabalho na fazenda, proporcionando menor nível de estresse durante as atividades, praticidade, menos acidentes e aumento da segurança dos vaqueiros no manejo.</p>
<p>Sendo assim aumenta a eficiência no curral e proporciona melhor qualidade de vida a todos os envolvidos no processo, animais e seres humanos.</p>
<p>Os conceitos de bem-estar animal, bem como a produção de carne com segurança, sanidade e sustentabilidade estão cada vez mais presentes na pecuária de corte.</p>
<p>Promover essas práticas na rotina da sua fazenda não apenas melhora a produtividade e qualidade, como também facilita o trabalho dos funcionários e agrega valor à pecuária de corte nacional como um todo.</p>
<h2 data-start="174" data-end="248">Produção eficiente também passa pelo cuidado com o bem-estar do rebanho</h2>
<p data-start="250" data-end="522">As 5 liberdades do bem-estar animal não são apenas princípios éticos, elas impactam diretamente a produtividade, a conversão alimentar, a qualidade da carne e a imagem da fazenda no mercado. Quem entende isso sai na frente e produz com mais eficiência e responsabilidade.</p>
<p data-start="524" data-end="889">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-bem-estar-animal-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar bem-estar, nutrição, sanidade e indicadores econômicos para construir um sistema produtivo mais equilibrado, rentável e sustentável. Com aulas online, aplicação prática e professores que vivem a realidade do campo, o curso é feito para quem quer ir além do básico na pecuária de corte.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-bem-estar-animal-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Suplementação mineral para bovinos de corte: veja a importância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
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		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
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		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação mineral dos bovinos de corte, ajustada aos objetivos produtivos por categoria e época do ano, é fundamental para a garantia de um bom desempenho dos animais criados em sistema de pastejo. Além de garantir os níveis mínimos necessários para o perfeito funcionamento fisiológico e metabólico dos animais, existe ainda a expectativa de que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>suplementação mineral dos bovinos de corte</strong>, ajustada aos objetivos produtivos por categoria e época do ano, é fundamental para a garantia de um bom desempenho dos animais criados em sistema de pastejo.</p>
<p>Além de garantir os níveis mínimos necessários para o perfeito funcionamento fisiológico e metabólico dos animais, existe ainda a expectativa de que o desempenho dos animais seja potencializado quando se utiliza a estratégia suplementar mineral da forma adequada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Importância da suplementação mineral</h2>
<p>Estudos e pesquisas relacionados à importância da suplementação mineral já são realizados há muitos anos e o que se observa de maneira geral, <strong>é a necessidade de que os animais sejam suplementados com uma quantidade ótima de minerais</strong> onde, nesse caso, é possível observar também o melhor desempenho (avaliando especificamente o quesito disponibilidade de mineral) possível desse animal.</p>
<p>Diferente de carboidratos e proteínas, por exemplo, onde modulamos a quantidade fornecida para os animais visando a potencialização do desempenho, nos minerais devemos fornecer as exigências que garantam um bom desempenho dos animais para cada fase da vida.</p>
<p>Cálcio e fósforo são os únicos que apresentam exigências para mantença e também exigências para ganho.</p>
<h3>Excesso e deficiência do consumo de minerais</h3>
<p>Existem outras possibilidades, além do consumo ótimo, que podem ser observadas quando avaliamos o consumo de minerais.</p>
<p>Por exemplo, a <strong>deficiência no consumo</strong>, ou seja, quando os animais consomem níveis inferiores à sua exigência, que quando discreta, <strong>pode levar a uma deficiência subclínica e, quando mais significativa, a uma deficiência clínica. </strong></p>
<p>O <strong>excesso no consumo dos minerais, </strong>por outro lado, também pode ser um problema. <strong>Pode levar a uma intoxicação subclínica ou até mesmo uma intoxicação clínica</strong> quando consumido em maiores quantidades, de acordo com as exigências de cada mineral. <span style="font-weight: 400;">Por isso é de extrema importância, o fornecimento e o consumo dos animais, apresentarem um ponto ótimo. </span></p>
<p>Os minerais exigidos hoje para bovinos de corte são 17 no total, divididos em dois grupos, <strong>os macro e os microminerais.</strong> É importante salientar que essa divisão não está relacionada ao tamanho da molécula de cada mineral, mas sim a quantidade em que estes minerais são encontrados nos tecidos corporais e consequentemente a quantidade que são exigidos.</p>
<p>Cada um dos minerais, seja macro ou micro, apresenta um papel importante para os ruminantes, principalmente nos quesitos: imunidade, desempenho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong> e produção de leite.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Macrominerais</h2>
<ul>
<li>Cálcio (Ca);</li>
<li>Fósforo (P);</li>
<li>Cloro (Cl);</li>
<li>Magnésio (Mg);</li>
<li>Potássio (K);</li>
<li>Sódio (Na);</li>
<li>Enxofre (S).</li>
</ul>
<p>Esses minerais apresentam funções diversas no organismo, como por exemplo sendo <strong>componentes estruturais do esqueleto e outros tecidos corporais, transmissão de impulsos nervosos e pressão osmótica</strong>, dentre outras importantes funções.</p>
<h3>Cálcio</h3>
<p>O cálcio é de grande importância para a atividade muscular, coagulação sanguínea, estimulação da síntese de proteína muscular e, principalmente, exerce um papel fundamental na formação dos ossos e dos dentes.</p>
<h3>Fósforo</h3>
<p>O fósforo apresenta um papel importante como componente dos fosfolipídios das membranas celulares, sendo também um componente do ATP (molécula indispensável no processo de utilização de energia nas células), dentre outras funções.</p>
<p>Deficiências de cálcio e fósforo podem causar sérios prejuízos ao desempenho dos animais.</p>
<p>Uma das principais doenças consequentes dessas deficiências, é a hipocalcemia, também conhecida como febre do leite e apetite depravado (ocorrendo principalmente em regiões de solos pobres em P).Estudos relacionados reforçam ainda, grandes prejuízos relacionados à queda nos desempenhos reprodutivos de fêmeas com deficiência de fósforo.</p>
<p>Cálcio e fósforo atuam de forma concomitante na função óssea, por esse motivo a relação entre eles é importante fator de estudos e discussões, relação essa que pode ser de 1:1 até 7:1, desde que a exigência do fósforo seja atingida.</p>
<h3>Magnésio</h3>
<p>Cerca de 70% do magnésio no organismo dos ruminantes está presente no tecido ósseo. Esse importante mineral representa um papel determinante em mais de 300 enzimas no organismo.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/" target="_blank" rel="noopener">período de transição seca-águas</a></strong>, pode significar um desafio, pensando no aporte de Mg. Isso porque o broto da pastagem nova contém baixo magnésio e alta concentração de potássio e nitrogênio que diminuem a absorção de Mg no rúmen.</p>
<p>Uma forma prática de contornar esse desafio é a suplementação energética, que potencializa a utilização do N, além é claro da suplementação com o magnésio.</p>
<p>Dentre os efeitos da deficiência está o desenvolvimento da tetania das pastagens, causadora de incoordenação e convulsões.</p>
<h3>Potássio, sódio e cloro</h3>
<p>São responsáveis principalmente pelo controle ácido básico no organismo. Esses minerais não apresentam, comumente, deficiências que geram desafios ou doenças como os anteriormente apresentados.</p>
<p>Cloreto de sódio rico em Cl e Na, pode ser utilizado como modulador de consumo e o K apresenta uma condição especial onde a maioria das espécies forrageiras são ricas nesse mineral.</p>
<p>Algumas condições específicas, como animais em estresse causado pela desmama e animais confinados com dietas sem adição de forragem, podem apresentar um aumento na exigência de potássio.</p>
<h3>Enxofre</h3>
<p>Componente importante de aminoácidos ao contrário dos demais minerais citados, o desafio mais importante com relação ao enxofre está relacionado ao seu excesso, principalmente avaliando a óptica da crescente <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">utilização de coprodutos de destilaria de milho</a></strong>, ricos em enxofre.</p>
<p>É justamente esse excesso que pode causar uma doença que conhecemos como <a href="https://rehagro.com.br/blog/polioencefalomalacia/"><strong>Poliencefalomalacia</strong></a>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-suplementacao-mineral-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Microminerais</h2>
<ul>
<li>Cromo (Cr);</li>
<li>Cobalto (Co);</li>
<li>Cobre (Cu);</li>
<li>Ferro (Fe);</li>
<li>Iodo (I);</li>
<li>Manganês (Mn);</li>
<li>Molibdênio (Mo);</li>
<li>Níquel (Ni);</li>
<li>Selênio (Se);</li>
<li>Zinco (Zn).</li>
</ul>
<p>Os microminerais são <strong>componentes de enzimas e agem também como componentes em hormônios no sistema endócrino</strong>. Apresentam grande importância para a manutenção da saúde e, consequentemente, do desempenho dos animais.</p>
<h3>Cromo</h3>
<p>Existe uma clara necessidade de mais pesquisas relacionadas ao papel do cromo no organismo e principalmente da adequação das doses a serem suplementadas, mesmo já demonstrando sua importância para o sistema imunológico dos animais.</p>
<h3>Cobalto</h3>
<p>O cobalto apresenta importância relevante, tendo em vista a demanda de Co por parte dos microrganismos do rúmen no momento da síntese de vitamina B12.</p>
<p>Não existe uma exigência direta de cobalto por parte dos ruminantes, entretanto, existe uma exigência de vitamina B12, justificando então a importância na exigência do Co.</p>
<h3>Cobre</h3>
<p>O cobre é um constituinte de diversas enzimas no organismo e está diretamente relacionado ao metabolismo do Fe.</p>
<p>A anemia é uma das principais doenças causadas pela deficiência de Cu, apresentando também participação na garantia da integridade do sistema nervoso central e pigmentação dos pelos.</p>
<h3>Outros microminerais</h3>
<p>O ferro, por exemplo, é muito relevante nas funções do organismo e há uma boa disponibilidade desse mineral nas forragens.</p>
<p>O magnésio, essencial para reprodução, normalmente tem sua exigência atingida com consumo da forragem, por isso a avaliação da suplementação desse mineral é de grande valia, principalmente pensando em vacas para reprodução</p>
<p>O iodo controla a taxa metabólica fundamental para o anabolismo. O selênio atua como antioxidante e o zinco também é um mineral importante, sendo que sua deficiência pode levar a problemas de pele dos animais, principalmente dos mais jovens.</p>
<h2>A suplementação mineral em bovinos de corte</h2>
<p>A suplementação mineral, como já demonstrado acima, <strong>é muito valorosa e de grande impacto para os sistemas de produção</strong>. Para cada categoria e fase da vida animal, as exigências e necessidades por esses macro e microminerais vão variar e devem ser atentamente atendidas.</p>
<p>Além das características específicas do indivíduo que será suplementado por determinado mineral, outros fatores podem influenciar na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">estratégia de suplementação</a></strong>. Entre eles, estão as condições ambientais, (mais especificamente as condições do solo e consequentemente das pastagens) e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécie forrageira</a></strong> utilizada, onde os animais são criados.</p>
<p>Devido ao difícil controle e monitoramento dessas características e condições, apenas a realização das análises não nos garantem o fornecimento dos minerais, mesmo que apresentados nas amostras.</p>
<p>Assim como as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">condições das pastagens</a></strong>, a qualidade e a composição da água disponibilizada aos animais, também representa um fator ambiental que irá impactar nos cuidados no momento de definir a suplementação dos animais.</p>
<h3>Como fornecer o suplemento de forma eficiente?</h3>
<p>Outro ponto que impacta na qualidade da suplementação mineral e representa <strong>uma grande parcela na eficiência de um programa de suplementação</strong>, é o fornecimento do suplemento.</p>
<p>Para se garantir uma suplementação mineral de sucesso é imprescindível que o fornecimento seja realizado de forma constante, ou seja, que não falte mineral no cocho dos animais.</p>
<p>O suplemento empedrado inibe e dificulta o consumo, sendo assim, sempre que possível é recomendado a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">utilização de cochos</a></strong> cobertos em bom estado de conservação e com um bom dimensionamento, como altura de:</p>
<ul>
<li>50 – 60 cm do solo para fêmeas com bezerro ao pé;</li>
<li>70 – 80 cm para animais em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong> e um metro para animais em terminação, sempre com espaçamento adequado, mínimo 4 cm por cabeça.</li>
</ul>
<p>A localização do cocho nos piquetes também vai impactar no consumo do mineral, sendo recomendado que o cocho fique localizado próximo a fonte de água dos animais (não é um fator limitante para o consumo), principalmente em terrenos acidentados, propiciando então, condição para que todos os animais possam consumir o produto disponibilizado.</p>
<p>Até chegar ao cocho o suplemento passa por um grande processo desde sua fabricação, transporte, armazenamento dentro da propriedade e distribuição. Por isso, devemos inicialmente, adquirir um mineral de empresa idôneas, capazes de garantir a qualidade dos insumos utilizados na confecção do suplemento, bem como seu balanceamento correto, finalizando com transporte propício até a propriedade.</p>
<p>A partir do momento em que o suplemento se encontra na propriedade, a responsabilidade do armazenamento das sacarias deve ser muito bem estabelecida, garantindo assim os cuidados para que sejam armazenados em local fresco, abrigados de umidade e sol.</p>
<p>Muita atenção para a utilização de suplementos mais antigos, que normalmente ficam embaixo da pilha de sacaria, antes da utilização dos novos produtos recém-chegados à propriedade. De preferência, o ideal é não deixar os sacos com suplemento mineral em contato direto com solo e paredes.</p>
<p>Por fim, após a avaliação dos níveis de garantia e consequentemente, a escolha do produto de uma empresa idônea e reconhecida pela seriedade na produção dos suplementos, é recomendado um minucioso acompanhamento do consumo e do desempenho dos animais tratados com determinado suplemento.</p>
<h2>Eleve a produtividade em nutrição e pastagens na pecuária de corte!</h2>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>E-book Sistema Digestório dos Bovinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sistema digestivo dos bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a melhorar a nutrição de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos! O que você irá aprender com esse e-book? Como aumentar o ganho de peso dos bezerros; Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega de desempenho abaixo do esperado e de prejuízos com ganho compensatório e doenças digestivas. Aprenda a <strong>melhorar a nutrição</strong> de seus animais entendendo mais sobre o sistema digestório dos bovinos!</p>
<h2>O que você irá aprender com esse e-book?</h2>
<ul>
<li>Como aumentar o ganho de peso dos <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bezerros</strong></a>;</li>
<li>Imagens práticas sobre as diferentes dietas agem no rúmen;</li>
<li>O que são e qual a importância das papilas ruminais;</li>
<li>Como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">volumoso</a></strong> influencia no desenvolvimento ruminal;</li>
<li>Como evitar o ganho compensatório;</li>
<li>Principais dicas dos nossos técnicos para ter sucesso na produção.</li>
</ul>
<h2>Seja capaz de melhorar a nutrição de seus animais</h2>
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		<item>
		<title>Confinamento de gado de corte: quais são as principais rotinas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 19:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento da densidade energética das dietas dos animais e o aumento da duração do período de confinamento tem como objetivo o melhor aproveitamento da carcaça, com abates de animais mais pesados e melhor acabados. No entanto, esses fatores exigem uma maior eficiência nos processos e rotinas presentes no confinamento, pois qualquer erro pode ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento da densidade energética das dietas dos animais e o aumento da duração do período de confinamento tem como objetivo o melhor aproveitamento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong>, com abates de animais mais pesados e melhor acabados.</p>
<p>No entanto, esses fatores exigem uma <strong>maior eficiência nos processos e rotinas presentes no confinamento</strong>, pois qualquer erro pode ser desastroso sob o ponto de vista econômico e do desempenho animal.</p>
<p>Mas afinal, quais são as principais rotinas em um confinamento que podem afetar o desempenho dos animais e o sucesso da operação? Conheça algumas delas a seguir!</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Frequência e horário do trato no confinamento do gado</h2>
<p><strong>Bovinos são animais que que gostam de rotina</strong> e qualquer alteração no padrão de fornecimento do trato, principalmente com a utilização de dietas com alta densidade energética, pode comprometer o desempenho dos animais por todo período de engorda.</p>
<p>Os ganhos em aumento da frequência de trato são visíveis quando elevamos de um para dois ou para três tratos por dia, entretanto, a partir de quatro tratos diários, o ganho adicional em se aumentar a frequência dos tratos é questionável e discutível.</p>
<p>Critérios operacionais devem ser levados em contas na tomada de decisão quanto ao número de tratos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10867 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato.jpg" alt="Trato de bovinos em confinamento" width="370" height="379" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato-293x300.jpg 293w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/frequencia-de-trato-270x277.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal Geraldo Barcellos, Técnico Rehagro.</span></p>
<p>Em situações específicas de confinamento dos animais<strong> em períodos chuvosos</strong>, é possível que se tenha a <strong>necessidade de aumentar a frequência de tratos</strong>, em menores volumes ofertados por vez, pensando em minimizar o desperdício de dieta, ocasionados pela chuva.</p>
<p>Outro ponto importante que chama atenção é a necessidade de se manter uma padronização nos horários do trato, variações no horário de fornecimento podem ter impactos negativos para os animais. Animais famintos no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> aumentam os riscos de acidose ruminal, o que resulta em oscilações de consumo e menor desempenho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Distribuição do trato</h2>
<p>Ainda relacionado ao trato, especificamente, está no controle da distribuição. Alguns confinamentos brasileiros, ainda utilizam uma estratégia popularmente conhecida como <strong>“bica corrida”</strong>, em que <strong>não é levantado com exatidão a quantidade de trato oferecida para cada curral. </strong></p>
<p>O problema desse tipo de distribuição é a falta de controle do consumo, o que pode gerar desperdício de ração ou até mesmo impactar no desempenho devido a falta de controle do total ofertado.</p>
<p>A outra forma de distribuição é a <strong>distribuição controlada</strong>, nesse caso, <strong>é levantado e anotado, quanto da dieta foi ofertada em cada curral em específico e em cada trato</strong>. Isso permite que o leitor de cocho consiga fazer a predição do consumo das próximas 24h a partir da leitura de cocho bem conduzida.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">nutrição</a></strong> representa o maior custo operacional em um confinamento, a avaliação e o controle da utilização dos recursos nutricionais é de extrema importância.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10868" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato.jpg" alt="Distribuição do trato para bovinos confinados" width="400" height="363" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato.jpg 579w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-300x273.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-370x336.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-270x245.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/distribuicao-do-trato-330x300.jpg 330w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal Hugo Martins, Técnico Rehagro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10869 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho.jpg" alt="Alimento mal distribuído no cocho" width="370" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/alimento-mau-distribuido-no-cocho-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Má distribuição de alimento no cocho, aumentando o desperdício e reduzindo o espaçamento de cocho por indivíduo.  </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Foto de Dr. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da pecuária de corte do Rehagro. </span></p>
<p>Além do fornecimento controlado, da dieta no cocho, quantidade certa e específica para cada cocho, a distribuição dessa dieta nos cochos é muito importante.</p>
<p>A quantidade de alimento deve ser distribuída igualmente ao longo dos metros de cocho disponíveis para cada um dos currais.</p>
<p>Essa prática permite um acesso igual e democrático dos animais à dieta em horário semelhante, ajudando assim a padronização e o igual desenvolvimento dos animais de um determinado curral.</p>
<h2>Leitura de cocho</h2>
<p>Assim como controlar a distribuição do trato, <strong>avaliar e controlar a sobra dos cochos nos confinamentos é fundamental</strong>. O que se busca, de maneira resumida, é que o leitor estime o consumo das próximas 24h do animal através da avaliação do que sobrou nas últimas 24h.</p>
<p>Propriedades que realizam um controle preciso da sobra de cocho, são em suma, mais eficientes quanto a minimização do desperdício das dietas, menos incidência de distúrbios metabólicos, e consequentemente, maior desempenho.</p>
<p>A limpeza do cocho também se faz muito importante, e apesar de aparentar uma grande dificuldade, em confinamento com um excelente manejo de cocho, avaliando de maneira diária e corrigindo a oferta, a quantidade de sobras no dia-dia será mínima, o que facilita a limpeza.</p>
<p>A leitura de cocho pode ser feita de diversas maneiras através de notas dadas em horários pré-estabelecidos de acordo com a rotina do confinamento. Pode-se também estabelecer mais que uma leitura de cocho, o que auxilia a assertividade do consumo dos animais.</p>
<p>Além disso, no momento da leitura deve-se observar os animais e a higiene dos cochos, sendo que qualquer ação necessária deve ser notificada à equipe responsável pelo confinamento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10870" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes.jpg" alt="Fezes dentro de cocho" width="400" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/cocho-com-fezes-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Cocho com fezes que impedirá o consumo do animal no local e devem ser removidas antes do próximo trato. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Foto de Dr. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da pecuária de corte do Rehagro. </span></p>
<h2>Avaliação escore de fezes</h2>
<p>Uma importante ferramenta para a avaliação dos animais confinados é a <strong>análise e a classificação média dos escores de fezes dos animais.</strong></p>
<p>Avaliar a característica das fezes permite a inferência em torno da qualidade e do consumo da dieta pelos animais.</p>
<p>Segue abaixo um exemplo de classificação de fezes, <strong>o que buscamos em um confinamento é um padrão de fezes médio como o da foto de número 3.</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Escore 5</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10871 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-5.jpg" alt="Escore 5 de fezes bovinas" width="271" height="283" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fonte: </span><span style="font-weight: 400;">Hutjens, 2008.</span></span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 4</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10872 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-4.jpg" alt="Escore 4 de fezes bovinas" width="259" height="195" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-4.jpg 259w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 3</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10873 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-3.jpg" alt="Escore 3 de fezes bovinas" width="259" height="195" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-3.jpg 259w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 2</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10874 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-2.jpg" alt="Escore 2 de fezes bovinas" width="299" height="206" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-2.jpg 299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-2-270x186.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 299px) 100vw, 299px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h3><span style="color: #000000;">Escore 1</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10875 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1.jpg" alt="Escore 1 de fezes bovinas" width="321" height="222" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1.jpg 321w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1-300x207.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/escore-fezes-1-270x187.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 321px) 100vw, 321px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Hutjens, 2008.</span></p>
<h2>Curva de consumo</h2>
<p>Acompanhar a curva de consumo, ou seja, a quantidade de alimento consumido por lote e por dia, é fundamental em um confinamento.</p>
<p>Somente acompanhando essa evolução é possível determinar se os animais estão realmente consumindo a quantidade de alimento programada. Sendo possível ainda avaliar a evolução dos animais quanto ao consumo, durante o passar dos dias de confinamento.</p>
<h3>Limpeza dos bebedouros</h3>
<p>A água é o primeiro e o mais barato ingrediente de uma dieta, além disso o consumo de água de qualidade é determinante para o consumo de matéria seca, sendo assim diretamente responsável pelo desempenho dos animais confinados.</p>
<p>Em média, bovinos confinados consomem entre 4 a 6 litros de água por quilo de matéria seca ingerida.</p>
<p>Além de proporcionar condições ótimas para o consumo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">manter a qualidade da água evita diversos problemas sanitários</a></strong>. Bebedouros dentro de currais de confinamento devem ser limpos no mínimo três vezes por semana.</p>
<h3>Análise dos alimentos</h3>
<p>Após formular uma dieta precisa e bem estruturada para um confinamento, devemos garantir que essa dieta chegue, de fato, até os animais. Para isso, um dos fatores de grande importância é a avaliação dos alimentos utilizados na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/" target="_blank" rel="noopener">mistura da dieta</a>.</strong></p>
<p>A principal e mais simples das análises realizadas é a avaliação do teor de matéria seca (MS) dos alimentos.</p>
<p>A avaliação da matéria seca deve ser realizada pelo menos 3 vezes por semana no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">volumoso</a></strong>, uma vez por semana no grão úmido e pelo menos uma vez por semana na dieta total.</p>
<p>Essa avaliação permitirá também, ajustes na dieta, avaliação correta do consumo, otimização dos custos da dieta produzida.</p>
<p>Além da análise e avaliação da MS, o envio para análise bromatológica dos volumosos utilizados no confinamento, dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong> e dos farelos deve ser realizado de forma mensal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10876 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/avaliacao-da-materia-seca.jpg" alt="Realização de análise de matéria seca" width="293" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/avaliacao-da-materia-seca.jpg 293w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/avaliacao-da-materia-seca-270x276.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 293px) 100vw, 293px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal Geraldo Barcellos, Técnico Rehagro.</span></p>
<p>A análise da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra efetiva</a> </strong>dos volumosos e da dieta total também deve ser feita com frequência, inclusive no momento da colheita do volumoso que será ensilado. Para isso, podemos utilizar a peneira desenvolvida pela universidade de Penn State, nos Estados Unidos, objetivando obter 60-70% das partículas na peneira de 8mm.</p>
<p>A avaliação da granulometria do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">milho</a></strong> e de outros grãos utilizados, também deve ser uma rotina presente nos confinamentos, a avaliação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-moinho-para-moagem-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">moagem</a></strong> é importante e permite a correção de falhas que irão minimizar riscos de distúrbios metabólicos ou mesmo baixo aproveitamento de determinado insumo por parte dos animais.</p>
<p>A coleta dos alimentos deve ser feita por colaborador treinado, de maneira criteriosa e sistemática.</p>
<p>Essas análises permitem, dentre outros fatores já citados, calibrar a matriz de alimentos utilizados no confinamento e também ajustar a dieta, caso necessário.</p>
<h2>Ronda sanitária</h2>
<p>A <strong>ronda sanitária deve ser realizada diariamente no confinamento</strong>, a avaliação dos animais deve seguir um padrão e um critério preestabelecido.</p>
<p>Avaliar não somente se há alguma desordem física nos animais, lesões ou sinais de doença, acompanhar e avaliar o comportamento dos animais, é tão importante quanto a avaliação de sinais clínicos de alguma doença.</p>
<h2>Treinamento da mão de obra</h2>
<p>Todas as práticas propostas acima, serão possíveis, se e somente se, o time operacional do confinamento estiver alinhado e motivado para o objetivo.</p>
<p>Por esse motivo, é importante que além de um excelente trabalho com a gestão de pessoas, seja realizado treinamento periódicos e reciclagem desses treinamentos com os colaboradores, de acordo com a exigência das funções que cada um exerce.</p>
<h2>Controle de dados</h2>
<p>O sucesso da operação do confinamento passa impreterivelmente pela gestão dos dados desse confinamento.</p>
<p>Levantar dados é extremamente importante, desde dados zootécnicos aos dados relativos ao financeiro e econômico.</p>
<p>E os dados levantados devem ser, sempre, transformados em informações que de fato servirão para ajustes nas rotinas e aperfeiçoamento nos processos.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição e manejo de pastagens na pecuária de corte</h2>
<p>Com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-rotinas-confinamento&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-rotinas-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[cigarrinha-das-pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=9903</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como: Quais são os primeiros sintomas de infestação da cigarrinha-das-pastagens; Como deve ser realizado o monitoramento desta praga; Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle; Qual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar a diretora da BIOMIP &#8211; Fernanda Abreu, Especialista em Controle Biológico de Pragas vai explicar melhor alguns pontos importantes como:</p>
<ul>
<li>Quais são os primeiros sintomas de infestação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">cigarrinha-das-pastagens</a></strong>;</li>
<li>Como deve ser realizado o monitoramento desta praga;</li>
<li>Entenda o ciclo de vida desse animal e quais os períodos mais efetivos de controle;</li>
<li>Qual o principal nutriente que oferece a planta mais resistência a ataque de pragas.</li>
</ul>
<p>E MAIS: Além das cigarrinhas, também vamos falar sobre <strong>controle e tratamento de carrapatos</strong>, uma praga muito conhecida pelos produtores que todo ano causa prejuízo a saúde dos animais.</p>
<h2>Alcance resultados financeiros robustos na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-controle-cigarrinhas" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que <strong>reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam</strong> na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p>Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-controle-cigarrinhas" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-do-controle-biologico-no-combate-a-pragas/">Uso do controle biológico no combate à cigarrinha-das-pastagens e ao carrapato</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Manejo de pastagens: erros, estratégias e práticas para uma pecuária eficiente</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 17:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental. No cenário atual, observamos que a grande maioria dos produtores tomam decisões baseadas em “achismos”. Poucos são aqueles que levantam dados reais dentro de suas propriedades, e, os que ainda têm [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">Manejo de pastagens: erros, estratégias e práticas para uma pecuária eficiente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em <strong>eficiência produtiva e impacto ambiental</strong>.</p>
<p>No cenário atual, observamos que a grande maioria dos produtores tomam decisões baseadas em “achismos”. Poucos são aqueles que levantam dados reais dentro de suas propriedades, e, os que ainda têm informações sobre o negócio, na maioria das vezes, não as utilizam para tomar decisões.</p>
<p>Uma das principais mensagens que gostaríamos de deixar é exatamente a necessidade de se medir e de levantar dados dentro de uma fazenda, e de <strong>gerar índices produtivos, zootécnicos, econômicos e financeiros</strong>.</p>
<p>Esses são passos indispensáveis para uma boa condução da atividade pecuária, principalmente quando observamos que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/">margens de lucratividade</a></strong> vêm caindo consideravelmente nos últimos anos, exigindo, por parte dos empresários rurais, uma maior eficiência produtiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O custo dos erros no manejo de pastagens</h2>
<p>Quando falamos sobre o custo dos erros no manejo do pasto, estamos nos referindo a uma série de fatores que impactam diretamente a produtividade e os custos da atividade.</p>
<h3>Peso de abate dos animais</h3>
<p>A eficiência do manejo de pastagens afeta diretamente o <strong>ganho de peso dos animais</strong>. Quando o manejo é inadequado, os animais não expressam todo o seu potencial produtivo, o que prolonga o tempo até o abate e aumenta custos operacionais.</p>
