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Um projeto pecuário de sucesso se inicia pelo diagnóstico

Um projeto pecuário é desenvolvido em busca de maior produtividade e aumento na rentabilidade do negócio. Diante da concorrência com outros setores produtivos, a diminuição da margem de lucratividade e a presença de novos agentes investidores, dos quais pressionam a profissionalização da cadeia produtiva da carne, refletindo a necessidade da implementação de projetos estruturados e bem definidos.

A definição de um projeto pecuário envolve uma série de fatores, e a variação desses fatores ocorre pela peculiaridade de cada propriedade. Fazendas com distintas características internas e externas demandam, por consequência, projetos específicos àquelas peculiaridades.

Portanto, dois pontos são, ou deveriam ser, comuns a todo e qualquer projeto pecuário. O primeiro ponto está ligado ao objetivo, isto é, estabelecer um objetivo a ser alcançado, traçando metas e estratégias gradativas que irão construir o caminho até o objetivo do produtor. O segundo ponto está relacionado as condições situacionais atuais da propriedade, ou seja, além de saber onde a propriedade deve chegar, precisa-se conhecer o atual status da fazenda. Conhecer o ponto de partida é tão importante quanto a definição do objetivo, pois somente conhecendo criteriosamente os fatores favoráveis e desfavoráveis daquela propriedade será possível determinar quais e quando as ações de melhoria devem ser implantadas.

Denomina-se “diagnóstico” o levantamento do momento atual da propriedade, onde hipoteticamente podemos compará-lo a uma fotografia, em que ao final do processo de diagnóstico obtemos um “retrato” de como está a propriedade naquele determinado momento, sendo possível então construir planos estratégicos para alcançar a eficiência e a melhoria de todo o processo produtivo.

Como citado anteriormente, o objetivo dos projetos, podem variar de acordo com diversas características que são específicas de cada propriedade, entretanto, para o diagnóstico, podemos estabelecer uma série de itens a serem avaliados, que serão comuns a maioria das fazendas.

Importante ressalva, está ligada ao processo de diagnóstico, todos e quaisquer dados levantados, devem ser registrados de maneira que qualquer pessoa entenda e tenha a capacidade de leitura e interpretação daquela informação. Desde um profundo conhecedor daquela propriedade a alguém que nunca foi na fazenda.

Desse modo, só é possível alcançar o objetivo através de diagnóstico bem executado, “onde estamos e para onde vamos”, por isso é importante que o diagnóstico seja fidedigno a realidade da propriedade, pois falhas nesse processo podem resultar em projetos malsucedidos.

Passo a passo de um diagnóstico:

  • Área

O levantamento da área real da propriedade permite dentre outros aspectos o dimensionamento inicial do projeto. Com esse dado é possível entender, inclusive, qual a dimensão do projeto a ser estabelecido perante a região da propriedade. Um ponto importante também sobre o levantamento da área real da propriedade está ligado às adequações legais, georreferenciamento, reserva legal e outras.

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Fonte: Acervo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico Rehagro.

  • Tipo de exploração

No tipo de exploração deve ser levantado, basicamente, qual a fase do sistema de produção de gado de corte aquela fazenda realiza: cria, recria, engorda, ciclo completo ou alguma variação entre essas, por exemplo uma propriedade que trabalha com recria e engorda, produção de touros, etc. O levantamento correto dessa informação é importante para definir o projeto, seja pela alteração do tipo de exploração ou permanência na mesma, sendo muito comum muitas propriedades confundirem esses tipos de exploração e perderem o foco de atuação no sistema. Vale ressaltar que oportunidades de mercado momentâneas não devem ser usadas como a base de um projeto a médio e longo prazo, uma vez que este deve ter uma estrutura consolidada.

  • Sistema de criação

O sistema de criação apresenta como é realizada o tipo de exploração, qual o nível de intensificação realizado naquela fazenda no momento do diagnóstico. Se é uma fazenda extensiva, semi-intensiva ou intensiva. Essa definição parece um pouco subjetiva, alguns pontos de avaliação e indicadores são importantes então para se definir o sistema de criação, tais como, a produtividade da fazenda @/ha/ano, se utilizam ou não de adubação das pastagens, se há algum sistema de engorda como confinamento, kg de bezerro desmamado, dentre outras opção de serem avaliadas.

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Produção de bovinos de corte em pastagem irrigada. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico Rehagro.

  • Objetivos do proprietário

Conhecer o objetivo do proprietário é fundamental para o projeto e esse levantamento deve ser, impreterivelmente, realizado durante o diagnóstico, pois pode-se nesse momento detectar melhor quais as características fundamentais que a propriedade possui para alcançar esse objetivo.

É comum que o proprietário ou os proprietários tenham dificuldade em definir o objetivo com aquela propriedade, para isso, algumas perguntas podem ser feitas para obter uma visão amplificada dos anseios e desejos do proprietário.

