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	<title>plantio Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>plantio Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Sementes de qualidade: como escolher para ter alta performance?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 11:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na agricultura moderna, cada decisão técnica conta, e uma das mais importantes e determinantes para a produtividade é a escolha da semente, o insumo mais nobre e estratégico de toda a lavoura. Afinal, 13% da produtividade é de responsabilidade da planta (genética, qualidade da semente) e a semente representa boa parte desse fator. Em um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na agricultura moderna, cada decisão técnica conta, e uma das mais importantes e determinantes para a produtividade é a escolha da semente, o insumo mais nobre e estratégico de toda a lavoura.</p>
<p>Afinal, <strong>13% da produtividade é de responsabilidade da planta</strong> (genética, qualidade da semente) e a semente representa boa parte desse fator.</p>
<p>Em um cenário de margens apertadas, instabilidades climáticas e pressão por produtividade, <strong>tomar uma decisão segura na hora de adquirir sementes é mais do que uma boa prática</strong>: é uma questão de sobrevivência competitiva. Isso envolve entender a fundo o que é uma semente de qualidade, como avaliá-la, como interpretá-la tecnicamente e como garantir que todo esse potencial chegue, de fato, ao campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que define uma semente de qualidade?</h2>
<p>A qualidade da semente vai muito além de sua aparência externa. Trata-se de um conjunto de atributos físicos, fisiológicos, genéticos e sanitários que determinam o seu desempenho no campo.</p>
<p>Em outras palavras, <strong>uma semente de qualidade é aquela que tem alto potencial de originar uma planta vigorosa, uniforme e produtiva</strong>, desde a emergência até a colheita.</p>
<h3>Conceito técnico de qualidade de sementes</h3>
<p>De forma técnica, a qualidade de uma semente é avaliada a partir de quatro pilares principais:</p>
<ol>
<li><strong>Qualidade fisiológica</strong>: refere-se à capacidade da semente germinar e gerar uma planta saudável. É medida principalmente por testes de germinação e vigor.</li>
<li><strong>Qualidade física</strong>: está relacionada à pureza do lote, ou seja, à ausência de impurezas, sementes de outras espécies ou materiais inertes.</li>
<li><strong>Qualidade genética</strong>: garante que a semente pertence à cultivar correta e preserva suas características genéticas, como ciclo, tolerância a doenças e produtividade.</li>
<li><strong>Qualidade sanitária</strong>: avalia a presença (ou ausência) de patógenos que possam comprometer a emergência e o desenvolvimento inicial da planta.</li>
</ol>
<h3>Sementes comuns vs. sementes certificadas</h3>
<p>Um erro comum entre produtores é tratar qualquer semente como se fosse igual. No entanto, existe uma diferença significativa entre <strong>sementes comuns, sementes salvas</strong> (aquelas colhidas e reaproveitadas pelo próprio produtor) e <strong>sementes certificadas</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Sementes certificadas</strong> são produzidas sob rígidos critérios de qualidade e fiscalização oficial. Têm garantias legais sobre sua origem, identidade genética, pureza e desempenho.</li>
<li>Já as <strong>sementes comuns ou salvas</strong> muitas vezes não passam por análises laboratoriais, não seguem critérios técnicos de produção e podem estar contaminadas ou degradadas, comprometendo a lavoura.</li>
</ul>
<h3>Impacto direto no desempenho da lavoura</h3>
<p>Uma semente de qualidade <strong>garante uniformidade na emergência e no crescimento</strong>, o que facilita todas as etapas posteriores do manejo, do controle de plantas daninhas até a colheita. Quando a lavoura tem um estande desuniforme, o produtor enfrenta desafios como:</p>
<ul>
<li>Competição entre plantas desiguais por luz, água e nutrientes;</li>
<li>Dificuldade no manejo fitossanitário;</li>
<li>Perdas na colheita mecânica;</li>
<li>Maior variabilidade no rendimento por hectare.</li>
</ul>
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<h2>Parâmetros técnicos essenciais para avaliação</h2>
<p>Para que o produtor possa tomar decisões técnicas bem fundamentadas, é fundamental entender quais parâmetros definem a qualidade de uma semente.</p>
<p>Esses critérios são analisados por meio de testes laboratoriais e compõem os laudos que devem acompanhar lotes certificados. Nesta seção, vamos abordar os três principais: germinação, vigor e pureza física.</p>
<h3>Germinação</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">germinação</a></strong> representa a porcentagem de sementes que são capazes de se desenvolver, em condições ideais, formando plântulas normais e viáveis. Esse é um dos indicadores mais conhecidos e utilizados pelos produtores.</p>
<ul>
<li>A legislação brasileira, por meio do MAPA, estabelece <strong>valores mínimos de germinação de 80% para a soja e 85% para o milho,</strong> e esse índice é obrigatório nas embalagens de sementes certificadas.</li>
<li>Um lote com <strong>baixo índice de germinação significa maior necessidade de sementes por hectare</strong>, aumento no custo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong> e maior risco de falhas no estande.</li>
</ul>
<h3>Vigor</h3>
<p>Enquanto a germinação mede o desempenho da semente em condições ideais, o vigor avalia o <strong>comportamento da semente em situações de estresse</strong>, como temperaturas fora da faixa ideal, baixa umidade do solo ou profundidade irregular de semeadura.</p>
<ul>
<li>Sementes com <strong>alto vigor tendem a emergir mais rapidamente</strong> e com maior uniformidade, mesmo em condições menos favoráveis.</li>
<li>O vigor é especialmente importante em regiões com janelas curtas de plantio ou com histórico de adversidades climáticas.</li>
</ul>
<h3>Pureza física</h3>
<p>A pureza física indica a proporção de sementes puras da espécie declarada em relação ao total do conteúdo do lote. Um bom lote deve estar livre de sementes de outras espécies, fragmentos vegetais e materiais inertes como terra, areia ou palha.</p>
<ul>
<li>A legislação brasileira exige que essa informação esteja no rótulo e que o lote tenha <strong>pureza mínima de 98%</strong> para a maioria das espécies cultivadas.</li>
<li>Lotes com baixa pureza reduzem a eficiência da semeadura, aumentam os riscos de contaminação com plantas daninhas e comprometem a uniformidade da lavoura.</li>
</ul>
<h3>Como interpretar um laudo de análise de sementes?</h3>
<p>O laudo é um documento técnico que acompanha o lote e deve conter, no mínimo:</p>
<ul>
<li>Índice de germinação (%);</li>
<li>Índice de vigor (quando disponível);</li>
<li>Pureza física (%);</li>
<li>Número do lote e validade da análise;</li>
<li>Responsável técnico e laboratório credenciado.</li>
</ul>
<h2>Escolha do material genético: estratégia para maximizar resultados</h2>
<p>A definição do material genético a ser utilizado em uma lavoura é uma das decisões mais estratégicas que o produtor pode tomar.</p>
<p>Não se trata apenas de “qual variedade plantar”, mas sim de <strong>alinhamento técnico entre as características da cultivar e as condições da propriedade</strong>. Esse encaixe, quando bem feito, potencializa o desempenho produtivo e reduz a necessidade de correções durante o ciclo.</p>
<h3>Fatores essenciais para a escolha do material genético</h3>
<p>Para garantir assertividade na escolha, é necessário considerar um conjunto de fatores agronômicos, ambientais e econômicos. Entre os principais, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Clima e altitude da região</strong>: cultivares têm exigências térmicas e fotoperiódicas diferentes. Escolher uma semente inadequada ao <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/">clima</a></strong> local pode resultar em floração irregular, estresse ou baixa produtividade.</li>
<li><strong>Tipo e fertilidade do solo</strong>: algumas variedades têm maior exigência nutricional, outras são mais tolerantes a solos de média fertilidade.</li>
<li><strong>Histórico de pragas e doenças na área</strong>: é estratégico optar por cultivares com <strong>resistência genética a patógenos prevalentes</strong>, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/">nematoides</a></strong>, <em>fusarium</em> ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/">enfezamento do milho</a></strong>.</li>
<li><strong>Ciclo da cultura e janela de plantio</strong>: materiais precoces, superprecoces ou de ciclo mais longo devem ser escolhidos de acordo com a programação da propriedade e janela climática disponível.</li>
<li><strong>Objetivo do produtor</strong>: se o foco é produtividade máxima, sanidade foliar ou qualidade do grão, o material genético deve refletir esse objetivo.</li>
</ul>
<h3>Cultivares vs. híbridos: qual a diferença prática?</h3>
<ul>
<li><strong>Cultivares (ou variedades)</strong>: É uma variedade de plantas que foi selecionada e cultivada com as características desejáveis e que quando propagada (por sementes) mantém as características desejadas, sendo geneticamente estáveis. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/">cultivar</a></strong> é uma planta gerada por uma variedade selecionada, mas sem a necessidade de cruzamento de duas variedades, pois tem como base características fixas. São comuns em soja, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/">feijão</a></strong> e arroz.</li>
<li><strong>Híbridos</strong>: resultam do cruzamento de duas linhas distintas buscando as características vantajosas de ambas as plantas parentais, apresentando <strong>vigor híbrido</strong> (heterose), o que confere maior produtividade, uniformidade e adaptação. São comuns em culturas como milho, sorgo e hortaliças. As sementes da planta híbrida não devem ser replantadas, pois as gerações seguintes não mantêm as características desejadas. Para multiplicar deve-se sempre cruzar a mesma mãe e o mesmo pai.</li>
</ul>
<h3>O papel do melhoramento genético no avanço do agronegócio</h3>
<p>Nos últimos anos, <strong>o melhoramento genético tem avançado de forma acelerada</strong>, permitindo o desenvolvimento de materiais com resistência múltipla a doenças, tolerância a estresses abióticos (seca, calor), alto potencial produtivo e melhor aproveitamento nutricional.</p>
<ul>
<li>As <strong>cultivares modernas</strong>, quando associadas ao uso de sementes de alta qualidade, representam um salto tecnológico.</li>
<li>Empresas de genética vegetal investem em testes regionais, para adaptar os materiais às realidades locais.</li>
</ul>
<p>O produtor que acompanha esses avanços e realiza escolhas técnicas bem fundamentadas tende a obter <strong>maior previsibilidade de resultados, menores perdas e maior estabilidade de produção.</strong></p>
<h2>Armazenamento e cuidados pré-semeadura</h2>
<p>Mesmo que o produtor escolha uma excelente semente e um fornecedor confiável, <strong>todo o potencial pode ser perdido se não houver cuidados adequados no armazenamento e no manejo até a semeadura. </strong></p>
<p>A semente é um organismo vivo, com metabolismo sensível a fatores como umidade, temperatura e tempo. Portanto, preservar sua qualidade depende de práticas bem definidas.</p>
<h3>Condições ideais de armazenamento</h3>
<p>As sementes devem ser armazenadas em ambientes que minimizem a deterioração fisiológica e protejam contra pragas e patógenos. Para isso, as recomendações técnicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Temperatura</strong>: O ideal é manter o ambiente entre <strong>10°C e 20°C</strong>, evitando variações bruscas.</li>
<li><strong>Umidade relativa do ar</strong>: Deve permanecer <strong>abaixo de 60%</strong>. Umidade excessiva favorece a proliferação de fungos e acelera o envelhecimento.</li>
<li><strong>Ventilação</strong>: Ambientes bem ventilados evitam condensações e bolores, comuns em locais abafados.</li>
<li><strong>Empilhamento e paletização</strong>: As embalagens devem ser mantidas <strong>longe do chão</strong> (preferencialmente sobre paletes) <strong>e sem contato direto com paredes</strong>, para evitar absorção de umidade.</li>
</ul>
<h3>Cuidados no transporte e manuseio</h3>
<p>Durante o transporte e o manuseio, é importante seguir <strong>boas práticas para não danificar fisicamente as sementes</strong>:</p>
<ul>
<li>Evitar quedas ou tombamentos de embalagens.</li>
<li>Não expor as sementes diretamente ao sol, mesmo por curtos períodos.</li>
<li>Utilizar veículos limpos, secos e cobertos.</li>
<li>Reduzir o tempo de transporte entre o armazenamento e a lavoura.</li>
</ul>
<p>Qualquer dano mecânico (como trincas no tegumento) pode comprometer a germinação e o vigor, mesmo em sementes de alta qualidade.</p>
<h3>Validade e controle de lote</h3>
<p>Cada embalagem de sementes certificadas vem com a <strong>validade do laudo de análise</strong>. Essa validade, normalmente de <strong>12 meses</strong>, pode ser comprometida se as condições de armazenamento forem inadequadas.</p>
<ul>
<li>Sempre verifique a <strong>data de análise e o número do lote</strong>.</li>
<li>Evite usar sementes com laudos vencidos ou com dúvidas sobre o histórico de conservação.</li>
</ul>
<p>Boas práticas incluem manter registros de todos os lotes adquiridos, com datas de recebimento, local de armazenamento e controle de estoque.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A escolha e o uso de sementes de qualidade não devem ser vistos apenas como um passo técnico dentro do processo produtivo, mas sim como uma <strong>decisão estratégica com impacto direto na rentabilidade da lavoura</strong>.</p>
<p>Todo o investimento feito em tecnologia, fertilizantes, defensivos e manejo será otimizado ou comprometido a partir da semente colocada no solo.</p>
<p>Produtores e profissionais que atuam no campo precisam adotar uma abordagem criteriosa, técnica e preventiva na seleção, aquisição e conservação das sementes. Isso envolve <strong>avaliar parâmetros técnicos como germinação, vigor e pureza,</strong> escolher fornecedores confiáveis, garantir boas condições de armazenamento e, sobretudo, alinhar o material genético às condições ambientais e aos objetivos de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como planejar o plantio de milho para silagem?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-planejar-o-plantio-de-milho-para-silagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 16:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A silagem de planta inteira de milho é um dos ingredientes de alimentação animal mais utilizada no Brasil, em razão de sua capacidade de fornecer energia, suprir as necessidades de fibra de qualidade e possibilidade de armazenamento por longos períodos sem perder a qualidade. Para isso é de extrema importância analisar, controlar e assegurar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A silagem de planta inteira de milho é um dos ingredientes de alimentação animal mais utilizada no Brasil, em razão de sua capacidade de fornecer energia, suprir as necessidades de fibra de qualidade e possibilidade de armazenamento por longos períodos sem perder a qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso é de extrema importância analisar, controlar e assegurar um alimento de boa qualidade e produtividade para garantir maiores retornos positivos para a fazenda leiteira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando falamos de cultura de milho, o </span><b>planejamento da lavoura</b><span style="font-weight: 400;"> deve iniciar com a </span><b>escolha correta do híbrido</b><span style="font-weight: 400;">, independente da finalidade da lavoura sendo para produção de silagem ou grão. Sempre deve-se seguir as orientações agronômicas levando em conta as características da região como altitude, solo, clima, chuvas e do período de cultivo, ou seja, safra ou safrinha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto iremos trazer dicas importantes relacionadas com o planejamento para o plantio de milho para silagem com o intuito de potencializar a produtividade e a qualidade da lavoura de milho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nele vamos tratar de pontos importantes, como a escolha da área e o conhecimento da fertilidade do solo, a escolha do híbrido, época e densidade de plantio, adubação e o controle de pragas e doenças.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Pontos importantes no plantio de milho para silagem</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro dos aspectos práticos de condução de uma lavoura de milho para silagem, alguns pontos são muito importantes de serem ressaltados: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O processo é mais importante do que o produto, por exemplo, o quando adubou é mais importante do que qual adubo usou. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O ciclo de produção de silagem se encurta cada vez mais, na média, na maioria das regiões se colhe silagem entre 90 e 110 dias. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O grande gap da agricultura </span><span style="font-weight: 400;">🡪</span> <b>MANEJO</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Sob manejo ruim, mesmo sob condições climáticas favoráveis a produtividade não melhora. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Todo indivíduo mais produtivo e mais precoce requer mais manejo. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atenção com atrasos em aplicações – O clima pode ser limitante em muitos casos, mas não se pode ter atrasos por incompetência. </span></li>
</ul>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/silagem-de-milho-e-os-impactos-na-producao-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-ferraretto&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-38527 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png" alt="Webinar impacto da silagem na produção de leite" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/webinar-silagem-ferraretto-150x53.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao optar pelo plantio de milho para silagem o produtor deve estabelecer a incorporação de tecnologia na agricultura para alcançar uma média de mais de 50 toneladas por hectare de massa verde total, visando uma produção acima de 16,5 toneladas por hectare de matéria seca, se colhida no ponto recomendado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, garantir uma qualidade elevada na produção de silagem é crucial para a produção de leite e carne. No caso da silagem de milho, a qualidade está fortemente relacionada com a quantidade de grãos na forragem ensilada, visto que a silagem é um componente energético concentrado nos grãos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, a pesquisa indica que os </span><b>grãos do tipo dentado</b><span style="font-weight: 400;"> são mais eficientemente aproveitados pelos animais do que os grãos do tipo duro. Além disso, a composição e qualidade da parede celular (FDN) nas folhas e caules tornam-se cada vez mais importantes na avaliação do valor nutricional da silagem.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-30066 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2.jpg" alt="Diferença do milho duro e dentado" width="387" height="291" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2.jpg 387w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-2-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 387px) 100vw, 387px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Diferença do milho duro e dentado. Fonte: Biomatrix</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tradicionalmente, o custo da lavoura representa a maior parte do custo da silagem, <strong>abrangendo de 60 a 65% do custo total de produção</strong>. Esse custo está diretamente relacionado à produtividade da cultura, sendo determinado por fatores como a escolha da cultivar, preparo do solo, níveis de adubação, densidade de plantio e práticas culturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>custo da ensilagem representa de 35 a 40% do custo total</strong> e varia conforme fatores como eficiência das máquinas, estado de conservação, habilidade dos operadores, formato e topografia do terreno, e o sistema de produção da silagem.</span></p>
<h2>Como obter alta produtividade e qualidade na lavoura e na silagem?</h2>
<h3>Escolha da área e conhecimento da fertilidade do solo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se iniciar pela escolha de um <strong>terreno plano ou levemente inclinado e fértil para aumentar o rendimento das máquinas</strong>. Com o aumento dos valores dos corretivos e fertilizantes, a correta adubação, sem gastos excedentes ou uso de adubos incorretos pode reduzir os custos de adubação e, consequentemente, os custos finais da lavoura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adubação deve ser equilibrada, e ser feita de acordo com as necessidades da cultura, expectativa de produção e fertilidade do solo, dentre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O milho é uma das culturas com maior necessidade de potássio, sendo 70 a 80% deste componente armazenado nas folhas e colmo. Quando a lavoura é destinada à produção de milho grão, a maior parte deste nutriente retorna ao solo, ao contrário da lavoura para produção de silagem, que toda a planta é colhida. Sendo assim, a destinação da cultura irá refletir nas necessidades de adubação de potássio conforme descrito na tabela abaixo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30067 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4.jpg" alt="Tabela com a extração média de nutrientes do milho destinados à produção de silagem" width="745" height="484" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4.jpg 745w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-370x240.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-270x175.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-740x481.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-4-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 745px) 100vw, 745px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a avaliação e definição das quantidades de adubação devemos realizar a análise do solo, com o objetivo de orientar o que já está presente no solo e determinar o que necessita ser corrigido, dando emprego à utilização de fertilizantes e calcário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos dividir essa fase de conhecer a fertilidade do solo em dois momentos:</span></p>
<h4>Amostragem representativa de solo (0-20 cm e 20-40 cm)</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A variabilidade nutricional está mais na superfície (até 40 cm), por isso, realizar análises de solo mais profundas (40-60/ 60-80/ 80-100), pode ser algo mais esporádico</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h4>Interpretar a análise de solo</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante entender inicialmente que o V% na análise, significa saturação por base, ou seja, a porcentagem de coisas boas. Sabemos que as plantas devido a fotossíntese, e o solo tem capacidade de reter cargas, e a maioria das cargas do solo são negativas e possuem capacidade de atrair as cargas positivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O somatório de todas as cargas nos dá o que chamamos de <strong>Capacidade de Troca de Cátions (CTC)</strong>, entretanto, temos cátions considerados “bons”, como o cálcio e os “ruins”, como o alumínio, onde os dois competem pelos mesmos sítios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais matéria orgânica no solo, maior o CTC. Dessa forma, é melhor ter um solo com CTC mais alto, pois significa que ele tem mais cargas. Então, mesmo que se tenha 50% de coisas ruins em solos diferentes, é melhor o solo com CTC mais alto do que um solo com CTC mais baixo. Pois no solo com CTC mais alto, as cargas já estão disponíveis, bastando apenas corrigir o solo com calcário e gesso. Já um solo com CTC mais baixo, não tem cargas disponíveis, sendo uma possível correção a colocação de matéria orgânica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As quantidades e melhor forma de aplicação deverão ser definidas pelo técnico, juntamente com o proprietário e/ou gerência da fazenda de acordo com os resultados da análise de solo e a produtividade que se deseja alcançar.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Escolha do híbrido</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por muito tempo, os híbridos recomendados para plantio de silagem eram os mesmos usados para produção de grãos, porém atualmente há </span><b>híbridos específicos para a produção de silagem</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses híbridos apresentam grãos com endosperma mais farináceo (mole), que possui amido descompactado, fazendo com que este seja um grão de mais fácil digestibilidade pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rúmen do animal</strong></a> e consequentemente mais fácil quebrar pela máquina de colheita.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30068 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3.jpg" alt="Grãos de milho com variação na proporção de endosperma duro e farináceo" width="520" height="266" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3.jpg 520w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-300x153.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-370x189.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-270x138.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-3-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também pode ser recomendado cultivares de milho para silagem com base na </span><b>digestibilidade da parede celular</b><span style="font-weight: 400;"> (FDN), que é um dos parâmetros relacionados com a qualidade da fração verde da planta (caule e folhas) e com o consumo voluntário da silagem pelos animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se atentar para escolha de plantas que apresentam </span><b>boa relação colmo:folhas e grãos</b><span style="font-weight: 400;">, além da resistência ao acamamento ou quebramento. Assim, o híbrido deve fornecer uma silagem de planta inteira com cerca de 40 a 45% de grãos, de onde se tem o fornecimento do amido. O restante, de 55 a 60%, será composto por outras partes da planta, como folhas, colmo e bainha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em áreas extensas é recomendado, também, o uso de híbridos com diferentes ciclos, permitindo a colheita escalonada e melhor operacionalização da safra. </span></p>
