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	<title>Produção de grãos Arquivo | Rehagro Blog</title>
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	<title>Produção de grãos Arquivo | Rehagro Blog</title>
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	<item>
		<title>Guia Técnico Pesquisa em Campo Rehagro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[altas produtividades]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e descubra diagnósticos precisos, manejos integrados e tecnologias comprovadas para otimizar solos, pragas, fungicidas e dessecação. O que você vai encontrar neste material técnico Insights práticos de pesquisas em campo do Rehagro para decisões agronômicas que aumentam produtividade, reduzem custos e melhoram eficiência. Diagnóstico e manejo da compactação do solo: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e descubra diagnósticos precisos, manejos integrados e tecnologias comprovadas para otimizar solos, pragas, fungicidas e dessecação.</p>
<div class="section-header">
<h2 class="section-title fade-in-up">O que você vai encontrar neste material técnico</h2>
<p class="section-description fade-in-up delay-100">Insights práticos de pesquisas em campo do Rehagro para decisões agronômicas que aumentam produtividade, reduzem custos e melhoram eficiência.</p>
</div>
<div class="benefits-grid">
<ul>
<li><strong>Diagnóstico e manejo da compactação do solo</strong>: Como mapear perdas ocultas que roubam até 29% da sua produtividade.</li>
<li><strong>Estratégias para manejo de pragas no milho</strong>: O timing exato para controlar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-nas-lavouras/">percevejo</a></strong>, lagartas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pulgao-do-milho-como-identificar-e-controlar-essa-praga/">pulgões</a></strong> sem surpresas.</li>
<li><strong>Número e intervalo de aplicação de fungicidas na soja</strong>: Quantas aplicações realmente valem o investimento.</li>
<li><strong>Aspectos práticos da dessecação pré-semeadura</strong>: Soluções para buva, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trapoeraba-como-controlar-essa-planta-daninha/">trapoeraba</a></strong> e plantas daninhas que não morrem.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/"><strong>Tecnologia de aplicação</strong></a>: da gota ao alvo: O segredo dos bicos e misturas que dobram a eficiência dos defensivos.</li>
<li><strong>Eficiência técnica e comercial na fazenda</strong>: Como alcançar lucro bruto acima de 35% com manejo baseado em dados.</li>
</ul>
<div class="section-header">
<h2 class="section-title fade-in-up">Este material é ideal para</h2>
</div>
<div class="audience-grid">
<ol>
<li><strong>Produtores de soja e milho</strong> que buscam diagnósticos de campo e estratégias integradas para elevar produtividade e controlar custos operacionais.</li>
<li><strong>Técnicos e consultores</strong> interessados em pesquisas sobre compactação, pragas, fungicidas e dessecação para uma assessoria precisa.</li>
<li><strong>Gestores de fazenda</strong> focados em eficiência técnica, redução de perdas e otimização de insumos para maior lucratividade.</li>
</ol>
<h3 class="value-title">Eleve sua fazenda com pesquisas comprovadas em campo!</h3>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-pesquisa-em-campo?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pesquisa-campo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41849 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo.png" alt="Banner Guia técnico pesquisa em campo " width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/banner-guia-pesquisa-campo-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Indicadores técnicos e financeiros de uma fazenda de grãos: o que medir?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/indicadores-tecnicos-e-financeiros-de-uma-fazenda-de-graos-o-que-medir/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/indicadores-tecnicos-e-financeiros-de-uma-fazenda-de-graos-o-que-medir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de margens apertadas, volatilidade de custos e alta competitividade no agronegócio, não há mais espaço para decisões baseadas apenas na intuição ou na tradição. O sucesso de uma fazenda de grãos hoje passa, obrigatoriamente, pelo uso de indicadores técnicos e financeiros que traduzem a realidade da operação em números claros, confiáveis e comparáveis. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de margens apertadas, volatilidade de custos e alta competitividade no agronegócio, não há mais espaço para decisões baseadas apenas na intuição ou na tradição. O sucesso de uma fazenda de grãos hoje passa, obrigatoriamente, pelo uso de indicadores técnicos e financeiros que traduzem a realidade da operação em números claros, confiáveis e comparáveis.</p>
<p>Saber quanto se colheu por hectare é importante, <strong>mas entender o custo por hectare, o retorno sobre o investimento (ROI) e a eficiência do uso dos insumos e da mão de obra</strong> é o que define se essa produtividade realmente gerou lucro. Por outro lado, é impossível avaliar a performance financeira de uma lavoura sem dominar os aspectos técnicos que impactam diretamente o resultado, como perdas na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/">colheita</a></strong>, falhas na implantação ou uso ineficiente de máquinas.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar os <strong>principais indicadores técnicos e financeiros</strong> que devem ser acompanhados em uma fazenda de grãos, além de apresentar ferramentas e rotinas práticas para garantir controle e consistência ao longo das safras.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Indicadores técnicos: produtividade, eficiência, perdas</h2>
<p>Os indicadores técnicos são aqueles que medem o <strong>desempenho produtivo, operacional e agronômico da fazenda</strong>. Eles ajudam a entender o que está funcionando, onde estão os gargalos e como as práticas adotadas no campo impactam o resultado final.</p>
<p>Aqui estão os principais que devem ser acompanhados de forma rotineira:</p>
<h3>1. Produtividade (kg/ha ou sc/ha)</h3>
<p>A produtividade por hectare ainda é o <strong>indicador técnico mais comum</strong> em lavouras de grãos. No entanto, ele só se torna realmente útil quando é:</p>
<ul>
<li>Segmentado por talhão, cultivar, sistema de manejo ou época de plantio.</li>
<li>Comparado com a média histórica da propriedade ou da região.</li>
<li>Acompanhado de indicadores de custo, para avaliar a relação produtividade x rentabilidade.</li>
</ul>
<h3>2. Eficiência operacional</h3>
<p>Este grupo de indicadores mostra <strong>como os recursos disponíveis estão sendo usados</strong>:</p>
<ul>
<li>Horas máquina/hectare: mede a eficiência do uso do maquinário;</li>
<li>Produtividade da mão de obra: hectares por funcionário ou kg colhidos por hora;</li>
<li>Uso de insumos por hectare: fertilizantes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong>, sementes;</li>
<li>Índice de uso efetivo de máquinas: compara o tempo útil com o tempo total de operação.</li>
</ul>
<p>Esses dados ajudam a identificar perdas por má utilização, ociosidade ou dimensionamento incorreto da frota e da equipe.</p>
<h3>3. Índice de utilização de áreas (IAU)</h3>
<p>Esse indicador mede <strong>quanto da área total disponível está sendo efetivamente cultivada</strong>. Áreas improdutivas, mal aproveitadas ou com falhas impactam negativamente o resultado por hectare e a eficiência geral da fazenda.</p>
<ul>
<li>IAU = (Área cultivada / Área total disponível) x 100.</li>
</ul>
<h3>4. Perdas na colheita e na logística</h3>
<p>As perdas podem consumir parte significativa da produtividade alcançada. As mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Perdas visíveis na colheita mecânica</strong>: grãos não colhidos, debulhados ou perdidos por velocidade inadequada.</li>
<li><strong>Perdas na logística interna</strong>: extravios, tombamentos, armazenagem ineficiente.</li>
<li><strong>Perdas pós-colheita</strong>: deterioração por umidade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/">ataque de pragas em silos</a></strong>, mistura de lotes.</li>
</ul>
<p>Monitorar e corrigir esses pontos pode representar ganhos imediatos de eficiência e receita, sem aumentar custos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-pilares-rtv-sucesso?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-rtv&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-40085 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png" alt="E-book Pilares do RTV de sucesso" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Indicadores financeiros: margem, ROI, custo por hectare</h2>
<p>Se os indicadores técnicos mostram o que acontece no campo, <strong>os indicadores financeiros revelam o impacto real dessas decisões na saúde econômica da fazenda</strong>. A integração entre os dois tipos de métricas é essencial para uma gestão estratégica, que busca não só produzir mais, mas produzir melhor e com mais retorno.</p>
<h3>1. Custo de produção por hectare</h3>
<p>Esse é o ponto de partida para qualquer análise financeira rural. O custo por hectare deve ser separado em:</p>
<ul>
<li><strong>Custo variável</strong>: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, fertilizantes, defensivos, combustível, mão de obra temporária;</li>
<li><strong>Custo fixo</strong>: arrendamento, mão de obra fixa, custos administrativos;</li>
<li><strong>Custo total</strong> = custo fixo + custo variável.</li>
</ul>
<h3>2. Margem bruta e líquida</h3>
<ul>
<li><strong>Margem bruta</strong> = Receita da cultura – Custo variável;</li>
<li><strong>Margem líquida</strong> = Receita da cultura – Custo total.</li>
</ul>
<p>Esses dois indicadores permitem medir a rentabilidade por hectare e entender a capacidade de geração de caixa da atividade agrícola, essencial para planejamento e expansão.</p>
<h3>3. ROI (Retorno sobre o investimento)</h3>
<p>O ROI mostra <strong>quanto a fazenda retorna, em percentual, sobre cada real investido</strong> em determinada safra, cultura ou sistema de produção.</p>
<ul>
<li>ROI = (Lucro líquido / Investimento total) × 100.</li>
</ul>
<h3>4. Payback (tempo de retorno)</h3>
<p>O Payback mede <strong>em quanto tempo o investimento retorna em forma de lucro líquido</strong>. É especialmente útil para avaliar:</p>
<ul>
<li>Investimentos em estrutura (silos, pivôs, máquinas e implementos);</li>
<li>Introdução de novas tecnologias;</li>
<li>Abertura de novas áreas.</li>
</ul>
<h2>Ferramentas e rotinas para controle</h2>
<p>Saber o que medir é importante. Mas tão essencial quanto isso é ter um sistema que permita coletar, registrar e analisar essas informações de forma prática e acessível.</p>
<p>A seguir, você verá como organizar esse processo dentro de uma fazenda de grãos, mesmo sem uma estrutura extremamente complexa.</p>
<h3>1. Softwares de gestão agrícola e ERP</h3>
<p>Ferramentas digitais oferecem <strong>centralização dos dados operacionais</strong>, financeiros e agronômicos em uma única plataforma. Os sistemas mais utilizados permitem:</p>
<ul>
<li>Lançamento diário de operações agrícolas (plantio, pulverização, colheita);</li>
<li>Registro automático de consumo de insumos e combustível;</li>
<li>Controle de estoque, mão de obra, máquinas e custo por talhão;</li>
<li>Geração de relatórios de desempenho e comparativos de safras.</li>
</ul>
<h3>2. Planilhas estruturadas</h3>
<p>Para propriedades menores ou em transição digital, planilhas bem elaboradas ainda são uma solução viável. O ideal é que:</p>
<ul>
<li>Sejam padronizadas por safra, talhão e por cultura;</li>
<li>Tenham categorias bem definidas de custos e receitas;</li>
<li>Permitam análises por hectare e por talhão;</li>
<li>Sejam atualizadas em rotinas mensais ou sazonais.</li>
</ul>
<p>Planilhas podem ser associadas a dashboards automáticos, gerando gráficos e indicadores em tempo real.</p>
<h3>3. Controle orçamentário: planejado x realizado</h3>
<p>Não basta registrar o que foi feito, é preciso <strong>comparar o que foi planejado com o que efetivamente ocorreu</strong>:</p>
<ul>
<li>Orçamento por safra ou cultura.</li>
<li>Acompanhamento mensal das variações (ex: aumento no custo de defensivos).</li>
<li>Análise de desvios e causas (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">climáticas</a></strong>, operacionais, de mercado).</li>
</ul>
<p>Esse comparativo é essencial para aprender com os erros e melhorar o planejamento das próximas safras.</p>
<h3>4. Rotinas e calendário de acompanhamento</h3>
<p>Indicadores só fazem sentido quando acompanhados com <strong>frequência, disciplina e responsabilidade</strong>:</p>
<ul>
<li>Check-ins mensais ou quinzenais para revisar dados técnicos e financeiros.</li>
<li>Fechamento de safra com análise integrada (técnica + econômica).</li>
<li>Envolvimento da equipe técnica e gerencial no processo.</li>
<li>Reuniões com consultores ou agrônomos para interpretação estratégica dos resultados.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em uma fazenda de grãos, <strong>medir é mais do que controlar, é entender, planejar e evoluir</strong>. Os indicadores técnicos mostram como a lavoura está se comportando no campo, enquanto os financeiros traduzem esse desempenho em resultados reais para a fazenda.</p>
<p>A partir do momento em que a gestão da propriedade rural passa a ser orientada por dados, decisões mais assertivas são tomadas, recursos são melhor alocados e o risco diminui. Em outras palavras: quem mede bem, colhe melhor e com mais segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-tecnicos-e-financeiros-de-uma-fazenda-de-graos-o-que-medir/">Indicadores técnicos e financeiros de uma fazenda de grãos: o que medir?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho: um guia prático</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 13:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rentabilidade da lavoura de soja e milho é um dos indicadores mais importantes para medir o sucesso de uma safra. Mais do que saber quanto se produziu, é fundamental entender o quanto realmente se ganhou (ou se perdeu) após todos os custos e variáveis envolvidas na produção. Para consultores técnicos, dominar o cálculo de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/">Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho: um guia prático</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>rentabilidade da lavoura de soja e milho</strong> é um dos indicadores mais importantes para medir o sucesso de uma safra. Mais do que saber quanto se produziu, é fundamental entender o quanto realmente se ganhou (ou se perdeu) após todos os custos e variáveis envolvidas na produção.</p>
<p>Para consultores técnicos, dominar o cálculo de rentabilidade é essencial. É a partir dessa análise que se tomam decisões mais assertivas sobre investimentos, manejo e planejamento das próximas safras. Neste artigo, você vai aprender, passo a passo, como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho, com exemplos práticos e indicadores complementares.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
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});
</script></p>
</div>
<h2>O que é rentabilidade na lavoura de soja e milho</h2>
<p>A rentabilidade representa o retorno financeiro sobre o investimento realizado em uma lavoura. Em outras palavras, mostra quanto o produtor ganhou (ou perdeu) em relação ao que gastou para produzir.</p>
<p>É comum confundir lucro, margem e rentabilidade, mas cada um desses termos tem um significado específico:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Lucro</strong>: diferença entre a receita total e os custos totais.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Margem</strong>: relação percentual entre lucro e receita.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Rentabilidade</strong>: relação entre o lucro e o custo total de produção.</li>
</ul>
<p>Em uma lavoura de soja ou milho, a rentabilidade depende de três pilares principais: <strong>produtividade, custos e preço de venda</strong>. Quanto maior a eficiência técnica e o controle de custos, maior tende a ser o retorno por hectare.</p>
<h2>Principais fatores que influenciam a rentabilidade</h2>
<h3>Custos de produção</h3>
<p>Todo cálculo começa pelo levantamento dos custos. Eles podem ser divididos em:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40333" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos.png" alt="Tabela com tipos de custos de produção de grãos" width="646" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos.png 646w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-300x92.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-370x114.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-270x83.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/tabela-custos-producao-graos-150x46.png 150w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /></p>
<p>Em lavouras de grãos, é comum que os <strong>custos variáveis representem de 70% a 80% do total</strong>. Por isso, o manejo eficiente desses recursos é determinante para o resultado final.</p>
<h3>Produtividade e manejo</h3>
<p>A produtividade é um dos fatores mais sensíveis da rentabilidade. A diferença entre 60 e 70 sacas por hectare de soja, por exemplo, pode transformar um lucro modesto em um excelente resultado.</p>
<p>Práticas que impactam diretamente na produtividade:</p>
<ul>
<li>Correção adequada do solo e manejo de fertilidade;</li>
<li>Escolha de cultivares adequadas;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/">Controle rigoroso de plantas daninhas</a></strong>, pragas e doenças;</li>
<li>Ajuste de população de plantas</li>
<li>Rigidez no time e processos durante todo o ciclo da cultura.</li>
</ul>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong> e o monitoramento técnico constante são aliados na identificação de gargalos e oportunidades de melhoria.</p>
<h3>Preço de venda e mercado</h3>
<p>O preço recebido por saca é outro componente crítico. Em momentos de alta no mercado, a margem de lucro pode ser ampliada; já em períodos de queda, apenas produtores eficientes conseguem se manter rentáveis.</p>
<p>Boas práticas de comercialização incluem:</p>
<ul>
<li>Travar preços por meio de contratos futuros ou barter;</li>
<li>Aproveitar janelas de valorização;</li>
<li>Planejar o armazenamento para evitar vender em momentos de baixa.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-pilares-rtv-sucesso?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-rtv&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40085 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png" alt="E-book Pilares do RTV de sucesso" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho (passo a passo)</h2>
<p>A seguir, veja o processo completo para calcular a <strong>rentabilidade da lavoura soja milho</strong>, com fórmulas e exemplos numéricos.</p>
<p><strong>1. Levantamento de custos</strong></p>
<p>Registre todos os custos da lavoura, incluindo:</p>
<ul>
<li>Insumos (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, adubos, defensivos);</li>
<li>Mão de obra;</li>
<li>Maquinário (combustível, manutenção, depreciação);</li>
<li>Serviços terceirizados;</li>
<li>Transporte e armazenagem.</li>
</ul>
<p><strong>2. Cálculo da receita bruta</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Receita bruta = produtividade (sc/ha) × preço de venda (R$/sc)</strong></p>
<p><strong>3. Cálculo do lucro líquido</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lucro líquido = Receita bruta – Custo total</strong></p>
<p><strong>4. Cálculo da rentabilidade</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rentabilidade (%) = (Lucro líquido ÷ Custo total) × 100</strong></p>
<h2>Indicadores complementares de análise econômica</h2>
<p>Para uma visão mais completa, é recomendável calcular também:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Margem bruta &#8211; mede a eficiência operacional: <strong>(Receita bruta – Custos variáveis) ÷ Receita bruta × 100</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ponto de equilíbrio &#8211; indica a produtividade mínima necessária para cobrir os custos: <strong>Custo total ÷ Preço por saca</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">ROI (Retorno sobre o investimento) &#8211; mede o retorno total do capital investido: <strong>Lucro líquido ÷ Investimento total × 100</strong></li>
</ul>
<p>Esses indicadores ajudam o consultor a comparar diferentes áreas, sistemas de produção ou estratégias de manejo.</p>
<h2>Como aumentar a rentabilidade da lavoura de soja e milho</h2>
<h3>1. Uso de tecnologia e agricultura de precisão</h3>
<p>Ferramentas como mapas de produtividade, sensores e monitoramento remoto permitem otimizar o uso de insumos e reduzir desperdícios.</p>
<h3>2. Gestão técnica de insumos e recursos</h3>
<p>Negociar insumos com antecedência, ajustar doses e priorizar produtos de maior retorno técnico são práticas que reduzem custos sem comprometer o desempenho.</p>
<h3>3. Planejamento de safras e rotação de culturas</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">Alternar soja e milho</a></strong> melhora o aproveitamento de nutrientes, reduz a incidência de pragas e doenças e <strong>mantém a fertilidade do solo</strong>, contribuindo para ganhos sustentáveis de produtividade.</p>
<h3>4. Acompanhamento técnico e consultoria especializada</h3>
<p>Produtores assessorados por consultores técnicos bem preparados tomam decisões mais seguras, otimizam o uso de recursos e alcançam maior estabilidade econômica ao longo dos anos.</p>
<h2>Erros comuns que reduzem a rentabilidade</h2>
<ol>
<li>Não registrar todos os custos da produção;</li>
<li>Subestimar despesas de transporte e armazenagem;</li>
<li>Tomar decisões baseadas apenas no preço da saca, sem analisar margens;</li>
<li>Falta de planejamento financeiro e técnico;</li>
<li>Não revisar os resultados ao final da safra.</li>
</ol>
<h2>Ferramentas e planilhas que auxiliam no cálculo</h2>
<p>Existem diversas ferramentas e planilhas gratuitas que ajudam consultores e produtores a calcular a rentabilidade por cultura, comparando cenários. Entre as mais usadas:</p>
<ul>
<li>Planilhas de custos de produção;</li>
<li>Softwares de gestão agrícola;</li>
<li>Simuladores de rentabilidade desenvolvidos por instituições de ensino e consultorias agrícolas.</li>
</ul>
<p>Essas ferramentas tornam a análise mais precisa e economizam tempo, especialmente quando aplicadas em conjunto com dados reais da propriedade.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Calcular a <strong>rentabilidade da lavoura de soja e milho </strong>é mais do que um exercício financeiro, é uma ferramenta estratégica de gestão. Para o consultor técnico, esse cálculo permite demonstrar ao produtor o impacto real de cada decisão tomada no campo, seja na escolha da cultivar, na adubação ou na comercialização.</p>
<p>A rentabilidade é o reflexo direto da eficiência técnica e econômica da propriedade. Ao dominar esse conhecimento, o consultor se torna um parceiro indispensável do produtor rural, contribuindo para um agronegócio mais profissional, sustentável e lucrativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-rentabilidade-da-lavoura-de-soja-e-milho/">Como calcular a rentabilidade da lavoura de soja e milho: um guia prático</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cadeia produtiva de grãos no Brasil: desafios e oportunidades no setor</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cadeia-produtiva-de-graos-no-brasil-desafios-e-oportunidades-no-setor/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cadeia-produtiva-de-graos-no-brasil-desafios-e-oportunidades-no-setor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada nova safra, o produtor brasileiro enfrenta o mesmo desafio: produzir mais, com eficiência e sustentabilidade, em um cenário de custos altos e margens apertadas. Por trás dessa busca por competitividade está uma das engrenagens mais estratégicas do agronegócio, a cadeia produtiva de grãos. Mais do que uma sequência de etapas, a cadeia é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada nova safra, o produtor brasileiro enfrenta o mesmo desafio: <strong>produzir mais, com eficiência e sustentabilidade</strong>, em um cenário de custos altos e margens apertadas. Por trás dessa busca por competitividade está uma das engrenagens mais estratégicas do agronegócio, a cadeia produtiva de grãos.</p>
<p>Mais do que uma sequência de etapas, a cadeia é um <strong>sistema integrado</strong>, em que cada elo (produção, armazenagem, processamento, logística e comercialização) influencia diretamente os resultados do setor. Para produtores experientes e consultores, compreender a dinâmica dessa estrutura é essencial para tomar decisões que reduzam riscos e aumentem a rentabilidade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O papel estratégico da cadeia produtiva de grãos</h2>
<p>O Brasil se consolidou como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">potência mundial na produção de grãos</a>,</strong> com destaque para soja e milho. Essa relevância não se restringe ao abastecimento interno: ela garante destaque no cenário mundial, movimenta o mercado pecuário e alimenta cadeias industriais ligadas à produção de óleos, farinhas e biocombustíveis, além dos aspectos sociais ligados à geração de empregos.</p>
<p>A cadeia produtiva é, portanto, muito mais do que plantar e colher. Ela envolve:</p>
<ul>
<li><strong>Produção agrícola</strong>, com decisões atreladas ao cultivo sobre manejo, genética e tecnologias.</li>
<li><strong>Armazenagem e processamento</strong>, que preservam a qualidade e agregam valor aos produtos.</li>
<li><strong>Logística e transporte</strong>, responsáveis por conectar o campo ao mercado consumidor.</li>
<li><strong>Comercialização</strong>, que integra contratos, exportações e relações com a indústria.</li>
</ul>
<p>Esse conjunto faz com que o setor seja altamente sensível a fatores externos, como variações cambiais e políticas internacionais. É por isso que produtores e consultores precisam enxergar a cadeia como um sistema interdependente.</p>
<h2>Produção de grãos: inovação em meio a vulnerabilidades</h2>
<p>Nas últimas décadas, a agricultura brasileira passou por uma verdadeira revolução. A integração de dados climáticos, análises de solo periódicas e uso de ferramentas da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong> têm permitido decisões mais assertivas, reduzindo custos e riscos na atividade.</p>
<p>Além disso, o avanço dos bioinsumos e o uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-regenerativa/">práticas regenerativas</a></strong> estão reposicionando a agricultura brasileira como referência mundial em sustentabilidade e produtividade. Práticas sustentáveis, como o plantio direto e a integração lavoura-pecuária-floresta, consolidaram-se como caminhos viáveis para conciliar produção e conservação.</p>
<p>No entanto, a produção ainda enfrenta vulnerabilidades:</p>
<ul>
<li><strong>Clima instável</strong>, com secas e chuvas intensas que afetam diretamente as safras.</li>
<li><strong>Custo elevado de insumos</strong>, em especial fertilizantes importados.</li>
<li><strong>Necessidade de mão de obra qualificada</strong>, tanto no campo quanto na consultoria técnica.</li>
</ul>
<p>Esses fatores tornam a gestão de risco um diferencial competitivo. Consultores que dominam análises de mercado e práticas agronômicas avançadas têm papel essencial para apoiar produtores em decisões estratégicas.</p>
<h2>Como está organizada a cadeia de produção de grãos</h2>
<p>A produção de grãos pode ser reconhecida como uma <strong>indústria a céu aberto</strong>, sujeita a variações diversas que interferem de forma significativa nos resultados da fazenda.</p>
<p>O planejamento e reconhecimento das etapas de produção são a chave para o sucesso produtivo. Há uma série de processos indispensáveis para a organização do negócio rural e uma boa condução de safra:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40056" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos.png" alt="Organização da cadeia produtiva de grãos" width="751" height="658" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos.png 751w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-300x263.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-370x324.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-270x237.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-342x300.png 342w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-740x648.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/cadeia-produtiva-graos-150x131.png 150w" sizes="auto, (max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>Mais do que uma sequência de operações, <strong>o sucesso está na integração entre planejamento, execução e análise de resultados</strong>, um verdadeiro sistema de gestão da produção agrícola.</p>
<p>Quando se tem uma visão geral da cadeia produtora de grãos, desde o planejamento até a comercialização do produto, há uma maior facilidade para atuar diante de eventos e imprevistos que ocorrem ao longo do ciclo produtivo.</p>
<p>Estar atualizado quanto às tecnologias e aos manejos que entregam resultados, entender dos processos e utilizar bons produtos são ações que podem alavancar seus resultados dentro de uma propriedade.</p>
<h2>Armazenagem e processamento: o elo que precisa avançar</h2>
<p>Apesar do avanço da produção, o Brasil ainda carece de estruturas adequadas de <strong>armazenagem e processamento de grãos</strong>. O déficit de capacidade ultrapassa <strong>80 milhões de toneladas</strong>, o que obriga muitos produtores a escoar a safra logo após a colheita, em condições nem sempre favoráveis.</p>
<p>Esse cenário gera impactos diretos:</p>
<ul>
<li><strong>Perdas pós-colheita</strong>, muitas vezes superiores a 8% da produção, advindas do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/">ataque de pragas</a></strong>, fungos e condições ambientais que aceleram a deterioração do produto, como umidade e altas temperaturas.</li>
<li><strong>Dependência de terceiros</strong>, com custos adicionais de transporte e armazenagem.</li>
<li><strong>Menor poder de negociação e rentabilidade</strong>, já que o produtor precisa vender em períodos de pico de oferta e, consequentemente, queda nos preços.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, há oportunidades para mitigar esses gargalos. A construção de silos próprios, por exemplo, aumenta a autonomia e a flexibilidade comercial, desde que haja possibilidade de se investir em uma estrutura para armazenagem na propriedade.</p>
<p>O investimento em indústrias de processamento locais também agrega valor, como no caso da soja transformada em óleo e farelo. Em muitas regiões, cooperativas têm desempenhado um papel crucial, viabilizando estruturas coletivas que fortalecem o produtor frente ao mercado.</p>
<h2>Logística de grãos: entraves históricos e novos caminhos</h2>
<p>A logística de grãos no Brasil é frequentemente apontada como o <strong>maior desafio da cadeia</strong>. A forte dependência do transporte rodoviário gera custos elevados e aumenta a vulnerabilidade do sistema. Estradas precárias, longas distâncias até os portos e gargalos nos períodos de safra reduzem a competitividade frente a países que utilizam meios mais diversificados.</p>
<p>Nos últimos anos, houve avanços significativos. O Arco Norte, por exemplo, abriu novas rotas de exportação, aproximando o Centro-Oeste dos portos amazônicos. Ferrovias como a Norte-Sul e a FIOL estão em expansão e prometem alterar o cenário logístico nos próximos anos. Ainda assim, os desafios permanecem.</p>
<p>Para o produtor, entender essa dinâmica vai além do transporte em si. Decisões sobre época de plantio e colheita, escolha de armazéns e até contratos de venda estão diretamente ligadas ao desempenho logístico. Antecipar-se a gargalos pode representar ganhos expressivos em competitividade.</p>
<h2>Gargalos e soluções na cadeia produtiva de grãos</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40057" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes.png" alt="Gargalos e soluções na cadeia produtiva de grãos" width="1049" height="415" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes.png 1049w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-300x119.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-1024x405.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-768x304.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-370x146.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-270x107.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-740x293.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/gargalos-solucoes-150x59.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1049px) 100vw, 1049px" /></p>
<h2>Tendências e perspectivas para a cadeia produtiva</h2>
<p>O futuro da cadeia produtiva de grãos no Brasil tende a ser moldado por três pilares centrais:</p>
<ol>
<li><strong>Digitalização</strong>: ferramentas digitais trazem facilidades para o monitoramento, a rastreabilidade e a eficiência de processos, desde a lavoura até a comercialização.</li>
<li><strong>Sustentabilidade</strong>: práticas regenerativas, adoção de produtos biológicos e redução da pegada de carbono já são exigências de alguns mercados importadores. Quanto antes nossos produtores se adaptarem às mudanças, mais rápido se beneficiam das políticas voltadas à sustentabilidade.</li>
<li><strong>Integração da cadeia</strong>: a articulação entre produtores, cooperativas, consultores e indústrias será determinante para aumentar o poder de negociação e reduzir perdas.</li>
</ol>
<p>Essas tendências apontam para um cenário em que conhecimento técnico, gestão eficiente e visão de longo prazo serão tão importantes quanto a produtividade no campo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O agronegócio está mudando rapidamente e os <strong>profissionais que dominam a cadeia de produção de grãos estarão à frente dessa transformação</strong>.</p>