  • Quantas cabeças gostaria de ter?
  • Qual a rentabilidade esperada?
  • Em quantos anos espera o retorno do capital investido?
  • O que gostaria de produzir (Genética, gado comercial, bezerro, boi gordo, etc)?
  • A fazendo é sua única fonte de renda?

Essas perguntas podem auxiliar o proprietário na definição do objetivo. Importante ressalva deve ser feita, alguns objetivos podem se chocar com alguma impossibilidade observada durante o diagnóstico, e assim o objetivo pode ser redefinido, antes do início do projeto.

Nesse momento de conversa com o proprietário deve-se estar atento ao perfil comportamental, e até mesmo o perfil investidor (arrojado, conservador, intermediário). Essa informação auxilia no potencial de risco que o projeto deve ou não contemplar.

Cenário econômico regional

Conhecer criteriosamente a região onde a propriedade está inserida é fundamental. Nesse item devem ser levantados dados como características das propriedades vizinhas, se são criadores, invernistas, se tem muito confinamento na região, etc. Essas informações ajudam a definir o projeto e qual “produto” principal será produzido na fazenda.

Avaliar se a região detém acesso à insumos importantes para a produção, como grãos, distribuição de medicamentos, ração ,deve ser avaliado.Quantos ou se há algum frigorífico no entorno da propriedade, é uma informação indispensável para definir um sistema de engorda, pois sem que haja qualquer indústria frigorífica minimamente próxima, pode tornar inviável a implantação do projeto.Observar qual a cidade mais próxima, se existe disponibilidade de mão de obra e ou serviços básicos como hospitais, casa agropecuárias e outros.Nesse cenário devemos levantar, também, quais são os possíveis parceiros comerciais, clientes e fornecedores.

Durante esse levantamento deve-se avaliar também a estrutura logística da propriedade, qual a capacidade de escoamento da produção, se a malha rodoviária regional permite acesso de carretas, tanto para compra de insumos, quanto para a venda de animais.

projeto pecuário

Fonte: Imagem satélite Google, mostrando localização da propriedade.

Características meteorológicas

O levantamento de dados climáticos, é fundamental em qualquer projeto. Analisar o histórico de precipitações anual e mesal, temperatura média, mínima e máxima, permitem a implantação do planejamento forrageiro, definição da estação de monta, época de confinar, época de plantio, entre outros exemplos, da propriedade.

Além dessas definições, outro ponto importante quanto às precipitações está ligado ao planejamento nutricional, pois um programa de suplementação, está diretamente ligado à qualidade da forrageira, só é possível determinar o suplemento mais adequado quando dominamos com exatidão, qual será o status da forrageira naquela determinada época do ano.

Exemplo de levantamento meteorológico dos últimos 30 anos de determinada região. Fonte de dados do INMET.

Rebanho

A avaliação do rebanho, em números e condições, é outra avaliação a ser feita durante o diagnóstico.

Além da quantidade absoluta de animais presentes na propriedade no momento do diagnóstico deve-se caracterizar esse rebanho.

  • Quantidade de animal por categoria (exemplo: Novilhas de 12 – 24 meses, bezerros machos, matrizes, etc)
  • Padrão racial, qual ou quais as raças predominantes no rebanho. Em caso de sistemas de cria, qual o padrão das matrizes e dos touros/sêmen utilizado.
  • Peso por categoria, qual a média de peso dos animais em cada categoria. Se a propriedade ainda não adota pesagens constante, pode-se se fazer uma avaliação visual. Entretanto, vale atentar-se para a importância da pesagem.

Com levantamento desse quesito é possível calcular um indicador de grande importância, a quantidade de unidade animal (UA; 1 UA = 450 kg de PV) presente na fazenda.

  • Status nutricional pela avaliação realizada de escore de condição corporal média para cada uma das categorias avaliadas.

projeto pecuário

 Avaliação do status nutricional dos animais. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.

  • Status Sanitário do rebanho e quais as práticas e calendário sanitário que a fazenda adota.

 Bezerras F1 angus. Fonte: Arquivo pessoal Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.

Pastos

O diagnóstico dos pastos é, provavelmente, a parte de maior importância para a continuação do projeto, após a avaliação das pastagens e suas estruturas é possível determinar a atual capacidade produtiva para sistemas de produção a pasto.

O levantamento dessas informações permite a definição dos investimentos em reforma, recuperação e manutenção das pastagens.

O processo de avaliação deve ser minucioso, e realizado de preferência pela mesma pessoa em toda a área da propriedade, pois a maioria dos itens são avaliados de maneira visual. Alguns indicadores como o GMD dos animais permite uma inferência quanto a qualidade das pastagens onde os animais se encontram, entretanto, a avaliação de pasto por pasto deve ser feita.

