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	<title>leite Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>leite Archives | Rehagro Blog</title>
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	<item>
		<title>Resíduos de antibióticos no leite: entenda os riscos e como evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[antibiótico]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na rotina das fazendas leiteiras, o uso de antibióticos é uma ferramenta indispensável para garantir a saúde do rebanho, sobretudo no tratamento de enfermidades como a mastite, que figura entre as principais causas de descarte de leite. No entanto, essa mesma ferramenta, se mal utilizada, pode transformar-se em um vilão invisível: os resíduos de antibióticos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na rotina das fazendas leiteiras, <strong>o uso de antibióticos é uma ferramenta indispensável para garantir a saúde do rebanho</strong>, sobretudo no tratamento de enfermidades como a mastite, que figura entre as principais causas de descarte de leite. No entanto, essa mesma ferramenta, se mal utilizada, pode transformar-se em um vilão invisível: <strong>os resíduos de antibióticos no leite</strong>.</p>
<p>A presença dessas substâncias no leite do tanque coletivo compromete não apenas a qualidade do alimento, mas também representa sérias implicações para a saúde pública e para a sustentabilidade econômica da produção.</p>
<p>Quando detectados, esses resíduos podem acarretar a rejeição total da carga de leite, penalidades financeiras severas ao produtor e comprometer a confiabilidade do laticínio perante os mercados consumidores.</p>
<p>E o problema vai além da propriedade rural. A ingestão de leite com resíduos pode favorecer a seleção de bactérias resistentes, um dos grandes desafios da medicina veterinária e humana atual, conforme alertado por órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Apesar da gravidade do tema, <strong>o controle é absolutamente possível</strong>. Com boas práticas de manejo, protocolos bem definidos e processos padronizados de identificação e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/">ordenha</a></strong>, a fazenda pode manter a eficiência produtiva sem comprometer a segurança e a qualidade do leite entregue.</p>
<p>Este artigo se propõe a ser um guia técnico e prático sobre os prejuízos, causas e estratégias para evitar resíduos de antibióticos no leite, com foco no contexto da bovinocultura leiteira brasileira.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"});</script></p>
</div>
<h2>As consequências do leite contaminado com antibiótico</h2>
<p>O leite contaminado com resíduos de antibióticos representa <strong>um problema multifacetado, atingindo todos os elos da cadeia produtiva</strong>. Entender a gravidade desse cenário é essencial para consolidar uma cultura de prevenção eficaz nas propriedades leiteiras.</p>
<h3>Perdas na indústria de laticínios: um obstáculo à transformação láctea</h3>
<p>Durante o processamento industrial, <strong>a presença de antibióticos no leite inibe a ação das culturas lácteas</strong> utilizadas na fabricação de produtos como queijo, iogurte e manteiga.</p>
<p>Essas culturas são compostas por microrganismos vivos sensíveis a antimicrobianos, essenciais para o desenvolvimento de sabor, textura e segurança dos alimentos.</p>
<p>Quando inibidas, essas culturas:</p>
<ul>
<li>Deixam de fermentar adequadamente o leite;</li>
<li>Geram derivados de baixa qualidade ou com alterações organolépticas;</li>
<li>Podem provocar perda total do lote industrializado, impactando diretamente nos custos de produção e eficiência da indústria.</li>
</ul>
<h3>Prejuízos econômicos diretos ao produtor</h3>
<p>O <strong>impacto financeiro</strong> da presença de resíduos <strong>começa na própria propriedade</strong>. Muitos laticínios adotam políticas rigorosas de controle de qualidade que implicam em penalização direta ao produtor responsável pela contaminação da carga.</p>
<p>Isso porque, na coleta, o leite de diferentes propriedades é misturado no mesmo tanque do caminhão. Caso a amostra do carregamento acuse presença de antibiótico:</p>
<ul>
<li>A carga inteira pode ser descartada;</li>
<li>O produtor causador pode ser responsabilizado por todo o volume perdido;</li>
<li>Bonificações e contratos podem ser suspensos, gerando instabilidade financeira.</li>
</ul>
<h3>Riscos à saúde pública e resistência bacteriana</h3>
<p>A ingestão de leite com resíduos de antibióticos traz riscos significativos para a saúde humana, especialmente:</p>
<ul>
<li>Reações alérgicas em indivíduos sensíveis;</li>
<li>Interferência na microbiota intestinal;</li>
<li>E, principalmente, a contribuição para a resistência bacteriana.</li>
</ul>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso indiscriminado de antibióticos na produção animal está entre os <strong>principais fatores de seleção de bactérias multirresistentes</strong>, que afetam humanos e animais e reduzem drasticamente as opções terapêuticas disponíveis.</p>
<h3>Inviabilidade do tratamento térmico como solução</h3>
<p>Embora muitos tratamentos térmicos do leite (como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pasteurizacao-do-leite-de-descarte/">pasteurização</a></strong> e UHT) sejam eficazes na destruição de patógenos, eles não são suficientes para eliminar resíduos de antibióticos, conforme demonstram diversos estudos científicos [PEREIRA &amp; SCUSSEL, 2017].</p>
<p>Isso reforça a necessidade de prevenção na origem, ou seja, na própria fazenda, com controle rigoroso dos tratamentos e descarte correto do leite.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Entendendo as causas: por que ainda há resíduos no leite?</h2>
<p>Apesar de existir amplo conhecimento técnico sobre o uso correto de antibióticos, <strong>a ocorrência de resíduos no leite ainda é um problema frequente nas propriedades leiteiras</strong>.</p>
<p>Diversos fatores operacionais, de manejo e de falhas humanas contribuem para a contaminação do leite que chega ao tanque.</p>
<h3>Desrespeito ao período de carência</h3>
<p>O período de carência é o tempo necessário para que o organismo do animal elimine o princípio ativo do medicamento, tornando o leite seguro para consumo. Quando esse tempo não é respeitado, o leite coletado pode conter resíduos da substância administrada, mesmo que a vaca já pareça clinicamente recuperada.</p>
<p>Essa é, de longe, a causa mais comum de contaminação, especialmente em sistemas com falhas de comunicação entre os funcionários e ausência de protocolos escritos.</p>
<h3>Dosagem e tempo de uso inadequados</h3>
<p>O uso de doses maiores que o indicado, bem como a extensão do tratamento além do tempo prescrito, podem alterar significativamente o tempo de excreção do antibiótico e elevar o risco de contaminação do leite (Brito, 2000). Isso ocorre porque o metabolismo do animal pode ficar sobrecarregado, levando mais tempo para eliminar completamente o medicamento.</p>
<p>Além disso, a prática de adaptar ou &#8220;personalizar&#8221; tratamentos sem orientação técnica, comum em algumas propriedades, amplia o risco de falhas no controle de resíduos.</p>
<h3>Falhas no descarte de leite contaminado</h3>
<p>Outro erro comum é o descarte parcial do leite. Muitos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ordenhador-na-producao-de-leite/">ordenhadores</a></strong> descartam apenas o leite do quarto mamário tratado, acreditando que os demais não foram contaminados. No entanto, como o antibiótico circula via corrente sanguínea, é comum que ele alcance todos os quartos da glândula mamária (Lobato &amp; De Los Santos, 2019).</p>
<p>O leite de todos os quartos da vaca tratada deve ser descartado durante todo o período de carência.</p>
<h3>Ordenha como vetor de contaminação cruzada</h3>
<p>Animais em tratamento ordenhados antes de vacas sadias representam um risco significativo de contaminação do sistema de ordenha e, consequentemente, do tanque coletivo. Mesmo que o<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/descarte-do-leite/"> leite tratado seja descartado</a></strong>, vestígios de antibiótico podem permanecer nas mangueiras ou teteiras e contaminar o leite dos animais sadios subsequentes (Morais et al., 2010).</p>
<p>Além disso, a ausência de protocolos claros sobre a ordem de ordenha e higienização dos equipamentos contribui para esse tipo de erro técnico.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Estratégias eficazes para evitar resíduos de antibiótico no leite</h2>
<p>Evitar que o leite seja contaminado com antibióticos exige conhecimento técnico, disciplina e organização operacional. Combinando essas três frentes, é possível garantir um leite seguro, sem prejuízos econômicos e sanitários. A seguir, listamos as estratégias mais eficazes utilizadas por propriedades de alta performance.</p>
<h3>1. Cumprimento rigoroso da bula e dos protocolos</h3>
<p>Cada medicamento veterinário possui dosagem, tempo de tratamento e período de carência claramente descritos na bula. O cumprimento fiel dessas recomendações é a base para evitar contaminações. Qualquer desvio pode alterar a farmacocinética do antibiótico, elevando o risco de resíduos no leite (Pereira &amp; Scussel, 2017).</p>
<p>Além disso, é essencial que os protocolos de tratamento sejam escritos, revisados por um médico veterinário e atualizados conforme as particularidades do rebanho e das doenças mais prevalentes na fazenda.</p>
<h3>2. Controle e registros de tratamentos</h3>
<p>Registrar todos os tratamentos realizados é uma medida simples, mas ainda negligenciada em muitas fazendas. Esses dados devem estar acessíveis a todos os envolvidos na ordenha, especialmente quando há revezamento de funcionários ou trabalho por turnos.</p>
<p>Sistemas de gestão informatizados ou mesmo quadros brancos no local da ordenha já são suficientes para evitar esquecimentos e erros de liberação precoce.</p>
<h3>3. Relação direta entre mastite e resíduos</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong> é a principal doença que demanda o uso de antibióticos em vacas leiteiras. Por isso, o controle eficiente dessa enfermidade é, indiretamente, uma estratégia para reduzir o risco de resíduos no leite.</p>
<p>Boas práticas que ajudam a reduzir a incidência de mastite:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Higiene no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/">pré e pós-dipping</a></strong>;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Manutenção das máquinas de ordenha;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ambiente seco e limpo para os animais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Monitoramento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/">CCS (contagem de células somáticas)</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Quanto menos mastite, menos tratamentos com antibióticos, e, consequentemente, menor risco de resíduos no leite (Lobato &amp; De Los Santos, 2019).</p>
<h2>Identificação dos animais em tratamento: o primeiro escudo de proteção</h2>
<p>Mesmo com protocolos de tratamento bem definidos, falhas na identificação dos animais tratados são responsáveis por grande parte dos casos de leite contaminado com resíduos. A rotina de uma fazenda leiteira é dinâmica e, sem um sistema de marcação claro e visível, é fácil um animal em carência ser confundido com um sadio.</p>
<h3>Métodos visuais de identificação: simples, mas eficazes</h3>
<p>Entre as ferramentas mais comuns e eficientes para identificação de vacas em tratamento, destacam-se:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Fitas coloridas no pescoço</strong>: de fácil visualização, permitem identificar rapidamente os animais no curral ou no momento da separação para a ordenha. É uma prática barata e eficaz.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Pulseiras ou tornozeleiras coloridas</strong>: colocadas nos membros (geralmente posteriores), são úteis durante a ordenha, quando o ordenhador visualiza o membro do animal ao posicionar as teteiras.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Marcação com tinta atóxica no úbere ou garupa</strong>: alternativa complementar, especialmente útil em sistemas com alta rotatividade de pessoal.</li>
</ul>
<p>Esses métodos atuam como lembretes visuais que reduzem as chances de erro humano, especialmente em situações de pressa, cansaço ou distração.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38035" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/metodos-visuais-identificacao.jpg" alt="Métodos identificação de vacas que possuem resíduos de antibióticos no leite" width="621" height="459" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/metodos-visuais-identificacao.jpg 621w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/metodos-visuais-identificacao-300x222.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/metodos-visuais-identificacao-370x273.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/metodos-visuais-identificacao-270x200.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/metodos-visuais-identificacao-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/metodos-visuais-identificacao-150x111.jpg 150w" sizes="(max-width: 621px) 100vw, 621px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Imagem 1: pulseira de identificação de tratamento no membro pélvico do animal. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Imagem 2: fitas de identificação utilizadas no pescoço do animal. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: arquivo pessoal de Luiz Eduardo de Melo.</span></p>
<h3>Quadro de controle na sala de ordenha</h3>
<p>Além da marcação direta no animal, <strong>é fundamental manter um quadro informativo na sala de ordenha</strong>. Ele deve conter:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Número ou nome do animal;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipo de tratamento;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Data de início;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Data prevista de liberação do leite.</li>
</ul>
<p>Esse tipo de controle, ainda que simples, ajuda na organização da equipe, facilita auditorias internas e contribui para a formação de uma cultura de segurança sanitária na fazenda (Morais et al., 2010).</p>
<h3>Checklists e comunicação entre turnos</h3>
<p>Fazendas que operam com mais de um turno de ordenha devem investir em rotinas padronizadas de checagem entre equipes. Isso pode incluir:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Checklists assinados pelos ordenhadores;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Avisos escritos ou digitais (WhatsApp, aplicativos de gestão);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Reuniões rápidas de passagem de turno com revisão dos animais em tratamento.</li>
</ul>
<p>Essas ações evitam que um animal seja liberado para a ordenha por engano, principalmente quando há múltiplas pessoas envolvidas no manejo do rebanho.</p>
<h2>A importância da linha de ordenha bem planejada</h2>
<p>A ordenha é o momento mais sensível da cadeia produtiva quando o assunto é controle de resíduos.</p>
<p>Mesmo com protocolos clínicos bem conduzidos, se a ordenha for feita sem planejamento, principalmente em relação à ordem dos animais tratados e sadios, os riscos de contaminação cruzada aumentam exponencialmente.</p>
<h3>Ordem correta de ordenha: vacas em tratamento por último</h3>
<p><strong>Regra básica e inegociável</strong>: as vacas em tratamento devem ser ordenhadas por último. Isso evita que resíduos de antibióticos sejam transferidos para o leite de vacas sadias, por meio do equipamento de ordenha.</p>
<p>Ainda que o leite tratado seja descartado, os resíduos podem permanecer em mangueiras, coletores ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/teteiras-e-sobreordenha/">teteiras</a></strong> e contaminar o sistema.</p>
<p>Além disso:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Evita confusão com vacas visualmente parecidas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Permite realizar uma limpeza focada nos equipamentos após a ordenha das vacas tratadas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Contribui para a organização mental da equipe, criando uma rotina padronizada.</li>
</ul>
<h3>Higienização do equipamento após ordenha de vacas tratadas</h3>
<p>Ao final da ordenha dos animais tratados, é essencial realizar um ciclo completo de higienização dos equipamentos. Isso inclui:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Água com detergente alcalino;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Enxágue com água quente;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Uso de sanitizantes recomendados.</li>
</ul>
<p>Negligenciar esse passo pode permitir que traços de antibióticos fiquem no sistema e contaminem a próxima ordenha, mesmo que as vacas seguintes estejam sadias (Pereira &amp; Scussel, 2017).</p>
<h3>Descarte correto do leite de todos os quartos mamários</h3>
<p>Outro erro frequente: descartar apenas o leite do quarto mamário tratado.</p>
<p>Lembre-se: o antibiótico é absorvido sistemicamente, e pode atingir todos os quartos da glândula mamária. Portanto, o descarte deve ser total, de todo o leite da vaca tratada durante o período de carência (Lobato &amp; De Los Santos, 2019).</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A presença de resíduos de antibióticos no leite é um<strong> desafio complexo, mas perfeitamente controlável quando enfrentado com conhecimento técnico, organização e cultura de prevenção</strong>. As consequências desse problema ultrapassam os portões da fazenda, gerando impactos econômicos para o produtor, perdas na indústria e riscos sérios à saúde pública. (Brito, 2000; Morais et al., 2010).</p>
<p>Mais do que uma exigência legal ou comercial, evitar resíduos no leite é uma responsabilidade técnica e ética de todo profissional envolvido na produção leiteira.</p>
<p>Para quem atua na pecuária leiteira, compreender essa dinâmica é essencial não apenas para garantir alimentos seguros à população, mas para atuar de forma eficaz nas propriedades, promovendo qualidade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.</p>
<h2 data-start="197" data-end="273">Evite prejuízos e eleve o padrão da sua produção com uma gestão eficiente</h2>
<p data-start="275" data-end="572">Resíduos de antibióticos no leite não afetam apenas a qualidade do produto, mas colocam em risco a credibilidade da propriedade e podem gerar perdas financeiras significativas. Prevenir esse tipo de problema exige conhecimento, controle e uma gestão bem estruturada em todas as etapas da produção.</p>
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<p>Autores: Laryssa Mendonça e Luiz Eduardo de Melo &#8211; Equipe Leite Rehagro</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">BRITO, M. A. V. P. <i>Resíduos de antimicrobianos no leite</i>. Belo Horizonte: EMBRAPA Gado de Leite, 2000.</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">LOBATO, C. L. D. S.; DE LOS SANTOS, J. R. G. <i>Resíduos de antibióticos no leite: causas e impactos para a indústria e saúde pública</i>. Science and Animal Health, v. 7, n. 3, p. 232–250, 2019.</span><br />
<span style="font-size: 14px;">DOI: 10.29327/213319.7.3-15</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">MORAIS, C. M. Q. J. et al. <i>Presença de resíduos de antibióticos em leite bovino pasteurizado</i>. Food Science and Technology, v. 30, p. 33–35, 2010.</span><br />
<span style="font-size: 14px;">DOI: 10.1590/S0101-20612010000500006</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">PEREIRA, M. N.; SCUSSEL, V. M. <i>Resíduos de antimicrobianos em leite bovino: fonte de contaminação, impactos e controle</i>. Revista de Ciências Agroveterinárias, v. 16, n. 2, p. 170–182, 2017.</span><br />
<span style="font-size: 14px;">Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/1984</span></li>
</ul>
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		<title>Pasteurização do leite de descarte: como alcançar o máximo desempenho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pasteurizacao-do-leite-de-descarte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 11:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[leite de descarte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de bezerras é uma fase importante e que requer grande atenção desde o nascimento até o desmame pois nela, visa-se maximizar o desempenho, uma vez que as bezerras representam a futura produção e reposição do rebanho da fazenda. Se bem manejadas, as bezerras podem trazer retorno financeiro para a propriedade por apresentarem maiores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de bezerras é uma fase importante e que requer grande atenção desde o nascimento até o desmame pois nela, visa-se maximizar o desempenho, uma vez que as bezerras representam a futura produção e reposição do rebanho da fazenda.</p>
<p>Se bem manejadas, as bezerras podem trazer retorno financeiro para a propriedade por apresentarem maiores produções no futuro.</p>
<p>O processo de <strong>pasteurização do leite de descarte</strong> antes de ser ofertado é capaz de melhorar a saúde e o desempenho das bezerras leiteiras, o que contribui para a eficiência e também a sustentabilidade da atividade.</p>
<p>Nesse texto, iremos discutir sobre a utilização do leite de descarte e o seu processo de pasteurização, evidenciando as formas de realização, a relação entre a pasteurização e o tempo de fornecimento e também a correção de sólidos totais do leite após esse processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Utilização de leite de descarte no aleitamento de bezerras leiteiras</h2>
<p>Essa etapa da vida dos animais é caracterizada por custos mais elevados, especialmente durante a fase de aleitamento, devido à necessidade de garantir uma nutrição adequada e esses animais ainda não estão produzindo dentro da fazenda.</p>
<p>Uma alternativa que comumente vem sendo adotada por muitas fazendas leiteiras pensando na redução de custos é a utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/descarte-do-leite/">leite de descarte</a></strong> para esses animais em aleitamento, o que entra na composição de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-para-reducao-de-custos-na-producao-de-leite/">custo</a></strong> como “custo zero”, visto que esse leite não poderia ser comercializado para geração de receita.</p>
<p>A utilização desse leite de descarte para alimentação das bezerras pode causar alguns riscos, como o de resistência a medicamentos, como os antimicrobianos presentes no leite de descarte de vacas em <strong>tratamentos de mastite</strong> por exemplo e também pela alta variabilidade no teor de sólidos totais, principalmente proteína, gordura, lactose e minerais que esse leite apresenta.</p>
<p>Além disso, <strong>o leite oriundo de vacas com mastite pode ser um transmissor de alguns microrganismos para a bezerra</strong>, como é o caso da <i>Escherichia coli</i>, <i>Salmonella</i> ou <i>Mycoplasma</i>, além de outros microrganismos que podem estar presentes no leite devido a má higienização dos tetos das vacas no momento da ordenha.</p>
<p>No entanto, como forma de reduzir os malefícios relacionados aos a transmissão de patógenos, temos a <strong>pasteurização do leite</strong>, a qual quando realizada adequadamente, é uma excelente estratégia para reduzir a carga de patógenos, como bactérias, vírus e protozoários, o que contribui para a redução da incidência de diarreias e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bezerras-leiteiras/">pneumonias</a></strong> quando comparado com o leite de descarte não tratado.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Pasteurização de leite de descarte</h2>
<p>A pasteurização pode ser realizada de duas formas:</p>
<ol>
<li><strong>Pasteurização lenta</strong>: nesse tipo de pasteurização o leite é submetido a temperaturas entre <strong>62 e 65 °C por 30 minutos</strong> e pode ser realizada utilizando equipamentos mais simples.</li>
<li><strong>Pasteurização rápida</strong>: o leite é submetido a temperaturas entre <strong>72 e 75 °C por 15 a 20 segundos</strong>, o que otimiza tempo e energia, mas requer equipamentos de pasteurização de placas, ou seja, um equipamento mais sofisticado.</li>
</ol>
<p>É importante ressaltarmos que <strong>a pasteurização do leite não será responsável por garantir um nível seguro de contaminação</strong> por microrganismos desse leite descarte.</p>
<p>Ou seja, o quanto as bezerras suportam de exposição aos patógenos está intimamente relacionado com a sua saúde geral, sua nutrição e também a presença de agentes estressantes no ambiente que elas estão alojadas.</p>
<p>O processo de pasteurização, embora consiga reduzir o número de microrganismos presentes no leite, quando temos um leite descarte antes da pasteurização com uma carga bacteriana extremamente alta, possivelmente esse leite pode ainda continuar tendo uma carga considerável de bactérias após o processo.</p>
<p>Além disso, é fundamental termos a consciência de que as toxinas que são produzidas por muitas bactérias e também o resíduo de antibiótico presente <strong>não irão ser destruídos após esse processo de pasteurização</strong>.</p>
<p>Outros fatores de extrema importância para o sucesso do processo de pasteurização é a condição do equipamento, o qual deve ser revisado periodicamente, a manutenção da higiene do pasteurizador e também a capacitação do operador do aparelho, a fim de que sejam evitados erros de manuseio, como tempo e/ou temperaturas inadequadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao.jpg" alt="Equipamento pasteurizador de uma fazenda leiteira" width="849" height="372" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao.jpg 849w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao-300x131.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao-768x337.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao-370x162.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao-270x118.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao-740x324.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/tanques-pasteurizacao-150x66.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 849px) 100vw, 849px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagens de um equipamento pasteurizador de uma fazenda leiteira. Fonte: Laryssa Mendonça</span></p>
<h2>Pasteurização do leite descarte X tempo de fornecimento do leite</h2>
<p>Estudos já demonstraram que o mesmo a pasteurização conseguindo reduzir a carga bacteriana, <strong>o tempo de fornecimento do leite após a pasteurização pode ser um fator determinante</strong> para garantir que as bezerras estejam ingerindo de fato um leite com menos contaminação.</p>
<p>Nesses trabalhos, foi possível observar que o número de amostras de leite consideradas adequadas é reduzido conforme o tempo entre a pasteurização e o fornecimento às bezerras aumenta, podendo em alguns casos termos leite até com maior carga bacteriana do que antes da pasteurização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-34264" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-1024x411.jpg" alt="Contagem bacteriana total de coliformes (UFC/ml) no leite antes e após a pasteurização." width="770" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-1024x411.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-300x120.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-768x308.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-1536x616.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-370x148.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-270x108.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-740x297.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite-150x60.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/cbt-leite.jpg 1578w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Contagem bacteriana total de coliformes (UFC/ml) no leite antes e após a pasteurização. Fonte: Adaptado de Heinrichs e Jones (2011).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-34265" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-1024x335.jpg" alt="Comparação da contagem bacteriana no leite de descarte" width="770" height="252" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-1024x335.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-300x98.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-768x251.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-1536x503.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-370x121.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-270x88.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-740x242.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite-150x49.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/comparacao-cbt-leite.jpg 1748w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Comparação da contagem bacteriana no leite de descarte antes da pasteurização, após a pasteurização e no momento de fornecimento. Fonte: Adaptado de Heinrichs e Jones (2011).</span></p>
<p>Isso vem nos dizer que a recontaminação do leite após o processo de pasteurização é possível e podemos dizer que é comum em muitas propriedades leiteiras.</p>
<p>A justificativa para isso está no fato de que o leite após ser pasteurizado não se torna estéril, ou seja, ainda há presença de microrganismos, aqueles que sobrevivem ao processo, os quais podem se multiplicar de maneira extremamente rápida no leite que não está refrigerado.</p>
<h2>Correção do teor de sólidos totais do leite pasteurizado</h2>
<p>Após a pasteurização, o teor de sólidos totais deve ser reajustado também, visto que o leite proveniente de vacas com mastite, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/leite-de-transicao-para-bezerras/">leite em transição</a></strong> ou de vacas com antibióticos possui alterações em sua composição. A correção do teor de sólidos do leite descarte é uma prática importante para garantir que as bezerras recebam uma alimentação balanceada.</p>
<p>Para que o <strong>teor de sólidos totais esteja entre 12,5 a 13%</strong>, podemos realizar a correção através da adição de sucedâneo de leite, que deve ser realizada quando o teor de sólidos estiver abaixo do desejado, podemos adicionar suplementos específicos, como é o caso do substituto de leite ou suplementos proteicos a fim de ajustar a composição do leite.</p>
<p>Outra opção poderia ser aumentar o volume de leite de descarte fornecido às bezerras.</p>
<p>Como podemos observar na tabela, os animais que receberam leite integral tiveram uma média de gordura semelhante aos que receberam leite de descarte. No entanto, ao comparar com os animais que receberam leite de descarte pasteurizado, a média foi de 13,95% menor, evidenciando a importância da suplementação e enriquecimento do leite com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/">sucedâneo</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34266" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/parametros-leite-pasteurizado.jpg" alt="Parâmetros do leite" width="641" height="184" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/parametros-leite-pasteurizado.jpg 641w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/parametros-leite-pasteurizado-300x86.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/parametros-leite-pasteurizado-370x106.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/parametros-leite-pasteurizado-270x78.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/parametros-leite-pasteurizado-150x43.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">1. EPM: Erro padrão da média; 2- EST: Extrato seco total; 3- ESD: Extrato seco desengordurado; 4- CCS10: Contagem de células somáticas; 5- CBT: Contagem bacteriana total. a, b, c Médias seguidas por letra minúscula </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Composição, contagem de células somáticas e contagem bacteriana total de amostras de leite integral, descarte e descarte pasteurizado. Fonte: Albuquerque et al. (2019)</span></p>
<p>Em contrapartida, ao analisar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/">CBT (Contagem Bacteriana Total)</a></strong>, o leite de descarte pasteurizado apresentou uma média 1,530% maior em comparação com o leite integral, enquanto os animais que receberam leite de descarte tiveram um valor 3,480% maior.</p>
<h2>Conclusão<span style="font-weight: 400;"> </span></h2>
<p>Em resumo, ressaltamos que <strong>o leite pasteurizado, quando bem manuseado, é uma excelente escolha</strong> para diminuir a morbidade, a mortalidade e promover o ganho de peso das bezerras, sendo então uma medida importante para a saúde e bem-estar das bezerras.</p>
<p>Além disso, é importante lembrar que a escolha do tipo de leite ofertado para as bezerras dependerá muito do sistema da propriedade, da realidade do produtor, entre outros fatores, entretanto, o que é imprescindível é o manejo adequado de aleitamento dentro da realidade e estratégias particulares.</p>
<h2>Transforme cada detalhe do manejo em mais saúde e produtividade</h2>
<p>A pasteurização correta do leite de descarte é fundamental para reduzir riscos sanitários e garantir o bom desenvolvimento das bezerras.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar estratégias de manejo, nutrição e gestão que aumentam a eficiência do rebanho e melhoram os resultados da fazenda, sempre com foco prático e lucrativo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34267" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/sofia-coelho.jpg" alt="Sofia Coelho - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/sofia-coelho.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/sofia-coelho-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/sofia-coelho-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Tanque de refrigeração do leite: quais os tipos e como escolher?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tanque-de-refrigeracao-do-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/tanque-de-refrigeracao-do-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[tanque de refrigeração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=31722</guid>

					<description><![CDATA[<p>A instrução normativa 77 do MAPA (2018) define tanque de expansão direto como o tanque de refrigeração dimensionado de modo a permitir a refrigeração do leite cru até temperatura igual ou inferior a 4,0º C no tempo máximo de três horas, independentemente de sua capacidade, com as características de desempenho e eficiência de acordo com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A instrução normativa 77 do MAPA (2018) define tanque de expansão direto como o tanque de refrigeração dimensionado de modo a permitir a refrigeração do leite cru até <strong>temperatura igual ou inferior a 4,0º C no tempo máximo de três horas</strong>, independentemente de sua capacidade, com as características de desempenho e eficiência de acordo com regulamento técnico específico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a normativa define que o tanque de expansão deve ser instalado na propriedade rural em local adequado, provido de paredes, cobertura, pavimentação, iluminação, ventilação e ponto de água corrente. Deve apresentar condição de acesso apropriado ao <a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>veículo coletor</strong></a>. Ser mantido sob condições de limpeza e higiene e ter capacidade mínima de <a href="https://rehagro.com.br/blog/conservacao-e-armazenamento-de-leite-cru/" target="_blank" rel="noopener"><strong>armazenar a produção</strong></a> de acordo com a estratégia de coleta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo deste texto vamos abordar as características dos tipos de tanques disponíveis no mercado e os cuidados no momento da escolha para a propriedade. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Classificação dos tanques</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os tanques refrigeradores podem ser classificados em: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tanque de duas ordenhas: </b><span style="font-weight: 400;">deverá resfriar 50% do seu volume nominal por ordenha, conforme sua classe de desempenho, podendo ser esvaziado diariamente (24 horas).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tanque de quatro ordenhas:</b><span style="font-weight: 400;"> deverá resfriar 25% do seu volume nominal por ordenha, conforme sua classe de desempenho, podendo ser esvaziado a cada dois dias (48 horas).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Indica-se essa característica no tanque pelo uso do número 2 (duas ordenhas) ou pelo número 4 (quatro ordenhas).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31725 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-3.png" alt="Etiqueta do tanque de refrigeração" width="385" height="509" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-3.png 385w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-3-227x300.png 227w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-3-370x489.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-3-270x357.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-3-150x198.png 150w" sizes="auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de uma etiqueta de um tanque de refrigeração, onde é possível observar no campo “classe” o número 2, indicando que esse tanque resfria 50% do seu volume nominal por ordenha. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Laryssa Mendonça </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como avaliar o desempenho e eficiência do tanque de refrigeração?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O desempenho dos tanques é especificado de acordo, como já comentado, com o número de <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ordenhas</strong></a>, e também pela temperatura do ambiente e tempo de refrigeração do leite.</span></p>
<p><b>Temperatura do ambiente</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31727 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-1.jpg" alt="Tabela com temperatura do ambiente adequada para tanque de refrigeração" width="566" height="118" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-1.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-1-300x63.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-1-370x77.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-1-270x56.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-1-150x31.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: CBQL</span></p>
<p><b>Temperatura de refrigeração do leite</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31728 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-2.jpg" alt="Tabela com a temperatura adequada do leite no tanque de refrigeração" width="566" height="134" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-2.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-2-300x71.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-2-370x88.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-2-270x64.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-2-150x36.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: CBQL</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um tanque refrigerador classificado como 4BII, por exemplo, possui as seguintes características:</span></p>
<p><b>O número 4 </b><span style="font-weight: 400;">indica que o tanque é de </span><b>4 ordenhas. </b></p>
<p><b>A letra B </b><span style="font-weight: 400;">indica que a temperatura ambiente a que o tanque está submetido durante o teste de desempenho é de 32ºC e que a temperatura máxima de segurança para o correto funcionamento é de </span><b>38º C.</b></p>
<p><b>O algarismo II </b><span style="font-weight: 400;">indica que o tanque deverá reduzir a temperatura do leite de 35º C para 4º C em um período máximo de 3 horas e, na segunda ordenha, deverá reduzir a temperatura do leite de 10º C para 4º C em um período máximo de 1,5 horas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-31729" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-4.png" alt="" width="682" height="382" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-4.png 682w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-4-300x168.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-4-370x207.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-4-270x151.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/tipos-de-tanque-4-150x84.png 150w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<h2>Quais outros cuidados devemos ter?</h2>
<h3>Agitador</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A operação do agitador não deverá fazer com que o leite extravase quando o tanque contiver qualquer volume de leite até 100% do seu volume nominal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse nível de volume o leite não poderá transbordar do mesmo durante o processo da agitação. Quando o agitador estiver em funcionamento, o mesmo <strong>deve parar automaticamente caso a tampa do tanque seja aberta</strong>. </span></p>
<h3>Escoamento do leite</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o escoamento do leite, <strong>não poderá permanecer nenhum resíduo de leite no fundo do tanque</strong>, a distância mínima entre a saída do tanque e o piso deverá ser de 100 mm, com o tanque nivelado, o escoamento de um volume de 40 litros, por exemplo, deverá ocorrer em no máximo 1 minuto, por gravidade. </span></p>
<h3>Sistema de refrigeração</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É proibida a utilização de tanques refrigeradores que utilizem serpentinas no sistema de refrigeração.</span></p>
<h2>Algumas dicas para aquisição do tanque da propriedade</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pergunte qual a classificação do tanque você está adquirindo, para verificar se ele se adequa à realidade e previsão de crescimento da sua propriedade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Realizar o teste da drenagem do tanque;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar a espessura da parede de isolamento do corpo do tanque;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar os componentes existentes na caixa de proteção/acionamento do tanque;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar se o tanque tem dispositivo de segurança da tampa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar se o tanque tem válvula de serviço;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verificar o formato do agitador. </span></li>
</ul>
<h2>Da conservação à rentabilidade: domine cada etapa da produção de leite</h2>
<p>Escolher o tanque de refrigeração certo é apenas uma das decisões que influenciam diretamente a qualidade do leite e o sucesso da atividade leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a tomar decisões assertivas em manejo, gestão e qualidade, garantindo mais eficiência e lucro para a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23092" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg" alt="Maria Fernanda Faria - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Perda de prenhez: principais aspectos práticos que influenciam</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perda-de-prenhez/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/perda-de-prenhez/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[perda de prenhez]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A perda de prenhez é um dos índices que determinam o desempenho reprodutivo de um rebanho, é uma questão recorrente em fazendas leiteiras e um problema de causas multifatoriais, podendo ser por fatores endógenos (relacionados a vaca, touro ou embrião) ou externos, o que impacta na eficiência reprodutiva e produtiva, e consequente gera perda econômica. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A perda de prenhez é um dos índices que determinam o desempenho reprodutivo de um rebanho, é uma questão recorrente em fazendas leiteiras e um problema de causas multifatoriais, podendo ser por fatores endógenos (relacionados a vaca, touro ou embrião) ou externos, o que impacta na </span><b>eficiência reprodutiva e produtiva</b><span style="font-weight: 400;">, e consequente gera </span><b>perda econômica</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma que ter um resultado satisfatório em relação à </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/" target="_blank" rel="noopener"><b>taxa de concepção</b></a><span style="font-weight: 400;"> da fazenda é importante, conseguir ter um baixo número de perda de prenhez é fundamental.</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quando a perda de prenhez pode ocorrer?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A perda de prenhez pode acontecer tanto na fase embrionária como na fase fetal, onde a perda embrionária é caracterizada quando há interrupção da gestação até 42 dias e o aborto ou perda fetal é aquele que ocorre de 42 a 260 dias. Entretanto, é mais comum ter perda de prenhez pela morte embrionária, ou seja, ocorrendo poucos dias após o serviço dos animais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21085 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-225x300.jpg" alt="Vaca apresentando membranas fetais expostas após abortamento" width="225" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-768x1024.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-740x986.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas-150x200.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vaca-com-membranas-fetais-expostas.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Vaca apresentando membranas fetais expostas após abortamento. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> acervo pessoal Rehagro</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas perdas de prenhez podem em muitos casos ocorrer antes mesmo da realização do primeiro diagnóstico de gestação, o que </span><b>afeta diretamente na taxa de concepção</b><span style="font-weight: 400;">. Então, temos uma forte ligação da perda de prenhez na taxa de concepção, pois de modo geral uma taxa de concepção baixa envolve uma perda de prenhez alta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, existem medidas práticas que possibilitam desvendar as causas do problema a fim de melhorar esse indicador dentro da fazenda. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Condição anovulatória</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Animais em condição anovular, ou seja, aqueles que em condição natural, ao final do </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-espera-voluntario/"><b>Período de Espera Voluntário (PEV)</b></a><span style="font-weight: 400;"> ainda não estão ciclando, são considerados problema dentro da fazenda, pois são animais que </span><b>não ovulam</b><span style="font-weight: 400;"> e consequentemente </span><b>não emprenham</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, a condição anovulatória irá impactar reduzindo a <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de serviço</strong></a>, pois a vaca não estando cíclica, ela não manifestará cio e consequentemente não será servida (inseminada ou coberta). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, trabalhos mostram que animais em condição anovular apresentam diminuição da taxa de concepção e aumento da perda de prenhez em comparação com vacas que estão ciclando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem fatores de risco para a condição anovular, os quais de forma indireta afetam no índice de perda de prenhez. Dentre esses fatores podemos citar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Duração do Período Seco</b><span style="font-weight: 400;"> = estender muito o período seco aumenta a chance da vaca ser anovular – ideal que o período seco seja entre 45 e 60 dias;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Incidência de doenças </b><span style="font-weight: 400;">= vaca com uma ou mais doenças (</span><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/"><b>retenção de placenta</b></a><span style="font-weight: 400;">, metrite, </span>mastite<span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/"><b>cetose</b></a><span style="font-weight: 400;">, problema respiratório, digestivo ou </span><b>casco</b><span style="font-weight: 400;">) é mais suscetível a ser anovular em relação a vacas saudáveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Escore de condição corporal</b><span style="font-weight: 400;"> = vacas que perdem escore corporal do parto até o final do PEV tem maior probabilidade de ser anovular.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Impacto do estresse térmico na reprodução</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe-se que o </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/"><b>estresse térmico</b></a><span style="font-weight: 400;"> é um problema frequente na pecuária leiteira, principalmente em vacas de maior produção de leite, pois quanto maior a produção de leite maior a dificuldade que o animal terá de trocar calor com o meio. </span></p>