<h3>Época de plantio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os híbridos de milho são muito sensíveis ao clima, altitude, níveis de investimento e manejo empregado. Pesquisas realizadas pela Embrapa Milho e Sorgo, mostram que a melhor época para se plantar milho no Sudeste, Centro-Oeste e Sul, vai da <strong>segunda quinzena de setembro até o final da primeira quinzena de novembro</strong>, sendo a melhor época a primeira quinzena de outubro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma mais geral, é aconselhável que o início do plantio quando já se teve 80 a 100 mm de chuva, aliada a previsões firmes para os próximos 15 dias pelo menos em áreas que não há presença de palha para retenção de água. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em plantios tardios, as plantas crescem muito, fazendo com que o colmo fique fino e mais propenso ao acamamento. Além disso, com as condições piores de precipitação em plantios tardios, há grande risco de menores produções de silagem, exceto quando há uso de irrigação.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30069 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6.jpg" alt="Tabela com a influência da época de semeadura na produção de matéria seca e composição da planta" width="592" height="392" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6.jpg 592w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-300x199.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-370x245.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-270x179.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-6-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o florescimento da planta o foco é alterado, passa a ser sustentar a espiga e depositar amido. A planta irá usufruir do que está disponível no solo e direcionará para o grão. Somado a isso, se a planta possui um bom armazenamento do colmo, os nutrientes também são direcionados ao grão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um comum problema observado em muitas fazendas é o de plantas com 80 dias de plantio começar a secar de baixo para cima, demonstrando que há uma deficiência no armazenamento no colmo e de disponibilidade de nutrientes no solo, o que favorece a planta a pragas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30070 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5.jpg" alt="Planta de milho secando de baixo para cima, evidenciando a falta de armazenamento no colmo e disponibilidade de nutrientes no solo" width="768" height="402" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-300x157.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-370x194.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-270x141.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-740x387.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-5-150x79.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem demonstrando a planta de milho secando de baixo para cima, evidenciando a falta de armazenamento no colmo e disponibilidade de nutrientes no solo. Fonte: Blog Verde</span></p>
<h3>Densidade de plantio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao falar da densidade de plantio estamos nos referindo ao número de plantas por hectare no momento da colheita. Para um plantio de precisão, existe uma recomendação de 60 mil plantas por hectare. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os <strong>espaçamentos mais recomendados para silagem ficam entre 70 a 90 cm entre linhas</strong>, variando de acordo com o tamanho a cultivar. Além disso, é importante estar atento à profundidade, sendo ideal entre 4 a 5 cm. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse princípio fundamenta-se na relação entre a produção de grãos e a qualidade da forragem, especificamente para uma determinada cultivar. A recomendação é utilizar a mesma população de plantas para silagem que é indicada para alcançar uma ótima produção de grãos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante notar que, mesmo em condições ambientais favoráveis, onde a produtividade é otimizada, a qualidade pode encarecer o custo total da silagem produzida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos demonstram que, em solos bem adubados ou em plantas férteis, <strong>o aumento na população de plantas não deve exceder 10% para não impactar negativamente na qualidade final da silagem. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é desaconselhável aumentar excessivamente a população em busca de melhorias na qualidade da produtividade, uma vez que isso pode resultar em perdas significativas.</span></p>
<h3>Adubação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A consideração crucial na produção de forragem de milho é a </span><b>adubação</b><span style="font-weight: 400;">. Na produção de silagem, a exportação de nutrientes é significativamente maior, pois além dos grãos, uma grande quantidade de colmos e folhas também é produzida na área. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é especialmente relevante para o potássio, uma vez que apenas cerca de 20% desse nutriente está localizado nos grãos. Como resultado, o processamento na produção de forragem tende a ser aproximadamente cinco vezes maior em comparação com a produção de grãos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cerca de 80% do potássio (K), 50% do cálcio (Ca) e magnésio (Mg), e outros nutrientes presentes na palhada, tornam-se abundantes com a prática da silagem, empobrecendo o solo e comprometendo a produtividade, qualidade e custo final da silagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desafio reside na retirada exaustiva de massa vegetal da área, levando à remoção da matéria orgânica do solo, gerando uniformidade e contribuindo para a retirada significativa da matéria orgânica das plantas. Isso favorece o aparecimento de plantas indesejadas e, mais preocupante, provoca a compactação da área.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-30071 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1.jpg" alt="Imagem demonstrando pontos importantes do diagnóstico atrelados ao objetivo de elevar a produtividade" width="922" height="565" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1.jpg 922w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-300x184.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-768x471.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-370x227.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-270x165.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-740x453.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/milho-para-silagem-1-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 922px) 100vw, 922px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem demonstrando pontos importantes do diagnóstico atrelados ao objetivo de elevar a produtividade. Fonte: Breno Araújo</span></p>
<h3>Controle de pragas, doenças e rotação de cultura</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção de milho é significativamente impactada pela competição com plantas daninhas nos primeiros 50 dias após o plantio. Durante esse período, é recomendável manter a cultura livre dessas interferências. É crucial observar o <strong>tipo de planta daninha predominante no local para selecionar os herbicidas apropriados</strong> e determinar a forma adequada de aplicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se trata do controle de pragas e doenças, o aumento da área cultivada e o uso repetido do solo para a mesma cultura tendem a aumentar a incidência desses problemas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Pragas do solo podem ser eficientemente controladas tratando as sementes com inseticidas específicos.</strong> Para pragas que afetam a parte aérea, o controle ocorre quando os danos são observados, podendo-se utilizar inseticidas biológicos ou contar com inimigos naturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essencial <strong>implementar um programa de rotação de culturas</strong>, incorporando culturas de inverno com a produção de silagem, o que pode <strong>aumentar a produtividade e melhorar a estrutura física e fertilidade natural do solo</strong>, considerando a época de colheita e a região de plantio. Exemplos de culturas a serem consideradas incluem Tremoço Branco, Milheto, Guandu, Crotalária, Girassol, Canola, <a href="https://rehagro.com.br/blog/sorgo-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sorgo</strong></a>, Aveia, Triticale, Braquiárias, entre outras.</span></p>
<h2>Em resumo, quais são os manejos comuns entre os bons agricultores?</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Solo cultivado e com multicultivos (sair do milho-milho);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ambiente favorável para as raízes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bons teores de nutrientes no solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Importância da matéria orgânica no solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Investimento contínuo em análises de solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Programa de controle de nematoides/pragas/doenças;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Preocupação com o planejamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Preocupação com a intercepção luminosa do dossel da planta (se o sol não chega embaixo da planta começa a ter o amarelamento das folhas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Programa intenso de rotação de culturas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Uso crescente de produtos biológicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Operações de qualidade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, o planejamento do plantio de milho para silagem é um processo complexo e multifacetado que exige cuidados detalhados em várias etapas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A escolha criteriosa do híbrido, levando em consideração as condições específicas da região, é o primeiro passo crucial.</strong> A incorporação de tecnologia na agricultura é fundamental para atingir altas produtividades e garantir uma média significativa de massa verde total por hectare, visando uma produção substancial de matéria seca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade da silagem é diretamente impactada pela composição da planta, especialmente a quantidade de grãos na forragem ensilada. A atenção ao ponto de colheita, <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-silos-caracteristicas-e-cuidados/" target="_blank" rel="noopener"><strong>tipo de silo</strong></a>, infraestrutura de ensilagem e técnicas utilizadas é essencial para minimizar perdas ao longo do processo. Além disso, o controle de pragas e doenças, juntamente com a rotação de culturas, desempenha um papel vital na sustentabilidade e na saúde do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao considerar todos esses elementos, o produtor busca manter os custos de produção sob controle, visando obter uma silagem de qualidade por um valor pertinente. O equilíbrio na adubação, escolha adequada do híbrido, época e densidade de plantio são estratégias fundamentais para alcançar esses objetivos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o sucesso na produção de silagem de milho está <strong>intrinsecamente ligado à integração eficiente de práticas agronômicas, tecnologia e gestão</strong>, resultando não apenas em altas produtividades, mas também em uma silagem de qualidade que atenda às demandas nutricionais dos animais e, por conseguinte, contribua para o êxito da fazenda leiteira.</span></p>
<h2>Da lavoura ao cocho: maximize o potencial da silagem</h2>
<p>Planejar corretamente o plantio de milho para silagem é decisivo para garantir qualidade nutricional, reduzir desperdícios e aumentar a produtividade do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar o planejamento da lavoura ao manejo e à gestão da fazenda, garantindo que cada decisão no campo resulte em mais leite e lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23108" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg" alt="Isis Freire - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/isis-freire-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Viveiro de café: qual tela escolher, vermelha ou preta? Veja as diferenças</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/viveiro-para-mudas-de-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 19:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
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		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[telado para café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudas de café vigorosas além de suportar melhor as condições ambientais adversas e proporcionar um melhor crescimento inicial das plantas no campo, diminuem as taxas de replantio, operação que resulta em custos a mais para o produtor. Por isso, produzir mudas vigorosas e bem desenvolvidas torna-se uma ótima alternativa para obter mais sucesso no plantio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudas de café vigorosas além de suportar melhor as condições ambientais adversas e proporcionar um melhor crescimento inicial das plantas no campo, diminuem as taxas de replantio, operação que resulta em custos a mais para o produtor.</p>
<p>Por isso, produzir <strong>mudas vigorosas e bem desenvolvidas</strong> torna-se uma ótima alternativa para obter mais sucesso no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantio-do-cafe-o-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener">plantio</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17012" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe.jpg" alt="Tela de viveiro de café com malha preta" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe.jpg 1280w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-preta-viveiro-de-cafe-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Telado de viveiro com malha preta (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17013" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe.jpg" alt="Tela de viveiro com malha vermelha" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe.jpg 1175w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Telado de viveiro com malha vermelha (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Tela vermelha x tela preta</h2>
<p>A formação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudas-de-cafe-como-escolher/" target="_blank" rel="noopener">mudas de café</a></strong> normalmente se dá em viveiros sombreados ou parcialmente sombreados com uma passagem de 50% da radiação.</p>
<p>Nas propriedades <strong>é comum o uso do telado de coloração preta</strong> para esse fim, entretanto, estudos sugerem a utilização de malhas de coloração vermelha, isso porque a radiação vermelha e azul são as mais eficientes para otimizar várias respostas fisiológicas desejáveis nas plantas.</p>
<p>Os comprimentos de onda que são melhor absorvidos pelas plantas são principalmente 430 nm e 660 nm, que se refere às cores azul e vermelho respectivamente, apresentando nas plantas diferenças morfológicas devido a resposta dos pigmentos fotossintetizantes a esses comprimentos de onda.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Telas coloridas em viveiro de café</h2>
<p>Por isso, a utilização de telas coloridas tem por objetivo causar mudanças no espectro de radiação disponível para a planta, proporcionando ajustes metabólicos no sistema fotossintético.</p>
<p>Contudo, <strong>apesar da coloração azul ser um dos comprimentos de onda mais absorvidos pelas plantas, ela excita a clorofila a um estado energético mais elevado do que a absorção de luz vermelha</strong>, no entanto, nesse estado de excitação a clorofila é extremamente instável liberando parte da energia absorvida na forma de calor, o que não ocorre com a luz vermelha.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17015 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-1.jpg" alt="Viveiro de café com telado na cor vermelha" width="488" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-1.jpg 488w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-1-300x177.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-1-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-1-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tela-vermelha-viveiro-de-cafe-1-150x89.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 488px) 100vw, 488px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Viveiro de café com malha de coloração vermelha (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<h3>Estudos comparativos de telas coloridas</h3>
<p>Henrique et al., (2001), avaliou o crescimento de mudas de cafeeiro sob diferentes malhas coloridas, e observou que a tela vermelha apresentou massa seca total superior quando comparado aos outros ambientes.</p>
<p>Além disso, a malha de coloração vermelha também proporcionou maior teor de carboidrato nas raízes, sendo essa cor a mais eficiente na promoção de crescimento e desenvolvimento das mudas de café. Fato que é extremamente vantajoso considerando as adversidades que essas mudas podem sofrer no campo.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17016 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-massa-seca.jpg" alt="Gráfico mostrando massa seca de raiz e massa seca total" width="398" height="253" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-massa-seca.jpg 398w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-massa-seca-300x191.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-massa-seca-370x235.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-massa-seca-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-massa-seca-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px" /></span><span style="font-weight: 400;"><br />
<span style="font-size: 10pt;">Massa seca de raiz e massa seca total. (Fonte: UFLA &#8211; 2011).</span><br />
</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17017 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-teores-amido.jpg" alt="Gráfico mostrando diferença de teores de amido em massa de matéria seca de acordo com a cor do telado" width="381" height="332" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-teores-amido.jpg 381w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-teores-amido-300x261.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-teores-amido-370x322.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-teores-amido-270x235.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-teores-amido-344x300.jpg 344w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/grafico-teores-amido-150x131.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 381px) 100vw, 381px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Teores de amido em massa de matéria seca de folhas e raízes de mudas de cafeeiro. (Fonte: UFLA – 2011).</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Dessa forma, <strong>apesar da malha de coloração vermelha apresentar um custo superior quando comparado a malha preta, nota-se que as plantas se desenvolvem mais no telado vermelho</strong>, e por isso, elas possuem maiores chances de sobrevivência no campo, além do maior arranque inicial do crescimento.</p>
<h2>Torne sua produção de café mais eficiente com uma gestão completa</h2>
<p>A escolha da tela no viveiro é um detalhe que impacta diretamente na qualidade das mudas e, consequentemente, no desempenho da lavoura. Mas, para garantir produtividade e lucratividade em todas as etapas, é preciso dominar não só as técnicas, mas também a gestão da propriedade.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas práticas de gestão, tomar decisões estratégicas e conduzir sua lavoura de forma mais eficiente e rentável.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Como obter sucesso no plantio de grãos?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-obter-sucesso-no-plantio-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 13:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
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		<category><![CDATA[plantas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O momento do plantio é a etapa crucial para obter o maior potencial produtivo da lavoura. Quando se faz a semeadura no número correto de sementes, atingindo a distância ideal entre elas, na profundidade recomendada para a cultura, com a umidade apropriada do solo, o sucesso da lavoura está encaminhado. Com certeza, há a influência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O momento do <strong>plantio é a etapa crucial para obter o maior potencial produtivo da lavoura</strong>. Quando se faz a semeadura no número correto de sementes, atingindo a distância ideal entre elas, na profundidade recomendada para a cultura, com a umidade apropriada do solo, o sucesso da lavoura está encaminhado.</p>
<p>Com certeza, há a influência do clima, bem como o manejo da adubação, pragas e doenças, os quais irão interferir no decorrer da safra, mas ao acertar o plantio, o produtor deverá se preocupar em reduzir as perdas que irão acontecer durante o ciclo.</p>
<p>Dessa forma, o <strong>investimento</strong> nessa fase inicial traz muitos <strong>resultados positivos</strong> para o produtor, tais como:</p>
<ul>
<li>Aumento na eficiência do uso dos recursos disponíveis (água, nutrientes e luz);</li>
<li>Crescimento homogêneo das plantas;</li>
<li>Lavoura sem plantas duplas e falhas;</li>
<li>Menor desenvolvimento de <strong>plantas daninhas</strong>.</li>
</ul>
<p>Essas características além de beneficiar a colheita ainda aumentam a produção individual por plantas, por isso é preciso investir em maquinário correto e em mão de obra qualificada.</p>
<p>Neste e-book, você descobrirá <strong>como ter sucesso garantido e aumentar os lucros da sua produção</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Ambiente físico do solo: quais são as suas principais características?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 12:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[maquinas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é um dos pilares fundamentais da agricultura, ao lado da água e da luz solar. O ambiente físico do solo compreende sua estrutura, textura, porosidade e composição, fatores que influenciam diretamente a retenção de água, a disponibilidade de nutrientes e o crescimento das raízes das plantas. Além disso, esse ambiente abriga uma rica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">O solo é um dos pilares fundamentais da agricultura, ao lado da água e da luz solar. O <strong>ambiente físico do solo compreende sua estrutura, textura, porosidade e composição</strong>, fatores que influenciam diretamente a retenção de água, a disponibilidade de nutrientes e o crescimento das raízes das plantas. Além disso, esse ambiente abriga uma rica diversidade biológica essencial para a fertilidade do solo.</p>
<p>Para garantir um solo produtivo e adequado ao plantio, é essencial identificar seus componentes por meio de uma análise de solo. Esse procedimento permite avaliar as condições químicas, físicas e biológicas do solo, auxiliando na adoção das melhores práticas para preservá-lo e potencializar sua capacidade produtiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2 data-start="638" data-end="712">Sistema de plantio direto e sua influência no ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="713" data-end="906">Uma das práticas que mais se difundiram para preservar o ambiente físico do solo e fornecer benefícios às culturas é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/">sistema de plantio direto (SPD)</a></strong>. Ele é definido por três princípios:</p>
<ol>
<li>Ausência de revolvimento ou mínimo distúrbio mecânico do solo;</li>
<li>Cobertura do solo pela palhada;</li>
<li>Diversificação das espécies de cultivo.</li>
</ol>
<h3 data-start="1068" data-end="1122">Fatores para adoção do sistema de plantio direto</h3>
<p data-start="1123" data-end="1251">No Brasil, estima-se que mais de <strong>33 milhões de hectares estejam sob SPD</strong>. Os principais fatores que impulsionam sua adoção são:</p>
<ul>
<li>Redução nos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custos de produção</a></strong> e economia de tempo;</li>
<li>Flexibilidade na aplicação de corretivos, fertilizantes e controle de plantas daninhas;</li>
<li>Produtividade igual ou maior e mais estável ao longo do tempo;</li>
<li>Proteção do ambiente físico do solo contra erosão hídrica e eólica;</li>
<li>Maior eficiência na absorção de nutrientes pelas plantas;</li>
<li>Redução de custos e menor incidência de pragas e doenças;</li>
<li>Melhor armazenamento e captação de água pelas plantas.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2 data-start="1728" data-end="1778">Principais ameaças ao ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="1779" data-end="1976">A forma como o solo é preparado, o tráfego de máquinas e as culturas utilizadas impactam diretamente a estrutura do solo.</p>
<p data-start="1779" data-end="1976">Entre as <strong>ameaças mais graves</strong> ao ambiente físico do solo, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Erosão;</li>
<li>Compactação;</li>
<li>Redução dos estoques de carbono no solo;</li>
<li>Perda de matéria orgânica e nutrientes.</li>
</ul>
<p data-start="2113" data-end="2228">A adoção de boas práticas agrícolas, como o SPD e a rotação de culturas, pode minimizar esses impactos negativos.</p>