<p>Animais mantidos em pastagens bem manejadas têm acesso a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forragem</a></strong> de maior qualidade, o que resulta em melhor conversão alimentar e maior <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário</a></strong>. Pastagens submetidas ao superpastejo ou subpastejo produzem forragens com menor valor nutritivo, impactando negativamente o desempenho animal.</p>
<h2>Sistema de pastejo</h2>
<p>O sistema de pastejo adotado influencia diretamente a recuperação das plantas e a capacidade de suporte da área.</p>
<ul>
<li>No <strong>pastejo contínuo</strong>, os animais permanecem na mesma área durante todo o ano, o que pode levar à degradação da pastagem caso não haja controle adequado da carga animal.</li>
<li>No <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/"><strong>pastejo rotacionado</strong></a>, os animais são movimentados entre piquetes, permitindo períodos de descanso para as plantas, favorecendo a recuperação das reservas e a manutenção da produtividade.</li>
</ul>
<p>O <strong>Pastoreio Racional Voisin (PRV)</strong> baseia-se em períodos de descanso variáveis, ajustados conforme as condições climáticas e o ritmo de crescimento das forrageiras, buscando maior eficiência no uso da pastagem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os erros cometidos no manejo da pastagem?</h2>
<h3>1. Erro no planejamento forrageiro</h3>
<p>O primeiro passo para todo processo produtivo deve ser o <strong>planejamento</strong>. Antes de simplesmente comprar uma quantidade de animais e alocar na fazenda ou adquirir insumos, é necessário compreender a capacidade produtiva do sistema.</p>
<p>Precisamos responder algumas perguntas básicas antes de realizarmos qualquer ação na fazenda. Por exemplo, em uma propriedade que tem como objetivo recriar dois mil animais, devemos perguntar:</p>
<ul>
<li>É viável fazer isso?</li>
<li>Vou conseguir proporcionar condições para ganho de peso e sustentar o rendimento da fazenda o ano inteiro com essa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong>?</li>
<li>Estou considerando as diferenças de produção de matéria seca da forragem nas estações do ano?</li>
<li>A infraestrutura da propriedade é suficiente para o objetivo?</li>
<li>O pasto comporta essa carga animal?</li>
</ul>
<p>Antes de alocar animais ou investir em adubo e corretivo, deve haver um planejamento prévio, considerando a área de forragem efetiva disponível, dados climáticos da região, espécie forrageira utilizada, objetivo do sistema e, principalmente, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fluxo-de-caixa-fazenda-gado-de-corte/">fluxo de caixa da fazenda</a></strong>, sobretudo quando se pensa em intensificação de áreas.</p>
<p>Quando esses cuidados não são observados, ocorre superlotação, surgimento de plantas invasoras e um processo contínuo de degradação das pastagens.</p>
<h3>2. Erro na escolha da espécie forrageira e na manutenção das áreas</h3>
<p>Cada espécie <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">forrageira</a></strong> requer um nível específico de fertilidade, pluviometria e tolerância às variações de temperatura. <strong>Um dos pontos mais importantes na escolha da forrageira é a fertilidade da área.</strong></p>
<p>Implantar forrageiras mais exigentes em solos pobres, sem correção e adubação adequadas, gera queda de produtividade e acelera a degradação. Sendo assim, um erro comum é a escolha inadequada da espécie forrageira e a ausência de manutenções corretas nas áreas empastadas.</p>
<p>A manutenção das pastagens com <strong>corretivos, fertilizantes e controle de plantas invasoras</strong> é fundamental, pois as forrageiras são culturas perenes e exigem manejo contínuo para se manterem produtivas.</p>
<h3>3. Erro no manejo do pasto</h3>
<p>Cada gramínea possui características próprias e deve ser manejada respeitando <strong>alturas corretas de entrada e saída dos animais</strong>, independentemente do sistema de pastejo adotado.</p>
<p>Essas alturas são definidas pela interceptação luminosa da planta. O manejo incorreto da “colheita” do pasto, desrespeitando o desenvolvimento da planta, é determinante para o fracasso da produção de gado a pasto.</p>
<p>Cada cultivar forrageira possui alturas máximas e mínimas recomendadas para pastejo. Manter o capim dentro dessa faixa garante <strong>melhor fotossíntese, preservação das reservas da planta e rápida recuperação após o pastejo</strong>. Quando o capim é pastejado muito baixo, ocorre esgotamento das reservas radiculares. Quando cresce demais, a planta se torna fibrosa e de menor valor nutritivo.</p>
<h3>4. Erro da adubação sem ajuste de carga</h3>
<p>O <strong>ajuste de carga</strong>, que relaciona a quantidade de animais à disponibilidade de forragem, é ponto fundamental para aumentar a produtividade.</p>
<p>Não adianta adubar se não houver condições de ajustar a lotação animal. Nesse caso, o fertilizante não será colhido adequadamente, o custo aumenta e o resultado econômico da fazenda piora. Adubar sem colher corretamente o pasto é um erro grave.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-estrategias-de-manejo-do-pasto-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Adubação das pastagens</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">adubação</a></strong> é essencial para repor os nutrientes retirados do solo pelas plantas e pelos animais. Nitrogênio, fósforo e potássio precisam ser constantemente repostos para manter a produtividade.</p>
<p>A falta de adubação reduz a produção de biomassa e leva à degradação da pastagem ao longo do tempo. A adubação deve ser sempre baseada em análises de solo e ajustada à realidade produtiva da fazenda.</p>
<h2>Exemplos práticos e cálculos</h2>
<p>Para entender melhor a importância de um manejo adequado das pastagens, vamos analisar alguns <strong>exemplos práticos baseados em estudos da Embrapa</strong>.</p>
<p>Esses exemplos demonstram como diferentes alturas de manejo do <strong>capim-marandu</strong> afetam a produção de carne por hectare ao ano, a lotação de animais e o ganho de peso diário dos novilhos.</p>
<h3>Capim-marandu superpastejado</h3>
<p>No cenário de <strong>superpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma altura de aproximadamente <strong>15 cm</strong>. Nesta condição, a pastagem suporta uma lotação de 3,2 unidades animais (UA) por hectare, com os novilhos ganhando em média 560 gramas por cabeça por dia.</p>
<p>Apesar da alta lotação, o ganho individual de peso é relativamente baixo devido ao estresse causado às plantas e à baixa disponibilidade de forragem de qualidade. Como resultado, a produção anual de peso vivo é de <strong>428 kg por hectare</strong>.</p>
<p>Este exemplo destaca que, embora a lotação seja alta, o superpastejo pode comprometer a saúde das plantas e a eficiência do ganho de peso dos animais.</p>
<h3>Pastejo correto</h3>
<p>Ao adotar práticas de <strong>manejo correto</strong>, mantendo o capim-marandu próximo de<strong> 30 cm durante todo o ano</strong>, a lotação diminui para 2,8 UA por hectare. No entanto, o ganho diário de peso por novilho aumenta significativamente para 760 gramas por cabeça. Esta melhoria no ganho de peso individual resulta em uma produção anual de <strong>485 kg de peso vivo por hectare</strong>.</p>
<p>Este exemplo demonstra que, embora a lotação seja um pouco menor, o pastejo correto maximiza a eficiência do ganho de peso dos animais e, consequentemente, aumenta a produção total de carne.</p>
<p>Além disso, o manejo adequado das pastagens contribui para a saúde e a longevidade das plantas, garantindo uma produção sustentável.</p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p>No caso do <strong>subpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma altura de aproximadamente <strong>45 cm</strong>. Esta prática reduz a lotação para 2,0 UA por hectare, e o ganho de peso dos novilhos diminui para 730 gramas por cabeça por dia. A produção anual de peso vivo cai para<strong> 344 kg por hectare</strong>.</p>
<p>O subpastejo resulta em um excesso de biomassa, onde o capim se torna fibroso e menos nutritivo, afetando negativamente o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Além disso, <strong>a menor lotação contribui para uma menor eficiência de uso da pastagem</strong>, resultando em uma produção total de carne reduzida. Este exemplo evidencia que tanto o superpastejo quanto o subpastejo podem ter impactos negativos significativos na produção e na eficiência do manejo das pastagens.</p>
<h2>Manejo de pastagens e suplementação na seca</h2>
<p>Para termos pasto na seca, precisamos <strong>vedar o pasto nas águas</strong>, entretanto, essa vedação deve ocorrer de forma criteriosa.</p>
<p>Pastagens vedadas por longos períodos geram forragens com grande proporção de caule, menor qualidade bromatológica, além de perdas por acamamento e pisoteio. O tempo de vedação deve ser adequado para permitir que o animal colha a forragem da melhor maneira possível.</p>
<p>Vedando o pasto na altura correta, por um período adequado e sob boas condições climáticas, teremos uma pastagem com características ideais para o período seco.</p>
<p>A <strong>suplementação na seca</strong> tem como objetivo melhorar o aproveitamento da forragem ingerida, <strong>podendo aumentar a digestão da matéria seca em até 32%</strong> e elevar a taxa de passagem do alimento. Isso permite maior consumo de matéria seca e maior síntese de proteína microbiana no rúmen.</p>
<p>O ganho adicional proporcionado pela suplementação é maior na seca do que nas águas, reforçando sua importância. Independentemente do nível de suplementação, ela deve sempre ser planejada considerando logística, condições da pastagem e viabilidade econômica da propriedade.</p>
<h2>Suplementação e manejo de pastagem nas águas</h2>
<p>Antes da <strong>suplementação</strong>, devemos nos atentar para as características da pastagem durante as águas, pois, é nesse período que as forragens têm as melhores condições para crescimento e produtividade. Um bom manejo das pastagens neste período evitará possíveis erros no manejo.</p>
<p>O manejo se difere de acordo com a espécie forrageira e com suas características, principalmente, de crescimento. Os mais importantes quesitos a serem observados e respeitados são a altura de entrada e a altura de saída dos animais no pasto. O fato do pasto estar verde não significa especificamente que o pasto está bom.</p>
<p>É muito comum observarmos pastagens boas que passaram do momento de ser pastejadas, dificultando o ato de bocada do animal, além de ter uma alta proporção de caule em relação às folhas.</p>
<p>Para aperfeiçoarmos o uso das pastagens, devemos estar atentos à altura da forragem para que ela não cresça demasiado e ocorra um desperdício de capim. Também não devemos deixar os animais permanecerem no pasto quando a altura da planta já estiver muito baixa, devendo a saída dos animais ser antes deste momento.</p>
<p>Neste último caso, além de diminuir a eficiência de produtividade do animal, que consumirá uma gramínea de menor qualidade, há maior dificuldade na rebrota dessas forrageiras. Mesmo quando se trata de pastagens rotacionadas e/ou irrigadas, a rebrota é defasada quando a altura da forragem na saída dos animais é abaixo do ideal.</p>
<p>Quando temos um manejo excelente das pastagens, com animais entrando em um pasto de boas características, com altura ideal, e respeitamos a altura de saída, privilegiando tanto a planta como o animal, aí sim lançaremos mão da suplementação nas águas como uma ferramenta para potencializar o ganho dos animais.</p>
<p>Pastagens bem manejadas com alta densidade de forragem permitem que o animal consuma maiores quantidades de MS com menos bocados. Produzir pastos onde, com poucos bocados ocorra grande ingestão de MS, é um grande passo para o bom desempenho animal durante o período das águas.</p>
<p>Com essas definições, podemos então entrar nas características da suplementação em si. Com pastos de boa qualidade, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-no-periodo-das-aguas/">suplementação</a></strong> atenderá uma pequena exigência do animal, sendo responsável por um ganho a mais do animal que ele teria somente com o pasto.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficiente de pastagens depende de planejamento, escolha correta da forrageira, manejo adequado do pastejo, adubação bem ajustada, uso de dados e estratégias específicas para o período seco. Evitar erros e aplicar práticas corretas permite maior <strong>produtividade, sustentabilidade e rentabilidade do sistema pecuário</strong>.</p>
<h2>Faça do manejo de pastagens o ponto forte da sua pecuária de corte</h2>
<p>Pasto bem manejado é sinônimo de nutrição de qualidade, ganho de peso consistente e menor custo por arroba produzida. Mas alcançar esse nível de eficiência exige mais do que prática: é preciso entender os princípios técnicos que sustentam o bom uso das forragens ao longo do ano.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-estrategias-de-manejo-do-pasto-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a planejar, manejar e recuperar pastagens com base em dados, técnicas atualizadas e foco em resultado. São aulas online, ministradas por profissionais que vivem a realidade do campo e compartilham o que realmente funciona.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP): como implementar e os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura-pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP) é uma estratégia comumente utilizada na pecuária de corte, pois o comércio interno e externo está em constante crescente, gerando uma alta demanda para os sistemas de produção. Desta forma, necessita-se produzir com eficiência para suprir a exigência do abastecimento alimentar e não gerar prejuízos. A quantidade de carne [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP)</strong> é uma estratégia comumente utilizada na pecuária de corte, pois o comércio interno e externo está em constante crescente, gerando uma alta demanda para os sistemas de produção.</p>
<p>Desta forma, necessita-se produzir com eficiência para suprir a exigência do abastecimento alimentar e não gerar prejuízos.</p>
<p>A quantidade de carne produzida e o potencial de produção da área são índices que estão inteiramente interligados, contudo, os sistemas tradicionais de produção têm se demonstrado pouco eficientes diante da crescente demanda e redução dos impactos sobre o meio ambiente.</p>
<p>Além disso, a principal fonte de alimentos dos bovinos de corte são as pastagens, tornando necessário a implementação de algumas estratégias, como a aquisição de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener">animais geneticamente melhorados</a></strong> e maior aproveitamento do pasto. Diante dessas necessidades, vários estudos foram realizados, surgindo daí, o sistema de ILP.</p>
<p>A ILP fundamenta-se na intensificação do uso da terra, recuperação de áreas degradadas, diversificação de atividades e aumento da eficiência dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">sistemas de produção</a></strong>, contemplando os pilares da sustentabilidade. Isto é, ser tecnicamente eficiente, economicamente viável, ambientalmente adequado e socialmente justo.</p>
<p>Essa estratégia realiza a <strong>união de dois sistemas de produção</strong>: a agricultura e a pecuária de forma concomitante.</p>
<p>A integração entre os dois sistemas possibilita ganhos tanto para os animais, quanto para o pasto, porque aproveita a área e após a colheita da lavoura, os nutrientes residuais atuam diretamente na melhoria da qualidade do solo, produzindo forragens de melhor qualidade, e consequentemente, aumentando o desempenho do bovino.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como implementar a integração lavoura-pecuária (ILP)?</h2>
<p>O primeiro passo é a escolha da espécie forrageira e da cultura. São várias possíveis combinações, dentre as mais comuns estão:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">Brachiaria</a></strong> + sorgo;</li>
<li>Brachiaria + milho;</li>
<li>Brachiaria + milho + soja.</li>
</ul>
<p>O que deve ser levado em consideração no planejamento é <em>&#8220;Qual cultura e espécie forrageira se adequa melhor à realidade da minha fazenda”</em>. Os fatores que vão interferir na escolha são clima, preço e disponibilidade das sementes, investimento em máquinas, treinamento e capacitação de mão-de-obra.</p>
<p>O plantio pode ser realizado de várias formas, sendo assim, a área pode ser aproveitada com o cultivo de apenas uma cultura, sendo dividido à parte.</p>
<p>As figuras abaixo demonstram algumas <strong>possibilidades na implementação da ILP</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15381" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1.jpg" alt="Forma de implementação da ILP" width="700" height="210" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-1024x307.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-768x231.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-740x222.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-150x45.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15382" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2.jpg" alt="Formas de implementação da ILP" width="700" height="189" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-300x81.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-1024x277.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-768x208.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-370x100.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-270x73.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-740x200.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-150x41.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Os bovinos entram na área após a colheita das culturas, realizando o pastejo. A área em que estavam anteriormente, fica livre para uma nova plantação, o que ajuda na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">recuperação do pasto</a></strong>. A ideia é que este processo se repita.</p>
<p>O que varia é o tempo de permanência no pasto, uma via que depende da cultura que está implementada no sistema. Tudo depende, então, da realização de um bom planejamento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Benefícios da implementação da ILP</h2>
<ul>
<li>Recuperar as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">pastagens degradadas</a></strong>;</li>
<li>Produzir alimento (pasto, forragem e grãos) para os períodos de seca;</li>
<li>Recuperar a fertilidade do solo em áreas degradadas;</li>
<li>Melhorar as condições físicas e biológicas do solo;</li>
<li>Diversificar a renda do produtor;</li>
<li>Reformar as pastagens degradadas;</li>
<li>Aumentar a produção por unidade de área;</li>
<li>Aumentar a eficiência de uso de insumo;</li>
<li>Fornecer maior cobertura ao solo;</li>
<li>Reduzir a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">infestação de pragas</a></strong>, doenças e plantas daninhas;</li>
<li>Melhorar o desempenho animal a pasto.</li>
</ul>
<p>Diante disso, se empregada de forma correta, <strong>a ILP pode cursar com a aceleração na recuperação do solo</strong> e do retorno financeiro, por consequência de uma maior e melhor produção de massa forrageira, que resultará na formação de palhada, proporcionando maior proteção ao solo, além de maior disponibilização de nutrientes para a forragem.</p>
<p>Isso traz impactos positivos na pecuária de corte como um todo, uma vez que, um dos principais problemas enfrentados em nível nacional é a degradação das pastagens. Contudo, existem alguns pontos de atenção que devem ser analisados antes da tomada de decisão.</p>
<h2>Desafios da integração lavoura-pecuária</h2>
<ul>
<li>Falta de cultura e tradição na atividade;</li>
<li>Desconhecimento dos sistemas de produção;</li>
<li>Escolhas dos cultivares mais adequados;</li>
<li>Falta de infraestrutura e tecnologia;</li>
<li>Elevado investimento inicial;</li>
<li>Deficiência de mão-de-obra qualificada.</li>
</ul>
<p>O sistema consiste em uma importante estratégia de <strong>eficiência produtiva</strong>, que quando bem utilizada, proporciona melhorias na produtividade na agricultura e na pecuária. Todavia, deve-se sempre avaliar a realidade do sistema de produção para que não ocorram prejuízos pós  implementação.</p>
<h2 data-start="202" data-end="279">Faça da integração uma estratégia de alta performance na pecuária de corte</h2>
<p data-start="281" data-end="575">Implementar um sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) com sucesso exige conhecimento técnico, planejamento e visão estratégica. Quando bem estruturado, o ILP aumenta a produtividade por hectare, melhora a qualidade do solo, reduz custos com alimentação e eleva a rentabilidade da fazenda.</p>
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		<title>Febre aftosa: importância da vacinação e principais impactos econômicos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/febre-aftosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 21:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[perdas econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor mais intensivo e tecnológico. Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo. Já faz alguns anos que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor <strong>mais intensivo e tecnológico</strong>.</p>
<p>Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo.</p>
<p>Já faz alguns anos que <strong>o Brasil é o maior exportador de carne bovina do planeta</strong>, sendo assim, garantir qualidade e segurança na produção é fundamental para que continuemos aumentando a importância para economia e também com o nobre papel de alimentar pessoas ao redor do mundo.</p>
<p>Alguns fatores, entretanto, são impeditivos para as exportações. Casos de doenças descobertas e descritas podem levar a um grande entrave nas relações comerciais com outros países, gerando grande prejuízo econômico e produtivo para o Brasil.</p>
<p><strong>A Febre Aftosa é uma doença bastante falada na pecuária</strong>, porém, existem alguns pontos de atenção para os produtores que devem ser entendidos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é febre aftosa?</h2>
<p>A febre aftosa é enfermidade causada por um vírus altamente contagioso que acomete os animais de cascos fendidos (biungulados, casco dividido em duas unhas), tais como: bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos.</p>
<p>Apesar de apresentar baixa mortalidade entre animais adultos, é uma doença que leva a <strong>grandes impactos socioeconômicos</strong> na pecuária, principalmente na de corte, pois ao se identificar um foco, fica proibido o comércio de carne tanto local quanto para exportação.</p>
<p>Por se tratar de uma <strong>doença de notificação obrigatória</strong>, ao identificar um animal com os sinais clínicos, é preciso notificar o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) rapidamente, no intuito de ação imediata por parte do órgão competente, visando a disseminação da doença.</p>
<p>A notificação se tornou obrigatória e o criador que não notificar, está passível de pagamento de multas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Sinais clínicos da febre aftosa</h3>
<p>Como foi falado, para notificar ao MAPA, você deve estar atento aos sinais clínicos do seu rebanho. A doença possui manifestações clínicas que podem ser confundidas com outras enfermidades, como, por exemplo, a diarreia viral bovina.</p>
<p>Sendo assim, o fechamento do diagnóstico só poderá ser realizado por um especialista, que neste caso é o médico veterinário inspetor do Serviço Veterinário Oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (SEAPI).</p>
<p>O próprio nome da doença já sugere um dos seus principais sinais clínicos, pois os animais contaminados apresentam <strong>febre e vesículas (bolhas)</strong>, características de aftas nos lábios, línguas e cascos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15372" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1.jpg" alt="Febre aftosa e seus sinais clínicos" width="554" height="314" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1.jpg 554w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-300x170.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-370x210.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-270x153.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-1-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Descrição da febre aftosa e seus sinais clínicos</span></p>
<p>Além dos principais e mais sugestivos sinais clínicos da doença, você pode observar outros, como:</p>
<ul>
<li>Agitação;</li>
<li>Lábios inferiores e posteriores trêmulos em conjunto com movimentos incomuns da mandíbula;</li>
<li>Salivação exacerbada;</li>
<li>Dificuldade de ingerir os alimentos, tanto concentrado, quanto apreensão de forragem;</li>
<li>Claudicação (manqueira).</li>
</ul>
<p>Todos esses sinais são <strong>atribuídos à temperatura corporal do animal</strong>, que se encontra acima do normal levando à calafrios e pela dor e extremo desconforto gerados pela formação e/ou rompimento das vesículas (aftas).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15373" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2.jpg" alt="Sintomas da febre aftosa" width="479" height="177" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2.jpg 479w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-300x111.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-370x137.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-270x100.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/febre-aftosa-2-150x55.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vesículas rompidas na língua de bovino, provenientes de febre aftosa. Foto: Coletânea de imagens do MAPA. </span></p>
<p>O único método para descobrir se as lesões são provocadas ou não pelo vírus da febre aftosa é por meio de <strong>diagnóstico laboratorial</strong>, ou seja, deve ser realizado exames e enviá-los aos laboratórios oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (LANAGRO).</p>
<h2>Impactos econômicos causados pela febre aftosa</h2>
<p>As perdas causadas pela febre aftosa são grandes, principalmente devido à dor que o gado sente ao se alimentar, beber e locomover. Tudo isso leva a um intenso emagrecimento e, consequentemente impacto sobre o bem-estar animal e grandes perdas produtivas.</p>
<p>O prejuízo econômico causado pela doença se dá devido aos trâmites comerciais, pois, além de afetar o comércio interno, também afeta o comércio externo, <strong>impedindo assim, a comercialização de animais</strong>, produtos e subprodutos originados de animais suscetíveis.</p>
<p>Pode parecer um “exagero” e até mesmo confuso, países vedarem a comercialização de animais assim, mas é entendível, uma vez que, existem alguns países livres da ocorrência de febre aftosa, ou seja, décadas em que não foi diagnosticado nenhum foco da doença.</p>
<p>Desta forma, devido ao <strong>alto poder de transmissão</strong>, a doença pode atravessar de forma muito rápida as fronteiras internacionais, principalmente carne com osso.</p>
<p>Devido ao impacto gerado no mercado cárneo após a doença, tais países implantaram algumas normas sanitárias para impedir o estabelecimento da enfermidade.</p>
<p>A implementação das regras, porém, trouxe alguns efeitos negativos sobre a pecuária, o que levou a graves consequências socioeconômicas, uma vez que o faturamento é menor do que poderia ser se contemplasse todos os países e regiões.</p>
<h2>Transmissão da febre aftosa pelos bovinos</h2>
<p>A forma de transmissão se dá principalmente por meio do contato de animais infectados com os saudáveis, solo, fômites, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">bebedouros ou lagos contaminados</a></strong>, aerógena, ou meios da própria fazenda como currais, troncos e bretes.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrada de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">carcaças</a></strong> contaminadas em outros países ou estados, é um alto veículo de transmissão, diante disso, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou algumas regras que podem ser encontradas no Código Sanitário para Animais Terrestres. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, principalmente para exportação, essa barreira sanitária trouxe alguns efeitos negativos para o mercado exportador, pois elas fecham as fronteiras de forma total ou parcial se for identificado algum foco de febre aftosa. Tudo isso, traz impacto econômico à pecuária de corte, podendo reduzir preços dos cortes. </span></p>
<h2>Vacinação contra febre aftosa em bovinos</h2>
<p>A forma de prevenção contempla a <strong>adoção de vacinação obrigatória</strong> somente em bovinos e bubalinos nas zonas livres de febre aftosa com vacinação. Cada estado contempla um período específico para vacinação, normalmente nos meses de maio e novembro.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma grande discussão vem se tornando frequente em torno da não obrigatoriedade da vacinação em alguns estados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alguns, a seguridade obtida ao longo dos anos de vacinação obrigatória, seria suficiente para tornar determinado estado livre de febre aftosa sem vacinação, como o estado de Santa Catarina que apresenta esse status desde 2007. Para outros, o risco de se adotar tal medida é alto e de grande potencial para causar prejuízos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano de 2021, seis estados (Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso) e o Distrito Federal, alcançaram reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal, e ao final do ano de 2022, após a vacinação de novembro, <strong>também terão a obrigatoriedade da vacinação suspensa</strong>. </span></p>
<p>Segundo a Radioagência Nacional, com essas medidas<strong> 113 milhões de bovinos</strong> e bubalinos deixarão de ser vacinados anualmente no Brasil.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para você saber quando deve vacinar os seus animais em 2023, acesse o link do <strong><a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/cerca-de-73-milhoes-de-bovinos-e-bubalinos-deverao-ser-vacinados-contra-aftosa-ate-o-fim-do-mes" target="_blank" rel="noopener">calendário de vacinação</a></strong>.</span></p>
<p><strong>Mas atenção!</strong></p>
<p>Febre Aftosa <strong>não representa risco à saúde pública</strong>, sendo raros os casos em humanos.</p>
<p>O que fazer se observar animais com sinais clínicos sugestivos da doença?</p>
<p>Quando observar qualquer animal com alguma das alterações características, mesmo que você não seja o produtor, comunique imediatamente à unidade local da Defesa Agropecuária.</p>
<h2 data-start="155" data-end="232">Proteção sanitária começa na vacina, mas se consolida na gestão da fazenda</h2>
<p data-start="244" data-end="529">A febre aftosa é uma das maiores ameaças à sanidade do rebanho e à credibilidade da pecuária brasileira no mercado internacional. A vacinação é essencial, mas os impactos econômicos vão muito além da aplicação da dose, exigem planejamento, controle e visão estratégica da propriedade.</p>
<p data-start="531" data-end="827">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-febre-aftosa-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como integrar sanidade, nutrição e gestão financeira para proteger seu rebanho e aumentar a rentabilidade da fazenda. Tudo com aulas 100% online, aplicáveis à realidade do campo e conduzidas por quem vive a pecuária na prática.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16154" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Bebedouros e qualidade da água para bovinos de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ebook-bebedouros-e-qualidade-da-agua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 13:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[bebedouro]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
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		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você pode aumentar o ganho médio diário dos animais em mais 220g/dia sem alterar a dieta, fornecendo apenas água de qualidade. Aprenda com esse e-book como chegar lá! O que você irá aprender com esse e-book? Consumo de água dos bovinos e como afeta o consumo da dieta; Tipos de bebedouros e qual o melhor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode aumentar o ganho médio diário dos animais em mais 220g/dia sem alterar a dieta, fornecendo apenas <strong>água de qualidade</strong>.</p>
<p>Aprenda com esse e-book como chegar lá!</p>
<h2>O que você irá aprender com esse e-book?</h2>
<ul>
<li>Consumo de <a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-da-qualidade-da-agua-na-producao-de-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água dos bovinos</strong></a> e como afeta o consumo da dieta;</li>
<li>Tipos de bebedouros e qual o melhor para a sua realidade;</li>
<li>Cuidados práticos importantes com as fontes de água naturais;</li>
<li>Cálculo de vazão x tamanho;</li>
<li>Dicas práticas para avaliar a frequência de lavagem dos bebedouros.</li>
</ul>
<h2>A importância da água para os bovinos</h2>
<p>A água é o <strong>nutriente mais importante para os bovinos</strong> e participa de todos os processos fisiológicos do animal. Ela pode ser responsável pelo ganho de peso nas condições que ela traz.</p>
<p>Para exemplificar: Um animal na terminação durante 120 dias, com o correto consumo de água, pode ganhar 220g por dia, somando 26,4kg a mais em seu peso final.</p>
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<p><a href="https://ebook.rehagro.com.br/bebedouros-e-qualidade-da-agua?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=bebedouros-pagina-blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27728 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/banner-ebook-bebedouros.jpg" alt="E-book Bebedouros para bovinos" width="1290" height="329" /></a></p>
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		<title>Terminação intensiva a pasto (TIP): como implementar esse sistema?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 17:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terminação intensiva a pasto (TIP) é um método de produção que se concentra em engordar os animais para o abate usando a pastagem como principal fonte volumosa, sendo fornecido no cocho para os animais a suplementação concentrada. Esse sistema vem sendo cada vez mais empregado em propriedades de gado de corte no Brasil e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>terminação intensiva a pasto (TIP)</strong> é um método de produção que se concentra em engordar os animais para o abate usando a pastagem como principal fonte volumosa, sendo fornecido no cocho para os animais a suplementação concentrada.</p>
<p>Esse sistema vem sendo <strong>cada vez mais empregado em propriedades de gado de corte no Brasil</strong> e é projetado para maximizar o ganho de peso, e aumentar o acabamento dos animais antes do abate, enquanto faz uso eficiente dos recursos disponíveis, como pastagens, água de boa qualidade e suplementos nutricionais.</p>
