<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>leite Archives | Rehagro Blog</title>
	<atom:link href="https://rehagro.com.br/blog/tag/leite/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rehagro.com.br/blog/tag/leite/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Sep 2026 19:02:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/cropped-cropped-logo-rehagro-capa-32x32.png</url>
	<title>leite Archives | Rehagro Blog</title>
	<link>https://rehagro.com.br/blog/tag/leite/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Resíduos de antibióticos no leite: entenda os riscos e como evitar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/residuos-de-antibioticos-no-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/residuos-de-antibioticos-no-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[antibiótico]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=38032</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na rotina das fazendas leiteiras, o uso de antibióticos é uma ferramenta indispensável para garantir a saúde do rebanho, sobretudo no tratamento de enfermidades como a mastite, que figura entre as principais causas de descarte de leite. No entanto, essa mesma ferramenta, se mal utilizada, pode transformar-se em um vilão invisível: os resíduos de antibióticos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/residuos-de-antibioticos-no-leite/">Resíduos de antibióticos no leite: entenda os riscos e como evitar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na rotina das fazendas leiteiras, <strong>o uso de antibióticos é uma ferramenta indispensável para garantir a saúde do rebanho</strong>, sobretudo no tratamento de enfermidades como a mastite, que figura entre as principais causas de descarte de leite. No entanto, essa mesma ferramenta, se mal utilizada, pode transformar-se em um vilão invisível: <strong>os resíduos de antibióticos no leite</strong>.</p>
<p>A presença dessas substâncias no leite do tanque coletivo compromete não apenas a qualidade do alimento, mas também representa sérias implicações para a saúde pública e para a sustentabilidade econômica da produção.</p>
<p>Quando detectados, esses resíduos podem acarretar a rejeição total da carga de leite, penalidades financeiras severas ao produtor e comprometer a confiabilidade do laticínio perante os mercados consumidores.</p>
<p>E o problema vai além da propriedade rural. A ingestão de leite com resíduos pode favorecer a seleção de bactérias resistentes, um dos grandes desafios da medicina veterinária e humana atual, conforme alertado por órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Apesar da gravidade do tema, <strong>o controle é absolutamente possível</strong>. Com boas práticas de manejo, protocolos bem definidos e processos padronizados de identificação e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/">ordenha</a></strong>, a fazenda pode manter a eficiência produtiva sem comprometer a segurança e a qualidade do leite entregue.</p>
<p>Este artigo se propõe a ser um guia técnico e prático sobre os prejuízos, causas e estratégias para evitar resíduos de antibióticos no leite, com foco no contexto da bovinocultura leiteira brasileira.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"});</script></p>
</div>
<h2>As consequências do leite contaminado com antibiótico</h2>
<p>O leite contaminado com resíduos de antibióticos representa <strong>um problema multifacetado, atingindo todos os elos da cadeia produtiva</strong>. Entender a gravidade desse cenário é essencial para consolidar uma cultura de prevenção eficaz nas propriedades leiteiras.</p>
<h3>Perdas na indústria de laticínios: um obstáculo à transformação láctea</h3>
<p>Durante o processamento industrial, <strong>a presença de antibióticos no leite inibe a ação das culturas lácteas</strong> utilizadas na fabricação de produtos como queijo, iogurte e manteiga.</p>
<p>Essas culturas são compostas por microrganismos vivos sensíveis a antimicrobianos, essenciais para o desenvolvimento de sabor, textura e segurança dos alimentos.</p>
<p>Quando inibidas, essas culturas:</p>
<ul>
<li>Deixam de fermentar adequadamente o leite;</li>
<li>Geram derivados de baixa qualidade ou com alterações organolépticas;</li>
<li>Podem provocar perda total do lote industrializado, impactando diretamente nos custos de produção e eficiência da indústria.</li>
</ul>
<h3>Prejuízos econômicos diretos ao produtor</h3>
<p>O <strong>impacto financeiro</strong> da presença de resíduos <strong>começa na própria propriedade</strong>. Muitos laticínios adotam políticas rigorosas de controle de qualidade que implicam em penalização direta ao produtor responsável pela contaminação da carga.</p>
<p>Isso porque, na coleta, o leite de diferentes propriedades é misturado no mesmo tanque do caminhão. Caso a amostra do carregamento acuse presença de antibiótico:</p>
<ul>
<li>A carga inteira pode ser descartada;</li>
<li>O produtor causador pode ser responsabilizado por todo o volume perdido;</li>
<li>Bonificações e contratos podem ser suspensos, gerando instabilidade financeira.</li>
</ul>
<h3>Riscos à saúde pública e resistência bacteriana</h3>
<p>A ingestão de leite com resíduos de antibióticos traz riscos significativos para a saúde humana, especialmente:</p>
<ul>
<li>Reações alérgicas em indivíduos sensíveis;</li>
<li>Interferência na microbiota intestinal;</li>
<li>E, principalmente, a contribuição para a resistência bacteriana.</li>
</ul>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso indiscriminado de antibióticos na produção animal está entre os <strong>principais fatores de seleção de bactérias multirresistentes</strong>, que afetam humanos e animais e reduzem drasticamente as opções terapêuticas disponíveis.</p>
<h3>Inviabilidade do tratamento térmico como solução</h3>
<p>Embora muitos tratamentos térmicos do leite (como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pasteurizacao-do-leite-de-descarte/">pasteurização</a></strong> e UHT) sejam eficazes na destruição de patógenos, eles não são suficientes para eliminar resíduos de antibióticos, conforme demonstram diversos estudos científicos [PEREIRA &amp; SCUSSEL, 2017].</p>
<p>Isso reforça a necessidade de prevenção na origem, ou seja, na própria fazenda, com controle rigoroso dos tratamentos e descarte correto do leite.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Entendendo as causas: por que ainda há resíduos no leite?</h2>
<p>Apesar de existir amplo conhecimento técnico sobre o uso correto de antibióticos, <strong>a ocorrência de resíduos no leite ainda é um problema frequente nas propriedades leiteiras</strong>.</p>
<p>Diversos fatores operacionais, de manejo e de falhas humanas contribuem para a contaminação do leite que chega ao tanque.</p>
<h3>Desrespeito ao período de carência</h3>
<p>O período de carência é o tempo necessário para que o organismo do animal elimine o princípio ativo do medicamento, tornando o leite seguro para consumo. Quando esse tempo não é respeitado, o leite coletado pode conter resíduos da substância administrada, mesmo que a vaca já pareça clinicamente recuperada.</p>
<p>Essa é, de longe, a causa mais comum de contaminação, especialmente em sistemas com falhas de comunicação entre os funcionários e ausência de protocolos escritos.</p>
<h3>Dosagem e tempo de uso inadequados</h3>
<p>O uso de doses maiores que o indicado, bem como a extensão do tratamento além do tempo prescrito, podem alterar significativamente o tempo de excreção do antibiótico e elevar o risco de contaminação do leite (Brito, 2000). Isso ocorre porque o metabolismo do animal pode ficar sobrecarregado, levando mais tempo para eliminar completamente o medicamento.</p>
<p>Além disso, a prática de adaptar ou &#8220;personalizar&#8221; tratamentos sem orientação técnica, comum em algumas propriedades, amplia o risco de falhas no controle de resíduos.</p>
<h3>Falhas no descarte de leite contaminado</h3>
<p>Outro erro comum é o descarte parcial do leite. Muitos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ordenhador-na-producao-de-leite/">ordenhadores</a></strong> descartam apenas o leite do quarto mamário tratado, acreditando que os demais não foram contaminados. No entanto, como o antibiótico circula via corrente sanguínea, é comum que ele alcance todos os quartos da glândula mamária (Lobato &amp; De Los Santos, 2019).</p>
<p>O leite de todos os quartos da vaca tratada deve ser descartado durante todo o período de carência.</p>
<h3>Ordenha como vetor de contaminação cruzada</h3>
<p>Animais em tratamento ordenhados antes de vacas sadias representam um risco significativo de contaminação do sistema de ordenha e, consequentemente, do tanque coletivo. Mesmo que o<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/descarte-do-leite/"> leite tratado seja descartado</a></strong>, vestígios de antibiótico podem permanecer nas mangueiras ou teteiras e contaminar o leite dos animais sadios subsequentes (Morais et al., 2010).</p>
<p>Além disso, a ausência de protocolos claros sobre a ordem de ordenha e higienização dos equipamentos contribui para esse tipo de erro técnico.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=residuos-antibioticos" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Estratégias eficazes para evitar resíduos de antibiótico no leite</h2>
<p>Evitar que o leite seja contaminado com antibióticos exige conhecimento técnico, disciplina e organização operacional. Combinando essas três frentes, é possível garantir um leite seguro, sem prejuízos econômicos e sanitários. A seguir, listamos as estratégias mais eficazes utilizadas por propriedades de alta performance.</p>
<h3>1. Cumprimento rigoroso da bula e dos protocolos</h3>
<p>Cada medicamento veterinário possui dosagem, tempo de tratamento e período de carência claramente descritos na bula. O cumprimento fiel dessas recomendações é a base para evitar contaminações. Qualquer desvio pode alterar a farmacocinética do antibiótico, elevando o risco de resíduos no leite (Pereira &amp; Scussel, 2017).</p>
<p>Além disso, é essencial que os protocolos de tratamento sejam escritos, revisados por um médico veterinário e atualizados conforme as particularidades do rebanho e das doenças mais prevalentes na fazenda.</p>
<h3>2. Controle e registros de tratamentos</h3>
<p>Registrar todos os tratamentos realizados é uma medida simples, mas ainda negligenciada em muitas fazendas. Esses dados devem estar acessíveis a todos os envolvidos na ordenha, especialmente quando há revezamento de funcionários ou trabalho por turnos.</p>
<p>Sistemas de gestão informatizados ou mesmo quadros brancos no local da ordenha já são suficientes para evitar esquecimentos e erros de liberação precoce.</p>
<h3>3. Relação direta entre mastite e resíduos</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong> é a principal doença que demanda o uso de antibióticos em vacas leiteiras. Por isso, o controle eficiente dessa enfermidade é, indiretamente, uma estratégia para reduzir o risco de resíduos no leite.</p>
<p>Boas práticas que ajudam a reduzir a incidência de mastite:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Higiene no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/">pré e pós-dipping</a></strong>;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Manutenção das máquinas de ordenha;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ambiente seco e limpo para os animais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Monitoramento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/">CCS (contagem de células somáticas)</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Quanto menos mastite, menos tratamentos com antibióticos, e, consequentemente, menor risco de resíduos no leite (Lobato &amp; De Los Santos, 2019).</p>
<h2>Identificação dos animais em tratamento: o primeiro escudo de proteção</h2>
<p>Mesmo com protocolos de tratamento bem definidos, falhas na identificação dos animais tratados são responsáveis por grande parte dos casos de leite contaminado com resíduos. A rotina de uma fazenda leiteira é dinâmica e, sem um sistema de marcação claro e visível, é fácil um animal em carência ser confundido com um sadio.</p>
<h3>Métodos visuais de identificação: simples, mas eficazes</h3>
<p>Entre as ferramentas mais comuns e eficientes para identificação de vacas em tratamento, destacam-se:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Fitas coloridas no pescoço</strong>: de fácil visualização, permitem identificar rapidamente os animais no curral ou no momento da separação para a ordenha. É uma prática barata e eficaz.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Pulseiras ou tornozeleiras coloridas</strong>: colocadas nos membros (geralmente posteriores), são úteis durante a ordenha, quando o ordenhador visualiza o membro do animal ao posicionar as teteiras.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Marcação com tinta atóxica no úbere ou garupa</strong>: alternativa complementar, especialmente útil em sistemas com alta rotatividade de pessoal.</li>
</ul>
<p>Esses métodos atuam como lembretes visuais que reduzem as chances de erro humano, especialmente em situações de pressa, cansaço ou distração.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-44951 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/residuos-antibioticos.webp" alt="Métodos identificação de vacas que possuem resíduos de antibióticos no leite" width="621" height="459" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/residuos-antibioticos.webp 621w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/residuos-antibioticos-300x222.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/residuos-antibioticos-370x273.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/residuos-antibioticos-270x200.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/07/residuos-antibioticos-80x60.webp 80w" sizes="(max-width: 621px) 100vw, 621px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Imagem 1: pulseira de identificação de tratamento no membro pélvico do animal. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Imagem 2: fitas de identificação utilizadas no pescoço do animal. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: arquivo pessoal de Luiz Eduardo de Melo.</span></p>
<h3>Quadro de controle na sala de ordenha</h3>
<p>Além da marcação direta no animal, <strong>é fundamental manter um quadro informativo na sala de ordenha</strong>. Ele deve conter:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Número ou nome do animal;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipo de tratamento;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Data de início;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Data prevista de liberação do leite.</li>
</ul>
<p>Esse tipo de controle, ainda que simples, ajuda na organização da equipe, facilita auditorias internas e contribui para a formação de uma cultura de segurança sanitária na fazenda (Morais et al., 2010).</p>
<h3>Checklists e comunicação entre turnos</h3>
<p>Fazendas que operam com mais de um turno de ordenha devem investir em rotinas padronizadas de checagem entre equipes. Isso pode incluir:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Checklists assinados pelos ordenhadores;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Avisos escritos ou digitais (WhatsApp, aplicativos de gestão);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Reuniões rápidas de passagem de turno com revisão dos animais em tratamento.</li>
</ul>
<p>Essas ações evitam que um animal seja liberado para a ordenha por engano, principalmente quando há múltiplas pessoas envolvidas no manejo do rebanho.</p>
<h2>A importância da linha de ordenha bem planejada</h2>
<p>A ordenha é o momento mais sensível da cadeia produtiva quando o assunto é controle de resíduos.</p>
<p>Mesmo com protocolos clínicos bem conduzidos, se a ordenha for feita sem planejamento, principalmente em relação à ordem dos animais tratados e sadios, os riscos de contaminação cruzada aumentam exponencialmente.</p>
<h3>Ordem correta de ordenha: vacas em tratamento por último</h3>
<p><strong>Regra básica e inegociável</strong>: as vacas em tratamento devem ser ordenhadas por último. Isso evita que resíduos de antibióticos sejam transferidos para o leite de vacas sadias, por meio do equipamento de ordenha.</p>
<p>Ainda que o leite tratado seja descartado, os resíduos podem permanecer em mangueiras, coletores ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/teteiras-e-sobreordenha/">teteiras</a></strong> e contaminar o sistema.</p>
<p>Além disso:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Evita confusão com vacas visualmente parecidas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Permite realizar uma limpeza focada nos equipamentos após a ordenha das vacas tratadas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Contribui para a organização mental da equipe, criando uma rotina padronizada.</li>
</ul>
<h3>Higienização do equipamento após ordenha de vacas tratadas</h3>
<p>Ao final da ordenha dos animais tratados, é essencial realizar um ciclo completo de higienização dos equipamentos. Isso inclui:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Água com detergente alcalino;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Enxágue com água quente;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Uso de sanitizantes recomendados.</li>
</ul>
<p>Negligenciar esse passo pode permitir que traços de antibióticos fiquem no sistema e contaminem a próxima ordenha, mesmo que as vacas seguintes estejam sadias (Pereira &amp; Scussel, 2017).</p>
<h3>Descarte correto do leite de todos os quartos mamários</h3>
<p>Outro erro frequente: descartar apenas o leite do quarto mamário tratado.</p>
<p>Lembre-se: o antibiótico é absorvido sistemicamente, e pode atingir todos os quartos da glândula mamária. Portanto, o descarte deve ser total, de todo o leite da vaca tratada durante o período de carência (Lobato &amp; De Los Santos, 2019).</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A presença de resíduos de antibióticos no leite é um<strong> desafio complexo, mas perfeitamente controlável quando enfrentado com conhecimento técnico, organização e cultura de prevenção</strong>. As consequências desse problema ultrapassam os portões da fazenda, gerando impactos econômicos para o produtor, perdas na indústria e riscos sérios à saúde pública. (Brito, 2000; Morais et al., 2010).</p>
<p>Mais do que uma exigência legal ou comercial, evitar resíduos no leite é uma responsabilidade técnica e ética de todo profissional envolvido na produção leiteira.</p>
<p>Para quem atua na pecuária leiteira, compreender essa dinâmica é essencial não apenas para garantir alimentos seguros à população, mas para atuar de forma eficaz nas propriedades, promovendo qualidade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.</p>
<h2 data-start="197" data-end="273">Evite prejuízos e eleve o padrão da sua produção com uma gestão eficiente</h2>
<p data-start="275" data-end="572">Resíduos de antibióticos no leite não afetam apenas a qualidade do produto, mas colocam em risco a credibilidade da propriedade e podem gerar perdas financeiras significativas. Prevenir esse tipo de problema exige conhecimento, controle e uma gestão bem estruturada em todas as etapas da produção.</p>
<p data-start="574" data-end="944">Com o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=residuos-antibioticos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro, você aprende a organizar a rotina da fazenda, adotar boas práticas e tomar decisões baseadas em indicadores técnicos e econômicos. As aulas são online, com linguagem prática e foco nos principais desafios da atividade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=residuos-antibioticos" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autores: Laryssa Mendonça e Luiz Eduardo de Melo &#8211; Equipe Leite Rehagro</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">BRITO, M. A. V. P. <i>Resíduos de antimicrobianos no leite</i>. Belo Horizonte: EMBRAPA Gado de Leite, 2000.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">LOBATO, C. L. D. S.; DE LOS SANTOS, J. R. G. <i>Resíduos de antibióticos no leite: causas e impactos para a indústria e saúde pública</i>. Science and Animal Health, v. 7, n. 3, p. 232–250, 2019.</span><br />
<span style="font-size: 14px;">DOI: 10.29327/213319.7.3-15</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">MORAIS, C. M. Q. J. et al. <i>Presença de resíduos de antibióticos em leite bovino pasteurizado</i>. Food Science and Technology, v. 30, p. 33–35, 2010.</span><br />
<span style="font-size: 14px;">DOI: 10.1590/S0101-20612010000500006</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">PEREIRA, M. N.; SCUSSEL, V. M. <i>Resíduos de antimicrobianos em leite bovino: fonte de contaminação, impactos e controle</i>. Revista de Ciências Agroveterinárias, v. 16, n. 2, p. 170–182, 2017.</span><br />
<span style="font-size: 14px;">Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/1984</span></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/residuos-de-antibioticos-no-leite/">Resíduos de antibióticos no leite: entenda os riscos e como evitar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/residuos-de-antibioticos-no-leite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tanque de refrigeração do leite: quais os tipos e como escolher?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tanque-de-refrigeracao-do-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/tanque-de-refrigeracao-do-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[tanque de refrigeração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=31722</guid>

					<description><![CDATA[<p>A instrução normativa 77 do MAPA (2018) define tanque de expansão direto como o tanque de refrigeração dimensionado de modo a permitir a refrigeração do leite cru até temperatura igual ou inferior a 4,0º C no tempo máximo de três horas, independentemente de sua capacidade, com as características de desempenho e eficiência de acordo com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tanque-de-refrigeracao-do-leite/">Tanque de refrigeração do leite: quais os tipos e como escolher?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A instrução normativa 77 do MAPA (2018) define tanque de expansão direto como o tanque de refrigeração dimensionado de modo a permitir a refrigeração do leite cru até <strong>temperatura igual ou inferior a 4,0º C no tempo máximo de três horas</strong>, independentemente de sua capacidade, com as características de desempenho e eficiência de acordo com regulamento técnico específico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a normativa define que o tanque de expansão deve ser instalado na propriedade rural em local adequado, provido de paredes, cobertura, pavimentação, iluminação, ventilação e ponto de água corrente. Deve apresentar condição de acesso apropriado ao <a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>veículo coletor</strong></a>. Ser mantido sob condições de limpeza e higiene e ter capacidade mínima de <a href="https://rehagro.com.br/blog/conservacao-e-armazenamento-de-leite-cru/" target="_blank" rel="noopener"><strong>armazenar a produção</strong></a> de acordo com a estratégia de coleta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo deste texto vamos abordar as características dos tipos de tanques disponíveis no mercado e os cuidados no momento da escolha para a propriedade. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
});
</script></p>
</div>
<h2>Classificação dos tanques</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os tanques refrigeradores podem ser classificados em: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tanque de duas ordenhas: </b><span style="font-weight: 400;">deverá resfriar 50% do seu volume nominal por ordenha, conforme sua classe de desempenho, podendo ser esvaziado diariamente (24 horas).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tanque de quatro ordenhas:</b><span style="font-weight: 400;"> deverá resfriar 25% do seu volume nominal por ordenha, conforme sua classe de desempenho, podendo ser esvaziado a cada dois dias (48 horas).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Indica-se essa característica no tanque pelo uso do número 2 (duas ordenhas) ou pelo número 4 (quatro ordenhas).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46012 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite.webp" alt="Etiqueta do tanque de refrigeração" width="385" height="509" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite.webp 385w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-227x300.webp 227w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-370x489.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-270x357.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de uma etiqueta de um tanque de refrigeração, onde é possível observar no campo “classe” o número 2, indicando que esse tanque resfria 50% do seu volume nominal por ordenha. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Laryssa Mendonça </span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como avaliar o desempenho e eficiência do tanque de refrigeração?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O desempenho dos tanques é especificado de acordo, como já comentado, com o número de <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ordenhas</strong></a>, e também pela temperatura do ambiente e tempo de refrigeração do leite.</span></p>
<p><b>Temperatura do ambiente</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46013 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-1.webp" alt="Tabela com temperatura do ambiente adequada para tanque de refrigeração" width="566" height="118" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-1.webp 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-1-300x63.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-1-370x77.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-1-270x56.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: CBQL</span></p>
<p><b>Temperatura de refrigeração do leite</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46014 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-2.webp" alt="Tabela com a temperatura adequada do leite no tanque de refrigeração" width="566" height="134" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-2.webp 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-2-300x71.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-2-370x88.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-2-270x64.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: CBQL</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um tanque refrigerador classificado como 4BII, por exemplo, possui as seguintes características:</span></p>
<p><b>O número 4 </b><span style="font-weight: 400;">indica que o tanque é de </span><b>4 ordenhas. </b></p>
<p><b>A letra B </b><span style="font-weight: 400;">indica que a temperatura ambiente a que o tanque está submetido durante o teste de desempenho é de 32ºC e que a temperatura máxima de segurança para o correto funcionamento é de </span><b>38º C.</b></p>
<p><b>O algarismo II </b><span style="font-weight: 400;">indica que o tanque deverá reduzir a temperatura do leite de 35º C para 4º C em um período máximo de 3 horas e, na segunda ordenha, deverá reduzir a temperatura do leite de 10º C para 4º C em um período máximo de 1,5 horas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46015 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-3.webp" alt="Informações sobre capacidade e resfriamento do tanque" width="682" height="382" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-3.webp 682w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-3-300x168.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-3-370x207.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tanque-leite-3-270x151.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<h2>Quais outros cuidados devemos ter?</h2>
<h3>Agitador</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A operação do agitador não deverá fazer com que o leite extravase quando o tanque contiver qualquer volume de leite até 100% do seu volume nominal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse nível de volume o leite não poderá transbordar do mesmo durante o processo da agitação. Quando o agitador estiver em funcionamento, o mesmo <strong>deve parar automaticamente caso a tampa do tanque seja aberta</strong>. </span></p>
<h3>Escoamento do leite</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o escoamento do leite, <strong>não poderá permanecer nenhum resíduo de leite no fundo do tanque</strong>, a distância mínima entre a saída do tanque e o piso deverá ser de 100 mm, com o tanque nivelado, o escoamento de um volume de 40 litros, por exemplo, deverá ocorrer em no máximo 1 minuto, por gravidade. </span></p>
<h3>Sistema de refrigeração</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É proibida a utilização de tanques refrigeradores que utilizem serpentinas no sistema de refrigeração.</span></p>
<h2>Algumas dicas para aquisição do tanque da propriedade</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pergunte qual a classificação do tanque você está adquirindo, para verificar se ele se adequa à realidade e previsão de crescimento da sua propriedade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Realizar o teste da drenagem do tanque;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar a espessura da parede de isolamento do corpo do tanque;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar os componentes existentes na caixa de proteção/acionamento do tanque;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar se o tanque tem dispositivo de segurança da tampa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar se o tanque tem válvula de serviço;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar o formato do agitador. </span></li>
</ul>
<h2>Da conservação à rentabilidade: domine cada etapa da produção de leite</h2>