<h2 data-start="2230" data-end="2298">Sistemas de produção diversificados e o ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="2299" data-end="2446">A <strong>diversificação de culturas</strong> é essencial para a manutenção do ambiente físico do solo. Entre os principais sistemas de produção, destacam-se:</p>
<ul data-start="2448" data-end="2699">
<li data-start="2448" data-end="2561"><strong>Rotação de culturas</strong>: alternância ordenada de diferentes culturas na mesma área e na mesma estação do ano.</li>
<li data-start="2562" data-end="2699"><strong>Sucessão de culturas</strong>: ordenamento de duas culturas na mesma área por tempo determinado, cada uma cultivada em uma estação do ano.</li>
</ul>
<p data-start="2701" data-end="2848">A diversificação reduz impactos negativos no solo e melhora a estrutura física, química e biológica, tornando-o mais produtivo ao longo do tempo.</p>
<p>Para um modelo de produção envolvendo a primeira e segunda safra para regiões do Sul, Sudeste, Centro-oeste, Norte e Nordeste, trouxemos, nas imagens a seguir, exemplos que ilustram algumas opções para diversificação do sistema de produção nesses locais:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png" alt="Rotação de culturas no Sul" width="742" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png 742w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-740x216.png 740w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10822" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png" alt="Rotação de culturas no Sudeste" width="740" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10819" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png" alt="Rotação de culturas no Centro Oeste" width="748" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-740x182.png 740w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png" alt="Rotação de culturas no Norte e Nordeste" width="747" height="191" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png 747w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-740x189.png 740w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /></p>
<h2 data-start="2850" data-end="2916">Utilização de plantas de cobertura no ambiente físico do solo</h2>
<p data-start="2917" data-end="3182">O cultivo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantas de cobertura</a></strong> melhora a fertilidade e estrutura do ambiente físico do solo. Essas plantas promovem a absorção de nutrientes em camadas profundas e os acumulam na parte aérea, beneficiando culturas sucessoras após a decomposição da palhada.</p>
<p data-start="3184" data-end="3229">As principais plantas de cobertura incluem:</p>
<ul>
<li data-start="3231" data-end="3446"><strong>Leguminosas</strong>: fixam biologicamente o nitrogênio e o disponibilizam para as culturas sucessoras.</li>
<li data-start="3231" data-end="3446"><strong>Gramíneas</strong>: possuem alta rusticidade, acumulam matéria verde e regulam temperatura e umidade do solo.</li>
</ul>
<p data-start="3448" data-end="3630">Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/">adubos verdes</a></strong> são essenciais para promover a ciclagem de nutrientes e melhorar a estrutura do ambiente físico do solo, reduzindo riscos de erosão e lixiviação de nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;" data-start="3448" data-end="3630"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21371 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo.jpg" alt="Análise da plantação de feijão sobre palhada de milho" width="506" height="379" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo.jpg 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Visita técnica para análise da plantação de feijão sobre palhada de milho no Sul de Minas Gerais &#8211; Fonte: Sandy Azevedo</span></span></p>
<h2 data-start="3632" data-end="3682">O impacto do preparo do solo na sua estrutura</h2>
<p data-start="3683" data-end="3914">O preparo do solo está <strong>diretamente relacionado ao nível de compactação</strong>. Seu objetivo é criar condições favoráveis para o estabelecimento e desenvolvimento das culturas, reduzindo impactos negativos no ambiente físico do solo.</p>
<p data-start="3916" data-end="4153">Com o avanço da tecnologia, os equipamentos agrícolas ficaram mais pesados, aumentando o risco de compactação. A título de exemplo, o peso médio dos tratores aumentou de 4 ton/ha na década de 1940 para 20 a 45 ton/ha na década de 2000.</p>
<p style="text-align: center;" data-start="3916" data-end="4153"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21373 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2.jpg" alt="Trator da McCorneck dos anos 50 e da Case IH modelo 2018" width="521" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2.jpg 521w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-300x115.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-370x141.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-270x103.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ambiente-fisico-solo-2-150x57.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 521px) 100vw, 521px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Trator da McCorneck dos anos 50 e da Case IH modelo 2018.</span></p>
<p data-start="4155" data-end="4189">A compactação afeta diretamente:</p>
<ul>
<li data-start="4191" data-end="4305">Porosidade do solo;</li>
<li data-start="4191" data-end="4305">Capacidade de retenção de água e ar;</li>
<li data-start="4191" data-end="4305">Condutividade térmica do solo.</li>
</ul>
<p data-start="4307" data-end="4471">A adoção de práticas como o SPD e o uso de plantas de cobertura ajuda a minimizar os efeitos da compactação e melhora o equilíbrio do ambiente físico do solo.</p>
<h2 data-start="4473" data-end="4518">Tráfego controlado de máquinas agrícolas</h2>
<p data-start="4519" data-end="4742">O tráfego desorganizado de máquinas é uma das principais causas da compactação do solo. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/">tráfego controlado</a></strong> é uma prática essencial para proteger a estrutura do ambiente físico do solo e minimizar impactos negativos.</p>
<p data-start="4744" data-end="4961">Benefícios do tráfego controlado:</p>
<ul>
<li data-start="4744" data-end="4961">Redução da compactação superficial (0-0,06 cm);</li>
<li data-start="4744" data-end="4961">Maior produtividade de milho e soja no verão;</li>
<li data-start="4744" data-end="4961">Aumento da macroporosidade do solo, favorecendo o armazenamento de água.</li>
</ul>
<p data-start="4963" data-end="5116">O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/">escarificadores e subsoladores</a></strong> pode ser uma solução para áreas já compactadas, permitindo a adoção do SPD sem comprometer a produção agrícola.</p>
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		<title>Silagem de milho: você sabe como produzir com qualidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 17:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A silagem de milho, um alimento tradicionalmente utilizado na pecuária leiteira no Brasil, deve ser produzida com eficiência, buscando alta qualidade. O contrário gera baixa produtividade no rebanho e aumento dos custos alimentares, devido à maior necessidade de compra de insumos. A definição de silagem de qualidade sofreu transformações ao longo do tempo. Inicialmente, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>silagem de milho</strong>, um alimento tradicionalmente utilizado na pecuária leiteira no Brasil, <strong>deve ser produzida com eficiência, buscando alta qualidade.</strong> O contrário gera baixa produtividade no rebanho e aumento dos custos alimentares, devido à maior necessidade de compra de insumos.</p>
<p>A definição de silagem de qualidade sofreu transformações ao longo do tempo. Inicialmente, o enfoque era a produção máxima de volume de massa verde por hectare, como forma de obter um alimento de baixo custo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Evolução da produção de silagem de milho</h2>
<p>Na década de 60 e 70, <strong>com a evolução do nível genético das vacas</strong>, passou-se a buscar a produção de uma <strong>silagem com maior teor de grãos.</strong> Estudos, na época, demonstravam que os grãos eram mais digestíveis que folhas e colmos. Entretanto, não havia um conhecimento da constituição química dessas silagens.</p>
<p>Nesse sentido, estudos recentes demonstraram que silagens com menores teores de Fibra em Detergente Neutro (FDN), que representa a fração fibrosa do alimento na parte verde da planta, combinada com alta proporção de grãos, resultam em silagem de milho de melhor qualidade.</p>
<p>Mais recentemente, em estudos conduzidos em Lavras &#8211; MG, foi demonstrado que a constituição do grão de milho influenciava a qualidade da silagem. Neste trabalho, foi demonstrado que híbridos de milho com textura mole têm maior digestibilidade do que os híbridos de milho com textura dura.</p>
<p>Estes novos pensamentos são somatórios, ou seja, a produção de uma silagem de boa qualidade deve ter alta produção de toneladas por hectare, com alta proporção de grãos de textura mole e com baixo teor de Fibra em Detergente Neutro.</p>
<p>A produção de uma silagem de milho de boa qualidade passa por três fases importantes:</p>
<ol>
<li>Plantio e condução agronômica;</li>
<li>Colheita e ensilagem;</li>
<li>Desensilagem e fornecimento.</li>
</ol>
<p>Estas três fases são <strong>complementares</strong>, ou seja, falhas em qualquer uma serão cumulativas na qualidade final do produto. Nesse artigo, o foco será os dois últimos processos na produção de silagens.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Colheita e ensilagem</h2>
<h3>Ponto de Colheita</h3>
<p>O ponto de colheita é uma importante variável na produção da silagem de milho. Vários estudos foram conduzidos <strong>buscando determinar qual o melhor momento para colheita do volumoso</strong> e qual parâmetro pode ser utilizado para fazer essa determinação.</p>
<p>É importante entender que a planta de milho acumula matéria seca com o avançar de sua maturidade, mas também aumenta o seu teor de fibra em detergente neutro e lignina. À medida que o tempo passa, sua digestibilidade diminui.</p>
<p>O ponto ideal de colheita é quando a planta possui <strong>30-35% de matéria seca (MS) ou 65 a 70% de umidade.</strong> Esse estágio é, geralmente, atingido quando a linha do leite está entre 1/2 e 2/3 do grão.</p>
<p>No entanto, a correlação entre linha de leite e porcentagem MS não é muito grande. Existe uma grande variação entre híbridos e anos de plantio e ela serve como uma referência prática. Portanto, a melhor maneira de se determinar o ponto adequado de colheita do milho e sorgo é através da determinação da matéria seca, utilizando-se, por exemplo, o aparelho de micro-ondas ou aparelhos de medição de umidade, como o Koster.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Forragens ensiladas com alto teor de umidade (20 a 27% de matéria seca) possuem um processo de fermentação muito ativo e, geralmente, estão associadas  a altas perdas de nutrientes por efluentes. Além disso, são consumidas em menor quantidade por animais em relação a forragens ensiladas com teores ótimos de matéria seca (30-35%).</p>
<p>Conforme demonstrado na figura 1, há um aumento no teor da matéria seca e amido do milho com o avanço de sua maturidade fisiológica. Portanto, com 2/3 da linha do leite é alcançado o máximo de amido na silagem.</p>
<p>Por outro lado, o teor de fibra na planta reduz até 2/3 da linha do leite. Esses dois fatores são explicados devido ao aumento da proporção de grãos na planta, que ocorre até 2/3 da linha do leite (Bal et al. 1997). Então, com 2/3 da linha do leite há o maior acúmulo de amido e o menor teor de fibra na silagem de milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4796 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1.jpg" alt="Teor de matéria seca" width="594" height="384" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1.jpg 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1-300x194.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1-370x239.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho1-270x175.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 1 – Teor de Matéria Seca (MS), Amido e Fibra em Detergente Neutro (FDN) de silagens de milho em quatros estágios de maturação do grão de milho. Adaptado de Bal et al. (1997)</span></p>
<p>O estádio ideal de colheita do milho tem duração aproximada de dez dias. Após esse período, o teor elevado de MS da planta aumenta as perdas na colheita e dificulta a compactação.</p>
<p>Assim, atrasos na colheita por falhas no planejamento, chuvas, quebra de maquinário, entre outros fatores, <strong>podem prejudicar sensivelmente a qualidade da silagem produzida</strong>, o que certamente será traduzido em <strong>menor desempenho dos animais.</strong></p>
<p>Quando se corta a planta de milho com o grão ainda leitoso, colhe-se somente o equivalente a 50% do potencial produtivo de grãos e 75% da forragem. Já no ponto ideal de colheita, quando a linha do leite está na metade do grão e a planta apresenta teor de matéria seca próxima a 35%, colhe-se 95% dos grãos e 100% da forragem.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4797" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2.jpg" alt="Produção de leite " width="586" height="384" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2.jpg 586w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2-370x242.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho2-270x177.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 2 – Produção de leite de vacas alimentadas com silagem de milho em quatro estágios de maturação do grão. Adaptado de Bal et al. (1997)</span></p>
<p>A produção de leite e produção de proteína na silagem com 2/3 da linha do leite foi maior do que para a silagem no estágio leitoso. Estatisticamente, não houve diferença para os outros estágios de maturação na produção de leite.</p>
<p>No entanto, a produção de proteína foi maior para silagem no estágio de 2/3 da linha do leite. Portanto, esses dados reforçam que o ponto ideal de colheita é quando a planta atinge 35% de matéria seca, existindo uma flexibilidade entre 32 e 35% de MS na planta inteira.</p>
<h3>Altura de corte</h3>
<p>O aumento na altura de corte pode ser uma <strong>estratégia para aumentar a concentração energética e diminuir o teor da Fibra em Detergente Neutro (FDN) na silagem.</strong> O teor de FDN está correlacionado à degradabilidade da matéria seca, que determina a quantidade de fibra da planta, correspondente às frações de celulose, hemicelulose e lignina (Mendes, 2006).</p>
<p>Segundo Dias (2002), os teores de lignina e FDN são inversamente proporcionais à degradabilidade in vitro da matéria seca.  Ao aumentar a altura de corte no momento da ensilagem, há redução na relação colmo/espiga, o que faz com que haja melhorias nas características nutricionais do alimento.</p>
<p>Vasconcelos (2004) observou diminuição na produção de matéria seca de 18,6 para 15,32 ton/ha quando a altura de corte foi aumentada de 0,1 m para 0,8 m respectivamente, representando uma redução de 17,7% na produtividade de matéria seca. Também foi constatado por Caetano (2001) redução na produção de matéria seca/ha. Segundo ele, essa redução foi de 25,6% quando aumentou a altura de corte de 0,5 m para 0,8 m.</p>
<p>Lauer (1998) citado por Caetano (2001) observou redução de 15% na produção de matéria seca/ha quando aumentou a altura de corte de 0,15 m para 0,45 m. O autor também atestou aumento da produção de leite em torno de 12% para a mesma elevação na altura de corte. Tal resultado se deu devido ao menor teor de fibra e fração indigestível na silagem, resultando, assim, em uma redução de apenas 3% na produção de leite estimada por área.</p>
<p>Vasconcelos (2004) observou aumento de 10,9% (7,3 a 7,93%) no teor de proteína bruta (PB), redução de 8,8% (50,16 a 45,75%) no teor da FDN e redução de 14,85% (25,87 a 22,0%) no teor de FDA. Isso se deve à menor participação do colmo na massa ensilada, sendo que este apresenta alto teor de fibra.</p>
<p>Os principais constituintes da silagem de milho são <strong>carboidratos não fibrosos e FDN</strong>, sendo que o amido representa cerca de 70% da fração grão e a FDN 50% da fração haste (Sapienza, 1996). Qualquer alteração nessas duas frações representa modificações significativas na qualidade nutricional da silagem. Vale ressaltar que o aumento na altura de corte pode trazer melhorias nas características físico-química do solo, pois haverá maior residual de matéria vegetal na área (Caetano, 2001; Vasconcelos, 2004).</p>
<p>Portanto, o produtor deve priorizar suas necessidades de obtenção de máxima produção de forragem versus alta qualidade da silagem, para determinar qual altura de corte será adotada, sendo que isso pode variar em diferentes anos em função do potencial produtivo e qualidade da cultura (Shaver, 2000 citado por Caetano, 2001).</p>
<p>As perdas na produção de matéria seca deverão ser compensadas pela melhoria na qualidade nutricional da silagem. Para isso é necessário realizar uma análise econômica, e avaliar os custos de produção, para que assim possa haver maior segurança na tomada de decisão.</p>
<h3>Tamanho de partícula da silagem de milho</h3>
<p>Em uma <strong>silagem de boa qualidade</strong>, o que se procura é picar o material em tamanhos de partícula de 6 a 15 mm, mantendo um tamanho médio de 8 mm.</p>
<p>Quando o corte da planta é inadequado, as partículas grandes dificultam a compactação, e a menor quebra dos grãos levará a um menor aproveitamento dos mesmos, fazendo com que apareçam inteiros nas fezes dos animais.</p>
<p>Silagens com tamanhos de partículas grandes reduzem a ingestão das vacas e, consequentemente, podem reduzir a produção de leite. A solução não está na troca do híbrido ou na antecipação do corte, mas em procedimentos simples como afiar as facas de corte da ensiladeira duas vezes ao dia e aproximá-las das contra-facas. Estas medidas, que não têm custo algum, resolvem facilmente esses problemas.</p>
<p>A redução no tamanho de partícula é favorável ao processo de fermentação da massa vegetal no silo pela compactação facilitada, pelo incremento na área de superfície da forragem, permitindo maior interação entre substrato e microrganismo, além de reduzir os custos de estocagem (Muck et al., 2003).</p>
<h2>Compactação da silagem de milho</h2>
<p>O processo de enchimento e compactação deve ser feito de forma a <strong>distribuir por todo silo camadas uniformes</strong> de espessura média ao redor de 20 a 30 cm. Essas camadas devem ser espalhadas de forma a ficarem inclinadas em direção à entrada do silo ou porta.</p>
<p>A compactação deverá ser feita com passagens consecutivas do trator ou pá carregadeira sobre a massa já distribuída. O objetivo desta compactação é a expulsão do ar, controlando a respiração, a elevação da temperatura e favorecendo a ação das bactérias produtoras de ácido láctico e do rápido abaixamento do pH do material ensilado.</p>
<p>A densidade da silagem vai depender do tipo de implemento usado para compactação, como também do tempo total gasto na compactação por tonelada de forragem. A densidade da compactação é maximizada pela utilização de tratores mais pesados com pneus que aplicam um maior peso por unidade de superfície.</p>
<p>Devemos utilizar rodas mais finas para que possam fazer uma maior pressão por unidade de área.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3.jpg" alt="Perdas de MS" width="540" height="378" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3.jpg 540w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3-300x210.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3-370x259.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/silagem-de-milho3-270x189.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 3 – Perdas de MS em cinco diferentes compactações. Adaptado de Ruppel et al. (1995)</span></p>
<h2>Fases da ensilagem</h2>
<p>O <strong>processo de ensilagem</strong> é constituído de quatro fases:</p>
<ol>
<li>Fase anterior ao fechamento do silo;</li>
<li>Fermentação ativa;</li>
<li>Fase estável;</li>
<li>Pós-abertura.</li>
</ol>
<p>Durante a fase anterior ao fechamento do silo, de pré-vedação, as células da planta e microrganismos aeróbicos presentes consomem o oxigênio, carboidratos solúveis e proteínas são convertidos em água, CO2, calor e amônia livre. Esta fase continua até que todo o oxigênio seja utilizado ou excluído, ou os carboidratos solúveis sejam consumidos.</p>
<p>Quando os níveis de oxigênio diminuem, a fase de fermentação ativa inicia. A produção de ácidos reduz o pH, chegando na faixa de 3,4 a 4,5. Nessa faixa baixa de pH, mantendo o material livre de oxigênio, o crescimento de todos os microrganismos é inibido e a silagem entra na fase estável.</p>
<p>Nesta fase, a qualidade nutricional da silagem pode ser mantida quase indefinidamente. No entanto, após a abertura do silo e exposição da silagem ao ar, o crescimento de microrganismos (bactérias, leveduras) é retomado com o consumo de ácido láctico, permitindo o aumento do pH e o crescimento de microrganismos que causam a diminuição da qualidade nutricional do material ensilado. Portanto, perdas significativas de matéria seca da silagem podem ocorrer durante a fase pós-abertura.</p>
<p>Quanto mais rápido o oxigênio é excluído da massa ensilada, mais rápido é observada a queda de pH durante a fermentação, inibindo o crescimento de microrganismos indesejáveis, que contribuem para diminuição da qualidade nutricional da massa ensilada. Portanto, os processos de colheita da forragem, transporte, compactação e vedação devem ser rápidos visando diminuir as perdas durante a fermentação e a queda do valor nutricional do material ensilado.</p>
<p>A densidade e a matéria seca (MS) do material ensilado determinam a porosidade da silagem, afetando a taxa com o que o ar penetra na massa ensilada durante a descarga do silo, deteriorando a silagem. Além disso, quanto maior a densidade, maior a capacidade de estocagem do silo.</p>
<p>Portanto, maiores densidades do material ensilado diminuem os custos anuais de estocagem por aumentar a quantidade de silagem estocada e por diminuir as perdas do material ensilado no silo.</p>
<h3>Lona, abaulamento e fechamento do silo</h3>
<p>A contribuição mais expressiva da etapa de vedação do silo está em evitar a penetração de ar do ambiente externo para o interior. A vedação consiste em não permitir a entrada de ar e é feita através da cobertura do silo por uma lona e, sobre ela, uma camada de terra.</p>
<p>As lonas pretas comumente usadas nas fazendas têm trazido problemas como rasgos, furos, entre outros. Por isso, lonas de dupla face têm dado um melhor resultado. Além disso, tem a vantagem de refletir o calor, o que ajuda a não esquentar o material ensilado. As lonas a serem utilizadas devem ter 150 micras ou mais, para que possam durar mais tempo.</p>
<p>Outro ponto importante é cobrir a lona com terra, restos de capins e pneus, pois ajudam a protegê-la contra os raios solares, que podem danificá-la.</p>
<p>Outra operação relevante é cercar os silos com cerca de arame e tela para proteger a lona de possíveis animais que possam furá-la, como tatu, galinha, cães e o próprio rebanho, que pode se soltar e subir sobre os silos.</p>
<h2>Desensilagem e Fornecimento</h2>
<h3>Maneje bem a face de retirada do silo</h3>
<p>A face de retirada do silo deve ser mantida o mais plana possível e perpendicular ao solo e laterais. Isso minimiza a área de superfície exposta ao ar. A taxa de retirada do silo deve ser suficiente para prevenir a silagem exposta ao aquecimento e perdas associadas.</p>
<p>Em temperaturas mais altas, como as encontradas no Brasil central, recomenda-se a retirada de fatias de silo de pelo menos 30-35 cm por dia. Esta prática previne o material ensilado de ser exposto ao ar por um período de tempo suficiente que favoreça a proliferação de microrganismos responsáveis pela deterioração da silagem.</p>
<p>Os silos devem ser dimensionados para essa retirada mínima, diminuindo perdas quando o silo é aberto. O acúmulo de silagem solta na base da face do silo deve ser evitado, pois esse material desensilado é especialmente vulnerável a rápida decomposição aeróbica.</p>
<h3>Descarte a silagem deteriorada</h3>
<p>Vedar o material ensilado com lona e colocar pesos sobre o material ensilado não é 100% efetivo no controle de perdas. Perdas por fermentação aeróbica sempre ocorrem em diversas magnitudes e o descarte das porções perdidas nem sempre é uma prática comum em fazendas. A inclusão de silagem deteriorada nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dietas de animais</a></strong> possui um grande impacto sobre o desempenho.</p>
<p>A adição de silagem deteriorada a dietas diminui o consumo de matéria seca e a digestibilidade de nutrientes (PB e FDN), além da produtividade animal. Portanto, o descarte das partes deterioradas de silos é uma prática de manejo importante.</p>
<p>Para fazer silagens de boa qualidade, práticas de manejo devem ser adotadas de maneira integrada, já que a negligência de um procedimento pode levar a uma descontinuidade de um processo adequado de preservação da forragem.</p>
<h2>Transforme sua produção de silagem em lucro no tanque</h2>
<p>Uma silagem de qualidade é essencial para garantir produtividade e saúde do rebanho, mas só gera resultados reais quando está aliada a uma boa gestão.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar nutrição, manejo e controle financeiro para potencializar o uso dos recursos e aumentar a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Subsoladores e escarificadores: saiba quando utilizar cada um deles</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 18:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[máquinas]]></category>