<p>Nesse sistema, os animais são mantidos em pastagens de alta qualidade, em que têm acesso a forragens bem manejadas. Geralmente, o manejo das pastagens é intensivo, incluindo técnicas como rotação de pastagens, adubação e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">controle de insetos, pragas</a></strong> e plantas invasoras para garantir a produtividade e a qualidade da forragem.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do acesso à pastagem, recebem suplementos nutricionais, como concentrados ou subprodutos agrícolas, para atender às suas necessidades nutricionais específicas e promover um rápido ganho de peso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo principal de um sistema de TIP é <strong>aumentar a eficiência na produção de arroba</strong>, garantindo um produto final de alta qualidade. Ao maximizar o uso de recursos naturais e minimizar os custos de produção, os produtores buscam tornar sua operação mais rentável e sustentável.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
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});
</script></p>
</div>
<h2>Terminação intensiva a pasto (TIP) no Brasil</h2>
<p><strong>A TIP é de extrema relevância para a pecuária brasileira</strong> por diversos motivos. Em primeiro lugar, o Brasil possui vastas extensões de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">pastagens</a></strong> e um clima que favorece a produção de carne bovina. Esse método permite aproveitar os recursos naturais de maneira eficiente, produzindo carne com custos reduzidos e menor impacto ambiental.</p>
<p>Um ponto relevante é a qualidade da carne produzida. Com acesso a pastagens de alta qualidade, os animais tendem a acelerar o processo de engorda, quando comparados ao sistema extensivo, indo para o abate mais jovem e garantindo uma carne mais macia.</p>
<p>Pensando no mercado da carne, isso pode influenciar positivamente a reputação da carne brasileira no mercado interno e externo, aumentando sua competitividade.</p>
<p>Falando em competitividade, a produção de carne bovina é um setor altamente competitivo em nível global. Países como o Brasil, que têm uma indústria pecuária robusta e eficiente, precisam manter sua competitividade nos mercados internacionais.</p>
<p>Dessa forma, a TIP pode contribuir para isso, pois permite produzir carne de alta qualidade a custos relativamente baixos. Isso é essencial para competir com outros produtores globais e conquistar uma parcela maior do mercado internacional.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quando ocorre a TIP?</h2>
<p>A terminação intensiva a pasto <strong>é realizada durante a fase final de engorda dos animais</strong>, pouco antes do abate. Isso ocorre quando os animais passam pela <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/" target="_blank" rel="noopener">recria</a></strong> e são enviados como boi magro para a terminação.</p>
<p>Durante esse período, é essencial promover um ganho de peso satisfatório e garantir a qualidade da carne e utilizar os recursos disponíveis de forma eficiente.</p>
<p>Especialistas recomendam um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">manejo nutricional</a></strong> adequado, incluindo dieta balanceada e suplementos concentrados.</p>
<p>O monitoramento da condição corporal dos animais é fundamental para garantir que estejam ganhando peso esperado, ajustando a alimentação conforme necessário. Além disso, o controle sanitário rigoroso é essencial para prevenir doenças e garantir o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar dos animais</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27962 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1.jpg" alt="Gado de corte em um sistema de terminação intensiva a pasto" width="800" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto1-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Foto: Fernanda Lazzarini Fernandes &#8211; Rehagro</span></p>
<h2>Como implementar a terminação intensiva a pasto?</h2>
<p>Implementar a terminação intensiva a pasto requer um planejamento cuidadoso e a consideração de vários aspectos. Inicialmente, <strong>é essencial avaliar a capacidade da propriedade em termos de área de pastagem, infraestrutura e recursos disponíveis</strong>.</p>
<p>É necessário planejar a distribuição dos piquetes de pastagem e estabelecer <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">um sistema de rotação eficiente</a></strong> para maximizar o uso da área e a manutenção adequada das pastagens.</p>
<p>Em relação ao manejo nutricional, é crucial desenvolver uma dieta balanceada que atenda às necessidades dos animais durante a fase de terminação, vamos aprofundar mais nesse assunto no próximo tópico.</p>
<p>Além disso, o monitoramento regular do peso e da condição corporal dos animais é fundamental para garantir um ganho médio diário (GMD) adequado e ajustar a dieta conforme necessário.</p>
<p>No aspecto sanitário, um programa de controle eficaz deve ser implementado, incluindo vacinações, controle de parasitas e monitoramento da saúde dos animais. Manter registros detalhados de saúde e desempenho dos animais é essencial para identificar e lidar prontamente com problemas de saúde que possam surgir.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-terminacao-a-pasto-tip-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>A dieta na TIP</h3>
<p>Animais em terminação apresentam maior exigência energética em suas dietas para garantir boa deposição de gordura na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">carcaça</a></strong>.</p>
<p>Animais criados exclusivamente a pasto, mesmo que em pastagens bem manejadas e com bom valor nutricional, demoram para colocar acabamento na carcaça, por esse motivo a inclusão de alimentos concentrados energéticos na dieta é fundamental para o sucesso da terminação.</p>
<p>A quantidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplemento</a></strong> fornecido depende de uma série de fatores, como disponibilidade de pasto, raça, sexo dos animas dentre outros. Sistemas de terminação intensiva a pasto, trabalham normalmente com fornecimento igual ou superior ao consumo de 1% do PV de ração concentrada, podendo chegar até 2% do PV dos animais, em suplementação. A escolha do suplemento e o ajuste da ração é fundamental para o sucesso da engorda dos animais.</p>
<p><strong>O pasto representa um importante papel na dieta dos animais</strong>, sendo a fonte de fibra que os animais necessitam para garantir saúde ruminal e consequentemente bons desempenhos acompanhados de altos volumes de suplementação.</p>
<p>O fato dos animais consumirem volumoso sob demanda, coletando a forragem diretamente no pasto, leva à uma situação importante onde o rendimento de carcaça dos animais abatidos na TIP é superior ao rendimento de carcaça dos animais abatidos em confinamento.</p>
<h2>Estrutura da terminação intensiva a pasto</h2>
<p>A estrutura da fazenda para a realização da TIP é um ponto de grande importância e atenção por parte do pecuarista.</p>
<p>Animais consumindo suplementação de alto consumo necessitam de espaçamento de cocho mínimo de 40 cm, para animais em engorda, além de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">bebedouro com água de qualidade</a></strong> e em abundância.</p>
<p>Outro ponto a ser avaliado é a capacidade da propriedade em distribuir a dieta no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> para os animais, a distância entre os módulos de terminação e a fábrica de ração, o acesso aos módulos e o vagão para distribuição da dieta bem como a própria fábrica de ração devem ser avaliados e dimensionados de tal forma a não comprometer a operação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-27964" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1.jpg" alt="Gado de corte em terminação intensiva a pasto" width="1024" height="768" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/terminacao-intensiva-a-pasto-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Foto: Paulo Eugênio</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os benefícios da implementação da terminação intensiva a pasto incluem a eficiência no uso de recursos naturais, a redução dos custos de produção e a produção de carne de melhor qualidade.</p>
<p>No entanto, os desafios podem incluir a necessidade de investimento inicial em infraestrutura e manejo, além da atenção constante ao manejo nutricional e sanitário dos animais. Um planejamento cuidadoso e a dedicação à gestão são essenciais para superar esses desafios e garantir o sucesso da terminação intensiva a pasto.</p>
<p>A Terminação Intensiva de Bovinos a pasto, quando bem estruturada, pode ser uma excelente alternativa para o produtor que não pode investir em um confinamento.</p>
<h2 data-start="125" data-end="202">Aprimore sua gestão e leve a terminação intensiva a pasto para outro nível</h2>
<p data-start="204" data-end="465">A Terminação Intensiva a Pasto (TIP) é uma estratégia poderosa para acelerar o ganho de peso e aumentar a rentabilidade por área — mas, para alcançar resultados consistentes, é essencial ir além da técnica e dominar também a gestão da pecuária como um todo.</p>
<p data-start="467" data-end="819">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-terminacao-a-pasto-tip-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas que atuam no campo, lidando com os mesmos desafios que você. São conteúdos práticos sobre planejamento, análise de custos, tomada de decisão, gestão de pessoas e muito mais — tudo voltado para transformar a sua propriedade em um negócio mais eficiente e lucrativo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29870 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg" alt="" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Pontos sanitários no confinamento e engorda a pasto</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pontos-sanitarios-no-confinamento-e-engorda-a-pasto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 18:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ruminal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximadamente 13,2% do rebanho de sistemas intensivos que descuidam da sanidade, apresentam doenças. Em um rebanho de 500 animais, teríamos 66 animais doentes e com baixo desempenho. Aprenda agora os principais pontos de atenção para evitar esse problema. O que você irá aprender com este e-book? Cuidados com a recepção dos animais na propriedade; Melhores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximadamente 13,2% do rebanho de sistemas intensivos que descuidam da <strong>sanidade</strong>, apresentam doenças. Em um rebanho de 500 animais, teríamos 66 animais doentes e com baixo desempenho.</p>
<p>Aprenda agora os principais pontos de atenção para evitar esse problema.</p>
<h2>O que você irá aprender com este e-book?</h2>
<ul>
<li>Cuidados com a recepção dos animais na propriedade;</li>
<li>Melhores épocas para o controle de carrapato, mosca de chifre e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">verminoses</a></strong>;</li>
<li>Precauções contra doenças como: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-e-como-prevenir-o-botulismo-bovino/" target="_blank" rel="noopener">botulismo</a></strong>, clostridioses, raiva e pneumonia;</li>
<li>Importância da <a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-da-qualidade-da-agua-na-producao-de-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>qualidade da água</strong></a> e conservação dos alimentos;</li>
<li>Acidose ruminal.</li>
</ul>
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		<title>Melhoramento genético animal: como ter um gado lucrativo?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 17:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[inseminação artificial]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O melhoramento genético é uma ferramenta essencial para produtores que desejam aumentar a eficiência e a lucratividade da pecuária. A seleção de animais geneticamente superiores permite aprimorar características de interesse econômico, como ganho de peso, fertilidade, resistência a doenças e qualidade da carcaça, impactando diretamente a produtividade e a competitividade do sistema de produção. Mas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>melhoramento genético</strong> é uma ferramenta essencial para produtores que desejam aumentar a eficiência e a lucratividade da pecuária.</p>
<p>A seleção de animais geneticamente superiores <strong>permite aprimorar características de interesse econômico</strong>, como ganho de peso, fertilidade, resistência a doenças e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">qualidade da carcaça</a></strong>, impactando diretamente a produtividade e a competitividade do sistema de produção.</p>
<p>Mas, para que um programa de melhoramento genético seja bem-sucedido, é fundamental compreender seus princípios, definir objetivos claros e adotar as técnicas adequadas.</p>
<p>Neste artigo, abordamos os conceitos essenciais, as principais etapas e as ferramentas disponíveis para acelerar o progresso genético do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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});
</script></p>
</div>
<h2>O que é melhoramento genético e por que ele é importante?</h2>
<p>O melhoramento genético consiste na <strong>seleção e reprodução de animais com características desejáveis</strong> para gerar descendentes geneticamente superiores. Isso ocorre por meio da identificação e multiplicação de indivíduos que apresentam maior potencial produtivo, promovendo a evolução do rebanho ao longo das gerações.</p>
<p>O avanço genético impacta diretamente a produtividade da fazenda, pois permite que os animais se tornem mais eficientes no aproveitamento dos recursos, reduzindo custos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/">aumentando o retorno econômico</a></strong>.</p>
<p>Além disso, contribui para a sustentabilidade da produção, já que rebanhos geneticamente melhorados exigem menos insumos para alcançar os mesmos níveis de desempenho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Etapas de um programa de melhoramento genético</h2>
<p>Para implementar um programa eficaz de melhoramento genético, é necessário seguir um conjunto de etapas bem estruturadas. Veja quais são elas:</p>
<h3>1. Definição de objetivos e critérios de seleção</h3>
<p>Antes de iniciar qualquer processo de seleção, o produtor deve definir <strong>quais características deseja melhorar no rebanho</strong>.</p>
<p>Os objetivos podem variar de acordo com o sistema de produção e as demandas do mercado. Entre os principais critérios de seleção, podemos destacar:</p>
<ul>
<li><strong>Ganho de peso e conversão alimentar</strong>: animais que crescem mais rápido e aproveitam melhor os alimentos.</li>
<li><strong>Fertilidade e precocidade sexual</strong>: maior <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong> e menor intervalo entre partos.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/habilidade-materna/"><strong>Habilidade materna</strong></a>: vacas que desmamam bezerros mais pesados.</li>
<li><strong>Resistência a doenças e adaptação ao ambiente</strong>: animais mais saudáveis e produtivos em diferentes condições climáticas.</li>
<li><strong>Qualidade da carne</strong>: marmoreio, maciez e conformação da carcaça.</li>
</ul>
<h3>2. Coleta de dados e avaliação dos animais</h3>
<p>A obtenção de informações detalhadas sobre os animais é essencial para tomar decisões assertivas. Isso inclui registros de desempenho, avaliação de características fenotípicas e até mesmo exames genéticos.</p>
<p>Programas de melhoramento genético utilizam esses dados para calcular os valores genéticos dos indivíduos, permitindo a seleção dos melhores reprodutores.</p>
<h3>3. Seleção e ranqueamento dos animais</h3>
<p>Após a análise genética, os animais são <strong>classificados com base em seu mérito genético</strong>. Esse ranqueamento facilita a escolha dos reprodutores e matrizes mais adequados para transmitir as características desejáveis para as próximas gerações.</p>
<h3>4. Acasalamento e reprodução assistida</h3>
<p>Com os animais superiores identificados, o próximo passo é planejar os acasalamentos para maximizar os ganhos genéticos. As biotecnologias <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/">reprodutivas</a></strong> desempenham um papel fundamental nesse processo, sendo as mais utilizadas:</p>
<ul>
<li><strong>Inseminação Artificial (IA)</strong>: possibilita o uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-por-quanto-tempo-permanece-viavel-no-botijao/">sêmen</a></strong> de touros geneticamente superiores, aumentando a qualidade do rebanho.</li>
<li><strong>Fertilização In Vitro (FIV)</strong>: permite a produção de múltiplos embriões a partir de vacas de alto valor genético.</li>
<li><strong>Transferência de Embriões (TE)</strong>: acelera o melhoramento genético ao possibilitar que uma única fêmea de alto desempenho tenha mais descendentes por ano.</li>
</ul>
<h3>5. Monitoramento e ajustes no programa</h3>
<p>Após a implementação do programa, é essencial monitorar os resultados e ajustar as estratégias conforme necessário.</p>
<p>O melhoramento genético é um processo contínuo, e sua eficácia depende do acompanhamento das gerações futuras para garantir que os objetivos estabelecidos estão sendo alcançados.</p>
<h2>Benefícios do melhoramento genético na pecuária de corte</h2>
<p>A aplicação de um programa estruturado de melhoramento genético traz inúmeras vantagens para o produtor rural. Entre os principais benefícios, podemos destacar:</p>
<ul>
<li><strong>Maior eficiência produtiva</strong>: animais geneticamente superiores produzem mais com menos recursos.</li>
<li><strong>Aumento da taxa de fertilidade e precocidade sexual</strong>: melhora da reprodução do rebanho.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/maturacao-de-carnes/"><strong>Melhoria na qualidade da carne</strong></a>: maior valor agregado e atendimento às exigências do mercado consumidor.</li>
<li><strong>Maior resistência a doenças e estresses ambientais</strong>: redução do uso de medicamentos e menor mortalidade.</li>
<li><strong>Sustentabilidade da produção</strong>: menor impacto ambiental e melhor aproveitamento dos recursos naturais.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O melhoramento genético <strong>é uma das estratégias mais poderosas para aumentar a produtividade e a rentabilidade da pecuária</strong>. Com a definição clara de objetivos, uso de dados confiáveis e adoção de tecnologias avançadas, os pecuaristas podem acelerar o progresso genético e obter rebanhos mais eficientes e lucrativos.</p>
<p>Ao investir no melhoramento genético, o produtor não apenas garante melhores resultados econômicos, mas também contribui para a sustentabilidade e o futuro da pecuária brasileira.</p>
<h2 data-start="187" data-end="267">Aprenda a transformar genética em desempenho, produtividade e lucro no pasto</h2>
<p data-start="269" data-end="482">Um rebanho lucrativo não é fruto do acaso, é resultado de decisões bem embasadas, uso correto das biotecnologias e seleção genética estratégica. Quer dominar tudo isso e se tornar referência na pecuária de corte?</p>
<p data-start="484" data-end="823">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-melhoramento-genetico-animal-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a> </strong>do Rehagro, você aprende com consultores que já transformam genética em resultado nas maiores fazendas do país. É uma formação 100% online, prática e voltada para quem quer fazer da técnica o caminho para o lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-melhoramento-genetico-animal-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Ciclo pecuário: o que é e como funciona?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ciclo-pecuario-o-que-e-e-como-funciona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 14:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciclo pecuário é um fenômeno caracterizado por flutuações nos preços do gado e da carne, com períodos de baixa e alta, que se repetem de tempos em tempos. Essa volatilidade é causada pela natureza da pecuária de corte, atividade de ciclo longo em que a produção responde muito lentamente a estímulos externos, como os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>ciclo pecuário</strong> é um fenômeno caracterizado por <strong>flutuações nos preços do gado e da carne</strong>, com períodos de baixa e alta, que se repetem de tempos em tempos.</p>
<p>Essa volatilidade é causada pela natureza da pecuária de corte, atividade de ciclo longo em que a produção responde muito lentamente a estímulos externos, como os preços recebidos, por exemplo.</p>
<p>Assim, quando a <strong>oferta de gado mais gordo aumenta</strong>, os preços caem e outras categorias (gado magro, bezerros e barragens) também se desvalorizam. Sob pressão econômica, os criadores venderam mais vacas para abate. O abate de fêmeas aumenta a oferta de carne e os preços caem ainda mais.</p>
<p>Com a redução do número de matrizes, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bezerro-do-cedo/" target="_blank" rel="noopener">produção de bezerros</a></strong>, a reposição de animais do rebanho reprodutor e a futura oferta de gado para abate foram afetados. Alguns anos depois, a escassez de touros para abate e novilhas para substituir as vacas descartadas obrigou os preços a subir, reiniciando o ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Quais são as fases do ciclo pecuário?</h2>
<p>Quando ocorre <strong>baixa no ciclo</strong>: há um aumento na oferta de bezerros e aumento no abate de fêmeas, além da <strong>redução no preço da arroba do boi gordo, bezerro e boi magro. </strong></p>
<p>Quando ocorre <strong>alta no ciclo</strong>: há uma redução na oferta de bezerros e redução no abate de fêmeas, além do <strong>aumento no preço da arroba do boi gordo, bezerro e boi magro.</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja isso na imagem abaixo:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14692" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1.jpg" alt="Ciclo pecuário na pecuária de corte" width="700" height="591" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1.jpg 932w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-300x253.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-768x649.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-370x312.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-270x228.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-355x300.jpg 355w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-740x625.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/ciclo-pecuario-1-150x127.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h2>Situação atual e perspectivas para 2026</h2>
<p>O ciclo pecuário brasileiro inicia 2026 em fase de transição. Após um 2025 marcado por abates recordes, ajuste de oferta e valorização da reposição, o mercado apresenta equilíbrio entre oferta e demanda e preços firmes da arroba do boi gordo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o abate de fêmeas ainda está elevado, pressionando a formação de rebanho, e as margens na recria e engorda permanecem desafiadoras em função dos custos de produção.</p>
<p>Para 2026, a perspectiva é de lenta melhora da conjuntura, com menor disponibilidade de gado terminado, demanda externa aquecida (especialmente China e EUA) e valorização dos preços internacionais da carne bovina. O Brasil segue em trajetória de consolidação como líder global em produção e exportações, mas o cenário exige gestão mais eficiente, planejamento de rebanho e atenção a volatilidade cambial e eventuais barreiras comerciais.</p>
<h2>Por que devemos entender o ciclo pecuário?</h2>
<p>Entender o ciclo da pecuária e as fases de preço alto e baixo, nos permite <strong>planejar ações de compra, custos de produção, investimentos e o melhor momento para vender.</strong></p>
<p>Por isso, entender o ciclo da pecuária é essencial para orientar a tomada de decisões “na porta”, que é o único lugar que temos controle.</p>
<p>O <strong>preço da arroba</strong> é um dos fatores que afeta a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">rentabilidade da pecuária de corte</a></strong>. Os pecuaristas, no entanto, têm o poder de ditar o que acontece na fazenda, incluindo ganho de peso, taxas de lotação e custos de produção.</p>
<p>Um planejamento cuidadoso e uma boa estratégia de abastecimento podem reduzir custos e aumentar a produção, resultando em mais arrobas a um preço satisfatório.</p>
<p>Durante as fases altas do ciclo, <strong>é importante</strong> <strong>ficar atento à coleta dos animais</strong>. Isso ocorre porque o ciclo de produção é longo, e o mercado muda quando o bezerro se transforma em uma vaca gorda que pode ser abatida. É até possível estar baixo no ciclo quando os preços de venda estão em desvantagem.</p>
<p>Como resultado, o preço de venda terá um impacto negativo e seus lucros serão menores, principalmente se a produtividade e os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plano-de-contas/" target="_blank" rel="noopener">custos</a></strong> não estiverem bem ajustados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="267" data-end="341">Antecipe o mercado, posicione sua produção e ganhe vantagem competitiva</h2>
<p data-start="343" data-end="612">O ciclo pecuário impacta preços, oferta e demanda e quem entende esse movimento consegue ajustar sua estratégia de compra, venda e manejo para aproveitar as melhores oportunidades. Mais do que saber o que é o ciclo, é preciso saber agir com inteligência em cada fase.</p>
<p data-start="614" data-end="874">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-ciclo-pecuario-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar decisões de campo com os movimentos do mercado, estruturando uma produção mais rentável e sustentável. São aulas online, com aplicação prática e foco total na realidade da pecuária.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-ciclo-pecuario-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Sanidade de bovinos de corte: principais enfermidades, tratamentos e pontos de atenção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sanidade-de-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 21:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sanidade dos bovinos é importante para manter a saúde, a segurança alimentar e produtividade em sua fazenda. Saiba as principais enfermidades, tratamentos e pontos de atenção que facilitarão os cuidados com a cria, recria e engorda. O que você irá aprender com este e-book: Manejo do bezerro e a importância da colostragem; Coccidiose ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sanidade dos bovinos é importante para manter a saúde, a segurança alimentar e produtividade em sua fazenda. Saiba as <strong>principais enfermidades, tratamentos e pontos de atenção</strong> que facilitarão os cuidados com a cria, recria e engorda.</p>
<h2>O que você irá aprender com este e-book:</h2>
<ul>
<li>Manejo do bezerro e a importância da colostragem;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coccidiose-nos-sistemas-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">Coccidiose</a></strong> ou “diarreia preta”: prevenção e tratamento;</li>
<li>Clostridioses: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-e-como-prevenir-o-botulismo-bovino/" target="_blank" rel="noopener">botulismo</a></strong>, tétano e mionecrose e prejuízos econômicos;</li>
<li>Vacinação dos animais;</li>
<li>Desafios sanitários do confinamento;</li>
<li>Custos com prevenção e tratamento.</li>
</ul>
<h2>Não ignore a sanidade do rebanho</h2>
<p>Os atuais sistemas de produção demandam um investimento maior do produtor, por isso, a sanidade é tão importante que <strong>não existe produção eficiente com margens de lucro satisfatórias se os animais estiverem com a saúde comprometida.</strong></p>
<p>Afinal, o custo para tratar uma doença pode ser até 5 vezes mais do que o valor necessário para preveni-las.</p>
<p>Este e-book será o seu guia prático para ter em mãos sempre que precisar de mais informações. Clique abaixo e acesso ao <strong>E-book A Sanidade do Gado de Corte!</strong></p>
<p><a href="https://ebook.rehagro.com.br/sanidade-do-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=pagina-blog-sanidade" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27740 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/banner-ebook-sanidade-bovinos.jpg" alt="Baixar e-book Sanidade do gado de corte" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Melhore os resultados com a pecuária de corte!</h2>
<p>Conheça o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=pagina-material-sanidade" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro.</p>
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<p>Aprenda com eles técnicas, ferramentas e estratégias com resultados comprovados na prática e seja capaz de melhorar sua produtividade, lucratividade e rentabilidade na pecuária de corte.</p>
<p>Mais de 97% dos ex-alunos recomendam essa capacitação.</p>
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		<title>Como intensificar as pastagens com o alto preço dos fertilizantes?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-vs-precos-de-fertilizantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 16:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como fazer a intensificação de pastagens com os altos custos de fertilizantes? De acordo com a CNA, esses insumos subiram mais de 178% nos últimos dois anos, venha conferir como aumentar produtividade mesmo com custos tão altos. Neste Webinar trouxemos o professor Adilson Aguiar, referência no assunto e consultor há mais de 30 anos, para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-vs-precos-de-fertilizantes/">Como intensificar as pastagens com o alto preço dos fertilizantes?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como fazer a intensificação de pastagens com os altos custos de fertilizantes?</p>
<p>De acordo com a CNA, esses insumos subiram mais de 178% nos últimos dois anos, venha conferir como aumentar produtividade mesmo com custos tão altos.</p>
<p>Neste Webinar trouxemos o professor Adilson Aguiar, referência no assunto e consultor há mais de 30 anos, para te mostrar com dados práticos como a adubação e correção do solo valem a pena.</p>
<ul>
<li>Será que com  esse cenário vale a pena, adubar, corrigir, irrigar?</li>
<li>Etapas que precisam estar garantidas antes de adubar ou corrigir a área;</li>
<li>A importância da programação ANTECIPADA para garantir preços;</li>
<li>Planilhas com estudo de caso detalhado de diferentes propriedades do Brasil.</li>
</ul>
<p>Não perca essa oportunidade. Assista agora mesmo ao nosso webinar <strong>“Intensificação de pastagens vs preços dos fertilizantes” </strong>e aumente os seus resultados!</p>
<h2>Domine o conhecimento sobre nutrição do gado de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o<strong> <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=webinar-intensificacao-de-pastagens" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição do gado.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
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		<title>Creep-feeding e creep-grazing: como funcionam as suplementações de bezerros?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[creep-feeding]]></category>
		<category><![CDATA[creep-grazing]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o creep-feeding e o creep-grazing.  O produtor busca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o <strong><em>creep-feeding</em> e o <em>creep-grazing</em>. </strong></p>
<p>O produtor busca pela harmonia perfeita entre cria, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">recria</a></strong> e engorda, pois são fatores determinantes para maior eficiência produtiva de um sistema de produção.</p>
<p>Com isso, o peso dos bezerros na desmama é fundamental para a redução da idade ao abate e a melhoria na taxa de desfrute das propriedades.</p>
<p>Entre o nascimento e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">desmama</a></strong>, há a etapa da vida do animal onde se apresentam as melhores taxas de ganho de peso, alcançando, em apenas sete meses, aproximadamente de 25 a 35% do peso final do abate.</p>
<p>O leite proporciona nutrientes imprescindíveis e de grande relevância para o desempenho da cria, sob uma forma simples e de fácil absorção, de maneira a suprir as exigências relativamente altas nesta fase. Até certo momento, quanto mais leite o bezerro recebe da matriz, mais rápido e mais saudável ele cresce.</p>
<p>A relação entre esses dois fatores (produção leiteira da mãe e ganho de peso da cria), no entanto, diminui bastante de intensidade depois de 16 semanas. Esperar, por conseguinte, que a partir da idade de três a quatro meses, boa parte dos nutrientes indispensáveis aos bezerros de corte se origina de outras fontes que não somente do leite materno.</p>
<p>Para suprir as possíveis deficiências nutricionais e potencializar os ganhos dos animais nessa etapa da vida, <strong>determinadas formas de suplementação de bezerros foram desenvolvidas.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é o <em>Creep-feeding</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-feeding</em> ou cocho privativo</strong>, é uma forma de suplementação com ração balanceada no cocho, dentro de uma área cercada, com acesso exclusivamente ao bezerro. O objetivo é suplementar a cria sem apartar da mãe.</p>
<p>Ainda que haja indicativos da melhoria na eficiência reprodutiva da vaca, o <em>creep-feeding</em> favorece principalmente ao bezerro, tendo como finalidade o aumento do peso a desmama, bem como habituá-lo à suplementação no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">cocho</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14027 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg" alt="Creep-feeding" width="594" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-300x172.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-370x212.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-270x155.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Para que a suplementação alcance êxito, irá depender do consumo dos bezerros. Dessa forma, determinadas práticas de manejo podem ser ressaltadas, primeiramente, quando se usa o sistema de cocho privativo:</p>
<ul>
<li>Reunir às crias alguns bezerros mais velhos que já conhecem o sistema, servindo como exemplo;</li>
<li><strong>Espalhar ração do lado de fora do cercado</strong>, de maneira que as vacas possam treinar suas crias a comer;</li>
<li><strong>Permitir o acesso ao cocho</strong>, tanto das vacas quanto dos bezerros, durante alguns dias.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é o <em>Creep-grazing</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-grazing</em> ou pasto privativo</strong>, ainda pouco aproveitado no Brasil, é o método que consiste em permanecer os bezerros juntos às suas mães e têm acesso exclusivo a um piquete formado com forrageiras de alto valor nutritivo, pequeno porte e alta densidade, como aveia, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">tifton</a></strong>, milheto etc.</p>
<p>As instalações (exigências são parecidas às do <em>creep-feeding</em>), são proporcionais ao número de bezerros e à produção de matéria seca da forrageira escolhida pelo tamanho do piquete.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14028 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg" alt="Creep-grazing" width="336" height="357" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg 336w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-282x300.jpg 282w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-270x287.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-150x159.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 336px) 100vw, 336px" /></p>
<h2>Outras alternativas de suplementação de bezerros</h2>