<p>A cadeia produtiva de grãos no Brasil é um dos pilares da economia nacional, mas ainda carrega gargalos históricos em armazenagem e logística. Para produtores e consultores, o grande diferencial competitivo está em compreender a cadeia como um sistema integrado e manter-se atualizado, adotando práticas e estratégias que permitam maior eficiência em cada elo.</p>
<p>O futuro será de grande progresso para aqueles que aliam tecnologia, sustentabilidade e habilidade de adaptação às condições adversas no campo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consultor técnico na produção de grãos: como fidelizar produtores e gerar resultados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consultor-tecnico-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No agronegócio moderno, o consultor técnico deixou de ser apenas um prestador de serviço e passou a atuar como parceiro estratégico na tomada de decisões dentro da fazenda. Na produção de grãos, essa mudança de postura é especialmente evidente: o produtor rural busca hoje um profissional capaz de unir conhecimento técnico, visão de gestão e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No agronegócio moderno, o <strong>consultor técnico</strong> deixou de ser apenas um prestador de serviço e passou a atuar como parceiro estratégico na tomada de decisões dentro da fazenda. Na produção de grãos, essa mudança de postura é especialmente evidente: o produtor rural busca hoje um profissional capaz de unir conhecimento técnico, visão de gestão e habilidade relacional.</p>
<p>Mais do que recomendar produtos ou corrigir falhas pontuais, <strong>o consultor técnico de grãos tem um papel central na</strong> <strong>fidelização de produtores</strong>, um processo que envolve confiança, resultados comprovados e acompanhamento constante. Em um mercado competitivo, saber construir e manter relações sólidas é o que diferencia o consultor comum do profissional de alta performance.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar como o consultor técnico pode se tornar indispensável para o produtor, fortalecendo vínculos e gerando resultados sustentáveis na cadeia produtiva de grãos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>A importância do consultor técnico na produção de grãos</h2>
<p>O <strong>consultor técnico na produção de grãos</strong> é o elo que conecta pesquisa, tecnologia e campo. É ele quem traduz a ciência em soluções práticas, ajustadas à realidade de cada propriedade. Seu papel vai além da assistência técnica, envolve análise de dados, planejamento produtivo e orientação estratégica.</p>
<p>Um bom consultor é capaz de enxergar a lavoura como um sistema integrado, em que decisões sobre adubação, manejo e logística estão interligadas e impactam diretamente a rentabilidade do produtor.</p>
<p>Com o avanço das tecnologias agrícolas, o desafio não é mais apenas ter acesso à informação, mas <strong>saber interpretá-la e aplicá-la corretamente</strong>. Nesse ponto, o consultor se torna indispensável: ele ajuda o produtor a identificar gargalos, avaliar riscos e adotar práticas mais eficientes.</p>
<h3>O consultor como agente de transformação no campo</h3>
<p>Os resultados práticos do trabalho consultivo vão muito além de uma boa safra. Quando um consultor técnico atua com consistência, ele transforma o modelo de gestão da propriedade.</p>
<p>Produtores que antes tomavam decisões intuitivas passaram a utilizar <strong>indicadores técnicos e econômicos</strong>, o que se traduz em melhor uso de insumos, maior produtividade e lucro sustentável.</p>
<p>Essa transformação ocorre porque o consultor atua com escuta ativa, compreendendo o contexto de cada fazenda antes de sugerir soluções. Ele adapta recomendações à realidade operacional e financeira do cliente e é justamente essa personalização que constrói confiança e fideliza o produtor.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-pilares-rtv-sucesso?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-rtv&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40085 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png" alt="E-book Pilares do RTV de sucesso" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Por que a fidelização é um ativo estratégico para consultores</h2>
<p>Fidelizar um cliente é muito mais rentável do que conquistar um novo. No agronegócio, onde o ciclo de relacionamento é longo e os resultados são de médio a longo prazo, <strong>a confiança e a constância</strong> são os principais ativos de um consultor técnico.</p>
<p>A fidelização garante previsibilidade de receita, reduz o custo de prospecção e fortalece a reputação profissional. Além disso, um cliente satisfeito tende a indicar o consultor para outros produtores, e no meio rural, a indicação boca a boca continua sendo uma das estratégias mais eficazes de expansão.</p>
<h3>Fatores que fortalecem a relação entre consultor e produtor</h3>
<ol>
<li><strong>Confiança e credibilidade</strong>: o produtor precisa sentir que o consultor defende seus interesses e fala com base em resultados, não em marcas.</li>
<li><strong>Clareza na comunicação</strong>: explicações técnicas devem ser traduzidas em impactos reais no campo, como economia de insumos ou aumento de produtividade.</li>
<li><strong>Resultados mensuráveis</strong>: a fidelização é sustentada por dados e métricas que comprovam o valor da consultoria.</li>
<li><strong>Presença constante</strong>: o acompanhamento próximo gera segurança e demonstra comprometimento.</li>
</ol>
<p>Um relacionamento sólido se constrói na soma de pequenos gestos, mas se mantém quando o consultor mostra, na prática, que entende o negócio tanto quanto o dono da fazenda.</p>
<h2>Estratégias práticas para fidelizar produtores de grãos</h2>
<p>Fidelizar não é apenas “manter contato”, é <strong>gerar valor contínuo</strong> e demonstrar que cada visita ou orientação tem impacto direto no resultado da lavoura. O consultor técnico precisa combinar conhecimento técnico, empatia e visão estratégica para construir parcerias duradouras.</p>
<p>A seguir, veja algumas estratégias essenciais:</p>
<h3>1. Entendimento profundo da realidade do produtor</h3>
<p>Antes de recomendar soluções, o consultor precisa compreender o contexto de produção: tamanho da área, estrutura, nível tecnológico, metas e desafios financeiros. Um diagnóstico completo é o ponto de partida para qualquer recomendação assertiva.</p>
<p>O uso de <strong>ferramentas de gestão</strong>, como planilhas de custos, índices de produtividade e indicadores econômicos, ajuda a transformar observações em dados concretos, que facilitam o acompanhamento dos resultados.</p>
<h3>2. Comunicação técnica clara e orientada a resultados</h3>
<p>Muitos consultores perdem credibilidade por não conseguirem comunicar o valor do seu trabalho. Termos técnicos em excesso ou recomendações sem contexto dificultam o entendimento.</p>
<p><strong>Explicar o “porquê” de cada decisão</strong>, mostrando, por exemplo, como uma mudança no manejo do solo pode reduzir custos com defensivos, aproxima o produtor e cria senso de parceria. Uma comunicação transparente e acessível é a base da fidelização.</p>
<h3>3. Monitoramento de indicadores e feedback constante</h3>
<p>A fidelização depende de acompanhamento contínuo. O consultor deve estabelecer <strong>indicadores-chave de desempenho (KPIs)</strong> e revisá-los periodicamente com o produtor.</p>
<p>Os principais indicadores incluem:</p>
<ul>
<li>Produtividade por hectare.</li>
<li>Custo operacional total e margem líquida.</li>
<li>Eficiência no uso de fertilizantes e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong>.</li>
<li>Ganhos econômicos por recomendação implementada.</li>
</ul>
<p>Essa análise conjunta demonstra comprometimento com resultados e reforça o valor da consultoria.</p>
<h3>4. Educação contínua e transferência de conhecimento</h3>
<p><strong>O consultor técnico de grãos também é um educador</strong>. Ao ensinar o produtor a interpretar dados, entender processos e aplicar boas práticas, ele amplia o impacto do seu trabalho.</p>
<p>Oferecer materiais técnicos, treinamentos internos e dias de campo fortalece o vínculo e consolida o consultor como referência técnica. Quanto mais o produtor evolui tecnicamente, mais ele reconhece o valor da parceria.</p>
<h3>5. Construção de confiança e relacionamento humano</h3>
<p>A fidelização não é movida apenas por resultados, mas por <strong>relacionamento</strong>. Escutar, estar presente, respeitar o ritmo do cliente e demonstrar coerência entre discurso e prática são atitudes que geram lealdade.</p>
<p>Pequenas ações, como acompanhar a colheita, enviar análises personalizadas e celebrar conquistas junto com o produtor, criam laços duradouros. No campo, a confiança é construída com tempo, presença e resultados.</p>
<h2>O papel do consultor técnico na integração da cadeia produtiva de grãos</h2>
<p>O consultor técnico é uma peça-chave na <strong>integração da cadeia produtiva de grãos</strong>. Sua atuação conecta o produtor a fornecedores, cooperativas, transportadoras e indústrias de processamento.</p>
<p>Quando o consultor compreende o funcionamento completo da cadeia ele consegue orientar o produtor de forma mais estratégica, antecipando gargalos logísticos e oportunidades de mercado.</p>
<h3>O consultor como articulador de soluções</h3>
<p>Mais do que um técnico de campo, o consultor atua como facilitador de conexões. Ele pode, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Indicar fornecedores mais competitivos.</li>
<li>Ajudar na negociação de insumos e fretes.</li>
<li>Orientar sobre o melhor momento de venda com base em análises de mercado.</li>
<li>Promover parcerias coletivas entre produtores para otimizar custos.</li>
</ul>
<p>Essa postura consultiva amplia o valor percebido pelo produtor e reforça a fidelização.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>consultor técnico na produção de grãos</strong> é um dos principais protagonistas da evolução do agronegócio brasileiro. Sua função vai muito além da orientação técnica: ele é um gestor de relacionamentos e resultados, capaz de conectar conhecimento, pessoas e oportunidades.</p>
<p>Fidelizar produtores é um processo que exige técnica, consistência e humanidade. Consultores que entendem o valor do acompanhamento contínuo, da comunicação clara e da visão sistêmica da cadeia se tornam indispensáveis para seus clientes.</p>
<p>Mais do que uma relação comercial, a fidelização é uma parceria de crescimento mútuo e o consultor é o elo que transforma potencial em resultado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Carreira de RTV no agronegócio: o perfil mais desejado na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/carreira-de-rtv-no-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive uma fase de transformação profunda. A tecnologia avança, o campo se digitaliza e os produtores se tornam cada vez mais exigentes e bem informados. Nesse cenário, o papel do RTV (Representante Técnico de Vendas) se torna mais estratégico do que nunca. Mais do que um representante de vendas, o RTV passou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive uma fase de transformação profunda. A tecnologia avança, o campo se digitaliza e os produtores se tornam cada vez mais exigentes e bem informados. Nesse cenário, o papel do <strong>RTV (Representante Técnico de Vendas)</strong> se torna mais estratégico do que nunca.</p>
<p>Mais do que um representante de vendas, o RTV passou a ser visto como <strong>consultor técnico e parceiro de resultados</strong>, capaz de conectar a indústria, o conhecimento agronômico e as necessidades do produtor. Por isso, o mercado busca profissionais mais completos, com visão de negócio, domínio técnico e habilidades de relacionamento.</p>
<p>Neste artigo, vamos mostrar qual é o perfil do RTV mais desejado no mercado de grãos, como ele atua e o que é preciso desenvolver para construir uma carreira sólida no agronegócio e na produção de grãos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que faz um RTV e por que ele é essencial na cadeia de grãos</h2>
<p>O RTV é o elo entre as empresas fornecedoras de insumos, as revendas e os produtores rurais. Ele representa marcas, oferece soluções técnicas e acompanha os resultados no campo, garantindo que as recomendações tragam retorno produtivo e econômico.</p>
<p>Mas o trabalho do RTV vai muito além da venda: <strong>ele leva conhecimento e confiança ao produtor</strong>, ajudando-o a tomar decisões assertivas sobre <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, fertilizantes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong> e tecnologias de manejo.</p>
<h3>O RTV como ponte entre tecnologia e campo</h3>
<p>A agricultura moderna exige que o RTV seja um <strong>tradutor de tecnologia</strong>. Ele precisa entender profundamente os produtos e processos que representa e, ao mesmo tempo, saber comunicar isso de forma clara e prática ao produtor.</p>
<p>É ele quem demonstra, na prática, como uma inovação impacta a produtividade, reduz custos e melhora o desempenho da lavoura. Por isso, o RTV é mais que um intermediário comercial, é um <strong>gerador de valor técnico e econômico</strong> dentro da cadeia de produção de grãos.</p>
<h2>O cenário atual da carreira no agronegócio e na produção de grãos</h2>
<p>Nos últimos anos, o agronegócio passou por uma verdadeira revolução. Com o aumento da mecanização, da conectividade no campo e da integração de dados, o RTV precisa se reinventar para acompanhar as novas demandas.</p>
<p>Empresas buscam profissionais capazes de <strong>unir conhecimento técnico, gestão e relacionamento</strong>, atuando com visão de longo prazo e foco em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/">resultados sustentáveis</a></strong>.</p>
<h3>O RTV 4.0: um profissional completo</h3>
<p>O <strong>RTV 4.0</strong> é aquele que alia experiência de campo com domínio de ferramentas digitais e compreensão dos indicadores do negócio agrícola. Ele utiliza softwares de gestão, aplicativos de monitoramento e dados de produtividade para tomar decisões mais embasadas.</p>
<p>Esse novo profissional é analítico, estratégico e consultivo, sabe interpretar números, mas também entende pessoas. Em um mercado que valoriza performance, ele é o diferencial competitivo que as empresas procuram.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-pilares-rtv-sucesso?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-rtv&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40085 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png" alt="E-book Pilares do RTV de sucesso" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/banner-ebook-rtv-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>As principais competências do RTV ideal para o mercado de grãos</h2>
<p>Para construir uma <strong>carreira sólida no agronegócio e na produção de grãos</strong>, o RTV precisa ir além da técnica. É preciso combinar <strong>conhecimento agronômico, visão de mercado e habilidades humanas</strong>.</p>
<p>A seguir, estão as competências que definem o RTV mais desejado pelo mercado:</p>
<h3>1. Conhecimento técnico sólido</h3>
<p>O RTV é um <strong>especialista em campo</strong>. Ele precisa dominar temas como fisiologia vegetal, manejo nutricional, fitossanidade, sementes e solos. Um erro técnico pode comprometer uma safra, mas uma recomendação bem fundamentada pode transformar a produtividade.</p>
<p>Além do domínio agronômico, é essencial estar atualizado sobre as inovações em insumos biológicos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong> e práticas sustentáveis. A credibilidade técnica é o primeiro passo para construir confiança com o produtor.</p>
<h3>2. Foco em resultados e visão de negócio</h3>
<p>O RTV moderno entende que cada fazenda é uma empresa, e que cada recomendação deve gerar retorno. Isso exige uma visão de gestão: compreender custos, margens e indicadores de desempenho.</p>
<p>O profissional desejado pelo mercado é aquele que sabe <strong>transformar conhecimento técnico em resultados financeiros</strong>. Ele fala de produtividade e lucro com a mesma fluência com que fala de pragas e adubação.</p>
<h3>3. Comunicação e relacionamento com o produtor</h3>
<p>O RTV é, antes de tudo, um comunicador. Ele precisa ouvir o produtor, entender suas dores e adaptar a linguagem técnica à realidade da propriedade.</p>
<p>Relacionamentos duradouros se constroem com <strong>escuta ativa, empatia e transparência</strong>. O RTV que conquista a confiança do cliente se torna um parceiro indispensável e não apenas mais um fornecedor.</p>
<h3>4. Perfil consultivo e proativo</h3>
<p>O RTV desejado pelo mercado não espera o produtor pedir ajuda: ele antecipa demandas, identifica oportunidades e oferece soluções.</p>
<p>Essa postura consultiva cria valor porque o profissional demonstra que está <strong>comprometido com o sucesso do cliente</strong>, e não apenas com a venda. A fidelização vem como consequência natural desse posicionamento.</p>
<h3>5. Atualização constante e adaptabilidade</h3>
<p>O agronegócio é dinâmico. O que funcionava há cinco anos pode não ser mais eficiente hoje. Por isso, o RTV precisa ter <strong>mentalidade de aprendizado contínuo</strong>.</p>
<p>Participar de cursos, pós-graduações e eventos técnicos é essencial para se manter relevante. O profissional adaptável é aquele que se reinventa a cada safra, acompanhando as mudanças do mercado, da tecnologia e do comportamento do produtor.</p>
<h2>Comparativo: o RTV tradicional x o RTV do futuro</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40318" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv.png" alt="Tabela com comparativo entre perfis de RTV" width="868" height="411" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv.png 868w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-300x142.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-768x364.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-370x175.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-270x128.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-740x350.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/comparativo-rtv-150x71.png 150w" sizes="auto, (max-width: 868px) 100vw, 868px" /></p>
<p>Este comparativo mostra claramente que o futuro do RTV está na integração entre <strong>técnica, gestão e relacionamento humano</strong>. O profissional que domina essas três dimensões será cada vez mais valorizado.</p>
<h2>Como construir uma carreira sólida no agronegócio e se destacar na produção de grãos</h2>
<p>Crescer como RTV no mercado de grãos exige estratégia e planejamento. Veja os passos que podem acelerar o seu desenvolvimento profissional:</p>
<h3>Invista em formação técnica e especialização</h3>
<p>A base do sucesso é o conhecimento. Buscar uma <strong>pós-graduação em produção de grãos</strong> ou cursos voltados à gestão e comercialização ajuda a ampliar o repertório e a visão sistêmica.</p>
<p>Além de fortalecer a parte técnica, a especialização ensina o RTV a <strong>tomar decisões com base em dados</strong> e a entender o impacto de suas ações na lucratividade do produtor.</p>
<h3>Desenvolva habilidades interpessoais e comerciais</h3>
<p>Saber se relacionar é tão importante quanto dominar a técnica. Habilidades como <strong>comunicação, negociação e empatia são diferenciais decisivos</strong> para quem atua em campo.</p>
<p>Um RTV de sucesso é aquele que se torna confiável, e confiança se constrói com postura ética, coerência e presença constante.</p>
<h3>Trabalhe sua presença no campo e no mercado</h3>
<p>O RTV precisa estar onde as oportunidades acontecem. Participar de <strong>dias de campo, feiras e eventos técnicos</strong> é uma forma eficaz de criar visibilidade e ampliar sua rede de contatos.</p>
<p>Além disso, é importante investir na <strong>presença digital</strong>. Compartilhar conteúdo técnico e cases reais em redes como LinkedIn e Instagram fortalece sua autoridade e atrai novas oportunidades.</p>
<h3>Adote o aprendizado como hábito permanente</h3>
<p>A atualização contínua é o que diferencia os bons dos excelentes profissionais. O RTV que lê, participa de treinamentos e busca novas referências está sempre um passo à frente.</p>
<p>No agronegócio, quem para de aprender, fica para trás. Por isso, faça da curiosidade um combustível diário para evoluir.</p>
<h2>Tendências e oportunidades para RTVs no mercado de grãos</h2>
<p>As perspectivas para quem atua como RTV são extremamente positivas. A expansão das áreas agrícolas, a profissionalização das propriedades e o crescimento da agricultura digital criam novas oportunidades de atuação.</p>
<p>Empresas estão em busca de profissionais capazes de <strong>integrar conhecimento técnico, visão de negócios e gestão de relacionamento</strong> e os melhores colocam o produtor no centro de todas as decisões.</p>
<p>O RTV do futuro será híbrido: <strong>técnico como agrônomo, estratégico como gestor e humano como parceiro de campo</strong>. Ele usará tecnologia para gerar dados, mas usará empatia para transformá-los em confiança e resultados.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>RTV mais desejado pelo mercado de grãos</strong> é aquele que alia conhecimento técnico, visão estratégica e habilidade de relacionamento. Ele entende que a venda é apenas uma consequência de um trabalho bem feito e que o verdadeiro valor está em ajudar o produtor a crescer.</p>
<p>Construir uma carreira sólida no agronegócio e na produção de grãos exige aprendizado constante, postura consultiva e paixão pelo campo. O sucesso é resultado da soma entre técnica, propósito e presença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Os 3 pilares do RTV de sucesso</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-os-3-pilares-do-rtv-de-sucesso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 15:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda a se destacar como Representante Técnico de Vendas e impulsione sua carreira no agronegócio de grãos Baixe gratuitamente o e-book que revela, com exemplos práticos e aplicáveis, os três pilares que fazem um RTV se tornar referência. O que você vai encontrar neste material técnico Um guia prático, direto ao ponto, criado para quem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="subtitle fade-in-up delay-200">Aprenda a se destacar como Representante Técnico de Vendas e impulsione sua carreira no agronegócio de grãos</p>
<p class="description fade-in-up delay-300">Baixe gratuitamente o e-book que revela, com exemplos práticos e aplicáveis, os três pilares que fazem um RTV se tornar referência.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico</h2>
<p class="section-description fade-in-up delay-100">Um guia prático, direto ao ponto, criado para quem quer vender mais, gerar valor real ao produtor e construir uma carreira sólida no agronegócio.</p>
<ul>
<li data-start="1172" data-end="1372">Como transformar relacionamento em diferencial competitivo – Aprenda a fidelizar produtores e criar parcerias de longo prazo, mesmo em mercados competitivos.</li>
<li data-start="1172" data-end="1372">Técnicas de vendas consultivas que geram confiança – Utilize perguntas estratégicas, diagnósticos e fechamento natural para aumentar resultados.</li>
<li data-start="1571" data-end="1740">Gestão eficiente do funil e pós-venda – Estruture sua rotina para acompanhar clientes e aumentar conversões com base em dados.</li>
<li data-start="1746" data-end="1914">Visão sistêmica do sistema de produção – Enxergue além do produto e entenda como cada decisão impacta o resultado da fazenda.</li>
<li data-start="1920" data-end="2096">Conhecimento técnico como base da credibilidade – Domine os fundamentos agronômicos que tornam seu discurso confiável e diferenciado.</li>
<li data-start="2102" data-end="2271">Integração dos 3 pilares para alta performance – Saiba como unir técnica, gestão e vendas para se tornar um RTV de excelência</li>
</ul>
<h2 data-start="2278" data-end="2332">Este material é indicado para quem</h2>
<ul>
<li data-start="2335" data-end="2450">RTVs e consultores técnicos que desejam aprimorar suas habilidades e se posicionar como referências no campo.</li>
<li data-start="2453" data-end="2576">Profissionais de empresas de insumos e tecnologias agrícolas que buscam aumentar vendas com base técnica e confiança.</li>
<li data-start="2579" data-end="2706">Gestores e líderes comerciais do agronegócio que querem treinar suas equipes para resultados consistentes e sustentáveis.</li>
</ul>
<h2>Construa uma carreira sólida no agronegócio</h2>
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		<title>Glufosinato de amônio: como utilizar esse herbicida com eficiência</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/glufosinato-de-amonio-como-utilizar-esse-herbicida-com-eficiencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O glufosinato de amônio tem ganhado destaque no cenário agrícola brasileiro como uma ferramenta estratégica no controle de plantas daninhas, especialmente diante do aumento da resistência a herbicidas com diferentes mecanismos de ação Trata-se de um herbicida de contato, não seletivo, cujo princípio ativo atua inibindo a enzima glutamina sintetase, provocando o acúmulo tóxico de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> tem ganhado destaque no cenário agrícola brasileiro como uma ferramenta estratégica no controle de plantas daninhas, especialmente diante do aumento da resistência a herbicidas com diferentes mecanismos de ação</p>
<p>Trata-se de um herbicida de contato, não seletivo, cujo princípio ativo <strong>atua inibindo a enzima glutamina sintetase</strong>, provocando o acúmulo tóxico de amônia nas células da planta, o que leva à sua morte.</p>
<p>Nos últimos anos, o uso do glufosinato se intensificou principalmente em sistemas agrícolas que adotam tecnologias de cultivares geneticamente modificadas com tolerância ao produto. O uso dessas tecnologias no sistema produtivo é uma estratégia interessante, especialmente em programas de rotação ou combinação de herbicidas, ações essenciais para combater o avanço das plantas daninhas resistentes.</p>
<p>O glufosinato de amônio pode ser empregado em <strong>dessecação pré-plantio, dessecação pré-colheita de soja e na pós-emergência</strong> em cultivares/híbridos com tolerância a esse herbicida, podendo ser empregado de maneira isolada ou em associação com outros produtos. Por ter ação de contato, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">tecnologia de aplicação</a></strong> é um ponto fundamental para adequada cobertura da planta pelo produto, garantindo eficiência no controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Como funciona o glufosinato de amônio: visão técnica e agronômica</h2>
<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> pertence a uma classe de herbicidas que atuam por meio da inibição da enzima glutamina sintetase, enzima essencial para o metabolismo do nitrogênio nas plantas. Quando essa enzima é inibida, ocorre o acúmulo de amônia no tecido vegetal, provocando a desorganização das células e levando à morte da planta.</p>
<p>Esse mecanismo é classificado pelo <strong>HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas)</strong> como <strong>Grupo 10</strong> (inibidores da glutamina sintetase).</p>
<p>Por ter um modo de ação diferente dos herbicidas mais amplamente usados (como o glifosato, que pertence ao Grupo 9), o glufosinato é uma excelente ferramenta para <strong>programas de rotação de mecanismos de ação</strong>, ajudando a reduzir a pressão de seleção de resistência.</p>
<h3>Tecnologias disponíveis no mercado</h3>
<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> é registrado para diversas culturas no Brasil. Existem diferentes formas de inserir esse herbicida no sistema produtivo, o que permite a flexibilidade em seu uso.</p>
<p>A adoção na pós-emergência das culturas com tolerância genética permite sua aplicação sem danos à cultura principal. Alguns exemplos de tecnologias disponíveis no mercado são:</p>
<ul>
<li><strong>Sistema LibertyLink</strong>: viabiliza o uso do glufosinato de amônio sem causar danos à soja.</li>
<li>Recentemente, também foi inserido no mercado a tecnologia <strong>Conkesta Enlist</strong> na cultura da soja. Essa tecnologia permite a aplicação de glifosato, 2,4 D e glufosinato de amônio na pós-emergência da cultura.</li>
</ul>
<h3>Características agronômicas</h3>
<ul>
<li><strong>Ação de contato</strong>: não é translocado sistemicamente. Por isso, exige cobertura uniforme das plantas daninhas.</li>
<li><strong>Sintomas visuais</strong>: aproximadamente aos 5 dias após aplicação, é possível observar os primeiros sintomas do herbicida nas plantas, que incluem amarelecimento e posterior necrose.</li>
<li><strong>Degradação rápida no solo</strong>: minimiza riscos de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/"><em>carryover</em></a></strong> (resíduos que afetam culturas subsequentes).</li>
<li><strong>Eficiência reduzida sob baixa luminosidade ou temperaturas muito baixas</strong>.<b><br />
</b></li>
</ul>
<h3>Comparativo com o glifosato</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40043" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato.jpg" alt="Comparativo do glufosinato de amônio com o glifosato" width="889" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato.jpg 889w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-300x107.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-768x274.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-370x132.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-270x96.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-740x264.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-150x53.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 889px) 100vw, 889px" /></p>
<p>Esse comparativo deixa evidente que <strong>o glufosinato não substitui diretamente o glifosato</strong>, mas sim pode complementar de forma estratégica o manejo principalmente em plantas de difícil controle</p>
<h2>Como aplicar o glufosinato de amônio com eficiência: recomendações práticas</h2>
<p>A eficácia do glufosinato de amônio depende de <strong>detalhes operacionais importantes</strong>. Não basta apenas aplicar, é preciso entender quando, como e em que condições utilizar o produto para garantir um controle eficaz das plantas daninhas e evitar perdas financeiras e agronômicas.</p>
<h3>1º Dessecação pré-plantio</h3>
<p><strong>Condições ambientais</strong></p>
<p>Segundo alguns trabalhos da literatura, <strong>o glufosinato necessita de luz após aplicação para melhor ação do produto</strong>. Por essa razão, o ideal é que o produto seja aplicado entre <strong>08h00 e 15h00 </strong>(condição de luz solar) e que não haja restrição como nebulosidade após aplicação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40044" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos.jpg" alt="Tabela com as condições ambientais para pulverização com defensivos" width="800" height="611" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-300x229.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-768x587.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-370x283.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-270x206.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-740x565.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-150x115.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Condições ambientais para pulverização de defensivos, com base no delta T para pulverização. (Fonte: Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p>As condições ambientais interferem diretamente na eficiência da pulverização. Na tabela acima, elaborada a partir do delta T para pulverização, associamos a temperatura do ambiente e a umidade relativa para predizer condições em que as perdas por evaporação e deriva podem ser minimizadas. <strong>Ideal que as aplicações aconteçam em condições dentro das zonas verde e azul na tabela.</strong><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h4>Associação com PROTOX</h4>
<p>Atenção às doses! <strong>A mistura de glufosinato com herbicidas do grupo protox é sinérgica</strong>. Atente-se para não aumentar a dose do protox, evitando assim prejudicar a performance do glufosinato na mistura. Converse com nossos consultores para adequar as doses de cada produto e garantir maior controle em sua lavoura.</p>
<p><strong>Tratamento: </strong></p>
<ul>
<li><strong>1ª aplicação: glifosato + fluroxipir + cletodim; </strong></li>
<li><strong>2ª aplicação: glufosinato + saflufenacil</strong></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40045" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio.jpg" alt="Dessecação pré-semeadura da soja para controle de buva" width="800" height="357" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-300x134.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-768x343.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-370x165.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-740x330.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-150x67.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Dessecação pré-semeadura da soja para controle de buva. (Fonte: Fazenda Experimental Rehagro, 2025)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura a) Área antes da aplicação; (Figura b) 14 dias após a 1 aplicação; (Figura c) 7 dias após a 2ª aplicação; (Figura d) 14 dias após a 2ª aplicação. DAA = dias após a aplicação</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h4>Aplicação sequencial</h4>
<p>Realizada em intervalos de 7 a 14 dias após a primeira aplicação.</p>
<p><strong>Quando utilizar a sequencial? </strong></p>
<p>A recomendação é fazer a dessecação sequencial em situações como:</p>
<ul>
<li>Áreas com elevada infestação de plantas daninhas;</li>
