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	<title>manejo nutricional Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>manejo nutricional Archives | Rehagro Blog</title>
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	<item>
		<title>Gargalos nutricionais na pecuária de corte: onde estão e como corrigir com eficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição animal é sem dúvida um dos pilares mais determinantes na eficiência dos sistemas de produção de bovinos de corte. Enquanto o foco da pecuária muitas vezes recai sobre genética, manejo sanitário ou comercialização, a realidade no campo mostra que os gargalos nutricionais podem representar perdas significativas de desempenho e rentabilidade. Mesmo em propriedades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nutrição animal é sem dúvida um dos pilares mais determinantes na eficiência dos sistemas de produção de bovinos de corte. Enquanto o foco da pecuária muitas vezes recai sobre genética, manejo sanitário ou comercialização, a realidade no campo mostra que os <strong>gargalos nutricionais</strong> podem representar perdas significativas de desempenho e rentabilidade.</p>
<p>Mesmo em propriedades tecnificadas, é comum observar inconsistências no planejamento alimentar, desequilíbrios entre oferta e exigência nutricional ou falhas pontuais no fornecimento de suplementos. Esses elementos, quando não identificados e corrigidos, se transformam em <strong>obstáculos silenciosos à produtividade</strong>.</p>
<p>Este artigo tem como objetivo explorar os principais gargalos nutricionais que afetam a pecuária de corte, explicando suas causas, consequências e, principalmente, <strong>como diagnosticá-los e superá-los de forma prática e embasada</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Gargalos nutricionais: conceito, causas e pontos críticos</h2>
<p>Os gargalos nutricionais na pecuária de corte podem ser definidos como <strong>restrições persistentes ou recorrentes na oferta ou no aproveitamento dos nutrientes essenciais</strong>, que comprometem o desempenho animal de forma direta ou indireta.</p>
<p>Eles se diferenciam de deficiências pontuais por sua característica sistêmica: não são meros erros esporádicos, mas sim falhas estruturais ou de manejo que se repetem e travam o potencial produtivo do rebanho.</p>
<h3>Como os gargalos se formam?</h3>
<p>Diversos fatores contribuem para a formação desses gargalos, e eles costumam se combinar no campo de forma complexa. Entre os principais, destacam-se:</p>
<h4>1. Baixa qualidade ou quantidade de forragem</h4>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">Pastagens mal manejadas</a></strong> ou degradadas;</li>
<li>Espécies forrageiras mal adaptadas ao solo ou clima;</li>
<li>Ausência de adubação e correção de solo;</li>
<li>Alta <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">lotação</a></strong> animal sem ajuste sazonal.</li>
</ul>
<h4>2. Planejamento nutricional inadequado</h4>
<ul>
<li>Fórmulas genéricas que não consideram a categoria animal ou o estágio produtivo.</li>
<li>Uso de <strong>suplementos incompatíveis</strong> com o perfil da dieta base.</li>
<li>Subestimação das exigências nutricionais em momentos críticos (ex: seca, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/">transições</a></strong> e terminação).</li>
</ul>
<h4>3. Erros no fornecimento</h4>
<ul>
<li><strong>Falhas operacionais na distribuição de suplemento</strong> (ex: falta de cocho, mistura irregular).</li>
<li><strong>Acesso limitado ou competitivo ao alimento</strong> (ex: espaçamento de cocho incorreto).</li>
<li>Baixo consumo voluntário devido à palatabilidade, estrutura ou rotina inadequada.</li>
</ul>
<h4>4. Falta de monitoramento</h4>
<ul>
<li>Inexistência de dados sobre consumo, desempenho e conversão alimentar.</li>
<li>Ausência de avaliação de pastagem e análise bromatológica.</li>
<li>Diagnósticos baseados em percepção e não em evidências.</li>
</ul>
<h3>Onde esses gargalos mais aparecem?</h3>
<p>Os gargalos nutricionais podem se manifestar em diferentes pontos da cadeia produtiva, mas alguns momentos e situações são especialmente críticos:</p>
<ul>
<li><strong>Períodos de transição climática</strong>: início da seca ou entre lotes de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo rotacionado</a></strong>.</li>
<li><strong>Mudança de fase produtiva</strong>: passagem da recria para terminação, sem ajustes na dieta.</li>
<li><strong>Alta lotação</strong>: competição por recursos, menor ingestão por animal.</li>
<li><strong>Ambientes degradados</strong>: solos pobres, pastagens esgotadas e baixa resposta à suplementação.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Deficiências nutricionais em bovinos de corte: como reconhecer e quantificar</h2>
<p>As deficiências nutricionais em bovinos de corte representam o <strong>reflexo direto dos gargalos nutricionais</strong> no organismo do animal. Elas comprometem funções metabólicas, imunológicas, reprodutivas e produtivas, sendo uma das principais causas de queda de desempenho em sistemas de engorda, recria e até mesmo na fase de cria.</p>
<p>Reconhecer e quantificar essas deficiências é um passo fundamental para <strong>ajustar o manejo nutricional de forma técnica e assertiva</strong>, com impacto direto na produtividade e na rentabilidade.</p>
<h3>Macronutrientes: energia e proteína</h3>
<p>Os macronutrientes são os que os bovinos mais consomem em volume, e também os que mais impactam no ganho de peso e na eficiência alimentar.</p>
<h4>Energia</h4>
<ul>
<li><strong>Fonte</strong>: carboidratos fibrosos (forragens), amido (milho, sorgo) e gorduras.</li>
<li><strong>Sinais de deficiência</strong>:
<ul>
<li>Redução do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">GMD</a></strong>;</li>
<li>Atraso no tempo de abate;</li>
<li>Baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore corporal</a></strong>;</li>
<li>Maior tempo de ruminação sem ganho proporcional.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h4>Proteína</h4>
<ul>
<li><strong>Fonte</strong>: pastagem jovem, farelo de soja, ureia, fontes proteicas vegetais e animais.</li>
<li><strong>Sinais de deficiência</strong>:</li>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Baixo consumo de forragem (menor digestibilidade);</li>
<li>Crescimento lento;</li>
<li>Retardo na maturidade sexual;</li>
<li>Queda de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-o-rendimento-do-ganho-de-animais-abatidos/">rendimento de carcaça</a></strong>.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>Micronutrientes: minerais e vitaminas</h3>
<p>Embora necessários em menores quantidades, os micronutrientes são vitais para o metabolismo e imunidade do animal. A carência de um único mineral pode limitar todo o sistema de produção.</p>
<h4>Minerais essenciais e seus efeitos</h4>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39857" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais.png" alt="Tabela com minerais essenciais para suplementação de bovinos" width="1142" height="471" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais.png 1142w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-300x124.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-1024x422.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-768x317.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-370x153.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-270x111.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-740x305.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-minerais-essenciais-150x62.png 150w" sizes="(max-width: 1142px) 100vw, 1142px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: EMBRAPA Gado de Corte – Manual de Suplementação para Bovinos</span></p>
<h3>Como identificar deficiências no campo</h3>
<p>A identificação pode ser feita por meio de avaliação zootécnica e laboratorial, combinando observações visuais com dados analíticos.</p>
<h4>Indicadores práticos:</h4>
<ul>
<li><strong>Escore corporal (ECC)</strong>: abaixo de 2,5 em lotes de recria ou terminação já é sinal de alerta.</li>
<li><strong>GMD abaixo da meta esperada</strong> (ex: &lt; 500 g/dia em recria a pasto com suplementação).</li>
<li><strong>Alterações de pelagem, apatia, escore de cascos e mucosas</strong>.</li>
</ul>
<h4>Ferramentas de apoio:</h4>
<ul>
<li>Análise bromatológica da forragem e do suplemento.</li>
<li>Análise de sangue (nível de minerais).</li>
<li>Avaliação da dieta total (DTN) comparada às exigências do NRC ou BR-CORTE.</li>
</ul>
<h2>Efeitos diretos na produtividade e nos resultados econômicos</h2>
<p>As <strong>deficiências nutricionais em bovinos de corte</strong> impactam diretamente os pilares que sustentam a rentabilidade da atividade pecuária: <strong>desempenho produtivo, eficiência no uso dos recursos e retorno econômico. </strong></p>
<p>Quando o rebanho não recebe os nutrientes necessários em quantidade e qualidade adequadas, as perdas se acumulam em toda a cadeia produtiva.</p>
<h3>Redução no desempenho zootécnico por fase produtiva</h3>
<p>Cada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/as-fases-da-bovinocultura-de-corte-quais-sao/">fase do ciclo de produção</a></strong> possui exigências nutricionais específicas. Gargalos em qualquer uma delas afetam o desempenho geral:</p>
<ul>
<li><strong>Na cria</strong>: Deficiências na matriz afetam o vigor do bezerro ao nascimento e o desenvolvimento inicial, com reflexos negativos na imunidade e na taxa de sobrevivência.</li>
<li><strong>Na recria</strong>: A falta de proteína ou energia limita o crescimento ósseo e muscular, estendendo o tempo necessário até a terminação.</li>
<li><strong>Na engorda</strong>: A conversão alimentar se torna ineficiente, exigindo maior tempo e mais insumos para atingir o peso ideal de abate.</li>
</ul>
<p>Esses atrasos comprometem o giro de lotes e impactam diretamente a taxa de lotação da fazenda, reduzindo o volume total de arrobas produzidas por hectare/ano.</p>
<h3>Impactos financeiros diretos e indiretos</h3>
<p>A consequência mais evidente de um manejo nutricional inadequado é a redução do lucro por animal. Entre os principais impactos financeiros estão:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39858" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros.png" alt="Tabela com impactos financeiros causados por gargalos nutricionais" width="877" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros.png 877w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-300x163.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-768x418.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-370x201.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-270x147.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-740x402.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-impactos-financeiros-150x82.png 150w" sizes="(max-width: 877px) 100vw, 877px" /></p>
<p>Além disso, deficiências nutricionais podem resultar em carcaças com menor acabamento, o que reduz o rendimento de cortes nobres e compromete a bonificação por qualidade paga por frigoríficos.</p>
<h2>Superando gargalos com um manejo nutricional eficiente</h2>
<p>A boa notícia é que os gargalos nutricionais não são uma sentença definitiva. Com um manejo nutricional bem estruturado, é possível transformar deficiências em oportunidades de ganho de eficiência, produtividade e rentabilidade. O segredo está no planejamento estratégico aliado a decisões técnicas embasadas.</p>
<h3>Diagnóstico e planejamento nutricional</h3>
<p>O ponto de partida é o diagnóstico da situação atual da propriedade. Isso envolve:</p>
<ul>
<li><strong>Análise da forragem disponível</strong>, para conhecer o valor nutricional real do pasto em diferentes épocas do ano;</li>
<li><strong>Levantamento das exigências nutricionais dos animais</strong>, com base na fase produtiva (bezerros, garrotes, bois em terminação, matrizes);</li>
<li><strong>Verificação da estrutura de suplementação existente</strong>, avaliando disponibilidade de cochos, água e logística de distribuição.</li>
</ul>
<p>A partir disso, é possível planejar dietas balanceadas que levem em consideração a disponibilidade dos nutrientes no sistema e os objetivos zootécnicos da fazenda.</p>
<h3>Estratégias nutricionais na prática</h3>
<p>Algumas medidas comprovadamente eficazes para superar gargalos incluem:</p>
<h4>1. Suplementação mineral estratégica</h4>
<p>A simples <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">correção de deficiências minerais</a></strong> já gera ganhos expressivos de produtividade. O uso de misturas adequadas à região e ao solo é essencial para manter o rebanho saudável e com bom desempenho.</p>
<h4>2. Suplementação proteica e energética</h4>
<p>Principalmente na seca, a oferta de <strong>proteína e energia</strong> deve ser ajustada para manter o desempenho. O uso de suplementos como ureia, farelo de soja ou polpa cítrica pode equilibrar dietas de pastagens fibrosas e pobres em proteínas.</p>
<h4>3. Manejo de lotação e pastejo rotacionado</h4>
<p>Manter o pasto em bom estado também é uma medida nutricional. Sistemas rotacionados com <strong>controle de entrada e saída dos animais</strong> preservam a qualidade da forragem e garantem melhor aproveitamento.</p>
<h4>4. Uso de aditivos e tecnologias nutricionais</h4>
<p>Produtos como <strong>monensina, probióticos ou tamponantes ruminais</strong> podem melhorar a conversão alimentar, controlar distúrbios digestivos e potencializar o aproveitamento dos nutrientes.</p>
<h3>Monitoramento e ajustes contínuos</h3>
<p>O manejo nutricional não é uma ação pontual, mas um processo contínuo que exige acompanhamento de resultados e ajustes periódicos. O uso de indicadores como ganho médio diário (GMD), conversão alimentar e escore de condição corporal permite uma tomada de decisão mais técnica e precisa.</p>
<p>Além disso, contar com <strong>apoio técnico especializado</strong> (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/veterinarios-e-zootecnistas-na-pecuaria-de-corte/">zootecnistas, médicos veterinários</a></strong>, consultores) é fundamental para garantir a eficácia das intervenções e evitar erros que comprometam os resultados.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ao longo deste artigo, vimos que os <strong>gargalos nutricionais na pecuária de corte </strong>são um dos principais entraves para que o setor atinja todo o seu potencial produtivo. Esses gargalos não se limitam a situações extremas ou evidentes, muitas vezes, são silenciosos e crônicos, afetando o desempenho do rebanho de forma gradual e acumulativa.</p>
<p>A nutrição animal, quando tratada de forma estratégica, deixa de ser um centro de custos para se tornar um <strong>fator de ganho e competitividade</strong>. Superar deficiências nutricionais exige mais do que aplicar suplementos: requer planejamento técnico, análise da realidade da propriedade, acompanhamento zootécnico e, sobretudo, mudança de mentalidade.</p>
<p>Afinal, <strong>o boi só produz o que consome</strong> e a eficiência do sistema começa no cocho.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
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<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manejo nutricional na lavoura de café em formação: guia prático de como fazer</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-nutricional-na-lavoura-de-cafe-em-formacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 11:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A formação da lavoura de café é uma das fases mais estratégicas de todo o ciclo produtivo do cafeeiro. É nesse momento que se constrói o potencial produtivo da planta, definindo-se fatores como estrutura radicular, arquitetura vegetativa e até a capacidade de resistência a estresses climáticos e bióticos. Entre os diversos manejos exigidos neste estágio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A formação da lavoura de café é uma das fases <strong>mais estratégicas de todo o ciclo produtivo do cafeeiro</strong>. É nesse momento que se constrói o potencial produtivo da planta, definindo-se fatores como estrutura radicular, arquitetura vegetativa e até a capacidade de resistência a estresses climáticos e bióticos.</p>
<p>Entre os diversos manejos exigidos neste estágio, o <strong>manejo nutricional</strong> se destaca como um dos pilares mais determinantes. A nutrição adequada desde os primeiros meses após o plantio garante o desenvolvimento vigoroso da planta e reduz significativamente os riscos de perdas na fase adulta.</p>
<p>Este guia foi desenvolvido para ser um apoio prático e confiável para quem atua na cafeicultura. Aqui, você encontrará um <strong>passo a passo técnico e acessível</strong> para fazer as melhores escolhas em relação ao manejo nutricional da lavoura em formação, desde a escolha das fontes de adubo até o monitoramento contínuo e os principais erros que devem ser evitados.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual a importância da nutrição na formação da lavoura?</h2>
<p>A fase de formação da lavoura de café, que compreende os primeiros dois a três anos após o plantio, é decisiva para o desempenho futuro da cultura.</p>
<p>Nesse período, os tratos culturais têm como objetivo garantir um <strong>desenvolvimento vegetativo pleno</strong>, preparando a planta para expressar seu potencial produtivo a partir da primeira safra útil.</p>
<h3>Construção do sistema radicular e vegetativo</h3>
<p>A nutrição adequada contribui diretamente para o crescimento do sistema radicular, o que permite maior exploração do solo, melhor absorção de água e nutrientes e maior tolerância a períodos de <a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-hidrico-no-cafe/"><strong>déficit hídrico</strong></a>. Além disso, influencia diretamente a formação de ramos plagiotrópicos e ortotrópicos, que darão suporte à produção futura.</p>
<h3>Definição do potencial produtivo</h3>
<p>A planta jovem bem nutrida tende a apresentar maior área foliar, maior acúmulo de reservas e melhor equilíbrio hormonal, fatores que condicionam a <strong>formação de gemas reprodutivas</strong> nos anos subsequentes.</p>
<p>Em outras palavras, o que for feito nos primeiros anos refletirá diretamente na quantidade e na qualidade dos frutos que a lavoura poderá produzir no futuro.</p>
<h3>Redução da suscetibilidade a estresses</h3>
<p>A adubação balanceada fortalece os tecidos vegetais e aumenta a resistência da planta a pragas e doenças.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/"><strong>Deficiências nutricionais</strong></a>, por outro lado, comprometem a integridade estrutural da planta, deixando-a mais vulnerável a ataques de patógenos e a danos por temperaturas extremas ou seca.</p>
<h3>Base para longevidade e uniformidade</h3>
<p>Um bom manejo nutricional desde o início é também responsável pela <strong>uniformidade da lavoura</strong>, o que facilita os manejos subsequentes (como podas, tratos fitossanitários e colheita) e contribui para a <strong>longevidade do cafeeiro</strong>. Lavouras bem formadas tendem a permanecer produtivas por mais safras, com menor necessidade de replantio.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-calagem&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39672 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png" alt="E-book Calagem no café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Etapas do manejo nutricional em lavouras jovens</h2>
<p>Realizar um manejo nutricional em lavouras de café em formação requer um conjunto de decisões técnicas. Essas decisões devem considerar a fase fenológica da planta, as características do solo, as condições climáticas locais e os objetivos de produção.</p>
<p>Nesta seção, exploramos as três etapas essenciais que formam o alicerce do manejo nutricional durante os primeiros anos da lavoura: <strong>escolha das fontes, definição da frequência de aplicação e monitoramento contínuo</strong>.</p>
<h3>1. Escolha de adubos e fontes nutricionais</h3>
<p>A definição correta das fontes de nutrientes é o primeiro passo para um plano de adubação eficiente. Lavouras em formação exigem um equilíbrio entre macro e micronutrientes, com foco especial em <a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/"><strong>nitrogênio</strong></a> (N), <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/"><strong>fósforo</strong></a> (P), <a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/"><strong>potássio</strong></a> (K), cálcio (Ca), <a href="https://rehagro.com.br/blog/deficiencia-de-magnesio/"><strong>magnésio</strong></a> (Mg), <a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-na-cultura-do-cafe/"><strong>enxofre</strong></a> (S), além de <a href="https://rehagro.com.br/blog/zinco-na-cultura-do-cafe/"><strong>zinco</strong></a>, <a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-no-cafeeiro/"><strong>boro</strong></a>, cobre e manganês.</p>
<p>Fontes recomendadas para a fase jovem:</p>
<ul>
<li><strong>Nitrogênio</strong>: ureia ou nitrato de amônio em épocas mais chuvosas;</li>
<li><strong>Fósforo</strong>: superfosfato simples ou MAP (monofosfato de amônio);</li>
<li><strong>Potássio</strong>: cloreto de potássio ou sulfato de potássio, dependendo da análise de solo;</li>
<li><strong>Micronutrientes</strong>: preferencialmente via foliar nas fases iniciais, especialmente zinco e boro.</li>
</ul>
<p>A escolha deve ser baseada em:</p>
<ul>
<li>Análise química do solo (idealmente feita antes do plantio);</li>
<li>Textura e capacidade de retenção do solo;</li>
<li>Histórico nutricional da área;</li>
<li>Clima local e regime hídrico.</li>
</ul>
<h3>2. Frequência e época de aplicação</h3>
<p>Ao contrário da adubação em lavouras adultas, onde há maior robustez da planta, a lavoura jovem exige um fracionamento das doses para evitar perdas e garantir oferta constante.</p>
<p>Boas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Parcelamento</strong>: dividir as doses em pelo menos 3 a 4 aplicações ao longo do ano;</li>
<li><strong>Épocas ideais</strong>: iniciar após pegamento das mudas e manter aplicações até o final da estação chuvosa;</li>
<li><strong>Evitar aplicações no período seco</strong>, especialmente de nutrientes solúveis como N e K, para reduzir perdas.</li>
</ul>
<p>O momento da aplicação deve ser ajustado conforme:</p>
<ul>
<li>Estágio de desenvolvimento da planta;</li>
<li>Capacidade de absorção radicular;</li>
<li>Umidade do solo no momento da aplicação;</li>
</ul>
<h3>3. Monitoramento e ajustes ao longo do tempo</h3>
<p>Um plano nutricional não deve ser estático. Conforme a lavoura se desenvolve, o consumo de nutrientes muda e a adubação precisa acompanhar essa dinâmica.</p>
<p>Ferramentas e práticas recomendadas:</p>
<ul>
<li><strong>Análise de solo anual</strong>: para ajustar as doses de base e identificar correções necessárias;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-folha/"><strong>Análise foliar</strong></a>: fundamental para detectar deficiências ocultas ou excesso de nutrientes;</li>
<li><strong>Registro técnico</strong>: anotar todas as aplicações, doses, produtos usados e resultados observados.</li>
</ul>
<p>Além disso, é essencial observar <strong>sintomas visuais</strong> no campo:</p>
<ul>
<li>Cloroses, necroses ou manchas nas folhas;</li>
<li>Crescimento desigual;</li>
<li>Morte de ponteiros ou ramos laterais.</li>
</ul>
<h2>Principais erros no manejo nutricional (e como evitar)</h2>
<p>Mesmo com acesso a tecnologias e recomendações técnicas, é comum observar <strong>falhas no manejo nutricional durante a formação da lavoura de café</strong>. Esses erros podem comprometer a produtividade futura e gerar perdas financeiras significativas.</p>
<p>A seguir, destacamos os principais equívocos cometidos no campo e como evitá-los com medidas simples e embasadas.</p>
<h3>1. Adubação sem análise de solo</h3>
<p><strong>O problema</strong>: Muitos produtores ainda aplicam adubos com base em práticas empíricas ou sugestões genéricas, desconsiderando as reais necessidades do solo.</p>
<p><strong>Consequência</strong>: Desequilíbrios nutricionais, desperdício de insumos e possível toxicidade ou deficiência de nutrientes específicos.</p>
<p><strong>Como evitar</strong>:</p>
<ul>
<li>Realizar análise de solo antes do plantio e anualmente nos primeiros anos;</li>
<li>Utilizar laboratórios confiáveis e interpretar os resultados com apoio técnico;</li>
<li>Associar a análise foliar para diagnóstico complementar.</li>
</ul>
<h3>2. Aplicações concentradas ou mal distribuídas</h3>
<p><strong>O problema</strong>: Aplicações únicas ou mal fracionadas, muitas vezes concentradas em poucas épocas do ano, desconsideram a capacidade limitada de absorção da planta jovem.</p>
<p><strong>Consequência</strong>: Perda de nutrientes por lixiviação ou volatilização e crescimento vegetativo desuniforme.</p>
<p><strong>Como evitar</strong>:</p>
<ul>
<li>Fracionar as adubações em pelo menos 3 a 4 vezes ao ano;</li>
<li>Garantir boa distribuição no sulco ou ao redor da planta;</li>
<li>Observar umidade do solo e evitar aplicações em períodos secos.</li>
</ul>
<h3>3. Uso de fontes inadequadas à fase da planta</h3>
<p><strong>O problema</strong>: Aplicação de fontes de liberação lenta em momentos que exigem resposta rápida, ou uso de fontes altamente salinas em solos com pouca matéria orgânica.</p>
<p><strong>Consequência</strong>: Baixa eficiência no uso do nutriente e possíveis danos às raízes.</p>
<p><strong>Como evitar</strong>:</p>
<ul>
<li>Avaliar a solubilidade e liberação da fonte em função do tipo de solo;</li>
<li>Combinar fontes diferentes conforme a época e o objetivo (crescimento x manutenção);</li>
<li>Considerar o pH do solo e o teor de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/">matéria orgânica</a></strong>.</li>
</ul>
<h3>4. Desconsiderar limitações físicas do solo</h3>