<p>Além dessas duas formas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/">suplementação de bezerros</a></strong>, pode ser utilizada a <strong>desmama precoce</strong>, uma vez que essa permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e manifestem o cio.</p>
<p>Para a maior eficiência do sistema, porém, é preciso que esta prática ocorra dentro da estação de monta, possibilitando uma nova concepção imediata.</p>
<p>Esta estratégia pode ser utilizada para descartar as fêmeas que não reconceberam ao final da estação de monta, sem que elas fiquem por muito tempo na propriedade ocupando espaço de outra mais produtiva.</p>
<p>Para isso, os bezerros entre 90-120 dias de idade são desmamados e colocados em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagens adequadas</a></strong>, bem afastados das mães. O pasto apropriado para desmama deve ser formado com forrageiras, correspondendo aos requisitos do <em>creep-grazing</em> (alto valor nutritivo, alta densidade, palatabilidade e baixo porte).</p>
<p>Além do pasto, é aconselhado <strong>suplementar os bezerros com uma ração concentrada</strong> &#8211; a mesma do <em>creep-feeding</em> &#8211; até 6-7 meses, idade correspondente à desmama tradicional, pois as crias têm a capacidade de retirar do concentrado a energia suficiente que encontrariam com o leite.</p>
<p>É esperado que os bezerros consumam de 200 – 400g/cab/dia. Com o passar do tempo, eles somam gradativamente a ingestão, chegando a atingir, na fase final, 2 – 2,5 kg/cab/dia. Pode-se ofertar a quantidade de 1% do peso vivo médio de cada lote, para cada animal por dia, durante o período de 3 a 4 meses.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-creep-feeding-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Característica do suplemento no <em>creep</em></h2>
<p>A suplementação utilizada, no creep, por exemplo, deve receber a devida atenção no momento da formulação, contendo em média, de <strong>18 a 20% de proteína. </strong></p>
<p>Em alguns casos, é interessante a utilização de produtos palatabilizantes na suplementação para fomentar e aumentar o consumo por parte dos bezerros.</p>
<p>Outro ponto de importância para o sistema como um todo é a possibilidade de fornecer aos animais nessa fase da vida, aditivos na suplementação, como salinomicina, monensina dentre outros. Estes, atuam como coccidiostáticos, no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coccidiose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">controle da coccidiose</a></strong>, o que apresenta grande importância para a fase de grande acometimento da eimeriose.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CREEP-FEEDING: O SEGREDO PARA BEZERROS MAIS SAUDÁVEIS | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/9Q2bnApDfk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações sobre <em>creep-feeding</em> e <em>creep-grazing</em></h2>
<p>Em um sistema de produção de bovinos de corte, a taxa de desmama e a quantidade de kg de bezerro desmamado/vaca/ano influenciam diretamente a eficiência do processo de criação.</p>
<p>A capacidade e a melhoria desse indicador está diretamente relacionado ao nível de intensificação da propriedade, quanto maior a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">taxa de lotação</a></strong> da propriedade, maior a eficiência nos manejos reprodutivos e sanitários com as matrizes e suas crias, e o peso de desmama influenciam diretamente nesse indicador de tamanha importância para propriedades de cria.</p>
<p>A suplementação, ainda que na fase de aleitamento, evidencia ser uma importante ferramenta complementar nos projetos que visam níveis altos de produtividade.</p>
<p>Quanto mais pesado desmamar o bezerro, menor será seu tempo no sistema até o abate, reduzindo seu custo de permanência na propriedade ou maior será seu valor de venda e mais rápido as fêmeas são destinadas à reposição. Além disso, permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e retome a ciclicidade mais rápido.</p>
<p>Para o produtor é indispensável saber os custos do sistema e devem ser levados em consideração os custos com ração/bezerro.</p>
<p>É essencial, no entanto, observar se um bezerro bem nutrido, durante o primeiro ano de vida, é capaz de suportar maiores estresses climáticos e/ou orgânicos e, consequentemente, te restituir um boi mais pesado no futuro, mostrando mais importante o fechamento econômico da operação.</p>
<h2>Suplementação eficiente começa com pasto bem manejado e estratégia nutricional</h2>
<p data-start="296" data-end="558">Técnicas como creep feeding e creep grazing são poderosas para acelerar o ganho de peso dos bezerros, mas só entregam resultado quando fazem parte de um plano nutricional bem estruturado, com pastagens manejadas de forma estratégica e decisões baseadas em dados.</p>
<p data-start="560" data-end="857">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-creep-feeding-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como planejar a suplementação, manejar as forrageiras com eficiência e construir um sistema produtivo mais lucrativo. Tudo com aulas online, linguagem prática e professores que vivem a realidade do campo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Doença da vaca louca: principais sintomas e formas de prevenção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/doenca-da-vaca-louca/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/doenca-da-vaca-louca/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 19:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Popularmente conhecida como “doença da vaca louca”, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) é causada por uma proteína denominada príon, que é naturalmente presente no cérebro de diversos mamíferos, porém, pode causar a enfermidade ao se multiplicar intensamente, levando a infecção. O nome popular se originou pelos sinais neurológicos apresentados pelos bovinos acometidos. O príon gera [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Popularmente conhecida como <strong>“doença da vaca louca”</strong>, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) <strong>é causada por uma proteína denominada príon</strong>, que é naturalmente presente no cérebro de diversos mamíferos, porém, pode causar a enfermidade ao se multiplicar intensamente, levando a infecção.</p>
<p>O nome popular se originou pelos sinais neurológicos apresentados pelos bovinos acometidos. O príon gera lesões cerebrais (encefalopatias) com vacúolos em forma de esponja (espongiforme), assim, <strong>os animais apresentam um comportamento incomum e agressivo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Origem da doença da vaca louca</h2>
<p>A Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) foi <strong>diagnosticada pela primeira vez em 1986 na Europa</strong>. Ficou mundialmente conhecida após um surto epidêmico na Grã-Bretanha em 1992.</p>
<p>Estima-se que mais de 100 mil casos tenham ocorrido e os animais tiveram que ser sacrificados. Além disso, ficou evidenciado como uma doença zoonótica e isso levou a suspensão do consumo de carne bovina no país, gerando grandes impactos socioeconômicos.</p>
<p>O Príon é uma proteína celular normal presente em vários tipos de células do corpo dos ruminantes, mas o agente infectante apresenta afinidade pelo tecido neural. O agente é altamente estável e resistente ao congelamento, ressecamento e calor do cozimento normal, da pasteurização e da esterilização a temperatura e tempo usuais.</p>
<p>Dessa forma, há relatos que indicam que o surto foi devido à ingestão de alimentos contaminados por EEB.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como os bovinos adquirem a doença da vaca louca?</h2>
<p>Não há evidências científicas de que a EEB se transmita horizontalmente, ou seja, pelo contato direto entre bovinos ou entre bovinos e outras espécies contaminadas.</p>
<p>A possibilidade de contaminação vertical (da vaca para o bezerro), contaminação ambiental e por meio de fômites contaminados de tecido bovino é muito baixa. Uma atenção maior deve-se dar ao solo, pois o príon sobrevive lá por três anos, por isso recomenda-se que os <strong>cadáveres de animais com a doença sejam incinerados</strong>.</p>
<p>Existem duas principais formas de adquirir a doença:</p>
<h3>Caso de contaminação direta</h3>
<p>É a forma mais conhecida da doença, decorrente da ingestão de carne contaminada pelo consumo de rações feitas com proteína animal, por exemplo, farinha de carne e ossos.</p>
<h3>Caso de origem atípica</h3>
<p>Apesar de ser pouco discutido, é uma forma que deve ser investigada e merece bastante atenção, pois nela, naturalmente, o príon sofre uma mutação, se tornando infeccioso e gera alterações cerebrais.</p>
<p>Os primeiros casos atípicos de EEB foram diagnosticados, quase que simultaneamente, na França e Itália, em 2004. Outros casos foram sendo identificados pelo mundo e os resultados do primeiro estudo sobre a epidemiologia das EEB atípicas analisou demonstrou que a média de idade dos bovinos acometidos era de 12 anos (variando entre 7 e 18 anos), sendo significativamente maior do que a média de idade da EEB clássica (média de 7 anos, variando entre 3 e 15 anos).</p>
<p>Para muitos pesquisadores e especialistas, o cenário mais condizente para origem da EEB atípica é a forma espontânea em decorrência de um processo natural de envelhecimento, com algumas características em comum com outras doenças, por exemplo, o mal de Alzheimer.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-vaca-louca-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sinais clínicos da doença da vaca louca</h2>
<p>Até o óbito, a doença evolui de 14 semanas até 1 ano, porém, os sinais clínicos podem ser observados logo no início, caso tenha um diagnóstico preciso e habilidoso para interpretação precoce desses sinais.</p>
<p>Abaixo, segue uma tabela com todos os sinais que podem ser observados para auxiliar na identificação da EEB:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41422" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca.png" alt="Tabela com sinais clínicos da doença vaca louca observada em bovinos" width="646" height="641" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca.png 646w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-300x298.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-150x149.png 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-370x367.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-270x268.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-302x300.png 302w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/tabela-vaca-louca-96x96.png 96w" sizes="auto, (max-width: 646px) 100vw, 646px" /></p>
<p>Além dos sinais clínicos, é necessário realizar diagnósticos diferenciais para outras doenças que, por também afetarem o sistema nervoso, podem apresentar os mesmos sinais clínicos da EEB.</p>
<p>O uso de exames laboratoriais auxilia na identificação. Pode ser realizado o exame de sangue e exame de urina (urinálise). Outro exame que pode ser realizado é do líquido cerebrospinal, pois as encefalites causam alteração nesse líquido e a EEB não causa alterações.</p>
<p>É importante lembrar que as doenças neurológicas que mais acometem os ruminantes no Brasil, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-e-como-prevenir-o-botulismo-bovino/" target="_blank" rel="noopener">o botulismo</a></strong> e a raiva, apesar de não cursarem com alterações no líquido cerebrospinal, apresentam sinais neurológicos quase idênticos. Diante disso, a atenção deve ser redobrada.</p>
<h2>Profilaxia da doença da vaca louca</h2>
<p>A retirada de proteína de origem animal da alimentação de ruminantes, em especial as farinhas de carne e osso, é o <strong>método mais indicado para profilaxia da EEB. </strong></p>
<p>Em especial, é preciso <strong>atentar-se a bovinos idosos destinados ao abate</strong>, pois eles podem servir como fonte de contaminação por meio das farinhas obtidas na utilização visceral.</p>
<p>Ainda sobre bovinos idosos, devem ser frequentemente monitorados, e/ou serem abatidos em uma faixa etária segura entre 2 e 4 anos. Além de se resguardar da EEB atípica, não trará prejuízos econômicos à produção pela longa permanência no sistema.</p>
<p>No Brasil, apesar de proibido, ainda é muito comum a utilização de cama de frango (maravalha ou serragem) na alimentação de ruminantes. Os produtores, porém, correm sérios riscos de contaminação.</p>
<p>O monitoramento da EEB nos frigoríficos deve contemplar: dos cérebros de ruminantes suspeitos de raiva que apresentaram exames com resultado negativo, o acompanhamento dos rebanhos que tiveram animais importados da Europa nos últimos anos, acompanhamento do histórico da qualidade e do teor dos componentes da ração animal.</p>
<h2>Panorama da vaca louca no Brasil</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com classificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), <strong>o Brasil é considerado território de risco irrisório para a ocorrência da EEB</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em <strong>setembro de 2021</strong>, contudo, uma notícia chocou o país e o mercado de exportação: em Minas Gerais, um bovino começou a apresentar sinais clínicos e o diagnóstico foi confirmado como EEB. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caso ganhou <strong>repercussão internacional</strong> e desencadeou um</span> <span style="font-weight: 400;">movimento de queda nos contratos futuros do boi gordo na B3 e no mercado físico, em virtude de maior cautela do setor quanto a <strong>uma possível restrição nas exportações de carne bovina</strong>. Pouco após o choque, foi divulgado que o bovino tinha 10 anos e que a EEB era atípica. O impacto econômico, porém, já havia acontecido. </span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A Encefalite Espongiforme Bovina (EEB), popularmente conhecida como “vaca louca”, por ser uma doença pouco comum e que ainda tem um entendimento escasso sobre a sua patogenia, necessita de esforços profiláticos e diagnósticos precoces para impedir a disseminação.</p>
<p>Além disso, deve-se ter muita responsabilidade na identificação dos sinais clínicos, no diagnóstico e, sobretudo, histórico animal (nutrição e idade) para que não seja atribuída uma EEB clássica a uma EEB atípica, a fim de que, o mercado cárneo não sofra as consequências econômicas desse “mal-entendido”.</p>
<p><strong>Dicas importantes:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Não forneça aos ruminantes qualquer tipo de alimento que <strong>contenha proteína de origem animal</strong>, inclusive cama-de-aviário e os resíduos da exploração de suínos. <strong>É crime federal.</strong></span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Caso seja preparada ração na propriedade com concentrados ou suplementos proteicos, é preciso ter a certeza de que não esteja misturando alimentos de risco. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Atenção no controle dos alimentos destinados aos ruminantes, pois há o risco de haver contaminação no transporte, na armazenagem, na pesagem e no próprio cocho dos animais.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Se você notar um animal apresentando algum sinal de doença do sistema nervoso, como alterações do comportamento, dificuldades de locomoção, paralisia, andar cambaleante, entre outros, comunique às autoridades. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O estudo pioneiro sobre a epidemiologia das EEB atípicas foi realizado em 2012, na França, e demonstrou que, ao contrário da EEB clássica, as formas atípicas eram mais frequentes em bovinos de aptidão corte, quando comparados com os de aptidão leite. Desta forma, <strong>produtores de corte devem redobrar a atenção</strong>. </span></li>
</ul>
<h2 data-start="178" data-end="246">Sanidade é peça-chave na pecuária moderna e começa com boa gestão</h2>
<p data-start="248" data-end="519">A Doença da Vaca Louca levanta preocupações sérias sobre biosseguridade, perdas econômicas e impactos no mercado. Prevenir riscos como esse exige mais do que atenção: exige conhecimento técnico, controle de insumos, boas práticas de manejo e decisões embasadas em gestão.</p>
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		<item>
		<title>Sêmen bovino: por quanto tempo permanece viável no botijão?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-no-botijao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 11:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[iatf]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[sistema reprodutivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma realidade na pecuária brasileira. Atualmente cerca de 22,2% do rebanho inseminado foi através dessa técnica, permitindo que um animal com bom desempenho genético deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens. Porém, para ser realizada com sucesso a IATF [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)</strong> é uma realidade na pecuária brasileira.</p>
<p>Atualmente cerca de <strong>22,2% do rebanho inseminado</strong> foi através dessa técnica, permitindo que um animal com <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/"><strong>bom desempenho genético</strong></a> deixe o maior número de descendentes, controle de doenças, aumento produtivo e muitas outras vantagens.</p>
<p>Porém, para ser realizada com sucesso a IATF precisa de alguns materiais básicos como: aplicador, luvas, descongelador, botijão de sêmen, entre outros.</p>
<p>Boas práticas durante o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">protocolo de inseminação</a></strong> são fundamentais para manter a integridade do material genético, principalmente quando se trata do botijão de sêmen afinal é dentro desse recipiente térmico que o material é mantido.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Uso adequado do botijão de sêmen bovino</h2>
<p>Inicialmente, ele deve ser guardado em local fresco, sem incidência direta de luz solar, transportado com muito cuidado <strong>sempre na vertical e</strong> <strong>nunca deve ser inclinado</strong> para não correr o risco do conteúdo vazar.</p>
<h3>O que vai dentro do botijão?</h3>
<p><strong>Nitrogênio líquido</strong>. Ele é responsável por conservar as doses do sêmen bovino em -196 °C durante tempo indeterminado desde que a quantidade  seja mantida acima do mínimo.</p>
<p>Para que isso seja possível é necessário fazer a verificação periódica da quantidade de nitrogênio e garantir a integridade do material, para isso usamos a régua graduada, onde a quantidade mínima de nitrogênio não deve ser menor que 15 cm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13967" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg" alt="Medindo nitrogênio no botijão de sêmen" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Utilização da régua graduada para mensurar a quantidade de nitrogênio líquido no botijão de sêmen. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro)</span></p>
<p>O nitrogênio líquido evapora rapidamente, por isso <strong>o botijão não pode ficar muito tempo aberto</strong>, após o manejo é necessário fechá-lo, caso precise retirar mais doses de sêmen entre as inseminações é necessário abri-lo novamente.</p>
<p>Quando retiramos as doses de sêmen bovino não devemos remover completamente a caneca (estrutura onde ficam as racks que armazenam as palhetas de sêmen), o ideal é que esta fique em contato com nitrogênio líquido por mais tempo, e todo o processo seja realizado de forma rápida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13969" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg" alt="Manejo de amostras de sêmen bovino" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-3-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Manejo correto para a retirada de amostras. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="MANEJO ADEQUADO DO SÊMEN BOVINO: MELHORES PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/BaFy4vg-GXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>O protocolo de descongelamento</h2>
<p>Vários estudos comprovam que caso o descongelamento não seja realizado da forma correta, os espermatozoides morrem durante o processo de descongelamento, o impacta diretamente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de prenhez</strong></a> da propriedade.</p>
<p>Atualmente existem muitas marcas disponíveis no mercado, porém o professor Douglas Costa dá uma indicação prática importante:</p>
<p><em><strong>Não coloque muitas doses de uma vez no descongelador</strong>, pois isso fará com que a temperatura caia muito de forma rápida, logo, as paletas irão descongelar de forma irregular, comprometendo o material.</em></p>
<p>Exemplo: caso o descongelador tenha 4 divisões uma opção é separá-lo com diferentes paletas de animais e raças distintas como na imagem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13968" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg" alt="Distribuição de palhetas de sêmen bovino no descongelador" width="700" height="394" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2.jpg 1000w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/conservacao-semen-bovino-2-740x417.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sugestão de como distribuir palhetas de sêmen bovino no descongelador. Fonte: Aula boas práticas nos protocolos de IATF, Professor Douglas Costa (Rehagro).</span></p>
<p>A inseminação artificial oferece grandes benefícios aos produtores que optam por essa técnica, contudo a sua eficiência está diretamente ligada a mão de obra qualificada, instalações, manejo dos animais e dos equipamentos.</p>
<h2 data-start="169" data-end="252">Conhecimento técnico que evita prejuízos e potencializa resultados reprodutivos</h2>
<p data-start="254" data-end="458">Saber conservar o sêmen corretamente é apenas o começo. Se você quer maximizar a eficiência da IATF, reduzir falhas no manejo e transformar cada decisão em resultado no campo, é hora de se aprofundar.</p>
<p data-start="460" data-end="778">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-semen-bovino-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com profissionais que atuam nas principais fazendas do Brasil, com uma formação 100% online, prática e focada em aumentar a produtividade e o lucro da sua propriedade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-semen-bovino-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-no-botijao/">Sêmen bovino: por quanto tempo permanece viável no botijão?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boi 777: saiba como aplicar essa técnica</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 21:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[boi]]></category>
		<category><![CDATA[cria]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A técnica do boi 777 é um modelo de sistema de produção, desenvolvido pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), como uma sugestão para aumentar a produção e a produtividade das fazendas. Serão produzidas 7 arrobas na cria, 7 recria e 7 na terminação, totalizando 21 arrobas em 24 meses, conforme mostrado na imagem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boi-777-como-aplicar-essa-tecnica-que-aumenta-a-producao-e-a-produtividade/">Boi 777: saiba como aplicar essa técnica</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A técnica do <strong>boi 777</strong> é um modelo de sistema de produção, desenvolvido pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), como uma sugestão para aumentar a produção e a produtividade das fazendas.</p>
<p>Serão produzidas <strong>7 arrobas na cria, 7 recria e 7 na terminação</strong>, totalizando <strong>21 arrobas em 24 meses</strong>, conforme mostrado na imagem a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13961" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777.jpg" alt="Esquema da técnica do boi 777" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777.jpg 1300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-1024x1024.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-768x768.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/boi-777-740x740.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<p>Porém, o mais importante não são os números (777) antes, é crucial entendermos de onde eles vêm.</p>
<p>São estudos de longa data comprovando que <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bezerros desmamados</a></strong> com 7 arrobas, seguindo de 7 arrobas produzidas na recria caracterizadas por serem as mais desafiadoras, e as 7 arrobas na terminação encaixa-se em um ótimo modelo em termos zootécnicos e principalmente econômico.</p>
<p>O mais importante que devemos levar é o conceito e não o número.</p>
<p>Isso está ligado ao propósito do produtor dentro da propriedade, pois você pode buscar outros objetivos, e diferentes valores na hora de determinar as metas e mesmo assim conseguir resultados expressivos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a relevância do boi 777?</h2>
<p>Você tem uma meta produtiva para cada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener">fase do desenvolvimento dos bovinos de corte</a></strong>?</p>
<p>Para te ajudar com isso, separamos esse vídeo do Dr. Gustavo Siqueira, pesquisador da APTA, explicando o porquê tão importante quanto conhecer a técnica, é ter um bom planejamento e gestão para desenvolver, mensurar e melhorar o seu sistema.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BOI 777: COMO FUNCIONA ESSE SISTEMA DE PRODUÇÃO? | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/lkH7GWtB16M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Além disso, busque sempre o maior ganho de peso a desmama, a melhor meta de ganho na recria, e a maneira mais eficiente de terminar os animais, baseado na realidade da propriedade.</p>
<p>Por isso <strong>o boi 777 traz a relevância de ter uma meta para cada etapa produtiva</strong>, afinal não adianta investir muito na cria, em detrimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/" target="_blank" rel="noopener">recria</a></strong>, ou vice e versa. Assim, é importante ter um equilíbrio do sistema e melhorar de forma contínua.</p>
<ul>
<li>Determine metas.</li>
<li>Equilíbrio Entre as Fases.</li>
<li>Plano Nutricional.</li>
</ul>
<p>Logo, temos os conceitos de <strong>gestão</strong>, contornar, medir, analisar e consertar os problemas.</p>
<h2 data-start="156" data-end="240">Transforme técnica em resultado e leve sua produção a um novo nível de eficiência</h2>
<p data-start="242" data-end="562">O sistema Boi 777 é uma estratégia comprovada para aumentar a produtividade e reduzir o tempo de abate, mas para que ele funcione de verdade é preciso ter gestão, planejamento e controle de cada fase da criação. Produzir mais arrobas por hectare só é possível quando decisões são tomadas com base em dados e indicadores.</p>
<p data-start="564" data-end="921">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-boi-777-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a estruturar sua produção com foco em eficiência, dominar os custos, indicadores e estratégias que tornam o sistema 777 viável e lucrativo. Com aulas online, conteúdo prático e professores com vivência no campo, o curso te prepara para aplicar técnicas modernas com segurança e resultado.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-boi-777-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementação a pasto do gado de corte: como aumentar a rentabilidade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 17:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do ponto de vista econômico, as tecnologias devem estar enquadradas no sistema produtivo de forma a elevar sua lucratividade. Toda nova técnica apresenta um custo adicional por unidade produzida, e quando bem aplicada dilui gastos com serviços administrativos e jurídicos, impostos, depreciações de máquinas e equipamentos, aumentando a lucratividade da empresa. A suplementação com energia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Do ponto de vista econômico, as tecnologias devem estar enquadradas no sistema produtivo de forma a elevar sua lucratividade.</p>
<p>Toda nova técnica apresenta um custo adicional por unidade produzida, e quando bem aplicada dilui gastos com serviços administrativos e jurídicos, impostos, depreciações de máquinas e equipamentos, aumentando a lucratividade da empresa.</p>
<p>A <strong>suplementação com energia e/ou proteína na produção de gado de corte</strong> pode ser estabelecida de acordo com o valor nutritivo da forragem, intimamente ligado à estratégia de manejo do pasto.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Desempenho do gado de corte a pasto</h2>
<p>É importante destacar que o desempenho do gado de corte a pasto é limitado especialmente pela ingestão de nutrientes, determinada pela composição bromatológica e pelo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">consumo de forragem feito pelo animal</a></strong>.</p>
<p>Pesquisadores mostram que animais mantidos em pastagens tropicais durante a seca, com baixos teores proteicos e energéticos, recebendo apenas suplementação mineral, normalmente apresentam perda de peso durante esse período.</p>
<p>Nesse caso, o baixo teor de proteína na forragem limita a fermentação ruminal, a degradação da fração fibrosa do alimento e a ingestão de forragem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4803 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto.jpg" alt="Suplementação a pasto" width="603" height="295" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto.jpg 603w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto-300x147.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto-370x181.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/suplementacao-a-pasto-270x132.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p><strong>O consumo de forragem de animais em pastagens é um processo complexo</strong>, afetado por diversos fatores, alguns relacionados ao animal em si, como sexo, peso e composição corporal, nível de produção e potencial genético e fatores relacionados à pastagem, como a disponibilidade de forragem, a estrutura do pasto, a composição bromatológica da forragem e, finalmente, a suplementação ou não com alimentos concentrados.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Animais mantidos exclusivamente em pastagens tropicais durante o período quente e chuvoso do ano apresentaram ganho de peso diário entre 0,500 e 0,890 kg cab-1, com médio ao redor de 0,700 kg cab-1, segundo uma pesquisa de Ramalho, em 2006 e Santos e colaboradores em 2007.</span></p>
<p>Dessa maneira, mesmo na estação chuvosa, com forragens apresentando maior qualidade quando comparada ao período seco do ano, os animais não conseguem expressar todo o potencial genético.</p>
<p>Muitas vezes, esse potencial é limitado pela falta de energia, e, também, por proteína, quando em pastagens mais pobres. A suplementação com concentrado pode constituir-se em ferramenta auxiliar para:</p>
<ul>
<li>Melhorar o desempenho individual dos animais;</li>
<li>Aumentar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de lotação</strong></a> dos pastos;</li>
<li>Aumentar a produção total de carne por unidade de área;</li>
<li>Melhorar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/" target="_blank" rel="noopener">qualidade da carcaça obtida</a></strong>;</li>
<li>Favorecer a preparação dos animais que serão terminados em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>, além de encurtar o período do mesmo.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Suplementação como ferramenta para a melhor utilização das forragens</h2>
<p>Adotando a <strong>suplementação</strong> como ferramenta para a melhor utilização das forragens, pode-se manipular a dieta através de dois mecanismos: aumentando a taxa de digestão ruminal e/ou acelerando a taxa de passagem de componentes indigestíveis.</p>
<p>Porém, adequar níveis de proteína e energia que propicie maior crescimento microbiano e maior utilização da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra</a></strong> é um grande desafio. Desafio este, que aumenta quando pensamos nas interações entre suplemento e forragem, dependente da quantidade e qualidade de forragem, quantidade e tipo de suplemento oferecido.</p>
<p>Em sistemas de produção já estabelecidos, a suplementação surge como uma ferramenta de auxílio às <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">pastagens</a></strong>, visando produções compatíveis com a capacidade genética dos animais.</p>
<p>No entanto, é importante se atentar às estratégias compatíveis e adequadas para cada categoria animal, época e sistema, a fim de que não comprometa a eficiência econômica da propriedade. Uma alternativa para diminuir os custos adicionais com suplementação é a <strong>utilização de suplementos de baixo consumo</strong>.</p>
<p>Em uma pesquisa, novilhos Nelores foram suplementados com 1,5g/kg PV e o resultado foi melhor do que o obtido com animais suplementados apenas com sal mineral. Isso se deve ao fato de que nem sempre maiores resultados biológicos significam maiores respostas econômicas.</p>
<p>Ao avaliar o efeito da suplementação com sal mineral ou suplemento proteico, na época das águas, fornecido na quantidade de 1g/kg de peso corporal, estudiosos observaram diferença estatística nos ganhos médios diários, 0,630 e 0,812 kg/dia nos animais dos tratamentos com sal mineral e suplemento proteico, respectivamente.</p>
<p>Em outro estudo, foi testado o efeito da suplementação com mistura proteica energética fornecido na quantidade de 6g/kg PC contra um grupo controle e obteve-se resultados superiores nos animais que receberam suplementação (1,06 contra 0,77 kg/animal/dia).</p>
<p>As respostas à suplementação são maiores na época seca do ano, sendo principalmente devido a incrementos de 45 a 65% na taxa de degradação da fibra em detergente neutro potencialmente degradável da forragem de baixa qualidade, quando emprega-se suplementação exclusiva com compostos nitrogenados.</p>
<p>Assim, para manejar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">nutrição dos animais de corte</a></strong> mantidos a pasto é importante conhecer a dinâmica do manejo das forragens, se atentar a qualidade e quantidade da forragem ofertada, e a interação com a quantidade e tipo de suplemento fornecido, de acordo com diferentes épocas do ano e <a href="https://rehagro.com.br/blog/planejando-e-executando-estrategias-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>metas a serem alcançadas</strong></a>.</p>
<h2>Mais produtividade por hectare, mais eficiência no rebanho</h2>
<p>A pecuária moderna exige eficiência: produzir mais arrobas em menos tempo e com menor custo. Isso só é possível com pastagens bem manejadas e um plano nutricional estratégico.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-suplementacao-a-pasto-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens</a></strong>, você aprende a corrigir falhas no manejo, equilibrar a dieta dos animais e aplicar tecnologias acessíveis que aumentam a eficiência da fazenda e aceleram o retorno financeiro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-suplementacao-a-pasto-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Misturadores de ração: veja os principais tipos e garanta qualidade na mistura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 16:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[misturadores]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado. E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado.</p>