<p>Escolher o tanque de refrigeração certo é apenas uma das decisões que influenciam diretamente a qualidade do leite e o sucesso da atividade leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=tanque-refrigeracao">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a tomar decisões assertivas em manejo, gestão e qualidade, garantindo mais eficiência e lucro para a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=tanque-refrigeracao" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23092" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg" alt="Maria Fernanda Faria - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tanque-de-refrigeracao-do-leite/">Tanque de refrigeração do leite: quais os tipos e como escolher?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/tanque-de-refrigeracao-do-leite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kit Guia + Planilha Escore de saúde respiratória de bezerras leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planilha-escore-de-saude-respiratoria-bezerras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/planilha-escore-de-saude-respiratoria-bezerras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 13:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[PLANILHAS]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=14159</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma das principais doenças que acometem bezerras em aleitamento e em pós-desmame é a Doença Respiratória Bovina (DRB).  Essa doença é extremamente relevante, porém seu diagnóstico na rotina sanitária das fazendas ainda é bastante defasado, podendo causar confusão e subnotificações. Para isso, pesquisadores criaram escores individuais para avaliação da saúde respiratória das bezerras leiteiras. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/planilha-escore-de-saude-respiratoria-bezerras/">Kit Guia + Planilha Escore de saúde respiratória de bezerras leiteiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais doenças que acometem bezerras em <strong>aleitamento</strong> e em pós-desmame é a <strong>Doença Respiratória Bovina (DRB). </strong></p>
<p>Essa doença é extremamente relevante, porém seu diagnóstico na rotina sanitária das fazendas ainda é bastante defasado, podendo causar confusão e subnotificações.</p>
<p>Para isso, pesquisadores criaram <strong>escores individuais</strong> para avaliação da saúde respiratória das bezerras leiteiras.</p>
<p>O modelo de pontuação mais utilizado para detecção de DRB em bezerras é o <strong>Escore Respiratório de Wisconsin</strong>, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, em Madison, Estados Unidos.</p>
<p>Com a Planilha de Escore de Saúde Respiratória, você irá descobrir:</p>
<ul>
<li aria-level="1" aria-checked="false">Se as suas bezerras estão doentes;</li>
<li aria-level="1" aria-checked="false">Quais parâmetros avaliar para realizar o diagnóstico;</li>
<li aria-level="1" aria-checked="false">Como aplicar o Escore Respiratório de Wisconsin.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-escore-saude-respiratoria-bezerras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-escore-respiratorio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39659 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude.png" alt="Kit guia e planilha escore de saúde respiratória de bezerras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/planilha-escore-de-saude-respiratoria-bezerras/">Kit Guia + Planilha Escore de saúde respiratória de bezerras leiteiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/planilha-escore-de-saude-respiratoria-bezerras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kit Guia + Planilha Contagem de Células Somáticas (CCS) no leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planilha-contagem-celulas-somaticas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/planilha-contagem-celulas-somaticas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 12:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[PLANILHAS]]></category>
		<category><![CDATA[CCS]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=14156</guid>

					<description><![CDATA[<p>A mastite subclínica pode acometer grande parte dos rebanhos, aumentando a Contagem de Células Somáticas (CCS) no leite. O aumento da CCS afeta diretamente a qualidade do leite e a bonificação paga por grande parte dos laticínios, causando queda no valor do litro de leite recebido pelo produtor. Com esse material você poderá calcular, de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/planilha-contagem-celulas-somaticas/">Kit Guia + Planilha Contagem de Células Somáticas (CCS) no leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mastite subclínica pode acometer grande parte dos rebanhos, aumentando a <strong>Contagem de Células Somáticas (CCS)</strong> no leite.</p>
<p>O aumento da <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CCS</strong></a> afeta diretamente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>qualidade do leite</strong></a> e a bonificação paga por grande parte dos laticínios, causando queda no valor do litro de leite recebido pelo produtor.</p>
<p>Com esse material você poderá calcular, de acordo com a contagem de células somáticas encontradas no tanque:</p>
<ul>
<li>A perda de produção diária de leite;</li>
<li>A perda de produção mensal de leite;</li>
<li>A perda de faturamento mensal;</li>
<li>A perda de faturamento anual.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, você pode <strong>descobrir o quanto está deixando de lucrar na sua propriedade</strong> e pode mostrar para os seus clientes o prejuízo que eles vêm tendo em decorrência à lata CCS do tanque.</p>
<p>Baixe gratuitamente o <strong>kit com a planilha + guia explicativo</strong> sobre a CCS no tanque e CCS individual e transforme os seus resultados!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/planilha-contagem-celulas-somaticas/">Kit Guia + Planilha Contagem de Células Somáticas (CCS) no leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/planilha-contagem-celulas-somaticas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 19:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=11976</guid>

					<description><![CDATA[<p>O setor de agronegócio desempenha um papel vital na alimentação global e na economia de muitos países. No entanto, por trás do sucesso das colheitas e do fornecimento de alimentos, há uma força invisível, mas essencial: as pessoas. A gestão eficaz de recursos humanos no agronegócio é crucial para o crescimento sustentável, a produtividade e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/">Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de agronegócio desempenha um papel vital na alimentação global e na economia de muitos países. No entanto, por trás do sucesso das colheitas e do fornecimento de alimentos, há uma força invisível, mas essencial: as pessoas.</p>
<p>A <strong>gestão eficaz de recursos humanos no agronegócio</strong> é crucial para o crescimento sustentável, a produtividade e a inovação no campo.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O desafio da gestão de pessoas é a <strong>maior dificuldade enfrentada no agronegócio</strong>.</li>
<li>É fundamental contratar pessoas alinhadas com os valores da empresa.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-em-fazendas-voce-esta-fazendo-do-jeito-certo/" target="_blank" rel="noopener">gestão de pessoas</a></strong> envolve criar um ambiente agradável e promover o engajamento dos colaboradores.</li>
<li>O desenvolvimento e a qualificação dos gestores são essenciais para o bom funcionamento da equipe.</li>
<li>O desligamento de colaboradores deve ser planejado e executado imediatamente após a decisão.</li>
</ul>
<p>Este <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/category/webinar/" target="_blank" rel="noopener">Webinar</a></strong> reuniu Emerson Alvarenga, Régis Henrique e Alexandra Othero, que fazem parte do nosso Núcleo de Gestão para falar sobre o tema.</p>
<p>Clique no botão abaixo e acompanhe esse incrível conteúdo!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/gestao-de-pessoas-para-obter-melhores-resultados-no-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=pagina-webinar-gestao-de-pessoas-no-agronegocio&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27157 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner-webinar-gestao-pessoas-agronegocio.jpg" alt="Webinar Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Quer ser capaz de implementar uma gestão de excelência no agronegócio?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você tenha interesse, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=pagina-webinar-gestao-de-pessoas-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação Online em Gestão do Agronegócio</strong></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com conteúdo 100% aplicável desde o primeiro módulo, essa especialização tem formato 100% online.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As aulas são divididas em aulas gravadas e videoconferências ao vivo, para que você tire todas as suas dúvidas e faça um networking de alta qualidade com profissionais de todo o Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de todo o curso, há suporte dedicado a você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Clique no link e conheça.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=pagina-webinar-gestao-de-pessoas-lp-curso&amp;utm_medium=organic"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23974 size-large" title="Pós-Graduação em Gestão do Agronegócio" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/PGA-2-1024x532.jpg" alt="Pós-Graduação em Gestão do Agronegócio" width="770" height="400" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/">Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pré-dipping e pós-dipping: pontos de controle da qualidade do leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 13:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[ordenha]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=11904</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ocorrência de casos de mastite está diretamente relacionada à interação de fatores ambientais e práticas de manejo, ao agente causador de mastite e à capacidade da vaca em debelar o processo inflamatório e infeccioso. Sendo assim, um dos pontos-chave no controle da mastite é a redução da exposição dos tetos a esses agentes. Para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/">Pré-dipping e pós-dipping: pontos de controle da qualidade do leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocorrência de casos de mastite está diretamente relacionada à interação de fatores ambientais e práticas de manejo, <a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/"><strong>ao agente causador de mastite</strong></a> e à capacidade da vaca em debelar o processo inflamatório e infeccioso.</p>
<p>Sendo assim, um dos pontos-chave no controle da mastite é a redução da exposição dos tetos a esses agentes.</p>
<p>Para que isso seja possível, é fundamental adotarmos <strong>medidas simples de higiene dos tetos</strong>, garantindo a adequada desinfecção antes e após a ordenha. Uma dessas medidas é a utilização das soluções desinfetantes de pré-dipping e pós-dipping.</p>
<p>Mas<strong> o que é o pré dipping e o pós-dipping? </strong>Quais as principais bases dessas soluções? Quais os principais pontos de atenção durante a utilização?</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
});
</script></p>
</div>
<h2>Pré-dipping</h2>
<p><strong>O pré-dipping consiste em uma solução responsável pela desinfecção dos tetos antes da colocação das teteiras</strong>, reduzindo assim a contaminação da pele dos tetos e principalmente os casos de mastite por agentes ambientais.</p>
<p>Além disso, a higienização dos tetos antes da ordenha contribui para a qualidade higiênica do leite, sendo um fator importante na redução da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/">CBT (contagem bacteriana total)</a></strong> do leite do tanque.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Pontos de atenção</h3>
<p>Para que a solução pré-dipping tenha a ação desinfetante esperada, é fundamental garantirmos alguns pontos:</p>
<ul>
<li>A solução deve ser colocada em um copo sem retorno, evitando a contaminação da solução;</li>
<li>O copo do pré-dipping deve estar limpo;</li>
<li>A solução pré-dipping deve ser passada cobrindo todo o teto;</li>
<li>Os tetos muito sujos devem ser higienizados antes da utilização do pré-dipping para não perder seu efeito desinfetante;</li>
<li>O tempo de ação da solução nos tetos deve ser de pelo menos 30 segundos.</li>
</ul>
<p>Além disso, é importante utilizarmos apenas produtos específicos que apresentem indicação para essa finalidade.</p>
<p>Outros produtos desinfetantes que não possuem recomendação para uso em <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" rel="noopener"><strong>rotina de ordenha</strong></a> podem comprometer a integridade física da pele dos tetos e aumentar o <strong>risco de mastite</strong>, além de não termos a garantia de eficácia do produto ou da possibilidade de resíduo no leite.</p>
<p>Outro ponto de atenção refere-se a produtos que necessitam de diluição. Nesses casos, devemos garantir que a diluição do produto seja feita corretamente e que a água utilizada para essa finalidade, seja de qualidade (potável). O não cumprimento desses itens irá comprometer a eficácia do produto.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44373 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping.webp" alt="Equipamentos para ordenha" width="740" height="555" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-300x225.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-370x278.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-270x203.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Limpeza e organização dos utensílios e equipamentos antes da ordenha. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<h3>Princípios ativos</h3>
<p>Os princípios ativos mais comuns utilizados em soluções pré-dipping são:</p>
<ul>
<li>Iodo;</li>
<li>Hipoclorito de sódio;</li>
<li>Clorexidina;</li>
<li>Ácido lático;</li>
<li>Um ponto importante em relação ao hipoclorito de sódio é que a solução é bastante volátil, sendo necessário manter o galão com o produto bem vedado.</li>
</ul>
<p>Outro aspecto relevante é não utilizar o hipoclorito de sódio que encontramos em supermercados, mais conhecido como água sanitária, pois além de não ter recomendação para utilização em ordenha, a água sanitária possui soda cáustica em sua composição, que também compromete de modo considerável a integridade dos tetos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44374 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1.webp" alt="Copos Para Aplicação de Pré-dipping e Pós-dipping" width="870" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1.webp 870w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-300x151.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-768x388.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-370x187.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-270x136.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-740x373.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 870px) 100vw, 870px" /><span style="font-size: 10pt;">Copo sem retorno para aplicação de pré e pós-dipping. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44375 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2.webp" alt="Pessoa fazendo aplicação de pré-dipping com copo sem retorno em uma vaca" width="1024" height="571" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-300x167.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-768x428.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-370x206.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-270x151.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-740x413.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><span style="font-size: 10pt;">Aplicação de pré-dipping com copo sem retorno. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<h2>Pós-dipping</h2>
<p>Durante a ordenha os tetos entram em contato com as mãos dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ordenhador-na-producao-de-leite/">ordenhadores</a></strong> e teteiras contaminadas, que contribuem para a transmissão de mastite por agentes do tipo contagiosos.</p>
<p>Nesse sentido, precisamos garantir que os tetos após a ordenha também sejam desinfetados e com redução da carga de agentes causadores de mastite.</p>
<p>Para essa desinfecção utilizamos a solução pós-dipping. Essa medida possui efeito sobre a incidência de novos casos de mastite e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" rel="noopener">CCS (contagem de células somáticas)</a></strong> do rebanho.</p>
<p>Outro benefício da solução pós-dipping é manter a pele dos tetos bem hidratada e íntegra, contribuindo para redução dos casos de mastite.</p>
<p>Assim como a solução pré-dipping, os pontos de atenção da solução pós-dipping incluem a higiene do copo sem retorno e garantir que o produto esteja cobrindo todo o teto.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="PÓS-DIPPING: COMO USAR DE FORMA EFICIENTE | Rehagro Responde - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/m5CyyJAfCXU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Princípio ativo</h3>
<p>O principal princípio ativo de soluções pós-dipping é o iodo, que possui atividade bactericida, fungicida e viricida, ressaltando a boa eficácia na prevenção de mastites contagiosas causadas por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mastite-causada-por-staphylococcus-aureus/"><i>Staphylococcus aureus</i></a></strong> e <i>Streptococcus agalactiae</i>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3.webp" alt="Pessoa realizando a aplicação de pós-dipping com copo sem retorno em uma vaca" width="1006" height="618" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3.webp 1006w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-300x184.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-768x472.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-370x227.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-270x166.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-740x455.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 1006px) 100vw, 1006px" /><span style="font-size: 10pt;">Aplicação de pós-dipping com copo sem retorno. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Considerando os prejuízos causados pela mastite, como gastos com <strong>medicamentos</strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/descarte-do-leite/">descarte de leite</a></strong> e, principalmente, perda de produção, medidas de controle da mastite são fundamentais para a saúde do rebanho e rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Com pequenos e simples ajustes na rotina de ordenha para garantir a correta desinfecção dos tetos antes e após a ordenha é possível produzir um leite de melhor qualidade e reduzir a incidência de mastite.</p>
<h2>Domine as práticas que garantem leite de qualidade e mais lucro</h2>
<p>A aplicação correta do pré-dipping e pós-dipping é determinante para reduzir mastite, melhorar a CCS e entregar um produto de excelência.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=pre-dipping" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende de forma prática como implementar protocolos eficientes de ordenha, manter a saúde do rebanho e aumentar a rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=pre-dipping" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28021 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni.jpg" alt="Gabriela Magioni" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/">Pré-dipping e pós-dipping: pontos de controle da qualidade do leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sucedâneo no aleitamento de bezerras: veja a importância e os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 18:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[sucedâneo]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=5104</guid>

					<description><![CDATA[<p>O aleitamento artificial consiste no tipo mais comum de criação de gado especializado para produção leiteira, pois permite a quantificação do custo na fase de cria, a racionalização dos animais separando as vacas de suas crias, a ordenha se torna mais higiênica e o controle da quantidade de alimento que está sendo consumida se torna [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/">Sucedâneo no aleitamento de bezerras: veja a importância e os benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aleitamento artificial consiste no tipo mais comum de criação de gado especializado para produção leiteira, pois permite a quantificação do custo na fase de cria, a racionalização dos animais separando as vacas de suas crias, a ordenha se torna mais higiênica e o controle da quantidade de alimento que está sendo consumida se torna mais eficaz.</p>
<p>Além disso, em sistemas de aleitamento artificial a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/" rel="noopener">ocorrência de doenças</a></strong> tende a ser menor.</p>
<p>Mas afinal, <strong>qual a melhor opção</strong>: fornecer leite limpo, leite de descarte ou sucedâneo lácteo para as bezerras?</p>
<p>Quando há condições de se fornecer o leite limpo de vaca em condições adequadas de higiene, os resultados alcançados tendem a serem melhores, com melhor desempenho, menor <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" rel="noopener">incidência de diarreias</a></strong> e, consequentemente, menor mortalidade.</p>
<p>Além disso, não devemos desconsiderar o uso de leite de descarte quando em vista a disponibilidade de pasteurização e a correção do teor de sólidos.</p>
<p>Vamos abordar neste texto dicas a fim de garantir um correto aleitamento quando a decisão for utilizar sucedâneo como principal alimento para bezerras em aleitamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7",
    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Utilização do sucedâneo no aleitamento</h2>
<p>O sucedâneo deve ter a sua utilização considerada principalmente em <strong>situações de adensamento de leite</strong> <strong>e quando não houver disponibilidade de leite limpo e/ou leite de descarte.</strong></p>
<p>A decisão de quando utilizar o sucedâneo é específica para cada fazenda e deve ser considerada mediante análises de custo-benefício.</p>
<p>Essa escolha é muitas vezes norteada pela redução de custos. A parte econômica da utilização de sucedâneo não deve ser ignorada, ao contrário, sua análise deve estar vinculada ao desempenho animal.</p>
<p>Além da redução de custos, outras vantagens podem ser ressaltadas quanto ao uso de sucedâneos, como desvincular o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-da-rotina-de-ordenha/">horário da ordenha</a></strong> ao horário do trato dos bezerros, evitar a transmissão vertical (via leite) de doenças da vaca para a bezerra, reduzir o uso de leite de descarte, facilidade de estoque e produto de consistência uniforme quando manejado corretamente.</p>
<p>A correta utilização do sucedâneo será fundamental para ter oportunidade de desfrutar dos benefícios citados. Sendo assim, é preciso atenção primeiramente na decisão da sua inclusão ou não na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras/" rel="noopener">dieta</a></strong>.</p>
<p>Por fim, caso a melhor opção seja sua utilização, será necessário foco em alguns pontos para compra de um produto que proporcione também boas condições de desenvolvimento às bezerras.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Recomendações do uso do sucedâneo</h3>
<p>Assim como na oferta de leite para as bezerras, <strong>o uso de sucedâneo lácteo deve seguir algumas recomendações</strong>, como:</p>
<ul>
<li>Ser ofertado sempre no mesmo horário;</li>
<li>Ser ofertado em temperatura constante (37 a 39ºC);</li>
<li>Evitar variações no volume fornecido;</li>
<li>Manter consistência na concentração de sólidos (12,5 a 15%).</li>
</ul>
<p>O fornecimento de sucedâneo pode ser realizado através de mamadeira, amamentador automático, balde com bico, amamentador coletivo e balde sem bico.</p>
<p>Vale ressaltar que a altura do balde com bico deve ser de aproximadamente 45 cm do chão, se assemelhando com a altura do úbere da mãe.</p>
<p>O ideal é que o sucedâneo utilizado <strong>seja produzido a partir de matéria prima de origem láctea</strong>.</p>
<p>No entanto, há aqueles que são produzidos a partir de matéria prima de origem vegetal. Os valores de fibra indicados no rótulo dos sucedâneos nos indicam se o produto possui mais ou menos proteína de origem vegetal.</p>
<p>Conforme será citado no próximo tópico, a recomendação é de que os sucedâneos apresentam teores de fibra inferiores a 0,15. Valores superiores apontam que há uma grande quantidade de proteínas vegetais, as quais as bezerras não conseguem digerir muito bem e podem desencadear distúrbios digestivos.</p>
<p>Observar o aspecto do sucedâneo algum tempo após sua diluição e mistura também é uma boa opção. Sucedâneos que apresentam <strong>decantação após serem diluídos</strong> corretamente e bem misturados geralmente <strong>não possuem uma qualidade nutricional que atenda às exigências das bezerras.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44364 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras.webp" alt="Qualidade de mistura de sucedâneos" width="740" height="352" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras.webp 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-300x143.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-370x176.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-270x128.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Qualidade de mistura de sucedâneos. Note que o sucedâneo da esquerda apresentou boa qualidade de mistura e não decantou, enquanto o sucedâneo da direita não se misturou bem e decantou de forma considerável. Fonte: Professora Sandra Gesteira, UFMG</span></p>
<h2>Características de um bom sucedâneo</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44365 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-1.webp" alt="Composição do sucedâneo" width="691" height="171" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-1.webp 691w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-1-300x74.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-1-370x92.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-bezerras-1-270x67.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<ul>
<li>Composição deve conter <strong>10-20% de gordura, 18-22% de proteína e fibra menor que 0,15%</strong>.</li>
<li>Maior parte da proteína deve ser originada de derivados do leite (Exemplos: proteínas do leite desnatado, proteínas do soro do leite, concentrado proteico de soro, etc);</li>
<li><strong>Lactose deve ser a principal fonte de energia</strong>. A quantidade de substitutos não deve ser maior que 8 a 10% na MS para que o crescimento de tecidos corporais não seja prejudicado.</li>
<li>Utilizar diluição recomendada pelo fabricante, geralmente, é de 12,5% de sólidos totais por litro. A mensuração do teor de sólidos totais pode ser feita via refratômetro. Caso o refratômetro utilizado seja óptico, devemos somar o fator de correção de 1,1 à leitura obtida no refratômetro (ex.: leitura de refratômetro de 12, logo somamos 1,1 e o resultado do teor de sólidos totais é de 13,1%). No entanto, caso o refratômetro utilizado seja digital, o fator de correção passa a ser 1,5 (ex.: leitura de refratômetro de 12, logo somamos 1,5 e o resultado do teor de sólidos totais é de 13,5%).</li>
<li>Garantir a <strong>boa homogeneidade da solução</strong>.</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas afinal, para que servem os sólidos totais? Os teores de sólidos totais auxiliam no desempenho da bezerra, fazendo com que a mesma ganhe peso e seja desaleitada mais rapidamente e com saúde.</span></p>
<h2>Do aleitamento à gestão de resultados: transforme sua produção leiteira</h2>
<p>O uso estratégico do sucedâneo no aleitamento de bezerras é só um dos pontos que podem impactar diretamente o desempenho e a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=sucedaneo" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a aplicar técnicas modernas de manejo, nutrição e gestão para melhorar a saúde do rebanho e aumentar o lucro da propriedade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=sucedaneo" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/">Sucedâneo no aleitamento de bezerras: veja a importância e os benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Análises financeiras do médio e pequeno produtor de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 13:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produtor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=9318</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você tem trabalhado muito na sua propriedade leiteira e mesmo assim sente que não obteve os resultados que gostaria? Venha saber como mudar isso! Neste Webinar, convidamos o Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo de Gestão do Leite Rehagro, para desmistificar pontos importantes sobre a gestão de pequenas e médias propriedades leiteiras. Confira: [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite/">Análises financeiras do médio e pequeno produtor de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem trabalhado muito na sua propriedade leiteira e mesmo assim sente que não obteve os resultados que gostaria? Venha saber como mudar isso!</p>
<p>Neste Webinar, convidamos o Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo de Gestão do Leite Rehagro, para <strong>desmistificar pontos importantes sobre a gestão de pequenas e médias propriedades leiteiras</strong>. Confira:</p>
<ul>
<li>O que as melhores fazendas têm feito para ter bons resultados?</li>