<p><b>O estresse térmico afeta de forma direta a reprodução</b><span style="font-weight: 400;">, pois altera a qualidade dos ovócitos produzidos, prejudica o desenvolvimento embrionário inicial, reduz o crescimento embrionário até o dia 17 e gera perdas em gestações mais avançadas, em torno de 60 e 90 dias, além disso, afeta a ingestão de matéria seca o que indiretamente afeta também a reprodução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as formas de contornar o estresse térmico podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Disponibilizar aos animais água fresca e limpa</b><span style="font-weight: 400;"> = fornecimento de <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água de qualidade</strong></a> deve ser constante, uma estratégia é ter bebedouros logo após a saída da ordenha, pois esse é um dos principais momentos em que as vacas buscam água.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Sombra</b><span style="font-weight: 400;"> = A <a href="https://rehagro.com.br/blog/sombra-para-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>área de sombra</strong></a>, tanto natural quanto artificial, deve ser de 4m² a 15m² por animal e um ponto importante de atenção é sobre a circulação de ar, pois caso haja sombra e alta umidade sem circulação de ar não haverá troca de calor eficiente. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ventilação e Aspersão</b><span style="font-weight: 400;"> = Para que o resfriamento seja eficiente, é preciso que dure entre 30 e 60 minutos e ocorra no mínimo três vezes ao dia, que esteja em local correto e o vento em velocidade adequada. A velocidade dos ventiladores é de 3,5m/s até 4,5m/s e usar 3 litros de água por vaca a cada ciclo, sendo esse de 30 segundos a 1 minuto de água e de 4 a 6 minutos de vento. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/sala-de-espera-na-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><b>sala de espera para a </b><strong>ordenha</strong></a><span style="font-weight: 400;"> é um dos locais indicados para ocorrer resfriamento, por ser um local que as vacas frequentam rotineiramente e passam boa parte do tempo. É importante lembrar que animais não lactantes podem e devem ser levados para resfriamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra possibilidade é a </span><b>linha de cocho</b><span style="font-weight: 400;">, onde pode ser feito nos momentos de fornecimento de dieta, que é quando há concentração de vacas no cocho. Entretanto, é importante ter atenção para que nem a dieta e nem a cama sejam molhadas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21086 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vacas-recebendo-resfriamento-171x300.jpg" alt="Vacas recebendo resfriamento (aspersão e ventilação) na linha de cocho em sistema de instalação Compost Barn" width="171" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vacas-recebendo-resfriamento-171x300.jpg 171w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vacas-recebendo-resfriamento-370x648.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vacas-recebendo-resfriamento-270x473.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vacas-recebendo-resfriamento-150x263.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/vacas-recebendo-resfriamento.jpg 585w" sizes="auto, (max-width: 171px) 100vw, 171px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Vacas recebendo resfriamento (aspersão e ventilação) na linha de cocho em sistema de instalação Compost Barn. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> acervo pessoal Rehagro</span></span></p>
<h2>Quais doenças podem causar a perda de prenhez?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As doenças estão intimamente relacionadas a perda de prenhez, pois elas afetam a saúde reprodutiva das vacas, podendo resultar em abortos, reabsorção fetal ou infertilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de uma condição inflamatória, por exemplo, alguma doença, ocorre a liberação de citocinas pró-inflamatórias que induzem uma resposta imunológica de fase aguda levando a liberação de proteínas que induzem a inflamação que quando acontece de forma descontrolada prejudicam tanto a reprodução como a produção de leite. </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="IMPACTOS ECONÔMICOS DA PERDA DE PRENHEZ EM VACAS LEITEIRAS | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/D-hdIDjx-5o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as várias doenças que podem afetar diretamente na perda de prenhez podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Infecções uterinas</b><span style="font-weight: 400;">: Afetam negativamente prejudicando a implantação e desenvolvimento fetal. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://rehagro.com.br/blog/brucelose-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><b>Brucelose</b></a><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> Doença bacteriana que causa aborto em vacas, pois a bactéria pode ser transmitida ao feto. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Leptospirose:</b><span style="font-weight: 400;"> Doenças bacterianas que faz com que matrizes apresentem abortos, natimortos, bezerros fracos e podendo provocar infertilidade nas vacas. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Neosporose:</b><span style="font-weight: 400;"> Doença causada por um protozoário e pode ser considera umas das principais causas de aborto nos rebanhos bovinos, pois pode ocorrer transmissão transplacentária. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Rinotraqueíte Infecciosa Bovinas – IBR e Diarreia Viral Bovina &#8211; BVD:</b><span style="font-weight: 400;"> Doença que pode se espalhar pelo rebanho de forma silenciosa e causar abortos, perdas embrionárias, infertilidade e até defeitos congênitos. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que além dessas doenças específicas, demais doenças como <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mastite</strong></a> e doenças virais podem impactar de forma negativa na fertilidade e na manutenção da gestação das vacas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, é imprescindível que se tenha prevenção desses problemas para evitar a perda de prenhez, o que inclui práticas de manejos adequada, programas de vacinação a partir a adoção de </span><b>calendário sanitário estratégico</b><span style="font-weight: 400;"> para a propriedade, ter medidas de biossegurança, <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>monitoramento regular da saúde</strong></a> e possuir profissionais capacitados para implementar medidas eficazes de prevenção e controle de doenças. </span></p>
<h2>Importância da nutrição adequada</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nutrição é outro ponto que está ligado a reprodução das vacas, influenciando diretamente no desenvolvimento dos folículos, maturação oocitária, ovulação, fertilização, sobrevivência embrionária, estabelecimento da gestação, e indiretamente na concentração de hormônios reprodutivos circulantes (por exemplo, insulina, glucagon, leptina, hormônio do crescimento, hormônios tireoidianos, IGF hepático) e metabólitos (glicose, ácidos graxos, LDL, HDL) que estão relacionados a esses processos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O momento do </span><b>pós-parto é caracterizado como um dos desafios relacionados da nutrição</b><span style="font-weight: 400;">, pois é quando ocorre o balanço energético negativo (BEN), onde a energia fornecida pela baixa ingestão de matéria seca não é suficiente para suprir suas exigências, ocorrendo uma intensa mobilização de gordura e diminuição do escore corporal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse momento de perda de condição corporal, a ovulação é outro gasto de energia para a vaca. Dessa forma, quanto menor a condição corporal da vaca, maior será o tempo de intervalo para apresentarem a primeira ovulação pós-parto e a alta mortalidade embrionária estará associada ao menor nível de progesterona presente, a qual é essencial para preparar o útero para a implantação do embrião e garantir um ambiente ideal para o desenvolvimento fetal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mitigarmos esse problema nas propriedades leiteiras, deve-se investir em nutrição adequada para os animais durante toda lactação, e também deter <a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estratégias de manejo que estimulem o consumo dos animais</strong></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as estratégias podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Divisão de lotes adequada, se possível separando primíparas e multíparas, para evitar a dominância;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Espaço de cocho adequado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atentar aos animais em </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/"><b>período de transição</b></a><span style="font-weight: 400;"> = vacas que adoecem mais têm maiores taxas de perda de prenhez – Garantir então a esses animais resfriamento, oferta de dieta aniônica no pré-parto e dieta balanceada no pós-parto que supra as demandas energéticas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atenção a condição de armazenamento dos alimentos – impedir problemas em relação à qualidade e deter de formas de controle de pragas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter rotina de avaliação de <a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ECC das vacas</strong></a>. </span></li>
</ul>
<h2>Oportunidade com o melhoramento genético</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>melhoramento genético</b><span style="font-weight: 400;"> é também uma ferramenta que pode ser utilizada para ajudar nos indicadores reprodutivos, melhorando a taxa de concepção e diminuindo a perda de prenhez. Para isso, devemos analisar a qualidade genética dos touros utilizados nos programas reprodutivos da fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao realizar a escolha dos touros deve-se ter em mente quais são os objetivos de seleção para o rebanho, pois existem </span><b>características genéticas específicas</b><span style="font-weight: 400;"> que podem afetar a fertilidade das vacas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que a partir do melhoramento genético foi possível alcançar uma maior produção de leite, entretanto, isso se tornou uma preocupação, pois essa maior produtividade aliada a condições de manejo inadequadas, mostrou estar associada com a redução do desempenho reprodutivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as provas do touro, quando se pensa em melhorar a fertilidade de vacas leiteiras a </span><span style="font-weight: 400;">longo prazo</span><span style="font-weight: 400;">, temos a </span><b>Taxa de Prenhez das Filhas</b><span style="font-weight: 400;"> (Daughter Pregnancy Rate – </span><b>DPR</b><span style="font-weight: 400;">), a qual prediz o melhoramento genético da taxa de prenhez das futuras filhas de um touro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, estar atento na escolha do touro é importante, pois o incremento de um ponto de DPR se traduz na redução de 4 dias no período de serviço. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-21087" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/taxa-de-prenhez-das-filhas-negativa.jpg" alt="" width="182" height="95" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/taxa-de-prenhez-das-filhas-negativa.jpg 182w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/taxa-de-prenhez-das-filhas-negativa-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 182px) 100vw, 182px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-21088" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/taxa-de-prenhez-das-filhas-positiva.jpg" alt="" width="177" height="95" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/taxa-de-prenhez-das-filhas-positiva.jpg 177w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/taxa-de-prenhez-das-filhas-positiva-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 177px) 100vw, 177px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de DPR de touros distintos. O de cima apresentando um resultado negativo e o de baixo um resultado positivo, o qual é considerado melhorador em relação à taxa de prenhez das filhas.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, é importante ressaltar que o impacto positivo não é visto de forma imediata no rebanho, pois o melhoramento acontecerá na </span><b>fertilidade da filha gerada a partir escolha de um touro com boa DPR</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esse motivo que estar sempre atento às características de seleção é importante, avaliando não somente características relacionadas com a produção de leite e conformação, mas também as que se referem a reprodução, pois assim, a partir da definição de pesos para as características consegue-se evoluir o rebanho de forma positiva em diversos aspectos.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, conseguimos entender que apesar da perda de prenhez ser um problema multifatorial, temos diversas oportunidades dentro da fazenda e estar disposto a enxergá-las e ter ações concretas e conscientes é essencial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, é possível trabalhar para que o impacto no indicador perda de prenhez seja evidente, tendo a redução do número de perdas corroborando para uma melhor eficiência reprodutiva e consequentemente a maior lucratividade do negócio.</span></p>
<h2>Mais prenhezes, mais leite e mais lucro no seu rebanho</h2>
<p>A perda de prenhez compromete o desempenho produtivo e a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a identificar as causas, prevenir problemas e aplicar manejos que aumentam os índices reprodutivos, garantindo mais eficiência e resultados consistentes no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23090" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/barbara-agnes.jpg" alt="Bárbara Agnes - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/barbara-agnes.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/barbara-agnes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/barbara-agnes-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Compost barn: o que é e como elaborar esse sistema?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/compost-barn-o-que-e-e-como-fazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 21:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sistema de Compost Barn consiste em uma instalação coberta de cama coletiva para os animais, onde os seus dejetos orgânicos (fezes e urina) são incorporados ao substrato, e essa mistura gera o processo de compostagem em camadas mais profundas da cama. É um sistema que possibilita a interação da produtividade com o meio ambiente. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de <i>Compost Barn</i> consiste em uma instalação coberta de cama coletiva para os animais, onde os seus dejetos orgânicos (fezes e urina) são incorporados ao substrato, e essa mistura gera o processo de compostagem em camadas mais profundas da cama.</p>
<p>É um sistema que possibilita a interação da produtividade com o meio ambiente.</p>
<p>Sabemos que ter uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/4-dicas-para-aumentar-o-lucro-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">fazenda produtora de leite lucrativa</a></strong> depende de diversos aspectos, entretanto, quando se pensa em produzir com menor custo é algo que nos chama atenção.</p>
<p>Dessa forma, temos o sistema de instalação do tipo <i>Compost Barn</i> como uma grande oportunidade, onde além de visar <strong>reduzir custos de produção</strong>, quando trabalhado de forma adequada tem-se melhoria em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/" target="_blank" rel="noopener">índices zootécnicos</a></strong>, muito relacionado com o <strong>conforto e bem estar</strong> disponibilizado, além de tornar possível um correto <strong>destino e tratamento dos dejetos</strong> dos animais.</p>
<p>Entretanto, é interessante durante o processo de elaboração do projeto de <i>Compost Barn</i> que seja realizada uma <strong>avaliação completa relacionada a genética dos animais</strong>, pois isso vai estar intimamente ligado com o sucesso do negócio.</p>
<p>Quanto mais geneticamente evoluído o animal inserido no sistema, melhor será o seu desempenho, pois ele estará em um ambiente com condições para que seja possível expressar o seu <strong>potencial genético</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20905" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-1.jpg" alt="Vacas deitadas em um compost barn" width="480" height="640" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-1.jpg 480w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-1-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-1-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-1-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<h2>Planejamento de um projeto de <em>Compost Barn</em></h2>
<p>Quando pensamos desde a construção, existem etapas que devem ser seguidas e bem analisadas a fim de que seja possível <strong>reduzir chances de insucesso</strong> relacionadas com o projeto de criação.</p>
<p>Diversos são os pontos a serem avaliados e que são responsáveis pelo sucesso da operação, dentre eles ter claro o manejo que a fazenda deseja ter, a categoria animal que será trabalhada, ter uma elaboração do projeto atenta a região da fazenda, ao clima, a localização de construção, a orientação, a estrutura de ventilação, como serão as demais estruturas como sala de espera, sala de ordenha e o centro de manejo de dejetos.</p>
<p>Hoje, é comum encontrarmos instalações do sistema <i>Compost Barn</i> de variadas formas, sendo elas desde de estruturas de concreto, metálicas galvanizadas ou de madeira, aquelas que detém de maior tecnologia que envolvem um maior investimento ou serem mais simples, que não requerem tamanho investimento, mas que se bem planejadas e manejadas conferem bons resultados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20906" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-2.jpg" alt="Instalação de um compost barn em uma propriedade leiteira" width="480" height="640" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-2.jpg 480w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-2-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Assim como a estrutura pode ter variadas possibilidades de material, o telhado também pode ser de diferentes formas, dentre elas utilizando telha de zinco, barro e/ou concreto.</p>
<p>Essas diferenças em relação ao tipo de estrutura estão intimamente ligadas ao investimento que a fazenda está disposta a fazer, ao custo benefício dos materiais escolhidos e até mesmo a velocidade de construção.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-conforto-termico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38506 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png" alt="Webinar conforto térmico" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Elaboração do projeto de <i>Compost Barn</i></h2>
<h3>Como dimensionar a área de cama (m²/animal)?</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cama-de-compost-barn-na-pecuaria-leiteira/">dimensionamento da área da cama</a></strong> é algo extremamente importante no processo de elaboração do projeto, pois isso irá <strong>impactar de forma direta</strong> na necessidade de manejos e também no bem-estar dos animais ali alojados.</p>
<p>Para o cálculo da área mínima para cada animal devemos levar em consideração que seja possível que todos os animais permaneçam deitados ao mesmo tempo na cama.</p>
<p>Tem-se hoje um valor recomendado que leva em conta a qualidade da cama e o conforto do animal, tendo por base a quantidade de fezes e urina produzidas de acordo com a categoria a que o animal pertence.</p>
<ul>
<li>Para animais em lactação é necessário que a área de cama esteja entre 10 a 15m² por animal.</li>
<li>Em lotes de animais de vacas secas, onde a produção de excretas é menor, a área em m² por animal pode ser menor, ficando em torno de 12m².</li>
<li>Já as vacas que compõem o grupo de animais de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener">pré-parto e pós-parto</a></strong>, é ideal que a área de cama por animal seja maior, ficando em torno de 15m².</li>
</ul>
<p>A maior área de cama nos animais desse grupo é baseada no momento de transição que a vaca se encontra, onde diversas alterações fisiológicas, metabólicas e imunológicas ocorrem e que já deixa o animal mais susceptível a uma série de problemas, dessa forma, devemos pensar em proporcionar o máximo de conforto a esses grupos.</p>
<p>Em casos onde no sistema de <i>Compost Barn</i> serão alojados animais de recria, como as novilhas com média de 350 kg, uma menor área de cama por animal é possibilitada pois é uma categoria onde os animais são menor e mais leves e consequentemente produzem diariamente menores quantidades de fezes e urina. A área de cama recomendada para essa categoria é no mínimo 8m² por animal.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como dimensionar a pista de alimentação, comedouros e bebedouros?</h3>
<p>Quando pensamos no tamanho do barracão do <i>Compost Barn</i>, além do espaço de cama, o dimensionamento da pista de alimentação é outro ponto chave para determinar de fato o tamanho que a instalação terá, pois é a partir do comprimento da pista de alimentação que será determinado o comprimento do barracão.</p>
<p>Quando se trata de <strong>animais adultos em lactação</strong>, para a elaboração do projeto, o espaço de cocho deve ser de no <strong>mínimo 0,7 metros lineares</strong> por animal para vacas secas e vacas em lactação.</p>
<p>Em contrapartida, quando se refere a <strong>animais em lotes de pré e pós-parto</strong>, onde vacas e novilhas estiverem separadas, a fim de reduzir interações negativas no grupo e causar prejuízos no momento que esses animais passam pelo período de transição, sendo então estipulado o espaçamento de no <strong>mínimo 0,8 metros lineares</strong> por animal.</p>
<p>Em casos onde vacas e novilhas compuserem o mesmo lote em pré e pós-parto, é essencial que o espaçamento seja maior, pois animais maiores e mais velhos são dominantes em relação aos menores e mais novos.</p>
<p>Para esses casos, o espaçamento adequado é de no mínimo 1 metro linear por animal. Já em casos onde o projeto é para <strong>animais em crescimento</strong>, recomenda-se que o espaçamento seja de no <strong>mínimo 0,4 metros por animal</strong>.</p>
<p>É de extrema importância que a pista de alimentação no projeto de <i>Compost Barn</i> seja <strong>concretada</strong>, pois é nesse local que cerca de 25% de fezes e urina serão retidos.</p>
<p>Quanto à largura da pista de alimentação, é importante que seja suficiente para que os animais consigam comer e beber água ao mesmo tempo, o que hoje recomenda-se ser de no mínimo 4,5 metros.</p>
<p>Pensando no dimensionamento dos bebedouros, eles obrigatoriamente devem estar inseridos fora da área de cama. Quanto ao espaçamento recomendado, ele deve ser de no mínimo 0,12 metros lineares por animal.</p>
<p>É importante ressaltar a importância de obedecer o espaçamento dos bebedouros e ter rotina de limpeza, pelo fato da ingestão de matéria seca pelo animal estar diretamente relacionada com a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">ingestão de água</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20910" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-compost-barn.jpg" alt="Tabela com as dimensões para um sistema compost barn de acordo com cada animal" width="583" height="258" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-compost-barn.jpg 583w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-compost-barn-300x133.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-compost-barn-370x164.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-compost-barn-270x119.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-compost-barn-150x66.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 583px) 100vw, 583px" /></p>
<h3>Como deve ser o sistema de ventilação do <i>Compost Barn</i>?</h3>
<p>Durante a elaboração do <i>Compost Barn</i> é indispensável que o tema <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a></strong> seja levado em consideração. Esse estresse vai ocorrer quando os animais são expostos a uma condição ambiental que excede sua faixa de conforto térmico, causando um desequilíbrio entre a produção de calor do corpo e a capacidade de dissipá-lo.</p>
<p>No barracão de <i>Compost Barn</i>, esse estresse térmico pode-se agravar em períodos de temperatura mais elevada devido ao acúmulo de calor do ambiente, o que consequentemente pode provocar redução no consumo de matéria seca, redução da eficiência de energia para a produção de leite e até mesmo reduzir a taxa de concepção quando o estresse térmico ocorre algumas horas após a inseminação artificial.</p>
<p>Por isso, é importante que também seja elaborado um projeto visando o resfriamento da instalação.</p>
<p>Dentro do <i>Compost Barn</i> <strong>a forma de ventilação mais utilizada é a feita através de ventiladores</strong>, onde além de atuar no resfriamento dos animais, atua também favorecendo a secagem da cama.</p>
<p>Para que o sistema de ventilação seja eficiente, é necessário que a velocidade do vento dentro de todo comprimento do barracão esteja em torno de 2 metros por segundo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20907" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-3.jpg" alt="Medição de temperatura em um sistema compost barn" width="384" height="512" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-3.jpg 384w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-3-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 384px) 100vw, 384px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>A adoção de sistemas de resfriamento combinando ventiladores e aspersores são considerados os mais eficientes para redução do estresse térmico, e podem estar instaladas na linha de cocho ou sala de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/">ordenha</a></strong>, ou em ambas.</p>
<p>Nesses casos, nos momentos de resfriamento direto dos animais é recomendado que a velocidade do vento seja de no mínimo 6 metros por segundo e quando aspersão for utilizada, que a gota seja grossa e com alta vazão por bico.</p>
<h2>Manejos essenciais no <i>Compost Barn</i></h2>
<p>Na busca pelo sucesso do sistema após implementado, existem alguns fatores que devem ser sempre avaliados e contar com um manejo adequado.</p>
<p>Dentre esses fatores, um dos mais importantes é o relacionado com a <strong>cama </strong>do barracão que está no processo de compostagem e que a depender da sua condição será responsável pelo conforto dos animais e pelo tempo que permanecerão deitados.</p>
<p>Em relação ao material da cama dos animais, a <strong>granulometria do material</strong> é algo que deve ser analisado, pois é recomendado que esse material detenha de granulometrias diferentes, sendo elas pó, moída fina e moída grossa.</p>
<p>Dessa forma, o material mais recomendado hoje são os resíduos de madeira, entre eles a maravalha e a serragem.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CAMA DE COMPOST BARN: COMO REALIZAR O MANEJO? | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/-PBx9O7ExIo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Quando se tem na cama apenas material com granulometria fina irá provocar a compactação da cama, com queda na taxa de fermentação e aeração, deixando-a úmida e contribuindo para formação de torrões.</p>
<p>Entretanto, quando se tem apenas granulometria grossa, o processo de compostagem será acelerado devido à maior aeração da cama, o que aumenta a velocidade de decomposição do material.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20908" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-4.jpg" alt="Material da cama em um sistema compost barn" width="384" height="512" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-4.jpg 384w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-4-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-4-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 384px) 100vw, 384px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Diariamente o manejo da cama irá consistir em realizar o seu <strong>revolvimento</strong>, ou seja, a viragem da cama para que o processo de compostagem ocorra de forma homogênea.</p>
<p>É indicado que a frequência desse manejo seja realizada com base na condição da cama e a umidade do ar, onde em momentos que a umidade da cama está alta a necessidade de revolvimento aumenta, para que seja acelerado seu processo de secagem.</p>
<p>A cama deve ser revolvida a uma profundidade de no máximo 30cm, com auxílio de implementos acoplados em trator.</p>
<p>É importante que os implementos consigam promover a aeração da cama, descompactá-la, pois haverá períodos em que esse manejo de descompactação será necessário e também que tenha regulagem da profundidade, porque em momentos onde a porção mais profunda da cama já tenha completado o processo de compostagem, a profundidade deverá ser reduzida para que não se tenha a mistura desse material com o que está na superfície.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20903" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-5.jpg" alt="Revolvimento da cama em um sistema compost barn" width="287" height="512" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-5.jpg 287w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-5-168x300.jpg 168w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-5-270x482.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-5-150x268.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 287px) 100vw, 287px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Quanto à <strong>umidade da cama</strong> é recomendada que esteja <strong>entre</strong> <strong>40 a 60%</strong>. Lembrando que nesses casos a ventilação deve ser mantida, onde além de auxiliar nesse processo de secagem, leva conforto térmico aos animais.</p>
<p>O processo de compostagem é uma forma de estabilização dos resíduos, onde é requerido condições ideais para que isso ocorra de forma correta. É necessário que se tenha umidade adequada e aeração para que se tenha temperatura ideal para que todo processo ocorra. Recomenda-se que a <strong>temperatura da cama</strong> esteja em uma faixa entre <strong>45 e 60°C</strong> a uma profundidade de 30 cm.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20909" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-6.jpg" alt="Sistema compost barn" width="384" height="512" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-6.jpg 384w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-6-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-6-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-6-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-6-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 384px) 100vw, 384px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<h3>Relação carbono:nitrogênio</h3>
<p>Outro ponto importante que vai indicar saúde da cama e que merece atenção é a <strong>relação carbono:nitrogênio</strong>, a qual deve ser adequada para garantir sucesso no processo de compostagem. É recomendado que essa relação seja de <strong>25:1 a 30:1</strong>.</p>
<p>Quando se tem um aumento excessivo de matéria orgânica na cama essa relação desses elementos vai ser comprometida, pois haverá o aumento da porção de nitrogênio e da umidade da cama e redução da porção de carbono.</p>
<p>Essa relação não é um procedimento facilmente realizado na rotina da fazenda, porém existem indícios que podem ser visualizados e que sinalizam que o processo de compostagem está comprometido.</p>
<p>Na prática, existe um somatório de sinais que nos leva a enxergar que houve um desequilíbrio na relação carbono:nitrogênio, onde dentre eles podemos citar a temperatura da cama está abaixo do recomendado (45 a 60°C), excesso de umidade e de matéria orgânica, além de ser possível ter odores desagradáveis devido a fermentação anaeróbia desencadeada nessa situação.</p>
<p>Em relação ao momento de reposição da cama e quantidade a ser reposta, isso irá depender de alguns pontos como o tempo entre uma reposição e outra, às condições climáticas do ambiente, a troca de ar no barracão e também a área de cama por animal que a fazenda detém.</p>
<p>Situações onde se tem uma ventilação inadequada e condições climáticas de tempo chuvoso e umidade alta a frequência de reposição da cama aumenta, assim como também em situações onde se tenha a área de cama fora da faixa de 10 a 15m² por animal a necessidade de reposição com menor intervalo de tempo será maior.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20904" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-7.jpg" alt="Reposição da cama em um sistema compost barn" width="240" height="520" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-7.jpg 240w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-7-138x300.jpg 138w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/compost-barn-7-150x325.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Sabemos então o quanto o sistema de <i>Compost Barn</i> pode ser <strong>uma excelente opção de alojamento dos animais</strong>, entretanto, é importante que um técnico capacitado esteja inserido dentro do negócio, para que avaliações precisas sejam feitas a fim de se ter as melhores definições dentro do negócio.</p>
<p>Hoje, fazendas com sistema já implementado seguem apresentando boas evoluções em indicadores de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">produtividade</a></strong>, saúde e reprodução.</p>
<h2>Tenha mais produtividade na produção de leite!</h2>
<p>A carência de conhecimento sobre técnicas modernas de gestão pode impedir o crescimento do negócio e a maximização dos resultados.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você terá acesso a conteúdos exclusivos e atualizados sobre as melhores práticas de gestão na pecuária leiteira. Aprenda a otimizar processos, melhorar a qualidade do leite, reduzir custos operacionais e aumentar a rentabilidade do seu empreendimento.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Kit Guia + Planilha Escore de saúde respiratória de bezerras leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planilha-escore-de-saude-respiratoria-bezerras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 13:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[PLANILHAS]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais doenças que acometem bezerras em aleitamento e em pós-desmame é a Doença Respiratória Bovina (DRB).  Essa doença é extremamente relevante, porém seu diagnóstico na rotina sanitária das fazendas ainda é bastante defasado, podendo causar confusão e subnotificações. Para isso, pesquisadores criaram escores individuais para avaliação da saúde respiratória das bezerras leiteiras. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais doenças que acometem bezerras em <strong>aleitamento</strong> e em pós-desmame é a <strong>Doença Respiratória Bovina (DRB). </strong></p>
<p>Essa doença é extremamente relevante, porém seu diagnóstico na rotina sanitária das fazendas ainda é bastante defasado, podendo causar confusão e subnotificações.</p>
<p>Para isso, pesquisadores criaram <strong>escores individuais</strong> para avaliação da saúde respiratória das bezerras leiteiras.</p>
<p>O modelo de pontuação mais utilizado para detecção de DRB em bezerras é o <strong>Escore Respiratório de Wisconsin</strong>, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, em Madison, Estados Unidos.</p>
<p>Com a Planilha de Escore de Saúde Respiratória, você irá descobrir:</p>
<ul>
<li aria-level="1" aria-checked="false">Se as suas bezerras estão doentes;</li>
<li aria-level="1" aria-checked="false">Quais parâmetros avaliar para realizar o diagnóstico;</li>
<li aria-level="1" aria-checked="false">Como aplicar o Escore Respiratório de Wisconsin.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-escore-saude-respiratoria-bezerras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-escore-respiratorio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39659 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude.png" alt="Kit guia e planilha escore de saúde respiratória de bezerras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-escore-saude-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Kit Guia + Planilha Contagem de Células Somáticas (CCS) no leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/planilha-contagem-celulas-somaticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 12:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[PLANILHAS]]></category>
		<category><![CDATA[CCS]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mastite subclínica pode acometer grande parte dos rebanhos, aumentando a Contagem de Células Somáticas (CCS) no leite. O aumento da CCS afeta diretamente a qualidade do leite e a bonificação paga por grande parte dos laticínios, causando queda no valor do litro de leite recebido pelo produtor. Com esse material você poderá calcular, de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mastite subclínica pode acometer grande parte dos rebanhos, aumentando a <strong>Contagem de Células Somáticas (CCS)</strong> no leite.</p>
<p>O aumento da <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CCS</strong></a> afeta diretamente a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>qualidade do leite</strong></a> e a bonificação paga por grande parte dos laticínios, causando queda no valor do litro de leite recebido pelo produtor.</p>
<p>Com esse material você poderá calcular, de acordo com a contagem de células somáticas encontradas no tanque:</p>
<ul>
<li>A perda de produção diária de leite;</li>
<li>A perda de produção mensal de leite;</li>
<li>A perda de faturamento mensal;</li>
<li>A perda de faturamento anual.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, você pode <strong>descobrir o quanto está deixando de lucrar na sua propriedade</strong> e pode mostrar para os seus clientes o prejuízo que eles vêm tendo em decorrência à lata CCS do tanque.</p>
<p>Baixe gratuitamente o <strong>kit com a planilha + guia explicativo</strong> sobre a CCS no tanque e CCS individual e transforme os seus resultados!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 19:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de agronegócio desempenha um papel vital na alimentação global e na economia de muitos países. No entanto, por trás do sucesso das colheitas e do fornecimento de alimentos, há uma força invisível, mas essencial: as pessoas. A gestão eficaz de recursos humanos no agronegócio é crucial para o crescimento sustentável, a produtividade e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de agronegócio desempenha um papel vital na alimentação global e na economia de muitos países. No entanto, por trás do sucesso das colheitas e do fornecimento de alimentos, há uma força invisível, mas essencial: as pessoas.</p>
<p>A <strong>gestão eficaz de recursos humanos no agronegócio</strong> é crucial para o crescimento sustentável, a produtividade e a inovação no campo.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O desafio da gestão de pessoas é a <strong>maior dificuldade enfrentada no agronegócio</strong>.</li>
<li>É fundamental contratar pessoas alinhadas com os valores da empresa.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-pessoas-em-fazendas-voce-esta-fazendo-do-jeito-certo/" target="_blank" rel="noopener">gestão de pessoas</a></strong> envolve criar um ambiente agradável e promover o engajamento dos colaboradores.</li>
<li>O desenvolvimento e a qualificação dos gestores são essenciais para o bom funcionamento da equipe.</li>
<li>O desligamento de colaboradores deve ser planejado e executado imediatamente após a decisão.</li>
</ul>
<p>Este <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/category/webinar/" target="_blank" rel="noopener">Webinar</a></strong> reuniu Emerson Alvarenga, Régis Henrique e Alexandra Othero, que fazem parte do nosso Núcleo de Gestão para falar sobre o tema.</p>
<p>Clique no botão abaixo e acompanhe esse incrível conteúdo!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/gestao-de-pessoas-para-obter-melhores-resultados-no-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=pagina-webinar-gestao-de-pessoas-no-agronegocio&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27157 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner-webinar-gestao-pessoas-agronegocio.jpg" alt="Webinar Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Quer ser capaz de implementar uma gestão de excelência no agronegócio?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você tenha interesse, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=pagina-webinar-gestao-de-pessoas-lp-curso&amp;utm_medium=organic" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação Online em Gestão do Agronegócio</strong></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com conteúdo 100% aplicável desde o primeiro módulo, essa especialização tem formato 100% online.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As aulas são divididas em aulas gravadas e videoconferências ao vivo, para que você tire todas as suas dúvidas e faça um networking de alta qualidade com profissionais de todo o Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de todo o curso, há suporte dedicado a você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Clique no link e conheça.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-gestao-do-agronegocio?utm_campaign=mkt-materiais-gestao&amp;utm_source=pagina-webinar-gestao-de-pessoas-lp-curso&amp;utm_medium=organic"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23974 size-large" title="Pós-Graduação em Gestão do Agronegócio" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/PGA-2-1024x532.jpg" alt="Pós-Graduação em Gestão do Agronegócio" width="770" height="400" /></a></p>
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		<item>
		<title>Pré-sincronização como estratégia para aumentar concepção/reduzir perdas gestacionais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/webinar-perdas-gestacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 13:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de concepção]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que as perdas gestacionais podem chegar a mais de 18%? Esse é um problema importante para o gado leiteiro e compromete a eficiência reprodutiva e a lucratividade do sistema. Neste Webinar, realizado em 2022, o professor da USP Dr. Roberto Sartori, que atua na área há mais de 25 anos, trouxe tudo o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que as perdas gestacionais podem chegar a mais de 18%? Esse é um problema importante para o gado leiteiro e compromete a eficiência reprodutiva e a lucratividade do sistema.</p>
<p>Neste Webinar, realizado em 2022, o professor da USP Dr. Roberto Sartori, que atua na área há mais de 25 anos, trouxe <strong>tudo o que você precisa saber pré-sincronização como estratégia para aumentar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao-principais-dicas-para-elevar-esse-indicador/" target="_blank" rel="noopener">taxa de concepção</a> e reduzir perdas gestacionais nas propriedades leiteiras</strong>. Confira:</p>
<ul>
<li>Por que fazer pré-sincronização em gado leiteiro?</li>
<li>Vale a pena utilizar dois embriões de qualidade inferior?</li>
<li>Resultados com diferentes protocolos;</li>
<li>Quais são as bases fisiológicas do protocolo de sincronização?</li>
<li>A combinação de implante de progesterona e prostaglandina é uma opção viável para a pré-sincronização?</li>
<li>O <a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener"><strong>estresse térmico</strong></a> pode afetar a eficácia da pré-sincronização?</li>
</ul>