<li>Presença de plantas daninhas de difícil controle, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/">buva, capim-amargoso</a></strong> e capim-pé-de-galinha;</li>
<li>Plantas daninhas em estádios avançados de desenvolvimento em que uma aplicação única não é suficiente para garantir controle satisfatório.<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<p><b>Como realizar a sequencial?</b></p>
<p>O glufosinato de amônio, por ser um herbicida de contato, <strong>possui excelente resultado quando associado a produtos com mecanismos de ação complementares. </strong></p>
<p>Uma estratégia que pode ser utilizada é associar o <strong>glufosinato com herbicidas do grupo protox</strong> (inibidores da PPO), aumentando a eficácia sobre diferentes espectros de plantas daninhas.</p>
<p>Lembre-se da dica dada anteriormente: <strong>cuidado com as doses dos herbicidas pertencentes ao grupo protox!</strong></p>
<p><b>Dica extra: Uso de pré-emergentes</b></p>
<p>Outra estratégia importante é incluir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">herbicidas pré-emergentes</a></strong> na aplicação sequencial. Essa prática reduz a emergência de novas plantas daninhas e proporciona um manejo mais sustentável ao longo do ciclo da cultura, facilitando a capina.</p>
<h3>2º Capina</h3>
<ul>
<li>Avaliar os alvos presentes na lavoura e atentar-se se a cultivar/híbrido possui tolerância ao glufosinato.</li>
<li>Na cultura do milho, entradas com glufosinato devem ser feitas até o estádio V4 (híbridos tolerantes).</li>
<li>Cuidado com misturas de herbicidas com inseticidas, fungicidas e nutricionais (pH e incompatibilidades físicas e químicas). <strong>Importante realizar o teste de garrafa!</strong></li>
</ul>
<p>Veja o vídeo a seguir e saiba como realizar o teste da garrafa corretamente:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TESTE DA GARRAFA: COMO EVITAR ERROS NA MISTURA DE PRODUTOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/nK71kQurqCo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>3º Dessecação pré-colheita</h3>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Estádio de aplicação</strong>: de acordo com estudos realizados na Fazenda Experimental da Rehagro, a melhor época de aplicação do glufosinato para dessecação pré-colheita de soja é R 7.2, momento em que a lavoura atinge 50 a 75% de amarelecimento das plantas.</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Associações</strong>: o uso de glufosinato associado a herbicidas do grupo protox, segundo estudos na Fazenda Experimental, acelerou a dessecação e reduziu o percentual de hastes verdes, facilitando a colheita.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40046" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato.jpg" alt="Dessecação pré-colheita da soja com glufosinato de amônio isolado" width="800" height="407" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-300x153.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-768x391.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-740x376.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio isolado. (Fonte: Laís Resende &#8211; Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura 1) Área 5 dias após aplicação; (Figura 2) 7 dias após aplicação; (Figura 3) 10 dias após aplicação. DAA = dias após aplicação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40047" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina.jpg" alt="Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio, associado a flumioxazina" width="800" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-300x151.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-768x387.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-370x186.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-270x136.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-740x373.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 14px;">Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio, associado a flumioxazina (protox). (Fonte: Laís Resende &#8211; Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura 1) Área 5 dias após aplicação; (Figura 2) 7 dias após aplicação; (Figura 3) 10 dias após aplicação. DAA = dias após aplicação</span></p>
<h3>Recomendações gerais de aplicação</h3>
<h4>Volume de calda e tecnologia de aplicação</h4>
<ul>
<li><strong>Volume recomendado</strong>: Acima de 100 L/ha. Quanto maior o volume de calda, maior a cobertura do alvo e melhor a eficácia.</li>
<li><strong>Tamanho de gota</strong>: Para evitar a deriva, deve-se utilizar bicos que promovam gotas grossas, muito grossas, extremamente grossas ou ultragrossas. Nesse sentido, bicos com indução de ar promovem gotas com essa característica. Associado a isso, deve-se utilizar adjuvantes com característica que reduza deriva associado ao uso de óleo. A associação de bicos de pulverização e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/">adjuvantes</a></strong> irá trabalhar em conjunto para reduzir o risco de deriva. <span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<h4>Compatibilidade com outros produtos</h4>
<ul>
<li>Realizar o teste de garrafa previamente sempre que houver associações de produtos para as aplicações, para evitar incompatibilidade entre produtos.</li>
<li>Evitar misturas com produtos que alteram o pH da calda drasticamente (pH ideal da calda: entre 4,0 e 4,5).<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<h4>Adjuvantes e surfactantes</h4>
<ul>
<li>Lembre-se da utilização de óleo na aplicação.</li>
<li>Utilizar adjuvantes com ação anti deriva e espalhante.</li>
</ul>
<h2>Vantagens e oportunidades no uso do glufosinato de amônio</h2>
<p>O glufosinato de amônio se destaca por oferecer ganhos importantes em eficiência de controle, sustentabilidade e segurança agronômica, especialmente quando inserido corretamente no manejo. A seguir, destacamos os principais pontos positivos que tornam seu uso uma oportunidade estratégica no campo.</p>
<h3>Alternativa eficaz no manejo de resistência</h3>
<p>O uso intensivo e repetitivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, especialmente o glifosato, levou ao surgimento de biótipos resistentes de várias espécies de plantas daninhas, como buva (<i>Conyza</i> spp.), capim-amargoso (<i>Digitaria insularis</i>) e capim-pé-de-galinha (<i>Eleusine indica</i>).</p>
<p>O glufosinato de amônio, ao atuar por um mecanismo de ação completamente distinto,<strong> é uma das opções disponíveis para rotacionar mecanismos de ação</strong>.</p>
<h3>Sem risco de carryover</h3>
<p>O glufosinato <strong>possui meia-vida curta no solo</strong>, baixo potencial de lixiviação e reduzido carryover, tornando-se uma opção interessante e segura para acrescentar ao manejo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O glufosinato de amônio tem se consolidado como uma <strong>ferramenta interessante no manejo integrado de plantas daninhas</strong>, especialmente em um cenário de crescente resistência a herbicidas sistêmicos como o glifosato e graminicidas. Seu mecanismo de ação distinto, sua ação por contato e a compatibilidade com tecnologias transgênicas são características interessantes para inserção no sistema produtivo.</p>
<p>O glufosinato deve ser <strong>posicionado estrategicamente</strong>, como parte de um programa robusto de manejo integrado, contribuindo para a sustentabilidade do sistema produtivo e para a longevidade das ferramentas disponíveis no mercado.</p>
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<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Guia Deficiência nutricional nas culturas da soja e do milho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diagnóstico rápido no campo: reconheça deficiências nutricionais por sintomas visuais. Baixe gratuitamente o guia que mostra, com imagens e explicações claras, os principais sintomas de deficiência nutricional nas lavouras de soja e milho. Aprenda a identificar carências de macro e micronutrientes de forma prática e precisa para agir a tempo de evitar perdas. O que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diagnóstico rápido no campo: reconheça deficiências nutricionais por sintomas visuais.</p>
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</ul>
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		<title>Guia Identificação de plantas daninhas na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-identificacao-de-plantas-daninhas-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identificar bem é o primeiro passo para controlar com eficiência. Baixe gratuitamente o guia ilustrado com as principais plantas daninhas que afetam lavouras e pastagens. Um material prático com imagens e descrições que facilitam a identificação direta no campo — essencial para um manejo mais assertivo. A identificação correta reduz erros no manejo e melhora a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Identificar bem é o primeiro passo para controlar com eficiência.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia ilustrado com as principais plantas daninhas que afetam lavouras e pastagens.</p>
<p>Um material prático com imagens e descrições que facilitam a identificação direta no campo — essencial para um manejo mais assertivo.</p>
<h2>A identificação correta reduz erros no manejo e melhora a produtividade da fazenda</h2>
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		<title>Amostragem de solo representativa: o que é e etapas práticas para a realização</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-fazer-uma-amostragem-de-solo-representativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A base de uma agricultura eficiente, rentável e sustentável começa na qualidade do solo que estão trabalhando. O solo, além de ser o meio físico onde as plantas se desenvolvem, é o repositório de nutrientes essenciais, umidade e vida microbiológica. No entanto, para que ele cumpra seu papel de maneira eficiente, é preciso iniciar com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A base de uma agricultura eficiente, rentável e sustentável começa na qualidade do solo que estão trabalhando. O solo, além de ser o meio físico onde as plantas se desenvolvem, é o repositório de nutrientes essenciais, umidade e vida microbiológica.</p>
<p>No entanto, para que ele cumpra seu papel de maneira eficiente, é preciso iniciar com um diagnóstico confiável para conhecê-lo. E a primeira fase do diagnóstico é a <strong>amostragem de solo.</strong></p>
<p>Mais do que um procedimento técnico, a amostragem é a porta de entrada para decisões agronômicas assertivas. Seja para o planejamento de adubações ou recomendações de calagem e gessagem para a construção da fertilidade do solo, toda tomada de decisão depende da <strong>qualidade da informação que se obtém a partir da amostra enviada ao laboratório</strong>.</p>
<p>E aqui está o ponto-chave: <strong>uma amostragem mal feita compromete todo o processo subsequente</strong>. Uma coleta mal representada, feita sem critérios e cuidados que causam contaminação, pode gerar resultados que não refletem a realidade da lavoura, levando o produtor a adotar práticas ineficazes ou até prejudiciais.</p>
<p>Por outro lado, uma amostragem bem planejada e executada fornece informações precisas sobre as condições do solo, permitindo ações técnicas mais econômicas, eficientes e sustentáveis.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é uma amostragem de solo representativa?</h2>
<p>Fazer uma amostragem de solo representativa significa <strong>coletar uma porção de solo que reflita, com fidelidade, as condições reais de uma área agrícola uniforme.</strong></p>
<p>Essa representatividade é o que garante que os resultados da análise laboratorial correspondam às necessidades reais da lavoura, permitindo uma recomendação técnica segura e eficaz.</p>
<p>Mas o que caracteriza uma amostragem como representativa?</p>
<h3>Homogeneidade dentro do talhão</h3>
<p>Uma área pode parecer uniforme à primeira vista, mas variações de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ambiente-fisico-do-solo/">solo</a></strong>, relevo, manejo anterior e até histórico de cultura podem criar diferenças significativas.</p>
<p>Por isso, antes de coletar, é necessário dividir a área em talhões com características semelhantes (tipo de solo, histórico de adubação, produtividade, vegetação, relevo entre outros).</p>
<h3>Coleta de subamostras distribuídas</h3>
<p>A representatividade vem da média, e a média só é confiável quando é bem distribuída.</p>
<p>Uma amostragem composta deve conter o máximo de subamostras possíveis, a depender do tamanho do talhão, recomendamos de <strong>15 a 20 subamostras por talhão até 100 ha</strong>, coletadas de forma aleatória, em zigue-zague ou em pontos georreferenciados.</p>
<h3>Mistura uniforme das subamostras</h3>
<p>Todas as subamostras coletadas devem ser misturadas adequadamente em um balde limpo, dividido por profundidade <strong>(0-10 cm, 10-20 cm, 20-40 cm etc)</strong> formando uma única amostra composta a cada profundidade coletada.</p>
<p>Apenas uma fração dessa mistura será enviada ao laboratório<strong> (normalmente cerca de 300 a 500 gramas)</strong>, mas ela deve refletir a média do solo daquela área.</p>
<h3>Tipos de amostragem</h3>
<p>Existem diferentes métodos de amostragem, cada um adequado para uma situação específica:</p>
<ul>
<li><strong>Amostragem simples</strong>: usada em áreas pequenas e homogêneas, vão compor a amostragem composta.</li>
<li><strong>Amostragem composta</strong>: combinação de amostras simples/subamostras em uma única amostra, a mais comum e recomendada em áreas comerciais.</li>
<li><strong>Amostragem sistemática</strong>: segue um padrão regular de coleta (ex.: grade georreferenciada), comum em sistemas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">agricultura de precisão</a></strong>.</li>
<li><strong>Amostragem por zoneamento</strong>: utilizada em lavouras que possuem mapas de produtividade, condutividade elétrica do solo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/">NDVI</a></strong>, etc.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Etapas práticas para realizar uma amostragem correta</h2>
<p>Mesmo com pleno conhecimento dos conceitos, a execução no campo é onde ocorrem os principais deslizes.</p>
<p>Abaixo, você encontra um guia prático e direto para realizar uma amostragem de solo de maneira eficaz e representativa.</p>
<h3>1. Planejamento da amostragem</h3>
<p>Antes de sair para o campo, é fundamental fazer um bom planejamento:</p>
<ul>
<li><strong>Escolha o período ideal</strong>: O recomendado é que a coleta seja feita entre a colheita e a próxima <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong>, com o solo em condições de umidade média, nem seco demais, nem encharcado.</li>
<li><strong>Evite dias de extremos climáticos</strong>: Chuvas recentes ou períodos prolongados de seca podem comprometer a qualidade da amostra, aumentando o risco de contaminação.</li>
</ul>
<h3>2. Divisão da área em talhões homogêneos</h3>
<ul>
<li>Use informações como tipo de solo, relevo, vegetação, histórico de cultivo, produtividade e textura para dividir a propriedade.</li>
<li>Cada talhão deve ser tratado como uma unidade de amostragem independente.</li>
</ul>
<h3>3. Ferramentas recomendadas</h3>
<ul>
<li><strong>Trado ou pá de corte</strong> (limpo e sem resíduos);</li>
<li><strong>Balde plástico limpo</strong> para misturar as subamostras;</li>
<li><strong>Sacos plásticos identificados</strong> (preferencialmente tipo zip) ou sacos de papel apropriados;</li>
<li><strong>Etiquetas com nome do talhão, profundidade e data</strong>;</li>
<li><strong>GPS</strong> (ou aplicativo no celular) para registrar os pontos, se possível.</li>
</ul>
<h3>4. Quantidade ideal de para amostragem padrão de áreas comerciais</h3>
<ul>
<li>Pode variar de acordo com o tamanho do talhão e tipo de amostragem. Sendo maior o número de subamostras para amostragens sistemáticas e zoneamentos.</li>
<li>A profundidade padrão é de <strong>0-20 cm  e 20-40 cm para culturas anuais</strong> e <strong>0-10, 10-20 e 20-40 cm para pastagens ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">sistemas de plantio direto</a></strong>, a depender do manejo.</li>
</ul>
<h3>5. Mistura e composição da amostra</h3>
<ul>
<li>Coloque todas as subamostras no balde e misture bem.</li>
<li>Retire aproximadamente <strong>300 a 500 g</strong> do composto final, garantindo que esteja bem homogêneo.</li>
</ul>
<h3>6. Armazenamento e envio para o laboratório</h3>
<ul>
<li>Evite deixar a amostra exposta ao sol.</li>
<li>Caso não vá enviar no mesmo dia, mantenha refrigerada ou em local fresco e seco.</li>
<li>Preencha corretamente a ficha de identificação do laboratório.</li>
</ul>
<h2>Os principais erros cometidos na amostragem de solo</h2>
<p>Apesar de ser uma etapa conhecida por boa parte dos profissionais do campo, <strong>a amostragem de solo ainda é frequentemente negligenciada ou realizada de forma incorreta.</strong></p>
<p>Isso leva a diagnósticos imprecisos, recomendações técnicas equivocadas e prejuízos que muitas vezes passam despercebidos até o momento da colheita.</p>
<ol>
<li>Coleta após eventos climáticos extremos;</li>
<li>Profundidade inconsistente entre subamostras;</li>
<li>Mistura inadequada das subamostras;</li>
<li>Ferramentas contaminadas ou inadequadas;</li>
<li>Escolha de áreas não representativas.</li>
</ol>
<h2>Inovações e tendências em amostragem de solo</h2>
<p>O avanço da tecnologia agrícola não deixou de fora uma das etapas mais fundamentais do processo produtivo:<strong> a coleta e análise de solo</strong>.</p>
<p>Hoje, novas ferramentas e metodologias vêm sendo incorporadas ao campo, com potencial de elevar o nível de assertividade da amostragem, reduzir custos operacionais e facilitar a gestão agronômica.</p>
<h3>Agricultura de precisão e zoneamento</h3>
<p>A integração de mapas de produtividade, imagens NDVI, condutividade elétrica do solo (CEa) e dados históricos permite criar zonas de manejo específicas.</p>
<p>A partir dessas zonas, a amostragem é direcionada para áreas que realmente precisam de monitoramento mais fino, evitando coletas genéricas e otimizando os recursos.</p>
<h3>Plataformas e softwares de gestão integrada</h3>
<ul>
<li>Registrar os pontos de coleta com GPS;</li>
<li>Armazenar resultados laboratoriais;</li>
<li>Visualizar mapas de fertilidade e sobrepor com mapas de produtividade;</li>
<li>Apoiar a recomendação agronômica com inteligência de dados.</li>
</ul>
<h3>Sensores embarcados e coleta automatizada</h3>
<p>Tratores e quadriciclos com sensores de condutividade elétrica e resistência à penetração já realizam amostragem automatizada com alta densidade de dados. Isso é especialmente útil para áreas grandes ou com alta variabilidade.</p>
<h3>Internet das coisas (IoT) e monitoramento contínuo</h3>
<p>Ainda em fase de expansão comercial, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">sensores IoT</a></strong> enterrados no solo já estão sendo testados para monitoramento contínuo da umidade, temperatura e salinidade, oferecendo insights adicionais que complementam a análise pontual tradicional.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A amostragem de solo é, sem dúvida, <strong>uma das práticas mais simples e econômicas da agricultura e também uma das mais negligenciadas</strong>.</p>
<p>Quando feita com critério e técnica, ela se transforma em um poderoso instrumento para tomadas de decisão mais inteligentes, econômicas e sustentáveis.</p>
<p>Para profissionais do setor agrícola, <strong>dominar esse processo é uma vantagem competitiva concreta</strong>. Não é apenas sobre coletar solo, é sobre coletar inteligência agronômica, com base científica e visão estratégica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Corda-de-viola: saiba como controlar essa planta daninha </title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 11:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas nas lavouras é um dos grandes desafios enfrentados por engenheiros agrônomos e produtores rurais, especialmente na produção de grãos. Entre as espécies que mais preocupam, destaca-se a corda-de-viola, um grupo de plantas trepadeiras do gênero Ipomoea, conhecido por seu crescimento agressivo e capacidade de comprometer o rendimento das culturas agrícolas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas nas lavouras é um dos grandes desafios enfrentados por engenheiros agrônomos e produtores rurais, especialmente na produção de grãos. Entre as espécies que mais preocupam, destaca-se a <strong>corda-de-viola</strong>, um grupo de plantas trepadeiras do gênero <em>Ipomoea</em>, conhecido por seu crescimento agressivo e capacidade de comprometer o rendimento das culturas agrícolas.</p>
<p>Essa planta daninha <strong>interfere diretamente no desenvolvimento das lavouras</strong> ao competir por recursos essenciais como água, luz e nutrientes. Além disso, sua presença pode dificultar as operações de colheita, aumentar os custos de manejo e reduzir a produtividade das plantações.</p>
<p>O controle eficaz da corda-de-viola exige uma abordagem estratégica e integrada, combinando práticas culturais, químicas e mecânicas. Compreender a biologia dessa planta e as melhores formas de manejá-la é essencial para minimizar seus impactos na produção de grãos e garantir uma lavoura mais eficiente e rentável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Características e biologia da corda-de-viola</h2>
<p>A corda-de-viola pertence ao gênero <i>Ipomoea</i> e inclui diversas espécies que se destacam como plantas daninhas na produção agrícola. Seu crescimento acelerado e capacidade de dispersão fazem dela um <strong>grande desafio para a produtividade das lavouras</strong>.</p>
<h3>Dispersão e crescimento</h3>
<p>A propagação da corda-de-viola ocorre predominantemente por sementes, que podem permanecer viáveis no solo por anos. Além disso, fatores como disseminação pelo vento, água e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/">máquinas agrícolas</a></strong> favorecem sua rápida disseminação nas áreas cultiváveis.</p>
<p>O crescimento da planta é favorecido por altas temperaturas e alta umidade, sendo comum em regiões tropicais e subtropicais. Seu rápido estabelecimento permite que ela se enrole nas culturas agrícolas, <strong>dificultando a aplicação efetiva</strong> de defensivos e a colheita.</p>
<h3>Fatores que favorecem a infestação</h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">Plantio direto</a></strong> sem rotação de culturas.</li>
<li>Falhas no controle químico.</li>
<li>Condições climáticas favoráveis, como chuvas frequentes.</li>
<li>Presença de áreas infestadas próximas à lavoura.</li>
</ul>
<p>O conhecimento dessas características é essencial para traçar estratégias de controle mais eficientes. No próximo tópico, abordaremos os danos causados pela corda-de-viola nas lavouras e seus impactos na produtividade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Danos causados pela corda-de-viola nas lavouras</h2>
<p>A presença da corda-de-viola nas lavouras pode gerar diversos impactos negativos, <strong>comprometendo a produtividade e aumentando os custos de manejo</strong>. Seu crescimento rápido e hábito trepador dificultam o desenvolvimento das culturas agrícolas.</p>
<h3>1. Competição por recursos essenciais</h3>
<p>A corda-de-viola compete diretamente com as culturas agrícolas por água, luz e nutrientes, reduzindo o crescimento das plantas cultivadas e comprometendo seu potencial produtivo. Esse efeito é mais intenso em lavouras com altas infestações, onde a competição se torna mais severa.</p>
<h3>2. Interferência no crescimento e no ciclo da cultura</h3>
<p>Ao se enroscar nas plantas, a corda-de-viola prejudica seu crescimento e pode levar ao<strong> tombamento das culturas</strong>, especialmente em lavouras de soja, milho e algodão. Essa interferência impacta a fotossíntese, por cobrir a área foliar da cultura, reduzindo a capacidade produtiva da lavoura.</p>
<h3>3. Dificuldade na colheita e aumento de custos operacionais</h3>
<p>A presença da corda-de-viola pode dificultar a passagem de máquinas agrícolas, como colheitadeiras, devido ao seu hábito trepador e emaranhado sobre a cultura. Isso pode levar a:</p>
<ul>
<li>Redução da eficiência da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/">colheita</a></strong> devido ao acúmulo de plantas na máquina.</li>
<li>Maior desgaste e manutenção dos equipamentos, aumentando os custos operacionais.</li>
<li>Maior tempo de colheita, impactando diretamente a produtividade e logística da lavoura.</li>
</ul>
<h3>4. Possíveis impactos na qualidade dos grãos</h3>
<p>Em algumas situações, restos da planta podem ser misturados aos grãos durante a colheita, impactando a qualidade do produto final. Além disso, sementes de corda-de-viola podem contaminar lotes de grãos, tornando-se um problema para armazenamento e comercialização.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Métodos de controle da corda-de-viola</h2>
<p>O controle eficaz da corda-de-viola exige uma <strong>abordagem integrada</strong>, combinando diferentes métodos para reduzir sua incidência e minimizar os impactos na produção de grãos. As principais estratégias incluem o controle cultural, mecânico e químico.</p>
<h3>1. Controle cultural</h3>
<p>O manejo cultural é uma das formas <strong>mais sustentáveis e preventivas de controle</strong>, pois reduz a infestação da corda-de-viola. Algumas práticas recomendadas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Rotação de culturas</strong>: Alternar culturas com diferentes ciclos de crescimento e arquitetura vegetal dificulta o estabelecimento da planta daninha, além de permitir rotacionar grupos químicos de herbicidas para o controle.</li>
<li><strong>Cobertura do solo</strong>: Plantas de cobertura, como braquiária e crotalária, ajudam a competir com a corda-de-viola, limitando sua germinação e crescimento.</li>
<li><strong>Uso de sementes certificadas</strong>: Evita a introdução da planta daninha na lavoura.</li>
<li><strong>Densidade adequada de plantio</strong>: Culturas bem implantadas cobrem o solo mais rapidamente, reduzindo espaços para a emergência da corda-de-viola.</li>
</ul>
<h3>2. Controle mecânico</h3>
<p>O controle mecânico pode ser útil em áreas com infestação localizada, mas apresenta algumas limitações. As principais técnicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Capina manual</strong>: Pode ser utilizada em pequenas áreas, mas é trabalhosa e de difícil aplicação em grandes lavouras.</li>
<li><strong>Gradagem e aração</strong>: Movimentação do solo pode enterrar sementes, reduzindo sua germinação. No entanto, pode expor sementes dormentes ao solo, favorecendo novas infestações.</li>
</ul>
<h3>3. Controle químico</h3>
<p>O uso de herbicidas é uma das estratégias mais eficazes para o controle da corda-de-viola, especialmente em áreas de grande extensão. Os principais aspectos a considerar são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">Herbicidas pré-emergentes</a></strong>: Aplicados antes da germinação da planta, ajudam a reduzir novas infestações. Exemplos: flumioxazin, diclosulam e sulfentrazona.</li>
<li><strong>Herbicidas pós-emergentes</strong>: Aplicados sobre a planta já desenvolvida. Exemplos: glyphosate (para culturas transgênicas) e herbicidas inibidores da ALS (como clorimurom, carfentrazona e imazetapir).</li>
<li><strong>Momento ideal de aplicação</strong>: O controle químico é mais eficaz quando a planta ainda está <strong>no estágio inicial de crescimento</strong>, antes de se enroscar nas culturas agrícolas.</li>
</ul>
<h2>Tendências e inovações no controle da corda-de-viola</h2>
<p>A evolução da tecnologia tem proporcionado novas abordagens para o controle da corda-de-viola, tornando o manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<p>Entre as principais inovações, destacam-se novos herbicidas, o uso de drones e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong>, além dos avanços na biotecnologia.</p>
<h3>1. Novos herbicidas e tecnologias de aplicação</h3>
<p>O desenvolvimento de herbicidas seletivos e de ação prolongada tem sido um dos focos da indústria agroquímica. Algumas tendências incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Herbicidas com novos mecanismos de ação</strong>: Para evitar resistência, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de moléculas que atuam em diferentes processos fisiológicos da planta.</li>
<li><strong>Formulações mais eficientes</strong>: Novos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/">adjuvantes</a></strong> e tecnologias de pulverização permitem melhor absorção dos produtos, reduzindo perdas e impacto ambiental.</li>
<li><strong>Uso de herbicidas pré-emergentes em misturas</strong>: A combinação de ativos com diferentes modos de ação tem mostrado bons resultados na redução da emergência da corda-de-viola.</li>
</ul>
<h3>2. Drones e inteligência artificial para monitoramento e controle</h3>
<p>O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong> e sensores remotos têm revolucionado o monitoramento da infestação de plantas daninhas, permitindo:</p>
<ul>
<li><strong>Mapeamento preciso das áreas infestadas</strong>, otimizando a aplicação de herbicidas apenas onde necessário.</li>
<li><strong>Redução no uso de defensivos</strong>, minimizando custos e impactos ambientais.</li>
<li><strong>Monitoramento contínuo</strong>, com dados em tempo real sobre a evolução da infestação.</li>
</ul>
<p>Além disso, a inteligência artificial tem sido utilizada para identificar a corda-de-viola por meio de imagens de satélite e aprendizado de máquina, auxiliando os engenheiros agrônomos na tomada de decisão.</p>
<h3>3. Biotecnologia e resistência de culturas</h3>
<p>Pesquisas em biotecnologia agrícola buscam desenvolver culturas mais resistentes à interferência de plantas daninhas. Algumas inovações incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Culturas transgênicas resistentes a herbicidas mais eficazes</strong>, permitindo o controle seletivo da corda-de-viola.</li>
<li>Modificação genética para <strong>aumentar a competitividade</strong> das plantas cultivadas, reduzindo o impacto das daninhas.</li>
<li>Novos bio-herbicidas à base de microrganismos que atacam seletivamente a corda-de-viola, reduzindo a necessidade de químicos sintéticos.</li>
</ul>
<h3>4. Automação e robótica no controle de plantas daninhas</h3>
<p>Outra tendência emergente é o uso de máquinas agrícolas autônomas equipadas com sensores de reconhecimento de plantas daninhas. Esses equipamentos permitem:</p>
<ul>
<li>Aplicação precisa de herbicidas apenas onde há infestação.</li>
<li>Remoção mecânica da corda-de-viola sem danificar as culturas.</li>
<li>Maior eficiência no manejo e menor dependência de mão de obra.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>corda-de-viola</strong> continua sendo <strong>um dos principais desafios no manejo de plantas daninhas na produção de grãos</strong>. Seu rápido crescimento e resistência a métodos convencionais exigem uma abordagem integrada, combinando controle cultural, mecânico e químico.</p>
<p>O avanço das novas tecnologias, como drones, inteligência artificial e biotecnologia, tem proporcionado estratégias mais eficientes e sustentáveis para minimizar os impactos dessa planta daninha.</p>
<p>No entanto, a chave para o sucesso está no <strong>manejo preventivo e integrado</strong>, evitando a disseminação da corda-de-viola e garantindo a máxima produtividade das lavouras.</p>
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		<title>Adubação de base: como ser eficiente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-base/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adubação de base é uma técnica agrícola fundamental para o fornecimento de nutrientes ao sistema, garantindo que as plantas encontrem um ambiente rico em nutrientes desde o início do seu desenvolvimento. Esse processo consiste na aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio, favorecendo um crescimento saudável e equilibrado das culturas. Com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>adubação de base</strong> é uma técnica agrícola fundamental para o fornecimento de nutrientes ao sistema, garantindo que as plantas encontrem um ambiente rico em nutrientes desde o início do seu desenvolvimento.</p>
<p>Esse processo consiste na <strong>aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio</strong>, favorecendo um crescimento saudável e equilibrado das culturas.</p>
<p>Com a crescente demanda por produtividade e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-na-agricultura-principais-praticas/">sustentabilidade na agricultura</a></strong>, a adubação de base se torna uma estratégia indispensável para garantir lavouras mais vigorosas e produtivas. Neste artigo, vamos abordar a importância dessa prática, seus benefícios, desafios e os nutrientes essenciais envolvidos no processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é adubação de base?</h2>
<p>A adubação de base é a aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio, fornecendo os nutrientes essenciais para o desenvolvimento inicial das plantas.</p>
<p>Essa técnica cria um ambiente propício para o crescimento das raízes, contribuindo para o fortalecimento das plantas desde o início do ciclo produtivo.</p>
<h3>Diferença entre adubação de base e adubação de cobertura</h3>
<p>Enquanto a adubação de base ocorre no início do plantio, a adubação de cobertura é feita posteriormente, durante o crescimento da planta.</p>
<p>A <strong>adubação de base</strong> fornece <strong>nutrientes ao solo antes da germinação das plântulas</strong>, proporcionando um arranque inicial mais vigoroso. Já a <strong>adubação de cobertura</strong> complementa a <strong>nutrição das plantas ao longo do ciclo de crescimento</strong>, suprindo eventuais deficiências de nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os benefícios da adubação de base?</h2>
<h3>Melhora a fertilidade do solo</h3>