		<category><![CDATA[maquinas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas de produção intensificados, um dos principais desafios é a manutenção da adequada estrutura e aeração do solo. Uma forma de suprir a demanda de oxigênio para as raízes é por meio de práticas de escarificação e subsolagem, ou seja, rompendo a estrutura física da camada do solo. Para recomendação dessa prática deve-se analisar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas de produção intensificados, um dos principais desafios é a manutenção da adequada estrutura e aeração do solo.</p>
<p>Uma forma de suprir a demanda de oxigênio para as raízes é por meio de práticas de <strong>escarificação e subsolagem</strong>, ou seja, rompendo a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">estrutura física</a></strong> da camada do solo. Para recomendação dessa prática deve-se <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">analisar o solo</a></strong> quanto à compactação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Compactação do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sistema de plantio direto (SPD), uma das principais causas da compactação dos solos é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">tráfego de máquinas</a></strong>.  </span></p>
<p>Isso é ocasionado pela redução das janelas de semeadura e intensificação do sistema de produção, seja em operações de semeadura, tratos culturais e colheita.</p>
<p>O problema aumenta quando as operações são realizadas em solos com condições de muita umidade e com pouca palha na superfície.</p>
<p>O tráfego de máquinas pesadas pode promover a compactação superficial desses solos, sendo observados aumentos prejudiciais para as plantas, principalmente até 20 cm de profundidade.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10557 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/penetrometro.jpg" alt="Homem em um campo segurando um penetrômetro" width="270" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/penetrometro.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/penetrometro-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Penetrômetro</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10558 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/trator-escarificador-subsolador.jpg" alt="Trator com escarificador e subsolador" width="270" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/trator-escarificador-subsolador.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/trator-escarificador-subsolador-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Trator com escarificador e subsolador acoplados</span></span></p>
<p>Os solos argilosos são mais suscetíveis à compactação quando comparados a solos com textura arenosa.</p>
<p>Solos compactados apresentam decréscimos de diversos fatores importantes, tais como:</p>
<ul>
<li>Macroporosidade;</li>
<li>Disponibilidade de água;</li>
<li>Absorção de nutrientes.</li>
</ul>
<p>O déficit desses fatores causa consequência, como a redução na difusão de gases no solo, o que acaba por limitar os processos metabólicos das plantas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Manejo para solos compactados</h3>
<p>Quando é identificada a compactação do solo, recomenda-se utilizar um sistema de manejo que possibilite romper a camada compactada.</p>
<p>A escarificação proporciona <strong>redução da resistência do solo à penetração</strong>, com pouca mobilização do solo.</p>
<p>Quando a camada compactada está em profundidades não atingidas pelos escarificadores, a subsolagem é recomendada para o rompimento dessa camada.</p>
<h2>Uso de escarificadores</h2>
<p>A utilização de <strong>escarificadores em SPD vêm sendo indicados para romper camadas compactadas até 0,20 m.</strong> Entretanto, a eficiência desta prática em solos sob SPD tem sido questionada.</p>
<p>Girardello e seus colaboradores (2014) avaliaram a eficiência de escarificadores e observaram uma diminuição nos valores de resistência à penetração (RP), comparado aos locais sem escarificação.</p>
<p>Nas parcelas em que não realizou a escarificação, o valor da RP foi de 1,36 MPa , e de 1,75 MPa onde teve o tráfego de tratores, sem escarificação.</p>
<p>Já na pesquisa de Bellé <i>(et. al, 2014</i>) relata que, em solos com a utilização de escarificador, há menor consumo de combustível, potência e tração do trator do que em locais sem uso de escarificador.</p>
<h2>Uso de subsoladores</h2>
<p>O uso de <strong>subsoladores vem sendo indicado para romper camadas compactadas em profundidades acima de 0,20 m.</strong> A utilização de subsoladores rompe as camadas compactadas até 0,30 m (Monteiro <i>et. al</i>, 2017).</p>
<p>A prática da subsolagem em solos sob <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantio direto</strong></a>, pode ser uma operação com alto custo e com baixo rendimento operacional. Em solos onde foi realizada a subsolagem, não apresentaram diferença na produtividade de culturas, em comparação com solos manejados sem subsolagem, sob SPD (Raper <i>et. al</i>, 2005).</p>
<blockquote><p><em><span style="font-weight: 400;">A subsolagem é uma prática que corrige e mobiliza o solo em subsuperfície, tendo como vantagem o não revolvimento do solo, sendo indicado para áreas sob SPD.</span></em></p></blockquote>
<h2>Comparativo entre escarificadores e subsoladores</h2>
<p>Seki e seus colaboradores (2015) avaliaram o efeito de escarificadores e subsoladores em solos sob SPD. Eles observaram que:</p>
<blockquote><p><em>A utilização do escarificador proporcionou maior manutenção da cobertura vegetal do solo do que os subsoladores. </em></p></blockquote>
<p>No entanto, na pesquisa de Nunes (et. al, 2015) concluíram que a utilização de semeadoras adaptadas ao SPD, podem descompactar o solo até a profundidade de 0,17 m.</p>
<p>Vários autores relatam que não foram apresentados incrementos na produtividade das culturas, após a prática da escarificação ou da subsolagem em solos compactados.</p>
<p>Em Latossolos e Argissolos oxídicos, sob SPD, a escarificação e subsolagem apresentam como operações desnecessárias, pois a longo prazo a qualidade física do solo pode ser melhorada com a prática de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rotação e sucessão de culturas</strong></a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10560 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas.jpg" alt="Vista aérea de um campo de rotação de culturas" width="509" height="263" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas.jpg 509w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas-300x155.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas-370x191.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/rotacao-de-culturas-270x140.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 509px) 100vw, 509px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Rotação de culturas &#8211; Fonte: Instituto Agro</span></p>
<p>Girardello e seus colaboradores (2014), avaliando a eficiência de escarificadores, verificaram que a produtividade da soja em área escarificada foi de 3.669 kg.ha-1, sendo semelhante à área sem escarificação.</p>
<h2>Práticas desejáveis para alta produtividade</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em pesquisa de 2014 (Andrade Júnior </span><i><span style="font-weight: 400;">et. al</span></i><span style="font-weight: 400;">) observaram que os <strong>sistemas de preparo de solo</strong>, cultivo mínimo com subsolagem e SPD, com espaçamento de plantio de 0,40 m proporcionam aumento na produtividade de <strong>milho</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para proporcionar efeito duradouro das práticas de escarificação e subsolagem sob SPD, deve-se implantar gramíneas forrageiras após a prática da intervenção mecânica. Assim, permite-se que as raízes ocupem os espaços deixados pelas hastes dos equipamentos, a fim de que possam formar poros contínuos, melhorando a capacidade de suporte de carga do solo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10561 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/manejo-de-gramineas.png" alt="Manejo de gramíneas forrageiras em ILP e SPD no Semiárido" width="265" height="183" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Manejo de gramíneas forrageiras em ILP e SPD no Semiárido &#8211; Fonte: Embrapa</span></span></p>
<p>Apesar de trabalhos mais antigos terem mostrado pouco efeito no uso de escarificação e subsolagem na produtividade das culturas, atualmente, em muitos sistemas de cultivo, o <strong>tráfego de máquinas</strong> aumentou, devido à adoção de dois ou três cultivos por ano na mesma área.</p>
<p>Além disso, os produtores têm utilizado máquinas com maior rendimento operacional e, mais pesadas, e devido ao maior número de entrada nas áreas para manejo de doenças, <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a> e <strong>pragas</strong>, visando atingir maiores produtividades.</p>
<p>Na soja, há situações em que o produtor tem feito de oito a dez pulverizações por ciclo da cultura. Dessa forma, novas avaliações devem ser realizadas para diferentes condições edafoclimáticas e regiões de produção do país.</p>
<p>Assim sendo, o uso de máquinas têm aumentado nas lavouras, até porque estão produzindo mais, buscando melhores qualidades e em menos tempo.</p>
<p>O quesito físico do solo é essencial tanto no desenvolvimento da cultura quanto na saúde desse solo. Contudo, igualmente importantes, são os fatores químicos e biológicos.</p>
<p>Além disso, os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bioindicadores-para-determinar-a-qualidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">bioindicadores</a></strong> podem ser verdadeiros aliados. Por isso eles têm ganhado cada vez mais espaço nas avaliações do solo.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</strong></a> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-subsolador-e-escarificador/">Subsoladores e escarificadores: saiba quando utilizar cada um deles</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Braquiária na entrelinha do cafeeiro: veja os benefícios e como manejar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 18:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muito tempo se acreditou que o cafeeiro deveria ser mantido no limpo, ou seja, com o solo exposto, sem nenhuma planta e/ou cobertura. Esse manejo acarretava aquecimento excessivo da superfície do solo, evaporação da água do solo mais rápido, impacto direto da água da chuva no solo e, além disso, podendo acarretar erosão do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo se acreditou que o cafeeiro deveria ser mantido no limpo, ou seja, com o solo exposto, sem nenhuma planta e/ou cobertura.</p>
<p>Esse manejo acarretava aquecimento excessivo da superfície do solo, evaporação da água do solo mais rápido, impacto direto da água da chuva no solo e, além disso, podendo acarretar erosão do solo.</p>
<p>No entanto, atualmente muitos produtores já realizam o <strong>manejo do mato na entrelinha do cafeeiro</strong>. O consórcio consiste no <strong>cultivo da braquiária na entrelinha do cafeeiro</strong>, respeitando uma distância de um metro de cada lado da linha, a fim de não haver competição com o cafeeiro.</p>
<p>Após o corte da braquiária, seu resíduo é colocado na linha do cafeeiro, trazendo muitos benefícios.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Quais são os benefícios da braquiária na entrelinha?</h2>
<p>Muitos são os benefícios proporcionados por esse consórcio, isso porque, o resíduo da braquiária mantido na linha do cafeeiro:</p>
<ul>
<li>Atua na supressão de plantas daninhas;</li>
<li>Protege o solo contra o impacto direto de gotas de chuva sobre a superfície;</li>
<li>Protege o solo do superaquecimento do solo, que pode ser prejudicial às raízes;</li>
<li>Atua na manutenção da umidade do solo, reduzindo a evaporação de água do solo;</li>
<li>É fonte de <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes para o cafeeiro</strong></a> e aumenta o teor de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/" target="_blank" rel="noopener">matéria orgânica no solo</a></strong>.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22491 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-1.jpg" alt="Palhada da braquiária nas entrelinhas do plantio de café" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-1-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-1-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Palhada da braquiária na linha de plantio (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>A braquiária na entrelinha do cafeeiro <strong>atua diminuindo o risco de erosões do solo</strong>, seu sistema radicular ajuda na estruturação do solo, devido à decomposição de parte das raízes que ocorre após a ceifa dessa gramínea.</p>
<p>Outro aspecto importante, é a redução no uso de herbicidas no cafeeiro, isso porque, a sua utilização é feita somente na linha do cafeeiro, uma vez que a entrelinha é manejada com roçadas.</p>
<p>Além disso, em lavouras novas, esse consórcio atua como quebra vento, <strong>evitando problemas de tombamento de mudas</strong>, que é comum em áreas sujeitas a ventos fortes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-braquiaria-entrelinha-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-brachiaria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39671 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png" alt="E-book Brachiaria na entrelinha" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual espécie de braquiária escolher?</h2>
<p>Para a escolha da cultivar a ser plantada, deve-se observar algumas características, pois cada cultivar possui sua particularidade.</p>
<h3><em>Brachiaria brizantha</em></h3>
<p>A <em>Brachiaria brizantha</em> (<i>Urochloa brizantha</i>) ou braquiarão, apresenta crescimento entouceirado, dessa forma não cobrindo totalmente o terreno. Por isso, <strong>essa espécie não é recomendada para esse fim</strong>, visto que o terreno ficará exposto, não atendendo nosso objetivo de cobrir o solo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22492 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-2.jpg" alt="Brachiaria brizantha nas linhas de plantio de café" width="740" height="416" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-2.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-2-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-2-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-2-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-2-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;"><em>Brachiaria brizantha</em>. (Foto: Diego Baquião)</span></span></p>
<h3><em>Brachiaria decumbens</em></h3>
<p>A <em>Brachiaria decumbens</em> (<i>Urochloa decumbens</i>) <span style="font-weight: 400;">ou braquiarinha, é uma cultivar rústica, apresentando boa tolerância ao sombreamento. </span></p>
<p>Essa braquiária forma touceiras menores, proporcionando maior cobertura da entrelinha do cafeeiro quando comparada a <i>U. brizantha</i>. Essa espécie <strong>é uma boa opção para o manejo do cafeeiro com a brachiaria</strong>, podendo ser usada com êxito.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22493 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-3.jpg" alt="Brachiaria decumbens nas entrelinhas do café" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;"><em>Brachiaria decumbens</em> (Foto: Larissa Cocato)</span></span></p>
<h3><em>Brachiaria ruziziensis</em></h3>
<p>A <em>Brachiaria ruziziensis</em> (<i>Urochloa ruziziensis</i>) não apresenta tamanha rusticidade quando comparada com a <i>U. decumbens</i>, dessa forma sua formação na área é mais demorada.</p>
<p>No entanto, ela possui grandes vantagens, por entouceirar menos que as outras espécies citadas, ela cobre mais o terreno, demora mais para produzir sementes, se mantendo por mais tempo no período vegetativo e produzindo maior quantidade de massa por hectare.</p>
<p>Portanto, essa espécie <strong>é uma ótima opção para ser utilizada no manejo com a cultura do café.</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="MANEJO DE PLANTAS NA ENTRELINHA DO CAFEEIRO: COMO REALIZAR CORRETAMENTE | Rehagro Responde - Café" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/0OeK4xPU2GE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Como implantar a braquiária na entrelinha do cafeeiro?</h2>
<p>Após a escolha da espécie de braquiária a ser colocada na área, é recomendado realizar o plantio com antecedência, deixando a braquiária já formada, e após isso realizar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantio-do-cafe-o-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener">plantio do café</a></strong>.</p>
<p>No entanto, normalmente as lavouras são <strong>arrancadas em julho/agosto</strong> e o <strong>novo plantio já será realizado em novembro</strong>. Neste caso, deve-se optar por semear a braquiária quanto antes possível, podendo ser realizado o semeio após a abertura do sulco, ou antes da abertura, sendo este último preferido por alguns técnicos.</p>
<p>Para a implantação da braquiária, deve-se aplicar herbicida em área total, após 10 dias realizar o plantio com plantadoras próprias, ou pode ser feito a lanço com adubadoras, onde deve-se utilizar um sistema de rolo ou alguma adaptação que consiga cobrir as sementes na área, pois se não estiverem cobertas as sementes não irão germinar.</p>
<p>A quantidade de semente a ser utilizada irá depender da porcentagem de germinação das sementes e se elas são peletizadas ou não, sendo utilizado em torno de <strong>10 a 20 kg de sementes por hectare</strong>, podendo ser a braquiária decumbens (<i>Urochloa decumbens</i>) ou a braquiária ruziziensis (<i>Urochloa ruziziensis</i>).</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3>Como manejar a braquiária?</h3>
<p>Para o manejo da braquiária, emprega-se duas práticas:</p>
<ol>
<li>Uma no período chuvoso (outubro a março);</li>
<li>Uma no período seco (abril a setembro).</li>
</ol>
<p>No <strong>período chuvoso</strong>, em lavouras de plantio, 1ª e 2ª safra e recepa, realizam-se roçadas alternadas nas ruas. Já em lavouras a partir da 3ª safra, pode-se roçar todas as ruas, e em ambos os casos, sempre que possível, é bom <strong>direcionar o mato para a projeção da saia do cafeeiro</strong> com o intuito de manter a umidade e fornecer nutrientes.</p>
<p>Na foto abaixo temos uma lavoura da cultivar Catuaí 62, com espaçamento 3,70 m 0,50 m, de 7 meses de idade, apresentando o manejo com linhas alternadas utilizando a Brachiaria Ruziziensis (<em>Urochloa ruziziensis</em>).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22495 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-5.jpg" alt="Manejo de lavoura nova com linhas alternadas utilizando a braquiária Ruziziensis" width="740" height="555" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-5.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-5-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-5-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-5-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-5-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-5-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Manejo de lavoura nova com linhas alternadas utilizando a braquiária Ruziziensis (<em>Urochloa ruziziensis</em>). (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>Já no <strong>período seco</strong>, realiza-se o controle em todas as ruas sem alternar, pois facilita na condução da arruação, salientando que o controle dessa gramínea na entrelinha é feito <strong>apenas através de roçadas, sem a utilização de herbicidas.</strong></p>
<p>Na linha do cafeeiro, utilizam-se herbicidas para o controle de plantas invasoras a fim de não exercer competição. É importante destacar, que se deve respeitar uma faixa de controle de 100 cm de cada lado da linha do cafeeiro.</p>
<p>Isso porque, estudos mostram a interferência negativa no crescimento das plantas quando há aumento na densidade de plantas da espécie<em> Brachiaria decumbens</em>, acarretando redução da área foliar.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22496 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-6.jpg" alt="Braquiária na entrelinha do cafeeiro de lavouras adultas" width="740" height="555" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-6.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-6-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-6-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/braquiaria-cafeeiro-6-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Braquiária na entrelinha do cafeeiro de lavouras adultas. (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<p>Muitos estudos mostram os benefícios proporcionados ao solo e até mesmo as plantas de café, quando manejado adequadamente a braquiária.</p>
<p>O manejo da braquiária na entrelinha do cafeeiro acarretou <strong>maior vigor do cafeeiro</strong> tanto na época seca quando na época chuvosa, se comparado ao manejo com o solo exposto (sem cobertura) e a utilização do filme plástico de polietileno (<em>mulching</em>) utilizado na linha do cafeeiro.</p>
<p>Há relatos de efeitos alelopáticos na cultura do café com a utilização dessa gramínea, no entanto, não foi comprovado cientificamente esse tipo de efeito sobre a cultura do café.</p>
<h2>Considerações sobre a utilização da braquiária na entrelinha do cafeeiro</h2>
<p>Portanto, o consórcio da braquiária na entrelinha do cafeeiro se mostra <strong>uma excelente estratégia de manejo para ser utilizada</strong>, isso porque, ela promove diversos benefícios, que podem acarretar maior vigor às plantas.</p>
<p>Esses benefícios envolvem desde a proteção do solo, reduzindo assim a temperatura do solo e o impacto direto da água da chuva, e até mesmo na possibilidade de fornecimento de nutrientes através da mineralização da braquiária.</p>
<p>Vale ressaltar, que a braquiária <strong>deve ser bem manejada</strong>, <strong>para que não exerça competição com o cafeeiro</strong> e possa trazer prejuízos à produtividade da cultura.</p>
<h2>Transforme a gestão da sua lavoura de café e colha mais resultados</h2>
<p>Produzir café de qualidade e com rentabilidade exige muito mais do que apenas cuidar das práticas de campo. É preciso gestão eficiente, tomada de decisão estratégica e domínio técnico para conduzir cada etapa da produção com segurança.</p>
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<ul>
<li>Identificar gargalos e reduzir custos de produção;</li>
<li>Melhorar a eficiência no uso de insumos e recursos da fazenda;</li>
<li>Definir estratégias que aumentam a produtividade e a qualidade do café;</li>
<li>Aplicar ferramentas de gestão que facilitam o dia a dia no campo;</li>
<li>Conquistar resultados consistentes, mesmo em cenários de mercado desafiadores.</li>
</ul>
<p>Com mais de 20 anos de experiência em ensino e consultoria no agro, o Rehagro já transformou a realidade de milhares de produtores em todo o Brasil — e agora pode transformar também a sua.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 17:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da polinização. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão. Você sabia que a polinização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da <strong>polinização</strong>. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão.</p>
<p>Você sabia que <strong>a polinização é uma etapa crucial </strong>durante o ciclo do milho? Por isso, neste artigo foram reunidos alguns pontos importantes para a compreensão mais completa e abrangente sobre a fase deste ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Aspectos genéticos relacionados à polinização</h2>
<p>Antes de entrar, propriamente no assunto da polinização, é preciso conhecer um pouco sobre aspectos genéticos, pois estão intimamente relacionados à polinização.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho tem origem</a></strong> nas Américas, é uma planta do tipo monóica, ou seja, possui os dois sexos separados na mesma planta, no entanto, é de espécie alógama, o que significa que sua polinização ocorre, predominantemente, por cruzamento (95%) e ao acaso. Em resumo, isso faz com que ocorra troca de genes entre os próprios indivíduos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg" alt="Processo de Polinização do Milho" width="500" height="385" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg 1139w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-300x231.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-1024x788.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-768x591.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-370x285.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-270x208.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-740x570.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do ponto de vista genético, a troca de genes faz com que os descendentes (grãos colhidos) tenham menor expressão do potencial produtivo quando cultivados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso significa que quando o produtor adquire uma semente de um milho híbrido, com elevado potencial produtivo, ele fará seu cultivo, mas após realizar a colheita e separar parte dos grãos para plantar na próxima safra, ele não observará a mesma expressão genética da safra anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre porque o cruzamento entre estes indivíduos, considerados aparentados, faz com que aumente os locus em homozigose, que nada mais é do que o aumento da existência de genes deletérios ou com baixa expressão gênica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, se seu objetivo é manter a alta produção, não se deve plantar as sementes advindas de uma safra anterior desses híbridos, pois essas plantas são aparentadas e o cruzamento, portanto, reduz a população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, sempre que for iniciar um cultivo, será preciso adquirir um novo lote focando na </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade das sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> híbridas, para assim, permitir com que se alcance boas produtividades a cada safra.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que afetam a polinização do milho</h2>
<p>Entendendo algumas características genéticas da planta de milho, é preciso compreender<strong> quais são os fatores externos que podem influenciar na sua polinização</strong>:</p>