<p><strong>O problema</strong>: A presença de compactação, camadas adensadas ou baixa infiltração de água limita o desenvolvimento radicular e a absorção de nutrientes.</p>
<p><strong>Consequência</strong>: Plantas com porte reduzido, baixo enraizamento e alto risco de estresse hídrico.</p>
<p><strong>Como evitar</strong>:</p>
<ul>
<li>Fazer análise física do solo (densidade, porosidade, resistência à penetração);</li>
<li>Corrigir compactação com subsolagem, se necessário;</li>
<li>Promover cobertura vegetal e manter solo protegido.</li>
</ul>
<h3>5. Falta de correção da acidez e baixa CTC</h3>
<p><strong>O problema</strong>: A não correção da acidez compromete a disponibilidade de nutrientes essenciais como fósforo, cálcio e magnésio.</p>
<p><strong>Consequência</strong>: Redução na eficiência da adubação e ambiente radicular desfavorável.</p>
<p><strong>Como evitar</strong>:</p>
<ul>
<li>Aplicar calcário conforme recomendação técnica;</li>
<li>Utilizar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gesso-na-cultura-do-cafe/">gesso agrícola</a></strong> em profundidade, se recomendado.</li>
</ul>
<h2>Garanta um manejo nutricional eficiente e produtivo desde a formação da lavoura</h2>
<p>O manejo nutricional adequado na fase de formação é determinante para o vigor, a sanidade e a longevidade do cafeeiro. Para transformar esse cuidado inicial em alta produtividade no futuro, é essencial unir conhecimento técnico a uma gestão estratégica da lavoura.</p>
<p>No Curso <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Gestão na Produção de Café Arábica</strong></a> do Rehagro, você aprende a planejar a nutrição de forma mais eficiente, interpretar corretamente as necessidades do solo e da planta, reduzir custos e conduzir a lavoura com foco em produtividade, qualidade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-nutricional-na-lavoura-de-cafe-em-formacao/">Manejo nutricional na lavoura de café em formação: guia prático de como fazer</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Impacto da idade ao primeiro parto na produtividade de fêmeas leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/idade-ao-primeiro-parto-de-femeas-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/idade-ao-primeiro-parto-de-femeas-leiteiras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[criação de novilhas]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[idade ao primeiro parto]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Associada diretamente à produtividade, longevidade e retorno econômico, a Idade ao Primeiro Parto (IPP) é um dos fatores que influenciam na eficiência reprodutiva. Hoje, no sistema de produção, deter de vacas mais produtivas é fundamental e o manejo e nutrição das bezerras, em conjunto com a melhoria constante na genética para fertilidade, saúde e produção, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/idade-ao-primeiro-parto-de-femeas-leiteiras/">Impacto da idade ao primeiro parto na produtividade de fêmeas leiteiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Associada diretamente à produtividade, longevidade e retorno econômico, a </span><b>Idade ao Primeiro Parto (IPP)</b><span style="font-weight: 400;"> é um dos fatores que influenciam na eficiência reprodutiva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, no sistema de produção, deter de vacas mais produtivas é fundamental e o </span><b>manejo e nutrição das bezerras</b><span style="font-weight: 400;">, em conjunto com a melhoria constante na genética para fertilidade, saúde e produção, resultaram em fêmeas que crescem e amadurecem mais rapidamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto iremos tratar do comportamento da idade ao primeiro parto de fêmeas leiteiras no decorrer dos anos e os benefícios que reduzir esse indicador pode trazer. Além disso, vamos tratar da relação direta que o ganho de peso tem com a maturidade sexual e idade ao primeiro parto e também o seu impacto na produção de leite. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Qual tem sido o comportamento da idade ao primeiro parto nos últimos anos?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os números vêm demonstrando que de 2010 até 2017 ocorreu uma redução de cerca de 25 dias na média de dias ao primeiro parto e que a partir de 2017 esses números tendem a estabilidade em aproximadamente 727 dias para fêmeas holandesas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando pensamos na distribuição em meses, temos que em 2016 e 2021 a curva se desloca para esquerda em relação a curva de distribuição de 2011, mostrando que mais novilhas estão parindo em idades mais precoces e que há menos novilhas com parto em idades mais tardias e uma porcentagem ligeiramente superior de novilhas que parem aos 23 e 24 meses de idade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27983 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-2.jpg" alt="Gráfico demonstrando a tendência de redução da idade ao primeiro parto em dias em um intervalo de 10 anos" width="624" height="336" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-2.jpg 624w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-2-300x162.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-2-370x199.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-2-270x145.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-2-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 624px) 100vw, 624px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Gráfico demonstrando a tendência de redução da idade ao primeiro parto em dias em um intervalo de 10 anos. Fonte: Robert Fourdraine</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27984 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-1.jpg" alt="Gráfico demonstrando a distribuição de partos de novilhas holandesas nos anos de 2011, 2016 e 2021" width="634" height="392" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-1.jpg 634w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-1-300x185.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-1-370x229.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-1-270x167.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-1-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 634px) 100vw, 634px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Gráfico demonstrando a distribuição de partos de novilhas holandesas nos anos de 2011, 2016 e 2021. Esse gráfico mostra que hoje há menos novilhas com parto em idade mais tardia. Fonte: Robert Fourdraine</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade ao primeiro parto está intimamente relacionada com o momento do início da vida reprodutiva da novilha. Momento esse que se houver atrasos pode provocar significativos impactos na produtividade e na rentabilidade da produção leiteira. Dentre as razões pelas quais é benéfico encurtar o período de <a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>criação de novilhas</strong></a>, podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumento no número de bezerros nascidos ao longo da vida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Possibilidade de venda de animais excedentes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumento do progresso genético à medida que um intervalo de geração se encurta;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Longevidade do rebanho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Produção de leite ao longo da vida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Rentabilidade. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Devemos nos atentar a adoção de estratégias de manejo e nutrição nos animais jovens, pois é bezerra de hoje em breve será a vaca ativa na produção de leite e garantir que as novilhas atinjam a maturidade sexual em idades adequadas e que se tenha o início precoce da produção leiteira no rebanho é essencial.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-deteccao-cio-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-deteccao-de-cio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39651 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png" alt="E-book Detecção de cio" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Desenvolvimento reprodutivo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para obtermos sucesso no primeiro período reprodutivo da recria, necessitamos que os animais possuam um </span><b>bom desenvolvimento</b><span style="font-weight: 400;">, para assim alcançarem o </span><b>peso e idade ideal</b><span style="font-weight: 400;">, para que seja iniciada a vida reprodutiva da fêmea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, precisamos estabelecer critérios e manejos durante o desenvolvimento das bezerras, para que consigam atingir a idade e peso estabelecidos, para iniciarem seu processo reprodutivo e terem sua primeira parição com menor risco e maior eficiência.</span><b> </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deter de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><b>manejo correto do colostro</b></a><span style="font-weight: 400;">, do</span> aleitamento<span style="font-weight: 400;">, </span>monitoramento e <b><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/" target="_blank" rel="noopener">controle de doenças</a></b><span style="font-weight: 400;">, </span>higiene<span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><b>qualidade da dieta sólida</b></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><b>qualidade da água</b></a><span style="font-weight: 400;"> e atenção à nutrição</span> no<b> <a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">pós-desmame</a></b><span style="font-weight: 400;"> são pontos fundamentais para alcançar o crescimento ideal das novilhas e consequentemente otimizar a produção de leite futura. </span></p>
<h2>Maturidade sexual, aptidão e idade ao primeiro parto</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo da criação de novilhas leiteiras é ter um crescimento ideal e </span><b>parir entre 22 e 24 meses de idade</b><span style="font-weight: 400;">, o que é favorável para redução de custos além de aumentar a vida produtiva. Entretanto, para que se tenha parto na idade desejada é importante nos atentarmos ao peso ideal para que ela inicie sua vida reprodutiva, e para isso é importante que seja ajustado um plano nutricional visando que esse animal tenha um </span><b>ganho de peso esperado</b><span style="font-weight: 400;">, ou seja, que esteja alinhado com o ganho de peso e não acúmulo de gordura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma fêmea é considerada pronta para receber </span><b>aptidão</b><span style="font-weight: 400;"> e iniciar a vida reprodutiva quando atinge </span><b>55% do seu peso adulto e 13 meses de idade</b><span style="font-weight: 400;">. Para identificar o peso adulto, é necessário realizar a pesagem das vacas de terceira ou maior lactação e fazer a média dos pesos, onde será obtido o peso adulto dos animais daquele rebanho. </span><i><span style="font-weight: 400;">Por exemplo</span></i><span style="font-weight: 400;">: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Peso adulto do rebanho = 650 kg </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aptidão (55% do peso adulto) = 357,5 kg </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabendo então que o peso é um fator determinante para liberação da novilha para reprodução, devemos estar atentos para que esse ganho de peso esteja dentro do esperado em cada fase de produção dessa fêmea. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deter de um </span><b>ganho de peso muito elevado</b><span style="font-weight: 400;"> em novilhas pré-púberes (3 a 10 meses de idade) provoca o acúmulo de </span><b>gordura</b><span style="font-weight: 400;"> e a deposição dessa no úbere, afetando de forma negativa as estruturas produtoras de leite e a lactação futura, além da possibilidade aumentada de <a href="https://rehagro.com.br/blog/parto-distocico-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>distocias</strong></a> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças metabólicas</strong></a> no período de transição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o oposto, quando temos um </span><b>ganho de peso muito reduzido</b><span style="font-weight: 400;">, podemos ter uma puberdade, ou seja, </span><b>maturidade sexual atrasada</b><span style="font-weight: 400;">, contribuindo para que a novilha passe mais tempo sem entrar em produção, elevando então os custos de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto às metas de ganho de peso: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Período de aleitamento: &gt;900 g/dia. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pós-desmama até a aptidão: 700 a 800 g/dia.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como o ganho de peso afeta a idade ao primeiro parto?</h2>
<p><b>1ª Situação: </b></p>
<ul>
<li><b>Ganho de peso: 0,500kg/dia </b></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Peso adulto do rebanho: 680 kg </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aptidão: 374 kg </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">1ª Inseminação: 374 kg / 0,500 = 748 dias </span><span style="font-weight: 400;">🡪</span><span style="font-weight: 400;"> 748/ 30,42 dias = </span><b>24,5meses</b><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
<li><b>1º Parto</b><span style="font-weight: 400;">: 24,5 meses + Gestação = </span><b>33,5 meses</b><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
</ul>
<p><b>2ª Situação: </b></p>
<ul>
<li><b>Ganho de peso: 0,900kg/dia </b></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Peso adulto do rebanho: 680 kg </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aptidão: 374 kg </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">1ª Inseminação: 374 kg / 0,900 = 415 dias </span><span style="font-weight: 400;">🡪</span><span style="font-weight: 400;"> 415/ 30,42 dias = </span><b>13,6 meses</b><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
<li><b>1º Parto</b><span style="font-weight: 400;">: 13 meses + Gestação = </span><b>22 meses</b><span style="font-weight: 400;"> </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A alteração de ganho de peso ao longo do desenvolvimento da fêmea resultou em uma </span><b>diferença de cerca de 11,5 meses no primeiro parto</b><span style="font-weight: 400;">, mostrando que o ganho de peso está intimamente relacionado com o desempenho e a idade ao primeiro parto e que esse atraso representa um </span><b>impacto econômico</b><span style="font-weight: 400;"> significativo, visto que os animais se tornam produtivos mais tarde. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A meta da fazenda para a idade ao primeiro parto vai determinar quando as novilhas precisam se tornar aptas para atingir essa meta. Por exemplo, se a fazenda deseja que as novilhas tenham parto aos 22 meses de idade, elas precisam iniciar a vida reprodutiva aos 13 meses de idade. Além disso, se for conhecido o peso adulto do rebanho, peso a desmama, o peso a aptidão e a meta de idade para essa aptidão, o ganho de peso necessário do desmame a aptidão pode ser calculada: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Peso adulto do rebanho: 682 kg </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Peso a desmama (aos 2 meses de idade): 82 kg </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Peso a aptidão (aos 13 meses de idade): 375 kg </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ganho de peso diário da desmama a aptidão: 375 – 82 = 293kg/ 11 meses = 26,63 kg ao mês </span><span style="font-weight: 400;">🡪</span> <span style="font-weight: 400;">≅</span><b> 0,9 kg/dia.</b></li>
</ul>
<h2>Impactos da idade ao primeiro parto na produção de leite</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Há estudos que buscam avaliar o impacto da idade ao primeiro parto na produção de leite ao longo da vida da vaca, ou seja, considerando mais do que a quantidade de leite produzida apenas em uma única lactação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trabalhos que buscaram relacionar a produção de leite na primeira lactação por dia e a idade ao primeiro parto em tempos definidos, fica evidente que as vacas de primeira lactação que tiveram parto aos 21 meses tiveram um pico de leite mais baixo e uma produção geral também mais baixa em comparação com as que tiveram parto aos 23 meses.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27985 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-4.jpg" alt="Gráfico demonstrando a produção de leite na primeira lactação por dias de leite e idade ao primeiro parto" width="628" height="266" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-4.jpg 628w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-4-300x127.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-4-370x157.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-4-270x114.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-4-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Gráfico demonstrando a produção de leite na primeira lactação por dias de leite e idade ao primeiro parto. Fonte: Robert Fourdraine</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É demonstrado também que <strong>o parto aos 22 meses de idade se revelou menos benéfico em relação à produção de leite na primeira lactação em comparação com parto aos 28 meses</strong>, onde aos 28 meses os resultados foram de aumento na produção lactacional e diária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, apesar das novilhas com parto em idades mais avançadas terem um melhor rendimento na lactação, essa vantagem é perdida pelo fato do período de recria aumentar.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27986 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3.jpg" alt="Tabela com o desempenho leiteiro de vacas primíparas em função da idade ao primeiro parto" width="821" height="297" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3.jpg 821w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3-300x109.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3-768x278.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3-370x134.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3-270x98.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3-740x268.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-3-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 821px) 100vw, 821px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Tabela com o desempenho leiteiro de vacas primíparas em função da idade ao primeiro parto. Fonte: Sawa et. al (2018)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Animais que pariram pela primeira vez entre 22 e 26 meses tiveram um </span><b>rendimento maior ao longo da vida</b><span style="font-weight: 400;"> (mais de 25.000kg de leite) e aquelas com primeiro parto mais tardio (principalmente após 28 meses de idade), obtiveram produção de leite consideravelmente mais baixa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, IPP entre 22 e 26 meses contribuíram para um rendimento ao longo da vida 24% maior em comparação com as que pariram mais tarde.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27987 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5.jpg" alt="Tabela com a produção de leite ao longo da vida das vacas e sua longevidade dependendo da idade ao primeiro parto" width="836" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5.jpg 836w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5-300x123.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5-768x315.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5-370x152.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5-270x111.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5-740x304.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/idade-ao-primeiro-parto-5-150x62.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Tabela com a produção de leite ao longo da vida das vacas e sua longevidade dependendo da idade ao primeiro parto. Fonte: Sawa et. al (2018)</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma resumida, no que se refere a estudos sobre a produção de leite e idade ao primeiro parto, há a recomendação de que o primeiro parto ocorra entre 22 e 26 meses de idade, o que é sustentado pela maior produção de leite ao longo da vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um início tardio na produção causa uma redução considerável na produção de leite na primeira lactação e na produção de leite ao longo da vida, encurtando o período produtivo, reduzindo o número de partos, além de elevar as taxas de abate devido à baixa produção de leite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, sabemos então que a idade ao primeiro parto é crucial para otimizar a produção leiteira, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>eficiência reprodutiva</strong></a> e consequentemente a rentabilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deter de estratégias de manejo e nutrição são essenciais para garantir sucesso no desenvolvimento precoce das novilhas, visando sempre o alcance da maturidade sexual no momento ideal.</span></p>
<h2>Antecipe resultados e maximize o potencial produtivo do seu rebanho</h2>
<p>A idade ao primeiro parto influencia diretamente a produtividade, a saúde e a longevidade das fêmeas leiteiras.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a tomar decisões assertivas desde a recria, aplicando manejo, nutrição e gestão de forma integrada para garantir maior retorno sobre o investimento e mais litros de leite no tanque.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26853" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes.jpg" alt="Victor Hugo Simões" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Exigências nutricionais dos bovinos leiteiros adultos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição é um dos fatores mais importantes para a produção de bovinos leiteiros. Estabelecer o manejo nutricional, sanitário, reprodutivo e condições de conforto animal adequados, é essencial para garantir o bom desempenho produtivo e reprodutivo dos animais, além de sua saúde e bem-estar. As exigências nutricionais dos bovinos variam de acordo com a fase [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nutrição é um dos fatores mais importantes para a produção de bovinos leiteiros. Estabelecer o manejo nutricional, sanitário, reprodutivo e condições de conforto animal adequados, é essencial para garantir o bom desempenho produtivo e reprodutivo dos animais, além de sua saúde e bem-estar.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><strong>exigências nutricionais</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> dos bovinos</strong> variam de acordo com a fase de produção, sexo, peso corporal, condições ambientais e outros fatores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para atender às necessidades dos animais, é importante fornecer uma dieta balanceada, que contenha todos os nutrientes essenciais em quantidades adequadas. </span></p>
<p>Os objetivos ao se <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">formular rações para vacas leiteiras</a></strong>, são propiciar aos animais condições <strong>para produzir altas quantidades de leite</strong>, teores elevados de gordura, proteína e lactose, compatíveis com o sistema de produção adotado, assim como permitir que tenham escore de condição adequados para cada fase do ciclo produtivo e alta eficiência reprodutiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</script></p>
</div>
<h2>Consumo de alimentos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos fatores determinantes para o sucesso do programa nutricional é garantir que a vaca leiteira apresente </span><b>consumo adequado de alimentos</b><span style="font-weight: 400;">, não bastando apenas oferecer alimentação balanceada para os animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vários fatores relacionados ao manejo nutricional diário da propriedade possuem reflexo direto na ingestão de alimentos pela vaca, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manejo pré-parto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Escore de condição corporal (ECC)</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Peso corporal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Qualidade da forragem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Balanceamento das dietas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manejo de cocho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Disponibilidade de água de boa qualidade</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Problemas de casco</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agrupamento dos animais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ambiente e condições de conforto dos animais, entre outros.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com os avanços no conhecimento das áreas de nutrição, formulação e balanceamento de dietas, como a adequação de proteínas degradável (PDR) e não degradável (PNDR) no rúmen, balanceamento de aminoácidos essenciais, ajustes nos carboidratos fibrosos e não fibrosos e o uso de aditivos nas rações, o aumento na ingestão de matéria seca pode não surtir efeito positivo em produção de leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso tudo em razão dos fatores relacionados aos </span><b>manejos nutricionais inadequados</b><span style="font-weight: 400;">, surtindo efeitos negativos sobre o consumo dos animais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27014 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1.jpg" alt="Ilustração com os fatores que afetam a ingestão de matéria seca pelas vacas" width="656" height="445" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1.jpg 656w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-300x204.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-370x251.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-270x183.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-1-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 656px) 100vw, 656px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 1. Fatores que afetam a IMS em vacas em lactação e a importância relativa destes. Fonte: Roseler (1998).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de animais mantidos em </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-de-pastagem-na-pecuaria-leiteira/"><b>sistemas de pastagens</b></a><span style="font-weight: 400;">, apesar da produção menor de leite, o desafio em busca da otimização do consumo não é menos importante que nos sistemas em confinamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo do solo, planta e animal são extremamente complexos e refletem diretamente no consumo de forragem do animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo da forragem possui grande impacto no consumo afetando na capacidade de colheita da forragem. A proporção de folhas e hastes, a altura e a densidade são os fatores que, além de alterar o consumo, também podem alterar a estrutura do pasto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>consumo de matéria seca (CMS)</b><span style="font-weight: 400;"> pelos bovinos é controlado por </span><b>dois mecanismos</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ol>