<p>Não deixe de assistir na íntegra, acessando pelo botão abaixo.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/pre-sincronizacao-estrategia-para-aumentar-concepcao-e-reduzir-perdas-gestacionais?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-aumentar-concepcao-reduzir-perdas-gestacionais" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27546 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/banner-webinar-pre-sincronizacao.jpg" alt="Webinar Pré-sincronização como estratégia para aumentar concepção e reduzir perdas gestacionais" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Obtenha resultados robustos na pecuária leiteira!</h2>
<p>Se você deseja melhorar sua atuação nas fazendas onde atua e ser capaz de conquistar as melhores oportunidades na pecuária leiteira, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=webinar-aumentar-concepcao-reduzir-perdas-gestacionais" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro.</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/webinar-perdas-gestacionais/">Pré-sincronização como estratégia para aumentar concepção/reduzir perdas gestacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pré-dipping e pós-dipping: pontos de controle da qualidade do leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 13:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[ordenha]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ocorrência de casos de mastite está diretamente relacionada à interação de fatores ambientais e práticas de manejo, ao agente causador de mastite e à capacidade da vaca em debelar o processo inflamatório e infeccioso. Sendo assim, um dos pontos-chave no controle da mastite é a redução da exposição dos tetos a esses agentes. Para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/">Pré-dipping e pós-dipping: pontos de controle da qualidade do leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocorrência de casos de mastite está diretamente relacionada à interação de fatores ambientais e práticas de manejo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">ao agente causador de mastite</a></strong> e à capacidade da vaca em debelar o processo inflamatório e infeccioso.</p>
<p>Sendo assim, um dos pontos-chave no controle da mastite é a redução da exposição dos tetos a esses agentes.</p>
<p>Para que isso seja possível, é fundamental adotarmos <strong>medidas simples de higiene dos tetos</strong>, garantindo a adequada desinfecção antes e após a ordenha. Uma dessas medidas é a utilização das soluções desinfetantes de pré-dipping e pós-dipping.</p>
<p>Mas<strong> o que é o pré dipping e o pós-dipping? </strong>Quais as principais bases dessas soluções? Quais os principais pontos de atenção durante a utilização?</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Pré-dipping</h2>
<p><strong>O pré-dipping consiste em uma solução responsável pela desinfecção dos tetos antes da colocação das teteiras</strong>, reduzindo assim a contaminação da pele dos tetos e principalmente os casos de mastite por agentes ambientais.</p>
<p>Além disso, a higienização dos tetos antes da ordenha contribui para a qualidade higiênica do leite, sendo um fator importante na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/" target="_blank" rel="noopener">redução da CBT (contagem bacteriana total)</a></strong> do leite do tanque.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Pontos de atenção</h3>
<p>Para que a solução pré-dipping tenha a ação desinfetante esperada, é fundamental garantirmos alguns pontos:</p>
<ul>
<li>A solução deve ser colocada em um copo sem retorno, evitando a contaminação da solução;</li>
<li>O copo do pré-dipping deve estar limpo;</li>
<li>A solução pré-dipping deve ser passada cobrindo todo o teto;</li>
<li>Os tetos muito sujos devem ser higienizados antes da utilização do pré-dipping para não perder seu efeito desinfetante;</li>
<li>O tempo de ação da solução nos tetos deve ser de pelo menos 30 segundos.</li>
</ul>
<p>Além disso, é importante utilizarmos apenas produtos específicos que apresentem indicação para essa finalidade.</p>
<p>Outros produtos desinfetantes que não possuem recomendação para uso em <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>rotina de ordenha</strong></a> podem comprometer a integridade física da pele dos tetos e aumentar o <strong>risco de mastite</strong>, além de não termos a garantia de eficácia do produto ou da possibilidade de resíduo no leite.</p>
<p>Outro ponto de atenção refere-se a produtos que necessitam de diluição. Nesses casos, devemos garantir que a diluição do produto seja feita corretamente e que a água utilizada para essa finalidade, seja de qualidade (potável). O não cumprimento desses itens irá comprometer a eficácia do produto.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11892" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2.jpeg" alt="Equipamentos para ordenha" width="500" height="375" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2.jpeg 1280w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-300x225.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-1024x768.jpeg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-768x576.jpeg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-370x278.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-270x203.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-740x555.jpeg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-2-80x60.jpeg 80w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Limpeza e organização dos utensílios e equipamentos antes da ordenha. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Princípios ativos</h3>
<p>Os princípios ativos mais comuns utilizados em soluções pré-dipping são:</p>
<ul>
<li>Iodo;</li>
<li>Hipoclorito de sódio;</li>
<li>Clorexidina;</li>
<li>Ácido lático;</li>
<li>Um ponto importante em relação ao hipoclorito de sódio é que a solução é bastante volátil, sendo necessário manter o galão com o produto bem vedado.</li>
</ul>
<p>Outro aspecto relevante é não utilizar o hipoclorito de sódio que encontramos em supermercados, mais conhecido como água sanitária, pois além de não ter recomendação para utilização em ordenha, a água sanitária possui soda cáustica em sua composição, que também compromete de modo considerável a integridade dos tetos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11891" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1.jpeg" alt="Copos Para Aplicação de Pré-dipping e Pós-dipping" width="600" height="303" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1.jpeg 870w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-300x151.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-768x388.jpeg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-370x187.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-270x136.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-1-740x373.jpeg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Copo sem retorno para aplicação de pré e pós-dipping. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11893" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3.jpeg" alt="Pessoa fazendo aplicação de pré-dipping com copo sem retorno em uma vaca" width="500" height="279" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3.jpeg 1103w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-300x168.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-1024x572.jpeg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-768x429.jpeg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-370x207.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-270x151.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-3-740x413.jpeg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Aplicação de pré-dipping com copo sem retorno. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<h2>Pós-dipping</h2>
<p>Durante a ordenha os tetos entram em contato com as mãos dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ordenhador-na-producao-de-leite/">ordenhadores</a></strong> e teteiras contaminadas, que contribuem para a transmissão de mastite por agentes do tipo contagiosos.</p>
<p>Nesse sentido, precisamos garantir que os tetos após a ordenha também sejam desinfetados e com redução da carga de agentes causadores de mastite.</p>
<p>Para essa desinfecção utilizamos a solução pós-dipping. Essa medida possui efeito sobre a incidência de novos casos de mastite e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">CCS (contagem de células somáticas)</a></strong> do rebanho.</p>
<p>Outro benefício da solução pós-dipping é manter a pele dos tetos bem hidratada e íntegra, contribuindo para redução dos casos de mastite.</p>
<p>Assim como a solução pré-dipping, os pontos de atenção da solução pós-dipping incluem a higiene do copo sem retorno e garantir que o produto esteja cobrindo todo o teto.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="PÓS-DIPPING: COMO USAR DE FORMA EFICIENTE | Rehagro Responde - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/m5CyyJAfCXU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Princípio ativo</h3>
<p>O principal princípio ativo de soluções pós-dipping é o iodo, que possui atividade bactericida, fungicida e viricida, ressaltando a boa eficácia na prevenção de mastites contagiosas causadas por <i>Staphylococcus aureus</i> e <i>Streptococcus agalactiae</i>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11894" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-4.jpeg" alt="Pessoa realizando a aplicação de pós-dipping com copo sem retorno em uma vaca" width="500" height="307" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-4.jpeg 1006w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-4-300x184.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-4-768x472.jpeg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-4-370x227.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-4-270x166.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/pre-dipping-4-740x455.jpeg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-size: 10pt;">Aplicação de pós-dipping com copo sem retorno. (Fonte: Gabriela Magioni &#8211; Equipe Leite Rehagro)</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Considerando os prejuízos causados pela mastite, como gastos com <strong>medicamentos</strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/descarte-do-leite/">descarte de leite</a></strong> e, principalmente, perda de produção, medidas de controle da mastite são fundamentais para a saúde do rebanho e rentabilidade da fazenda.</p>
<p>Com pequenos e simples ajustes na rotina de ordenha para garantir a correta desinfecção dos tetos antes e após a ordenha é possível produzir um leite de melhor qualidade e reduzir a incidência de mastite.</p>
<h2>Domine as práticas que garantem leite de qualidade e mais lucro</h2>
<p>A aplicação correta do pré-dipping e pós-dipping é determinante para reduzir mastite, melhorar a CCS e entregar um produto de excelência.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende de forma prática como implementar protocolos eficientes de ordenha, manter a saúde do rebanho e aumentar a rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28021 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni.jpg" alt="Gabriela Magioni" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Curva de lactação em vacas leiteiras: qual sua importância?</title>
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					<comments>https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 13:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há duas frases conhecidas que dizem que aquilo que não é medido, não pode ser gerenciado, e que uma pessoa sem dados é apenas uma pessoa com opinião. Ambas podem ser empregadas na atividade leiteira e merecem uma reflexão. Afinal, nenhuma ação pode ser empregada com segurança se não estiver pautada em dados confiáveis que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/">Curva de lactação em vacas leiteiras: qual sua importância?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas frases conhecidas que dizem que aquilo que não é medido, não pode ser gerenciado, e que uma pessoa sem dados é apenas uma pessoa com opinião.</p>
<p>Ambas podem ser empregadas na atividade leiteira e merecem uma reflexão. Afinal, nenhuma ação pode ser empregada com segurança se não estiver pautada em dados confiáveis que retratam a realidade da atividade.</p>
<p>O principal produto da atividade leiteira é sem dúvidas a produção de leite, seguido pela venda de animais, da genética, etc.</p>
<p>O leite é o responsável majoritário pela geração de receitas da propriedade. Somente esta afirmação já possui fundamentos o suficiente para justificar a mensuração da produção de leite da propriedade.</p>
<p>Mas não é somente isso. Além da razão óbvia, por que devemos medir a produção de leite?</p>
<p>Um dos motivos é para avaliarmos a <strong>curva de lactação das vacas</strong>. Mas o que é a curva de lactação e quais informações podemos obter através dela?</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">O que é a curva de lactação?</span></span></h2>
<p>Comumente representada no formato de gráfico, <strong>a curva de lactação ilustra a produção de leite das vacas ao longo dos períodos da lactação</strong>. Este modelo pode ser construído e analisado tanto para o indivíduo, quanto para grupos (primíparas e multíparas, por exemplo) ou rebanho.</p>
<p>Para a sua formação, é necessário ter duas informações básicas e principais: produção de leite e dias em lactação (DEL).</p>
<p>Obtém-se o valor de produção nas pesagens de leite periódicas. Já o DEL, como o próprio nome diz, representa a quantos dias aquele animal está produzindo leite naquela lactação. Nada mais é do que a diferença entre a data do dial atual e a data do último parto.</p>
<p>Com essas informações em mãos, basta arranjá-las em um gráfico, conforme o exemplo abaixo, onde o eixo X (horizontal) representa o DEL dos animais e o eixo Y (vertical) representa a produção de leite por indivíduo. Lembrando que cada marcador no gráfico representa uma vaca do rebanho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11888" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao.jpg" alt="Curva de Lactação de um Rebanho de Vacas" width="600" height="266" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao.jpg 890w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-300x133.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-768x340.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-370x164.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-740x328.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Curva de lactação de um rebanho de 94 vacas</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Variações na curva de lactação</span></span></h2>
<p>Em uma situação normal, espera-se uma curva de lactação semelhante ao exemplo mostrado no gráfico anterior.</p>
<p>As vacas apresentam <strong>uma ascensão da produção de leite que vai do parto até por volta de 60 dias</strong>, geralmente, que é quando ocorre o pico de produção na espécie bovina.</p>
<p>Passado esse período, os animais tendem a manifestar um decréscimo gradual (6 a 10% por mês, em média) no leite à medida que o DEL avança. Fato natural que, ao longo do tempo, culmina com a secagem do animal, devido à gestação avançada ou a baixa produção.</p>
<p>Já em <strong>situações em que as vacas passam por grandes desafios, é muito comum observarmos uma curva de lactação anormal</strong>, onde o pico de produção é tardio.</p>
<p>Referências na literatura citam que cada litro de leite perdido no pico de produção pode resultar em 200 a 300 litros de leite perdidos ao final da lactação. Só este fato já explica a importância e a necessidade de mensurar a produção de leite das vacas e interpretar a curva de lactação.</p>
<p>Com o litro de leite sendo vendido a R$ 2,00, por exemplo, a perda econômica será de R$ 400,00 a R$ 600,00 por vaca em lactação nesta condição!</p>
<p>Veja o gráfico a seguir. Neste exemplo, as vacas estão chegando ao pico de lactação tardiamente, somente aos 100 a 110 de DEL (linha vermelha tracejada).</p>
<p>Esses casos quase sempre estão relacionados a algum evento que está influenciando negativamente no desempenho dos animais e resultando no atraso do pico de produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Doenças</strong></a>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/">dietas mal formuladas</a></strong> e manejo nutricional inadequado próximo ao parto ou no início da lactação, por exemplo, são três das principais causas que resultam nessa ocorrência.</p>
<p>Em resumo, qualquer fator que prejudique o consumo alimentar das vacas no início da lactação é capaz de atrasar o pico de produção.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11889" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-1.jpg" alt="Curva de Lactação Anormal" width="600" height="265" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-1.jpg 911w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-1-300x133.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-1-768x340.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-1-370x164.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-1-270x119.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-1-740x327.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Curva de lactação anormal com pico de produção tardio</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Curva de lactação e ordem de parto</span></span></h2>
<p>A curva de lactação possui algumas particularidades quando olhamos para aspectos como a ordem de parto dos animais. Ao observar a produção de primíparas e multíparas, por exemplo, notamos algumas diferenças.</p>
<p>Conforme já mencionado anteriormente, <strong>após o pico de lactação é natural que as vacas reduzam de forma gradual a produção de leite a cada mês</strong>. Geralmente, essa redução fica em torno de 6 a 10% por mês após o pico.</p>
<p>No entanto, o decréscimo não acontece na mesma proporção quando analisamos primíparas e multíparas.</p>
<p>O esperado é que as primíparas decaem a produção por volta de 7% ao mês, enquanto este percentual para as multíparas fica em torno de 10%. Veja o gráfico a seguir.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11890" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-2.jpg" alt="Curva de Lactação de Primíparas e Multíparas" width="600" height="302" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-2.jpg 897w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-2-300x151.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-2-768x386.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-2-370x186.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-2-270x136.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/grafico-curva-lactacao-2-740x372.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Curva de lactação de primíparas e multíparas</span></span></span></p>
<p>Como a produção das primíparas cai de forma mais branda ao longo dos meses, é comum observarmos uma curva de lactação mais suave (flat) nessa categoria em relação às multíparas.</p>
<p>Note a diferença da inclinação da curva entre o pico e o fim da lactação de ambas as categorias. Essa taxa de queda é utilizada para estimarmos a produção dos animais após o pico de produção, além de analisarmos se a curva de lactação real está coerente com o que foi estimado, auxiliando na identificação de possíveis entraves na rotina da fazenda que estejam dificultando o desempenho dos animais.</p>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Curva de lactação e persistência de lactação</span></span></h2>
<p><strong>Por quanto tempo as vacas dão leite?</strong> Para responder essa pergunta devemos considerar algumas perspectivas, como: padrão racial, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">situação reprodutiva</a></strong>, nutrição, saúde.</p>
<p>Enfim, uma série de fatores influencia no tempo de produção de leite pelas vacas, acontecimento que também é conhecido como persistência de lactação.</p>
<p>Vamos agora considerar alguns desses fatores e clarear um pouco o entendimento sobre como eles influenciam na persistência de lactação dos animais.</p>
<p>É fato que alguns padrões raciais tiveram maior intensidade de seleção genética para produção de leite ao longo dos anos e, por esse motivo, conseguem expressar melhor essa característica na atualidade.</p>
<p>Vacas de rebanhos com padrão racial mais especializado geralmente apresentam maior persistência de lactação, ou seja, conseguem produzir leite por mais tempo.</p>
<p>Se pensarmos de forma associada a reprodução, em um cenário de intervalo entre partos de 12 meses, por exemplo, esperamos que as vacas produzam leite por volta de 10 meses e permaneçam secas próximo a 2 meses.</p>
<p>Logo, <strong>por mais que as vacas tenham persistência de lactação</strong> para produzir leite por mais tempo, <strong>elas deverão ter a lactação interrompida</strong> para que sejam secas e se preparem para o próximo parto.</p>
<p>Já ponderando nutrição e saúde, qualquer evento que reduza o consumo alimentar e prejudique o funcionamento adequado do metabolismo animal poderá abreviar o volume de leite e o tempo de produção das vacas. Dessa forma, a persistência de lactação será encurtada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11885" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1.jpg" alt="Vacas Sendo Ordenhadas" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1.jpg 1080w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/03/curva-lactacao-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Considerações sobre a curva de lactação</span></span></h2>
<p><strong>Conhecer e analisar a curva de lactação do rebanho</strong>, além de ser uma ação essencial, representa uma grande <strong>oportunidade de identificação de gargalos na fazenda</strong> que estejam limitando o desempenho das vacas.</p>
<p>Qualquer sinal de produção de leite aquém do esperado deve ser investigado e corrigido. Condições inadequadas de manejo com as vacas próximo ao parto e/ou no início da lactação podem provocar eventos que impactarão em toda a lactação.</p>
<p>Ao final, o resultado será em menores <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">resultados zootécnicos</a></strong>, econômicos e financeiros.</p>
<h2><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Transforme dados da curva de lactação em lucro para sua fazenda</span></span></h2>
<p>Compreender e gerenciar a curva de lactação é essencial para otimizar a produção e garantir mais retorno financeiro.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar indicadores, tomar decisões mais assertivas e implementar estratégias que elevam a eficiência e a rentabilidade do rebanho.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Sucedâneo no aleitamento de bezerras: veja a importância e os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sucedaneo-no-aleitamento-de-bezerras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 18:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[sucedâneo]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aleitamento artificial consiste no tipo mais comum de criação de gado especializado para produção leiteira, pois permite a quantificação do custo na fase de cria, a racionalização dos animais separando as vacas de suas crias, a ordenha se torna mais higiênica e o controle da quantidade de alimento que está sendo consumida se torna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O aleitamento artificial consiste no tipo mais comum de criação de gado especializado para produção leiteira, pois permite a quantificação do custo na fase de cria, a racionalização dos animais separando as vacas de suas crias, a ordenha se torna mais higiênica e o controle da quantidade de alimento que está sendo consumida se torna mais eficaz.</p>
<p>Além disso, em sistemas de aleitamento artificial a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/" target="_blank" rel="noopener">ocorrência de doenças</a></strong> tende a ser menor.</p>
<p>Mas afinal, <strong>qual a melhor opção</strong>: fornecer leite limpo, leite de descarte ou sucedâneo lácteo para as bezerras?</p>
<p>Quando há condições de se fornecer o leite limpo de vaca em condições adequadas de higiene, os resultados alcançados tendem a serem melhores, com melhor desempenho, menor <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" target="_blank" rel="noopener">incidência de diarreias</a></strong> e, consequentemente, menor mortalidade.</p>
<p>Além disso, não devemos desconsiderar o uso de leite de descarte quando em vista a disponibilidade de pasteurização e a correção do teor de sólidos.</p>
<p>Vamos abordar neste texto dicas a fim de garantir um correto aleitamento quando a decisão for utilizar sucedâneo como principal alimento para bezerras em aleitamento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Utilização do sucedâneo no aleitamento</h2>
<p>O sucedâneo deve ter a sua utilização considerada principalmente em <strong>situações de adensamento de leite</strong> <strong>e quando não houver disponibilidade de leite limpo e/ou leite de descarte.</strong></p>
<p>A decisão de quando utilizar o sucedâneo é específica para cada fazenda e deve ser considerada mediante análises de custo-benefício.</p>
<p>Essa escolha é muitas vezes norteada pela redução de custos. A parte econômica da utilização de sucedâneo não deve ser ignorada, ao contrário, sua análise deve estar vinculada ao desempenho animal.</p>
<p>Além da redução de custos, outras vantagens podem ser ressaltadas quanto ao uso de sucedâneos, como desvincular o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-da-rotina-de-ordenha/">horário da ordenha</a></strong> ao horário do trato dos bezerros, evitar a transmissão vertical (via leite) de doenças da vaca para a bezerra, reduzir o uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/descarte-do-leite/">leite de descarte</a></strong>, facilidade de estoque e produto de consistência uniforme quando manejado corretamente.</p>
<p>A correta utilização do sucedâneo será fundamental para ter oportunidade de desfrutar dos benefícios citados. Sendo assim, é preciso atenção primeiramente na decisão da sua inclusão ou não na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">dieta</a></strong>.</p>
<p>Por fim, caso a melhor opção seja sua utilização, será necessário foco em alguns pontos para compra de um produto que proporcione também boas condições de desenvolvimento às bezerras.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Recomendações do uso do sucedâneo</h3>
<p>Assim como na oferta de leite para as bezerras, <strong>o uso de sucedâneo lácteo deve seguir algumas recomendações</strong>, como:</p>
<ul>
<li>Ser ofertado sempre no mesmo horário;</li>
<li>Ser ofertado em temperatura constante (37 a 39ºC);</li>
<li>Evitar variações no volume fornecido;</li>
<li>Manter consistência na concentração de sólidos (12,5 a 15%).</li>
</ul>
<p>O fornecimento de sucedâneo pode ser realizado através de mamadeira, amamentador automático, balde com bico, amamentador coletivo e balde sem bico.</p>
<p>Vale ressaltar que a altura do balde com bico deve ser de aproximadamente 45 cm do chão, se assemelhando com a altura do úbere da mãe.</p>
<p>O ideal é que o sucedâneo utilizado <strong>seja produzido a partir de matéria prima de origem láctea</strong>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>No entanto, há aqueles que são produzidos a partir de matéria prima de origem vegetal. Os valores de fibra indicados no rótulo dos sucedâneos nos indicam se o produto possui mais ou menos proteína de origem vegetal.</p>
<p>Conforme será citado no próximo tópico, a recomendação é de que os sucedâneos apresentam teores de fibra inferiores a 0,15. Valores superiores apontam que há uma grande quantidade de proteínas vegetais, as quais as bezerras não conseguem digerir muito bem e podem desencadear distúrbios digestivos.</p>
<p>Observar o aspecto do sucedâneo algum tempo após sua diluição e mistura também é uma boa opção. Sucedâneos que apresentam <strong>decantação após serem diluídos</strong> corretamente e bem misturados geralmente <strong>não possuem uma qualidade nutricional que atenda às exigências das bezerras.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15896" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-1.jpg" alt="Qualidade de mistura de sucedâneos" width="600" height="285" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-1-300x143.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-1-370x176.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-1-270x128.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-1-150x71.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Qualidade de mistura de sucedâneos. Note que o sucedâneo da esquerda apresentou boa qualidade de mistura e não decantou, enquanto o sucedâneo da direita não se misturou bem e decantou de forma considerável. Fonte: Professora Sandra Gesteira, UFMG</span></p>
<h2>Características de um bom sucedâneo</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15895 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-2.jpg" alt="Composição do sucedâneo" width="691" height="171" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-2.jpg 691w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-2-300x74.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-2-370x92.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-2-270x67.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/sucedaneo-no-aleitamento-2-150x37.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /></p>
<ul>
<li>Composição deve conter <strong>10-20% de gordura, 18-22% de proteína e fibra menor que 0,15%</strong>.</li>
<li>Maior parte da proteína deve ser originada de derivados do leite (Exemplos: proteínas do leite desnatado, proteínas do soro do leite, concentrado proteico de soro, etc);</li>
<li><strong>Lactose deve ser a principal fonte de energia</strong>. A quantidade de substitutos não deve ser maior que 8 a 10% na MS para que o crescimento de tecidos corporais não seja prejudicado.</li>
<li>Utilizar diluição recomendada pelo fabricante, geralmente, é de 12,5% de sólidos totais por litro. A mensuração do teor de sólidos totais pode ser feita via refratômetro. Caso o refratômetro utilizado seja óptico, devemos somar o fator de correção de 1,1 à leitura obtida no refratômetro (ex.: leitura de refratômetro de 12, logo somamos 1,1 e o resultado do teor de sólidos totais é de 13,1%). No entanto, caso o refratômetro utilizado seja digital, o fator de correção passa a ser 1,5 (ex.: leitura de refratômetro de 12, logo somamos 1,5 e o resultado do teor de sólidos totais é de 13,5%).</li>
<li>Garantir a <strong>boa homogeneidade da solução</strong>.</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas afinal, para que servem os sólidos totais? Os teores de sólidos totais auxiliam no desempenho da bezerra, fazendo com que a mesma ganhe peso e seja desaleitada mais rapidamente e com saúde.</span></p>
<h2>Do aleitamento à gestão de resultados: transforme sua produção leiteira</h2>
<p>O uso estratégico do sucedâneo no aleitamento de bezerras é só um dos pontos que podem impactar diretamente o desempenho e a rentabilidade da fazenda.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a aplicar técnicas modernas de manejo, nutrição e gestão para melhorar a saúde do rebanho e aumentar o lucro da propriedade.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como melhorar a gestão de uma fazenda leiteira?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 13:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine uma situação em que você precisa ir a um local em uma determinada cidade. Muito provavelmente você adotará uma das duas atitudes: perguntar a alguém como chegar no local ou buscar em um GPS as coordenadas e os caminhos possíveis. Caso opte pela primeira opção, os riscos de errar o trajeto de forma a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine uma situação em que você precisa ir a um local em uma determinada cidade. Muito provavelmente você adotará uma das duas atitudes: perguntar a alguém como chegar no local ou buscar em um GPS as coordenadas e os caminhos possíveis.</p>
<p>Caso opte pela primeira opção, os riscos de errar o trajeto de forma a dificultar e atrasar a sua chegada no local são bem maiores.</p>
<p>Este mesmo exemplo pode ser aplicado como uma analogia na pecuária leiteira. Vamos supor que a produção de leite ou a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong> de seu rebanho não está boa e você decidiu otimizá-la. O que checar? Por onde começar? Quais atitudes tomar? Quais caminhos seguir?</p>
<p>Ter informações seguras, confiáveis e certeiras da rotina da propriedade fazem toda a diferença nesta situação. Tais informações permitem o cálculo de indicadores que norteiam as ações dentro da fazenda, justamente por atuarem como um GPS que guia a gestão da propriedade.</p>
<p>Além disso, estes indicadores atuam também como termômetros, mensurando o desempenho do rebanho.</p>
<p>A gestão eficiente de uma fazenda leiteira só é alcançada por meio de indicadores. Tê-los em mão, portanto, é uma questão de empenho, rotina e dedicação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10293" title="Dados " src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-1024x769.jpeg" alt="Indicadores pecuária leiteira" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-1024x769.jpeg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-300x225.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-768x577.jpeg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-370x278.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-270x203.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-740x556.jpeg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite-80x60.jpeg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/indicadores-leite.jpeg 1156w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Dados de uma fazenda de produção de leite.</span></p>
<h2>Conhecendo mais sobre indicadores da pecuária leiteira</h2>
<p>Os indicadores são importantes ferramentas de gestão e de tomada de decisão na fazenda leiteira. Eles se baseiam em dados reais que são utilizados para gerar números e taxas que apontam o desempenho de determinada ação ou processo.</p>
<p>Um exemplo comum a todos, são os indicadores que expressam o rendimento de desempenho de um veículo.</p>
<p>Um determinado carro pode ter uma autonomia de 480 km com 40 litros de combustível, enquanto um outro pode rodar 600 km com os mesmos 40 litros. Ou seja, o primeiro veículo possui um rendimento de 12 km/litro e já o segundo veículo possui um rendimento de desempenho maior, com 15 km/litro.</p>
<p>Veja que no exemplo citado temos mais de uma opção de expressarmos os indicadores, com diferentes unidades de medida.</p>
<p>O mesmo acontece na gestão de uma fazenda da <strong>pecuária leiteira</strong>. Podemos e devemos calcular indicadores para os mais diversos setores da atividade: produção de leite, reprodução, <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>qualidade do leite</strong></a>, sanidade, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">gestão econômica e financeira</a></strong> etc.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Exemplos de indicadores na pecuária leiteira</h2>
<p>A própria média de produção de leite do rebanho é um exemplo clássico de um indicador bastante acompanhado nas fazendas.</p>
<p>Para obtermos este número, basta dividirmos o volume total de leite produzido no dia pelo número de vacas em lactação. Se uma fazenda produziu 7.952 litros de leite no dia de hoje com um rebanho de 250 vacas em lactação, logo seu indicador de média de produção por vaca é de 31,8 litros de leite.</p>
<p>Perceba que este número é dinâmico e dependente de variáveis, assim como qualquer indicador. Neste exemplo, o volume total de leite produzido e o número de vacas em lactação são as variáveis que influenciarão no indicador de média de produção dos animais.</p>
<p>A mesma premissa é válida para diversos outros indicadores. Olhando agora para a reprodução, ao analisarmos o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">desempenho reprodutivo</a></strong> de um rebanho sempre verificamos números como taxa de serviço, <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de concepção</strong></a> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade/" target="_blank" rel="noopener">taxa de prenhez</a></strong>. Todos eles são indicadores e também possuem um perfil bastante dinâmico, ou seja, variam constantemente.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10295" title="tabela de indicadores" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/exemplo-indicadores.png" alt="Exemplos de indicadores de uma fazenda leiteira" width="600" height="316" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/exemplo-indicadores.png 736w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/exemplo-indicadores-300x158.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/exemplo-indicadores-370x195.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/exemplo-indicadores-270x142.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/exemplo-indicadores-570x300.png 570w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Exemplos de indicadores de uma fazenda de pecuária leiteira.</span></p>
<p>Outros dois pontos bastante importantes monitorados por indicadores nas fazendas são a qualidade do leite e a sanidade.</p>
<ul>
<li>Qual a <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CCS</strong></a> do leite?</li>
<li>Qual a incidência de novos casos de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite</a></strong>?</li>
<li>Qual a incidência de pneumonia nas bezerras?</li>
<li>Qual a mortalidade da recria?</li>
<li>Qual a taxa de descarte involuntário do rebanho?</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como obter os indicadores?</h2>
<p>Conforme já discutido, a <strong>gestão eficiente de uma fazenda leiteira</strong> só é feita com base em <strong>indicadores</strong>. Os indicadores só são obtidos a partir de dados confiáveis. A coleta de dados confiáveis exige empenho, rotina e dedicação.</p>
<p>Portanto, a geração de indicadores se resume inicialmente no compromisso de implementar uma cultura de mensuração de desempenho e coleta de dados nas fazendas.</p>
<p>Pesagens de leite, partos, inseminações, secagens, casos de mastite, ganho de peso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">desmama</a></strong>, mortes, dentre outros, são somente alguns exemplos de itens que compõem o grande universo de anotações que devem ser feitas na rotina de uma propriedade leiteira.</p>
<p>Com os dados em mãos, agora é hora de calcular os indicadores. Alguns são relativamente tranquilos de serem calculados sem o auxílio de ferramentas computacionais mais sofisticadas, como a média de produção de leite diária do rebanho, por exemplo.</p>
<p>Já para o cálculo de outros indicadores, como a <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de serviço</strong></a>, recomenda-se que sejam utilizados softwares específicos de gerenciamento zootécnico do rebanho, visto apresentarem uma maior complexidade de tratamento dos dados e terem uma dinamicidade geralmente alta.</p>
<p>Concentrar todas as anotações e mensurações da fazenda (ou grande parte delas) em uma única base de dados, como em um software de gerenciamento zootécnico, pode ser benéfico, pois permite uma melhor análise e aproveitamento das informações. Lembrando que essa base de dados deve ser abastecida constantemente para que os indicadores gerados retratem a realidade atual da fazenda.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10297" title="exemplo de ficha de controle" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados-1024x737.jpg" alt="ficha de controle da mastite" width="600" height="432" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados-1024x737.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados-300x216.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados-768x553.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados-370x266.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados-270x194.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados-740x533.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/11/tabela-controle-dados.jpg 1468w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Exemplo de uma ficha de anotação e controle da mastite de uma fazenda leiteira</span></p>
<h2>Tenha a gestão da fazenda leiteira nas mãos</h2>
<p>Uma conhecida frase de Fernando Penteado Cardoso, engenheiro agrônomo brasileiro, diz que:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><i><span style="font-weight: 400;">O Brasil é um país onde as pessoas acham muito, observam pouco e não medem praticamente nada.</span></i></p>
</blockquote>
<p>Devemos ter consciência disso, compreender a importância de <strong>mensurar e coletar dados</strong> e internalizar este processo cada vez mais na <strong>pecuária leiteira,</strong> independente do tamanho do rebanho ou da propriedade.</p>
<p>Somente com a obtenção e análise de indicadores é que teremos a fazenda nas mãos, com condições seguras e confiáveis para tomarmos decisões assertivas na atividade. Qualquer coisa fora disso já permeia o caminho do achismo, colocando em grande risco o sucesso do negócio.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio rentável e sustentável</h2>
<p>Muitos produtores focam apenas em aumentar a produção, mas esquecem que o verdadeiro diferencial está na gestão.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você aprende a analisar custos, identificar desperdícios, planejar o futuro e tomar decisões que realmente elevam o lucro. Tudo com linguagem prática, voltada para a realidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Agentes causadores de mastite: veja quais são os principais e como preveni-los</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 15:10:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite clínica]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o assunto é mastite e qualidade do leite, uma pergunta bastante frequente é: “Qual o melhor antibiótico para tratar as vacas?”  Assim como ocorre com outras doenças, definir o tratamento assertivo para a mastite depende de alguns fatores, como: O conhecimento do agente; Histórico de mastite da vaca; Dados de contagem de células somáticas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é mastite e qualidade do leite, uma pergunta bastante frequente é: <em>“Qual o melhor antibiótico para tratar as vacas?” </em></p>
<p>Assim como ocorre com outras doenças, definir o tratamento assertivo para a mastite depende de alguns fatores, como:</p>
<ul>
<li>O conhecimento do agente;</li>
<li>Histórico de mastite da vaca;</li>
<li>Dados de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de células somáticas (CCS)</a></strong>;</li>
<li>Produção de leite;</li>
<li>Status reprodutivo;</li>
<li>DEL.</li>
</ul>
<p>Um estudo identificou que apenas 20% a 30% dos casos de mastite clínica leve (presença de alterações visíveis no leite) se beneficiaram com o <strong>uso de antimicrobiano</strong>, reforçando a importância de conhecermos os dados de cada caso para as tomadas de decisão.</p>
<p>Ainda mais importante que definir as estratégias com as vacas doentes, é atuar de forma preventiva para reduzir os riscos de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite</a></strong> e contaminação das vacas sadias.</p>
<p>Sendo assim, conhecer os patógenos presentes no rebanho e suas principais características são partes fundamentais nesse controle.</p>
<p>Dentre os <strong>agentes causadores de mastite, em média, 95% são bactérias</strong>, enquanto os demais casos são causados por fungos, leveduras e algas. Vamos conhecê-los um pouco mais!</p>
<p>Existem várias formas de classificar esses patógenos, sendo a estratificação com base no comportamento etiológico dos agentes a mais comum.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
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});
</script></p>
</div>
<h2><span style="font-size: 18pt;">Principais agentes contagiosos da mastite</span></h2>
<p>Os agentes contagiosos são aqueles cujo reservatório principal é a vaca (pele dos tetos e úbere).</p>
<p><strong>A transmissão desses agentes ocorre durante a ordenha</strong>, tanto pelas mãos dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ordenhador-na-producao-de-leite/">ordenhadores</a></strong> quanto pelo equipamento de ordenha.</p>
<p>Sendo assim, manter o equipamento de ordenha em bom funcionamento, com manutenções preventivas e corretivas em dia, além de garantir uma boa rotina de ordenha, são pontos fundamentais no controle e prevenção desses agentes no rebanho.</p>
<p>Dentre os principais agentes contagiosos temos o <i>Corynebacterium bovis</i>, <i>Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae</i> e <i>Mycoplasma</i> spp.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3><b><i></i></b><em><span style="font-size: 14pt;">Corynebacterium bovis</span></em></h3>
<ul>
<li>Bactéria gram positiva;</li>
<li>Habitante do canal do teto;</li>
<li>De característica contagiosa, porém pouco patogênica;</li>
<li>Alta taxa de cura na terapia da vaca seca.</li>
</ul>
<h3><em>Staphylococcus aureus</em></h3>
<ul>
<li>Bactéria gram positiva;</li>
<li>Formação de fibrose e micro abscessos, com eliminação intermitente no leite, sendo necessárias coletas seriadas para identificação do agente;</li>
<li>Capaz de formar biofilme, sendo baixa a taxa de cura espontânea e de tratamentos durante a lactação;</li>
<li>Taxa de cura é maior para casos de novilhas e vacas em início de lactação, sendo usual a terapia estendida;</li>
<li>Moscas, peles e mãos dos ordenhadores podem atuar como fonte de transmissão.</li>
</ul>
<h3><em>Streptococcus agalactiae</em></h3>
<ul>
<li>Bactéria gram positiva;</li>
<li>Maioria dos casos são subclínicos com aumento de CCS acima de 1 milhão de células/ml;</li>
<li>Sensível a penicilina e cefalosporinas, com taxas de cura próximas a 100% em protocolos de 3 dias;</li>
<li>Agente altamente contagioso e de rápida disseminação no rebanho, sendo recomendada realização de tratamento para os casos clínicos e subclínicos;</li>
<li>Agente possível de ser erradicado do rebanho ao seguir protocolos de tratamento, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biosseguridade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">biosseguridade</a></strong> e segregação das vacas positivas.</li>
</ul>
<h3><em>Mycoplasma</em> spp.</h3>
<ul>
<li>Bactéria sem parede celular;</li>
