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	<title>plantas daninhas Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>plantas daninhas Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Picão-preto no café: desafios e estratégias de manejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cafeicultura é uma das atividades agrícolas mais importantes do Brasil, com grande relevância econômica e social. Para manter lavouras produtivas e saudáveis, o manejo de plantas daninhas é um ponto-chave — e, nesse cenário, o picão-preto (Bidens pilosa e Bidens subalternans) merece atenção especial. Trata-se de uma planta daninha de ciclo anual e folhas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cafeicultura é uma das atividades agrícolas mais importantes do Brasil, com grande relevância econômica e social. Para manter lavouras produtivas e saudáveis, o manejo de plantas daninhas é um ponto-chave — e, nesse cenário, o <strong>picão-preto</strong> (<em>Bidens pilosa</em> e <em>Bidens subalternans</em>) merece atenção especial.</p>
<p>Trata-se de uma planta daninha de ciclo anual e folhas largas, pertencente à família Asteraceae, muito comum nas lavouras de café. Sua ampla distribuição geográfica e capacidade de adaptação fazem dela uma <strong>espécie altamente competitiva</strong>, capaz de comprometer tanto a produtividade imediata quanto a longevidade da lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como identificar o picão-preto</h2>
<p>O picão-preto é facilmente reconhecido pelo seu <strong>caule ereto e ramificado</strong>, que pode chegar a 50–120 cm de altura, e pelas folhas opostas com bordas serrilhadas. Suas flores amarelas dão origem a sementes alongadas com aristas que grudam em roupas, animais e até em equipamentos agrícolas, facilitando a dispersão.</p>
<p>Além disso, é uma <strong>planta daninha amplamente disseminada no ambiente agrícola</strong>, destacando-se pela sua notável capacidade de adaptação e estabelecimento em diferentes condições edafoclimáticas.</p>
<p>Sua rusticidade, aliada a um ciclo de vida relativamente curto e à produção abundante de sementes, podendo ultrapassar 3 mil unidades por planta em condições favoráveis, garante à espécie um elevado potencial de infestação em diversas culturas, incluindo as lavouras de café.</p>
<p>Em função dessas características, sua presença nas áreas cultivadas traz consequências significativas, sobretudo pela intensa competição que exerce com as plantas de interesse econômico.</p>
<h2>Impactos do picão-preto na lavoura de café</h2>
<p>A presença do picão-preto nas lavouras de café traz sérias consequências, <strong>especialmente nas fases iniciais de implantação da cultura.</strong> Seus principais efeitos negativos incluem:</p>
<h3>Competição por recursos</h3>
<p>A competição por recursos essenciais como água, luz, nutrientes e espaço físico é o principal mecanismo de interferência do picão-preto na cultura do café.</p>
<p>Por apresentar rápido crescimento inicial, essa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/">planta daninha</a></strong> consegue ocupar rapidamente os espaços disponíveis na entrelinha e nas covas recém-implantadas, dificultando o estabelecimento dos cafeeiros jovens.</p>
<h3>Sombreamento</h3>
<p>A planta cresce rapidamente e pode sombrear mudas de café. Essa <strong>limitação luminosa prejudica a fotossíntese</strong>, comprometendo a produção de fotoassimilados necessários ao crescimento das plantas, à formação de raízes e à indução de gemas laterais, essenciais para a arquitetura produtiva do cafeeiro.</p>
<h3>Aspectos nutricionais</h3>
<p>O picão-preto se sobressai pelo rápido crescimento e pela <strong>elevada exigência por nutrientes</strong>, principalmente <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/">nitrogênio</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/">fósforo</a></strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/">potássio</a></strong>, elementos indispensáveis ao bom desenvolvimento do cafeeiro.</p>
<p>A presença dessa planta daninha em altas densidades pode provocar depleção desses nutrientes na zona radicular das mudas ou plantas jovens, limitando o desenvolvimento do sistema radicular do café, reduzindo a absorção de água e afetando negativamente o balanço hormonal e a formação de estruturas vegetativas e reprodutivas.</p>
<h3>Favorecimento de doenças</h3>