<li><b>Controle físico</b><span style="font-weight: 400;">: </span><span style="font-weight: 400;">é realizado por sensores localizados no rúmen, que monitoram o volume e a distensão do órgão. Quando o rúmen está cheio, os sensores enviam sinais ao cérebro, que reduzem o apetite do animal. Este mecanismo atua quando a digestibilidade do alimento é inferior a 68%.</span></li>
<li><b>Controle quimiostático</b><span style="font-weight: 400;">: </span><span style="font-weight: 400;">é regulado pela ingestão de energia do animal, sendo este mecanismo acionado quando a digestibilidade da dieta é superior a 68%. O consumo de alimento começa a cair, mas em função da sua densidade energética alta, o consumo de energia continua crescendo inibindo o consumo dos animais.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27015 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2.jpg" alt="Regulação do consumo de alimentos dos bovinos" width="629" height="582" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2.jpg 629w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-300x278.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-370x342.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-270x250.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-324x300.jpg 324w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-2-150x139.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 2. Regulação do consumo de alimentos. Fonte: Hafez e Dyer (1969).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os alimentos de </span><b>baixa digestibilidade</b><span style="font-weight: 400;"> são os que exercem as </span><b>maiores restrições na ingestão de matéria seca</b><span style="font-weight: 400;"> devido a sua lenta passagem através do rúmen e do sistema digestivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O rúmen possui receptores de tensão e de estiramento em suas paredes, que afetam negativamente a ingestão de matéria seca, de acordo com o volume e o peso da digesta acumulada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vacas leiteiras são animais de </span><b>alta exigência nutricional</b><span style="font-weight: 400;">. Durante a lactação, para produção de leite, grande parte dos nutrientes ingeridos são destinados para esta finalidade, já no caso de animais jovens, os nutrientes serão destinados para o crescimento e desenvolvimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso é necessária uma dieta balanceada com quantidades adequadas de nutrientes e de boa qualidade.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Exigências nutricionais dos bovinos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nutrientes exigidos pelos bovinos são energia, proteínas, minerais e vitaminas, sendo a energia o nutriente de maior quantidade, seguido das proteínas, minerais e por último as vitaminas.</span></p>
<h3>Energia</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A energia pode ser obtida a partir do metabolismo de carboidratos, seguidos de lipídios e das proteínas. Existem várias medidas de energia, como energia bruta, energia digestível, energia metabolizável e a energia líquida.</span></p>
<p><b>Energia Bruta (EB)</b><span style="font-weight: 400;"> é a energia total gerada por um alimento. Parte da energia bruta consumida pelo animal é digerida e absorvida pelo trato gastrointestinal, enquanto a fração não digestível é excretada através das fezes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parte da energia bruta digerida é denominada </span><b>Energia Digestível (ED)</b><span style="font-weight: 400;">. Parte da energia digestível é perdida na forma de gases e através da urina. A diferença entre a energia digestível e as perdas, é denominada de </span><b>Energia Metabolizável (EM)</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio dos processos de fermentação dos alimentos no rúmen, digestão e absorção nos intestinos, síntese de compostos nos tecidos e síntese e excreção de produtos não utilizáveis, ocorre produção de calor, denominado de </span><b>Incremento Calórico (IC)</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A EM é descontada do IC resultando na </span><b>Energia Líquida (EL)</b><span style="font-weight: 400;">. A EL por sua vez pode ser dividida em </span><span style="font-weight: 400;">duas frações</span><span style="font-weight: 400;">: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Energia gasta com metabolismo basal e atividade voluntária, denominado de Energia Líquida de manutenção (ELm).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Energia retida na forma de tecido corporal, leite e tecido fetal denominada de Energia Líquida retida (ELr) que também pode ser expressa como energia líquida de lactação (ELI) uma vez que a eficiência de utilização da energia metabolizável é igual tanto para a produção de leite como para o ganho de peso.</span></li>
</ul>
<h3>Carboidratos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os carboidratos são os principais componentes das forragens e alimentos concentrados ingeridos pelos bovinos e por isso, constituem as </span><b>principais fontes de energias para as vacas em lactação</b><span style="font-weight: 400;">. Para a nutrição de ruminantes os carboidratos são divididos em </span><b>dois grupos</b><span style="font-weight: 400;">: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carboidratos Fibrosos (CF)</b><span style="font-weight: 400;">, que são a hemicelulose e celulose constituintes da parede celular dos vegetais</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carboidratos Não Fibrosos (CNF)</b><span style="font-weight: 400;">, que são o amido, açúcares e pectina.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"> Os CNF são sempre mais digestíveis que os CF.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O procedimento utilizado para a determinação de fibra para os ruminantes é por meio da determinação de </span><b>Fibra em Detergente Neutro (FDN)</b><span style="font-weight: 400;"> do alimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a análise bromatológica ao expor o alimento ao detergente neutro, o amido, açúcares e pectina são solubilizados pela solução, permanecendo apenas a fração da celulose, hemicelulose e lignina. Portanto, </span><b>a fração de FDN é interpretada como a fração de CF.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No rúmen, o processo de fermentação transforma os CF e aos CNF em, principalmente: <strong>á</strong></span><strong>cidos graxos voláteis (AGV), acético, propiônico e butírico. </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, são produzidos ácidos graxos de cadeia ramificada, gás carbônico, metano e amônia. O metano é eructado pelo animal e pode representar perda de até 12% da energia ingerida. Os AGVs representam cerca de 60 a 70% da energia absorvida pela vaca leiteira, podendo ser ainda mais altos em animais mantidos exclusivamente a pasto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do total de </span><b>CF ingeridos</b><span style="font-weight: 400;">, entre </span><b>30 a 50% são fermentados no rúmen</b><span style="font-weight: 400;"> pelos microrganismos com produção de AGV e outros compostos. Os AGVs são absorvidos pela parede do rúmen e a fração não digestível no trato gastrointestinal dos CF é eliminada nas fezes. Dos </span><b>CNFs</b><span style="font-weight: 400;">, cerca de </span><b>95% são fermentados no rúmen para produção de AGVs</b><span style="font-weight: 400;">. Portanto esses carboidratos estão prontamente disponíveis para o crescimento microbiano no rúmen.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para vacas leiteiras dependendo da fonte e forma de processamento dos grãos que possuem amido, de </span><b>40% a 80% do amido ingerido é fermentado diretamente no rúmen</b><span style="font-weight: 400;"> (Tabela 1). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O amido não digerido passa para o intestino delgado onde sofrerá ataque das enzimas amilolíticas secretadas pelo pâncreas e intestino do bovino, sendo quebrado até glicose que será absorvida e posteriormente metabolizada no fígado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O restante não digerido, ao chegar no intestino grosso será novamente fermentado e para produção de AGV’s, os quais serão absorvidos pela parede do intestino e atingem o fígado pela veia porta.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27017 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4.jpg" alt="Tabela com digestibilidade do amido do grão de milho sob diferentes métodos de processamento." width="683" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4.jpg 683w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-300x110.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-370x135.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-270x99.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-4-150x55.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Tabela 1. Digestibilidade do amido do grão de milho sob diferentes métodos de processamento.</span></p>
<p><b>Vacas em lactação possuem alta exigência por glicose</b><span style="font-weight: 400;">, sendo a maior parte provinda da gliconeogênse hepática. O fígado utiliza os ácidos propiônicos e o ácido lático produzidos no rúmen e parte dos aminoácidos absorvidos pelo intestino pelo intestino delgado, para sintetizar glicose, que é liberada para os demais tecidos dos animais.</span></p>
<h3>Lipídios</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal função de se fornecer lipídios para bovinos é que eles são </span><b>ricos em energia</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As forragens de modo geral contêm teores baixos de extrato etéreo, entre 1 e 4%, sendo que ácidos graxos representam menos de 50% deste. As dietas normalmente consumidas pelos bovinos têm entre 2 a 3% de extrato etéreo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal forma de aumentar a densidade energética da dieta com a adição de gordura, é através da </span><b>inclusão de oleaginosas</b><span style="font-weight: 400;">, como o caroço de algodão ou a soja grão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como estas fontes contêm 18 a 20% de extrato etéreo, a </span><b>adição de 10% dessas oleaginosas</b><span style="font-weight: 400;"> na dieta, </span><b>aumenta</b><span style="font-weight: 400;"> os valores totais da dieta entre </span><b>4 a 5% de extrato etéreo na matéria seca.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adição de gordura é reconhecidamente positiva na dieta de vacas, dadas as condições ambientais e a variabilidade na qualidade de forragens (digestibilidade da fibra como sendo o maior limitante) e a qualidade dos grãos. Porém, deve-se ter cautela em relação ao tipo de gordura que será fornecido às vacas em lactação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>excesso de gordura insaturada</b><span style="font-weight: 400;"> (fontes vegetais) apresenta </span><b>efeito negativo</b><span style="font-weight: 400;"> na função retículo-ruminal, reduzindo a fermentação das frações fibrosas dos alimentos, principalmente volumosos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso induz a uma consequente redução no consumo de MS, resultando também em queda na produção e no teor de gordura do leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mistura de gorduras saturadas e insaturadas representa a melhor opção. Se as gorduras ditas protegidas ou inertes estão sendo fornecidas, é importante conhecer a digestibilidade do produto. Segundo estudos, parece que algumas gorduras ricas em ácido esteárico têm baixa digestibilidade no intestino delgado. </span></p>
<h3>Proteínas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O metabolismo proteico no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong> é proveniente da atividade metabólica dos microrganismos ruminais sendo que, a estrutura da proteína da dieta é considerada um fator chave deste metabolismo, determinando a susceptibilidade das proteases microbianas e, portanto, a degradabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>proteína bruta</b><span style="font-weight: 400;"> contida nos alimentos dos ruminantes é composta por uma </span><b>fração degradável no rúmen (PDR) e uma fração não degradável no rúmen (PNDR).</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A degradação de proteínas no rúmen ocorre através da ação de enzimas secretadas pelos microrganismos ruminais, transformando a PDR em peptídeos, aminoácidos (AA) e amônia. Estes compostos nitrogenados serão utilizados para produção de proteína microbiana e multiplicação celular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a velocidade de degradação ruminal da proteína excede a velocidade de utilização dos compostos nitrogenados para síntese microbiana, ocorre o excesso de amônia no rúmen. Esta amônia atravessa a parede ruminal, chegando ao fígado onde será convertida em ureia e pode ser excretada via urina e leite ou reciclada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27018 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3.jpg" alt="Ilustração do metabolismo proteico em bovinos" width="541" height="647" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3.jpg 541w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-251x300.jpg 251w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-370x442.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-270x323.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-3-150x179.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 541px) 100vw, 541px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 3. Visão geral do metabolismo proteico em bovinos. Fonte: Wattiaux (2002)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria do suprimento de proteína que chega no intestino delgado em ruminantes é proveniente da síntese de proteína microbiana (PMic), sendo cerca de 60% dos AAs absorvidos no intestino delgado é de origem microbiana e o restante, 40%, proveniente da PNDR da dieta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proteína não degradada no rúmen (PNDR), é a segunda maior fonte de AAs absorvidos pelo animal. A PNDR passa pelo rúmen sendo quebrada a AAs no intestino delgado. Esses AAs são absorvidos e utilizados posteriormente pelos músculos e outros tecidos na síntese proteica. Assim, ambas as frações PDR e PNDR são de fundamental importância para a formulação de dietas balanceadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final, a nutrição proteica de ruminantes não se baseia em PB, NNP, PDR ou PNDR, mas sim por AA’s, que serão utilizados pelos tecidos para seu metabolismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esta razão, </span><b>o valor nutricional da proteína metabolizável</b><span style="font-weight: 400;"> para ruminantes depende principalmente do </span><b>seu perfil de AA’s</b><span style="font-weight: 400;">. Isso demonstra o porquê da superioridade no uso da PMic pelo metabolismo da vaca, uma vez que este é equilibrado na maioria dos aminoácidos em relação à proteína do leite ou do tecido muscular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>otimização da síntese de proteínas microbiana </b><span style="font-weight: 400;">no rúmen, representa um </span><b>uso eficiente da PDR</b><span style="font-weight: 400;">, menor perda de amônia e menor excreção de ureia, menor necessidade de PNDR da dieta e maior fluxo de proteínas metabolizáveis com perfil de aminoácidos adequados para o intestino.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27019 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5.jpg" alt="Visão geral dos fatores que afetam a síntese microbiana" width="691" height="422" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5.jpg 691w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-300x183.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-370x226.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-270x165.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/nutricao-bovinos-leiteiros-5-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Figura 4. Visão geral dos fatores que afetam a síntese microbiana. Fonte: Kozloski (2011).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fatores relacionados ao metabolismo ruminal, como </span><b>taxa de passagem e pH</b><span style="font-weight: 400;">, também </span><b>afetam a degradabilidade da proteína</b><span style="font-weight: 400;">. O aumento da taxa de passagem, causado por aumento no consumo de matéria seca ou pelo processamento do alimento diminui o tempo de retenção do alimento no rúmen e assim pode aumentar o seu teor de PNDR. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pH ruminal pode alterar a solubilidade da PB, assim como afetar a digestão ruminal da fibra e interferir com o acesso microbiano à molécula de proteína. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além desses fatores, a concentração de carboidratos da dieta interfere diretamente na síntese de PMic, uma vez que os microrganismos utilizam do esqueleto de carbono proveniente da digestão desses compostos para a formação das proteínas microbianas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, <strong>as exigências nutricionais de bovinos leiteiros </strong></span><strong>são complexas</strong><span style="font-weight: 400;"><strong> e variam de acordo com a fase de produção</strong>, peso corporal, ECC, ambiente em que o animal se encontra e outros fatores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para atender a estas necessidades, é de extrema importância fornecer uma dieta balanceada, para garantir o bom desempenho produtivo e reprodutivo dos animais, além de saúde e <a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar</strong></a>.</span></p>
<h2>Nutrição de precisão para mais leite e mais lucro</h2>
<p>Atender corretamente às exigências nutricionais dos bovinos leiteiros adultos é essencial para manter a saúde, a produtividade e a rentabilidade do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a formular dietas equilibradas, otimizar o manejo e integrar a nutrição à gestão da fazenda, aplicando estratégias que já transformaram propriedades em todo o Brasil.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23108" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg" alt="Isis Freire - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>NASEM 2021: exigências nutricionais de bovinos leiteiros</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O National Research Council (NRC), foi lançado em 1944 para aves e suínos, posteriormente incluindo vacas leiteiras em 1945. A última versão revisada em 2001 agora é sucedida pelo NASEM, após 20 anos, trazendo uma ampla gama de dados das últimas duas décadas. O NRC, como foi conhecido por décadas, agora é chamado de National [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>National Research Council</em> (NRC), foi lançado em 1944 para aves e suínos, posteriormente incluindo vacas leiteiras em 1945. A última versão revisada em 2001 agora é sucedida pelo NASEM, após 20 anos, trazendo uma ampla gama de dados das últimas duas décadas.</p>
<p>O NRC, como foi conhecido por décadas, agora é chamado de <em>National Academy of Sciences, Engineering and Medicine</em> (NASEM) &#8211; (Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina).</p>
<p>A atualização se baseou em aproximadamente 500 mil observações de desempenho e incluiu 300 novas pesquisas de modelagem para aprimorar as equações do modelo 2020/2021 do NRC.</p>
<p><strong>Trouxe melhorias significativas para a bovinocultura de leite</strong>, com base em um extenso conjunto de dados de análises de composição de alimentos, cerca de 2 bilhões de análises de laboratórios comerciais, que servem como uma nova biblioteca de informações para uma melhor avaliação do fornecimento de nutrientes na dieta servindo como referência para produtores de leite e técnicos nutricionistas, auxiliando na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">formulação de dietas</a></strong> e na composição de nutrientes para uma estimativa mais precisa da produção de leite e ganho de peso em bezerras e novilhas.</p>
<p>Nesse texto traremos as principais atualizações no NASEM 2021 relacionadas com o consumo de matéria seca, fibra, gordura, carboidratos, energia, proteína, minerais e vitaminas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Principais mudanças NASEM 2021</h2>
<h3>Consumo de matéria seca</h3>
<p>Para a formulação de uma dieta devemos levar como base o cálculo de consumo de matéria seca do alimento que será ofertado às vacas, para determinação da quantidade de nutrientes que o animal está ingerindo.</p>
<p>O NRC 2001 levava em consideração apenas os fatores de: Produção de leite corrigida para gordura, peso do animal e semana de lactação.</p>
<p>Já no NASEM 2021 alterou a antiga equação para uma equação mais robusta, sendo uma predição de consumo baseada nos dados das vacas e uma outra predição baseada nos fatores físicos da dieta.</p>
<p>Para a equação que relaciona os parâmetros da vaca, foi incluído se o animal é multípara ou primípara, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal (ECC)</a></strong> e os parâmetros de composição do leite (gordura, proteína e lactose). Com isso aumenta-se a importância de se saber a composição de leite para a formulação da dieta para animais e destaca a necessidade de coletar amostras de diferentes lotes de vacas para uma estimativa precisa.</p>
<p>Já na equação que relaciona os parâmetros físicos da dieta, para se ter certeza se a vaca pode ou não consumir aquilo que foi predito, foi relacionado o Fibra em Detergente Neutro (FDN) de forragem, digestibilidade de FDN, produção de leite e relação Fibra em Detergente Ácido (FDA) x FDN.</p>
<p>De maneira geral, as equações trazem maior assertividade para os nutricionistas e produtores no momento da formulação, na tentativa de suprir todas as exigências do rebanho.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Fibra</h3>
<p>Relacionado a fibra, o programa agora permite a verificação das quantidades por meio de uma tabela fixa, no qual o <strong>teor de FDN varia de acordo com o teor de amido</strong>, e por meio da <strong>FDN ajustável fisicamente</strong>, que necessita de muitos dados para verificação tornando-a pouco prática e aplicável.</p>
<p>A nova metodologia visa predizer o pH ruminal e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">ruminação do animal</a></strong>, porém destaca que ainda é necessário avaliar em como estas mudanças serão aplicadas de forma prática.</p>
<p>Em resumo, a melhor forma de se ajustar a fibra nas formulações com o NASEM 2021 seria pela utilização da tabela fixa de referência para cada estágio da lactação, trabalhando com FDN de forragem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24805" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1.jpg" alt="Recomendações de FDN da forragem de acordo com o período da vaca" width="687" height="138" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1.jpg 687w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-300x60.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-370x74.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-270x54.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-1-150x30.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Recomendações de FDN da forragem de acordo com o período da vaca.</span></p>
<h3>Gordura</h3>
<p>A atualização trouxe alterações na melhora da estimativa de energia proveniente de gordura,<strong> trazendo o perfil de ácidos graxos dos alimentos</strong>, deixando a predição de energia provinda de gordura mais precisa.</p>
<p>Essa melhora se deu pelas análises possuírem uma curva de calibração específica para os ácidos graxos utilizando Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIRS), tornando a estimativa melhor.</p>
<p>Olhando pelo ponto de vista prático, sabendo que o tipo de gordura da dieta interfere diretamente no consumo, digestibilidade e aproveitamento do alimento ofertado, o NASEM 2021 permite que na formulação das dietas seja feita tendo em vista a <strong>quantidade de gordura saturada, gordura insaturada e ácido linoleico e linolênico bem definidos</strong>.</p>