<li>Não crescem em meio de cultura tradicional, sendo recomendada técnicas como PCR para seu diagnóstico;</li>
<li>Não respondem a tratamentos com antimicrobianos;</li>
<li>Agente capaz de migrar via hematógena para outros órgãos e ser transmitido via aerossol, podendo causar quadros de otite, artrite e pneumonia em vacas e bezerros;</li>
<li>Seu controle está relacionado a identificação e ações de biosseguridade como o descarte de animais positivos.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2><span style="font-size: 18pt;">Principais agentes ambientais</span></h2>
<p>Os patógenos ambientais são aqueles cujo reservatório principal é o ambiente.</p>
<p><strong>A transmissão desses agentes ocorre principalmente entre ordenhas</strong> e seu controle está relacionado a reduzir a exposição dos tetos a esses agentes, através dos manejos no ambiente de permanência das vacas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-da-rotina-de-ordenha/"><strong>rotina de</strong> <strong>ordenha</strong></a>, garantindo tetos limpos e desinfetados.</p>
<p>Dentre os principais agentes ambientais temos a<i> Escherichia coli,</i> <i>Klebsiella </i>spp. e <i>Streptococcus uberis.</i></p>
<h3><b><i></i></b><em><span style="font-size: 14pt;">Escherichia coli</span></em><b><i></i></b></h3>
<ul>
<li>Bactéria gram negativa;</li>
<li>Associada a mastites severas – maior patogenicidade e resposta imunológica intensa;</li>
<li>Alta taxa de cura espontânea, podendo chegar a mais de 80%;</li>
<li>Frequentemente isolado em mastites no período seco e início de lactação;</li>
<li>Apresenta-se na forma clínica com curta duração, na maioria dos casos sem necessidade de tratamento antimicrobiano.</li>
</ul>
<h3><em>Klebsiella</em> spp.</h3>
<ul>
<li>Bactéria gram negativa;</li>
<li>Fatores de risco para o agente incluem sujidade do úbere, manejo inadequado do ambiente de permanência das vacas e tetos com hiperqueratose;</li>
<li>Geralmente associada a casos crônicos e aumento de CCS;</li>
<li>Pouco responsiva a tratamento com antimicrobianos, sendo recomendada a terapia no momento da secagem;</li>
<li>Terapias utilizando cefalosporinas possuem taxa de cura próxima a 60%.</li>
</ul>
<h3><em>Streptococcus uberis</em></h3>
<ul>
<li>Bactéria gram positiva;</li>
<li>Frequentemente isolado em mastites no período seco e início de lactação;</li>
<li>Caracterizado como agente ambiental, podendo ser transmitido vaca-a-vaca na ordenha;</li>
<li>Sensíveis a penicilinas e cefalosporinas;</li>
<li>Terapia estendida (5 a 8 dias) para os casos clínicos aumentam a taxa de cura.</li>
</ul>
<h2><span style="font-size: 18pt;">Outros agentes causadores da mastite</span></h2>
<p>Além dos agentes descritos acima, outros agentes comumente associados a casos de mastite são os considerados “<i>Staphylococcus </i>não <i>aureus</i>”.</p>
<p>São bactérias gram positivas e oportunistas. Habitam a pele e canal dos tetos, sendo pouco patogênicas e com <strong>altas taxas de cura espontânea</strong> e em terapias durante a secagem e lactação.</p>
<p>Outros agentes preocupantes no controle da mastite são <strong>agentes refratários</strong>. São patógenos não responsivos aos tratamentos e que estão presentes na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">água</a></strong> e matéria orgânica.</p>
<p>Alguns exemplos desses agentes incluem <i>Serratia</i> (bactéria gram negativa), <i>Pseudomonas </i>(bactéria gram negativa),<i> Prototheca</i> (alga) e leveduras.</p>
<h2>Principais pontos de controle dos agentes</h2>
<h3>Agentes contagiosos</h3>
<ul>
<li>Rotina de ordenha com foco em uso de luvas e desinfecção dos tetos após a ordenha;</li>
<li>Bom funcionamento do equipamento de ordenha;</li>
<li>Diagnóstico de CCS ou <a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>California Mastitis Test</em> (CMT)</strong></a>;</li>
<li>Segregação de vacas crônicas e com agentes contagiosos;</li>
<li>Estratégias no tratamento de casos clínicos e subclínicos;</li>
<li>Terapia da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-de-vacas-leiteiras/">vaca seca</a></strong>;</li>
<li>Descarte de animais;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Biosseguridade.</span></li>
</ul>
<h3>Agentes ambientais</h3>
<ul>
<li>Manejo do ambiente para reduzir acúmulo de matéria orgânica e umidade;</li>
<li>Rotina de ordenha com foco em limpeza e desinfecção dos tetos antes da ordenha;</li>
<li>Diagnóstico de CCS ou CMT;</li>
<li>Estratégias no tratamento de casos clínicos e subclínicos;</li>
<li>Terapia da vaca seca.</li>
</ul>
<h2><span style="font-size: 18pt;">Conclusão</span></h2>
<p>Ao conhecer um pouco mais sobre os principais agentes relacionados aos casos de mastite, notamos a <strong>importância do diagnóstico</strong> para a decisão de tratamento e como medidas simples que podem ser feitas diariamente na propriedade podem contribuir para a redução da transmissão dos agentes e contaminação das vacas.</p>
<p>Para isso, é indispensável a <strong>definição das rotinas e padronização dos processos</strong> junto aos funcionários do setor, além de trabalhar nos pontos de <strong>controle da mastite</strong>.</p>
<h2>Controle a mastite e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>A mastite é uma das doenças mais caras para a pecuária leiteira, mas com gestão eficiente é possível reduzir drasticamente sua ocorrência e aumentar a rentabilidade.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a tomar decisões baseadas em números, implementar estratégias de manejo que funcionam e manter a sanidade do rebanho sem comprometer a produção.</p>
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<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28021 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni.jpg" alt="Gabriela Magioni" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/07/gabriela-magioni-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Análises financeiras do médio e pequeno produtor de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 13:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produtor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você tem trabalhado muito na sua propriedade leiteira e mesmo assim sente que não obteve os resultados que gostaria? Venha saber como mudar isso! Neste Webinar, convidamos o Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo de Gestão do Leite Rehagro, para desmistificar pontos importantes sobre a gestão de pequenas e médias propriedades leiteiras. Confira: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem trabalhado muito na sua propriedade leiteira e mesmo assim sente que não obteve os resultados que gostaria? Venha saber como mudar isso!</p>
<p>Neste Webinar, convidamos o Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo de Gestão do Leite Rehagro, para <strong>desmistificar pontos importantes sobre a gestão de pequenas e médias propriedades leiteiras</strong>. Confira:</p>
<ul>
<li>O que as melhores fazendas têm feito para ter bons resultados?</li>
<li>O que é o básico em termos de gestão?</li>
<li>Como mensurar os resultados e como gerar uma ação através dos dados;</li>
<li>Quais os relatórios práticos de dados que devem ser usados no dia a dia?</li>
</ul>
<p>E MUITO MAIS!</p>
<p>Não deixe de conferir esse conteúdo na íntegra, clique no botão abaixo e assista ao <strong>Webinar Análises financeiras do médio e pequeno produtor de leite!</strong></p>
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<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">*Webinar realizado em 2021.</span></p>
<p>Produtores de leite de médio e pequeno porte estão em busca de análises financeiras para melhorar seus resultados. Confira o webinar e veja como melhorar os seus também!</p>
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		<item>
		<title>Vermifugação em bovinos leiteiros: quando realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/quando-vermifugar-os-bovinos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 14:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[eimeria]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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		<category><![CDATA[verminoses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É bastante comum nos depararmos com perguntas como: Qual a melhor época do ano para vermifugar os bovinos? Quando devo vermifugar os animais? Com qual frequência devo vermifugar? Qual o melhor vermífugo? Assim como em qualquer outra doença, nas verminoses também se torna necessário a realização de exames clínicos e exames complementares para que as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É bastante comum nos depararmos com perguntas como:</p>
<ul>
<li>Qual a melhor época do ano para vermifugar os bovinos?</li>
<li>Quando devo vermifugar os animais?</li>
<li>Com qual frequência devo vermifugar?</li>
<li>Qual o melhor vermífugo?</li>
</ul>
<p><strong>Assim como em qualquer outra <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">doença</a>, nas verminoses também se torna necessário a realização de exames clínicos e exames complementares para que as decisões sejam tomadas de forma coerente.</strong></p>
<p>Os exames coprológicos de OPG e OOPG consistem em ferramentas importantes para análise da quantidade de ovos e oocistos de vermes por grama de fezes, respectivamente.</p>
<p>Neste texto, iremos discutir um pouco mais sobre a realização desses exames e a importância deles para o calendário de vermifugação dos bovinos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Verminoses em bovinos</h2>
<p>As verminoses gastrointestinais estão presentes em praticamente todas as propriedades de bovinos do mundo.</p>
<p><strong>Os efeitos das verminoses causam grandes perdas econômicas para os sistemas de produção</strong>, visto que os parasitas reduzem a conversão alimentar, o ganho de peso, o crescimento e reduzem a produtividade em geral dos animais. Além disso, casos graves de verminose com elevadas taxas de parasitismo podem ser responsáveis por mortes de animais jovens.</p>
<p>Alguns parasitas como os coccídeos, em especial a <i>Eimeria</i>, são um dos principais causadores de diarreia em bezerras leiteiras, podendo permanecer ocultos por longos períodos e comprometerem o desempenho dos animais por toda a vida.</p>
<p>Durante o ciclo da <i>Eimeria, </i>a multiplicação do agente ocorre no interior das células intestinais do hospedeiro, o que leva ao rompimento dessas células e comprometimento daquele segmento intestinal devido à redução da sua funcionalidade.</p>
<p>Entre os<strong> sinais clínicos mais frequentes das verminoses</strong> estão:</p>
<ul>
<li>Emagrecimento;</li>
<li>Anemia;</li>
<li>Falta de apetite;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Diarreia</strong></a>;</li>
<li>Abdômen dilatado;</li>
<li>Pelos arrepiados e sem brilho.</li>
</ul>
<p>No entanto, todos esses sinais tendem a serem inespecíficos, necessitando de exames complementares para alcançarmos um diagnóstico assertivo.</p>
<p>O comportamento da carga de vermes nematódeos no ambiente é dependente principalmente dos manejos adotados pela propriedade e da época do ano.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>É comum que nas épocas de elevada pluviosidade a carga de vermes no ambiente esteja mais elevada, devido às condições de temperatura e umidade, principalmente, que contribuem para a multiplicação dos vermes. Já nas épocas secas do ano a população de nematódeos tende a se concentrar mais nos animais.</p>
<p>Portanto, é de fundamental importância a realização do controle estratégico dos vermes de forma racional a fim de reduzir as populações tanto no ambiente quanto nos animais.</p>
<p>Conhecer os vermes presentes no rebanho conforme cada categoria animal e a taxa de parasitismo constitui um passo essencial para adotarmos uma vermifugação eficiente e racional nos bovinos. Os exames coprológicos de OPG e OOPG são as ferramentas responsáveis por fornecerem as respostas base desta ação.</p>
<h2>Principais verminoses de bovinos leiteiros</h2>
<p><strong>Nos exames de OPG e OOPG buscamos identificar ovos e oocistos dos principais vermes que acometem os bovinos leiteiro</strong>s, sendo representados por Estrongilídeos, Strongyloides, Eimeria e Moniezia.</p>
<p>Todos estes vermes desenvolvem o seu ciclo no ambiente gastrointestinal e possuem os seus ovos liberados pelas fezes dos hospedeiros. As figuras a seguir ilustram o formato dos ovos desses vermes vistos em microscopia óptica.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12424" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-300x192.jpg" alt="Ovos de vermes em microscópio" width="550" height="351" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-370x236.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-470x300.jpg 470w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-150x96.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos.jpg 697w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Formato dos ovos dos principais vermes que acometem os bovinos leiteiros. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)</span></p>
<h2>OPG e OOPG</h2>
<p>Conforme já dito neste texto, <strong>os exames de OPG e OOPG são utilizados para quantificação de ovos e oocistos dos principais vermes nas fezes dos bovinos, respectivamente.</strong> Os materiais necessários para realização dos exames estão descritos a seguir juntamente com a técnica.</p>
<h3>Materiais utilizados</h3>
<ul>
<li>Amostra de fezes coletadas diretamente do reto dos animais: coletar uma porcentagem significativa de amostras de fezes em cada lote das categorias de animais. Armazenar as fezes em sacos plásticos limpos de forma individual e identificá-los com a respectiva numeração do animal;</li>
<li>Copo plástico (50 mL);</li>
<li>Água;</li>
<li>Solução de Sheather: para preparar a solução de Sheather deve-se dissolver totalmente 500 gramas de açúcar em 360 mL de água;</li>
<li>Peneira pequena;</li>
<li>Balança de pesagem mínima de 1 grama;</li>
<li>Pipeta de Pasteur (3 mL);</li>
<li>Câmara de McMaster;</li>
<li>Microscópio óptico.</li>
</ul>
<p>Obs.: caso as fezes não sejam processadas imediatamente após a coleta, deve-se armazená-las refrigeradas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12425" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-1-300x99.jpg" alt="Exames de OPG e OOPG" width="550" height="182" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-1-300x99.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-1-370x122.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-1-270x89.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-1-150x50.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-1.jpg 611w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Coleta de fezes e organização de materiais para OPG e OOPG. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)</span></p>
<h3>Técnica</h3>
<p>Após as amostras de fezes terem sido coletadas e identificadas com a numeração e o lote dos animais, deve-se organizar os materiais para a realização dos exames. Para facilitar o processo, recomenda-se organizar fileiras verticais contendo 3 copos plásticos de 50 mL cada.</p>
<ol>
<li>Com o auxílio da balança, pesar 2 gramas de fezes por amostra, colocando-as no primeiro copo plástico. No segundo copo plástico colocar 28 mL de água e no terceiro 2 mL de solução de Sheather.</li>
<li>Transferir os 28 mL de água para o copo contendo 2 gramas de fezes. Misturar bem o conteúdo com auxílio da pipeta de Pasteur.</li>
<li>Após a mistura, coar o conteúdo de água e fezes com auxílio da peneira, transferindo-o para um próximo copo.</li>
<li>Coletar 2 mL do conteúdo coado de água e fezes com a pipeta de Pasteur e adicioná-los ao copo contendo 2 mL da solução de Sheather.</li>
<li>Preencher os dois lados (A e B) da câmara de McMaster com o conteúdo de água, fezes e solução de Sheather.</li>
<li>Esperar 5 minutos e levar a câmara de McMaster preenchida ao microscópio para que seja realizada a contagem dos ovos e oocistos na objetiva de 10×0,25.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12426" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-2.jpg" alt="Técnica de exames de OPG e OOPG" width="339" height="400" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-2.jpg 487w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-2-254x300.jpg 254w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-2-370x437.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-2-270x319.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-2-150x177.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 339px) 100vw, 339px" /><span style="font-size: 10pt;">Realização de exame de OPG e OOPG. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)</span></p>
<p>A contagem dos ovos e dos oocistos deve ser feita em ambos os lados da câmara de McMaster – lado A e lado B, diferenciando os ovos de Estrongilídeos, Strongyloides, Eimeria e Moniezia.</p>
<p>Ao final, multiplicar a quantidade total de ovos/oocistos de Estrongilídeos, Strongyloides e Eimeria por 100. Não há a necessidade de contar e multiplicar a quantidade de ovos de Moniezia, devendo apenas indicar quando houver presença de ovos deste nematódeo. Exemplo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12427 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-3.jpg" alt="Resultados de exames de OPG e OOPG" width="562" height="157" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-3.jpg 562w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-3-300x84.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-3-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-3-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/verminoses-em-bovinos-3-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 562px) 100vw, 562px" /></p>
<h3>Interpretando os resultados</h3>
<ul>
<li><strong>Menos de 200 ovos/oocistos por grama de fezes = carga baixa;</strong></li>
<li><strong>300 a 800 ovos/oocistos por grama de fezes = carga média;</strong></li>
<li><strong>Mais de 800 ovos/oocistos por grama de fezes = carga alta.</strong></li>
</ul>
<p>O desejável é que no mínimo 80% dos animais de cada lote apresentem carga baixa (&lt; 200 ovos/oocistos), sendo que esta contagem não exige o tratamento dos animais com vermífugo.</p>
<p>Casos em que 20% ou mais dos animais de cada lote apresentam carga alta (&gt; 800 ovos/oocistos) são indicativos de tratamento, devendo a estratégia de vermifugação ser discutida com o médico veterinário responsável pela propriedade.</p>
<p>A presença de qualquer quantidade de ovos de Moniezia já é indicativa de tratamento, sendo que produtos à base de albendazol possuem maior eficácia sobre este tipo de verme.</p>
<h2>Considerações sobre OPG e OOPG</h2>
<p><strong>A utilização das ferramentas de OPG e OOPG é essencial para a elaboração de calendários estratégicos de vermifugação de forma racional e assertiva, tratando somente os lotes de bovinos com elevada carga parasitária.</strong> Esta ação contribui para uma economia considerável no uso de vermífugos, além de analisar a eficiência das bases farmacológicas utilizadas.</p>
<p>O recomendado é que todos os lotes sejam monitorados periodicamente a fim de construir a dinâmica comportamental dos vermes nas diversas categorias animais.</p>
<h2>Sanidade em dia para mais produtividade e lucro no leite</h2>
<p>A vermifugação estratégica é essencial para garantir a saúde do rebanho, melhorar o aproveitamento nutricional e aumentar a produção.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo sanitário, nutrição e gestão para alcançar resultados consistentes e sustentáveis na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Mastite bovina: o que é, diagnóstico e como controlar essa doença</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[úbere]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que um produtor pode ter ganhos de R$55.000,00 por ano, a cada 100 animais em lactação, reduzindo a prevalência média anual de mastite subclínica de 50% para 20%? Se você trabalha na produção de leite, provavelmente já sentiu os impactos dessa doença na propriedade. Mas você sabe o que pode causá-la? A mastite [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que um produtor pode ter ganhos de R$55.000,00 por ano, a cada 100 animais em lactação, reduzindo a prevalência média anual de mastite subclínica de 50% para 20%?</p>
<p>Se você trabalha na produção de leite, provavelmente já sentiu os impactos dessa doença na propriedade. Mas você sabe o que pode causá-la?</p>
<p>A <strong>mastite bovina</strong>, ou mamite, consiste na inflamação do tecido da glândula mamária. Essa inflamação pode ocorrer devido a traumas, lesões no úbere e até mesmo devido a alguma agressão química.</p>
<p>No entanto, a ocorrência deste quadro está ligada, na maioria das vezes, a contaminações por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos</a></strong> de um ou mais quartos mamários via ducto do teto.</p>
<p>A mastite é geralmente causada por bactérias, mas também pode ocorrer devido a fungos, algas ou leveduras.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Reação do sistema imune à mastite</h2>
<p>Em resposta a infecção pela mastite bovina, o sistema imune envia células de defesa ao local acometido para combater a invasão no tecido.</p>
<p>O estímulo lesivo da infecção e a ação das células de defesa levam ao aumento da resposta inflamatória tecidual que, além de eliminar o microrganismo invasor, visa também neutralizar toxinas produzidas pelos agentes infecciosos e restaurar o mais rápido possível o tecido mamário.</p>
<p>A associação das células de defesa (leucócitos) com as células de descamação do epitélio da própria glândula mamária representa as células somáticas. A resposta do organismo da vaca frente a um estímulo lesivo no úbere ocasiona aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de células somáticas (CCS) no leite</a></strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Células Somáticas</h3>
<p>Como dito anteriormente, <strong>as células somáticas são compostas pelas células de descamação do epitélio da glândula mamária e pelas células de defesa do sistema imune</strong> que passam da corrente sanguínea para o leite. O aumento da CCS ocorre em casos de infecção/inflamação na glândula mamária.</p>
<p>As alterações na CCS nem sempre são apresentadas de forma clara. Nos casos de mastite subclínica, conforme o próprio nome já diz, não são vistas alterações clínicas relevantes.</p>
<p>Por outro lado, nos casos de mastite clínica as alterações são perceptíveis, caracterizadas principalmente pela presença de grumos no leite e modificações no úbere da vaca, como dor, inchaço, vermelhidão e aumento de temperatura.</p>
<h2>O que é mastite subclínica?</h2>
<p>Conforme já dito, <strong>na mastite subclínica não é possível observar alterações no leite e no úbere do animal</strong>. No entanto, por ser uma infecção/inflamação da glândula mamária ela causa redução na produção de leite dos animais e pode acometer grande parte dos rebanhos.</p>
<p>Além disso, podem ocorrer alterações na composição do leite, como nos níveis de gordura, proteína e lactose. O aumento significativo na contagem de células somáticas afeta diretamente a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener">qualidade do leite</a></strong> e a bonificação paga por grande parte dos laticínios, causando queda no valor do litro de leite recebido pelo produtor.</p>
<p>A mastite subclínica geralmente é causada por agentes contagiosos como o <i>Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Corynebacterium bovis</i>, dentre outros.</p>
<p>Na maioria dos casos é transmitida dos quartos mamários contaminados para os sadios durante o processo de ordenha, seja pelas mãos dos ordenhadores ou pelo uso compartilhado de toalhas e teteiras contaminadas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O QUE FAZER APÓS IDENTIFICAR MASTITE SUBCLÍNICA EM VACAS LEITEIRAS? | Rehagro Responde - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/xNf1vkFUerg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Como diagnosticar a mastite subclínica?</h3>
<p>Algumas ferramentas têm sido utilizadas para mensurar os valores da CCS e identificar os animais portadores de mastite subclínica.</p>
<p>Atualmente, a contagem eletrônica individual da CSS é o exame mais utilizado para o diagnóstico da mastite subclínica, sendo que valores acima de 200 mil células/mL indicam um comprometimento da saúde do úbere (método quantitativo).</p>
<p>Exames como o <a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CMT (<i>California Mastitis Test</i>)</strong></a> permitem identificar de maneira mais subjetiva a doença subclínica, devido ser baseado em uma análise visual da reação que ocorre entre o leite e o reagente no momento do exame (método qualitativo).</p>
<p>Uma vez identificada a mastite subclínica, torna-se interessante conhecermos o perfil do agente que está ocasionando a infecção. Nesse sentido, a cultura microbiológica do leite representa uma importante ferramenta para identificação dos patógenos e direcionamento dos tratamentos.</p>
<p>Por ser uma doença subclínica e necessitar de ferramentas específicas de diagnóstico, a mastite subclínica é muitas vezes negligenciada pelo produtor, acarretando importantes prejuízos ao sistema de produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Mastite clínica</h2>
<p>Consiste na forma da doença em que <strong>é possível observar alterações nas características do leite, na glândula mamária e até mesmo no comportamento do animal.</strong></p>
<p>Nas vacas com mastite clínica é possível observar a presença de grumos no leite e alterações no úbere como inchaço, aumento de temperatura local, vermelhidão, aumento da sensibilidade dolorosa e até endurecimento dos quartos mamários acometidos.</p>
<p>Nos casos mais graves os animais podem apresentar um comprometimento geral do estado clínico, ocorrendo alguns sintomas como apatia, prostração, febre, desidratação e redução do apetite. Os animais com mastite clínica grave podem vir a óbito em situações onde os casos não são atendidos de forma rápida e adequada.</p>
<h2>Perdas econômicas causadas pela mastite bovina</h2>
<p><strong>A mastite é uma doença que ocasiona grandes impactos negativos no sistema de produção de leite</strong> com perdas econômicas importantes. Dentre os gastos estão os custos com <a href="https://rehagro.com.br/blog/eficacia-dos-tratamentos-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>medicamentos</strong></a> para o tratamento de casos clínicos, descarte e morte de animais precocemente, custos com mão de obra, descarte do leite acometido e redução de produção dos animais doentes.</p>
<p>Devemos ter a consciência de que a redução da produção de leite dos animais doentes é o principal prejuízo da doença, sendo que muitas vezes não vemos essa redução que pode ir de 10 a 30%!</p>
<p>De forma específica, os prejuízos devido à mastite clínica envolvem descarte de leite, redução da produção a curto e longo prazo, custos com medicamentos e risco de antibiótico no leite.</p>
<p>Já os prejuízos decorrentes da mastite subclínica são referentes a redução na produção de leite, sendo que esta forma de manifestação da doença representa cerca de 90 a 95% dos casos.</p>
<p>Nos Estados Unidos estima-se que o custo por caso de mastite seja de aproximadamente U$ 185/vaca/ano. Já na Europa a estimativa é de que este custo esteja por volta de € 190/vaca/ano.</p>
<p>Em um estudo realizado no Brasil observou-se que a mastite subclínica foi responsável por uma redução de 17% no volume de produção de leite, representando uma perda de 2,4 bilhões de litros de leite/ano.</p>
<h2>Controle da mastite bovina</h2>
<p>Para se alcançar sucesso no programa de <strong>controle da mastite</strong> é muito importante que os envolvidos na melhoria da qualidade do leite entendam cada etapa do processo, estejam abertos a receber treinamentos e percebam os benefícios que as ferramentas fornecem para o dia-a-dia no manejo dos animais. É essencial que durante o programa de controle exista um monitoramento periódico dos resultados obtidos.</p>
<p>O programa de <strong>6 pontos de controle da mastite</strong> retrata ações fundamentais a serem realizadas para reduzir a ocorrência da doença. São eles:</p>
<ol>
<li>Higiene e <a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>conforto dos animais</strong></a>;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rotina de ordenha</strong></a> adequada;</li>
<li>Tratamento dos casos clínicos de mastite com <strong>antimicrobianos</strong> (de preferência orientado pelo patógeno envolvido);</li>
<li>Terapia de vaca seca;</li>
<li>Limpeza e manutenção dos equipamentos de ordenha;</li>
<li>Segregação e descarte dos casos crônicos.</li>
</ol>
<p>Todas as medidas de controle visam reduzir o impacto econômico e os custos e, consequentemente, aumentar o lucro do produtor. O foco fica em prevenir novos casos de mastite bovina e reduzir a duração dos casos existentes.</p>
<h2>Controle a mastite e aumente a rentabilidade da sua produção de leite</h2>
<p>A mastite é uma das doenças que mais geram prejuízo na pecuária leiteira, mas com conhecimento técnico e gestão eficiente é possível reduzir sua incidência e minimizar perdas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar estratégias práticas de manejo, sanidade, nutrição, reprodução e gestão de custos para transformar resultados no campo e aumentar o lucro por litro de leite produzido.</p>
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<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 19:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste webinar, foi discutido a importância do conforto térmico para vacas leiteiras e se vale a pena investir nessa área. O encontro foi comandado pela especialista Fernanda Ferreira, diretamente da University of California. Principais pontos do webinar O estresse térmico prejudica a produção e saúde das vacas leiteiras. A condução e a convecção são formas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar, foi discutido a <strong>importância do conforto térmico para vacas leiteiras</strong> e se vale a pena investir nessa área.</p>
<p>O encontro foi comandado pela especialista Fernanda Ferreira, diretamente da <em>University of California</em>.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a></strong> prejudica a produção e saúde das vacas leiteiras.</li>
<li>A condução e a convecção são formas de as vacas perderem calor.</li>
<li>A evaporação é um processo eficiente para reduzir a temperatura corporal das vacas.</li>
<li>O sistema de resfriamento deve ser bem planejado e adaptado às condições climáticas e às particularidades das fazendas.</li>
<li>A análise econômica mostra que vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras.</li>
</ul>
<p>O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p>Você quer saber mais sobre conforto térmico para vacas leiteiras? <strong>Clique no botão abaixo</strong> e aproveite este conteúdo completo!</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-conforto-termico" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27544 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/banner-webinar-conforto-termico.jpg" alt="Webinar Conforto térmico" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2><b>Como melhorar seus resultados na produção de leite?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-conforto-termico" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"><strong>Curso Gestão na Pecuária Leiteira</strong></span></a><span style="font-weight: 400;"> já auxiliou mais de 2.700 produtores a transformarem seus resultados financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-conforto-termico" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18712 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Contagem de células somáticas (CCS) do leite: importância e como reduzir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 13:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CCS, ou contagem de células somáticas, consiste em uma importante ferramenta que indica a saúde da glândula mamária de vacas leiteiras. As células somáticas são representadas por células de descamação do epitélio da própria glândula mamária e por células de defesa (leucócitos) que passam do sangue para o úbere. Vacas sadias e com boa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>CCS, ou contagem de células somáticas</strong>, consiste em uma importante ferramenta que indica a saúde da glândula mamária de vacas leiteiras.</p>
<p>As células somáticas são representadas por células de descamação do epitélio da própria glândula mamária e por células de defesa (leucócitos) que passam do sangue para o úbere.</p>
<p>Vacas sadias e com boa saúde da glândula mamária possuem valores de CCS de até 200.000 células/mL de leite.</p>
<p>Valores superiores indicam que há algum desequilíbrio na glândula mamária, possivelmente devido a ocorrência de mastite.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>Impacto da CCS elevada na produção de leite</h2>
<p>Conforme demonstrado pela tabela abaixo, a elevação da contagem de células somáticas está diretamente associada à redução da produção de leite.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12916 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466.jpg" alt="Tabela com prevalência de infecção associada à alta contagem de células somáticas" width="591" height="164" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466.jpg 591w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 591px) 100vw, 591px" /><span style="font-size: 10pt;">¹ Perda de produção calculada como porcentagem da produção esperada a 200.000 cél./mL.</span><br />
<span style="font-size: 10pt;">* Contagem de células somáticas do tanque de expansão</span></p>
<p style="text-align: left;">Em uma situação onde a CCS do rebanho no tanque de expansão é de 500.000 células/mL, por exemplo, estima-se que o percentual de quartos mamários infectados no rebanho seja próximo a 16% e que as perdas na produção de leite giram em torno de 6%.</p>
<p>Além das perdas na produção de leite, a elevação da CCS contribui de forma negativa também com o aumento dos custos com tratamentos, descarte de leite, alteração na composição do leite (diminuição da gordura, caseína e lactose no leite) e perda da bonificação no pagamento do leite pelos laticínios.</p>
<p>Em casos onde a contagem de células somáticas permanece elevada (&gt; 200 mil células/mL) de forma crônica a tendência é de que a vaca seja descartada do rebanho, caracterizando assim um outro impacto negativo do aumento da CCS.</p>
<p>O gráfico abaixo representa a <strong>relação entre os valores de CCS e a produção de leite na primeira lactação e da segunda lactação em diante</strong>.</p>
<p>Pode-se observar que a queda na produção de leite está diretamente associada ao aumento na contagem de células somáticas dos quartos mamários.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12917 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939.jpg" alt="Relação entre a produção de leite e a contagem média de CCS" width="581" height="380" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939.jpg 581w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-300x196.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-370x242.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-270x177.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 581px) 100vw, 581px" /></p>
<p>É devido a estes fatores que é de grande interesse do produtor e de grande relevância para os animais e para o sistema de produção atuar para diminuir a contagem de células somáticas do leite.</p>
<p>Para isso torna-se necessário prevenir, <strong>controlar e monitorar a mastite</strong> no rebanho, eliminando as infecções existentes e reduzindo novas infecções.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Relação do aumento da contagem de células somáticas (CCS) e a mastite</h2>
<p>Conforme já citado anteriormente, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong> representa o principal fator para o aumento da CCS. Sendo assim, torna-se importante entender um pouco sobre esta enfermidade.</p>
<p>A mastite pode ser classificada de duas formas, quanto a sua apresentação ou em relação ao agente causador. Quanto a sua apresentação, <strong>a mastite pode ser clínica ou subclínica</strong>.</p>
<p>A mastite clínica é caracterizada por demonstrações evidentes de processo infeccioso na glândula mamária através da apresentação de grumos e/ou sangue no leite, inchaço, vermelhidão e dor no úbere ao toque, podendo ocorrer até mesmo febre e desidratação do animal.</p>
<p>Por sua vez, a mastite subclínica não apresenta sinais clínicos visíveis, apenas o aumento da contagem de células somáticas no leite.</p>
<p>Já em relação ao agente causador, a mastite pode ser classificada como contagiosa ou ambiental.</p>
<p>Nas mastites contagiosas, os microrganismos tipicamente envolvidos na infecção possuem boa adaptação ao úbere da vaca, como é o caso das bactérias <em>Staphylococcus aureus</em> e <em>Streptococcus agalactiae</em>.</p>
<p>Estes <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/">patógenos</a></strong> possuem como principais reservatórios o úbere infectado, sendo bastante disseminados durante as ordenhas, seja de uma vaca infectada para uma vaca saudável ou entre quartos mamários.</p>
<p>Os principais meios de disseminação dos agentes contagiosos são o uso do equipamento de ordenha contaminado e mal higienizado, uso de uma toalha/papel para secagem de mais de um teto (o ideal é utilizar uma ou até duas toalhas/papéis por cada teto) e a mão dos ordenhadores.</p>
<p>As infecções contagiosas tendem a ser persistentes na glândula mamária e se apresentam de forma subclínica, podendo ocorrer episódios clínicos intermitentes.</p>
<p>As melhores formas de <strong>controle e prevenção da mastite</strong> contagiosa se dão através da realização da <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>linha de ordenha</strong></a>, higienização adequada dos equipamentos de ordenha, desinfecção dos tetos após a ordenha, identificação e segregação dos animais infectados, tratamento de vaca seca.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Por outro lado, as mastites ambientais são geralmente ocasionadas por patógenos oportunistas, ou seja, não são adaptados ao úbere da vaca. Devido a este fato, é comum que as mastites ambientais sejam transitórias e apresentem casos clínicos graves, gerando queda brusca na produção de leite e até mesmo o óbito do animal.</p>
<p>Os agentes mais identificados neste tipo de mastite são os coliformes (<em>Escherichia coli</em>, <em>Klebsiella spp.</em>, etc) e os <em>Streptococcus</em> (exceto o <em>S. agalactiae</em>), estando bastante presentes no ambiente onde as vacas vivem.</p>
<p>Realizar um bom manejo do ambiente evitando o acúmulo de matéria orgânica representa uma medida preventiva e de controle fundamental para os casos de mastite ambiental.</p>
<p>Para eliminar as infecções existentes é necessário identificar quais são os animais contaminados. A detecção da mastite subclínica pode ser realizada com o auxílio do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><em>California Mastitis Test</em> (CMT)</a> ou da CCS eletrônica</strong>, na qual deve ser coletada uma amostra de cada animal com auxílio de coletores e enviadas ao laboratório.</p>
<p>O recomendado é que o monitoramento da CCS eletrônica seja feito no mínimo uma vez por mês. A realização do teste de CMT juntamente a definição da frequência para sua realização ficam a critério do médico veterinário que acompanha a propriedade.</p>
<p>Para detectar a mastite clínica é necessário realizar o teste da caneca de fundo escuro no início de cada ordenha de cada animal. Neste teste, coleta-se os três primeiros jatos de leite de forma vigorosa de cada teto, observando a presença ou não de grumos no leite.</p>
<p>Em casos positivos o leite ordenhado do quarto afetado deve ser desviado do tanque, sendo recomendado a coleta de uma amostra desse leite para que seja feita a cultura microbiológica no intuito de identificar o agente patogênico envolvido (bactéria, fungo, levedura, alga).</p>
<p>Os exames de cultura microbiológica podem ser feitos em laboratórios especializados ou na própria fazenda caso detenha os equipamentos necessários. Sua realização é extremamente importante para o entendimento da dinâmica da mastite no rebanho e para definição dos tratamentos, uma vez que cerca de 50% dos cultivos microbiológicos não são indicativos de tratamento.</p>
<p>Assim como para a mastite subclínica, o auxílio do médico veterinário responsável pela propriedade é extremamente importante para a elaboração de protocolos de tratamento e estratégias de controle da mastite clínica.</p>
<h2>Ações preventivas para auxiliar na redução de novos casos de mastite</h2>
<h3>Higiene e conforto no ambiente de permanência dos animais</h3>
<p>O local de permanência dos animais deve ser o mais limpo possível, não havendo acúmulo de matéria orgânica.</p>
<p>Esta medida reduz as chances do animal se infectar com patógenos ambientais no intervalo entre as ordenhas. O local também deve conter sombreamento adequado de forma a reduzir os impactos do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" rel="noopener">estresse térmico</a></strong>.</p>
<h3>Adequada rotina de ordenha</h3>
<p>São medidas importantes e essenciais: realização do teste da caneca para detecção de alterações no leite, realização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" target="_blank" rel="noopener">pré e pós-dipping</a></strong> e secagem dos tetos com um ou dois papéis/toalhas por teto. A premissa é de que a ordenha deve ser feita em tetos limpos e secos.</p>
<p>É importante que o tempo decorrido entre o teste da caneca e a colocação das teteiras seja em média de 1 minuto e meio, tempo que permite a melhor estimulação do animal e melhor atuação da ocitocina endógena para uma ordenha completa e gentil.</p>
<p>Para reduzir a infecção por patógenos contagiosos, as principais medidas são o uso do pós-dipping para eliminar os patógenos carreados pelas teteiras de uma vaca para outra, uso de luvas de forma higiênica pelos ordenhadores e limpeza e desinfecção adequada dos equipamentos de ordenha.</p>
<p>Outra ação que pode auxiliar na redução da contagem de células somáticas é o fornecimento de alimento de qualidade para as vacas logo após a ordenha.</p>
<p>Esta prática evita que as vacas deitem imediatamente após o término da ordenha e que microrganismos adentrem à glândula mamária, já que nesse momento os esfíncteres dos tetos ainda estão abertos e assim permanecem por cerca de 30 minutos, facilitando a ocorrência de mastite.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12918" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651.jpg" alt="Sequência de imagens mostrando uma rotina adequada de ordenha" width="600" height="346" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651.jpg 733w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-370x214.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-270x156.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-150x87.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>Tratamento imediato de casos clínicos</h3>
<p>Após a detecção de mastite clínica no teste da caneca de fundo escuro, trate o animal o mais rápido possível. <strong>Quanto mais precoce for o início do tratamento, maior a chance de cura.</strong></p>
<p>Outro fator que aumenta as chances de cura de casos clínicos é a cultura microbiológica, em que é possível direcionar o tratamento de acordo com a bactéria identificada.</p>
<h3>Limpeza e manutenção do equipamento de ordenha</h3>
<p>O aumento da ocorrência de mastite pode estar associado diretamente ao mau funcionamento do equipamento de ordenha, que pode acarretar no refluxo de leite para a <strong>glândula mamária</strong>, piora do escore de esfíncter do teto dos animais e ordenha incompleta do animal.</p>
<p>Outro fator que influencia diretamente na ocorrência de mastite é a limpeza inadequada dos equipamentos, que pode favorecer a contaminação dos animais durante a ordenha.</p>
<h3>Terapia de vaca seca</h3>
<p>Nesse tratamento são utilizados antibióticos intramamários de longa ação no momento da <a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>secagem das vacas</strong></a> com o objetivo de aumentar as chances de cura de infecções subclínicas existentes da lactação anterior e, também, evitar novas infecções no período seco. Deve ser realizado após a última ordenha da lactação, em todos os quartos mamários.</p>
<p>Há também a opção do uso do selante intramamário, que forma uma barreira física que impede a entrada de patógenos enquanto o tampão de queratina natural do animal não se formou.</p>
<h3>Descarte e identificação de animais crônicos</h3>
<p>Outro ponto importante é o descarte de animais que não respondem com sucesso aos tratamentos, além da segregação dos animais infectados através da linha de ordenha e divisão dos lotes.</p>
<p>Devemos lembrar que esses animais são fonte de infecção e devem ficar separados dos demais, sendo ordenhados por último. Em fazendas com problema por <em>Staphylococcus aureus</em>, os animais infectados por esta bactéria devem ser ordenhados por último e descartados assim que possível para evitar contaminação dos animais saudáveis. A taxa de cura das mastites por esta bactéria é extremamente baixa, ou até mesmo nula.</p>
<p>Outra bactéria que necessita de atenção especial é o <em>Streptococcus agalactiae</em>, entretanto, ao contrário do <em>S. aureus</em>, a taxa de cura varia de 80% a 100%.</p>
<p>O método recomendado para tratamento e erradicação de <em>S. agalactiae</em> é a blitzterapia, que consiste no tratamento de todos os animais positivos para <em>S. agalactiae</em> durante a lactação com antibiótico intramamário por 3 dias com aplicação em todos os quartos mamários.</p>
<p>Feito este tratamento, deve-se realizar novas culturas no 7º e 14º dia após o tratamento e, somente assim, considerar o animal negativo e curado. Recomenda-se a realização da cultura microbiológica do leite das vacas e novilhas recém-paridas.</p>
<p>O monitoramento contínuo da situação no rebanho é outro <strong>fator imprescindível para a manutenção da baixa contagem de células somáticas no leite do tanque.</strong></p>
<p>Através desse monitoramento objetiva-se ter um controle da ocorrência de novas infecções da mastite clínica e subclínica no rebanho, do número de casos crônicos e do perfil microbiológico dos agentes patogênicos.</p>