O ideal é que a avaliação seja feita montada, o responsável deverá percorrer todos os pastos da propriedade avaliando e fazendo anotações. Hoje já podemos contar com tecnologias como drones para uma avaliação da área e captura de imagens, o que enriquece a acurácia das informações.

Os principais itens avaliados são:

  • Identificação dos pastos e levantamento da área

A identificação dos pastos deve ser realizada com a ajuda de um colaborador que conhece as divisões. Pode ser feita, preferencialmente, enumerando os pastos ou pelo nome comum utilizado na propriedade, desde que todos saibam qual é o pasto indicado.

Essa identificação assim como o levantamento do tamanho do piquete é importante para a realização dos futuros manejos, cálculos de capacidade suporte e de custos referentes à reforma/manutenção daquela área.

  • Espécie forrageira predominante

Aqui basicamente é apontado qual ou quais são as espécies forrageiras predominantes naquele pasto em específico.

Foto ilustrando presença predominante do braquiarão. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni,técnico de Rehagro.

  • Área empastada

O levantamento da área empastada mostra qual o percentual da área daquele determinado pasto que está realmente encoberto da espécie forrageira ali presente.

Existem alternativas tecnológicas interessantes que auxiliam nesse levantamento como citado acima, os drones, por exemplo. Entretanto, é recomendado que o responsável faça esse apontamento a cavalo, e para isso ele deve percorrer toda a área de cada pasto, reforçando então a necessidade de ser o mesmo colaborador a fazer o levantamento de toda a área, por se tratar de uma avaliação subjetiva, devendo ser o mesmo critério adotado para toda a propriedade.

Exemplo de área efetivamente empastada circulada em vermelho. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico Rehagro.

  • Área degradada

Assim como o levantamento da área empastada, a avaliação da área degradada deve ser feita de maneira visual e criteriosa. A princípio é feito o levantamento percentual da área degrada em relação a área total do pasto, e posteriormente calculado valor em hectares da área degradada.

  • Nível de degradação

Para caracterizar a área degrada, levantada no item anterior, é importante que caracterize a degradação, o que é degradação e quais são os níveis de degradação. Existem diferentes maneiras de se caracterizar a degradação, o mais comum é o estabelecimento de “notas” para essa degradação, criar uma nota de 0 a 4 por exemplo, para cada nível de degradação.

Exemplo de classificação:

Classificação Descrição
0 Pastagem recém implantada, ou recém recuperada, com bom estande de plantas, boa disponibilidade de forragem, ausência de plantas invasoras e pragas, ausência de sinais de erosão, ausência de sintomas visuais de sinais de deficiência nutricional da planta.
1 Pastagem com mais de três anos de implantação ou recuperação, ainda com bom estande de plantas, ausência de pragas e plantas invasoras, boa disponibilidade de forragem, ausência de sinais de erosão, ausência de sinais visuais de deficiência nutricional da planta.
2 Pastagem com mais de três anos de implantação ou recuperação, ainda com bom estande de plantas, boa disponibilidade de forragem, mas já com ocorrência de plantas invasoras, e de pragas, em pequena proporção, sinais baixos de erosão, aparecimento de sintomas nutricionais na forragem.
3 O estande de plantas começa a diminuir, a planta forrageira não consegue mais cobrir o solo, a disponibilidade de forragem é apenas média, aumento das plantas invasoras e de pragas do solo, aparecimento de sinais de erosão, aparecimento de sinais visuais de deficiência nutricional da planta.
4 As plantas invasoras ocupam a maior parte da pastejem, a população de plantas invasoras e pragas da pastagem pode estar alta, a disponibilidade de forragem é baixa, os sinais de erosão são evidentes, os sintomas visuais de deficiência nutricional da planta se acentuam.

   Fonte: Adaptado de Adilson Aguiar

  • Área infestada

Apesar de estar presente nos níveis de degradação, o levantamento da área infestada por plantas daninhas é importante para a realização do planejamento de recuperação das áreas, quantidade de herbicida necessário, e qual herbicida a ser utilizado.

Além da área, deve-se avaliar também qual a principal espécie invasora.

  • Área de reforma

O levantamento da área de reforma pode variar de acordo com os critérios adotados pelo técnico responsável, em suma, utiliza-se a subtração da área total do pasto pela área degradada ou área não empastada.

O critério é relativo, pode-se determinar, por exemplo, que será reformada todos os pastos em que menos de 50% da área esteja empastado, ou aqueles pastos em que a mais de 50% da área esteja com níveis iguais ou superiores a 2 na classificação do nível de degradação. A experiência do técnico que esta fazendo o diagnóstico que irá direcionar os critérios de reforma.