<p>Além da competição por recursos, <strong>a alta infestação favorece um ambiente úmido e sombreado</strong>, condição que favorece a germinação de esporos e o desenvolvimento de doenças fúngicas, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/">cercosporiose</a></strong> (<i>Cercospora coffeicola</i>) e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-ferrugem-do-cafeeiro/">ferrugem-do-cafeeiro</a></strong> (<i>Hemileia vastatrix</i>) e dificulta a aplicação de defensivos.</p>
<p>Em resumo, o picão-preto compromete o crescimento, vigor e produção do cafeeiro, impactando diretamente a rentabilidade do produtor.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-cercosporiose-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-cercosporiose&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39673 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose.png" alt="E-book Cercosporiose" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cercosporiose-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Resistência a herbicidas</h2>
<p>Um ponto de alerta importante é que já foram identificados biótipos resistentes a herbicidas inibidores da ALS (acetolactato sintase) e do fotossistema II. Isso significa que depender apenas do controle químico pode ser arriscado, aumentando a pressão de seleção e dificultando o manejo no médio e longo prazo.</p>
<h2>Estratégias de manejo</h2>
<p>O controle eficiente do picão-preto depende de uma abordagem integrada, que combine diferentes práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Mecânicas</strong>: roçadas frequentes, sempre realizadas antes do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/florada-do-cafe/">florescimento</a></strong> e da produção de sementes.</li>
<li><strong>Químicas</strong>: aplicação criteriosa de herbicidas seletivos, evitando repetições excessivas do mesmo mecanismo de ação.</li>
<li><strong>Culturais</strong>: uso de plantas de cobertura (como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/">braquiária</a></strong>, crotalária ou amendoim forrageiro), que competem com o picão-preto, reduzem sua emergência e ainda trazem benefícios ao solo.</li>
<li><strong>Preventivas</strong>: manutenção da linha do café (30 cm de cada lado das plantas) livre de daninhas, limpeza de implementos agrícolas e monitoramento constante da lavoura.</li>
</ul>
<p>Vale destacar que, em algumas situações, quando bem manejado, <strong>o picão-preto pode servir como abrigo para inimigos naturais de pragas, mostrando que nem sempre sua presença precisa ser encarada apenas como vilã.</strong></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O picão-preto é uma das plantas daninhas<strong> mais desafiadoras da cafeicultura,</strong> graças à sua alta capacidade de reprodução, adaptação e resistência. Para enfrentá-lo, é indispensável investir em um programa de manejo integrado, que combine medidas mecânicas, químicas, culturais e preventivas.</p>
<p>Com um controle bem planejado, o produtor garante não apenas lavouras mais limpas, mas também maior produtividade, sanidade e longevidade do cafeeiro, assegurando resultados econômicos mais consistentes ao longo dos anos.</p>
<h2>Aprimore sua gestão na cafeicultura e aumente seus resultados</h2>
<p>Lidar com plantas daninhas como o picão-preto é apenas um dos muitos desafios na produção de café. Para conquistar alta produtividade, reduzir custos e tomar decisões assertivas na lavoura, é preciso ir além do manejo e dominar a gestão completa da atividade.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Curso Gestão na Produção de Café Arábica</strong></a> do Rehagro, você aprende de forma prática a analisar números, planejar estratégias e aplicar técnicas modernas de produção que impactam diretamente na rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Plantas daninhas em pastagens: como identificar, prevenir e controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-em-pastagens-controle-e-prevencao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas daninhas representam um dos maiores entraves para a eficiência da pecuária de corte no Brasil. Embora muitas vezes negligenciadas no planejamento produtivo, essas espécies competem diretamente com as forrageiras por água, luz e nutrientes e espaço, comprometendo não apenas a produtividade das pastagens, mas também os índices zootécnicos dos animais e a rentabilidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>plantas daninhas</strong> representam um dos maiores entraves para a eficiência da pecuária de corte no Brasil. Embora muitas vezes negligenciadas no planejamento produtivo, essas espécies competem diretamente com as forrageiras por água, luz e nutrientes e espaço, <strong>comprometendo não apenas a produtividade das pastagens, mas também os índices zootécnicos dos animais e a rentabilidade do sistema</strong>.</p>