<p>Isso permite maior assertividade nas dietas e a possibilidade de ajustes com base nos perfis de ácidos graxos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Carboidratos</h3>
<p>Com relação aos <strong>carboidratos</strong>, duas grandes mudanças ocorreram no NASEM 2021:</p>
<ul>
<li>Inclusão do amido em várias equações;</li>
<li>Exclusão da utilização do carboidrato não fibroso (CNF), passando para o uso apenas da matéria orgânica residual.</li>
</ul>
<p>A <strong>matéria orgânica residual é calculada por CNF menos o amido</strong> e, de forma prática, é a quantidade de açúcar, pectina, ácidos orgânicos da silagem.</p>
<p>O amido passou a entrar nas equações em razão de sua importância para a formulação das dietas e pelos laboratórios estarem realizando a análise com base no amido, trazendo a possibilidade de formulação  de dietas com base neste componente.</p>
<p>Contudo os dados trazem apenas a digestibilidade total, impossibilitando a avaliação da fração digestível no rúmen por não ser abordado no NASEM 2021.</p>
<h3>Energia</h3>
<p>Antes da atualização, no NRC 2001, a estimativa de energia era dada pelos nutrientes digestíveis totais (NDT), porém com a atualização passou-se a usar a <strong>energia digestível</strong> para esta estimativa. A energia digestível inclui todas as fontes de energia para a dieta, utilizando:</p>
<ul>
<li>Ácidos graxos digestíveis;</li>
<li>Amido digestível;</li>
<li>Matéria orgânica residual digestível;</li>
<li>Proteína degradável no rúmen (PDR) digestível;</li>
<li>FDN digestível.</li>
</ul>
<p>Por trazer todos estes componentes, a nova equação passa a ter maior assertividade e faz com que a estimativa de energia digestível contida na dieta aumenta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24806" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3.jpg" alt="Estimativa de energia para nutrientes digestíveis totais no NASEM 2021" width="571" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3.jpg 571w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-370x207.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-270x151.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-3-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Apresentação professor Marcos Neves, UFLA.</span></p>
<h3>Proteína</h3>
<p>A parte de <strong>proteínas</strong> foi de fato <strong>a que mais sofreu alterações do NRC 2001 para o NASEM 2021</strong>. A síntese de proteína microbiana, que antes era com base no NDT, passa a se basear:</p>
<ul>
<li>FDN digestível;</li>
<li>Amido digestível;</li>
<li>PDR, excluindo o extrato etéreo e a matéria orgânica residual da equação.</li>
</ul>
<p>As taxas de degradação da proteína permanecem as mesmas, A &#8211; solúvel; B – parcialmente solúvel e C &#8211; indigestível.</p>
<p>Em relação às proteínas pós-rúmen, a atualização do modelo se baseia nos aminoácidos mais importantes: metionina, lisina, histidina, isoleucina e leucina.</p>
<p><strong>Destaca-se a necessidade de se balancear a todos eles</strong>, uma vez que o fluxo desses aminoácidos, o consumo de energia, o consumo de FDN e o peso da vaca definem a produção de leite e a produção de proteína do leite.</p>
<p>Quanto ao valor de PDR e PNDR o NASEM 2021 voltou às recomendações do NRC de 1989, fixando estes valores.</p>
<p>Para o balanço de nitrogênio do rúmen, não há mais a possibilidade de se verificar no momento de formular a dieta, sendo necessário a realização das análises de nitrogênio ureico do leite (NUL) no tanque.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24807" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2.jpg" alt="Proteínas NASEM 2021" width="462" height="351" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2.jpg 462w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-300x228.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-370x281.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-270x205.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/10/nasem-2-150x114.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 462px) 100vw, 462px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Apresentação professor Marcos Neves, UFLA.</span></p>
<h3>Minerais e Vitaminas</h3>
<p>Na parte de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-minerais-de-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">minerais</a></strong> o NASEM 2021 trouxe várias mudanças, porém a indústria já havia adequado estas mudanças. Umas das grandes alterações foi na <strong>redução da exigência de potássio e sódio</strong> para a produção de leite, porém com <strong>aumento das exigências de cobre, zinco e manganês</strong>.</p>
<p>Para as vitaminas, ocorreu um <strong>aumento da exigência de vitamina D, vitamina A e vitamina E</strong>, resultando em um impacto econômico significativo, tendo em vista o alto custo de implementar essas vitaminas.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em resumo, as atualizações trazidas pelo NASEM 2021 podem ter um impacto significativo na criação de vacas leiteiras, pois fornece orientações baseadas em evidências científicas que visam melhorar a produção, o<a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong> bem-estar animal</strong></a>, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade</a></strong> e também a qualidade do leite.</p>
<p>Por isso, é importante que <strong>produtores e profissionais que atuam com nutrição de vacas leiteiras estejam atentos a essas atualizações</strong> para que seja possível manter sempre as operações atualizadas e alinhadas com as melhores indicações e práticas disponíveis.</p>
<h2>Nutrição de precisão para mais eficiência e rentabilidade no leite</h2>
<p>As diretrizes do NASEM 2021 trazem avanços importantes para otimizar a dieta de bovinos leiteiros e alcançar o máximo desempenho produtivo.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar esses conceitos na prática, integrando nutrição, manejo e gestão para gerar mais leite, mais lucro e mais eficiência na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23108" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg" alt="Isis Freire - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/nasem-2021-exigencias-nutricionais-de-bovinos-leiteiros/">NASEM 2021: exigências nutricionais de bovinos leiteiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Período de transição seca-águas: veja as principais estratégias para lidar com ele</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vários são os fatores responsáveis pela saúde econômica e pela rentabilidade de uma propriedade de gado de corte. Dentre esses fatores a produtividade e o desempenho dos animais têm uma importância significativa. Não basta, para uma fazenda, altas produtividades no período chuvoso do ano ou evitar que os animais percam peso ao longo das secas. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/">Período de transição seca-águas: veja as principais estratégias para lidar com ele</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários são os fatores responsáveis pela saúde econômica e pela rentabilidade de uma propriedade de gado de corte. Dentre esses fatores a produtividade e o desempenho dos animais têm uma importância significativa.</p>
<p>Não basta, para uma fazenda, altas produtividades no período chuvoso do ano ou evitar que os animais percam peso ao longo das secas. É necessário que ao longo de todo o ano, o animal apresente um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong> satisfatório.</p>
<p>Quando avaliamos uma propriedade de <strong>produção a pasto</strong> na grande maioria das fazendas do país, observamos uma variação do desempenho completamente dependente e correlacionada com a qualidade e a produção das forragens ao longo do ano.</p>
<p>Em épocas de maior pluviometria obtêm-se desempenhos mais expressivos e no período de estiagem, onde o desenvolvimento das pastagens tropicais na grande parte do país é diminuto, o ganho de peso dos animais é limitado ou até mesmo apresentam perda de peso.</p>
<p>Por esses motivos, estudos e alternativas de suplementação foram desenvolvidas ao longo dos anos <strong>com intuito de potencializar o desempenho dos animais no período das águas, e maximizar o desempenho no período das secas.</strong><span style="font-size: 10pt;"> </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Estratégias para o período de transição seca-águas</h2>
<p>Existe uma série de estratégias bem estabelecidas utilizadas para a suplementação no período em que as forragens estão em plena produção e já são encontramos de forma bem difundida, estratégias de suplementação para o período em que a produção <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">forrageira</a></strong> é limitada.</p>
<p>Entretanto, <strong>existe um período ao longo do ano, conhecido como período de transição, onde as pastagens apresentam uma característica distinta justamente em transição entre o período das águas e das secas</strong>, que a suplementação também deve ser avaliada com critério para potencializar o desempenho dos animais ao longo do ano.</p>
<p>A estação do ano observada entre os meses mais quentes e chuvosos e os meses mais frios e secos é o outono. Traçar uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">estratégia de suplementação</a></strong> para essa estação é fundamental quando pensamos em atingir a máxima produtividade ao longo de todo o ano.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Esse período conhecido com outono ou período de transição, <strong>reflete diretamente na qualidade das pastagens e é nítido e fácil observar com a diminuição das chuvas e a aproximação do inverno a mudança gradativa nas pastagens.</strong> A produtividade dos pastos diminui, as folhas começam a amarelar e a secar e em determinados casos observa-se a presença de sementes nas pastagens.</p>
<p>De maneira geral, há uma mudança no perfil das forrageiras, o que invariavelmente reflete no desempenho dos animais.</p>
<p>Com esse cenário de alteração e perda na qualidade das plantas e consequente diminuição no rendimento produtivo dos animais, se faz necessário uma estratégia de suplementação adequada e ajustada para esse período do ano.</p>
<p>O aumento da produtividade média dos animais ao longo do ano, deve ser alcançada considerando e avaliando todas as etapas e meses do período, inclusive o período de transição.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16885" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3.jpg" alt="Pastagem para gado " width="650" height="521" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3.jpg 761w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-300x240.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-370x297.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-270x216.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-740x593.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-3-150x120.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Paulo Eugênio, consultor técnico do Rehagro. </span></p>
<h2>Suplementação no período de transição seca-águas</h2>
<p>A medida em que os meses com menores índices pluviométricos avançam, o desempenho dos animais, em sentido contrário, diminui.</p>
<p>Com o passar dos meses e com a aproximação do período de estiagem, a tendência observada é de diminuição de desempenho independente da suplementação utilizada, entretanto, quando os animais continuam com suplementação apenas de mineral, por exemplo, a queda no desempenho é muito mais acentuada do que em animais suplementados com proteico (consumo de 3g por kg de peso vivo) ou proteico energético (consumo de 5g por kg de peso vivo).</p>
<p>Normalmente contemplado entre os meses de março, abril e maio, animais criados a pasto no período de transição suplementados “apenas” com mineral, apresentam desempenho até 50% menor do que animais suplementados com suplemento proteico.</p>
<p>Já animais suplementados com suplemento proteico energético <strong>apresentam desempenho 80% maiores</strong> do que animais também suplementados com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplemento mineral</a></strong>, apenas. Essa diferença apresentada entre o desempenho em diferentes estratégias, demonstra e reforça a importância de uma estratégia específica para o período de transição.</p>
<p>Independente das características climáticas da região onde a propriedade está localizada em determinado período do ano, essa tendência de piora nas pastagens e diminuição do desempenho vai ocorrer.</p>
<p>Em algumas regiões de forma menos evidente e por menor período, em outras regiões de forma mais marcante por longos períodos, esse “fenômeno” se repete por todo Brasil central, norte, nordeste.</p>
<p>Outro fator de grande importância para a tomada de decisão a respeito da estratégia suplementar a ser utilizada nesse período, além do desempenho, é o progresso que esses animais terão após o período de transição, qual caminho será seguido pelos animais após esses meses.</p>
<p>Animais que serão terminados seja no confinamento convencional, seja na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/" target="_blank" rel="noopener">terminação a pasto</a></strong>, serão beneficiados com a estratégia de suplementações mais arrojadas no período de transição.</p>
<p>A utilização do proteico energético ou do proteico de 3g por kg, por exemplo, fazem mais sentido quando pensamos que esses animais serão terminados na seca seguinte ao período de transição, preparando esses animais para engorda e melhorando os resultados produtivos finais após a engorda.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16888 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4.jpg" alt="Gado de corte se alimentando no cocho" width="499" height="395" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4.jpg 499w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-300x237.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-370x293.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-270x214.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-4-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 499px) 100vw, 499px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Vinicius Costa, consultor técnico do Rehagro. </span></p>
<p>Em contrapartida, caso não esteja no planejamento das secas o fornecimento de uma suplementação visando a engorda dos animais ou o direcionamento desses animais para o cocho, a utilização do proteico no período de transição pode não se apresentar como uma boa estratégia. Quando utilizamos o 0,3%, por exemplo, no período de transição elevamos a exigência de mantença dos animais.</p>
<p>Se no período da seca seguinte ao período de transição esses animais não forem direcionados para engorda, todo o investimento realizado no período de transição será perdido com a queda de desempenho e até mesmo com a perda de peso dos animais no período das secas.</p>
<p>É de grande importância que a avaliação econômica seja realizada para a definição e a determinação das estratégias a serem utilizadas em cada um dos períodos do ano, inclusive no período de transição, entretanto, a avaliação do ganho médio diário, média do ano, deve ser avaliada de forma criteriosa, observando não somente o resultado do período, mas também cada uma das especificidades presentes em diferentes fases do ano.</p>
<p><strong>A gestão e o planejamento nutricional da fazenda devem contemplar de forma específica as estratégias de suplementação para o período de transição</strong>, garantindo então, bons desempenhos durante esse período, maximizando o desempenho dos animais na média anual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16887" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5.jpg" alt="Gado de corte no pasto" width="650" height="446" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5.jpg 771w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-300x206.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-768x527.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-370x254.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-270x185.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-740x508.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/transicao-seca-aguas-5-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Foto: Geraldo Barcellos, consultor técnico do Rehagro.</span></p>
<h2>Enfrente o período de transição com preparo técnico e mais lucratividade</h2>
<p data-start="277" data-end="530">A transição entre seca e águas é um dos momentos mais críticos do ano para quem trabalha com gado de corte. Nesse período, decisões bem embasadas em manejo, nutrição e planejamento podem evitar perdas de desempenho e garantir maior eficiência produtiva.</p>
<p data-start="532" data-end="861">Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a tomar essas decisões com segurança. Com aulas 100% online, foco em aplicação prática e professores com experiência de campo, o curso prepara você para lidar com os desafios da pecuária em todas as estações, sempre com o olhar voltado para o resultado.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/">Período de transição seca-águas: veja as principais estratégias para lidar com ele</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dieta sólida para bezerras leiteiras: principais considerações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 18:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ruminal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de animais com potencial produtivo para reposição, deve ser considerada como uma das principais atividades de propriedades leiteiras, afinal a bezerra de hoje é a vaca de amanhã. Neste artigo iremos discutir sobre um manejo nutricional importante para desenvolvimento dos animais: o fornecimento de dieta sólida. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de animais com potencial produtivo para reposição, deve ser considerada como uma das principais atividades de propriedades leiteiras, afinal a bezerra de hoje é a vaca de amanhã.</p>
<p>Neste artigo iremos discutir sobre um manejo nutricional importante para desenvolvimento dos animais: <strong>o fornecimento de dieta sólida.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fases da alimentação das bezerras leiteiras</h2>
<p>O manejo alimentar de bezerras tem início no fornecimento de <a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>colostro</strong></a> e termina com o processo de desaleitamento dos animais, período este que é importante para a manutenção do desempenho de animais recém desaleitados.</p>
<p>Ao nascimento, o trato digestivo dos animais já está formado, no entanto, o desenvolvimento do rúmen, retículo e abomaso ainda não está completo.</p>
<p>O desenvolvimento completo dos pré-estômagos pode ser dividido em três fases, de acordo com o uso dos nutrientes pelo trato digestivo.</p>
<ol>
<li><strong>Na primeira fase os animais são considerados pré-ruminantes</strong> e ingerem praticamente apenas o leite, a ingestão de alimentos sólidos é mínima.</li>
<li><strong>A segunda fase é chamada de transição, e dura até o desaleitamento</strong>. Nessa fase os animais aumentam a ingestão de alimentos sólidos e com isso a microbiota se multiplica rapidamente.</li>
<li><strong>A terceira fase se inicia no desaleitamento e perdura por toda vida</strong>, a alimentação é realizada apenas por alimentos sólidos. Nessa fase a energia é advinda da fermentação de carboidratos, das proteínas e dos lipídios, sendo que a proteína vem das bactérias e das fontes de proteínas não degradáveis no rúmen.</li>
</ol>
<p>É importante ressaltar que o desaleitamento no momento em que animal apresenta o rúmen parcialmente desenvolvido é essencial para que o desempenho após esse manejo não seja prejudicado.</p>
<p>O completo desenvolvimento do trato digestivo está diretamente relacionado com o consumo de alimentos concentrados ou volumosos, seus níveis de inclusão, bem como sua forma física.</p>
<p>Diante disso, a dieta sólida possui um importante papel no desenvolvimento dos pré-estômagos, bem como na garantia de bezerros desaleitados capazes de ingerir quantidades adequadas de alimentos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Os alimentos concentrados na dieta sólida</h2>
<p>Durante a fase de aleitamento é essencial estimular o consumo de concentrado. A ingestão de grãos eleva a produção de propionato e butirato, substâncias importantes para o desenvolvimento das papilas do rúmen.</p>
<p>Quando se fala em desaleitamento, é importante que as bezerras estejam consumindo cerca de 1,0 a 1,5 kg  de concentrado, visando reduzir o estresse nesse período.</p>
<p>Existem algumas práticas de manejo alimentar que podem favorecer o consumo dos concentrados desde a primeira semana de vida. Dentre elas, a oferta de concentrado em pequenas quantidades a partir do terceiro dia de vida e a redução da oferta de leite a partir de 30 dias, possuem uma boa taxa de sucesso.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A DISPONIBILIDADE DE ÁGUA É ESSENCIAL</strong>: Sem a oferta de água suficiente, as bactérias não crescem e se multiplicam, comprometendo o desenvolvimento ruminal. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">água limpa e fresca</a></strong> deve ser colocada à disposição dos bezerros desde o nascimento.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16463" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/dieta-solida-bezerras.jpg" alt="Bezerro bebendo água" width="500" height="679" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/dieta-solida-bezerras.jpg 736w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/dieta-solida-bezerras-221x300.jpg 221w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/dieta-solida-bezerras-370x503.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/dieta-solida-bezerras-270x367.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/dieta-solida-bezerras-150x204.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><strong>São normalmente utilizados os concentrados farelados, texturizados e peletizados</strong>, já que a forma física pode afetar a preferência e a palatabilidade.</p>
<p>Os alimentos com partículas menores são atacados rapidamente pelas bactérias, sendo então rapidamente digeridos e absorvidos. Já os concentrados de maior granulometria conseguem estimular a movimentação do rúmen, contribuindo para o desenvolvimento muscular do órgão, a salivação e a mastigação.</p>
<p>Em relação à composição dos concentrados para energia, pode-se destacar: o milho, o arroz, o trigo, a cevada, o sorgo e a aveia, como as principais fontes. Já em relação a proteína, a soja é a fonte mais utilizada, no entanto, outros alimentos como o farelo de algodão e a semente de linhaça também são consumidos.</p>
<p>A utilização de fontes de nitrogênio não proteico, como a ureia, não são recomendadas para bezerros até os três meses de vida.</p>
<p>A oferta de fibra é essencial para redução dos problemas digestivos como a acidose <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" target="_blank" rel="noopener">ruminal</a></strong>. Dentre as fontes de fibra mais utilizadas para concentrados de bezerras destacam-se: casca de soja, casca de aveia e farelo de trigo.</p>
<h2>Os alimentos volumosos na dieta sólida</h2>
<p>Na literatura, algumas vantagens de oferecer <strong>forragem</strong> para bezerras têm sido descritas. São elas:</p>
<ul>
<li>Aumento do consumo de concentrado;</li>
<li>Estímulo ao desenvolvimento da camada muscular do rúmen;</li>
<li>Promoção de ruminação;</li>
<li>Manutenção da integridade da parede ruminal;</li>
<li>Redução de problemas comportamentais;</li>
<li>Aumento do Ph ruminal.</li>
</ul>
<p>Para tanto, a forragem deve ser ofertada visando o livre consumo dos animais, sendo eles os regulares da quantidade a ser ingerida.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em geral, as forragens ofertadas para as bezerras são leguminosas ou gramíneas, sendo que as leguminosas são mais degradadas quando comparadas às gramíneas e apresentam maior teor de amido e maior teor de matéria orgânica fermentável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, os animais que consomem uma dieta baseada em leguminosas apresentam um melhor desempenho quando comparados a animais que consomem gramíneas. As forragens ainda podem ser oferecidas como: pasto, feno, silagem ou silagem pré-secada.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O volumoso deve ser ofertado a partir da oitava semana de vida dos animais, desde que as bezerras tenham à sua disposição, concentrado inicial desde a segunda semana de idade.</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Como vimos, <strong>a introdução da dieta sólida para bezerras leiteiras é um processo importante para o sistema digestivo dos animais, possuindo impactos no futuro da fazenda</strong>.</p>
<p>O fornecimento de concentrado e volumoso, quando feito de maneira correta, promove o desenvolvimento dos animais e seu desaleitamento racional.</p>
<h2>Nutrição de qualidade desde o início para resultados duradouros</h2>
<p>A introdução e o manejo corretos da dieta sólida são decisivos para garantir o desenvolvimento saudável das bezerras e a produtividade futura das vacas.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar nutrição, manejo e gestão em todas as fases da produção, garantindo saúde, eficiência e rentabilidade para o rebanho.</p>