<li>O que é o básico em termos de gestão?</li>
<li>Como mensurar os resultados e como gerar uma ação através dos dados;</li>
<li>Quais os relatórios práticos de dados que devem ser usados no dia a dia?</li>
</ul>
<p>E MUITO MAIS!</p>
<p>Não deixe de conferir esse conteúdo na íntegra, clique no botão abaixo e assista ao <strong>Webinar Análises financeiras do médio e pequeno produtor de leite!</strong></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-analises-financeiras-produtor-de-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27517 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/05/banner-webinar-analises-pequeno-medio-produtor.jpg" alt="Webinar Análises Financeiras de produtores de leite" width="1290" height="329" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">*Webinar realizado em 2021.</span></p>
<p>Produtores de leite de médio e pequeno porte estão em busca de análises financeiras para melhorar seus resultados. Confira o webinar e veja como melhorar os seus também!</p>
<h2>Melhore seus resultados na produção de leite!</h2>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-analises-financeiras-produtor-de-leite" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso em Gestão na Pecuária Leiteira</strong></a> já auxiliou mais de 2.700 produtores a transformarem seus resultados financeiros.</p>
<p>Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-analises-financeiras-produtor-de-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18712 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite/">Análises financeiras do médio e pequeno produtor de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vermifugação em bovinos leiteiros: quando realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/quando-vermifugar-os-bovinos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/quando-vermifugar-os-bovinos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 14:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[eimeria]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[recria]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vermífugos]]></category>
		<category><![CDATA[verminoses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=8436</guid>

					<description><![CDATA[<p>É bastante comum nos depararmos com perguntas como: Qual a melhor época do ano para vermifugar os bovinos? Quando devo vermifugar os animais? Com qual frequência devo vermifugar? Qual o melhor vermífugo? Assim como em qualquer outra doença, nas verminoses também se torna necessário a realização de exames clínicos e exames complementares para que as [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/quando-vermifugar-os-bovinos/">Vermifugação em bovinos leiteiros: quando realizar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É bastante comum nos depararmos com perguntas como:</p>
<ul>
<li>Qual a melhor época do ano para vermifugar os bovinos?</li>
<li>Quando devo vermifugar os animais?</li>
<li>Com qual frequência devo vermifugar?</li>
<li>Qual o melhor vermífugo?</li>
</ul>
<p><strong>Assim como em qualquer outra doença, nas verminoses também se torna necessário a realização de exames clínicos e exames complementares para que as decisões sejam tomadas de forma coerente.</strong></p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/teste-de-opg/">exames coprológicos de OPG</a></strong> e OOPG consistem em ferramentas importantes para análise da quantidade de ovos e oocistos de vermes por grama de fezes, respectivamente.</p>
<p>Neste texto, iremos discutir um pouco mais sobre a realização desses exames e a importância deles para o calendário de vermifugação dos bovinos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Verminoses em bovinos</h2>
<p>As verminoses gastrointestinais estão presentes em praticamente todas as propriedades de bovinos do mundo.</p>
<p><strong>Os efeitos das verminoses causam grandes perdas econômicas para os sistemas de produção</strong>, visto que os parasitas reduzem a conversão alimentar, o ganho de peso, o crescimento e reduzem a produtividade em geral dos animais. Além disso, casos graves de verminose com elevadas taxas de parasitismo podem ser responsáveis por mortes de animais jovens.</p>
<p>Alguns parasitas como os coccídeos, em especial a <i>Eimeria</i>, são um dos principais causadores de diarreia em bezerras leiteiras, podendo permanecer ocultos por longos períodos e comprometerem o desempenho dos animais por toda a vida.</p>
<p>Durante o ciclo da <i>Eimeria, </i>a multiplicação do agente ocorre no interior das células intestinais do hospedeiro, o que leva ao rompimento dessas células e comprometimento daquele segmento intestinal devido à redução da sua funcionalidade.</p>
<p>Entre os<strong> sinais clínicos mais frequentes das verminoses</strong> estão:</p>
<ul>
<li>Emagrecimento;</li>
<li>Anemia;</li>
<li>Falta de apetite;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" rel="noopener"><strong>Diarreia</strong></a>;</li>
<li>Abdômen dilatado;</li>
<li>Pelos arrepiados e sem brilho.</li>
</ul>
<p>No entanto, todos esses sinais tendem a serem inespecíficos, necessitando de exames complementares para alcançarmos um diagnóstico assertivo.</p>
<p>O comportamento da carga de vermes nematódeos no ambiente é dependente principalmente dos manejos adotados pela propriedade e da época do ano.</p>
<p>É comum que nas épocas de elevada pluviosidade a carga de vermes no ambiente esteja mais elevada, devido às condições de temperatura e umidade, principalmente, que contribuem para a multiplicação dos vermes. Já nas épocas secas do ano a população de nematódeos tende a se concentrar mais nos animais.</p>
<p>Portanto, é de fundamental importância a realização do controle estratégico dos vermes de forma racional a fim de reduzir as populações tanto no ambiente quanto nos animais.</p>
<p>Conhecer os vermes presentes no rebanho conforme cada categoria animal e a taxa de parasitismo constitui um passo essencial para adotarmos uma vermifugação eficiente e racional nos bovinos. Os exames coprológicos de OPG e OOPG são as ferramentas responsáveis por fornecerem as respostas base desta ação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais verminoses de bovinos leiteiros</h2>
<p><strong>Nos exames de OPG e OOPG buscamos identificar ovos e oocistos dos principais vermes que acometem os bovinos leiteiro</strong>s, sendo representados por Estrongilídeos, Strongyloides, Eimeria e Moniezia.</p>
<p>Todos estes vermes desenvolvem o seu ciclo no ambiente gastrointestinal e possuem os seus ovos liberados pelas fezes dos hospedeiros. As figuras a seguir ilustram o formato dos ovos desses vermes vistos em microscopia óptica.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44335 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos.webp" alt="Ovos de vermes em microscópio" width="697" height="445" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos.webp 697w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-300x192.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-370x236.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-270x172.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-470x300.webp 470w" sizes="auto, (max-width: 697px) 100vw, 697px" /><span style="font-size: 10pt;">Formato dos ovos dos principais vermes que acometem os bovinos leiteiros. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)</span></p>
<h2>OPG e OOPG</h2>
<p>Conforme já dito neste texto, <strong>os exames de OPG e OOPG são utilizados para quantificação de ovos e oocistos dos principais vermes nas fezes dos bovinos, respectivamente.</strong> Os materiais necessários para realização dos exames estão descritos a seguir juntamente com a técnica.</p>
<h3>Materiais utilizados</h3>
<ul>
<li>Amostra de fezes coletadas diretamente do reto dos animais: coletar uma porcentagem significativa de amostras de fezes em cada lote das categorias de animais. Armazenar as fezes em sacos plásticos limpos de forma individual e identificá-los com a respectiva numeração do animal;</li>
<li>Copo plástico (50 mL);</li>
<li>Água;</li>
<li>Solução de Sheather: para preparar a solução de Sheather deve-se dissolver totalmente 500 gramas de açúcar em 360 mL de água;</li>
<li>Peneira pequena;</li>
<li>Balança de pesagem mínima de 1 grama;</li>
<li>Pipeta de Pasteur (3 mL);</li>
<li>Câmara de McMaster;</li>
<li>Microscópio óptico.</li>
</ul>
<p>Obs.: caso as fezes não sejam processadas imediatamente após a coleta, deve-se armazená-las refrigeradas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44334 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-1.webp" alt="Exames de OPG e OOPG" width="611" height="202" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-1.webp 611w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-1-300x99.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-1-370x122.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-1-270x89.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 611px) 100vw, 611px" /><span style="font-size: 10pt;">Coleta de fezes e organização de materiais para OPG e OOPG. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)</span></p>
<h3>Técnica</h3>
<p>Após as amostras de fezes terem sido coletadas e identificadas com a numeração e o lote dos animais, deve-se organizar os materiais para a realização dos exames. Para facilitar o processo, recomenda-se organizar fileiras verticais contendo 3 copos plásticos de 50 mL cada.</p>
<ol>
<li>Com o auxílio da balança, pesar 2 gramas de fezes por amostra, colocando-as no primeiro copo plástico. No segundo copo plástico colocar 28 mL de água e no terceiro 2 mL de solução de Sheather.</li>
<li>Transferir os 28 mL de água para o copo contendo 2 gramas de fezes. Misturar bem o conteúdo com auxílio da pipeta de Pasteur.</li>
<li>Após a mistura, coar o conteúdo de água e fezes com auxílio da peneira, transferindo-o para um próximo copo.</li>
<li>Coletar 2 mL do conteúdo coado de água e fezes com a pipeta de Pasteur e adicioná-los ao copo contendo 2 mL da solução de Sheather.</li>
<li>Preencher os dois lados (A e B) da câmara de McMaster com o conteúdo de água, fezes e solução de Sheather.</li>
<li>Esperar 5 minutos e levar a câmara de McMaster preenchida ao microscópio para que seja realizada a contagem dos ovos e oocistos na objetiva de 10×0,25.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44333 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-2.webp" alt="Técnica de exames de OPG e OOPG" width="487" height="575" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-2.webp 487w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-2-254x300.webp 254w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-2-370x437.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-2-270x319.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 487px) 100vw, 487px" /><span style="font-size: 10pt;">Realização de exame de OPG e OOPG. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)</span></p>
<p>A contagem dos ovos e dos oocistos deve ser feita em ambos os lados da câmara de McMaster – lado A e lado B, diferenciando os ovos de Estrongilídeos, Strongyloides, Eimeria e Moniezia.</p>
<p>Ao final, multiplicar a quantidade total de ovos/oocistos de Estrongilídeos, Strongyloides e Eimeria por 100. Não há a necessidade de contar e multiplicar a quantidade de ovos de Moniezia, devendo apenas indicar quando houver presença de ovos deste nematódeo. Exemplo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44332 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-3.webp" alt="Resultados de exames de OPG e OOPG" width="562" height="157" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-3.webp 562w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-3-300x84.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-3-370x103.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminose-bovinos-3-270x75.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 562px) 100vw, 562px" /></p>
<h3>Interpretando os resultados</h3>
<ul>
<li><strong>Menos de 200 ovos/oocistos por grama de fezes = carga baixa;</strong></li>
<li><strong>300 a 800 ovos/oocistos por grama de fezes = carga média;</strong></li>
<li><strong>Mais de 800 ovos/oocistos por grama de fezes = carga alta.</strong></li>
</ul>
<p>O desejável é que no mínimo 80% dos animais de cada lote apresentem carga baixa (&lt; 200 ovos/oocistos), sendo que esta contagem não exige o tratamento dos animais com vermífugo.</p>
<p>Casos em que 20% ou mais dos animais de cada lote apresentam carga alta (&gt; 800 ovos/oocistos) são indicativos de tratamento, devendo a estratégia de vermifugação ser discutida com o médico veterinário responsável pela propriedade.</p>
<p>A presença de qualquer quantidade de ovos de Moniezia já é indicativa de tratamento, sendo que produtos à base de albendazol possuem maior eficácia sobre este tipo de verme.</p>
<h2>Considerações sobre OPG e OOPG</h2>
<p><strong>A utilização das ferramentas de OPG e OOPG é essencial para a elaboração de calendários estratégicos de vermifugação de forma racional e assertiva, tratando somente os lotes de bovinos com elevada carga parasitária.</strong> Esta ação contribui para uma economia considerável no uso de vermífugos, além de analisar a eficiência das bases farmacológicas utilizadas.</p>
<p>O recomendado é que todos os lotes sejam monitorados periodicamente a fim de construir a dinâmica comportamental dos vermes nas diversas categorias animais.</p>
<h2>Sanidade em dia para mais produtividade e lucro no leite</h2>
<p>A vermifugação estratégica é essencial para garantir a saúde do rebanho, melhorar o aproveitamento nutricional e aumentar a produção.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=jejuno-hemorragico" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo sanitário, nutrição e gestão para alcançar resultados consistentes e sustentáveis na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=jejuno-hemorragico" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/quando-vermifugar-os-bovinos/">Vermifugação em bovinos leiteiros: quando realizar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/quando-vermifugar-os-bovinos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mastite bovina: o que é, sintomas, causas e como prevenir</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite clínica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[úbere]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=8374</guid>

					<description><![CDATA[<p>A mastite bovina está entre os principais problemas sanitários enfrentados pelas fazendas leiteiras. A doença pode comprometer a saúde dos animais, reduzir a produção, afetar a qualidade do leite e aumentar os custos da propriedade. Um dos grandes desafios é que nem todos os casos apresentam sinais visíveis. Enquanto a mastite clínica pode provocar alterações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">Mastite bovina: o que é, sintomas, causas e como prevenir</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mastite bovina</strong> está entre os <strong>principais problemas sanitários enfrentados pelas fazendas leiteiras</strong>. A doença pode comprometer a saúde dos animais, reduzir a produção, afetar a qualidade do leite e aumentar os custos da propriedade.</p>
<p>Um dos grandes desafios é que nem todos os casos apresentam sinais visíveis. Enquanto a mastite clínica pode provocar alterações no leite e no úbere, a forma subclínica pode permanecer no rebanho sem ser facilmente percebida.</p>
<p>Além disso, diferentes microrganismos e fatores relacionados à ordenha, ao ambiente e ao manejo podem estar envolvidos na ocorrência da doença.</p>
<p>Por isso, <strong>prevenir e controlar a mastite exige mais do que tratar os animais doentes</strong>. É necessário identificar os principais problemas da propriedade, monitorar o rebanho e adotar estratégias adequadas à realidade da fazenda.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá o que é mastite bovina, quais são suas principais causas e sintomas, como identificar a doença e quais práticas ajudam no tratamento, prevenção e controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
  });
</script></p>
</div>
<h2>O que é mastite bovina?</h2>
<p>A mastite bovina é uma <strong>inflamação da glândula mamária</strong> que pode comprometer a saúde do animal, a produção e a qualidade do leite.</p>
<p>Na maioria dos casos, o problema está relacionado à entrada e multiplicação de microrganismos na glândula mamária. A doença pode afetar um ou mais quartos mamários e apresentar diferentes níveis de gravidade.</p>
<p>Em alguns casos, existem alterações visíveis no leite, no úbere ou no estado geral do animal. Em outros, a doença ocorre sem sinais aparentes.</p>
<p>Por isso, o controle da mastite depende tanto da identificação dos casos clínicos quanto do monitoramento da saúde da glândula mamária em todo o rebanho.</p>
<h2>O que causa mastite em bovinos?</h2>
<p>A mastite <strong>pode ser causada por diferentes microrganismos</strong>. Bactérias estão entre os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/">principais agentes</a></strong> envolvidos, mas as características da doença e as formas de transmissão podem variar.</p>
<p>A ocorrência da mastite também está relacionada a fatores que aumentam a exposição dos animais aos agentes causadores ou favorecem novas infecções.</p>
<p>Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Falhas na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-da-rotina-de-ordenha/">rotina de ordenha</a></strong>;</li>
<li>Higiene inadequada dos tetos;</li>
<li>Equipamentos mal regulados;</li>
<li>Problemas nas instalações;</li>
<li>Umidade e acúmulo de matéria orgânica;</li>
<li>Manejo inadequado da cama;</li>
<li>Falhas na identificação dos animais infectados;</li>
<li>Ausência de monitoramento.</li>
</ul>
<p>Conhecer os agentes envolvidos e os fatores de risco da propriedade é fundamental para definir estratégias de prevenção e controle.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os tipos de mastite bovina?</h2>
<p>A mastite pode ser classificada de diferentes formas. Uma das principais considera a presença ou ausência de sinais clínicos.</p>
<h3>Mastite clínica</h3>
<p>Na mastite clínica, <strong>existem alterações visíveis que permitem identificar o problema.</strong></p>
<p>Os sinais podem aparecer no leite, no úbere ou no estado geral do animal.</p>
<p>Entre as possíveis alterações no leite estão:</p>
<ul>
<li>Presença de grumos;</li>
<li>Mudanças na coloração;</li>
<li>Alterações na consistência.</li>
</ul>
<p>O úbere também pode apresentar aumento de volume, calor, dor ou vermelhidão. Nos casos mais graves, o animal pode apresentar sinais sistêmicos e comprometimento do estado geral.</p>
<p>A gravidade da doença varia, e os casos devem ser avaliados adequadamente para a definição da conduta.</p>
<h3>Mastite subclínica</h3>
<p>Na mastite subclínica, <strong>não existem alterações visíveis no leite ou no úbere</strong>.</p>
<p>Por esse motivo, a doença pode permanecer no rebanho sem ser facilmente identificada.</p>
<p>Entretanto, isso não significa que não existam impactos. A mastite subclínica pode provocar aumento da contagem de células somáticas, redução da produção de leite e manutenção de animais infectados no rebanho.</p>
<p>Sua <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-microbiologica-no-manejo-da-mastite-subclinica/">identificação</a></strong> depende do <strong>monitoramento e da utilização de métodos de diagnóstico</strong>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O QUE FAZER APÓS IDENTIFICAR MASTITE SUBCLÍNICA EM VACAS LEITEIRAS? | Rehagro Responde - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/xNf1vkFUerg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Qual é a diferença entre mastite contagiosa e ambiental?</h2>
<p>Outra classificação importante considera as características dos agentes envolvidos e suas principais fontes de infecção.</p>
<p>Compreender essa diferença ajuda a direcionar as medidas de prevenção e controle.</p>
<h3>Mastite contagiosa</h3>
<p>Na mastite contagiosa, os principais agentes estão associados aos animais infectados. A transmissão pode ocorrer durante o processo de ordenha, por meio das mãos dos ordenhadores, equipamentos ou outros fatores que favoreçam a passagem dos microrganismos entre os animais.</p>
<p>Por isso, a rotina de ordenha e a identificação das vacas infectadas são fundamentais para o controle.</p>
<h3>Mastite ambiental</h3>
<p>Os agentes ambientais estão presentes no local onde os animais vivem. Cama, fezes, matéria orgânica, barro e umidade podem aumentar a exposição dos tetos aos microrganismos.</p>
<p>Nesse caso, <strong>as condições das instalações e o manejo do ambiente exercem papel importante na prevenção</strong>.</p>
<p>É importante destacar que as estratégias de controle devem considerar quais agentes estão envolvidos nos problemas da propriedade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=mastite-bovina" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os sintomas da mastite bovina?</h2>
<p>Os sintomas variam conforme o<strong> tipo e a gravidade da doença</strong>.</p>
<p>Entre os principais sinais estão:</p>
<ul>
<li>Grumos no leite;</li>
<li>Alterações na coloração;</li>
<li>Mudanças na consistência do leite;</li>
<li>Redução da produção;</li>
<li>Aumento de volume do úbere;</li>
<li>Calor;</li>
<li>Dor;</li>
<li>Vermelhidão.</li>
</ul>
<p>Nos casos mais graves, o animal também pode apresentar alterações no estado geral.</p>
<p>Entretanto, a ausência desses sinais não significa que o rebanho esteja livre da doença. A mastite subclínica não provoca alterações visíveis e precisa ser identificada por meio do monitoramento.</p>
<h2>Quais são os impactos da mastite na produção de leite?</h2>
<p>Os prejuízos provocados pela mastite vão além dos custos com medicamentos. A doença pode <strong>comprometer a produção, a qualidade do leite e a permanência dos animais no rebanho</strong>.</p>
<p>Entre os principais impactos estão:</p>
<ul>
<li>Redução da produção de leite;</li>
<li>Aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/">contagem de células somáticas (CCS)</a></strong>;</li>
<li>Comprometimento da qualidade;</li>
<li>Custos com diagnóstico;</li>
<li>Gastos com tratamentos;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/descarte-do-leite/">Descarte de leite</a></strong>;</li>
<li>Aumento da mão de obra;</li>
<li>Risco de recorrência;</li>
<li>Descarte involuntário de animais.</li>
</ul>
<p>Algumas perdas são facilmente percebidas, como os gastos com medicamentos e o leite descartado durante determinados tratamentos. Outras são menos visíveis.</p>
<p>A redução da produção provocada pela mastite subclínica, por exemplo, pode representar um impacto importante sem que o produtor perceba imediatamente a dimensão do problema.</p>
<p>Por isso, avaliar os impactos da doença exige acompanhar dados sanitários e produtivos.</p>
<h2>Como identificar e diagnosticar a mastite bovina?</h2>
<p>A estratégia de identificação depende da forma de manifestação da doença.</p>
<p>Nos casos clínicos, a observação do leite e do úbere permite identificar alterações.</p>
<p>O <strong>teste da caneca de fundo escuro</strong> pode ser utilizado na rotina de ordenha para observar mudanças visíveis no leite, como a presença de grumos.</p>
<p>Entretanto, a identificação da mastite subclínica exige outras ferramentas.</p>
<p>Entre os métodos que podem fazer parte do monitoramento estão:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/">California Mastitis Test (CMT)</a></strong>;</li>
<li>Contagem de células somáticas;</li>
<li>Análises microbiológicas;</li>
<li>Avaliação do histórico dos animais.</li>
</ul>
<p>O CMT pode auxiliar na identificação de quartos mamários com alterações relacionadas à mastite subclínica.</p>
<p>A contagem de células somáticas também fornece informações importantes sobre a saúde da glândula mamária.</p>
<p>Já as análises microbiológicas podem ajudar a identificar os agentes envolvidos nos casos de mastite.</p>
<p><strong>Cada método fornece informações diferentes</strong>, por isso, o diagnóstico e o monitoramento devem fazer parte de uma estratégia integrada.</p>
<h2>Como é feito o tratamento da mastite bovina?</h2>
<p>Não existe um único tratamento adequado para todos os casos de mastite. A definição da estratégia depende de diferentes fatores, como:</p>
<ul>
<li>Agente envolvido;</li>
<li>Gravidade do caso;</li>
<li>Forma de manifestação;</li>
<li>Histórico do animal;</li>
<li>Recorrência da doença;</li>
<li>Protocolos estabelecidos pela propriedade.</li>
</ul>
<p>Por isso, o tratamento deve considerar o diagnóstico e a orientação do médico-veterinário.</p>
<p>Utilizar medicamentos sem critérios adequados pode aumentar os custos e não resolver os principais problemas da propriedade.</p>
<p>Além disso, o acompanhamento não deve terminar após a aplicação do tratamento. É importante registrar os casos, os medicamentos utilizados, a resposta dos animais e possíveis recorrências.</p>
<p>Essas informações ajudam a avaliar se os protocolos estão apresentando os resultados esperados.</p>
<h2>Como prevenir e controlar a mastite bovina?</h2>
<p>A prevenção e o controle dependem da combinação de diferentes práticas. <strong>Não existe uma única medida capaz de resolver todos os problemas relacionados à doença</strong>.</p>
<p>O primeiro passo é compreender como a mastite está ocorrendo na propriedade.</p>
<p>Quais são os principais agentes? Existem mais casos clínicos ou subclínicos? O problema está concentrado em determinados animais? A contagem de células somáticas está aumentando? Existem falhas na rotina de ordenha?</p>
<p>Responder a essas perguntas ajuda a direcionar as ações.</p>
<ul>
<li>Manter uma rotina adequada de ordenha;</li>
<li>Manter os tetos limpos e secos;</li>
<li>Realizar corretamente o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/">pré e pós-dipping</a></strong>;</li>
<li>Manter os equipamentos regulados;</li>
<li>Monitorar a saúde do rebanho;</li>
<li>Identificar os agentes causadores;</li>
<li>Manter as instalações adequadas;</li>
<li>Acompanhar os resultados das ações.</li>
</ul>
<h2>Prevenir e controlar a mastite exige acompanhamento contínuo</h2>
<p>A mastite bovina pode provocar impactos importantes sobre a saúde dos animais, a produção, a qualidade do leite e os resultados econômicos da propriedade.</p>
<p>Por isso, <strong>o controle não deve se limitar ao tratamento dos casos clínicos.</strong></p>
<p>É necessário monitorar a mastite subclínica, identificar os principais agentes, avaliar a rotina de ordenha, acompanhar as condições ambientais e utilizar os dados para tomar decisões.</p>
<p>Quanto mais cedo os problemas são identificados, maiores são as possibilidades de estabelecer ações adequadas.</p>
<p>Um programa eficiente depende da <strong>integração entre prevenção, diagnóstico, tratamento, monitoramento e avaliação dos resultados</strong>.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre mastite bovina</h2>
<h3>O que é mastite bovina?</h3>
<p>É uma inflamação da glândula mamária que pode comprometer a saúde dos animais, a produção e a qualidade do leite.</p>
<h3>Quais são os principais sintomas da mastite?</h3>
<p>Alterações no leite, presença de grumos, dor, calor, vermelhidão e aumento de volume do úbere estão entre os principais sinais.</p>
<h3>Qual é a diferença entre mastite clínica e subclínica?</h3>
<p>A mastite clínica apresenta sinais visíveis. Na forma subclínica, não existem alterações aparentes no leite ou no úbere.</p>
<h3>Como identificar a mastite subclínica?</h3>
<p>Testes como o CMT e a contagem de células somáticas podem auxiliar na identificação e no monitoramento.</p>
<h3>O que causa mastite em bovinos?</h3>
<p>A doença pode ser causada por diferentes microrganismos e sua ocorrência é influenciada por fatores relacionados à ordenha, higiene, ambiente e manejo.</p>
<h3>Como prevenir a mastite bovina?</h3>
<p>Uma rotina adequada de ordenha, higiene dos tetos, manutenção dos equipamentos, monitoramento do rebanho e identificação dos agentes ajudam na prevenção e no controle.</p>
<h3>Mastite bovina tem tratamento?</h3>
<p>Sim. Entretanto, a estratégia depende do agente envolvido, da gravidade do caso, do histórico do animal e dos protocolos definidos com orientação veterinária.</p>
<h2>Controle a mastite e aumente a rentabilidade da sua produção de leite</h2>
<p>A mastite é uma das doenças que mais geram prejuízo na pecuária leiteira, mas com conhecimento técnico e gestão eficiente é possível reduzir sua incidência e minimizar perdas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=mastite-bovina" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar estratégias práticas de manejo, sanidade, nutrição, reprodução e gestão de custos para transformar resultados no campo e aumentar o lucro por litro de leite produzido.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=mastite-bovina" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">Mastite bovina: o que é, sintomas, causas e como prevenir</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 19:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=8140</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste webinar, foi discutido a importância do conforto térmico para vacas leiteiras e se vale a pena investir nessa área. O encontro foi comandado pela especialista Fernanda Ferreira, diretamente da University of California. Principais pontos do webinar O estresse térmico prejudica a produção e saúde das vacas leiteiras. A condução e a convecção são formas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/">Vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar, foi discutido a <strong>importância do conforto térmico para vacas leiteiras</strong> e se vale a pena investir nessa área.</p>
<p>O encontro foi comandado pela especialista Fernanda Ferreira, diretamente da <em>University of California</em>.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a></strong> prejudica a produção e saúde das vacas leiteiras.</li>