<p>Na prática, a presença de plantas daninhas em pastagens resulta em áreas improdutivas e degradadas, aumento de custos com controle emergencial, e redução significativa na capacidade de suporte do pasto. Para um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/um-projeto-pecuario-de-sucesso-se-inicia-pelo-diagnostico/">projeto pecuário</a></strong> que visa estabilidade, previsibilidade e resultados sustentáveis ao longo do tempo, esse é um fator que simplesmente não pode ser ignorado.</p>
<p>Entender <strong>quais são as principais plantas daninhas que afetam as pastagens</strong>, por que elas surgem, e de que forma podem ser prevenidas ou controladas é um diferencial estratégico para qualquer pecuarista, gerente de fazenda ou consultor técnico.</p>
<p>O conhecimento técnico sobre o tema, aliado a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">práticas de manejo bem orientadas</a></strong>, pode reverter prejuízos e transformar um problema recorrente em uma oportunidade de ganho de eficiência.</p>
<p>Ao longo deste artigo, vamos explorar os aspectos mais importantes sobre esse desafio: <strong>desde conceitos básicos até as estratégias mais modernas e integradas de controle</strong>. Tudo isso com base em dados confiáveis, aplicabilidade prática e foco na realidade de quem vive o dia a dia no campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><script>hbspt.forms.create({region: "na1",portalId: "5430441",formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"});</script></p>
</div>
<h2>Planta invasora x planta daninha: existe diferença?</h2>
<p>Sim. Toda planta daninha pode ser considerada uma planta invasora, mas nem toda planta invasora é daninha. O termo <strong>&#8220;invasora&#8221; se refere à espécie que se instala em um ecossistema de forma não planejada</strong>, muitas vezes sem predadores naturais. Já o termo <strong>&#8220;daninha&#8221; é utilizado especificamente para aquelas que causam prejuízo à produtividade</strong> ou dificultam o manejo da área.</p>
<p>Por exemplo, uma planta nativa pode tornar-se daninha se seu crescimento comprometer o aproveitamento do pasto pela pecuária. Ou seja, o contexto é o que define a classificação.</p>
<h3>O que favorece o surgimento de plantas daninhas?</h3>
<p>Vários fatores contribuem para o aparecimento e a expansão de plantas daninhas em áreas de pastagem:</p>
<ul>
<li><strong>Degradação do solo</strong>: solos compactados, com baixa fertilidade e mal corrigidos favorecem espécies adaptadas a condições adversas.</li>
<li><strong>Falta de rotação ou uso contínuo</strong>: o uso contínuo sem descanso compromete as forrageiras e abre espaço para invasoras.</li>
<li><strong>Deficiências no manejo de pastagem</strong>: baixa densidade de cobertura vegetal e ausência de controle preventivo.</li>
<li><strong>Entrada de sementes no plantio da pastagem com baixo teor de pureza</strong>, por vento, animais ou implementos agrícolas contaminados.</li>
</ul>
<p>A chave para o controle eficaz começa pela compreensão dessas causas. Sem um diagnóstico preciso do que está permitindo o avanço das plantas daninhas, qualquer intervenção corre o risco de ser apenas paliativa.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios associados às plantas daninhas</h2>
<p>A presença de plantas daninhas em pastagens vai muito além de uma questão estética ou pontual. Trata-se de um fator diretamente ligado à <strong>queda de produtividade, aumento de custos e perda de eficiência do sistema pecuário</strong>. Compreender esses desafios é essencial para a tomada de decisões técnicas e gerenciais.</p>
<h3>Redução da disponibilidade de forragem</h3>
<p>As plantas daninhas competem diretamente com as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécies forrageiras</a></strong> por recursos fundamentais como luz, água e nutrientes.</p>
<p>Como muitas dessas invasoras têm crescimento agressivo, acabam se sobrepondo às forrageiras, reduzindo drasticamente a disponibilidade de massa verde com valor nutritivo. Isso impacta diretamente:</p>