<p>Essa prática enriquece o solo com nutrientes essenciais, como o nitrogênio, fósforo, potássio e alguns micronutrientes, <strong>aumentando a disponibilidade no solo para a planta</strong>, desde que esse solo tenha um pH adequado. Isso favorece o crescimento das raízes e promove plantas mais saudáveis e produtivas.</p>
<h3>Aumento da produtividade</h3>
<p><b></b> Solos bem preparados oferecem às plantas um ambiente ideal para seu desenvolvimento. Com acesso a nutrientes adequados desde o início, as lavouras crescem mais vigorosas, o que reflete diretamente na produtividade. Estudos mostram que a adubação de base bem feita pode <strong>aumentar significativamente a produção agrícola</strong>.</p>
<h3>Redução de custos a longo prazo</h3>
<p>Embora o investimento inicial em fertilizantes possa ser alto, <strong>essa prática reduz a necessidade de aplicações adicionais durante o ciclo da cultura</strong>. Além disso, solos mais equilibrados diminuem a incidência de pragas e doenças, reduzindo gastos com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos agrícolas</a></strong>.</p>
<h2>Quais são os desafios da adubação de base?</h2>
<h3>Recomendação correta dos nutrientes</h3>
<p>Determinar quais nutrientes são necessários e em quais quantidades exige análises detalhadas do solo e recomendações técnicas.</p>
<p>Uma escolha inadequada pode gerar um <strong>desequilíbrio nutricional no solo</strong>, comprometer o desenvolvimento das plantas e a produtividade da lavoura.</p>
<h3>Manejo adequado do solo<b></b></h3>
<p>A distribuição correta dos fertilizantes é essencial para evitar desperdícios e garantir que os nutrientes cheguem às plantas de maneira uniforme.</p>
<p>O uso de técnicas apropriadas, como a incorporação dos fertilizantes no solo e o emprego de equipamentos adequados, é crucial para otimizar os resultados.</p>
<h3>Custo inicial dos insumos<b></b></h3>
<p>O investimento em fertilizantes pode representar um desafio, visto que representa cerca de 70% do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custo de produção</a></strong>.</p>
<p>Devemos ter decisões assertivas na recomendação, com custo viável e deve ser eficiente para suprir as demandas do solo e da planta para viabilizar a produção.</p>
<h2>Nutrientes essenciais na adubação de base</h2>
<h3>Nitrogênio (N)</h3>
<p><b></b>Fundamental para o crescimento vegetativo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio</a></strong> participa da formação de proteínas e clorofila. Sua deficiência pode resultar em plantas fracas e de baixa produtividade.</p>
<h3>Fósforo (P)</h3>
<p>Além disso, é necessário que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong> seja feito na base, de preferência no sulco de plantio enterrado, visto que é um elemento quase imóvel no solo, e dessa forma ele está sendo aplicado próximo às raízes das plantas para o acesso e absorção pela planta.</p>
<h3>Potássio (K)</h3>
<p>O potássio pode ser aplicado de forma a lanço na lavoura, visto que é um elemento móvel no solo e chega até o acesso das raízes para absorção. <strong>Em aplicações no sulco de plantio não deve ultrapassar 40 kg/ha de K2O</strong>, doses acima podem causar queimadura nas sementes e prejudicar o desenvolvimento radicular.</p>
<h3>Micronutrientes</h3>
<p><b></b>Cálcio, magnésio, enxofre, ferro, zinco, manganês, cobre e molibdênio são necessários em menores quantidades, mas desempenham funções vitais para o crescimento das plantas. Em alguns adubos formulados, pode-se encontrar micronutrientes disponíveis  na mesma formulação.</p>
<h2>Como aplicar a adubação de base de forma eficiente?</h2>
<h3>Escolha da técnica de aplicação</h3>
<p>A forma de aplicação dos fertilizantes varia conforme o tipo de solo, a cultura plantada e as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">condições climáticas</a></strong>. Os métodos mais comuns são:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Aplicação em sulco:</strong> O fertilizante é colocado diretamente no sulco de plantio, ficando próximo às raízes.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Aplicação a lanço:</strong> O fertilizante é distribuído de maneira uniforme sobre a superfície do solo.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Fertirrigação:</strong> Os fertilizantes são aplicados junto com a irrigação, facilitando a absorção pelas plantas.</li>
</ul>
<h3>Boas práticas de manejo<b></b></h3>
<p>Além da aplicação correta dos fertilizantes, práticas como <strong>rotação de culturas</strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/">plantio direto</a></strong> aumentam a eficiência da adubação. A rotação de culturas evita a exaustão do solo e o acúmulo de pragas e doenças, enquanto o plantio direto minimiza a erosão e a perda de nutrientes.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adubação de base é uma etapa essencial para o sucesso das lavouras, <strong>garantindo um solo mais fértil e produtivo</strong>. Embora apresente desafios, como a escolha e balanço dos nutrientes e o custo inicial, seus benefícios a longo prazo fazem dessa prática um <strong>investimento indispensável para quem busca eficiência e sustentabilidade na produção agrícola</strong>.</p>
<p>Com a escolha correta dos fertilizantes, um manejo adequado do solo e a aplicação eficiente dos insumos, os agricultores podem melhorar a produtividade, reduzir custos e contribuir para uma agricultura mais sustentável e lucrativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Kit E-book + Planilha Calagem e gessagem na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-calagem-e-gessagem-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[PLANILHAS]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[gessagem]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A calagem e a gessagem são práticas fundamentais para garantir a produtividade e a sustentabilidade na produção de grãos. A calagem corrige a acidez do solo, favorecendo o equilíbrio do pH e aumentando a disponibilidade de nutrientes essenciais para as plantas. Já a gessagem atua no perfil do solo, promovendo melhorias na estrutura, na mobilidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A calagem e a gessagem são práticas fundamentais para garantir a produtividade e a sustentabilidade na produção de grãos.</p>
<p>A calagem corrige a acidez do solo, favorecendo o equilíbrio do pH e aumentando a disponibilidade de nutrientes essenciais para as plantas. Já a gessagem atua no perfil do solo, promovendo melhorias na estrutura, na mobilidade de cálcio e enxofre em camadas mais profundas e na redução de problemas relacionados à toxidez de alumínio.</p>
<p>Juntas, essas técnicas contribuem para o desenvolvimento saudável das raízes, maior eficiência no uso de insumos e, consequentemente, colheitas mais produtivas e rentáveis. Entender e aplicar essas práticas de forma adequada é essencial para maximizar o potencial produtivo das lavouras e garantir a sustentabilidade agrícola.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>E-book Tecnologias para a adubação na agricultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-tecnologias-para-a-adubacao-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas. Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da tecnologia de aplicação de produtos sólidos, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas.</p>
<p>Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da <strong>tecnologia de aplicação de produtos sólidos</strong>, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada desses insumos é fundamental para garantir a nutrição adequada do solo e o crescimento saudável das plantas, resultando em <strong>aumento de produtividade</strong>.</p>
<p>Neste e-book, você vai aprender como as mais recentes tecnologias de aplicação podem melhorar a eficiência no campo, otimizando a distribuição e a dosagem correta de fertilizantes, além de estratégias práticas que vão transformar os resultados da sua produção. <strong>Baixe agora e leve sua produtividade ao próximo nível!</strong></p>
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		<title>Míldio na lavoura: como reconhecer e combater essa doença</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-manejos-do-mildio-em-lavouras-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 11:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[míldio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No universo agrícola, o enfrentamento de desafios como o míldio em lavouras de grãos é essencial para garantir a saúde das plantações e a qualidade da produção. Neste artigo, exploraremos os aspectos fundamentais dessa doença, focando especialmente no fungo Peronospora, suas características e estratégias de manejo. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No universo agrícola, o enfrentamento de desafios como o míldio em lavouras de grãos é essencial para garantir a saúde das plantações e a qualidade da produção.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos os aspectos fundamentais dessa doença, focando especialmente no fungo <em>Peronospora</em>, suas características e estratégias de manejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Sintomas do míldio</h2>
<p>Para começar, é importante compreender que o míldio nas lavouras de grãos é desencadeado pelo fungo <i>Peronospora manshurica</i>. Contrariamente à sua nomenclatura, <strong>este não é um fungo convencional</strong>, sendo classificado como um fungo Chromista ou Oomiceto.</p>
<p>Os sintomas evidentes nas plantas afetadas incluem <strong>lesões de tamanhos variados</strong>, assumindo formas distintas na folha. Na face superior das folhas, observa-se uma coloração verde clara ou até mesmo amarelada nessas lesões, enquanto na face inferior, os esporos se desenvolvem a partir da exteriorização das estruturas do fungo, crucial para sua reprodução.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Ciclo reprodutivo do míldio</h2>
<p>Ao aprofundarmos nossa análise, percebemos que o fungo <em>Peronospora</em> apresenta um <strong>ciclo reprodutivo peculiar</strong>.</p>
<p>Na face inferior da folha, identificamos os tufinhos que abrigam as estruturas do fungo, responsáveis pela produção dos esporos. Este ciclo é favorecido por condições ambientais específicas, como <strong>temperaturas mais amenas e umidades elevadas</strong>.</p>
<p>Apesar de ser categorizado como um fungo biotrófico, mantendo o tecido do hospedeiro vivo, em condições severas e com alta pressão da doença durante o período reprodutivo da cultura, há o risco de contaminação das sementes.</p>
<h2>Contaminação de sementes</h2>
<p>Surpreendentemente, mesmo sendo considerado um patógeno biotrófico, o fungo <em>Peronospora</em>, em situações extremas, pode contaminar as sementes.</p>
<p>Esse processo resulta na formação de uma capa esbranquiçada nas sementes, assemelhando-se à esporulação vista na face inferior da folha. Essa capa consiste não apenas nos esporos, mas também em estruturas de resistência do patógeno.</p>
<h2>Estratégias de manejo efetivas contra o míldio</h2>
<p>Diante desse quadro, é imperativo adotar estratégias de manejo efetivas para controlar o míldio nas lavouras de grãos.</p>
<p>A compreensão detalhada do ciclo de vida do fungo <em>Peronospora</em> e das condições propícias para sua propagação é o primeiro passo.</p>
<p>Além disso, a implementação de práticas que visem à redução da umidade e controle das temperaturas no ambiente das plantações pode significativamente diminuir o risco de infecção.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO REALIZAR O MANEJO DO MÍLDIO EM LAVOURAS DE GRÃOS? | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/L3LlCpRQQ3M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em suma, o manejo adequado do míldio em lavouras de grãos é vital para preservar a produtividade e a qualidade da colheita.</p>
<p>Ao compreender os mecanismos do fungo <em>Peronospora</em> e suas nuances, os agricultores podem desenvolver estratégias proativas que garantam a saúde das plantas e a sustentabilidade da produção agrícola.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Fases da cultura do milho: saiba quais são e a importância de cada uma</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial. Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Primeira fase: Boca e alicerce</h2>
<p>A primeira fase do cultivo do milho é o que chamamos de <strong>&#8220;boca e alicerce&#8221;</strong>. Durante esse período, que abrange desde o <strong>plantio até as primeiras fases com cinco a seis folhas emergindo</strong>, a planta está construindo as bases para seu crescimento saudável. É aqui que ocorre a absorção de nutrientes e água do solo, fundamentais para sustentar uma planta vigorosa e uma espiga pesada.</p>
<p>Nesta fase crucial, é imperativo implementar práticas agronômicas sólidas. O manejo adequado é essencial para proporcionar uma lavoura livre de problemas como <strong>pragas</strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ervas daninhas</strong></a>, protegendo a planta contra <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e garantindo uma distribuição uniforme das plantas na lavoura. <strong>Solo descompactado</strong> e terra fértil são pré-requisitos para o sucesso nesta etapa.</p>
<p>Ao atender a esses cuidados desde o início, as chances de sucesso na produção de milho são significativamente ampliadas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Segunda fase: Caixa produtiva</h2>
<p>A segunda etapa crucial na cultura do milho é marcada pelo crescimento das plantas e o desenvolvimento da chamada &#8220;caixa produtiva&#8221;. Neste período, as plantas aumentam de tamanho, o número de folhas cresce e a caixa produtiva, responsável pela formação das espigas, está em pleno funcionamento.</p>
<p>A nutrição adequada torna-se ainda mais vital nesta fase, com uma alta taxa de absorção de <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nitrogênio</strong></a>, potássio e <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fósforo</strong></a> pela planta. Manter a lavoura bem nutrida é essencial para converter esse crescimento exuberante em grãos de alta qualidade.</p>
<p>Proteger as folhas é crucial para garantir uma taxa fotossintética elevada, permitindo que o milho transforme eficientemente a energia em grãos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ETAPAS DA CULTURA DO MILHO | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/Qf9jxJdZrDw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Terceira fase: Definição da produção</h2>
<p>Na terceira e última etapa, ocorre a definição da produção. Neste ponto, o milho consolida seu desempenho, analisando se foi bem tratado ao longo das fases anteriores. Fatores como o plantio na janela adequada, a disponibilidade de água e o manejo eficaz são cruciais.</p>
<p>A planta, ao se sentir bem tratada, começa a depositar amido nos grãos, preparando-se para a fase final de entrega da lavoura.</p>
<p>Ao focar nessas três fases &#8211; boca e alicerce, caixa produtiva e definição da produção &#8211; os produtores podem estabelecer as bases para o sucesso futuro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-26042 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg" alt="Fases da cultura do milho" width="1315" height="584" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg 1315w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-300x133.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-1024x455.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-768x341.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-370x164.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-740x329.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-150x67.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1315px) 100vw, 1315px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fases da cultura do milho. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Um cultivo de milho bem-sucedido requer não apenas atenção às práticas agronômicas, mas também um entendimento profundo das necessidades específicas de cada fase do desenvolvimento da planta. Com dedicação e manejo cuidadoso, a recompensa virá na forma de uma colheita abundante e de alta qualidade.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Percevejo-marrom-da-soja: como identificar, prevenir e controlar essa praga</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[percevejo marrom]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença do percevejo marrom na cultura da soja é uma preocupação constante para os agricultores, dada sua relevância como praga. Identificar e controlar eficientemente essa ameaça é importante para garantir a saúde e o rendimento da plantação. Neste artigo, exploraremos maneiras eficazes de identificação, estágios de controle e as melhores práticas para lidar com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença do percevejo marrom na cultura da soja é uma preocupação constante para os agricultores, dada sua relevância como praga. Identificar e controlar eficientemente essa ameaça é importante para garantir a saúde e o rendimento da plantação.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos maneiras eficazes de identificação, estágios de controle e as melhores práticas para lidar com o percevejo marrom.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Identificação e importância</h2>
<p>O percevejo marrom, uma das principais pragas da soja, pode ser <strong>prontamente identificado por sua coloração marrom</strong> e pela característica mancha reniforme no escutelo.</p>
<p>Embora existam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/">outras espécies de percevejo</a></strong> na cultura da soja, como o percevejo barriga verde, o percevejo verde pequeno e o percevejo verde grande, é o percevejo marrom que se destaca devido à sua distribuição abrangente e casos documentados de resistência em diversas regiões do Brasil.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39626 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png" alt="Guia Principais pragas da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Monitoramento e tomada de decisão</h2>
<p>O controle eficaz do percevejo marrom começa com a correta identificação de seu estágio de desenvolvimento, seja ninfa ou adulto.</p>
<p>O monitoramento adequado deve iniciar já na <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fase R1 da soja</strong></a>, antes que os efeitos prejudiciais sobre a formação de vagens, observados a partir de R3, se tornem evidentes.</p>
<p>Utilizando técnicas como o pano de batida, a decisão de intervenção deve ser tomada quando atingimos a marca de 0,5 percevejos por metro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO IDENTIFICAR E CONTROLAR O PERCEVEJO MARROM DA SOJA? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/nDlEzT0W_6A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Escolha do inseticida e estratégias de controle</h2>
<p>A escolha do inseticida adequado desempenha um papel fundamental no controle eficiente desse percevejo.</p>
<p>Inicialmente, inseticidas de efeito de choque, como os piretroides e organofosforados, são recomendados, especialmente no início da cultura.</p>
<p>Posteriormente, é aconselhável optar por inseticidas que combinem efeitos sistêmicos, como os neonicotinoides, com o impacto imediato dos piretroides.</p>
<p>Misturas prontas, como Tiametoxam, Bifentrina e Imidacloprida, são ideais, especialmente para a segunda aplicação, proporcionando uma abordagem abrangente no controle do percevejo marrom.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O manejo eficaz do percevejo marrom na cultura da soja requer uma <strong>abordagem proativa</strong>, desde a identificação precoce até a escolha estratégica de inseticidas.</p>
<p>Ao implementar práticas de monitoramento e controle, os agricultores podem mitigar os impactos negativos do percevejo marrom, preservando a saúde e o rendimento de suas plantações de soja.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Perdas de nitrogênio no solo: saiba quais são os principais tipos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perdas-de-nitrogenio-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2023 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No contexto da agricultura, a eficiência no uso de nutrientes é crucial para otimizar a produção. Um elemento essencial, o nitrogênio, muitas vezes enfrenta quatro tipos de perdas no sistema agrícola: Lixiviação; Desnitrificação; Volatilização; Imobilização. Entender essas perdas é vital para implementar estratégias que minimizem impactos negativos e maximizem o rendimento das culturas. &#160; Sem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No contexto da agricultura, a eficiência no uso de nutrientes é crucial para otimizar a produção.</p>
<p>Um elemento essencial, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio</a></strong>, muitas vezes enfrenta quatro tipos de perdas no sistema agrícola:</p>
<ol>
<li>Lixiviação;</li>
<li>Desnitrificação;</li>
<li>Volatilização;</li>
<li>Imobilização.</li>
</ol>
<p>Entender essas perdas é vital para implementar estratégias que minimizem impactos negativos e maximizem o rendimento das culturas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Quais são os tipos de perdas de nitrogênio?</h2>
<h3>Lixiviação</h3>
<p>A lixiviação ocorre principalmente com o nitrato devido à sua carga negativa, facilitando a movimentação no perfil do solo.</p>
<p>A aplicação de nitrato seguida por chuvas intensas pode levar a uma perda significativa, comprometendo a absorção pelas raízes.</p>
<p>Excesso de água, textura do solo, dose parcelada e época de aplicação são <strong>fatores-chave</strong> para ocorrência da lixiviação.</p>
<h3>Desnitrificação</h3>
<p>A desnitrificação, embora difícil de quantificar, ocorre na ausência de oxigênio, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/">microrganismos</a></strong> utilizando nitrato para seu metabolismo.</p>
<p>Excesso de água, compactação do solo e teor de nitrato são fatores críticos para sua ocorrência.</p>
<p>Apesar de ser mais relevante do ponto de vista ambiental, sua quantificação é desafiadora.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Volatilização</h3>
<p>A volatilização é uma perda crucial, especialmente ao aplicar ureia. Influenciada por fatores como pH, CTC (capacidade de troca de cátions), umidade, temperatura e a incorporação do adubo.</p>
<p>A transformação de amônio em amônia, que se perde na atmosfera, torna a <strong>volatilização uma das principais formas de perda de nitrogênio.</strong></p>
<h3>Imobilização temporária</h3>
<p>A imobilização temporária ocorre quando o nitrogênio é retido na biomassa microbiana, competindo com as plantas. Principalmente em áreas com gramíneas, a imobilização é mais pronunciada.</p>
<p>Estratégias como adubação antecipada podem evitar a perda do potencial produtivo da cultura.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE PERDAS DE NITROGÊNIO NO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/DFxjHGjP9_U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O entendimento desses quatro tipos de perdas de nitrogênio é crucial para otimizar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>adubação nitrogenada</strong></a> e garantir a eficiência na absorção pelas plantas.</p>
<p>Estratégias como o parcelamento da dose, escolha adequada do tipo de adubo e adubações antecipadas podem ser implementadas para minimizar essas perdas e promover uma agricultura mais sustentável e produtiva.</p>
<p>Ao incorporar essas práticas, os agricultores podem colher os benefícios de uma gestão nutricional mais eficaz, resultando em colheitas mais robustas e sustentáveis.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
<p>Com conteúdo prático, professores com ampla experiência no campo e aulas 100% online, você aprende a tomar decisões mais assertivas e técnicas que fazem a diferença no dia a dia.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Principais pontos para evitar prejuízos com a cigarrinha-do-milho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-5-pontos-chave-para-evitar-prejuizos-na-sua-lavoura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 15:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente a cigarrinha-do-milho é a principal praga tanto no milho safra quanto no milho safrinha, em diferentes realidades no Brasil inteiro, e aqui serão abordadas algumas estratégias que podem ser úteis no nosso dia a dia para combatê-las. A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é um inseto sugador que se alimenta da seiva do floema das plantas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente a cigarrinha-do-milho é a <strong>principal praga tanto no milho safra quanto no milho safrinha</strong>, em diferentes realidades no Brasil inteiro, e aqui serão abordadas algumas estratégias que podem ser úteis no nosso dia a dia para combatê-las.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/" target="_blank" rel="noopener">cigarrinha-do-milho</a></strong> (<em>Dalbulus maidis</em>) é um inseto sugador que se alimenta da seiva do floema das plantas. Especificamente a cigarrinha-do-milho tem como único hospedeiro plantas de milho, ou seja, ela só se alimenta, se abriga e se reproduz em plantas de milho.</p>
<p>Os adultos da cigarrinha medem até 4 cm de comprimento e tem uma coloração amarelo-pálido e habitam preferencialmente o cartucho das plantas de milho, local onde possui as folhas mais jovens e que acaba auxiliando a cigarrinha contra intempéries climáticas e inimigos naturais.</p>
<p>Os danos da cigarrinha estão principalmente relacionados à capacidade desse inseto em transmitir doenças para a planta de milho, que são as <strong>doenças do complexo dos enfezamentos</strong>.</p>
<p>O ciclo de infecção é dado por: uma cigarrinha infectada vai infectar uma planta jovem que vai servir de fonte de inóculo dos patógenos. Essa cigarrinha vai conseguir se multiplicar nessa planta infectada, as ninfas vão se transformar em novas cigarrinhas infectadas e assim teremos o início de um surto nas lavouras.</p>
<p>Neste webinar serão tratados os principais locais de ocorrência da cigarrinha-do-milho, o ciclo biológico, <strong>as principais formas de manejo e 5 pontos-chave para evitar prejuízos na sua lavoura</strong>.</p>
<p>As informações são disponibilizadas por Franciele De Armas, consultora técnica do Rehagro e Rodolfo Castilhos, doutor em fitossanidade e pesquisador em entomologia da Epagri.</p>
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		<title>Custos de produção agrícola: veja os principais e como gerenciá-los</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 21:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de produtos agropecuários do mundo. E a modernização do agronegócio transformou o país como o primeiro gigante alimentar tropical do mundo. Os grãos, principalmente a soja e o milho, testemunharam o crescimento rápido da produtividade, em razão da expansão geográfica na região centro-oeste do país e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores <strong>produtores e exportadores</strong> de produtos agropecuários do mundo. E a modernização do agronegócio transformou o país como o primeiro gigante alimentar tropical do mundo.</p>
<p>Os grãos, principalmente a soja e o milho, testemunharam o crescimento rápido da produtividade, em razão da expansão geográfica na região centro-oeste do país e a adoção e difusão das inovações tecnológicas.</p>
<p>Os produtores tomam decisões de forma isolada, sobretudo na produção de soja e milho, que dependem fortemente do fornecimento de insumos. A formação dos preços das <i>commodities</i> agrícolas não é realizada pelos produtores, sendo eles tomadores de preços.</p>
<p>Dada a sua atomização, <strong>os mercados da soja e do milho operam com características próximas da concorrência perfeita</strong>. Logo, o controle dos custos e o aumento da produtividade das lavouras são fatores que determinam a lucratividade da empresa rural.</p>
<p>O sistema de produção da soja e do milho cada vez mais requer um determinado grau de conhecimento técnico, econômico e administrativo, a fim de garantir os melhores resultados (tornando-se competitivo).</p>
<p>Para isso, é preciso um planejamento na unidade de produção, no qual requer, por exemplo, informações de mercado e gestão dos recursos que auxiliem na tomada de decisão.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são os custos de produção agrícola?</h2>
<p>As informações geradas pela análise dos custos de produção possuem relevância ao nível gerencial para tomada de decisão do produtor rural e, ao nível de governo, para criação de políticas de crédito rural e de preços mínimos.</p>
<p>A rentabilidade proveniente da produção está relacionada com a sua eficiência técnica e econômica, sendo que a eficiência técnica envolve aspectos da produtividade e a eficiência econômica envolve os aspectos monetários.</p>
<p>Baseado nos custos de produção agrícola, <strong>é possível avaliar a rentabilidade, a lucratividade e a eficiência</strong> do sistema de produção adotado pelo produtor rural.</p>
<p>Nos sistemas de produção agrícolas, caracterizam-se como custos todos os gastos relacionados direta ou indiretamente com a cultura.</p>
<p>Mão de obra, preparo do solo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">aquisição de sementes</a></strong>, adubos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos</a></strong> e combustíveis são exemplos de custos de produção agrícola realizados desde o período que antecede o plantio até a pós-colheita.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Custos variáveis</h3>
<p>Os custos variáveis referem-se às <strong>despesas de custeio da lavoura</strong> (como operação com máquinas e implementos, despesas administrativas, sementes, fertilizantes e mão de obra e encargos trabalhistas) e <strong>despesas pós-colheita</strong> (por exemplo, assistência técnica e extensão rural, seguro agrícola, transporte externo e armazenagem).</p>
<h3>Custos fixos</h3>
<p>Nos custos fixos estão incluídas as depreciações de benfeitorias, instalações, máquinas e implementos, mão de obra e encargos trabalhistas e seguro do capital fixo.</p>
<h3>Custos operacionais</h3>
<p>Os custos operacionais levam em consideração os <strong>custos variáveis, fixos e a remuneração esperada sobre o capital fixo e sobre a terra</strong>. Somando-se esses montantes, obtém-se o custo total de produção.</p>
<h2>Análise dos custos da produção agrícola</h2>
<p>A análise e a compreensão dos custos de produção são importantes ao nível de propriedade rural e governamental.</p>
<p>Na propriedade, o produtor rural é, antes de tudo, um tomador de decisões e busca, por meio dos diversos processos e recursos produtivos, selecionar a melhor alocação dos insumos, a fim de obter resultados que maximizem a sua utilidade.</p>
<p>O empresário rural nem sempre consegue monitorar todos os processos das suas atividades agrícolas, não dando a importância necessária para as análises gerenciais da propriedade.</p>
<p>A transformação tecnológica ocorrida na agricultura, principalmente na soja e no milho, exige uma gestão eficiente na atividade rural, a partir da utilização de ferramentas de gestão.</p>
<p>Assim, é necessário o <strong>aperfeiçoamento da gestão no setor rural</strong>. O levantamento e a interpretação dos custos de produção, analisando as variáveis que envolvam os gastos do custeio da lavoura, com consequente avaliação das informações da receita bruta ha-1, possibilita obter informações para a tomada de decisão sobre as atividades agrícolas.</p>
<p>Os elementos que compõem os custos de produção, como: operação com máquinas, mão de obra, sementes, fertilizantes e defensivos estão associados à receita bruta ha-1 das <em>commodities</em>.</p>
<p>O investimento no processo produtivo, como a partir de <strong>sementes com alto potencial produtivo</strong> e aquisição de máquinas agrícolas modernas, aumenta o custo de produção, mas, por consequência, auxiliam no pleno desenvolvimento das culturas agrícolas, maximizando a sua produtividade e impactando na receita da atividade agrícola.</p>
<p>A falta de investimento no processo produtivo acarretará redução na receita bruta ha-1.</p>
<p>Nesse caso, uma análise específica, considerando as peculiaridades de cada unidade de produção, auxiliará o produtor na tomada de decisão entre realizar ou não um investimento, considerando que o custo do investimento deve ser inferior ao retorno econômico gerado por ele.</p>
<p>O alto custo na produção da soja e do milho, em razão do emprego de tecnologias agrícolas, aliado à oscilação no preço de mercado dos produtos, pode acarretar perda de lucratividade ou, até mesmo, prejuízo nas atividades.</p>
<p>O conhecimento do comportamento dos custos das variáveis do custeio da lavoura é eficaz para o controle nas atividades agrícolas, pois, a partir dele, é possível criar um planejamento estratégico na aquisição de insumos.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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		<title>Produção agrícola no Brasil: qual o cenário atual e perspectivas para o futuro?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 18:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema de plantio direto]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente tem-se discutido que, com o aumento da população mundial estimado em 9 bilhões de pessoas em 2050, praticamente deverá dobrar a produtividade das culturas para abastecimento do consumo humano e animal. Um aumento entre 25% e 70% acima dos níveis atuais de produção pode ser suficiente para atender à demanda da safra 2050 (Hunter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente tem-se discutido que, <strong>com o aumento da população mundial estimado em 9 bilhões de pessoas em 2050, praticamente deverá dobrar a produtividade das culturas para abastecimento do consumo humano e animal.</strong></p>