<li>A condução e a convecção são formas de as vacas perderem calor.</li>
<li>A evaporação é um processo eficiente para reduzir a temperatura corporal das vacas.</li>
<li>O sistema de resfriamento deve ser bem planejado e adaptado às condições climáticas e às particularidades das fazendas.</li>
<li>A análise econômica mostra que vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras.</li>
</ul>
<p>O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p>Você quer saber mais sobre conforto térmico para vacas leiteiras? <strong>Clique no botão abaixo</strong> e aproveite este conteúdo completo!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-conforto-termico" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27544 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/banner-webinar-conforto-termico.jpg" alt="Webinar Conforto térmico" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2><b>Como melhorar seus resultados na produção de leite?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-conforto-termico" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></span></a><span style="font-weight: 400;"> já auxiliou mais de 2.700 produtores a transformarem seus resultados financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-conforto-termico" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18712 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/">Vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão financeira de fazendas de leite: como controlar custos e melhorar os resultados</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 19:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=8009</guid>

					<description><![CDATA[<p>Produzir mais leite não significa necessariamente obter melhores resultados financeiros. Uma fazenda pode aumentar a produção e, ainda assim, enfrentar dificuldades quando os custos crescem, o fluxo de caixa não é acompanhado ou as decisões são tomadas sem informações confiáveis. Por isso, a gestão financeira é fundamental para entender de onde vêm os recursos, onde [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/">Gestão financeira de fazendas de leite: como controlar custos e melhorar os resultados</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produzir mais leite não significa necessariamente obter melhores resultados financeiros. Uma fazenda pode aumentar a produção e, ainda assim, enfrentar dificuldades quando os custos crescem, o fluxo de caixa não é acompanhado ou as decisões são tomadas sem informações confiáveis.</p>
<p>Por isso, a <strong>gestão financeira é fundamental</strong> para entender de onde vêm os recursos, onde estão sendo utilizados e qual é o resultado econômico da atividade.</p>
<p>Mais do que registrar receitas e despesas, é necessário organizar os dados, acompanhar indicadores e utilizar as informações para tomar decisões.</p>
<p>Neste artigo, <strong>você entenderá o que é gestão financeira de fazendas de leite</strong>, quais informações devem ser acompanhadas e como utilizar os números para melhorar os resultados da propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
});
</script></p>
</div>
<h2>O fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa é uma <strong>ferramenta de gestão financeira indispensável</strong> para o controle do negócio na propriedade.</p>
<p>Por ele é possível realizar <strong>diversas análises e planejamentos</strong> baseados nos registros de entradas (recebimentos) e saídas (pagamentos), bem como saldo inicial e final em determinado período de tempo.</p>
<p>Apesar de ser uma ferramenta complexa, é comum que o fluxo de caixa seja subutilizado pelos gestores. Dentre as opções de análise a mais explorada é a de monitoramento de transações passadas.</p>
<p>Neste sentido, é possível, por exemplo, comparar o saldo inicial com o saldo final do mês anterior, quais foram os desembolsos mais relevantes, se os valores se mantiveram dentro das expectativas ou não.</p>
<p>São avaliações importantes e necessárias, porém limitadas. Olhando para o passado o gasto já foi realizado, o resultado já foi obtido e não pode ser mudado.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/planilha-fluxo-caixa-propriedade-leiteira?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-fluxo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39665 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa.png" alt="Planilha fluxo de caixa de fazenda leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-planilha-fluxo-caixa-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Método posso comprar: uma opção para o fluxo de caixa</h2>
<p>Diferente de outras atividades como o comércio urbano e vendas, <strong>a produção de leite é caracterizada por ter apenas uma ou duas entradas mensais</strong>. Basicamente, a vaca come todos os dias, os boletos e contas chegam cada um com uma data de vencimento, seus funcionários são pagos todo início de mês, mas o laticínio paga todo o leite coletado em apenas um dia.</p>
<p>Essa situação é realidade de todos os produtores que vendem o leite e carecem de uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/">gestão eficiente</a></strong> para que o caixa gire no verde durante todos os dias do mês.</p>
<p>É aí que entra o “Posso Comprar”.</p>
<p>A metodologia se baseia em um <strong>fluxo de caixa dinâmico</strong>, mostrando de forma clara a situação financeira diária da fazenda.</p>
<p>Desta forma, tem-se uma avaliação em tempo real das transações financeiras, podendo revelar, por exemplo, um período de saldo de caixa negativo durante o mês, indicando uma futura necessidade de capital de giro, ou um excedente fora do planejado, indicando farol verde para um investimento desejado.</p>
<p>Ela utiliza o lançamento de dados referentes a pagamentos e recebimentos, incluindo os pagamentos que ainda não foram compensados, os parcelados, empréstimos, entradas efetuadas e entradas futuras.</p>
<p>Temos, por exemplo, a seguinte situação:</p>
<p>Hoje é dia 10, João vê um produto em promoção e resolve comprar, afinal, ele não perde uma boa oferta para reduzir custo e no banco ele tem saldo em caixa.</p>
<p>Convicto, não se preocupa com os próximos dias já que o laticínio paga o leite dia 15 e até lá ele já realizou todos os pagamentos necessários. O problema é que a segunda parcela da ração para vacas que João pagou, ainda não foi compensada e ele havia esquecido que o pagamento sairia da sua conta apenas no dia 12.</p>
<p>Devido à falta de atenção, João vai ficar no vermelho durante três dias, havendo de pagar juros no banco. A economia virou prejuízo.</p>
<p>Com o método “Posso comprar” João teria ciência que um dos seus pagamentos ainda não foi efetivado e saberia, portanto, que aquele não era o momento para realizar uma compra não planejada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44324 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/gestao-financeira-fazendas-leite.webp" alt="Tabela com dados da gestão financeira de uma fazenda de leite" width="579" height="211" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/gestao-financeira-fazendas-leite.webp 579w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/gestao-financeira-fazendas-leite-300x109.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/gestao-financeira-fazendas-leite-370x135.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/gestao-financeira-fazendas-leite-270x98.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 579px) 100vw, 579px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de gestão “Posso Comprar” Fonte: Grupo Rehagro</span></span></p>
<h3>Quais as vantagens da ferramenta “posso comprar”?</h3>
<ul>
<li>Visão clara dos próximos dias, semanas e meses do fluxo de caixa em relação a pagamentos não compensados, pagamentos e parcelas a realizar e recebimentos futuros;</li>
<li>Gerenciar a necessidade de capital de giro para a fazenda durante algum período;</li>
<li>Avaliar e controlar o melhor momento para realizar um novo investimento;</li>
<li>Programar pagamentos de forma criteriosa, negociando com fornecedores e clientes sempre que possível, de acordo com a disponibilidade de caixa;</li>
<li>Observar com antecedência se há necessidade de renegociar com fornecedores ou se é necessário aporte financeiro;</li>
<li>Decidir a viabilidade de novos gastos fora do planejamento;</li>
<li>Comparar saldo atual com saldo previsto;</li>
<li>Facilitar a programação e cálculos para linhas de crédito adequadas a cada situação de caixa ao longo do tempo;</li>
<li>Programar a venda de outros produtos (novilhas, vacas descarte…) para dias de menor volume de caixa;</li>
<li>Planejar as necessidades sazonais da fazenda, principalmente relacionado a lavoura, ensilamento e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" rel="noopener">alimentação</a></strong>.</li>
</ul>
<h2>Como começar a gestão financeira de uma fazenda leiteira?</h2>
<p>Quando se fala em gestão financeira e econômica, uma frase famosa é: <em>“o que não pode ser medido não pode ser gerenciado”</em>.</p>
<p>Ou seja, a primeira coisa que devemos nos preocupar é com a <strong>anotação de dados</strong> e com a utilização de ferramentas gerenciais adequadas ao seu sistema de produção. Uma das formas mais simples de se iniciar é com planilhas de Excel. De qualquer forma é imprescindível:</p>
<ul>
<li>Registrar todas as receitas, com datas de venda e entrada em caixa (venda de leite, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/">novilhas</a></strong>, vaca descarte, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/" rel="noopener">silagem</a></strong>, feno, grãos&#8230;);</li>
<li>Registrar todos os pagamentos, com datas de pagamento e compensação (medicamentos, ração, frete, energia elétrica, manutenção de máquinas e benfeitorias&#8230;);</li>
<li>Registrar todas as parcelas ao longo dos meses referentes a investimentos, financiamentos e empréstimos (parcela das instalações, compra de máquinas juros&#8230;);</li>
<li>Registrar todos os gastos com administrativo e pessoal (salários, bonificações, rescisões, contratação, terceiros&#8230;);</li>
<li>Elaborar relatórios e planilhas de fluxo de caixa para monitoramento e avaliação das transações financeiras.</li>
</ul>
<p>Para fazendas e profissionais que desejam uma gestão mais efetiva e detalhada, uma ótima opção é buscar ferramentas auxiliares de gestão.</p>
<p>Softwares como o IDEAGRI são específicos para a atividade leiteira e já possuem experiência com a necessidade real dos clientes.</p>
<p>Independente da forma de armazenamento e análise de dados escolhida (planilha, softwares ou outros), o primeiro passo é reconhecer a necessidade do planejamento.</p>
<p>O segundo passo é não deixar de registrar as entradas e saídas de caixa e sempre tomar decisões baseadas em orçamentos e planejamentos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="AS FAZENDAS MAIS LUCRATIVAS DO LEITE FAZEM ISSO DIFERENTE! - O MAPA DO LEITE LUCRATIVO" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/rACvwjLYCnM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio rentável e sustentável</h2>
<p>Muitos produtores focam apenas em aumentar a produção, mas esquecem que o verdadeiro diferencial está na gestão.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=gestao-financeira" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você aprende a analisar custos, identificar desperdícios, planejar o futuro e tomar decisões que realmente elevam o lucro. Tudo com linguagem prática, voltada para a realidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=gestao-financeira" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/">Gestão financeira de fazendas de leite: como controlar custos e melhorar os resultados</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-nas-fazendas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-nas-fazendas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 17:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=7755</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou, em 2020, a transmissão de um Webinar Leite com o tema “Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?”. O palestrante foi José Eduardo Portela, PhD pela Universidade da Flórida. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-nas-fazendas/">Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou, em 2020, a transmissão de um Webinar Leite com o tema <em>“Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?”</em>. O palestrante foi José Eduardo Portela, PhD pela Universidade da Flórida.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.</p>
<p>Veja alguns dos assuntos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>A importância do período de transição das vacas leiteiras para garantir sua saúde e produção de leite;</li>
<li>Como deve ser a programação de secagem das vacas;</li>
<li>A importância do manejo nutricional pré e pós-parto na prevenção de doenças metabólicas;</li>
<li>Controle do estresse calórico em regiões com altas temperaturas e umidade;</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e participe dessa incrível experiência do agronegócio!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/periodo-de-transicao-nas-fazendas?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-periodo-de-transicao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27550 size-full" title="Webinar Período de Transição em vacas leiteiras" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/banner-webinar-periodo-transicao.jpg" alt="Webinar Período de Transição em vacas leiteiras" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Quer se tornar especialista e referência na produção de leite?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você queira se especializar, tendo aulas com alguns dos melhores consultores do mercado, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-periodo-de-transicao-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com conteúdo 100% aplicável, eles levam para as aulas técnicas, ferramentas e estratégias que possuem resultados comprovados na prática para que você se torne capaz de alavancar a produtividade, lucratividade e a qualidade do leite produzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com formato online, você pode participar de qualquer lugar do Brasil, com flexibilidade de horário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais informações? Clique no link abaixo e conheça!</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-periodo-de-transicao-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16114 size-full" title="Pós-graduação em Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE.jpg" alt="Pós-Graduação em Pecuária Leiteira" width="900" height="250" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-nas-fazendas/">Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-nas-fazendas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-bovinos-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-bovinos-de-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 19:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=7740</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre desafios e oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite. O palestrante foi Elias Facury (Lobão), Mestre em Medicina Veterinária e Doutor em Ciência Animal pela UFMG. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-bovinos-de-leite/">Oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre <strong>desafios e oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite. </strong></p>
<p>O palestrante foi Elias Facury (Lobão), Mestre em Medicina Veterinária e Doutor em Ciência Animal pela UFMG.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Veja alguns dos assuntos tratados no webinar:</p>
<ul>
<li>A importância das vacinas na prevenção de doenças em bovinos de leite;</li>
<li>A imunidade passiva e ativa em bezerros e a necessidade de vacinação das mães;</li>
<li>Programa de vacinação coordenado e bem implementado;</li>
<li>Conservação adequada das vacinas e de higiene na aplicação;</li>
<li>As pesquisas e avanços na área de vacinas para bovinos de leite.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e participe dessa incrível experiência do agronegócio!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/programas-de-vacinacao-para-bovinos-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-programas-de-vacinacao-bovinos-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27556 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/banner-webinar-vacinacao-bovinos-leite.jpg" alt="Webinar Vacinação de bovinos de leite" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Obtenha resultados robustos na pecuária leiteira!</h2>
<p>Se você deseja melhorar sua atuação nas fazendas onde atua e ser capaz de conquistar as melhores oportunidades na pecuária leiteira, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=webinar-programas-de-vacinacao-bovinos-leite" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro.</p>
<p>As aulas são dadas pelos nossos melhores consultores, que atendem hoje mais de 130 propriedades leiteiras de Norte a Sul do Brasil. Elas totalizam uma produção de mais de 1.000.000 de litros de leite por dia. Tenha acesso a todo o conhecimento que elas têm!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=webinar-programas-de-vacinacao-bovinos-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16114 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE.jpg" alt="Pós-Graduação em Pecuária Leiteira" width="900" height="250" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-bovinos-de-leite/">Oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-bovinos-de-leite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 17:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[placenta]]></category>
		<category><![CDATA[prenhez]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=7580</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção. O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/">Redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre <strong>redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</strong>.</p>
<p>O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.</p>
<p>Veja alguns dos assuntos tratados nesse webinar:</p>
<ul>
<li>Taxa de Serviço: Aumentar para pelo menos 65% é viável e eficaz;</li>
<li>Taxa de Concepção: Não há uma meta fixa, mas focar em melhorar junto com a taxa de prenhez é crucial;</li>
<li>Taxa de Prenhez: Um indicador importante que depende de serviço e concepção;</li>
<li>Quais indicadores chave da reprodução nas fazendas;</li>
<li>Objetivo realista para intervalo entre partos.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e assista ao nosso webinar agora mesmo e saiba como melhorar a reprodução na fazenda com a redução de perdas gestacionais.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/reducao-perdas-gestacionais?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-reducao-perdas-gestacionais&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27558 size-full" title="Webinar Redução de perdas gestacionais" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-webinar-perdas-gestacionais.jpg" alt="Webinar Redução de perdas gestacionais" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Como aumentar produtividade, lucratividade e a qualidade do leite?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você queira ter acesso a um conteúdo exclusivo, dado por nossos melhores consultores, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-reducao-perdas-gestacionais-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em aulas 100% online, eles ensinam técnicas com resultados comprovados na prática para que você seja capaz de aumentar a produtividade, lucratividade e qualidade do leite produzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa é completo e contempla nutrição, reprodução, controle da mastite, sanidade, criação de bezerras, gestão financeira e muito mais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais detalhes? Clique no link abaixo e conheça.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-reducao-perdas-gestacionais-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16114 size-full" title="Pós-graduação em Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/PL-ONLINE.jpg" alt="Pós-Graduação em Pecuária Leiteira" width="900" height="250" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/">Redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Genômica na pecuária leiteira: como funciona e quais são os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 15:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=7074</guid>

					<description><![CDATA[<p>A seleção dos animais exerce papel importante na evolução produtiva, reprodutiva e econômica dos rebanhos leiteiros. Entretanto, durante muitos anos, as decisões de melhoramento genético dependeram principalmente de informações de pedigree e do desempenho dos animais e de seus descendentes. Com o avanço da genômica, tornou-se possível obter informações sobre o potencial genético dos bovinos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/">Genômica na pecuária leiteira: como funciona e quais são os benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção dos animais exerce papel importante na evolução produtiva, reprodutiva e econômica dos rebanhos leiteiros. Entretanto, durante muitos anos, as decisões de melhoramento genético dependeram principalmente de informações de pedigree e do desempenho dos animais e de seus descendentes.</p>
<p>Com o <strong>avanço da genômica</strong>, tornou-se possível obter informações sobre o potencial genético dos bovinos ainda jovens, auxiliando na tomada de decisões sobre seleção, reprodução e descarte.</p>
<p>Na prática, os testes genômicos podem ajudar a identificar animais com maior potencial para diferentes características de interesse da propriedade.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá o que é genômica na pecuária leiteira, como os testes funcionam e de que forma essas informações podem ser utilizadas na gestão e no melhoramento do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7",
    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Histórico e evolução da análise genômica</h2>
<p>Durante muito tempo, a análise do desempenho da cria de um determinado touro ou de uma determinada vaca <strong>foi o</strong> <strong>método mais eficaz para avaliação genética dos reprodutores</strong>. Este método ficou conhecido como Teste de Progênie, e é utilizado até os dias atuais devido a sua confiabilidade.</p>
<p>No entanto, uma de suas desvantagens se diz a respeito do longo tempo necessário para obtenção dos resultados. Também é válido citar a necessidade de ter uma progênie relativamente extensa para dar segurança aos dados.</p>
<p>Com o passar dos anos, por volta do final da década de 80 e início da década de 90, incorporou-se modelos estatísticos precisos nos programas de melhoramento genético. Este modelo ficou conhecido como Modelo Animal.</p>
<p>O modelo estatístico visa a associação dos dados de desempenho do próprio animal com os dados de sua matriz de parentesco (pai, mãe, irmãos, avós etc.). O intuito é ter uma estimativa e obtenção dos valores genéticos.</p>
<p>A inclusão de um modelo estatístico nos programas de melhoramento animal propiciou o avanço e a otimização das ferramentas de seleção e acasalamento. Como consequência, houve o aceleramento do progresso genético dos rebanhos em todo o mundo.</p>
<p>Nos anos de 2008/2009, nos Estados Unidos, a tecnologia da genômica foi lançada para a área da pecuária leiteira de modo a revolucionar todo o mercado da <strong>genética bovina</strong>.</p>
<p>Desde então, os testes genômicos têm mudado a forma como os produtores de leite tomam suas decisões, fazem a seleção e gerenciam os acasalamentos de seus rebanhos.</p>
<p><strong>A genômica permite aos técnicos e produtores a possibilidade de conhecer geneticamente os rebanhos</strong>, estratificando assim os grupos de animais que possuem uma genética superior ou inferior em diversos pontos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-deteccao-cio-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-deteccao-de-cio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39651 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png" alt="E-book Detecção de cio" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como funciona a análise genômica em bovinos leiteiros?</h2>
<p><strong>A análise genômica nos bovinos atua de modo a identificar marcadores moleculares que são de interesse econômico para os produtores.</strong></p>
<p>De forma a contextualizar melhor o assunto, marcadores moleculares são variações no material genético (genoma) que caracterizam as diferenças fenotípicas entre dois ou mais indivíduos. Variações fenotípicas estas que podem ser expressas em quesitos como:</p>
<ul>
<li>Ganho de peso;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/idade-ao-primeiro-parto-de-femeas-leiteiras/">Idade ao primeiro parto</a></strong>;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/" rel="noopener">Produção de leite</a></strong>;</li>
<li>Período de lactação;</li>
<li>Circunferência escrotal;</li>
<li>Pelagem, dentre outros.</li>
</ul>
<p>Vários são os tipos de marcadores moleculares existentes, sendo que os principais identificados pelos testes genômicos são os polimorfismos de base única (<em>Single Nucleotide Polymorphism</em> – SNP).</p>
<p>Este tipo específico de marcador molecular se <strong>baseia na alteração em uma única base na molécula de DNA de um indivíduo em comparação com um genoma de referência.</strong> E, como já mencionado, são justamente tais alterações que ditam as variações fenotípicas em uma população.</p>
<p>Através da tecnologia da engenharia genética foram desenvolvidos chips capazes de analisar e identificar detalhadamente o genoma dos animais. Para isto, basta coletar uma amostra de material genético (bulbo capilar, sangue etc.) do indivíduo e enviar para uma empresa/laboratório especializado no assunto.</p>
<p>Lá, esse material genético é processado por sistemas automatizados contendo chips com milhares de marcadores moleculares. Ao final de todo o processo é gerado um relatório contendo as informações genéticas específicas que foram identificados de um determinado animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44300 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica.webp" alt="Vacas leiteiras em um galpão de fazenda de leite" width="719" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica.webp 719w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica-300x168.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica-370x207.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/genomica-270x151.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Grupo Rehagro</span></p>
<h2>Benefícios da análise genômica para a pecuária leiteira</h2>
<p>Se formos comparar a avaliação genômica + avaliação convencional (pedigree, progênie) com a avaliação convencional isolada, notamos que ela propicia uma <strong>maior velocidade nas análises, maior acurácia dos valores e maior alcance do valor genético verdadeiro. </strong></p>
<p>No entanto, devemos sempre ter em mente que a avaliação genômica é um acelerador de todo o processo de melhoramento genético, e não um substituto.</p>
<p>Antigamente, por exemplo, um touro só teria seus primeiros valores genéticos divulgados com a idade de aproximadamente 7 a 8 anos. Isso porque precisaria esperar suas filhas nascerem e entrarem em idade reprodutiva e produtiva.</p>
<p>Nos dias atuais, com a tecnologia da genômica, não há essa necessidade, pois um touro já possui seus valores genéticos mensurados até mesmo antes da puberdade. Este exemplo demonstra claramente o auxílio que a genômica proporcionou para aumentar o progresso genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>Além dos benefícios já citados, as avaliações genômicas são utilizadas para mensurar características caras e complexas de serem medidas, de manifestação tardia, de baixa herdabilidade, medidas pós morte e também para correção dos valores da matriz de parentesco.</p>
<p>Outros grandes <strong>benefícios da utilização da genômica</strong> nas fazendas consistem:</p>
<ol>
<li>Na otimização de investimentos, visto a possibilidade de se obter dados genéticos de um animal pouco tempo após seu nascimento.</li>
<li>Aumentar os critérios de seleção da propriedade devido ao aumento da variedade de características mensuradas.</li>
<li>Aumentar a pressão de seleção do rebanho devido a maior acurácia dos valores.</li>
</ol>
<h2>Características analisadas na genômica</h2>
<p>Após o seu lançamento, os testes genômicos têm sido utilizados para identificação das características dos animais em diversos aspectos.</p>
<p>Os principais são os que envolvem particularidades de produção, saúde, conformação, habilidade de parto e <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a>. A maioria dessas características já eram mensuradas antes do advento da genômica. No entanto, esta tecnologia aumentou a velocidade de obtenção e a acurácia dos valores.</p>
<p>Dentro do critério de seleção de produção de leite, <strong>as características de maior destaque são relacionadas ao volume de leite produzido e a quantidade e ao percentual de produção de gordura e proteína.</strong></p>
<p>Atualmente, aumentamos bastante o número de rebanhos genotipados para a beta-caseína A2. Sua capacidade – quando em homozigose (A2A2) &#8211; não ocasiona distúrbios digestivos nos humanos consumidores de leite e derivados.</p>
<p>Os animais que sabidamente possuem o gene para beta-caseína A2 tendem a serem acasalados entre si para obtenção de uma progênie homozigota (A2A2). Logo, a tendência atual é de que cada vez mais se tenha rebanhos formados por animais com genótipo A2A2 para beta-caseína.</p>
<p>Com relação às doenças de cunho genético, estas são analisadas a partir de haplótipos &#8211; combinações alélicas que resultam na expressão de uma doença. Holandês, Jersey e Pardo Suíço são algumas das raças leiteiras que possuem haplótipos identificados para doenças (CVM, BLAD, BY etc).</p>