<ul>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> da área (menos animais por hectare),</li>
<li>A <strong>oferta de proteína e energia</strong> para os animais,</li>
<li>O <strong>tempo de pastejo</strong> necessário para manutenção de ganho de peso.</li>
</ul>
<h3>Aumento de custos operacionais</h3>
<p>A infestação por plantas daninhas obriga a adoção de medidas corretivas, que muitas vezes são mais caras do que as ações preventivas. Entre os principais custos envolvidos estão:</p>
<ul>
<li><strong>Compra e aplicação de herbicidas seletivos</strong> (em muitos casos de alto valor por hectare);</li>
<li><strong>Operações mecânicas</strong> (roçagens, gradagens);</li>
<li><strong>Redução do retorno por hectare</strong> devido à menor produtividade da forragem.</li>
</ul>
<p>Além disso, áreas severamente infestadas exigem mais mão de obra e maior frequência de manejo, o que compromete a rentabilidade da operação.</p>
<h3>Impacto na taxa de lotação e desempenho animal</h3>
<p>Um dos reflexos mais graves da presença de plantas daninhas é a <strong>queda no desempenho dos animais</strong>. Quando a disponibilidade ou a qualidade da forragem diminui, os animais:</p>
<ul>
<li>Perdem condição corporal;</li>
<li>Reduzem taxa de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso diário</a></strong>;</li>
<li>Têm menor conversão alimentar.</li>
</ul>
<p>A consequência é clara: menor eficiência zootécnica e econômica do sistema de produção.</p>
<h3>Falta de controle preventivo = custo multiplicado</h3>
<p>Muitos produtores só percebem a gravidade do problema quando ele já compromete áreas inteiras da fazenda.</p>
<p>A ausência de monitoramento constante e de ações preventivas permite que as plantas daninhas se instalem com força. E, <strong>quanto mais avançada a infestação, maior será o custo para recuperação</strong> e mais lenta será a resposta às medidas de manejo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Conheça as principais espécies que ameaçam as pastagens</h2>
<p>Em pastagens destinadas à produção de gado de corte, o maior prejuízo causado pelas plantas daninhas geralmente está relacionado à <strong>competição direta com as forrageiras</strong>. Essas espécies, muitas vezes altamente adaptadas a solos degradados, ocupam rapidamente o espaço, consomem os mesmos nutrientes e dificultam o desenvolvimento da pastagem produtiva.</p>
<p>A seguir, listamos as principais espécies competidoras que afetam negativamente a produtividade das pastagens no Brasil, com foco em características práticas para reconhecimento e controle.</p>
<h3>Plantas daninhas competidoras mais comuns</h3>
<h4>1. Capim-gordura (<i>Melinis minutiflora</i>)</h4>
<p>Espécie exótica muito agressiva, que forma touceiras densas e se alastra rapidamente. Compete intensamente com as gramíneas forrageiras e reduz a qualidade do pasto. Resiste bem ao fogo, o que dificulta o controle.</p>
<h4>2. Capim-navalha (<i>Scleria</i> spp.)</h4>
<p>Encontrado principalmente em áreas úmidas ou mal drenadas. Possui folhas cortantes e forma agrupamentos que limitam o acesso do gado ao pasto desejado. Seu crescimento favorece ambientes mal manejados.</p>
<h4>3. Capim marmelada <i>(Brachiaria plantaginea</i>)</h4>
<p>Apesar de ser do mesmo gênero de algumas forrageiras comerciais, sua presença em excesso é indesejada por apresentar baixo valor nutritivo e comportamento altamente competitivo.</p>
<h4>4. Carrapicho <i>(Cenchrus echinatus)</i></h4>
<p>Além de competir com a pastagem, possui sementes espinhosas que se prendem aos animais, dificultando o pastejo e reduzindo o bem-estar animal. É comum em solos arenosos e áreas degradadas.</p>
<h4>5. Malva-preta <i>(Sida</i> spp.)</h4>
<p>Muito comum em pastagens exploradas de forma contínua. Tem crescimento rápido e elevado poder de ressemeadura, dificultando o controle.</p>
<h4>6. Erva-de-passarinho (<i>Struthanthus</i> spp.)</h4>
<p>Parasita comum em árvores e arbustos das áreas de pastagem que, ao longo do tempo, altera a estrutura do ambiente e favorece o sombreamento, o que prejudica o desenvolvimento das gramíneas forrageiras.</p>
<h3>Características que tornam essas espécies problemáticas</h3>
<ul>
<li><strong>Alta rusticidade e adaptação a solos pobres</strong>: São plantas que se beneficiam da degradação ambiental.</li>
<li><strong>Capacidade de se propagar por sementes e estruturas vegetativas</strong>: Muitas possuem grande produção de sementes viáveis por hectare.</li>