<p>E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos <strong>misturadores de ração</strong>.</p>
<p>Existem diversos modelos e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade.</p>
<p>Neste texto, você irá entender os <strong>benefícios e gargalos de cada um deles</strong>, bem como o passo a passo para garantir a qualidade da sua mistura, obtendo eficiência máxima no processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>A evolução nas dietas do gado de corte: tendências e transformações</h2>
<p>Ao longo das últimas décadas, o perfil das dietas utilizadas na produção de gado de corte no país alterou de maneira significativa. Essa alteração foi observada tanto em dietas de confinamento, quanto no perfil dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementos utilizados para animais a pasto</a></strong>.</p>
<p>O desafio em busca do aumento da produtividade impulsiona técnicos e pecuaristas na utilização de dietas mais energéticas e “adensadas”. Dietas nesses padrões requerem, impreterivelmente, a utilização de maiores proporções de grãos, com diferentes tipos de processamento, e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">alimentos concentrados</a></strong>.</p>
<p>A inclusão de grãos na dieta de bovinos de corte no Brasil pode variar conforme o sistema de produção adotado e o objetivo da terminação dos animais. Em sistemas de confinamento ou semi-confinamento, a inclusão de grãos pode alcançar de <strong>60% a 80% da matéria seca</strong> total da dieta.</p>
<p>Em sistemas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">Terminação Intensiva a Pasto (TIP)</a></strong>, o uso de grãos na suplementação pode variar entre 20% e 40%, dependendo da qualidade do pasto disponível e da estratégia nutricional adotada.</p>
<p>Esses percentuais são ajustados de acordo com os custos dos insumos e as metas de ganho de peso desejadas, considerando também fatores como a época do ano e a disponibilidade de forragens.</p>
<p>Essa realidade implica em uma série de consequências, além dos esperados ganhos em desempenho, <strong>desafiar ruminantes a dietas ricas em energia acarreta desafios significativos</strong>, a utilização de aditivos, a necessidade de adaptação dos animais, os cuidados com a homogeneidade da dieta, dentre outros fatores que são fundamentais na mitigação dos riscos observados nessas dietas.</p>
<p>Por consequência dos processos evolutivos, bovinos são ruminantes com baixa capacidade de seleção dos alimentos, principalmente quando comparados a pequenos ruminantes como caprinos e ovinos.</p>
<p>Porém, na oferta de uma dieta com grande segregação de alimentos, é possível se observar a seleção e a predileção de certos alimentos por parte dos bovinos, possibilitando que animais, principalmente confinados, consumam maiores ou menores quantidades de grãos e alimentos concentrados do que o determinado no momento da formulação da dieta.</p>
<p>Esse fator transforma o risco de desordens metabólicas, como acidose e timpanismo, ainda mais evidente no caso de seleção por alimentos mais energéticos ou resulta em desempenho aquém do esperado quando os volumosos são selecionados pelo indivíduo.</p>
<p>Por isso é tão importante que se garanta durante o fornecimento de uma dieta total, <strong>uma perfeita mistura dos alimentos nas suas devidas proporções</strong>, onde os animais não consigam selecionar os alimentos, ingerindo partes precisas da dieta formulada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como garantir a qualidade da mistura?</h2>
<p>A homogeneidade da mistura é um fator importante também quando lembramos dos minerais e aditivos que são incluídos na dieta em menores proporções, sendo que <strong>qualquer falha na mistura pode resultar ingestão desbalanceada desses micronutrientes e, consequentemente, menor desempenho</strong>.</p>
<p>Uma sugestão prática é sempre checar se a dieta batida na fazenda está mais próxima possível da dieta formulada pelo nutricionista. Portanto, a precisão no carregamento é fundamental.</p>
<p>A experiência do operador conta muito para o resultado desse processo. Recomenda-se que a variação da dieta a campo e formulada não ultrapasse 10%, sendo que abaixo de 5% é que consideramos ideal.</p>
<h2>Quais são os tipos de misturadores de ração?</h2>
<p>A principal forma utilizada para se misturar uma dieta é pela utilização de<strong> misturadores</strong>. Existem diversos modelos de misturadores de ração e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade, qualidade e deficiência:</p>
<ul>
<li><strong>Misturadores com roscas horizontais ou verticais;</strong></li>
<li><strong>Misturador com rotor;</strong></li>
<li><strong>Misturador por tombamento.</strong></li>
</ul>
<p>Podem ser estacionários, tracionados ou acoplados no chassi de caminhão.</p>
<p>Entender os benefícios e os gargalos de cada um desses tipos é fundamental para que a operação flua da melhor e mais eficiente forma possível. Portanto, assertividade na escolha do tipo de sistema de mistura para a realidade da fazenda é o ponto de partida para garantir a qualidade da mistura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<h3>Misturador com rosca vertical (helicoide)</h3>
<p>Sua principal característica é sua <strong>capacidade de misturar volumosos</strong> com partículas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibras</a></strong> maiores, como por exemplo, o feno, em suma a robustez dos equipamentos desse tipo também se destacam.</p>
<p>Entretanto, para garantir uma mistura homogênea em vagões com rosca vertical, no geral, necessita-se de um maior tempo de mistura, cerca de <strong>8 a 10 minutos</strong>, o que proporciona maiores gastos com combustível e desgaste dos tratores ou consumo de energia.</p>
<p>Nesse tipo de misturador deve-se estar atento à presença de facas para repicagem. Estas facas reduzem o tamanho da partícula, portanto não é indicado para dietas de confinamento. Sua indicação é para fenos, recém secos e demais componentes secos que possuem fibras longas.</p>
<p>Há no mercado a opção com duas roscas verticais. Caso você opte por adicionar algum outro ingrediente que não seja volumoso e seja mais denso, atente-se para que ele seja adicionado ao misturador por último para melhor a homogeneidade da mistura.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11259" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp" alt="Misturador com rosca vertical" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-370x278.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-270x203.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Parte interna do misturador com rosca vertical. Fonte: Dra. Andrea Mobiglia.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11260" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp" alt="Misturador helicoidal vertical" width="650" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-300x190.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-370x235.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-270x171.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Mecanismos helicoidal vertical e facas de repicagem. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<h3>Misturador com rosca horizontal</h3>
<p>Em contraste com o misturador vertical, o misturador horizontal tem como <strong>característica melhores condições de misturar volumosos com partículas de fibra menores</strong>, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/" target="_blank" rel="noopener">silagem de milho</a></strong> ou capim. Sua maior eficiência na mistura permite que esses misturadores proporcionem misturas homogêneas com menores tempos de mistura.</p>
<p>Nesse modelo é possível adicionar ingredientes de menor inclusão, garantindo sua distribuição uniforme. Portanto, o misturador horizontal é indicado em dietas com inclusão de grãos, farelos e subprodutos, podendo ser encontrado no mercado sistemas com 3 ou 4 roscas.</p>
<p><strong>O tempo de mistura vai variar de 2 a 6 minutos</strong>, dependendo da capacidade do misturador e o tipo de dieta. Recomenda-se que o carregamento seja feito primeiro com os alimentos concentrados e depois com os alimentos volumosos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11261 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp" alt="Misturador helicoidal horizontal" width="348" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp 348w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-300x219.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-270x197.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 348px) 100vw, 348px" />Misturador helicoidal horizontal de 3 roscas. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp" alt="Misturador horizontal com 4 roscas" width="316" height="222" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp 316w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-300x211.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-270x190.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 316px) 100vw, 316px" />Demonstração de movimento das roscas em misturador horizontal de 4 roscas. Fonte: site da Kuhn do Brasil.</span></p>
<h3>Misturador por tombamento</h3>
<p>Esse misturador é <strong>indicado para ração de mistura total</strong>, podendo conter silagem, subproduto, grãos e núcleo. Seu mecanismo de mistura é feito por correntes e travessas, que evitam a deposição de ingrediente com maior densidade no fundo do equipamento.</p>
<p>Recomenda-se acrescentar o volumoso antes do concentrado nesse tipo de sistema, ou até mesmo carregar em “sanduíche”, caso haja 2 fontes de volumosos, por exemplo, bagaço de cana e silagem.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp" alt="Misturador por tombamento" width="650" height="461" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp 698w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-300x213.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-370x262.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-270x191.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Correntes e travessa de misturador com rotor tombamento. Fonte: site da Siltomac.</span></p>
<h3>Misturador com rotor central e rosca</h3>
<p>Esse modelo de misturador vem ganhando grande destaque dentre os diversos tipos de vagões, pois <strong>garante uma excelente qualidade de mistura com tempo reduzido de funcionamento</strong> mesmo quando comparado aos misturadores de rosca horizontal, além disso, permite-se incluir diferentes tamanhos de partículas de volumosos.</p>
<p>Esses misturadores contém a combinação de duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. O mecanismo combinado desse último modelo citado permite melhor qualidade de mistura em rações com maior quantidade de concentrado e menor tempo de mistura.</p>
<p>Outra característica interessante é que esse tipo de mecanismo minimiza quebra de ingredientes peletizados ou floculados. O tempo de mistura deve ser a combinação da velocidade do rotor e tipo de dieta.</p>
<p>Uma recomendação prática de mistura é, em média, de 10-15 giros, com a velocidade de rotação (RPM) recomendado pelo fabricante, o que equivale aproximadamente <strong>3 a 6 minutos</strong>. Esse tempo deve ser checado para cada equipamento de acordo com o teste de qualidade de mistura da ração, que não deve variar de 5-10% comparado com a ração formulada.</p>
<p>A recomendação é que os ingredientes concentrados (grãos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong>, farelo e núcleo) sejam carregados antes do volumoso, sendo do mais denso para o menos denso.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11264 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp" alt="Misturador com rotor central" width="260" height="347" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp 260w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8-225x300.webp 225w" sizes="auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px" />Misturador com duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal da Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h3>Misturadores e caixas estacionárias</h3>
<p>Independente de qual desses tipos de vagões &#8211; eles podem ser estáticos ou não &#8211; <strong>operações de maior porte que necessitam misturar grandes quantidades de ração</strong>, podem utilizar um misturador estacionário assessorados por um vagão apenas distribuidor ou caixas estacionárias de pré-carregamento assessorado por um misturador para reduzir o tempo do ciclo de alimentação.</p>
<p>Em confinamento acima de 15 mil cabeças, esse tipo de sistema otimiza a quantidade de equipamento distribuidor, combustível e funcionários. Vale a pena colocar essa conta na ponta do lápis.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10956 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg" alt="Caixa estacionária" width="252" height="336" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg 252w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 252px) 100vw, 252px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Caixa estática pré-mistura. Fonte: Arquivo pessoal da Dra.Andrea Mobiglia. </span></p>
<p>Uma análise interessante foi feita em 15 confinamentos comparando os dois sistemas: carregamento direto no misturador acoplado a um caminhão (método tradicional) e o uso de caixas estacionárias para pré-carregamento antes de serem tombadas no caminhão misturador.</p>
<p>Essa análise mostrou que a variação de carregamento em peso absoluto foi menor com o uso de caixas estacionárias.</p>
<p>Essa diferença, possivelmente, pode ser explicada pela otimização da mão de obra e do tempo no carregamento e descarregamento, que possibilita os funcionários serem mais precisos na quantidade de ingrediente na hora do carregamento, sem ter outro funcionário aguardando ou ele mesmo fazendo as duas operações.</p>
<p>A precisão no carregamento além de acarretar melhor qualidade da batida, minimiza desperdícios de ingredientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10957" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg" alt="Caixa estacionária e carregamento direto" width="650" height="405" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-370x231.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-270x168.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Variação absoluta de carregamento, em quilograma, entre o uso de caixa estacionária e carregamento direto no misturador acoplado ao caminhão. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Dados não publicados do arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Importância da escolha adequada do misturador de ração</h2>
<p>Escolher o misturador que melhor se adeque à realidade e características específicas de cada operação é fundamental, <strong>evitando desperdícios e ineficiência</strong>. Além disso, outros fatores devem ser levados em consideração para se garantir uma mistura de qualidade e uma dieta homogênea.</p>
<p>Todos os equipamentos possuem a versão com balança, o que se torna a opção mais interessante para monitorar a operação, carregamento e descarregamento controlado e o consumo dos animais.</p>
<p>Falhas na pesagem do ingrediente e maiores fornecimentos de determinado ingrediente da ração por si só já são causas para dietas desbalanceadas, por isso sempre estar atento no momento do carregamento e sempre conferir e aferir a precisão da balança, que pode ser feito 1 a 2 vezes no ano.</p>
<p>Além disso, a distribuição programada, com balança no equipamento distribuidor, torna-se essencial para o controle do consumo dos animais, principalmente quando o tema é <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>.</p>
<h3>Capacidade do equipamento</h3>
<p>A sobrecarga dos equipamentos destinados a misturas da dieta, pode e vai interferir na qualidade da mistura, respeitar as especificações do fabricante de cada vagão é uma premissa importante, pois a sobrecarga impede que as partículas dos alimentos se misturem. Volumosos ocupam mais espaço, portanto, fique atento à capacidade cúbica, ao invés de checar apenas a capacidade em peso.</p>
<p>Entre dois tratos e, consequentemente, duas cargas do vagão, pode sobrar ração dentro do equipamento. Essa sobra, normalmente, pode interferir no momento do fornecimento do trato seguinte e alteração da composição da dieta do próximo trato.</p>
<p>Nesse caso, devemos cuidar para que essa sobra não seja acrescentada em dietas de adaptação, por exemplo, o que resultaria uma dieta mais energética, possivelmente, resultando em distúrbios metabólicos nos animais não adaptados.</p>
<h2>Manutenção do misturador e componentes</h2>
<p>Defeitos mecânicos e ausência ou ineficiência de algum componente do vagão também podem ocorrer e prejudicar o trabalho. Por exemplo, o desgaste das facas do vagão, por exemplo, irá comprometer a eficiência da mistura, no caso de fardos de fenos em misturadores verticais.</p>
<p>Por outro lado, se essas facas forem utilizadas em dietas de terminação contendo volumoso, poderá reduzir o tamanho de fibra além do exigido para manter a saúde ruminal, resultando em problemas metabólicos.</p>
<p>O atraso de tratos devido problemas mecânicos, consumo maior de combustível, ineficiência de mistura por desgaste de componentes, entre outros podem ser evitados através de manutenção periódica aos equipamentos e seus componentes.</p>
<p>Esteja sempre em dia com a manutenção do equipamento, e atento às exigências e recomendações dos fabricantes.</p>
<h2>Tempo de mistura</h2>
<p>O tempo em que os alimentos permanecem no vagão para misturar <strong>é crucial para o estado final da dieta</strong>. O tempo de mistura ideal varia de acordo com o equipamento utilizado, capacidade, marca do misturador e principalmente de acordo com o tipo de ingredientes utilizados, <strong>variando entre 3 e até 15 minutos</strong>.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, o tempo excedido de mistura da ração segrega as partículas “desmisturando” a dieta em vez de misturar, por isso devemos manter o tempo ideal.</p>
<p>Um teste fácil de realizar a campo é fixar um tempo de mistura, de acordo com a recomendação do tipo de misturador, e coletar amostras para enviar para laboratório como descreveremos mais adiante. Preconizamos que essa variação não deve ser maior que 10% entre amostras, sendo menor que 5% considerado com variação ideal. Lembre-se também de compará-la com a dieta formulada!</p>
<h3>Dica rápida para ajuste de tempo de mistura</h3>
<p>Para ajustar o tempo de mistura e ordem de carregamento, faça a amostragem da dieta como descrito no item “6 passos para mensurar a qualidade da mistura”, mas antes de enviar para laboratório, passe uma amostra na peneira <i><span style="font-weight: 400;">Penn State</span></i><span style="font-weight: 400;"> e cheque se a distribuição de fibras está uniforme para o início, meio e fim do descarregamento.</span></p>
<p>Fixado o tempo ideal, amostre seguindo os passos recomendados e envie o laboratório de sua confiança para uma análise mais precisa. Lembre-se que o uso da distribuição de fibra é apenas um norteamento para o ajuste, mas as chances de erros são bem maiores do que as análises químicas. Uma dieta desbalanceada pode representar resultados aquém do esperado.</p>
<h2>6 passos para mensurar a qualidade da mistura</h2>
<p>A amostra que será enviada para laboratório deve representar a batida, e a forma como fazemos isso impacta diretamente nos resultados. O passo a passo abaixo pode ser conduzido de forma simples e bastante eficiente.</p>
<ol>
<li>Após a batida, selecione 3 cochos para serem amostrados, sendo o primeiro cocho, um cocho intermediário, e o último cocho do descarregamento.</li>
<li>Assim, que a ração for distribuída, caminhe na frente do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> coletando amostras, utilizando um equipamento em forma de concha ou a própria mão fazendo formato de concha. Faça a coleta antes dos animais terem acesso à comida para evitar seleção e contaminação pela saliva do animal.</li>
<li>Colete 1 amostra (mão cheia) a cada 5-10 metros, dependendo do tamanho do cocho, e coloque-as em um balde limpo. Alterne coletas no fundo, no meio e no topo da pilha de alimento, evitando pegar ração que tenha sobrado do dia anterior. Garanta de 5 a 10 amostras por cocho.</li>
<li>Após terminar a coleta no primeiro cocho, misture bem o conteúdo do balde, vire o balde em uma superfície limpa e reparta a amostra em 4 partes. Selecione 1 parte e repita a repartição. Faça esse procedimento até obter uma amostra de 200-500 gramas.</li>
<li>Coloque a amostra em um saco e lacre, identificando a amostra com o tipo de ração, batida e data da coleta. Envie para laboratório em até 24 horas para análise de algum componente da dieta de baixa inclusão, como por exemplo, zinco, ionóforo, cálcio. Pode-se analisar o teor de proteína, mas nesse caso a precisão será menor.</li>
<li>Faça o mesmo procedimento com os outros dois cochos. Quando você receber os resultados, compare o percentual de variação entre as 3 amostras da mesma batida.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10958 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-11.jpg" alt="Coleta de amostra de alimento" width="227" height="208" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Demonstração da posição da mão durante a coleta de amostra para evitar perder partículas de alimento, obtendo amostras mais representativas. Fonte: Arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h2>Dicas rápidas para evitar erros</h2>
<p>Seguindo as etapas citadas, é possível atingir a máxima eficiência do nosso sistema em proporcionar uma dieta homogênea, mais próxima possível da formulada e por consequência, desempenho animal esperado.</p>
<p>Deixamos aqui algumas dicas rápidas para evitar erros e desperdícios:</p>
<ul>
<li>Lembre-se que ração com maior quantidade de volumoso exige maior capacidade do vagão;</li>
<li>Selecionar o misturador ideal depende de vários fatores, avalie os prós e contras e acordo com sua necessidade e condições de investimento;</li>
<li>O número de cabeças alimentadas e o operacional de cada fazenda irá determinar o tamanho do misturador e o número de carregamentos;</li>
<li>Faça um teste para cada tipo de ração para determinar o tempo de mistura ideal. Rações com maior quantidade de volumosos tendem a requerer mais tempo de mistura;</li>
<li>Treine seus colaboradores para melhor eficiência da operação, uso adequado dos equipamentos e, principalmente, para padrões de segurança.</li>
</ul>
<p>A qualidade da mistura é um entre muitos pontos de atenção necessários para alcançarmos alta eficiência na nutrição, que pode representar mais de 70% dos custos de produção na pecuária de corte.</p>
<p>Para o pecuarista que deseja <strong>aumentar sua margem de lucro</strong>, mas não sabe por onde começar, planejar melhor a estratégia nutricional do rebanho pode ser um ótimo caminho.</p>
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<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16050 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg" alt="Andrea Mobiglia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Principais plantas tóxicas para bovinos: um guia prático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 15:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são as principais plantas tóxicas para bovinos presentes nas pastagens? Saiba como e quais plantas podem afetas diretamente a saúde seus animais. Neste e-book você irá encontrar: Imagens das plantas tóxicas para ajudá-lo a identificá-las em sua propriedade; Principais regiões onde podem ser encontradas em maior quantidade; Primeiros sintomas de intoxicação nos animais e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais são as <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-que-causam-intoxicacao-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>principais plantas tóxicas</strong></a> para bovinos presentes nas pastagens? Saiba como e quais plantas podem afetas diretamente a saúde seus animais.</p>
<p>Neste e-book você irá encontrar:</p>
<ul>
<li>Imagens das plantas tóxicas para ajudá-lo a identificá-las em sua propriedade;</li>
<li>Principais regiões onde podem ser encontradas em maior quantidade;</li>
<li>Primeiros sintomas de intoxicação nos animais e os possíveis tratamentos.</li>
</ul>
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		<title>Alimentos volumosos para bovinos: saiba quais são e como utilizar no confinamento?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 17:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais maneiras de intensificar o sistema de produção de carne é com a utilização do confinamento, principalmente quando o objetivo é a terminação dos animais para abate. Além dos custos com instalações e com os próprios animais, a alimentação representa uma das parcelas mais significativas dos custos em um sistema de confinamento. A utilização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais maneiras de intensificar o sistema de produção de carne é com a utilização do confinamento, principalmente quando o objetivo é a terminação dos animais para abate.</p>
<p>Além dos custos com instalações e com os próprios animais, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">alimentação</a></strong> representa uma das parcelas mais significativas dos custos em um sistema de confinamento.</p>
<p>A utilização de insumos de qualidade, <strong>concentrados e volumosos</strong>, é fundamental para o sucesso da atividade. Dessa forma, nutricionistas buscam, a cada dia, dietas mais energéticas, principalmente com a utilização de grãos com o objetivo de adensar a dieta.</p>
<p>Entretanto, <strong>alimentos volumosos exercem um papel importante</strong> nesse contexto e podem determinar a qualidade de uma dieta.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Por que usar alimentos volumosos na alimentação dos bovinos?</h2>
<p>O principal objetivo da utilização de alimentos volumosos em uma dieta de confinamento, é fornecer aos animais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibra fisicamente efetiva</a></strong> que irá, resumidamente, estimular a mastigação, ruminação, salivação e a motilidade ruminal, mantendo o rúmen saudável.</p>
<p>Contudo, alguns alimentos volumosos podem fornecer bons níveis de nutrientes, tornando-se alimentos completos e de grande importância para o sistema.</p>
<p>A eficiência na produção e/ou compra de volumosos para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">confinamento</a></strong> pode determinar o sucesso da operação, além de custos competitivos, a qualidade do volumoso pode ser o diferencial dentro de um sistema de engorda de animais confinados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-manejo-confinamento-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-confinamento&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39633 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png" alt="E-book Confinamento de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-confinamento-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Afinal, qual volumoso devemos utilizar?</h2>
<p>As opções de volumosos são diversas:</p>
<ul>
<li>Silagem de milho;</li>
<li>Bagaço de cana;</li>
<li>Silagem de capim;</li>
<li>Capulho de algodão;</li>
<li>Feno.</li>
</ul>
<p>O processo de escolha entre eles deve ser criterioso, levando em consideração fatores como custo, disponibilidade de compra, capacidade de produção, condições de armazenamento e valores nutricionais.</p>
<h3>Silagem de milho</h3>
<p><strong>A silagem de milho, entre os volumosos, é o mais tradicional alimento utilizado em confinamentos do Brasil</strong>. É um volumoso de qualidade ímpar, sendo uma excelente fonte energética, entre outras características.</p>
<p>Alguns pecuaristas adquirem a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/">silagem de milho</a></strong> de outros produtores, no entanto, a produção na própria propriedade, em geral, representa menores custos finais.</p>
<p>Todavia, o processo de produção e ensilagem demanda uma série de cuidados que irão impactar na classificação do alimento em um alimento de excelente qualidade.</p>
<p>Dentre os cuidados mais impactantes no processo de plantio, colheita e ensilagem do milho, estão:</p>
<ul>
<li>Correção e adubação do solo;</li>
<li>Época do plantio (sempre associada às características climáticas de cada região);</li>
<li>Escolha da variedade do híbrido a ser utilizada;</li>
<li>Época ideal para colheita (associada às características climáticas e principalmente às características do milho na colheita);</li>
<li>Porcentagem de matéria seca (%MS) da planta no momento da colheita (ideal: entre 32 a 38%);</li>
<li>Altura do corte;</li>
<li>Tamanho da partícula (ideal: entre 6 a 15 mm);</li>
<li>Quebra dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">grãos de milho</a></strong>;</li>
<li>Boa compactação do material colhido;</li>
<li>Vedação adequada, com a lona adequada;</li>
<li>Bom manejo de retirada do material ensilado para carregar o vagão.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10974" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2.jpg" alt="Tabela nutricional da silagem de milho" width="600" height="422" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2-300x211.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2-370x261.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-2-270x190.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela com exemplos dos níveis nutricionais da silagem de milho. Fonte: 3RLab.</span></p>
<p>Dentre os fatores que podem dificultar a utilização da silagem de milho, estão:</p>
<ol>
<li>Custo de produção;</li>
<li>Necessidade de área e infraestrutura logística para plantio (maquinário e silo, por exemplo).</li>
</ol>
<p>A inclusão na dieta desse alimento volumoso depende dos objetivos de ganho esperado para os animais. A diminuição das porcentagens de silagem de milho na dieta estão ligadas ao aumento dos níveis de energia e ganho esperado.</p>
<p>Todavia, recomenda-se que, em situações de manejo ajustado, <strong>as dietas tenham um mínimo de 15% de FDN</strong>, que poderá ser obtida com a inclusão da silagem de milho.</p>
<p>Portanto, a produção de silagem de milho requer investimentos, mas se apresenta como uma das melhores opções de volumosos para utilização em confinamentos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-alimentos-volumosos-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Bagaço de cana-de-açúcar</h3>
<p>Com o aumento da densidade das dietas de terminação, o bagaço de cana-de-açúcar passou a ser ainda mais utilizado nas dietas por confinadores. <strong>O principal motivador da utilização do bagaço, se deve ao grande potencial de efetividade da fibra desse insumo.</strong></p>
<p>O bagaço de cana é um coproduto das indústrias de açúcar e álcool, onde a grande maioria de seus nutrientes é retirada para a obtenção desses produtos. Dessa forma, ele se torna um insumo rico em fibra fisicamente efetiva, mas pobre em nutrientes importantes, como energia e proteína.</p>
<p>Assim, sua inclusão é normalmente realizada com o mínimo necessário para atingir os níveis desejáveis de fibra fisicamente efetiva na dieta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10975" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3.jpg" alt="Bagaço de cana sendo armazendo" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Bagaço de cana armazenado ao ar livre e sendo amostrado para monitorar o teor de matéria seca. <span style="text-align: center;">Fonte: imagem cedida gentilmente pelo Dr. Fernando Camilo de seus arquivos pessoais.</span></span></p>
<p>Embora de baixo custo por tonelada, a baixa densidade desse volumoso pode encarecer o frete para a propriedade, sendo basicamente utilizado em regiões produtoras de cana de açúcar.</p>
<h3>Silagem de capim</h3>
<p>A silagem de capim ganhou grande destaque nos últimos anos. Embora sua utilização seja mais comum em <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/"><strong>sistemas de recria</strong></a>, durante o sequestro, a utilização desse alimento volumoso em confinamentos pode ser interessante em algumas ocasiões.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10976" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4.jpg" alt="Ensilagem do capim sendo feita com fubá" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Ensilagem do capim sendo feita com milho fubá para aumentar o teor de matéria seca do produto final conservado. Fonte: arquivo pessoal Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<p>Diferente do bagaço de cana, onde praticamente desconsideramos os níveis nutricionais para formulação da dieta,<strong> a silagem de capim pode fornecer níveis interessantes de energia e proteína</strong>.</p>
<p>Ao contrário do milho, que é uma forrageira anual, o capim é uma forrageira perene, o que não demanda, necessariamente, o plantio e todos os processos envolvidos a cada safra, podendo inclusive ser utilizado de maneira oportuna em ocasiões onde o capim destinado à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagem</a></strong> esteja “sobrando”.</p>
<p>No processo de ensilagem de capim, devemos ter atenção quanto ao teor de matéria seca (MS). Dificilmente, o capim atingirá níveis de MS suficientes para uma boa ensilagem, sem que o mesmo esteja “passado”.</p>
<p>Por esse motivo, além da adição de aditivos pode-se fazer necessário no momento da ensilagem a inclusão de algum insumo, como milho ou polpa cítrica, com intuito de aumentar os níveis de MS do material a ser ensilado, melhorando também o perfil nutricional desse volumoso.</p>
<h3>Silagem de sorgo</h3>
<p>A silagem de sorgo é uma alternativa interessante como fonte de volumoso para confinamentos.</p>
<p>Todavia, sua utilização requer uma atenção especial no momento da ensilagem: por características anatômicas de seu grão, existe uma dificuldade maior em quebrá-lo no momento da colheita.</p>
<p>O grão do sorgo, rico em amido, provavelmente não será aproveitado pelos animais caso não seja quebrado no momento da colheita.</p>
<p>Sendo assim, é quase indispensável a utilização de um <i>cracker</i> na colhedeira e a regulagem desse equipamento deve ser feita de maneira criteriosa e precisa.</p>
<h2>Outras fontes de alimentos volumosos</h2>
<p>Outras fontes de alimentos volumosos podem ser utilizadas para confecção de dietas de animais confinados, em suma o que dita qual será o insumo a ser utilizado, são boas oportunidades de compra, logística e estrutura de armazenamento.</p>
<h3>Capulho de algodão</h3>
<p>O capulho de algodão, por exemplo, é um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/">coproduto que pode ser utilizado no confinamento</a></strong>. Importante fonte de fibra, pode se tornar uma alternativa sazonal em regiões onde há significativa produção de algodão.</p>
<h3>Feno</h3>
<p>O feno, mais comum em dietas de vacas-leiteiras, é um alimento interessante, mas exige maquinário específico para sua confecção, a fenação bem conduzida pode proporcionar fibra de boa qualidade com interessantes níveis nutricionais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10978" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6.jpg" alt="Capim enfardado" width="500" height="281" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/alimentos-volumosos-6-270x152.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Área em que o capim foi enfardado. Fonte: arquivo pessoal do Esp. Cristiano Rossoni, consultor e coordenador de cursos do Rehagro.</span></p>
<h3>Cana <em>in natura</em></h3>