<ul>
<li>Ao entrar no período de florescimento, as plantas de milho emitem as inflorescências, que são a <strong>masculina – pendão</strong> (Figura 1) e <strong>feminina – espiga</strong> (Figura 2).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg" alt="Inflorenscências Pendão e Espiga" width="370" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-300x186.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-270x167.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<ul>
<li><strong>Pendão:</strong> órgão responsável pela produção e liberação dos grãos de pólen do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> é por meio dele que ocorre a principal forma de dispersão, que é através do vento, que acaba carregando os grãos de pólen até uma distância de 500 metros sem que sua viabilidade seja afetada.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> a dispersão pode durar de 5 a 8 dias, os quais, permanecem viáveis por até 24 horas após sua liberação, podendo variar de acordo com as condições ambientais.</li>
<li><strong>Estilo-estigma:</strong> popularmente chamado de “cabelo” do milho, é o responsável por levar o grão de pólen até o óvulo do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> após a dispersão do pólen, o mesmo cai nesse estilo-estigma, dando início ao processo de fecundação dos óvulos.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> condições adequadas para que o estilo-estigma permaneça viável: Temperaturas entre 16º C e 35ºC; Umidade relativa superior a 65%.</li>
<li><strong>Curiosidade:</strong> cada “cabelo” do milho corresponde a um óvulo que, quando fecundado, formará um grão. É importante ressaltar que cada espiga pode produzir de 500 a 1000 óvulos.</li>
<li><strong>Alerta:</strong> condições ambientais como tempo seco, neste período, faz com que o estilo-estigma perca umidade e isso resultará em baixa germinação do tubo polínico e consequentemente, baixa fecundação do óvulo e assim, não formará grãos causando falhas na espiga.</li>
</ul>
<p>O milho tem grande contribuição no cenário econômico, pois vai desde a alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Cerca de 70% do uso dos grãos de milho do mundo são destinados à alimentação animal, e em algumas regiões ele é o ingrediente básico para alimentação humana.</p>
<h3>Lagarta-da-espiga (<i>Helicoverpa zea</i>)</h3>
<p>Durante este período de emissão da espiga e do “cabelo” do milho, deve-se <strong>atentar à presença da lagarta-da-espiga</strong>, <strong>pois esta pode comprometer a produtividade da lavoura</strong>, fique atento.</p>
<p>Esta praga se alimenta, preferencialmente, do “cabelo” do milho, podendo comprometer diretamente a fertilização dos óvulos e assim, causar falhas na formação de grãos. Além disso, quando os cabelos do milho já estão secos, a lagarta passa a atacar os grãos, reduzindo a produção esperada e podendo ainda facilitar a entrada de microrganismos na espiga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg" alt="Lagarta-da-espiga" width="400" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg 353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-300x213.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-270x192.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<h4>Manejo da lagarta-da-espiga</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O controle químico tem sido pouco utilizado como forma de manejo desta praga, em razão da dificuldade de aplicação. Portanto, pode-se adotar o controle biológico, através da liberação de inimigos naturais, como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Trichograma</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe a importância da polinização e os entraves que podem acabar afetando esse processo, também é importante assegurar o pleno desenvolvimento da cultura, e isso pode ser impedido por </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e pragas, como o </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, que causam danos, principalmente na fase inicial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Cultivares de soja: como escolher a melhor para sua propriedade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 20:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sonha em ter sua renda focada na agricultura de grãos, já teve que escolher entre várias cultivares disponíveis. Mas como identificar a melhor cultivar de soja? Os dois primeiros passos são: Amostrar o solo para análise e com isso saber suas necessidades nutricionais; Escolher corretamente as cultivares, baseado em seus objetivos e potenciais. &#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem sonha em ter sua renda focada na agricultura de grãos, já teve que escolher entre várias cultivares disponíveis. Mas como identificar a melhor cultivar de soja?</p>
<p>Os dois primeiros passos são:</p>
<ol>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/">Amostrar o solo para análise</a></strong> e com isso saber suas necessidades nutricionais;</li>
<li>Escolher corretamente as cultivares, baseado em seus objetivos e potenciais.</li>
</ol>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Classificação das cultivares de soja</h2>
<p>A cultivar de soja pode ser classificada pelo hábito de crescimento e requerimento em luz (fotoperíodo). Conhecer esses aspectos são de extrema importância no sistema de produção, seja ele convencional ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>.</p>
<p>A soja é classificada como <strong>planta de dias curtos</strong>, ou seja, depende do acúmulo de horas no escuro para iniciar o desenvolvimento da floração e reprodução.</p>
<p>O fotoperíodo é variável para cada cultivar de soja, e para orientar os produtores quanto à escolha correta, para cada região específica, desenvolveu-se a classificação dos grupos de maturação.</p>
<p>Abaixo estão descritos os grupos de maturação para cada latitude e região, fique atento ao grupo ideal para suas condições, pois isso o auxiliará a ter bons rendimentos de grãos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11779" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja.jpg" alt="Mapa de grupos de maturação da soja no Brasil" width="600" height="420" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja-300x210.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja-370x259.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/maturacao-soja-270x189.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Alliprandini et al., (2009)</span></p>
<p>Latitudes maiores, mais ao Sul, têm a característica de apresentar dias mais longos, ou seja, horas de luz maiores que horas de escuro, enquanto que latitudes menores, mais ao Norte, o comprimento do dia tende a ser igual ao comprimento da noite.</p>
<p>Vale ressaltar que a latitude pode influenciar no ciclo de cada cultivar e por isso, dentro de cada faixa de maturação existem cultivares adaptadas e que possuem ciclo superprecoce, precoce, semiprecoce, médio, semitardio e tardio, logo, a escolha e o posicionamento de cada uma delas dependerá dos seus objetivos.</p>
<h2>Cultivares determinadas</h2>
<p>Neste tipo de hábito, as plantas atingem <strong>90% de sua altura até o período de florescimento</strong>. Após este estágio elas praticamente cessam o seu crescimento e não ramificam mais. Então é importante saber identificar os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">estádios fenológicos</a></strong>.</p>
<p>Características marcantes das cultivares determinadas: o florescimento ocorre praticamente de forma simultânea pela extensão da planta e com a presença de um racemo longo e muitas vagens no nó terminal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5615 size-full aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja.jpg" alt="Soja florescendo" width="519" height="390" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja.jpg 519w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/02/Flor-de-Soja-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 519px) 100vw, 519px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Agroprecision</span></p>
<h2>Crescimento indeterminado</h2>
<p>Neste tipo de hábito, as plantas possuem a fase vegetativa simultânea à fase reprodutiva, ou seja, até o início do florescimento as plantas apresentam cerca de metade de seu crescimento potencial, assim, quando entram em estádio reprodutivo, continuam a crescer, podendo até dobrar a sua altura.</p>
<ul>
<li>Características marcantes das cultivares indeterminadas: o florescimento ocorre escalonadamente, de baixo para cima, podendo ter vagens desenvolvidas na base da planta e flores no ápice.</li>
</ul>
<p>Além disso, mesmo após o florescimento, formam vagens e continuam crescendo. As folhas do topo destas plantas, geralmente, são menores que as demais, enquanto que na determinada, são do mesmo tamanho.</p>
<h2>Principais cuidados com as cultivares</h2>
<h3>Atenção com o veranico</h3>
<p>Em caso de se escolher trabalhar com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">sementes de soja</a></strong>, da cultivar de hábito determinado, deve-se atentar à possibilidade de períodos longos sem chuva (veranico). Se a planta estiver em estádio reprodutivo, o déficit hídrico poderá provocar queda de botões florais, flores e abortamento de vagens.</p>
<p>Como a soja cessa o seu crescimento e produção de ramos ao florescer, acaba reduzindo seu potencial produtivo.</p>
<p>Enquanto que em cultivares de hábito indeterminado, o reflexo de um período de veranico no florescimento, seria menos acentuado, pois continuam emitindo novos ramos e flores, mesmo após entrarem no estádio reprodutivo e assim, seria possível manter um bom potencial produtivo que refletirá na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">colheita dos grãos</a></strong>.</p>
<h3>Cuidado com o mofo branco</h3>
<p>Em áreas que ocorrem <a href="https://rehagro.com.br/blog/mofo-branco-no-feijoeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mofo branco</strong></a>, causado pelo fungo <i>Sclerotinia sclerotiorum</i>, o cultivo de soja de crescimento indeterminado aumenta o alerta do produtor, em relação à infecção. Isso porque o fungo só penetra e infecta a planta através das estruturas reprodutivas (flores), e como o período de florescimento delas é maior, a lavoura se torna mais suscetível à doença.</p>
<p>Além disso, por estas cultivares indeterminadas crescerem e ramificarem mais, o controle de doenças pode ser mais desafiador pela arquitetura da planta desfavorecer o acesso aos baixeiros e solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Agora que você sabe o que é necessário para escolher corretamente a cultivar de soja, caso opte pelo sistema de plantio direto, sabia que os restos da cultura anterior, quando associados à alta umidade, podem favorecer outras doenças fúngicas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">mancha-alvo</a></strong> e, ainda, uma das principais pragas, que são os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejos</a></strong>? Esteja atento!</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Com uma linguagem acessível e foco em aplicações práticas, você vai aprender os fundamentos da produção agrícola — desde os ciclos das culturas até o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e análise de custos e margens.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Buva no cafeeiro: como realizar o manejo dessa planta daninha?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/buva-no-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 19:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[buva]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A buva ou voadeira (Conyza spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta. Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova. A planta daninha é qualquer ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>buva</strong> ou voadeira (<em>Conyza </em>spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta.</p>
<p>Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova.</p>
<p>A planta daninha é qualquer ser vegetal que cresce onde não é desejada, e essa incidência de plantas daninhas pode <strong>interferir no desenvolvimento</strong> da cultura de interesse, devido à competição por água, luz, CO₂ e nutrientes.</p>
<p>Nesse sentido, devemos ficar atentos à ocorrência de plantas invasoras, principalmente aquelas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">difícil controle</a></strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como manejar a buva no cafeeiro?</h2>
<p>A utilização da braquiária como cobertura do solo na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">entrelinha do cafeeiro</a></strong>, é uma opção de manejo, com o intuito de suprimir o aparecimento de outras plantas daninhas, por exemplo, a buva.</p>
<p>Além disso, este manejo protege o solo e reduz a utilização de herbicidas na entrelinha do cafeeiro, visto que, serão realizadas apenas reações químicas na linha.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg" alt="Buva" width="465" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg 465w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-300x206.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-370x254.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-270x185.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 465px) 100vw, 465px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Buva (<em>Conyza spp</em>)</span></p>
<p>Nesse sentido, deve-se estar atento a ocorrência dessas plantas na linha de plantio, uma vez que a buva pode exercer grande competição com o cafeeiro, e seu controle pode ser dificultado.</p>
<p>No <strong>controle químico</strong>, pode-se utilizar herbicidas inibidores da protox, que atuam inibindo a atuação da enzima <em>protoporfirinogênio oxidase</em>, como é o caso dos ingredientes ativos: <em>Oxyfluorfen, Flumioxazin, Carfentrazone-ethyl</em> e <em>Saflufenacil</em>, ou também pode se utilizar o <em>Metsulfuron</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg" alt="Ocorrência de Buva (Conyza spp) no cafeeiro" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2.jpg 480w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Ocorrência de Buva (<em>Conyza spp</em>) no cafeeiro.</span></p>
<p>A <strong>aplicação sequencial</strong> é uma opção dependendo do nível de infestação de buva no cafeeiro, para o controle químico ser eficiente as plantas devem estar menores que 25 cm, conforme o tamanho da planta vai aumentando a eficiência no controle vai diminuindo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-braquiaria-entrelinha-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-brachiaria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39671 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png" alt="E-book Brachiaria na entrelinha" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Eleve a gestão da sua lavoura de café</h2>
<p>O manejo da buva é apenas um dos muitos desafios da cafeicultura. Para ter produtividade, qualidade e lucro consistentes, é preciso ir além do controle pontual e adotar uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende de forma prática a reduzir custos, melhorar o uso de insumos, aumentar a eficiência da fazenda e tomar decisões mais assertivas, sempre com base em conhecimento técnico atualizado e aplicado à realidade do campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Amostragem de solo em lavouras de grãos: como realizar corretamente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 18:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é um dos componentes mais essenciais para a agricultura. É ele quem sustenta as lavouras, fornece a maior parte dos nutrientes que a cultura precisa e, de acordo com suas características, pode aumentar significativamente o volume de produção. Assim, notamos a importância desse recurso natural, mas como torná-lo adequado para nossas culturas? A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O solo é um dos componentes mais essenciais para a agricultura. É ele quem sustenta as lavouras, fornece a maior parte dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/">nutrientes que a cultura precisa</a></strong> e, de acordo com suas características, pode aumentar significativamente o volume de produção.</p>
<p>Assim, notamos a importância desse recurso natural, mas como torná-lo adequado para nossas culturas?</p>
<p>A resposta disso vai depender do tipo de solo, minerais e nutrientes disponíveis. É por meio de dados como esse, que o produtor poderá fornecer exatamente o que sua lavoura precisa.</p>
<p>Para proceder a essa análise do solo, <strong>existem técnicas específicas para tornar os dados mais precisos e corretos</strong>.</p>
<p>O primeiro passo é a coleta da amostra. Essa etapa é a mais crítica, já que uma pequena porção de terra deverá representar alguns milhares de toneladas de solo.</p>
<p>Quando uma amostragem do solo é mal executada, todo o processo de análise e interpretação fica comprometido, podendo causar grandes prejuízos. Então confira neste artigo, os procedimentos corretos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como fazer a seleção da gleba?</h2>
<p>O termo <strong>gleba é utilizado para áreas uniformes com relação às características importantes do solo,</strong> tais como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cor do solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Drenagem;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Posição na encosta;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cultura explorada;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Textura do solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Histórico da área.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Para que uma amostra seja representativa, devemos dividir a área com base nas características acima, tomando o cuidado para que <strong>uma gleba não seja superior a 10ha</strong>.</p>
<p>Como teremos amostras distintas, é conveniente desenhar um pequeno mapa da propriedade para identificar de forma segura a gleba que foi amostrada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4686 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao1.jpg" alt="Vista aérea de um campo dividido em quatro glebas diferentes." width="487" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao1.jpg 487w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao1-300x171.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao1-370x210.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao1-270x154.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 487px) 100vw, 487px" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de divisão de área: as glebas 1 e 2 são separadas em função do tipo de exploração, enquanto as glebas 3 e 4 são diferentes por causa da declividade.</span></p>
<h2>Como selecionar a amostra do solo?</h2>
<p>Para fins de fertilidade, a amostra pode ser coletada com enxada, enxadão + pá de corte ou trado, balde e saco plástico com etiqueta de identificação.</p>
<p>Todos os recipientes e materiais devem estar <strong>devidamente limpos para evitar contaminações da amostra</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4687 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao2.jpg" alt="Ilustração de como realizar a retirada da amostra do solo com diferentes ferramentas." width="558" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao2.jpg 558w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao2-300x153.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao2-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao2-270x137.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 558px) 100vw, 558px" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Pá-de-corte e diferentes modelos de trados utilizados para realizar a amostragem do solo</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21414 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-1.jpg" alt="Ferramentas para amostragem do solo" width="297" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-1.jpg 297w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-1-270x262.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-1-150x145.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 297px) 100vw, 297px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21415 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-2.jpg" alt="Pessoa retirando uma amostra do solo utilizando um trado." width="370" height="276" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-2-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-2-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-2-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h3>Época de amostragem de solo</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Culturas anuais</strong>: a amostragem deve ser feita alguns meses antes do plantio.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Culturas perenes</strong>: a amostragem deve ser feita no final do período chuvoso ou após a colheita.</li>
</ul>
<h3>Quando coletar?</h3>
<p><strong>Para solos explorados de forma intensiva, deve-se realizar ao menos uma amostragem ao ano</strong>, independente da cultura.</p>
<p>Em cultivos convencionais, as amostragens podem ser realizadas em intervalos de 2 ou 3 anos, visto que as aplicações anuais de adubo levam alguns anos para alterar os níveis dos elementos no solo.</p>
<p>O efeito residual do calcário dispensa amostragens anuais.</p>
<p>Solos com características muito arenosas ou de acidez elevada, merecem amostras mais frequentes.</p>
<h3>Qual a profundidade da amostragem do solo?</h3>
<p>As análises de rotina são realizadas com amostras na profundidade de 0 a 20 cm. No entanto, em diversas situações, essa profundidade não é suficiente.</p>
<p>Tanto para culturas anuais sob <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/"><strong>sistema de</strong> <strong>plantio direto</strong></a>, quanto em manutenção de pastagens adubadas, a amostragem deve ser executada de 0 a 10 cm e 10 a 20 cm.</p>
<p>Para implantação de culturas perenes ou quando se usa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/" target="_blank" rel="noopener">gesso</a></strong>, são necessárias amostras mais profundas de 20 cm (0 a 20, 20 a 40 e 40 a 60 cm).</p>
<p>Realiza-se a amostragem nas camadas subsuperficiais no mesmo ponto de coleta das camadas superficiais, com cuidado para evitar contaminar as camadas inferiores.</p>
<h3>Como realizar a coleta?</h3>
<p>Para a realização de uma amostragem do solo adequada, deve-se escolher aleatoriamente um ponto na gleba.</p>
<p>Realiza-se uma limpeza superficial nesse local com auxílio de uma enxada. Em seguida, com o uso do trado, coleta-se uma amostra na profundidade desejada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4688 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao3.jpg" alt="Coleta de amostra de solo para análise" width="388" height="478" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao3.jpg 388w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao3-244x300.jpg 244w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao3-370x456.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-para-adubacao3-270x333.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 388px) 100vw, 388px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21416 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-3.jpg" alt="Foto de um homem retirando amostra do solo e colocando em um saco para transporte." width="505" height="438" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-3.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-3-300x260.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-3-370x321.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-3-270x234.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-3-346x300.jpg 346w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-3-150x130.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Posição adequada para coleta das amostras em culturas anuais e perenes.</span></p>
<p>Se a ferramenta utilizada for o enxadão, abre-se uma valeta, e com auxílio da pá de corte retira-se uma fatia de 3 cm de espessura, desprezando-se as laterais e colocando a parte central no balde plástico limpo.</p>
<p>Essa operação deverá ser repetida pelo menos 20 vezes dentro da mesma gleba, caminhando-se ao acaso e em zigue-zague, para cada uma das profundidades amostradas.</p>
<p><strong>Não devem ser coletadas amostras em locais atípicos da paisagem</strong>, como nas proximidades das casas, galpões, brejos, voçorocas, trilho de animais, formigueiros, etc., evitando introduzir erros na amostragem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21417 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-4.jpg" alt="Sequencia de retirada de amostra do solo" width="512" height="310" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-4.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-4-300x182.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-4-370x224.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-4-270x163.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-de-solo-4-150x91.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sequência de operações na coleta de amostra do solo, utilizando-se de enxadão e pá-de-corte. </span>(Brasil, 2002)</span></span></p>
<h3>Remessa</h3>
<p>Após a coleta das amostras, o solo deve ser misturado, obtendo-se uma amostra composta uniforme. Dela se separam 300 gramas em saco plástico limpo com etiqueta.</p>
<p>Cada amostra composta deve ser identificada com data, local, profundidade da coleta e enviada para um laboratório credenciado.</p>
<p><strong>Caso não seja possível encaminhá-las em menos de 12 horas</strong>, as amostras devem ser secas à sombra, em local protegido de poeira ou qualquer outro resíduo, e encaminhar para o laboratório logo que possível.</p>
<p>Preencha o formulário fornecido pelo laboratório, visando melhor conhecimento do solo, manejo e facilitar a interpretação dos resultados.</p>
