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	<title>nutrientes Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>nutrientes Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Potássio na soja: quando aplicar, como calcular a dose e sua importância na cultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A soja é uma das culturas agrícolas mais relevantes no Brasil e um dos manejos que impactam diretamente no seu desenvolvimento e produção é a sua nutrição. Entre os macronutrientes, o potássio ocupa um papel estratégico, mas frequentemente é subestimado. Esse nutriente regula funções fisiológicas fundamentais, impactando diretamente no enchimento de grãos, resistência a estresses [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja é uma das culturas agrícolas mais relevantes no Brasil e um dos manejos que impactam diretamente no seu desenvolvimento e produção é a sua nutrição.</p>
<p>Entre os macronutrientes, o potássio ocupa um papel estratégico, mas frequentemente é subestimado. Esse nutriente regula funções fisiológicas fundamentais, impactando diretamente no enchimento de grãos, resistência a estresses e eficiência no uso da água.</p>
<p>Ao longo deste artigo, você vai entender <strong>quando aplicar potássio na soja, como manejá-lo e por que ele é tão estratégico para a produtividade</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>A importância do potássio na soja para altas produtividades</h2>
<p>O potássio é um dos três <strong>macronutrientes primários</strong> exigidos em maiores quantidades pela cultura da soja, ao lado do nitrogênio e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong>. No entanto, ao contrário destes, o potássio não é um componente estrutural da planta, mas sim um <strong>regulador fisiológico</strong>, atuando em diversas funções essenciais para o crescimento saudável e produtivo da cultura.</p>
<p>O potássio atua nos seguintes processos:</p>
<ul>
<li><strong>Transporte e distribuição de fotoassimilados</strong>: facilita a movimentação dos açúcares produzidos nas folhas para os grãos em formação, fundamental para o enchimento de vagens;</li>
<li><strong>Ativação enzimática</strong>: participa da ativação de mais de 60 enzimas, otimizando processos como síntese de proteínas e metabolismo de carboidratos;</li>
<li><strong>Regulação osmótica e controle estomático</strong>: promove maior controle na abertura e fechamento dos estômatos, regulando a transpiração e aumentando a eficiência no uso da água;</li>
<li><strong>Síntese de proteínas e amido</strong>: influencia diretamente na qualidade e peso dos grãos.</li>
<li><strong>Resistência a estresses</strong>: auxilia na tolerância ao <strong>déficit hídrico e na regulação osmótica</strong> (quantidade de água e sais dentro da planta), além de realizar o papel de ativador enzimático.</li>
</ul>
<h2>Sinais e impactos da deficiência de potássio na soja</h2>
<p>A <strong>deficiência de potássio na soja</strong> pode passar despercebida em seus estágios iniciais, especialmente em lavouras com bom desenvolvimento vegetativo. No entanto, à medida que o ciclo avança e a planta entra em fases de maior exigência nutricional, os sintomas se intensificam e os prejuízos vão se tornando evidentes.</p>
<h3>Principais sintomas visuais</h3>
<p>A identificação precoce da deficiência é crucial para uma tomada de decisão técnica adequada. Os sintomas mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Clorose e necrose </strong>nas bordas das folhas mais velhas;</li>
<li><strong>Murcha em dias quentes</strong>, mesmo com umidade no solo disponível;</li>
<li><strong>Crescimento reduzido e plantas mais frágeis</strong>, suscetíveis ao acamamento;</li>
<li><strong>Vagens mal formadas e grãos com peso abaixo do potencial</strong>.</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39713" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja.jpg" alt="Planta de soja com deficiência de potássio (K)" width="900" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-768x512.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-740x493.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Deficiência de potássio (K) na cultura da soja. (Fonte: Adilson Oliveira Junior, Embrapa Soja, 2020)</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39714" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1.jpg" alt="Planta com deficiência severa de potássio na soja" width="900" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-768x512.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-740x493.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/deficiencia-potassio-soja-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Deficiência severa de potássio (K) na soja. (Fonte: Adilson Oliveira Junior, Embrapa Soja, 2020)</span></p>
<h2>Adubação potássica na soja: estratégias recomendadas e cálculo da dose</h2>
<p>A adubação potássica na soja deve ser baseada em análise de solo e sua aplicação deve ocorrer conforme o tipo de solo, exportação de acordo com a expectativa de produtividade e histórico da área.</p>
<h3>Interpretação da análise de solo e definição da dose</h3>
<p>A recomendação de adubação potássica deve ser fundamentada em <strong>análises químicas do solo</strong>. Observe o laudo a seguir:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39715" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo.jpg" alt="Laudo de análise de solo" width="1350" height="582" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo.jpg 1350w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-300x129.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-1024x441.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-768x331.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-370x160.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-270x116.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-740x319.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/laudo-analise-solo-150x65.jpg 150w" sizes="(max-width: 1350px) 100vw, 1350px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Laudo de análise de solo em profundidade de 0 &#8211; 20 cm. (Fonte: Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p>Para calcular a dose necessária para correção dos teores de potássio, devemos seguir os passos a seguir:</p>
<p><strong>1° passo</strong>: Observar se o teor de K no solo encontra-se abaixo ou acima do nível crítico;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39716" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico.jpg" alt="Definição de nível crítico" width="818" height="140" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico.jpg 818w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-300x51.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-768x131.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-370x63.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-270x46.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-740x127.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/def-nivel-critico-150x26.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39717" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico.jpg" alt="Níveis críticos de potássio abaixo" width="818" height="121" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico.jpg 818w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-300x44.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-768x114.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-370x55.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-270x40.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-740x109.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/nivel-critico-150x22.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px" /></p>
<p><strong>2° passo</strong>: Calcular a dose de K2O para elevar o teor de K no solo ao nível crítico</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dose K2O (kg/ha) = (K ideal &#8211; teor de K) * CTK</strong></p>
<p>K ideal: 120 mg/dm3 ou 3 – 5% da CTC potencial, em mg/dm³;</p>
<p>Teor de K: teor de K no solo em mg/dm3</p>
<p><strong>CTK: valor de CTK</strong></p>
<ul>
<li>CTC (T) &gt; 7,5 🡪 CTK = 2,73</li>
<li>CTC (T) &lt; 7,5, CTK = 1,33 + 0,165 * CTC(T)</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39718" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico.jpg" alt="Nível crítico de potássio" width="987" height="266" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico.jpg 987w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-300x81.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-768x207.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-370x100.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-270x73.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-740x199.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/valor-nivel-critico-150x40.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 987px) 100vw, 987px" /></p>
<p><strong>3° passo</strong>: Calcular a dose de K2O para suprir a quantidade de potássio que será exportada pelos grãos, de acordo com a produtividade esperada. O suprimento da exportação visa manter os níveis de K no solo, pelo menos, em seu nível crítico após a colheita.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39719" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes.jpg" alt="Quantidade extraída e exportada de nutrientes" width="1244" height="584" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes.jpg 1244w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-300x141.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-1024x481.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-768x361.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-370x174.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-270x127.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-740x347.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/quantidade-extraida-exportada-nutrientes-150x70.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1244px) 100vw, 1244px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Quantidade extraída e exportada de nutrientes (em kg por tonelada de grãos produzidos) nas culturas da soja, milho, feijão e trigo. (Fonte: Elaborado pela Equipe Grãos Rehagro, adaptado dos autores citados)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dose K2O (kg/ha) = Produtividade esperada (em ton/ha) X Exportação da cultura (em kg/ton)</strong></p>
<p><strong>4º passo</strong>: Calcular a dose total de K2O a ser aplicada</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dose total de K2O (kg/ha) = Dose para elevação de K no solo (em kg/ha) + Dose para suprir a exportação da cultura (em kg/ha)</strong></p>
<p><strong>5° passo</strong>: Realizar a conversão da dose a ser aplicada de acordo com a concentração de K2O na fonte escolhida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Dose total = 210 kg/ha de K2O</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Fonte escolhida = Cloreto de potássio (KCl), com 60% de K2O</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Dose de KCL = 210 / 0,60 = 350 kg/ha de cloreto de potássio</strong></em></p>
<h2>Quando aplicar potássio na soja?</h2>
<p>Saber <strong>quando aplicar potássio na soja</strong> é tão importante quanto definir a dose e a fonte do nutriente. A eficiência da adubação potássica está diretamente relacionada ao momento da aplicação, ao tipo de solo e ao regime de chuvas da região, além das características do sistema de cultivo utilizado.</p>
<h3>Estratégias de aplicação: pré-plantio, no sulco ou em cobertura?</h3>
<p>A aplicação do potássio pode ser feita de três formas principais:</p>
<ol>
<li><strong>Solos argilosos (+ de 35% de argila)</strong>: aplicação a lanço no dia do plantio ou antecipado (até 20 dias antes do plantio);</li>
<li><strong>Solos arenosos</strong>: aplicação a lanço em cobertura, sendo o primeiro parcelamento no dia do plantio e o segundo entre V2-V3 da soja ou do milho.</li>
<li><strong>Aplicação no sulco</strong>: não deverá ultrapassar <strong>40 kg/ha de K2O na linha</strong>, independentemente da textura do solo, para evitar a salinização, o que gera problemas na germinação. Em solos arenosos, onde é recomendado parcelar a dose, pode-se optar por fazer a aplicação de 40 kg/ha de K2O no sulco e o restante da dose em 2 aplicações, sendo 1 a lanço no plantio e 1 em cobertura em V2-V3.</li>
</ol>
<p>Importante depositar o adubo em profundidade, cerca de 10 cm da superfície, com uso de botinha para não prejudicar o desenvolvimento da semente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39720" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos.jpg" alt="Adubação potássica em solos argiloso" width="696" height="271" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos.jpg 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-300x117.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-370x144.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-270x105.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/solos-argilosos-150x58.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<h3>Fontes de potássio mais utilizadas</h3>
<p>As principais fontes comerciais de potássio utilizadas no Brasil são:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39721" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio.jpg" alt="Principais fontes de potássio" width="1144" height="415" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio.jpg 1144w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-300x109.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-1024x371.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-768x279.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-370x134.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-270x98.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-740x268.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/tabela-fontes-potassio-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1144px) 100vw, 1144px" /></p>
<h3>Momentos críticos de demanda pelo potássio</h3>
<p>A absorção de potássio pela planta de soja não ocorre de maneira uniforme ao longo do ciclo. Há <strong>picos de demanda que coincidem com fases fisiológicas específicas</strong> e que ajudam a orientar o momento ideal para fornecimento antecipado do nutriente.</p>
<p>Os períodos mais críticos são:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Estágio vegetativo final (V4 a V6)</strong>: início do alongamento de entrenós e formação de estrutura produtiva;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Início da floração (R1)</strong>: maior demanda por energia e síntese de compostos orgânicos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Enchimento de grãos (R5 a R6)</strong>: maior translocação de fotoassimilados e necessidade de transporte eficiente de açúcares.</li>
</ul>
<p>No estudo a seguir, observa-se que o acúmulo de K na planta aumenta expressivamente a partir de 45 DAE (dias após a emergência), período final do vegetativo e início do reprodutivo. Aos 75 DAE, as plantas apresentaram o pico de acúmulo de K, momento em que estavam no início do enchimento de grãos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39722" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja.jpg" alt="Acúmulo de potássio na soja" width="993" height="515" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja.jpg 993w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-768x398.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-740x384.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/acumulo-potassio-soja-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 993px) 100vw, 993px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura: Acúmulo de potássio (K) na planta inteira e nos diferentes componentes da parte aérea, em soja BRS 317, em função dos dias após emergência (DAE), em Dourados &#8211; MS. (Fonte: adaptado de Waldenio Antonio de Araújo, 2018).</span></p>
<p>Portanto, <strong>antes mesmo do início do florescimento (R1)</strong>, o solo deve estar com níveis adequados de potássio disponível, para garantir o suprimento durante os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/">estágios</a></strong> reprodutivos, momento em que a cultura é mais sensível a deficiências.</p>
<h3>Aplicação via foliar: quando considerar?</h3>
<p>Embora a maior parte do potássio deva ser aplicada via solo, existe um crescente interesse pela <strong>aplicação foliar de potássio em soja</strong>, principalmente como medida complementar à adubação via solo.</p>
<ul>
<li>Situações de <strong>baixa disponibilidade de potássio no solo</strong> durante fases críticas;</li>
<li>Solos com <strong>restrições de absorção</strong> (ex: compactação, déficit hídrico);</li>
<li>Apoio nutricional em <strong>momentos de alta demanda fisiológica</strong>, principalmente na fase de enchimento de grãos</li>
</ul>
<p><strong>Portanto, a aplicação foliar deve ser usada como complemento emergencial, e jamais como substituto da adubação de solo. </strong></p>
<h3>Estratégias para melhorar a retenção e aproveitamento do nutriente no solo</h3>
<p>Manter um sistema de produção integrado e com adoção de práticas sustentáveis pode ajudar no aproveitamento e manutenção do potássio no sistema. São exemplos de práticas que auxiliam no manejo sustentável de potássio no solo:</p>
<ul>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/"><strong>Plantio direto</strong></a>: reduz processos erosivos do solo, evitando a perda do nutriente por escoamento.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/"><strong>Rotação de culturas</strong></a>: culturas como milho e, principalmente, a braquiária possuem diferentes exigências e ajudam no reaproveitamento de nutrientes, pois atuam capturando potássio em profundidade, através de suas raízes profundas, e levando-o à superfície, através da ciclagem de nutrientes;</li>
<li><strong>Uso de corretivos e condicionadores de solo</strong>, como calcário e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/">gesso agrícola</a></strong>, para melhorar o ambiente radicular e facilitar a absorção de potássio em profundidade.</li>
<li><strong>Acompanhar a análise de solo e os teores do nutriente</strong>, visto que, em solos com alta quantidade de potássio acumulado, podemos adotar estratégias diferenciadas que implicam em menor investimento em fertilizantes em anos de alta nos preços.</li>
</ul>
<h2>Tendências e inovações no manejo de potássio na soja</h2>
<p>Com o avanço da agricultura digital e a crescente pressão por eficiência e sustentabilidade, o manejo de potássio na soja também passa por transformações importantes.</p>
<p>O que antes era baseado apenas em recomendações genéricas por hectare, hoje pode ser ajustado com <strong>tecnologia, precisão e inteligência de dados</strong>.</p>
<h3>Agricultura de precisão e recomendação em taxa variável</h3>
<p>Com mapas de fertilidade e integração com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/">sensores</a></strong>, é possível:</p>
<ul>
<li>Ajustar a dose de potássio conforme a real necessidade do solo e da cultura;</li>
<li>Reduzir custos com insumos, evitando aplicações desnecessárias em áreas que já estão em equilíbrio;</li>
<li>Aumentar a eficiência agronômica e o retorno econômico da adubação.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologias-voltadas-para-adubacao-na-agricultura?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-tecnologias-adubacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39620 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png" alt="E-book Tecnologias para adubação na agricultura" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A nutrição potássica da soja é um dos pilares para se alcançar altas produtividades de forma consistente, segura e economicamente viável.</p>
<p>Apesar de muitas vezes subestimado em comparação com outros nutrientes, <strong>o potássio exerce funções fisiológicas e metabólicas cruciais</strong> para o desempenho da lavoura, do crescimento vegetativo à formação e enchimento de grãos.</p>
<p>Em resumo, siga os passos para recomendação assertiva de potássio: faça anualmente a análise de solo em profundidade; realize o cálculo para a correção do teor no solo e exportação da cultura; complemente os aportes com adubação foliar durante o ciclo da cultura, e mantenha todos os nutrientes em equilíbrio para potencializar os desempenhos da cultura!</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-da-soja/">Potássio na soja: quando aplicar, como calcular a dose e sua importância na cultura</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Guia Identificação de deficiências nutricionais no cafeeiro</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-identificacao-de-deficiencias-nutricionais-no-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:17:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprenda a identificar as principais deficiências nutricionais no cafeeiro</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com os principais sintomas das deficiências nutricionais no café.</p>