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		<title>Suplementação mineral para bovinos de corte: veja a importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação mineral dos bovinos de corte, ajustada aos objetivos produtivos por categoria e época do ano, é fundamental para a garantia de um bom desempenho dos animais criados em sistema de pastejo. Além de garantir os níveis mínimos necessários para o perfeito funcionamento fisiológico e metabólico dos animais, existe ainda a expectativa de que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>suplementação mineral dos bovinos de corte</strong>, ajustada aos objetivos produtivos por categoria e época do ano, é fundamental para a garantia de um bom desempenho dos animais criados em sistema de pastejo.</p>
<p>Além de garantir os níveis mínimos necessários para o perfeito funcionamento fisiológico e metabólico dos animais, existe ainda a expectativa de que o desempenho dos animais seja potencializado quando se utiliza a estratégia suplementar mineral da forma adequada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Importância da suplementação mineral</h2>
<p>Estudos e pesquisas relacionados à importância da suplementação mineral já são realizados há muitos anos e o que se observa de maneira geral, <strong>é a necessidade de que os animais sejam suplementados com uma quantidade ótima de minerais</strong> onde, nesse caso, é possível observar também o melhor desempenho (avaliando especificamente o quesito disponibilidade de mineral) possível desse animal.</p>
<p>Diferente de carboidratos e proteínas, por exemplo, onde modulamos a quantidade fornecida para os animais visando a potencialização do desempenho, nos minerais devemos fornecer as exigências que garantam um bom desempenho dos animais para cada fase da vida.</p>
<p>Cálcio e fósforo são os únicos que apresentam exigências para mantença e também exigências para ganho.</p>
<h3>Excesso e deficiência do consumo de minerais</h3>
<p>Existem outras possibilidades, além do consumo ótimo, que podem ser observadas quando avaliamos o consumo de minerais.</p>
<p>Por exemplo, a <strong>deficiência no consumo</strong>, ou seja, quando os animais consomem níveis inferiores à sua exigência, que quando discreta, <strong>pode levar a uma deficiência subclínica e, quando mais significativa, a uma deficiência clínica. </strong></p>
<p>O <strong>excesso no consumo dos minerais, </strong>por outro lado, também pode ser um problema. <strong>Pode levar a uma intoxicação subclínica ou até mesmo uma intoxicação clínica</strong> quando consumido em maiores quantidades, de acordo com as exigências de cada mineral. <span style="font-weight: 400;">Por isso é de extrema importância, o fornecimento e o consumo dos animais, apresentarem um ponto ótimo. </span></p>
<p>Os minerais exigidos hoje para bovinos de corte são 17 no total, divididos em dois grupos, <strong>os macro e os microminerais.</strong> É importante salientar que essa divisão não está relacionada ao tamanho da molécula de cada mineral, mas sim a quantidade em que estes minerais são encontrados nos tecidos corporais e consequentemente a quantidade que são exigidos.</p>
<p>Cada um dos minerais, seja macro ou micro, apresenta um papel importante para os ruminantes, principalmente nos quesitos: imunidade, desempenho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/reproducao-bovina/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong> e produção de leite.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Macrominerais</h2>
<ul>
<li>Cálcio (Ca);</li>
<li>Fósforo (P);</li>
<li>Cloro (Cl);</li>
<li>Magnésio (Mg);</li>
<li>Potássio (K);</li>
<li>Sódio (Na);</li>
<li>Enxofre (S).</li>
</ul>
<p>Esses minerais apresentam funções diversas no organismo, como por exemplo sendo <strong>componentes estruturais do esqueleto e outros tecidos corporais, transmissão de impulsos nervosos e pressão osmótica</strong>, dentre outras importantes funções.</p>
<h3>Cálcio</h3>
<p>O cálcio é de grande importância para a atividade muscular, coagulação sanguínea, estimulação da síntese de proteína muscular e, principalmente, exerce um papel fundamental na formação dos ossos e dos dentes.</p>
<h3>Fósforo</h3>
<p>O fósforo apresenta um papel importante como componente dos fosfolipídios das membranas celulares, sendo também um componente do ATP (molécula indispensável no processo de utilização de energia nas células), dentre outras funções.</p>
<p>Deficiências de cálcio e fósforo podem causar sérios prejuízos ao desempenho dos animais.</p>
<p>Uma das principais doenças consequentes dessas deficiências, é a hipocalcemia, também conhecida como febre do leite e apetite depravado (ocorrendo principalmente em regiões de solos pobres em P).Estudos relacionados reforçam ainda, grandes prejuízos relacionados à queda nos desempenhos reprodutivos de fêmeas com deficiência de fósforo.</p>
<p>Cálcio e fósforo atuam de forma concomitante na função óssea, por esse motivo a relação entre eles é importante fator de estudos e discussões, relação essa que pode ser de 1:1 até 7:1, desde que a exigência do fósforo seja atingida.</p>
<h3>Magnésio</h3>
<p>Cerca de 70% do magnésio no organismo dos ruminantes está presente no tecido ósseo. Esse importante mineral representa um papel determinante em mais de 300 enzimas no organismo.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/" target="_blank" rel="noopener">período de transição seca-águas</a></strong>, pode significar um desafio, pensando no aporte de Mg. Isso porque o broto da pastagem nova contém baixo magnésio e alta concentração de potássio e nitrogênio que diminuem a absorção de Mg no rúmen.</p>
<p>Uma forma prática de contornar esse desafio é a suplementação energética, que potencializa a utilização do N, além é claro da suplementação com o magnésio.</p>
<p>Dentre os efeitos da deficiência está o desenvolvimento da tetania das pastagens, causadora de incoordenação e convulsões.</p>
<h3>Potássio, sódio e cloro</h3>
<p>São responsáveis principalmente pelo controle ácido básico no organismo. Esses minerais não apresentam, comumente, deficiências que geram desafios ou doenças como os anteriormente apresentados.</p>
<p>Cloreto de sódio rico em Cl e Na, pode ser utilizado como modulador de consumo e o K apresenta uma condição especial onde a maioria das espécies forrageiras são ricas nesse mineral.</p>
<p>Algumas condições específicas, como animais em estresse causado pela desmama e animais confinados com dietas sem adição de forragem, podem apresentar um aumento na exigência de potássio.</p>
<h3>Enxofre</h3>
<p>Componente importante de aminoácidos ao contrário dos demais minerais citados, o desafio mais importante com relação ao enxofre está relacionado ao seu excesso, principalmente avaliando a óptica da crescente <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ddg-e-wdg-graos-de-destilaria-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">utilização de coprodutos de destilaria de milho</a></strong>, ricos em enxofre.</p>
<p>É justamente esse excesso que pode causar uma doença que conhecemos como <strong>Poliencefalomalacia</strong>.</p>
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<h2>Microminerais</h2>
<ul>
<li>Cromo (Cr);</li>
<li>Cobalto (Co);</li>
<li>Cobre (Cu);</li>
<li>Ferro (Fe);</li>
<li>Iodo (I);</li>
<li>Manganês (Mn);</li>
<li>Molibdênio (Mo);</li>
<li>Níquel (Ni);</li>
<li>Selênio (Se);</li>
<li>Zinco (Zn).</li>
</ul>
<p>Os microminerais são <strong>componentes de enzimas e agem também como componentes em hormônios no sistema endócrino</strong>. Apresentam grande importância para a manutenção da saúde e, consequentemente, do desempenho dos animais.</p>
<h3>Cromo</h3>
<p>Existe uma clara necessidade de mais pesquisas relacionadas ao papel do cromo no organismo e principalmente da adequação das doses a serem suplementadas, mesmo já demonstrando sua importância para o sistema imunológico dos animais.</p>
<h3>Cobalto</h3>
<p>O cobalto apresenta importância relevante, tendo em vista a demanda de Co por parte dos microrganismos do rúmen no momento da síntese de vitamina B12.</p>
<p>Não existe uma exigência direta de cobalto por parte dos ruminantes, entretanto, existe uma exigência de vitamina B12, justificando então a importância na exigência do Co.</p>
<h3>Cobre</h3>
<p>O cobre é um constituinte de diversas enzimas no organismo e está diretamente relacionado ao metabolismo do Fe.</p>
<p>A anemia é uma das principais doenças causadas pela deficiência de Cu, apresentando também participação na garantia da integridade do sistema nervoso central e pigmentação dos pelos.</p>
<h3>Outros microminerais</h3>
<p>O ferro, por exemplo, é muito relevante nas funções do organismo e há uma boa disponibilidade desse mineral nas forragens.</p>
<p>O magnésio, essencial para reprodução, normalmente tem sua exigência atingida com consumo da forragem, por isso a avaliação da suplementação desse mineral é de grande valia, principalmente pensando em vacas para reprodução</p>
<p>O iodo controla a taxa metabólica fundamental para o anabolismo. O selênio atua como antioxidante e o zinco também é um mineral importante, sendo que sua deficiência pode levar a problemas de pele dos animais, principalmente dos mais jovens.</p>
<h2>A suplementação mineral em bovinos de corte</h2>
<p>A suplementação mineral, como já demonstrado acima, <strong>é muito valorosa e de grande impacto para os sistemas de produção</strong>. Para cada categoria e fase da vida animal, as exigências e necessidades por esses macro e microminerais vão variar e devem ser atentamente atendidas.</p>
<p>Além das características específicas do indivíduo que será suplementado por determinado mineral, outros fatores podem influenciar na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">estratégia de suplementação</a></strong>. Entre eles, estão as condições ambientais, (mais especificamente as condições do solo e consequentemente das pastagens) e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécie forrageira</a></strong> utilizada, onde os animais são criados.</p>
<p>Devido ao difícil controle e monitoramento dessas características e condições, apenas a realização das análises não nos garantem o fornecimento dos minerais, mesmo que apresentados nas amostras.</p>
<p>Assim como as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">condições das pastagens</a></strong>, a qualidade e a composição da água disponibilizada aos animais, também representa um fator ambiental que irá impactar nos cuidados no momento de definir a suplementação dos animais.</p>
<h3>Como fornecer o suplemento de forma eficiente?</h3>
<p>Outro ponto que impacta na qualidade da suplementação mineral e representa <strong>uma grande parcela na eficiência de um programa de suplementação</strong>, é o fornecimento do suplemento.</p>
<p>Para se garantir uma suplementação mineral de sucesso é imprescindível que o fornecimento seja realizado de forma constante, ou seja, que não falte mineral no cocho dos animais.</p>
<p>O suplemento empedrado inibe e dificulta o consumo, sendo assim, sempre que possível é recomendado a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">utilização de cochos</a></strong> cobertos em bom estado de conservação e com um bom dimensionamento, como altura de:</p>
<ul>
<li>50 – 60 cm do solo para fêmeas com bezerro ao pé;</li>
<li>70 – 80 cm para animais em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-recria-na-pecuaria-de-corte/">recria</a></strong> e um metro para animais em terminação, sempre com espaçamento adequado, mínimo 4 cm por cabeça.</li>
</ul>
<p>A localização do cocho nos piquetes também vai impactar no consumo do mineral, sendo recomendado que o cocho fique localizado próximo a fonte de água dos animais (não é um fator limitante para o consumo), principalmente em terrenos acidentados, propiciando então, condição para que todos os animais possam consumir o produto disponibilizado.</p>
<p>Até chegar ao cocho o suplemento passa por um grande processo desde sua fabricação, transporte, armazenamento dentro da propriedade e distribuição. Por isso, devemos inicialmente, adquirir um mineral de empresa idôneas, capazes de garantir a qualidade dos insumos utilizados na confecção do suplemento, bem como seu balanceamento correto, finalizando com transporte propício até a propriedade.</p>
<p>A partir do momento em que o suplemento se encontra na propriedade, a responsabilidade do armazenamento das sacarias deve ser muito bem estabelecida, garantindo assim os cuidados para que sejam armazenados em local fresco, abrigados de umidade e sol.</p>
<p>Muita atenção para a utilização de suplementos mais antigos, que normalmente ficam embaixo da pilha de sacaria, antes da utilização dos novos produtos recém-chegados à propriedade. De preferência, o ideal é não deixar os sacos com suplemento mineral em contato direto com solo e paredes.</p>
<p>Por fim, após a avaliação dos níveis de garantia e consequentemente, a escolha do produto de uma empresa idônea e reconhecida pela seriedade na produção dos suplementos, é recomendado um minucioso acompanhamento do consumo e do desempenho dos animais tratados com determinado suplemento.</p>
<h2>Eleve a produtividade em nutrição e pastagens na pecuária de corte!</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> foi desenvolvido para oferecer soluções práticas e eficazes para melhorar a qualidade da alimentação dos animais e a gestão das pastagens, contribuindo assim para um maior desempenho do rebanho.</p>
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		<item>
		<title>Período de transição em vacas leiteiras: o que é e qual a sua importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 13:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[matéria seca]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de transição das vacas consiste nas três últimas semanas do pré-parto e nas três primeiras semanas após o parto. O animal passa de não lactante gestante para lactante não gestante. Nesse período grandes mudanças metabólicas, endócrinas e nutricionais ocorrem no organismo do animal, essas alterações podem promover distúrbios de saúde nas vacas leiteiras. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O período de transição das vacas consiste nas três últimas semanas do pré-parto e nas três primeiras semanas após o parto. O animal passa de não lactante gestante para lactante não gestante.</p>
<p>Nesse período grandes mudanças metabólicas, endócrinas e nutricionais ocorrem no organismo do animal, essas alterações podem promover distúrbios de saúde nas vacas leiteiras.</p>
<p>Neste artigo nós iremos responder as seguintes dúvidas: <strong>O que é período de transição e qual a sua importância?</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é período de transição?</h2>
<p><strong>O período de transição é o período entre a 3º semana pré-parto e a 3º pós-parto.</strong> É caracterizado por intensas alterações fisiológicas, nutricionais e metabólicas, ocorrências que expõem a vaca leiteira a distúrbios de saúde.</p>
<h3>O que acontece com a vaca nesse momento?</h3>
<p>Durante esse período, eventos como o rápido crescimento fetal, o desenvolvimento da glândula mamária, a colostragem e o início da produção de leite, aumentam consideravelmente as exigências nutricionais do animal.</p>
<p>No entanto, o consumo de alimentos não acompanha as exigências das vacas, na prática a ingestão de matéria seca cai expressivamente. Observe a representação abaixo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15533" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/grafico-periodo-transicao.jpg" alt="Gráfico com consumo de matéria seca no período de transição de vacas leiteiras" width="603" height="402" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/grafico-periodo-transicao.jpg 603w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/grafico-periodo-transicao-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/grafico-periodo-transicao-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/grafico-periodo-transicao-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/grafico-periodo-transicao-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Educapoint</span></p>
<p>O desequilíbrio entre a quantidade de matéria seca ingerida e a quantidade exigida, ocasiona o balanço energético negativo.</p>
<p>O organismo do animal, em uma tentativa de reverter esse quadro, começa a mobilizar fontes de energia alternativa a partir das reservas corporais. Essa ação, predispõe a vaca a uma série de doenças relacionadas ao metabolismo, como exemplo principal a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">cetose</a></strong>.</p>
<h2>A importância do período de transição</h2>
<p>O período de transição possui grande importância dentro do ciclo produtivo, afinal durante esse período as vacas ficam susceptíveis a doenças que podem afetar o parto, a lactação futura e o desempenho reprodutivo dos animais.</p>
<p>Dentre as doenças que podem ocorrer no período de transição, é possível destacar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cetose</strong></a> e esteatose hepática, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/hipocalcemia-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">hipocalcemia</a></strong> (febre do leite ou febre puerperal), <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mastite</strong></a>, acidose, laminite e o deslocamento de abomaso.</p>
<p>Esse período possui impacto direto na <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener"><strong>produtividade</strong></a> e na lucratividade da fazenda, afetando a quantidade de leite produzida e os gastos com sanidade dos animais.</p>
<p>Diante disso, é essencial planejar processos que visem minimizar os danos negativos do período de transição, visando reduzir a ocorrência e os gastos com as doenças recorrentes. Esse planejamento deve considerar principalmente o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">manejo nutricional adequado no pré-parto</a></strong>, afinal ele é fundamental para reverter ou reduzir o quadro de balanço energético negativo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fisiologia-manejo-periodo-transicao?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-periodo-transicao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39653 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao.png" alt="E-book Período de transição de vacas leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O período de transição é de extrema importância no ciclo produtivo da fazenda, entender como ele ocorre e como prevenir as intercorrências ocasionadas por ele é essencial para se ter sucesso na pecuária leiteira.</p>
<h2>Cuidados estratégicos para garantir um pico de produção saudável</h2>
<p>O período de transição é decisivo para a saúde, a produtividade e a rentabilidade das vacas leiteiras.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar manejos nutricionais, sanitários e de gestão que reduzem riscos, aumentam a eficiência e garantem mais litros de leite no tanque desde o início da lactação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Pós-graduação em Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Cetose bovina: o que é, principais causas, tratamento e como prevenir</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 17:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cetose bovina, também conhecida como cetonúria, hipoglicemia e acetonomia, é uma doença metabólica que afeta animais de alta produção, especialmente as vacas leiteiras. O problema geralmente ocorre durante o período de transição, no qual a vaca passa por diversas mudanças metabólicas e hormonais. Essa enfermidade causa grandes impactos na produtividade e na reprodução das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>cetose bovina</strong>, também conhecida como cetonúria, hipoglicemia e acetonomia, é uma <strong>doença metabólica que afeta animais de alta produção</strong>, especialmente as vacas leiteiras.</p>
<p>O problema geralmente ocorre durante o período de transição, no qual a vaca passa por diversas mudanças metabólicas e hormonais.</p>
<p>Essa enfermidade causa grandes impactos na produtividade e na reprodução das fazendas, diminuindo consideravelmente a produção de leite. Além disso, há o aumento gradativo dos custos com sanidade.</p>
<p>Quer saber mais sobre essa doença? Leia o artigo abaixo e descubra as causas, os sintomas, o tratamento e a prevenção da cetose bovina!</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é cetose bovina?</h2>
<p>A cetose é uma das principais <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças metabólicas</strong></a> das vacas leiteiras e geralmente <strong>acomete animais de alta produção no pós-parto</strong>. Ela acontece quando há um excesso na produção e concentração de corpos cetônicos na corrente sanguínea devido a uma maior exigência energética para produção de leite.</p>
<p>A alta demanda por energia num momento de redução do consumo e escassez de glicose causa um desequilíbrio chamado <strong>balanço energético negativo</strong>.</p>
<p>Na <strong>cetose primária</strong> esse déficit ocorre majoritariamente durante o período de transição, no qual o animal passa de não lactante gestante para lactante não gestante, nesse momento mudanças drásticas ocorrem no seu metabolismo.</p>
<p>Já nos quadros de <strong>cetose secundária</strong>, como o próprio nome diz, essa queda acentuada do apetite ocorre secundária a outras enfermidades. A vaca então passa a mobilizar tecido adiposo a fim de obter uma fonte alternativa de energia e como consequência há o aumento dos níveis séricos de ácidos graxos não-esterificados (AGNE) no sangue.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-afeccoes-cascos-bovinos?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-cascos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39649 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png" alt="E-book Afecções de casco" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os sintomas da cetose bovina?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A cetose pode se apresentar na <strong>forma clínica e na forma subclínica</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na <strong>cetose clínica</strong> há perda de </span><span style="font-weight: 400;">escore corporal, anorexia, prostração e queda na produção de leite. Além disso, fezes secas e odor de cetona no ar expirado, podem ser comumente observados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, o quadro clínico pode evoluir apresentando sinais nervosos como: tremores musculares, hiperexcitabilidade e incoordenação com ataxia dos membros posteriores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos de <strong>cetose subclínica</strong>, os níveis de corpos cetônicos no sangue e no leite estarão aumentados mesmo sem a apresentação da sintomatologia clínica. Nesse sentido, a concentração sérica igual ou superior a 1,2 mmol/L de beta hidroxibutirato já é um indicativo de cetose subclínica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cetose subclínica gera grandes <strong>impactos produtivos e econômicos</strong> na fazenda, essa doença contribui para redução da imunidade dos animais e provoca ainda, mudanças drásticas no perfil hormonal da vaca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses fatores podem ocasionar desde a redução de peso e da fertilidade dos animais, até enfermidades secundárias.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são as causas da cetose?</h2>
<p>O manejo nutricional é um ponto decisivo para ocorrência da enfermidade, a oferta de dietas desbalanceadas e manejos desalinhados podem favorecer a redução do consumo, contribuindo para o aparecimento da cetose. O estresse térmico e as condições ambientais também podem predispor a doença.</p>
<p>Além disso, outras afecções metabólicas durante o período de transição e não metabólicas, como <strong>problemas de casco</strong>, podem induzir a redução do consumo de alimentos, aumentando a predisposição do animal à cetose.</p>
<h2>Tratamento da cetose bovina</h2>
<p>O tratamento da forma clínica da doença é sintomático, dessa forma é importante reverter o quadro hipoglicêmico com a administração de glicose via endovenosa &#8211; a glicose via oral deve ser evitada, pois é rapidamente fermentada no rúmen, produzindo precursores cetogênicos, o que agravaria o problema.</p>
<p>Além disso, a realização de um monitoramento da cetose pode auxiliar no tratamento profilático dos quadros subclínicos, para isso basta mensurar os <strong>níveis de BHBA</strong> (beta- hidroxibutirato).</p>
<p>Esse monitoramento pode ser realizado em medidores apropriados para este fim, aplicando uma amostra de sangue coletada da cauda dos animais.</p>
<p>Nas situações de cetose leve ou moderada, devemos oferecer quantidades elevadas de energia , como o propileno glicol, visando evitar a mobilização de gordura nas vacas.</p>
<p>O uso de <em>drench</em> em vacas recém paridas pode ser uma boa opção, essa administração oral forçada de nutrientes (<em>drench</em>), minimiza a deficiência energética, reidrata o animal e estimula a fermentação ruminal.</p>
<h2>Prevenção da cetose bovina</h2>
<p>A prevenção da cetose se inicia antes da <a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>secagem dos animais</strong></a> com a implementação de um <strong>manejo nutricional adequado e balanceado</strong>.</p>
<p>Nesse sentido, o fornecimento de forragens de boa qualidade e o uso de concentrados com alta palatabilidade, auxiliam na ingestão de nutrientes e consequentemente reduzem o dispêndio de reservas corporais.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">implementação de aditivos alimentares</a></strong> como os ionóforos, principalmente a monensina sódica, aumentam a eficiência ruminal e se tornam uma alternativa na prevenção da doença. Além disso, vitaminas do complexo B, podem reduzir a mobilização de gordura corporal durante o início da lactação e assim diminuir o balanço energético negativo, prevenindo enfermidades metabólicas.</p>