<p><strong>Não deixe de realizar a análise do solo!</strong> É um investimento muito pequeno comparado aos benefícios que ela propicia. É por meio dela que você poderá predizer quais nutrientes sua cultura precisa para expressar seu <strong>máximo potencial produtivo</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Brusone no trigo: como identificar, principais sintomas e como controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 13:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[brusone]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do trigo]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trigo pode sofrer com o ataque de diversas doenças, que podem afetar desde o início do seu desenvolvimento até o final de seu ciclo e sem o devido tratamento elas podem provocar perdas consideráveis. Sendo assim, no cultivo dessa lavoura é muito importante saber identificar corretamente essas doenças, conhecer suas características e entender a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O trigo pode sofrer com o ataque de diversas doenças, que podem afetar desde o início do seu desenvolvimento até o final de seu ciclo e sem o devido tratamento elas podem provocar perdas consideráveis.</p>
<p>Sendo assim, no cultivo dessa lavoura é muito importante saber identificar corretamente essas doenças, conhecer suas características e entender a biologia do patógeno envolvido. Com essas informações em mãos é possível tomar as melhores decisões para a proteção da lavoura.</p>
<p>Com quais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">doenças você já se deparou na cultura do trigo</a></strong>? Em qual fase de desenvolvimento da lavoura?</p>
<p>De todas as enfermidades do trigo, <strong>a brusone, chamada de branqueamento da espiga</strong>, é provavelmente a responsável pelos maiores prejuízos.</p>
<p>Causada pelo fungo <em>Pyricularia grisea </em>seus danos aparecem durante o espigamento da cultura. Quando sua infestação é alta e a eficiência de controle é baixa, as perdas podem chegar a 50% no rendimento de grãos.</p>
<p>Para conhecer melhor essa doença, fique atento aos <strong>pontos mais importantes sobre a brusone</strong> que trataremos a seguir.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Condições ambientais que favorecem a brusone</h2>
<p>A ocorrência da doença <strong>é</strong> <strong>favorecida em condições de elevada precipitação pluvial, dias nublados e temperaturas variando entre 24 &#8211; 28°C.</strong> Locais onde o período de orvalho é longo, cerca de 15 horas, criam condições favoráveis à disseminação do patógeno, além de um período de 10-14 horas de molhamento sobre as espigas.</p>
<p>Os maiores danos com essa doença ocorrem quando as condições descritas coincidem com o período de desenvolvimento da lavoura, que vai do emborrachamento até o grão leitoso.</p>
<p>Uma das maneiras de gerenciar o risco da brusone é conhecer as características climáticas do local de cultivo, a época de florescimento da cultivar plantada e integrar essas informações à época de plantio da lavoura.</p>
<h2>Como ocorre a disseminação da doença?</h2>
<p>A brusone <strong>pode sobreviver em sementes infectadas, hospedeiros secundários ou em restos culturais</strong>, este último pode ser considerada a principal fonte de inóculo do patógeno.</p>
<p>Seus esporos são pequenos e leves, facilmente dispersos pelo vento e podendo atingir áreas muito distantes da fonte de origem, parecido com o que ocorre com as ferrugens.</p>
<p>As plantas que podem ser hospedeiras alternativas da brusone são: milho, milheto, arroz, cevada e algumas gramíneas nativas.</p>
<p>Desta forma é importante observar a presença de plantas invasoras que podem hospedar o patógeno, bem como sucessão com plantas hospedeiras em áreas de ocorrência de brusone.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12086 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1.jpg" alt="Lavoura de trigo com brusone" width="476" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1.jpg 476w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-370x280.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 476px) 100vw, 476px" /></p>
<h2>Principais sintomas da brusone</h2>
<p>Os principais sintomas<strong> podem ser observados na espiga devido à sua descoloração</strong>, ela pode se tornar branca principalmente na sua metade superior (acima do ponto de infecção).</p>
<p>O principal ponto de infecção dessa doença na espiga é a <strong>ráquis</strong>, a qual uma vez infecta apresenta lesões escuro-brilhantes.</p>
<p>No campo é fácil identificar o patógeno, pois a espiga fica com uma coloração dupla, branco-palha acima da infecção e verde abaixo.</p>
<p>Em uma observação atenta da lavoura também possível identificar ocorrência de brusone nas folhas do trigo, causando lesões elípticas com margem de coloração marrom escuro e centro acinzentado. Os grãos nas espigas atacadas pela doença são menores e enrugados, isso ocorre devido à interrupção no fluxo de nutrientes a partir do ponto de infecção na ráquis.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12087 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1.jpg" alt="Escala diagramática de brusone no trigo" width="410" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1.jpg 410w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-273x300.jpg 273w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-370x407.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-270x297.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px" /><span style="font-size: 10pt;">Escala diagramática de brusone no trigo. / Fonte: EMBRAPA Trigo, Maciel (2015)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12088 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1.jpg" alt="Folha de trigo com brusone" width="341" height="339" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1.jpg 341w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-300x298.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-270x268.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-302x300.jpg 302w" sizes="auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px" /><span style="font-size: 10pt;">Folha de trigo com sintoma de brusone. / Fonte: EMBRAPA</span></p>
<h2>Como realizar o controle da brusone?</h2>
<p>O controle da brusone é <strong>bastante difícil</strong>, o manejo mais eficiente deve integrar:</p>
<ul>
<li><strong>Janela de plantio:</strong> normalmente a doença se desenvolve menos nos plantios tardios;</li>
<li><strong>Cultivares resistentes:</strong> há diferentes níveis de suscetibilidade nas cultivares comerciais;</li>
<li><strong>Rotação de culturas:</strong> essa prática não evita a doença, mas ajuda a diminuir a quantidade de inoculo inicial, diminuindo sua incidência e o progresso da epidemia no campo;</li>
<li><strong>Controle químico:</strong> uma das alternativas é o uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fungicidas</strong></a> específicos em aplicação preventiva antes do início do espigamento, com uma segunda aplicação 10-15 dias após a primeira.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Um dos entraves no controle químico é a dificuldade de atingir o alvo da aplicação por conta das características das espiguetas de trigo, o que pode resultar em índices de controle não satisfatórios.</p>
<p>Para melhorar o manejo da brusone é necessário ficar atento às condições climáticas durante a fase reprodutiva da cultura, iniciar a aplicação de fungicida no final do emborrachamento e repetir a pulverização no florescimento (cerca de 15 dias após a aplicação anterior).</p>
<p>Nesse caso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/" target="_blank" rel="noopener">uso de adjuvantes</a></strong> específicos contribui para aumentar a eficiência da aplicação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12089" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1.jpg" alt="Duas cultivares de trigo" width="479" height="356" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1.jpg 479w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-300x223.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-370x275.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 479px) 100vw, 479px" /><span style="font-size: 10pt;">Diferença duas cultivares de trigo em relação à susceptibilidade a doenças. </span></p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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		<title>Adubação nitrogenada na cultura do milho: principais recomendações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 14:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[potencial produtivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil. Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo. Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um <strong>aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil.</strong> Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo.</p>
<p>Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare no caso da soja. No entanto, a média nacional é menos animadora nesse aspecto, sendo 5 toneladas/ha de milho e 3,4 toneladas/ha de soja.</p>
<p>A queda na produtividade, na maioria das vezes, está ligada à <strong>baixa fertilidade do solo e manejo nutricional inadequado da lavoura</strong>.</p>
<p>É possível transformar esse tipo de situação que causa prejuízo, em algo benéfico. Tendo o conhecimento adequado e aplicando em suas lavouras, a produção possui grandes chances de aumento, principalmente na cultura dos cereais.</p>
<p>Isso não implica, porém, no aumento da área de plantio. Com as técnicas corretas, você pode produzir mais no mesmo espaço. Uma delas é ter em mente o que sua cultura de fato precisa e o que ela exige nutricionalmente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Exigência nutricional na cultura do milho</h2>
<p>A exigência nutricional da cultura é fundamental para as tomadas de decisões quanto à fertilidade. Ela é determinada pela quantidade de cada nutriente extraído do solo pela planta.</p>
<p>É importante ter em mente que tanto os macronutrientes, quanto os micronutrientes, fazem total diferença à resposta da cultura, que pode produzir mais ou menos.</p>
<p>Um dos macronutrientes de maior impacto é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>. Além de ser o <strong>nutriente que o milho mais absorve</strong>, em sua grande maioria, também é o de melhor custo-benefício.</p>
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<p>Para seguir adiante com a <strong>recomendação da quantidade de adubo nitrogenado ideal</strong>, uma série de fatores deve ser considerada, tais como:</p>
<ul>
<li>Sistema de produção (convencional ou plantio direto);</li>
<li>Condições edafoclimáticas;</li>
<li>Época de <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura</strong></a>;</li>
<li>Resposta da planta à adubação;</li>
<li>Modo de aplicação;</li>
<li>Fonte do nutriente;</li>
<li>Recursos financeiros, dentre outras.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41642" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png" alt="Extração de nutrientes no milho" width="604" height="547" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png 604w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-300x272.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-370x335.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-270x245.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-331x300.png 331w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-150x136.png 150w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Extração de nutrientes da cultura do milho. Fonte: Coelho e Franca (1995).</span></p>
<p>Segundo Coelho e seus colaboradores (2007), para que um produtor de milho consiga atingir uma produção equivalente a 9,2 toneladas de grãos em um único hectare, serão necessários 185 Kg/ha de nitrogênio. Estes mesmos resultados são comprovados por Coelho e França (2005), como citados na tabela acima.</p>
<p>Já nas pesquisas feitas por Casagrande e Fornasieri Filho (2002), o aumento nas doses de nitrogênio resulta em teores maiores não só do próprio Nitrogênio (N), mas também de Fósforo (P), Enxofre (S) e Zinco (Zn) nas folhas de milho.</p>
<p>Repare que o fósforo também é um dos macronutrientes e tem sido cada vez mais limitante, então o uso do nitrogênio é <strong>extremamente necessário</strong>.</p>
<p>Além do mais, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>enxofre</strong></a>, quando absorvido pela planta, também auxilia na defesa contra patógenos, no aumento da oferta de proteínas e aminoácidos essenciais e no controle hormonal para o crescimento. O mesmo é observado no micronutriente de zinco.</p>
<p>Tudo isso contribui para a qualidade final do milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg" alt="Adubação foliar com nitrogênio em lavoura de milho" width="506" height="338" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Adubação foliar com Nitrogênio líquido &#8211; Fonte: Revista Campo e Negócio</span></span></p>
<h2>Principais fontes de nitrogênio para adubação</h2>
<p>Muito produtor cerealista acaba por tentar o caminho mais fácil que é a compra do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizante nitrogenado</a></strong>, mas muitos não sabem que até a origem desse macronutriente pode ter peso significativo.</p>
<p>A fonte de nitrogênio é importante para definir o modo de aplicação e em qual época será melhor aproveitada pela planta. Isso evita perdas e aumenta a velocidade de disponibilidade deste nutriente para a planta.</p>
<p>Para adubação nitrogenada na cultura do milho, são usadas, basicamente, três fontes de nitrogênio:</p>
<ol>
<li>Ureia (fornece 45 % N);</li>
<li>Sulfato de Amônio (além de fornecer 20 % N, também fornece de 22 a 24 % de S);</li>
<li>Nitrato de Amônio (fornece 32 % N).</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21377 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg" alt="Ureia" width="505" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ureia &#8211; fonte de N</span></span></p>
<p>Na pesquisa conduzida por Meira (2009), cuja finalidade do experimento era avaliar diferentes dosagens e fontes distintas de Nitrogênio, concluiu-se que <strong>a produção de grãos aumenta com o acréscimo na dosagem do nutriente</strong>, porém não há diferença entre as fontes de nitrogênio utilizadas.</p>
<p>Apesar do aumento do fornecimento de nitrogênio ter tido uma boa resposta, a superdosagem pode reduzir a produtividade e causar toxicidade na planta devido ao efeito salino, segundo Jandrey (2019 &#8211; Pioneer).</p>
<p>Assim sendo, é preciso ter cautela e conhecer muito bem sobre fertilizantes, necessidades da cultura e adequação ao seu solo.</p>
<h3>Em que época realizar a adubação nitrogenada?</h3>
<p>Entre os estádios V3 a V6 é o período em que a planta tem <strong>maior demanda de nitrogênio</strong>, afinal, é nesse período de desenvolvimento que ela estará definindo o seu potencial produtivo.</p>
<p>No entanto, essa também é a melhor época para se realizar a adubação de cobertura e, por outro lado, a não aplicação do nitrogênio ou fornecimento fora da época recomendada pode causar grandes perdas de produção!</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21378 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg" alt="Fases do estádios fenológicos do milho" width="483" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg 483w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><span style="font-size: 10pt;">Estádios fenológicos do Milho &#8211; Fonte: Mais Soja</span></p>
<p>Há a comprovação desse dado por Fancelli e Casadei, onde as melhores respostas à produtividade de grãos ocorreram quando as adubações de cobertura foram feitas entre os estádios V2 e V6.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41643" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png" alt="Produtividade na cultura do milho" width="665" height="478" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png 665w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-300x216.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-370x266.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-270x194.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Resposta à produtividade de grãos sob a aplicação de nitrogênio. Fonte: Fancelli e Casadei (dados não publicados)</span></p>
<h3>Dosagem na adubação nitrogenada</h3>
<p>A prática mais comumente usada entre os produtores é a aplicação de no máximo 1/3 da dose total de Nitrogênio, desde que esse valor não passe de 50 kg/ha de N na fase de cobertura.</p>
<p>O outros 2/3 desse fertilizante, aplicam a lanço ou incorporam entre estádios V3 até o V6.</p>
<p>Quando o solo onde a cultura se desenvolve é do tipo arenoso, o recomendado é que a dose seja parcelada em 2 ou 3 vezes.</p>
<p>Ainda assim, é possível observar que não existe a necessidade de fornecer nitrogênio em estádios fenológicos avançados. Isso porque, além de não contribuir para o aumento de produtividade, essa prática pode favorecer a ocorrência de doenças como helmintosporiose, ferrugem e cercosporiose.</p>
<p>O resultado benéfico a respeito da aplicação de N em estádios fenológicos iniciais é comprovado pela pesquisa conduzida por Uhart e Andrade, na publicação de 1995 e citada por Fancelli em publicação de 2010.</p>
<p>Os pesquisadores constataram ainda, que nos 15 dias após a floração, o milho remobilizou entre 28 kg/ha e 100 kg/ha de N absorvido nos estádios iniciais. Esse dado representa de 18% a 42% daquele presente na biomassa (planta).</p>
<p>Desse total mobilizado, cerca de 46 a 50% foi proveniente das folhas, enquanto de 54 a 60%, estava presente no colmo da planta.</p>
<p>É inegável, portanto, <strong>a importância desse nutriente</strong> à planta.</p>
<h2>Como aprimorar o uso dos fertilizantes na cultura do milho?</h2>
<p>Fica claro que o nível de informações geradas pela pesquisa e comprovadas por experimentações em campo, devem ser absorvidas pelo produtor que busca aprimorar o uso eficiente dos fertilizantes e obter elevadas produtividades.</p>
<p>Nesse quesito, buscar informações atualizadas, com quem entende do assunto, fará total diferença para aqueles que querem obter maiores produções e com qualidades dentro das exigências de mercado.</p>
<p>Culturas cerealistas, principalmente, demandam mais atenção, pois são <strong>anuais e de grande impacto econômico nacional.</strong></p>
<p>O nitrogênio tem um grande peso, como dito neste artigo, mas também salientamos não ignorar os micronutrientes. Há uma expressão conhecida na fertilidade como <strong>Lei do Mínimo</strong> que diz: <em>“a produção das culturas é limitada pelo nutriente em menor quantidade no solo, ainda que os demais estejam adequados, ele não supre essa necessidade.”</em></p>
<p>Tudo isso, unindo ainda a época de aplicação, se será por meio de sólidos ou líquidos, necessidade específica de cada cultura e do solo, faz com que seja necessário entender mais a fundo as várias etapas e processos da fertilidade.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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		<title>Tifton 85: manejo químico de plantas daninhas em pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 17:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[tifton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem. As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem.</p>
<p>As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira para o desenvolvimento de muitas regiões do mundo. Além disso, promovem, anualmente, perdas nas atividades agrícolas de aproximadamente 30%.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Manejo químico de plantas daninhas</h2>
<p>As plantas daninhas presentes nas áreas de pastagem podem afetar diretamente a “utilização da forragem” por parte do animal em pastejo e a conversão alimentar:</p>
<ul>
<li>Animais evitam as áreas infestadas por plantas daninhas, ocorrendo a seleção de pastejo, prejudicando a utilização da pastagem;</li>
<li>Ambientes sombreados aumentam a relação haste/folha, diminuindo a qualidade da forrageira, prejudicando a conversão.</li>
</ul>
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<p>De acordo com estudos realizados por Goulart e Corsi (2009) as plantas daninhas dificultam o pastejo em suas proximidades.</p>
<p>Plantas sem espinhos (ex: leiteiro) tem ação de impedir o acesso animal em até um raio de 1 m, enquanto que plantas com espinhos (ex: Joá) impedem o consumo em um raio de até 1,5 m.</p>
<p>O objetivo deste artigo é discutir sobre o manejo químico de plantas daninhas em pastagens de tifton 85, levando em consideração as principais moléculas de ação herbicida disponíveis no mercado.</p>
<p>Antes de iniciar o manejo químico é muito importante realizar o levantamento das plantas daninhas infestantes, identificando as espécies presentes, levando em consideração a frequência de ocorrência, densidade populacional e a dominância sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">forrageira</a>.</strong></p>
<p>Feito isso, o próximo passo é definir qual herbicida é o mais indicado para tal situação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4549 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg" alt="Gado na pastagem de tifton" width="537" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg 537w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-300x131.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-370x161.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-270x118.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Pastagem de tifton 85 – Seleção de pastejo devido à presença de plantas daninhas.</span></span></p>
<h2>Ingredientes ativos presente nos herbicidas</h2>
<h3>1. 2,4d, Aminopiralide, Fluroxipir e Triclopir</h3>
<p>Os herbicidas que possuem em sua fórmula estes ingredientes ativos, <strong>são indicados para o controle em pós-emergência</strong> de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas e semi-arbustivas.</p>
<h3>2. 2,4d + Picloram</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas, semi-arbustivas, arbustivas</strong>. Quando destinados ao controle de arbustos, elimine a parte aérea da planta, próximo ao solo e logo em seguida aplique o herbicida sobre o toco.</p>
<p><strong>Obs:</strong> Cuidado com o ingrediente ativo “Picloram”, pois possui um longo período residual.</p>
<p>O Picloram apresenta uma longa persistência nos solos (meia vida de 20 a 300 dias), ocorrendo sua degradação mais rápida em condições de calor e alta umidade.</p>
<p>Em função de seu longo efeito residual, em muitos casos, quando são implantadas culturas sensíveis como o feijão, soja, olerícolas, frutíferas entre outras, em áreas onde foi utilizado herbicida à base de picloram, ocorrem problemas de fitotoxidade que podem ser notados visualmente.</p>
<p>Bibiano et al. (2012) demonstrou em um ensaio experimental realizado na casa de vegetação na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em Diamantina/MG, o efeito da contaminação do solo sobre a germinação em plantas de feijão.</p>
<p>Marca comercial utilizada foi o padron® (Picloram. sal trietanolamina 388 g/L), nas seguintes doses 0,000; 0,004; 0,008; 0,017; 0,033; 0,066; 0,133, 0,266 l .ha-1.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4550 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg" alt="Plantas de feijão com diferentes doses de Picloram" width="566" height="145" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-300x77.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-370x95.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-270x69.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de feijão tratadas com diferentes doses de Picloram em pré-emergência, aos 5 dias após a semeadura (1 = 0,266 l.ha-1 de padron®)</span></p>
<h3>3. MSMA</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle em pós-emergência de mono e dicotiledôneas</strong> que se reproduzem por sementes, apresentando melhores resultados no controle das monocotiledôneas. São muito utilizados para o controle de plantas do gênero brachiaria.</p>
<h3>4. DIURON</h3>
<p>Utilizados para o <strong>controle de plantas daninhas mono e dicotiledôneas em pré e pós-emergência</strong>, no entanto, costuma ser mais eficiente no controle das dicotiledôneas.</p>
<p>O uso de produtos que apresentam associações entre os ingredientes ativos Diuron + MSMA é muito comum entre os produtores rurais.</p>
<p>Geralmente, adota-se este manejo em áreas que apresentam altas infestações de monocotiledôneas (ex: braquiária, capim-colchão, etc), dicotiledôneas (ex: caruru, joá, guanxuma, etc) e possuem um vasto banco de sementes.</p>
<p>Estes tratamentos apresentam bons resultados em virtude dos produtos à base de Diuron serem excelentes no controle de dicotiledôneas e na pré-emergência das plantas daninhas em geral e os produtos a base de MSMA serem bastante eficientes no controle das monocotiledôneas.</p>
<p>Consulte um profissional especializado antes de realizar qualquer manejo químico. A utilização de herbicidas de maneira errônea ou em momentos inoportunos causam impactos negativos no custo de produção além de prejudicar o meio ambiente.</p>
<h2>Aprenda a potencializar o uso das pastagens e aumentar a produtividade do rebanho</h2>
<p>O controle eficiente de plantas daninhas no Tifton 85 é apenas uma das práticas que podem transformar o desempenho da sua pecuária leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo de pastagens, nutrição, reprodução e gestão financeira, garantindo maior rentabilidade e sustentabilidade para o seu negócio.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Palma forrageira na alimentação de vacas leiteiras: uma alternativa para o semiárido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 14:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[fibra]]></category>
		<category><![CDATA[palma forrageira]]></category>