<p>Um aumento entre 25% e 70% acima dos níveis atuais de produção pode ser suficiente para atender à demanda da safra 2050 (Hunter et al., 2017).</p>
<p>Ao mesmo tempo, as perdas de nutrientes e as emissões de gases de efeito estufa da agricultura devem cair drasticamente pela adoção de sistemas conservacionistas, a fim de restaurar e manter o funcionamento do ecossistema.</p>
<p>Prevê-se que a demanda por alimentos aumente, enquanto os impactos ambientais devem despencar. Os pedidos para duplicar a produção agrícola a partir de uma linha de base recente implicam taxas de crescimento fora do intervalo das projeções empíricas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Projeções de produção de grãos no mundo</h2>
<p>O trabalho da OECD-FAO (2019) projeta uma <strong>produção mundial da ordem de 1,311 bilhão de toneladas de milho para a safra 2027/28.</strong> Deste total, cerca de 60,0% devem ser destinados à alimentação animal, 13,4% ao consumo humano e 15,5% à produção de biocombustíveis.</p>
<p>Os maiores incrementos serão representados pelos 5 países:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">China (+47 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estados Unidos (+31 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Brasil (+25 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Argentina (+17 milhões de toneladas);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ucrânia (+6 milhões de toneladas).</li>
</ol>
<p>O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos projeta exportações totais de milho da ordem de 188,8 milhões de toneladas em 2027/28. Esse volume deverá ser suprido principalmente pelos Estados Unidos, 29,6%. No entanto, a ordem aqui muda um pouco, pois é seguido por:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Brasil, 23,7%;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ucrânia, 16,2%;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Argentina, 17,2%.</li>
</ul>
<p>Em volume, as exportações brasileiras previstas pelo USDA são de 44,8 milhões de toneladas. Os maiores importadores, em um total de 84,0 milhões de toneladas, serão:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">México;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Japão;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">União Europeia;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Irã;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Egito.</li>
</ol>
<p>Segundo o USDA (2018), o comércio internacional de <i>commodities </i>agrícolas, tais como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/" target="_blank" rel="noopener">milho</a></strong>, soja, e farelo de soja, é impulsionado pela demanda crescente de rações para a produção de frangos e suínos. O consumo internacional de carnes continuará a crescer ao longo do período das projeções.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Futuro brasileiro para produção de grãos</h2>
<p>Saber as projeções para o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agronegocio-no-brasil-qual-o-seu-papel-e-importancia/" target="_blank" rel="noopener">agronegócio brasileiro</a></strong> é importante para identificar a direção que o mercado está tomando.</p>
<p>Esse tipo de conhecimento possibilita saber quais as tendências de preços, entre outros pontos importantes.</p>
<p>Podemos observar que haverá aumentos significativos nas safras de grãos:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">De 271,2 milhões de toneladas na safra 2021/22 para 302 milhões de toneladas na safra 2027/28.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A área plantada sairá dos atuais 67,74 milhões de hectares para 71 milhões de hectares em 2027/28.</li>
</ol>
<blockquote><p><em>Percebe-se que o ganho com o agronegócio não será devido somente à expansão de área, mas sim ao ganho com produtividade.</em></p></blockquote>
<p>Atualmente, no Brasil, cerca de 850 mil toneladas de milho estão sendo usadas para etanol. A capacidade industrial atual é para uso de 1,95 milhão de toneladas e, até o final de 2019, essa capacidade deverá crescer para 4,8 milhões de toneladas.</p>
<h2>Sistema de produção de grãos nas regiões do Brasil</h2>
<p><strong>O Brasil é um dos maiores produtores de alimento do mundo</strong>, com potencial para ser o maior produtor mundial. Isso se deve, em partes, porque dispomos de vários recursos, principalmente climáticos, que favorecem a vasta produção de alimentos.</p>
<p>Além do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">clima</a></strong>, o<strong> Brasil apresenta quantidade de água considerável e potencial de mais áreas agricultáveis</strong>, utilizamos apenas 7,8% dessas áreas, com 25,6% de área preservada nos imóveis rurais.</p>
<p>Há também mais investimentos em tecnologia, o que difere positivamente nos valores de produção alcançados, desta forma, o agronegócio vem sendo impulsionado a produzir de maneira eficiente e consciente.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10818" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil.jpg" alt="Uso e ocupação de terras no Brasil" width="600" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-300x202.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-768x516.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-370x249.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-270x181.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/ocupacao-de-terras-no-brasil-740x497.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Uso e ocupação de terras no Brasil. &#8211; Fonte: Embrapa, (2019).</span></p>
<h2>Rotação de culturas</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/">rotação de culturas</a></strong> favorece a manutenção da fertilidade do solo, quebra o ciclo de pragas, doenças e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas daninhas</strong></a>, proporcionando maior rentabilidade ao produtor pela diversificação do cultivo.</p>
<p>Práticas de rotação de culturas devem envolver, preferencialmente, diversidade de espécies (gramíneas e leguminosas) e de arquitetura radicular (fasciculada e pivotante), contribuindo para a ciclagem de nutrientes.</p>
<h2>Sistema de plantio direto</h2>
<p>O <strong>sistema de plantio direto (SPD)</strong> apresenta como pilares fundamentais para a produção sustentável, a construção da fertilidade do solo, antes da sua adoção, e a rotação/sucessão de culturas.</p>
<p>O cultivo de uma safra sempre ocorre sobre os restos culturais de uma lavoura anterior. A palha na superfície do solo, além de ser reserva de nutrientes, auxilia na:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Manutenção da umidade;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aeração;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Temperatura;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Atividade macro e <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>microbiológica do solo</strong></a>.</li>
</ul>
<p>Atualmente, estima-se que existam no Brasil cerca de 33 milhões de hectares sob SPD.</p>
<p>Com as práticas de rotação e sucessão de culturas e o não revolvimento do solo por implementos agrícolas, ocorre aumento da macroporosidade nos solos. Esse fato está relacionado com a diversificação de formas de exploração exercida pelas raízes das plantas no perfil dos solos.</p>
<h3>Como adotar o sistema de plantio direto?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Para adoção do SPD, é necessário um bom cultivo convencional antes da sua implantação</strong>, preconizando-se a correção da acidez pela aplicação e incorporação do calcário aplicado em profundidade no solo.</span></p>
<p>Como o calcário apresenta baixa mobilidade no perfil do solo, associado a uma solubilidade limitada, antes da adoção do SPD, torna-se necessário uma adequada correção da acidez até as profundidades de 30 a 40 cm.</p>
<p>Caso a correção não seja adequada, haverá limitação do desenvolvimento das raízes das plantas, reduzindo a absorção de água e nutrientes. A utilização desta prática, juntamente com a de gessagem, vem sendo uma alternativa para elevar os teores de nutrientes no perfil do solo.</p>
<p>Após a adoção do SPD em solos que necessitam da correção da acidez, é realizada a aplicação de calcário e/ou gesso na superfície, sem incorporação.</p>
<p>A calagem superficial não apresenta efeito rápido na correção da acidez no perfil do solo, entretanto, ao longo dos anos pode-se corrigir a acidez no perfil do solo. Sua associação com o gesso contribui como um carreador de nutrientes no perfil do solo.</p>
<p>A liberação de ácidos orgânicos de baixa massa molecular na superfície do solo, é um dos principais mecanismos da correção da acidez do solo com aplicação de calcário em superfície no SPD.</p>
<p><strong>Nos solos sob SPD de longa duração</strong>, com rotação de culturas e plantas de cobertura há maior produção da palhada. Isso favorece e fortalece:</p>
<ul>
<li>O tamponamento;</li>
<li>A resiliência dos solos;</li>
<li>Estabilidade nos solos de fertilidade construída;</li>
<li>Funcionamento do sistema.</li>
</ul>
<p>Apesar da dificuldade de elevar os teores de matéria orgânica (MO) nas regiões tropicais, a manutenção ou acréscimo aumenta a capacidade de reserva e suprimento de nutrientes pelo solo. Isso é, vinculado a níveis mais elevados de <strong>fertilidade do solo</strong>, biomassa microbiana e produtividade de grãos.</p>
<p><strong>A adoção do SPD promove um sistema mais tamponado pela MO</strong>, reduzindo a ação de processos erosivos pela proteção da palhada, minimizando a perda de nutrientes pela erosão, adsorção ou lixiviação.</p>
<p>Esse sistema favorece também, segundo Resende <i>et. al</i> (2016), a recirculação de nutrientes, pela ciclagem e estabilidade do sistema, proporcionando maior eficiência do:</p>
<ul>
<li>Uso da água;</li>
<li>Redução de custos;</li>
<li>Estabilidade produtiva e econômica;</li>
<li>Melhoria das condições de vida do produtor.</li>
</ul>
<h2>Principais sistemas de sucessão de culturas</h2>
<p>Nas figuras a seguir, estão apresentados alguns dos principais sistemas de rotação/sucessão de culturas utilizados nas principais regiões produtoras de grãos do Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10819 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Centro Oeste do Brasil" width="748" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste.png 748w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-centro-oeste-740x182.png 740w" sizes="auto, (max-width: 748px) 100vw, 748px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Centro Oeste (MT, MS, GO). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10821 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Sul do Brasil" width="742" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul.png 742w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-300x88.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-370x108.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-270x79.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sul-740x216.png 740w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Sul (RS, SC, PR). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Sudeste do Brasil" width="740" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-300x123.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-370x152.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-sudeste-270x111.png 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Sudeste (SP, MG). </span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10823 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png" alt="Rotação de culturas na produção de grãos no Norte e Nordeste do Brasil" width="747" height="191" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste.png 747w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/sistema-rotacao-norte-nordeste-740x189.png 740w" sizes="auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px" /><span style="font-size: 10pt;">Sistema de rotação/sucessão de culturas no Norte/Nordeste (BA, TO, MA, PI, PA, AL e SE).</span></p>
<p>Uma opção de rotação de cultura que tem ganhado cada vez mais adeptos pelos múltiplos benefícios, é o <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consórcio milho-braquiária</strong></a>.</p>
<p>Por meio desta técnica é possível aproveitar o excedente hídrico do outono/inverno, em que se cultiva milho segunda safra para, ao mesmo tempo, cultivar a braquiária para formação de resíduos ao SPD.</p>
<p>No caso de propriedades sob o <strong>sistema de integração lavoura-pecuária (ILP)</strong>, a braquiária serve como planta forrageira, justamente no período de maior escassez das pastagens.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">Produção agrícola no Brasil: qual o cenário atual e perspectivas para o futuro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Doenças da soja: conheça as principais e como controlá-las</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 15:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As doenças se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produção da cultura da soja, que podem afetar desde a germinação até o final do enchimento de grãos. As enfermidades podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus e nematoides. Sua importância econômica varia de safra a safra e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As doenças se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produção da cultura da soja, que podem afetar desde a germinação até o final do enchimento de grãos.</p>
<p>As enfermidades podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">nematoides</a></strong>. Sua importância econômica varia de safra a safra e de região para região, dependendo das condições climáticas de cada safra. Suas perdas anuais são estimadas de 15 a 20%. <strong>Algumas doenças, entretanto, podem ocasionar perdas de até 100%.</strong></p>
<p>O planejamento da safra deve levar em consideração as doenças mais comuns na região, época na qual ocorrem previsão climática e infraestrutura da propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
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</script></p>
</div>
<p>Deve-se evitar a introdução de doenças na área utilizando semente certificada &#8211; quando necessário tratadas com fungicidas. A época de semeadura pode significar em maior ou menor número de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">aplicações de fungicidas</a></strong>, em função da ocorrência da doença em relação ao estádio fenológico da cultura.</p>
<p>O complexo de doenças pode causar diversos danos à lavoura, prejudicando a qualidade dos grãos, tendo como principais problemas: desfolha precoce, tombamento de plantas, queda na produtividade, maturação precoce, redução da atividade fotossintética, redução da qualidade dos grãos e redução no estande de plantas.</p>
<p>Os fungicidas devem ser usados da maneira correta, com dose, época de aplicação e condições de aplicação que possibilitem o controle efetivo dos patógenos, sem o risco de selecionar populações resistentes a eles.</p>
<h2>Principais doenças da soja</h2>
<ul>
<li>Antracnose;</li>
<li>Cancro da haste;</li>
<li>Doença de final de ciclo &#8211; DFC;</li>
<li>Ferrugem asiática;</li>
<li>Mancha-alvo;</li>
<li>Mancha olho-de-rã;</li>
<li>Míldio;</li>
<li>Mofo-branco;</li>
<li>Oídio;</li>
<li>Podridão vermelha da raiz;</li>
<li>Nematoide de cisto;</li>
<li>Nematoide das galhas;</li>
<li>Nematoide das lesões radiculares;</li>
<li>Nematoide da haste verde da soja.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>1. Antracnose</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador:</strong> <i>Colletotrichum truncatum, C. sojae, C. plurivorum.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Na parte aérea das plantas, o principal sintoma é a <strong>queda e o apodrecimento de vagens</strong>. As vagens em início de formação, quando infectadas, adquirem coloração castanho-escura a negra, abortam a formação de grãos e ficam retorcidas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">enchimento de grãos (R5 e R6)</a></strong>, as lesões se iniciam por pontos encharcados (anasarca) e evoluem para manchas negras circulares. Os pontos escuros nas lesões são as estruturas de reprodução do fungo (acérvulos). Nas hastes, nos pecíolos e nos ramos florais, a doença se manifesta por manchas negras, ligeiramente deprimidas e brilhantes. Nas folhas, geralmente são observadas lesões necróticas pretas sobre as nervuras.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Para germinar, o fungo precisa de, pelo menos, 12 horas de molhamento foliar, por isso a infecção ocorre em períodos chuvosos ou com alta umidade.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>Deve-se evitar a introdução do fungo na área utilizando sementes sadias e/ou tratadas com fungicidas.</p>
<h3>Manejo da antracnose</h3>
<p>O controle da antracnose é mais eficiente com a adoção de medidas que afetam a sobrevivência do fungo e que evitam proporcionar condições favoráveis à infecção, como rotação de culturas, adubação adequada (principalmente com potássio), população de plantas adequadas a cultivar e manejo eficiente de pragas (principalmente percevejos) e de plantas invasoras.</p>
<h2>2. Cancro da haste</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i><span style="font-weight: 400;">Diaporthe aspalathi; D. caulivora.</span></i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As duas espécies de fungo causam sintomas nas hastes e nas folhas, que se iniciam por pequenos pontos negros que evoluem para <strong>lesões que se tornam castanho-avermelhadas a negras,</strong> alongadas e elípticas e adquirem coloração castanho-clara com bordas castanho-avermelhadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As lesões são profundas e a coloração da medula necrosada varia de castanho-avermelhada em planta ainda verde, a castanho-clara a arroxeada, em haste seca. As <strong>folhas ficam amareladas e com necrose</strong> entre as nervuras (folha carijó). As folhas permanecem presas à planta.</span></p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Períodos prolongados de alta umidade favorecem a produção de estruturas reprodutivas, beneficiando a dispersão dos esporos e infecção.</span></p>
<h3>Disseminação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobrevivem em restos culturais e são disseminadas por sementes contaminadas.</span></p>
<h3>Manejo do cancro da haste</h3>
<p>As medidas de controle são uso de cultivares resistentes (forma mais econômica e eficiente), tratamento de semente, rotação/sucessão de culturas, semeadura com maior espaçamento entre as linhas e entre as plantas e adubação equilibrada (principalmente com potássio).</p>
<h2>3. Doença de final de ciclo &#8211; DFC</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>
<ul>
<li>Crestamento foliar: <i>Cercospora kikuchii;</i></li>
<li>Mancha-parda:<i> Septoria glycines.</i></li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><i>Cercospora kikuchii</i> pode atacar folhas, pecíolos, hastes, vagens e sementes.</p>
<p>Nas folhas, os sintomas são caracterizados por pontuações escuras, castanho-avermelhadas, com bordas irregulares, as quais coalescem e formam <strong>grandes manchas escuras que resultam em crestamento e desfolha prematura</strong>, iniciando pelas folhas do terço superior da planta. Também pode ser observada necrose nas nervuras das folhas.</p>
<p>Nas hastes e nos pecíolos, o fungo causa manchas avermelhadas, geralmente superficiais. Quando a infecção ocorre na parte dos nós, o fungo pode penetrar na haste e causar necrose, de coloração avermelhada na medula.</p>
<p>Nas vagens, aparecem pontuações vermelhas, que evoluem para manchas castanho-avermelhadas. Por meio da vagem, o fungo atinge a semente e causa a mancha-púrpura no tegumento. É o fungo mais frequentemente encontrado em lotes de sementes, porém, não afeta a germinação.</p>
<p>Os primeiros sintomas da mancha-parda podem aparecer cerca de duas semanas após a emergência, como pequenas pontuações ou manchas de contornos angulares, castanho-avermelhadas, nas folhas unifolioladas.</p>
<p>Em situações favoráveis, a doença pode atingir as primeiras folhas trifolioladas e causar desfolha.</p>
<p>Os sintomas podem ocorrer com maior intensidade durante o enchimento de grãos, sendo caracterizados por pontuações pardas nas folhas, menores que 1 mm de diâmetro, as quais evoluem e formam manchas com halos amarelados e centro de contorno angular, de coloração castanha em ambas as faces, medindo até 4 mm de diâmetro.</p>
<p>Infecções severas, na fase de enchimento de vagens, podem causar desfolha e maturação precoce.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Tempo chuvoso ou de alta umidade e temperatura.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>Sobrevivem em restos culturais.</p>
<h3>Manejo da mancha-parda e do crestamento foliar</h3>
<p>Em razão da sobrevivência dos fungos nos restos culturais, a rotação de culturas é indicada para a redução do inóculo na área.</p>
<p>O controle deve ser feito se utilizando de semente livre dos patógenos, tratamento de semente e aplicações na parte aérea, com fungicidas &#8211; os mesmos utilizados para controle da ferrugem-asiática. Isolados de <i>C. kikuchii,</i> com resistência a fungicidas IQo (“estrobilurinas”) e MBC (benzimidazóis) têm sido obtidos de plantas e sementes de diferentes regiões produtoras.</p>
<h2>4. Ferrugem asiática</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Phakopsora pachyrhizi.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os sintomas da ferrugem-asiática podem ser observados <strong>em qualquer estádio de desenvolvimento da planta.</strong></p>
<p>Os órgãos atacados são cotilédones, folhas e hastes, sendo nas folhas os sintomas característicos da doença.</p>
<p>Os sintomas nas folhas tendem a iniciar pelas folhas do terço inferior das plantas, sendo caracterizados por <strong>minúsculos pontos mais escuros do que o tecido sadio da folha, variando de coloração esverdeada a cinza-esverdeada</strong>, com correspondentes saliências (urédias) na face inferior da folha. Essas, abrem-se em um minúsculo poro, por onde são expelidos os uredosporos. As lesões tendem a apresentar formato angular, podendo atingir de 2 mm a 5 mm de diâmetro.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A precipitação pluvial é um fator importante por causa da sua ação de deposição dos esporos, ao mesmo tempo em que promove condições de molhamento. Um mínimo de seis horas de molhamento sobre a superfície da folha é necessário para que ocorram infecções.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação dos esporos ocorre principalmente pelo vento.</p>
<h3>Manejo da ferrugem asiática</h3>
<p>As estratégias recomendadas para reduzir o risco de danos à cultura são:</p>
<ol>
<li>Eliminação de plantas voluntárias de soja e ausência de cultivo de soja na entressafra por meio do vazio sanitário (período de, no mínimo, 60 dias);</li>
<li>Utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares resistentes;</a></strong></li>
<li>Utilização de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no início da época recomendada;</li>
<li>Monitoramento da lavoura desde o início do desenvolvimento da cultura, intensificando no fechamento das entrelinhas, associado à utilização de fungicidas no aparecimento dos sintomas ou preventivamente.</li>
</ol>
<p>Os fungicidas utilizados são misturas comerciais de inibidores de desmetilação (IDM ou “triazóis”), inibidores da quinona externa (“estrobilurinas”) e/ou inibidores da succinato desidrogenase (ISDH ou “carboxamidas”).</p>
<p>Esses são os chamados sítio-específicos, porque atuam em um ponto do metabolismo do fungo. Também têm sido utilizados os multi sítios, que atuam em mais de um ponto do metabolismo do fungo, à base de cobre, clorotalonil e mancozeb, associados aos sítio-específicos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>5. Mancha-alvo</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Corynespora cassiicola.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Podem ser observados na folha, no caule, na vagem, na semente, no hipocótilo e nas raízes.</p>
<p>As lesões na folha iniciam por pontuações pardas, com halo amarelado, evoluindo para grandes manchas circulares, de coloração castanho-clara a castanho-escura, atingindo até 20 mm de diâmetro.</p>
<p>Geralmente, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">manchas apresentam uma pontuação escura no centro, semelhante a um alvo</a></strong>. Plantas severamente infectadas desfolham precocemente. Manchas pardo-avermelhadas podem ser observadas nas nervuras das folhas na haste e nas vagens. As manchas nas vagens são geralmente circulares, de 1 mm de diâmetro e tecido deprimido, com centro escuro e margens amarronzadas.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>As condições que favorecem a doença são temperatura de 18ºC a 32ºC e alta umidade relativa.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O fungo <i>C. cassiicola</i> pode sobreviver em outras plantas, em restos de cultura e na forma de estrutura de resistência (clamidosporos) e na semente infectada.</p>
<h3>Manejo da mancha-alvo</h3>
<p>Para o controle da doença, é recomendado o uso de cultivares resistentes/tolerantes, tratamento de semente, rotação/sucessão de culturas com milho e outras espécies de gramíneas e controle químico com fungicidas.</p>
<p>Os fungicidas contendo os ingredientes ativos protioconazole e fluxapiroxade apresentaram maior eficiência de controle.</p>
<h2>6. Mancha olho-de-rã</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Cercospora sojina.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Essa doença pode atingir folha, haste, vagem e semente. Os sintomas iniciam com pontuações de encharcamento, que evoluem para <strong>manchas com centros de coloração castanho-claro</strong> na face superior da folha, e cinza, na inferior, com bordos castanho-avermelhados nas duas faces.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>As condições favoráveis à ocorrência da doença são temperatura e umidade altas.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O fungo pode ser disseminado por semente e pelo vento. Sobrevive em restos de cultura.</p>
<h3>Manejo da mancha olho-de-rã</h3>
<p>A doença é controlada pelo uso de cultivares resistentes, mas o tratamento de sementes é uma medida que deve ser adotada para evitar a reintrodução do fungo ou a introdução de novas raças de <i>C. sojina</i>.</p>
<h2>7. Míldio</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Peronospora manshurica.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os sintomas nas folhas iniciam por <strong>lesões de 3 mm a 5 mm, verde-claras, que passam a amarelas e, mais tarde, o tecido necrosa</strong>. No verso dessas lesões, na face inferior da folha, aparecem as estruturas de frutificação do patógeno, de aspecto cotonoso e de coloração acinzentada.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A infecção é favorecida por temperaturas amenas (20 °C a 22 °C) e umidade elevada.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O patógeno é introduzido na lavoura por sementes infectadas e por esporos disseminados pelo vento.</p>
<h3>Manejo do míldio</h3>
<p>Não há medidas de controle indicadas em razão da pouca importância econômica da doença.</p>
<h2>8. Mofo-branco</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Sclerotinia sclerotiorum.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os primeiros sintomas são <strong>manchas aquosas</strong>, adquirindo coloração castanho-clara e desenvolvendo abundante formação de micélio branco e denso.</p>
<p>O fungo é capaz de infectar qualquer parte da planta, porém, as infecções iniciam com frequência a partir de flores, nas axilas das folhas e nos ramos laterais. Ocasionalmente, nas folhas, podem ser observadas murchas e secamentos. Em poucos dias, são formados os escleródios, estruturas negras e rígidas que podem permanecer viáveis no solo por até três anos.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A fase mais vulnerável da planta vai do estádio da floração plena ao início da formação das vagens (R2 a R3). Escleródios caídos ao solo, sob alta umidade e temperaturas entre 10 ºC e 21 ºC, germinam, formando apotécios.</p>
<p>Os apotécios produzem ascosporos que são liberados ao ar, responsáveis pela infecção das plantas.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A introdução do fungo em uma lavoura ocorre primordialmente por meio de escleródios, que podem ser transportados por máquinas, equipamentos, caminhões e por sementes de diversas espécies, quando não são obedecidos os critérios de manejo durante a produção e o beneficiamento.</p>
<h3>Manejo do mofo-branco</h3>
<p>Deve-se realizar o manejo do mofo-branco pela integração de medidas de controle, tais como:</p>
<ul>
<li>Utilização de <strong>sementes de boa qualidade e tratadas com fungicidas</strong>;</li>
<li>Formação de palhada para cobertura uniforme do solo, preferencialmente com gramíneas;</li>
<li><strong>Rotação e/ou sucessão</strong> com culturas não hospedeiras;</li>
<li>Escolha de cultivares com arquitetura, que favoreça boa aeração entre as plantas (pouco ramificadas e com folhas pequenas) e com período mais curto de florescimento;</li>
<li>População de plantas e espaçamento entrelinhas adequados às cultivares;</li>
<li>Emprego de <strong>controle químico</strong>, com pulverizações foliares de fungicidas principalmente no início da floração até início da formação de vagens;</li>
<li>Emprego do <strong>controle biológico</strong> por meio de infestação do solo com agentes antagonistas;</li>
<li>Limpeza de máquinas e de equipamentos após utilização em área infestada para evitar a disseminação de escleródios.</li>
</ul>
<h2>9. Oídio</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Erysiphe diffusa.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>O sintoma característico é uma fina cobertura branca que pode ser em pequenos pontos ou cobrir toda a parte aérea da planta. Nas folhas, com o passar dos dias, a coloração branca muda para castanho-acinzentada, dando a aparência de sujeira em ambas as faces. Em infecções severas, as folhas podem secar e cair prematuramente.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>É favorecida por períodos de baixa umidade e de temperaturas amenas (18 °C a 24 °C).</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A infecção pode ocorrer em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, porém é mais visível no início da floração.</p>
<h3>Manejo do oídio</h3>
<p>O método mais eficiente de controle do oídio é o uso de cultivares resistentes, podendo ser controlado com uso de fungicidas.</p>
<h2>10. Podridão vermelha da raiz</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Fusarium brasiliense, F. crassistipitatum, F. tucumaniae.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/" target="_blank" rel="noopener">sintoma de infecção na raiz</a></strong> inicia com mancha avermelhada, mais visível na raiz principal, geralmente localizada 1 cm a 2 cm abaixo do nível do solo, circundando a raiz e passando da coloração vermelho-arroxeada para castanho-avermelhada a quase negra.</p>
<p>Essa necrose acentuada fica localizada no córtex, enquanto a medula da raiz adquire coloração, no máximo, castanho-clara, se estendendo pelo tecido lenhoso da haste a vários centímetros acima do nível do solo.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Solos compactados, com acúmulo de água, favorecem a ocorrência da doença que aparece em reboleiras.</p>
<h3>Manejo da podridão vermelha da raiz</h3>
<p>Para o manejo da doença, é preciso evitar a semeadura em solos compactados e mal drenados e fazer rotação/sucessão de culturas com sorgo e trigo.</p>
<h2>11. Nematoide de cisto</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Heterodera glycines.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><strong>Penetra nas raízes da soja e dificulta a absorção de água e nutrientes</strong>, resultando em porte reduzido das plantas e clorose na parte aérea, daí a doença ser conhecida como nanismo amarelo da soja. Os sintomas aparecem em reboleiras, geralmente, próximas de estradas ou carreadores.</p>
<p>Em muitos casos, as plantas de soja acabam morrendo. Por outro lado, em regiões com solos mais férteis e com boa distribuição de chuva, os sintomas na parte aérea podem não se manifestar. Por isso, o diagnóstico definitivo exige sempre a observação do sistema radicular.</p>
<p>Na planta parasitada, o sistema radicular fica reduzido e apresenta, a partir dos 30-40 dias após a semeadura da soja, minúsculas fêmeas do nematoide, com formato de limão ligeiramente alongado e coloração branca.</p>
<p>Com o passar do tempo, a coloração vai mudando para amarelo, marrom claro e, finalmente, a fêmea morre e seu corpo se transforma em uma estrutura dura de coloração marrom-escura, denominada cisto, que se desprende da raiz e fica no solo.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação do NCS se dá, principalmente, pelo transporte de solo infestado. Isso pode ocorrer por meio de equipamentos agrícolas, de sementes mal beneficiadas que contenham partículas de solo, pelo vento, pela água e até por pássaros que, ao coletar alimentos do solo, podem ingerir junto os cistos.</p>
<h3>Manejo do nematoide de cisto</h3>
<p>Em áreas onde o nematoide de cisto foi identificado, o produtor tem que conviver com ele, uma vez que sua erradicação é praticamente impossível.</p>
<p>Algumas medidas ajudam a minimizar as perdas, destacando rotação de culturas com plantas não hospedeiras e uso de cultivares resistentes, sendo o ideal a combinação dos dois métodos.</p>