<p>Descubra como reconhecer sinais de falta de nitrogênio, fósforo, potássio, enxofre, cálcio, magnésio, ferro, manganês, zinco e boro, com fotos reais e explicações práticas para tomar decisões mais assertivas na nutrição do seu cafeeiro.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Fotos reais dos sintomas de deficiência de nutrientes no cafeeiro;</li>
<li>Localização dos sintomas nas folhas com base na mobilidade dos nutrientes;</li>
<li>Diferenças visuais entre deficiências de cálcio e magnésio;</li>
<li>Explicações sobre como cada nutriente afeta o crescimento e metabolismo da planta;</li>
<li>Destaque para sintomas como clorose, necrose, embranquecimento, rosetamento e deformações foliares.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de café que desejam tomar decisões técnicas mais assertivas na adubação;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que realizam diagnóstico nutricional em campo;</li>
<li>Equipes de campo que atuam no monitoramento e manejo nutricional do cafeeiro.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como interpretar uma análise de solo e fazer recomendações mais eficazes?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-recomendacoes-mais-eficazes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 15:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos de recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A interpretação de análise de solo é uma etapa crucial para compreender a saúde e a fertilidade do solo. Por meio da análise, são avaliados diversos parâmetros, como pH, teores de nutrientes, matéria orgânica e textura do solo. Com base nos resultados, é possível identificar deficiências ou excesso de nutrientes, além de determinar a necessidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A interpretação de análise de solo é uma <strong>etapa crucial para compreender a saúde e a fertilidade do solo</strong>. Por meio da análise, são <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>avaliados diversos parâmetros</strong></a>, como pH, teores de nutrientes, matéria orgânica e textura do solo.</p>
<p>Com base nos resultados, é possível identificar deficiências ou excesso de nutrientes, além de determinar a necessidade de corretivos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizantes</a></strong>.</p>
<p>A interpretação da análise de solo envolve comparar os valores obtidos com faixas de referência estabelecidas para cada nutriente. Isso permite diagnosticar problemas específicos e planejar estratégias adequadas de manejo.</p>
<p>É importante <strong>considerar as particularidades de cada cultura</strong> a ser cultivada, pois diferentes plantas têm exigências nutricionais distintas.</p>
<p>Além dos nutrientes, a interpretação também considera o pH do solo, que afeta a disponibilidade de nutrientes para as plantas. A correção do pH, se necessário, é realizada com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/" target="_blank" rel="noopener">uso de corretivos</a></strong> específicos, como o calcário.</p>
<p>Uma <strong>interpretação adequada permite otimizar a adubação</strong>, evitando desperdícios e reduzindo os impactos ambientais. Além disso, ajuda a prevenir problemas como deficiências nutricionais, que podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir a produtividade.</p>
<p>Dessa forma, nesse webinar são trazidas informações importantes de como interpretar uma análise de solo de forma correta e fazer as recomendações de maneira eficaz.</p>
<p>O especialista e consultor da Equipe Grãos do Rehagro, Flávio Moraes, traz exemplos reais de análises de solo e como realizar um manejo correto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nutrientes para o cafeeiro: quais são os mais importantes?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 15:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O solo é um sistema trifásico, ou seja, ele é constituído de matéria mineral e orgânica formando a fração sólida e de água e ar, originando a fração líquida e gasosa, respectivamente. A interação entre as diferentes fases, com as plantas e a biota, resultam em interações complexas responsáveis por fornecerem serviços ambientais que possibilitam [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/">Nutrientes para o cafeeiro: quais são os mais importantes?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O solo é um sistema trifásico, ou seja, ele é constituído de matéria mineral e orgânica formando a fração sólida e de água e ar, originando a fração líquida e gasosa, respectivamente.</p>
<p>A interação entre as diferentes fases, com as plantas e a biota, resultam em interações complexas responsáveis por fornecerem serviços ambientais que possibilitam a vida na Terra.</p>
<p>Assim, o solo tem funcionalidades no sequestro de carbono, na purificação da água e degradação de contaminantes, na regulagem do clima, na ciclagem de nutrientes, e principalmente na produção de alimentos, fibras, combustíveis, entre outras diversas funções.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
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});
</script></p>
</div>
<h2>Composição do solo</h2>
<ul>
<li><strong>Fase sólida do solo</strong>
<ul>
<li>É constituída pela parte inorgânica (minerais) e orgânica (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/" target="_blank" rel="noopener">matéria orgânica</a></strong>). Juntas representam 50% da constituição do solo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fase líquida ou solução do solo</strong>
<ul>
<li>Fonte imediata de nutrientes para as plantas;</li>
<li>Está em constante equilíbrio com a fase sólida do solo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fase gasosa ou ar do solo</strong>
<ul>
<li>Não influencia diretamente na absorção dos nutrientes;</li>
<li>Influencia indiretamente na dinâmica e disponibilidade dos nutrientes, devido a reações redox.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15811" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro.jpg" alt="Representação da composição do solo" width="500" height="302" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro.jpg 746w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-300x181.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-370x224.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-270x163.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-740x447.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-150x91.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Representação gráfica hipotética da composição do solo. </span></p>
<p>É importante ressaltar que as proporções das fases variam de acordo com cada solo e os percentuais descritos são a base do que se espera encontrar no solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Dinâmica do solo</h3>
<p>As diferentes fases do solo são interligadas e estão constantemente realizando trocas, juntamente com as raízes das plantas. Nos colóides do solo, ou seja, na fase sólida do solo, existem cargas negativas (ânions) e cargas positivas (cátions) e assim como nos ímãs, as cargas opostas se atraem.</p>
<p>Diante disso, existe a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ctc-do-solo-entenda-o-que-e-e-como-interpreta-la/" target="_blank" rel="noopener">CTC (Capacidade de Troca de Cátions)</a></strong> e a CTA (Capacidade de Troca de Ânions), sendo a CTC mais importante em nossa realidade, visto que os solos brasileiros por serem, de modo geral, altamente intemperizados, são constituídos principalmente de cargas negativas, atraindo então as cargas positivas.</p>
<h3>Série Liotrópica</h3>
<p>Visto que a nutrição das plantas depende diretamente das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saiba-como-calcular-soma-de-bases/" target="_blank" rel="noopener">cargas</a></strong>, a “série liotrópica” demonstra a ordem preferencial de retenção de cátions na fase sólida do solo:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>H+ &gt;&gt;Al3+&gt;Ca2+&gt;Mg2+&gt;K+ ~NH4 + &gt;Na+</strong></p>
<p>Ou seja, o solo tende apresentar maior teor de cálcio do que de magnésio, maior teor de magnésio do que de potássio, e assim por diante.</p>
<p>Diante disso, o que explica a série liotrópica?</p>
<ul>
<li>Tipo de ligação (ex: H+ é ligado fortemente/ligação covalente, não sendo trocável);</li>
<li>Carga ou valência;</li>
<li>Raio do íon quando hidratado (ex: explica porque Ca2+ tem prioridade de retenção que o Mg2+).</li>
</ul>
<h2>Base da nutrição de plantas</h2>
<p>A composição química das plantas se baseia em:</p>
<ul>
<li>C, H e O – 90 a 95% do total – ar e água são os fornecedores;</li>
<li>Mineiras – 5 a 10% do total – solo é que fornece.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15813" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-2.jpg" alt="Estrutura da planta de café" width="450" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-2.jpg 686w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-2-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-2-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Estrutura da planta de café.</span></p>
<p>Desse modo, assim como nós seres humanos, as plantas também precisam se nutrir. Nesse sentido, existem algumas leis que regem a fertilidade do solo e a nutrição de plantas, como:</p>
<h3>Lei do mínimo</h3>
<p>Onde diz que o crescimento e a produção das lavouras são limitados pelo nutriente que se encontra em menor quantidade no solo (Liebig, 1843).</p>
<h3>Lei dos acréscimos não proporcionais</h3>
<p>Mostra que o aumento da produção não é proporcional ao aumento do fator limitante, ou seja, se elevarmos gradativamente a aplicação de determinado fertilizante, a resposta das plantas em produção não aumentará linearmente ao aumento das doses de fertilizante (Mitscherlin, 1909).</p>
<h3>Lei do máximo</h3>
<p>Diz que o excesso de um nutriente no solo pode intoxicar a planta ou reduzir a eficácia e disponibilidade de outros. Como exemplo, o nitrogênio em excesso se torna tóxico para as plantas e o excesso de potássio que irá competir com Ca e Mg e inibir a absorção dos mesmos (Voisin, 1973).</p>
<h3>Lei da restituição</h3>
<p>Os nutrientes retirados pelas culturas, do desenvolvimento à produção, devem ser restituídos ao solo para evitar seu empobrecimento. Então quando tiramos a produção da lavoura estamos levando junto os nutrientes. Em uma lavoura com produção de 40 scs/ha já teríamos que fornecer 1,5 ton a cada dois anos, fora a correção da acidez ocasionada pela adubação nitrogenada (Voisin, 1973).</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Nutrientes para o café</h2>
<p>Alguns nutrientes são essenciais para a composição e funcionamento metabólico das plantas, eles são chamados de macro e micronutrientes. Os macronutrientes são os demandados em maiores quantidades enquanto os micronutrientes são exigidos em menores quantidades.</p>
<p>Dentre os macronutrientes estão:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">Nitrogênio (N)</a></strong>;</li>
<li>Fósforo (P);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">Potássio (K)</a></strong>;</li>
<li>Enxofre (S);</li>
<li>Cálcio (Ca);</li>
<li>Magnésio (Mg).</li>
</ul>
<p>Já dentro dos micronutrientes estão:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Boro (B)</a></strong>;</li>
<li>Cloro (Cl);</li>
<li>Cobre (Cu);</li>
<li>Ferro (Fe);</li>
<li>Manganês (Mn);</li>
<li>Molibdênio (Mo);</li>
<li>Níquel (Ni);</li>
<li>Zinco (Zn).</li>
</ul>
<p>Esses nutrientes podem ser absorvidos por fluxo de massa (deslocamento do íon no mesmo sentido da água), por interceptação radicular (a raiz se encontra com o nutriente à medida que vai crescendo) ou por difusão (íon vai de um ponto de maior concentração para um ponto de menor concentração).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15812" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-1.jpg" alt="Raízes do cafeeiro" width="281" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-1.jpg 720w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-1-169x300.jpg 169w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-1-576x1024.jpg 576w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-1-370x658.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-1-270x480.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-1-150x267.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 281px) 100vw, 281px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Raízes do cafeeiro.</span></p>
<p>Em situações em que a proporção do nutriente do solo está baixa em relação à demanda da planta, pode ocorrer a deficiência que causa anomalias principalmente nas folhas, por onde é feito o diagnóstico visual. Todavia, é importante realizar análises periódicas de solo e de folha para evitar que isso aconteça.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15814" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3.jpg" alt="Folhas do cafeeiro com deficiência de ferro" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3.jpg 810w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/nutrientes-cafeeiro-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Folhas com deficiência de ferro. </span></p>
<p>Nutrientes onde a deficiência inicial ocorre em folhas velhas, são os que conseguem mobilizar novamente as reservas de folhas velhas para folhas novas, que são alguns macronutrientes, com exceção, por exemplo, do cálcio.</p>
<p>Já quando a deficiência inicial ocorre em folhas novas, pode indicar a falta de micronutrientes que não conseguem redistribuir das folhas velhas para as novas no caso de déficit.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MICRONUTRIENTES NO CAFÉ: VIA SOLO OU VIA FOLHA? | Rehagro Responde - Café" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/VQFBKHhRIH0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Manejo nutricional</h2>
<p>Para recomendar fertilizantes, sejam eles foliares ou de solo, é preciso em primeiro lugar ter em mãos as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-folha/" target="_blank" rel="noopener">análises de folha</a></strong> e de solo.</p>
<p>Assim é necessário levar em consideração, principalmente, o histórico produtivo e de doenças da lavoura, a expectativa de safra, analisar como está o solo e as relações entre os nutrientes.</p>
<p>A partir disso é possível fazer uma recomendação adequada, sempre pensando no equilíbrio do solo e nas condições da lavoura.</p>
<p>Com isso, há redução de gastos desnecessários e melhores resultados produtivos, mantendo a sustentabilidade e a funcionalidade de cada nutriente dentro das plantas.</p>
<h2>Aprimore a nutrição e a gestão da sua lavoura de café</h2>
<p>O fornecimento equilibrado de nutrientes é essencial para que o cafeeiro expresse todo o seu potencial produtivo. No entanto, para transformar esse conhecimento em resultados reais, é preciso unir manejo nutricional com uma gestão eficiente da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar melhor as demandas do solo e da planta, planejar a nutrição de forma estratégica e aplicar técnicas de gestão que aumentam a produtividade e a rentabilidade da produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15536 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-300x94.jpg" alt="Joana Oliveira" width="300" height="94" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-300x94.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-768x241.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-370x116.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-270x85.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-740x232.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira-150x47.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/joana-oliveira.jpg 995w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tipos de fertilizantes: saiba quais são e veja vantagens e desvantagens de cada um</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 13:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[orgânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o crescimento ideal das plantas, os nutrientes devem estar disponíveis em quantidades suficientes e equilibradas. Os solos contêm reservas naturais de nutrientes para as plantas, mas essas reservas estão, em grande parte, em formas indisponíveis e apenas uma pequena porção é liberada a cada ano por meio de atividade biológica ou processos químicos. Essa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o crescimento ideal das plantas, os nutrientes devem estar disponíveis em quantidades <strong>suficientes e equilibradas</strong>. Os solos contêm reservas naturais de nutrientes para as plantas, mas essas reservas estão, em grande parte, em formas indisponíveis e apenas uma pequena porção é liberada a cada ano por meio de atividade biológica ou processos químicos.</p>
<p>Essa liberação é muito lenta para compensar a remoção de nutrientes pela produção agrícola e para atender às necessidades das culturas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O uso de fertilizantes na agricultura</h2>
<p>Dentre os materiais utilizados na agricultura, <strong>o fertilizante é o mais utilizado</strong>. Com base no processo de produção, pode ser categorizado em três tipos:</p>
<ol>
<li>Biofertilizantes.</li>
<li>Químico;</li>
<li>Orgânico.</li>
</ol>
<p>Os fertilizantes, portanto, são projetados para complementar os nutrientes já presentes no solo.</p>
<p>O uso de adubo químico, adubo orgânico ou biofertilizante tem suas vantagens e desvantagens no contexto do fornecimento de nutrientes, crescimento das culturas e qualidade ambiental.</p>
<p>As vantagens precisam ser integradas para otimizar o uso de cada tipo de fertilizante e obter um manejo equilibrado de nutrientes para o crescimento das culturas.</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/microrganismos-como-promotores-de-crescimento-de-plantas/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos</a></strong> do solo desempenham um papel significativo na regulação da dinâmica da decomposição da matéria orgânica e na disponibilidade de nutrientes para as plantas, como nitrogênio, fósforo e enxofre.</p>
<p>É bem reconhecido que os <strong>inoculantes microbianos</strong> constituem um componente importante do manejo integrado de nutrientes que leva a agricultura.</p>
<p>Além disso, inoculantes microbianos podem ser utilizados como insumo econômico para aumentar a produtividade das culturas. As doses de fertilizantes podem ser reduzidas e mais nutrientes podem ser colhidos do solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologias-voltadas-para-adubacao-na-agricultura?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-tecnologias-adubacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39620 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png" alt="E-book Tecnologias para adubação na agricultura" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Biofertilizantes</h2>
<p>O biofertilizante é definido como uma substância que contém microrganismos vivos e é conhecido por ajudar na <strong>expansão do sistema radicular e na melhor germinação das sementes.</strong></p>
<p>Uma planta saudável geralmente tem uma rizosfera saudável que deve ser dominada por micróbios benéficos. Por outro lado, em solo insalubre e dominado por micróbios patogênicos, o crescimento ideal das plantas não seria possível.</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biofertilizantes-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener">biofertilizantes</a></strong> diferem dos fertilizantes químicos e orgânicos no sentido de que não fornecem diretamente nenhum nutriente às culturas e são culturas de bactérias e fungos especiais. A tecnologia de produção de biofertilizantes é relativamente simples e o custo de instalação é muito baixo em comparação com plantas de fertilizantes químicos.</p>
<p>A <strong>rizosfera</strong> é a zona do solo ao redor da raiz que é afetada por ela. O significado da rizosfera surge da liberação de material orgânico da raiz e do efeito subsequente do aumento da atividade microbiana na ciclagem de nutrientes e no crescimento das plantas. Nela, as quantidades e os tipos de substratos são diferentes do solo e isso leva à colonização por diferentes populações de bactérias, fungos, protozoários e nematoides.</p>
<p>Outros fatores físico-químicos que podem ser diferentes nesta região são acidez, umidade e estado nutricional, condutividade elétrica e potencial redox.</p>
<p>A associação entre organismos e raízes pode ser benéfica (absorção de água, estabilização do solo, promoção do crescimento, fixação de N₂, biocontrole, antibiose e simbiose), prejudicial (infecção e fitotoxicidade) ou neutra (fluxo de nutrientes, liberação de enzimas livres, fixação, aleopatia e competição).</p>