<p>A administração de gordura protegida com sais de cálcio (sem comprometer a ingestão de fibras), pode maximizar a densidade de energia na matéria seca consumida, contribuindo para redução do quadro de balanço energético negativo.</p>
<p>O monitoramento do <strong>escore de condição corporal (ECC)</strong>, é uma boa ferramenta na avaliação da cobertura de gordura corporal da vaca, o ECC pode auxiliar na prevenção da enfermidade, servindo como termômetro do programa nutricional: <strong>o escore ótimo ao momento do parto é entre 3.0 – 3.50</strong>  (na escala que varia de 1-5).</p>
<p>Por fim, a <strong>promoção de um ambiente confortável</strong>, limpo e com temperatura amena também contribui para redução da incidência da doença na fazenda, afinal, vacas que não sofrem de estresse térmico durante o período seco possuem um  melhor uso da função hepática durante o início da lactação.</p>
<p>Prevenir é sempre a melhor opção, por isso lembre-se: o manejo nutricional balanceado é a chave para reduzir a ocorrência da cetose na sua fazenda.</p>
<h2>Da prevenção ao lucro: transforme a gestão da sua fazenda</h2>
<p>A cetose é um desafio silencioso que pode comprometer a saúde do rebanho e a rentabilidade da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a identificar precocemente problemas como esse, implementar estratégias de prevenção e integrar sanidade, nutrição, reprodução e gestão financeira para obter resultados reais no campo. É conhecimento prático e direcionado, para que cada decisão traga mais produtividade e lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16051 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-300x96.jpg" alt="Brisa Sevidanes" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/brisa-sevidanes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Creep-feeding e creep-grazing: como funcionam as suplementações de bezerros?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/creep-feeding-e-creep-grazing-como-funcionam-as-suplementacoes-de-bezerros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[creep-feeding]]></category>
		<category><![CDATA[creep-grazing]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o creep-feeding e o creep-grazing.  O produtor busca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase inicial do processo de produção de gado de corte é fundamental para o desempenho dos animais ao longo da vida e, consequentemente, para a rentabilidade do negócio. Potencializar essa fase e acelerar o processo pode ser alcançado com a utilização de estratégias e ferramentas, como o <strong><em>creep-feeding</em> e o <em>creep-grazing</em>. </strong></p>
<p>O produtor busca pela harmonia perfeita entre cria, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/recria-intensiva-a-pasto-rip-o-que-e-e-como-aplicar/">recria</a></strong> e engorda, pois são fatores determinantes para maior eficiência produtiva de um sistema de produção.</p>
<p>Com isso, o peso dos bezerros na desmama é fundamental para a redução da idade ao abate e a melhoria na taxa de desfrute das propriedades.</p>
<p>Entre o nascimento e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerros-de-corte/">desmama</a></strong>, há a etapa da vida do animal onde se apresentam as melhores taxas de ganho de peso, alcançando, em apenas sete meses, aproximadamente de 25 a 35% do peso final do abate.</p>
<p>O leite proporciona nutrientes imprescindíveis e de grande relevância para o desempenho da cria, sob uma forma simples e de fácil absorção, de maneira a suprir as exigências relativamente altas nesta fase. Até certo momento, quanto mais leite o bezerro recebe da matriz, mais rápido e mais saudável ele cresce.</p>
<p>A relação entre esses dois fatores (produção leiteira da mãe e ganho de peso da cria), no entanto, diminui bastante de intensidade depois de 16 semanas. Esperar, por conseguinte, que a partir da idade de três a quatro meses, boa parte dos nutrientes indispensáveis aos bezerros de corte se origina de outras fontes que não somente do leite materno.</p>
<p>Para suprir as possíveis deficiências nutricionais e potencializar os ganhos dos animais nessa etapa da vida, <strong>determinadas formas de suplementação de bezerros foram desenvolvidas.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o <em>Creep-feeding</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-feeding</em> ou cocho privativo</strong>, é uma forma de suplementação com ração balanceada no cocho, dentro de uma área cercada, com acesso exclusivamente ao bezerro. O objetivo é suplementar a cria sem apartar da mãe.</p>
<p>Ainda que haja indicativos da melhoria na eficiência reprodutiva da vaca, o <em>creep-feeding</em> favorece principalmente ao bezerro, tendo como finalidade o aumento do peso a desmama, bem como habituá-lo à suplementação no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">cocho</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14027 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg" alt="Creep-feeding" width="594" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding.jpg 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-300x172.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-370x212.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-270x155.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-feeding-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Para que a suplementação alcance êxito, irá depender do consumo dos bezerros. Dessa forma, determinadas práticas de manejo podem ser ressaltadas, primeiramente, quando se usa o sistema de cocho privativo:</p>
<ul>
<li>Reunir às crias alguns bezerros mais velhos que já conhecem o sistema, servindo como exemplo;</li>
<li><strong>Espalhar ração do lado de fora do cercado</strong>, de maneira que as vacas possam treinar suas crias a comer;</li>
<li><strong>Permitir o acesso ao cocho</strong>, tanto das vacas quanto dos bezerros, durante alguns dias.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O que é o <em>Creep-grazing</em>?</h2>
<p>O <strong><em>creep-grazing</em> ou pasto privativo</strong>, ainda pouco aproveitado no Brasil, é o método que consiste em permanecer os bezerros juntos às suas mães e têm acesso exclusivo a um piquete formado com forrageiras de alto valor nutritivo, pequeno porte e alta densidade, como aveia, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">tifton</a></strong>, milheto etc.</p>
<p>As instalações (exigências são parecidas às do <em>creep-feeding</em>), são proporcionais ao número de bezerros e à produção de matéria seca da forrageira escolhida pelo tamanho do piquete.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14028 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg" alt="Creep-grazing" width="336" height="357" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing.jpg 336w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-282x300.jpg 282w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-270x287.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/07/creep-grazing-150x159.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 336px) 100vw, 336px" /></p>
<h2>Outras alternativas de suplementação de bezerros</h2>
<p>Além dessas duas formas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/">suplementação de bezerros</a></strong>, pode ser utilizada a <strong>desmama precoce</strong>, uma vez que essa permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e manifestem o cio.</p>
<p>Para a maior eficiência do sistema, porém, é preciso que esta prática ocorra dentro da estação de monta, possibilitando uma nova concepção imediata.</p>
<p>Esta estratégia pode ser utilizada para descartar as fêmeas que não reconceberam ao final da estação de monta, sem que elas fiquem por muito tempo na propriedade ocupando espaço de outra mais produtiva.</p>
<p>Para isso, os bezerros entre 90-120 dias de idade são desmamados e colocados em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagens adequadas</a></strong>, bem afastados das mães. O pasto apropriado para desmama deve ser formado com forrageiras, correspondendo aos requisitos do <em>creep-grazing</em> (alto valor nutritivo, alta densidade, palatabilidade e baixo porte).</p>
<p>Além do pasto, é aconselhado <strong>suplementar os bezerros com uma ração concentrada</strong> &#8211; a mesma do <em>creep-feeding</em> &#8211; até 6-7 meses, idade correspondente à desmama tradicional, pois as crias têm a capacidade de retirar do concentrado a energia suficiente que encontrariam com o leite.</p>
<p>É esperado que os bezerros consumam de 200 – 400g/cab/dia. Com o passar do tempo, eles somam gradativamente a ingestão, chegando a atingir, na fase final, 2 – 2,5 kg/cab/dia. Pode-se ofertar a quantidade de 1% do peso vivo médio de cada lote, para cada animal por dia, durante o período de 3 a 4 meses.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Característica do suplemento no <em>creep</em></h2>
<p>A suplementação utilizada, no creep, por exemplo, deve receber a devida atenção no momento da formulação, contendo em média, de <strong>18 a 20% de proteína. </strong></p>
<p>Em alguns casos, é interessante a utilização de produtos palatabilizantes na suplementação para fomentar e aumentar o consumo por parte dos bezerros.</p>
<p>Outro ponto de importância para o sistema como um todo é a possibilidade de fornecer aos animais nessa fase da vida, aditivos na suplementação, como salinomicina, monensina dentre outros. Estes, atuam como coccidiostáticos, no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coccidiose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">controle da coccidiose</a></strong>, o que apresenta grande importância para a fase de grande acometimento da eimeriose.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CREEP-FEEDING: O SEGREDO PARA BEZERROS MAIS SAUDÁVEIS | Por Dentro do Ensino - Corte" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/9Q2bnApDfk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações sobre <em>creep-feeding</em> e <em>creep-grazing</em></h2>
<p>Em um sistema de produção de bovinos de corte, a taxa de desmama e a quantidade de kg de bezerro desmamado/vaca/ano influenciam diretamente a eficiência do processo de criação.</p>
<p>A capacidade e a melhoria desse indicador está diretamente relacionado ao nível de intensificação da propriedade, quanto maior a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">taxa de lotação</a></strong> da propriedade, maior a eficiência nos manejos reprodutivos e sanitários com as matrizes e suas crias, e o peso de desmama influenciam diretamente nesse indicador de tamanha importância para propriedades de cria.</p>
<p>A suplementação, ainda que na fase de aleitamento, evidencia ser uma importante ferramenta complementar nos projetos que visam níveis altos de produtividade.</p>
<p>Quanto mais pesado desmamar o bezerro, menor será seu tempo no sistema até o abate, reduzindo seu custo de permanência na propriedade ou maior será seu valor de venda e mais rápido as fêmeas são destinadas à reposição. Além disso, permite que as matrizes recuperem seu estado corporal e retome a ciclicidade mais rápido.</p>
<p>Para o produtor é indispensável saber os custos do sistema e devem ser levados em consideração os custos com ração/bezerro.</p>
<p>É essencial, no entanto, observar se um bezerro bem nutrido, durante o primeiro ano de vida, é capaz de suportar maiores estresses climáticos e/ou orgânicos e, consequentemente, te restituir um boi mais pesado no futuro, mostrando mais importante o fechamento econômico da operação.</p>
<h2>Suplementação eficiente começa com pasto bem manejado e estratégia nutricional</h2>
<p data-start="296" data-end="558">Técnicas como creep feeding e creep grazing são poderosas para acelerar o ganho de peso dos bezerros, mas só entregam resultado quando fazem parte de um plano nutricional bem estruturado, com pastagens manejadas de forma estratégica e decisões baseadas em dados.</p>
<p data-start="560" data-end="857">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende como planejar a suplementação, manejar as forrageiras com eficiência e construir um sistema produtivo mais lucrativo. Tudo com aulas online, linguagem prática e professores que vivem a realidade do campo.</p>
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		<title>Misturadores de ração: veja os principais tipos e garanta qualidade na mistura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 16:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[misturadores]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado. E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desempenho aquém do esperado e aumento na incidência de desordens metabólicas, mesmo em dietas bem formuladas, são alguns dos problemas observados quando os animais conseguem selecionar e ingerir apenas alguns alimentos específicos da dieta, deixando outros de lado.</p>
<p>E isso ocorre quando sua mistura não é realizada corretamente, o que pode ser evitado pelo uso dos <strong>misturadores de ração</strong>.</p>
<p>Existem diversos modelos e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade.</p>
<p>Neste texto, você irá entender os <strong>benefícios e gargalos de cada um deles</strong>, bem como o passo a passo para garantir a qualidade da sua mistura, obtendo eficiência máxima no processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>A evolução nas dietas do gado de corte: tendências e transformações</h2>
<p>Ao longo das últimas décadas, o perfil das dietas utilizadas na produção de gado de corte no país alterou de maneira significativa. Essa alteração foi observada tanto em dietas de confinamento, quanto no perfil dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">suplementos utilizados para animais a pasto</a></strong>.</p>
<p>O desafio em busca do aumento da produtividade impulsiona técnicos e pecuaristas na utilização de dietas mais energéticas e “adensadas”. Dietas nesses padrões requerem, impreterivelmente, a utilização de maiores proporções de grãos, com diferentes tipos de processamento, e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">alimentos concentrados</a></strong>.</p>
<p>A inclusão de grãos na dieta de bovinos de corte no Brasil pode variar conforme o sistema de produção adotado e o objetivo da terminação dos animais. Em sistemas de confinamento ou semi-confinamento, a inclusão de grãos pode alcançar de <strong>60% a 80% da matéria seca</strong> total da dieta.</p>
<p>Em sistemas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">Terminação Intensiva a Pasto (TIP)</a></strong>, o uso de grãos na suplementação pode variar entre 20% e 40%, dependendo da qualidade do pasto disponível e da estratégia nutricional adotada.</p>
<p>Esses percentuais são ajustados de acordo com os custos dos insumos e as metas de ganho de peso desejadas, considerando também fatores como a época do ano e a disponibilidade de forragens.</p>
<p>Essa realidade implica em uma série de consequências, além dos esperados ganhos em desempenho, <strong>desafiar ruminantes a dietas ricas em energia acarreta desafios significativos</strong>, a utilização de aditivos, a necessidade de adaptação dos animais, os cuidados com a homogeneidade da dieta, dentre outros fatores que são fundamentais na mitigação dos riscos observados nessas dietas.</p>
<p>Por consequência dos processos evolutivos, bovinos são ruminantes com baixa capacidade de seleção dos alimentos, principalmente quando comparados a pequenos ruminantes como caprinos e ovinos.</p>
<p>Porém, na oferta de uma dieta com grande segregação de alimentos, é possível se observar a seleção e a predileção de certos alimentos por parte dos bovinos, possibilitando que animais, principalmente confinados, consumam maiores ou menores quantidades de grãos e alimentos concentrados do que o determinado no momento da formulação da dieta.</p>
<p>Esse fator transforma o risco de desordens metabólicas, como acidose e timpanismo, ainda mais evidente no caso de seleção por alimentos mais energéticos ou resulta em desempenho aquém do esperado quando os volumosos são selecionados pelo indivíduo.</p>
<p>Por isso é tão importante que se garanta durante o fornecimento de uma dieta total, <strong>uma perfeita mistura dos alimentos nas suas devidas proporções</strong>, onde os animais não consigam selecionar os alimentos, ingerindo partes precisas da dieta formulada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-misturadores-qualidade-mistura?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-misturadores&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39637 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png" alt="E-book Misturadores de ração" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-misturadores-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como garantir a qualidade da mistura?</h2>
<p>A homogeneidade da mistura é um fator importante também quando lembramos dos minerais e aditivos que são incluídos na dieta em menores proporções, sendo que <strong>qualquer falha na mistura pode resultar ingestão desbalanceada desses micronutrientes e, consequentemente, menor desempenho</strong>.</p>
<p>Uma sugestão prática é sempre checar se a dieta batida na fazenda está mais próxima possível da dieta formulada pelo nutricionista. Portanto, a precisão no carregamento é fundamental.</p>
<p>A experiência do operador conta muito para o resultado desse processo. Recomenda-se que a variação da dieta a campo e formulada não ultrapasse 10%, sendo que abaixo de 5% é que consideramos ideal.</p>
<h2>Quais são os tipos de misturadores de ração?</h2>
<p>A principal forma utilizada para se misturar uma dieta é pela utilização de<strong> misturadores</strong>. Existem diversos modelos de misturadores de ração e tipos de sistemas de mistura no mercado, cada um com sua especificidade, qualidade e deficiência:</p>
<ul>
<li><strong>Misturadores com roscas horizontais ou verticais;</strong></li>
<li><strong>Misturador com rotor;</strong></li>
<li><strong>Misturador por tombamento.</strong></li>
</ul>
<p>Podem ser estacionários, tracionados ou acoplados no chassi de caminhão.</p>
<p>Entender os benefícios e os gargalos de cada um desses tipos é fundamental para que a operação flua da melhor e mais eficiente forma possível. Portanto, assertividade na escolha do tipo de sistema de mistura para a realidade da fazenda é o ponto de partida para garantir a qualidade da mistura.</p>
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<h3>Misturador com rosca vertical (helicoide)</h3>
<p>Sua principal característica é sua <strong>capacidade de misturar volumosos</strong> com partículas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">fibras</a></strong> maiores, como por exemplo, o feno, em suma a robustez dos equipamentos desse tipo também se destacam.</p>
<p>Entretanto, para garantir uma mistura homogênea em vagões com rosca vertical, no geral, necessita-se de um maior tempo de mistura, cerca de <strong>8 a 10 minutos</strong>, o que proporciona maiores gastos com combustível e desgaste dos tratores ou consumo de energia.</p>
<p>Nesse tipo de misturador deve-se estar atento à presença de facas para repicagem. Estas facas reduzem o tamanho da partícula, portanto não é indicado para dietas de confinamento. Sua indicação é para fenos, recém secos e demais componentes secos que possuem fibras longas.</p>
<p>Há no mercado a opção com duas roscas verticais. Caso você opte por adicionar algum outro ingrediente que não seja volumoso e seja mais denso, atente-se para que ele seja adicionado ao misturador por último para melhor a homogeneidade da mistura.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11259" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp" alt="Misturador com rosca vertical" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-370x278.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-270x203.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Parte interna do misturador com rosca vertical. Fonte: Dra. Andrea Mobiglia.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11260" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp" alt="Misturador helicoidal vertical" width="650" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-300x190.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-370x235.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-4-270x171.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Mecanismos helicoidal vertical e facas de repicagem. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<h3>Misturador com rosca horizontal</h3>
<p>Em contraste com o misturador vertical, o misturador horizontal tem como <strong>característica melhores condições de misturar volumosos com partículas de fibra menores</strong>, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/" target="_blank" rel="noopener">silagem de milho</a></strong> ou capim. Sua maior eficiência na mistura permite que esses misturadores proporcionem misturas homogêneas com menores tempos de mistura.</p>
<p>Nesse modelo é possível adicionar ingredientes de menor inclusão, garantindo sua distribuição uniforme. Portanto, o misturador horizontal é indicado em dietas com inclusão de grãos, farelos e subprodutos, podendo ser encontrado no mercado sistemas com 3 ou 4 roscas.</p>
<p><strong>O tempo de mistura vai variar de 2 a 6 minutos</strong>, dependendo da capacidade do misturador e o tipo de dieta. Recomenda-se que o carregamento seja feito primeiro com os alimentos concentrados e depois com os alimentos volumosos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11261 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp" alt="Misturador helicoidal horizontal" width="348" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5.webp 348w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-300x219.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-5-270x197.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 348px) 100vw, 348px" />Misturador helicoidal horizontal de 3 roscas. Fonte: site da Siltomac. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp" alt="Misturador horizontal com 4 roscas" width="316" height="222" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6.webp 316w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-300x211.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-6-270x190.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 316px) 100vw, 316px" />Demonstração de movimento das roscas em misturador horizontal de 4 roscas. Fonte: site da Kuhn do Brasil.</span></p>
<h3>Misturador por tombamento</h3>
<p>Esse misturador é <strong>indicado para ração de mistura total</strong>, podendo conter silagem, subproduto, grãos e núcleo. Seu mecanismo de mistura é feito por correntes e travessas, que evitam a deposição de ingrediente com maior densidade no fundo do equipamento.</p>
<p>Recomenda-se acrescentar o volumoso antes do concentrado nesse tipo de sistema, ou até mesmo carregar em “sanduíche”, caso haja 2 fontes de volumosos, por exemplo, bagaço de cana e silagem.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp" alt="Misturador por tombamento" width="650" height="461" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7.webp 698w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-300x213.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-370x262.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-7-270x191.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" />Correntes e travessa de misturador com rotor tombamento. Fonte: site da Siltomac.</span></p>
<h3>Misturador com rotor central e rosca</h3>
<p>Esse modelo de misturador vem ganhando grande destaque dentre os diversos tipos de vagões, pois <strong>garante uma excelente qualidade de mistura com tempo reduzido de funcionamento</strong> mesmo quando comparado aos misturadores de rosca horizontal, além disso, permite-se incluir diferentes tamanhos de partículas de volumosos.</p>
<p>Esses misturadores contém a combinação de duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. O mecanismo combinado desse último modelo citado permite melhor qualidade de mistura em rações com maior quantidade de concentrado e menor tempo de mistura.</p>
<p>Outra característica interessante é que esse tipo de mecanismo minimiza quebra de ingredientes peletizados ou floculados. O tempo de mistura deve ser a combinação da velocidade do rotor e tipo de dieta.</p>
<p>Uma recomendação prática de mistura é, em média, de 10-15 giros, com a velocidade de rotação (RPM) recomendado pelo fabricante, o que equivale aproximadamente <strong>3 a 6 minutos</strong>. Esse tempo deve ser checado para cada equipamento de acordo com o teste de qualidade de mistura da ração, que não deve variar de 5-10% comparado com a ração formulada.</p>
<p>A recomendação é que os ingredientes concentrados (grãos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">coprodutos</a></strong>, farelo e núcleo) sejam carregados antes do volumoso, sendo do mais denso para o menos denso.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11264 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp" alt="Misturador com rotor central" width="260" height="347" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8.webp 260w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/01/misturadores-8-225x300.webp 225w" sizes="auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px" />Misturador com duas roscas sem fim e rotor central contendo pás. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal da Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h3>Misturadores e caixas estacionárias</h3>
<p>Independente de qual desses tipos de vagões &#8211; eles podem ser estáticos ou não &#8211; <strong>operações de maior porte que necessitam misturar grandes quantidades de ração</strong>, podem utilizar um misturador estacionário assessorados por um vagão apenas distribuidor ou caixas estacionárias de pré-carregamento assessorado por um misturador para reduzir o tempo do ciclo de alimentação.</p>