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		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a produção de leite na região Nordeste vem se destacando no cenário nacional, sendo considerada por alguns especialistas a nova fronteira do leite no país. As adversidades climáticas, marcadas por má distribuição de chuvas e falta de grandes áreas adequadas à agricultura, restringem a utilização da terra, sendo a pecuária uma alternativa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a produção de leite na <strong>região Nordeste</strong> vem se destacando no cenário nacional, sendo <strong>considerada por alguns especialistas a nova fronteira do leite no país</strong>.</p>
<p>As adversidades climáticas, marcadas por má distribuição de chuvas e falta de grandes áreas adequadas à agricultura, restringem a utilização da terra, sendo a pecuária uma alternativa de menor risco.</p>
<p>No contexto da produção de leite, existe, nesta região, um grande potencial para a produção de alimentos, principalmente devido às altas temperaturas e luminosidade durante grande parte do ano, o que favorece o crescimento de forrageiras tropicais, como a <em>Brachiaria</em>.</p>
<p>Somado a isso, em localizações específicas, os recursos hídricos estão disponíveis em abundância e a utilização da irrigação se torna uma opção promissora para a região.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4518 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido1.jpg" alt="Evolução da produção de leite nas regiões do Brasil" width="300" height="194" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido1.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido1-270x175.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: IBGE (PPM, 2009)</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<p>No entanto, grande parte da produção ainda está concentrada em áreas do semiárido, que hoje corresponde a 53% do território do nordeste.</p>
<p>Esta região é caracterizada pela irregularidade de chuvas, com precipitações anuais médias que giram entre 500 e 1000 mm, com grandes extensões abaixo de 700 mm, inviabilizando ou comprometendo a produção de forragens ou grãos.</p>
<p>Diante desta realidade, surgem alguns questionamentos:</p>
<ul>
<li>Conseguimos manter boas médias de produção por vaca ou por área, em regiões onde a cana-de-açúcar ou o <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-planejar-o-plantio-de-milho-para-silagem/"><strong>milho para silagem</strong></a> não se adaptam às condições climáticas?</li>
<li>Nestas condições, não existiria uma dependência por compra de grãos que inviabilizaria os projetos?</li>
<li>É possível produzir leite de maneira competitiva nestas regiões?</li>
</ul>
<p><strong>A resposta é sim! </strong></p>
<p>Exemplos disso estão nos números de produtividade de rebanho alcançados em estados como Alagoas e Pernambuco, que evidenciam o potencial destas regiões. E com certeza, um dos grandes diferenciais está na <strong>utilização da palma forrageira na alimentação dos rebanhos</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4519" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido2-300x177.jpg" alt="Tabela com comparativo de produção de leite de Alagoas e Pernambuco com o restante do país" width="415" height="245" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido2.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido2-270x159.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 415px) 100vw, 415px" /><span style="font-size: 10pt;">Comparação de Pernambuco e Alagoas em relação a outras áreas produtoras de leite do Brasil, 2001 / <span style="font-weight: 400;">Fonte: Embrapa Gado de Leite (2003)</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Origem da utilização da palma forrageira no Brasil</h2>
<p>As primeiras espécies de palma forrageira foram trazidas do México pelos portugueses, com o objetivo de serem utilizadas como criatório de cochonilhas para a produção de corante natural.</p>
<p>Em 1818, foi introduzida no semiárido, onde começou a ser utilizada como alimento para ruminantes. A partir da percepção a campo do potencial deste vegetal, no final da década 50 iniciaram-se as pesquisas relacionadas ao manejo agronômico da palma.</p>
<p>A partir daí, centenas de trabalhos vêm identificando, nos últimos anos, o real potencial deste alimento e seus benefícios econômicos e produtivos para a pecuária no semiárido.</p>
<p>Nos dias atuais, duas espécies são amplamente difundidas e utilizadas em várias regiões do nordeste brasileiro:</p>
<ol>
<li><strong><em>Opuntia ficus-indica</em> (Palma redonda e Gigante);</strong></li>
<li><strong><em>Nopalea cochenillifera</em> (Palma miúda).</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4520" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido3-300x225.jpg" alt="Palma gigante" width="431" height="323" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido3.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 431px) 100vw, 431px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Palma gigante (<em>Opuntia ficus-indica</em>)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4521" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido4-300x225.jpg" alt="Palma Miúda ou doce" width="427" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido4.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido4-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Palma Miúda ou doce (<em>Nopalea cochenillifera</em>)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Potencial da palma forrageira na alimentação de vacas de leite</h2>
<p>Quando se fala em alimentos de alta qualidade para vacas leiteiras, temos como referência os volumosos tradicionalmente utilizados em várias regiões do Brasil, como a cana-de-açúcar, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener">silagem de milho</a></strong> e silagem de sorgo.</p>
<p>E qual seria o grande diferencial destas forrageiras? O grande potencial de produção de matéria seca e energia por hectare, além da boa disponibilidade dos seus nutrientes.</p>
<p>Surpreendentemente, a palma forrageira apresenta todas estas características e com o grande diferencial de estar muito bem adaptada às condições climáticas do semiárido, graças aos seus mecanismos fisiológicos que a tornam muito menos dependente de água.</p>
<p>Em situações de manejo intensivo, a palma forrageira pode alcançar produtividades de matéria seca e de energia por hectare ainda maiores do que a cana-de-açúcar e a silagem de milho, se tornando uma opção de alimento muito estratégica em algumas regiões.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4522" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido5-300x124.jpg" alt="Produção de NDT para milho, sorgo e palma forrageira. " width="494" height="204" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido5.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido5-270x112.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 494px) 100vw, 494px" /><span style="font-size: 10pt;">Produção de NDT para Milho, Sorgo e Palma Forrageira. Dados médios.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Produtividades conseguidas em São Bento do Una no Agreste Pernambucano. Milho (27 ton/hectare), Sorgo (33 ton/hectare)e Palma (100 ton/hectare). Fonte: Adaptado de Ferreira (2005)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4523" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido6-300x226.jpg" alt="Comparativo de produtividade entre palma forrageira e outros volumosos" width="410" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido6.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido6-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px" /><span style="font-size: 10pt;">Comparativo de produtividade por área de Matéria Seca e energia (CNF-Carboidrato Não Fibroso) da Palma Forrageira e outros Volumosos utilizados no Brasil</span></p>
<p>Na tabela de produção de NDT, estão evidenciadas produtividades e teores de matéria seca do milho muito abaixo da atual realidade de algumas regiões do Brasil.</p>
<p>Isso ocorre devido à instabilidade de chuvas em algumas regiões do nordeste, como, por exemplo, a de condução do experimento, tornando o milho uma cultura de risco e comprovando a importância da palma e sua adaptabilidade às regiões de seca.</p>
<h2>A importância da palma forrageira na diminuição dos custos alimentares</h2>
<p>Em tempos onde o <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-para-reducao-de-custos-na-producao-de-leite/"><strong>preço dos insumos alimentares</strong></a> como milho, soja, casquinha de soja e polpa cítrica apresentam variações constantes e são extremamente dependentes do mercado (commodities), <strong>um dos grandes desafios é conseguir fornecer ao animal o nível adequado de energia (CNF) na forma de amido ou outros constituintes</strong>, sem que o custo da dieta extrapole o orçamento e as metas de margens de lucro da propriedade.</p>
<p>Dentro deste contexto, a palma tem papel fundamental, uma vez que sua inclusão diminui a dependência de concentrados energéticos, além de seu custo de matéria seca ser menor do que outros alimentos, contribuindo significativamente na redução das despesas com alimentação (R$/Litro de Leite).</p>
<p>Tudo isso é possível pelo fato da palma, apesar de ser considerada um volumoso, apresentar, em sua constituição, grande porcentagem de carboidratos não fibrosos (CNF), constituído por açucares, amido, ácidos orgânicos e pectina, que são rapidamente disponibilizados para a fermentação ruminal.</p>
<p>Para se ter uma ideia, comparativamente, a palma apresenta 80% do valor nutricional do milho grão, tendo o custo de matéria seca 8 a 10 vezes menor.</p>
<p>É como se tivéssemos na propriedade um alimento semelhante à polpa cítrica, com custo de aproximadamente 80 a 100 reais a tonelada de matéria seca. É ou não é um bom negócio?</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4524" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido7-300x245.jpg" alt="Custos de produção da palma forrageira" width="369" height="301" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido7.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido7-270x221.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 369px) 100vw, 369px" /><span style="font-size: 10pt;">Custos de Produção por tonelada de Matéria Natural da Palma Forrageira cultivada em sistema intensivo e extensivo / <span style="font-weight: 400;">Adaptado de Suassuna (2009)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4525" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido8-300x209.jpg" alt="Custos da matéria seca e natural da palma forrageira" width="400" height="279" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido8.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido8-270x188.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-size: 10pt;">Custos da Matéria Natural (MN) e Matéria Seca (MS) de Palma em comparação a outros forragens utilizadas em propriedades leiteiras</span></p>
<h2>Cuidados com a palma forrageira na dieta de vacas</h2>
<h3>Fornecer uma fonte de fibra na dieta (Balancear FDN)</h3>
<p>Apesar de ser considerada uma forrageira, <strong>a palma forrageira apresenta</strong> <strong>características de um alimento concentrado</strong>, com baixo teor de fibra (FDN de 26%), alto conteúdo de carboidrato não fibroso (58,5% de CNF), além de pouca capacidade de estimular a ruminação.</p>
<p>Devido a isso, outras fontes de fibra devem ser adicionadas à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dieta</a></strong>, uma vez que a utilização exclusiva de palma pode levar a problemas como o timpanismo (empanzinamento), diarreia, diminuição da gordura do leite, acidose metabólica, diminuição do consumo de matéria seca e perda de peso.</p>
<p>Portanto, a escolha do volumoso associado à palma deve levar em consideração o equilíbrio entre o carboidrato fibroso e não fibroso. Por exemplo, em dietas com bagaço de cana (rico em FDN e pobre em CNF), a proporção de palma poderá ser bem maior do que a silagem de milho e sorgo.</p>
<p>Da mesma forma, em dietas com grandes quantidades de alimentos concentrados, utilize menos a palma.</p>
<h3>Fornecer fonte de proteína</h3>
<p>A palma apresenta baixo teor de proteína (4,8%), necessitando de complementação proteica vinda de alimentos como soja, ureia, torta e caroço de algodão, cevada, do próprio volumoso, dentre outros.</p>
<p>No entanto, erroneamente são utilizadas formulações comerciais com teores de proteína variando de 18 a 24%, que atendem à demanda de proteína quando é fornecida outra fonte de forragem como o pasto ou silagens de milho e sorgo, mas que não são suficientes para atingir os requerimentos da vaca quando se utiliza a palma forrageira.</p>
<p>Na tabela abaixo, veja que os teores de proteína no concentrado quando a palma é utilizada podem variar de 28 a 37,5%. Formulando incorretamente a ração, não é possível explorar todo o potencial de palma, criando uma falsa ilusão de que ela é inapropriada para a produção de leite.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4526" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido9-300x92.jpg" alt="Estimativa do teor de proteína bruta na matéria seca da associação de palma forrageira com silagem de sorgo" width="447" height="137" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido9.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras-uma-excelente-opcao-para-o-semi-arido9-270x83.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 447px) 100vw, 447px" /><span style="font-size: 10pt;">Estimativa do teor de proteína bruta na MS do concentrado, quando da associação de palma forrageira com silagem de sorgo na proporção de 50% cada </span><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">V:C (Relação Volumoso:Concentrado) , PB (Proteína Bruta), MS (Matéria Seca) / </span><span style="font-weight: 400;">Fonte (Ferreira, 2005)</span></span></p>
<h2>Qual a quantidade de palma forrageira posso oferecer para as vacas?</h2>
<p>Esse é um dos grandes questionamentos dos produtores que utilizam palma forrageira nos seus rebanhos. No entanto, o mais importante não é a quantidade a ser fornecida, e sim como está sendo fornecida, principalmente com relação ao consórcio com outras fontes de fibra e o <strong>equilíbrio entre carboidrato não fibroso e Fibra efetiva (FDN)</strong>.</p>
<p>Ferreira e seus colaboradores (2004) avaliaram a inclusão de palma em substituição ao feno de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/" target="_blank" rel="noopener">capim Tifton</a></strong> nas proporções de 0; 12,5; 25; 37,5 e 50% em dietas de vacas holandesas, mantendo a proporção de alimento concentrado em 30% da matéria seca.</p>
<p>Apesar da diminuição dos teores de gordura do leite e tempo de ruminação para as 2 maiores inclusões de palma, a presença deste alimento melhorou a eficiência alimentar, ou seja, para a mesma quantidade de matéria seca consumida, a produção de leite aumentou quando se elevou a proporção de palma dieta.</p>
<p>A relação de kg de leite por kg de concentrado variou de <strong>2,92 para a dieta com 0% de palma na dieta, para 3,80 nas dietas com 50% de palma.</strong></p>
<p>No entanto, detectou-se diarreia nas dietas com 50% de palma forrageira como fonte de volumoso, indicando mais uma vez a necessidade de balanceamento de fibra e certo limite para inclusão na dieta dependente da outra fonte de volumoso.</p>
<p>Trabalhos mostram consumo de matéria seca variando entre 1,1 a 1,8% do peso vivo para vacas em lactação, ou seja, uma vaca de 500 Kg consumiria entre 5,5 e 9 Kg de matéria seca de palma forrageira, ou um consumo entre 42 e 90 Kg de matéria natural. Nestes experimentos, mesmos com altos consumos (90 Kg de Palma), não ocorreram problemas de diarreia nas vacas.</p>
<p>Em contrapartida, vacas que consumiram 60 Kg apresentaram algum problema, evidenciando que os malefícios causados pelo fornecimento de palma forrageira não estão relacionados ao alto teor de umidade da palma e sim ao balanceamento da dieta.</p>
<h2>Qual o potencial da palma forrageira?</h2>
<p>A utilização da palma <strong>já é uma realidade em várias regiões do semiárido brasileiro</strong>. No entanto, paradigmas, conservadorismo e falta de adoção de tecnologias inibem a expansão deste alimento para outras regiões.</p>
<p>O conhecimento do real potencial da palma e sua correta utilização através das adequações de fibra e proteína na dieta são de extrema importância a fim de explorar todo o potencial deste alimento.</p>
<p>É importante salientar que os baixos custos da tonelada são conseguidos a partir de sistemas intensivos de plantio, nos quais se alcançam produtividades maiores que 400 toneladas por hectare.</p>
<p>Portanto, pensar que a palma é uma cactácea pouco exigente em fertilidade é um grande erro e a escolha de solos férteis, adubações (orgânica e química) e irrigação devem ser levadas em consideração, uma vez que apresentam excelente resultado.</p>
<h2>Transforme alternativas em resultados reais na pecuária leiteira</h2>
<p>A palma forrageira pode ser uma excelente estratégia para garantir alimento de qualidade no semiárido, mas para que essa e outras soluções tragam retorno, é preciso saber como integrá-las a uma gestão eficiente da fazenda.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a usar dados para tomar decisões mais assertivas, reduzir custos, aumentar a produtividade e melhorar a rentabilidade da sua produção.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/">Palma forrageira na alimentação de vacas leiteiras: uma alternativa para o semiárido</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Deficiência de magnésio no cafeeiro: principais sintomas e como fornecer</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/deficiencia-de-magnesio/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/deficiencia-de-magnesio/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 18:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
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		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas de café absorvem o magnésio (Mg) da solução do solo na forma de Mg₂+. Ele é acessado pelas raízes principalmente pelos mecanismos de interceptação radicular e fluxo de massa, contudo a absorção de Mg pode ser fortemente afetada pela alta disponibilidade de K+ e Ca₂+, devido à inibição competitiva. De maneira geral, as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As plantas de café absorvem o magnésio (Mg) da solução do solo na forma de Mg₂+. Ele é acessado pelas raízes principalmente pelos mecanismos de interceptação radicular e fluxo de massa, contudo <strong>a absorção de Mg pode ser fortemente afetada pela alta disponibilidade de K+ e Ca₂+</strong>, devido à inibição competitiva.</p>
<p>De maneira geral, as plantas de café absorvem quatro vezes mais cálcio em relação ao magnésio.</p>
<p>Esse nutriente apresenta papel importante como <strong>componente estrutural da clorofila</strong> e ativação enzimática, participando, assim, de vários processos vitais no metabolismo das plantas, como fotossíntese, respiração, síntese de carboidratos e outros.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Teor de magnésio no solo</h2>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4286 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto2.jpg" alt="Referências para avaliação da análise de solo em cafeeiro" width="550" height="405" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto2.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto2-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto2-370x272.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto2-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Padrões referenciais médios para avaliação de resultados de análise de solo na cultura do café</span></p>
<ul>
<li>A presente tabela refere-se a um solo de Textura e CTC médias (6-12).</li>
<li>mg/dm³ = ppm ;  Cmol/dm³ = eq.mg/100g.</li>
<li>Para o Alumínio e para o H + Al, a condição de menores níveis é a mais adequada, por isso os valores são decrescentes. (Fonte: PROCAFÉ).</li>
</ul>
<p>Atualmente alguns consultores e produtores trabalham para deixar o teor de Magnésio no solo <strong>acima de 1,5 Cmol/dm³</strong>, visto as altas produtividades alcançadas ocasionando em maior extração no solo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4287 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto3.jpg" alt="Referências para avaliação da análise de folha do cafeeiro" width="545" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto3.jpg 545w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto3-300x189.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto3-370x233.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto3-270x170.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 545px) 100vw, 545px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Padrões referenciais médios para avaliação de resultados de análise de folha na cultura do café</span></p>
<p>Atualmente um dos fatores que mais ocasionam deficiência deste nutriente nas plantas é o <strong>alto teor de potássio no solo. </strong></p>
<p>Em muitos casos a utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">adubação com potássio</a></strong> nas lavouras tem sido exagerada, somando-se com a falta de fornecimento de magnésio. No solo <strong>uma boa relação Ca:Mg:K seria 9:3:1 ou 25:5:1</strong> o que na maioria dos casos não ocorre.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os sintomas de deficiência de magnésio?</h2>
<p>Por ser um nutriente móvel, a deficiência de magnésio<strong> ocorre inicialmente nas folhas velhas</strong>, com clorose entre as nervuras, devido à redução no teor de clorofila.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4290 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto6.jpg" alt="Sintomas de deficiência de magnésio no café" width="322" height="512" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto6.jpg 322w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto6-189x300.jpg 189w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto6-270x429.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 322px) 100vw, 322px" /></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4285 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto.jpg" alt="Sintomas de deficiencia de magnésio no café" width="434" height="528" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto.jpg 434w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto-247x300.jpg 247w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto-370x450.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-magnesio-correto-270x328.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Folhas de cafeeiro com sintomas de deficiência de magnésio</span></p>
<h2>Como é feito o fornecimento de magnésio?</h2>
<p>O fornecimento do magnésio é feito normalmente por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/" target="_blank" rel="noopener">calcário</a></strong> com maiores teores de magnésio. Salientando a importância de suprir a demanda de Mg via calcário, visto que, as outras fontes de Mg são mais dispendiosas quando comparado ao fornecimento pelo calcário.</p>
<p>Em lavouras que apresentarem deficiência desse nutriente, faz-se o fornecimento por óxido de magnésio (45-54% de Mg) ou por sulfato de magnésio (9% de Mg). Entretanto, esses casos são menos comuns, devido aos custos.</p>
<p>Além disso, alguns técnicos realizam aplicações via foliar com Mg no início e no fim do período seco, devido à dificuldade de absorção nesse período.</p>
<h2>Corrija deficiências nutricionais e fortaleça a produtividade da lavoura</h2>
<p>A deficiência de magnésio no cafeeiro compromete o desenvolvimento das plantas, reduz a eficiência fotossintética e pode impactar diretamente a produção. Para evitar perdas, é fundamental identificar os sintomas precocemente e adotar estratégias de manejo nutricional integradas a uma boa gestão da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar melhor as necessidades nutricionais, planejar a adubação de forma estratégica, reduzir custos e conduzir sua produção com foco em qualidade, eficiência e lucratividade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Casca de café como adubo orgânico: veja como utilizar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/casca-de-cafe/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/casca-de-cafe/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 18:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[adubo orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiamento]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A casca de café é um subproduto da própria fazenda, que após o beneficiamento resulta em uma grande quantidade desse material, que possui excelente potencial para a lavoura. Ela oferece melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Quais os benefícios da casca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A casca de café é um subproduto da própria fazenda, que após o beneficiamento resulta em uma grande quantidade desse material, que possui excelente potencial para a lavoura. Ela oferece <strong>melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais os benefícios da casca de café?</h2>
<p>Além de ser uma fonte de <strong>adubo orgânico</strong> liberando gradualmente os nutrientes, a casca de café também tem como benefícios:</p>
<ul>
<li>Melhora a retenção de umidade do solo;</li>
<li>Controle da erosão;</li>
<li>Diminuição da temperatura do solo;</li>
<li>Aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ctc-do-solo-entenda-o-que-e-e-como-interpreta-la/" target="_blank" rel="noopener">CTC (capacidade de troca de cátions)</a></strong>;</li>
<li>Melhora a atividade biológica do solo.</li>
</ul>
<p>Além disso, ela atua no <strong>controle de crescimento de plantas invasoras</strong> na projeção da saia do café tanto de maneira física, impedindo a germinação de sementes, como também de forma alelopática, que houve influência das coberturas mortas de casca de café (<em>Coffea arabica L.</em>) e casca de arroz (<em>Oryza sativa L.</em>) sobre o controle do Caruru-de-mancha (<em>Amaranthus viridis l.</em>) em lavoura de café.</p>