<p>Esses efeitos dependem frequentemente das condições do solo e, portanto, devem ser considerados variáveis.</p>
<p>As interações que são benéficas para a agricultura incluem micorrizas, nodulação de leguminosas e produção de compostos antimicrobianos que inibem o crescimento de patógenos.</p>
<p>Claramente, o objetivo de manipular a rizosfera deve ser aumentar o equilíbrio dos efeitos benéficos, uma vez que a rizosfera é profundamente afetada pela fertilização.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fertilizantes químicos</h2>
<h3>Vantagens do uso de fertilizantes químicos</h3>
<ul>
<li>Os nutrientes são solúveis e imediatamente disponíveis para as plantas, portanto, o efeito geralmente é direto e rápido.</li>
<li>O preço é mais baixo e mais competitivo do que o fertilizante orgânico, o que o torna mais aceitável e frequentemente aplicado pelos usuários.</li>
<li>Eles são bastante ricos em nutrientes; apenas quantidades relativamente pequenas são necessárias para o crescimento das culturas.</li>
</ul>
<h3>Desvantagens do uso de fertilizantes químicos</h3>
<ul>
<li>A aplicação excessiva pode resultar em efeitos negativos, como lixiviação, poluição dos recursos hídricos, destruição de microrganismos e insetos amigáveis, suscetibilidade das culturas ao ataque de <strong>doenças</strong>, acidificação ou alcalinização do solo ou redução da <strong>fertilidade do solo</strong> &#8211; causando danos irreparáveis ​​ao sistema geral.</li>
<li>A oferta excessiva de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong> leva ao amolecimento do tecido vegetal, resultando em plantas mais sensíveis a doenças e pragas.</li>
<li>Reduzem a colonização das raízes das plantas com micorrizas e inibem a fixação simbiótica de nitrogênio pelos rizóbios devido à alta fertilização de N.</li>
<li>Aumentam a decomposição da matéria orgânica do solo, o que leva à degradação da estrutura do solo.</li>
<li>Os nutrientes são facilmente perdidos dos solos por fixação, lixiviação ou emissão de gases e podem levar à redução da eficiência dos fertilizantes.</li>
</ul>
<h2>Fertilizantes orgânicos</h2>
<h3>Vantagens dos fertilizantes orgânicos</h3>
<ul>
<li>O fornecimento de nutrientes é mais equilibrado, o que ajuda a manter as plantas saudáveis.</li>
<li>Aumentam a atividade biológica do solo, o que melhora a mobilização de nutrientes de fontes orgânicas e químicas e a decomposição de substâncias tóxicas.</li>
<li>Aumentam a colonização de micorrizas, o que melhora a oferta de P.</li>
<li>Melhoram o crescimento das raízes devido à melhor estrutura do solo.</li>
<li>Aumentam o teor de matéria orgânica do solo, melhorando assim, a capacidade de troca de nutrientes, aumentando a retenção de água no solo, promovendo a agregação do solo e tamponando o solo contra a acidez, alcalinidade, salinidade, pesticidas e metais pesados ​​tóxicos.</li>
<li>Liberam nutrientes lentamente e contribuem para o reservatório residual de N e P orgânico no solo, reduzindo a perda por lixiviação de N e a fixação de P; eles também podem fornecer micronutrientes.</li>
<li>Fornecem alimentos e estimulam o crescimento de microrganismos benéficos e minhocas.</li>
<li>Ajudam a suprimir certas doenças de plantas, doenças do solo e parasitas.</li>
</ul>
<h3>Desvantagens de usar fertilizantes orgânicos</h3>
<ul>
<li>Eles são comparativamente baixos em teor de nutrientes, portanto, é necessário um volume maior para fornecer nutrientes suficientes para o crescimento das culturas.</li>
<li>A taxa de liberação de nutrientes é muito lenta para atender às necessidades das culturas em pouco tempo, portanto, pode ocorrer alguma deficiência de nutrientes.</li>
<li>Os principais nutrientes das plantas podem não existir no fertilizante orgânico em quantidade suficiente para sustentar o crescimento máximo da cultura.</li>
<li>A composição nutricional do composto é altamente variável; o custo é alto comparado aos fertilizantes químicos.</li>
<li>A aplicação prolongada ou pesada em solos agrícolas pode resultar em acúmulo de sais, nutrientes ou metais pesados e pode afetar adversamente o crescimento de plantas, organismos do solo, qualidade da água e saúde animal e humana.</li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A gestão eficiente da nutrição das plantas deve assegurar uma <strong>produção agrícola melhorada e sustentável</strong> e salvaguardar o ambiente.</p>
<p>O fertilizante químico, orgânico ou microbiano tem suas vantagens e desvantagens em termos de fornecimento de nutrientes, qualidade do solo e crescimento das culturas.</p>
<p>Desenvolver um sistema adequado de manejo de nutrientes que integre o uso desses três tipos de fertilizantes pode ser um desafio para alcançar a meta da agricultura sustentável.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Nitrogênio na fertilidade do solo: importância e manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 13:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade do solo]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nitrogênio (N) desempenha um papel fundamental na fertilidade das plantas. Raízes, caules e folhas são desenvolvidos, em partes, por ele. Na agricultura, em especial a de grãos, ele é o nutriente de maior demanda. As culturas, em geral, necessitam que o N₂ atmosférico seja modificado por meio de processos naturais ou em forma comercial [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>nitrogênio (N)</strong> desempenha um papel fundamental na fertilidade das plantas. Raízes, caules e folhas são desenvolvidos, em partes, por ele. Na agricultura, em especial a de grãos, ele é o <strong>nutriente de maior demanda</strong>.</p>
<p>As culturas, em geral, necessitam que o N₂ atmosférico seja modificado por meio de processos naturais ou em forma comercial de fertilizantes nitrogenados.</p>
<p>Por meio de vários processos biológicos ou industriais de fixação, o N₂ atmosférico é transformado nas formas assimiláveis pelas plantas:</p>
<ol>
<li>Amônio (NH₄+);</li>
<li>Nitrato (NO₃₂-).</li>
</ol>
<p>Pode ser fixado também por organismos no solo e em nódulos nas raízes de leguminosas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Por que o nitrogênio é essencial para fertilidade do solo?</h2>
<p>O nitrogênio faz parte da composição de proteínas de plantas e animais. O valor nutricional dos alimentos que ingerimos depende, em grande parte, do fornecimento adequado deste nutriente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10564 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio.jpg" alt="Ciclo do Nitrogênio" width="401" height="354" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio.jpg 401w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-300x265.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-370x327.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-270x238.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/ciclo-do-nitrogenio-340x300.jpg 340w" sizes="auto, (max-width: 401px) 100vw, 401px" /></p>
<p>O nitrogênio é exigido pelas culturas em <strong>maiores quantidades do que qualquer outro nutriente</strong>, exceto <a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-soja-como-economizar-no-potassio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>potássio</strong> </a>(K).</p>
<p>Nitrato e amônio são as principais formas de N absorvidas pelas raízes das plantas.</p>
<p>Embora a quantidade de nitrogênio armazenada na matéria orgânica do solo seja grande, a quantidade decomposta e disponível para absorção pela planta é relativamente pequena. Normalmente, essa decomposição não é sincronizada com a necessidade da planta.</p>
<p>A matéria orgânica libera N lentamente e a taxa é controlada pela atividade microbiana do solo (influenciada por temperatura, umidade, pH e textura).</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-deficiencia-nutricional-soja-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39627 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png" alt="Guia Sintomas de deficiência nutricional" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Suprimento e fontes de nitrogênio</h2>
<p>Em geral, estima-se que para cada 1% de matéria orgânica do solo, são disponibilizados cerca de 20 kg/ha de N.</p>
<p>Um dos produtos da decomposição orgânica (mineralização) é o <strong>amônio</strong>, que pode ser retido pelo solo, absorvido pelas culturas ou convertido em nitrato. O nitrato é absorvido pelas plantas, lixiviado da zona radicular ou transformado em nitrogênio gasoso e perdido para a atmosfera.</p>
<p>Como a maioria dos solos não pode fornecer quantidades suficientes de nitrogênio para sustentar economicamente o crescimento ótimo e a qualidade da cultura, os fertilizantes comerciais são bastante usados para suplementar suas necessidades.</p>
<p>Esterco, lodo de esgoto e outros resíduos que são fontes de nitrogênio são aceitáveis também, quando disponíveis.</p>
<p>A escolha da fonte de nitrogênio correta deve ser baseada em fatores como:</p>
<ul>
<li>Disponibilidade;</li>
<li>Preço;</li>
<li>Cultura a ser adubada;</li>
<li>Época e método de aplicação;</li>
<li>Sistemas de produção e risco de perdas.</li>
</ul>
<p>Todas as fontes de nitrogênio necessitam de um manejo mais cuidadoso, para o aproveitamento máximo de seu potencial. Quando não manejados corretamente, todas as fontes de nitrogênio podem representar potencial dano ambiental, incluído acúmulo de nitrato em águas subterrâneas e superficiais.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fertilizantes nitrogenados</h2>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizantes nitrogenados</a></strong> são os mais utilizados na agricultura e devido à necessidade da redução de suas perdas por volatilização quando aplicado em superfície, a ureia tornou-se o fertilizante convencional mais utilizado para o desenvolvimento de fertilizantes com eficiência aumentada. Eles podem ser classificados em três categorias:</p>
<ol>
<li>Estabilizados;</li>
<li>Liberação lenta;</li>
<li>Liberação controlada.</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10565" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados.jpg" alt="Fertilizantes nitrogenados" width="550" height="550" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-768x768.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/fertilizantes-nitrogenados-740x740.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<h3>Fertilizantes nitrogenados convencionais</h3>
<p>Podem ser citados:</p>
<ul>
<li>Ureia;</li>
<li>Nitrato de amônio;</li>
<li>Sulfato de amônio;</li>
<li>Nitrato de cálcio;</li>
<li>MAP;</li>
<li>DAP, dentre outros.</li>
</ul>
<h3>Fertilizantes nitrogenados estabilizados</h3>
<p>Pode-se citar: a ureia tratada com aditivos para estabilização do nitrogênio. Sendo subdivididos em: aditivos para inibição da urease e aditivos para inibição da nitrificação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21406 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease.jpg" alt="Ação de inibidores de urease" width="300" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/09/acao-inibidores-urease-96x96.jpg 96w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h3>Fertilizantes nitrogenados de liberação lenta ou quimicamente modificados</h3>
<p>São produtos de condensação da ureia com aldeídos.</p>
<h3>Fertilizantes nitrogenados de liberação controlada</h3>
<p>São fertilizantes nitrogenados convencionais, como a ureia, com alta solubilidade em água, aos quais são adicionados compostos para o recobrimento do grânulo que serve de barreira física e controla a passagem de nitrogênio por difusão.</p>
<h3>Diferença dos fertilizantes</h3>
<p>Existem diferenças conceituais entre as tecnologias quando são utilizados os termos <strong>liberação lenta e controlada</strong>.</p>
<ul>
<li>Os fertilizantes de liberação lenta não têm revestimento, como os fertilizantes de liberação controlada.</li>
<li>Diferenças nos preços, pois geralmente os fertilizantes de liberação controlada são mais caros em função do tipo e quantidade de revestimento utilizado no processo de produção.</li>
<li>Os fertilizantes de liberação controlada têm a taxa de liberação do nutriente influenciada basicamente pelo tipo e espessura de revestimento, temperatura, umidade do solo e precipitação pluviométrica.</li>
</ul>
<h2>Uso do nitrogênio no milho</h2>
<p>A necessidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">adubação com nitrogênio</a></strong> é mais comum do que com quaisquer outros nutrientes. No caso do milho, é o nutriente de maior exigência e de maior <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custo</strong></a>.</p>
<p>No entanto, sabendo manejar adequadamente o nitrogênio, com base no uso de uma fonte certa, na dose certa, na época correta e no local certo, é possível otimizar a produtividade e o retorno da cultura. Simultaneamente, reduz os riscos de efeitos potencialmente negativos para o ambiente.</p>
<p>Um bom exemplo disso é a adoção de <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sistema de Plantio Direto</strong></a> (SPD), por fornecer biomassa à cultura e uma melhor ciclagem de nutrientes. No caso do milho de segunda safra, por exemplo, é comum no Brasil fazer consórcio com braquiária.</p>
<p>Sistemas como esse, trazem diversos benefícios, inclusive econômicos. Alinhar o fornecimento de nitrogênio, com um sistema de preservação e que ainda auxilia contra pragas e daninhas, pode ser promissor, vantajoso e rentável.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro é pra você! Clique e saiba mais!</p>
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		<title>Macroelementos essenciais às plantas e solos: saiba quais são e sua importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 12:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que uma planta tenha pleno desenvolvimento, ela precisa de: água, luz do sol e de um solo nutricionalmente adequado. Claro que sempre existirão exceções, mas de modo geral, essa é a base. A demanda nutricional depende de muitos fatores, dentre os quais podemos citar: Tipo da cultivar; Época de aplicação; Quantidade de nutriente disponível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que uma planta tenha pleno desenvolvimento, ela precisa de: água, luz do sol e de um solo nutricionalmente adequado. Claro que sempre existirão exceções, mas de modo geral, essa é a base.</p>
<p>A demanda nutricional depende de muitos fatores, dentre os quais podemos citar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipo da cultivar;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Época de aplicação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quantidade de nutriente disponível no solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O tipo de nutriente que essa cultivar requer.</li>
</ul>
<p>Sobre os 2 últimos, o solo acaba tendo um foco, afinal ele atua como reservatório de minerais necessários às plantas. Para saber a composição, é preciso fazer, ao menos, uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análise de solo</strong></a>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Como funciona a absorção de nutrientes e o papel da adubação</h2>
<p>O sistema é aberto, pois os elementos são constantemente removidos de um lado, a uma fase sólida (reservatório) e acumulados no outro, a planta.</p>
<p>A solução do solo é o compartimento de onde a raiz retira ou absorve os elementos essenciais.</p>
<p>Quando a fase sólida (matéria orgânica + minerais) não consegue transferir para a solução do solo quantidades adequadas de um nutriente qualquer, é necessária sua aplicação mediante o emprego do fertilizante, que contém o elemento em falta.</p>
<p>Na prática, <strong>a adubação consiste em cobrir a diferença entre a quantidade do nutriente exigida pela planta e o fornecimento pelo solo</strong>, multiplicado por um fator, para compensar as perdas do adubo, ocasionadas principalmente quando o pH do solo encontra-se fora da faixa adequada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estabelecer a essencialidade dos elementos é muito mais complexo do que apenas a análise química. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As plantas absorvem do solo, sem muita discriminação, os elementos essenciais, os benéficos e os tóxicos, podendo estes últimos, inclusive, levá-las à morte. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Macroelementos nas plantas e no solo</h2>
<h3>Nitrogênio (N)</h3>
<p>O N é exigido pelas culturas em maiores quantidades do que qualquer outro nutriente, exceto potássio (K). Nitrato e amônio inorgânicos são as principais formas de N absorvidas pelas raízes das plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21391 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3.jpg" alt="Fórmulas químicas do Nitrato, Amônio e Nitrato de Amônio" width="517" height="185" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3.jpg 517w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-300x107.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-370x132.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-270x97.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fórmulas químicas do Nitrato, Amônio e Nitrato de Amônio &#8211; Fonte: Sandy Azevedo</span></span></p>
<p>A quantidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a> </strong>armazenada na matéria orgânica do solo, apresenta pouca quantidade decomposta e disponível para as culturas.</p>
<p>Normalmente a decomposição não é sincronizada com a necessidade da planta. Estima-se que para cada 1% de matéria orgânica do solo são disponibilizados 20kg/ha de N.</p>
<h3>Fósforo (P)</h3>
<p>O fósforo é um <strong>componente vital no processo de conversão da energia do sol em alimentos, fibras e óleos nas plantas</strong>. Tem papel fundamental na fotossíntese, no metabolismo de açúcares, no armazenamento e transferência de informações genéticas.</p>
<p>As raízes das plantas absorvem o P quando este está dissolvido na solução do solo.</p>
<p>Os solos naturalmente apresentam baixa concentração de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">fósforo</a></strong>, devido a esse fator o solo deve ser continuamente reabastecido com esse elemento para repor o que foi absorvido pelas plantas.</p>
<p>As raízes das plantas geralmente absorvem P na forma de íons ortofosfato inorgânicos (HPO42- ou H₂PO₄-).</p>
<p>A disponibilidade de fósforo às plantas é influenciada por fatores como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quantidade de minerais de argila;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Concentração de P;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fatores que afetam a atividade radicular (aeração e compactação);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Teor de umidade do solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Temperatura;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Atividades<strong> radiculares das culturas</strong>;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">pH do solo.</li>
</ul>
<h3>Potássio (K)</h3>
<p>O potássio está envolvido em diversas funções essenciais como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Regulação da pressão osmótica nas células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Troca de gases;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Movimento das folhas em resposta à luz;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ativação das enzimas que auxiliam na ocorrência de reações químicas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síntese de proteínas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ajuste no pH dentro das células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aumento da fixação de CO2 durante a fotossíntese;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Transporte de compostos químicos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Equilíbrio das cargas elétricas em várias partes das células.</li>
</ul>
<p>As plantas supridas com quantidades adequadas de K são capazes de resistir mais ao estresse climático e aos danos causados por pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> em comparação com plantas deficientes em K.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21392 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4.jpg" alt="Sintoma clássico de deficiência de potássio em milho" width="466" height="88" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4.jpg 466w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-300x57.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-370x70.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-270x51.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-150x28.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Sintoma clássico de deficiência de potássio em milho &#8211; Fonte: IPNI (1993).</span></p>