<p>Em confinamento acima de 15 mil cabeças, esse tipo de sistema otimiza a quantidade de equipamento distribuidor, combustível e funcionários. Vale a pena colocar essa conta na ponta do lápis.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10956 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg" alt="Caixa estacionária" width="252" height="336" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9.jpg 252w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-9-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 252px) 100vw, 252px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Caixa estática pré-mistura. Fonte: Arquivo pessoal da Dra.Andrea Mobiglia. </span></p>
<p>Uma análise interessante foi feita em 15 confinamentos comparando os dois sistemas: carregamento direto no misturador acoplado a um caminhão (método tradicional) e o uso de caixas estacionárias para pré-carregamento antes de serem tombadas no caminhão misturador.</p>
<p>Essa análise mostrou que a variação de carregamento em peso absoluto foi menor com o uso de caixas estacionárias.</p>
<p>Essa diferença, possivelmente, pode ser explicada pela otimização da mão de obra e do tempo no carregamento e descarregamento, que possibilita os funcionários serem mais precisos na quantidade de ingrediente na hora do carregamento, sem ter outro funcionário aguardando ou ele mesmo fazendo as duas operações.</p>
<p>A precisão no carregamento além de acarretar melhor qualidade da batida, minimiza desperdícios de ingredientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10957" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg" alt="Caixa estacionária e carregamento direto" width="650" height="405" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-370x231.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-10-270x168.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Variação absoluta de carregamento, em quilograma, entre o uso de caixa estacionária e carregamento direto no misturador acoplado ao caminhão. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Dados não publicados do arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da Pecuária de Corte do Rehagro.</span></p>
<h2>Importância da escolha adequada do misturador de ração</h2>
<p>Escolher o misturador que melhor se adeque à realidade e características específicas de cada operação é fundamental, <strong>evitando desperdícios e ineficiência</strong>. Além disso, outros fatores devem ser levados em consideração para se garantir uma mistura de qualidade e uma dieta homogênea.</p>
<p>Todos os equipamentos possuem a versão com balança, o que se torna a opção mais interessante para monitorar a operação, carregamento e descarregamento controlado e o consumo dos animais.</p>
<p>Falhas na pesagem do ingrediente e maiores fornecimentos de determinado ingrediente da ração por si só já são causas para dietas desbalanceadas, por isso sempre estar atento no momento do carregamento e sempre conferir e aferir a precisão da balança, que pode ser feito 1 a 2 vezes no ano.</p>
<p>Além disso, a distribuição programada, com balança no equipamento distribuidor, torna-se essencial para o controle do consumo dos animais, principalmente quando o tema é <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">confinamento</a></strong>.</p>
<h3>Capacidade do equipamento</h3>
<p>A sobrecarga dos equipamentos destinados a misturas da dieta, pode e vai interferir na qualidade da mistura, respeitar as especificações do fabricante de cada vagão é uma premissa importante, pois a sobrecarga impede que as partículas dos alimentos se misturem. Volumosos ocupam mais espaço, portanto, fique atento à capacidade cúbica, ao invés de checar apenas a capacidade em peso.</p>
<p>Entre dois tratos e, consequentemente, duas cargas do vagão, pode sobrar ração dentro do equipamento. Essa sobra, normalmente, pode interferir no momento do fornecimento do trato seguinte e alteração da composição da dieta do próximo trato.</p>
<p>Nesse caso, devemos cuidar para que essa sobra não seja acrescentada em dietas de adaptação, por exemplo, o que resultaria uma dieta mais energética, possivelmente, resultando em distúrbios metabólicos nos animais não adaptados.</p>
<h2>Manutenção do misturador e componentes</h2>
<p>Defeitos mecânicos e ausência ou ineficiência de algum componente do vagão também podem ocorrer e prejudicar o trabalho. Por exemplo, o desgaste das facas do vagão, por exemplo, irá comprometer a eficiência da mistura, no caso de fardos de fenos em misturadores verticais.</p>
<p>Por outro lado, se essas facas forem utilizadas em dietas de terminação contendo volumoso, poderá reduzir o tamanho de fibra além do exigido para manter a saúde ruminal, resultando em problemas metabólicos.</p>
<p>O atraso de tratos devido problemas mecânicos, consumo maior de combustível, ineficiência de mistura por desgaste de componentes, entre outros podem ser evitados através de manutenção periódica aos equipamentos e seus componentes.</p>
<p>Esteja sempre em dia com a manutenção do equipamento, e atento às exigências e recomendações dos fabricantes.</p>
<h2>Tempo de mistura</h2>
<p>O tempo em que os alimentos permanecem no vagão para misturar <strong>é crucial para o estado final da dieta</strong>. O tempo de mistura ideal varia de acordo com o equipamento utilizado, capacidade, marca do misturador e principalmente de acordo com o tipo de ingredientes utilizados, <strong>variando entre 3 e até 15 minutos</strong>.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, o tempo excedido de mistura da ração segrega as partículas “desmisturando” a dieta em vez de misturar, por isso devemos manter o tempo ideal.</p>
<p>Um teste fácil de realizar a campo é fixar um tempo de mistura, de acordo com a recomendação do tipo de misturador, e coletar amostras para enviar para laboratório como descreveremos mais adiante. Preconizamos que essa variação não deve ser maior que 10% entre amostras, sendo menor que 5% considerado com variação ideal. Lembre-se também de compará-la com a dieta formulada!</p>
<h3>Dica rápida para ajuste de tempo de mistura</h3>
<p>Para ajustar o tempo de mistura e ordem de carregamento, faça a amostragem da dieta como descrito no item “6 passos para mensurar a qualidade da mistura”, mas antes de enviar para laboratório, passe uma amostra na peneira <i><span style="font-weight: 400;">Penn State</span></i><span style="font-weight: 400;"> e cheque se a distribuição de fibras está uniforme para o início, meio e fim do descarregamento.</span></p>
<p>Fixado o tempo ideal, amostre seguindo os passos recomendados e envie o laboratório de sua confiança para uma análise mais precisa. Lembre-se que o uso da distribuição de fibra é apenas um norteamento para o ajuste, mas as chances de erros são bem maiores do que as análises químicas. Uma dieta desbalanceada pode representar resultados aquém do esperado.</p>
<h2>6 passos para mensurar a qualidade da mistura</h2>
<p>A amostra que será enviada para laboratório deve representar a batida, e a forma como fazemos isso impacta diretamente nos resultados. O passo a passo abaixo pode ser conduzido de forma simples e bastante eficiente.</p>
<ol>
<li>Após a batida, selecione 3 cochos para serem amostrados, sendo o primeiro cocho, um cocho intermediário, e o último cocho do descarregamento.</li>
<li>Assim, que a ração for distribuída, caminhe na frente do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong> coletando amostras, utilizando um equipamento em forma de concha ou a própria mão fazendo formato de concha. Faça a coleta antes dos animais terem acesso à comida para evitar seleção e contaminação pela saliva do animal.</li>
<li>Colete 1 amostra (mão cheia) a cada 5-10 metros, dependendo do tamanho do cocho, e coloque-as em um balde limpo. Alterne coletas no fundo, no meio e no topo da pilha de alimento, evitando pegar ração que tenha sobrado do dia anterior. Garanta de 5 a 10 amostras por cocho.</li>
<li>Após terminar a coleta no primeiro cocho, misture bem o conteúdo do balde, vire o balde em uma superfície limpa e reparta a amostra em 4 partes. Selecione 1 parte e repita a repartição. Faça esse procedimento até obter uma amostra de 200-500 gramas.</li>
<li>Coloque a amostra em um saco e lacre, identificando a amostra com o tipo de ração, batida e data da coleta. Envie para laboratório em até 24 horas para análise de algum componente da dieta de baixa inclusão, como por exemplo, zinco, ionóforo, cálcio. Pode-se analisar o teor de proteína, mas nesse caso a precisão será menor.</li>
<li>Faça o mesmo procedimento com os outros dois cochos. Quando você receber os resultados, compare o percentual de variação entre as 3 amostras da mesma batida.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10958 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/misturadores-11.jpg" alt="Coleta de amostra de alimento" width="227" height="208" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Demonstração da posição da mão durante a coleta de amostra para evitar perder partículas de alimento, obtendo amostras mais representativas. Fonte: Arquivo pessoal de Dra. Andrea Mobiglia. </span></p>
<h2>Dicas rápidas para evitar erros</h2>
<p>Seguindo as etapas citadas, é possível atingir a máxima eficiência do nosso sistema em proporcionar uma dieta homogênea, mais próxima possível da formulada e por consequência, desempenho animal esperado.</p>
<p>Deixamos aqui algumas dicas rápidas para evitar erros e desperdícios:</p>
<ul>
<li>Lembre-se que ração com maior quantidade de volumoso exige maior capacidade do vagão;</li>
<li>Selecionar o misturador ideal depende de vários fatores, avalie os prós e contras e acordo com sua necessidade e condições de investimento;</li>
<li>O número de cabeças alimentadas e o operacional de cada fazenda irá determinar o tamanho do misturador e o número de carregamentos;</li>
<li>Faça um teste para cada tipo de ração para determinar o tempo de mistura ideal. Rações com maior quantidade de volumosos tendem a requerer mais tempo de mistura;</li>
<li>Treine seus colaboradores para melhor eficiência da operação, uso adequado dos equipamentos e, principalmente, para padrões de segurança.</li>
</ul>
<p>A qualidade da mistura é um entre muitos pontos de atenção necessários para alcançarmos alta eficiência na nutrição, que pode representar mais de 70% dos custos de produção na pecuária de corte.</p>
<p>Para o pecuarista que deseja <strong>aumentar sua margem de lucro</strong>, mas não sabe por onde começar, planejar melhor a estratégia nutricional do rebanho pode ser um ótimo caminho.</p>
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<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16050 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg" alt="Andrea Mobiglia" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/andrea-mobiglia.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/misturadores-e-qualidade-de-mistura-para-racoes-bovinas/">Misturadores de ração: veja os principais tipos e garanta qualidade na mistura</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>7 fatores que interferem no consumo de alimentos de vacas leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 16:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ponto de partida de todo o manejo alimentar deve ser: estimular o consumo de alimentos. E como podemos fazer isso? Confira quais são os fatores que interferem no consumo de alimentos. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! 1. Espaço de cocho Esse é um ponto extremamente importante, principalmente quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ponto de partida de todo o manejo alimentar deve ser: estimular o consumo de alimentos. E como podemos fazer isso?</p>
<p>Confira quais são os <strong>fatores que interferem no consumo de alimentos</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>1. Espaço de cocho</h2>
<p>Esse é um ponto extremamente importante, principalmente quando falamos das fases do período de transição, tanto do pré quanto do pós-parto, quando as vacas estão com edema de úbere, às vezes inchadas, doloridas.</p>
<p>Então, temos que garantir para essas vacas um <strong>espaço de cocho adequado</strong>, para haver a menor queda possível no consumo de alimentos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>2. Frequência, horário do trato e aproximação de comida</h2>
<p>O ideal é <strong>fornecer alimento pelo menos 3 vezes ao dia</strong>. Algumas fazendas tratam os animais até mesmo 4 vezes ao dia.</p>
<p>Empurrando a comida para estimular essa vaca, não deixando que a comida fique longe do cocho, principalmente na pista de alimentação. Às vezes a vaca vai mexendo na comida e ela vai ficando distante dela e assim, perde a capacidade efetiva de buscar comida. O ideal é fazer a aproximação de 6 a 8 vezes ao dia.</p>
<h2>3. Manejo no período de transição</h2>
<p>Esse é um ponto de fundamental importância. Saiba mais sobre o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">manejo no período de transição</a></strong> com o especialista na área, Prof. Bolivar Faria, com o vídeo a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O QUE É O PERÍODO DE TRANSIÇÃO EM VACAS LEITEIRAS? | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/zkyLG6R7d3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>4. Adaptação social</h2>
<p>É um ponto extremamente importante. Bovinos são animais de <strong>hábitos gregários</strong>, ou seja, sempre andam juntos, em grupos.</p>
<p>Como todo tipo de animal que possui esse comportamento, tem sempre a vaca que é a dominante do grupo e as que são subordinadas. Então, toda vez que existe uma mudança no lote, uma entrada e saída de animais, isso causa um transtorno social naquele grupo até que se restabeleça a nova hierarquia.</p>
<p>Quanto menos mexemos nessa hierarquia, haverão menos brigas, menos disputas e maior vai ser a estabilidade social e, consequentemente, melhor o consumo.</p>
<h2>5. Qualidade da forragem</h2>
<p><strong>Qualidade de forragem</strong> é fundamental em vaca de leite. Quando falamos de forragem, um dos pontos que não podemos esquecer é que uma boa forragem para uma vaca de leite vai ter baixo teor de fibras, porque isso vai possibilitar que haja uma alta ingestão de matéria seca oriunda de forragem.</p>
<p>Lembrando que um dos limitadores de consumo nos ruminantes é o enchimento do rúmen. Quando ocorre o enchimento ruminal, uma parte do alimento que causa essa distensão está relacionada à quantidade de fibra e à qualidade dessa fibra.</p>
<p>Então, se tenho um alimento com menor teor de fibra que tenha uma fibra de boa qualidade, menos tempo ela vai ficar no rúmen da vaca e, consequentemente, mais ela consegue ingerir.</p>
<h2>6. Condição corporal ao parto</h2>
<p>É um ponto extremamente importante no manejo alimentar. A vaca precisa estar em boa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">condição corporal</a></strong> no momento do <strong>parto</strong>.</p>
<h2>7. Conforto</h2>
<p>É muito importante o conforto de modo geral: térmico, de cama, espaçamento de cochos.</p>
<h2>Leve sua gestão para o próximo nível na produção de leite</h2>
<p>Saber identificar e corrigir os fatores que afetam o consumo de alimentos é apenas o começo.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você vai aprender a analisar dados, tomar decisões estratégicas e implementar ações que aumentam a produtividade e o lucro da fazenda, sem desperdícios.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>E-book Criação de bezerras leiteiras: primeiros cuidados e principais doenças</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 19:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[colostragem]]></category>
		<category><![CDATA[criação de bezerras]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=9309</guid>

					<description><![CDATA[<p>A criação de bezerros leiteiros é um processo importante para garantir a produção de leite de alta qualidade. Os bezerros devem receber cuidados adequados desde o nascimento até o desmame, para que possam se desenvolver saudáveis e fortes. Para atingir esse sucesso na criação de bezerras leiteiras, é preciso conduzir corretamente o manejo sanitário logo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de bezerros leiteiros é um processo importante para garantir a produção de leite de alta qualidade. Os bezerros devem receber cuidados adequados desde o nascimento até o desmame, para que possam se desenvolver saudáveis e fortes.</p>
<p>Para atingir esse sucesso na criação de bezerras leiteiras, é preciso conduzir corretamente o <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>manejo sanitário</strong></a> logo nos primeiros dias de vida.</p>
<p>Após o nascimento, ações como a <a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>colostragem</strong></a> e a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cura de umbigo</strong></a>, são imprescindíveis para garantir a saúde dos animais. Caso estas ações não sejam realizadas, as taxas de morbidade e mortalidade aumentam consideravelmente, trazendo prejuízos à propriedade.</p>
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<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Manejo nutricional de bovinos de corte: veja 5 dicas básicas para ter sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 18:42:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, existe um tripé que sustenta e confere dinamismo quando se fala em produção de bovinos, que consiste em genética, sanidade e manejo nutricional. A associação da eficiência desse tripé somada à uma gestão eficiente dos recursos financeiros e das pessoas envolvidas no processo proporciona grande capacidade de obtenção de uma margem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte, existe um tripé que sustenta e confere dinamismo quando se fala em <strong>produção de bovinos</strong>, que consiste em genética, sanidade e manejo nutricional.</p>
<p>A associação da eficiência desse tripé somada à uma gestão eficiente dos recursos financeiros e das pessoas envolvidas no processo proporciona grande capacidade de obtenção de uma margem de lucratividade satisfatória.</p>
<p>Para se obter boa eficiência produtiva é importante que o manejo nutricional de bovinos de corte seja fundamentado em conhecimentos técnicos e aprofundados, revertidos em <strong>práticas eficientes de manejo nutricional</strong>. Isso permite que sejam adotadas estratégias para melhorar a eficiência alimentar dos animais e também a eficiência econômica do sistema.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Os desafios e variações do manejo nutricional na pecuária de corte brasileira</h2>
<p>Alimentação combinada com manejo nutricional de gado de corte pode ser considerado um <strong>assunto complexo</strong>, pois são diferentes variáveis que podem influenciar no sucesso deste manejo. Pensando em pecuária de corte brasileira, o dinamismo na atividade é ainda maior.</p>
<p>As diferenças nos sistemas de produção variam de região para região, e mesmo de forma regional podem variar muito em função de quantidade de raças de animais utilizadas, condições climáticas e ambientais que mudam ao longo do território nacional, variedade da composição nutricional da dieta utilizada para os animais nos diferentes sistemas, diversidade de forrageiras disponíveis, entre outras variações observadas.</p>
<p>Os níveis de intensificação de cada sistema, também interferem muito nesse dinamismo. O país apresenta uma diversidade muito grande em tipo e níveis de intensificação dos sistemas, onde é possível observar desde sistemas altamente extensivos, de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/">criações a pasto</a></strong>, como sistemas de ciclo completo com 100% dos animais confinados, recebendo a dieta no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cocho</a></strong>.</p>
<p>Embora todas estas variações citadas, existem alguns princípios que devem ser levados em consideração para se fazer um bom manejo nutricional de bovinos de corte, independente das variáveis como raça, condições climáticas e espécies forrageiras disponíveis.</p>
<p>Aqui, vamos explorar <strong>5 pilares importantes para obter</strong> <strong>sucesso no manejo nutricional</strong> dos bovinos de corte.</p>
<h2>1. Definição do objetivo do sistema de acordo com a categoria animal</h2>
<p>O manejo nutricional adotado no sistema deve estar <strong>alinhado com os objetivos almejados para cada categoria</strong>.</p>
<p>Os requerimentos nutricionais dos animais quanto aos nutrientes como proteína, energia, minerais e vitaminas variam conforme a categoria animal e também quanto a meta de desempenho produtivo.</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-de-bezerros/">bezerros</a></strong>, por exemplo, estão em uma fase em que o tipo de ganho é predominantemente o desenvolvimento dos tecidos musculares e ósseos, necessitando de uma dieta com níveis de proteína e minerais superiores às dietas dos animais mais erados, que, por sua vez, precisam de uma dieta mais energética, pois estão em uma fase em que o crescimento do esqueleto e o desenvolvimento dos músculos já estão mais estabilizados, e o aumento da deposição de tecido adiposo (gordura) torna-se mais acentuado.</p>
<p>Isso implica em planejar uma alimentação com os níveis adequados de nutrientes para garantir a efetividade do bom desempenho dos animais, sem, contudo, perder eficiência econômica — seja pela falta de fornecimento de nutrientes, o que impossibilita o ganho de peso desejado, ou pelo excesso de nutrientes na alimentação, provocando aumento no custo de produção e desperdício de dinheiro.</p>
<p>Além dos objetivos traçados por exigências específicas de cada categoria, estabelecer o objetivo de ganho da categoria também é fundamental, desmamar bezerros com 240 kg, por exemplo, ou obter ganhos de 1,2 Kg por dia na engorda, são objetivos importantes de serem traçados em cada categoria.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>2. Planejamento da nutrição dos bovinos com estimativas da necessidade e disponibilidade</h2>
<p>Quando se fala em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bovinos mantidos a pasto</a></strong>, a qualidade e a quantidade da forragem estão entre os principais fatores que influenciam a produtividade animal.</p>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">plantas forrageiras</a></strong> são responsáveis por fornecerem energia, proteína, minerais e vitaminas aos animais em pastejo com um baixo custo alimentar.</p>
<p>Contudo, estas estão sujeitas à estacionalidade de produção, apresentando boa qualidade e produtividade durante o período das chuvas, mas com perdas quantitativas e qualitativas durante os períodos secos do ano, como ilustrado na imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10968 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3.jpeg" alt="Produção forrageira ao longo do ano" width="370" height="370" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3-300x300.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3-150x150.jpeg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-3-270x270.jpeg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">A imagem representa a sazonalidade de produção forrageira em algumas regiões do Brasil, acompanhando as estações de seca e chuva.</span></p>
<p>Quando os bovinos não têm disponibilidade de pastagens com níveis mínimos de fibra e nutrientes, o desempenho produtivo destes animais é comprometido.</p>
<p>Neste cenário, a probabilidade de que ao final do ciclo produtivo os animais não tenham apresentado o desempenho satisfatório é alta, o que provoca impacto negativo sobre a rentabilidade do sistema.</p>
<p>Para que isso não aconteça, é fundamental o <strong>planejamento nutricional antes do início do ciclo produtivo</strong>, para garantir que os níveis mínimos de nutrientes alimentares sejam oferecidos aos animais para atender suas exigências e o animal continue ganhando peso durante o período estabelecido.</p>
<p>Dessa forma, permite-se que os animais possam apresentar o desempenho satisfatório para que os objetivos produtivos e econômicos do sistema sejam alcançados.</p>
<p>Em um bom manejo nutricional, busca-se em geral maximizar a produção biológica e/ou econômica para determinado cenário socioeconômico, minimizar custos produtivos e garantir a sustentabilidade do sistema.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10969 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4.jpg" alt="Manejo nutricional de gado de corte" width="740" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4-300x146.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4-370x180.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-4-270x131.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: acervo pessoal de Paulo Eugênio, coordenador de consultoria do Rehagro. </span></p>
<p>Durante o período de maior disponibilidade de forragem, podemos utilizar de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação</a></strong> também, diferente do período seco, onde além de corrigir as deficiências nutricionais das pastagens, aumentamos o consumo do capim mais seco.</p>
<p>Durante as águas, o pensamento é em maximizar os ganhos, ganhar ainda mais desempenho no período onde as pastagens são favoráveis, a conta não é simples, e não devemos simplesmente suplementar para ganhar mais, a estratégia deve compor um planejamento global e ser rentável economicamente.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></span></p>
<h2>3. Suplementação alimentar para bovinos de corte</h2>
<p>Em função da estacionalidade produtiva das pastagens, estratégias alimentares que ajudem a sanar este problema devem ser adotadas, entre elas está a <strong>suplementação.</strong></p>