<li><strong>Ausência de controle preventivo favorece a dominância</strong>: Sem monitoramento, essas espécies tomam áreas extensas em poucos ciclos.</li>
</ul>
<p>A identificação precoce e o controle sistemático são a chave para evitar prejuízos expressivos. Uma única planta deixada sem controle pode, em algumas espécies, gerar milhares de sementes viáveis em uma única estação.</p>
<h2>Oportunidades por trás do problema</h2>
<p>Embora as plantas daninhas em pastagens representam um desafio real, seu enfrentamento também abre espaço para <strong>melhorias estruturais, ganhos de produtividade e redução de custos no médio e longo prazo</strong>. Com diagnóstico precoce e planejamento, é possível transformar a gestão do pasto em uma vantagem competitiva.</p>
<h3>Diagnóstico precoce: a chave da eficiência</h3>
<p>Um dos maiores erros no manejo de pastagens é tratar o surgimento de plantas daninhas apenas quando a infestação já está avançada. No entanto, quando há <strong>monitoramento contínuo e diagnóstico precoce</strong>, o custo do controle é muito menor e o impacto sobre a forragem é quase nulo.</p>
<p>Ferramentas simples como checklists de inspeção visual, registros por setor e observação pós-chuva ajudam a identificar focos em estágio inicial, momento ideal para o controle.</p>
<h3>Economia com manejo integrado e preventivo</h3>
<p>O uso de estratégias combinadas de controle, conhecidas como <strong>Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD)</strong>, tem se mostrado mais eficiente e econômico do que o uso exclusivo de herbicidas. Essas estratégias incluem:</p>
<ul>
<li>Uso do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo rotacionado</a></strong> para evitar superpastejo;</li>
<li><strong>Adubação e correção do solo</strong>, que favorecem o vigor das forrageiras e dificultam o avanço das daninhas;</li>
<li>Roçadas pontuais e direcionadas;</li>
<li>Aplicação seletiva de herbicidas somente onde há necessidade.</li>
</ul>
<p>Com esse tipo de abordagem, o produtor:</p>
<ul>
<li>Reduz o custo por hectare no controle químico;</li>
<li>Melhora o aproveitamento do solo;</li>
<li>Aumenta a longevidade da pastagem formada.</li>
</ul>
<h3>Benefícios indiretos e sustentáveis</h3>
<p>Além dos ganhos diretos em produtividade, o bom manejo de plantas daninhas gera benefícios indiretos que se acumulam com o tempo:</p>
<ul>
<li><strong>Menor compactação do solo</strong> (por evitar reforma desnecessária);</li>
<li><strong>Maior controle sobre o calendário nutricional do rebanho</strong>;</li>
<li><strong>Ambiente mais equilibrado e estável</strong> para o crescimento das forrageiras.</li>
</ul>
<h2>Como prevenir e controlar plantas daninhas</h2>
<p>Controlar plantas daninhas em pastagens exige mais do que aplicar herbicidas de forma reativa. É necessário adotar uma abordagem integrada, combinando boas práticas agronômicas, monitoramento e intervenções estratégicas.</p>
<p>A seguir, apresentamos um guia dividido por tipo de manejo, com <strong>foco na prevenção e controle eficaz</strong>.</p>
<h3>Manejo preventivo: fortalecendo a pastagem</h3>
<p>O primeiro passo para reduzir o risco de infestação é criar um ambiente onde a forrageira domine e as condições não favoreçam o desenvolvimento das plantas daninhas.</p>
<p>Boas práticas preventivas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Pastejo rotacionado bem ajustado</strong>: evita o superpastejo e permite o repouso das áreas, preservando a densidade do capim.</li>
<li><strong>Correção e adubação do solo</strong>: solos corrigidos e férteis favorecem o vigor das forrageiras e reduzem o espaço competitivo para invasoras.</li>
<li><strong>Cobertura vegetal densa</strong>: manter o solo sempre coberto com forragem viva ou morta dificulta a emergência de sementes de plantas daninhas.</li>
<li><strong>Controle de tráfego de máquinas e gado</strong>: evita a compactação do solo, que favorece o surgimento de espécies oportunistas.</li>
</ul>
<h3>Manejo mecânico: controle físico em áreas pontuais</h3>
<p>É eficaz principalmente em infestações iniciais ou localizadas. Pode ser feito por:</p>
<ul>
<li>Roçada mecânica seletiva (com roçadeiras ou guadañas);</li>
<li>Capina manual em pontos críticos;</li>
<li>Gradagem leve em áreas de rebrota intensa (com atenção para não expor demais o solo).</li>
</ul>
<h3>Manejo químico: uso racional de herbicidas</h3>
<p>O uso de defensivos deve ser técnico, seletivo e pontual. A escolha do produto dependerá:</p>