<p>O <strong>potássio </strong>é absorvido pelas plantas quando está disponível na solução do solo, sendo alguns fatores que contribuem para a sua disponibilidade:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">K redistribuído de outras áreas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Água de irrigação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Precipitação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fertilizantes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Esterco;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Biossólidos e deposição de sedimentos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Intemperismo de minerais primários contendo K, como micas e feldspatos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">K liberado das camadas internas de filossilicatos como ilita, vermiculita e esmectita;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Dessorção de K das superfícies e arestas dos filossilicatos “K trocável”.</li>
</ul>
<p>O K trocável é medido pela análise de solo e é considerado prontamente disponível às plantas.</p>
<p>Os filossilicatos que liberam K também podem “fixar” este nutriente em posições entre as camadas, desta forma removendo-o da solução do solo.</p>
<h3>Enxofre (S)</h3>
<p>O sulfato solúvel (SO42-) é a fonte para nutrição de S para as plantas.</p>
<p>O S é exigido para a síntese de proteínas, auxiliando na produção de sementes e da clorofila necessária para o processo fotossintético.</p>
<p><strong>É um componente necessário de três aminoácidos</strong> (cisteína, metionina e cistina) requeridos para a síntese proteica. Exigido para a formação de nódulos em leguminosas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21393 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5.jpg" alt="Nódulos em raízes" width="502" height="335" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5.jpg 502w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Nódulos em raízes &#8211; Fonte: Fabiano Bastos via 3rlab</span></span></p>
<p>A maior parte do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">enxofre</a> </strong>do solo é, geralmente, encontrada na matéria orgânica e nos restos culturais.</p>
<p>Este nutriente está presente em uma variedade de compostos orgânicos que não estão disponíveis para a absorção pelas plantas, até serem convertidos em sulfato solúvel.</p>
<p>A velocidade na qual os microrganismos do solo convertem esse composto orgânico de S é determinada por <strong>temperatura, umidade e outros fatores ambientais</strong>.</p>
<p>Uma pequena fração do S do solo é encontrada na forma de sulfato. O sulfato geralmente é solúvel, e se movimenta na solução do solo para as raízes.</p>
<h3>Cálcio (Ca)</h3>
<p>O cálcio é classificado como um macronutriente secundário que é requerido em quantidades relativamente grandes pelas plantas na forma de Ca₂+.</p>
<p>O Ca desempenha <strong>papel fundamental na estrutura da parede celular e na integridade da membrana</strong>. Ele também promove:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A elongação das células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Participa de processos enzimáticos e hormonais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Desempenha papel nos processos de absorção de outros nutrientes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Proporciona estabilidade às plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">As paredes celulares fortes auxiliam na prevenção de invasão por fungos e bactérias.</li>
</ul>
<p>A solubilidade do Ca depende de fatores do solo, como <strong>pH do solo e capacidade de troca de cátions (CTC). </strong></p>
<p>O cálcio disponível é afetado tanto pela CTC do solo, quanto pela saturação de Ca nos sítios de troca de cátions do solo. O Ca tem grande influência nas propriedades do solo, especialmente porque previne a dispersão de argila.</p>
<p>O fornecimento abundante de Ca pode auxiliar na redução do encrostamento e da compactação do solo, levando à melhora da percolação da água e à redução do escoamento superficial.</p>
<h3>Magnésio (Mg)</h3>
<p>Nas plantas, o magnésio é essencial para muitas funções como:</p>
<ul>
<li>Catalisar a produção de clorofila;</li>
<li>Desempenhar papel como um componente dos ribossomos;</li>
<li>Estabilizar certas estruturas dos ácidos nucleicos;</li>
<li>Ativar ou promover a atividade de enzimas;</li>
<li>Desempenhar papel como um elemento essencial para gerar ATP;</li>
<li>Assegurar que os carboidratos produzidos nas folhas sejam exportados para outros órgãos da planta.</li>
</ul>
<p><strong>O Mg disponível às plantas está presente na solução do solo</strong>, sendo o Mg trocável e da solução do solo as formas deste nutriente medida pelas análises de solo e considerado prontamente disponíveis para as plantas.</p>
<p>Quando as raízes das plantas absorvem água, a água localizada em grande distância se move para as raízes, repondo a absorvida. O Mg que está dissolvido na solução do solo se move com essa água.</p>
<p>Esse processo, denominado <strong>fluxo de massa</strong>, é responsável por <strong>manter a planta suprida com Mg.</strong></p>
<h2>Como obter esses nutrientes?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nutrientes requeridos pelas plantas podem ter diversas origens, mas boa parte vem dos minerais. O fósforo, por exemplo, advém de rochas fosfáticas. Só a agricultura consome mais de 90% delas, o que tem tornado isso escasso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para analisar o quanto seu solo requer esse nutriente, é necessária uma análise química, que pode ser feita pelos extratores Mehlich 1, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/interpretacao-de-fosforo-disponivel-no-solo-por-mehlich-3/" target="_blank" rel="noopener">Mehlich 3</a></strong> ou Resina.</span></p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
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		<title>Como interpretar uma análise de solo e fazer os cálculos de recomendação?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-os-calculos-de-recomendacao/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-os-calculos-de-recomendacao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 20:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mercado do agronegócio, não existe espaço para a dúvida. Em um setor que movimenta milhões, profissionais de todas as pontas da cadeia devem ter segurança máxima para exercer suas funções com excelência. Importância da análise do solo No dia a dia do campo, sabemos que a análise do solo é uma ferramenta valiosa, que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mercado do agronegócio, não existe espaço para a dúvida. Em um setor que movimenta milhões, profissionais de todas as pontas da cadeia devem ter segurança máxima para exercer suas funções com excelência.</p>
<h2>Importância da análise do solo</h2>
<p>No dia a dia do campo, sabemos que <strong>a análise do solo é uma ferramenta valiosa</strong>, que ampara com exatidão os próximos passos do manejo, como a adubação racional.</p>
<p>Com o resultado em mãos, devemos conhecer bem os parâmetros que buscamos, <strong>para</strong> <strong>realizarmos os cálculos de recomendação dos nutrientes corretamente</strong>.</p>
<p>Quando há escassez de <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a> no solo, os sintomas de deficiência se manifestam e, neste ponto, as alterações no metabolismo da planta já ocorreram, o que significa que a produção já está sendo comprometida e o prejuízo já está ocorrendo.</p>
<p>Por isso, faz-se necessário uma <strong>recomendação adequada de nutrientes</strong>, suprindo todas as demandas do cafeeiro.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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  });
</script></p>
</div>
<p>Neste artigo, vamos demonstrar, passo a passo, como interpretar uma análise de solo e realizar os cálculos de recomendação de:</p>
<ol>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">Nitrogênio;</a></strong></li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fósforo</strong></a>;</li>
<li>Potássio.</li>
</ol>
<p>Para isso, vamos usar um exemplo prático. Acompanhe abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41801 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo.png" alt="Tabela com análise do solo para profundidade de 20 centímetros" width="1048" height="134" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo.png 1048w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo-300x38.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo-1024x131.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo-768x98.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo-370x47.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo-270x35.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo-740x95.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-resultados-analise-solo-150x19.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1048px) 100vw, 1048px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Resultado da análise de solo de 0 – 20 cm de profundidade em lavoura de café.</span></p>
<p>Informações do talhão 1:</p>
<ul>
<li>Lavoura com 8 anos de idade;</li>
<li>Produtividade esperada para esse ano agrícola: 25 sc/ha;</li>
<li>Produtividade esperada para a safra seguinte a esse ano agrícola: 45 sc/ha;</li>
<li>Teor de argila do solo: 40%.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41803 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo.png" alt="Padrões para análise de solo" width="775" height="190" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo.png 775w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo-300x74.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo-768x188.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo-370x91.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo-740x181.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-padroes-analise-solo-150x37.png 150w" sizes="auto, (max-width: 775px) 100vw, 775px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Padrões referenciais médios para avaliação de resultados de análise de solo na cultura do café.  </span>Fonte: Luiz Paulo Vilela &#8211; Coordenador da equipe Rehagro Café e consultor técnico.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-amostragem-de-solo-em-lavoura-de-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-amostragem-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39676 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro.png" alt="Guia Amostragem de solo na lavoura de café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a recomendação de nitrogênio (N)?</h2>
<p>Como não há resultado de teor de nitrogênio na análise de solo, devido a sua dinâmica no solo, a recomendação para esse nutriente <strong>é feita com base na expectativa de produtividade esperada</strong> para a cultura:</p>
<p style="text-align: center;"><em>N (kg/ha) = (produção (em sacas por ha) x 2,6) + (próxima safra (em sacas por ha) x 3,6)</em></p>
<p>Calculando:</p>
<p style="text-align: center;"><em>N (kg/ha) = (25 sc/ha x 2,6) + (45 sc/ha x 3,6)</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>N (kg/ha) = 65 + 162</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>N (kg/ha) = 227 kg/ha de nitrogênio</em>.</p>
<p>Se a fonte utilizada for a ureia, que possui 45% de N, serão necessários:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8853 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/Capturar-11.png" alt="" width="265" height="85" /></p>
<p>No entanto, é necessário calcular a demanda de ureia com base na sua eficiência (perdas por volatilização), que pode ser considerada de 60 a 80% dependendo das condições, assim consideramos 70%:</p>
<p style="text-align: center;"><em>504,4 kg de ureia / 0,70 (eficiência) = 720,6 kg de ureia por ha</em></p>
<p>Dessa forma, com base nos cálculos, para essa lavoura com produtividade esperada para esse ano agrícola de 25 sacas por hectare e para a safra do ano seguinte de 45 sacas por hectare, é recomendado a aplicação de 227 kg/ha de nitrogênio.</p>
<p>Utilizando a fonte ureia é demandado 720 kg desse fertilizante por hectare, considerando sua eficiência de 70%.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a recomendação de fósforo (P)?</h2>
<p>Na análise foi utilizado <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mehlich-1-e-resina/" target="_blank" rel="noopener">o extrator Mehlich 1</a></strong>, e o teor de fósforo é 15,5 mg/dm3, mas eu quero atingir 20 mg/dm3 (tabela 2). Por isso, é necessário aumentar 4,5 mg/dm3:</p>
<p style="text-align: center;"><em>20 mg/dm3 (teor desejável) &#8211; 15,5 mg/dm3 (teor no solo) = 4,5 mg/dm3.</em></p>
<p>Conforme a tabela abaixo, utilizando o extrator Mehlich, para elevar 1 mg/dm3 de fósforo em um solo com 40% de argila, é necessário 30 kg de P2O5 (marcado em vermelho):</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22290 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/analise-de-solo-3.jpg" alt="Tabela com valores do fator CT" width="523" height="130" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/analise-de-solo-3.jpg 523w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/analise-de-solo-3-300x75.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/analise-de-solo-3-370x92.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/analise-de-solo-3-270x67.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/analise-de-solo-3-150x37.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 523px) 100vw, 523px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Valores do fator CT (capacidade tampão de fósforo) para estimar a dose do adubo fosfatado, em função do teor de argila no solo, para os métodos de Mehlich 1 e resina. </span></p>
<p>Dessa forma, se eu desejo aumentar 4,5 mg/dm3:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8855 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/Capturar-13.png" alt="" width="180" height="84" /></p>
<p>Utilizando a fonte de Superfosfato Simples que possui 18% de P2O5, teremos que aplicar:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8856 aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/Capturar-14.png" alt="" width="270" height="83" /></p>
<p>Dessa forma, a quantidade de Superfosfato Simples recomendada será de: 750 kg desse fertilizante por hectare.</p>
<p>**Se o extrator utilizado for o resina, devemos olhar os parâmetros para se trabalhar no solo com o extrator resina (tabela 2), e verificar quantos kg de P2O5 é necessário para aumentar no solo 1 mg/dm3 de P (tabela 3). Após isso, realizar os mesmos cálculos exemplificados acima.</p>
<h2>Como calcular a recomendação de potássio (K)?</h2>
<p>Para o nutriente <a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>potássio</strong></a>, pode-se trabalhar para manter 120 mg/dm3 no solo (tabela 2), adicionado a extração pela cultura, de acordo com a produção e vegetação:</p>
<ul>
<li><strong>Recomendação de K para produção e vegetação:</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><em>K (kg/ha) = (produção x 3) + (vegetação x 2,9)</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>K (kg/ha) = (25 sc x 3) + (45 sc x 2,9)</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>K (kg/ha) = 75 + 130,5 = 205,5 kg/ha de K2O</em></p>
<ul>
<li><strong>Recomendação de K para manter um nível de segurança no solo:</strong></li>
</ul>
<p>Como o solo já está com teor de potássio acima de 120 mg/dm3, vamos calcular para descontar essa reserva do solo da quantidade de potássio demandada para aplicação:</p>
<p style="text-align: center;">153,0 mg/dm3 (teor no solo) &#8211; 120 mg/dm3 (nível para manter no solo) = 33 mg/dm3</p>
<p>Em cmolc/ dm3 essa quantidade corresponde a: 0,08 cmolc/dm3 que preciso aumentar no meu solo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8857 aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/Capturar-15.png" alt="" width="249" height="93" /></p>
<p>Para aumentar 1 cmolc/dm3 é necessário 942 kg de K2<span style="font-weight: 400;">O por hectare: </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8858 aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/Capturar-16.png" alt="" width="269" height="86" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recomendação de potássio:</span></p>
<p style="text-align: center;">205,5 kg/ha de K2O (para produção e vegetação) &#8211; 75,4 kg de K2O/ha (reserva do solo) = 130,1 kg de K2O/ha.</p>
<p>Se a fonte utilizada for o cloreto de potássio, que contém 60% de K2O:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8859 aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/Capturar-17.png" alt="" width="248" height="83" /></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41804 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-demanda-nutrientes.png" alt="Tabela com demanda de nitrogênio, fósforo e potássio para lavoura de café" width="700" height="168" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-demanda-nutrientes.png 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-demanda-nutrientes-300x72.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-demanda-nutrientes-370x89.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-demanda-nutrientes-270x65.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/tabela-demanda-nutrientes-150x36.png 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Demanda de nitrogênio, fósforo e potássio por hectare para essa lavoura</span></p>
<p>Exemplificamos acima, como é feita a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/" target="_blank" rel="noopener">recomendação de adubação para os nutrientes NPK</a></strong>, com base na análise de solo, e nas condições da lavoura exemplificadas neste material.</p>
<p>E então? Da próxima vez que a análise de solo chegar, você vai estar pronto para fazer uma recomendação adequada?</p>
<p>Essa interpretação e esses cálculos geram muitas dúvidas, até mesmo nos mais experientes profissionais.</p>
<p>Mas precisamos saber realizá-los com exatidão, porque são a base de planejamento para outras etapas de importância crucial na produção.</p>
<h2>Transforme dados da análise de solo em resultados para sua lavoura</h2>
<p>Interpretar corretamente a análise de solo e calcular as recomendações é essencial para garantir um manejo eficiente e produtivo. Mas, para que esses números se convertam em maior lucratividade, é preciso aliar conhecimento técnico à gestão estratégica da cafeicultura.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Matéria orgânica no solo: veja os benefícios dessa forma que vai além do fornecimento de nutrientes</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2020 15:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[matéria orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A matéria orgânica (MO) é formada de organismos, resíduos vegetais e resíduos animais em decomposição. Ela é capaz de alterar as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, dessa forma, podendo interferir no crescimento e desenvolvimento das plantas. Composto orgânico e casca de café. (Foto: Diego Baquião). &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>matéria orgânica</strong> (MO) é formada de organismos, resíduos vegetais e resíduos animais em decomposição.</p>
<p>Ela é capaz de alterar as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, dessa forma, podendo interferir no <strong>crescimento e desenvolvimento das plantas</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22575 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-1.jpg" alt="Matéria orgânica e casca de café" width="455" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-1.jpg 455w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-1-300x167.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-1-370x207.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-1-270x151.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-1-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 455px) 100vw, 455px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Composto orgânico e casca de café. (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Matéria orgânica x fornecimento e disponibilidade de nutrientes</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A matéria orgânica quando mineralizada pode atuar no fornecimento de <strong>nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas,</strong> como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong> (N), <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fósforo</strong></a> (P), <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">potássio</a></strong> (K), outros macronutrientes e também os micronutrientes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, os benefícios proporcionados pela matéria orgânica <strong>vão muito além do fornecimento de nutrientes</strong>, ela pode atuar também na disponibilidade de fósforo, visto que o P é um nutriente que apresenta grande fixação com o solo, e por isso não fica disponível para absorção pelas plantas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, os ácidos orgânicos liberados a partir da decomposição da matéria orgânica atuam competindo com os sítios de adsorção de P, dessa forma, deixando o P mais disponível para a adsorção pelas plantas. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fontes de matéria orgânica x nutrientes e relação C/N</h2>