<p>Bons resultados produtivos podem ser obtidos com a utilização da suplementação quando ela é realizada com um bom planejamento e apresenta coerência com a categoria animal e com o ganho desejado. É preciso estar atento, pois este cenário pode mudar em função de alguns fatores, como:</p>
<ul>
<li>Disponibilidade e qualidade de forragem;</li>
<li>Categoria animal;</li>
<li>Mercado (para compra de insumos, animais e valor pago pela arroba vendida do animal);</li>
<li>Custo dessa suplementação.</li>
</ul>
<p>Critérios que devem ser observados para suplementar:</p>
<ul>
<li>Objetivo produtivo;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/racas-de-gado-de-corte/">Raça</a></strong> e categoria animal;</li>
<li>Disponibilidade e qualidade de pastagens;</li>
<li>Quantidade e valor nutricional do suplemento;</li>
<li>Tempo de suplementação;</li>
<li>Preço pago pela arroba;</li>
<li>Custo x benefício do suplemento. Além de recursos físicos, como cochos e disponibilidade de mão de obra capacitada;</li>
<li>Logística da propriedade;</li>
<li>Infraestrutura, cocho, galpão, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/">fábrica</a></strong>, etc.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10970 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5.jpg" alt="Manejo nutricional de gado de corte" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-5-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: acervo pessoal de Cristiano Rossoni, <span style="font-weight: 400;">consultor e coordenador de cursos do Rehagro</span>.</span></p>
<p>É importante ressaltar que independente do tipo e nível de suplementação adotado, o objetivo desta estratégia deve ser sempre garantir a utilização eficaz da forragem e seus nutrientes pelos animais, potencializando o desempenho individual e aumentando a produção por hectare.</p>
<p>Ao se analisar o fator custo alimentar, os nutrientes obtidos através das forrageiras é consideravelmente inferior ao da suplementação, o que ressalta a importância da boa eficiência do pastejo.</p>
<p>Utilize estratégias de suplementação, também, para garantir sucesso em estratégias pontuais, como preparar novilhas para a estação de monta, desmamar bezerros, dentre outros.</p>
<h2>4. Manejo nutricional e análise econômica</h2>
<p>Outro fator importante para se estabelecer o <strong>manejo nutricional</strong> dos animais, é a realização de uma análise sobre a viabilidade econômica.</p>
<p>Não adianta fornecer alimentação diferenciada aos animais, garantindo bom desempenho, se ela não apresentar custo benefício favorável ao sistema. Em outras palavras, a produtividade animal tem que pagar o investimento realizado com a suplementação.</p>
<p>Por exemplo, em um <strong>sistema de cria</strong> onde a disponibilidade de forragens não atende aos requerimentos nutricionais das vacas em determinado período do ano, elas precisarão ser suplementadas.</p>
<p>Antes de qualquer decisão, deve-se realizar a análise da viabilidade econômica e o custo benefício da adoção desta estratégia. Isso pode ser realizado de diferentes maneiras, dentre elas, uma análise onde são levados em conta parâmetros como custo do suplemento, o tempo de suplementação e as taxas de desmame conseguidas (kg de bezerro desmamado/vaca/ano).</p>
<p>Somente através dessa análise e planejamento será possível garantir que o sistema apresente índices produtivos adequados com rentabilidade satisfatória.</p>
<p>Ressalva importante é que não devemos levar em conta somente os custos diretos com o suplemento, seja ele concentrado ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/alimentos-volumosos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">volumoso</a></strong>, os cálculos devem ser amplos levando em consideração, toda a logística e a operação envolvida no programa nutricional.</p>
<h2>5. Monitoramento do manejo nutricional</h2>
<p>Sabe-se que produzir, entender, monitorar e controlar dados em uma empresa é fundamental para o sucesso do negócio.</p>
<p>Na bovinocultura de corte isso não é diferente, principalmente quando se observa as <strong>margens de lucro</strong>, cada vez mais reduzidas na atividade.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10971" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6.jpg" alt="Gado comendo no cocho" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/manejo-nutricional-6-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: acervo pessoal de Paulo Eugênio, coordenador de consultoria do Rehagro.</span></p>
<p>Sendo assim, após um bom <strong>planejamento nutricional</strong> com a realização de estudos e análises que demonstram a viabilidade da estratégia, é fundamental o monitoramento da mesma ao longo de sua execução.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso permitirá que durante a execução desse manejo, caso aconteça algum desvio como, por exemplo, desempenho produtivo insatisfatório, seja possível avaliar a causa do problema e também uma intervenção que o sane e possibilita que se tenha sucesso no final do ciclo produtivo.</span></p>
<h2 data-start="129" data-end="210">Nutrição estratégica é o que transforma ração em resultado e lucro por hectare</h2>
<p data-start="271" data-end="547">Um bom manejo nutricional vai muito além de escolher o suplemento certo. Envolve planejamento, análise de resultados e decisões que impactam diretamente o desempenho do rebanho e a rentabilidade da fazenda. Quem domina esses conceitos transforma alimentação em produtividade.</p>
<p data-start="549" data-end="860">Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, você aprende sobre suplementação na cria e recria, engorda a pasto e em confinamento, alcança excelência o manejo de pastagens e muito mais.</p>
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		<title>Suplementação para bovinos de corte: importância e utilização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 15:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de bovinos no Brasil é predominantemente baseada na utilização de pasto, sendo a fonte mais econômica de nutrientes para os ruminantes nos trópicos. A estacionalidade de produção das forrageiras tropicais devido ao impacto das condições climática é uma realidade na produção de bovinos a pasto, que prejudicam a produção das pastagens no inverno. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de bovinos no Brasil é predominantemente <strong>baseada na utilização de pasto</strong>, sendo a fonte mais econômica de nutrientes para os ruminantes nos trópicos.</p>
<p>A estacionalidade de produção das forrageiras tropicais devido ao impacto das condições climática é uma realidade na <strong>produção de bovinos a pasto</strong>, que prejudicam a produção das pastagens no inverno.</p>
<p>Esses períodos, também conhecidos por época de seca, são caracterizados pela redução de incidência de luz solar, temperatura e pluviosidade, podendo um ou mais desses fatores serem mais ou menos predominantes em cada região.</p>
<p>Os fatores supracitados interferem no crescimento das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">forrageiras</a></strong>, diferenciando-o da época do verão.</p>
<p>Nos períodos de seca, há uma redução nos nutrientes das plantas, principalmente de proteínas e minerais com o avanço do processo de maturação das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">pastagens</a></strong>. Nesse cenário, um plano nutricional com a utilização de suplementos para o gado torna-se fundamental ganhos satisfatórios.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<p>Embora as pastagens das águas não sejam consideradas deficientes em proteínas, a exigência do animal pode superar esses valores, o que resulta em ganhos de peso obtidos nestas condições aquém do observado quando uma estratégia de suplementação adequada é adotada.</p>
<p>Desta forma, a curva de crescimento animal fica comprometida, aumentando a idade ao abate e/ou ao primeiro parto, dependendo da categoria animal que a fazenda trabalha.</p>
<p>Contudo, variações quantitativas e qualitativas de forragens ao longo do ano comprometem os índices produtivos, afetando na produção por animal e por área.</p>
<p>Diante disso, <strong>torna-se importante avaliar a utilização dos suplementos e concentrados</strong>, já que para um ganho de peso satisfatório temos que ajustar as deficiências das pastagens e intensificar o sistema de produção para maximizar a lucratividade da propriedade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-suplementacao-gado-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=guia-suplementacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39643 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png" alt="E-book Suplementação do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-suplementacao-gado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Importância da suplementação para bovinos de corte</h2>
<p>Quando a oferta de pastagem, quantitativa e qualitativamente, não é suficiente para suprir as exigências nutricionais e atender as necessidades para o desempenho esperado, se faz necessário a utilização de suplementos e um plano nutricional adequado para o gado ao longo do período.</p>
<p>A suplementação surge como aliada para maximizar a produção animal individual e aumentar a produção por área. Quando feita de forma correta, suprindo as exigências básicas dos animais, os resultados serão sempre positivos.</p>
<p>A qualidade da pastagem ofertada aos nossos animais, é de suma importância e terá grande influência na produção. Por isso, <strong>o manejo correto das pastagens e do pastejo</strong>, nas águas e nos períodos das secas, <strong>é uma prática que deve ser implementada na propriedade</strong>, quando visamos uma produção lucrativa.</p>
<p>Um manejo de pastagem bem feito associado ao bom planejamento nutricional, garante a expressão máxima do potencial produtivo dos animais, reduzindo inclusive custos com suplementação e em outras frentes dentro da propriedade, como nos custos operacionais.</p>
<p>Vale ressaltar que as forragens representam cerca de 70 a 95% da dieta do animal, dependendo da suplementação adotada, em um sistema de criação a pasto.</p>
<p>Portanto, a suplementação maximiza resultados e evita perdas de peso em épocas desafiadoras, porém, ela não corrige a deficiência e inadequado manejo das pastagens.</p>
<p>Em resumo, a suplementação de animais em pastejo é uma ferramenta que nos permite corrigir dietas desbalanceadas, melhorando o ganho de peso vivo, a conversão alimentar, e por consequência, diminui os ciclos produtivos da pecuária de corte.</p>
<h2>Área de cocho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O cocho é uma instalação rural viável e indispensável para a pecuária que permite a disponibilização correta dos suplementos para o gado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/">a inspeção dos cochos</a></strong> nas propriedades é uma das práticas mais negligenciadas. Antes de representar custo, o cocho é uma solução eficaz para levar nutrientes aos animais de forma simples e barata.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11517" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3.jpg" alt="Cocho para o gado" width="500" height="479" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3.jpg 533w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-300x288.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-370x355.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-270x259.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-3-313x300.jpg 313w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Técnico do Rehagro, Hugo Pereira, mensurando a dimensão dos cochos para avaliar o espaçamento de cocho. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>No manejo diário em fazendas, podemos identificar erros comuns para essas estruturas, como:</p>
<ul>
<li>Quantidade e dimensionamento inadequados;</li>
<li>Localização errada;</li>
<li>Cochos descobertos que permitem o suplemento sofrer alterações físico-químicas, desperdiçando a mistura e altera o padrão de consumo;</li>
<li>Formação de atoleiros ao redor do cocho, dificultando ou mesmo impedindo o acesso dos animais;</li>
<li>Falta de reposição adequada do suplemento.</li>
</ul>
<p>A quantidade e o tamanho dos cochos, devem estar diretamente relacionadas com o número de animais existentes no pasto, sendo que quanto maior o número de animais, maior a quantidade de metros de cochos, necessários para aquele rebanho.</p>
<p>Outros fatores a ser considerados são o tamanho dos pastos e a topografia da fazenda, que dependendo do caso (terrenos inclinados e acidentados) podem até dobrar ou triplicar a necessidade normal de cochos.</p>
<p>A necessidade de cocho é variável de acordo com a suplementação utilizada, de forma geral, quando maior e mais rápido for o consumo dos animais de determinado suplemento, maior será a exigência por espaçamento de cocho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11519" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5.jpg" alt="Cocho com acesso aos dois lados" width="500" height="425" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5.jpg 565w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-300x255.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-370x314.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-270x229.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-5-353x300.jpg 353w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Em cochos com acesso aos dois lados, os animais se posicionam intercalados e nunca cabeça com cabeça. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro. </span></p>
<h2>Importância da suplementação mineral</h2>
<p>A concentração de minerais nas plantas forrageiras é bastante variável, pois dependem do gênero, espécie e variedade; época do ano, do tipo de solo e suas condições.</p>
<p>Os minerais obtidos pelos ruminantes são em sua totalidade advindos da ingestão de alimentos, uma vez que os ruminantes não são capazes de sintetizar elementos minerais.</p>
<p>Os minerais estão envolvidos em quase todas as vias metabólicas do organismo animal e na fermentação ruminal, com funções importantes na performance reprodutiva, no crescimento, no metabolismo energético, na função imune entre outras tantas funções fisiológicas.</p>
<p>Diante disso, <strong>os requerimentos minerais não são apenas para a manutenção da vida, como também para o aumento da produtividade animal</strong>.</p>
<p>No Brasil, a deficiência mineral sofrida pelos animais ruminantes ainda é observada em fazendas, embora seja notório que este cenário venha melhorando devido a maior adoção da suplementação pelos gestores.</p>
<p>A suplementação mineral do rebanho deve ser feita de forma objetiva, considerando a sanidade, categoria, produtividade e aspectos econômicos. O consumo de suplemento mineral é de 0,025% PV, podendo ser maximizado quando adicionado milho para possibilitar a adição de aditivos alimentares, denomina-se “sal mineral aditivado”.</p>
<p>Algumas características para um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplemento mineral</a></strong> completo aceitável para bovinos, são:</p>
<ol>
<li>Incluir sais minerais de alta qualidade que contenham as melhores formas biologicamente disponíveis de cada elemento mineral, e evitar a inclusão mínima de sais minerais contendo elementos tóxicos.</li>
<li>Ser suficientemente palatável para permitir o consumo adequado em relação às exigências da categoria animal que será suplementada.</li>
<li>Ser produzido por um fabricante idôneo com controle de qualidade, e garantias quanto aos valores de etiqueta.</li>
<li>Ter um tamanho de partícula aceitável, permitindo uma mistura adequada, sem partículas muito pequenas que acabam sendo perdidas.</li>
<li>Ser formulado para uma determinada área, nível de produtividade animal, ambiente (temperatura, umidade, etc.) na qual será utilizado, e ser tão econômico quanto possível.</li>
</ol>
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<h2>Importância da suplementação proteica</h2>
<p>A suplementação proteica causa efeitos positivos associativos quando adicionada à dieta de forragem de baixa qualidade, principalmente na época seca do ano.</p>
<p>Produtos proteicos ureados, potencializam o ganho de peso de bovinos que consomem forragem de moderada a baixa qualidade por aumentar a ingestão e degradabilidade da forragem.</p>
<p>O consumo de um suplemento proteico é de 0,1% PV, o que é denominado também de suplemento de baixo consumo. Consumo de 0,3% PV é considerado suplementação proteico energética, já que requer maiores níveis de energia através da adição de insumos energéticos no suplemento.</p>
<p>Entretanto, <strong>a suplementação proteica na estação seca só é eficiente quando a forragem disponível não for limitante</strong>. Por exemplo, pastagens muito “passadas”, em que houve a formação de talos, a ingestão será limitada pela dificuldade de apreensão do alimento e tempo de pastejo do animal, o que a suplementação não conseguirá suprir o déficit na ingestão de matéria seca diário.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11518" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4.jpg" alt="Cocho com distribuição uniforme do suplemento" width="500" height="666" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4.jpg 607w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-4-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Cocho com distribuição uniforme do suplemento. Fonte: Arquivo pessoal de Cristiano Rossoni, técnico do Rehagro.</span></p>
<p>Outro ponto importante para considerar na suplementação é a relação carboidratos e proteína da dieta. Aqui quando falamos dieta, estamos nos referindo à forragem e suplemento juntos.</p>
<p>O simples aumento dos teores proteicos do material ingerido não é uma garantia de maior suprimento intestinal de proteína por unidade de matéria seca ingerida, ou maior quantidade de proteína absorvida.</p>
<p>Tal eficiência no aproveitamento da fração proteica, depende da disponibilidade de energia para os microrganismos ruminais utilizarem a amônia oriunda da proteína degradada ou da ureia no rúmen.</p>
<p>Essa sincronia aumentará a produção de proteína microbiana, e esta sim será responsável pelo suprimento de aproximadamente 70% das exigências proteicas do animal.</p>
<p>Portanto, maximizar a produção de proteína microbiano é um dos grandes objetivos da suplementação proteica.</p>
<p>Desse modo, conseguimos entender a necessidade da adição de ureia no suplemento para o fornecimento “imediato” de amônia no rúmen para o crescimento microbiano.  Sempre que os teores proteicos das gramíneas estivem abaixo do valor mínimo de 7% de PB, se torna um fator limitante para atividade dos microrganismos do rúmen.</p>
<p>Exemplos de insumos proteicos:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Farelo de soja (48 a 50% de PB e 82% de NDT);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/coprodutos-da-industria-do-algodao-para-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">Farelo de algodão</a></strong> (38 a 41% de PB e 66 a 75% de NDT);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ureia (45% de N, PB tem 16% de N, logo, o equivalente de ureia é 281% Cada kg de ureia equivale a 2,81 kg de PB;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Outros: Farelo de amendoim, cevada, glúten de milho, etc.</li>
</ul>
<p>Destes insumos supracitados, a ureia é comumente citada pelos pecuaristas como estratégia de uso nas fazendas, ligada também a possibilidade de redução de custos da dieta, pela substituição parcial de fontes proteicas vegetais.</p>
<p>Os microrganismos ruminais conseguem transformar o nitrogênio vindo da ureia em um equivalente proteico de altíssima qualidade.</p>
<p>Apesar desta característica, é importante ressaltar que, a ureia é extremamente solúvel, em contato com o ambiente ruminal, é rapidamente degradada e transformada em amônia, o excesso de nitrogênio será transportado para o fígado, onde poderá sofrer uma reciclagem e voltar como ureia por via metabólica através da saliva, onde será aproveitado pelo animal, este processo demanda muita energia, o que levará a redução da disponibilidade da mesma para o animal.</p>
<p>A alta concentração de amônia no rúmen, irá fazer com que não ocorra um sincronismo entre as fermentações de carboidratos ocorre, portanto, uma redução da captura ruminal de nitrogênio  para a síntese de proteínas microbianas devido à falta de carboidratos no rúmen, levando a um quadro de intoxicação.</p>
<p>Casos de intoxicação por ureia são relatados por vários motivos, muitas vezes essa intoxicação esta diretamente ligada com a forma de distribuição da ureia para o animal. Essas intoxicações são mais relatadas quando ocorre o acúmulo de água no cocho, diluindo a ureia na água.</p>
<p>O bovino ao “beber essa sopa” ingeri níveis muito acima da capacidade utilização no rúmen, causando quadro de intoxicação. A ingestão diária máxima de ureia é de 40 g a cada 100 kg de PV.</p>
<p>É comum utilizarmos o sal ureado na época da seca, que nada mais é que o sal mineral mais a ureia, porém, alguns cuidados devem ser levados em consideração, como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cochos cobertos e inclinados, com furos para evitar o excesso de água;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Jamais fornecer ureia misturada em água;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Deve ser introduzida de maneira gradativa (iniciando com 20g/100kg PV).</li>
</ul>
<p>No contexto descrito, o fornecimento de suplementos proteicos propicia melhorias no desempenho animal, desde que aplicados de forma correta, considerando os valores nutricionais e disponibilidade da forrageira.</p>
<h2>Importância da suplementação energética</h2>
<p>O uso de maiores quantidades de alimentos concentrados energéticos para bovinos de corte é inevitável, uma vez que o melhoramento genético dos animais é acompanhado ao aumento das exigências nutricionais, e consequentemente maior desempenho animal.</p>
<p>A suplementação energética (suplemento de alto consumo) tem consumo superior a 0,3% PV, sendo que acima de 0,7% PV consideramos como ração, já que o fornecimento de 1% PV equivale 50% da dieta.</p>
<p>O crescimento microbiano no rúmen depende da quantidade de energia proveniente da fermentação ruminal. Uma característica que são relatadas com o uso desta suplementação, é o efeito de substituição. Este ocorre quando o suplemento alimentar reduz a ingestão da forragem. Começamos observar isso na prática quando o consumo de suplemento é maior que 0,5% PV.</p>
<p>O uso correto desta suplementação a pasto, é uma estratégia interessante no período das águas e secas. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-seca-aguas/">Nas águas</a></strong>, onde o nível de proteína da forrageira está alto e o de energia mais baixo, são relatados aumento de ganho de peso médio diário de animais destinados para produção de carne. Porém, nas secas quando deseja-se ter ganhos superior a 0,4 kg/dia, esta estratégia é comumente adotada.</p>
<p>Um exemplo de estratégia são animais suplementados energeticamente na recria a pasto, podem entrar mais pesados no confinamento e podem ser abatidos mais pesados ou com o mesmo peso de animais não suplementados, porém com menor tempo de confinamento.</p>
<p>Os alimentos com alto teor de energia, 75 a 92% de NDT (%MS) e &lt; 12% de PB são:</p>
<ul>
<li>Milho;</li>
<li>Sorgo;</li>
<li>Milheto;</li>
<li>Polpa cítrica;</li>
<li>Farelo de trigo;</li>
<li>Farelo de mandioca, entre outros.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11520" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6.jpg" alt="Suplementação de gado" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6.jpg 599w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/suplementacao-gado-corte-6-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Arquivo pessoal, Cristiano Rossoni.</span></p>
<h2>Suplementação de animais a pasto é uma estratégia!</h2>
<p>A suplementação mineral com energia e/ou proteína na produção de gado de corte é estabelecida de acordo com o valor nutritivo da forragem, intimamente ligado à estratégia de manejo do pasto.</p>
<p>A suplementação afeta a taxa de lotação, que decresce linearmente com acréscimo na altura de pastejo, independente da suplementação utilizada. No entanto, a lotação deve ser sempre superior nos pastos em que os animais recebem suplemento proteico energético em relação aos suplementados com sal mineral.</p>
<p>Dessa forma, pode-se manter mais animais na mesma área, com a utilização da suplementação, em que é possível aumentar a capacidade suporte dos pastos, refletindo em maior produtividade por área.</p>
<p>É importante que o uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>suplementos venha a interagir com o pasto</strong></a> de forma a aperfeiçoar o uso da pastagem pelos animais. Além disso, deve-se sempre respeitar a capacidade de conversão alimentar e a ingestão do animal, em termos de custo/benefício e <a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar animal</strong></a>.</p>
<h2 data-start="169" data-end="231">Transforme decisões nutricionais em resultados consistentes</h2>
<p data-start="233" data-end="594">A suplementação adequada é peça-chave para potencializar o desempenho do rebanho, mas ela só gera retorno real quando está aliada a uma gestão técnica e estratégica.</p>
<p data-start="233" data-end="594">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a analisar dados, tomar decisões com base em indicadores e aplicar soluções que impactam diretamente na rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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