<p>Esta ação permite construir uma base de dados que ajudará no entendimento da dinâmica da mastite no rebanho e nas tomadas de decisão para reduzir a CCS do leite.</p>
<p>Realizando-se todas essas medidas é esperado sucesso na redução da contagem de células somáticas do leite e, consequentemente, na redução dos prejuízos causados pela mastite.</p>
<h2>Reduza a CCS e maximize seus ganhos com uma gestão estratégica</h2>
<p>Manter a Contagem de Células Somáticas baixa é sinônimo de leite de qualidade, mais bonificações e maior lucro para a fazenda.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende, de forma prática e aplicada, como implementar manejos que reduzem a CCS, melhoram a saúde do rebanho e aumentam a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/">Contagem de células somáticas (CCS) do leite: importância e como reduzir</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Resultados práticos de programas sanitários na recria de bezerras leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/programas-sanitarios-na-recria-de-bezerras-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 17:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do webinar sobre &#8220;Resultados práticos de programas sanitários na recria de bezerras leiteiras&#8221;. O palestrante foi José Zambrano, Coordenador da Equipe Sanidade do Rehagro e Mestre e Doutor em Sanidade de Bovinos pela UFMG. Neste webinar sobre programas sanitários na recria de bezerras leiteiras, o palestrante discute os desafios enfrentados, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do webinar sobre <strong>&#8220;Resultados práticos de programas sanitários na recria de bezerras leiteiras&#8221;</strong>. O palestrante foi José Zambrano, Coordenador da Equipe Sanidade do Rehagro e Mestre e Doutor em Sanidade de Bovinos pela UFMG.</p>
<p>Neste webinar sobre programas sanitários na recria de bezerras leiteiras, o palestrante discute os desafios enfrentados, como alta mortalidade e pneumonia, e as oportunidades para melhorar a saúde dos animais. Destacam-se a importância da colostragem adequada e a contaminação bacteriana do colostro.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O programa sanitário adequado na recria de bezerras leiteiras é essencial para reduzir a mortalidade e melhorar a produtividade do rebanho.</li>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-para-bezerros-leiteiros-4-dicas-uteis/" target="_blank" rel="noopener">colostragem</a></strong> adequada, com transferência de imunidade passiva, é fundamental para a saúde e sobrevivência dos bezerros.</li>
<li>A contaminação bacteriana do colostro afeta sua qualidade e pode comprometer a transferência adequada de imunoglobulinas.</li>
<li>A pneumonia e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" target="_blank" rel="noopener">diarreia</a></strong> são desafios comuns nas fazendas, sendo importante estabelecer estratégias de manejo e prevenção.</li>
<li>A avaliação rotineira do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/" target="_blank" rel="noopener">umbigo dos bezerros</a></strong> e o controle da qualidade do colostro são medidas essenciais para melhorar a saúde e reduzir a mortalidade.</li>
</ul>
<p>O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/resultados-praticos-de-programas-sanitarios?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=pagina-webinar-resultados-praticos" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27560 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/banner-webinar-programas-sanitarios.jpg" alt="Webinar Recria de bezerras leiteiras" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Aumente seus lucros com a produção de leite!</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pequenas melhorias podem trazer grandes resultados na sua produção de leite. Venha saber quais são elas no </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-resultados-praticos" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão da Pecuária Leiteira.</a></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras e como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos. Além disso, também aprenderá a fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=webinar-resultados-praticos" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18712 size-full" title="Gestão na Pecuária Leiteira" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpl-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Gestão financeira em fazenda leiteira: como realizar um bom planejamento</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 19:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão financeira de fazendas deve ser mais do que somente olhar para trás buscando erros, ela deve também se basear no planejamento para a tomada de decisão. Neste texto apresentaremos um pouco sobre a metodologia “Posso Comprar?”, utilizada pelo grupo Rehagro na gestão financeira de fazendas de leite e propriedades que se dedicam a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão financeira de fazendas deve ser mais do que somente olhar para trás buscando erros, ela deve também se basear no <strong>planejamento</strong> para a tomada de decisão.</p>
<p>Neste texto apresentaremos um pouco sobre a metodologia “Posso Comprar?”, utilizada pelo grupo Rehagro na <strong>gestão financeira de fazendas de leite</strong> e propriedades que se dedicam a atividades agropecuárias.</p>
<p>Baseada no fluxo de caixa das fazendas, a metodologia possibilita olhar pra frente, uma avaliação diária e em tempo real das movimentações financeiras.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
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formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
});
</script></p>
</div>
<h2>O fluxo de caixa</h2>
<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta de gestão financeira indispensável para o controle do negócio na propriedade.</p>
<p>Por ele é possível realizar diversas análises e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">planejamentos</a></strong> baseados nos registros de entradas (recebimentos) e saídas (pagamentos), bem como saldo inicial e final em determinado período de tempo.</p>
<p>Apesar de ser uma ferramenta complexa, é comum que o fluxo de caixa seja subutilizado pelos gestores. Dentre as opções de análise a mais explorada é a de monitoramento de transações passadas.</p>
<p>Neste sentido, é possível, por exemplo, comparar o saldo inicial com o saldo final do mês anterior, quais foram os desembolsos mais relevantes, se os valores se mantiveram dentro das expectativas ou não.</p>
<p>São avaliações importantes e necessárias, porém limitadas. Olhando para o passado o gasto já foi realizado, o resultado já foi obtido e não pode ser mudado.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/analises-financeiras-do-medio-e-pequeno-produtor-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-analises-financeiras-leite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38484 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras.png" alt="Webinar análises financeiras do pequeno e médio produtor de leite" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/webinar-analises-financeiras-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Método posso comprar: uma opção para o fluxo de caixa</h2>
<p>Diferente de outras atividades como o comércio urbano e vendas, <strong>a produção de leite é caracterizada por ter apenas uma ou duas entradas mensais</strong>. Basicamente, a vaca come todos os dias, os boletos e contas chegam cada um com uma data de vencimento, seus funcionários são pagos todo início de mês, mas o laticínio paga todo o leite coletado em apenas um dia.</p>
<p>Essa situação é realidade de todos os produtores que vendem o leite e carecem de uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/">gestão eficiente</a></strong> para que o caixa gire no verde durante todos os dias do mês.</p>
<p>É aí que entra o “Posso Comprar”.</p>
<p>A metodologia se baseia em um <strong>fluxo de caixa dinâmico</strong>, mostrando de forma clara a situação financeira diária da fazenda.</p>
<p>Desta forma, tem-se uma avaliação em tempo real das transações financeiras, podendo revelar, por exemplo, um período de saldo de caixa negativo durante o mês, indicando uma futura necessidade de capital de giro, ou um excedente fora do planejado, indicando farol verde para um investimento desejado.</p>
<p>Ela utiliza o lançamento de dados referentes a pagamentos e recebimentos, incluindo os pagamentos que ainda não foram compensados, os parcelados, empréstimos, entradas efetuadas e entradas futuras.</p>
<p>Temos, por exemplo, a seguinte situação:</p>
<p>Hoje é dia 10, João vê um produto em promoção e resolve comprar, afinal, ele não perde uma boa oferta para reduzir custo e no banco ele tem saldo em caixa.</p>
<p>Convicto, não se preocupa com os próximos dias já que o laticínio paga o leite dia 15 e até lá ele já realizou todos os pagamentos necessários. O problema é que a segunda parcela da ração para vacas que João pagou, ainda não foi compensada e ele havia esquecido que o pagamento sairia da sua conta apenas no dia 12.</p>
<p>Devido à falta de atenção, João vai ficar no vermelho durante três dias, havendo de pagar juros no banco. A economia virou prejuízo.</p>
<p>Com o método “Posso comprar” João teria ciência que um dos seus pagamentos ainda não foi efetivado e saberia, portanto, que aquele não era o momento para realizar uma compra não planejada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21334 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-gestao-financeira-leite.jpg" alt="Tabela com dados da gestão financeira de uma fazenda de leite" width="579" height="211" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-gestao-financeira-leite.jpg 579w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-gestao-financeira-leite-300x109.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-gestao-financeira-leite-370x135.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-gestao-financeira-leite-270x98.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/tabela-gestao-financeira-leite-150x55.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 579px) 100vw, 579px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de gestão “Posso Comprar” Fonte: Grupo Rehagro</span></span></p>
<h3>Quais as vantagens da ferramenta “posso comprar”?</h3>
<ul>
<li>Visão clara dos próximos dias, semanas e meses do fluxo de caixa em relação a pagamentos não compensados, pagamentos e parcelas a realizar e recebimentos futuros;</li>
<li>Gerenciar a necessidade de capital de giro para a fazenda durante algum período;</li>
<li>Avaliar e controlar o melhor momento para realizar um novo investimento;</li>
<li>Programar pagamentos de forma criteriosa, negociando com fornecedores e clientes sempre que possível, de acordo com a disponibilidade de caixa;</li>
<li>Observar com antecedência se há necessidade de renegociar com fornecedores ou se é necessário aporte financeiro;</li>
<li>Decidir a viabilidade de novos gastos fora do planejamento;</li>
<li>Comparar saldo atual com saldo previsto;</li>
<li>Facilitar a programação e cálculos para linhas de crédito adequadas a cada situação de caixa ao longo do tempo;</li>
<li>Programar a venda de outros produtos (novilhas, vacas descarte…) para dias de menor volume de caixa;</li>
<li>Planejar as necessidades sazonais da fazenda, principalmente relacionado a lavoura, ensilamento e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" target="_blank" rel="noopener">alimentação</a></strong>.</li>
</ul>
<h2>Como começar a gestão financeira?</h2>
<p>Quando se fala em gestão financeira e econômica, uma frase famosa é: <em>“o que não pode ser medido não pode ser gerenciado”</em>.</p>
<p>Ou seja, a primeira coisa que devemos nos preocupar é com a <strong>anotação de dados</strong> e com a utilização de ferramentas gerenciais adequadas ao seu sistema de produção. Uma das formas mais simples de se iniciar é com planilhas de Excel. De qualquer forma é imprescindível:</p>
<ul>
<li>Registrar todas as receitas, com datas de venda e entrada em caixa (venda de leite, novilhas, vaca descarte, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-silagem-de-milho-com-qualidade-voce-sabe-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener">silagem</a></strong>, feno, grãos&#8230;);</li>
<li>Registrar todos os pagamentos, com datas de pagamento e compensação (medicamentos, ração, frete, energia elétrica, manutenção de máquinas e benfeitorias&#8230;);</li>
<li>Registrar todas as parcelas ao longo dos meses referentes a investimentos, financiamentos e empréstimos (parcela das instalações, compra de máquinas juros&#8230;);</li>
<li>Registrar todos os gastos com administrativo e pessoal (salários, bonificações, rescisões, contratação, terceiros&#8230;);</li>
<li>Elaborar relatórios e planilhas de fluxo de caixa para monitoramento e avaliação das transações financeiras.</li>
</ul>
<p>Para fazendas e profissionais que desejam uma gestão mais efetiva e detalhada, uma ótima opção é buscar ferramentas auxiliares de gestão.</p>
<p>Softwares como o IDEAGRI são específicos para a atividade leiteira e já possuem experiência com a necessidade real dos clientes.</p>
<p>Independente da forma de armazenamento e análise de dados escolhida (planilha, softwares ou outros), o primeiro passo é reconhecer a necessidade do planejamento.</p>
<p>O segundo passo é não deixar de registrar as entradas e saídas de caixa e sempre tomar decisões baseadas em orçamentos e planejamentos.</p>
<h2>Transforme sua fazenda em um negócio rentável e sustentável</h2>
<p>Muitos produtores focam apenas em aumentar a produção, mas esquecem que o verdadeiro diferencial está na gestão.</p>
<p>Com o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong>, você aprende a analisar custos, identificar desperdícios, planejar o futuro e tomar decisões que realmente elevam o lucro. Tudo com linguagem prática, voltada para a realidade da fazenda.</p>
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		<title>Como detectar o cio em vacas leiteiras de forma eficiente?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-taxa-de-deteccao-de-cio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 18:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[cio]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maximização da eficiência reprodutiva do rebanho e a taxa de detecção de cio consiste em uma das chaves para o sucesso da atividade leiteira. A obtenção de boas taxas reprodutivas tende a contribuir para o aumento dos lucros da fazenda, pois eleva-se a proporção de vacas em fase inicial de lactação. Nesta fase, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maximização da eficiência reprodutiva do rebanho e a taxa de detecção de cio consiste em uma das chaves para o sucesso da atividade leiteira.</p>
<p>A obtenção de boas taxas reprodutivas tende a contribuir para o aumento dos lucros da fazenda, pois eleva-se a proporção de vacas em fase inicial de lactação.</p>
<p>Nesta fase, o fato de a produção de leite ser maior possibilita uma otimização do retorno sobre o custo alimentar. No entanto, para que haja maior proporção de vacas em fase inicial de lactação e otimização do retorno sobre o custo alimentar é necessário, dentre outros fatores, que haja <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">eficiência reprodutiva</a></strong>.</p>
<p>Uma situação observada comumente no campo em grande parte das fazendas é a baixa <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>taxa de serviço</strong></a> nos rebanhos leiteiros. Ou seja, uma menor proporção de vacas é servida (coberta, inseminada, etc) em comparação com o ideal.</p>
<p>O objetivo deste texto baseia-se em apresentar e discutir os principais métodos que auxiliam na detecção de cio e, consequentemente, no aumento do indicador da taxa de serviço e na maximização da eficiência reprodutiva.</p>
<p>É importante salientar que não basta apenas garantir o serviço reprodutivo para a vaca, sendo necessário também que ele ocorra no momento adequado e que a gestação se mantenha de forma saudável e venha a gerar um parto.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>Quais as principais características do cio de vacas?</h2>
<p>O cio, também conhecido como estro, é comumente referido como o dia zero (D0) do ciclo estral das fêmeas bovinas. Consiste no período da fase reprodutiva no qual a fêmea apresenta sinais de receptividade sexual (aceitação de monta), seguida de ovulação.</p>
<p>A duração média do cio é de aproximadamente <strong>12 a 18 horas</strong>, sendo que a ovulação ocorre de 12 a 16 horas após o término do cio, ou 28 horas após o início do estro.</p>
<p>No entanto, em vacas leiteiras de alta produção tem-se observado que a duração média do cio se encontra inferior a 8 horas.</p>
<p>O início das atividades que caracterizam o cio tende a ocorrer durante a noite, madrugada ou começo da manhã, conforme demonstrado pela figura a seguir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15898 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-1.jpg" alt="Gráfico mostrando relação das atividades de cio de acordo com as horas do dia" width="407" height="400" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-1.jpg 407w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-1-300x295.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-1-370x364.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-1-270x265.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-1-305x300.jpg 305w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-1-150x147.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 407px) 100vw, 407px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-deteccao-cio-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-deteccao-de-cio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39651 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png" alt="E-book Detecção de cio" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>No período do cio, os elevados níveis circulantes de estradiol promovem <strong>alterações anatômicas e comportamentais</strong> nas fêmeas bovinas.</p>
<p>Um conjunto de comportamentos e alterações características são manifestadas pelos animais antes, durante e depois do estro, sendo importante que o colaborador responsável pela observação de cio conheça tais comportamentos para que redobre sua atenção.</p>
<p>As principais <strong>alterações comportamentais</strong> das vacas devido ao cio envolvem:</p>
<ul>
<li>Pressão do queixo sobre o períneo/garupa;</li>
<li>Tentativa de monta;</li>
<li>Agitação;</li>
<li>Micção frequente;</li>
<li>Perda de apetite.</li>
</ul>
<p>Associado às alterações comportamentais estão as <strong>mudanças anatômicas</strong> do aparelho reprodutivo da fêmea. Dentre elas, as principais são:</p>
<ul>
<li>O edema e o avermelhamento da vulva;</li>
<li>A abertura da cérvix;</li>
<li>Corrimento muco-vaginal claro e viscoso.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Por que é tão difícil observar o cio das vacas?</h2>
<p>De forma resumida, se deve ao fato de que as vacas leiteiras modernas apresentam uma série de fatores que contribuem para esta menor observação de cio, sendo os principais: maior produção de leite, menor duração do cio e maior desbalanço hormonal.</p>
<p>Estudos científicos, conforme demonstrado pelo gráfico a seguir, apontam que a duração do cio (horas) está associada a <strong>produção de leite</strong> (kg/dia), sendo que o cio tende a ser menor quanto maior for a produção de leite da vaca.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="DESAFIOS DA OBSERVAÇÕES DE CIO EM VACAS LEITEIRAS | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/n86BFnl_lf8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Este fato está relacionado em grande parte com a taxa de metabolismo das vacas, onde naquelas de alta produção tende a ser mais elevado, depurando de forma mais acelerada os hormônios esteroides e interferindo na duração do estro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15899 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-2.jpg" alt="Gráfico mostrando a produção de leite de acordo com a detecção de cio" width="438" height="285" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-2.jpg 438w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-2-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-2-370x241.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-2-270x176.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-2-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px" /></p>
<p>Outros estudos observaram a distribuição da duração do estro em vacas holandesas.</p>
<p>O resultado foi de que aproximadamente 60% das vacas demonstraram atividade de cio por no <strong>máximo 8 horas</strong>. Destas vacas, 50% ficaram menos de 4 horas em estro. Veja o gráfico abaixo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15900" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-3.jpg" alt="Gráfico mostrando a distribuição da duração do estro em vacas holandesas" width="558" height="306" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-3.jpg 558w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-3-300x165.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-3-370x203.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-3-270x148.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-3-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 558px) 100vw, 558px" /></p>
<p>Os dados e as informações apresentadas nos dois gráficos reforçam ainda mais a importância da adoção de estratégias e ferramentas auxiliares de identificação de cio.</p>
<p>É corriqueira a situação de vacas que não são identificadas em cio, não são trabalhadas reprodutivamente e contribuem para redução dos indicadores de eficiência reprodutiva e produtiva da fazenda.</p>
<h2>Métodos auxiliares de identificação do cio em vacas</h2>
<p>A observação de aceitação de monta representa o método clássico para identificação de cio, no entanto apresenta alguns fatores limitantes para sua utilização isolada em rebanhos com maior produção de leite.</p>
<p>Conforme citado anteriormente, os sinais de cio frequentemente são expressos mais no período noturno, momento em que, geralmente, não há ninguém observando cio.</p>
<p>Além disso, o elevado consumo de matéria seca que é necessário para suprir as exigências nutricionais da alta produção de leite faz com que se eleve a taxa do metabolismo hepático das vacas, aumentando assim a depuração dos hormônios esteroides relacionados à reprodução.</p>
<p>Esse fato contribui para redução da duração e intensidade dos sinais de estro.</p>
<p>A seguir serão discutidos alguns métodos/ferramentas que auxiliam no controle dos problemas relacionados à identificação de cio.</p>
<h3>Raspadinha</h3>
<p>A raspadinha consiste em um dispositivo semelhante a uma raspadinha de loteria que é colada na base da cauda do animal. No momento em que o animal é montado, a tinta da tira adesiva é removida, o que torna possível <strong>identificar que o animal aceitou monta.</strong></p>
<p>Uma grande vantagem da utilização dessa ferramenta é identificar os animais que manifestaram cio durante a noite ou em momentos sem observação de cio. Uma das desvantagens é que utilizar em todo rebanho pode se tornar inviável economicamente.</p>
<p>Um ponto de atenção deve ser considerado quanto a utilização desta ferramenta em <a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>novilhas</strong></a>, uma vez que esta categoria animal normalmente apresenta cios mais intensos em comparação às vacas e possui instinto curioso, podendo contribuir para que a raspadinha seja desgastada com maior facilidade e até mesmo se solte do animal.</p>
<p>Uma alternativa adotada pelas fazendas para contornar esta situação, é associar o uso da raspadinha com o bastão de cera, que será discutido mais adiante. Esta associação aumenta a segurança e a certificação da identificação de cio.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15901 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-4.jpg" alt="Raspadinha para detecção de cio" width="585" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-4.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-4-300x154.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-4-370x190.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-4-270x138.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-4-150x77.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" /></p>
<h3>Medidores de atividade</h3>
<p>São ferramentas que se baseiam no <strong>aumento da atividade dos animais</strong> quando estão em estro. Além disso, alguns desses medidores atualmente conseguem realizar outras funções como identificar possíveis animais doentes, avaliação de estresse térmico e monitorar alimentação.</p>
<p>Os principais medidores disponíveis no mercado até o momento são pedômetros, colares e, recentemente, os brincos.</p>
<p>Por se tratar de dispositivos tecnológicos sujeitos a falhas, devemos nos lembrar de solicitar auditorias periódicas nestas ferramentas através do fabricante para que os resultados gerados sejam coerentes com as ocorrências de cio.</p>
<p>Caso as informações sejam repassadas incorretamente pelos dispositivos, as ações realizadas na rotina reprodutiva da fazenda também estarão incorretas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15902" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-5.jpg" alt="Medidores de atividade em vacas leiteiras" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-5.jpg 714w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-5-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-5-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-5-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-5-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-5-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>Bastão de tinta</h3>
<p>Consiste em pintar a base da cauda do animal e observar se o bastão passado foi apagado, indicando que o animal aceitou monta.</p>
<p>Esse manejo é realizado, geralmente, após a ordenha, na saída dos animais, aproveitando a passagem dos animais pelos currais de manejo. Fazendas que possuem canzis conseguem realizar esse manejo em momentos desvinculados da ordenha.</p>
<p>Todas as vacas em lactação devem ser pintadas para padronizar o manejo e evitar equívocos, inclusive vacas recém-paridas, vacas prenhas e vacas descarte.</p>
<p>No entanto, caso o rebanho seja menor e a situação reprodutiva dos animais seja facilmente conhecida de perto torna-se possível realizar o manejo do bastão de forma direcionada. Ou seja, em um rebanho de 30 vacas, por exemplo, sabemos de forma fácil e rápida quais são os animais que estão sendo e devem ser trabalhados na reprodução (vacas aptas, vacas inseminadas, vacas gestantes etc.).</p>
<p>Um outro tipo de manejo que algumas propriedades adotam é o uso de uma cor específica de bastão para cada situação reprodutiva.</p>
<p>Por exemplo: as vacas inseminadas recebem bastão de cor amarela, as vacas gestantes recebem bastão de cor verde e as vacas aptas e vazias recebem bastão vermelho.</p>
<p>Vale ressaltar que esta estratégia deve ser pensada conforme a rotina da propriedade e do rebanho, justamente para que o emprego de cores variadas de bastão não complique as atividades e prejudiquem a eficiência desta técnica.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15903" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-6.jpg" alt="Técnica de bastão de tinta para detecção de cio" width="732" height="272" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-6.jpg 732w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-6-300x111.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-6-370x137.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-6-270x100.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/deteccao-cio-6-150x56.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 732px) 100vw, 732px" /></p>
<h2>Considerações sobre a detecção de cio</h2>
<p>O aumento da produção de leite e a otimização do custo alimentar das propriedades leiteiras passam, além de outros pontos, pela obtenção de eficiência reprodutiva.</p>
<p>Uma reprodução bem ajustada pode ser responsável por alcançar um DEL médio baixo no rebanho, ou seja, alcançar uma maior proporção de vacas em início de lactação produzindo mais leite.</p>
<p>A associação de métodos auxiliares de detecção de cio com outras ferramentas, tecnologias e estratégias torna-se interessante quanto mais intensificado for o sistema de produção. Identificar os pontos críticos de cada propriedade torna-se essencial para encontrar as oportunidades e atuar de modo a otimizar não só a reprodução, mas todos os setores da fazenda.</p>
<p>Além disso, adotar e seguir fielmente uma rotina reprodutiva é tão importante quanto o uso de ferramentas auxiliares de detecção de cio.</p>
<h2>Transforme o manejo reprodutivo e aumente seus resultados</h2>
<p>Detectar o cio de forma assertiva é apenas uma das estratégias que podem elevar a eficiência da sua fazenda e maximizar a produção.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-nas-fazendas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 17:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou, em 2020, a transmissão de um Webinar Leite com o tema “Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?”. O palestrante foi José Eduardo Portela, PhD pela Universidade da Flórida. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou, em 2020, a transmissão de um Webinar Leite com o tema <em>“Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?”</em>. O palestrante foi José Eduardo Portela, PhD pela Universidade da Flórida.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.</p>
<p>Veja alguns dos assuntos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>A importância do período de transição das vacas leiteiras para garantir sua saúde e produção de leite;</li>
<li>Como deve ser a programação de secagem das vacas;</li>
<li>A importância do manejo nutricional pré e pós-parto na prevenção de doenças metabólicas;</li>
<li>Controle do estresse calórico em regiões com altas temperaturas e umidade;</li>
</ul>
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<h2>Quer se tornar especialista e referência na produção de leite?</h2>
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		<title>Oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-bovinos-de-leite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 19:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre desafios e oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite. O palestrante foi Elias Facury (Lobão), Mestre em Medicina Veterinária e Doutor em Ciência Animal pela UFMG. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre <strong>desafios e oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite. </strong></p>
<p>O palestrante foi Elias Facury (Lobão), Mestre em Medicina Veterinária e Doutor em Ciência Animal pela UFMG.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Veja alguns dos assuntos tratados no webinar:</p>
<ul>
<li>A importância das vacinas na prevenção de doenças em bovinos de leite;</li>
<li>A imunidade passiva e ativa em bezerros e a necessidade de vacinação das mães;</li>
<li>Programa de vacinação coordenado e bem implementado;</li>
<li>Conservação adequada das vacinas e de higiene na aplicação;</li>
<li>As pesquisas e avanços na área de vacinas para bovinos de leite.</li>
</ul>
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<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/programas-de-vacinacao-para-bovinos-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-programas-de-vacinacao-bovinos-leite" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27556 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/banner-webinar-vacinacao-bovinos-leite.jpg" alt="Webinar Vacinação de bovinos de leite" width="1290" height="329" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-para-bovinos-de-leite/">Oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 17:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[placenta]]></category>
		<category><![CDATA[prenhez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção. O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre <strong>redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</strong>.</p>
<p>O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro.</p>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.</p>
<p>Veja alguns dos assuntos tratados nesse webinar:</p>
<ul>
<li>Taxa de Serviço: Aumentar para pelo menos 65% é viável e eficaz;</li>
<li>Taxa de Concepção: Não há uma meta fixa, mas focar em melhorar junto com a taxa de prenhez é crucial;</li>
<li>Taxa de Prenhez: Um indicador importante que depende de serviço e concepção;</li>
<li>Quais indicadores chave da reprodução nas fazendas;</li>
<li>Objetivo realista para intervalo entre partos.</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e assista ao nosso webinar agora mesmo e saiba como melhorar a reprodução na fazenda com a redução de perdas gestacionais.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/reducao-perdas-gestacionais?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-reducao-perdas-gestacionais&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27558 size-full" title="Webinar Redução de perdas gestacionais" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/banner-webinar-perdas-gestacionais.jpg" alt="Webinar Redução de perdas gestacionais" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Como aumentar produtividade, lucratividade e a qualidade do leite?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você queira ter acesso a um conteúdo exclusivo, dado por nossos melhores consultores, venha conhecer a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-reducao-perdas-gestacionais-lp-curso&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em aulas 100% online, eles ensinam técnicas com resultados comprovados na prática para que você seja capaz de aumentar a produtividade, lucratividade e qualidade do leite produzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa é completo e contempla nutrição, reprodução, controle da mastite, sanidade, criação de bezerras, gestão financeira e muito mais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais detalhes? Clique no link abaixo e conheça.</span></p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/">Redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/processo-de-sucessao-familiar/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/processo-de-sucessao-familiar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 15:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um webinar com o tema &#8220;Como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar?&#8221; O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro. Principais pontos do webinar A gestão baseada em indicadores é essencial para um processo de sucessão familiar bem-sucedido. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um webinar com o tema <strong>&#8220;Como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar?&#8221; </strong></p>
<p>O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>A <strong>gestão baseada em indicadores</strong> é essencial para um processo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sucessao-familiar-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">sucessão familiar</a></strong> bem-sucedido.</li>
<li>Ter os números do negócio em mãos é fundamental para tomar decisões acertadas e monitorar o desempenho da fazenda.</li>
<li>Um <strong>plano bem estruturado e acompanhado</strong> é essencial para garantir o sucesso do negócio a longo prazo e evitar desvios.</li>
<li>A implementação de uma agenda de atividades e checklists pode ajudar a organizar e otimizar os processos diários.</li>
<li>Comparar os resultados da fazenda com outras propriedades de referência permite<strong> identificar pontos de melhoria e buscar excelência</strong>.</li>
<li>A realização de cursos e capacitações específicas pode auxiliar tanto o atual proprietário quanto o sucessor a adquirirem conhecimentos necessários para uma gestão eficiente.</li>
</ul>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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		<item>
		<title>Análise genômica para seleção de bovinos leiteiros: como funciona e seus benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 15:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazendas]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[genético]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos passados o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros se dava somente através das ferramentas de seleção e acasalamento. A seleção consiste na triagem de indivíduos superiores pertencentes a um determinado rebanho. Ou seja, os indivíduos que possuem uma melhor performance produtiva e/ou reprodutiva quando comparados aos outros indivíduos do mesmo rebanho são selecionados para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos passados o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros se dava somente através das ferramentas de seleção e acasalamento.</p>
<p>A seleção consiste na triagem de indivíduos superiores pertencentes a um determinado rebanho. Ou seja, os indivíduos que possuem uma melhor performance produtiva e/ou reprodutiva quando comparados aos outros indivíduos do mesmo rebanho são selecionados para permanecerem e perpetuarem a sua genética.</p>
<p>Já o acasalamento constitui a ferramenta onde os animais de melhor desempenho <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/" target="_blank" rel="noopener">zootécnico</a></strong> são direcionados para serem os pais da próxima geração.</p>
<p>Em resumo, ambas as ferramentas possuem como objetivo aumentar a frequência de genes favoráveis em uma determinada população.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Histórico e evolução da análise genômica</h2>
<p>Durante muito tempo, a análise do desempenho da cria de um determinado touro ou de uma determinada vaca <strong>foi o</strong> <strong>método mais eficaz para avaliação genética dos reprodutores</strong>. Este método ficou conhecido como Teste de Progênie, e é utilizado até os dias atuais devido a sua confiabilidade.</p>
<p>No entanto, uma de suas desvantagens se diz a respeito do longo tempo necessário para obtenção dos resultados. Também é válido citar a necessidade de ter uma progênie relativamente extensa para dar segurança aos dados.</p>
<p>Com o passar dos anos, por volta do final da década de 80 e início da década de 90, incorporou-se modelos estatísticos precisos nos programas de melhoramento genético. Este modelo ficou conhecido como Modelo Animal.</p>
<p>O modelo estatístico visa a associação dos dados de desempenho do próprio animal com os dados de sua matriz de parentesco (pai, mãe, irmãos, avós etc.). O intuito é ter uma estimativa e obtenção dos valores genéticos.</p>
<p>A inclusão de um modelo estatístico nos programas de melhoramento animal propiciou o avanço e a otimização das ferramentas de seleção e acasalamento. Como consequência, houve o aceleramento do progresso genético dos rebanhos em todo o mundo.</p>
<p>Nos anos de 2008/2009, nos Estados Unidos, a tecnologia da genômica foi lançada para a área da pecuária leiteira de modo a revolucionar todo o mercado da <strong>genética bovina</strong>.</p>
<p>Desde então, os testes genômicos têm mudado a forma como os produtores de leite tomam suas decisões, fazem a seleção e gerenciam os acasalamentos de seus rebanhos.</p>
<p><strong>A genômica permite aos técnicos e produtores a possibilidade de conhecer geneticamente os rebanhos</strong>, estratificando assim os grupos de animais que possuem uma genética superior ou inferior em diversos pontos.</p>
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<h2>Como funciona a análise genômica em bovinos leiteiros?</h2>
<p><strong>A análise genômica nos bovinos atua de modo a identificar marcadores moleculares que são de interesse econômico para os produtores.</strong></p>
<p>De forma a contextualizar melhor o assunto, marcadores moleculares são variações no material genético (genoma) que caracterizam as diferenças fenotípicas entre dois ou mais indivíduos. Variações fenotípicas estas que podem ser expressas em quesitos como:</p>
<ul>
<li>Ganho de peso;</li>
<li>Idade ao primeiro parto;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener">Produção de leite</a></strong>;</li>
<li>Período de lactação;</li>
<li>Circunferência escrotal;</li>
<li>Pelagem, dentre outros.</li>
</ul>
<p>Vários são os tipos de marcadores moleculares existentes, sendo que os principais identificados pelos testes genômicos são os polimorfismos de base única (<em>Single Nucleotide Polymorphism</em> – SNP).</p>
<p>Este tipo específico de marcador molecular se <strong>baseia na alteração em uma única base na molécula de DNA de um indivíduo em comparação com um genoma de referência.</strong> E, como já mencionado, são justamente tais alterações que ditam as variações fenotípicas em uma população.</p>
<p>Através da tecnologia da engenharia genética foram desenvolvidos chips capazes de analisar e identificar detalhadamente o genoma dos animais. Para isto, basta coletar uma amostra de material genético (bulbo capilar, sangue etc.) do indivíduo e enviar para uma empresa/laboratório especializado no assunto.</p>
<p>Lá, esse material genético é processado por sistemas automatizados contendo chips com milhares de marcadores moleculares. Ao final de todo o processo é gerado um relatório contendo as informações genéticas específicas que foram identificados de um determinado animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19587 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1.jpg" alt="Vacas leiteiras em um galpão de fazenda de leite" width="719" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1.jpg 719w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-300x168.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-370x207.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-270x151.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/foto-texto-genomica-1-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Grupo Rehagro</span></p>
<h2>Benefícios da análise genômica para a pecuária leiteira</h2>
<p>Se formos comparar a avaliação genômica + avaliação convencional (pedigree, progênie) com a avaliação convencional isolada, notamos que ela propicia uma <strong>maior velocidade nas análises, maior acurácia dos valores e maior alcance do valor genético verdadeiro. </strong></p>
<p>No entanto, devemos sempre ter em mente que a avaliação genômica é um acelerador de todo o processo de melhoramento genético, e não um substituto.</p>
<p>Antigamente, por exemplo, um touro só teria seus primeiros valores genéticos divulgados com a idade de aproximadamente 7 a 8 anos. Isso porque precisaria esperar suas filhas nascerem e entrarem em idade reprodutiva e produtiva.</p>
<p>Nos dias atuais, com a tecnologia da genômica, não há essa necessidade, pois um touro já possui seus valores genéticos mensurados até mesmo antes da puberdade. Este exemplo demonstra claramente o auxílio que a genômica proporcionou para aumentar o progresso genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>Além dos benefícios já citados, as avaliações genômicas são utilizadas para mensurar características caras e complexas de serem medidas, de manifestação tardia, de baixa herdabilidade, medidas pós morte e também para correção dos valores da matriz de parentesco.</p>
<p>Outros grandes <strong>benefícios da utilização da genômica</strong> nas fazendas consistem:</p>
<ol>
<li>Na otimização de investimentos, visto a possibilidade de se obter dados genéticos de um animal pouco tempo após seu nascimento.</li>
<li>Aumentar os critérios de seleção da propriedade devido ao aumento da variedade de características mensuradas.</li>
<li>Aumentar a pressão de seleção do rebanho devido a maior acurácia dos valores.</li>
</ol>
<h2>Características analisadas na genômica</h2>
<p>Após o seu lançamento, os testes genômicos têm sido utilizados para identificação das características dos animais em diversos aspectos.</p>
<p>Os principais são os que envolvem particularidades de produção, saúde, conformação, habilidade de parto e <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a>. A maioria dessas características já eram mensuradas antes do advento da genômica. No entanto, esta tecnologia aumentou a velocidade de obtenção e a acurácia dos valores.</p>
<p>Dentro do critério de seleção de produção de leite, <strong>as características de maior destaque são relacionadas ao volume de leite produzido e a quantidade e ao percentual de produção de gordura e proteína.</strong></p>
<p>Atualmente, aumentamos bastante o número de rebanhos genotipados para a beta-caseína A2. Sua capacidade – quando em homozigose (A2A2) &#8211; não ocasiona distúrbios digestivos nos humanos consumidores de leite e derivados.</p>
<p>Os animais que sabidamente possuem o gene para beta-caseína A2 tendem a serem acasalados entre si para obtenção de uma progênie homozigota (A2A2). Logo, a tendência atual é de que cada vez mais se tenha rebanhos formados por animais com genótipo A2A2 para beta-caseína.</p>
<p>Com relação às doenças de cunho genético, estas são analisadas a partir de haplótipos &#8211; combinações alélicas que resultam na expressão de uma doença. Holandês, Jersey e Pardo Suíço são algumas das raças leiteiras que possuem haplótipos identificados para doenças (CVM, BLAD, BY etc).</p>
<p>As informações sobre os haplótipos podem ser importantes ferramentas na hora de realizar um acasalamento bem direcionado de modo a evitar a ocorrência de doenças genéticas.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>De modo geral, <strong>podemos concluir que as avaliações genômicas desempenham um importante papel no melhoramento do rebanho leiteiro.</strong> Elas contribuem em potencial para aumentar o progresso genético das populações.</p>
<p>No entanto, de nada adianta querer utilizar somente a genômica e fechar os olhos para as avaliações tradicionais (pedigree, progênie). Independente do avanço genômico, as informações de pedigree e de teste de progênie continuam sendo extremamente essenciais para condução do mapeamento e melhoramento genético dos rebanhos bovinos.</p>
<p>As ferramentas genéticas, quando bem utilizadas e manejadas, trazem bons retornos aos produtores nas mais diversas áreas, seja produção, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong>, nutrição, sanidade, dentre outras.</p>