<p>Fato extremamente vantajoso, visto que além de todos os benefícios citados acima, a casca de café pode ter influência no controle de plantas daninhas, podendo dessa forma diminuir os custos com triações na lavoura.</p>
<p>A casca de café fornece nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), com teores em torno de 1,5 de N, 0,15 de P e 3,0 de K, como mostra a tabela abaixo com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/" target="_blank" rel="noopener">composição de NPK</a></strong> em alguns adubos orgânicos usados na cultura do café.</p>
<p>Esses macronutrientes possuem grande participação no metabolismo das plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41786 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe.png" alt="Composição de NPK de alguns adubos utilizados na cultura do café" width="654" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe.png 654w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-300x115.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-370x141.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-270x103.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/macronutrientes-casca-cafe-150x57.png 150w" sizes="auto, (max-width: 654px) 100vw, 654px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Matiello et alli, Cultura do Café no Brasi l- Manual de Recomendações, Mapa Fundação Procafé, Ed 2010.</span></p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>potássio</strong></a> além de outras funções na planta é um nutriente com grande influência na qualidade da bebida. Vários autores comprovam esta afirmativa, como o estudo de (Silva et al., 1999) que avaliando diferentes fontes e doses de potássio concluíram que o aumento das doses desse elemento químico <strong>influencia diretamente na qualidade da bebida</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Estudos sobre a casca de café</h2>
<p>A palha do café em coco, a palha do café despolpado e o pergaminho do café cereja descascado apresentam boas características para uso como adubo orgânico, porém, o pergaminho apresenta menor densidade e baixo valor nutricional.</p>
<p>Entretanto, deve-se estar atento também a <strong>lixiviação de potássio</strong>, um estudo comparando cinco tipos de resíduos do benefício de café, sendo eles:</p>
<ol>
<li>Casca do café cereja despolpado;</li>
<li>Casca do café “boia” separado no lavador;</li>
<li>Casca do café “natural” seco em coco sem passagem pelo lavador;</li>
<li>Casca de café um ano compostada;</li>
<li>Casca de café enriquecida e compostada por três anos.</li>
</ol>
<p>Foi observado que na dose de 300 kg há-1 K₂O obteve-se menor lixiviação de K com aplicação de K mineral nas cascas de café compostadas por um ano e café boia.</p>
<p>Já as cascas de café cereja e do café natural seco em coco (normalmente utilizadas na lavoura) apresentaram valores de lixiviação intermediários e a casca de café enriquecida e compostada por três anos foi o material que mais lixiviou.</p>
<p>Dessa forma, a aplicação de K na forma de resíduos do benefício não evita perda por lixiviação, por isso deve-se considerar as possíveis perdas desse potássio oferecido pela casca de café.</p>
<p>Barros e colaboradores (2001) realizaram um trabalho comparando a produtividade da lavoura com a aplicação de palha de café seca, esterco e adubação exclusivamente química, e observaram que a associação de adubo químico e orgânico é extremamente benéfico à produção do cafeeiro em relação à adubação exclusivamente química, e além disso, nas doses 1,0, 2,0, e 4,0 kg/cova de palha de café seca houve aumento crescente na produção.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41787 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe.png" alt="Produção anual de café do cultivar Catuaí 44, com aplicação de palha de café e esterco de gado associado ao adubo químico." width="849" height="332" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe.png 849w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-300x117.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-768x300.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-370x145.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-270x106.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-740x289.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-modos-aplicacao-palha-cafe-150x59.png 150w" sizes="auto, (max-width: 849px) 100vw, 849px" /></p>
<ul>
<li>** Médias seguidas das mesmas letras não diferem entre si pelo teste Tukey a 5% de probabilidade.</li>
<li>cv (parcela) = 13,69%</li>
<li>cv (subparcela) = 14,63%</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Produção anual, média de cinco safras (1997/2001), em cafeeiros do cultivar Catuaí 44, do ensaio de doses e modos de aplicação de palha de café e esterco de gado associado ao adubo químico, na formação e produção do cafeeiro. Martins Soares &#8211; MG – 2001.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Recomendações da casca de café</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A recomendação para a casca é a aplicação de <strong>5 a 10 toneladas por hectare</strong>. A aplicação dessa casca de café seca é feita em cobertura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve-se sempre considerar o equilíbrio entre o potássio, cálcio e magnésio no solo, visto que a palha de café possui um alto teor de potássio e baixo teor de magnésio e cálcio, ressaltando que no solo esses <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a> devem sempre ficar na relação adequada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro importante fator a considerar é a respeito da utilização em lavouras de plantio, pois necessitam de pouco potássio.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4278 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4.jpg" alt="casca do café" width="494" height="373" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4.jpg 494w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-370x279.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final4-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 494px) 100vw, 494px" /></p>
<p>Em relação ao armazenamento dessa casca, <strong>é recomendado que ela seja aplicada nas lavouras logo após a colheita. </strong></p>
<p>Caso não seja possível essa prática, deve-se proteger com lona, para evitar a perda dos nutrientes por lixiviação devido à ação da chuva, ou realizar a compostagem da mesma com qualquer outra forma de esterco, enriquecendo ainda mais o material que poderá ser utilizado em lavouras em produção ou no sulco de plantio.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4279 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5.jpg" alt="Mistura de esterco e palha de café" width="367" height="328" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5.jpg 367w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-300x268.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-335x300.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-270x241.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final5-336x300.jpg 336w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Mistura de esterco de curral e palha de café. Fonte: Diego Baquião</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4280 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6.jpg" alt="Aplicação de casca de café" width="317" height="423" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6.jpg 317w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/casca-de-cafe-final6-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Aplicação da casca de café. Fonte: Diego Baquião</span></p>
<p>Por ser um resíduo da fazenda, não são necessárias despesas adicionais para a compra desse adubo orgânico, os custos gerados são apenas de sua aplicação na lavoura, considerando a importância de uma prática que não encareça os custos de produção, uma vez que quanto maior esses custos, menor o lucro do produtor.</p>
<h2>Transforme resíduos em eficiência e resultados na lavoura de café</h2>
<p>O uso da casca de café como adubo orgânico é uma prática sustentável que pode melhorar a fertilidade do solo e reduzir custos de produção. Porém, para aproveitar todo o potencial desse recurso, é fundamental planejar sua aplicação dentro de uma gestão eficiente da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar técnicas de nutrição e manejo com estratégias de gestão que aumentam a produtividade, reduzem desperdícios e tornam a produção mais rentável e sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 15:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
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		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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		<category><![CDATA[solo]]></category>
		<category><![CDATA[tiririca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer competição com o cafeeiro. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento. Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas podem servir como hospedeiras de pragas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer <strong>competição com o cafeeiro</strong>. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento.</p>
<p>Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas <strong>podem servir como hospedeiras de pragas e doenças.</strong></p>
<p>Destaca-se este problema no período mais seco, com falta de chuvas, devido a agressividade dessas plantas, principalmente as gramíneas, que possuem o metabolismo C4, dessa forma, apresentando maior eficiência do uso da água quando comparado ao cafeeiro, com metabolismo C3.</p>
<p>Por isso, essas plantas possuem grande poder de competição com cafeeiro, podendo resultar em atrasos no desenvolvimento das plantas, com posterior redução da produtividade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2><i>Cyperus rotundus L</i> &#8211; Tiririca</h2>
<p>Nesse sentido, a <strong>tiririca (<em>Cyperus rotundus</em> L.)</strong> é uma planta daninha pertencente à família Cyperaceae, com altura em torno de 10 a 60 cm e reprodução quase exclusiva por tubérculos.</p>
<p>Devido a sua alta agressividade, essa planta <strong>pode exercer grande competição com o cafeeiro</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4255" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg" alt="Planta tiririca Cyperus rotundus" width="450" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg 391w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-300x222.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-370x273.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-270x200.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></span><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Tiririca (<em>Cyperus rotundus</em>). Fonte: </span><span style="font-weight: 400;">techieoldfox</span></span></p>
<p>Por isso, como mostram as fotos abaixo, as plantas de café que possuem plantas de tiririca próximas, sentiram mais do que as plantas de café que estão com o solo exposto, isso porque, a competição das plantas invasoras não é somente por água, mas também por nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4256" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg" alt="Matocompetição na lavoura de café" width="450" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg 509w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-270x300.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-370x411.jpg 370w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Plantas de café sentido a seca e a mato competição exercida por plantas daninhas. (Foto: Diego Baquião</span><span style="font-weight: 400;">)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4257" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg" alt="Plantação de café com solo exposto" width="400" height="534" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg 567w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de café na mesma época, sentindo menos a seca, sem a presença de plantas daninhas na linha de plantio (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>Souza et al. (1999) determinaram os teores de nutrientes e a relação C/N presente na matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus </i>(Tiririca), e encontraram os valores abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41820 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png" alt="Valores dos macronutrientes da matéria seca" width="906" height="102" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png 906w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-300x34.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-768x86.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-370x42.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-270x30.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-740x83.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-150x17.png 150w" sizes="auto, (max-width: 906px) 100vw, 906px" /><span style="font-size: 10pt;">Valores dos macronutrientes da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41821 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png" alt="Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca" width="903" height="98" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png 903w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-300x33.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-768x83.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-370x40.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-270x29.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-740x80.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-150x16.png 150w" sizes="auto, (max-width: 903px) 100vw, 903px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.</span></p>
<p>Dessa forma, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">o manejo adequado de plantas invasoras</a></strong> é de grande valia, visando não possuir interferências no crescimento e desenvolvimento do cafeeiro.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o manejo da tiririca?</h2>
<p>Deve-se realizar um manejo de plantas daninhas em lavouras em formação e em lavouras adultas.</p>
<p>Esse manejo deve ser feito antes que as plantas invasoras atinjam o florescimento, principalmente quando jovens, pois seu controle é mais fácil, e a competição pelos nutrientes do cafeeiro será pequena.</p>
<p>O controle pode ser feito através da utilização de herbicidas, controle mecânico ou mesmo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">manejando plantas de cobertura na entrelinha</a></strong>.</p>
<p>No controle químico, pode se utilizar os herbicidas:</p>
<ul>
<li>Diquat;</li>
<li>Ethoxysulfuron;</li>
<li>Glyphosate;</li>
<li>Glyphosate + Imazethapyr;</li>
<li>Halosulfuron;</li>
<li>Imazapic;</li>
<li>Imazapyr;</li>
<li>Paraquat;</li>
<li>Triclopyr.</li>
</ul>
<p>Destacando a importância de se rotacionar os modos de ação, evitando possíveis plantas resistentes, em alguns casos encontram-se plantas com determinada resistência e neste caso pode ser utilizado a aplicação sequencial do herbicida como é o caso do <em>glyphosate</em>.</p>
<p>A utilização de plantas de cobertura na entrelinha, além de atuar no controle de plantas invasoras por competição física, também atuam protegendo o solo contra erosão, ciclam nutrientes e estruturam o solo.</p>
<p>Entretanto, quando não manejadas, elas também podem exercer competição com o cafeeiro, por isso, recomenda-se que a braquiária fique com distância de pelo menos 1 metro do cafeeiro.</p>
<h2 data-start="63" data-end="138">Melhore a gestão da sua lavoura e conquiste mais produtividade no café</h2>
<p data-start="140" data-end="432">A tiririca é uma das plantas daninhas mais difíceis de controlar e pode comprometer seriamente o desenvolvimento do cafeeiro se não for manejada corretamente. Mas, além de dominar o controle de invasoras, é fundamental aplicar uma gestão estratégica que envolva todas as etapas da produção.</p>
<p data-start="434" data-end="644">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a utilizar ferramentas práticas de gestão, otimizar os tratos culturais e aumentar a rentabilidade da sua lavoura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Adubação verde: o que é, como fazer e quais são seus principais benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 19:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura moderna vai muito além da simples produção de alimentos. Hoje, produtores que buscam sustentabilidade precisam considerar práticas que respeitem o solo, a água, o ar e todos os recursos naturais envolvidos no cultivo. Uma dessas práticas essenciais é a adubação verde, que ajuda a manter a fertilidade do solo, melhora sua estrutura e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="169" data-end="402">A agricultura moderna vai muito além da simples produção de alimentos. Hoje, produtores que buscam sustentabilidade precisam considerar práticas que respeitem o solo, a água, o ar e todos os recursos naturais envolvidos no cultivo.</p>
<p data-start="404" data-end="580">Uma dessas práticas essenciais é a <strong>adubação verde</strong>, que ajuda a manter a fertilidade do solo, melhora sua estrutura e contribui para um ambiente agrícola mais equilibrado.</p>
<p data-start="582" data-end="785">Entre tantas tecnologias disponíveis, a adubação verde se destaca por sua <strong>capacidade de reciclar matéria orgânica, nutrir as plantas naturalmente e ainda proteger o solo contra erosão e degradação.</strong></p>
<p data-start="787" data-end="952">Se você é produtor de grãos ou alguém interessado em melhorar a qualidade do solo, este guia vai te mostrar como a adubação verde pode transformar sua lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é adubação verde?</h2>
<p data-start="1166" data-end="1418">A <strong>adubação verde</strong> pode ser definida como uma prática utilizada para a fertilização do solo, <strong>consistindo no cultivo de determinadas plantas</strong>, como leguminosas, gramíneas e outras espécies, <strong>com a finalidade de proteger e melhorar a qualidade do solo</strong>.</p>
<p data-start="1420" data-end="1619">O foco da adubação verde está no cultivo e manejo de diferentes plantas, visando à máxima produção de biomassa e ao aproveitamento dos benefícios que ela pode trazer ao ser incorporada ao solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Características desejáveis para a adubação verde</h2>
<p data-start="1685" data-end="1902">As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantas de cobertura</a></strong>, ou adubo verde, possuem características que as tornam essenciais para a adubação verde, contribuindo para a melhoria do solo na área em que são empregadas. Essas características incluem:</p>
<ul data-start="1904" data-end="2865">
<li data-start="1904" data-end="2029"><strong>Rusticidade e alta produção de sementes</strong>: permitem um manejo simplificado, sem necessidade de maquinários específicos.</li>
<li data-start="2030" data-end="2174"><strong>Desenvolvimento inicial rápido e sistema radicular vigoroso</strong>: contribuem para o fechamento rápido da área e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">controle de plantas daninhas</a></strong>.</li>
<li data-start="2175" data-end="2301"><strong>Adaptabilidade ao clima e fertilidade do solo</strong>: garante um crescimento adequado e melhor aproveitamento dos nutrientes.</li>
<li data-start="2302" data-end="2474"><strong>Conhecimento da fenologia e hábito de crescimento</strong>: essencial para o planejamento do uso da adubação verde em consórcio, rotação ou sucessão com outras culturas.</li>
<li data-start="2475" data-end="2668"><strong>Relação C/N equilibrada</strong>: leguminosas possuem baixa relação C/N, facilitando a decomposição, enquanto gramíneas produzem biomassa de alta relação C/N, oferecendo melhor proteção ao solo.</li>
<li data-start="2669" data-end="2865"><strong>Sanidade</strong>: as plantas utilizadas na adubação verde não devem possuir pragas e patógenos em comum com a cultura principal, podendo inclusive auxiliar no controle de doenças e nematoides.</li>
</ul>
<p data-start="2867" data-end="3014">Um exemplo típico é o uso das crotalárias, que funcionam como plantas armadilha, reduzindo a população de algumas espécies de nematoides do solo.</p>
<h2>Quais os benefícios da adubação verde?</h2>
<p data-start="3071" data-end="3283">O cultivo periódico de plantas de cobertura proporciona inúmeros benefícios, especialmente para a qualidade física, química e biológica do solo. Entre as principais vantagens da adubação verde, destacam-se:</p>
<ol>
<li><strong>Proteção contra a erosão</strong>: a cobertura vegetal dissipa a energia da chuva, evitando a desagregação do solo.</li>
<li><strong>Maior infiltração de água</strong>: reduz o escorrimento superficial e melhora o armazenamento hídrico.</li>
<li><strong>Aumento da matéria orgânica</strong>: melhora a estrutura do solo e a disponibilidade de nutrientes.</li>
<li><strong>Redução da variação térmica</strong>: mantém temperaturas mais estáveis no solo, favorecendo a atividade microbiana.</li>
<li><strong>Ação como arado biológico</strong>: raízes profundas criam galerias que facilitam o crescimento dos microrganismos e rompem barreiras físicas do solo.</li>
<li><strong>Reciclagem de nutrientes</strong>: o sistema radicular vigoroso permite maior absorção e redistribuição de nutrientes no solo.</li>
<li><strong>Melhoria da CTC do solo</strong>: aumenta a retenção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/">macronutrientes</a></strong> e micronutrientes.</li>
<li><strong>Fornecimento de nitrogênio</strong>: leguminosas fixam nitrogênio no solo, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos.</li>
<li><strong>Controle de plantas daninhas</strong>: atua na supressão e alelopatia, reduzindo a concorrência por recursos.</li>
<li><strong>Aproveitamento eficiente de fertilizantes minerais</strong>: minimiza a lixiviação de nutrientes essenciais, como o nitrogênio.</li>
<li><strong>Integração com a pecuária</strong>: algumas plantas de cobertura podem ser utilizadas como forragem para alimentação animal.</li>
<li><strong>Controle de <a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/">fitonematoides</a> e doenças</strong>: auxilia na quebra do ciclo de pragas e patógenos, promovendo um ambiente mais saudável para as culturas subsequentes.</li>
</ol>
<p>O cultivo periódico de plantas de cobertura, ou adubos verdes, traz uma série de benefícios, excepcionalmente no que diz respeito às qualidades físicas, químicas e biológicas do solo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO AS PLANTAS DE COBERTURA AJUDAM A EVITAR A COMPACTAÇÃO DO SOLO? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/Q2SsZb0iZm0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Cuidados essenciais com a adubação verde</h2>
<p data-start="4792" data-end="4924">O uso da adubação verde deve ser planejado para evitar possíveis problemas no cultivo. Algumas precauções importantes incluem:</p>
<ul data-start="4926" data-end="5465">
<li data-start="4926" data-end="5052"><strong>Escolha das espécies</strong>: evitar plantas com dormência de sementes e garantir que sejam fáceis de eliminar após o cultivo.</li>
<li data-start="5053" data-end="5160"><strong>Manejo correto</strong>: impedir que as plantas produzam sementes viáveis, evitando que se tornem invasoras.</li>
<li data-start="5161" data-end="5324"><strong>Compatibilidade com culturas principais</strong>: se utilizadas como cultivo intercalar, devem ser escolhidas espécies que não competem excessivamente por recursos.</li>
<li data-start="5325" data-end="5465"><strong>Sanidade das plantas</strong>: certificar-se de que as espécies escolhidas não hospedem pragas ou doenças prejudiciais às lavouras agrícolas.</li>
</ul>
<h2>Exemplos de plantas utilizadas na adubação verde</h2>
<p data-start="5532" data-end="5666">Diferentes espécies podem ser cultivadas como adubo verde, sendo as principais pertencentes às famílias das leguminosas e gramíneas.</p>
<ul data-start="5668" data-end="6045">
<li data-start="5668" data-end="5768"><strong>Leguminosas</strong>: possuem a capacidade de fixar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio no solo</a></strong>, promovendo maior fertilidade.</li>
<li data-start="5769" data-end="5895"><strong>Gramíneas</strong>: produzem alta quantidade de biomassa e possuem sistema radicular denso, auxiliando na estruturação do solo.</li>
<li data-start="5896" data-end="6045"><strong>Outras famílias vegetais</strong>: brássicas, asteráceas e amarantháceas também podem ser utilizadas, dependendo da necessidade específica da lavoura.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;" data-start="6047" data-end="6229">A adubação verde se destaca como uma alternativa sustentável e eficaz para melhorar a qualidade do solo, promovendo benefícios agronômicos e ambientais nos sistemas produtivos.</p>
<p data-start="6047" data-end="6229"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41663" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura.png" alt="Tipos de plantas de cobertura" width="934" height="623" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura.png 934w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-300x200.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-768x512.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-370x247.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-270x180.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-740x494.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 934px) 100vw, 934px" /></p>
<p style="text-align: center;" data-start="6047" data-end="6229"><span style="font-weight: 400; font-size: 13px;">Produção de massa seca, fixação de nitrogênio, hábito de crescimento e ciclo de diferentes adubos verdes/plantas de cobertura. Fonte: Piraí sementes.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/">Adubação verde: o que é, como fazer e quais são seus principais benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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