  • Área de recuperação

Assim como a área de reforma, é importante a determinação de um critério para área de recuperação, por exemplo, pastos com mais de 30% da área infestada ou com 30 a 50% da área degradada devem ser recuperados.

  • Cercas

Ao percorrer os pastos, aproveita-se para avaliar a qualidade e o estado de conservação das cercas de cada pasto. Pode-se estabelecer notas de classificação, por exemplo, de 0 a 3, onde 0 não tem cerca, 1 cerca em péssimo estado de conservação, 2 cerca razoável e 3 cerca em perfeito estado de conservação.

  • Aguada

O diagnóstico das aguadas também acompanha o levantamento das características dos pastos. Pode-se definir níveis ou notas para o status das aguadas, com notas máximas à bebedouros artificiais limpos e em perfeito estado de conservação até notas mínimas que representam aguada natural, sujas, com indícios de erosão, impróprias para o consumo dos animais. É sempre válido nesse momento coletar amostras para análises laboratoriais da qualidade de água, uma vez que esta está diretamente relacionada ao desempenho dos animais e possíveis problemas sanitários.

Construção de bebedouro artificial. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.

  • Cochos

A avaliação dos cochos deve levar em conta dois aspectos importantes: a quantidade de cocho e dimensões do cocho, quantos metros de cocho cada piquete tem e também qual a qualidade e o estado de conservação desses cochos. Assim como utilizamos para aguada, podemos estabelecer critérios de nota para o estado de conservação dos cochos, onde posteriormente será possível definir a melhor ação referente a cada cocho para cada um dos pastos da propriedade. Esses dados devem ser correlacionados com a quantidade de animais naquele pasto para se avaliar o espaçamento de cocho.

Esse levantamento também será importante para a definição do programa de suplementação. Há cocho suficiente para uma suplementação de médio a alto consumo?

Medição de espaçamento de cocho feita pelo técnico Hugo Pereira. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.

Nutrição

  • Plano nutricional

É importante, que durante o diagnóstico seja levantado qual o programa nutricional é atualmente adotado em cada categoria animal da propriedade nas diferentes épocas do ano, e se a estratégia condiz com o estado de condição corporal avaliado no levantamento do rebanho.

  • Suplemento utilizado

Quando avaliamos o plano nutricional, um ponto de atenção deve ser levantado é as características nutricionais dos insumos utilizados e as condições de armazenamento na propriedade.

Fonte: Suplementação de alto consumo de animais criados a pasto. Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.

Sanidade

  • Calendário sanitário

Além da avaliação visual realizada durante o diagnóstico do rebanho, é importante que se faça uma pesquise do calendário sanitário realizado na fazenda, quais são e quando são aplicadas as vacinas e os vermífugos durante o ano e em quais categorias animais, incluindo as campanhas de vacinação.

Infraestrutura, benfeitorias e maquinário

Além de definir uma série de importantes investimentos a serem realizados no projeto, o levantamento das benfeitorias e dos maquinários é extremamente importante quando pensamos em capacidade produtiva daquela propriedade. Esta informação será também utilizada para averiguar se as benfeitorias são suficientes para armazenar os insumos necessários no processo produtivo ou então, até mesmo, se o refeitório atende as exigências mínimas para os colaboradores.

Quanto ao maquinário, deve-se levantar: quais os maquinários? Quantos tratores e qual o ano desses tratores? Todos esses itens devem ser descritos quanto ao estado de conservação, modelo, marca e ano. Além de avaliar possíveis investimentos e planos de manutenção, com esse levantamento é possível calcular a depreciação que será levado em consideração para as análises econômicas da propriedade.

Mão de obra

A avaliação da mão de obra vai um pouco além da quantificação de colaboradores trabalham atualmente na propriedade. Deve ser levantado qual o cargo e a função de cada colaborador, bem como a remuneração desses colaboradores.

Entender o quadro de funcionários, as funções e a hierarquia na propriedade pode definir importantes ações durante o projeto. Por isso, é recomendado a elaboração do organograma atual da fazenda.

Dados financeiros e indicadores

Por último, e não menos importante, é o levantamento dos indicadores produtivos e econômicos da fazenda. Embora, muitas fazendas não possuam esses dados estruturados ou não fazem coletas dessas informações, é fundamental investigar o quanto a fazenda está produzindo e qual sua eficiência de produção, independente do sistema. Para isso, há indicadores chaves para cada sistema de produção que devemos estar atentos.

Os dados financeiros seguem as mesmas premissas dos indicadores. Quanto mais informações se obter na hora do diagnóstico melhor será direcionamento e a qualidade do projeto.

Conclusão

A realização do diagnóstico deve ser realizada de forma criteriosa ara assegurar a veracidade da condição situacional da fazenda. Com isso, a assertividade da construção do projeto pode ser alcançada, resultando no sucesso de implementação do projeto pecuário.

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