<h2>Do DNA ao tanque: transforme genética em produtividade e lucro</h2>
<p>A análise genômica é uma poderosa aliada para selecionar animais mais produtivos, saudáveis e rentáveis.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar ferramentas avançadas de genética, manejo e gestão para potencializar o desempenho do rebanho e tomar decisões mais assertivas no campo.</p>
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		<title>Gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 15:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite. O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro. Principais pontos do webinar O foco do webinar é a gestão financeira com o objetivo de obter melhores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre <strong>gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite</strong>.</p>
<p>O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O foco do webinar é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">gestão financeira</a></strong> com o objetivo de obter melhores resultados nas fazendas de leite.</li>
<li>É importante analisar o fluxo de caixa para identificar onde o dinheiro está sendo gasto e tomar decisões assertivas.</li>
<li>O planejamento financeiro com base no saldo bancário futuro é uma estratégia eficaz para evitar problemas de caixa.</li>
<li>A gestão deve ser simples, personalizada e internalizada, com a liderança desempenhando um papel fundamental.</li>
<li>A utilização de uma planilha de orçamento pode auxiliar no controle das despesas e no estabelecimento de metas para aumento de eficiência.</li>
</ul>
<p>O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.</p>
<p>Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.</p>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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<p>Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!</p>
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		<item>
		<title>Manejo alimentar de vacas leiteiras em período de transição</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/webinar-manejo-alimentar-em-periodo-de-transicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 20:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[suplementação bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de transição de vacas leiteiras é um grande desafio. Durante esse momento, as vacas passam por uma série de alterações metabólicas e fisiológicas. Para falar sobre esse assunto, apresentamos o elogiado WEBINAR do PhD da Universidade da Florida, José Eduardo Portela, falando sobre o tema &#8220;Manejo alimentar de vacas em período de transição&#8221;. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O período de transição de vacas leiteiras é um grande desafio. Durante esse momento, as vacas passam por uma série de alterações metabólicas e fisiológicas.</p>
<p>Para falar sobre esse assunto, apresentamos o elogiado WEBINAR do PhD da Universidade da Florida, José Eduardo Portela, falando sobre o tema <em>&#8220;Manejo alimentar de vacas em período de transição&#8221;</em>.</p>
<p>Veja alguns dos assuntos abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Importância do período de transição para a saúde e produção das vacas leiteiras;</li>
<li>Por que garantir conforto e controle de estresse calórico durante todo o período seco;</li>
<li>Como o tempo adequado no lote de pré-parto ajuda a reduzir o risco de doenças no pós-parto;</li>
<li>Manejo do tempo no lote de transição para evitar doenças.</li>
</ul>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/manejo-alimentar-em-periodo-de-transicao?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=webinar-manejo-alimentar-periodo-transicao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27548 size-full" title="Webinar Manejo nutricional de vacas em período de transição" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/08/banner-webinar-manejo-alimentar-transicao.jpg" alt="Webinar Manejo nutricional de vacas em período de transição" width="1290" height="329" /></a></p>
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		<title>Manejo sanitário de bovinos de leite: importância e práticas recomendadas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 14:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não há dúvidas de que o manejo sanitário de bovinos de leite seja de suma importância para a pecuária leiteira. A atividade é rentável e com ótimas oportunidades de retornos, embora não seja uma tarefa fácil, devido à sua complexidade. As margens estão mais apertadas e os consumidores cada vez mais exigentes quanto à segurança do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há dúvidas de que o manejo sanitário de bovinos de leite seja de suma importância para a pecuária leiteira.</p>
<p>A atividade <strong>é rentável e com ótimas oportunidades de retornos</strong>, embora não seja uma tarefa fácil, devido à sua complexidade.</p>
<p>As margens estão mais apertadas e os consumidores cada vez mais exigentes quanto à segurança do produto oferecido. Nesse sentido, é necessária maior eficiência na produção. Tanto para a redução das perdas quanto para a garantia da produção de um produto seguro e saudável aos consumidores.</p>
<p>Sendo assim, o correto manejo sanitário é um ponto fundamental para garantir esses dois objetivos. Em propriedades leiteiras ocorrem grandes perdas por erros ou negligências com esses manejos.</p>
<p>Dentre as diversas ocorrências em vacas leiteiras, as mais citadas, geralmente são <strong>problemas reprodutivos, problemas de casco e mastite</strong>.</p>
<p>Estes são citados como as <strong>principais causas de descarte involuntário</strong> dentro do sistema de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
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    region: "na1",
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    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Importância do manejo nutricional de bovinos de leite</h2>
<p>Da mesma forma que garantir um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" target="_blank" rel="noopener">correto manejo nutricional</a></strong> e conforto para os animais influenciam positivamente em todas essas características, um correto manejo sanitário também poderá atuar na prevenção de todas as ocorrências citadas acima.</p>
<p>Não é preciso nenhuma mudança complexa ou drástica na propriedade, apenas ter foco em premissas básicas. Pense bem!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Lactação</h3>
<p>Para que a vaca <strong>inicie uma lactação</strong> é necessária uma <strong>gestação seguida de parto</strong>. Além disso, também é importante ressaltar que o momento de maior eficiência de uma vaca leiteira para produzir leite é no<strong> início da lactação</strong>.</p>
<p>Logo, a única forma de fazer com que a vaca permaneça mais tempo nesse período durante toda a sua vida produtiva é reduzindo o intervalo entre seus partos.</p>
<p>Situações como repetição de cio, abortos ou absorção embrionária causam atrasos reprodutivos. E, muitas vezes estão relacionadas a doenças como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brucelose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">brucelose</a></strong>, leptospirose, rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR), diarreia viral bovina (BVD) e outras.</p>
<p>Portanto, a implementação de um calendário sanitário, identificação dos animais doentes e adoção de medidas corretas para cada caso são atitudes essenciais a fim de garantir máxima <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">eficiência reprodutiva</a></strong> e econômica para o sistema.</p>
<h2>Manejo sanitário de bovinos de leite</h2>
<p>Outro ponto de gargalo dentro dos rebanhos leiteiros são as grandes <strong>perdas em consequência a <a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">lesões podais</a></strong>. O conhecimento dos fatores de risco é fundamental para dar os próximos passos a fim de atuar em relação a eles e reduzir as perdas.</p>
<p>Os custos estão relacionados a <strong>menor produção de leite</strong>, tratamento dos animais, maior incidência de outras doenças como mastite, abortos, descarte de animais e na maioria das vezes é um somatório de todos estes.</p>
<p>Enquanto essa for a realidade, dificilmente, o objetivo será alcançado. Mais uma vez, medidas simples, porém essenciais podem mudar essa realidade.</p>
<p>Boa ambiência, casqueamento preventivo, correta utilização do pedilúvio de acordo com as características das lesões presentes em cada propriedade, identificação dos animais com claudicação e a correta atuação e tratamento para cada um.</p>
<h2>Impactos econômicos da mastite bovina</h2>
<p>Por fim, mas não de menor importância, outra fonte de redução na lucratividade do sistema leiteiro é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite</a></strong>.</p>
<p><em>“A mastite continua sendo a <strong>doença com maior impacto econômico sobre a bovinocultura leiteira</strong> e gera perdas em todas as etapas da cadeia produtiva.”</em></p>
<p>Afirmações como essas são extremamente comuns em fazendas leiteiras. Os custos associados à mastite podem ser divididos em:</p>
<ul>
<li>Redução na produção de leite;</li>
<li>Uso de <strong>medicamentos para tratamento da doença</strong>;</li>
<li>Leite descartado;</li>
<li>Serviços veterinários;</li>
<li>Trabalho extra;</li>
<li>Redução da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener">qualidade do leite</a></strong>;</li>
<li>Descarte prematuro da vaca.</li>
</ul>
<p>Ao avaliar cada item citado acima sem dúvidas, a forma mais eficiente de atuação em todos estes, é através da prevenção de um novo caso. Certamente, é um grande desafio, não há dúvidas quanto a isso.</p>
<p>Entretanto, como todo grande desafio, precisa-se de boas estratégias e execuções desses planejamentos para conseguir melhores resultados e até mesmo excelência no alcance das metas.</p>
<h3>Principais fatores de risco da mastite</h3>
<p>Dentre os principais fatores de risco estão:</p>
<ul>
<li>O primeiro mês de lactação;</li>
<li>Alta <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de células somáticas (CCS)</a></strong>;</li>
<li>Estação chuvosa;</li>
<li>Histórico de casos de mastite clínica.</li>
</ul>
<p>Portanto, é necessário o conhecimento desses fatores para implementação de um programa de controle eficiente.</p>
<h2>Mantenha o foco no manejo sanitário</h2>
<p>É preciso parar de negligenciar o básico, fazer o simples bem feito, produzir com responsabilidade e assim desfrutar dos benefícios proporcionados pela pecuária leiteira.</p>
<p>Com foco no manejo sanitário de bovinos de leite e na saúde do rebanho e certamente as vacas retribuíram com mais leite, consequentemente <strong>maior eficiência do sistema e maior lucratividade.</strong></p>
<p>Em nenhuma das três abordagens foram citados manejos complexos ou que exigem grandes investimentos, mas todos são essenciais para o sucesso da atividade. Por que não realizar? Não há nenhuma justificativa para não fazer.</p>
<h2>Eleve o nível do manejo sanitário e aumente a produtividade da sua fazenda</h2>
<p>A saúde do rebanho é a base para qualquer sistema leiteiro de alto desempenho.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende práticas de manejo sanitário alinhadas à nutrição, reprodução, gestão de pastagens e finanças, garantindo mais eficiência e lucratividade para o seu negócio.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva: avaliando o impacto econômico e a relação custo benefício</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/estrategia-para-aumentar-a-eficiencia-reprodutiva-ed-02/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 13:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[impacto econômico]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhe esta edição do Webinar Leite, “Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva: avaliando o impacto econômico e a relação custo benefício”, ministrado por Guilherme Correa, coordenador do curso Internacional de Reprodução de Bovinos Leiteiros do Rehagro. Ele discute estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva em fazendas de gado leiteiro. Além disso, fala da importância de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhe esta edição do Webinar Leite, <strong><em>“Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva: avaliando o impacto econômico e a relação custo benefício”</em></strong>, ministrado por Guilherme Correa, coordenador do curso Internacional de Reprodução de Bovinos Leiteiros do Rehagro.</p>
<p>Ele discute estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva em fazendas de gado leiteiro. Além disso, fala da importância de entender o impacto econômico das decisões relacionadas à reprodução e destaca quatro indicadores-chave: taxa de serviço, taxa de concepção, taxa de prenhez e período de espera voluntário.</p>
<p>Veja mais assuntos presentes no webinar:</p>
<ul>
<li>Quanto custa perder o cio de uma vaca?</li>
<li>Quanto custa o caso de retenção de placenta de uma vaca?</li>
<li>Até quando ainda é econômico inseminar uma vaca em lactação?</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e acesse gratuitamente:</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/estrategias-para-aumentar-eficiencia-reprodutiva?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=pagina-webinar-eficiencia-reprodutiva&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27525 size-full" title="Webinar Eficiência reprodutiva em vacas leiteiras" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/banner-webinar-eficiencia-reprodutiva.jpg" alt="Webinar Eficiência reprodutiva em vacas leiteiras" width="1290" height="329" /></a></p>
<h2>Como aumentar produtividade, lucratividade e a qualidade do leite?</h2>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategia-para-aumentar-a-eficiencia-reprodutiva-ed-02/">Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva: avaliando o impacto econômico e a relação custo benefício</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Como melhorar a qualidade do leite? Saiba os principais parâmetros</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 18:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[brucelose]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
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		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[ordenha]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do leite]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo. Sendo essa, uma das principais atividades do agronegócio nacional e uma área muito importante na geração de emprego e de capital para o país. Além da produção, outro fator muito importante para a atividade leiteira é a qualidade do leite. E isso é bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo. Sendo essa, uma das principais atividades do agronegócio nacional e uma área muito importante na geração de emprego e de capital para o país. Além da produção, outro fator muito importante para a atividade leiteira é a qualidade do leite<strong>.</strong></p>
<p>E isso é bem evidenciado com alguns programas de remuneração realizados entre a indústria de beneficiamento do leite e os produtores.</p>
<p>Conforme o leite tenha os níveis desejáveis de qualidade pela indústria, o produtor é mais bem remunerado pelo seu produto.</p>
<p><strong>O governo também reconhece a importância da qualidade do leite.</strong> O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) criou em 2002, a Instrução Normativa 51, onde foi estipulado padrões para a qualidade do leite produzido no Brasil, definindo como deve ser de maneira higiênica, a obtenção, a produção, o armazenamento e a comercialização do leite.</p>
<p>Segundo o MAPA, para ser considerado de qualidade, o leite deve apresentar:</p>
<ul>
<li>Boa composição química e propriedades físicas;</li>
<li>Baixas quantidades na Contagem Bacteriana Total (CBT);</li>
<li>Baixas quantidades na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">Contagem Células Somáticas (CCS)</a>;</strong></li>
<li>Ausência de agentes patológicos e contaminantes no leite.</li>
</ul>
<p>Sabendo desses critérios, podemos realizar algumas intervenções no rebanho que podem favorecer a qualidade do leite antes da sua obtenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Fatores importantes para a qualidade do leite</h2>
<p>Um dos fatores mais importantes na qualidade do leite é a sua composição. Para ter bons padrões de qualidade, foi criado em 2011 a Instrução Normativa 62, onde é definido que o leite cru deve apresentar no mínimo:</p>
<ul>
<li>3% de gordura;</li>
<li>2,9% de proteína e;</li>
<li>8,4% de sólidos totais.</li>
</ul>
<h3>Teor de gordura</h3>
<p>Um dos principais componentes do leite é a gordura. E esse componente, pode ser muito influenciado pela nutrição recebida pelo animal<strong>.</strong></p>
<p>Quando é fornecido ao animal, uma dieta com alimentos volumosos, ricos em carboidratos estruturais (celulose e hemicelulose), tem-se um favorecimento na produção de ácido acético e butírico, pela fermentação ruminal.</p>
<p>Com o aumento das concentrações molares desses ácidos graxos voláteis no rúmen, obtém-se o aumento do teor de gordura no leite, pois desses produtos da fermentação das fibras (ácido acético e butírico) é que são formadas no úbere 50% da gordura do leite.</p>
<p>Mas se a dieta fornecida tiver uma quantidade maior de concentrado, alterando o tipo de fermentação e levando a produção de ácido propiônico, o teor da gordura no leite poderá ser menor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5255 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394.jpg" alt="Utilização de ácidos graxos voláteis no leite" width="533" height="286" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394.jpg 533w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-300x161.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-370x199.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-270x145.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 533px) 100vw, 533px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Utilização dos ácidos graxos voláteis na formação dos componentes orgânicos do leite. (Fonte: Mülbach, 2004)</span></p>
<p>O uso de gorduras protegidas na dieta dos animais pode levar a um aumento singelo no percentual de gordura. Mas quando se tem o uso de gorduras insaturadas ou em maiores medidas na dieta, tem-se uma queda grande no teor de gordura.</p>
<p>Pode ocorrer também, a redução no teor de gordura quando tem o uso de lipídeos, pois dependendo da quantidade pode alterar a fermentação da celulose e hemicelulose dos alimentos fazendo com que ocorra uma queda na quantidade de gordura no leite.</p>
<p><strong>Com isso, a nutrição animal, é um processo importante na obtenção de um leite com bons níveis de gordura.</strong></p>
<p>Fornecer uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dieta</a></strong> que tenha uma proporção adequada de concentrado e volumoso, não ultrapassando a proporção de 50% de cada tipo de alimento, que contenha boa qualidade e qualidade de fibras e de ácidos graxos, é importante para que a vaca consiga realizar uma fermentação adequada, para que ocorra uma boa produção de ácido acético e butírico, levando a melhora na quantidade de gordura do leite, por meio de processos fisiológicos do animal.</p>
<p>Outra maneira de ter bons níveis de gordura no leite, é o fornecimento de alimentos com mais frequência. Com isso, o pH ruminal é mantido com menos variações e há uma manutenção dos micro-organismos produtores de ácido acético no rúmen.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Proteína</h3>
<p>Outro componente importante do leite é a proteína, mas esse componente não é muito alterado pela dieta como a gordura, sendo estimado que para cada 1% de proteína acrescentada na dieta, seja aumentado cerca de 0,02% de proteína no leite. Esse aumento de proteína dietético pode aumentar o nível de nitrogênio não proteico do leite, podendo ser mensurado pela quantidade de ureia no leite.</p>
<p>As proteínas do leite são produzidas nas células alveolares, tendo como precursor alguns aminoácidos advindos do sangue. O teor baixo de proteínas no leite pode ser causado pela baixa produção de proteína microbiana pelo animal, ou a baixa absorção de proteína pelo intestino do animal.</p>
<h3>Lactose</h3>
<p>A lactose está ligada com o controle do volume de leite e por estar ligada ao sistema endócrino do animal o seu teor vai ter pouca variação.</p>
<p>Essa lactose é mais influenciada pela produção de glicose no fígado, após a absorção de ácido propiônico no rúmen (sendo esse mais produzido em dietas com maiores proporções de alimento concentrado) e da transformação de certos aminoácidos.</p>
<h3>Contagem de células somáticas (CCS)</h3>
<p>Um grande problema envolvido na qualidade do leite é a <strong>Contagem de Células Somáticas (CCS)</strong>. Altos níveis de CCS são indicadores de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite no rebanho</a></strong>. Essa doença acontece por 137 diferentes agentes etiológicos, entre esses destacam-se o vírus, algas, fungos e principalmente bactérias.</p>
<p>A mastite é a principal afecção dos animais na produção leiteira, e essa doença altera os padrões físicos, químicos e microbiológicos do leite e da saúde da glândula mamária. As principais alterações são o sabor salgado do leite e redução do teor de proteína e gordura do leite.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Alguns outros fatores além da mastite podem interferir na CCS, como:</p>
<ul>
<li>Época do ano;</li>
<li>Raça;</li>
<li>Estágio de lactação;</li>
<li>Produção do leite;</li>
<li>Número de lactações;</li>
<li>Problemas de manejo;</li>
<li>Problemas nutricionais</li>
<li>Clima;</li>
<li>Doenças recorrentes.</li>
</ul>
<p>Existem algumas medidas simples que podem fazer com que ocorra redução na CCS, melhorando a qualidade do leite como:</p>
<ul>
<li>Realizar sempre a higiene e desinfecção de todos os equipamentos e das mãos do ordenhador. Essa é uma medida que auxilia também na redução de infecção de vacas saudáveis pelos agentes da mastite, o que reduz o número de CCS da propriedade. A higiene adequada das teteiras entre uma ordenha e outra em propriedades que possuem grandes incidências de mastites subclínicas, gerou redução dessa doença de 96% para 47%;</li>
<li>Realizar com os primeiros jatos de leite o teste da caneca de fundo escuro, que serve para observação de grumos, sangue ou qualquer outra secreção. Nas vacas onde tem essas alterações encontradas, deve-se fazer a ordenha das mesmas por último, evitando a disseminação de mastite pelo rebanho;</li>
<li>Realizar a limpeza e secagem dos tetos, realização do <a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pré-dipping e do pós-dipping</strong></a>;</li>
<li>Realizar o tratamento de todos os tetos das vacas secas, visando acabar com a mastite subclínica;</li>
<li>Evitar qualquer tipo de lesão nos tetos;</li>
<li>Fornecer alimento para os animais após a ordenha, para que os mesmos fiquem de pé até o fechamento do esfíncter do teto;</li>
<li>Descartar do rebanho animais que apresentem a mastite de forma crônica.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5256 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848.jpg" alt="Composição do leite com elevada CCS" width="532" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848.jpg 532w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-300x174.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-370x215.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-270x157.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-150x87.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Mudanças na composição do leite associadas com elevada contagem de células somáticas (CCS). </span></p>
<h3>Contagem bacteriana total (CBT)</h3>
<p>Outro indicador de qualidade do leite é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/" target="_blank" rel="noopener">Contagem Bacteriana Total (CBT)</a>,</strong> que indica as condições de higiene na obtenção e conservação do leite.</p>
<p>A multiplicação de bactérias faz com que ocorram alterações nos componentes e reduz a qualidade do leite, e por isso tenta-se reduzir a CBT. A mastite raramente provocará uma alta CBT, exceto em casos de grandes infecções por <i>Streptococcus agalactiae</i>, ou em surtos de <i>Streptococcus uberis</i>, ou <i>Escherichia coli</i>.</p>
<p>Uma das causas mais comuns de alta CBT é a contaminação pelos tetos sujos. É importante que os tetos sejam preparados para ordenha, para evitar esse tipo de contaminação. Em casos onde a sala de ordenha é contaminada há um aumento significativo na CBT.</p>
<p>Alguns estudos mostraram que 10% dos microrganismos presentes no leite, advinham dos equipamentos. Entre uma ordenha e outra, deve ser realizada a limpeza e desinfecção de todo equipamento de ordenha. Uma deficiente limpeza nesse sistema de ordenha pode fazer com que se acumulem resíduos de leite, o que favorece o crescimento de microrganismos que são fontes de contaminação do leite.</p>
<p>A realização de limpezas e de desinfecções da ordenha pode reduzir em 90% o número de bactérias no leite. <strong>Todas essas práticas devem ser rotineiras dentro das propriedades, para que esse procedimento de redução na CBT ocorra de maneira satisfatória.</strong></p>
<p>A limpeza e a higienização devem ser feitas após a última vaca ser ordenhada. A limpeza dos equipamentos por circulação deve ser realizada em 4 etapas:</p>
<ol>
<li>Enxágue inicial com água morna de 35ºC a 45ºC por 5 minutos sem recircular. O pré enxágue retira restos de leite que ficam na tubulação;</li>
<li>Limpeza Alcalino-Clorada com água a 65ºC-70ºC reciclando por 10 minutos, com variação na pressão de vácuo, para que o fluxo seja turbulento capaz de dissolver a gordura acumulada;</li>
<li>Após a drenagem da solução de detergente alcalino, fazer o pós-enxague intermediário com água em temperatura ambiente por 5 minutos;</li>
<li>Limpeza ácida com água a temperatura ambiente por 10 minutos.</li>
</ol>
<p>Para a limpeza dos equipamentos de ordenha deve-se usar água tratada. O uso de água sem tratamento em contato com o leite, ou equipamentos de ordenha, pode acarretar no aumento expressivo da CBT.</p>
<p>Outro fator importante nos índices de CBT é o armazenamento e o transporte do leite. A refrigeração do leite deve ser realizada em tanques específicos que atinjam temperaturas de 4ºC, no máximo 3 horas após a ordenha.</p>
<p>Caso isso não seja obtido, haverá uma grande multiplicação dos microrganismos, gerando a contaminação do leite, prejudicando assim, a sua qualidade. A refrigeração do leite tem como objetivo reduzir o crescimento das bactérias mesófilas, que se multiplicam de forma favorável entre temperaturas de 20 a 40ºC.</p>
<p>Esse tipo de bactéria promove a acidificação do leite, mas com a redução da temperatura nos tanques, há um favorecimento da multiplicação das bactérias psicotróficas presentes no leite.</p>
<p>Algumas medidas podem ser realizadas pelo produtor, para que o leite não seja contaminado e a CBT esteja sempre em níveis aceitáveis, como:</p>
<ul>
<li>Utilização de água tratada para qualquer procedimento, para a limpeza e higienização do complexo de equipamentos de ordenha;</li>
<li>A higiene pessoal do ordenhador deve sempre realizada;</li>
<li>Realização de pré-dipping e pós-dipping;</li>
<li>Manter a <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sala de ordenha</strong></a> sempre limpa;</li>
<li>Ter sempre todos os equipamentos de ordenha em boas condições de funcionamento;</li>
<li>Realizar a cada ordenha a limpeza e higienização de todos os equipamentos e utensílios;</li>
<li>Realizar a limpeza dos tanques sempre que o leite for recolhido pelo transportador.</li>
</ul>
<p>Um dos requisitos mais importantes para que o leite seja considerado como de boa qualidade, é o produto ser livre de qualquer tipo de agente que traga algum tipo de risco para a saúde do consumidor.</p>
<p>Pela quantidade de nutrientes encontrados no leite, ele se torna um meio de cultura bom para o crescimento de microrganismos, por isso o controle sanitário e boa higiene devem ser sempre visados na produção.</p>
<h2>Controle sanitário do rebanho leiteiro</h2>
<p>O controle sanitário dentro do rebanho leiteiro se dá por meio de medidas preventivas, contra qualquer doença que pode acometer os animais, garantindo assim, que o produto consumido pelos clientes seja próprio para o consumo e não trazendo danos à saúde dos mesmos.</p>
<p>Duas doenças de grande importância e que podem ser transmitidas ao homem, pelo consumo de leite contaminado são a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-brucelose-e-tuberculose/" target="_blank" rel="noopener">brucelose e tuberculose</a></strong>.</p>
<p>Foi criada pelo MAPA a Instrução Normativa 62 em 2001, que define rigorosas formas de controle e de medidas profiláticas e sanitárias, que devem ser realizadas pelas propriedades, visando à erradicação dessas patologias nos rebanhos e mantém a integridade da saúde pública frente a essas zoonoses e também para gerar competitividade da pecuária nacional no mercado mundial.</p>
<p>A IN-62, definiu um programa de vacinação obrigatório contra a brucelose bovina, credenciando as propriedades livres e que mantinham controles rigorosos contra essa doença.</p>
<p>Sabendo dos impactos dessas doenças para a saúde pública e por se tratar de zoonoses, o controle sanitário de manejo e preventivo da saúde dos animais, como a vacinação, é de extrema importância dentro das propriedades que visam a produção de um leite de qualidade.</p>
<p>Dentro das propriedades, é comum o uso de várias substâncias visando tratamentos contra alguma doença ou agentes que prejudiquem a saúde animal. Mas um fator que deve ser levado em conta com o uso dessas substâncias, é que após sua utilização, pode ser encontrados resíduos desse produto no leite, que podem prejudicar a saúde do consumidor, levando a formação de alergias, criação de resistência microbiana aos <strong>antimicrobianos</strong> e até prejuízos tecnológicos para a indústria de laticínios.</p>
<p>Com isso, deve-se respeitar, após o uso de tais substâncias, o período de carência de cada produto utilizado nos animais. Muitos fatores como: a formulação do produto utilizado, via de administração, dosagem e o protocolo utilizado, podem influenciar nesse período de carência.</p>
<p><strong>Para evitar a presença de resíduos no leite,</strong> podem-se adotar algumas medidas como:</p>
<ul>
<li>Conhecer bem qual a substância será utilizada previamente;</li>
<li>Usar somente substâncias específica para animais;</li>
<li>Armazenar de forma correta esses produtos e utilizá-los corretamente conforme a categoria de animal que está em tratamento. Pois, produtos utilizados para vacas secas possuem um tempo de carência maior que para as vacas lactantes;</li>
<li>Não realizar superdosagem desses produtos nos animais;</li>
<li>As vacas em tratamento devem ser ordenhadas por último, e seu leite deve ser descartado se esse animal está dentro do período de carência.</li>
<li>Observação e conhecimento do período de carência de todas as substâncias utilizadas.</li>
</ul>
<p><strong>Outro fator que está sendo associado a prejuízos na qualidade do leite, é o desconforto térmico para os animais.</strong></p>
<p>A composição do leite pode ser alterada se os animais estiverem em situação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a></strong>, alterando o teor de gordura, proteína e cálcio no leite. Os valores de sólidos totais do leite, também podem ter seus números diminuídos em épocas mais quentes do ano.</p>
<p>O estresse calórico pode aumentar a suscetibilidade dos animais a infecções e também as altas temperaturas podem estar associadas a um número maior de agentes infecciosos encontrados no ambiente. A taxa de infecções por agente ambientais foi coincidente com o número maior de coliformes fecais encontrados na cama dos animais, nas épocas mais quentes do ano, como o verão.</p>
<p>Nessas épocas quentes do ano, também foi observado que o percentual de novas infecções de mastites era mais elevado, o que pode ser explicado pelo maior número de agentes patogênicos no ambiente e superfície dos tetos, ou diminuição da resistência imunológica do animal. E qualquer tipo de infecção da glândula mamária leva a um aumento no CCS, sendo isso prejudicial para a qualidade do leite.</p>
<p>Animais que receberam uma melhor climatização na sala de espera por meio de ventilação, apresentaram melhor teor de gordura e também tiveram um número maior de hormônios, como o cortisol e T3 e T4 no organismo.</p>
<p>Com isso, o manejo correto, assim como o bem-estar animal, são importantes para a obtenção de um leite de qualidade, tanto na sua composição, como também na saúde da glândula mamária, o que reduz o número de mastite no rebanho e, consequentemente, a quantidade de CCS do leite.</p>
<h2>Qualidade que gera valor e aumenta o lucro</h2>
<p>Melhorar a qualidade do leite não é apenas atender padrões, é agregar valor ao produto, aumentar a rentabilidade e fortalecer a competitividade no mercado.</p>
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		<title>Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/reduzir-a-alta-rotatividade-de-pessoas-nas-fazendas-ed-01/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 18:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[equipes]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[líderes]]></category>
		<category><![CDATA[modelo de gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do webinar leite, onde o Dr. Emerson Alvarenga falou sobre motivação de pessoas, apresentou dados que justificam a desmotivação entre os colaboradores e falou ainda sobre: Principais problemas enfrentados na gestão das empresas; Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas produtoras de leite; Como atuar para manter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do webinar leite, onde o Dr. Emerson Alvarenga falou sobre motivação de pessoas, apresentou dados que justificam a desmotivação entre os colaboradores e falou ainda sobre:</p>
<ul>
<li>Principais problemas enfrentados na <strong>gestão das empresas</strong>;</li>
<li>Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas produtoras de leite;</li>
<li>Como atuar para manter os colaboradores engajados e muito mais.</li>
</ul>
<p>Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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		<title>E-book Afecções de casco bovino: conhecendo as lesões</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/afeccoes-de-casco-conhecendo-as-lesoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Aug 2018 19:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[lesões]]></category>
		<category><![CDATA[perdas econômicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cascos são uma das partes mais importantes dos bovinos. Eles são responsáveis por apoiar o peso do animal, proporcionar estabilidade e permitir que se mova livremente. Os cascos também são importantes para a saúde geral dos bovinos, pois protegem os pés de infecções e lesões. As afecções de casco em conjunto com a mastite [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cascos são uma das partes mais importantes dos bovinos. Eles são responsáveis por apoiar o peso do animal, proporcionar estabilidade e permitir que se mova livremente. Os cascos também são importantes para a saúde geral dos bovinos, pois protegem os pés de infecções e lesões.</p>
<p>As afecções de casco em conjunto com a mastite e os problemas reprodutivos são alguns dos maiores desafios na bovinocultura de leite e corte em todo o mundo, acarretando perdas econômicas.</p>
<p>Animais estão sendo descartados mais cedo por <strong>problemas de casco</strong> e antes dessa decisão, as perdas e custos já se fizeram presentes de maneira impactante.</p>
<p>Clique no botão a seguir e baixe o e-book gratuito e conheça as principais afecções de casco dos bovinos!</p>
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		<item>
		<title>Manejo reprodutivo de bovinos leiteiros: saiba como realizar de forma eficiente</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 18:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[monta]]></category>
		<category><![CDATA[monta natural]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano a produção de leite no país aumenta cerca de 5%. A produção anual já ultrapassou 34 bilhões de litros/ano. No entanto, esse volume ainda não consegue atender a demanda do mercado consumidor, segundo os dados divulgados pelo IBGE. Dentre os fatores capazes de impulsionar a produção está o desempenho reprodutivo, uma vez [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada ano a produção de leite no país aumenta cerca de 5%. A produção anual já ultrapassou 34 bilhões de litros/ano. No entanto, esse volume ainda não consegue atender a demanda do mercado consumidor, segundo os dados divulgados pelo IBGE.</p>
<p>Dentre os fatores capazes de impulsionar a produção está o <strong>desempenho reprodutivo</strong>, uma vez que a produção de leite começa a partir do parto.</p>
<p>Para exaltar a importância do manejo reprodutivo de vacas leiteiras, o período ideal, em dias, entre um parto e outro deve ser entre 365 e 395 dias.</p>
<p>Quando este intervalo entre partos passa, por exemplo, de 12 para 18 meses, podem ocorrer perdas de até 3,2kg de leite na produção/dia/animal.</p>
<p><strong>Problemas uterinos no pós-parto</strong> podem ser uma das causas para isso. Além disso, com uma vida útil de 6 anos, o animal deixa de produzir 2 bezerros quando comparado com um animal com intervalo entre partos (IEP) de 12 meses.</p>
<p>Em vacas mestiças, a redução desse intervalo se torna ainda mais importante, uma vez que a persistência da lactação é mais curta (aproximadamente 275 dias), no mínimo 30 dias menos do que vacas taurinas.</p>
<p>Além de enxergar os números, identificar e contornar as possíveis variações dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/" target="_blank" rel="noopener">índices zootécnicos</a></strong> para se solucionar os problemas reprodutivos, estratégias de manejo podem ser implantadas nas propriedades.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
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    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7",
    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Métodos para eficiência na detecção do cio</h2>
<p>O sinal primário do cio é a aceitação da monta.</p>
<p>Como sua duração é de apenas 8 horas, recomenda-se pelo menos duas observações por dia, com duração mínima de 30 minutos.</p>
<p>O funcionário deve evitar outras atividades concomitantes e procurar os sinais secundários que podem ocorrer do início ao final do cio, como:</p>
<ul>
<li>Monta em outras vacas;</li>
<li>Presença de muco;</li>
<li>Apoio da cabeça em outras vacas;</li>
<li>Edema de vagina;</li>
<li>Urina frequente;</li>
<li>Inquietação.</li>
</ul>
<p>Assim, é importante observar em um local de melhor visibilidade, mas principalmente onde os animais tenham facilidade em andar (o piso de terra menos abrasivo é melhor para observação porque elas irão montar mais umas nas outras) e anotar as informações (horário, número do animal).</p>
<p>O auxílio do rufião e de dispositivos para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-taxa-de-deteccao-de-cio/" target="_blank" rel="noopener">detecção de cio</a></strong> podem contribuir muito para melhora dos índices reprodutivos, exemplos de dispositivos são o Pedômetro, Kamar®, Heat Watch®, Estrotec®.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-deteccao-cio-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-deteccao-de-cio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39651 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png" alt="E-book Detecção de cio" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-deteccao-cio-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Cuidados na inseminação artificial ou monta natural</h2>
<p>A sincronia entre viabilidade dos gametas e o momento da inseminação é vital para <strong>fecundação e desenvolvimento do embrião</strong>.</p>
<p>O óvulo é liberado do ovário entre 10 e 14 horas após o final do cio, e permanece viável entre 6 e 12 horas. Já o espermatozoide fica viável por até 24 horas.</p>
<p>Cerca de <strong>5 a 30% das inseminações ocorrem no momento errado do ciclo</strong>, inviabilizando a prenhez.</p>
<p>A <strong>inseminação artificial</strong> pode ser realizada de duas formas diferentes com bons resultados, utilizando a regra AM/PM, ou seja, as vacas que apresentaram cio pela manhã são inseminadas à tarde e as vacas que apresentarem cio à tarde são inseminadas na manhã seguinte.</p>
<p>Recentemente, alguns estudos demonstraram que <strong>a inseminação em um único horário</strong>, na parte da manhã, <strong>conserva a boa fertilidade</strong>.</p>
<p>Quando a quantidade de inseminações ultrapassa o ideal de 1,6 doses por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade/" target="_blank" rel="noopener">prenhez</a></strong>, entre as causas, podemos associar à fertilidade das vacas (qualidade do óvulo, estado nutricional do animal, condição uterina entre outras causas) dos touros ou do sêmen adquirido.</p>
<p>Em caso de monta natural a repetição de cio pode estar associada à baixa libido do touro, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">doenças de casco</a></strong>, pênis, prepúcio, ou a patologias sexualmente transmissíveis.</p>
<p>Se a vaca repetiu o cio após a inseminação artificial, quase sempre os problemas estão associados a problemas na manipulação do sêmen. A seguir, as práticas corretas:</p>
<ul>
<li>Técnica de descongelamento: “banho-maria” com temperatura de 35-37°C por 40 segundos;</li>
<li>Remoção da palheta do canister em até 6 segundos;</li>
<li>Manutenção do botijão de sêmen (nível de nitrogênio, movimentação exagerada, conservação em local fresco, seco e bem ventilado);</li>
<li>Técnica de inseminação: depósito da dose após a cérvix da vaca, sem traumas, e em até 10 minutos da retirada do botijão.</li>
</ul>
<p>Existe uma remota possibilidade da qualidade do sêmen ter sido comprometida ainda na central de coleta, mas ainda sim pode acontecer e cabe ao técnico identificar.</p>
<h2>Exames ginecológicos em vacas leiteiras</h2>
<p>Ideal é que exames ginecológicos sejam realizados nas vacas regularmente, principalmente nos animais que apresentarem:</p>
<ul>
<li>Distocias;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" target="_blank" rel="noopener">Retenção de placenta</a></strong>;</li>
<li>Descarga purulenta fétida ou purulenta após 15 dias do parto;</li>
<li>Ausência de cio 50 dias pós-parto;</li>
<li>Retorno ao cio após três serviços;</li>
<li>Aborto em qualquer momento da gestação;</li>
<li>Comportamento anormal de cio;</li>
<li>Intervalo anormal entre cios.</li>
</ul>
<p>O monitoramento pode ser realizado através da <strong>palpação retal a partir de 50 dias ou da ultrassonografia a partir dos 40 dias</strong> da monta ou IA. Mais do que o diagnóstico de prenhes é importante para detecção das vacas que não estão prenhas. Isso permite o rápido retorno do animal ao manejo reprodutivo.</p>
<p>A <strong>palpação transretal</strong> se mostra eficaz na detecção de animais que não estão ciclando, especialmente no início da estação de cobertura, sendo possível verificar ovários relativamente pequenos e ausência de corpo lúteo.</p>
<p>Entretanto, a detecção manual do corpo lúteo não é encorajada mesmo para os mais experientes, pois dependerá de sua protrusão do ovário que nem sempre acontece. A ultrassonografia, no entanto, pode identificar o corpo lúteo no ovário e a condição dos folículos ovarianos.</p>
<p>São muitos os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">aspectos que influenciam na reprodução</a></strong> a serem observados na busca de sistemas capazes de proporcionar resultados zootécnicos e financeiros desejados. Mas sem dúvida, o manejo ajustado pode minimizar e muito estes problemas.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Umbigo de bezerros: como tratar as principais enfermidades?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 14:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[feto]]></category>
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		<category><![CDATA[umbigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a vida fetal, o umbigo é a via de comunicação entre o feto e a mãe. Pelo cordão umbilical chega sangue materno, rico em nutrientes e oxigênio e, por ele, também são eliminados os catabólitos do feto. Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro perde totalmente a sua função, evolui rapidamente. Em poucos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a vida fetal, o umbigo é a via de comunicação entre o feto e a mãe. Pelo cordão umbilical chega sangue materno, rico em nutrientes e oxigênio e, por ele, também são eliminados os catabólitos do feto.</p>
<p><strong>Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro perde totalmente a sua função, evolui rapidamente.</strong> Em poucos dias, as veias e artérias utilizadas na comunicação materno-fetal fecham-se. Paralelamente, os músculos dessa região também se unem, constituindo uma massa muscular.</p>
<p>Até que todo este processo se complete, o umbigo do bezerro é uma porta aberta para vários agentes causadores de diversas enfermidades.</p>
<p>Nesse período, caso o umbigo não seja adequadamente curado, pode infeccionar e provocar onfalite, impedindo a cicatrização e prolongando o tempo em que esta porta de comunicação permanece aberta, facilitando a ascendência de microrganismos. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" target="_blank" rel="noopener">cura do umbigo</a></strong> ganha mais importância na medida em que se consideram os aspectos sanitários gerais do rebanho.</p>
<p>Esse procedimento e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">administração correta do colostro</a></strong> representam medidas indispensáveis que influenciarão diretamente na saúde do rebanho de qualquer criatório de gado bovino. Por esse motivo, deverão ser consideradas como medidas sanitárias prioritárias.</p>
<p>Além das enfermidades infecciosas, as hérnias, as neoplasias, os defeitos congênitos e as miíases também assumem grande importância no conjunto das onfalopatias dos bovinos. Por esta razão, deverão ser sempre consideradas ao estudar as enfermidades do umbigo do bezerro.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>Anatomia do umbigo dos bezerros</h2>