<p>Pode-se utilizar diversas fontes no cafeeiro, dentre elas: o esterco de curral, esterco de galinha, palha de café em coco, torta de mamona, entre outras. Abaixo temos o teor dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/" target="_blank" rel="noopener">nutrientes N, P e K</a></strong> de algumas fontes:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41823 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-teores-medios-npk.png" alt="Tabela com tipos de adubos" width="594" height="304" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-teores-medios-npk.png 594w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-teores-medios-npk-300x154.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-teores-medios-npk-370x189.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-teores-medios-npk-585x300.png 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-teores-medios-npk-270x138.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-teores-medios-npk-150x77.png 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Teores médios (%) de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K). </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Adaptado do Cultura de café no Brasil &#8211; Manual de Recomendações (2010) e arquivo Rehagro.</span></span></p>
<p>Além das fontes citadas acima, a palhada da braquiária e resíduos vegetais de cafés podados, também podem ser colocados em cobertura na projeção da saia do cafeeiro, resultando em diversos benefícios, além da proteção do solo.</p>
<p>No entanto, é importante destacar, que os materiais possuem <strong>diferentes relações C/N</strong> (carbono/nitrogênio), desta forma, <strong>quanto maior essa relação, menor a taxa de decomposição</strong>, isso porque os microrganismos não irão encontrar nitrogênio suficiente para síntese de proteínas, e por isso terão seu desenvolvimento limitado, diferentemente do que ocorre em condições de baixa relação C/N.</p>
<p>A braquiária e resíduos de poda, por exemplo, apresentam baixo teor de N resultando numa alta relação C/N, por isso sua decomposição é mais lenta, quando comparada ao esterco, que possui uma menor relação C/N acarretando em uma decomposição mais rápida.</p>
<p>Portanto, é importante saber qual a relação C/N do material fornecido, a fim de compreender a velocidade da decomposição desse material.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41824 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-relacao-cn.png" alt="Matéria orgânica para adubação do solo" width="447" height="321" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-relacao-cn.png 447w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-relacao-cn-300x215.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-relacao-cn-370x266.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-relacao-cn-270x194.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/tabela-relacao-cn-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 447px) 100vw, 447px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Relação C/N de materiais. </span><span style="font-weight: 400;">Adaptado: </span><span style="font-weight: 400;">Esalq/USP</span><span style="font-weight: 400;"> e Souza et al., 1999.</span></span></p>
<h2>Matéria orgânica x propriedades biológicas do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando nos referimos às <strong>propriedades biológicas do solo</strong>, a matéria orgânica favorece a atividade biológica do solo, que consiste principalmente de microrganismos que realizam diversas funções essenciais para o funcionamento do solo.</span></p>
<h2>Matéria orgânica x propriedades físicas do solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A estrutura física do solo também é beneficiada, pois a utilização de matéria orgânica proporciona <strong>maior retenção de água no solo</strong>, reduz o impacto da gota da chuva no solo, reduz os riscos de erosão, dentre outros.</span></p>
<h2>Matéria orgânica x CTC do solo</h2>
<p>Apesar dos vários benefícios já citados quando se utiliza a matéria orgânica, destaca-se o aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ctc-do-solo-entenda-o-que-e-e-como-interpreta-la/" target="_blank" rel="noopener">CTC do solo</a></strong>, sendo este, um dos principais fatores da utilização deste condicionador de solo.</p>
<p>Essa grande importância ocorre pois nossos solos brasileiros são ricos em <strong>argilas oxídicas</strong> (óxidos de Fe e Al) e <strong>argilas do tipo 1:1</strong> (Caulinita), apresentando estas argilas, baixa capacidade de gerar <strong>cargas no solo</strong>, desta forma, acarretando em baixa CTC, podendo ser observado em média valores de CTC a pH 7,0 de 4 cmolc/dm3 para as argilas oxídicas e de 8 cmolc/dm3 para as argilas do tipo 1:1.</p>
<p>Nesse cenário, os colóides orgânicos (matéria orgânica) se destacam no quesito de formar cargas, podendo ser formados em torno de 200 cmolc/dm3.</p>
<p>Portanto, devido a essa capacidade da matéria orgânica em gerar cargas, aumentando assim a CTC dos nossos solos, sua utilização torna-se extremamente<strong> vantajosa e desejável</strong>, a fim de melhorar as condições químicas do solo, proporcionando maior retenção de nutrientes no solo para as plantas, e a partir disso, com melhores condições no solo, podendo acarretar em maior crescimento e desenvolvimento das plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22579 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-4.jpg" alt="Aplicação de matéria orgânica no solo" width="495" height="213" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-4.jpg 495w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-4-300x129.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-4-370x159.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-4-270x116.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/materia-organica-4-150x65.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 495px) 100vw, 495px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Aplicação de composto no sulco para implantação de lavouras feito com palha de café e esterco de curral (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Portanto, a utilização de matéria orgânica na cultura do café vai muito <strong>além apenas do fornecimento de nutrientes</strong>.</p>
<p>Ela atua na melhoria das condições físicas, químicas e biológicas, <strong>destacando o aumento da CTC do solo</strong>. Este fator, inclusive, é muito desejável para a construção da fertilidade.</p>
<h2>Aproveite os benefícios da matéria orgânica com gestão estratégica da lavoura</h2>
<p>A matéria orgânica no solo vai muito além do fornecimento de nutrientes: ela melhora a estrutura, aumenta a retenção de água, favorece a atividade biológica e contribui para a sustentabilidade da lavoura de café. Para transformar esses benefícios em maior produtividade e lucro, é essencial integrá-la a um manejo bem planejado e a uma gestão eficiente.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar práticas de manejo de solo e nutrição com estratégias de gestão que reduzem custos, aumentam a eficiência e fortalecem os resultados da produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Composto orgânico: o que é e quais são os seus benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/composto-organico-quais-os-beneficios-como-e-feito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 15:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do café]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O composto orgânico é um condicionador de solo, a base de resíduos orgânicos, que são decompostos de maneira controlada, pela ação de microrganismos. Este condicionador pode proporcionar melhorias nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF! Quais os benefícios do composto orgânico? Quando aplicado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O composto orgânico é um condicionador de solo, a base de resíduos orgânicos, que são decompostos de maneira controlada, pela ação de microrganismos.</p>
<p>Este condicionador pode proporcionar melhorias nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>Quais os benefícios do composto orgânico?</h2>
<p>Quando aplicado no solo o composto orgânico fornece macro e micronutrientes, mas também material orgânico estabilizado, propiciando não só a fertilização da cultura, como a melhoria das características físicas e químicas do solo.</p>
<p>O incremento de matéria orgânica contribui para o aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ctc-do-solo-entenda-o-que-e-e-como-interpreta-la/" target="_blank" rel="noopener">CTC (capacidade de troca de cátions)</a></strong>, permitindo maior retenção de nutrientes, sejam eles do próprio composto ou de outras fontes, inclusive fertilizantes químicos.</p>
<p>Estes nutrientes retidos vão sendo liberados de forma gradativa para a planta, contribuindo com o aumento da produtividade.</p>
<p>Além de proporcionar <strong>maior retenção de nutrientes</strong> e de água no solo (importante para os períodos de estiagem) e dos outros benefícios já citados, a aplicação de composto orgânico contribui ainda para maior disponibilização de fósforo para as plantas.</p>
<p>A disponibilização do fósforo é um fator muito importante, visto que ele apresenta grande interação com o solo, podendo ser fixado e por isso, não fica disponível para as plantas.</p>
<p>Porém, na presença dos ácidos orgânicos produzidos no processo de decomposição da matéria orgânica, ocorre uma competição pelos sítios de adsorção, deixando este nutriente disponível para as plantas absorverem.</p>
<p>Outro aspecto importante é que a utilização de composto orgânico<strong> favorece a atividade biológica do solo</strong>, que consiste principalmente de microrganismos que realizam diversas funções essenciais para o funcionamento do solo.</p>
<p>Os microrganismos decompõem a matéria orgânica, liberam nutrientes em formas disponíveis às plantas e degradam substâncias tóxicas.</p>
<p>Além disso, eles formam associações simbióticas com raízes de plantas, atuam no controle biológico de patógenos, influenciam na solubilização de minerais e contribuem para a estruturação e agregação do solo. Dessa forma, sendo extremamente desejáveis.</p>
<p>Os benefícios da aplicação do composto orgânico como um componente da adubação do solo podem ser visualmente notados pela <strong>observação do vigor das plantas em uma gleba submetida a este tipo de tratamento</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como é feito o composto orgânico?</h2>
<p><strong>O composto orgânico é produzido através da compostagem.</strong> A compostagem é um processo de degradação controlada de materiais orgânicos na presença de oxigênio, mediante uma relação adequada de carbono e nitrogênio.</p>
<p>Ao final do processo os nutrientes são convertidos em formas mais disponíveis para as plantas, podendo ser observado aumento no teor de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/" target="_blank" rel="noopener">NPK</a></strong> em relação aos materiais adicionados inicialmente na leira.</p>
<p>Durante a estabilização do material orgânico em substâncias húmicas há a formação de um produto mais estável, o composto, com propriedades diferentes do material que lhe deu origem.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22296 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-1.jpg" alt="Composto orgânico" width="740" height="555" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Composto orgânico (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<h2>Quais materiais podem ser compostados?</h2>
<p>A compostagem pode ser conduzida com a utilização de diversos tipos de materiais orgânicos.</p>
<p>Na maioria das vezes o processo é conduzido utilizando resíduos como: restos de alimentos crus, dejetos de animais, folhas secas, serragem ou maravalha, palha de milho, palha de trigo, palha de café, bagaço de cana, subprodutos da indústria cervejeira, resíduos de matadouro, entre outros.</p>
<p>O que vai variar é a quantidade de cada um destes materiais, conforme a quantidade de carbono e nitrogênio de cada um.</p>
<p>De forma geral os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/" target="_blank" rel="noopener">materiais orgânicos</a></strong> podem ser divididos em nitrogenados e carbonáceos, é a relação carbono nitrogênio (C/N) que indica se um material é rico em carbono ou em nitrogênio.</p>
<p>Os <strong>materiais nitrogenados</strong> são aqueles que em sua composição tem uma quantidade de nitrogênio maior que de carbono orgânico, ou seja, uma menor relação carbono nitrogênio (C/N).</p>
<p>Já os <strong>materiais carbonáceos</strong> são aqueles que apresentam uma maior relação carbono nitrogênio.</p>
<p>Na tabela abaixo são listados alguns resíduos ricos em carbono e em nitrogênio.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41806 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos.png" alt="Tabela com alguns resíduos orgânicos" width="881" height="226" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos.png 881w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos-300x77.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos-768x197.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos-370x95.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos-270x69.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos-740x190.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-residuos-organicos-150x38.png 150w" sizes="auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Classificação de alguns resíduos orgânicos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quantidade de carbono e de nitrogênio ideal para se iniciar um processo de compostagem é entre 25/1 a 35/1. Esta relação supre as necessidades dos microrganismos para iniciar o processo de decomposição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para estabelecer uma relação C/N adequada, é necessário dosar a quantidade de resíduos nitrogenados e carbonáceos de acordo com as características de cada material. Em termos práticos, uma leira deve ser composta por 3 partes de resíduo carbonáceo para 1 parte de resíduo nitrogenado.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Como montar sua compostagem?</h2>
<h3>Tipos de leira</h3>
<p>Para iniciar o processo de compostagem, além de verificar os tipos de materiais disponíveis deve-se atentar também para a montagem das leiras. Leiras são formas de acondicionar os resíduos para iniciar a compostagem.</p>
<p>Existem diferentes métodos de compostagem, o mais simples é o <strong>método <i>windrow</i></strong>, conhecido também como leiras reviradas.</p>
<p>Este método consiste em acondicionar a mistura de resíduos em leiras e revirá-las periodicamente para garantir a presença de oxigênio, fundamental para que o processo ocorra de forma correta.</p>
<p>Os tipos de leira mais comumente utilizados são<strong> piramidal, trapezoidal e cônico.</strong> Em compostagem de grande escala as leiras piramidais e trapezoidais são as mais indicadas.</p>
<p>Independentemente do tipo de leira escolhida, recomenda-se montá-la a uma altura de até 1,5m. Pilhas muito altas podem ocasionar a compactação do material, prejudicando o fluxo de ar. Pilhas muito baixas prejudicam a manutenção da temperatura, perdendo calor para o meio. A largura e o comprimento são variáveis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22298 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-3.jpg" alt="Leiras do tipo piramidal, trapezoidal e cônico para compostagem." width="503" height="161" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-3.jpg 503w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-3-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-3-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-3-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-3-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 503px) 100vw, 503px" /></p>
<h3>Parâmetros a serem monitorados durante o processo</h3>
<p>A compostagem é um <strong>processo biológico e aeróbio</strong>, influenciado por fatores como a natureza dos microrganismos, umidade, aeração, temperatura e relação carbono nitrogênio(C/N).</p>
<p>Os microrganismos responsáveis pelo processo dependem de condições específicas para sobreviverem e realizarem o seu “trabalho”, condições estas:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41807 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-parametros-compostagem.png" alt="Parâmetros ideais para um processo de compostagem" width="630" height="302" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-parametros-compostagem.png 630w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-parametros-compostagem-300x144.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-parametros-compostagem-370x177.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-parametros-compostagem-270x129.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/tabela-parametros-compostagem-150x72.png 150w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Parâmetros ideias para a condução do processo de compostagem.</span></p>
<p>No dia a dia do processo, a temperatura deve ser medida diariamente, em pontos diferentes da leira. O reviramento garante a presença de oxigênio e deve ser feito no mínimo uma vez por semana ou sempre que a temperatura for maior que 65°C.</p>
<p>A umidade deve ser <strong>verificada e corrigida sempre que necessário</strong>, para verificar se está adequada aperte um pouco de composto na mão, ele deve estar igual ao da próxima imagem. Se escorrer está úmido demais, se esfarelar precisa de mais água.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22300" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-5.jpg" alt="Mão segurando uma amostra de composto orgânico" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-5.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-5-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-5-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-5-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-5-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-5-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Método de verificação da umidade da leira. Observe que após ser apertado na mão o material manteve o formato dos dedos sem escorrer, esta é uma boa condição de umidade da leira. (Foto: Ana Elisa Daher)</span></p>
<h2>Etapas da compostagem</h2>
<p>O tempo necessário para produção do composto orgânico varia conforme as características dos materiais que compõem a leira, dependendo da relação C/N inicial, do teor de nitrogênio dos resíduos, do tamanho das partículas, da aeração e do número e frequência dos reviramentos, <strong>podendo durar até 120 dias</strong>.</p>
<p>O processo de compostagem pode ser subdividido de forma simplificada em duas fases:</p>
<ol>
<li>A fase de decomposição ativa (termofílica);</li>
<li>Fase de maturação do composto.</li>
</ol>
<p>A fase ativa (biodegradação rápida) caracteriza o início do processo onde se tem grande quantidade de nutrientes (nitrogênio) e energia (carbono) para serem consumidos pelos microrganismos e convertidos em dióxido de carbono, calor, água e composto.</p>
<p>Devido à alta atividade bacteriana a característica principal desta etapa é o aumento da temperatura. O fim da fase de degradação ativa é indicado pela redução da temperatura, à medida que os materiais vão sendo degradados e a taxa de atividade microbiana vai sendo reduzida, conforme o gráfico a seguir.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22301 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-6.jpg" alt="Gráfico mostrando a evolução da temperatura em uma leira de compostagem" width="708" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-6.jpg 708w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-6-300x185.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-6-370x228.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-6-270x166.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-6-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 708px) 100vw, 708px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo da evolução da temperatura em uma leira de compostagem. Fonte: Fernandes; Silva, 1996.</span></p>
<p>Após a faixa de biodegradação rápida ocorre a fase maturação do composto, quando a maior parte da matéria orgânica já foi estabilizada/degradada.</p>