<p>As informações sobre os haplótipos podem ser importantes ferramentas na hora de realizar um acasalamento bem direcionado de modo a evitar a ocorrência de doenças genéticas.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>De modo geral, <strong>podemos concluir que as avaliações genômicas desempenham um importante papel no melhoramento do rebanho leiteiro.</strong> Elas contribuem em potencial para aumentar o progresso genético das populações.</p>
<p>No entanto, de nada adianta querer utilizar somente a genômica e fechar os olhos para as avaliações tradicionais (pedigree, progênie). Independente do avanço genômico, as informações de pedigree e de teste de progênie continuam sendo extremamente essenciais para condução do mapeamento e melhoramento genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>As ferramentas genéticas, quando bem utilizadas e manejadas, trazem bons retornos aos produtores nas mais diversas áreas, seja produção, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" rel="noopener">reprodução</a></strong>, nutrição, sanidade, dentre outras.</p>
<h2>Do DNA ao tanque: transforme genética em produtividade e lucro</h2>
<p>A análise genômica é uma poderosa aliada para selecionar animais mais produtivos, saudáveis e rentáveis.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=genomica" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar ferramentas avançadas de genética, manejo e gestão para potencializar o desempenho do rebanho e tomar decisões mais assertivas no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=genomica" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/">Genômica na pecuária leiteira: como funciona e quais são os benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/melhoria-de-resultados-de-fazendas-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/melhoria-de-resultados-de-fazendas-de-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 15:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=6952</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite. O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro. Principais pontos do webinar O foco do webinar é a gestão financeira com o objetivo de obter melhores [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoria-de-resultados-de-fazendas-de-leite/">Gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre <strong>gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite</strong>.</p>
<p>O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O foco do webinar é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">gestão financeira</a></strong> com o objetivo de obter melhores resultados nas fazendas de leite.</li>
<li>É importante analisar o fluxo de caixa para identificar onde o dinheiro está sendo gasto e tomar decisões assertivas.</li>
<li>O planejamento financeiro com base no saldo bancário futuro é uma estratégia eficaz para evitar problemas de caixa.</li>
<li>A gestão deve ser simples, personalizada e internalizada, com a liderança desempenhando um papel fundamental.</li>
<li>A utilização de uma planilha de orçamento pode auxiliar no controle das despesas e no estabelecimento de metas para aumento de eficiência.</li>
</ul>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p><strong>Clique no botão abaixo</strong> e participe dessa incrível experiência do agronegócio!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/gestao-financeira-fazendas-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-gestao-financeira-foco-melhorias" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27531 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/01/banner-webinar-gestao-financeira-fazendas-leite.jpg" alt="Webinar Gestão Financeira em Fazendas de Leite" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Aumente os lucros de sua propriedade!</h2>
<p>Pequenas melhorias podem trazer grandes resultados na sua produção de leite. Venha saber quais são elas com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-gestao-financeira-foco-em-melhorias" target="_blank" rel="noopener">Curso em Gestão da Pecuária Leiteira</a></strong>.</p>
<p>Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-gestao-financeira-foco-em-melhorias" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18712 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoria-de-resultados-de-fazendas-de-leite/">Gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/melhoria-de-resultados-de-fazendas-de-leite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manejo sanitário de bovinos de leite: como prevenir doenças no rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 14:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=5631</guid>

					<description><![CDATA[<p>A saúde do rebanho exerce influência direta sobre a produtividade, o bem-estar dos animais e os resultados econômicos das fazendas leiteiras. Entretanto, um bom manejo sanitário não deve começar apenas quando uma doença aparece. A prevenção, o monitoramento dos animais e o planejamento das ações são fundamentais para reduzir riscos e evitar prejuízos. Vacinação, controle [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/">Manejo sanitário de bovinos de leite: como prevenir doenças no rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde do rebanho exerce influência direta sobre a produtividade, o bem-estar dos animais e os resultados econômicos das fazendas leiteiras.</p>
<p>Entretanto,<strong> um bom manejo sanitário não deve começar apenas quando uma doença aparece</strong>. A prevenção, o monitoramento dos animais e o planejamento das ações são fundamentais para reduzir riscos e evitar prejuízos.</p>
<p>Vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene das instalações, acompanhamento dos animais e registro das informações fazem parte de uma estratégia sanitária eficiente.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá o que é manejo sanitário de bovinos de leite, quais são suas principais práticas e como estruturar ações para prevenir doenças e melhorar a saúde do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7",
    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>O que é manejo sanitário de bovinos de leite?</h2>
<p>O manejo sanitário é o <strong>conjunto de práticas utilizadas para prevenir, identificar e controlar problemas de saúde no rebanho</strong>. Ele envolve ações como vacinação, controle de parasitas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biosseguridade-na-pecuaria-leiteira/">biosseguridade</a></strong>, higiene das instalações, monitoramento dos animais, diagnóstico, tratamento e registro das informações sanitárias.</p>
<p>O objetivo é reduzir a ocorrência e a disseminação de doenças, melhorar o bem-estar dos animais e diminuir os impactos produtivos e econômicos dos problemas sanitários.</p>
<p>Para isso, as diferentes ações precisam funcionar de maneira integrada.</p>
<p>Não adianta, por exemplo, manter um calendário de vacinação e negligenciar a entrada de animais na propriedade. Da mesma forma, realizar tratamentos sem acompanhar os resultados dificulta a identificação das causas dos problemas.</p>
<p>Por isso, um programa sanitário eficiente deve combinar prevenção, monitoramento e tomada de decisão.</p>
<h2>Por que o manejo sanitário é importante?</h2>
<p>Problemas sanitários podem provocar impactos que vão muito além dos custos com medicamentos. Animais doentes podem apresentar <strong>redução do consumo de alimentos, queda na produção de leite, pior desempenho reprodutivo e maior risco de descarte</strong>.</p>
<p>Além disso, algumas doenças podem se disseminar pelo rebanho e aumentar os prejuízos da propriedade.</p>
<p>Entre as possíveis consequências de falhas no manejo sanitário estão:</p>
<ul>
<li>Redução da produção;</li>
<li>Aumento dos custos com tratamentos;</li>
<li>Piora dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">indicadores reprodutivos</a></strong>;</li>
<li>Aumento da mortalidade;</li>
<li>Maior descarte involuntário;</li>
<li>Comprometimento do bem-estar animal.</li>
</ul>
<p>Por isso, a prevenção e a identificação precoce dos problemas são fundamentais.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-sanitario" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os pilares do manejo sanitário?</h2>
<p>Um programa sanitário eficiente deve<strong> considerar diferentes áreas da propriedade</strong>.</p>
<p>Entre os principais pilares estão:</p>
<ul>
<li>Planejamento sanitário;</li>
<li>Vacinação;</li>
<li>Controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/parasitas-em-bovinos/">parasitas</a></strong>;</li>
<li>Biosseguridade;</li>
<li>Higiene das instalações e equipamentos;</li>
<li>Monitoramento dos animais;</li>
<li>Diagnóstico e tratamento;</li>
<li>Registro e análise das informações.</li>
</ul>
<p>Essas ações devem ser adaptadas à realidade de cada fazenda.</p>
<p>O histórico de doenças, as categorias animais, o sistema de produção, as condições ambientais e os principais riscos sanitários precisam ser considerados na definição dos protocolos.</p>
<h2>Como fazer o planejamento sanitário do rebanho?</h2>
<p>O <strong>planejamento é uma das etapas mais importantes do manejo sanitário</strong>. Sem ele, a propriedade tende a agir apenas quando os problemas aparecem.</p>
<p>O primeiro passo é conhecer a situação atual do rebanho.</p>
<p>Quais doenças ocorrem com maior frequência? Quais categorias apresentam mais problemas? Quantos animais são tratados? Quais são as principais causas de mortalidade e descarte? Os tratamentos estão apresentando os resultados esperados?</p>
<p>Responder a essas perguntas ajuda a identificar os principais desafios sanitários. A partir desse diagnóstico, é possível definir prioridades e estabelecer protocolos.</p>
<p>O planejamento deve considerar:</p>
<ul>
<li>Histórico sanitário;</li>
<li>Doenças mais frequentes;</li>
<li>Categorias animais;</li>
<li>Calendário de vacinação;</li>
<li>Estratégias de controle parasitário;</li>
<li>Protocolos de biossegurança;</li>
<li>Procedimentos de diagnóstico e tratamento;</li>
<li>Indicadores sanitários.</li>
</ul>
<p>Mais importante do que criar um documento complexo é estabelecer práticas claras, que possam ser executadas pela equipe e acompanhadas ao longo do tempo.</p>
<h2>Como deve ser feito o calendário sanitário?</h2>
<p>O calendário sanitário organiza as <strong>principais ações preventivas realizadas durante o ano</strong>.</p>
<p>Ele pode incluir vacinações, exames, controle de parasitas e outros procedimentos necessários para cada categoria animal.</p>
<p>Entretanto, não existe um calendário único que possa ser utilizado por todas as propriedades.</p>
<p>Sua definição deve considerar fatores como:</p>
<ul>
<li>Legislação sanitária;</li>
<li>Localização da fazenda;</li>
<li>Doenças presentes na região;</li>
<li>Histórico do rebanho;</li>
<li>Categorias animais;</li>
<li>Sistema de produção.</li>
</ul>
<p>Além de definir quando os procedimentos serão realizados, é importante registrar sua execução.</p>
<p>Dessa forma, a propriedade consegue acompanhar quais animais foram manejados e reduzir o risco de falhas nos protocolos.</p>
<h2>Qual é a importância da vacinação?</h2>
<p>A <strong>vacinação é uma das principais ferramentas utilizadas para prevenir doenças no rebanho</strong>. Um programa adequado deve considerar as exigências sanitárias, os riscos presentes na região e o histórico da propriedade.</p>
<p>Entretanto, os resultados não dependem apenas da escolha das vacinas. O armazenamento, o transporte, a conservação e a aplicação também influenciam a eficiência do programa.</p>
<p>Entre os principais cuidados estão:</p>
<ul>
<li>Conservar as vacinas nas condições recomendadas;</li>
<li>Respeitar as doses e vias de aplicação;</li>
<li>Utilizar equipamentos adequados;</li>
<li>Manter registros;</li>
<li>Seguir os protocolos estabelecidos.</li>
</ul>
<p>A vacinação deve fazer parte de uma estratégia sanitária mais ampla e não ser tratada como uma ação isolada.</p>
<h2>Como fazer o controle de parasitas em bovinos leiteiros?</h2>
<p>Parasitas internos e externos podem comprometer a saúde e o desempenho dos animais. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/carrapatos-em-bovinos-leiteiros/">Carrapatos</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/moscas-como-controlar-e-evitar-perdas-nas-fazendas/">moscas</a></strong>, vermes e outros parasitas podem provocar perdas produtivas e favorecer diferentes problemas sanitários.</p>
<p>Entretanto, <strong>o controle não deve se resumir à aplicação frequente de medicamentos</strong>, é necessário considerar quais parasitas estão presentes, o nível de infestação, as categorias mais afetadas e os resultados dos tratamentos anteriores.</p>
<p>O uso indiscriminado de antiparasitários pode favorecer problemas de resistência e reduzir a eficiência das estratégias ao longo do tempo.</p>
<p>Por isso, o controle deve ser planejado, acompanhado e ajustado conforme a realidade da propriedade.</p>
<h2>O que é biossegurança e por que ela é importante?</h2>
<p>A biossegurança reúne<strong> práticas utilizadas para reduzir a entrada e a disseminação de agentes causadores de doenças</strong>.</p>
<p>Um dos principais riscos ocorre na introdução de animais.</p>
<p>Antes de incorporar novos bovinos ao rebanho, é importante conhecer sua origem e situação sanitária e adotar os procedimentos necessários de avaliação e acompanhamento.</p>
<p>Outras medidas de biossegurança incluem:</p>
<ul>
<li>Controlar a entrada de pessoas e veículos;</li>
<li>Higienizar equipamentos;</li>
<li>Evitar o compartilhamento inadequado de materiais;</li>
<li>Utilizar corretamente agulhas e seringas;</li>
<li>Separar animais doentes quando necessário;</li>
<li>Descartar adequadamente materiais contaminados.</li>
</ul>
<p>Os protocolos devem ser definidos de acordo com os riscos existentes na propriedade.</p>
<h2>Como a higiene das instalações ajuda a prevenir doenças?</h2>
<p>As condições das instalações influenciam diretamente a saúde dos animais. O acúmulo de matéria orgânica, a umidade excessiva e a limpeza inadequada de equipamentos podem favorecer a presença e a disseminação de agentes causadores de doenças.</p>
<p>Por isso, é importante <strong>manter rotinas adequadas de higiene</strong>.</p>
<p>Entre os principais pontos de atenção estão:</p>
<ul>
<li>Bebedouros;</li>
<li>Cochos;</li>
<li>Instalações de bezerras;</li>
<li>Camas;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/">Equipamentos de ordenha</a></strong>;</li>
<li>Áreas de circulação;</li>
<li>Locais de armazenamento de alimentos.</li>
</ul>
<p>Os protocolos devem ser adaptados às características de cada ambiente. Mais importante do que realizar limpezas esporádicas é manter uma rotina consistente.</p>
<h2>Como monitorar a saúde do rebanho?</h2>
<p>O <strong>monitoramento diário permite identificar alterações antes que os problemas se tornem mais graves</strong>.</p>
<p>Mudanças no comportamento, consumo de alimentos, produção de leite e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">condição corporal</a></strong> podem indicar que algo não está funcionando adequadamente.</p>
<p>A equipe deve estar preparada para observar sinais como:</p>
<ul>
<li>Redução do consumo;</li>
<li>Alterações no comportamento;</li>
<li>Queda na produção;</li>
<li>Dificuldades de locomoção;</li>
<li>Mudanças nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-fezes-de-vacas-leiteiras/">fezes</a></strong>;</li>
<li>Alterações respiratórias;</li>
<li>Sinais de dor ou desconforto.</li>
</ul>
<p>Quanto mais cedo um problema é identificado, maiores são as possibilidades de investigação e intervenção.</p>
<p>Entretanto, a observação dos animais deve ser complementada pela análise dos dados.</p>
<h2>Quais são os principais problemas sanitários em bovinos de leite?</h2>
<p>Diversos problemas podem comprometer a saúde e o desempenho do rebanho.</p>
<p>Entre os mais relevantes estão as doenças da glândula mamária, os problemas sanitários de bezerras, as doenças metabólicas, os distúrbios de casco, as doenças reprodutivas e as parasitoses.</p>
<h3>Mastite</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong> é um dos principais desafios sanitários da pecuária leiteira. Além de comprometer a saúde da glândula mamária, pode provocar redução da produção e alterações na qualidade do leite.</p>
<p>Seu controle depende de fatores como higiene, rotina de ordenha, monitoramento e identificação dos agentes causadores.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Doenças de bezerras</h3>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/">primeiras fases da vida</a></strong> exigem atenção especial. Diarreias e doenças respiratórias estão entre os principais problemas sanitários dessa categoria.</p>
<p>O fornecimento adequado de colostro, a higiene das instalações, a alimentação e o monitoramento dos animais exercem papel fundamental na prevenção.</p>
<h3>Doenças metabólicas</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/">período de transição</a></strong> é uma fase de grande desafio para as vacas leiteiras. Problemas como hipocalcemia e esteatose hepática podem comprometer a saúde, a produção e o desempenho reprodutivo.</p>
<p>Por isso, o manejo nutricional e o acompanhamento dos animais antes e depois do parto são essenciais.</p>
<h3>Problemas de casco</h3>
<p>Alterações nos cascos podem comprometer a locomoção, o consumo de alimentos, o bem-estar e a produtividade.</p>
<p>O monitoramento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-claudicacao/">claudicação</a></strong>, as condições das instalações e o manejo preventivo ajudam a reduzir a ocorrência e a gravidade dos problemas.</p>
<h3>Parasitoses</h3>
<p>Parasitas internos e externos podem provocar perdas produtivas e comprometer a saúde dos animais.</p>
<p>O controle deve ser baseado no conhecimento dos problemas presentes na propriedade e na avaliação da eficiência das estratégias utilizadas.</p>
<h2>Quais são os principais erros no manejo sanitário?</h2>
<p>Mesmo propriedades que realizam diferentes procedimentos sanitários podem apresentar falhas na estratégia.</p>
<p>Entre os principais erros estão:</p>
<ul>
<li>Agir apenas quando os animais adoecem;</li>
<li>Não conhecer os principais problemas do rebanho;</li>
<li>Não manter um calendário sanitário;</li>
<li>Utilizar medicamentos sem diagnóstico adequado;</li>
<li>Negligenciar a biossegurança;</li>
<li>Não acompanhar a eficácia dos tratamentos;</li>
<li>Não registrar as ocorrências;</li>
<li>Utilizar dados incompletos;</li>
<li>Não avaliar os resultados das ações realizadas.</li>
</ul>
<p>Um programa sanitário eficiente precisa ser continuamente acompanhado e ajustado.</p>
<h2>Manejo sanitário eficiente depende de prevenção e acompanhamento</h2>
<p>Um bom manejo sanitário não se resume à vacinação ou ao tratamento dos animais doentes.</p>
<p>Ele depende da <strong>capacidade da propriedade de identificar riscos, prevenir problemas, monitorar o rebanho e utilizar as informações para tomar decisões</strong>.</p>
<p>Vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene, diagnóstico, tratamento e registros devem fazer parte de uma estratégia integrada.</p>
<p>Quando essas práticas são <strong>planejadas e acompanhadas continuamente</strong>, torna-se possível identificar problemas mais rapidamente, avaliar a eficiência das ações e melhorar a saúde do rebanho.</p>
<p>Mais do que reagir às doenças, o objetivo do manejo sanitário deve ser criar condições para reduzir sua ocorrência e seus impactos sobre os animais e os resultados da propriedade.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre manejo sanitário de bovinos de leite</h2>
<h3>O que é manejo sanitário de bovinos de leite?</h3>
<p>É o conjunto de práticas utilizadas para prevenir, identificar e controlar problemas de saúde no rebanho.</p>
<h3>Quais são as principais práticas do manejo sanitário?</h3>
<p>Planejamento, vacinação, controle de parasitas, biossegurança, higiene, monitoramento, diagnóstico, tratamento e registro das informações estão entre as principais práticas.</p>
<h3>Por que o manejo sanitário é importante?</h3>
<p>Porque ajuda a prevenir doenças, reduzir perdas produtivas e econômicas e melhorar a saúde e o bem-estar dos animais.</p>
<h3>Como fazer um calendário sanitário para bovinos?</h3>
<p>O calendário deve considerar as categorias animais, o histórico da propriedade, as doenças presentes na região, a legislação e as recomendações técnicas.</p>
<h3>Como melhorar o manejo sanitário da fazenda?</h3>
<p>O primeiro passo é identificar os principais problemas do rebanho. Depois, é necessário estabelecer protocolos, treinar a equipe, registrar as informações e acompanhar os resultados.</p>
<h2>Eleve o nível do manejo sanitário e aumente a produtividade da sua fazenda</h2>
<p>A saúde do rebanho é a base para qualquer sistema leiteiro de alto desempenho.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-sanitario" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende práticas de manejo sanitário alinhadas à nutrição, reprodução, gestão de pastagens e finanças, garantindo mais eficiência e lucratividade para o seu negócio.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-sanitario" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/">Manejo sanitário de bovinos de leite: como prevenir doenças no rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como melhorar a qualidade do leite na fazenda: principais fatores e boas práticas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 18:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[brucelose]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[ordenha]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do leite]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose bovina]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=5254</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo. Sendo essa, uma das principais atividades do agronegócio nacional e uma área muito importante na geração de emprego e de capital para o país. Além da produção, outro fator muito importante para a atividade leiteira é a qualidade do leite. E isso é bem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/">Como melhorar a qualidade do leite na fazenda: principais fatores e boas práticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo. Sendo essa, uma das principais atividades do agronegócio nacional e uma área muito importante na geração de emprego e de capital para o país. Além da produção, outro fator muito importante para a atividade leiteira é a qualidade do leite<strong>.</strong></p>
<p>E isso é bem evidenciado com alguns programas de remuneração realizados entre a indústria de beneficiamento do leite e os produtores. Conforme o leite tenha os níveis desejáveis de qualidade pela indústria, o produtor é mais bem remunerado pelo seu produto.</p>
<p><strong>O governo também reconhece a importância da qualidade do leite.</strong> O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) criou em 2002, a Instrução Normativa 51, onde foi estipulado padrões para a qualidade do leite produzido no Brasil, definindo como deve ser de maneira higiênica, a obtenção, a produção, o armazenamento e a comercialização do leite.</p>
<p>Segundo o MAPA, para ser considerado de qualidade, o leite deve apresentar:</p>
<ul>
<li>Boa composição química e propriedades físicas;</li>
<li>Baixas quantidades na Contagem Bacteriana Total (CBT);</li>
<li>Baixas quantidades na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/">Contagem Células Somáticas (CCS)</a></strong>;</li>
<li>Ausência de agentes patológicos e contaminantes no leite.</li>
</ul>
<p>Sabendo desses critérios, podemos realizar algumas intervenções no rebanho que podem favorecer a qualidade do leite antes da sua obtenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Fatores importantes para a qualidade do leite</h2>
<p>Um dos fatores mais importantes na qualidade do leite é a sua composição. Para ter bons padrões de qualidade, foi criado em 2011 a Instrução Normativa 62, onde é definido que o leite cru deve apresentar no mínimo:</p>
<ul>
<li>3% de gordura;</li>
<li>2,9% de proteína e;</li>
<li>8,4% de sólidos totais.</li>
</ul>
<h3>Teor de gordura</h3>
<p>Um dos principais componentes do leite é a gordura. E esse componente, pode ser muito influenciado pela nutrição recebida pelo animal<strong>.</strong></p>
<p>Quando é fornecido ao animal, uma dieta com alimentos volumosos, ricos em carboidratos estruturais (celulose e hemicelulose), tem-se um favorecimento na produção de <strong>ácido acético e butírico</strong>, pela fermentação ruminal.</p>
<p>Com o aumento das concentrações molares desses ácidos graxos voláteis no rúmen, obtém-se o aumento do teor de gordura no leite, pois desses produtos da fermentação das fibras (ácido acético e butírico) é que são formadas no úbere 50% da gordura do leite.</p>
<p>Mas se a dieta fornecida tiver uma quantidade maior de concentrado, alterando o tipo de fermentação e levando a produção de ácido propiônico, o teor da gordura no leite poderá ser menor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44295 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite.webp" alt="Utilização de ácidos graxos voláteis no leite" width="533" height="286" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite.webp 533w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-300x161.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-370x199.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-270x145.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 533px) 100vw, 533px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Utilização dos ácidos graxos voláteis na formação dos componentes orgânicos do leite. (Fonte: Mülbach, 2004)</span></p>
<p>O uso de gorduras protegidas na dieta dos animais pode levar a um aumento singelo no percentual de gordura. Mas quando se tem o uso de gorduras insaturadas ou em maiores medidas na dieta, tem-se uma queda grande no teor de gordura.</p>
<p>Pode ocorrer também, a redução no teor de gordura quando tem o uso de lipídeos, pois dependendo da quantidade pode alterar a fermentação da celulose e hemicelulose dos alimentos fazendo com que ocorra uma queda na quantidade de gordura no leite.</p>
<p><strong>Com isso, a nutrição animal, é um processo importante na obtenção de um leite com bons níveis de gordura.</strong></p>
<p>Fornecer uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" rel="noopener">dieta</a></strong> que tenha uma proporção adequada de concentrado e volumoso, não ultrapassando a proporção de 50% de cada tipo de alimento, que contenha boa qualidade e qualidade de fibras e de ácidos graxos, é importante para que a vaca consiga realizar uma fermentação adequada, para que ocorra uma boa produção de ácido acético e butírico, levando a melhora na quantidade de gordura do leite, por meio de processos fisiológicos do animal.</p>
<p>Outra maneira de ter bons níveis de gordura no leite, é o fornecimento de alimentos com mais frequência. Com isso, o pH ruminal é mantido com menos variações e há uma manutenção dos micro-organismos produtores de ácido acético no rúmen.</p>
<h3>Proteína</h3>
<p>Outro componente importante do leite é a proteína, mas esse componente não é muito alterado pela dieta como a gordura, sendo estimado que para cada 1% de proteína acrescentada na dieta, seja aumentado cerca de 0,02% de proteína no leite. Esse aumento de proteína dietético pode aumentar o nível de nitrogênio não proteico do leite, podendo ser mensurado pela quantidade de ureia no leite.</p>
<p>As proteínas do leite são produzidas nas células alveolares, tendo como precursor alguns aminoácidos advindos do sangue. O teor baixo de proteínas no leite pode ser causado pela baixa produção de proteína microbiana pelo animal, ou a baixa absorção de proteína pelo intestino do animal.</p>
<h3>Lactose</h3>
<p>A lactose está ligada com o controle do volume de leite e por estar ligada ao sistema endócrino do animal o seu teor vai ter pouca variação.</p>
<p>Essa lactose é mais influenciada pela produção de glicose no fígado, após a absorção de ácido propiônico no rúmen (sendo esse mais produzido em dietas com maiores proporções de alimento concentrado) e da transformação de certos aminoácidos.</p>
<h3>Contagem de células somáticas (CCS)</h3>
<p>Um grande problema envolvido na qualidade do leite é a Contagem de Células Somáticas (CCS). Altos níveis de CCS são indicadores de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" rel="noopener">mastite no rebanho</a></strong>. Essa doença acontece por 137 diferentes agentes etiológicos, entre esses destacam-se o vírus, algas, fungos e principalmente bactérias.</p>
<p>A mastite é a principal afecção dos animais na produção leiteira, e essa doença altera os padrões físicos, químicos e microbiológicos do leite e da saúde da glândula mamária. As principais alterações são o sabor salgado do leite e redução do teor de proteína e gordura do leite.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Alguns outros fatores além da mastite podem interferir na CCS, como:</p>
<ul>
<li>Época do ano;</li>
<li>Raça;</li>
<li>Estágio de lactação;</li>
<li>Produção do leite;</li>
<li>Número de lactações;</li>
<li>Problemas de manejo;</li>
<li>Problemas nutricionais</li>
<li>Clima;</li>
<li>Doenças recorrentes.</li>
</ul>
<p>Existem algumas medidas simples que podem fazer com que ocorra redução na CCS, melhorando a qualidade do leite como:</p>
<ul>
<li><strong>Realizar sempre a higiene e desinfecção de todos os equipamentos e das mãos do ordenhador</strong>. Essa é uma medida que auxilia também na redução de infecção de vacas saudáveis pelos agentes da mastite, o que reduz o número de CCS da propriedade. A higiene adequada das teteiras entre uma ordenha e outra em propriedades que possuem grandes incidências de mastites subclínicas, gerou redução dessa doença de 96% para 47%;</li>