<p><strong>O umbigo do bezerro consiste de três estruturas que sofrem alterações anatômicas e funcionais por ocasião do nascimento.</strong></p>
<ol>
<li>A veia umbilical dirige-se cranialmente em direção ao fígado;</li>
<li>As artérias umbilicais dirigem-se em sentido caudal para a artéria hipogástrica;</li>
<li>O úraco em direção à bexiga.</li>
</ol>
<p>No momento do parto, ocorrem transformações anatomofisiológicas, a partir da ruptura do cordão umbilical e retração das artérias e da veia.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Inicia-se assim a respiração autônoma, devido à falta das trocas gasosas placentárias e ao aumento da tensão de gás carbônico. Quando o parto é normal, a queda séptica e mumificação do umbigo se dão dentro de dez dias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12382" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-300x164.jpg" alt="Anatomia do umbigo do bezerro" width="500" height="273" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-150x82.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro.jpg 550w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12383" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-300x178.jpg" alt="Anatomia do umbigo dos bezerros" width="500" height="296" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-300x178.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-370x219.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-270x160.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1-150x89.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-1.jpg 550w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12384" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-300x294.jpg" alt="Umbigo dos bezerros visto por dentro" width="500" height="490" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-300x294.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-370x363.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-270x265.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-306x300.jpg 306w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2-150x147.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-2.jpg 550w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Patologias umbilicais</h2>
<p>Pode-se classificar as patologias umbilicais em não infecciosas e infecciosas e estas em extra e intra-abdominal. A extra-abdominal recebe o nome de onfalite e as intra-abdominais, de acordo com o segmento afetado.</p>
<h3>Processos não infecciosos</h3>
<h4>Hérnias</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12385 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3.jpg" alt="Hérnias presentes no umbigo do bezerro" width="370" height="205" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3-300x166.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3-270x150.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-3-150x83.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>Na região próxima ao umbigo, em consequência da saída de parte das vísceras através da abertura umbilical, anormalmente dilatada, pode-se produzir uma evasão do peritônio e partes externas da pele, traduzindo-se externamente por aumento de volume.</p>
<p>Partes do omento maior e eventualmente porções do intestino delgado podem ser facilmente repostas na cavidade abdominal por meio do anel herniário, exceto nas hérnias estranguladas.</p>
<p>As hérnias umbilicais, congênitas ou adquiridas, aparecem nos bezerros e demais animais domésticos. As pequenas hérnias umbilicais podem resolver-se espontaneamente, porém as hérnias umbilicais grandes ou estranguladas exigem correção cirúrgica. Quando forem adquiridas, podem estar relacionadas com traumatismos, principalmente coices, pisadas e ao transporte inadequado.</p>
<p>Este último é observado em propriedades rurais em que o vaqueiro tem o hábito de transportar o recém- nascido, do pasto para o curral, na cabeça das selas ou arreios, sem qualquer proteção.</p>
<h4>Fibromas e neoplasias</h4>
<p>Na cicatrização do umbigo, quando ocorrem aderências entre o anel umbilical, ligamentos e peritônio com as outras partes, geralmente se desenvolve um tecido conjuntivo que adquire consistência fibrosa, enrijecido, de aspecto irregular e tumoral.</p>
<p>Entre os vários fatores que podem provocar este quadro estão a cicatrização umbilical complicada, os traumatismos, o uso de substâncias ou produtos químicos, dentre outros.</p>
<p>Em casos de neoplasias malignas, o prognóstico é reservado, porém estas são raramente encontradas. Os fibromas e cicatrizes mal consolidadas, quando cirurgicamente corrigidos, são de bom prognóstico.</p>
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<h4>Persistências e defeitos</h4>
<p>A conexão tubular entre a bexiga e o umbigo, que se mantém após o nascimento, é conhecida como úraco persistente.</p>
<p>Por ocasião do nascimento, com a ruptura do cordão umbilical, o úraco deve fechar-se e a urina será então eliminada pela uretra. Uma série de causas foi sugerida para explicar a incapacidade do úraco em evoluir completamente.</p>
<p>Algumas delas são o rompimento precoce do cordão umbilical, a inflamação, a infecção e a excessiva manipulação física do neonato. Nos bezerros, o úraco persistente é menos comum, mas pode levar à septicemia. Caso o úraco não se feche em até 24 horas após o nascimento, indica-se a ressecção cirúrgica para reduzir a probabilidade de septicemia.</p>
<p>O úraco persistente pode ser corrigido cirurgicamente por ligadura ou cauterização. Quando não for possível a realização da cirurgia, indica-se o uso parenteral de antibióticos de largo espectro e a cauterização com nitrato de prata ou iodo-lugol.</p>
<h4>Miíases (bicheiras)</h4>
<p>As miíases ocorrem em praticamente toda a região tropical e subtropical. Os ovos da mosca <i><span style="font-weight: 400;">Cochliomyia hominivorax</span></i> são depositados na periferia seca de qualquer ferimento.</p>
<p>Destes ovos eclodem larvas 11 horas após a postura. Elas penetram ativamente através da lesão, alimentam-se das secreções e tecidos vivos, crescem ocupando grande espaço subcutâneo e tornam-se adultas em quatro a sete dias.</p>
<p>Os ferimentos tomados por miíases caracterizam-se por discreto abaulamento em torno da abertura central, proporcionalmente pequena, deixando fluir uma secreção sero-sanguinolenta, que passa a purulenta alguns dias mais tarde.</p>
<p>O comprometimento do estado geral ocorre quando as miíases não são tratadas e ocorrem reinfestações. Pomadas, líquidos ou spray cicatrizantes acrescidos de inseticidas devem ser usados tanto preventiva como curativamente.</p>
<p>Em bezerros leiteiros, não é aconselhado aplicar ivermectina e seus similares no primeiro dia de vida. É possível observar em várias propriedades produtoras de leite, o aumento na mortalidade de bezerros, especialmente nos esquemas de manejo, em que é feita mais de uma aplicação, em intervalos curtos de tempo.</p>
<h3>Processos infecciosos</h3>
<p>As onfalopatias infecciosas dos bezerros são todos os processos infecciosos da região umbilical, podendo comprometer um ou vários vasos ou segmentos umbilicais da região extra ou intra-abdominal. Os processos inflamatórios do cordão umbilical, com ou sem herniação, são comuns em bezerros.</p>
<p>Em geral, há uma flora bacteriana mista, que inclui <i>E. coli,</i> <i>Proteus</i> sp., <i>Staphylococcus</i> sp., <i><span style="font-weight: 400;">Actinomyces Pyogenes</span></i><i>, Fusobacterium necrophorum, Pasteureila</i> sp., <i>Salmonella typhimurium</i> e até os agentes bacterianos da tuberculose.</p>
<p>São causas predisponentes dos processos infecciosos umbilicais:</p>
<ul>
<li>Constituição anatômica anômala;</li>
<li>Condições do parto;</li>
<li>Tamanho do cordão umbilical exposto;</li>
<li>Ambiente contaminado;</li>
<li>Bezerros prematuros;</li>
<li>Retardo da limpeza lingual por parte da mãe;</li>
<li>Tratamentos inadequados com soluções sujas ou contaminadas;</li>
<li>Manuseio do umbigo do bezerro por pessoas leigas;</li>
<li>Puxadas ou lambidas bruscas;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Traumas em quinas ou cantos dos bezerreiros.</span></li>
</ul>
<p>As infecções na região umbilical podem levar a muitas lesões intra-abdominais, bem como a celulite ou a abscedação externa à parede corporal. Elas resultam em inchaço doloroso e aumento de volume palpável dos vasos umbilicais. Pode ocorrer bacteremia com localização em articulações, meninges, olhos, endocárdio e artérias terminais dos pés, orelhas e cauda.</p>
<p>A septicemia resultante de bactérias, que ascendem a partir dos vasos umbilicais ou do úraco, constitui sempre uma ameaça. As complicações tardias envolvem, frequentemente, infecção dos resquícios uracais, disfunção vesical ou infecção recorrente do trato urinário.</p>
<p>A infecção crônica da veia umbilical pode causar abscedação hepática, enquanto a infecção da artéria umbilical pode causar infecção crônica que envolve a bexiga.</p>
<p>O ato cirúrgico muitas vezes complementa o diagnóstico, pois permite a visualização e correção de alterações que não foram diagnosticadas clinicamente. A ultrassonografia é um meio de diagnóstico eficiente na detecção das patologias do umbigo, especialmente na identificação das lesões do úraco, que é a estrutura umbilical mais comumente afetada.</p>
<p>O exame ultrassonográfico, a cirurgia e o exame <i>post mortem</i> constituem excelentes opções para a identificação de anormalidades das estruturas umbilicais. Entretanto, aderências intra-abdominais, observadas durante o ato cirúrgico, nem sempre são diagnosticadas por intermédio do exame ultrassonográfico.</p>
<h4>Onfalite</h4>
<p>Onfalite é a inflamação da porção externa do umbigo, sendo comum em bezerros com dois a cinco dias de idade e representam cerca de 10% dos problemas umbilicais destes animais. Podem ser agudas, flegmonosas, subagudas ou crônicas encapsuladas ou apostematosas, na maioria das vezes fistuladas, exsudando pus.</p>
<p>O umbigo do bezerro aumenta de volume, torna-se doloroso à palpação e pode estar obstruído ou drenando a secreção produzida por meio de uma pequena fístula. Acredita-se que o <i>C. pyogenes </i>seja o principal agente da onfalite, mas também são encontrados <i>Streptococcus, Staphylococcus, Pasteurella </i>e outros agentes.</p>
<p>Enquanto as infecções subcutâneas geralmente permanecem circunscritas, levando a formação de abscessos ou fístulas, os agentes, as toxinas ou os produtos metabólicos localizados nos vasos sanguíneos podem alcançar outros órgãos e desencadear poliartrites, endocardites, <a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pneumonias</strong></a>, nefrites, acompanhadas de emagrecimento e desenvolvimento retardado.</p>
<h4>Onfaloflebite</h4>
<p>Onfaloflebite é o processo inflamatório da veia umbilical e da porção externa do umbigo. A sintomatologia clínica é caracterizada por um aumento de volume no umbigo, com a presença de exsudato, que pode estar ou não exteriorizado. Pode ocorrer dor abdominal e durante a evolução muitas vezes ocorre hepatite, peritonite ou abscesso hepático, devido à ligação que existe entre o sistema porta e o umbigo do recém-nascido.</p>
<p>Pode ser considerada a causa mais frequente de artrite séptica em bezerros, mas não deve ser considerada como a única rota de infecção das artrites hematogênicas.</p>
<p>É mais comum nos animais que não receberam o colostro, e a este respeito tem-se sugerido que a diminuição da acidez do estômago nestes animais, pode facilitar a passagem dos microrganismos, que seriam normalmente destruídos no trato gastrointestinal.</p>
<h4>Onfaloarterite</h4>
<p>Nas onfaloarterites, que são menos comuns, os abscessos surgem ao longo do trajeto das artérias umbilicais, desde o umbigo até as artérias ilíacas internas.</p>
<p>Os sinais clínicos são semelhantes aos da onfaloflebite: toxemia crônica, subdesenvolvimento e ausência de resposta à antibioticoterapia. O tratamento é a extirpação cirúrgica dos abscessos. As onfaloarterites levam, como consequência extrema da sua infecção ascendente, ao quadro de poliartrite.</p>
<h4>Uraquite</h4>
<p>Processo infeccioso intra-abdominal que acomete o úraco com ascendência à bexiga. A disseminação da infecção para a bexiga pode resultar em cistite e piúria.</p>
<p>O tratamento preferível também consiste em laparotomia exploratória e remoção cirúrgica dos abscessos. Acredita-se que o maior percentual de ocorrência das onfalopatias (40,4%) é representado pelas uraquites.</p>
<h4>Onfaloarterioflebite</h4>
<p>É um processo infeccioso de uma ou duas artérias, conjuntamente com a veia umbilical, ascendente à região abdominal.</p>
<h4>Onfalouracoflebite</h4>
<p>Esta patologia é um processo infeccioso do úraco e veia umbilical com ascendência intra-abdominal ao fígado e à bexiga e ocorre em 9% dos casos das patologias umbilicais. Nestes casos, também são encontradas e broncopneumonias, abscessos hepáticos, artrites e enterites concomitantemente à leucocitose.</p>
<h4>Onfalouracoarterite</h4>
<p>É um processo infeccioso do úraco e das artérias umbilicais, com ascendência intra-abdominal à bexiga e à artéria hipogástrica.</p>
<p>Pode ocorrer em 17% das infecções umbilicais e há, concomitantemente, broncopneumonia, lesão hepática, inflamação da bexiga, artrite e raramente enterite.</p>
<h4>Panvasculite umbilical</h4>
<p>Processo infeccioso de todo o complexo umbilical, comprometendo a veia, as artérias e o úraco. Acredita-se que pode ocorrer em 9% das onfalopatias e o quadro clínico varia de acordo com a patologia intra-abdominal e sua relação com os órgãos ascendentes.</p>
<h2>Infecções no umbigo dos bezerros</h2>
<p>O diagnóstico das infecções umbilicais tem sido baseado na história clínica e nos achados físicos e hematológicos.</p>
<p>Outros meios de diagnóstico envolvem radiografia abdominal, fistulografia e urografia excretora. A ultrassonografia tem sido utilizada para avaliar as estruturas umbilicais internas. A palpação da região umbilical é utilizada para investigar a existência de onfalite.</p>
<p>Os sinais clínicos são o aumento de volume e a consistência da região umbilical, sensibilidade ao toque e vasos umbilicais endurecidos e espessados em maior ou menor grau.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12386" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-300x144.jpg" alt="Inflamação umbilical de bezerro" width="500" height="239" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-300x144.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-270x129.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4-150x72.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/umbigo-do-bezerro-4.jpg 658w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>No caso de inflamação umbilical, deve-se proceder ainda a palpação da cavidade abdominal ventral, utilizando ambas as mãos, para pesquisar a ocorrência de cordões espessados e sensíveis.</p>
<p>Quando estes estiverem direcionados cranialmente, deve-se suspeitar de onfaloflebite e quando se posicionarem caudalmente, de onfaloarterite e uraquite.</p>
<h2>Quais os prejuízos econômicos?</h2>
<p>O prejuízo econômico causado pelas onfalopatias propriamente ditas, e também por aquelas enfermidades secundárias às lesões umbilicais, assumem papel fundamental em qualquer criatório bovino, seja ele leiteiro ou de corte.</p>
<p>Apesar da prevalência de infecções umbilicais nos rebanhos bovinos ser variável, <strong>a importância econômica é significativa, mas nem sempre é levada em consideração</strong>.</p>
<p>A perda econômica final do criatório com este tipo de problema é obtida pelo somatório dos prejuízos decorrentes dos óbitos, dos custos com medicamentos e assistência veterinária, do retardo no crescimento e da depreciação da carcaça.</p>
<p>Um estudo com objetivo de determinar os impactos das infecções e hérnias umbilicais sobre o ganho de peso corporal e a altura de novilhas criadas em fazendas leiteiras comerciais foi realizado por um período de três meses. O diagnóstico das infecções e hérnias umbilicais foi determinado pela inspeção e palpação da região umbilical.</p>
<p>Os resultados mostraram que durante o terceiro mês de vida, as infecções umbilicais reduziram o ganho médio diário em 96 gramas e o ganho de peso corporal ao final do período em 2,5 kg.</p>
<p>Houve também uma redução no crescimento de 0,7 cm. Os efeitos das hérnias umbilicais sobre o crescimento não foram significativos. Concluiu-se que a prevenção das infecções umbilicais pode melhorar o ganho médio diário de novilhas.</p>
<h2>Profilaxia das enfermidades umbilicais</h2>
<p>Recomenda-se o corte e a ligadura somente dos cordões umbilicais muito compridos (acima de 10 cm), reduzindo-o para dois centímetros. Em seguida o umbigo deve ser mergulhado, por 30 segundos, em uma solução de álcool iodado a 5%. Este procedimento deve ser repetido por mais três ou quatro dias. A mesma solução pode ser usada em mais de um bezerro, porém ao final do dia deve ser desprezada.</p>
<p>O produto deve ser aplicado sob a forma de imersão para permitir a entrada da solução desinfetante na “luz” do coto umbilical e não somente na parede externa do mesmo.</p>
<p>Lucci (1989), recomenda a desinfecção por emborcação de um vidro âmbar de boca larga, com solução de iodo, constituída por iodo puro, éter sulfúrico e álcool na proporção de 15:10:100. Inspeção diária e uso de spray com antissépticos e repelentes até que o umbigo caia.</p>
<p>Figueirêdo (1999) indica a embebição no iodo (álcool iodado a 10%) antes do corte (20 segundos) e novamente após o corte (1 minuto). Esta prática deve ser repetida duas vezes ao dia, até o terceiro dia e diariamente, até o oitavo dia.</p>
<h2>Como fazer o tratamento do umbigo do bezerro?</h2>
<p><strong>Para as infecções umbilicais dos bezerros, é necessário um tratamento geral e outro local.</strong></p>
<p>O umbigo e zonas adjacentes devem ser limpos e desinfectados exaustivamente, o tecido necrosado eliminado e os trombos retirados com cuidado. Os abscessos serão abertos e esvaziados por completo. Na abertura umbilical podem ser colocados preparados antibióticos ou quimioterápicos, nas formas de suspensões, pomadas ou pós.</p>
<p><strong>O tratamento geral pode ser realizado com altas doses de penicilina, sulfonamidas, oxitetraciclinas ou enrofloxacina.</strong> As correções cirúrgicas das hérnias umbilicais e as ressecções de estruturas umbilicais infeccionadas são procedimentos comumente utilizados em bovinos.</p>
<p>Para os fibromas umbilicais, o que se recomenda é um tratamento local, que pode ser somente paliativo, ou um procedimento definitivo, com a remoção total por meio do ato cirúrgico corretivo, sem a abertura do abdômen.</p>
<p>Para determinar a melhor forma de tratamento das hérnias, deve-se levar em consideração o tamanho do saco herniário, a largura do orifício herniário, a natureza do conteúdo, a aderência do mesmo ao saco interno e o encarceramento. O tratamento cirúrgico deve ser instituído após ter a certeza de que a resolução espontânea ou métodos não-cirúrgicos não serão suficientes para solucionar o problema.</p>
<p>Esta observação é válida somente para as hérnias com pequeno anel. Outro fator que o cirurgião deve sempre considerar é a possível hereditariedade das hérnias.</p>
<p>A técnica cirúrgica consiste em uma incisão elíptica, reposição do conteúdo herniário e fechamento das bordas do anel. A redução pode ser feita com o saco herniário fechado e, nos casos de presença de aderências, após a sua abertura. Na primeira situação as chances de contaminação bacteriana da cavidade abdominal são menores, porém o risco de recidiva é maior.</p>
<p>No segundo caso, ocorre o contrário: diminuem as recidivas, porém aumentam as possibilidades de peritonite. Para a oclusão do anel herniário deve-se utilizar sutura em jaquetão, somada à invaginação das aponeuroses dos músculos abdominais, através de pontos simples separados e fio não absorvível ou categute cromado.</p>
<p>Em hérnias recidivadas o uso de suturas simples com fio de algodão três zeros, com pontos de relaxamento tem apresentado bons resultados.</p>
<p>De modo geral, o tratamento para as onfalites consiste em exploração e excisões cirúrgicas, podendo ser necessário manter um canal para drenagem temporária. O tratamento precoce, com antibióticos e cuidados auxiliares, pode permitir a resolução antes do desenvolvimento da abscedação e distensão do úraco ou da veia e artérias umbilicais. A exploração intra-abdominal é recomendada para avaliar uma possível extensão interna da infecção.</p>
<h2>Cuidados desde a cria para garantir produtividade no futuro</h2>
<p>O manejo correto do umbigo é fundamental para prevenir infecções, garantir o desenvolvimento saudável das bezerras e assegurar uma futura produção de leite de alta performance.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende estratégias de manejo, nutrição e sanidade que acompanham o rebanho desde o nascimento até o pico produtivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Soro para bezerros: como auxiliar no tratamento da desidratação?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/soro-para-bezerros-e-seus-beneficios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 17:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[colostro]]></category>
		<category><![CDATA[desidratação]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia]]></category>
		<category><![CDATA[hidratação]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[soro oral]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bezerras de todas as idades, quando doentes, apresentam, independente da patologia, alterações fisiológicas e de comportamento que dificultam sua recuperação. A principal alteração é a perda do apetite, com redução na ingestão tanto de água, quanto de alimentos. Com isso, ficam menos resistentes aos desafios. No caso da diarreia, a desidratação é ainda mais grave, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bezerras de todas as idades, quando doentes, apresentam, independente da patologia, alterações fisiológicas e de comportamento que dificultam sua recuperação.</p>
<p>A principal alteração é a perda do apetite, com redução na ingestão tanto de água, quanto de alimentos. Com isso, ficam menos resistentes aos desafios.</p>
<p>No caso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" target="_blank" rel="noopener">diarreia</a>,</strong> a desidratação é ainda mais grave, pois à redução de consumo, soma-se grande perda de líquido nas fezes. A tabela a seguir mostra a perda de água e nutrientes nas fezes de bezerros com diarreia.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4787 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1.jpg" alt="Tabela com a excreção diária de bezerros sadios e com diarreia" width="490" height="314" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1.jpg 490w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-370x237.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-270x173.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-470x300.jpg 470w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Excreção diária de constituintes fecais de bezerros sadios ou com diarreia (Adaptado de Wattiaux, 2000; Criação de novilhas)</span></p>
<p>Na maioria das vezes, <strong>a morte de bezerros com diarreia não é devido à infecção, mas à desidratação</strong>. A partir desta observação, o soro oral torna-se fundamental.</p>
<p>Ele irá fornecer não apenas o líquido, mas também diversos minerais e energia para que o animal possa se recuperar.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Formulação do soro para bezerros</h2>
<p>Podem ser utilizadas formulações feitas na fazenda, como mostra o quadro abaixo, ou formulações comerciais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4788 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2.jpg" alt="Ingredientes do soro para bezerros" width="505" height="143" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2-300x85.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2-370x105.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2-270x76.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /><span style="font-size: 10pt;">Fórmula para preparação de 4 litros de soro para bezerros. </span><span style="font-size: 10pt;">Fonte:</span><span style="font-size: 10pt;"> Antônio Ultimo de Carvalho e Elias Jorge Facury Filho – EV/UFMG</span></p>
<p>Bezerros desidratados apresentam diversas alterações metabólicas que precisam ser corrigidas para uma melhor recuperação. <strong>Assim, cada um dos ingredientes da formulação tem sua importância e todos devem ser fornecidos na quantidade indicada.</strong></p>
<ul>
<li><strong>Bicarbonato de sódio: </strong>tem como objetivo reduzir o estado de acidose metabólica no qual se encontram bezerros doentes e sem apetite.</li>
<li><strong>Glicose de milho:</strong> a principal função deste ingrediente é ser fonte de energia para o bezerro, que muitas vezes tem deficiência energética por estar ingerindo menor quantidade de alimento. Além disso, a glicose ajuda na absorção de água no intestino. É importante que se use glicose de milho (encontrada em lojas de sorveteiros), pois a substituição por açúcar pode ser muito prejudicial aos bezerros. Como os bezerros não conseguem digerir o açúcar, seu uso irá aumentar a perda de água ao invés de reduzir, além de não fornecer energia por não ser absorvido.</li>
<li><strong>Sal comum:</strong> fonte de sódio, elemento importante na normalização da distribuição de água no organismo e na manutenção do equilíbrio ácido básico.</li>
<li><strong>Cloreto de potássio:</strong> fonte de potássio, principalmente, que é importante na manutenção do equilíbrio ácido básico, assim como o sódio. A perda de potássio nos casos de diarreia é muito grande. Por ser um mineral que participa no transporte de oxigênio e gás carbônico no sangue e também na transmissão de impulsos nervosos, deve ser suplementado no soro.</li>
<li><strong>Água:</strong> a água a ser utilizada deve ser sempre <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">limpa e de boa qualidade</a></strong>, proveniente de fonte de água potável.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>A formulação apresentada deve ser misturada à água somente no momento do fornecimento.</p>
<p>Para facilitar o manejo, principalmente em rebanhos menores, uma dica é colocar em saquinhos plásticos a quantidade de cada ingrediente a ser utilizado por bezerro. Em um pacotinho coloca-se o bicarbonato de sódio, o cloreto de potássio e o sal comum. Em outro, a glicose de milho.</p>
<p>Assim, no momento de fornecer o soro aos bezerros, é só misturar o conteúdo dos dois saquinhos plásticos a 4 litros de água.</p>
<p>É importante separar a glicose de milho, pois quando misturada a outros ingredientes antes de ser colocada na água, a glicose “empedra” e fica difícil dissolvê-la na água.</p>
<p>O soro oral deve ser fornecido em um volume mínimo de 4 litros por bezerro por dia, desde o primeiro dia em que a doença for observada até que o animal esteja curado. Essa quantidade é a mínima necessária para uma bezerra de 50 kg com 8% de desidratação. O volume de soro a ser fornecido deve levar em conta a soma entre:</p>
<ol>
<li>A quantidade de água que já foi perdida, ou seja, aquela que necessita ser reposta;</li>
<li>O volume correspondente ao que será perdido (nas fezes, por exemplo);</li>
<li>O volume que a bezerra beberia de água por dia em condições normais (manutenção). Assim, quanto maior o grau de desidratação e mais velha a bezerra maior será a quantidade de soro necessária.</li>
</ol>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Avaliação de hidratação do bezerro</h2>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4789 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3.jpg" alt="" width="460" height="230" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3.jpg 460w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3-300x150.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3-370x185.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3-270x135.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Sinais clínicos em função do grau de desidratação</span></p>
<p>A avaliação da hidratação é muito simples e pode ser feita analisando, entre outras coisas, as alterações:</p>
<ul>
<li><strong> Elasticidade da pele do pescoço:</strong> ao puxar a pele do pescoço de um bezerro desidratado, a prega formada demora a se desfazer, voltando ao lugar normal conforme demonstrado nas fotos abaixo.</li>
<li><strong> Brilho e umidade das mucosas:</strong> estão secas e sem brilho.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4790 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4.jpg" alt="Avaliação de hidratação sendo feita em um bezerro" width="588" height="168" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4.jpg 588w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-300x86.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-370x106.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-585x168.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-270x77.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 588px) 100vw, 588px" /></p>
<p>Além de o soro oral ser fundamental no tratamento de bezerros com diarreia, é também uma ferramenta muito importante no tratamento de doenças como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bezerras-leiteiras/">pneumonia</a></strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/" target="_blank" rel="noopener">tristeza parasitária</a></strong>, ou em qualquer caso de desidratação.</p>
<p>Outro ponto importante é que <strong>o soro oral deve ser fornecido no mínimo 30 minutos após o <a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">fornecimento de leite</a></strong>.</p>
<p>O bicarbonato de sódio, presente na formulação, pode interferir na digestão do leite se o fornecimento de leite e soro for feito em curto intervalo de tempo. Por isso, é muito importante que este intervalo entre o fornecimento de leite e soro seja respeitado.</p>
<p>No caso da pneumonia, o soro ajuda muito na recuperação do bezerro por fluidificar secreções e assim melhorar sua excreção e limpar as vias aéreas.</p>
<p>Além disso, fornece alguns nutrientes, o que é importante visto que normalmente estes animais têm consumo reduzido de leite e ração.</p>
<p>Na tristeza parasitária, a ingestão de soro, combatendo a desidratação, ajuda a evitar uma redução muito grande do volume de sangue da bezerra, reduzindo as consequências da anemia. Essas bezerras ficam ofegantes para compensar a anemia, o que gera acidose, que pode ser corrigida com o uso do soro.</p>
<p>Os bezerros normalmente aceitam muito bem o soro oral. O soro pode ser colocado na vasilha de água para que a bezerra beba ou pode ser fornecido com mamadeira.</p>
<p>Pode ser utilizada também sonda esofágica ou, nos casos graves de desidratação (acima de 8%), a terapia endovenosa. Essas últimas devem ser realizadas por pessoas treinadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4791 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5.jpg" alt="Bezerros tomando soro oral" width="507" height="201" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5.jpg 507w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5-300x119.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5-370x147.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5-270x107.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px" /></p>
<p>O fornecimento de soro oral como terapia auxiliar no tratamento de bezerras é uma alternativa barata e que apresenta ótimos resultados. Manter os animais bem hidratados é fundamental para que haja uma boa recuperação, independente da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/">doença</a></strong>.</p>
<p>O soro para bezerros, além de hidratar, estimula o apetite, ajudando ainda mais na recuperação. O uso do soro oral é prático e fácil, e por isso deve ser uma ferramenta sempre disponível nas fazendas para auxiliar no tratamento de todas as doenças.</p>
<h2>Cuidados certeiros com bezerras e gestão eficiente</h2>
<p>Saber manejar corretamente casos de desidratação em bezerros é essencial para reduzir perdas e garantir um rebanho saudável.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você vai além do manejo técnico, aprendendo a integrar saúde animal, nutrição e gestão para aumentar a produtividade e a lucratividade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Formulação de dietas para bovinos leiteiros: veja passos essenciais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 14:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiamento]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
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		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a representar mais da metade dos custos de produção e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor. Formular dieta para vacas leiteiras não é tão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a <strong>representar mais da metade dos custos de produção</strong> e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor.</p>
<p>Formular <strong>dieta para vacas leiteiras</strong> não é tão simples quanto se costuma acreditar!</p>
<p>Envolve muito mais do que receitas prontas e vai muito além da indicação do uso de aditivos, sendo necessário grande conhecimento da composição dos alimentos, exigências dos animais e dos objetivos que se quer alcançar.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Como formular dieta para vacas leiteiras?</h2>
<p>Como primeiro e essencial ponto, <strong>é preciso conhecer de perto o rebanho e a fazenda</strong>. Genética e ambiente irão afetar diretamente o resultado da alimentação. Os alimentos volumosos disponíveis na propriedade deverão ser analisados visualmente e por análises laboratoriais para saber como ele  poderá ser utilizado na composição da dieta.</p>
<p>As exigências nutricionais de cada categoria deverão ser atendidas de modo a promover a manutenção e alcance de metas. Por exemplo, a categoria novilhas deverá alcançar determinado peso e tamanho para atingir a meta de entrar em reprodução com a idade correta, normalmente, de forma precoce.</p>
<p>As vacas, além de produzirem leite, devem se reproduzir de forma adequada, tendo o seu balanço energético adequado para tanto. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">Vacas em período de transição</a></strong>, por exemplo, necessitam de um manejo nutricional específico, que deve ser atendido com atenção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O responsável pela nutrição de um rebanho deverá ter conhecimentos sobre os alimentos e seus valores nutricionais. O entendimento de um alimento passa também pela função que o mesmo exercerá no organismo do animal.</p>
<p>Para tanto, algumas perguntas simples podem ser feitas:</p>
<ul>
<li>Ele irá promover ruminação?</li>
<li>Será benéfico para a microbiota desejável do rúmen, aquela que gera mais energia e proteína?</li>
<li>O alimento será degradado no rúmen ou chegará intacto ao intestino?</li>
<li>Ao chegar ao intestino ele será utilizado pelo animal ou nem será absorvido, sendo perdido nas fezes?</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4715 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg" alt="Homem segurando fibra para dieta de bovinos leiteiros" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um nutricionista conhece bem a composição dos alimentos e também a forma como deverá ser oferecido, como por exemplo, o tamanho da fibra.</p>
<p>Por fim, um consultor em nutrição, tendo o conhecimento de que a alimentação é o item de maior custo dentro do sistema de produção de leite, deverá estar sempre atento aos preços de insumos, buscando uma dieta que tenha como resultado a lucratividade.</p>
<p>É importante ressaltar que, na maioria das vezes, <strong>uma dieta de mínimo custo, não é aquela de máxima eficiência!</strong></p>
<p>Outro ponto bastante importante quando se considera a nutrição animal é a certeza de que dieta formulada será realmente consumida pelo animal. Devemos sempre considerar que, em uma fazenda, na verdade, <strong>existem ao menos três dietas diferentes para bovinos leiteiros</strong>:</p>
<ol>
<li>A dieta que o nutricionista formulou com o auxílio do computador;</li>
<li>A dieta que o tratador entendeu que é a correta ou que tem capacidade de preparar;</li>
<li>A dieta, a que a vaca consome, com o todo o seu poder de seleção e capacidade de alimentação.</li>
</ol>
<h2>Quais os aspectos afetados por uma nutrição inadequada dos bovinos leiteiros?</h2>
<h3>Baixa produtividade</h3>
<p>A produção de leite começa pela boca da vaca. É a alimentação oferecida, juntamente com a <strong>genética</strong> e o ambiente, que promoverá uma boa produção.</p>
<p>Uma nutrição inadequada pode, muitas vezes, não estar especificamente ocasionando baixas produtividades, <strong>mas impedindo o animal de expressar todo o seu potencial produtivo.</strong></p>
<p>As exigências nutricionais de bovinos leiteiros variam de acordo com:</p>
<ul>
<li>Categoria – <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">bezerras</a></strong>, novilhas, vacas secas, vacas em lactação;</li>
<li>Fase de lactação;</li>
<li>Nível de produção;</li>
<li>Idade da vaca;</li>
<li>Condição corporal.</li>
</ul>
<p>O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. <strong>Vacas no início da lactação produzem mais</strong> e, portanto, necessitam de <strong>melhor aporte nutricional</strong>, por exemplo.</p>
<p>Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" target="_blank" rel="noopener">curva de lactação</a></strong>. O não atendimento das necessidades específicas de cada fase pode prejudicar o potencial produtivo de cada uma delas ou, até mesmo, encurtar a persistência da lactação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4716 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg" alt="Curva de lactação da dieta para bovinos leiteiros" width="600" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-370x236.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-470x300.jpg 470w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Curva de lactação / Fonte: Ideagri</span></p>
<p>A idade do animal influencia as exigências alimentares na medida em que o nível de produção e as necessidades de mantença e desenvolvimento variam sob esse aspecto. Por exemplo, animais reprodutivamente precoces, que continuam em crescimento durante uma ou duas lactações, devem receber alimentos com qualidades superiores àqueles que estão em função apenas da produção de leite.</p>
<p>Um bom plano nutricional deve respeitar não só a produção, mas também o desenvolvimento corporal do animal.</p>
<p>Um nutricionista sabe que a recuperação da condição corporal de uma vaca acontece no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener">pós-parto</a></strong>, mas não no período de balanço energético negativo, onde se deve focar em não permitir perda de peso.</p>
<p>Correr atrás do prejuízo na fase final da gestação, não só não oferece resultados para a vaca, como favorece a ocorrência de doenças metabólicas no pós-parto imediato. Então, <strong>qual a composição e quantidade devem ser fornecidas ao animal em cada fase?</strong> Consulte um nutricionista!</p>
<p>Um custo maior com a alimentação pode se transformar num lucro maior ainda, trazendo um resultado final positivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Doenças nutricionais</h3>
<p>Uma grande parte das doenças enfrentadas por rebanhos leiteiros vêm, não de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">problemas sanitários</a></strong>, mas de um plano nutricional deficiente.</p>
<p>Você já ouviu falar de acidose? Sofre com problemas de casco no rebanho? Já viu muita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" target="_blank" rel="noopener">retenção de placenta</a></strong> e infecção uterina? E a mastite? Deslocamento de abomaso?</p>
<p>A maior parte dos produtores de leite tecnificados conhece de perto ou se preocupa com todos esses problemas. A questão é: em que nível acontecem.</p>
<p>Uma <strong>elevada incidência dessas doenças</strong> em uma propriedade leiteira significa, <strong>não apenas um animal doente, mas uma fazenda doente</strong>, que necessita de melhor atenção na dieta e manejo nutricional.</p>
<p>Segundo o médico veterinário Bolivar Nóbrega de Faria, doutor em ciência animal, <strong>a nutrição é tão importante que o veterinário clínico está tendo que se especializar no assunto</strong>, trabalhando com o que se chama medicina de produção.</p>
<p><em>“A produção depende diretamente da nutrição e é ela que move a fazenda, desde a venda de leite até a comercialização de animais saudáveis. Falando em saúde, a maior parte das doenças na bovinocultura de leite moderna tem um fundo ou predisposição nutricional. Outro ponto importante é a reprodução, uma das maiores causas de descarte de animais. Se não houver um trabalho conjunto de nutrição e reprodução os índices reprodutivos serão baixos”.</em></p>
<h2>Relação concentrado x volumoso</h2>
<p>Relações entre concentrado e volumoso inadequadas são comuns nos rebanhos brasileiros. Um balanceamento incorreto entre fibra fisicamente efetiva e carboidratos não fibrosos é capaz de gerar um ciclo vicioso de enfermidades ligadas entre si.</p>
<p>É até desejável um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" target="_blank" rel="noopener">pH ruminal ligeiramente ácido</a></strong> (respeitando o limite de 5,5) para maximizar a produção de leite de bovinos leiteiros, porque a digestibilidade da dieta e o rendimento da proteína microbiana produzida no rúmen são maximizados quando dietas altamente fermentáveis (concentrados) são consumidas.</p>
<p>Com a diminuição exagerada do pH ruminal, entretanto, há redução do apetite, da motilidade ruminal, da produção microbiana e da digestão da fibra.</p>
<p>O fornecimento excessivo de concentrados pode acarretar a chamada <strong>acidose subclínica</strong>. A etiologia da doença é explicada pelo aumento, ocasionado pelos alimentos altamente fermentáveis, dos níveis de ácidos no rúmen. Esses casos crônicos da doença podem apresentar como sintomas diarreia em parte do rebanho, diminuição dos movimentos gastrointestinais, diminuição na gordura do leite, laminite e úlcera de sola.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4717 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg" alt="Úlcera de sola" width="600" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Úlcera de sola – problemas de casco podem ser decorrentes de erros no manejo nutricional, e não somente um problema de instalações</span></p>
<p>A diminuição dos movimentos gastrointestinais, levando à hipomotilidade do abomaso, relaciona a incidência de acidose ruminal à ocorrência de <strong>deslocamento de abomaso</strong>. É importante frisar que a etiologia do deslocamento de abomaso é multifatorial, sendo esse um dos fatores predisponentes da doença.</p>
<p>Os <strong>sintomas apresentados por um animal com deslocamento de abomaso</strong> à esquerda, normalmente, são apetite diminuído e seletivo, desidratação moderada a severa e grande queda na produção de leite. É facilmente diagnosticado e sua correção é cirúrgica.</p>
<p>O prejuízo fica a cargo dos custos com o tratamento, queda na produção, descartes involuntários de animais e até mesmo morte</p>
<p>Apesar de os altos níveis de concentrados nas dietas causarem diversas enfermidades nos bovinos leiteiros, o contrário também pode levar a uma enfermidade chamada <strong>cetose</strong>.</p>
<p>Vacas com alta demanda de energia, como as do lote de pós-parto imediato, irão mobilizar seus depósitos de gordura corporal para atender à demanda de produção de leite não suprida por uma dieta pobre em energia e rica em fibra.</p>
<p>Os sintomas incluem depressão, rápida perda de peso, queda na produção, constipação, fezes cobertas com muco, entre outros. Geralmente comem feno ou outra forragem, mas recusam-se a comer concentrados.</p>
<h2>O valor do nutricionista na formulação de dieta para vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Quanto vale uma vaca produtiva e saudável?</li>
<li>Qual o prejuízo no descarte de um animal prematuramente?</li>
<li>Quanto vale uma novilha chegando à idade correta à puberdade?</li>
<li>Quanto custa o tratamento de todo o rebanho com problemas nos cascos?</li>
<li>Quanto vale uma bezerra saudável e desmamada mais cedo?</li>
<li>Quanto custa o investimento em um insumo de qualidade que não deu o resultado esperado?</li>
</ul>
<p>Valores alcançados somados ao menor custo com os itens citados e outros inúmeros não mencionados são iguais ao resultado do trabalho de um bom nutricionista. Entende-se por resultado, não só o financeiro, mas também a <strong>satisfação do produtor com um dia a dia onde é possível focar mais no trabalho e menos em problemas</strong>.</p>
<p>Um bom nutricionista é de grande auxílio ao produtor, principalmente em épocas como a que estamos vivendo hoje, <strong>de alta de insumos</strong>, como o milho e a soja.</p>
<p>Esses profissionais podem apresentar estratégias nutricionais que mantenham uma boa produtividade, otimizem os custos e elevem a margem de lucro do negócio.</p>
<h2>Da formulação de dietas à gestão completa de fazendas: domine a pecuária leiteira</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro vai muito além da nutrição: prepara você para tomar decisões assertivas em todas as áreas da fazenda, com base em números, indicadores técnicos e ferramentas práticas aplicadas no campo.</p>
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		<title>Desmama de bezerras leiteiras: saiba quais são os principais cuidados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 13:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[desmame]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de bezerras jovens em uma fazenda de leite é extremamente importante. Boas bezerras vão se transformar em boas vacas, com bastante produção de leite, saudáveis e com longevidade. Todas essas características positivas na idade adulta começam com o bom manejo das bezerras jovens, desde os primeiros cuidados, envolvendo a colostragem entre outros fatores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de bezerras jovens em uma fazenda de leite é extremamente importante. Boas bezerras vão se transformar em boas vacas, com bastante produção de leite, saudáveis e com longevidade.</p>
<p>Todas essas características positivas na idade adulta começam com o bom manejo das bezerras jovens, desde os primeiros cuidados, envolvendo a colostragem entre outros fatores, e principalmente, nos 2 a 3 primeiros meses de vida.</p>