<p>A cana<i> in natura</i>, pode ser utilizada em confinamentos, de alta produtividade por hectare, a cana-de-açúcar pode proporcionar fibra efetiva e bons desempenhos em dietas bem ajustadas.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>A utilização de alimento volumoso é fundamental, principalmente pensando em fornecer aos animais confinados uma fibra efetiva de qualidade</strong>. Além disso, a inclusão de um volumoso de qualidade pode enriquecer a dieta.</p>
<p>Estar atento às opções de mercado e à capacidade de armazenagem adequada do alimento volumoso é essencial para o sucesso da operação.</p>
<p>E lembre-se: a escolha do volumoso a ser utilizado deve sempre estar relacionada ao objetivo de desempenho zootécnico e econômico do confinamento.</p>
<h2>Produza mais arrobas com menos custo e em menos tempo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar a produtividade na pecuária de corte não significa investir mais, mas sim investir melhor. Com boas práticas de manejo de pastagens e nutrição planejada, é possível acelerar o ganho de peso, reduzir o tempo de abate e melhorar a eficiência da fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-alimentos-volumosos-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> foi feito para pecuaristas que querem aplicar técnicas modernas e ver resultados concretos no rebanho e no bolso.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-alimentos-volumosos-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-36397 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Recria intensiva a pasto &#8211; RIP: saiba como aplicar essa estratégia</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 17:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de intensificação dos sistemas de produção da carne passa, dentre outros fatores, pelo aumento da produtividade por área útil utilizada, sem a perda na eficiência de desempenho por animal. Em resumo, a intensificação permite que em uma mesma área, se produza mais animais sem comprometer o desempenho individual. Além dos ganhos “diretos” com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de intensificação dos sistemas de produção da carne passa, dentre outros fatores, pelo aumento da produtividade por área útil utilizada, sem a perda na eficiência de desempenho por animal.</p>
<p>Em resumo, a intensificação permite que em uma mesma área, se produza mais animais sem comprometer o desempenho individual.</p>
<p>Além dos ganhos “diretos” com aumento da produtividade, existe um fator determinante que corrobora com o processo de intensificação que é a diluição dos custos operacionais relacionados àquele sistema de produção, ou seja, produzir mais, em menos tempo e na mesma área permite a otimização dos custos envolvidos na operação da atividade.</p>
<p>E dentre as tradicionais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/">fases de um sistema de produção</a></strong>, cria, recria e engorda, <strong>a recria apresenta uma grande oportunidade</strong> dentro desse cenário apresentado acima que permite maior giro do negócio.</p>
<p>Ao longo dos próximos parágrafos vamos tratar sobre uma estratégia ainda pouco difundida e que pode representar grandes oportunidades, a <strong>Recria Intensiva a Pasto (RIP)</strong>, e como esta estratégia, desenvolvida e pesquisada pelos professor Dr. Gustavo Siqueira e Dr. Flávio Dutra do APTA, se transformou em uma excelente alternativa para solucionar problemas de desempenho na fase da recria.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>A utilização da recria intensiva a pasto</h2>
<p>A <strong>recria intensiva a pasto (RIP)</strong> é um programa de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementação</a> </strong>realizado com os animais em fase de recria, período da vida do animal após a desmama até sua entrada em fase de terminação ou engorda, onde é chamado de boi magro.</p>
<p>Normalmente é considerado como recria o tempo em que os animais saem de 210 Kg ou 7 arrobas, até os 420 Kg, 14 arrobas.</p>
<p>Essa métrica da recria sendo de 7 a 14@ serve como balizamento, mas é muito comum encontrar sistemas que trabalham e consideram pesos diferentes para essa fase (desmama a boi magro), principalmente, em propriedades mais intensivas, onde o ganho ao longo da recria é maior, tanto à desmama quanto na entrada dos animais na fase de engorda seja ela a pasto ou em confinamento.</p>
<p>Há ainda propriedades que por diversos motivos desmamam bezerros mais leves e ou entram com os animais mais pesados na engorda, concentrando o maior ganho de peso na fase que a fazenda tem mais facilidade de obter melhores resultados.</p>
<p>A utilização da recria intensiva a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/" target="_blank" rel="noopener">pasto</a></strong> se dá principalmente pela alta demanda de animais para engorda, seja pela própria propriedade ou pelo mercado de maneira geral.</p>
<p>Intensificar a recria, permite que mais animais fiquem aptos a entrar na fase de engorda em menos tempo, isso aumenta consequentemente a oferta de animais para a engorda.</p>
<p>O longo período destinado a recria dos animais é entendido como um gargalo importante para as propriedades, criar estratégias para diminuir esse tempo de recria, aumentando a eficiência do sistema produtivo e a rentabilidade dentro dessa fase é de suma importância para a pecuária nacional.</p>
<p>A RIP dentre as estratégias disponíveis apresenta uma solução interessante para essa fase da vida dos animais, principalmente para proprietários que já trabalham com um certo nível de intensificação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11961" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1.webp" alt="Gado de corte se alimentando" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1.webp 636w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1-225x300.webp 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1-370x493.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-1-270x360.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: <span style="font-weight: 400;">Arquivo pessoal de Vinícius Costa, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11962" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2.webp" alt="Gado em recria intensiva a pasto" width="550" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2.webp 959w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-300x169.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-768x432.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-370x208.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-270x152.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-2-740x416.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Vinícius Costa, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Qual a estratégia da recria intensiva a pasto?</h2>
<p>A RIP, consiste basicamente em um <strong>alto fornecimento de suplementação para os animais em recria</strong>. Espera-se que nessa estratégia seja alcançado ganho em torno de 800 gramas a 1 Kg de peso vivo por dia, por animal.</p>
<p>Levar os animais de 200 para 400 Kg em 8 meses, em uma recria já com bons níveis de produtividade os animais tendem a ganhar, em um ano, cerca de 200 Kg de peso vivo.</p>
<p>Com a estratégia para aumentar o consumo de suplementação dos animais é possível obter esse mesmo ganho individual no período de 8 meses, o que possibilita a diluição dos custos não alimentares de maneira significativa, além de ainda proporcionar um fornecimento de maior número de animais, em menos tempo, para a fase de engorda.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11963" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3.webp" alt="Gado em Recria Intensiva a Pasto" width="550" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3.webp 1045w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-1024x767.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-768x575.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-370x277.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-270x202.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-740x554.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<p>A suplementação dentro dessa estratégia de recria, exige um cuidado especial. O grande objetivo dessa fase de vida dos animais é que ele se desenvolva, cresça e coloque carcaça, para isso é importante o ganho de “massa magra”, o foco deve ser o desenvolvimento muscular dos animais.</p>
<p>Para isso ser possível, a suplementação dos animais deve ser realizada com suplementos específicos com elevado teor de proteína para potencializar o crescimento e ganho de massa magra do animal.</p>
<p>Durante o <strong>período da seca</strong>, época em que as pastagens são inferiores quanto a disponibilidade e quantidade de proteína, <strong>os níveis de proteína do suplemento devem girar em torno de 25%.</strong></p>
<p>Já no momento de maior disponibilidade de forragem, período das águas, o suplemento é balanceado com níveis de proteína em torno de 20 a 22%, fornecendo assim entre 14-16% PB na dieta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11964" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4.webp" alt="Suplemento para gado de corte" width="550" height="308" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4.webp 1159w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-300x168.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-1024x574.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-768x431.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-370x208.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-270x151.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-4-740x415.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo retirado das aulas do curso de Pós Graduação em Produção de Gado de Corte do Rehagro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11965" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5.webp" alt="Gado de corte em recria intensiva a pasto" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5.webp 1041w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-1024x768.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-768x576.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-370x278.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-270x203.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-740x555.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-5-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<p>O consumo estipulado para que seja alcançado os desempenhos esperados, de 700g a 1kg/dia por animal, gira em torno de 1% do peso vivo dos animais, ou seja um animal em recria, de 300 Kg de peso vivo, terá seu consumo diário de suplemento em torno de 3kg.</p>
<p>A água é um componente essencial na produção animal em qualquer fase da vida e em qualquer nível de intensificação produtiva, sem água é impossível a produção animal, na pecuária, e principalmente em sistemas intensivos.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">água, de qualidade e com boa disponibilidade</a></strong>, exerce um grande e decisivo papel na produtividade dos animais, pois ela está diretamente relacionada ao desempenho dos animais.</p>
<p>Para um sistema de recria intensiva a pasto, um detalhe que se faz importante nesse quesito da água é a localização dos bebedouros.</p>
<p>Normalmente, os bebedouros ou as fontes de água dos animais são colocadas bem próximas ao cocho de suplementação, entretanto, quando há um objetivo de se suplementar esses animais com quantidades maiores de suplemento a tendência é que bebedouros muito próximos aos cochos tem um acúmulo de sujeira superior ao que teria em situações de suplementações de menor consumo.</p>
<p>Esse fato exige que os bebedouros sejam higienizados com uma frequência maior do que o de costume, recomendando-se ainda que, quando possível, sejam instalados bebedouros mais distantes dos cochos.</p>
<p>Bebedouros distantes 100 a 150 metros dos cochos permitem fácil acesso aos animais e evitam que grandes restos de alimento da boca dos animais caiam na água.</p>
<p>No percurso caminhando entre o bebedouro e o cocho os animais “limpam” a boca. Nesse tipo de suplementação, o que atrai a ida dos animais ao cocho é a própria ração, ao contrário do que acontece com a suplementação mineral, em que é indicado que os bebedouros fiquem próximos aos cochos para maximizar o consumo desse suplemento.</p>
<p>Portanto, <strong>nesse sistema intensivo os detalhes fazem toda a diferença para melhores resultados. </strong></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Pastagem na recria intensiva a pasto</h3>
<p>A necessidade de pastagem em quantidade e qualidade ótimas para a produção continua sendo fundamental em um sistema de recria com fornecimentos de suplemento de elevado consumo, entretanto, o impacto da menor disponibilidade de forragem no desempenho dos animais é menor quando se comparado a animais suplementados com consumos inferiores, como 0,3%, por exemplo.</p>
<p>Isso ocorre devido ao efeito substitutivo, onde grande parcela da exigência do animal e consumo ocorre via suplementação.</p>
<p>Um animal consome em média de 2,2% de seu peso vivo em matéria seca (MS) por dia, quando fornecemos 1% do PV via suplemento isso significa que o animal terá que pastejar “apenas” para consumir os outros 1,2% do PV, que é um pouco mais que 50% de sua demanda diária, reduzindo assim o tempo de pastejo e também o impacto da quantidade de forragem no desempenho dos animais.</p>
<p>Esse fator ganha grande importância quando pensamos em exploração da área possível para produção, sendo possível produzir maiores quantidades de animais e consequentemente de arrobas em uma mesma área, sem perder, é claro, o desempenho individual dos animais. Em outras palavras, há um aumento da taxa de lotação na propriedade e produção de arrobas por hectare.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11966" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6.webp" alt="Gado de corte no pasto" width="413" height="550" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6.webp 587w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6-225x300.webp 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6-370x493.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-6-270x360.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 413px) 100vw, 413px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Vinicius Costa, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Desafios da recria intensiva a pasto</h2>
<p>Como a maioria das ferramentas e tecnologias disponíveis para o processo de intensificação na produção animal, <strong>a RIP apresenta alguns desafios importantes.</strong></p>
<p>O primeiro desafio a se chamar atenção está na estratégia nutricional geral da propriedade. Quando é realizado um programa nutricional, é de extrema importância que pensemos na fase seguinte à que o animal está, e principalmente, qual a estratégia nutricional para essa próxima fase, e isso ganha uma importância ainda mais relevante quando avaliamos a RIP.</p>
<p>Animais provenientes da recria intensiva a pasto devem seguir, prioritariamente, para um sistema de engorda igualmente intensivo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong> ou mesmo para uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">TIP, terminação intensiva a pasto</a></strong>.</p>
<p>Caso contrário, há uma grande probabilidade de que, o investimento realizado na recria se perca na fase da engorda por a estratégia não atender a demanda nutricional maior do animal. <strong>A suplementação crescente deve ser uma meta e uma constante para sistemas intensivos.</strong></p>
<p>Outro cuidado importante e de grande relevância para a ferramenta está relacionado ao ajuste preciso da dieta para que o animal em recria desempenhe bem e principalmente ele “cresça” sem que necessariamente inicie o processo de deposição de gordura nos tecidos.</p>
<p>Níveis de proteínas da dieta adequados para essa fase de crescimento, como ressaltadas anteriormente, são necessárias justamente para que se consiga manipular de forma extremamente eficiente a composição do ganho desses animais, proporcionando a ele condições de expressar seu potencial genético.</p>
<p>Toda essa preocupação e cuidados são necessários para evitar que esses animais “achatem” nesta fase.</p>
<p>O termo “achatar” é utilizado para definir uma situação onde animais de recria consomem uma dieta muito energética e pouco proteica, em que os animais passam a depositar gordura em sua carcaça, quando isso ocorre, esses animais diminuem o crescimento em massa magra, ou seja, deposição de músculo e, consequentemente de carcaça, refletindo em animais futuramente terminados com gordura em excesso, mas com baixo peso de carcaça. Parte dessa gordura será retirada no processo de abate, o que economicamente não se torna viável ao produtor.</p>
<p>Esses fatores reforçam e desaconselham a utilização de dietas de terminação nessa fase da vida dos animais, além de serem mais caras comprometem o crescimento animal.</p>
<p>O fornecimento de suplementação de elevado consumo dos animais em recria, requer uma série de cuidados e estratégias, também, voltados para a infraestrutura e logística da propriedade.</p>
<p>O espaçamento de cocho de ser semelhante a de animais em terminação 30-40 centímetros por cabeça, a distribuição do volume de alimento e a estrutura de água de qualidade exigem que a propriedade esteja preparada para a realização da RIP, ou podem por falhas nessa estrutura não obterem os resultados esperados.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11967" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7.webp" alt="Bovinos de corte no cocho" width="413" height="550" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7.webp 795w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-225x300.webp 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-768x1024.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-370x493.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-270x360.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/recria-intensiva-a-pasto-7-740x987.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 413px) 100vw, 413px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Hugo Martins, consultor em Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<p>Independente da época ou situação de produção, a eficiência na aquisição de insumos para a alimentação dos animais compõem uma das ou a principal determinante do sucesso econômico da atividade.</p>
<p>Em tempo de insumos superando as cotações a cada dia, em um sistema de alto risco pelos níveis de intensificação, o planejamento e a gestão da compra de insumos para a formulação do suplemento pode ser o principal fator para o sucesso dessa ferramenta.</p>
<h2>Comece a aplicar a RIP!</h2>
<p>A estratégia da <strong>recria intensiva a pasto</strong> vem sendo estudada com grande afinco pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios do estado de São Paulo (APTA- Colina), que desenvolve pesquisas para aprimorar a ferramenta e explorar o máximo potencial possível da mesma.</p>
<p>A implementação dessa tecnologia deve ser feita de forma criteriosa após uma boa análise das condições da fazenda. Um dos grandes gargalos apresentados na pecuária de corte se encontra justamente na fase de recria, normalmente longa e sem desempenhos satisfatórios, <strong>a RIP é uma grande ferramenta disponível, que quando bem trabalhada, pode solucionar esse problema. </strong></p>
<p>Além disso, essa ferramenta pode proporcionar um aumento de oferta de boi magro por parte de confinadores ou mesmo dentro de sistema de ciclo completo, com isso aumenta-se a capacidade de acelerar o sistema e aumentar o giro e a rentabilidade do negócio.</p>
<h2>Transforme técnicas como a recria intensiva em resultados concretos na fazenda</h2>
<p data-start="276" data-end="539">Aplicar a recria intensiva a pasto com eficiência exige planejamento, manejo preciso e domínio técnico para garantir o desempenho do animal sem comprometer os custos. Essa e outras estratégias só geram retorno quando aliadas a uma boa gestão e decisões embasadas.</p>
<p data-start="541" data-end="870">Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-recria-intensiva&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprofunda seus conhecimentos em nutrição, manejo, sanidade e gestão econômica, com foco na aplicação prática e no aumento da rentabilidade. São aulas 100% online, com professores que vivem a pecuária no dia a dia e compartilham o que realmente funciona no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-recria-intensiva&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">Recria intensiva a pasto &#8211; RIP: saiba como aplicar essa estratégia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Manual de fluxo de caixa para fazendas de gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda. O que você aprenderá neste e-book? O que é o fluxo de caixa da fazenda; Pra que ele serve; Como classificar as entradas e saídas da fazenda; Como montar o fluxo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda.</p>
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<h2>O que você aprenderá neste e-book?</h2>
<ul>
<li>O que é o fluxo de caixa da fazenda;</li>
<li>Pra que ele serve;</li>
<li>Como classificar as entradas e saídas da fazenda;</li>
<li>Como montar o fluxo de caixa da sua fazenda &#8211; passo a passo!</li>
</ul>
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<p>Você sairá preparado para já usar a planilha que vamos enviar como <strong>BÔNUS</strong>!</p>
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<h2>Vantagens do uso do fluxo de caixa na fazenda</h2>
<p>O <strong>fluxo de caixa</strong> permite que você <strong>enxergue claramente</strong> qual a situação financeira da fazenda e, com base no resultado, decida os caminhos a seguir para <strong>melhorar sua margem de lucro.</strong></p>
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<p>Preenchendo corretamente a planilha, com o seu fluxo de caixa em mãos, você poderá:</p>
<ul>
<li>Classificar a entrada e saída de dinheiro na fazenda;</li>
<li>Enxergar a saúde financeira da propriedade;</li>
<li>Provisionar as entradas e saídas de dinheiro no ano da fazenda;</li>
<li>Planejar vendas estratégicas de animais ou capacitação de recursos através de empréstimos bancários ou custeios.</li>
</ul>
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		<title>Métodos de reprodução bovina: monta natural, inseminação artificial e IATF</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 15:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[iatf]]></category>
		<category><![CDATA[inseminação artificial]]></category>
		<category><![CDATA[monta controlada]]></category>
		<category><![CDATA[monta natural]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sucesso da atividade da pecuária de corte está relacionado com a eficiência na produção, tanto em aspectos produtivos quanto reprodutivos. Bons índices de reprodução bovina na propriedade representam um importante passo para pecuarista se manter na atividade com bom retorno econômico. Em uma fazenda de cria de gado de corte, de forma simplicista, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso da atividade da pecuária de corte está relacionado com a eficiência na produção, tanto em aspectos produtivos quanto reprodutivos. Bons índices de <strong>reprodução bovina</strong> na propriedade representam um importante passo para pecuarista se manter na atividade com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bom retorno econômico</a></strong>.</p>
<p>Em uma fazenda de cria de gado de corte, de forma simplicista, é esperado a produção anual de um bezerro de qualidade por matriz para que justifique os custos daquela matriz na propriedade.</p>
<p>Entretanto, a obtenção de um bezerro por vaca por ano, pode ser um grande desafio. Períodos prolongados de anestro (ausência de cio) pós-parto, fatores ambientais ou nutricionais, falhas na detecção de cio, deficiência dos touros e falhas com as técnicas de IATF são alguns dos fatores que impactam e prolongam o intervalo entre partos.</p>
<p>Para obtenção de resultados satisfatórios<strong> é importante definir cada técnica de manejo reprodutivo</strong>, elucidar os pontos positivos e entender as limitações de cada uma delas, das quais podem ser determinantes para a eficiência ou ineficiência da técnica.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Monta natural (MN)</h2>
<p>A técnica de acasalamento mais tradicional é a<strong> monta natural</strong> <strong>(MN)</strong>, que consiste no touro mantido com as vacas durante o ano todo ou durante o período da estação de monta.</p>
<p>Esse <strong>método reprodução bovina</strong> é conhecido por aparentemente gerar mínimos custos, além de não haver a necessidade de detecção de cio e mão-de-obra altamente treinada, porém, essa prática possui limitações devido à ausência de informações e controle zootécnico.</p>
<p>Alguns pontos fracos dessa técnica podem ser citados, tais como:</p>
<ul>
<li>Aumento de transmissão de doenças no rebanho;</li>
<li>Lesões em vacas devido ao tamanho e o peso dos touros;</li>
<li>Chances de lesionar o touro pela tentativa de monta;</li>
<li>Necessidade de manter mais touros na fazenda para obter uma relação adequada touro-vaca, comumente sendo utilizado um touro para cada trinta ou quarenta matrizes.</li>
</ul>
<p>Quando consideramos a <strong>monta natural em um sistema sem estação de monta</strong>, os pontos fracos da utilização podem se acentuar:</p>
<ul>
<li>Datas de cobertura e partos desconhecidas;</li>
<li>Dificuldades no manejo de bezerros ao longo do ano;</li>
<li>Fertilidade das matrizes prejudicada pela susceptibilidade à sazonalidade climáticas e de forrageiras;</li>
<li>Avanços;</li>
<li>Paternidade desconhecida;</li>
<li>Redução da vida útil do touro devido ao desgaste pelo excesso de montas.</li>
</ul>
<p>Além desses pontos levantados, vale destacar que o <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>melhoramento genético</strong></a> nesse cenário se torna lento e, na maioria das vezes, inexistente pela falta de informação dos cruzamentos e utilização de animais geneticamente superiores.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-estacao-monta?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39636 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png" alt="E-book Manual Sanitário da estação de monta" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-manual-sanitario-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Monta natural controlada (MNC)</h2>
<p>Diante desse cenário, a <strong>monta natural controlada</strong> <strong>(MNC)</strong> surgiu com o objetivo de suprir alguns dos pontos fracos da monta natural. Nesse método, as vacas são expostas ao touro quando apresentam cio, possibilitando melhor controle reprodutivo quando comparado com a monta natural.</p>
<p>Aqui, é possível registrar a paternidade, as datas de cobertura e estimar as datas de parição, assim possibilita calcular o intervalo entre partos. A identificação de problemas reprodutivos fica facilitada e a ocorrência de animais lesionados é minimizada já que a vaca está apta à monta.</p>
<p>A relação touro-vaca também é otimizada, podendo esta ser de até 1:100 o que maximiza a vida útil desse reprodutor e diminui o custo do bezerro produzido.</p>
<p>Para melhores resultados, é preciso que a equipe seja treinada para detectar o cio da vaca ainda quando ela esteja aceitando a monta, o que pode acarretar em perdas de cio caso ocorra falha no processo. O uso de rufião também é bastante comum para auxiliar na detecção do cio.</p>
<p>O macho deve ficar em piquete separado para receber as fêmeas, o que pode significar gastos com instalações e mão-de-obra. <strong>Neste tipo de reprodução bovina, é possível determinar um período do ano para a estação de monta</strong>, concentrando os partos na época mais favorável do ano.</p>
<p>A nutrição do reprodutor deve estar adequada para garantir o máximo desempenho reprodutivo, portanto, a recomendação nutricional de um profissional é importante.</p>
<p>Aqui é possível ter uma melhor seleção genética devido ao melhor controle da monta comparado à monta natural, porém o uso de algumas raças torna-se inviável devido a dificuldade de cobertura por touros de raças não adaptadas à algumas regiões do Brasil, limitando assim a adição de genes de interesse econômico na fazenda.</p>
<p>Vale ressaltar que tanto na monta natural como na monta natural controlada, a realização de exame andrológico em touros é essencial para garantir a saúde do rebanho evitando a disseminação de doenças, e também para o ajuste da relação touro-vaca de acordo com a qualidade espermática do macho a fim de não haver a subutilização dos touros, o que pode ter impactos negativos na produção e custo do bezerro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-manejo-reprodutivo-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Pós-Graduação Produção de Gado de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Inseminação artificial (IA)</h2>
<p>Outra técnica de reprodução bovina bastante difundida é a<strong> inseminação artificial (IA)</strong> que é definida pela deposição do sêmen do reprodutor no interior do útero da vaca.</p>
<p>Essa técnica trouxe maiores possibilidades e melhorias para o mercado da carne, dentro dos quais podem destacar melhoramento genético acelerado dentro da propriedade, possibilitando a aquisição de sêmen de touros comprovados por centrais genéticas.</p>
<p>Além da comprovação de descendentes superiores, podemos inserir ao rebanho características desejáveis já avaliadas através das DEPs (diferenças esperadas nas progênies) dos touros de centrais.</p>
<p>A escolha das características pode ser também corretiva, por exemplo, vacas com dificuldade no parto devido a bezerros muito pesados ao nascimento, a inseminação artificial traz a possibilidade de corrigir esses problemas com touros que possuem progênies mais leves ao nascer.</p>
<p>A técnica também possibilitou a produção de bezerros cruzados entre raças que dificilmente teriam bons desempenhos reprodutivos em certas regiões do Brasil. Como é o caso de matrizes zebuínas serem inseminadas com touros europeus, ou vice-versa, gerando progênies superiores e com alto valor de mercado.</p>
<p>A chegada da inseminação artificial reduz drasticamente a transmissão de doenças no rebanho, já que as centrais de sêmen possuem rigoroso controle sanitário. Além disso, podemos destacar também a redução de acidentes com os animais e com as pessoas envolvidas no manejo, já que o reprodutor é sempre um animal mais agressivo.</p>
<p>Assim como a monta natural controlada, o controle zootécnico é maior nesse tipo de reprodução bovina, já que a técnica exige a observação e anotações diárias do rebanho. A adoção de uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/estacao-de-monta-para-gado-zebu/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estação de monta</strong></a> facilita bastante o manejo e concentração das atividades</p>
<p>Embora o custo inicial da <strong>inseminação artificial</strong> seja maior, os resultados gerados com ganhos genéticos, redução de problemas no parto, gastos com reprodutores, controle do zootécnico do rebanho etc, tornam essa técnica financeiramente vantajosa para pequenos, médios e grandes produtores.</p>
<p>Entretanto, é preciso estar atento aos pontos que podem resultar em fracasso na adoção dessa tecnologia. A detecção do cio por uma equipe altamente treinada é fundamental para uma taxa de prenhes satisfatória, caso contrário o custo de produção será onerado.</p>
<p>A técnica é simples, mas exige que o inseminador a domine. Portanto, cursos e treinamentos são sempre necessários para se obter melhores resultados.</p>
<p>A aquisição de sêmen deve ser feita em centrais registradas para evitar problemas de disseminação de doenças ou mesmo de características de expressão genética negativa no rebanho. O armazenamento adequado deste <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semen-bovino-por-quanto-tempo-permanece-viavel-no-botijao/">sêmen em botijões</a></strong> contendo nitrogênio líquido é imprescindível para o sucesso da técnica.</p>
<p>A dificuldade de detecção de cio resulta em <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de prenhez</strong></a> menores quando a <strong>inseminação artificial</strong> é utilizada, desse modo a técnica de inseminação em tempo fixo (IATF) tem suprido essa falha de manejo através da sincronização do estro das vacas com a utilização de hormônios para a recepção do sêmen inseminado no tempo em pré-determinado.</p>
<h2>Inseminação artificial em tempo fixo (IATF)</h2>
<p>Basicamente, todos os benefícios discutidos na inseminação artificial podem ser considerados na <strong>inseminação artificial em tempo fixo</strong>. Adicionalmente, a concentração das atividades e concepções pode ser ainda maior.</p>
<p>A inseminação artificial em tempo fixo requer menos mão-de-obra, já que não há necessidade de detecção do cio, entretanto, essa mão-de-obra deve ser especializada e devidamente treinada para que bons resultados sejam garantidos.</p>
<p>Diante das técnicas abordadas aqui, podemos ressaltar que não necessariamente elas precisam ser utilizadas isoladamente. A adoção de uma ou mais técnica pode ser estratégica para a otimização dos índices reprodutivos. Por exemplo, após a IATF podemos ter o repasse com touros. Ou então podemos utilizar a inseminação artificial após uma IATF, aproveitando o cio de retorno, cerca de 21 dias após a primeira IA.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Independente da técnica adotada ou do conjunto de técnicas, precisamos estudar o sistema e traçar metas de adoção da tecnologia. Motivar e adaptar a equipe às novas implementações é tarefa primordial para <strong>gerar bons resultados</strong>.</p>
<p>Fatores como nutrição adequada, controle da sanidade do rebanho, baixa taxa de aborto, controle zootécnico e acompanhamento de um profissional também são pontos chaves para o sucesso da tecnologia e retorno econômico.</p>
<p>É importante que o produtor conheça as vantagens e limitações de cada técnica de manejo reprodutivo, para que junto com o profissional de sua confiança possam implantar um protocolo que mais se adeque a sua realidade.</p>
<h2 data-start="226" data-end="304">Reproduzir bem é lucrar mais: domine as técnicas que transformam o rebanho</h2>
<p data-start="306" data-end="558">Seja por monta natural, inseminação artificial ou IATF, a reprodução é um dos pilares da produtividade na pecuária de corte. Mas só quem tem formação técnica sólida sabe escolher o melhor método, no momento certo, para obter os melhores resultados.</p>
<p data-start="560" data-end="950">Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=post-manejo-reprodutivo-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende com quem está no campo todos os dias, aplicando as tecnologias que aumentam as taxas de prenhez e a rentabilidade do rebanho. É uma formação 100% online, prática e feita para quem quer ir além da experiência e colher resultados de verdade.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16050 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg" alt="Andrea Mobiglia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Planejamento e gestão tributária no agronegócio</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planejamento-e-gestao-tributaria-no-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 15:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você quer entender quanto de impostos paga e como a análise tributária pode te dar mais segurança a curto e longo prazo? Neste webinar convidamos dois grandes especialistas no assunto, Régis Henrique e Mauro Rossales para te mostrar a importância da gestão financeira, apuração econômica e governança para o sucesso dos negócios agrícolas. Como saber [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você quer entender quanto de impostos paga e como a análise tributária pode te dar mais segurança a curto e longo prazo?</p>