<li><strong>Realizar com os primeiros jatos de leite o teste da caneca de fundo escuro</strong>, que serve para observação de grumos, sangue ou qualquer outra secreção. Nas vacas onde tem essas alterações encontradas, deve-se fazer a ordenha das mesmas por último, evitando a disseminação de mastite pelo rebanho;</li>
<li><strong>Realizar a limpeza e secagem dos tetos</strong>, realização do <a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" rel="noopener"><strong>pré-dipping e do pós-dipping</strong></a>;</li>
<li><strong>Realizar o tratamento de todos os tetos das vacas secas</strong>, visando acabar com a mastite subclínica;</li>
<li><strong>Evitar qualquer tipo de lesão nos tetos</strong>;</li>
<li><strong>Fornecer alimento para os animais após a ordenha</strong>, para que os mesmos fiquem de pé até o fechamento do esfíncter do teto;</li>
<li><strong>Descartar do rebanho animais que apresentem a mastite de forma crônica</strong>.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44296 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-1.webp" alt="Composição do leite com elevada CCS" width="532" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-1.webp 532w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-1-300x174.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-1-370x215.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/qualidade-do-leite-1-270x157.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Mudanças na composição do leite associadas com elevada contagem de células somáticas (CCS). </span></p>
<h3>Contagem bacteriana total (CBT)</h3>
<p>Outro indicador de qualidade do leite é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/" rel="noopener">Contagem Bacteriana Total (CBT)</a>,</strong> que indica as condições de higiene na obtenção e conservação do leite.</p>
<p>A multiplicação de bactérias faz com que ocorram alterações nos componentes e reduz a qualidade do leite, e por isso tenta-se reduzir a CBT. A mastite raramente provocará uma alta CBT, exceto em casos de grandes infecções por <i>Streptococcus agalactiae</i>, ou em surtos de <i>Streptococcus uberis</i>, ou <i>Escherichia coli</i>.</p>
<p>Uma das causas mais comuns de alta CBT é a contaminação pelos tetos sujos. É importante que os tetos sejam preparados para ordenha, para evitar esse tipo de contaminação. Em casos onde a sala de ordenha é contaminada há um aumento significativo na CBT.</p>
<p>Alguns estudos mostraram que 10% dos microrganismos presentes no leite, advinham dos equipamentos. Entre uma ordenha e outra, deve ser realizada a limpeza e desinfecção de todo equipamento de ordenha. Uma deficiente limpeza nesse sistema de ordenha pode fazer com que se acumulem resíduos de leite, o que favorece o crescimento de microrganismos que são fontes de contaminação do leite.</p>
<p>A realização de limpezas e de desinfecções da ordenha pode reduzir em 90% o número de bactérias no leite. <strong>Todas essas práticas devem ser rotineiras dentro das propriedades, para que esse procedimento de redução na CBT ocorra de maneira satisfatória.</strong></p>
<p>A limpeza e a higienização devem ser feitas após a última vaca ser ordenhada. A limpeza dos equipamentos por circulação deve ser realizada em 4 etapas:</p>
<ol>
<li>Enxágue inicial com água morna de 35ºC a 45ºC por 5 minutos sem recircular. O pré enxágue retira restos de leite que ficam na tubulação;</li>
<li>Limpeza Alcalino-Clorada com água a 65ºC-70ºC reciclando por 10 minutos, com variação na pressão de vácuo, para que o fluxo seja turbulento capaz de dissolver a gordura acumulada;</li>
<li>Após a drenagem da solução de detergente alcalino, fazer o pós-enxague intermediário com água em temperatura ambiente por 5 minutos;</li>
<li>Limpeza ácida com água a temperatura ambiente por 10 minutos.</li>
</ol>
<p>Para a limpeza dos equipamentos de ordenha deve-se usar água tratada. O uso de água sem tratamento em contato com o leite, ou equipamentos de ordenha, pode acarretar no aumento expressivo da CBT.</p>
<p>Outro fator importante nos índices de CBT é o armazenamento e o transporte do leite. A refrigeração do leite deve ser realizada em tanques específicos que atinjam temperaturas de 4ºC, no máximo 3 horas após a ordenha.</p>
<p>Caso isso não seja obtido, haverá uma grande multiplicação dos microrganismos, gerando a contaminação do leite, prejudicando assim, a sua qualidade. A refrigeração do leite tem como objetivo reduzir o crescimento das bactérias mesófilas, que se multiplicam de forma favorável entre temperaturas de 20 a 40ºC.</p>
<p>Esse tipo de bactéria promove a acidificação do leite, mas com a redução da temperatura nos tanques, há um favorecimento da multiplicação das bactérias psicotróficas presentes no leite.</p>
<p>Algumas medidas podem ser realizadas pelo produtor, para que o leite não seja contaminado e a CBT esteja sempre em níveis aceitáveis, como:</p>
<ul>
<li>Utilização de água tratada para qualquer procedimento, para a limpeza e higienização do complexo de equipamentos de ordenha;</li>
<li>A higiene pessoal do ordenhador deve sempre realizada;</li>
<li>Realização de pré-dipping e pós-dipping;</li>
<li>Manter a <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/"><strong>sala de ordenha sempre limpa</strong></a>;</li>
<li>Ter sempre todos os equipamentos de ordenha em boas condições de funcionamento;</li>
<li>Realizar a cada ordenha a limpeza e higienização de todos os equipamentos e utensílios;</li>
<li>Realizar a limpeza dos tanques sempre que o leite for recolhido pelo transportador.</li>
</ul>
<p>Um dos requisitos mais importantes para que o leite seja considerado como de boa qualidade, é o produto ser livre de qualquer tipo de agente que traga algum tipo de risco para a saúde do consumidor.</p>
<p>Pela quantidade de nutrientes encontrados no leite, ele se torna um meio de cultura bom para o crescimento de microrganismos, por isso o controle sanitário e boa higiene devem ser sempre visados na produção.</p>
<h2>Controle sanitário do rebanho leiteiro</h2>
<p>O controle sanitário dentro do rebanho leiteiro se dá por meio de medidas preventivas, contra qualquer doença que pode acometer os animais, garantindo assim, que o produto consumido pelos clientes seja próprio para o consumo e não trazendo danos à saúde dos mesmos.</p>
<p>Duas doenças de grande importância e que podem ser transmitidas ao homem, pelo consumo de leite contaminado são a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-brucelose-e-tuberculose/" rel="noopener">brucelose e tuberculose</a></strong>.</p>
<p>Foi criada pelo MAPA a Instrução Normativa 62 em 2001, que define rigorosas formas de controle e de medidas profiláticas e sanitárias, que devem ser realizadas pelas propriedades, visando à erradicação dessas patologias nos rebanhos e mantém a integridade da saúde pública frente a essas zoonoses e também para gerar competitividade da pecuária nacional no mercado mundial.</p>
<p>A IN-62, definiu um programa de vacinação obrigatório contra a brucelose bovina, credenciando as propriedades livres e que mantinham controles rigorosos contra essa doença.</p>
<p>Sabendo dos impactos dessas doenças para a saúde pública e por se tratar de zoonoses, o controle sanitário de manejo e preventivo da saúde dos animais, como a vacinação, é de extrema importância dentro das propriedades que visam a produção de um leite de qualidade.</p>
<p>Dentro das propriedades, é comum o uso de várias substâncias visando tratamentos contra alguma doença ou agentes que prejudiquem a saúde animal. Mas um fator que deve ser levado em conta com o uso dessas substâncias, é que após sua utilização, pode ser encontrados resíduos desse produto no leite, que podem prejudicar a saúde do consumidor, levando a formação de alergias, criação de resistência microbiana aos <strong>antimicrobianos</strong> e até prejuízos tecnológicos para a indústria de laticínios.</p>
<p>Com isso, deve-se respeitar, após o uso de tais substâncias, o período de carência de cada produto utilizado nos animais. Muitos fatores como: a formulação do produto utilizado, via de administração, dosagem e o protocolo utilizado, podem influenciar nesse período de carência.</p>
<p><strong>Para evitar a presença de resíduos no leite,</strong> podem-se adotar algumas medidas como:</p>
<ul>
<li>Conhecer bem qual a substância será utilizada previamente;</li>
<li>Usar somente substâncias específica para animais;</li>
<li>Armazenar de forma correta esses produtos e utilizá-los corretamente conforme a categoria de animal que está em tratamento. Pois, produtos utilizados para vacas secas possuem um tempo de carência maior que para as vacas lactantes;</li>
<li>Não realizar superdosagem desses produtos nos animais;</li>
<li>As vacas em tratamento devem ser ordenhadas por último, e seu leite deve ser descartado se esse animal está dentro do período de carência.</li>
<li>Observação e conhecimento do período de carência de todas as substâncias utilizadas.</li>
</ul>
<p><strong>Outro fator que está sendo associado a prejuízos na qualidade do leite, é o desconforto térmico para os animais.</strong></p>
<p>A composição do leite pode ser alterada se os animais estiverem em situação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" rel="noopener">estresse térmico</a></strong>, alterando o teor de gordura, proteína e cálcio no leite. Os valores de sólidos totais do leite, também podem ter seus números diminuídos em épocas mais quentes do ano.</p>
<p>O estresse calórico pode aumentar a suscetibilidade dos animais a infecções e também as altas temperaturas podem estar associadas a um número maior de agentes infecciosos encontrados no ambiente. A taxa de infecções por agente ambientais foi coincidente com o número maior de coliformes fecais encontrados na cama dos animais, nas épocas mais quentes do ano, como o verão.</p>
<p>Nessas épocas quentes do ano, também foi observado que o percentual de novas infecções de mastites era mais elevado, o que pode ser explicado pelo maior número de agentes patogênicos no ambiente e superfície dos tetos, ou diminuição da resistência imunológica do animal. E qualquer tipo de infecção da glândula mamária leva a um aumento no CCS, sendo isso prejudicial para a qualidade do leite.</p>
<p>Animais que receberam uma melhor climatização na sala de espera por meio de ventilação, apresentaram melhor teor de gordura e também tiveram um número maior de hormônios, como o cortisol e T3 e T4 no organismo.</p>
<p>Com isso, o manejo correto, assim como o bem-estar animal, são importantes para a obtenção de um leite de qualidade, tanto na sua composição, como também na saúde da glândula mamária, o que reduz o número de mastite no rebanho e, consequentemente, a quantidade de CCS do leite.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre qualidade do leite</h2>
<h3>O que determina a qualidade do leite?</h3>
<p>A qualidade do leite é influenciada por fatores como saúde do rebanho, higiene da ordenha, armazenamento, CCS, CBT e manejo sanitário.</p>
<h3>Como reduzir a CCS do rebanho?</h3>
<p>O controle da mastite, a correta rotina de ordenha e o monitoramento da saúde da glândula mamária são fundamentais para reduzir a CCS.</p>
<h3>O que aumenta a CBT do leite?</h3>
<p>Falhas de higiene durante a ordenha, limpeza inadequada dos equipamentos e problemas de refrigeração estão entre as principais causas.</p>
<h3>A qualidade do leite influencia o preço recebido pelo produtor?</h3>
<p>Sim. Muitos laticínios utilizam indicadores de qualidade para definir bonificações e descontos no pagamento do leite.</p>
<h3>Qual a relação entre mastite e qualidade do leite?</h3>
<p>A mastite é uma das principais causas de aumento da CCS e de redução da qualidade do leite produzido.</p>
<h2>Chegou a hora de dar o próximo passo na sua produção de leite</h2>
<p>Produzir leite é desafiador, mas produzir com eficiência e rentabilidade é o que diferencia os produtores que prosperam no mercado.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=qualidade-leite" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você terá acesso a um método prático, voltado para o dia a dia da fazenda, que mostra como alinhar manejo, nutrição e gestão financeira para alcançar resultados consistentes e duradouros.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=qualidade-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-14439" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/">Como melhorar a qualidade do leite na fazenda: principais fatores e boas práticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/reduzir-a-alta-rotatividade-de-pessoas-nas-fazendas-ed-01/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/reduzir-a-alta-rotatividade-de-pessoas-nas-fazendas-ed-01/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 18:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[equipes]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[líderes]]></category>
		<category><![CDATA[modelo de gestão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=5117</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do webinar leite, onde o Dr. Emerson Alvarenga falou sobre motivação de pessoas, apresentou dados que justificam a desmotivação entre os colaboradores e falou ainda sobre: Principais problemas enfrentados na gestão das empresas; Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas produtoras de leite; Como atuar para manter [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/reduzir-a-alta-rotatividade-de-pessoas-nas-fazendas-ed-01/">Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do webinar leite, onde o Dr. Emerson Alvarenga falou sobre motivação de pessoas, apresentou dados que justificam a desmotivação entre os colaboradores e falou ainda sobre:</p>
<ul>
<li>Principais problemas enfrentados na <strong>gestão das empresas</strong>;</li>
<li>Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas produtoras de leite;</li>
<li>Como atuar para manter os colaboradores engajados e muito mais.</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p><strong>Clique no botão abaixo</strong> e participe dessa incrível experiência do agronegócio!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/estrategias-para-reduzir-a-alta-rotatividade-de-pessoas?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-reduzir-rotatividade-de-pessoas-em-fazendas" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27527 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/09/banner-webinar-gestao-pessoas-fazendas-leite.jpg" alt="Diminuir rotatividade de pessoas nas fazendas" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Aumente os lucros de sua propriedade!</h2>
<p>Pequenas melhorias podem trazer grandes resultados na sua produção de leite. Venha saber quais são elas com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-reduzir-rotatividade-de-pessoas-em-fazendas" target="_blank" rel="noopener">Curso em Gestão da Pecuária Leiteira</a></strong>.</p>
<p>Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-reduzir-rotatividade-de-pessoas-em-fazendas" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18712 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/reduzir-a-alta-rotatividade-de-pessoas-nas-fazendas-ed-01/">Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/reduzir-a-alta-rotatividade-de-pessoas-nas-fazendas-ed-01/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>E-book Afecções de casco bovino: conhecendo as lesões</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/afeccoes-de-casco-conhecendo-as-lesoes/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/afeccoes-de-casco-conhecendo-as-lesoes/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Aug 2018 19:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[lesões]]></category>
		<category><![CDATA[perdas econômicas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4987</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os cascos são uma das partes mais importantes dos bovinos. Eles são responsáveis por apoiar o peso do animal, proporcionar estabilidade e permitir que se mova livremente. Os cascos também são importantes para a saúde geral dos bovinos, pois protegem os pés de infecções e lesões. As afecções de casco em conjunto com a mastite [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/afeccoes-de-casco-conhecendo-as-lesoes/">E-book Afecções de casco bovino: conhecendo as lesões</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cascos são uma das partes mais importantes dos bovinos. Eles são responsáveis por apoiar o peso do animal, proporcionar estabilidade e permitir que se mova livremente. Os cascos também são importantes para a saúde geral dos bovinos, pois protegem os pés de infecções e lesões.</p>
<p>As afecções de casco em conjunto com a mastite e os problemas reprodutivos são alguns dos maiores desafios na bovinocultura de leite e corte em todo o mundo, acarretando perdas econômicas.</p>
<p>Animais estão sendo descartados mais cedo por <strong>problemas de casco</strong> e antes dessa decisão, as perdas e custos já se fizeram presentes de maneira impactante.</p>
<p>Clique no botão a seguir e baixe o e-book gratuito e conheça as principais afecções de casco dos bovinos!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-afeccoes-cascos-bovinos?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-cascos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39649 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png" alt="E-book Afecções de casco" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/afeccoes-de-casco-conhecendo-as-lesoes/">E-book Afecções de casco bovino: conhecendo as lesões</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/afeccoes-de-casco-conhecendo-as-lesoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manejo reprodutivo de vacas leiteiras: como melhorar a eficiência do rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 18:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[monta]]></category>
		<category><![CDATA[monta natural]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4942</guid>

					<description><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva exerce papel fundamental nos resultados produtivos e econômicos das fazendas leiteiras. Afinal, para manter a produção, garantir a reposição dos animais e melhorar o desempenho do rebanho, é necessário acompanhar cada etapa do ciclo reprodutivo. Entretanto, alcançar bons resultados vai muito além de inseminar as vacas e realizar o diagnóstico de gestação. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/">Manejo reprodutivo de vacas leiteiras: como melhorar a eficiência do rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eficiência reprodutiva exerce papel fundamental nos resultados produtivos e econômicos das fazendas leiteiras. Afinal, para manter a produção, garantir a reposição dos animais e melhorar o desempenho do rebanho, é necessário acompanhar cada etapa do ciclo reprodutivo.</p>
<p>Entretanto, alcançar bons resultados vai muito além de inseminar as vacas e realizar o diagnóstico de gestação.</p>
<p>O <strong>manejo reprodutivo envolve o acompanhamento dos animais desde o período pós-parto,</strong> passando pela recuperação da vaca, retorno à atividade reprodutiva, detecção de cio, inseminação e diagnóstico de gestação, até a análise dos indicadores da propriedade.</p>
<p>Além disso, fatores como nutrição, saúde, conforto térmico e qualidade dos dados podem influenciar diretamente os resultados.</p>
<p>Por isso, um programa reprodutivo eficiente deve ser planejado, acompanhado e ajustado continuamente.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá o que é manejo reprodutivo de vacas leiteiras, quais são suas principais etapas e como melhorar a eficiência reprodutiva do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7",
    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>O que é manejo reprodutivo de vacas leiteiras?</h2>
<p>O manejo reprodutivo é o <strong>conjunto de práticas utilizadas para acompanhar, planejar e melhorar o desempenho reprodutivo do rebanho</strong>.</p>
<p>Ele envolve diferentes etapas, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/">acompanhamento das vacas após o parto</a></strong>, a definição do período de espera voluntário, a identificação dos animais aptos à reprodução, a detecção de cio, a inseminação, o diagnóstico de gestação e a análise dos indicadores.</p>
<p>O objetivo é <strong>criar condições para que as vacas se tornem gestantes no momento adequado</strong>, reduzindo falhas e melhorando a eficiência do sistema produtivo.</p>
<p>Entretanto, para que isso aconteça, todas as etapas precisam funcionar de forma integrada.</p>
<p>Uma propriedade pode, por exemplo, apresentar bons resultados na inseminação, mas ter baixa eficiência reprodutiva porque poucas vacas aptas estão sendo inseminadas.</p>
<p>Da mesma forma, uma alta taxa de serviço não garante bons resultados quando existem problemas de concepção.</p>
<p>Por isso, o manejo reprodutivo deve ser analisado como um processo completo.</p>
<h2>Por que o manejo reprodutivo é importante?</h2>
<p>A <strong>reprodução</strong> está diretamente relacionada à <strong>continuidade da produção de leite e à renovação do rebanho</strong>.</p>
<p>Quando existem falhas no manejo, as vacas podem permanecer por períodos prolongados sem se tornarem gestantes, aumentando o número de dias em aberto e comprometendo os resultados da propriedade.</p>
<p>Entre as possíveis consequências de uma baixa eficiência reprodutiva estão:</p>
<ul>
<li>Aumento do intervalo entre partos;</li>
<li>Maior número de inseminações por gestação;</li>
<li>Aumento dos custos reprodutivos;</li>
<li>Redução da eficiência produtiva;</li>
<li>Maior risco de descarte involuntário;</li>
<li>Dificuldades na reposição do rebanho.</li>
</ul>
<p>Por isso, <strong>acompanhar os animais e analisar os resultados permite identificar os principais gargalos</strong> e realizar ajustes no manejo.</p>
<h2>Quais são as etapas do manejo reprodutivo?</h2>
<p>O manejo reprodutivo começa muito antes da inseminação. A saúde da vaca no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/">período de transição</a></strong>, sua recuperação após o parto, a condição corporal, o retorno à atividade reprodutiva e a capacidade da fazenda de identificar e inseminar os animais aptos são fatores que influenciam diretamente os resultados.</p>
<p>Por isso, é importante compreender cada etapa do processo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fisiologia-manejo-periodo-transicao?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-periodo-transicao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39653 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao.png" alt="E-book Período de transição de vacas leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Acompanhamento das vacas após o parto</h3>
<p>O período pós-parto exige atenção especial. Durante essa fase, a vaca passa por grandes alterações fisiológicas e metabólicas enquanto inicia uma nova lactação e precisa se recuperar do parto.</p>
<p>Problemas sanitários, metabólicos e nutricionais podem comprometer essa recuperação e atrasar o retorno à atividade reprodutiva.</p>
<p>Entre os fatores que devem ser acompanhados estão:</p>
<ul>
<li>Consumo de alimentos;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">Escore de condição corporal</a></strong>;</li>
<li>Ocorrência de doenças;</li>
<li>Recuperação do sistema reprodutivo;</li>
<li>Produção de leite;</li>
<li>Comportamento dos animais.</li>
</ul>
<p>Doenças e distúrbios metabólicos durante o período de transição podem ter consequências sobre a reprodução.</p>
<p>Por isso, a eficiência reprodutiva começa com um bom manejo das vacas antes e depois do parto.</p>
<h3>Período de espera voluntário</h3>
<p>Após o parto, a vaca precisa de um período para se recuperar antes de retornar ao manejo reprodutivo.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-espera-voluntario/"><strong>período de espera voluntário</strong></a> corresponde ao intervalo definido pela propriedade entre o parto e o momento em que o animal volta a ser considerado apto para receber uma inseminação.</p>
<p>Sua definição deve considerar as características do rebanho, os objetivos produtivos e a estratégia reprodutiva adotada.</p>
<p>Entretanto, o simples término desse período não significa que todas as vacas estejam automaticamente preparadas para a reprodução. A saúde, a condição corporal e a recuperação do animal também devem ser consideradas.</p>
<h3>Identificação dos animais aptos à reprodução</h3>
<p>Uma etapa fundamental do manejo é<strong> identificar corretamente quais animais estão disponíveis para reprodução</strong>.</p>
<p>Esse acompanhamento evita que vacas elegíveis permaneçam longos períodos sem receber uma inseminação.</p>
<p>Para isso, é importante manter registros atualizados sobre:</p>
<ul>
<li>Data do parto;</li>
<li>Período de espera voluntário;</li>
<li>Ocorrência de doenças;</li>
<li>Inseminações realizadas;</li>
<li>Resultados dos diagnósticos de gestação;</li>
<li>Histórico reprodutivo.</li>
</ul>
<p>Quanto melhor a qualidade das informações, maior a capacidade da propriedade de identificar problemas e tomar decisões.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-reprodutivo" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar o cio das vacas?</h2>
<p>A <strong>detecção de cio</strong> é uma das etapas mais importantes do manejo reprodutivo.</p>
<p>Quando uma vaca apta não é identificada e inseminada, perde-se uma oportunidade reprodutiva, o que pode aumentar o período necessário para que o animal se torne gestante.</p>
<p>Entre os sinais de cio que podem ser observados estão:</p>
<ul>
<li>Aceitação da monta;</li>
<li>Aumento da atividade;</li>
<li>Inquietação;</li>
<li>Alterações no comportamento;</li>
<li>Tentativa de montar outros animais;</li>
<li>Presença de muco vaginal.</li>
</ul>
<p>Entretanto, identificar o cio apenas por observação pode ser um desafio em algumas propriedades.</p>
<p>O tamanho do rebanho, a disponibilidade de mão de obra, o tempo dedicado à observação e até mesmo as condições ambientais podem influenciar a eficiência da detecção.</p>
<p>Por isso, tecnologias de monitoramento de atividade e protocolos reprodutivos podem fazer parte das estratégias utilizadas para melhorar os resultados.</p>
<h2>Quais estratégias reprodutivas podem ser utilizadas?</h2>
<p>A estratégia adotada depende das características e dos objetivos da propriedade.</p>
<p>Entre as principais possibilidades estão a inseminação artificial convencional, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/protocolos-iatf-na-pecuaria-leiteira/">inseminação artificial em tempo fixo (IATF)</a></strong>, protocolos de sincronização e outras biotecnologias reprodutivas.</p>
<h3>Inseminação artificial</h3>
<p>A <strong>inseminação artificial</strong> <strong>permite utilizar material genético de animais selecionados</strong> e pode contribuir para o melhoramento genético do rebanho.</p>
<p>Entretanto, seus resultados dependem de diferentes fatores, como a identificação adequada do cio, o momento da inseminação, a qualidade do sêmen e a execução correta da técnica.</p>
<h3>Inseminação artificial em tempo fixo</h3>
<p>A <strong>IATF utiliza protocolos hormonais para sincronizar o ciclo reprodutivo</strong> e permitir que os animais sejam inseminados em horários previamente definidos.</p>
<p>Uma das vantagens é reduzir a dependência exclusiva da detecção visual de cio.</p>
<p>Entretanto, a adoção da estratégia deve considerar as características do rebanho, os objetivos da propriedade e o planejamento reprodutivo.</p>
<p>Independentemente da técnica utilizada, os resultados devem ser acompanhados por meio de indicadores.</p>
<h2>Por que o diagnóstico de gestação é importante?</h2>
<p>O manejo reprodutivo não termina após a inseminação. É necessário identificar quais animais ficaram gestantes e quais precisam retornar ao programa reprodutivo.</p>
<p>O diagnóstico de gestação permite confirmar os resultados das inseminações e reduzir o tempo entre uma tentativa sem sucesso e uma nova oportunidade.</p>
<p>Quando vacas não gestantes permanecem por longos períodos sem serem identificadas, ocorre aumento dos dias em aberto e perda de eficiência.</p>
<p>Por isso, o diagnóstico deve fazer parte de uma rotina bem definida de acompanhamento do rebanho.</p>
<h2>Quais indicadores reprodutivos devem ser acompanhados?</h2>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">indicadores</a></strong> permitem transformar os registros da propriedade em informações úteis para a tomada de decisão.</p>
<p>Entre os principais indicadores reprodutivos estão:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/">Taxa de serviço</a></strong>;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/">Taxa de concepção</a></strong>;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade/">Taxa de prenhez</a></strong>;</li>
<li>Número de inseminações por gestação;</li>
<li>Dias em aberto;</li>
<li>Intervalo entre partos.</li>
</ul>
<p>Esses indicadores não devem ser analisados isoladamente.</p>
<p>Uma propriedade pode apresentar boa taxa de concepção, mas baixa eficiência reprodutiva se poucas vacas estiverem sendo inseminadas. Por outro lado, inseminar muitos animais não garante bons resultados quando a concepção está abaixo do esperado.</p>
<p>Por isso, a análise conjunta dos indicadores é fundamental para identificar os principais gargalos do manejo.</p>
<h2>Quais fatores afetam a eficiência reprodutiva?</h2>
<p>O desempenho reprodutivo é resultado da interação entre diferentes fatores.</p>
<p>Problemas aparentemente relacionados apenas à reprodução podem, na verdade, ter origem na nutrição, na saúde, no ambiente ou no manejo.</p>
<h3>Nutrição</h3>
<p>A nutrição exerce <strong>influência direta sobre a saúde e o desempenho reprodutivo</strong>.</p>
<p>Dietas inadequadas e alterações excessivas na condição corporal podem comprometer a recuperação pós-parto e o retorno à atividade reprodutiva.</p>
<p>Por isso, é importante acompanhar o consumo de alimentos, a condição corporal e o desempenho dos animais.</p>