<h2>12. Nematoide das galhas</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Meloidogyne </i>spp.</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Nas raízes das plantas atacadas observam-se galhas em número e tamanho variados, dependendo da suscetibilidade da cultivar e da densidade populacional do nematoide no solo. No interior das galhas, estão localizadas as fêmeas do nematoide. Essas possuem coloração branco pérola e têm o formato de pera.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Em anos em que acontecem veranicos na fase e enchimento de grãos, os danos tendem a ser maiores.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O cultivo prévio de espécies hospedeiras aumenta os danos na soja semeada na sequência. Da mesma forma, a presença de plantas daninhas na área também possibilita a reprodução e a sobrevivência do parasita.</p>
<h3>Manejo do nematoide das galhas</h3>
<p>A rotação/sucessão de culturas para o controle dos nematoides de galhas deve ser bem planejada, uma vez que a maioria das espécies cultivadas multiplica uma ou mais espécies de <i>Meloidogyne</i>.</p>
<h2>13. Nematoide das lesões radiculares</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <em>Pratylenchus brachyurus</em>.</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><strong>As raízes das plantas parasitadas se apresentam, parcial ou totalmente, escurecidas, em consequência do ataque às células do parênquima cortical</strong>, onde o patógeno injeta toxinas durante o processo de alimentação. A movimentação do nematoide na raiz também desorganiza e destrói células.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p><i>Pratylenchus brachyurus</i> também pode parasitar aveia, milho, milheto, girassol, cana-de-açúcar, algodão, amendoim, entre outras, alguns adubos verdes e a maioria das plantas daninhas, o que dificulta a escolha de espécies vegetais para inclusão na rotação/sucessão com a soja.</p>
<p>E existe diferença entre e dentro de espécies vegetais, com relação à capacidade de multiplicar o nematoide.</p>
<h3>Manejo do nematoide das lesões radiculares</h3>
<p>Espécies resistentes, ou seja, com fatores de reprodução (FR)&lt;1,0, como em algumas crotalárias, devem ser preferidas para semeadura nas áreas infestadas.</p>
<p>Na ausência de espécies vegetais resistentes, o agricultor deve optar por semear genótipos com FR menores, ou seja, que multipliquem menos o nematoide, como por exemplo, alguns híbridos de milheto ou sorgo.</p>
<h2>14. Nematoide da haste verde da soja</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Aphelenchoides besseyi.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>As plantas apresentam <strong>folhas com coloração verde mais escuro, menor pilosidade, afilamento e embolhamento no limbo foliar.</strong> Podem ocorrer, também, lesões necróticas angulares de coloração pardo-avermelhada a marrom.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Os nematoides podem sobreviver no solo ou em restos culturais e migram para a parte aérea das plantas, em períodos com chuvas frequentes e temperaturas médias acima de 28 °C.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação ocorre pelo contato entre folhas doentes e sadias na presença de água da chuva ou de orvalho ou de irrigação. Durante a colheita pode haver dispersão do nematoide por meio de resíduos de plantas doentes expelidos pelas colhedoras.</p>
<h3>Manejo do nematoide da haste verde da soja</h3>
<p>Semeadura da soja sobre palhada de plantas completamente mortas (dessecação com 15 a 20 dias de antecedência), o controle de plantas daninhas logo no início do desenvolvimento da soja, em pós-emergência, cultivar milho em segunda safra, quando possível, e evitar a sucessão da soja com outras plantas hospedeiras.</p>
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		<title>Agronegócio no Brasil: papel, importância e desafios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio no Brasil tem se mostrado um dos segmentos econômicos de maior evolução e capacidade de gerar riquezas e reduzir as disparidades sociais. Hoje, a cadeia produtiva é responsável por mais da metade das exportações e por cerca de um quarto do produto interno bruto brasileiro. Os dados do agronegócio no Brasil são surpreendentes. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio no Brasil tem se mostrado <strong>um dos segmentos econômicos de maior evolução e capacidade de gerar riquezas e reduzir as disparidades sociais.</strong></p>
<p>Hoje, a cadeia produtiva é responsável por mais da metade das exportações e por cerca de um quarto do produto interno bruto brasileiro.</p>
<p>Os dados do agronegócio no Brasil são surpreendentes. Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a taxa de crescimento do PIB agropecuário, publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), têm sido também elevadas nos últimos anos, impulsionado pelo protagonismo da soja nas demandas dos principais países importadores, especialmente China e Estados Unidos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>O que é agronegócio?</h2>
<p>O termo <strong>agronegócio</strong> engloba todas as atividades que envolvem a produção, processamento e comercialização de produtos agrícolas e pecuários. Ele é composto por quatro elos principais:</p>
<ol>
<li><strong>Insumos: </strong>empresas que fornecem fertilizantes, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes</a></strong>, defensivos, máquinas, tecnologias</li>
<li><strong>Produção agrícola/pecuária: </strong>o cultivo de lavouras e a criação de animais</li>
<li><strong>Agroindústria / processamento: </strong>transformação dos produtos agrícolas em alimentos, biocombustíveis, ração, etc.</li>
<li><strong>Agrosserviços / comercialização / logística: </strong>transporte, armazenamento, comércio, distribuição e serviços complementares</li>
</ol>
<p>Esse arranjo integrado permite que a cadeia agregue valor, promova sinergias e compartilhe riscos.</p>
<h2>Importância econômica do agronegócio no Brasil</h2>
<p>O agronegócio segue como um dos grandes pilares da economia brasileira, sustentando a balança comercial e impulsionando o crescimento regional. Em 2024, o <strong>PIB do agronegócio brasileiro</strong> alcançou <strong>R$ 2,72 trilhões</strong>, o que representa um avanço de <strong>1,81%</strong> em relação ao ano anterior. Desse total, <strong>R$ 1,9 trilhão</strong> veio do ramo agrícola e <strong>R$ 819 bilhões</strong> do setor pecuário, segundo dados da CNA e Cepea.</p>
<p>A participação do agronegócio na economia nacional representou <strong>23,2% do PIB brasileiro</strong> em 2024, e as projeções apontam para um aumento expressivo em 2025: a estimativa é que o setor alcance <strong>29,4% de participação</strong>, movimentando <strong>R$ 3,79 trilhões</strong>, o maior valor em mais de duas décadas (CNA, 2025).</p>
<p>Os resultados recentes mostram uma dinâmica positiva especialmente nos segmentos de <strong>agrosserviços</strong> e <strong>agroindústria</strong>, que cresceram respectivamente <strong>3,25%</strong> e <strong>2,94%</strong> em 2024. O desempenho da <strong>pecuária</strong> também chamou atenção, com expansão superior a <strong>12%</strong> no mesmo período, refletindo o aumento das exportações de carne e a retomada dos preços internacionais.</p>
<p>Mesmo com alguns desafios conjunturais o agronegócio segue sólido, diversificado e com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">forte potencial de crescimento</a></strong>. Sua relevância vai além dos números: o setor impulsiona cadeias produtivas complementares, movimenta a indústria nacional e mantém o Brasil entre os maiores fornecedores globais de alimentos, fibras e energia renovável.</p>
<h2>Impactos sociais, emprego e regionalização</h2>
<p>O agronegócio é também um dos maiores motores de geração de emprego e renda no país. No primeiro trimestre de 2024, o setor <strong>empregou mais de 28,6 milhões de pessoas</strong>, o maior número já registrado na série histórica do Cepea, o que equivale a aproximadamente <strong>27% do total de trabalhadores ocupados no Brasil</strong> (Cepea/CNA, 2024).</p>
<p>Além da quantidade, observa-se uma mudança na qualidade do emprego rural: há crescimento da formalização, aumento da participação feminina e maior presença de trabalhadores com ensino técnico e superior. Esses fatores indicam a profissionalização crescente das atividades agropecuárias e a demanda por mão de obra qualificada para operar tecnologias no campo.</p>
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<p>Em termos regionais, o agronegócio continua concentrado nas regiões <strong>Centro-Oeste, Sul e partes do Nordeste</strong>, onde a expansão da fronteira agrícola e o avanço da logística impulsionam o desenvolvimento local. Municípios com base produtiva forte têm registrado maior movimentação econômica, investimentos em infraestrutura e melhoria na renda média da população.</p>
<p>Apesar dos avanços, persistem desafios: a desigualdade de acesso à tecnologia entre pequenos e grandes produtores, a necessidade de qualificação continuada e as limitações logísticas ainda afetam parte das regiões produtoras. No entanto, o impacto social positivo do agronegócio é inegável, o setor não apenas sustenta o PIB, mas também transforma realidades locais e promove inclusão produtiva em milhares de municípios brasileiros.</p>
<h2>Desafios e incertezas</h2>
<ol>
<li><strong>Flutuações de preço e insumos importados: </strong>Variações cambiais e preços globais de fertilizantes, defensivos e máquinas podem pressionar custos.</li>
<li><strong>Riscos climáticos e extremos meteorológicos: </strong>Seca, enchentes, geadas e eventos de irregularidade pluviométrica exigem resiliência tecnológica e seguro agrícola.</li>
<li><strong>Pressões regulatórias e ambientais: </strong>Demandas por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-sustentavel-como-produzir-graos-de-forma-eficiente-e-rentavel/">práticas sustentáveis</a></strong>, certificações, controle de desmatamento e pegada de carbono crescem no Brasil e no mercado internacional.</li>
<li><strong>Capacidade logística e gargalos de escoamento: </strong>Congestionamentos em portos, falta de ferrovias e estradas em más condições encarecem o escoamento dos produtos.</li>
<li><strong>Desigualdade de acesso à tecnologia: </strong>Produtores menores ou em regiões periféricas podem ter menos acesso a inovação, crédito e assistência técnica.</li>
<li><strong>Instabilidades macroeconômicas: </strong>Inflação, taxa de juros elevada, políticas fiscais restritivas e instabilidade política são variáveis que podem afetar investimentos no setor.</li>
</ol>
<h2>Perspectivas para o futuro do agronegócio brasileiro</h2>
<ul>
<li>A <strong>projeção de participação em 29,4% do PIB em 2025</strong> reflete não só um momento favorável de preços e safra, mas também o potencial estrutural do setor. (Cepea)</li>
<li>A inovação tecnológica, com a agricultura digital, uso de IA, sensores, genética vegetal, será diferencial competitivo para mitigar riscos e aumentar produtividade.</li>
<li>A integração entre produção agropecuária e cadeias industriais (indústrias de alimentos, biocombustíveis, bioeconomia) tende a se aprofundar.</li>
<li>A busca por sustentabilidade e políticas de neutralidade de carbono exigirá que o setor equilibre produção, conservação e reputação internacional.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O agronegócio brasileiro segue sendo peça-chave da economia nacional, com participação robusta no PIB, geração de empregos e impacto regional significativo.</p>
<p>Ao incorporar tecnologia, fortalecer logística e adotar práticas sustentáveis, o setor pode enfrentar os desafios emergentes e consolidar sua posição de destaque global em 2025.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[fungicidas]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com doenças fúngicas e pragas. O controle, de modo geral, é feito por meio de fungicidas e inseticidas. No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura? Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive da agricultura, com certeza já se deparou com <strong>doenças fúngicas e pragas</strong>. O controle, de modo geral, é feito por meio de <strong>fungicidas e inseticidas.</strong> No entanto, como saber qual o ideal para sua lavoura?</p>
<p>Primeiramente, o que é fungicida e inseticida? A pergunta parece bem simples, porém, dentre os grupos, possuem diversas classes.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fungicida ou inseticida: veja as diferenças</h2>
<ul>
<li><strong>Fungicida</strong>: é um defensivo agrícola usado para controlar ou acabar com fungos que atacam e reduzem produtividades em plantas.</li>
<li><strong>Inseticida</strong>: de modo geral, são substâncias químicas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">biológicas</a></strong> usadas para controle e combate de<strong> <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">insetos-pragas</a></strong> que causam prejuízos às lavouras. Agem em todas as fases do inseto.</li>
</ul>
<p>Só para a soja, são registrados mais de 350 tipos de fungicidas e mais de 340 em inseticidas.</p>
<p>Há aqueles indicados para tratamento de sementes, os preventivos, os que agem diretamente na planta, e muitos outros. Por isso, é importante entender como é a ação desse tipo de defensivo em sua lavoura.</p>
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<h2>Fungicidas protetores x sistêmicos</h2>
<p>De modo geral e informal, as pessoas costumam dividir os <strong>fungicidas</strong> entre aqueles que são <strong>protetores</strong> e aqueles que são <strong>sistêmicos</strong>.</p>
<p>Nosso antigo coordenador, facilitador e consultor Geraldo Gontijo, que também é mestre em Fitotecnia, com ênfase em vários cereais, como a soja e o milho, explica sobre os tipos de fungicidas no vídeo abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIPOS DE FUNGICIDAS UTILIZADOS NAS LAVOURAS DE GRÃOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/gksgwgW2Vus?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se analisarmos de forma mais simplificada, os fungicidas do tipo protetor são aqueles com ações mais superficiais, enquanto os sistêmicos, são aqueles que agem mais profundamente na planta. No entanto, é muito comum ter confusão quanto aos sistêmicos, é o que explica Geraldo:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“É comum muitos pensarem que quando um determinado produto possui ação sistêmica, consegue se translocar de uma folha para a outra. Na verdade, todas as vezes em que falamos de sistematicidade, tanto de fungicida quanto de inseticida, é uma sistematicidade baixa!”</em></p>
<p>E isso está atrelado ao vaso condutor o qual o fungicida irá agir.</p>
<h2>Prevenção como método de combate</h2>
<p>Soja e milho são culturas de alta intensidades produtivas, possuindo mais de uma safra ao ano. Isso significa que qualquer cuidado é pouco.</p>
<p>Aliás, dependendo da doença, pragas ou até mesmo a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">planta daninha</a></strong> que surgir na lavoura, pode ocasionar mais de 80% de perdas. Dependendo da severidade, pode dar perda total e o produtor ter prejuízos grandiosos.</p>
<p>O melhor é sempre a prevenção do que o combate. Claro que quando o agente causal de dano surgir, é preciso agir, mas antecipar isso, deixando suas lavouras protegidas, pode ser a chave para a lucratividade garantida.</p>
<p>Por conta disso, é preciso saber exatamente o que sua lavoura precisa, pelo que ela está propensa a passar ou mesmo tomar a decisão segura de qual o melhor insumo para sua região, fase da cultura ou simplesmente a realidade da sua fazenda.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">Fungicidas agrícolas: quais são os tipos e como aplicar na sua lavoura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Produção de milho no Brasil e no mundo: principais dados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 16:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais estratégicas da agricultura global. Além de sua importância como alimento humano e animal, tornou-se essencial para a produção de biocombustíveis e diversos produtos industriais. Nas últimas décadas, a cultura se expandiu rapidamente em produtividade e área, impulsionada pela adoção tecnológica e pela crescente demanda internacional. Este artigo traz [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/">Produção de milho no Brasil e no mundo: principais dados</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho é uma das <strong>culturas mais estratégicas da agricultura global</strong>. Além de sua importância como alimento humano e animal, tornou-se essencial para a produção de biocombustíveis e diversos produtos industriais.</p>
<p>Nas últimas décadas, a cultura se expandiu rapidamente em produtividade e área, impulsionada pela adoção tecnológica e pela crescente demanda internacional. Este artigo traz um panorama atualizado sobre a produção mundial e brasileira de milho, abordando os principais países produtores, tendências de mercado e perspectivas para os próximos anos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>Produção mundial de milho: panorama atual</h2>
<p>De acordo com o <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)</strong>, a produção global de milho deve atingir <strong>1,26 bilhão de toneladas</strong> na safra 2025/26, mantendo o crescimento estável das últimas décadas.</p>
<p>Os <strong>Estados Unidos</strong> seguem como o maior produtor, com cerca de <strong>370 milhões de toneladas</strong>, seguidos por <strong>China (285 Mt)</strong>, <strong>Brasil (120 Mt)</strong>, <strong>Argentina (55 Mt)</strong> e <strong>Ucrânia (30 Mt)</strong>.</p>
<p>A <strong>Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)</strong> destaca que o milho responde por quase <strong>40% da produção global de grãos</strong> e continuará sendo a cultura mais cultivada do planeta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39926" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial.png" alt="Gráfico principais produtores de milho" width="1600" height="1000" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial.png 1600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-300x188.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-1024x640.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-768x480.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-1536x960.png 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-370x231.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-270x169.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-740x463.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/producao_milho_mundial-150x94.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<h2>Comércio internacional: exportadores e importadores</h2>
<p>O milho é um dos produtos agrícolas mais comercializados do mundo, embora apenas cerca de <strong>15% da produção global</strong> seja exportada. A maior parte é consumida internamente pelos próprios produtores.</p>
<p>Os <strong>principais exportadores em 2025</strong> são:</p>
<ul>
<li><strong>Estados Unidos:</strong> aproximadamente 32% das exportações mundiais;</li>
<li><strong>Brasil:</strong> 28%;</li>
<li><strong>Argentina:</strong> 18%;</li>
<li><strong>Ucrânia:</strong> 9%.</li>
</ul>
<p>Do lado da demanda, os <strong>principais importadores</strong> incluem <strong>México</strong>, <strong>Japão</strong>, <strong>Vietnã</strong>, <strong>Egito</strong> e <strong>União Europeia</strong>. A <strong>China</strong>, que vinha reduzindo suas importações nos últimos anos, voltou a comprar volumes expressivos devido à recomposição de estoques e à demanda para rações.</p>
<h2>Fatores que impulsionam o crescimento global</h2>
<ol>
<li><strong>Avanço genético e biotecnologia: </strong>Novos híbridos mais produtivos e tolerantes ao estresse hídrico vêm ampliando a produtividade em países tropicais.</li>
<li><strong>Expansão da área cultivada no Hemisfério Sul: </strong>O Brasil e a Argentina ampliaram significativamente a segunda safra (safrinha), aproveitando a janela após a soja.</li>
<li><strong>Demanda crescente por ração animal: </strong>O aumento da produção de aves e suínos, especialmente na Ásia, impulsiona o consumo global de milho.</li>
<li><strong>Uso industrial e energético: </strong>Países como <strong>Estados Unidos</strong> e <strong>Brasil</strong> expandem o uso do milho para <strong>etanol de segunda geração</strong>, diversificando o destino do grão.</li>
<li><strong>Agricultura digital e manejo de precisão: <a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/">Sensores</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong>, imagens de satélite e softwares de previsão de colheita têm contribuído para decisões mais assertivas e redução de perdas.</li>
</ol>
<h2>O Brasil no cenário mundial do milho</h2>
<p>O Brasil consolidou-se como <strong>terceiro maior produtor e segundo maior exportador de milho</strong> do mundo. Segundo a <strong>CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento)</strong>, a produção da safra 2024/25 deve alcançar <strong>119,7 milhões de toneladas</strong>, podendo ultrapassar <strong>122 milhões</strong> com o bom desempenho da segunda safra.</p>
<p>Os principais estados produtores são:</p>
<ul>
<li><strong>Mato Grosso:</strong> responsável por cerca de 35% da produção nacional;</li>
<li><strong>Paraná</strong>, <strong>Goiás</strong> e <strong>Mato Grosso do Sul</strong> vêm em seguida;</li>
<li><strong>Minas Gerais</strong> e <strong>Bahia</strong> também ampliam participação com sistemas integrados.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Desafios internos</h3>
<p>Apesar do crescimento, o Brasil ainda enfrenta gargalos importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Infraestrutura e logística:</strong> o transporte do milho das regiões produtoras até os portos do Arco Norte e Sul ainda é um dos principais custos da cadeia;</li>
<li><strong>Custo de fertilizantes:</strong> a dependência de importações torna o setor vulnerável às oscilações internacionais;</li>
<li><strong>Variabilidade climática:</strong> eventos extremos, como secas e excesso de chuvas, têm exigido estratégias de mitigação e adoção de híbridos mais tolerantes;</li>
<li><strong>Competição por área com a soja:</strong> a integração das duas culturas exige planejamento técnico para manter rentabilidade.</li>
</ul>
<p>Mesmo com esses desafios, o país deve manter forte presença nas exportações, impulsionado pela demanda global e pela competitividade logística crescente (especialmente com novos terminais portuários no Norte e Nordeste).</p>
<h2>Perspectivas para os próximos anos</h2>
<h3>Crescimento sustentado da demanda global</h3>
<p>A tendência é de aumento contínuo no consumo de milho, especialmente em países emergentes. O setor de rações e biocombustíveis seguirá como principal motor dessa expansão.</p>
<h3>Adoção crescente de tecnologias digitais</h3>
<p>A agricultura 5.0, com monitoramento remoto, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong> e análise preditiva, será determinante para elevar produtividade e eficiência.</p>
<h3>Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF)</h3>
<p>Sistemas integrados devem ganhar força, permitindo maior aproveitamento de áreas e sustentabilidade produtiva.</p>
<h3>Clima e sustentabilidade</h3>
<p>A pressão por cadeias produtivas sustentáveis será crescente. O uso racional de água, fertilizantes e energia será diferencial competitivo para produtores e exportadores.</p>
<h3>Expansão do etanol de milho no Brasil</h3>
<p>O segmento cresce em ritmo acelerado. Em 2024, mais de 20% do etanol produzido no país já veio do milho, e a expectativa é de expansão contínua nos próximos cinco anos.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O milho segue como <strong>pilar estratégico do agronegócio mundial</strong> e, especialmente, do brasileiro. A consolidação do país como grande exportador, aliada ao avanço tecnológico e à expansão da segunda safra, reforça o papel do Brasil como protagonista no abastecimento global de grãos.</p>
<p>No entanto, para sustentar o crescimento e a competitividade, será fundamental <strong>investir em tecnologia, infraestrutura e gestão técnica, </strong>áreas em que profissionais capacitados e consultores especializados desempenham papel essencial.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Germinação de sementes: como esse processo ocorre?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 20:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A germinação é o ponto central de qualquer agricultura e a semente é o insumo primordial, principalmente em casos de cereais. Muitos produtores seguem o ciclo comum de: plantar a semente em solo fértil; irrigar; manejar pragas, doenças e plantas daninhas e, por fim, colhem. No entanto, se a semente não germinar, não adiantará de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A germinação é o ponto central de qualquer agricultura e a semente é o insumo primordial, principalmente em casos de cereais.</p>
<p>Muitos produtores seguem o ciclo comum de: plantar a semente em solo fértil; irrigar; manejar pragas, doenças e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e, por fim, colhem. No entanto, se a semente não germinar, não adiantará de nada os demais processos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como ocorre a germinação de sementes?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conseguir visualizar o “nascimento” de uma plântula, quando a semente se rompe e inicia seu desenvolvimento, emitindo a primeira estrutura, que é a radícula, é realmente incrível.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10786 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/12/fenologia-do-milho.jpg" alt="Estrutura da fenologia do milho" width="266" height="300" /><span style="font-size: 10pt;">Fenologia do milho. Fonte: Pioneer Sementes</span></p>
<p>Essa, porém, é apenas a parte visual externa, pois <strong>o mais importante ocorre internamente com substâncias, hormônios e transformações.</strong></p>
<p>Todo o processo inicia com a entrada da água no embrião de uma semente. É o que explica Evandro Fagan, que é professor e pesquisador de fisiologia da produção do Rehagro.</p>
<p><em>“Quando a água entra, ela ativa a giberelina, que está na estrutura do embrião.”</em> — pontua Evandro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="FISIOLOGIA DA GERMINAÇÃO DA SEMENTE: COMO OCORRE O PROCESSO? | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/TOYU8SQOEnA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A giberelina é um tipo de hormônio vegetal que ajuda a regular diversos processos de desenvolvimento, então ela tem forte papel na germinação. Esse hormônio ainda ativa enzimas igualmente importantes para o processo.</p>
<p>A emissão da radícula só ocorre quando outro processo, dependente da giberelina e da ativação de enzimas, ocorre.</p>
<p>Evandro exemplifica com uma monocotiledônea, como o milho, e também mostra com uma dicotiledônea, como a soja. Os processos são parecidos, mas possuem suas diferenças.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">produção de grãos</a></strong> depende de muitos fatores, inclusive que vão além da lavoura. No entanto, entender detalhadamente o processo inicial do desenvolvimento de qualquer cultura agrícola, pode fazer toda a diferença.</p>
<p>Nesse caso da germinação, por exemplo, deixa claro a importância da disponibilidade de água nesse início. Mostra também que o processo diverge de acordo com o tipo de semente.</p>
<p>Entender cada fase de cada processo com propriedade de conhecimento, pode ser o que resultará em colheitas fartas depois, ou no manejo mais adequado em cada etapa do processo. E, claro, isso pode te destacar no mercado, seja como produtor ou especialista do setor.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/">Germinação de sementes: como esse processo ocorre?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Fertilizantes nitrogenados: benefícios e eficiência no uso</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 12:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio na produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção das safras deve aumentar substancialmente nas próximas décadas para acompanhar a demanda global de alimentos, impulsionada pelo crescimento da população e da renda. A população humana está projetada para atingir 11 bilhões neste século, com o maior aumento nas nações em desenvolvimento. Este crescimento, em conjunto com o aumento do consumo per capita, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção das safras deve aumentar substancialmente nas próximas décadas para acompanhar a demanda global de alimentos, impulsionada pelo crescimento da população e da renda.</p>
<p>A população humana está projetada para atingir 11 bilhões neste século, com o maior aumento nas nações em desenvolvimento. Este crescimento, em conjunto com o aumento do consumo per capita, exigirá grandes aumentos na produção de biocombustíveis e alimentos, o que vai exigir maior consumo de fertilizantes, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>.</p>
<p>Em última análise, a capacidade global de produção de alimentos será limitada pela quantidade de terra e recursos hídricos disponíveis e adequados para a produção agrícola, e pelos limites biofísicos no crescimento da cultura.</p>
<p>Quantificar a capacidade de produção de alimentos em cada hectare de terras agrícolas atuais, de uma maneira consistente e transparente, é necessário para informar as decisões sobre:</p>
<ul>
<li>Política;</li>
<li>Pesquisa;</li>
<li>Desenvolvimento;</li>
<li>Investimento.</li>
</ul>
<p>Tudo o que visa afetar o rendimento futuro da safra e uso da terra deve ser analisado, para construir ações para incremento da produtividade pelos produtores por meio de suas redes de conhecimento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Capacidade de produção e consumo de energia</h2>
<p>A capacidade de produção da safra pode ser avaliada estimando-se o rendimento potencial e os níveis de rendimento com limitação de água, como referência para a produção agrícola sob, respectivamente, condições irrigadas e de sequeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21396 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao.jpg" alt="Plantação de milho sendo irrigada" width="459" height="287" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao.jpg 459w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-300x188.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-370x231.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-270x169.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/irrigacao-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 459px) 100vw, 459px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Milho irrigado &#8211; Fonte: Embrapa</span></p>
<p>A diferença entre a produtividade potencial e as produtividades obtidas, apresentam como oportunidade de incremento na produtividade, por meio do conhecimento dos fatores que causam a redução na produtividade, a fim de realizar o cultivo de forma sustentável.</p>
<p>A agricultura intensiva requer grandes quantidades de energia e isso influencia fortemente os preços dos alimentos.</p>
<p>As fazendas modernas são grandes consumidoras de combustível e eletricidade. Além disso, a produção de fertilizantes à base de nitrogênio também gasta energia e seu custo é fortemente influenciado pelos preços do petróleo e do gás natural.</p>
<p>Outro fator a considerar é que os solos tropicais são limitados por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">fósforo</a></strong>, cujos estoques mineráveis ​​estão diminuindo e frequentemente localizados longe das regiões agrícolas tropicais. Os custos de produção, transporte e aplicação de fósforo irão aumentar claramente com os preços da energia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21397 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica.jpg" alt="Recorte de rocha fosfática pela Vale" width="505" height="332" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-300x197.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-370x243.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/rocha-fosfatica-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Recorte de rocha fosfática pela Vale &#8211; Fonte: Exame</span></p>
<h2>Fonte de combustíveis e energias</h2>
<p>Apesar das demandas globais por energia, provavelmente irão dobrar até 2050, os avanços tecnológicos para acessar petróleo e gás natural em formações de xisto profundas podem ajudar a manter os preços da energia relativamente estáveis ​​nas próximas 1–2 décadas.</p>
<p>No curto a médio prazo, suprimentos estáveis ​​de energia poderiam apoiar a intensificação agrícola se os preços das safras aumentassem mais rapidamente do que os custos da energia.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Eficiência dos fertilizantes nitrogenados</h2>
<p>Melhorias na eficiência do uso de nitrogênio na produção agrícola são críticas para enfrentar os desafios triplos de segurança alimentar, degradação ambiental e <a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mudança climática</strong></a>. Essas melhorias dependem não apenas da inovação tecnológica, mas também de fatores socioeconômicos que atualmente são mal compreendidos.</p>
<p>A aplicação de fertilizantes nitrogenados sintéticos (N) e fósforo (P), além de aumentar a produtividade agrícola, a aplicação em áreas agrícolas altera drasticamente:</p>
<ol>
<li>O orçamento global de nutrientes;</li>
<li>A qualidade da água;</li>
<li>O balanço de gases de efeito estufa;</li>
<li>O feedback para o sistema climático.</li>
</ol>