<p>Nesta etapa não é necessário o reviramento periódico, este é usado apenas quando for observado aumento de temperatura da pilha, ou quando houver formação de maus odores. A umidade nesta fase deve ser mantida entre 45 a 50%.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a fase de maturação <strong>o composto está pronto para ser aplicado no solo</strong>. </span></p>
<h3>Por que realizar a compostagem e não somente aplicar os materiais orgânicos diretamente no solo?</h3>
<p>O processo de compostagem promove a bioconversão dos nutrientes presentes nos materiais orgânicos, transformando-os da forma orgânica (não assimilável pela planta) para a forma mineral (disponível para a planta).</p>
<p>Além da mineralização dos nutrientes contidos, ocorre ainda a imobilização do material orgânico.</p>
<p>Um estudo conduzido por Eckhardt e colaboradores (2018) comparando a taxa de mineralização de N, P, K  no solo pela aplicação de fertilizantes orgânicos e resíduos de bovinos de corte e de leite in natura mostrou que as fezes de bovino de leite aplicadas diretamente no solo imobilizaram nitrogênio do mesmo, ao passo que o composto orgânico produzido com fezes de bovino de corte e palha obteve a maior taxa de disponibilização de nitrogênio entre os fertilizantes analisados.</p>
<p>O estudo realizado por Silva (2019) com o objetivo de avaliar o vigor de cafeeiros submetidos a diferentes práticas de manejo visando atenuar os efeitos da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-hidrico-no-cafe/" target="_blank" rel="noopener">escassez hídrica</a></strong>, mostrou que a utilização do composto orgânico no manejo proporcionou incremento no solo de vários nutrientes, com destaque para o fósforo, em que foi superior a todos os outros manejos utilizados, como mostra o gráfico abaixo.</p>
<p><strong>Dessa forma, salientando, sobre os diversos benefícios proporcionados pela utilização de composto orgânico, desde melhora na retenção de água no solo, até mesmo no fornecimento de nutrientes,</strong> destacando o fósforo que é um nutriente com grande interação no solo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22302 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-7.jpg" alt="Concentração de fósforo no solo de acordo com o composto aplicado" width="610" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-7.jpg 610w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-7-300x214.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-7-370x264.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-7-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/composto-organico-7-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Barras seguidas de mesma letra não diferem entre si a 5% de probabilidade pelo teste Scott-Knott. Fonte: Silva (2019).</span></p>
<h2>Quais os benefícios do composto orgânico?</h2>
<p>Portanto, são nítidos os benefícios químicos, físicos e biológicos ao solo com a utilização de composto orgânico. Refletindo assim em melhores condições para o crescimento e desenvolvimento das plantas, e, consequentemente acarretando em melhores resultados para a cultura.</p>
<p><strong>A compostagem é um processo que pode ser realizado na própria fazenda</strong>, e em muitos casos com resíduos que ela mesma produz, reduzindo assim custo de produção desse material orgânico.</p>
<p>Para a realização do processo, é importante estar atento aos aspectos citados anteriormente, como: a quantidade de resíduos nitrogenados e carbonáceos, altura da leira, umidade, temperatura e presença de oxigênio (revirar a leira), para que o processo ocorra de forma adequada e se produza um composto orgânico de qualidade.</p>
<h2>Use o composto orgânico de forma estratégica e aumente a eficiência da lavoura</h2>
<p>O composto orgânico é uma alternativa sustentável que melhora a fertilidade do solo, favorece o desenvolvimento do cafeeiro e contribui para a redução de custos na produção. No entanto, para que seus benefícios sejam realmente aproveitados, é essencial inseri-lo dentro de uma gestão completa e bem planejada da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a alinhar práticas de manejo nutricional e de solo com estratégias de gestão que aumentam a produtividade, reduzem desperdícios e tornam a produção mais rentável e sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Amostragem de solo em lavoura de café: como realizar corretamente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavoura-de-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 16:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o quanto uma análise de solo pode ser valiosa para a escolha da melhor estratégia para aumento da produtividade da sua fazenda e qualidade do café produzido, trazendo maiores lucros para o seu bolso. Para que os resultados da análise de solo sejam fidedignos e proporcionem o resultado esperado, o primeiro passo deve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe o quanto uma análise de solo pode ser valiosa para a escolha da melhor estratégia para aumento da produtividade da sua fazenda e <strong>qualidade do café </strong>produzido, trazendo maiores lucros para o seu bolso.</p>
<p>Para que os resultados da análise de solo sejam fidedignos e proporcionem o resultado esperado, o primeiro passo deve ser a <strong>coleta de amostra do solo</strong><strong> adequada</strong>, que deve representar bem a área a ser investigada.</p>
<p>Veja algumas dicas para executar essa etapa de forma correta!</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais os principais aspectos para fazer uma amostragem de solo correta?</h2>
<p>Inicialmente, deve-se <strong>dividir a área em</strong> <strong>talhões homogêneos</strong> quanto a cor do solo, textura, topografia, vegetação natural e manejo de lavouras anteriores (que inclui todas as práticas de manejo que foram realizadas na área).</p>
<p>Após a separação em talhões homogêneos, faz-se o <strong>caminhamento em zigue-zague</strong> na área, a fim de ser o mais representativo possível da realidade. E inicia-se a coleta da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>A coleta do solo é feita na projeção da saia do cafeeiro.</li>
<li>Deve-se limpar o local que será amostrado, retirando restos de plantas, palhadas, sem, contudo, retirar terra do local. Após a limpeza, realiza-se a coleta.</li>
<li>Os equipamentos utilizados podem ser: trado de rosca, trado holandês, trado de caneco, sonda, enxadão ou pá reta.</li>
</ul>
<p>A profundidade amostrada pode ser feita de <strong>0 – 20 cm e 20 – 40 cm.</strong> No entanto, devido ao cafeeiro ser uma cultura perene, suas raízes podem chegar a profundidades maiores, dependendo do manejo realizado. Desta forma, pode-se também realizar amostragem em maiores profundidades para se conhecer o perfil do solo, caso seja necessário.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-amostragem-de-solo-em-lavoura-de-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-amostragem-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39676 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro.png" alt="Guia Amostragem de solo na lavoura de café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-amostragem-solo-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Após a coleta de amostras simples dentro de cada área – em torno de 15 a 20 – faz-se uma amostra composta, através da mistura de amostras simples. (A mistura das amostras simples deve ser feita em baldes ou sacos limpos, para que não haja contaminação e consequentemente interferência nos resultados. Nunca utilize sacos usados de calcário, adubos, rações ou outros).</p>
<p>Da amostra composta são retiradas cerca de 300 gramas de solo, e colocadas em saquinhos devidamente identificados e enviados ao laboratório, para que posteriormente não haja confusão dos resultados da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-os-calculos-de-recomendacao/" target="_blank" rel="noopener">análise</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21754" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-1.jpg" alt="Coleta de solo com trado holandês" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-1.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-1-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-1-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-1-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Amostragem de solo com trado Holandês</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21755 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-2.jpg" alt="Embalagem para colocar amostra de solo para análise" width="360" height="640" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-2.jpg 360w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-2-169x300.jpg 169w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-2-270x480.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/amostragem-de-solo-2-150x267.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Saquinho para coleta de amostra de solo.</span></p>
<p>As amostras solicitadas podem ser:</p>
<ul>
<li><strong>Amostra de rotina</strong>, que contempla: pH, K, P, Ca, Mg, Al, H+Al e P-rem;</li>
<li><strong>Amostra completa</strong>, que contém: pH, K, P, Ca, Mg, Al, H+Al, P-rem, M.O., B, S, Zn, Fe, Mn e Cu.</li>
</ul>
<p>A análise granulométrica é recomendada que se faça pelo menos uma vez na área, para que se conheça a textura do solo.</p>
<p>O segredo do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-cultura-do-cafe-principais-aspectos/" target="_blank" rel="noopener">manejo</a></strong> de sucesso está nos pequenos detalhes! Então, lembre-se desse checklist na sua próxima amostragem!</p>
<p>A partir dela, a análise do solo poderá apontar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">deficiência de nutrientes</a></strong> que pode estar comprometendo a sua produtividade e gerando <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/defeitos-dos-graos-de-cafe-e-suas-causas/" target="_blank" rel="noopener">defeitos nos grãos do café</a></strong>, levando a uma perda de qualidade e redução do preço da saca vendida.</p>
<h2>Transforme a análise de solo em decisões mais rentáveis para sua lavoura</h2>
<p>A amostragem de solo bem feita é o primeiro passo para compreender as necessidades do cafeeiro e planejar uma adubação eficiente. No entanto, para que essa prática resulte em maior produtividade e lucro, é fundamental associá-la a uma gestão estratégica da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar corretamente as análises de solo, tomar decisões mais assertivas, reduzir custos e conduzir sua produção de forma profissional e lucrativa.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Deficiências nutricionais do cafeeiro: veja os principais sintomas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[enxofre]]></category>
		<category><![CDATA[fosfato]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como nós, as plantas também apresentam sintomas quando algo não vai bem, como no caso das deficiências nutricionais. E quando eles aparecem, as alterações no metabolismo das plantas e consequentes prejuízos na produção e na qualidade do café já estão a todo vapor. Saiba como identificar esses sintomas e entenda se sua lavoura de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como nós, as plantas também apresentam sintomas quando algo não vai bem, como no caso das <strong>deficiências nutricionais</strong>.</p>
<p>E quando eles aparecem, as alterações no metabolismo das plantas e consequentes prejuízos na produção e na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-uma-pos-colheita-do-cafe-de-qualidade/" target="_blank" rel="noopener">qualidade do café</a></strong> já estão a todo vapor.</p>
<p>Saiba como identificar esses sintomas e entenda se sua lavoura de café está sofrendo pela falta de nutrientes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Macronutrientes e micronutrientes</h2>
<p>Os macronutrientes são os <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a> que são demandados em maior quantidade pela planta do cafeeiro. São eles:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-size: 12pt;">Nitrogênio (N);</span></a></strong></li>
<li><span style="font-size: 12pt;">Fósforo (P);</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Potássio (K)</strong></a>;</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;">Cálcio (Ca);</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;">Magnésio (Mg);</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;">Enxofre (S).</span></li>
</ul>
<p>Os micronutrientes, demandados em menor quantidade, são:</p>
<ul>
<li>Cobre (Cu);</li>
<li>Boro (B);</li>
<li>Manganês (Mn);</li>
<li>Zinco (Zn);</li>
<li>Ferro (Fe).</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Deficiências nutricionais que aparecem em folhas velhas</h2>
<p>Os nutrientes que são móveis nas plantas apresentam os sintomas de deficiência inicialmente em folhas velhas. Isso ocorre pois ele é facilmente mobilizado das folhas mais velhas para as folhas mais jovens.</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Nitrogênio (N);</li>
<li style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Fósforo (P)</a></strong>;</li>
<li style="font-weight: 400;">Potássio (K);</li>
<li style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/deficiencia-de-magnesio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Magnésio (Mg)</strong></a>;</li>
</ul>
<h3>Deficiência de Nitrogênio (N)</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sintomas da deficiência de nitrogênio aparecem inicialmente em folhas velhas, sendo caracterizado por clorose (amarelecimento) generalizado.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22629 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-1.jpg" alt="Cafeeiro com sintomas de deficiência de nitrogênio" width="455" height="267" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-1.jpg 455w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-1-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-1-370x217.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-1-270x158.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-1-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 455px) 100vw, 455px" /></p>
<h3>Deficiência de Fósforo (P)</h3>
<p>Os sintomas aparecem inicialmente em folhas velhas, e é caracterizado por folhas verdes sem brilho, podem amarelecer e apresentar grandes manchas pardas ou violáceas na ponta e no meio.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22630 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-2.jpg" alt="Cafeeiro com sintomas de deficiência de fósforo" width="415" height="264" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-2.jpg 415w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-2-300x191.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-2-370x235.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-2-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-2-150x95.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 415px) 100vw, 415px" /></p>
<h3>Deficiência de Potássio (K)</h3>
<p>Os sintomas aparecem inicialmente em folhas velhas, e é caracterizado por clorose com posterior necrose nos bordos e no ápice das folhas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22631" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-3.jpg" alt="Folha de cafeeiro com sintomas de deficiência de potássio" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-3-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-3-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>Deficiência de Magnésio (Mg)</h3>
<p>Os sintomas são observados inicialmente em folhas velhas, e é caracterizado por clorose internerval (amarelecimento dos espaços entre as nervuras).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22632 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-4.jpg" alt="Cafeeiro com sintomas de deficiência de Magnésio" width="372" height="211" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-4.jpg 372w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-4-300x170.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-4-370x210.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-4-270x153.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-4-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 372px) 100vw, 372px" /></p>
<h2>Deficiências nutricionais que aparecem em folhas novas</h2>
<ul>
<li>Cálcio (Ca);</li>
<li>Enxofre (S);</li>
<li>Boro (B);</li>
<li>Cobre (Cu);</li>
<li>Ferro (Fe);</li>
<li>Manganês (Mn);</li>
<li>Zinco (Zn).</li>
</ul>
<h3>Deficiência de Cálcio (Ca)</h3>
<p>Os sintomas aparecem inicialmente em folhas novas, e é caracterizado por clorose nos bordos que pode avançar entre as nervuras em direção ao centro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22633 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-5.jpg" alt="Folha de cafeeiro com sintomas de deficiência de Cálcio" width="401" height="274" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-5.jpg 401w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-5-300x205.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-5-370x253.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-5-270x184.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-5-150x102.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 401px) 100vw, 401px" /></p>
<h3>Deficiência de Enxofre (S)</h3>
<p>Os sintomas são observados inicialmente em folhas novas, e é caracterizado por clorose generalizada (parecido com o sintoma de deficiência de nitrogênio, no entanto a deficiência de enxofre aparece nas folhas novas).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22634 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-6.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com sintomas de deficiência de Enxofre" width="427" height="232" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-6.jpg 427w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-6-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-6-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-6-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-6-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /></p>
<h3>Deficiência de Boro (B)</h3>
<p>Os sintomas da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">deficiência do boro</a></strong> caracterizam-se pela redução do tamanho e deformação das folhas mais novas, morte das gemas apicais dos ramos e do ápice do cafeeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22635 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-7.jpg" alt="Cafeeiro com sintomas de deficiência de Boro" width="446" height="275" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-7.jpg 446w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-7-300x185.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-7-370x228.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-7-270x166.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-7-150x92.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 446px) 100vw, 446px" /></p>
<h3>Deficiência de Zinco (Zn)</h3>
<p>Encurtamento dos internódios e produção de folhas novas pequenas, cloróticas e lanceoladas. Há também a formação de tufos na ponta dos ramos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22636 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-8.jpg" alt="Cafeeiro com sintomas de deficiência de Zinco" width="471" height="193" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-8.jpg 471w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-8-300x123.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-8-370x152.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-8-270x111.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-8-150x61.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 471px) 100vw, 471px" /></p>
<h3>Deficiência de Ferro (Fe)</h3>
<p>Os sintomas aparecem inicialmente em folhas novas, as quais amarelecem, enquanto as nervuras podem ficar verdes durante algum tempo, destacando como um reticulado fino.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22637 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-9.jpg" alt="Folha de cafeeiro com sintomas de deficiência de Ferro" width="389" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-9.jpg 389w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-9-300x142.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-9-370x175.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-9-270x128.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-9-150x71.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 389px) 100vw, 389px" /></p>
<h3>Deficiência de Manganês (Mn)</h3>