<h3>Saúde</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/">Doenças</a></strong> no período de transição e no pós-parto podem comprometer os resultados reprodutivos. Problemas metabólicos, uterinos e outras alterações de saúde podem atrasar o retorno das vacas ao manejo reprodutivo.</p>
<p>O acompanhamento preventivo e a identificação precoce dos problemas ajudam a reduzir esses impactos.</p>
<h3>Estresse térmico</h3>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/">altas temperaturas</a></strong> podem comprometer diferentes etapas do processo reprodutivo. Entre os possíveis impactos estão a redução da expressão de cio, alterações na qualidade dos oócitos e queda nas taxas de concepção.</p>
<p>Por isso, estratégias de conforto térmico também devem fazer parte do planejamento reprodutivo.</p>
<h3>Falhas na detecção de cio</h3>
<p>Quando as vacas aptas não são identificadas e inseminadas, a taxa de serviço pode ser comprometida.</p>
<p>É importante avaliar se a estratégia utilizada pela propriedade é suficiente para o tamanho do rebanho e para o sistema de produção.</p>
<h3>Qualidade dos dados</h3>
<p>Não é possível realizar uma boa gestão reprodutiva sem informações confiáveis.</p>
<p>Registros incompletos ou incorretos dificultam a identificação dos animais aptos, a análise dos indicadores e a tomada de decisão.</p>
<p>Por isso, os dados devem ser registrados de forma padronizada e atualizados continuamente.</p>
<h2>Quais são os principais erros no manejo reprodutivo?</h2>
<p>Algumas falhas podem comprometer a eficiência do sistema mesmo quando a propriedade utiliza boas tecnologias reprodutivas.</p>
<p>Entre os principais erros estão:</p>
<ul>
<li>Não acompanhar adequadamente as vacas após o parto;</li>
<li>Considerar apenas o término do período de espera voluntário para liberar os animais;</li>
<li>Falhar na identificação das vacas aptas;</li>
<li>Apresentar baixa eficiência na detecção de cio;</li>
<li>Atrasar o diagnóstico de gestação;</li>
<li>Não acompanhar os indicadores;</li>
<li>Analisar os índices isoladamente;</li>
<li>Utilizar registros incompletos;</li>
<li>Realizar mudanças sem avaliar os resultados;</li>
<li>Não investigar as causas dos problemas.</li>
</ul>
<p>O acompanhamento contínuo permite identificar essas falhas e realizar ajustes antes que elas comprometam os resultados da propriedade.</p>
<h2>Manejo reprodutivo eficiente depende de planejamento e acompanhamento</h2>
<p>Melhorar a eficiência reprodutiva de um rebanho não significa apenas aumentar o número de inseminações ou utilizar novas tecnologias.</p>
<p>Os resultados dependem da capacidade da propriedade de acompanhar cada etapa do processo, identificar os principais gargalos e tomar decisões com base em informações confiáveis.</p>
<p>Saúde, nutrição, conforto, detecção de cio, estratégias reprodutivas, diagnóstico de gestação e indicadores devem ser analisados de forma integrada.</p>
<p>Quando o manejo é acompanhado continuamente, torna-se possível identificar problemas, definir prioridades e avaliar se as mudanças realizadas estão realmente melhorando os resultados.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre manejo reprodutivo de vacas leiteiras</h2>
<h3>O que é manejo reprodutivo de vacas leiteiras?</h3>
<p>É o conjunto de práticas utilizadas para acompanhar, planejar e melhorar o desempenho reprodutivo do rebanho.</p>
<h3>Quais são as principais etapas do manejo reprodutivo?</h3>
<p>As principais etapas incluem acompanhamento pós-parto, período de espera voluntário, identificação dos animais aptos, detecção de cio, inseminação, diagnóstico de gestação e análise dos indicadores.</p>
<h3>Como melhorar a eficiência reprodutiva do rebanho?</h3>
<p>É necessário identificar os principais gargalos da propriedade e melhorar aspectos como saúde, nutrição, detecção de cio, diagnóstico de gestação, qualidade dos registros e acompanhamento dos indicadores.</p>
<h3>Quais indicadores reprodutivos devem ser acompanhados?</h3>
<p>Taxa de serviço, taxa de concepção, taxa de prenhez, dias em aberto, intervalo entre partos e número de inseminações por gestação estão entre os principais.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio rentável e sustentável</h2>
<p>Muitos produtores focam apenas em aumentar a produção, mas esquecem que o verdadeiro diferencial está na gestão.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-reprodutivo" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você aprende a analisar custos, identificar desperdícios, planejar o futuro e tomar decisões que realmente elevam o lucro. Tudo com linguagem prática, voltada para a realidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=manejo-reprodutivo" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/">Manejo reprodutivo de vacas leiteiras: como melhorar a eficiência do rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Umbigo de bezerros: como tratar as principais enfermidades?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 14:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[feto]]></category>
		<category><![CDATA[hérnias]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[patologias]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[processos infecciosos]]></category>
		<category><![CDATA[umbigo]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4885</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante a vida fetal, o umbigo é a via de comunicação entre o feto e a mãe. Pelo cordão umbilical chega sangue materno, rico em nutrientes e oxigênio e, por ele, também são eliminados os catabólitos do feto. Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro perde totalmente a sua função, evolui rapidamente. Em poucos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/">Umbigo de bezerros: como tratar as principais enfermidades?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a vida fetal, o umbigo é a via de comunicação entre o feto e a mãe. Pelo cordão umbilical chega sangue materno, rico em nutrientes e oxigênio e, por ele, também são eliminados os catabólitos do feto.</p>
<p><strong>Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro perde totalmente a sua função, evolui rapidamente.</strong> Em poucos dias, as veias e artérias utilizadas na comunicação materno-fetal fecham-se. Paralelamente, os músculos dessa região também se unem, constituindo uma massa muscular.</p>
<p>Até que todo este processo se complete, o umbigo do bezerro é uma porta aberta para vários agentes causadores de diversas enfermidades.</p>
<p>Nesse período, caso o umbigo não seja adequadamente curado, pode infeccionar e provocar onfalite, impedindo a cicatrização e prolongando o tempo em que esta porta de comunicação permanece aberta, facilitando a ascendência de microrganismos. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" rel="noopener">cura do umbigo</a></strong> ganha mais importância na medida em que se consideram os aspectos sanitários gerais do rebanho.</p>
<p>Esse procedimento e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" rel="noopener">administração correta do colostro</a></strong> representam medidas indispensáveis que influenciarão diretamente na saúde do rebanho de qualquer criatório de gado bovino. Por esse motivo, deverão ser consideradas como medidas sanitárias prioritárias.</p>
<p>Além das enfermidades infecciosas, as hérnias, as neoplasias, os defeitos congênitos e as miíases também assumem grande importância no conjunto das onfalopatias dos bovinos. Por esta razão, deverão ser sempre consideradas ao estudar as enfermidades do umbigo do bezerro.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Anatomia do umbigo dos bezerros</h2>
<p><strong>O umbigo do bezerro consiste de três estruturas que sofrem alterações anatômicas e funcionais por ocasião do nascimento.</strong></p>
<ol>
<li>A veia umbilical dirige-se cranialmente em direção ao fígado;</li>
<li>As artérias umbilicais dirigem-se em sentido caudal para a artéria hipogástrica;</li>
<li>O úraco em direção à bexiga.</li>
</ol>
<p>No momento do parto, ocorrem transformações anatomofisiológicas, a partir da ruptura do cordão umbilical e retração das artérias e da veia.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Inicia-se assim a respiração autônoma, devido à falta das trocas gasosas placentárias e ao aumento da tensão de gás carbônico. Quando o parto é normal, a queda séptica e mumificação do umbigo se dão dentro de dez dias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44282 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros.webp" alt="Anatomia do umbigo do bezerro" width="550" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros.webp 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-300x164.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-370x202.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-270x147.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44283 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-1.webp" alt="Anatomia do umbigo dos bezerros" width="550" height="326" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-1.webp 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-1-300x178.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-1-370x219.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-1-270x160.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44284 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-2.webp" alt="Umbigo dos bezerros visto por dentro" width="550" height="539" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-2.webp 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-2-300x294.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-2-370x363.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-2-270x265.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-2-306x300.webp 306w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<h2>Patologias umbilicais</h2>
<p>Pode-se classificar as patologias umbilicais em não infecciosas e infecciosas e estas em extra e intra-abdominal. A extra-abdominal recebe o nome de onfalite e as intra-abdominais, de acordo com o segmento afetado.</p>
<h3>Processos não infecciosos</h3>
<h4>Hérnias</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44285 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-3.webp" alt="Hérnias presentes no umbigo do bezerro" width="370" height="205" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-3.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-3-300x166.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-3-270x150.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>Na região próxima ao umbigo, em consequência da saída de parte das vísceras através da abertura umbilical, anormalmente dilatada, pode-se produzir uma evasão do peritônio e partes externas da pele, traduzindo-se externamente por aumento de volume.</p>
<p>Partes do omento maior e eventualmente porções do intestino delgado podem ser facilmente repostas na cavidade abdominal por meio do anel herniário, exceto nas hérnias estranguladas.</p>
<p>As hérnias umbilicais, congênitas ou adquiridas, aparecem nos bezerros e demais animais domésticos. As pequenas hérnias umbilicais podem resolver-se espontaneamente, porém as hérnias umbilicais grandes ou estranguladas exigem correção cirúrgica. Quando forem adquiridas, podem estar relacionadas com traumatismos, principalmente coices, pisadas e ao transporte inadequado.</p>
<p>Este último é observado em propriedades rurais em que o vaqueiro tem o hábito de transportar o recém- nascido, do pasto para o curral, na cabeça das selas ou arreios, sem qualquer proteção.</p>
<h4>Fibromas e neoplasias</h4>
<p>Na cicatrização do umbigo, quando ocorrem aderências entre o anel umbilical, ligamentos e peritônio com as outras partes, geralmente se desenvolve um tecido conjuntivo que adquire consistência fibrosa, enrijecido, de aspecto irregular e tumoral.</p>
<p>Entre os vários fatores que podem provocar este quadro estão a cicatrização umbilical complicada, os traumatismos, o uso de substâncias ou produtos químicos, dentre outros.</p>
<p>Em casos de neoplasias malignas, o prognóstico é reservado, porém estas são raramente encontradas. Os fibromas e cicatrizes mal consolidadas, quando cirurgicamente corrigidos, são de bom prognóstico.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=umbigo" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<h4>Persistências e defeitos</h4>
<p>A conexão tubular entre a bexiga e o umbigo, que se mantém após o nascimento, é conhecida como úraco persistente.</p>
<p>Por ocasião do nascimento, com a ruptura do cordão umbilical, o úraco deve fechar-se e a urina será então eliminada pela uretra. Uma série de causas foi sugerida para explicar a incapacidade do úraco em evoluir completamente.</p>
<p>Algumas delas são o rompimento precoce do cordão umbilical, a inflamação, a infecção e a excessiva manipulação física do neonato. Nos bezerros, o úraco persistente é menos comum, mas pode levar à septicemia. Caso o úraco não se feche em até 24 horas após o nascimento, indica-se a ressecção cirúrgica para reduzir a probabilidade de septicemia.</p>
<p>O úraco persistente pode ser corrigido cirurgicamente por ligadura ou cauterização. Quando não for possível a realização da cirurgia, indica-se o uso parenteral de antibióticos de largo espectro e a cauterização com nitrato de prata ou iodo-lugol.</p>
<h4>Miíases (bicheiras)</h4>
<p>As miíases ocorrem em praticamente toda a região tropical e subtropical. Os ovos da mosca <i><span style="font-weight: 400;">Cochliomyia hominivorax</span></i> são depositados na periferia seca de qualquer ferimento.</p>
<p>Destes ovos eclodem larvas 11 horas após a postura. Elas penetram ativamente através da lesão, alimentam-se das secreções e tecidos vivos, crescem ocupando grande espaço subcutâneo e tornam-se adultas em quatro a sete dias.</p>
<p>Os ferimentos tomados por miíases caracterizam-se por discreto abaulamento em torno da abertura central, proporcionalmente pequena, deixando fluir uma secreção sero-sanguinolenta, que passa a purulenta alguns dias mais tarde.</p>
<p>O comprometimento do estado geral ocorre quando as miíases não são tratadas e ocorrem reinfestações. Pomadas, líquidos ou spray cicatrizantes acrescidos de inseticidas devem ser usados tanto preventiva como curativamente.</p>
<p>Em bezerros leiteiros, não é aconselhado aplicar ivermectina e seus similares no primeiro dia de vida. É possível observar em várias propriedades produtoras de leite, o aumento na mortalidade de bezerros, especialmente nos esquemas de manejo, em que é feita mais de uma aplicação, em intervalos curtos de tempo.</p>
<h3>Processos infecciosos</h3>
<p>As onfalopatias infecciosas dos bezerros são todos os processos infecciosos da região umbilical, podendo comprometer um ou vários vasos ou segmentos umbilicais da região extra ou intra-abdominal. Os processos inflamatórios do cordão umbilical, com ou sem herniação, são comuns em bezerros.</p>
<p>Em geral, há uma flora bacteriana mista, que inclui <i>E. coli,</i> <i>Proteus</i> sp., <i>Staphylococcus</i> sp., <i><span style="font-weight: 400;">Actinomyces Pyogenes</span></i><i>, Fusobacterium necrophorum, Pasteureila</i> sp., <i>Salmonella typhimurium</i> e até os agentes bacterianos da tuberculose.</p>
<p>São causas predisponentes dos processos infecciosos umbilicais:</p>
<ul>
<li>Constituição anatômica anômala;</li>
<li>Condições do parto;</li>
<li>Tamanho do cordão umbilical exposto;</li>
<li>Ambiente contaminado;</li>
<li>Bezerros prematuros;</li>
<li>Retardo da limpeza lingual por parte da mãe;</li>
<li>Tratamentos inadequados com soluções sujas ou contaminadas;</li>
<li>Manuseio do umbigo do bezerro por pessoas leigas;</li>
<li>Puxadas ou lambidas bruscas;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Traumas em quinas ou cantos dos bezerreiros.</span></li>
</ul>
<p>As infecções na região umbilical podem levar a muitas lesões intra-abdominais, bem como a celulite ou a abscedação externa à parede corporal. Elas resultam em inchaço doloroso e aumento de volume palpável dos vasos umbilicais. Pode ocorrer bacteremia com localização em articulações, meninges, olhos, endocárdio e artérias terminais dos pés, orelhas e cauda.</p>
<p>A septicemia resultante de bactérias, que ascendem a partir dos vasos umbilicais ou do úraco, constitui sempre uma ameaça. As complicações tardias envolvem, frequentemente, infecção dos resquícios uracais, disfunção vesical ou infecção recorrente do trato urinário.</p>
<p>A infecção crônica da veia umbilical pode causar abscedação hepática, enquanto a infecção da artéria umbilical pode causar infecção crônica que envolve a bexiga.</p>
<p>O ato cirúrgico muitas vezes complementa o diagnóstico, pois permite a visualização e correção de alterações que não foram diagnosticadas clinicamente. A ultrassonografia é um meio de diagnóstico eficiente na detecção das patologias do umbigo, especialmente na identificação das lesões do úraco, que é a estrutura umbilical mais comumente afetada.</p>
<p>O exame ultrassonográfico, a cirurgia e o exame <i>post mortem</i> constituem excelentes opções para a identificação de anormalidades das estruturas umbilicais. Entretanto, aderências intra-abdominais, observadas durante o ato cirúrgico, nem sempre são diagnosticadas por intermédio do exame ultrassonográfico.</p>
<h4>Onfalite</h4>
<p>Onfalite é a inflamação da porção externa do umbigo, sendo comum em bezerros com dois a cinco dias de idade e representam cerca de 10% dos problemas umbilicais destes animais. Podem ser agudas, flegmonosas, subagudas ou crônicas encapsuladas ou apostematosas, na maioria das vezes fistuladas, exsudando pus.</p>
<p>O umbigo do bezerro aumenta de volume, torna-se doloroso à palpação e pode estar obstruído ou drenando a secreção produzida por meio de uma pequena fístula. Acredita-se que o <i>C. pyogenes </i>seja o principal agente da onfalite, mas também são encontrados <i>Streptococcus, Staphylococcus, Pasteurella </i>e outros agentes.</p>
<p>Enquanto as infecções subcutâneas geralmente permanecem circunscritas, levando a formação de abscessos ou fístulas, os agentes, as toxinas ou os produtos metabólicos localizados nos vasos sanguíneos podem alcançar outros órgãos e desencadear poliartrites, endocardites, <a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bezerras-leiteiras/" rel="noopener"><strong>pneumonias</strong></a>, nefrites, acompanhadas de emagrecimento e desenvolvimento retardado.</p>
<h4>Onfaloflebite</h4>
<p>Onfaloflebite é o processo inflamatório da veia umbilical e da porção externa do umbigo. A sintomatologia clínica é caracterizada por um aumento de volume no umbigo, com a presença de exsudato, que pode estar ou não exteriorizado. Pode ocorrer dor abdominal e durante a evolução muitas vezes ocorre hepatite, peritonite ou abscesso hepático, devido à ligação que existe entre o sistema porta e o umbigo do recém-nascido.</p>
<p>Pode ser considerada a causa mais frequente de artrite séptica em bezerros, mas não deve ser considerada como a única rota de infecção das artrites hematogênicas.</p>
<p>É mais comum nos animais que não receberam o colostro, e a este respeito tem-se sugerido que a diminuição da acidez do estômago nestes animais, pode facilitar a passagem dos microrganismos, que seriam normalmente destruídos no trato gastrointestinal.</p>
<h4>Onfaloarterite</h4>
<p>Nas onfaloarterites, que são menos comuns, os abscessos surgem ao longo do trajeto das artérias umbilicais, desde o umbigo até as artérias ilíacas internas.</p>
<p>Os sinais clínicos são semelhantes aos da onfaloflebite: toxemia crônica, subdesenvolvimento e ausência de resposta à antibioticoterapia. O tratamento é a extirpação cirúrgica dos abscessos. As onfaloarterites levam, como consequência extrema da sua infecção ascendente, ao quadro de poliartrite.</p>
<h4>Uraquite</h4>
<p>Processo infeccioso intra-abdominal que acomete o úraco com ascendência à bexiga. A disseminação da infecção para a bexiga pode resultar em cistite e piúria.</p>
<p>O tratamento preferível também consiste em laparotomia exploratória e remoção cirúrgica dos abscessos. Acredita-se que o maior percentual de ocorrência das onfalopatias (40,4%) é representado pelas uraquites.</p>
<h4>Onfaloarterioflebite</h4>
<p>É um processo infeccioso de uma ou duas artérias, conjuntamente com a veia umbilical, ascendente à região abdominal.</p>
<h4>Onfalouracoflebite</h4>
<p>Esta patologia é um processo infeccioso do úraco e veia umbilical com ascendência intra-abdominal ao fígado e à bexiga e ocorre em 9% dos casos das patologias umbilicais. Nestes casos, também são encontradas e broncopneumonias, abscessos hepáticos, artrites e enterites concomitantemente à leucocitose.</p>
<h4>Onfalouracoarterite</h4>
<p>É um processo infeccioso do úraco e das artérias umbilicais, com ascendência intra-abdominal à bexiga e à artéria hipogástrica.</p>
<p>Pode ocorrer em 17% das infecções umbilicais e há, concomitantemente, broncopneumonia, lesão hepática, inflamação da bexiga, artrite e raramente enterite.</p>
<h4>Panvasculite umbilical</h4>
<p>Processo infeccioso de todo o complexo umbilical, comprometendo a veia, as artérias e o úraco. Acredita-se que pode ocorrer em 9% das onfalopatias e o quadro clínico varia de acordo com a patologia intra-abdominal e sua relação com os órgãos ascendentes.</p>
<h2>Infecções no umbigo dos bezerros</h2>
<p>O diagnóstico das infecções umbilicais tem sido baseado na história clínica e nos achados físicos e hematológicos.</p>
<p>Outros meios de diagnóstico envolvem radiografia abdominal, fistulografia e urografia excretora. A ultrassonografia tem sido utilizada para avaliar as estruturas umbilicais internas. A palpação da região umbilical é utilizada para investigar a existência de onfalite.</p>
<p>Os sinais clínicos são o aumento de volume e a consistência da região umbilical, sensibilidade ao toque e vasos umbilicais endurecidos e espessados em maior ou menor grau.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44286 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-4.webp" alt="Inflamação umbilical de bezerro" width="658" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-4.webp 658w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-4-300x144.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-4-370x177.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-bezerros-4-270x129.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 658px) 100vw, 658px" /></p>
<p>No caso de inflamação umbilical, deve-se proceder ainda a palpação da cavidade abdominal ventral, utilizando ambas as mãos, para pesquisar a ocorrência de cordões espessados e sensíveis.</p>
<p>Quando estes estiverem direcionados cranialmente, deve-se suspeitar de onfaloflebite e quando se posicionarem caudalmente, de onfaloarterite e uraquite.</p>
<h2>Quais os prejuízos econômicos?</h2>
<p>O prejuízo econômico causado pelas onfalopatias propriamente ditas, e também por aquelas enfermidades secundárias às lesões umbilicais, assumem papel fundamental em qualquer criatório bovino, seja ele leiteiro ou de corte.</p>
<p>Apesar da prevalência de infecções umbilicais nos rebanhos bovinos ser variável, <strong>a importância econômica é significativa, mas nem sempre é levada em consideração</strong>.</p>
<p>A perda econômica final do criatório com este tipo de problema é obtida pelo somatório dos prejuízos decorrentes dos óbitos, dos custos com medicamentos e assistência veterinária, do retardo no crescimento e da depreciação da carcaça.</p>
<p>Um estudo com objetivo de determinar os impactos das infecções e hérnias umbilicais sobre o ganho de peso corporal e a altura de novilhas criadas em fazendas leiteiras comerciais foi realizado por um período de três meses. O diagnóstico das infecções e hérnias umbilicais foi determinado pela inspeção e palpação da região umbilical.</p>
<p>Os resultados mostraram que durante o terceiro mês de vida, as infecções umbilicais reduziram o ganho médio diário em 96 gramas e o ganho de peso corporal ao final do período em 2,5 kg.</p>
<p>Houve também uma redução no crescimento de 0,7 cm. Os efeitos das hérnias umbilicais sobre o crescimento não foram significativos. Concluiu-se que a prevenção das infecções umbilicais pode melhorar o ganho médio diário de novilhas.</p>
<h2>Profilaxia das enfermidades umbilicais</h2>
<p>Recomenda-se o corte e a ligadura somente dos cordões umbilicais muito compridos (acima de 10 cm), reduzindo-o para dois centímetros. Em seguida o umbigo deve ser mergulhado, por 30 segundos, em uma solução de álcool iodado a 5%. Este procedimento deve ser repetido por mais três ou quatro dias. A mesma solução pode ser usada em mais de um bezerro, porém ao final do dia deve ser desprezada.</p>
<p>O produto deve ser aplicado sob a forma de imersão para permitir a entrada da solução desinfetante na “luz” do coto umbilical e não somente na parede externa do mesmo.</p>
<p>Lucci (1989), recomenda a desinfecção por emborcação de um vidro âmbar de boca larga, com solução de iodo, constituída por iodo puro, éter sulfúrico e álcool na proporção de 15:10:100. Inspeção diária e uso de spray com antissépticos e repelentes até que o umbigo caia.</p>
<p>Figueirêdo (1999) indica a embebição no iodo (álcool iodado a 10%) antes do corte (20 segundos) e novamente após o corte (1 minuto). Esta prática deve ser repetida duas vezes ao dia, até o terceiro dia e diariamente, até o oitavo dia.</p>
<h2>Como fazer o tratamento do umbigo do bezerro?</h2>
<p><strong>Para as infecções umbilicais dos bezerros, é necessário um tratamento geral e outro local.</strong></p>
<p>O umbigo e zonas adjacentes devem ser limpos e desinfectados exaustivamente, o tecido necrosado eliminado e os trombos retirados com cuidado. Os abscessos serão abertos e esvaziados por completo. Na abertura umbilical podem ser colocados preparados antibióticos ou quimioterápicos, nas formas de suspensões, pomadas ou pós.</p>
<p><strong>O tratamento geral pode ser realizado com altas doses de penicilina, sulfonamidas, oxitetraciclinas ou enrofloxacina.</strong> As correções cirúrgicas das hérnias umbilicais e as ressecções de estruturas umbilicais infeccionadas são procedimentos comumente utilizados em bovinos.</p>
<p>Para os fibromas umbilicais, o que se recomenda é um tratamento local, que pode ser somente paliativo, ou um procedimento definitivo, com a remoção total por meio do ato cirúrgico corretivo, sem a abertura do abdômen.</p>
<p>Para determinar a melhor forma de tratamento das hérnias, deve-se levar em consideração o tamanho do saco herniário, a largura do orifício herniário, a natureza do conteúdo, a aderência do mesmo ao saco interno e o encarceramento. O tratamento cirúrgico deve ser instituído após ter a certeza de que a resolução espontânea ou métodos não-cirúrgicos não serão suficientes para solucionar o problema.</p>
<p>Esta observação é válida somente para as hérnias com pequeno anel. Outro fator que o cirurgião deve sempre considerar é a possível hereditariedade das hérnias.</p>
<p>A técnica cirúrgica consiste em uma incisão elíptica, reposição do conteúdo herniário e fechamento das bordas do anel. A redução pode ser feita com o saco herniário fechado e, nos casos de presença de aderências, após a sua abertura. Na primeira situação as chances de contaminação bacteriana da cavidade abdominal são menores, porém o risco de recidiva é maior.</p>
<p>No segundo caso, ocorre o contrário: diminuem as recidivas, porém aumentam as possibilidades de peritonite. Para a oclusão do anel herniário deve-se utilizar sutura em jaquetão, somada à invaginação das aponeuroses dos músculos abdominais, através de pontos simples separados e fio não absorvível ou categute cromado.</p>
<p>Em hérnias recidivadas o uso de suturas simples com fio de algodão três zeros, com pontos de relaxamento tem apresentado bons resultados.</p>
<p>De modo geral, o tratamento para as onfalites consiste em exploração e excisões cirúrgicas, podendo ser necessário manter um canal para drenagem temporária. O tratamento precoce, com antibióticos e cuidados auxiliares, pode permitir a resolução antes do desenvolvimento da abscedação e distensão do úraco ou da veia e artérias umbilicais. A exploração intra-abdominal é recomendada para avaliar uma possível extensão interna da infecção.</p>
<h2>Cuidados desde a cria para garantir produtividade no futuro</h2>
<p>O manejo correto do umbigo é fundamental para prevenir infecções, garantir o desenvolvimento saudável das bezerras e assegurar uma futura produção de leite de alta performance.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=umbigo" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende estratégias de manejo, nutrição e sanidade que acompanham o rebanho desde o nascimento até o pico produtivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=umbigo" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p>Texto produzido por Equipe Leite Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/">Umbigo de bezerros: como tratar as principais enfermidades?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>9</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dieta para vacas leiteiras: como formular e melhorar os resultados do rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 14:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiamento]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[silagem]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4714</guid>

					<description><![CDATA[<p>A alimentação está entre os principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira e influencia diretamente a produtividade, a saúde, a reprodução e os resultados econômicos da fazenda. Por isso, formular uma dieta para vacas leiteiras vai muito além de definir quais alimentos serão fornecidos ou utilizar uma combinação pronta de ingredientes. É necessário [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">Dieta para vacas leiteiras: como formular e melhorar os resultados do rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A alimentação está entre os principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira e influencia diretamente a produtividade, a saúde, a reprodução e os resultados econômicos da fazenda. Por isso, <strong>formular uma dieta para vacas leiteiras vai muito além de definir quais alimentos serão fornecidos</strong> ou utilizar uma combinação pronta de ingredientes.</p>