<p>As taxas de uso de fertilizantes N e P por unidade de área cultivada aumentaram em aproximadamente 8 vezes e 3 vezes, respectivamente, desde o ano de 1961 quando os levantamentos da IFA (<i>International Fertilizer Industry Association</i>) e da FAO (<i>Food and Agricultural Organization</i>) em nível de país a entrada de fertilizantes tornou-se disponível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21398 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes.jpg" alt="Padrões temporais de nitrogênio (N) e fósforo (P) globais de uso de fertilizantes em termos de quantidade total (tot) e taxa média por unidade de área de cultivo (média) por ano" width="508" height="368" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes.jpg 508w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-300x217.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-370x268.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-270x196.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/10/uso-de-fertilizantes-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 508px) 100vw, 508px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Padrões temporais de nitrogênio (N) e fósforo (P) globais de uso de fertilizantes em termos de quantidade total (tot) e taxa média por unidade de área de cultivo (média) por ano. Os gráficos de pizza mostram a proporção do uso de fertilizantes N e P nos cinco principais países consumidores de fertilizantes e outros no ano de 2013 &#8211; Fonte: Lu &amp; Tian (2017) &#8211; Traduzido.</span></p>
<p>Considerando a expansão das áreas de cultivo, o aumento no consumo total de fertilizantes é ainda maior.</p>
<p>A entrada de fertilizante P mostra um padrão semelhante com o Brasil como o maior consumidor. É observado um aumento global na razão N/P do fertilizante em 0,8 g N g −1 P por década durante 1961–2013.</p>
<h3>Eficácia do uso de fertilizantes nitrogenados</h3>
<p>O nitrogênio é crucial para a produtividade das culturas. No entanto, hoje em dia mais da metade do N adicionado às plantações é perdido para o meio ambiente. Além de desperdiçar o recurso, isso gera:</p>
<ul>
<li>Ameaças ao ar;</li>
<li>À água;</li>
<li>Ao solo;</li>
<li>À biodiversidade;</li>
<li>Gera emissões de gases de efeito estufa.</li>
</ul>
<p>Durante as últimas cinco décadas, a resposta dos sistemas agrícolas ao aumento da fertilização com nitrogênio evoluiu de forma diferente nos diferentes países do mundo.</p>
<p>Enquanto alguns países melhoraram seus desempenhos agroambientais, em outros o aumento da fertilização produziu baixos benefícios agronômicos e maiores perdas ambientais.</p>
<p>De forma geral, países que usam uma proporção maior de insumos de N da fixação simbiótica de N, em vez de fertilizantes sintéticos, têm uma melhor eficiência de uso de N.</p>
<p>A eficiência fotossintética e a tolerância ao estresse são exemplos de características aprimoradas pela seleção natural por milhões de anos antes da domesticação das safras. Melhorar ainda mais essas características muitas vezes requerem a aceitação de compensações que teriam reduzido a aptidão dos ancestrais da cultura onde eles evoluíram.</p>
<p>Exemplo: as melhorias no potencial de rendimento vêm, principalmente, da reversão da seleção anterior para a competitividade individual da planta, que entrava em conflito com a eficiência da comunidade planta, ou de compensações entre a adaptação às condições do passado e do presente.</p>
<p>Identificar compensações evolutivas, que impõem concessões agronômicas mínimas, pode apontar o caminho para melhorias adicionais no potencial de rendimento e outras características de nível de comunidade.</p>
<p>Os genótipos de culturas que beneficiam as culturas subsequentes merecem mais atenção. As inovações radicais nunca testadas pela seleção natural podem ter um potencial considerável, mas tanto as compensações quanto as sinergias costumam ser difíceis de prever.</p>
<p>O milho, por exemplo, <strong>é um dos cereais mais cultivados e importantes na alimentação humana e animal</strong>. Mesmo com os avanços genéticos, é inegável seu alto consumo de fertilizantes, em especial o nitrogenado. Mas o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">quão impactante é isso</a></strong>?</p>
<p>Nutricionalmente, a planta e o solo requerem atenção e, claro, isso culminará no preço final.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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		<title>Enxofre para plantas: qual a importância na agricultura?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[enxofre]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um solo fertilizado e bem nutrido, por meio de suprimento de enxofre(S), garante uma maior qualidade das plantas, principalmente em relação aos teores de matéria orgânica. A essencialidade do S para as plantas é devido à presença dos aminoácidos sulfurados cistina e metionina nas proteínas vegetais. No solo, encontra-se armazenado na forma orgânica. O manejo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um solo fertilizado e bem nutrido, por meio de suprimento de enxofre(S), garante uma maior qualidade das plantas, principalmente em relação aos teores de matéria orgânica.</p>
<p>A essencialidade do S para as plantas é devido à <strong>presença dos aminoácidos sulfurados cistina e metionina nas proteínas vegetais</strong>. No solo, encontra-se armazenado na forma orgânica.</p>
<p>O manejo do solo realizado de forma inadequada, resulta em redução no teor de matéria orgânica, associado ao uso de corretivos em superfície e fertilizantes concentrados com ausência de S, possibilita uma maior probabilidade de resposta das culturas à adubação sulfatada.</p>
<p>Assim, você vai entender o que torna o S um importante nutriente para o solo e planta, uma vez que ele interfere diretamente na qualidade dos grãos e até na defesa da planta.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O enxofre nas plantas como mecanismo de defesa</h2>
<p>O S é importante não somente como nutriente, mas também por seu papel no mecanismo de defesa da planta contra pragas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a>. As plantas sadias contêm grande variedade de metabólitos secundários, muitos dos quais contendo <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nitrogênio</strong></a>(N) e S em sua estrutura.</p>
<p>Esses compostos estão presentes seja em sua forma ativa biologicamente ou armazenados como precursores inativos, que são convertidos na forma ativa pela ação de enzimas em resposta ao ataque do patógeno ou da praga.</p>
<p>Embora o uso do enxofre elementar (S0) como fungicida seja muito antigo, pouco se sabe a respeito do modo como ele funciona.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Formas do enxofre</h2>
<p>Nos solos tropicais, o S está nas formas orgânicas e inorgânicas, sendo a primeira forma predominante (90%). Isso é comprovado pelas altas correlações verificadas entre os teores de carbono orgânico ou N total e os teores de S total ou orgânico.</p>
<p>O S orgânico pode ser dividido em duas frações distintas: <strong>ésteres e ligados diretamente ao carbono</strong>.</p>
<p>O S orgânico é gradualmente mineralizado à SO4-2. Pelo fato de a fração orgânica deste nutriente ser a predominante, a mineralização e imobilização regulam o ciclo no solo e controlam a disponibilidade de enxofre às plantas.</p>
<p>O armazenamento de S orgânico significa suprimento constante deste elemento às plantas e, para isso, a manutenção de teores adequados de matéria orgânica no solo é fundamental!</p>
<p>As transformações de S no solo são controladas por processos bióticos e abióticos. A importância relativa de cada processo depende de fatores como:</p>
<ul>
<li>Temperatura do solo;</li>
<li>pH;</li>
<li>Umidade;</li>
<li>Quantidade de argilominerais;</li>
<li>Óxidos de ferro e alumínio;</li>
<li>Conteúdos de carbono e N.</li>
</ul>
<p>Há ainda os processos de transformações bióticas que estão relacionadas aos processos de:</p>
<ul>
<li>Mineralização;</li>
<li>Imobilização;</li>
<li>Oxi-redução;</li>
<li>Assimilação de S pela planta.</li>
</ul>
<p>Já os processos abióticos ocorrem em função de:</p>
<ul>
<li>Adsorção;</li>
<li>Dessorção;</li>
<li>Precipitação;</li>
<li>Dissolução do S inorgânico.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Recomendações de sulfatados</h2>
<p>Para determinar corretamente a necessidade de S, deve-se realizar análise de solo em duas profundidades, <strong>0 a 20 cm e 20 a 40 cm</strong>, devido à mobilidade do nutriente no solo e o seu acúmulo em subsuperfície.</p>
<p>As fontes mais comuns de fertilizantes sulfatados simples têm o elemento na forma de sulfato:</p>
<ol>
<li>Sulfato de amônio;</li>
<li>Superfosfato simples;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gesso</strong></a> (natural ou agrícola);</li>
<li>Sulfato de potássio;</li>
<li>Diversas combinações, especialmente de fertilizante nitrogenados com fertilizantes contendo sulfato.</li>
</ol>
<p>A recomendação de fertilizantes sulfatados apresenta grande complexidade em função dos inúmeros fatores que controlam a dinâmica de S no solo. Alguns fatores que influenciam na resposta, são:</p>
<ul>
<li>Contribuição das chuvas e das irrigações como veículo de deposição do S atmosférico;</li>
<li>Ciclagem do S através de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas de cobertura</strong></a> com sistema radicular bem desenvolvido e fluxo ascendente de sulfato em períodos de balanço hídrico negativo.</li>
</ul>
<h2>Qual a quantidade ideal de enxofre nas plantas?</h2>
<p>Nas recomendações típicas de S, as doses variam de 20 a 50 kg ha-1, dependendo do manejo, da cultura e do teor do elemento no solo.</p>
<p>Além disso, para o uso eficiente do gesso agrícola em regiões de subsolo ácidos, requere-se uma correta diagnose baseada em critérios químicos que levem às recomendações seguras das doses a serem aplicadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21402 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola.jpg" alt="Gesso agrícola" width="224" height="224" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola.jpg 224w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gesso-agricola-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 224px) 100vw, 224px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Gesso agrícola. Fonte: Calcário Fosfarine</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os critérios para aplicação são avaliação da camada de 20 a 40 cm onde: <em>teores de Ca &lt; 0,4 cmol</em></span><em><span style="font-weight: 400;">c </span><span style="font-weight: 400;">dm</span><span style="font-weight: 400;">-3</span><span style="font-weight: 400;"> e/ou Al &gt; 0,5 cmol</span><span style="font-weight: 400;">c </span><span style="font-weight: 400;">dm</span><span style="font-weight: 400;">-3</span><span style="font-weight: 400;"> e ou saturação por alumínio (m%) &gt; 30%.</span></em></p>
<p>Para cálculo da dosagem sugere-se a seguinte fórmula:</p>
<p><em>NG (kg ha-1) = 50 * % argila</em></p>
<p><em>onde: NG &#8211; Necessidade de gessagem</em></p>
<p>Método que baseia em elevar a saturação de Ca na CTC efetiva na camada de 20 a 40 cm a 60%, sendo aplicado a seguinte fórmula:</p>
<p><em>NG (t ha-1) = (0,6 * (CTC efetiva &#8211; Ca (20 a 40 cm)) * 6,4</em></p>
<p><em>onde: NG &#8211; Necessidade de gessagem</em></p>
<p>Para avaliação da dose a ser aplicada, o monitoramento da <a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-microbiologica-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análise de solo</strong></a> em profundidade deve ser considerada, para que se possa <strong>avaliar a redistribuição de cálcio no perfil do solo</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21403 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular.jpg" alt="Sistema radicular de plantas com e sem aplicação de gesso" width="309" height="174" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular.jpg 309w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Distribuição relativa das raízes, no perfil de um solo do tipo latossolo argiloso. Na 1ª, sem a aplicação de gesso e na 2ª, com a aplicação de gesso. Fonte: Boletim técnico 32 &#8211; Embrapa</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21404 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1.jpg" alt="Ilustração da cultura do milho em um perfil de lâmina d’água no latossolo argiloso sem e com tratamento de gesso" width="309" height="228" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1.jpg 309w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/sistema-radicular-1-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Cultura do milho em um perfil de lâmina d’água no latossolo argiloso, após um veranico de 25 dias. À esquerda, sem tratamento com gesso e à direita com tratamento de gesso. Fonte: Boletim técnico 32 &#8211; Embrapa</span></p>
<h2>Cuidados na hora da adubação</h2>
<p>Programas de adubação, que visam altas produtividades, devem considerar, além das necessidades de S da cultura, a reciclagem dos resíduos orgânicos.</p>
<p>Deve-se observar que a disponibilidade de S, a curto prazo, está ligada principalmente à quantidade e ao tipo de resíduos culturais, os quais dependem do sistema de rotação de culturas empregado, enquanto, a longo prazo, a disponibilidade de S está mais relacionada ao sistema de preparo do solo.</p>
<p>E fique atento! Cada um desses pontos, quando não analisados e respeitados, <strong>podem ocasionar perda de produção.</strong></p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Fósforo no solo brasileiro: principais fontes e como ter melhor aproveitamento</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[fósforo]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos elementos químicos que melhora significativamente a fertilidade dos solos brasileiros, é o fósforo (P), então todo produtor precisa incluí-lo em seu planejamento de fertilizantes, bem como nitrogênio, enxofre, etc. O fósforo é um macronutriente primário e essencial, já que está ligado ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Ou seja, quanto mais no início [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos elementos químicos que melhora significativamente a <strong>fertilidade dos solos</strong> brasileiros, é o fósforo (P), então todo produtor precisa incluí-lo em seu planejamento de fertilizantes, bem como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">enxofre</a></strong>, etc.</p>
<p>O fósforo é um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/" target="_blank" rel="noopener">macronutriente</a></strong> primário e essencial, já que está ligado ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Ou seja, quanto mais no início conseguir fornecer este nutriente, maiores são as garantias de sucesso da cultura.</p>
<p>No entanto, os solos brasileiros são, predominantemente, latossolos e pobres em fósforo e isso limita a produção das plantas, que por sua vez, absorvem fósforo da solução do solo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na solução do solo, o P constitui apenas uma fração de todo o fósforo presente no solo, podendo ser fornecido pela hidrólise do fósforo inorgânico (Pi) ou pela mineralização do fósforo orgânico (Po). Essas frações, por sua vez, são trocadas por compostos P mais estáveis por meio de reações lentas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o suprimento de fósforo para as culturas depende das quantidades de Pi lábil, das taxas de transformação entre Pi lábil mais estáveis e do tamanho das taxas de transformação do reservatório de Po mineralizável no solo.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Principais fontes de fósforo</h2>
<p>As principais fontes minerais de fósforo são:</p>
<ul>
<li><strong>Fosfato monoamônico</strong> ou MAP (10% de N e 46 a 50% de P₂O₅);</li>
<li><strong>Fosfato diamônico</strong> ou DAP (16% de N e 38 a 40% de P₂O₅);</li>
<li><strong>Superfosfato simples ou super simples</strong> (16 a 18% de P₂O₅ e 18 a 20% de Ca &#8211; Cálcio);</li>
<li><strong>Superfosfato triplo ou super triplo</strong> (41% de P₂O₅ e 7 a 12% de Ca);</li>
<li><strong>Termofosfato</strong> (18% de P₂O₅, 9% de Mg &#8211; Magnésio, 20% de Ca e 25% de SiO₄).</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Um dos problemas na avaliação da reversibilidade da sorção é que o P sorvido sofre outras transformações com o tempo.</p>
<p>O processo pode envolver:</p>
<ul>
<li>Recristalização;</li>
<li>Difusão de estado sólido,</li>
<li>Múltiplos reservatórios de P que não estão em troca imediata com a solução ou que têm afinidades diferentes com o P.</li>
</ul>
<p>Além dos processos inorgânicos, o <em>turnover</em> da matéria orgânica libera constantemente fósforo na solução a partir da mineralização de Po que cria um reservatório de P &#8220;total disponível&#8221; dependente do tempo.</p>
<p>O fósforo disponível deve ser definido com relação ao <strong>tipo de sistema de produção em que é medido</strong>, incluindo:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Período em que ele é necessário;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ciclo de crescimento;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Taxas de reciclagem no período.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21381 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo.jpg" alt="Fósforo no solo e suas características" width="700" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo.jpg 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-300x135.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-370x167.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-270x122.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/fosforo-no-solo-150x68.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Esquema didático da fosfatagem. Fonte: Rehagro</span></p>
<h2>Escassez x reposição de fósforo no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A escassez natural de fósforo é um grande problema nos solos brasileiros.</strong> A ampla disponibilidade e uso de fertilizantes P, no entanto, tem transformado áreas do Cerrado consideradas improdutivas. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21382 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo.jpg" alt="Disponibilidade de fósforo no solo brasileiro" width="600" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/mapa-brasil-fosforo-solo-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mapa do fósforo acumulado no solo durante o cultivo no Brasil, com adição de fertilizante mineral entre 1960 e 2016. </span>Fonte: Pavinato </span><i><span style="font-weight: 400;">et al</span></i><span style="font-weight: 400;">. (2020)</span></span></p>
<h3>Perspectivas do fósforo no Brasil</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As previsões para o uso de fertilizantes minerais fosfatados no Brasil <strong>devem aumentar de 3 a 5% ao ano na próxima década</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a quantidade de P aplicada por cultura também aumentou ano a ano nas últimas duas décadas (72 e 105% para soja e milho, respectivamente), com valores médios de 27,2 e 22,9 kg ha</span><span style="font-weight: 400;">− 1</span><span style="font-weight: 400;"> de P aplicados atualmente. </span></p>
<h2>Eficiência no uso de fósforo no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do aumento no uso de fertilizante P, a eficiência de seu uso ainda é muito menor do que o esperado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os baixos valores de eficiência estão associados à <strong>alta capacidade de fixação de P dos solos brasileiros</strong> e sua capacidade de ligar quase irreversivelmente nas superfícies de oxihidróxidos de Fe / Al. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa eficiência pode ser aumentada em até 80% em solos tropicais quando o pH do solo é corrigido frequentemente e as rotações de culturas são adequadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra maneira de melhorar a eficiência do uso de P é a estratégia de gestão 5R:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Realinhar os insumos de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reduzir as perdas de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reciclar P em biorrecursos; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recuperar P em resíduos; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redefinir P em sistemas alimentares.</span></li>
</ol>
<h2>Estratégias para um melhor aproveitamento de fósforo no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Há uma necessidade de adotar estratégias de manejo aprimoradas para explorar P acumulado e sua eficiência, se quisermos aumentar a produção agrícola global preservando os recursos naturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas das estratégias mais promissoras incluem: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumentar o pH do solo pela calagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Melhoramento de culturas adaptáveis ao acesso de P no solo ainda inexplorável;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Inoculação da cultura com microrganismos solubilizadores de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Introdução de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>culturas de cobertura</strong></a> com eficiência de P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agricultura mais intensiva, com sistema de dupla safra ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consorciado</strong></a>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fertilizantes P modernos, específicos para culturas; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Administrar nutrientes 4R melhorando o manejo do fertilizante P; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Melhorar o solo para aumentar a raiz e ela ser capaz de absorver P em um grande volume de solo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aplicação de fertilizante P incorporado e/ou próximo ao sistema radicular da planta.</span></li>
</ol>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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		<title>Nematoides na soja: principais tipos e como realizar o controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 12:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[nematoides]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, os nematoides recorrentes à cultura da soja têm sido os formadores de galhas (Meloidogyne spp.), o de cisto (Heterodera glycines), o das lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus) e o nematoide-reniforme (Rotylenchulus reniformis). Espécies como Helicotylenchus dihystera e Scutellonema brachyurus têm sido consideradas emergentes, como potenciais patógenos da cultura da soja, seja pela ampla distribuição [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, <strong>os nematoides recorrentes à cultura da soja</strong> têm sido os <strong>formadores de galhas</strong> (<i>Meloidogyne</i> spp.), <strong>o de cisto</strong> (<i>Heterodera glycines</i>), <strong>o das lesões radiculares</strong> (<i>Pratylenchus brachyurus</i>) e o <strong>nematoide-reniforme</strong> (<i>Rotylenchulus reniformis</i>).</p>
<p>Espécies como <i>Helicotylenchus dihystera</i> e <i>Scutellonema brachyurus</i> têm sido consideradas emergentes, como potenciais patógenos da cultura da soja, seja pela ampla distribuição nas lavouras brasileiras, seja pelo aumento nas densidades populacionais encontradas na cultura. <i>Tubixaba tuxaua</i> também pode ser considerado patógeno potencial da cultura, embora com distribuição mais restrita.</p>
<p>Outro nematoide emergente, <i>Aphelenchoides besseyi</i>, é o único de parte aérea, relatado na cultura da soja, que tem por hábito alimentar-se das inflorescências, flores e folhas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Evolução dos nematoides</h2>
<p><strong>No Brasil, os danos provocados por nematoides podem chegar a R$ 35 bilhões por ano e, somente na soja, estima-se que os prejuízos alcancem R$ 16,2 bilhões.</strong></p>
<p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) listou os nematoides entre as <span style="font-size: 12pt;">pragas </span>consideradas de maior risco sanitário e com potencial de provocar prejuízos econômicos à agricultura brasileira.</p>
<p>Os nematoides apresentaram, ao longo de centenas de anos, <strong>transformações de partes do aparelho bucal em estrutura resistente, denominada estilete</strong>. Esta modificação conferiu a esses organismos a capacidade de adaptar-se a outra fonte alimentar e, assim, extrair alimentos de células vegetais.</p>
<p>Utilizam o estilete para perfurar os tecidos da parede celular e, a princípio, injetar secreções enzimáticas no interior das células. Estas secreções promovem uma pré-digestão do conteúdo celular que, posteriormente, será sugado por meio do estilete. Ação que pode induzir alterações na morfologia desta célula e das células adjacentes ou necrose dos tecidos.</p>
<p>Estes minúsculos patógenos são imperceptíveis até provocar os primeiros danos à lavoura, quando os sintomas da sua presença são observados nas plantas, na maioria das vezes, já completamente comprometidas.</p>
<p>As doenças de plantas causadas por fitonematoides tornaram-se comuns em diversos países, e a maioria refere-se à alimentação do patógeno no <strong>sistema radicular</strong> do vegetal. No entanto, algumas espécies são parasitas de órgãos aéreos.</p>
<p>Na cultura da soja existem relatos no mundo que se referem à <strong>coexistência de</strong> <strong>mais de 100 espécies de fitonematoides</strong>, envolvendo cerca de 50 gêneros.</p>
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<h2>Nematoide-das-galhas</h2>
<p><strong>Os nematoides-das-galhas estão entre os mais importantes parasitas da cultura da soja.</strong> Existem mais de 80 espécies de nematoides do gênero <i>Meloidogyne </i>reconhecidas em todo o mundo.</p>
<p>Na cultura da soja nacional destacam-se <i>Meloidogyne javanica </i>e <i>M. incognita</i>. A primeira encontra-se disseminada por todas as áreas de soja e tem sido relacionada com os danos mais severos à cultura, enquanto a segunda, não menos problemática, é muito comum em áreas com histórico de cultivo de café e algodão.</p>
<p>Esses nematoides são classificados como endoparasitas sedentários, cuja interação entre patógeno e planta é extremamente evoluída.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21610 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1.jpg" alt="Nematoides das galhas" width="512" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-1-1-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>Tanto a formação quanto a manutenção do sítio de alimentação são complexas e envolvem ação de enzimas e outras proteínas produzidas pelo nematoide. Tal sítio é composto por cerca de seis a oito células do hospedeiro, caracteristicamente grandes, com vacúolos pequenos ou ausentes, multinucleadas e com citoplasma denso.</p>
<p>Comumente, os sítios de alimentação são denominados células gigantes e funcionam como drenos na planta, visto que são responsáveis por desviar nutrientes que seriam usados no crescimento e na produção da planta, para servirem como alimento para os nematoides.</p>
<p>Como a alimentação do nematoide causa crescimento e multiplicação desordenada das células, observa-se, externamente, a formação de nodosidades nas raízes, comumente chamadas galhas, sendo este o sintoma típico do nematoide. Como reflexo, observam-se plantas subdesenvolvidas e com característica de deficiência nutricional, sendo ainda comum a presença de folhas carijó.</p>
<h3>Sintomas do Nematoide-das-galhas</h3>
<p>No campo, os sintomas ocorrem em reboleiras, visto que o nematoide apresenta movimentação limitada no solo, sendo disseminado, principalmente, por práticas agrícolas resultantes do revolvimento do solo.</p>
<p>É importante ressaltar que os sintomas são comumente observados no período reprodutivo da planta, o que muitas vezes faz com que técnicos e produtores acreditem que os nematoides atacam as plantas no período do florescimento, mas, na verdade, o nematoide infecta as raízes desde a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">germinação das sementes</a></strong>, preferindo sempre as raízes jovens.</p>
<p>O sintoma é mais visível em plantas na fase de florescimento, por ser um período de alta demanda de água e nutrientes, e quando a população do nematoide já se encontra elevada nas raízes, as quais perdem a função de suprir as necessidades da planta. Outro fator que contribui para manifestação severa de sintomas é a estiagem.</p>
<p>Apesar de as galhas constituírem sintomas típicos e fáceis de ser diagnosticados a olho nu, é importante lembrar que, comumente, os nematoides ocorrem em populações mistas no solo. A presença de nematoides-das-galhas pode mascarar a percepção de outras espécies presentes na área.</p>
<p>Destaca-se ainda que, além dos danos diretos ocasionados pelo nematoide, os processos de penetração, movimentação e alimentação abrem portas de entrada e predispõem a planta à ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">outras doenças</a></strong>, principalmente associadas a fungos de solo, com destaque para <i>Fusarium solani</i> f. sp. <i>glycines</i>.</p>
<h2>Nematoide-de-cisto-da-soja</h2>
<p><strong>O nematoide-de-cisto-da-soja, <i>Heterodera glycines</i>, continua a ser uma séria ameaça à produção de soja em todo o mundo.</strong> É uma das principais pragas da cultura pelos prejuízos que podem causar e pela facilidade de disseminação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21611 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja.jpg" alt="Nematoide de cisto da soja" width="723" height="406" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja.jpg 723w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>
<p>Este nematoide caracteriza-se como um semiendoparasita sedentário, cujo ciclo de vida é semelhante àquele descrito para <em>Meloidogyne</em>, e completa-se em torno de três semanas.</p>
<p>A reprodução ocorre por anfimixia (cruzamento entre macho e fêmea), o que garante alta variabilidade genética. O sintoma inicial de ocorrência do nematoide-de-cisto-da-soja nas lavouras caracteriza-se pela presença de reboleiras, com as plantas atrofiadas e cloróticas e com poucas vagens.</p>
<p><strong>Em locais onde a população do patógeno é alta, também pode ocorrer morte prematura de plantas</strong>.</p>
<p>Cuidados devem ser tomados, uma vez que deficiência de alguns nutrientes, especialmente nitrogênio (N), <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-soja-como-economizar-no-potassio/" target="_blank" rel="noopener">potássio</a></strong> (K) e certos micronutrientes, fitotoxicidade por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">defensivos agrícolas</a></strong>, compactação do solo e outras desordens fisiológicas podem ocasionar os mesmos sintomas na parte aérea das plantas.</p>
<p>Nas regiões com boa distribuição de chuvas e solos de fertilidade natural mais alta, as plantas doentes podem não exibir sintomas evidentes na parte aérea, exceto uma ligeira redução no porte.</p>
<p>Portanto, o diagnóstico definitivo deve ser realizado com base nos sinais, ou seja, presença de fêmeas de cor branca ou amarela presas às raízes, cerca de cinco semanas após a semeadura da soja.</p>
<h2>Nematoides-das-lesões-radiculares</h2>
<p><strong>Os nematoides-das-lesões-radiculares (<i>Pratylenchu</i>s spp.) são assim denominados pelos sintomas causados nas raízes das plantas hospedeiras</strong>, as quais servem de porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em necroses e podridões.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21612 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2.jpg" alt="Nematoides das lesões radiculares" width="512" height="211" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-300x124.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-370x152.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-270x111.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-2-150x62.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>É um endoparasita migrador que <strong>causa danos mecânicos às raízes durante a alimentação e movimentação no interior dos tecidos</strong>. Além disso, apresenta ação espoliadora, pela retirada do conteúdo citoplasmático, e danos por ação tóxica, pela injeção de substâncias no córtex radicular.</p>
<p>Como consequência, modificam e destroem os tecidos, comprometendo a absorção e o transporte de água e nutrientes, prejudicando o desenvolvimento da planta, bem como facilitando a infecção por patógenos secundários.</p>
<p>Os sistemas radiculares parasitados mostram-se reduzidos e pouco volumosos, e as plantas apresentam menor estatura, clorose e murchamento das folhas, refletindo em perdas de produção.</p>
<h2>Nematoide-reniforme</h2>
<p><i>Rotylenchulus reniformis </i>é considerado um dos principais problemas da cultura do algodoeiro, mas sua importância vem crescendo nos últimos anos em áreas cultivadas com soja e algodão na região do Cerrado brasileiro.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, <strong>esse nematoide era considerado um patógeno secundário para a cultura da soja</strong>. Contudo, atualmente é tido como espécie emergente nesta cultura, principalmente em lavouras do estado do Mato Grosso, onde sua ocorrência tem aumentado de forma consistente e altas populações têm sido associadas a perdas em rendimento na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21613 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1.jpg" alt="Nematoides reniforme" width="740" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-300x112.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-270x101.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/nematoides-na-soja-1-150x56.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Esse nematoide é considerado um semiendoparasita sedentário, que pode alimentar-se em qualquer ponto ao longo do comprimento das raízes. As fêmeas presentes no interior das raízes induzem à formação de um tecido nutridor, de onde retiram seu alimento para completar o ciclo de vida.</p>