<p>Neste webinar convidamos dois grandes especialistas no assunto, Régis Henrique e Mauro Rossales para te mostrar a importância da gestão financeira, apuração econômica e governança para o sucesso dos negócios agrícolas.</p>
<ul>
<li>Como saber se a fazenda está no rumo certo?</li>
<li>Funrural e imposto sobre propriedade territorial rural;</li>
<li>Estratégias tributárias que ajudam a identificar os melhores resultados;</li>
<li>Por onde começar para olhar o negócio e saber se está em condição saudável de caixa.</li>
</ul>
<p>E muito mais!</p>
<p>Não perca essa oportunidade! Clique no botão abaixo e assista agora mesmo ao nosso <strong>Webinar sobre Planejamento e gestão tributária no agronegócio</strong> e veja como ter mais segurança na propriedade.</p>
<h2>Seja especialista na pecuária de corte!</h2>
<p>A pecuária de corte não para de evoluir e para que seja verdadeiramente lucrativa, nós, profissionais da área, devemos estar em constante atualização de nossas técnicas, ferramentas e estratégias.</p>
<p>Para isso, aqui no Rehagro, temos a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=webinar-planejamento-gestao-tributaria" target="_blank" rel="noopener">Pós-Graduação em Produção de Gado de Corte</a></strong>.</p>
<p>O objetivo final é tornar o profissional capaz de elevar a lucratividade do negócio, pelo domínio de todos os pilares responsáveis pelo sucesso do projeto: nutrição, reprodução, sanidade, melhoramento genético, gestão financeira e de equipes.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=webinar-planejamento-gestao-tributaria"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18736 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc.jpg" alt="Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-pc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Manual sanitário da estação de monta: como controlar as principais doenças reprodutivas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manual-sanitario-da-estacao-de-monta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 17:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[estação de monta]]></category>
		<category><![CDATA[prenhez]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estação de monta já é uma estratégia amplamente utilizada em projetos de cria em todo o Brasil. Seu principal objetivo é melhorar a eficiência reprodutiva e os resultados financeiros desses sistemas. No entanto, seu sucesso depende de uma série de cuidados ligados às doenças infecciosas que podem afetar o sistema reprodutivo de machos e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>estação de monta</strong> já é uma estratégia amplamente utilizada em projetos de cria em todo o Brasil. Seu principal objetivo é melhorar a eficiência reprodutiva e os resultados financeiros desses sistemas.</p>
<p>No entanto, seu sucesso depende de uma série de cuidados ligados às doenças infecciosas que podem afetar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo/" target="_blank" rel="noopener">sistema reprodutivo</a></strong> de machos e fêmeas, diminuindo a taxa de prenhez, causando abortos e levando à produção de bezerros com desempenho inferior à média.</p>
<p>Neste e-book, você saberá mais sobre o <strong>controle das principais doenças reprodutivas</strong> que podem acometer os rebanhos:</p>
<ul>
<li>Diarreia Viral Bovina (BVD);</li>
<li>Rinotraqueíte Infecciosa Bovina (IBR);</li>
<li>Leptospirose;</li>
<li>Brucelose;</li>
<li>Campilobacteriose Genital Bovina;</li>
<li>Tricomonose Bovina.</li>
</ul>
<p>Você conhece todas elas? Então, fique atento!</p>
<p>Elas estão presentes em grande parte dos rebanhos e seu controle depende de ações simples, que vamos listar no material a seguir.</p>
<p>Clique no botão abaixo para ter acesso ao <strong>E-book Manual Sanitário da Estação de Monta</strong> e boa leitura!</p>
<p><a href="https://ebook.rehagro.com.br/manual-sanitario-da-estacao-de-monta?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario-pagina-blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27732 size-full" title="Manual Sanitário da Estação de Monta" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/06/banner-ebook-manual-sanitario.jpg" alt="Baixar e-book Manual sanitário da estação de monta" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Melhore os resultados financeiros na pecuária de corte!</h2>
<p>Conheça o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro.</p>
<p>Com conteúdo 100% aplicável desde o primeiro módulo, essa capacitação é dada por professores que são consultores altamente experientes, que atendem fazendas em todo o Brasil.</p>
<p>Aprenda com eles técnicas, ferramentas e estratégias com resultados comprovados na prática e seja capaz de melhorar sua produtividade, lucratividade e rentabilidade na pecuária de corte.</p>
<p>Mais de 97% dos ex-alunos recomendam essa capacitação.</p>
<p>Quer saber mais informações? Clique no link e conheça!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=ebook-manual-sanitario" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manual-sanitario-da-estacao-de-monta/">Manual sanitário da estação de monta: como controlar as principais doenças reprodutivas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>E-book Misturadores e qualidade de mistura para rações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 17:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado. Isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado.</p>
<p>Isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos <strong>misturadores</strong>.</p>
<p>Os misturadores são uma parte importante da produção de ração para os bovinos. Eles ajudam a garantir que os bovinos de corte recebam uma dieta equilibrada, o que os ajuda a crescer e se desenvolver saudáveis.</p>
<p>Existem diversos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/" target="_blank" rel="noopener">modelos e tipos de sistemas de mistura</a></strong> no mercado, cada um com sua especificidade.</p>
<p>Neste e-book, você irá entender os benefícios e gargalos de cada um deles. Também verá o passo a passo para garantir a qualidade de mistura para rações, obtendo eficiência máxima no processo.</p>
<p>Clique aqui abaixo e acesse agora mesmo o seu <strong>E-book Misturadores e qualidade de mistura para rações</strong> e boa leitura!</p>
<p><a href="https://ebook.rehagro.com.br/misturadores-e-qualidade-de-mistura?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=ebook-misturadores-pagina-blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27736 size-full" title="E-book Misturadores e qualidade de mistura para rações" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/06/banner-ebook-misturadores.jpg" alt="Baixar e-book Misturadores e qualidade de mistura para rações" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Como aumentar sua margem de lucro na pecuária de corte?</h2>
<p>Conheça o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=ebook-misturadores" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro.</p>
<p>Com conteúdo 100% aplicável desde o primeiro módulo, essa capacitação é dada por professores que são consultores altamente experientes, que atendem fazendas em todo o Brasil.</p>
<p>Aprenda com eles técnicas, ferramentas e estratégias com resultados comprovados na prática e seja capaz de melhorar sua produtividade, lucratividade e rentabilidade na pecuária de corte.</p>
<p>Mais de 97% dos ex-alunos recomendam essa capacitação.</p>
<p>Quer saber mais informações? Clique no link e conheça!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=ebook-misturadores" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes/">E-book Misturadores e qualidade de mistura para rações</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Manejando pastagens para alta produtividade na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejando-pastagens-para-alta-produtividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 19:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[altas produtividades]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema deste webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “Manejando pastagens para alta produtividade”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Principais pontos do webinar O manejo de pastagens envolve processos de organizar o rebanho e utilizar a forragem de forma eficiente. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema deste webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “<strong>Manejando pastagens para alta produtividade</strong>”.</p>
<p>Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo de pastagens</a></strong> envolve processos de organizar o rebanho e utilizar a forragem de forma eficiente.</li>
<li>É importante considerar a produtividade potencial do solo e a reposição de nutrientes para obter melhores resultados.</li>
<li>O <strong>ajuste de carga e o método de pastejo</strong> são fundamentais para o bom manejo das pastagens.</li>
<li>Um bom manejo pode resultar em benefícios econômicos significativos, como redução de gastos e antecipação de receita.</li>
<li>O manejo adequado de pastagens pode proporcionar <strong>ganhos individuais</strong> e melhorar a eficiência na conversão de alimento em produto animal.</li>
</ul>
<p>Neste webinar são trazidos dados sore como o manejo adequado de pastagens é essencial para alta produtividade na pecuária de corte.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista renomado: Rodrigo Amorim, pesquisador da EMBRAPA &#8211; Gado de corte.</p>
<p>Se você não teve a oportunidade de assistir essa discussão sobre manejo de pastagens, <strong>clique no link abaixo</strong>:</p>
<h2>Melhore os resultados financeiros na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-manejando-pastagens" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Pecuária de Corte</strong></a>. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-manejando-pastagens" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Principais rotinas que afetam o resultado no confinamento do gado de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/rotinas-que-afetam-o-resultado-em-um-confinamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 12:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este foi um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte: “Rotinas que afetam o resultado em um confinamento”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Para falar sobre o assunto, contamos com uma especialista renomada: Dra. Amanda Oliveira, zootecnista e gerente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este foi um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte: <strong>“Rotinas que afetam o resultado em um confinamento”</strong>. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com uma especialista renomada:</p>
<ul>
<li>Dra. Amanda Oliveira, zootecnista e gerente técnica da Premix.</li>
</ul>
<h2>Alcance resultados financeiros robustos na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-rotinas-confinamento" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Pecuária de Corte</strong></a>. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-rotinas-confinamento" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Utilização de coprodutos para alimentação na bovinocultura de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/co-produtos-na-bovinocultura-de-corte/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/co-produtos-na-bovinocultura-de-corte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 12:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema desse webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “Utilização de coprodutos na bovinocultura de corte”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Neste webinar é abordado sobre a utilização de coprodutos na bovinocultura de corte, com foco no caroço de algodão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema desse webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “<strong>Utilização de coprodutos na bovinocultura de corte</strong>”.</p>
<p>Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<p>Neste webinar é abordado sobre a utilização de coprodutos na bovinocultura de corte, com foco no caroço de algodão e na casquinha de soja.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong> não é sinônimo de alimentos de baixa qualidade, existem opções de alto valor nutricional.</li>
<li>O uso estratégico de coprodutos pode aumentar a produção animal, ao invés de diminuí-la.</li>
<li>A inclusão de coprodutos na dieta requer avaliação da disponibilidade, composição nutricional e perecibilidade.</li>
<li>Alguns estudos indicam que a inclusão de coprodutos na alimentação de bovinos de corte não compromete a qualidade da carne.</li>
<li>O caroço de algodão e a casquinha de soja são coprodutos com alto <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">FDN fisicamente efetivo</a></strong>, que podem ser utilizados como estratégias para enriquecer a dieta e preservar a saúde ruminal dos animais.</li>
</ul>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista bastante reconhecido no mercado: Prof. Antônio Branco, Expert em Nutrição de Ruminantes. PHD.</p>
<p>Você quer saber mais sobre a utilização de coprodutos na bovinocultura de corte? <strong>Clique no botão abaixo</strong> e aproveite este conteúdo:</p>
<h2>Alcance resultados financeiros robustos na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o Curso <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-coprodutos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gestão na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação.</p>
<p>Para saber mais informações, visite a nossa página clicando na imagem abaixo:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-coprodutos" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Preparo de novilhas precoces para a estação de monta</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/preparo-de-novilhas-precoces-para-a-estacao-de-monta/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/preparo-de-novilhas-precoces-para-a-estacao-de-monta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 14:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[estação de monta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa edição do webinar corte trouxemos o tema: &#8220;Preparo de novilhas precoces para a estação de monta: técnicas X viabilidade&#8221;. Principais pontos do webinar Novilhas precoces podem trazer maior produtividade por hectare e acelerar o ganho genético do rebanho. Reduzir a idade ao primeiro parto pode aumentar a produtividade por área e o retorno econômico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa edição do webinar corte trouxemos o tema: <strong>&#8220;Preparo de novilhas precoces para a estação de monta: técnicas X viabilidade&#8221;. </strong></p>
<h2 id="highlights">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Novilhas precoces podem trazer maior produtividade por hectare e acelerar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico/" target="_blank" rel="noopener">ganho genético</a></strong> do rebanho.</li>
<li>Reduzir a idade ao primeiro parto pode aumentar a produtividade por área e o retorno econômico da pecuária de corte.</li>
<li>Fatores como genética, nutrição e preparo uterino são essenciais para o sucesso na criação de novilhas precoces.</li>
<li>Vacinação e uso de protocolos de indução de ciclicidade são importantes para garantir a saúde e a fertilidade das novilhas.</li>
<li>Seleção com base no peso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-escore-da-condicao-corporal-em-sistema-de-cria/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal</a></strong> e desenvolvimento uterino são fundamentais na escolha das novilhas para o programa de reprodução.</li>
</ul>
<p>Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<p>Escolhemos uma especialista de alto nível para trazer informações atualizadas sobre o tema: a Médica Veterinária, PhD, Roberta Ferreira.</p>
<p>Se você ainda não assistiu o conteúdo, clique no botão abaixo:</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá te responder!</p>
<h2>Aumente os seus resultados com a pecuária de corte!</h2>
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<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-preparo-de-novilhas" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/preparo-de-novilhas-precoces-para-a-estacao-de-monta/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Consumo de bovinos no pasto: veja os fatores que interferem</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos. A seleção realizada pelos animais em pastejo é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está diretamente relacionado com o consumo de bovinos, uma vez que as características e a estrutura do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos.</p>
<p>A <strong>seleção realizada pelos animais em pastejo</strong> é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está <strong>diretamente relacionado com o consumo de bovinos</strong>, uma vez que as características e a estrutura do pasto afetam o consumo por bocado.</p>
<p>Essa seleção pode estar associada ainda à contaminação do local por fezes e urina, à localização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" rel="noopener">água</a> </strong>e sombreamento, que também podem influenciar o pastejo e seleção pelo animal. A ingestão diária de forragem é uma função da taxa de consumo e o tempo de pastejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Como medir a produtividade dos animais no pasto?</h2>
<p>A produtividade animal de animais em pastejo é determinada pelo consumo de matéria seca, que é influenciado por uma série de fatores separados em três importantes grupos:</p>
<ol>
<li>Processo de digestão que estão relacionados com a maturidade da forragem, valor nutritivo e digestibilidade;</li>
<li>Fatores da ingestão que estão associados à estrutura do pasto (facilidade de apreensão e colheita de forragem durante o pastejo);</li>
<li>Estágio fisiológico e nível de desempenho dos animais, que estão associados aos requerimentos nutricionais e demanda por nutrientes.</li>
</ol>
<p>De modo geral, a variável resposta, tanto das plantas forrageiras como dos animais são dependentes da estrutura do pasto e da interação com o animal, sendo esta fundamental na tomada de decisão do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" rel="noopener">manejo da pastagem</a></strong> para favorecer o consumo de matéria seca.</p>
<p>Mas afinal, quais seriam os fatores relacionados às características estruturais do pasto que influenciam o consumo de matéria seca por bovinos em pastejo? Como mensurá-las e utilizá-las para aumentar a produtividade animal?</p>
<p>Além de conhecer quais são esses fatores e como eles interferem na produtividade, vamos entender nesse texto, quais os impactos que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" rel="noopener">manejo incorreto</a></strong> imprimem nos sistemas de produção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que interferem na produtividade</h2>
<h3>Estrutura do pasto</h3>
<p>A <strong>estrutura do pasto</strong> pode ser definida como arranjo e distribuição das plantas sobre o solo em um mesmo ambiente, sendo esta importante, por determinar a facilidade de apreensão dos componentes da planta, e isso pode afetar a quantidade ingerida de nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10855 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg" alt="Estrutura de pastagem" width="370" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues</span></p>
<p>A relação folha/colmo, índice de área foliar, massa de forragem, densidade de folhas verdes e altura média são componentes da estrutura do pasto responsáveis por influenciar a ingestão de forragem pelos animais, pois alteram as variáveis do comportamento ingestivo.</p>
<p>Na dimensão vertical, a altura e a distribuição dos componentes (folha, colmo) são as principais variáveis, e na dimensão horizontal é a massa de forragem, sendo essas as variáveis mais importantes que devem ser consideradas na avaliação da estrutura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-consumo-pasto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39553 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg" alt="Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1.jpg 1361w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-1024x351.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/banner-pnc-1-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1361px) 100vw, 1361px" /></a></p>
<h3>Altura do pasto</h3>
<p>Maiores alturas implica em maturidade da planta e alongamento de colmo, havendo progressiva lignificação, que confere aumento na força de ruptura e induz os animais a selecionarem a forragem a ser consumida, reduzindo a massa do bocado e aumentando o tempo por bocado.</p>
<p>Com isso a taxa de consumo diminui, devido às limitações da estrutura do pasto, ou seja, alta presença de colmos podem ser uma barreira física ao processo de pastejo, dificultando o consumo .</p>
<p>A altura do pasto na condição de pré-pastejo apresenta alto grau de associação com os valores de interceptação luminosa pelo dossel, conforme observado em pesquisas realizadas com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" rel="noopener">forrageiras tropicais</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41417" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png" alt="Tabela com altura de espécies forrageiras " width="772" height="419" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png 772w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-300x163.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-768x417.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-370x201.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-270x147.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-740x402.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-150x81.png 150w" sizes="auto, (max-width: 772px) 100vw, 772px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Altura de pré-pastejo de espécies forrageiras sob lotação intermitente com base em 95% IL. </span></p>
<p>Dessa forma, <strong>estratégias de manejo</strong> determinadas pelo controle de altura do pasto é uma variável consistente para determinar as respostas da pastagem e dos animais, em estudos sobre taxa de ingestão de forragem.</p>
<p>Assim, torna-se mais prático entender as modificações na estrutura do pasto, e das respostas dos animais a essas variações.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10858 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg" alt="Altura do pasto" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<h3>Massa de forragem</h3>
<p>A <strong>massa de forragem</strong> pode ser definida como <strong>peso total de forragem por unidade de área</strong>, acima da altura de corte do capim, sendo usualmente expressa em kg/ha de MS.</p>
<p>Conhecer as diversas variações de massa de forragem entre espécies de forrageiras é importante para tomada de decisões do manejo do pastejo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10859 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg" alt="Pastagem desenvolvida" width="722" height="542" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg 722w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 722px) 100vw, 722px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>A partir do momento que 95% de toda a luz incidente é interceptada pela planta, a produção de folhas velhas aumenta e de folhas novas diminui, causando redução no acúmulo de folhas e intenso acúmulo de colmo e material senescente.</p>
<p>Nessa situação, a altura e a massa de forragem dos pastos aumentam, porém o valor nutritivo fica comprometido por apresentar menores proporções da parte mais digestível (folhas).</p>
<h3>Relação folha/colmo</h3>
<p>Uma relação folha/colmo elevada, pode caracterizar uma planta com maior teor de proteína e boa digestibilidade, o que confere boa aceitabilidade aos animais e alta ingestão.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10860 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg" alt="Análise de folhas da pastagem" width="370" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>As folhas representam o componente com maior quantidade de tecidos não lignificados, como mesofilo, o que confere melhor qualidade nutricional e menor tempo de retenção no rúmen, consequentemente maior taxa de passagem.</p>
<p>O colmo apresenta maior presença de tecidos lignificados (epiderme e esclerênquima) onde menos de 50% da parede é prontamente digestível e utilizada pelo animal, o que compromete a eficiência de pastejo, como consequência da redução na relação folha:colmo.</p>
<p>Por isso, a relação folha/colmo pode atuar também como indicador da facilidade de apreensão da forragem pelo animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10861 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg" alt="Relação folha colmo " width="542" height="342" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg 542w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-300x189.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-370x233.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-270x170.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Senar. </span></p>
<p>O <strong>comportamento ingestivo</strong> de animais em pastejo é sensível a variações na estrutura do pasto, onde qualquer falha ocorrida no dimensionamento da oferta de forragem pode repercutir em amplo impacto no desempenho animal.</p>
<p>A quantidade e qualidade de massa verde produzida é determinada pelo acúmulo de forragem que ocorre durante o período de rebrotação das plantas (pós pastejo).</p>
<p>Em lotação rotativa, após a saída dos animais dos piquetes, o pasto começa a rebrotar, visando recompor a área foliar, interceptar luz e crescer novamente, acumulando nova quantidade de forragem para ser utilizada no próximo pastejo.</p>
<p>Dessa maneira, a interceptação luminosa (IL), associada à altura, tem sido a estratégia mais usada para manejar pastagens sob lotação rotativa, visando controlar as características estruturais do pasto.</p>
<h3>Consumo de matéria seca por bovinos</h3>
<p>O consumo total de forragem de um animal em pastejo é o resultado do acúmulo de forragem consumida em cada bocado, e da frequência com que realiza, durante todo tempo em que passa se alimentando.</p>
<p>A ingestão de forragem por bocado é muito sensível a variações na estrutura do pasto, particularmente na sua altura. Quando a massa do bocado é reduzida, ocorre queda correspondente na taxa de consumo, a menos que um incremento compensatório na taxa de bocados seja observado.</p>
<p>Desse mesmo modo, o consumo diário de forragem também será afetado se qualquer redução na taxa de consumo não puder ser compensada por um incremento no tempo de pastejo.</p>
<p>Os fatores associados à estrutura do pasto, bem como ao comportamento ingestivo dos animais, incluem seleção da dieta, tempo de pastejo, massa de bocado e taxa de bocados, sendo o bocado a unidade mais importante referente ao consumo.</p>
<p>O consumo pode ser dado pelo produto da massa de bocado, do tempo e número de refeições ao longo do dia.</p>
<h3>Tempo de pastejo, massa e taxa de bocado</h3>
<p>O <strong>tempo em pastejo</strong> é definido como o tempo em que o animal está apreendendo a forragem e mastigando-a e/ou deslocando-se com a cabeça baixa, podendo variar de acordo com a estrutura do pasto refletindo a facilidade de colheita da forragem.</p>
<p>A <strong>massa de forragem</strong>, altura, densidade, baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">teor de fibra</a></strong> das folhas, presença de barreira física (colmo) são características da estrutura do pasto que determinam os mecanismos utilizados pelos animais durante o processo de pastejo, interferindo o tempo de pastejo.</p>
<p>A variável tempo de pastejo é inversamente proporcional ao consumo, ou seja, quanto maior a massa de bocado, menor será o tempo de pastejo. Atividades como deslocamento, seleção, busca, manipulação e colheita do alimento estão inseridas na variável tempo de pastejo.</p>
<p>Sob baixa oferta de forragem, o tempo de pastejo aumenta, assim como a frequência de bocados, buscando atender a demanda diária de ingestão de matéria seca e consequentemente as exigências nutricionais diárias.</p>
<p>O tempo destinado ao pastejo de bovinos não deve ultrapassar de 12 a 13h, vez que tempos acima desses valores podem influenciar negativamente as atividades ruminais dos animais.</p>
<p>A <strong>massa do bocado</strong>, pode ser definida como o produto entre a densidade volumétrica pelo volume do bocado, sendo este, função da área do bocado e profundidade. É a variável mais importante na determinação do consumo de animais em pastejo, é mais influenciada pela estrutura do pasto.</p>
<p>Diferente da massa de bocado, a taxa de bocado é o número de bocados em determinado período de tempo, sendo usada para calcular a taxa instantânea de consumo, dada em bocados/min . Sob condições de menor oferta de forragem, a taxa de bocado tende a aumentar, porém, o incremento não é suficiente para evitar diminuição na taxa de consumo, com isso o animal compensa no aumento de tempo de pastejo.</p>
<p>Em algumas situações a massa de bocado é inversamente proporcional à taxa de bocados, o que confirma que dosséis com maiores massas de forragens demandam mais movimentos mandibulares e mastigação do que de bocados e apreensão.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Os componentes da estrutura do pasto afetam diretamente a ingestão de matéria seca por influenciarem o comportamento digestivo dos bovinos. O controle da intensidade e frequência de pastejo, visa oferecer ao animal uma estrutura com elevada relação folha-colmo, que favorece o processo de pastejo.</p>
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<p>Com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-e-pastagens-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=post-consumo-pasto&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11129 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-300x104.jpg" alt="Patricia Rodrigues" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-768x266.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-370x128.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-740x257.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues.jpg 900w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Aumentando a lucratividade de um projeto de gado de corte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2020 18:03:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já se perguntou como é possível aumentar a lucratividade em projetos de gado de corte em um mercado onde as margens estão cada vez mais estreitas? O recente aumento nos preços do boi gordo e dos insumos nutricionais trouxe desafios significativos para os pecuaristas. No entanto, existe uma ferramenta poderosa que pode fazer toda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se perguntou como é possível aumentar a lucratividade em projetos de gado de corte em um mercado onde as margens estão cada vez mais estreitas? O recente aumento nos preços do boi gordo e dos insumos nutricionais trouxe desafios significativos para os pecuaristas. No entanto, existe uma ferramenta poderosa que pode fazer toda a diferença: o orçamento.</p>
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<p>Veja alguns dos assuntos que serão abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Quais estratégias para aumentar a lucratividade em projetos de gado de corte usando orçamento?</li>
<li>Aumento dos preços do boi gordo e as margens estreitas;</li>
<li>Qual a importância do ágio e seus efeitos na recria e engorda de bovinos;</li>
<li>Qual o impacto das flutuações nos preços de insumos nutricionais, como o milho?</li>
<li>Reflexões sobre o ciclo de mercado e as decisões dos produtores.</li>
</ul>
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		<title>Como fazer um plano de contas em propriedade de gado de corte?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2020 17:31:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[lucratividade]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em qualquer atividade empresarial, a intensificação dos sistemas produtivos está diretamente associada ao aumento dos riscos. Essa tendência se perpetua e se destaca quando avaliamos sistemas de produção de gado de corte. Apesar de pouco eficiente, a pecuária extensiva apresenta riscos relativamente baixos. A busca pela eficiência produtiva e o aumento da rentabilidade passa pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em qualquer atividade empresarial, a intensificação dos sistemas produtivos está diretamente associada ao aumento dos riscos. Essa tendência se perpetua e se destaca quando avaliamos sistemas de produção de gado de corte.</p>
<p>Apesar de pouco eficiente, a pecuária extensiva apresenta riscos relativamente baixos.</p>
<p>A busca pela <a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/"><strong>eficiência produtiva e o aumento da rentabilidade</strong></a> passa pelo inevitável processo de intensificação, trazendo consigo o aumento dos riscos para a pecuária.</p>
<p>Concomitante ao aumento de riscos na atividade, tem-se o aperfeiçoamento e a eficiência nos controles produtivos, controles zootécnicos e principalmente econômicos e financeiros.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Gestão financeira na pecuária de corte</h2>
<p>A <strong>gestão financeira e econômica na pecuária de corte</strong> permite, dentre outros fatores, a <strong>minimização dos riscos gerados pelo aumento da intensificação do sistema de produção</strong> e o conhecimento dos custos de produção.</p>
<p>Conhecer os custos de produção é extremamente importante para a busca do aperfeiçoamento dos processos produtivos e para a garantia da margem de lucratividade.</p>
<p>Essa gestão da propriedade exige controle, sendo que dentro desse controle há uma estrutura que se destaca e deve estar muito bem estruturada e alinhada com o sistema produtivo da propriedade, o plano de contas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-planilha-fluxo-de-caixa?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-fluxo-de-caixa&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39647 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png" alt="Kit Fluxo de caixa em fazendas de gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Plano de contas</h2>
<p>O plano de contas representa um conjunto de contas que irá <strong>caracterizar e classificar toda movimentação financeira e econômica da fazenda</strong> em uma nomenclatura comum, permitindo análises assertivas e eficientes quanto às movimentações.</p>
<p>De maneira resumida, o plano de contas irá separar todos os custos com a alimentação do rebanho em uma conta chamada “nutrição” ou todos os custos com manutenção e insumos para oficina em uma conta “máquinas”, por exemplo.</p>
<p>E assim será realizada a separação de todas as movimentações de entrada e saída da propriedade.</p>