<ul>
<li>Da espécie da planta daninha;</li>
<li>Da fase de desenvolvimento (quanto mais jovem, mais sensível);</li>
<li>Da sensibilidade da forrageira (para evitar danos ao pasto).</li>
</ul>
<p>Boas práticas no controle químico:</p>
<ul>
<li>Fazer <strong>aplicações dirigidas</strong> (com bico cônico e pressão baixa);</li>
<li>Respeitar as <strong>condições climáticas</strong> (vento, umidade, temperatura);</li>
<li>Utilizar <strong>profissionais habilitados e equipamentos calibrados</strong>.</li>
</ul>
<h3>O papel do monitoramento contínuo</h3>
<p>Sem acompanhamento, qualquer estratégia de controle perde eficiência. O ideal é que o produtor ou gerente de campo adote uma rotina de inspeção mensal para:</p>
<ul>
<li>Mapear áreas críticas;</li>
<li>Identificar novas espécies invasoras;</li>
<li>Avaliar a resposta das forrageiras após as ações de controle.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A presença de plantas daninhas em pastagens é um problema recorrente e altamente prejudicial para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/">sistemas de produção de gado de corte</a></strong>. Mas como vimos ao longo deste artigo, <strong>mais do que um desafio agronômico, trata-se de um sinal de desequilíbrio no manejo da área</strong>, um sintoma que, quando reconhecido a tempo, pode ser revertido com ganhos reais para o sistema produtivo.</p>
<p>A chave está na <strong>antecipação e na integração de práticas</strong>. Identificar precocemente as espécies competidoras, manter a saúde do solo, ajustar a lotação e combinar estratégias de controle são passos fundamentais para proteger a produtividade do pasto e, consequentemente, o desempenho do rebanho.</p>
<p>Mais do que combater as plantas daninhas, o objetivo deve ser <strong>fortalecer o ambiente onde as forrageiras prosperam</strong>, dificultando naturalmente o avanço de espécies invasoras. Essa visão proativa, apoiada por dados, tecnologia e manejo técnico, é o que separa sistemas produtivos frágeis de projetos sustentáveis e eficientes.</p>
<h2>Plantas daninhas são só a ponta do iceberg quando o manejo de pastagens é falho</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Guia Identificação de plantas daninhas na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-identificacao-de-plantas-daninhas-na-producao-de-graos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identificar bem é o primeiro passo para controlar com eficiência. Baixe gratuitamente o guia ilustrado com as principais plantas daninhas que afetam lavouras e pastagens. Um material prático com imagens e descrições que facilitam a identificação direta no campo — essencial para um manejo mais assertivo. A identificação correta reduz erros no manejo e melhora a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Identificar bem é o primeiro passo para controlar com eficiência.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia ilustrado com as principais plantas daninhas que afetam lavouras e pastagens.</p>
<p>Um material prático com imagens e descrições que facilitam a identificação direta no campo — essencial para um manejo mais assertivo.</p>
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		<title>E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-nas-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas. Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho. O que você vai encontrar neste material técnico: Como identificar plantas daninhas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como identificar plantas daninhas e entender seu ciclo de germinação;</li>
<li>Quais são as causas da infestação e como evitá-las com práticas preventivas;</li>
<li>Quais pragas atacam as pastagens e como elas prejudicam a produtividade;</li>
<li>Métodos de controle: preventivo, cultural, químico e biológico;</li>
<li>Estratégias específicas contra cigarrinhas, percevejo castanho e lagartas.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que enfrentam problemas com invasoras e pragas nas pastagens;</li>
<li>Técnicos que acompanham fazendas de pecuária de corte;</li>
<li>Gestores de propriedade que buscam aumentar a produtividade com baixo custo;</li>
</ul>