<p>Os sintomas aparecem inicialmente em folhas novas, as folhas se apresentam amareladas, a folha fica mais lisa, com nervuras menos pronunciadas, com a presença de manchas verdes irregulares.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22638" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-10.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com deficiência de Manganês" width="600" height="606" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-10.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-10-297x300.jpg 297w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-10-370x374.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-10-270x273.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-10-96x96.jpg 96w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-10-150x151.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>Deficiência de Cobre (Cu)</h3>
<p>Os sintomas de deficiência de cobre mostram-se inicialmente nas folhas novas, com coloração verde escura, as folhas encurvam-se para baixo e as nervuras podem ficar salientes no cafeeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22639 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-11.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com deficiência de Cobre" width="434" height="206" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-11.jpg 434w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-11-300x142.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-11-370x176.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-11-270x128.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/deficiencia-nutricional-cafeeiro-11-150x71.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<h2>Prevenção das deficiências nutricionais</h2>
<p>A prevenção das deficiências é sempre o melhor caminho. Quando enxergamos os sintomas no campo, significa que as plantas já estão sofrendo com a escassez e a produção já está prejudicada! Assim, lembre-se da importância da realização de uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-os-calculos-de-recomendacao/" target="_blank" rel="noopener">boa amostragem e análise de solo</a></strong>.</p>
<p>Assim, pode ser definida uma estratégia de adubação racional, acompanhada por estratégias para <strong>aumento das cargas do solo</strong>, que geram maior retenção dos nutrientes.</p>
<h2>Identifique e corrija deficiências nutricionais com mais eficiência</h2>
<p>Os sintomas de deficiência nutricional no cafeeiro impactam diretamente a produtividade e a qualidade do café. Para evitar perdas, é fundamental interpretar corretamente os sinais da planta e adotar estratégias de manejo que tragam resultados consistentes.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a diagnosticar de forma mais precisa as necessidades da lavoura, planejar a adubação de maneira estratégica, reduzir custos e conduzir o café com foco em produtividade e rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brusone no trigo: como identificar, principais sintomas e como controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/brusone-no-trigo/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/brusone-no-trigo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 13:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[brusone]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do trigo]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trigo pode sofrer com o ataque de diversas doenças, que podem afetar desde o início do seu desenvolvimento até o final de seu ciclo e sem o devido tratamento elas podem provocar perdas consideráveis. Sendo assim, no cultivo dessa lavoura é muito importante saber identificar corretamente essas doenças, conhecer suas características e entender a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/brusone-no-trigo/">Brusone no trigo: como identificar, principais sintomas e como controlar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trigo pode sofrer com o ataque de diversas doenças, que podem afetar desde o início do seu desenvolvimento até o final de seu ciclo e sem o devido tratamento elas podem provocar perdas consideráveis.</p>
<p>Sendo assim, no cultivo dessa lavoura é muito importante saber identificar corretamente essas doenças, conhecer suas características e entender a biologia do patógeno envolvido. Com essas informações em mãos é possível tomar as melhores decisões para a proteção da lavoura.</p>
<p>Com quais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">doenças você já se deparou na cultura do trigo</a></strong>? Em qual fase de desenvolvimento da lavoura?</p>
<p>De todas as enfermidades do trigo, <strong>a brusone, chamada de branqueamento da espiga</strong>, é provavelmente a responsável pelos maiores prejuízos.</p>
<p>Causada pelo fungo <em>Pyricularia grisea </em>seus danos aparecem durante o espigamento da cultura. Quando sua infestação é alta e a eficiência de controle é baixa, as perdas podem chegar a 50% no rendimento de grãos.</p>
<p>Para conhecer melhor essa doença, fique atento aos <strong>pontos mais importantes sobre a brusone</strong> que trataremos a seguir.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Condições ambientais que favorecem a brusone</h2>
<p>A ocorrência da doença <strong>é</strong> <strong>favorecida em condições de elevada precipitação pluvial, dias nublados e temperaturas variando entre 24 &#8211; 28°C.</strong> Locais onde o período de orvalho é longo, cerca de 15 horas, criam condições favoráveis à disseminação do patógeno, além de um período de 10-14 horas de molhamento sobre as espigas.</p>
<p>Os maiores danos com essa doença ocorrem quando as condições descritas coincidem com o período de desenvolvimento da lavoura, que vai do emborrachamento até o grão leitoso.</p>
<p>Uma das maneiras de gerenciar o risco da brusone é conhecer as características climáticas do local de cultivo, a época de florescimento da cultivar plantada e integrar essas informações à época de plantio da lavoura.</p>
<h2>Como ocorre a disseminação da doença?</h2>
<p>A brusone <strong>pode sobreviver em sementes infectadas, hospedeiros secundários ou em restos culturais</strong>, este último pode ser considerada a principal fonte de inóculo do patógeno.</p>
<p>Seus esporos são pequenos e leves, facilmente dispersos pelo vento e podendo atingir áreas muito distantes da fonte de origem, parecido com o que ocorre com as ferrugens.</p>
<p>As plantas que podem ser hospedeiras alternativas da brusone são: milho, milheto, arroz, cevada e algumas gramíneas nativas.</p>
<p>Desta forma é importante observar a presença de plantas invasoras que podem hospedar o patógeno, bem como sucessão com plantas hospedeiras em áreas de ocorrência de brusone.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12086 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1.jpg" alt="Lavoura de trigo com brusone" width="476" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1.jpg 476w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-370x280.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 476px) 100vw, 476px" /></p>
<h2>Principais sintomas da brusone</h2>
<p>Os principais sintomas<strong> podem ser observados na espiga devido à sua descoloração</strong>, ela pode se tornar branca principalmente na sua metade superior (acima do ponto de infecção).</p>
<p>O principal ponto de infecção dessa doença na espiga é a <strong>ráquis</strong>, a qual uma vez infecta apresenta lesões escuro-brilhantes.</p>
<p>No campo é fácil identificar o patógeno, pois a espiga fica com uma coloração dupla, branco-palha acima da infecção e verde abaixo.</p>
<p>Em uma observação atenta da lavoura também possível identificar ocorrência de brusone nas folhas do trigo, causando lesões elípticas com margem de coloração marrom escuro e centro acinzentado. Os grãos nas espigas atacadas pela doença são menores e enrugados, isso ocorre devido à interrupção no fluxo de nutrientes a partir do ponto de infecção na ráquis.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12087 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1.jpg" alt="Escala diagramática de brusone no trigo" width="410" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1.jpg 410w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-273x300.jpg 273w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-370x407.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-270x297.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px" /><span style="font-size: 10pt;">Escala diagramática de brusone no trigo. / Fonte: EMBRAPA Trigo, Maciel (2015)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12088 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1.jpg" alt="Folha de trigo com brusone" width="341" height="339" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1.jpg 341w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-300x298.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-270x268.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-302x300.jpg 302w" sizes="auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px" /><span style="font-size: 10pt;">Folha de trigo com sintoma de brusone. / Fonte: EMBRAPA</span></p>
<h2>Como realizar o controle da brusone?</h2>
<p>O controle da brusone é <strong>bastante difícil</strong>, o manejo mais eficiente deve integrar:</p>
<ul>
<li><strong>Janela de plantio:</strong> normalmente a doença se desenvolve menos nos plantios tardios;</li>
<li><strong>Cultivares resistentes:</strong> há diferentes níveis de suscetibilidade nas cultivares comerciais;</li>
<li><strong>Rotação de culturas:</strong> essa prática não evita a doença, mas ajuda a diminuir a quantidade de inoculo inicial, diminuindo sua incidência e o progresso da epidemia no campo;</li>
<li><strong>Controle químico:</strong> uma das alternativas é o uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fungicidas</strong></a> específicos em aplicação preventiva antes do início do espigamento, com uma segunda aplicação 10-15 dias após a primeira.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Um dos entraves no controle químico é a dificuldade de atingir o alvo da aplicação por conta das características das espiguetas de trigo, o que pode resultar em índices de controle não satisfatórios.</p>
<p>Para melhorar o manejo da brusone é necessário ficar atento às condições climáticas durante a fase reprodutiva da cultura, iniciar a aplicação de fungicida no final do emborrachamento e repetir a pulverização no florescimento (cerca de 15 dias após a aplicação anterior).</p>
<p>Nesse caso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/" target="_blank" rel="noopener">uso de adjuvantes</a></strong> específicos contribui para aumentar a eficiência da aplicação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12089" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1.jpg" alt="Duas cultivares de trigo" width="479" height="356" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1.jpg 479w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-300x223.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-370x275.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 479px) 100vw, 479px" /><span style="font-size: 10pt;">Diferença duas cultivares de trigo em relação à susceptibilidade a doenças. </span></p>
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		<title>Boro no café: como evitar deficiência e melhorar a produção?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 12:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[boro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[metabólicas]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O boro é um micronutriente fundamental para o desenvolvimento saudável do cafeeiro, desempenhando um papel importante na floração, frutificação e formação dos grãos. Sua deficiência pode resultar em problemas como crescimento irregular, deformações nas folhas, queda prematura dos frutos e, consequentemente, redução na produtividade da lavoura. Além disso, a falta de boro compromete a absorção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="37" data-end="503">O <strong>boro</strong> é um micronutriente fundamental para o desenvolvimento saudável do cafeeiro, desempenhando um papel importante na floração, frutificação e formação dos grãos.</p>
<p data-start="37" data-end="503">Sua deficiência pode resultar em problemas como crescimento irregular, deformações nas folhas, queda prematura dos frutos e, consequentemente, redução na produtividade da lavoura. Além disso, a falta de boro compromete a absorção de outros nutrientes, impactando diretamente a qualidade final do café.</p>
<p data-start="505" data-end="884" data-is-last-node="">Para evitar esses prejuízos, é essencial entender como identificar os sinais de deficiência e aplicar práticas eficientes de manejo nutricional.</p>
<p data-start="505" data-end="884" data-is-last-node="">Neste artigo, você vai descobrir a <strong>importância do boro na cultura do café</strong>, os principais sintomas da sua carência e as melhores estratégias para garantir uma nutrição equilibrada, promovendo lavouras mais produtivas e sustentáveis.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Importância dos micronutrientes para as plantas</h2>
<p>Apesar da <strong>grande importância dos micronutrientes na nutrição vegetal</strong>, apenas recentemente passaram a ser utilizados de modo mais rotineiro nas adubações em várias regiões e para as mais diversas condições de solo, clima e culturas no Brasil.</p>
<p>Os principais motivos que despertaram interesse pela <strong>utilização de fertilizantes contendo micronutrientes</strong> no Brasil foram:</p>
<ul>
<li>Início da ocupação da região dos cerrados, formada por solos deficientes em micronutrientes por natureza;</li>
<li>Aumento da produtividade de inúmeras culturas com maior remoção e exportação de todos os nutrientes;</li>
<li>Incorporação inadequada de calcário ou a utilização de doses elevadas acelerando o aparecimento de deficiências induzidas;</li>
<li>Aumento na proporção de produção e utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/">fertilizantes NPK</a></strong> de alta concentração, reduzindo o conteúdo incidental de micronutrientes nesses produtos;</li>
<li>Aprimoramento da análise de solo e foliar como instrumento de diagnóstico de deficiências de micronutrientes.</li>
</ul>
<p>Dentre todos os micronutrientes utilizados pela planta, um merece atenção: <strong>o boro</strong>.</p>
<p><strong>O boro é reconhecidamente o micronutriente cuja deficiência é mais comum no Brasil</strong> em diversas culturas anuais ou perenes, disputando com o zinco o ranking da deficiência em nossos solos. Devido a essa importância, ele será tratado neste trabalho, mais especificamente na cultura do café.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Origem do boro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>origem do boro</strong> deve-se, principalmente, à turmalina, uma rocha que após sofrer intemperismo, libera no solo formas solúveis, como boratos e ácido bórico, que corresponde à forma não dissociada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de a turmalina ser fornecedora de boro ao solo,<strong> a fonte principal para as plantas vêm da matéria orgânica</strong>, que, após mineralizada, disponibiliza o nutriente. Portanto, há relação entre o teor de matéria orgânica com a quantidade de boro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra fonte citada na literatura são as precipitações, pois devido à abundância do elemento na água do mar, que obedece ao ciclo da água, com a evaporação, é passado para a atmosfera na forma de gotículas de água salgada e como vapor de ácido bórico, retornando ao solo juntamente com a chuva. Brasil Sobrinho (1965, apud MALAVOLTA, 2006) <strong>encontrou na água da chuva de 0,02 a 0,04 mg B/l</strong>, e concluiu poder contribuir para manutenção dos teores no solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O boro se encontra no solo em 4 formas: </span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Solúvel em água;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Adsorvido, </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Preso à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/" target="_blank" rel="noopener">matéria orgânica</a></strong>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fixado nas argilas. </span></li>
</ol>
<p>Somente a primeira nos dá indicativo de disponibilidade. A soma de todas as formas representa o teor total no solo, do qual, somente 5% estariam na forma solúvel e, consequentemente, disponível para as plantas.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Absorção, transporte e redistribuição do boro no cafeeiro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o assunto é absorção, o primeiro item a merecer atenção é o <strong>contato do elemento com a raiz</strong>, que no caso do boro se dá por fluxo de massa. </span>O processo de absorção de boro ainda não é bem explicado, mas até agora o consenso que se tem é que o processo se dá por difusão através do plasmalema.</p>
<p>O movimento do boro se dá por <strong>corrente transpiratória via xilema</strong>, mas apresenta pouca mobilidade no floema, havendo redistribuição somente em algumas espécies, não incluindo o cafeeiro, apesar de não ser uma regra para todas as espécies da mesma família.</p>
<p>Em algumas culturas onde a redistribuição ocorre, há uma quantidade maior de polióis, resultando em alta relação Polióis: Boro que se complexam com o mineral dando origem a compostos mais solúveis nos tecidos, como é o caso da soja.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4408 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.jpg" alt="Florada da lavoura cultivar topázio" width="482" height="642" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.jpg 482w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 482px) 100vw, 482px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Florada da Lavoura – Cultivar Topázio. (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>Devido à imobilidade do boro via floema, não se movendo das folhas ou outros órgãos para atender a necessidade de crescimento, o elemento assume algumas características:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Sintomas de deficiência</a></strong> aparecem em tecidos novos em crescimento, tais como: meristemas florais e vegetativos, pólen, fruto, raízes;</li>
<li>A toxidez do boro aparece em folhas velhas;</li>
<li>Há acúmulo de boro nos tecidos com a idade.</li>
</ul>
<p>Esse tipo de comportamento tem implicações no manejo do elemento no sistema agrícola, seja para detecção de deficiências como no modo de aplicação, como será visto adiante.</p>
<h2>Qual a função do boro nas plantas de café?</h2>
<p>A presença do boro <strong>altera as reações enzimáticas, pois inibe ou estimula a atividade das enzimas,</strong> provocando mudanças metabólicas, tanto em deficiência, acumulando substâncias prejudiciais às folhas como os fenóis, quanto em níveis elevados, que podem se tornar tóxicos às plantas.</p>
<p>Na fase reprodutiva o efeito benéfico é proeminente, uma vez que as exigências em boro são mais altas neste período do que no crescimento vegetativo, influindo na germinação do pólen, florescimento e frutificação.</p>
<p>No cafeeiro, causa abortamento das gemas floríferas, influindo também no crescimento vegetativo. Dentre os fatores benéficos, podemos citar também a <strong>síntese de proteínas e ácidos nucléicos</strong> que tem sua eficiência elevada.</p>
<p>Quando afirmamos que o boro é <strong>importante no crescimento vegetativo</strong>, um dos principais locais onde atua é na parede celular e na membrana citoplasmática, alterando suas propriedades mecânicas, principalmente na fase de crescimento. É necessário haja uma relação estreita entre a nutrição de boro com a parede celular primária, visto que 90% do elemento da célula estão presentes nessa estrutura.</p>
<p>Na membrana, apesar da pequena quantidade presente quando comparado à parede celular, atua na absorção de outros nutrientes, como, por exemplo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">o fósforo</a></strong>, que tem sua absorção diminuída em raízes deficientes do elemento, que também tem como papel a manutenção da integridade da membrana, garantindo absorção e metabolismo adequado, inclusive quando se fala em absorção de água.</p>
<p>Essa capacidade parece estar mais ligada à quantidade de carboidratos do que à concentração dos minerais presentes nos tecidos radiculares. Tal quantidade de carboidratos é influenciada pela presença de boro, que é o principal transportador desses compostos para os diversos órgãos das plantas, incluindo a raiz.</p>
<p>A diminuição no transporte de açúcares pode ser explicada pela menor atividade metabólica, ou seja, demanda pelos órgãos dreno. Outra explicação seria a diminuição da formação de compostos de borato com açúcares, tais complexos auxiliam no transporte dos carboidratos dentro da planta.</p>