<p>O plano de contas pode ser mais ou menos detalhado, de acordo com a estrutura da propriedade e com o nível de detalhamento desejado pela administração da fazenda.</p>
<p>Planos muito detalhados exigem o maior treinamento e qualificação da mão de obra responsável pelos lançamentos, sendo que um plano menos específico inviabiliza o aprofundamento nas análises posteriores.</p>
<p>Entretanto, é importante começar de forma mais simplificada e ir evoluindo o nível de detalhamento à medida que a equipe fica mais capacitada para tal função.</p>
<h3>Estruturando o plano de contas</h3>
<p>O primeiro ponto a se avaliar na propriedade onde se tem interesse em estruturar as rotinas financeiras e aperfeiçoar o gerenciamento financeiro e econômico da fazenda, é avaliar se já existe um plano de contas presente nessa propriedade e se há uma rotina de levantamento e tabulação de dados.</p>
<p>Não necessariamente denomina-se “plano de contas”, mas em ocasiões específicas há uma separação grosseira das contas, onde separam contas de uma maneira bem macro, exemplo contas do “rebanho” e contas “máquinas”.</p>
<p>Entendendo a organização das contas atuais da propriedade é possível então iniciar-se o processo de implantação de um plano de contas estruturado daquela fazenda.</p>
<p>Onde há a intenção de se detalhar ao máximo as contas da atividade vamos estabelecer “níveis” de contas. Primeiro nível de contas, faremos uma classificação ampla, exemplo “Despesas”. Já no segundo nível, iniciaremos a estratificação dessa conta, “Despesas operacionais” é um exemplo, e assim segue-se a estratificação, até o detalhamento do produto.</p>
<p>Ao longo do texto, vamos exemplificar um plano de contas real, utilizado em uma propriedade de corte, para que o entendimento fique perfeito.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-plano-de-contas-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h4>Despesas</h4>
<p>O primeiro nível de um plano de contas quando pensamos em saídas, é o nível mais abrangente é justamente o que denominamos “Despesas”. Todo o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">fluxo financeiro</a></strong> que sai da propriedade deverá ser classificado em alguma conta dentro das despesas.</p>
<p>Ao aprofundarmos nossa análise chegamos em um segundo nível. Como neste nosso exemplo faremos a avaliação de um plano de contas muito detalhada, o nosso segundo nível contará com três grandes contas: operacionais, financeiras e investimentos.</p>
<p>Quando somamos então, todas as saídas das contas “Operacionais”, “Financeiras” e “Investimento” temos o total da conta de nível “Despesas”.</p>
<p>Na conta “Financeiras” – que está dentro das Despesas (Nível 1) → Financeiras (Nível 2) – vamos incluir todas as saídas da propriedade que estão relacionadas a “Amortização”, “Distribuição de lucro” e “Juros”, por exemplo, cada um desses itens representará uma conta de terceiro nível.</p>
<p>Mas pode-se estratificar ainda mais as Despesas Financeiras de Amortização, incluindo dentro dessa conta uma conta de quarto nível, ou conta gerencial, por exemplo, conta para “Empréstimo de custeio”, por fim cada um dos Empréstimos de Custeio receberá sua identificação, e ficaria assim: Empréstimo n°x, chegando ao quinto nível de estratificação do plano de contas.</p>
<p>Sendo assim temos:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nível 1 🡪  Nível 2 🡪  Nível 3 🡪  Nível 4 🡪  Nível 5</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Despesas 🡪 Financeiro 🡪 Amortização 🡪 Empréstimo custeio 🡪 Empréstimo n°x</strong></p>
<p>Essa mesma lógica funcionará de maneira semelhante para as outras despesas:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Despesas 🡪 Investimentos 🡪 Veículos, por exemplo.</strong></p>
<h4>Despesas Operacionais</h4>
<p>E por fim destacamos as Despesas Operacionais (Nível 2), exatamente nessa conta, são lançadas todas as despesas relacionadas diretamente à produção.</p>
<p>A produção pode ser pecuária ou agrícola em uma grande propriedade, e por isso destacamos o terceiro nível com “Despesas Operacionais Pecuária” ou “Despesas Operacionais Agricultura”, sendo que a soma de todas as despesas da pecuária e agricultura será o total de Despesas Operacionais.</p>
<ul>
<li><strong>Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária</strong> – Na sequência da estratificação dessas contas teremos então as contas de Nível 4, onde podemos separar as despesas em grupos como, “Alimentação do Rebanho”, “Reprodução”, “Sanidade” e assim por diante.</li>
<li><strong>Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária 🡪 Alimentação</strong> – Alguns itens de nível quatro, ainda podem ser amplos demais quando desejamos o máximo de detalhamento, por esse motivo podemos criar um quinto nível antes do produto, como nesse caso em específico para a conta “Alimentação” podemos incluir contas como “Mineral”, “Insumo Energético”, “Suplemento” dentre outros que se encaixem na realidade de cada propriedade.</li>
<li><strong>Despesas → Operacionais → Pecuária → Alimentação → Insumo Energético</strong> – Por fim, quando alcançamos o quinto nível podemos incluir o produto responsável pela despesa, nesse caso, o Milho seria uma opção.</li>
</ul>
<p>Desse modo, teremos:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nível 1 🡪 Nível 2 🡪 Nível 3 🡪 Nível 4 🡪 Nível 5 🡪 Nível 6</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária 🡪 Alimentação 🡪 Insumo Energético 🡪 Produto (milho)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11527 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas.jpg" alt="Exemplo de despesas operacionais em um plano de contas" width="854" height="178" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas.jpg 854w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-300x63.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-768x160.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-370x77.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-270x56.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-plano-de-contas-740x154.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 854px) 100vw, 854px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>A imagem acima, mostra um exemplo do detalhamento de um plano de contas seguindo a lógica que abordamos.</p>
<p>Podemos fazer dessa mesma forma o detalhamento para todos os insumos de todos os custos e despesas envolvidos no rebanho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11526 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas.jpg" alt="Detalhamento de despesas operacionais de fazenda de pecuária de corte" width="856" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas.jpg 856w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-300x126.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-768x323.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-370x156.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-270x114.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/plano-de-contas-740x311.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 856px) 100vw, 856px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>Na figura acima, é possível avaliar um plano de contas, até o quarto nível, relacionados às Despesas Operacionais da Pecuária.</p>
<p>Essa estrutura permite um perfeito entendimento de onde estão sendo alocados as principais despesas da propriedade, e auxiliará o entendimento da composição dos custos de produção do produto final.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11529 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-1024x549.jpg" alt="Detalhamento das contas de despesas de uma propriedade de gado de corte" width="770" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-1024x549.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-300x161.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-768x412.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-1536x824.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-370x198.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-270x145.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas-740x397.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/detalhamento-de-contas.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Gustavo Melo, técnico do Rehagro.</span></p>
<h4>Receitas</h4>
<p>Assim como é feito o detalhamento das despesas, as receitas também devem ser detalhadas, sendo importante que se entenda o perfil das receitas da propriedade.</p>
<p>A lógica é a mesma, se estabelece um Nível 1, “Receitas”, onde todas as receitas são encontradas e a partir dela é realizada a estratificação.</p>
<p>O detalhamento das receitas é tão importante quanto o detalhamento das despesas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11528 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita.jpg" alt="Detalhamento das receitas de um plano de contas da pecuária de corte" width="858" height="146" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita.jpg 858w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-300x51.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-768x131.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-370x63.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-270x46.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-receita-740x126.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 858px) 100vw, 858px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.</span></p>
<h2>Considerações finais sobre o plano de contas</h2>
<p>Controlar e avaliar as finanças de uma propriedade é fundamental para o sucesso da atividade. Só é possível angariar esforços na redução de custos de maneira efetiva, quando se conhece o perfil dos custos da fazenda. Por isso, o plano de contas é uma estrutura que facilita e permite uma avaliação detalhada da composição dos custos.</p>
<p>A facilidade de se entender, por exemplo, quanto se gastou ao longo de um ano com insumos energéticos, com energia elétrica, manutenção de máquinas etc, permite que se entenda melhor as despesas da propriedade e ainda que se centralize os esforços para a redução dos custos que realmente impactam no sistema de produção.</p>
<p>O importante é que cada propriedade estabeleça um plano de contas fiel à sua realidade e que, esse plano, seja alimentado regularmente.</p>
<h2>Gestão não é custo, é investimento no futuro da fazenda</h2>
<p>Quem conhece os números da fazenda toma decisões mais rápidas e certeiras. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-plano-de-contas-lp-curso">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> oferece ferramentas práticas para que você tenha clareza sobre custos, margens e estratégias, garantindo eficiência e crescimento sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-plano-de-contas-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Botulismo bovino: o que é e como prevenir?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-e-como-prevenir-o-botulismo-bovino/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-e-como-prevenir-o-botulismo-bovino/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 18:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[botulismo]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[toxinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doenças com sintomatologia neurológica são um grande desafio nas propriedades de pecuária de corte em todo mundo. Raiva, herpesvírus bovino 5, tétano, botulismo, dentre outras doenças, apresentam quadros clínicos neurológicos graves e podem, potencialmente, causar grandes prejuízos em diferentes sistemas de produção. Dentre essas doenças, o botulismo bovino se destaca, e os surtos são comumente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doenças com sintomatologia neurológica são um grande desafio nas propriedades de pecuária de corte em todo mundo. Raiva, herpesvírus bovino 5, tétano, botulismo, dentre outras doenças, apresentam quadros clínicos neurológicos graves e podem, potencialmente, causar grandes prejuízos em diferentes sistemas de produção.</p>
<p>Dentre essas doenças, <strong>o botulismo bovino se destaca</strong>, e os surtos são comumente relatados em todas as partes do país com cenas de dezenas de animais acometidos que chamam a atenção e assustam pela gravidade da situação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é botulismo bovino?</h2>
<p>O <strong>botulismo em bovinos</strong> é causado pela ingestão de neurotoxinas C ou D da bactéria <i>Clostridium botulinum</i> que são formadas no processo de decomposição da matéria orgânica vegetal ou carcaças de animais mortos, podendo ser encontrada na água, no solo e alimentos.</p>
<p>Muitos têm a ideia errada de que se trata de uma infecção, mas na verdade é uma intoxicação. No Brasil, segundo a Embrapa, o primeiro caso registrado ocorreu no final da década de 1960, na região de Campo Maior, no Piauí.</p>
<p>A intoxicação causa paralisia que ascende a partir dos membros posteriores chegando até a paralisia cardiorrespiratória, ocasionando a morte do animal.</p>
<p>O quadro de evolução da doença pode demorar dias, uma ou duas semanas para evoluir, e <strong>seu diagnóstico pode ser desafiador</strong>.</p>
<p><em>“Não tem lesão que identifique botulismo. A toxina se aloja na placa neuromuscular e evita que o animal se movimente, mas não causa lesão macroscópica”</em>, esclarece o médico veterinário Dr. José Zambrano, especialista em sanidade e técnico do Rehagro.</p>
<p><em>“Microscopicamente, coletamos muito material para fazer histopatologia, mas também não encontramos outros sinais que sejam característicos de botulismo, apenas algumas alterações de hemorragia ou congestão pulmonar devido ao tempo que o animal permanece deitado”</em>, completa o especialista.</p>
<p>O período de incubação e intoxicação clínica evoluem <strong>de acordo com a quantidade de toxinas ingeridas e a susceptibilidade do animal.</strong> Quanto maior for a ingestão, menor é o período de incubação e mais rápida é a evolução.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os sintomas do botulismo bovino?</h2>
<p>Zambrano explica que após a contaminação, <strong>o animal começa a ter dificuldades para levantar os membros posteriores</strong> e, diferente de outras enfermidades como a raiva – primeira suspeita quando se trata de doenças neurológicas – é que o botulismo não provoca perda de consciência. O animal tenta se locomover, se alimentar, e não consegue.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11080 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-1.jpg" alt="Bovino com botulismo" width="559" height="302" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-1.jpg 559w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-1-300x162.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-1-370x200.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-1-270x146.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Bovino acometido pelo botulismo. Fonte: Fotos do material da disciplina de sanidade, Dr. José Zambrano, técnico em sanidade do Rehagro.</span></p>
<p>Dois sintomas importantes se destacam na sintomatologia clínica do botulismo, <strong>a diminuição dos movimentos da cauda e a perca do tônus da musculatura da língua</strong>, entretanto, alguns animais podem não apresentar esses sintomas no curso da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11081 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-2.jpg" alt="Hipotonia em bovino com botulismo" width="590" height="342" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-2.jpg 590w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-2-300x174.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-2-370x214.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-2-270x157.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Hipotonia de língua em bovino acometido pelo botulismo. Fonte: Material da disciplina de sanidade, Dr. José Zambrano, técnico em sanidade do Rehagro.</span></p>
<h2>Como diagnosticar o botulismo bovino?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico clínico do botulismo bovino deve ser feito por um médico veterinário. </span></p>
<p>O primeiro passo para o diagnóstico assertivo do botulismo, é a realização de uma anamnese robusta na propriedade:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Avaliar além dos sintomas do caso clínico apresentado, também, possíveis fontes de contaminação, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">em reservatórios de água</a></strong> e alimentos destinados aos animais por exemplo;</span></li>
<li>Avaliar a presença de carcaças de animais nos pastos também deve fazer parte desse processo;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Avaliar se existe um calendário sanitário na propriedade e se este calendário contempla vacinas contra o botulismo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fazer a necropsia, mesmo sem a presença de alterações macroscópicas apresentadas. São coletados o conteúdo do rúmen, do intestino e fígado enviados para análise.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11082 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-3.jpg" alt="Bovino com botulismo" width="550" height="269" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-3.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-3-300x147.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-3-370x181.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-3-270x132.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Bovino com dificuldade de locomoção devido à intoxicação por botulismo. Fonte: Fotos do material da disciplina de sanidade, Professor José Zambrano.</span></p>
<p><em>“É uma doença com diagnóstico muito clínico. Às vezes pode ser que o animal morra infectado pela doença e mesmo assim ela não seja identificada nos exames, porque uma quantidade pequena da toxina que se aloja na placa neuromuscular já tem potencial para levar à morte”</em>, conta o especialista sanitário do Rehagro.</p>
<h2>O que causa os surtos de botulismo?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os surtos, como o que matou mais de mil animais em uma propriedade em Ribas do Rio Pardo (MS), caso bastante divulgado em 2017, <strong>estão associados à ingestão da toxina</strong>, formada em carcaças decompostas, alimentos indevidamente armazenados — milho, silagem, feno e ração — cama de frango (proibido seu uso por lei), ou veiculação hídrica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dias após o ocorrido no Mato Grosso do Sul, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgou uma nota confirmando a presença de toxinas botulínicas na silagem de milho que foi oferecida aos bovinos confinados.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11083 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-4.jpg" alt="Surto de botulismo em bovinos" width="740" height="417" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-4.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-4-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-4-370x209.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-4-270x152.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Surto de botulismo em confinamento no Mato Grosso do Sul. Fonte: Retirado do site Revista Globo Rural</span><span style="font-weight: 400;"> em 20 de maio de 2020.</span></span></p>
<h2>Como prevenir o botulismo bovino?</h2>
<p>A <strong>prevenção é essencial</strong>, mas se os animais começarem a apresentar sintomas da doença, o produtor deve fazer de forma rápida com um veterinário, o diagnóstico. De acordo com Dr. Zambrano:</p>
<p><em>“O botulismo é uma das poucas doenças que mata muitos animais ao mesmo tempo e o diagnóstico deve ser feito de forma adequada, pois a intoxicação pode ser confundida com outras doenças como a raiva.&#8221;</em></p>
<p>Segundo o Gerente da equipe corte do Rehagro, Diego Palucci, “<em>no momento da compra do alimento é muito importante saber se o produto apresenta umidade dentro do padrão estabelecido. O milho e a soja, por exemplo, não podem ter mais de 14% de umidade. No armazenamento, a fermentação é favorecida, ocasionando perda do recurso”</em>, alerta.</p>
<p>Palucci acrescenta, dizendo que <strong>o produtor</strong> <strong>deve estar atento à procedência dos grãos</strong>, observando o aspecto visual e possível contaminação por fungos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11084 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-5.jpg" alt="Animal em decomposição contaminando água de açude" width="690" height="518" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-5.jpg 690w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-5-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-5-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-5-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/botulismo-bovino-5-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Carcaça de animal em decomposição em açude contaminando a água. Fonte: Arquivo pessoal de Vinícius Costa, trainee técnico do Rehagro.</span></p>
<p>Ter informações sobre a colheita, saber se choveu ou não durante o processo, é necessário. <strong>Os</strong> <strong>cuidados com o armazenamento também são de extr</strong><strong>ema importância</strong> — <em>“deve-se armazenar em um local que tenha ventilação, estrutura para evitar o acesso, principalmente, de ratos e pássaros, dois animais que sempre entram em estruturas mal feitas” — </em>explica Palucci.</p>
<p>Zambrano complementa que o caminho para se evitar botulismo nas fazendas, além de conservar bem os alimentos, é eliminar o uso da cama de frango — que representa alto risco — e vacinar os animais.</p>
<p>A vacina que protege contra gangrena gasosa, hemoglobinúria bacilar, botulismo e outras clostridioses, deve ser aplicada uma vez ao ano.</p>
<p>Importante ressalva deve ser feita também, sobre as fontes de água dos animais, <strong>bebedouros sem manutenção, açudes, e outras fontes de água, podem representar um grande risco</strong>.</p>
<h2>O que fazer caso a doença já esteja acometendo os animais?</h2>
<p>Identificado o botulismo, há ações a serem tomadas. O soro antibotulínico é uma opção e <strong>deve ser aplicadas 40 ampolas em cada animal já doente e duas em animais que ainda não apresentaram sintomas. </strong></p>
<p>O custo benefício do medicamento é baixo, pois cada ampola custa em torno de R$10, atualmente, o que somaria um gasto de R$400 por animal doente.</p>
<p><em>“Utilizamos muito o soro em gado de elite, de preço elevado. Nesses animais, mesmo os que já apresentam sinais clínicos, vale a pena aplicar. Nos que ainda não adoeceram, mas têm a toxina, o soro também é uma boa opção”</em>, conta Dr. Zambrano de sua experiência no campo.</p>
<p><strong>Atenção!</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>“O maior erro quanto às <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">questões nutricionais</a> </strong>é que, muitas vezes, o produtor querendo melhorar a qualidade do alimento, não tem uma estrutura necessária e equipamento correto para isso. Ele acredita que a produção é simples e não toma os cuidados básicos, faz silo a céu aberto e sem cercamento, propiciando a invasão de roedores. </em></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Por isso, ao conservar um alimento temos que saber se a estrutura que possuímos é adequada para isso. Se não temos um local seguro, o melhor é armazenar fora da fazenda e comprar para uso momentâneo. Acredito que o mais importante é o nutricionista, junto com o produtor, ter uma rotina de análise de alimentos para conhecer realmente o produto que possui.”</em> — Diego Palucci, médico veterinário e Gerente da equipe corte do Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>botulismo é um grande desafio em propriedade de gado de corte</strong>, embora esporádica, um surto de botulismo pode causar sérios problemas e grande prejuízo ao produtor. </span></p>
<h2>Sanidade começa no cocho e se fortalece com gestão técnica</h2>
<p data-start="253" data-end="526">O botulismo pode comprometer rapidamente a sanidade do rebanho e gerar prejuízos difíceis de reverter. Mais do que aplicar vacina, é preciso ter visão estratégica sobre nutrição, manejo e prevenção de riscos que afetam diretamente o desempenho e a rentabilidade da fazenda.</p>
<p data-start="528" data-end="815">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-botulismo-bovino-lp-curso" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como tomar decisões técnicas com base em indicadores, planejar ações preventivas com mais segurança e transformar conhecimento em lucro no campo. Com aulas online, práticas e atualizadas, você avança na gestão de verdade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=post-botulismo-bovino-lp-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Faça sua inscrição no Curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16050 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg" alt="Andrea Mobiglia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Brachiaria: conheça as principais espécies e como realizar o manejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 17:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[forrageira]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de evolução das civilizações foi acompanhado, impreterivelmente, pela necessidade e a melhoria nos processos de produção de alimentos. Dentre diversas outras frentes, a produção de proteína animal para consumo humano ganhou grande destaque, tornando-se uma das principais e reconhecidas atividades produtivas de todo o mundo. No Brasil, país de grande destaque mundial na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de evolução das civilizações foi acompanhado, impreterivelmente, pela necessidade e a melhoria nos processos de produção de alimentos. Dentre diversas outras frentes, a produção de proteína animal para consumo humano ganhou grande destaque, tornando-se uma das principais e reconhecidas atividades produtivas de todo o mundo.</p>
<p>No Brasil, país de grande destaque mundial na produção de alimentos, <strong>alguns fatores foram determinantes para esse processo.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Fatores que favorecem a produção forrageira no Brasil</h2>
<p>Dentre os fatores que permitiram esse destaque, as dimensões continentais, solo fértil, precipitações e médias de temperatura possibilitam a produção forrageira durante praticamente todos os meses do ano. Essa forrageira, por sua vez, é utilizada para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/">consumo de ruminantes</a></strong>.</p>
<p>Para isso, é necessário que haja confluência entre os fatores citados como favoráveis à produção forrageira, a espécie forrageira escolhida e o animal. Nesse cenário, algumas espécies de <strong>brachiaria</strong> se destacaram de maneira significativa.</p>
<h2>Principais espécies de Brachiaria e seu impacto na pecuária nacional</h2>
<p>As espécies forrageiras do gênero <strong>Brachiaria ssp</strong>. são o grande destaque quando pensamos em ampla utilização e propulsão da pecuária nacional. Oriundas da África oriental, região de países como Quênia e Tanzânia, as braquiárias foram introduzidas no Brasil na década de 50 com a <strong>Brachiaria decumbens</strong>.</p>
<p>Graças às semelhanças nas características geoclimáticas da região de origem com as condições brasileiras, as braquiárias se adaptaram e tornaram-se o principal gênero utilizado na pecuária de corte.</p>
<p>Essas forrageiras associam com eficiência produção, nas condições geoclimáticas encontradas na maior parte do país, com a produtividade em quantidade e qualidade suficientes para proporcionar um bom <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">escore corporal</a> </strong>e desempenho aos animais, quando alinhados com um plano nutricional adequado para a estação do ano.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Brachiaria brizantha Marandu – O braquiarão</h3>
<p>Trazido em 1984, o cultivar <strong>Brachiaria brizantha Marandu</strong>, conhecido popularmente como “<strong>braquiarão</strong>”, se tornou a espécie forrageira mais utilizada na produção de pastagens. Em 1994, já representava cerca de <strong>45% das pastagens cultivadas no trópico brasileiro</strong>, com destaque nas regiões amazônica, centro-oeste e sudeste do país.</p>
<p>O braquiarão é uma espécie perene, ou seja, pode permanecer por anos em uma pastagem, desde que seja manejado adequadamente. Ele apresenta colmos eretos e suberetos, com alturas de 1 a 1,5 metros, facilitando o manejo.</p>
<p>Em geral, as folhas são lanceoladas (em forma de lança) sem ou com poucos pelos e seus rizomas são curtos, 30 a 50 mm de comprimento, cobertos de escamas amareladas e brilhantes, sinalizando uma boa capacidade de tolerância ao pastejo.</p>
<p>Além dessas características físicas/anatômicas, que impactam no sistema de pastejo dessa espécie forrageira, algumas características relacionadas à produção devem ser consideradas no momento da escolha pela utilização dessa gramínea.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10916 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126.jpg" alt="Braquiarão" width="612" height="292" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126.jpg 612w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126-300x143.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-3-e1643047757126-270x129.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Acervo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>O <strong>braquiarão apresenta boa produção de forragem</strong>, considerável exigência à fertilidade do solo e resistência à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinha-das-pastagens</a></strong> quando comparada às outras espécies do gênero como a <em>Brachiaria decumbens.</em> Além disso, possui alto valor nutritivo, também comparado a outras espécies de braquiárias.</p>
<p>O somatório das características, em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">pastagens bem manejadas</a></strong> e adubadas, refletem em um material com proteína de alta degradabilidade ruminal e baixas quantidades de carboidratos estruturais de degradação lenta.</p>
<p>Um ponto de atenção, significativo, deve ser tratado quando falamos sobre o cultivar Marandu é a <strong>síndrome da morte do braquiarão</strong>, também conhecida como “morte súbita do braquiarão”. É um problema de grande impacto nas regiões central e norte do país. A utilização dessa espécie forrageira deve ser criteriosamente avaliada em regiões que apresentam esse desafio.</p>
<p>Entre os cultivares de <i>Brachiaria brizantha, </i>existem diferenças que também devem ser considerados, e a ressalva se faz necessária.</p>
<h3>Brachiaria brizantha Xaraés</h3>
<p>O cultivar <strong>Xaraés (MG5)</strong>, quando comparado ao Marandu, apresenta alta produtividade, rápida rebrota e florescimento tardio, o que prolonga o período de pastejo. No entanto, o manejo dessa braquiária exige atenção, pois o alongamento do caule pode resultar em perda de qualidade à medida que a forrageira atinge a maturidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10917 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira.jpg" alt="Brachiaria Xaraés" width="634" height="321" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira.jpg 634w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira-370x187.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-especie-forrageira-270x137.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 634px) 100vw, 634px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Braquiária Xaraés. Fonte: Embrapa.</span></span></p>
<h3>Brachiaria brizantha Paiaguás</h3>
<p>Lançada em 2003 pela Embrapa, a <strong>Brachiaria brizantha BRS Paiaguás</strong> possui porte menor, semelhante à Brachiaria decumbens, com colmos e folhas finas.</p>
<p>Ela é especialmente recomendada para períodos de seca, sendo fácil de manejar. No entanto, a Paiaguás é suscetível à cigarrinha-das-pastagens, o que limita sua utilização em áreas com altos desafios relacionados a essa praga.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10918 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas.jpg" alt="Brachiaria Paiaguás" width="469" height="312" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas.jpg 469w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-paiaguas-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 469px) 100vw, 469px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Braquiária Paiaguás. Fonte: Embrapa.</span></span></p>
<h3>Brachiaria brizantha Ipyporã</h3>
<p>Outro cultivar interessante é a <strong>Brachiaria brizantha BRS Ipyporã</strong>, também lançada pela Embrapa. Ela é caracterizada pela elevada resistência à cigarrinha-das-pastagens e maior valor nutritivo, permitindo ganhos individuais significativos para os animais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10919 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora.jpg" alt="Brachiaria Ipyporã" width="512" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/brachiaria-ipypora-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Braquiária Ipyporã. Fonte: Embrapa.</span></span></p>
<p>A tabela abaixo traz um resumo das principais características dessas braquiárias que o produtor deve atentar-se antes de introduzi-la na propriedade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41413" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares.png" alt="Comparativo entre as brachiarias" width="847" height="635" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares.png 847w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-300x225.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-768x576.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-370x277.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-270x202.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-740x555.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-80x60.png 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/tabela-comparativo-cultivares-150x112.png 150w" sizes="auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Adaptado da aula professor Ricardo Reis, Pós-Graduação Produção e Manejo de Pastagem para Bovinos de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Benefícios gerais do gênero Brachiaria na pecuária</h2>
<p>Além das características específicas de cada cultivar, o gênero <strong>Brachiaria</strong> oferece vantagens gerais, como boa adaptação a relevos acidentados, proteção contra erosão do solo e maior eficiência na cobertura do terreno.</p>
<p>Contudo, o sucesso na produção depende de um manejo adequado, incluindo correção e adubação do solo, controle de pragas e respeito às alturas de entrada e saída da pastagem.</p>
<h2>A relevância da Brachiaria na pecuária brasileira</h2>
<p>A Brachiaria brizantha desempenhou um papel fundamental na intensificação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/">pecuária de corte no Brasil</a></strong>. Sua utilização é apropriada em grande parte das regiões produtoras do país.</p>
<p>Compreender as características e cultivares disponíveis pode ser determinante para o sucesso da produção bovina a pasto, promovendo ganhos de produtividade e sustentabilidade.</p>
<h2>Dominar o pasto é dominar o resultado financeiro da fazenda</h2>
<p>A base de qualquer pecuária lucrativa é o pasto. Quem sabe manejá-lo de forma estratégica consegue reduzir custos de produção, aumentar a taxa de lotação e encurtar o ciclo de engorda.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria: conheça as principais espécies e como realizar o manejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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