<p>É necessário conhecer as exigências nutricionais dos animais, avaliar a composição dos alimentos disponíveis, considerar o consumo esperado e buscar um equilíbrio entre desempenho produtivo e viabilidade econômica.</p>
<p>Além disso, a dieta formulada precisa ser <strong>corretamente preparada, fornecida e efetivamente consumida</strong> pelos animais.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá os principais fatores que devem ser considerados na formulação de dietas para vacas leiteiras e como utilizar a nutrição para melhorar os resultados do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7",
    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Como formular dieta para vacas leiteiras?</h2>
<p>Como primeiro e essencial ponto, <strong>é preciso conhecer de perto o rebanho e a fazenda</strong>. Genética e ambiente irão afetar diretamente o resultado da alimentação. Os alimentos volumosos disponíveis na propriedade deverão ser analisados visualmente e por análises laboratoriais para saber como ele  poderá ser utilizado na composição da dieta.</p>
<p>As exigências nutricionais de cada categoria deverão ser atendidas de modo a promover a manutenção e alcance de metas. Por exemplo, a categoria novilhas deverá alcançar determinado peso e tamanho para atingir a meta de entrar em reprodução com a idade correta, normalmente, de forma precoce.</p>
<p>As vacas, além de produzirem leite, devem se reproduzir de forma adequada, tendo o seu balanço energético adequado para tanto. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" rel="noopener">Vacas em período de transição</a></strong>, por exemplo, necessitam de um manejo nutricional específico, que deve ser atendido com atenção.</p>
<p>O responsável pela nutrição de um rebanho deverá ter conhecimentos sobre os alimentos e seus valores nutricionais. O entendimento de um alimento passa também pela função que o mesmo exercerá no organismo do animal.</p>
<p>Para tanto, algumas perguntas simples podem ser feitas:</p>
<ul>
<li>Ele irá promover ruminação?</li>
<li>Será benéfico para a microbiota desejável do rúmen, aquela que gera mais energia e proteína?</li>
<li>O alimento será degradado no rúmen ou chegará intacto ao intestino?</li>
<li>Ao chegar ao intestino ele será utilizado pelo animal ou nem será absorvido, sendo perdido nas fezes?</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44260 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros.webp" alt="Homem segurando fibra para dieta de bovinos leiteiros" width="586" height="444" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros.webp 586w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-300x227.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-370x280.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-270x205.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /></p>
<p>Um nutricionista conhece bem a composição dos alimentos e também a forma como deverá ser oferecido, como por exemplo, o tamanho da fibra.</p>
<p>Por fim, um consultor em nutrição, tendo o conhecimento de que a alimentação é o item de maior custo dentro do sistema de produção de leite, deverá estar sempre atento aos preços de insumos, buscando uma dieta que tenha como resultado a lucratividade.</p>
<p>É importante ressaltar que, na maioria das vezes, <strong>uma dieta de mínimo custo, não é aquela de máxima eficiência!</strong></p>
<p>Outro ponto bastante importante quando se considera a nutrição animal é a certeza de que dieta formulada será realmente consumida pelo animal. Devemos sempre considerar que, em uma fazenda, na verdade, <strong>existem ao menos três dietas diferentes para bovinos leiteiros</strong>:</p>
<ol>
<li>A dieta que o nutricionista formulou com o auxílio do computador;</li>
<li>A dieta que o tratador entendeu que é a correta ou que tem capacidade de preparar;</li>
<li>A dieta, a que a vaca consome, com o todo o seu poder de seleção e capacidade de alimentação.</li>
</ol>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os aspectos afetados por uma nutrição inadequada dos bovinos leiteiros?</h2>
<h3>Baixa produtividade</h3>
<p>A produção de leite começa pela boca da vaca. É a alimentação oferecida, juntamente com a <strong>genética</strong> e o ambiente, que promoverá uma boa produção.</p>
<p>Uma nutrição inadequada pode, muitas vezes, não estar especificamente ocasionando baixas produtividades, <strong>mas impedindo o animal de expressar todo o seu potencial produtivo.</strong></p>
<p>As exigências nutricionais de bovinos leiteiros variam de acordo com:</p>
<ul>
<li>Categoria – bezerras, novilhas, vacas secas, vacas em lactação;</li>
<li>Fase de lactação;</li>
<li>Nível de produção;</li>
<li>Idade da vaca;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">Condição corporal</a></strong>.</li>
</ul>
<p>O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. <strong>Vacas no início da lactação produzem mais</strong> e, portanto, necessitam de <strong>melhor aporte nutricional</strong>, por exemplo.</p>
<p>Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" rel="noopener">curva de lactação</a></strong>. O não atendimento das necessidades específicas de cada fase pode prejudicar o potencial produtivo de cada uma delas ou, até mesmo, encurtar a persistência da lactação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44261 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1.webp" alt="Curva de lactação da dieta para bovinos leiteiros" width="600" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1.webp 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-300x192.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-370x236.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-270x172.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-1-470x300.webp 470w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Curva de lactação / Fonte: Ideagri</span></p>
<p>A idade do animal influencia as exigências alimentares na medida em que o nível de produção e as necessidades de mantença e desenvolvimento variam sob esse aspecto. Por exemplo, animais reprodutivamente precoces, que continuam em crescimento durante uma ou duas lactações, devem receber alimentos com qualidades superiores àqueles que estão em função apenas da produção de leite.</p>
<p>Um bom plano nutricional deve respeitar não só a produção, mas também o desenvolvimento corporal do animal.</p>
<p>Um nutricionista sabe que a recuperação da condição corporal de uma vaca acontece no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" rel="noopener">pós-parto</a></strong>, mas não no período de balanço energético negativo, onde se deve focar em não permitir perda de peso.</p>
<p>Correr atrás do prejuízo na fase final da gestação, não só não oferece resultados para a vaca, como favorece a ocorrência de doenças metabólicas no pós-parto imediato. Então, <strong>qual a composição e quantidade devem ser fornecidas ao animal em cada fase?</strong> Consulte um nutricionista!</p>
<p>Um custo maior com a alimentação pode se transformar num lucro maior ainda, trazendo um resultado final positivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=dieta-bovinos" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<h3>Doenças nutricionais</h3>
<p>Uma grande parte das doenças enfrentadas por rebanhos leiteiros vêm, não de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" rel="noopener">problemas sanitários</a></strong>, mas de um plano nutricional deficiente.</p>
<p>Você já ouviu falar de acidose? Sofre com problemas de casco no rebanho? Já viu muita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" rel="noopener">retenção de placenta</a></strong> e infecção uterina? E a mastite? <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desafios-do-deslocamento-de-abomaso/">Deslocamento de abomaso</a></strong>?</p>
<p>A maior parte dos produtores de leite tecnificados conhece de perto ou se preocupa com todos esses problemas. A questão é: em que nível acontecem.</p>
<p>Uma <strong>elevada incidência dessas doenças</strong> em uma propriedade leiteira significa, <strong>não apenas um animal doente, mas uma fazenda doente</strong>, que necessita de melhor atenção na dieta e manejo nutricional.</p>
<p>Segundo o médico veterinário Bolivar Nóbrega de Faria, doutor em ciência animal, <strong>a nutrição é tão importante que o veterinário clínico está tendo que se especializar no assunto</strong>, trabalhando com o que se chama medicina de produção.</p>
<p><em>“A produção depende diretamente da nutrição e é ela que move a fazenda, desde a venda de leite até a comercialização de animais saudáveis. Falando em saúde, a maior parte das doenças na bovinocultura de leite moderna tem um fundo ou predisposição nutricional. Outro ponto importante é a reprodução, uma das maiores causas de descarte de animais. Se não houver um trabalho conjunto de nutrição e reprodução os índices reprodutivos serão baixos”.</em></p>
<h2>Relação concentrado x volumoso</h2>
<p>Relações entre concentrado e volumoso inadequadas são comuns nos rebanhos brasileiros. Um balanceamento incorreto entre fibra fisicamente efetiva e carboidratos não fibrosos é capaz de gerar um ciclo vicioso de enfermidades ligadas entre si.</p>
<p>É até desejável um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" rel="noopener">pH ruminal ligeiramente ácido</a></strong> (respeitando o limite de 5,5) para maximizar a produção de leite de bovinos leiteiros, porque a digestibilidade da dieta e o rendimento da proteína microbiana produzida no rúmen são maximizados quando dietas altamente fermentáveis (concentrados) são consumidas.</p>
<p>Com a diminuição exagerada do pH ruminal, entretanto, há redução do apetite, da motilidade ruminal, da produção microbiana e da digestão da fibra.</p>
<p>O fornecimento excessivo de concentrados pode acarretar a chamada <strong>acidose subclínica</strong>. A etiologia da doença é explicada pelo aumento, ocasionado pelos alimentos altamente fermentáveis, dos níveis de ácidos no rúmen. Esses casos crônicos da doença podem apresentar como sintomas diarreia em parte do rebanho, diminuição dos movimentos gastrointestinais, diminuição na gordura do leite, laminite e úlcera de sola.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2.webp" alt="Úlcera de sola" width="587" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2.webp 587w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-300x224.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-370x277.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-270x202.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/dieta-bovinos-leiteiros-2-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 587px) 100vw, 587px" /><span style="font-size: 10pt;">Úlcera de sola – problemas de casco podem ser decorrentes de erros no manejo nutricional, e não somente um problema de instalações</span></p>
<p>A diminuição dos movimentos gastrointestinais, levando à hipomotilidade do abomaso, relaciona a incidência de acidose ruminal à ocorrência de <strong>deslocamento de abomaso</strong>. É importante frisar que a etiologia do deslocamento de abomaso é multifatorial, sendo esse um dos fatores predisponentes da doença.</p>
<p>Os <strong>sintomas apresentados por um animal com deslocamento de abomaso</strong> à esquerda, normalmente, são apetite diminuído e seletivo, desidratação moderada a severa e grande queda na produção de leite. É facilmente diagnosticado e sua correção é cirúrgica.</p>
<p>O prejuízo fica a cargo dos custos com o tratamento, queda na produção, descartes involuntários de animais e até mesmo morte</p>
<p>Apesar de os altos níveis de concentrados nas dietas causarem diversas enfermidades nos bovinos leiteiros, o contrário também pode levar a uma enfermidade chamada <a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/"><strong>cetose</strong></a>.</p>
<p>Vacas com alta demanda de energia, como as do lote de pós-parto imediato, irão mobilizar seus depósitos de gordura corporal para atender à demanda de produção de leite não suprida por uma dieta pobre em energia e rica em fibra.</p>
<p>Os sintomas incluem depressão, rápida perda de peso, queda na produção, constipação, fezes cobertas com muco, entre outros. Geralmente comem feno ou outra forragem, mas recusam-se a comer concentrados.</p>
<h2>O valor do nutricionista na formulação de dieta para vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Quanto vale uma vaca produtiva e saudável?</li>
<li>Qual o prejuízo no descarte de um animal prematuramente?</li>
<li>Quanto vale uma novilha chegando à idade correta à puberdade?</li>
<li>Quanto custa o tratamento de todo o rebanho com problemas nos cascos?</li>
<li>Quanto vale uma bezerra saudável e desmamada mais cedo?</li>
<li>Quanto custa o investimento em um insumo de qualidade que não deu o resultado esperado?</li>
</ul>
<p>Valores alcançados somados ao menor custo com os itens citados e outros inúmeros não mencionados são iguais ao resultado do trabalho de um bom nutricionista. Entende-se por resultado, não só o financeiro, mas também a <strong>satisfação do produtor com um dia a dia onde é possível focar mais no trabalho e menos em problemas</strong>.</p>
<p>Um bom nutricionista é de grande auxílio ao produtor, principalmente em épocas como a que estamos vivendo hoje, <strong>de alta de insumos</strong>, como o milho e a soja.</p>
<p>Esses profissionais podem apresentar estratégias nutricionais que mantenham uma boa produtividade, otimizem os custos e elevem a margem de lucro do negócio.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre dietas para vacas leiteiras</h2>
<h3>Como formular uma dieta para vacas leiteiras?</h3>
<p>A formulação deve considerar as características dos animais, as exigências nutricionais, o consumo de matéria seca, a composição dos alimentos, o equilíbrio da dieta e os objetivos produtivos e econômicos da propriedade.</p>
<h3>Quais nutrientes uma vaca leiteira precisa?</h3>
<p>A dieta deve fornecer energia, proteínas, fibras, minerais, vitaminas e água em quantidades adequadas às exigências dos animais.</p>
<h3>Qual é a melhor dieta para vacas leiteiras?</h3>
<p>Não existe uma única dieta ideal para todos os rebanhos. A formulação depende das características dos animais, dos alimentos disponíveis, do sistema de produção e dos objetivos da fazenda.</p>
<h3>Qual é a proporção ideal de volumoso e concentrado?</h3>
<p>Não existe uma proporção universal. A relação depende das exigências dos animais, da qualidade dos alimentos, do consumo e das características nutricionais da dieta.</p>
<h3>Por que analisar os alimentos antes de formular a dieta?</h3>
<p>Porque a composição nutricional dos ingredientes pode variar. As análises ajudam a conhecer melhor os alimentos e aumentam a precisão da formulação.</p>
<h3>Como saber se a dieta está funcionando?</h3>
<p>É necessário acompanhar indicadores como consumo, produção e composição do leite, condição corporal, saúde, eficiência alimentar e resultados econômicos.</p>
<h3>Por que a vaca pode consumir uma dieta diferente da formulada?</h3>
<p>Erros no preparo, variação dos ingredientes, mistura inadequada e seleção dos alimentos podem fazer com que a dieta efetivamente consumida seja diferente daquela planejada.</p>
<h2>Da formulação de dietas à gestão completa de fazendas: domine a pecuária leiteira</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=dieta-bovinos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro vai muito além da nutrição: prepara você para tomar decisões assertivas em todas as áreas da fazenda, com base em números, indicadores técnicos e ferramentas práticas aplicadas no campo.</p>
<p>Aprenda com especialistas que atuam diariamente na pecuária leiteira e leve para a sua carreira e para a sua fazenda estratégias que aumentam a produtividade e o lucro.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=dieta-bovinos" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">Dieta para vacas leiteiras: como formular e melhorar os resultados do rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tristeza parasitária bovina: qual a melhor forma de atuar contra essa doença?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 18:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[inoculação]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[TPB]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.rehagro.xyz/?p=4324</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tristeza parasitária bovina (TPB) é formada por um complexo de doenças hemolíticas que possuem agentes etiológicos diferentes, porém com sinais clínicos parecidos. Dentre elas estão a anaplasmose e a babesiose, sendo estas doenças ocasionadas pelas riquétsias e por protozoários, respectivamente. No Brasil, Anaplasma marginale, Babesia bovis e Babesia bigemina são os principais patógenos envolvidos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/">Tristeza parasitária bovina: qual a melhor forma de atuar contra essa doença?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A tristeza parasitária bovina (TPB)</strong> é formada por um complexo de doenças hemolíticas que possuem agentes etiológicos diferentes, porém com sinais clínicos parecidos.</p>
<p>Dentre elas estão a anaplasmose e a babesiose, sendo estas doenças ocasionadas pelas riquétsias e por protozoários, respectivamente.</p>
<p>No Brasil, <i>Anaplasma marginale, Babesia bovis</i> e <i>Babesia bigemina</i> são os principais patógenos envolvidos no complexo da TPB. Os prejuízos ocasionados pela tristeza parasitária bovina são altamente significativos, principalmente nas regiões endêmicas de sua ocorrência.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Transmissão da tristeza parasitária bovina</h2>
<p>Tanto a anaplasmose quanto a babesiose podem ser transmitidas através do uso de fômites contaminados (agulha, bisturi etc.).</p>
<p>O agente <i>Anaplasma marginale </i>ainda pode ser transmitido via picada de insetos hematófagos, como moscas e mutucas, e a <i>Babesia sp.</i> pode ser veiculada via repasto sanguíneo de carrapatos infectados.</p>
<p>O carrapato representa um importante vetor da doença, principalmente da babesiose. As fêmeas do carrapato fixadas na epiderme dos bovinos se ingurgitam de sangue, ingerindo com ele o parasito.</p>
<p>Após completar o ciclo de vida parasitária, o carrapato abandona o hospedeiro e inicia a ovoposição no solo das pastagens, transmitindo à sua descendência os parasitos com os quais se infectou. A reconhecida transmissão efetiva de <i>B. bovis</i> se dará, portanto, pelas formas larvares do carrapato originada de teleóginas infectadas, e a <i>B. bigemina</i>, por ter um ciclo mais longo, será transmitida a partir do estágio de ninfa, até parte do estágio adulto do carrapato.</p>
<p>Vale ressaltar que o clima tropical/subtropical do Brasil é favorável à disseminação dos principais vetores do complexo da tristeza parasitária bovina.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Ocorrência da tristeza parasitária bovina e fatores predisponentes</h2>
<p>A tristeza parasitária bovina pode ocorrer em qualquer fase da vida dos animais. No entanto, dados de campo do Rehagro envolvendo 15.940 casos clínicos demonstram que o período crítico para ocorrência da tristeza parasitária bovina em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" rel="noopener">bezerras leiteiras</a></strong> se encontra entre <strong>100 e 170 dias</strong> (3 a 6 meses de vida, aproximadamente).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44207 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-1.webp" alt="Gráfico mostrando dados de quando ocorre a TPB em bezerras" width="703" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-1.webp 703w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-1-300x172.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-1-370x212.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-1-270x155.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 703px) 100vw, 703px" /><span style="font-size: 10pt;">Número de casos de TPB em bezerros leiteiros de acordo com a idade. Fonte: Rehagro Consultoria</span></p>
<p>Em regiões onde há flutuações periódicas na população de vetores devido às condições climáticas juntamente a estratégias inadequadas de controle contra ectoparasitas, os animais infectados tendem a apresentar mais casos com sintomatologia clínica aguda. Essa situação de desequilíbrio vetorial é chamada de instabilidade enzoótica.</p>
<p>A outra situação ocorre nas áreas endêmicas, onde a população de vetores está presente durante o ano todo. Nestas regiões, os animais apresentam maior resistência à infecção, pois desenvolvem certa imunidade nos primeiros meses de vida ao serem infectados quando ainda estão protegidos pelos anticorpos colostrais. Esta situação caracteriza áreas de estabilidade enzoótica, onde não são esperados surtos, nem altas taxas de mortalidade pela doença.</p>
<p>Outros fatores são predisponentes para o desenvolvimento do complexo da tristeza parasitária bovina, como falhas na transmissão da imunidade passiva (TIP), ocorrência de doenças concomitantes, instalações em condições sanitárias precárias, alta densidade animal, lotes sem divisão por faixa etária, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" rel="noopener">nutrição inadequada</a></strong>, etc.</p>
<p>Todos estes fatores (isolados ou associados) reduzem as defesas imunológicas e aumentam os riscos dos animais contraírem a TPB, podendo até mesmo aumentar a gravidade da doença.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=tristeza-parasitaria" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<h2>Características de Babesiose e Anaplasmose</h2>
<p>A patogenia da <i>Babesia</i> nos bovinos está ligada à espécie (sendo <i>B. bovis</i> mais patogênica que a <i>B. bigemina</i>), cepa, taxa de inoculação, idade do animal, fatores de estresse. A babesiose tem um período de incubação de sete a vinte dias.</p>
<p>Quando um animal se torna infectado, ocorre uma multiplicação dos protozoários nas hemácias, levando-as à destruição por meio da lise celular. Desta forma, ocorre o desenvolvimento de hemólise grave levando a sinais clinicamente detectáveis.</p>
<p>Os mecanismos da patogenia da <i>A. marginale</i> provocam alterações na membrana celular das hemácias parasitadas. Essas alterações induzem à produção de anticorpos contra estas células e também contra as hemácias não parasitadas, que são retiradas da corrente sanguínea pelas células do sistema de defesa do animal, chamado sistema monocítico-fagocitário (SMF).</p>
<p>O período de incubação da <i>A.marginale</i> é variável de duas a quatro semanas, ou mais, pois depende da sensibilidade do hospedeiro e da quantidade de parasitas no sangue. Se houver inoculação com sangue contaminado o período pode ser de uma ou duas semanas, até cinco semanas.</p>
<h2>Quais são os sinais clínicos da tristeza parasitária bovina?</h2>
<p>Os <strong>sinais clássicos</strong> da doença incluem:</p>
<ul>
<li>Febre (temperatura retal igual ou superior a 39,3°C);</li>
<li>Letargia;</li>
<li>Apatia;</li>
<li>Alteração na coloração das mucosas (ictéricas, pálidas e/ou com presença de petéquias);</li>
<li>Desidratação;</li>
<li>Corrimento lacrimal;</li>
<li>Perda de apetite.</li>
</ul>
<p>Casos graves de anemia podem ser acompanhados de aumento nas frequências respiratória e cardíaca.</p>
<p>Animais que são infectados com <i>B. bovis</i> podem apresentar babesiose cerebral, que se manifesta por sinais neurológicos de incoordenação, paralisia e convulsões.</p>
<h2>Diagnóstico da tristeza parasitária bovina</h2>
<p>Atualmente o exame de esfregaço sanguíneo consiste no método mais assertivo para o diagnóstico da TPB. A associação da aferição da temperatura retal e do monitoramento clínico com exame do esfregaço sanguíneo possibilita a identificação precoce dos animais infectados.</p>
<p>O ideal é que a aferição da temperatura retal seja adotada como exame de triagem dos animais, e, sendo assim, aqueles que apresentarem hipertermia (&gt; 39,3°C) devem ser submetidos ao exame de esfregaço sanguíneo. A vantagem do esfregaço sanguíneo está na capacidade de diagnosticar a doença logo no seu início, direcionando o tratamento para o agente específico que está causando a doença.</p>
<p>Devido ao fato de a <strong>tristeza parasitária bovina</strong> ser caracterizada por quadros de anemia ocasionada pelos agentes etiológicos, o acompanhamento do hematócrito (Ht) – ou volume globular (VG) – dos animais permite conhecer o grau da anemia instaurada.</p>
<p>Diferente do esfregaço sanguíneo que é capaz de identificar a TPB logo no início, o exame de hematócrito geralmente indicará a gravidade do quadro algum tempo após a infecção, visto a necessidade dos agentes se instalarem primeiramente no organismo e só assim iniciarem a destruição dos glóbulos vermelhos ocasionando anemia.</p>
<p>A realização do exame de hematócrito consiste em um parâmetro extremamente importante para definição dos animais que necessitam repor o déficit de sangue através da transfusão sanguínea.</p>
<p>Um dos pontos que dificulta a adoção dos exames de esfregaço sanguíneo e hematócrito como formas de monitoramento da TPB nas propriedades é a necessidade de aquisição de equipamentos específicos, além da presença de mão de obra capacitada. Entretanto, ambos os exames representam as formas mais confiáveis para o diagnóstico e a condução dos casos clínicos da doença.</p>
<p>Já a palidez das mucosas oculares, vulvar, gengivais é o sinal clínico perceptível da doença, porém após o pico da parasitemia. Ou seja, o ponto mais baixo do hematócrito é após o pico da parasitemia, sendo percebida tardiamente.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44208 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina.webp" alt="Sinais clássicos da TPB em bezerras leiteiras" width="623" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina.webp 623w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-300x230.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-370x283.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-270x207.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tristeza-parasitaria-bovina-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /><span style="font-size: 10pt;">Sinais clássicos da TPB em bezerras leiteiras: mucosas ocular e vulvar anêmicas e anorexia. Fonte: Rehagro consultoria</span></p>
<h2>Controle e prevenção da tristeza parasitária bovina</h2>
<p>A prevenção e o controle dos casos de TPB é feita através da adoção de pontos básicos, como:</p>
<ul>
<li>Controle dos vetores (carrapatos e moscas hematófagas);</li>
<li>Garantia de eficiência na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" rel="noopener">colostragem</a></strong> e no processo de TIP;</li>
<li>Proibição ao uso compartilhado de instrumentais perfuro-cortantes entre os animais.</li>
</ul>
<p>É necessário fazer um programa adequado de vacinação dos animais do rebanho para evitar doenças concomitantes com a TPB, fornecer <a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" rel="noopener"><strong>dieta com qualidade</strong></a> e regularidade, detectar de forma precoce a doença e fazer o tratamento eficaz.</p>
<p>O tratamento para babesiose pode ser feito com diaceturato de diminazeno na dose de 3,5 a 7 mg/ kg ou imidocarb na dose de 1 a 3 mg/kg. Não se deve utilizar imidocarb em animais debilitados devido ao risco de intoxicação.</p>
<p>Já o tratamento de anaplasmose pode ser feito através de imidocarb – 1 a 3mg/kg ou tetraciclinas – 8 a 11 mg/kg ou tetraciclinas de ação prolongada (LA) – 20 a 30 mg/kg ou enrofloxacino – 7,5 mg/kg.</p>
<p>Independente da enfermidade, a hidratação do animal é extremamente importante para o restabelecimento das condições eletrolíticas. Para os animais que se encontram em decúbito e desidratados, o ideal é realizar terapia intravenosa inicialmente para auxiliar no retorno à posição na estação. Já aqueles animais que se estão desidratados, mas em pé, pode-se realizar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/soro-para-bezerros-e-seus-beneficios/" rel="noopener">hidratação via oral</a></strong> com auxílio de sonda esofágica.</p>
<p>Casos onde o hematócrito se encontra abaixo de 12% e/ou a clínica do animal está desfavorável, recomenda-se realizar transfusão sanguínea na dose de 10 mL de sangue/kg.</p>
<p>Vale ressaltar que o animal doador de sangue deve ser examinado previamente quanto à presença ou não de TPB, coletando o seu sangue somente em casos negativos. Animais que são submetidos a mais de uma transfusão sanguínea possuem maior risco de desenvolverem reações hemolíticas, e, por isso, podem necessitar de terapia com corticoides.</p>
<h2>Considerações finais sobre a TPB</h2>
<p>Devemos ter foco basicamente em <strong>três pilares determinantes para a ocorrência da doença:</strong></p>
<ol>
<li>Reduzir os desafios e os fatores de estresse no ambiente;</li>
<li>Promover a imunidade dos animais;</li>
<li>Controlar a carga de vetores (carrapatos e moscas hematófagas).</li>
</ol>
<p>Além disso, diagnóstico e tratamento precoces são essenciais para a sobrevivência dos animais infectados.</p>
<h2>Sanidade fortalecida para mais produção e longevidade no rebanho</h2>
<p>A tristeza parasitária bovina pode causar grandes prejuízos produtivos e econômicos se não for prevenida e controlada de forma estratégica.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=tristeza-parasitaria" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar medidas preventivas, manejar corretamente o rebanho e integrar nutrição, sanidade e gestão para manter a produtividade e a rentabilidade em alta.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=tristeza-parasitaria" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/">Tristeza parasitária bovina: qual a melhor forma de atuar contra essa doença?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