<p>Um manejo inadequado nessas primeiras semanas de vida geralmente está associado a um alto índice de mortalidade e de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/">doenças</a></strong> durante esse período. Esses problemas irão acarretar uma menor produtividade do rebanho como um todo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Aleitamento de bezerras</h2>
<p>Em muitas fazendas do Brasil, é comum a regra de que devem ser fornecidos <strong>4 litros diários de leite</strong> às bezerras durante a fase de aleitamento.</p>
<p>Isso surgiu baseado em uma correlação das necessidades alimentares com o peso ao nascimento, sendo 10% do peso vivo em leite.</p>
<p>Na prática, pode ser que esse volume não atenda às necessidades de uma bezerra durante essa fase. A composição do leite varia de vaca para vaca, de fazenda para fazenda. Pode ser que esses animais estejam passando fome quando fixamos como regra geral 4 litros de leite.</p>
<p>Outro hábito comum entre os produtores é desmamar as bezerras aos 60 dias de idade ou sendo comum observar bezerras sendo desmamadas a partir de um único critério, sua idade: 1, 2 ou 3 meses de vida.</p>
<p>Mas, se a quantidade de alimento fornecido durante todo esse tempo foi insuficiente, os animais estarão em condições de sofrer mais uma restrição alimentar? Aos 60 dias já foi atingido o peso ideal para o desmame?</p>
<p>No entanto, dependendo do manejo realizado até então, é possível que as bezerras não consigam ingerir quantidades suficientes de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/">alimento sólido</a></strong> e se sustentem sem o leite.</p>
<p>Logo, desmamá-las a partir do único critério da idade pode ter consequências graves, já que bezerras subnutridas são mais susceptíveis às doenças e, consequentemente, a morte.</p>
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<h2>Como realizar a desmama das bezerras?</h2>
<p>Para se fazer um bom desmame dos animais, deve-se ter como principais critérios o consumo de alimentos sólidos, mais especificamente concentrados, e o peso.</p>
<p>Em alguns sistemas que usam aleitamento artificial, com bezerras 3/4, 7/8 e 15/16 holandês-gir, tem-se observado <strong>melhores resultados quando a desmama das bezerras ocorre quando as bezerras têm por volta de 90 kg de peso vivo</strong> e estão comendo, aproximadamente, 1 kg de concentrado/dia, de maneira constante.</p>
<p>Esses critérios podem ser alcançados quando a bezerra tem entre quatro a oito semanas de idade.</p>
<p>Bezerras que iniciam o <a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consumo de alimentos sólidos</strong></a> mais cedo podem ser desmamadas mais precocemente do que aquelas cujo consumo é muito baixo. Isso porque, ao passar pelo rúmen, o concentrado sofre fermentação, e os gases resultantes têm contribuição essencial para o desenvolvimento do próprio rúmen, do retículo e do omaso.</p>
<p>Estes são os chamados pré-estômagos, que só quando bem desenvolvidos permitem que as bezerras aproveitem os nutrientes de alimentos sólidos a ponto de se sustentarem sem o leite.</p>
<p>É a partir do momento em que os pré-estômagos estão desenvolvidos e funcionais que podemos chamá-las de ruminantes.</p>
<p>A desmama precoce traz como vantagens a redução do <a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>período de</strong> <strong>dieta líquida</strong></a>, o que diminui o tempo gasto com mão de obra para o fornecimento de leite aos bezerros e diminui os custos com a alimentação destes animais, já que o leite é mais caro do que alimentos sólidos.</p>
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<h2>Características dos concentrados fornecidos para as bezerras leiteiras</h2>
<p>O objetivo do manejo nutricional durante a fase pré-desmama é promover o consumo máximo de concentrado, pois possibilita o mais rápido desenvolvimento do rúmen e uma desmama precoce.</p>
<p>As características do concentrado oferecido à bezerra são muito importantes para que se otimize este processo. Um bom concentrado deve apresentar as seguintes características:</p>
<ul>
<li>Ser palatável;</li>
<li>Ter, preferencialmente, textura grosseira (concentrado finamente moído não estimula a ruminação, reduz consumo e aumenta perdas);</li>
<li>Ter no mínimo 18% de proteína de boa qualidade (sem adição ureia até pelos menos 90 dias de idade);</li>
<li>Ter nível de energia de 80% de NDT;</li>
<li>Ter baixo nível de fibra (de 7 a 9%);</li>
<li>Suprir as necessidades de vitaminas desta categoria de acordo com o NRC;</li>
<li>Ser composto por alimentos de boa qualidade. Como exemplo de ingredientes de boa qualidade tem-se: milho, farelo de soja, farelo de algodão e leite em pó.</li>
</ul>
<p>Caso o concentrado possua níveis adequados de fibra, não é preciso incluir forragem ou alimento volumoso até os 60 dias de idade dos bezerros.</p>
<p>No entanto, se necessário para atingir os 7 a 9% de fibra, pode-se acrescentar até 5% de feno de boa qualidade ao concentrado de bezerros.</p>
<p>O <strong>feno</strong> ajuda a conferir textura grosseira a este alimento, estimula a ruminação e <strong>deve ser a primeira forrageira a ser oferecida aos bezerros</strong>. O consumo médio desta forrageira é menor do que 50 g/dia até a oitava semana de vida. Após este período o consumo tende a crescer rapidamente. O ganho de peso é pequeno quando somente feno é oferecido a bezerras em fase de aleitamento.</p>
<p>Um concentrado de boa qualidade garante que as bezerras consigam aproveitar ao máximo os nutrientes que o compõem, se desenvolvendo melhor.</p>
<p>O concentrado deve ser oferecido à vontade até o terceiro mês de idade, quando pode ser limitado a 2 kg/dia, dependendo de seu manejo. Deve estar disponível, limpo e fresco durante todo o tempo. O ganho de peso deve girar em torno de 700 g/dia. Dependendo do porte, raça e grau de sangue do animal, este ganho de peso diário pode ser maior.</p>
<p>Forneça o concentrado à vontade para bezerras em aleitamento, para se alcançar o máximo desempenho desses animais.</p>
<p>Outra situação que deve ser observada é o umedecimento do concentrado por saliva das bezerras, chuva ou mesmo do vasilhame de água próximo, o que ocasiona a deterioração do concentrado oferecido, diminuindo a palatabilidade e consequentemente o consumo da mistura.</p>
<p>Além disso, o umedecimento pode promover o crescimento de organismos patogênicos, colocando em risco a saúde de bezerras. As trocas de concentrados, portanto, devem ser constantes e o vasilhame regularmente limpo para estimular o consumo de concentrado de boa qualidade.</p>
<p>Neste processo, <strong>o acesso à água desde os primeiros dias de vida da bezerra é essencial</strong>. Existem vários fatores que afetam a ingestão de concentrado pela bezerra.</p>
<p>A disponibilidade e a palatabilidade do concentrado estão entre eles. No entanto, um dos mais críticos é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">disponibilidade de água</a></strong>. Para cada quilo de concentrado ingerido, as bezerras consomem, em média, 4 litros de água. Portanto, caso a água não esteja disponível, pode limitar o consumo de concentrado.</p>
<h2>Fornecimento de água e concentrado à vontade para bezerras em aleitamento</h2>
<p>Várias práticas podem estimular o consumo de concentrado com a finalidade de obtenção de altas taxas de desenvolvimento dos pré-estômagos e realização de desaleitamento precoce.</p>
<p>Dentre elas pode-se citar:</p>
<ul>
<li>Fornecimento de leite uma vez ao dia (não deve ser realizado em bezerras com menos de 30 dias de idade);</li>
<li>Oferecimento de quantidade diária restrita de leite (4 litros/ dia);</li>
<li>Oferecimento de concentrado <i>ad libitum</i> (à vontade) ao bezerro a partir do terceiro dia de vida.</li>
</ul>
<p>Colocar o concentrado no fundo do balde logo após o aleitamento, ou colocá-lo diretamente na boca do bezerro na mesma ocasião também estimula o consumo deste alimento.</p>
<h2>O estresse da desmama das bezerras</h2>
<p>Geralmente a desmama ocorre em um período crítico de transição de imunidade das bezerras, tornando esse animal suscetível à ocorrência de doenças.</p>
<p>Neste período, a imunidade passiva, transmitida pela ingestão de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/">colostro materno</a></strong>, está em queda, ao mesmo tempo em que a imunidade ativa (própria) da bezerra ainda não se desenvolveu totalmente, sendo incapaz de proteger a bezerra de maneira eficiente (janela imunológica).</p>
<p>É importante ter em mente que <strong>a desmama, por si só, é um grande fator de estresse para as bezerras</strong>. Deve-se, portanto, evitar que maiores fatores de estresse atuem junto ao evento da desmama e favoreçam a debilitação da bezerra recém-desmamada.</p>
<p>Recomenda-se fortemente que não se realize outras práticas de manejo (descorna, troca de dieta, vacinas, etc) juntamente com a desmama das bezerras.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="QUANDO DESMAMAR BEZERRAS LEITEIRAS? | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/ls5Yf2xGw28?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Não menos importante é a recomendação de que as bezerras desmamadas permaneçam no mesmo local ao qual estão habituadas por um período de, pelo menos, 10 dias.</p>
<p>Durante esse período o consumo de concentrado aumenta e estabiliza, favorecendo a adequada ingestão de nutrientes pelo animal.</p>
<p>É importante também manter a mesma composição de concentrado quando as bezerras forem transferidas e colocadas em pequenos grupos, que devem ter no máximo 8 a 12 animais.</p>
<p>Também é recomendável que bezerras doentes ou que tiveram <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/">diarreia</a></strong>, pneumonia, etc, à época da desmama permaneçam com a dieta líquida (leite) até se recuperarem.</p>
<p>As bezerras representam o futuro do sistema, pois são a garantia de reposição e de continuidade do rebanho, além de serem resultado de cruzamentos que podem melhorar a qualidade genética do mesmo.</p>
<p>Por isso, cuidados durante toda a fase de <a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener"><strong>criação das bezerras</strong></a> são fundamentais para se alcançar o máximo desempenho desses animais, com menor custo e melhor retorno para o produtor. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/">manejo sanitário</a></strong> é um dos pontos principais quando deseja-se alcançar o sucesso nessa fase.</p>
<h2><span style="font-size: 18pt;">Cuidados certos na desmama garantem mais saúde e produtividade no rebanho</span></h2>
<p>A fase de desmama é decisiva para o desenvolvimento das bezerras e para o futuro produtivo do rebanho.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende técnicas de manejo, nutrição e acompanhamento que reduzem estresse, previnem doenças e preparam animais mais produtivos para a vida adulta.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Como realizar a cura de umbigo das bezerras? Saiba como avaliar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 17:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[umbigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o período gestacional as estruturas umbilicais estabelecem a ligação materno-fetal para que haja fornecimento de nutrientes ao feto e sejam feitas trocas gasosas e metabólicas. Logo após ao parto essas estruturas se rompem, perdem a funcionalidade e originam o coto umbilical, que ainda assim possui importância para as bezerras recém-nascidas devido representar uma “ferida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o período gestacional as estruturas umbilicais estabelecem a ligação materno-fetal para que haja fornecimento de nutrientes ao feto e sejam feitas trocas gasosas e metabólicas.</p>
<p>Logo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/">após ao parto</a></strong> essas estruturas se rompem, perdem a funcionalidade e originam o coto umbilical, que ainda assim possui importância para as bezerras recém-nascidas devido representar uma “ferida aberta” que serve como porta de entrada de microrganismos do ambiente para o organismo.</p>
<p>Assim, <strong>o processo de cura de umbigo das bezerras representa um cuidado inicial extremamente importante para a saúde das leiteiras,</strong> impactando diretamente no seu desenvolvimento futuro.</p>
<p>Neste texto serão discutidos aspectos sobre a anatomia umbilical, consequências das onfalites, cura adequada do umbigo e monitoramento da saúde umbilical. Acompanhe!</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Anatomia umbilical e as consequências das onfalites</h2>
<p>Conforme demonstrado pela imagem abaixo, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saude-e-umbigo-do-bezerro/" target="_blank" rel="noopener">anatomia umbilical</a></strong> é composta por uma veia que se direciona diretamente ao fígado, por duas artérias que se distribuem pelo organismo e pelo úraco que estabelece ligação com a bexiga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21324 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6.jpg" alt="Anatomia do umbigo do bezerro" width="550" height="300" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-300x164.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-370x202.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-270x147.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-6-150x82.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p>Conhecer as estruturas que compõem o umbigo das bezerras é essencial para entender as consequências das infecções umbilicais, denominadas também como <strong>onfalites</strong>.</p>
<p>O desfecho dos quadros de onfalite depende principalmente da estrutura umbilical acometida e da eficiência de processos como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">colostragem</a></strong>.</p>
<p>O esquema apresentado abaixo expõe as principais consequências das onfalites de acordo com a estrutura umbilical acometida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15911" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1.jpg" alt="Principais consequencias da onfalite em bezerras" width="624" height="182" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1.jpg 624w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-300x88.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-370x108.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-270x79.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-1-150x44.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 624px) 100vw, 624px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15912" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2.jpg" alt="Onfalite em bezerros recém-nascidos" width="709" height="212" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2.jpg 709w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-2-150x45.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 100vw, 709px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Casos de onfalite em bovinos recém-nascidos. (Fonte: Rafael Perez, Grupo Rehagro).</span></p>
<p>Além da possibilidade de acarretar alterações físicas e fisiológicas no organismo das bezerras, estudos demonstram que os distúrbios gerados pelas infecções umbilicais possuem correlação com <strong>redução da produção de leite</strong> <strong>já na primeira lactação.</strong></p>
<p>Em casos onde a bezerra não foi bem colostrada e desenvolveu onfalite, por exemplo, as consequências são ainda mais graves.</p>
<p>Onfalites não diagnosticadas e/ou não tratadas tendem a se complicar, ocasionando septicemia e levando os animais ao óbito.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar a cura do umbigo corretamente?</h2>
<p>Realizar a cura de umbigo significa imergir o coto umbilical até a sua base em uma <strong>substância antisséptica e desidratante</strong>. A substância que possui essas características e que é mais recomendada para este processo é a <strong>tintura de iodo com concentração a 10%</strong>.</p>
<p>Recomenda-se que a cura de umbigo seja feita imediatamente após o nascimento da bezerra, imergindo o cordão umbilical até a sua base na tintura de iodo durante aproximadamente 30 segundos.</p>
<p>A frequência mínima a ser adotada é de <strong>2 vezes por dia</strong>, até o dia em que o umbigo seque e se desprenda do abdômen.</p>
<p>A conservação da tintura de iodo ao abrigo da luz solar e da matéria orgânica é essencial para garantir o seu desempenho, visto que o contato do produto com esses fatores reduz a sua bioeficiência.</p>
<p>É por esses motivos que se indica o armazenamento do iodo em um recipiente âmbar (reduz a passagem de radiação solar) do tipo copo sem retorno (evita o retorno de sujidade do ambiente para a tintura).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15913" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3.jpg" alt="Processo de cura de umbigo de bezerros com tintura de iodo" width="379" height="308" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3.jpg 379w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-300x244.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-370x300.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-270x219.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-3-150x122.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 379px) 100vw, 379px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Copo sem retorno para armazenamento da tintura de iodo. (Fonte: José Zambrano, Grupo Rehagro)</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como fabricar a tintura de iodo 10%?</h3>
<p>A tintura de iodo pode ser de origem comercial ou produzida pela própria fazenda. Independente da sua origem, a tintura deve ser de qualidade a fim de promover uma adequada cura de umbigo.</p>
<p>Na tabela a seguir está demonstrada uma fórmula de tintura de iodo 10% para fabricação na fazenda, confira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15914" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4.jpg" alt="Fórmula da tintura de iodo para cura de bezerros" width="466" height="158" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4.jpg 466w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-4-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px" /></p>
<p>Como fazer a tintura:</p>
<ol>
<li>Macerar as 75 gramas de iodo metálico e as 25 gramas de iodeto de potássio, diluindo-as em 50 – 100 ml de água destilada.</li>
<li>Acrescentar 900 – 950 ml de álcool absoluto até que a tintura complete 1 litro.</li>
<li>Armazenar todo o volume em um frasco de cor âmbar, tampado e ao abrigo da luminosidade.</li>
<li>Transferir a tintura de iodo para o copo sem retorno quando necessário.</li>
</ol>
<h2>Como saber se a cura do umbigo está sendo eficiente?</h2>
<p>A eficiência da cura de umbigo deve ser monitorada constante e periodicamente.</p>
<p>Recomenda-se realizar a avaliação do umbigo das bezerras por meio de palpação manual cerca de <strong>15 a 20 dias após o nascimento</strong> para averiguar a eficiência do processo de cura de umbigo e detectar possíveis alterações/infecções.</p>
<p>O esperado é que bezerras com umbigo saudável apresentem diâmetro umbilical próximo ao de uma carga de caneta esferográfica.</p>
<p>Avaliações a campo observam que os animais oriundos de fecundação in vitro (FIV)/ transferência embrionária (TE) têm apresentado um maior diâmetro do umbigo, o que deve ser diferenciado dos casos de onfalite.</p>
<p>Palpações umbilicais realizadas fora do período ideal, ou seja, entre os 15 e 20 dias de idade, não são muito confiáveis, pois antes dessa fase o reconhecimento das estruturas umbilicais internas não é tão fácil e após os 20 dias aumenta-se a tensão da musculatura abdominal das bezerras, dificultando o acesso das estruturas pela palpação.</p>
<p>Durante a palpação deve-se classificar o umbigo em um escore de 0 a 2:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15915" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5.jpg" alt="Classificação do escore umbilical de bezerros" width="352" height="122" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5.jpg 352w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cura-umbigo-bezerras-5-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 352px) 100vw, 352px" /></p>
<p>Uma meta comumente trabalhada como ideal é de que no mínimo <strong>90% das bezerras avaliadas apresentem escore umbilical 0</strong>, ou seja, sem alterações.</p>
<p>Dada a importância da saúde do umbigo, torna-se essencial intensificar e dar prioridade ao processo de cura de umbigo.</p>
<p>Casos de onfalite contribuem para redução do <a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desempenho das bezerras</strong></a>, ocorrência de doenças concomitantes, aumento nos custos com tratamento e redução nas taxas de sobrevivência dos animais.</p>
<p>Avaliar a condição umbilical de forma periódica e sistemática através da palpação manual garante o monitoramento da eficiência do processo de cura de umbigo.</p>
<h2>Aprimore o manejo de bezerras e aumente a eficiência na fazenda</h2>
<p>A cura correta do umbigo é um dos primeiros passos para garantir a saúde e o bom desenvolvimento das bezerras.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende práticas modernas de manejo, gestão e sanidade que impactam diretamente a produtividade e a rentabilidade da sua fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contagem Bacteriana Total (CBT) no leite: como reduzir?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 18:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
		<category><![CDATA[contagem bacteriana]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você deseja alcançar uma maior margem de lucro na produção de leite, então cuidar da qualidade do produto é essencial. Mas o que queremos dizer quando falamos sobre qualidade? O leite de qualidade é o produto de ordenha completa, ininterrupta, em condições de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e descansadas. O Ministério de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você deseja <strong>alcançar uma maior margem de lucro na produção de leite</strong>, então cuidar da qualidade do produto é essencial. Mas o que queremos dizer quando falamos sobre qualidade?</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener">leite de qualidade</a></strong> é o produto de ordenha completa, ininterrupta, em condições de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e descansadas.</p>
<p>O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou em 2018 e 2019 a Instrução Normativa nº 77 com o objetivo de criar novos padrões de qualidade para o leite produzido no Brasil, fixando condições e requisitos mínimos de higiene sanitária para a obtenção e coleta da matéria-prima, produção e comercialização do leite.</p>
<p>Basicamente, o leite, para ser <strong>caracterizado como de boa qualidade</strong>, deve apresentar as seguintes características:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Composição química adequada;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Reduzida <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de células somáticas (CCS)</a></strong>, não podendo ultrapassar a média geométrica trimestral de 500.000 CS/mL de leite;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Baixa contagem de bacteriana total (CBT) com limite de média geométrica trimestral de 300.000 UFC/mL de leite;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ausência de agentes contaminantes (antibióticos, pesticidas, adição de água e sujidades).</li>
</ul>
<p>Os produtores que não se adaptarem às novas normas estão sujeitos a sanções por parte dos laticínios.</p>
<p>A indústria tem adotado programas de “pagamento por qualidade”, com enfoque sobre os teores de gordura e proteína, influenciados pela nutrição, sobre a CCS, principalmente relacionada com a saúde da glândula mamária, e, sobre a CBT, reflexo das condições de higiene na ordenha e armazenamento do leite.</p>
<p>E o que o produtor pode fazer para produzir leite com maior porcentagem de gordura e proteína? Quais práticas podem ser implementadas na fazenda para reduzir a CCS e a CBT do leite, garantindo sua bonificação máxima?</p>
<p>As respostas para essas perguntas envolvem práticas de manejo relacionadas a diferentes segmentos dentro da propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como alterar a composição do leite?</h2>
<p>A composição média do leite pode variar em função de vários fatores como raça, estágio da lactação, idade do animal, estação do ano, alimentação e a saúde da glândula mamária.</p>
<p>De todos os fatores descritos acima, apenas os dois últimos podem ser <strong>manipulados pelo produtor rural</strong>, alterando a composição do mesmo.</p>
<p>Vários são os componentes do leite. O que se apresenta em maior proporção é a água, em torno de <strong>87,5% do leite,</strong> sendo os demais formados principalmente por gordura, proteína e lactose, todos sintetizados na glândula mamária.</p>
<p>As <strong>proteínas representam entre 3% e 4%</strong> dos sólidos encontrados no leite de vaca. A porcentagem de proteína varia, dentre outros fatores, com a raça e é proporcional à quantidade de gordura.</p>
<p>Isso significa que quanto maior a porcentagem de gordura no leite, maior será a de proteína. O potencial de alteração do teor de proteína do leite por meio da nutrição é modesto, em torno de 0,1 a 0,2 unidades percentuais.</p>
<p>A <strong>gordura é o componente que mais apresenta variação (3-9%)</strong> e pode ser influenciada por uma série de fatores nutricionais que interagem entre si como a quantidade e qualidade da fibra fornecida e a proporção volumoso/concentrado da dieta.</p>
<p>Dessa forma, a <strong>alimentação balanceada e com ingredientes de boa qualidade</strong> podem afetar de forma positiva a porcentagem de gordura e proteína do leite produzido.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>A contagem de células somáticas (CCS)</h2>
<p>Uma das causas que exerce influência extremamente prejudicial sobre a composição e as características físico-químicas do leite é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite</a></strong>, acompanhada por um aumento na CCS no leite.</p>
<p>Normalmente são células de defesa do organismo que migram do sangue para o interior da glândula com o objetivo de combater agentes agressores e células de descamação da glândula mamária, por isso <strong>animais mais velhos tendem a apresentar CCS mais alta</strong>.</p>
<p>A CCS no leite, faz parte de um exame laboratorial específico, que expressa o número de células somáticas por mililitro de leite, também pode ser quantificada pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>California Mastitis Test</i> (CMT)</strong></a>.</p>
<p>Quando analisada individualmente, é um método de diagnóstico da mastite subclínica; quando analisada no tanque, pode servir como indicativo do padrão de qualidade do leite cru.</p>
<p>O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e as indústrias estão preocupados com as consequências da mastite nos rebanhos brasileiros, pois essa doença reduz a concentração dos componentes do leite (caseína, principalmente), reduzindo o rendimento industrial, a validade dos produtos lácteos, além de afetar o produto oferecido ao consumidor.</p>
<p>Ou seja, a mastite causa prejuízo para todos, desde o produtor rural até o consumidor.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como diminuir a CCS do leite?</h3>
<p>A resposta para esta pergunta está na <strong>prevenção contra a mastite</strong>.</p>
<p>Deve-se, portanto:</p>
<ul>
<li>Manter a máxima higiene durante a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">ordenha</a></strong> (luvas e equipamentos limpos e desinfetados);</li>
<li>Retirar os 3-4 primeiros jatos de cada teto em uma caneca de fundo escuro, e tratar imediatamente os tetos que apresentarem grumos, sangue pus ou leite aquoso, identificar e separar o animal. Fazendas que utilizarem o sistema de cultura na fazenda, aguardar as 24 horas e tomar decisão de acordo com o resultado.</li>
<li>Imergir os tetos em solução bactericida antes da ordenha (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" target="_blank" rel="noopener"><i>pré-dipping</i></a></strong>);</li>
<li>Secar com papel ou toalhas, com atenção especial a ponta dos tetos;</li>
<li>Acoplar as teteiras em tetos limpos e secos;</li>
<li>Imergir imediatamente os tetos em solução bactericida após a ordenha (<i>pós-dipping</i>);</li>
<li>Alimentar os animais logo após a ordenha para que os mesmos permaneçam em pé até o fechamento do esfíncter;</li>
<li>Estabelecer <a href="https://rehagro.com.br/blog/linha-de-ordenha-como-organizar-e-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>linha de ordenha</strong></a>, de acordo com o limite operacional de cada fazenda, mas sempre buscando ordenhar animais sadios na frente;</li>
<li>Regular a bomba de vácuo para evitar injúrias nos tetos;</li>
<li>Descartar vacas com problemas de mastite crônica;</li>
<li>Realizar terapia de vaca seca;</li>
<li>Anotar em planilhas simples, informações importantes, como a identificação das vacas e dos tetos que tiveram mastite clínica e as datas de ocorrência, o nome dos <strong>antimicrobianos</strong> usados para o tratamento das mastites e as datas de aplicação.</li>
</ul>
<h2>Contagem bacteriana total (CBT)</h2>
<p>A <strong>CBT</strong> indica a contaminação bacteriana do leite e <strong>reflete a higiene de obtenção e conservação</strong> do mesmo. É expressa em unidades formadoras de colônia por mililitro (UFC/mL).</p>
<p>De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a CBT admitida no leite cru refrigerado é de até <strong>300.000 UFC/mL</strong>, em uma média geométrica trimestral.</p>
<p>As bactérias estão em todos os lugares, como na água, na poeira, na terra, na palha, no capim, nos corpos e pelos das vacas, nas fezes, na urina, nas mãos do ordenhador, nos insetos e em utensílios de ordenha sujos.</p>
<p>As bactérias são classificadas como <strong>patogênicas</strong>, capazes de causar doenças ao homem e deteriorantes, capazes de alterar os componentes do leite, tornando-o impróprio para o consumo e para a indústria.</p>
<h3>Como diminuir a contagem bacteriana total do leite?</h3>
<p>Como as bactérias estão em todos os lugares, o produtor deve adotar as seguintes medidas para que o leite não seja contaminado:</p>
<ul>
<li>Manter a sala ou local de ordenha sempre limpos; usar roupas limpas para ordenhar as vacas;</li>
<li>Utilizar <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água de boa qualidade</strong></a> (potável);</li>
<li>Lavar as luvas e mantê-las desinfetadas durante a ordenha;</li>
<li>Imergir os tetos em solução desinfetante antes e após a ordenha;</li>
<li>Secar os tetos com um papel toalha descartável por teto;</li>
<li>Lavar os equipamentos e utensílios após cada ordenha com água aquecida, usando os detergentes de acordo com o manual do fabricante dos mesmos;</li>
<li>Trocar borrachas e mangueiras do equipamento de ordenha na frequência recomendada pelo fabricante ou quando ocorrerem rachaduras;</li>
<li>Lavar os tanques de refrigeração, usando água aquecida e detergentes adequados cada vez que o leite for recolhido pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>transportador</strong></a>.</li>
</ul>
<p>Mesmo que o produtor mantenha a máxima higiene na ordenha, alguma contaminação vai ocorrer no leite.</p>
<p>Mas se o leite for <strong>refrigerado imediatamente após a ordenha, isso vai inibir a multiplicação das bactérias</strong> e evitar que o leite seja rapidamente deteriorado.</p>
<p>Por isso, a IN 77 estabelece que o leite deve estar a 4 °C quando estocado em tanques refrigeradores por expansão direta. O tempo máximo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/conservacao-e-armazenamento-de-leite-cru/" target="_blank" rel="noopener">conservação do leite</a></strong> na propriedade deve ser de, no máximo, 48 horas.</p>
<p>Leite de qualidade deve ser uma meta de todo produtor, uma vez que representa benefícios para toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Ganha o produtor, que poderá receber mais pelo seu produto, a indústria com a melhoria da matéria-prima e, também, o consumidor, que terá acesso a produtos de melhor qualidade e mais seguros.</p>
<h2>Reduza a CBT e aumente seus lucros com uma gestão profissional</h2>
<p>Manter a Contagem Bacteriana Total sob controle vai muito além da higiene: é resultado de uma gestão eficiente em todas as etapas da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende estratégias práticas para melhorar a qualidade do leite, otimizar processos e garantir mais rentabilidade para a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-14439" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/">Contagem Bacteriana Total (CBT) no leite: como reduzir?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Tristeza parasitária bovina: qual a melhor forma de atuar contra essa doença?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 18:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[inoculação]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[TPB]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tristeza parasitária bovina (TPB) é formada por um complexo de doenças hemolíticas que possuem agentes etiológicos diferentes, porém com sinais clínicos parecidos. Dentre elas estão a anaplasmose e a babesiose, sendo estas doenças ocasionadas pelas riquétsias e por protozoários, respectivamente. No Brasil, Anaplasma marginale, Babesia bovis e Babesia bigemina são os principais patógenos envolvidos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A tristeza parasitária bovina (TPB)</strong> é formada por um complexo de doenças hemolíticas que possuem agentes etiológicos diferentes, porém com sinais clínicos parecidos.</p>
<p>Dentre elas estão a anaplasmose e a babesiose, sendo estas doenças ocasionadas pelas riquétsias e por protozoários, respectivamente.</p>
<p>No Brasil, <i>Anaplasma marginale, Babesia bovis</i> e <i>Babesia bigemina</i> são os principais patógenos envolvidos no complexo da TPB. Os prejuízos ocasionados pela tristeza parasitária bovina são altamente significativos, principalmente nas regiões endêmicas de sua ocorrência.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Transmissão da tristeza parasitária bovina</h2>
<p>Tanto a anaplasmose quanto a babesiose podem ser transmitidas através do uso de fômites contaminados (agulha, bisturi etc.).</p>
<p>O agente <i>Anaplasma marginale </i>ainda pode ser transmitido via picada de insetos hematófagos, como moscas e mutucas, e a <i>Babesia sp.</i> pode ser veiculada via repasto sanguíneo de carrapatos infectados.</p>
<p>O carrapato representa um importante vetor da doença, principalmente da babesiose. As fêmeas do carrapato fixadas na epiderme dos bovinos se ingurgitam de sangue, ingerindo com ele o parasito.</p>
<p>Após completar o ciclo de vida parasitária, o carrapato abandona o hospedeiro e inicia a ovoposição no solo das pastagens, transmitindo à sua descendência os parasitos com os quais se infectou. A reconhecida transmissão efetiva de <i>B. bovis</i> se dará, portanto, pelas formas larvares do carrapato originada de teleóginas infectadas, e a <i>B. bigemina</i>, por ter um ciclo mais longo, será transmitida a partir do estágio de ninfa, até parte do estágio adulto do carrapato.</p>
<p>Vale ressaltar que o clima tropical/subtropical do Brasil é favorável à disseminação dos principais vetores do complexo da tristeza parasitária bovina.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Ocorrência da tristeza parasitária bovina e fatores predisponentes</h2>
<p>A tristeza parasitária bovina pode ocorrer em qualquer fase da vida dos animais. No entanto, dados de campo do Rehagro envolvendo 15.940 casos clínicos demonstram que o período crítico para ocorrência da tristeza parasitária bovina em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener">bezerras leiteiras</a></strong> se encontra entre <strong>100 e 170 dias</strong> (3 a 6 meses de vida, aproximadamente).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21357 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/grafico-tpb.jpg" alt="Gráfico mostrando dados de quando ocorre a TPB em bezerras" width="703" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/grafico-tpb.jpg 703w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/grafico-tpb-300x172.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/grafico-tpb-370x212.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/grafico-tpb-270x155.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/grafico-tpb-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 703px) 100vw, 703px" /><span style="font-size: 10pt;">Número de casos de TPB em bezerros leiteiros de acordo com a idade. Fonte: Rehagro Consultoria</span></p>
<p>Em regiões onde há flutuações periódicas na população de vetores devido às condições climáticas juntamente a estratégias inadequadas de controle contra ectoparasitas, os animais infectados tendem a apresentar mais casos com sintomatologia clínica aguda. Essa situação de desequilíbrio vetorial é chamada de instabilidade enzoótica.</p>
<p>A outra situação ocorre nas áreas endêmicas, onde a população de vetores está presente durante o ano todo. Nestas regiões, os animais apresentam maior resistência à infecção, pois desenvolvem certa imunidade nos primeiros meses de vida ao serem infectados quando ainda estão protegidos pelos anticorpos colostrais. Esta situação caracteriza áreas de estabilidade enzoótica, onde não são esperados surtos, nem altas taxas de mortalidade pela doença.</p>
<p>Outros fatores são predisponentes para o desenvolvimento do complexo da tristeza parasitária bovina, como falhas na transmissão da imunidade passiva (TIP), ocorrência de doenças concomitantes, instalações em condições sanitárias precárias, alta densidade animal, lotes sem divisão por faixa etária, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas/" target="_blank" rel="noopener">nutrição inadequada</a></strong>, etc.</p>
<p>Todos estes fatores (isolados ou associados) reduzem as defesas imunológicas e aumentam os riscos dos animais contraírem a TPB, podendo até mesmo aumentar a gravidade da doença.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Características de Babesiose e Anaplasmose</h2>
<p>A patogenia da <i>Babesia</i> nos bovinos está ligada à espécie (sendo <i>B. bovis</i> mais patogênica que a <i>B. bigemina</i>), cepa, taxa de inoculação, idade do animal, fatores de estresse. A babesiose tem um período de incubação de sete a vinte dias.</p>
<p>Quando um animal se torna infectado, ocorre uma multiplicação dos protozoários nas hemácias, levando-as à destruição por meio da lise celular. Desta forma, ocorre o desenvolvimento de hemólise grave levando a sinais clinicamente detectáveis.</p>
<p>Os mecanismos da patogenia da <i>A. marginale</i> provocam alterações na membrana celular das hemácias parasitadas. Essas alterações induzem à produção de anticorpos contra estas células e também contra as hemácias não parasitadas, que são retiradas da corrente sanguínea pelas células do sistema de defesa do animal, chamado sistema monocítico-fagocitário (SMF).</p>
<p>O período de incubação da <i>A.marginale</i> é variável de duas a quatro semanas, ou mais, pois depende da sensibilidade do hospedeiro e da quantidade de parasitas no sangue. Se houver inoculação com sangue contaminado o período pode ser de uma ou duas semanas, até cinco semanas.</p>
<h2>Quais são os sinais clínicos da tristeza parasitária bovina?</h2>
<p>Os <strong>sinais clássicos</strong> da doença incluem:</p>
<ul>
<li>Febre (temperatura retal igual ou superior a 39,3°C);</li>
<li>Letargia;</li>
<li>Apatia;</li>
<li>Alteração na coloração das mucosas (ictéricas, pálidas e/ou com presença de petéquias);</li>
<li>Desidratação;</li>
<li>Corrimento lacrimal;</li>
<li>Perda de apetite.</li>
</ul>
<p>Casos graves de anemia podem ser acompanhados de aumento nas frequências respiratória e cardíaca.</p>
<p>Animais que são infectados com <i>B. bovis</i> podem apresentar babesiose cerebral, que se manifesta por sinais neurológicos de incoordenação, paralisia e convulsões.</p>
<h2>Diagnóstico da tristeza parasitária bovina</h2>
<p>Atualmente o exame de esfregaço sanguíneo consiste no método mais assertivo para o diagnóstico da TPB. A associação da aferição da temperatura retal e do monitoramento clínico com exame do esfregaço sanguíneo possibilita a identificação precoce dos animais infectados.</p>
<p>O ideal é que a aferição da temperatura retal seja adotada como exame de triagem dos animais, e, sendo assim, aqueles que apresentarem hipertermia (&gt; 39,3°C) devem ser submetidos ao exame de esfregaço sanguíneo. A vantagem do esfregaço sanguíneo está na capacidade de diagnosticar a doença logo no seu início, direcionando o tratamento para o agente específico que está causando a doença.</p>
<p>Devido ao fato de a <strong>tristeza parasitária bovina</strong> ser caracterizada por quadros de anemia ocasionada pelos agentes etiológicos, o acompanhamento do hematócrito (Ht) – ou volume globular (VG) – dos animais permite conhecer o grau da anemia instaurada.</p>
<p>Diferente do esfregaço sanguíneo que é capaz de identificar a TPB logo no início, o exame de hematócrito geralmente indicará a gravidade do quadro algum tempo após a infecção, visto a necessidade dos agentes se instalarem primeiramente no organismo e só assim iniciarem a destruição dos glóbulos vermelhos ocasionando anemia.</p>
<p>A realização do exame de hematócrito consiste em um parâmetro extremamente importante para definição dos animais que necessitam repor o déficit de sangue através da transfusão sanguínea.</p>
<p>Um dos pontos que dificulta a adoção dos exames de esfregaço sanguíneo e hematócrito como formas de monitoramento da TPB nas propriedades é a necessidade de aquisição de equipamentos específicos, além da presença de mão de obra capacitada. Entretanto, ambos os exames representam as formas mais confiáveis para o diagnóstico e a condução dos casos clínicos da doença.</p>
<p>Já a palidez das mucosas oculares, vulvar, gengivais é o sinal clínico perceptível da doença, porém após o pico da parasitemia. Ou seja, o ponto mais baixo do hematócrito é após o pico da parasitemia, sendo percebida tardiamente.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4326 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/saiba-como-atuar-contra-a-tristeza-parasitaria-bovina3.jpg" alt="Sinais clássicos da TPB em bezerras leiteiras" width="623" height="477" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/saiba-como-atuar-contra-a-tristeza-parasitaria-bovina3.jpg 623w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/saiba-como-atuar-contra-a-tristeza-parasitaria-bovina3-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/saiba-como-atuar-contra-a-tristeza-parasitaria-bovina3-370x283.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/saiba-como-atuar-contra-a-tristeza-parasitaria-bovina3-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/saiba-como-atuar-contra-a-tristeza-parasitaria-bovina3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /><span style="font-size: 10pt;">Sinais clássicos da TPB em bezerras leiteiras: mucosas ocular e vulvar anêmicas e anorexia. Fonte: Rehagro consultoria</span></p>
<h2>Controle e prevenção da tristeza parasitária bovina</h2>
<p>A prevenção e o controle dos casos de TPB é feita através da adoção de pontos básicos, como:</p>
<ul>
<li>Controle dos vetores (carrapatos e moscas hematófagas);</li>
<li>Garantia de eficiência na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">colostragem</a></strong> e no processo de TIP;</li>
<li>Proibição ao uso compartilhado de instrumentais perfuro-cortantes entre os animais.</li>
</ul>
<p>É necessário fazer um programa adequado de vacinação dos animais do rebanho para evitar doenças concomitantes com a TPB, fornecer <a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>dieta com qualidade</strong></a> e regularidade, detectar de forma precoce a doença e fazer o tratamento eficaz.</p>
<p>O tratamento para babesiose pode ser feito com diaceturato de diminazeno na dose de 3,5 a 7 mg/ kg ou imidocarb na dose de 1 a 3 mg/kg. Não se deve utilizar imidocarb em animais debilitados devido ao risco de intoxicação.</p>
<p>Já o tratamento de anaplasmose pode ser feito através de imidocarb – 1 a 3mg/kg ou tetraciclinas – 8 a 11 mg/kg ou tetraciclinas de ação prolongada (LA) – 20 a 30 mg/kg ou enrofloxacino – 7,5 mg/kg.</p>
<p>Independente da enfermidade, a hidratação do animal é extremamente importante para o restabelecimento das condições eletrolíticas. Para os animais que se encontram em decúbito e desidratados, o ideal é realizar terapia intravenosa inicialmente para auxiliar no retorno à posição na estação. Já aqueles animais que se estão desidratados, mas em pé, pode-se realizar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/soro-para-bezerros-e-seus-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">hidratação via oral</a></strong> com auxílio de sonda esofágica.</p>
<p>Casos onde o hematócrito se encontra abaixo de 12% e/ou a clínica do animal está desfavorável, recomenda-se realizar transfusão sanguínea na dose de 10 mL de sangue/kg.</p>
<p>Vale ressaltar que o animal doador de sangue deve ser examinado previamente quanto à presença ou não de TPB, coletando o seu sangue somente em casos negativos. Animais que são submetidos a mais de uma transfusão sanguínea possuem maior risco de desenvolverem reações hemolíticas, e, por isso, podem necessitar de terapia com corticoides.</p>
<h2>Considerações finais sobre a TPB</h2>
<p>Devemos ter foco basicamente em <strong>três pilares determinantes para a ocorrência da doença:</strong></p>
<ol>
<li>Reduzir os desafios e os fatores de estresse no ambiente;</li>
<li>Promover a imunidade dos animais;</li>
<li>Controlar a carga de vetores (carrapatos e moscas hematófagas).</li>
</ol>
<p>Além disso, diagnóstico e tratamento precoces são essenciais para a sobrevivência dos animais infectados.</p>
<h2>Sanidade fortalecida para mais produção e longevidade no rebanho</h2>
<p>A tristeza parasitária bovina pode causar grandes prejuízos produtivos e econômicos se não for prevenida e controlada de forma estratégica.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar medidas preventivas, manejar corretamente o rebanho e integrar nutrição, sanidade e gestão para manter a produtividade e a rentabilidade em alta.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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