<p>Outro benefício trazido pelo boro, principalmente em solos de regiões tropicais, que apresentam naturalmente elevado teor de Al e baixa concentração de bases, é o de <strong>permitir o maior crescimento radicular na presença de alumínio</strong> e, consequentemente, em solos ácidos. Vale lembrar que esse tipo de solo é a maioria no território brasileiro.</p>
<p>Tal fato pode ser explicado pela provável substituição do boro pelo alumínio em alguma função importante. Segundo o mesmo autor, essa hipótese é reforçada pela semelhança estrutural do Aluminato- Al (OH)3 com o B(OH)3 e pelo fato dos sintomas de deficiência de boro serem semelhantes aos observados por toxicidade de alumínio.</p>
<p>Portanto, o alumínio poderia induzir a deficiência de Boro. Esse benefício aumenta em proporção se considerarmos como premissa básica para uma produção econômica e sustentável em regiões tropicais, um solo com grande volume explorado por raízes sadias, que consigam absorver água e nutrientes de maneira eficaz.</p>
<p>As funções do boro na planta podem ser resumidas do seguinte modo:</p>
<ul>
<li>Absorção e transporte de água e nutrientes;</li>
<li>Maior vegetação;</li>
<li>Maior pegamento das floradas, menor esterilidade;</li>
<li>Fixação biológica do N2;</li>
<li>Proteção contra doenças;</li>
<li>Melhora a qualidade dos produtos.</li>
</ul>
<h2>Deficiências no cafeeiro</h2>
<p>As deficiências podem ser <strong>reais ou induzidas</strong>. Reais pela falta do Boro, e induzidas pela dificuldade de absorção mesmo que o elemento esteja presente.</p>
<p>A indução das deficiências nos cafezais se deve a:</p>
<ul>
<li>Fatores climáticos, como precipitação e temperatura;</li>
<li>Problemas físicos causados por adensamentos que diminuem a capacidade de infiltração e, consequente, o armazenamento de água;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pragas</strong></a> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> do sistema radicular;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudas-de-cafe-como-escolher/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mudas</strong></a> de inferior qualidade;</li>
<li>Problemas no caule que impedem ou dificultam a circulação da seiva;</li>
<li>Manejo inadequado, principalmente, da adubação, que, se feita de modo incorreto, pode causar desequilíbrio e competição com plantas daninhas ou culturas intercalares.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4409 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_.jpg" alt="Deficiência de boro na planta" width="526" height="393" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_.jpg 526w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Deficiência de boro (Foto: Luiz Paulo Oliveira)</span></p>
<h3>Diagnóstico de excesso ou deficiência de boro</h3>
<p>O <strong>diagnóstico das deficiências ou dos excessos</strong> pode ser feito de forma complementar, por meio de <a href="https://rehagro.com.br/blog/interpretacao-de-uma-analise-de-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análises de solo</strong></a>, análises de folhas e observação dos efeitos visuais. Vale lembrar que as análises de folhas e de solo podem acusar uma possível deficiência que ainda não esteja se manifestando nas plantas, estando em estágio latente.</p>
<p>Nas folhas do cafeeiro, <strong>os sintomas aparecem naquelas novas</strong>, que se apresentam deformadas, afiladas, pequenas e com os bordos arredondados. Também causa a morte das gemas apicais, provocando um superbrotamento.</p>
<p>Com a progressão da deficiência, aparecem nas folhas novas, pontuações negras e corticosas junto à nervura, causando seu entortamento. A deficiência acarreta também a deformação dos ramos laterais, com suas pontas se entortando para cima e para baixo e os secundários podendo se desprender por engrossamento em sua base.</p>
<p>O excesso de Boro causa <strong>toxicidade</strong>, aparecendo folhas manchadas de verde e amarelo e, em casos graves, ocorre queima dos bordos foliares. Os sintomas de toxidez são observados quando o nível nas folhas é superior à 100ppm.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4176 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1.jpg" alt="planta com boro" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /> <span style="font-size: 10pt;">Cafeeiro com sintomas de deficiência de Boro</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4177 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2.jpg" alt="planta com sintomas de deficiência de boro" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Cafeeiro com sintomas de deficiência de Boro</span></p>
<h3>Quando realizar a amostragem de folhas?</h3>
<p>Segundo a Fundação Procafé, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-folha/" target="_blank" rel="noopener">a amostragem de folhas</a></strong> deve ser feita em duas épocas: no início das chuvas, para ajudar na programação da adubação e outra no início da granação dos frutos (Jan-Fev), para aferir as quantidades aplicadas do nutriente em períodos de maior exigência pela cultura, pois o teor na folha avalia indiretamente o teor no solo.</p>
<p>No caso específico do Boro no cafeeiro (espécie em que o elemento é imóvel no floema), a amostragem foliar deve ser feita coletando-se folhas ou tecidos jovens quando o objetivo for diagnosticar deficiências, e em tecidos maduros quando se tratar de toxidez.</p>
<p>Quanto à amostragem de solo, ela deve ser feita quando cessarem os tratos culturais na lavoura, obedecendo a um período mínimo de 60 dias da última adubação potássica, o que deve coincidir com a pré-colheita. Portanto, deve ser utilizado o bom senso nas lavouras que utilizam a prática da arruação, retirando as amostras antes dessa prática ou proceder ao “chegamento de cisco” para posterior amostragem.</p>
<h2>Quais as exigências e níveis adequados do boro?</h2>
<p>Os teores adequados de boro no solo, quando o extrator for água quente, variam em função do tipo de solo, espécie vegetal, clima, teor de matéria orgânica e pH.</p>
<p>Para a cultura do café, admite-se como adequado, <strong>um teor foliar de 40-80 ppm e um nível no solo acima de 0,5 mg/dm3.</strong></p>
<p>Segundo estudos, a demanda de boro pelo cafeeiro é de <strong>2.500 mg/ha</strong>, quantidade que corresponde às exigências para vegetação e produção de 1(uma) saca de 60Kg de café beneficiado na mesma área, ou seja, 1 ha.</p>
<p>Essa exigência foi dividida em diferentes partes da planta por Malavolta (2006), de modo que se chegou à seguinte ordem decrescente:</p>
<ol>
<li>Folhas &#8211; 50%;</li>
<li>Fruto &#8211; 20%;</li>
<li>Ramos &#8211; 15%;</li>
<li>Tronco &#8211; 10%</li>
<li>Raiz &#8211; 5%.</li>
</ol>
<h2>Modos de aplicação e quantidades</h2>
<p>O boro pode ser aplicado no cafeeiro por duas vias principais: <strong>via solo e via folha</strong>.</p>
<p>Ambas são utilizadas em larga escala em cultivos comerciais e experimentais com relativo sucesso, no entanto, cada qual possui características peculiares que devem ser analisadas em função dos teores do elemento no solo e na folha, comportamento do elemento, época do ano, idade da planta, produção, facilidade de aplicação, economia e etc.</p>
<h3>Adubação foliar</h3>
<p>A adubação foliar deve ser encarada como uma <strong>prática auxiliar no suprimento de nutrientes via solo</strong>. Se feita de modo indiscriminado pode acarretar prejuízos tanto por gastos desnecessários como por desequilíbrios, carências e toxidez.</p>
<p>De acordo com recomendação da Fundação Procafé, o boro pode ser fornecido via foliar usando-se ácido bórico, bórax ou boro líquido na concentração de 0,3% a 0,5% para as duas primeiras fontes e, para o boro líquido, 0,2 a 0,3%. A adubação foliar para o boro não é duradoura, sendo que mantém o teor foliar por aproximadamente 60 dias.</p>
<h3>Adubação via solo</h3>
<p>No fornecimento do nutriente via solo, temos uma <strong>maior eficiência</strong> quando analisamos o período que essa prática mantém o teor adequado na folha, que pode chegar a 18 meses, além de trazer benefícios ao sistema radicular como discutido anteriormente.</p>
<p>A adubação via solo é <strong>recomendada em casos de deficiências agudas</strong>, ou seja, quando o teor no solo for menor que 0,6 mg/dm3. O suprimento é feito com 2 a 6 kg/ha de boro aplicados na projeção da copa. As fontes utilizadas podem ser o ácido bórico ou o bórax, dando preferência ao ácido, que apresenta um melhor comportamento no solo pela maior solubilidade (Cultura de Café no Brasil- Novo Manual de Recomendações, 2005).</p>
<p>Um fator importante em termos de eficiência agronômica quando decidimos pela aplicação via solo é a solubilidade em água, que influi diretamente na absorção da planta. Lopes (1999) agrupa os fertilizantes fornecedores de Boro quanto à solubilidade em água em:</p>
<ul>
<li><strong>Solúveis</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Ácido Bórico, Bórax, Solubor e Boratos fertilizantes;</span></li>
<li><strong>Medianamente solúvel</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Colemanita;</span></li>
<li><strong>Insolúveis</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Ulexita.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Um detalhe que vale ser lembrado visando economia de recursos é o fato da aplicação no solo, quando a fonte for ácido bórico, poder ser feita juntamente com a aplicação de produtos de solo (inseticida-fungicida) via líquida, bastando somente fazer os cálculos de acordo com a quantidade de calda usada/ha e diluir a quantidade de ácido bórico correspondente no pulverizador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A participação relativa do adubo e dos nutrientes do solo depende do nível de fertilidade química atual do solo, ou seja, <strong>quanto maior o nível de fertilidade menor a participação do adubo e maior a do solo na produção.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, somente após a compreensão dos mecanismos que regem o sistema solo-planta-atmosfera, do comportamento dos nutrientes no solo e no interior da planta e dos níveis adequados e modos corretos de aplicação, um nível de fertilidade adequado pode ser buscado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso deve acontecer de forma gradativa e contínua, respeitando as particularidades do solo, da cultura e nível tecnológico do produtor, visando produção satisfatória em uma agricultura racional, que equalize necessidades do homem com o ambiente onde vivemos.</span></p>
<h2>Aprimore a nutrição do cafeeiro e aumente a rentabilidade da lavoura</h2>
<p>O boro é um micronutriente essencial para o desenvolvimento do cafeeiro e sua deficiência pode comprometer a floração, a frutificação e, consequentemente, a produtividade. Garantir o fornecimento adequado desse elemento exige conhecimento técnico e uma gestão eficiente da nutrição da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar corretamente as necessidades nutricionais, planejar a adubação de forma estratégica, reduzir custos e conduzir sua lavoura com foco em qualidade, produtividade e lucro.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-no-cafeeiro/">Boro no café: como evitar deficiência e melhorar a produção?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Adubação verde: o que é, como fazer e quais são seus principais benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 19:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura moderna vai muito além da simples produção de alimentos. Hoje, produtores que buscam sustentabilidade precisam considerar práticas que respeitem o solo, a água, o ar e todos os recursos naturais envolvidos no cultivo. Uma dessas práticas essenciais é a adubação verde, que ajuda a manter a fertilidade do solo, melhora sua estrutura e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="169" data-end="402">A agricultura moderna vai muito além da simples produção de alimentos. Hoje, produtores que buscam sustentabilidade precisam considerar práticas que respeitem o solo, a água, o ar e todos os recursos naturais envolvidos no cultivo.</p>
<p data-start="404" data-end="580">Uma dessas práticas essenciais é a <strong>adubação verde</strong>, que ajuda a manter a fertilidade do solo, melhora sua estrutura e contribui para um ambiente agrícola mais equilibrado.</p>
<p data-start="582" data-end="785">Entre tantas tecnologias disponíveis, a adubação verde se destaca por sua <strong>capacidade de reciclar matéria orgânica, nutrir as plantas naturalmente e ainda proteger o solo contra erosão e degradação.</strong></p>
<p data-start="787" data-end="952">Se você é produtor de grãos ou alguém interessado em melhorar a qualidade do solo, este guia vai te mostrar como a adubação verde pode transformar sua lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é adubação verde?</h2>
<p data-start="1166" data-end="1418">A <strong>adubação verde</strong> pode ser definida como uma prática utilizada para a fertilização do solo, <strong>consistindo no cultivo de determinadas plantas</strong>, como leguminosas, gramíneas e outras espécies, <strong>com a finalidade de proteger e melhorar a qualidade do solo</strong>.</p>
<p data-start="1420" data-end="1619">O foco da adubação verde está no cultivo e manejo de diferentes plantas, visando à máxima produção de biomassa e ao aproveitamento dos benefícios que ela pode trazer ao ser incorporada ao solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Características desejáveis para a adubação verde</h2>
<p data-start="1685" data-end="1902">As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantas de cobertura</a></strong>, ou adubo verde, possuem características que as tornam essenciais para a adubação verde, contribuindo para a melhoria do solo na área em que são empregadas. Essas características incluem:</p>
<ul data-start="1904" data-end="2865">
<li data-start="1904" data-end="2029"><strong>Rusticidade e alta produção de sementes</strong>: permitem um manejo simplificado, sem necessidade de maquinários específicos.</li>
<li data-start="2030" data-end="2174"><strong>Desenvolvimento inicial rápido e sistema radicular vigoroso</strong>: contribuem para o fechamento rápido da área e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">controle de plantas daninhas</a></strong>.</li>
<li data-start="2175" data-end="2301"><strong>Adaptabilidade ao clima e fertilidade do solo</strong>: garante um crescimento adequado e melhor aproveitamento dos nutrientes.</li>
<li data-start="2302" data-end="2474"><strong>Conhecimento da fenologia e hábito de crescimento</strong>: essencial para o planejamento do uso da adubação verde em consórcio, rotação ou sucessão com outras culturas.</li>
<li data-start="2475" data-end="2668"><strong>Relação C/N equilibrada</strong>: leguminosas possuem baixa relação C/N, facilitando a decomposição, enquanto gramíneas produzem biomassa de alta relação C/N, oferecendo melhor proteção ao solo.</li>
<li data-start="2669" data-end="2865"><strong>Sanidade</strong>: as plantas utilizadas na adubação verde não devem possuir pragas e patógenos em comum com a cultura principal, podendo inclusive auxiliar no controle de doenças e nematoides.</li>
</ul>
<p data-start="2867" data-end="3014">Um exemplo típico é o uso das crotalárias, que funcionam como plantas armadilha, reduzindo a população de algumas espécies de nematoides do solo.</p>
<h2>Quais os benefícios da adubação verde?</h2>
<p data-start="3071" data-end="3283">O cultivo periódico de plantas de cobertura proporciona inúmeros benefícios, especialmente para a qualidade física, química e biológica do solo. Entre as principais vantagens da adubação verde, destacam-se:</p>
<ol>
<li><strong>Proteção contra a erosão</strong>: a cobertura vegetal dissipa a energia da chuva, evitando a desagregação do solo.</li>
<li><strong>Maior infiltração de água</strong>: reduz o escorrimento superficial e melhora o armazenamento hídrico.</li>
<li><strong>Aumento da matéria orgânica</strong>: melhora a estrutura do solo e a disponibilidade de nutrientes.</li>
<li><strong>Redução da variação térmica</strong>: mantém temperaturas mais estáveis no solo, favorecendo a atividade microbiana.</li>
<li><strong>Ação como arado biológico</strong>: raízes profundas criam galerias que facilitam o crescimento dos microrganismos e rompem barreiras físicas do solo.</li>
<li><strong>Reciclagem de nutrientes</strong>: o sistema radicular vigoroso permite maior absorção e redistribuição de nutrientes no solo.</li>
<li><strong>Melhoria da CTC do solo</strong>: aumenta a retenção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/">macronutrientes</a></strong> e micronutrientes.</li>
<li><strong>Fornecimento de nitrogênio</strong>: leguminosas fixam nitrogênio no solo, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos.</li>
<li><strong>Controle de plantas daninhas</strong>: atua na supressão e alelopatia, reduzindo a concorrência por recursos.</li>
<li><strong>Aproveitamento eficiente de fertilizantes minerais</strong>: minimiza a lixiviação de nutrientes essenciais, como o nitrogênio.</li>
<li><strong>Integração com a pecuária</strong>: algumas plantas de cobertura podem ser utilizadas como forragem para alimentação animal.</li>
<li><strong>Controle de <a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/">fitonematoides</a> e doenças</strong>: auxilia na quebra do ciclo de pragas e patógenos, promovendo um ambiente mais saudável para as culturas subsequentes.</li>
</ol>
<p>O cultivo periódico de plantas de cobertura, ou adubos verdes, traz uma série de benefícios, excepcionalmente no que diz respeito às qualidades físicas, químicas e biológicas do solo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO AS PLANTAS DE COBERTURA AJUDAM A EVITAR A COMPACTAÇÃO DO SOLO? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/Q2SsZb0iZm0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Cuidados essenciais com a adubação verde</h2>
<p data-start="4792" data-end="4924">O uso da adubação verde deve ser planejado para evitar possíveis problemas no cultivo. Algumas precauções importantes incluem:</p>
<ul data-start="4926" data-end="5465">
<li data-start="4926" data-end="5052"><strong>Escolha das espécies</strong>: evitar plantas com dormência de sementes e garantir que sejam fáceis de eliminar após o cultivo.</li>
<li data-start="5053" data-end="5160"><strong>Manejo correto</strong>: impedir que as plantas produzam sementes viáveis, evitando que se tornem invasoras.</li>
<li data-start="5161" data-end="5324"><strong>Compatibilidade com culturas principais</strong>: se utilizadas como cultivo intercalar, devem ser escolhidas espécies que não competem excessivamente por recursos.</li>
<li data-start="5325" data-end="5465"><strong>Sanidade das plantas</strong>: certificar-se de que as espécies escolhidas não hospedem pragas ou doenças prejudiciais às lavouras agrícolas.</li>
</ul>
<h2>Exemplos de plantas utilizadas na adubação verde</h2>
<p data-start="5532" data-end="5666">Diferentes espécies podem ser cultivadas como adubo verde, sendo as principais pertencentes às famílias das leguminosas e gramíneas.</p>
<ul data-start="5668" data-end="6045">
<li data-start="5668" data-end="5768"><strong>Leguminosas</strong>: possuem a capacidade de fixar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio no solo</a></strong>, promovendo maior fertilidade.</li>
<li data-start="5769" data-end="5895"><strong>Gramíneas</strong>: produzem alta quantidade de biomassa e possuem sistema radicular denso, auxiliando na estruturação do solo.</li>
<li data-start="5896" data-end="6045"><strong>Outras famílias vegetais</strong>: brássicas, asteráceas e amarantháceas também podem ser utilizadas, dependendo da necessidade específica da lavoura.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;" data-start="6047" data-end="6229">A adubação verde se destaca como uma alternativa sustentável e eficaz para melhorar a qualidade do solo, promovendo benefícios agronômicos e ambientais nos sistemas produtivos.</p>
<p data-start="6047" data-end="6229"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41663" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura.png" alt="Tipos de plantas de cobertura" width="934" height="623" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura.png 934w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-300x200.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-768x512.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-370x247.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-270x180.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-740x494.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 934px) 100vw, 934px" /></p>
<p style="text-align: center;" data-start="6047" data-end="6229"><span style="font-weight: 400; font-size: 13px;">Produção de massa seca, fixação de nitrogênio, hábito de crescimento e ciclo de diferentes adubos verdes/plantas de cobertura. Fonte: Piraí sementes.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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