<p>A produção de ovos inicia-se entre cinco e sete dias após a infecção das raízes das plantas, em número de até 100 ovos. Seu ciclo de vida é completado entre 24 a 30 dias, com grande influência da temperatura nesse período.</p>
<p>Outro fator que favorece essa espécie é a textura do solo, sendo este de textura fina, siltoso ou argiloso. Tem como característica a elevada capacidade de sobrevivência na ausência do hospedeiro, podendo permanecer no solo por até dois anos.</p>
<p>O manejo de <i>R. reniformis </i>pode ser realizado, principalmente, por meio da rotação de culturas, uma vez que esse nematoide possui círculo de hospedeiros mais restrito, em relação a <i>Meloidogyne </i>spp. ou <i>P. brachyurus</i>, além do uso de cultivares resistentes.</p>
<p>As cultivares de soja americanas Forrest e Custer são consideradas padrões de resistência ao nematoide-reniforme e, aparentemente, cultivares com resistência ao nematoide-de-cisto também conferem resistência a <i>R. reniformis.</i></p>
<h2>Como fazer o controle dos nematoides?</h2>
<p>Atualmente, <strong>práticas de <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">controle biológico</a> fazem parte do manejo integrado para redução de um organismo “patógeno”</strong> alvo através de outros organismos vivos presentes rotineiramente na natureza, que não plantas resistentes com foco no retardo da densidade do inóculo ou das atividades determinantes da doença, estabelecendo equilíbrio por meio de ações que busquem melhoras na biodiversidade do solo.</p>
<p>Desse modo, os fungos antagonistas, fazem parte do nicho ecológico de biocontrole, entre eles os chamados fungos nematófagos, divididos em três grupos distintos (predadores, endoparasitas, oportunistas parasitas de ovos e juvenis), produzindo metabólitos tóxicos aos nematoides, além de poderem competir por nutrientes e espaço com os patógenos, ou ainda induzir a planta a desenvolver resistência as doenças.</p>
<p>São classificados de acordo com os mecanismos de ataque a seus hospedeiros, entre eles:</p>
<ul>
<li>Fungos predadores com a produção de hifas modificadas em armadilhas para captura;</li>
<li>Fungos endoparasitas com produção de esporos que servem de alimento para nematoides;</li>
<li>Fungos oportunistas ou predadores de ovos, que colonizam e perfuram cascas de ovos de nematoides;</li>
<li>Fungos tóxicos, com produção de toxinas que imobilizam o nematoide antes da penetração das hifas.</li>
</ul>
<p>As populações de fitonematoides, que coexistem no solo, flutuam sob a dependência da pressão dos fatores bióticos e abióticos. Tal influência responde não só pela quantidade, mas também pela qualidade das populações.</p>
<p>A duração do ciclo de vida, razão sexual, taxa reprodutiva, dinâmica e distribuição populacional no solo são geridos pela temperatura, umidade, textura, aeração e pH do solo, bem como pela cultura e pela planta hospedeira, por outros organismos existentes e pelo manejo adotado.</p>
<p>O produtor deve conhecer e estabelecer um rigoroso manejo em cada talhão da propriedade, para tanto a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">análise nematológica</a></strong>, em laboratório especializado, é tão necessária quanto as demais análises efetuadas na lavoura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Produção de milho no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
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		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste e-book, falaremos sobre como a produção de milho é considerada estratégica para o alicerce da agricultura brasileira. Este grão compõe diversos sistemas de cultivo do país. As tecnologias empregadas nas regiões produtoras deste cereal, torna a oferta de grãos no mercado brasileiro dinâmica. Além disso, também têm relação direta nos preços das commodities agrícolas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste e-book, falaremos sobre como a produção de milho é considerada estratégica para o alicerce da <strong>agricultura brasileira</strong>. Este grão compõe diversos sistemas de cultivo do país.</p>
<p>As tecnologias empregadas nas regiões produtoras deste cereal, torna a oferta de grãos no mercado brasileiro dinâmica.</p>
<p>Além disso, também têm <strong>relação direta nos preços das commodities agrícolas e/ou pecuárias</strong> que compõem os sistemas produtivos em que o milho está inserido.</p>
<p>Para um cultivo com resultados satisfatórios quanto à produtividade, qualidade do produto, lucros e sustentabilidade da atividade, é preciso maior conhecimento sobre a planta de milho e seu ambiente de produção.</p>
<p>Dentre eles, podemos citar: fisiologia e fenologia da planta, condições climáticas, o momento do plantio, plantas daninhas, pragas e <strong>doenças</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Quebra da dominância apical na cultura da soja: como ela influencia o desenvolvimento?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/quebra-da-dominancia-apical-na-cultura-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 17:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil ocupa posição de destaque no cenário mundial na produção de soja, devido ao melhoramento genético. Isso possibilitou o lançamento de cultivares adaptadas a todo o território, além, principalmente, dos conhecimentos gerados em relação ao manejo de solos tropicais. Nos últimos anos, muitos avanços no manejo da fertilidade do solo, pragas, doenças e plantas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil ocupa <strong>posição de destaque no cenário mundial na produção de soja</strong>, devido ao melhoramento genético. Isso possibilitou o lançamento de cultivares adaptadas a todo o território, além, principalmente, dos conhecimentos gerados em relação ao manejo de solos tropicais.</p>
<p>Nos últimos anos, muitos avanços no manejo da fertilidade do solo, pragas, doenças e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> foram gerados, bem como a adoção do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto (SPD)</a></strong>. Esses fatores permitiram ao país dispor de uma das mais avançadas tecnologias referentes ao cultivo de soja do mundo.</p>
<p>Visando o aumento de produtividade, diversas propostas de manejo vêm surgindo para a cultura da soja. Muitas foram adotados por alguns produtores, mesmo sem respaldo científico.</p>
<p>Dentre estas tecnologias destaca-se a tentativa da quebra de dominância apical da soja, utilizando-se substâncias consideradas reguladores de crescimento. Como exemplo, citamos alguns herbicidas que podem desempenhar esse papel de forma indireta.</p>
<p>Além das substâncias químicas, acredita-se na possibilidade de utilização dos<strong> fitohormônios</strong>. A finalidade é de alterar a arquitetura de plantas, bem como causar mudanças nos componentes de produção da cultura da soja.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que são citocininas e como impactam na quebra da dominância apical?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As <strong>citocininas</strong> (Ck) são descritas como importantes substâncias neste contexto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Elas podem causar a <strong>quebra da dominância apical, induzindo o aumento de brotações de gemas laterais e, consequentemente, causar um aumento na produtividade</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>quebra da dominância apical ocorre devido à menor produção de auxina, que é sintetizada no ápice da planta</strong>. Com isso, poderia ocorrer um aumento na síntese/concentração de citocinina, hormônio responsável pela emissão de ramificações da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredita-se que ao utilizar <a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>herbicidas</strong></a> que possam comprometer a dominância apical, a planta mudaria o seu fluxo hormonal interno. Assim, modificaria o número dos componentes de produção que a cultura apresenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A emissão de novos ramos laterais ocorre, devido ao aumento do número de nós, os quais apresentam gemas capazes de gerar novos ramos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, acredita-se que a utilização de reguladores de crescimento poderia aumentar de forma indireta o número de ramos e, consequentemente, e o número de flores, vagens e a produtividade da cultura.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21616 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2.jpg" alt="Planta de soja" width="396" height="704" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2.jpg 396w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-169x300.jpg 169w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-370x658.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-270x480.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-2-150x267.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 396px) 100vw, 396px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Inara Alves</span></p>
<h2>Componentes de produção da soja</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A produtividade da <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cultura da soja</strong></a> é determinada por diversos fatores relacionados com a fisiologia, morfologia e manejo da cultura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Características como altura de plantas, número de nós por planta, ramos laterais, número de vagens por planta e grãos por vagens, peso de 100 grãos, estão diretamente ligados ao potencial produtivo da soja no final de seu ciclo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quantidade de grãos por área é determinada em função de várias características:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Número de nós e de hastes por planta;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Densidade de plantas;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Peso e número de sementes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Vagens por planta;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Sementes por vagem. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos estes componentes são determinados por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">processos fenológicos</a></strong> como desenvolvimento vegetativo, florescimento, frutificação e maturação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A grande maioria das variações que ocorrem na produtividade de soja estão associadas com alterações que podem vir a ocorrer no momento de formação dos componentes de produção da cultura, como número de vagens e grãos. Consequentemente, os processos que determinam o número de vagens e grãos por área desempenham papel importante na produtividade da cultura.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>taxa de formação de flores e vagens está relacionada à formação de ramos laterais nas plantas</strong>, já que a formação de flores ocorre nas axilas presentes nos ramos laterais, a qual é coordenada pelo balanço entre os hormônios auxina e citocinina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A citocinina se apresenta como fator principal na indução de formação de flores, pois, está envolvida no processo de divisão, expansão, alongamento e diferenciação celular, além do crescimento da gema axilar e formação dos primórdios foliares, o que repercute na maior ou menor produtividade da cultura ao final de seu ciclo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A densidade de plantas é outro fator de grande importância para o crescimento e a produtividade de soja. Quando a <strong>densidade de plantas é elevada, a formação de ramos laterais diminui e, dessa forma, o número de nós dos ramos laterais decresce, interferindo na produtividade</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Situações com elevada população de plantas desencadeia uma competição por luz e pela absorção de nutrientes, sendo que estas plantas podem se tornar estioladas, com os caules finos e propensos ao acamamento.</span></p>
<h2>Herbicidas e fito hormônios visando a quebra da dominância apical</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As maiores produtividades, são obtidas através da utilização de um conjunto de práticas culturais, as quais ajudam a adequar o ambiente, de forma que a cultura possa alcançar o máximo potencial produtivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as práticas que podem ser usadas para a cultura da soja, a aplicação de fitohormônios e reguladores de crescimento está sendo explorada cada dia mais. Alguns estudos indicam as auxinas, as citocininas (CKs) e as giberelinas (GAs) como fitohormônios promissores em melhorar as características agronômicas de diversas culturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os reguladores de crescimento são compostos químicos sinalizadores que atuam na regulação do crescimento e desenvolvimento de plantas. Normalmente, os reguladores estão ligados a receptores na planta e desencadeiam uma série de mudanças celulares, as quais podem afetar a iniciação ou modificação do desenvolvimento de órgãos, ou tecidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os fitohormônios, ou hormônios vegetais, são <strong>compostos orgânicos sintetizados em uma parte específica da planta e transportados para outra parte na qual em pequenas concentrações causam uma resposta fisiológica</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os hormônios vegetais podem causar modificações fisiológicas ou morfológicas, influenciando a germinação, crescimento e desenvolvimento vegetal, florescimento, frutificação, senescência e abscisão de folhas ou flores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os herbicidas lactofen e carfentrazone, têm sido utilizados por sojicultores, que acreditam na sua capacidade indireta em diminuir o porte de plantas de soja. Como são herbicidas inibidores da enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), as ações de tais produtos geram o acúmulo de compostos fotodinâmicos como a protoporfirina IX, que interfere negativamente na fotossíntese, respiração e cadeia de transporte de elétrons na planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mecanismos que levam à <strong>quebra da dominância apical e, consequentemente, a menor altura de plantas, causam desbalanço hormonal interno</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a quebra da dominância apical, os níveis de auxina na planta diminuem, diminuindo os níveis de ácido abscísico e o transporte de nutrientes e citocininas das raízes para a gema lateral. Devido a esse efeito, acredita-se na possibilidade de se conseguir um aumento no número de ramos laterais de plantas de soja.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na maioria das plantas, o <strong>crescimento da gema apical inibe o crescimento das gemas laterais, fenômeno denominado de dominância apical</strong>. As citocininas tem um grande potencial na indução da divisão celular, em conjunto com as auxinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses dois hormônios vegetais interagem no controle da dominância apical, sendo que a relação é antagônica, uma vez que a auxina impede o crescimento de gemas laterais e a citocinina estimula esse crescimento.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21618 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4.jpg" alt="Interação entre a auxina e citocinina na regulação do desenvolvimento das gemas laterais na cultura de soja." width="816" height="479" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4.jpg 816w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-768x451.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-370x217.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-270x158.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-740x434.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/quebra-dominancia-apical-4-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 8pt;">Interação entre a auxina (AIA) e citocinina (CK) na regulação do desenvolvimento   das gemas laterais. Fonte: (MASON et al., 2014).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As alterações causadas no interior e exterior da planta após o uso de reguladores de crescimento, podem vir a modificar o metabolismo interno da planta, de modo que esta poderá alterar a rota dos carboidratos, fazendo com que estes sejam acumulados em outros tecidos da planta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os açúcares em abundância promovem o crescimento e o armazenamento de carboidratos nos drenos e, quando a taxa de fotossíntese é alta, ocorre o acúmulo de açúcares totais nas folhas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Trigo no Brasil: origem e histórico do cultivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 16:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado nacional é rico em oportunidades aos triticultores, devido à forte demanda, que por sua vez é baseada no alto consumo do grão e seus derivados. Nisso, produtores brasileiros de trigo estão sempre acompanhando os preços internacionais, já que na maioria das vezes importamos. O trigo (Triticum sp.) é uma cultura de grande importância econômica e alimentícia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado nacional é rico em oportunidades aos triticultores, devido à forte demanda, que por sua vez é baseada no alto consumo do grão e seus derivados. Nisso, produtores brasileiros de trigo estão sempre acompanhando os preços internacionais, já que na maioria das vezes importamos.</p>
<p>O <strong>trigo (<i>Triticum</i> sp.) é uma cultura de grande importância econômica e alimentícia</strong>, pois faz parte da dieta de praticamente toda a população mundial.</p>
<p>Hoje, boa parte do trigo é plantado em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong>, também com rotações de cultura. No entanto, historicamente o cultivo e a origem do trigo estão diretamente relacionados com a história e evolução da humanidade, o que demorou em partes sua domesticação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Origem e história do trigo</h2>
<p>Ao contrário da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">origem do milho</a></strong>, que veio das Américas, alguns pesquisadores acreditam que o trigo originou de gramíneas silvestres, desenvolvidas às margens dos rios Eufrates e Tigre, na Ásia, entre 10.000 a 15.000 a.C.</p>
<p>Os primeiros relatos do registro de trigo domesticado (trigo-<i>einkorn</i> e trigo-amidoreiro) datam de 9.500 a.C. Percebe-se, então, a relação entre a evolução da humanidade e o cultivo dessa gramínea.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12022" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo.jpg" alt="Lavoura de trigo" width="500" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo.jpg 1500w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-1024x683.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-768x512.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/trigo-740x493.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Os produtos derivados do trigo são variados e sua importância principal é pela <strong>qualidade e quantidade de proteínas.</strong></p>
<p>Relatos apontam que o primeiro pão foi feito ainda na Idade da Pedra, por habitantes de um lago suíço, há mais de 8.000 anos. Já o pão a partir de uma massa fermentada, é atribuído aos egípcios há 5.000 anos.</p>
<h2>A chegada do trigo no Brasil</h2>
<p>Apesar do uso do trigo, e seus derivados, ser antigo, o cultivo deste cereal nas Américas ocorreu na era d.C. No Brasil ele foi introduzido por volta de 1534, no período colonial na Capitania Hereditária de São Vicente, que atualmente é o Estado de São Paulo.</p>
<p>Esta primeira iniciativa de cultivo teve pouco sucesso devido às condições climáticas, mas quando o cultivo migrou para o Sul do país, com clima e solo em condições favoráveis ao desenvolvimento da cultura, tiveram <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">colheitas</a></strong> mais satisfatórias.</p>
<p>O cultivo de trigo no Brasil tem <strong>um histórico de altos e baixos devido a fatores fitossanitários e políticos</strong>. No século XVIII, o trigo quase desapareceu do país, pelo surgimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">ferrugem da folha</a></strong>, doença cujas perdas podem chegar a 60%.</p>
<p>Ao final do século XIX, com a chegada dos alemães e italianos, o cultivo desse cereal foi mantido no Rio Grande do Sul, impulsionando sua produção.</p>
<h2>O trigo no século XX</h2>
<p>No início do século XX, houve outra grande queda de produção de trigo no Brasil. Dessa vez, a enfermidade estava nas sementes importadas. Com isso o Ministério da Agricultura incentivou o plantio deste cereal, criando em 1919 duas estações de pesquisa: uma no Paraná e outra no Rio Grande do Sul, para auxiliar os triticultores.</p>
<p>O governo incentivou a triticultura no país, mas também desestimulou por causa de fraudes no setor e fechou acordos de compra de trigo americano. Com isso, a triticultura brasileira ficou em segundo plano, desvalorizando.</p>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, o governo passou a valorizar mais a produção com a chegada de maquinários próprios para esta cultura, no RS em 1960, se consolidando no país.</p>
<p>Entre a década de 1960 e 1970 o governo brasileiro criou <strong>políticas de incentivos à produção do cereal, baseada em preços de garantia, crédito agrícola a juros menores, seguro e criação de infraestrutura de suporte</strong>, que permitiu aumento de áreas plantadas, de produção e tornando o país praticamente autossuficiente.</p>
<p>Em 1974, com a criação da Embrapa Trigo, desenvolveram-se cultivares adaptadas ao clima da região, o que possibilitou maior êxito nas lavouras.</p>
<h2>Produção do trigo nos anos 80, 90 e 2000</h2>
<p>O crescimento da área cultivada e produção de trigo no Brasil eram notáveis, mas na década de 1980 houve uma forte crise econômica, aumentando a inflação e algumas políticas de negociação do trigo foram repensadas. A principal delas, foi que o preço do trigo seria determinado em relação ao mercado externo, provocando queda no preço de venda do cereal. Assim, na década de 1990, parte dos agricultores substituíram o trigo por outras culturas.</p>
<p>Já no final da década de 90, o cenário tritícola voltou a ser estimulado, devido à crescente desvalorização da moeda brasileira, redução dos estoques de trigo mundial e aumento dos preços no mercado internacional. Com isso, no início dos anos 2000, firmaram novos acordos políticos com o governo, possibilitando incorporar novas áreas e expandir para outros estados, como Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Santa Catarina e São Paulo.</p>
<p>Então, agora você já conhece a origem e importância do trigo para o país e para o mundo. A produção, muitas vezes, é o foco do produtor, mas você sabia que o armazenamento correto desse grão é fundamental? Se mal armazenado, pode gerar fungos e causar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/micotoxinas-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">micotoxinas no trigo</a></strong>.</p>
<p>Além disso, durante toda a produção, controlar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> e pragas como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong>, é de suma importância para qualquer cultura, especialmente os cereais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</strong></a> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
<p>Com uma linguagem acessível e foco em aplicações práticas, você vai aprender os fundamentos da produção agrícola — desde os ciclos das culturas até o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e análise de custos e margens.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Utilização de calcário e gesso na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/calagem-e-gessagem-no-sistema-de-producao-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 17:21:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[gessagem]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quarta edição do Webinar Grãos aborda a Calagem e Gessagem no sistema de produção de grãos, com Silvino Moreira, UFLA.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar, o Prof. Silvino Moreira, compartilha insights valiosos sobre como a aplicação correta de calcário pode revolucionar como encaramos o cultivo de grãos no Brasil.</p>
<p>Veja alguns dos temas que são abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Correção e construção do perfil do solo para a implantação de sistema de plantio direto;</li>
<li>Obtenção de altas produtividades de forma rápida;</li>
<li>Como corrigir solos de áreas de abertura;</li>
<li>Como realizar a manutenção da fertilidade em áreas com fertilidade já construída;</li>
<li>Quais as doses e equipamentos devem ser utilizados na correção.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 17:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da polinização. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão. Você sabia que a polinização [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/">Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da <strong>polinização</strong>. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão.</p>
<p>Você sabia que <strong>a polinização é uma etapa crucial </strong>durante o ciclo do milho? Por isso, neste artigo foram reunidos alguns pontos importantes para a compreensão mais completa e abrangente sobre a fase deste ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Aspectos genéticos relacionados à polinização</h2>
<p>Antes de entrar, propriamente no assunto da polinização, é preciso conhecer um pouco sobre aspectos genéticos, pois estão intimamente relacionados à polinização.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho tem origem</a></strong> nas Américas, é uma planta do tipo monóica, ou seja, possui os dois sexos separados na mesma planta, no entanto, é de espécie alógama, o que significa que sua polinização ocorre, predominantemente, por cruzamento (95%) e ao acaso. Em resumo, isso faz com que ocorra troca de genes entre os próprios indivíduos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg" alt="Processo de Polinização do Milho" width="500" height="385" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg 1139w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-300x231.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-1024x788.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-768x591.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-370x285.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-270x208.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-740x570.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do ponto de vista genético, a troca de genes faz com que os descendentes (grãos colhidos) tenham menor expressão do potencial produtivo quando cultivados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso significa que quando o produtor adquire uma semente de um milho híbrido, com elevado potencial produtivo, ele fará seu cultivo, mas após realizar a colheita e separar parte dos grãos para plantar na próxima safra, ele não observará a mesma expressão genética da safra anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre porque o cruzamento entre estes indivíduos, considerados aparentados, faz com que aumente os locus em homozigose, que nada mais é do que o aumento da existência de genes deletérios ou com baixa expressão gênica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, se seu objetivo é manter a alta produção, não se deve plantar as sementes advindas de uma safra anterior desses híbridos, pois essas plantas são aparentadas e o cruzamento, portanto, reduz a população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, sempre que for iniciar um cultivo, será preciso adquirir um novo lote focando na </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade das sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> híbridas, para assim, permitir com que se alcance boas produtividades a cada safra.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que afetam a polinização do milho</h2>
<p>Entendendo algumas características genéticas da planta de milho, é preciso compreender<strong> quais são os fatores externos que podem influenciar na sua polinização</strong>:</p>
<ul>
<li>Ao entrar no período de florescimento, as plantas de milho emitem as inflorescências, que são a <strong>masculina – pendão</strong> (Figura 1) e <strong>feminina – espiga</strong> (Figura 2).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg" alt="Inflorenscências Pendão e Espiga" width="370" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-300x186.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-270x167.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<ul>
<li><strong>Pendão:</strong> órgão responsável pela produção e liberação dos grãos de pólen do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> é por meio dele que ocorre a principal forma de dispersão, que é através do vento, que acaba carregando os grãos de pólen até uma distância de 500 metros sem que sua viabilidade seja afetada.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> a dispersão pode durar de 5 a 8 dias, os quais, permanecem viáveis por até 24 horas após sua liberação, podendo variar de acordo com as condições ambientais.</li>
<li><strong>Estilo-estigma:</strong> popularmente chamado de “cabelo” do milho, é o responsável por levar o grão de pólen até o óvulo do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> após a dispersão do pólen, o mesmo cai nesse estilo-estigma, dando início ao processo de fecundação dos óvulos.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> condições adequadas para que o estilo-estigma permaneça viável: Temperaturas entre 16º C e 35ºC; Umidade relativa superior a 65%.</li>
<li><strong>Curiosidade:</strong> cada “cabelo” do milho corresponde a um óvulo que, quando fecundado, formará um grão. É importante ressaltar que cada espiga pode produzir de 500 a 1000 óvulos.</li>
<li><strong>Alerta:</strong> condições ambientais como tempo seco, neste período, faz com que o estilo-estigma perca umidade e isso resultará em baixa germinação do tubo polínico e consequentemente, baixa fecundação do óvulo e assim, não formará grãos causando falhas na espiga.</li>
</ul>
<p>O milho tem grande contribuição no cenário econômico, pois vai desde a alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Cerca de 70% do uso dos grãos de milho do mundo são destinados à alimentação animal, e em algumas regiões ele é o ingrediente básico para alimentação humana.</p>
<h3>Lagarta-da-espiga (<i>Helicoverpa zea</i>)</h3>
<p>Durante este período de emissão da espiga e do “cabelo” do milho, deve-se <strong>atentar à presença da lagarta-da-espiga</strong>, <strong>pois esta pode comprometer a produtividade da lavoura</strong>, fique atento.</p>
<p>Esta praga se alimenta, preferencialmente, do “cabelo” do milho, podendo comprometer diretamente a fertilização dos óvulos e assim, causar falhas na formação de grãos. Além disso, quando os cabelos do milho já estão secos, a lagarta passa a atacar os grãos, reduzindo a produção esperada e podendo ainda facilitar a entrada de microrganismos na espiga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg" alt="Lagarta-da-espiga" width="400" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg 353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-300x213.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-270x192.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<h4>Manejo da lagarta-da-espiga</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O controle químico tem sido pouco utilizado como forma de manejo desta praga, em razão da dificuldade de aplicação. Portanto, pode-se adotar o controle biológico, através da liberação de inimigos naturais, como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Trichograma</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe a importância da polinização e os entraves que podem acabar afetando esse processo, também é importante assegurar o pleno desenvolvimento da cultura, e isso pode ser impedido por </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e pragas, como o </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, que causam danos, principalmente na fase inicial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Importância e utilização de micronutrientes nas plantas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/utilizacao-de-micronutrientes-ed-03-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 13:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os micronutrientes são essenciais para o crescimento e desenvolvimento das plantas. Eles são necessários para a fotossíntese, a produção de energia, a formação de proteínas e a resistência a doenças e pragas. No entanto, muitos solos não possuem níveis adequados de micronutrientes. Isso pode levar a uma série de problemas, como o amarelecimento das folhas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os micronutrientes são essenciais para o crescimento e desenvolvimento das plantas. Eles são necessários para a fotossíntese, a produção de energia, a formação de proteínas e a resistência a doenças e pragas.</p>
<p>No entanto, muitos solos não possuem níveis adequados de micronutrientes. Isso pode levar a uma série de problemas, como o amarelecimento das folhas, o atraso no desenvolvimento e a redução da produtividade.</p>
<p>Nesta edição, o Webinar Grãos aborda a <strong>utilização de micronutrientes</strong> e conta com a participação do Dr. Ithamar Prada. Veja nesse webinar:</p>
<ul>
<li>Classes de produtividade e fertilidade do solo;</li>
<li>Escalabilidade x Produtividade;</li>
<li>Produtividade da soja;</li>
<li>Modalidade de aplicação de micronutrientes via solo e muito mais.</li>
</ul>
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