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		<title>O que é o capim-capeta e por que ele preocupa os pecuaristas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-capim-capeta-e-por-que-ele-preocupa-os-pecuaristas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O capim capeta, nome popular atribuído a diferentes espécies invasoras conforme a região do Brasil, é uma planta daninha agressiva que tem se tornado uma das principais ameaças à produtividade das pastagens. Apesar de seu nome curioso, seus impactos são tudo, menos inofensivos. A planta é amplamente reconhecida por sua capacidade de competição com gramíneas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>capim capeta</strong>, nome popular atribuído a diferentes espécies invasoras conforme a região do Brasil, é uma <strong>planta daninha agressiva</strong> que tem se tornado uma das principais ameaças à produtividade das pastagens.</p>
<p>Apesar de seu nome curioso, seus impactos são tudo, menos inofensivos. A planta é amplamente reconhecida por sua <strong>capacidade de competição com gramíneas forrageiras</strong> cultivadas, como o capim braquiária e o capim mombaça, prejudicando diretamente a alimentação do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Classificação e nomes populares</h2>
<p>O termo &#8220;capim capeta&#8221; não se refere a uma única espécie botânica. Em diferentes biomas e regiões, ele pode ser associado a plantas como:</p>
<ul>
<li><i>Urochloa plantaginea;</i></li>
<li><i>Sporobolus indicus.</i></li>
</ul>
<p>O nome costuma surgir devido à <strong>dificuldade de controle e à agressividade da infestação</strong>, o que o torna um verdadeiro &#8220;capeta&#8221; no campo, nome que é mais uma expressão do sentimento do pecuarista do que uma classificação científica.</p>
<h2>Distribuição e presença nas pastagens</h2>
<p>Essa planta se espalha com facilidade por meio de sementes e rebrotas, principalmente em áreas com:</p>
<ul>
<li><strong>Baixa cobertura vegetal</strong>, causadas por superpastejo;</li>
<li><strong>Falta de adubação de correção ou manutenção</strong>;</li>
<li><strong>Manejo inadequado da altura de entrada e saída da pastagem</strong>;</li>
<li><strong>Trânsito de máquinas</strong> e animais que carregam sementes aderidas a equipamentos ou pelagens.</li>
</ul>
<p>Seu desenvolvimento rápido e sua <strong>capacidade de adaptação ao solo pobre e compactado</strong> tornam o capim capeta uma praga silenciosa.</p>
<p>Muitas vezes, o produtor só percebe o problema quando a infestação já está em um nível crítico, exigindo medidas mais intensivas (e custosas) de recuperação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Por que o capim capeta é um problema sério?</h3>
<p>A principal razão de preocupação com o capim-capeta é o seu impacto direto na disponibilidade e qualidade da forragem. Ele reduz a densidade do pasto útil, comprometendo a oferta de nutrientes ao rebanho. O resultado pode ser sentido em:</p>
<ul>
<li>Queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>;</li>
<li>Redução na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e redução da capacidade de suporte da área;</li>
<li>Aumento do ciclo de terminação;</li>
<li>Elevação dos custos com suplementação para compensar o déficit nutricional da pastagem.</li>
</ul>
<p>Em sistemas de gado de corte, onde eficiência e margens apertadas são regra, a presença do capim capeta representa uma perda real de produtividade e rentabilidade.</p>
<h2>Impactos do capim capeta nas pastagens</h2>
<p>A presença do capim capeta nas áreas de pastagem representa um <strong>desafio direto à produtividade forrageira</strong>. Ao ocupar espaço, competir por luz, água e nutrientes, essa planta daninha compromete o equilíbrio do ecossistema do pasto, reduzindo sua capacidade de sustentar a nutrição animal de forma eficiente.</p>
<h3>Competição com forrageiras cultivadas</h3>
<p>A primeira e mais evidente consequência do capim capeta é sua <strong>capacidade de competir com gramíneas forrageiras</strong> selecionadas para alimentação do gado.</p>
<p>Essas forrageiras (como <i><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria spp</a></strong>., Panicum spp.</i> e <i>Cynodon spp.</i>) possuem características nutricionais superiores e são adaptadas ao sistema de produção. Quando o capim capeta se instala, ele:</p>
<ul>
<li>Diminui a <strong>densidade de plantas forrageiras úteis</strong>;</li>
<li>Impede o <strong>desenvolvimento pleno das espécies desejáveis</strong>;</li>
<li>Afeta o <strong>perfilhamento e a rebrota das forrageiras após o pastejo</strong>.</li>
</ul>
<p>A redução da presença de plantas de alta qualidade nutricional implica em menor acúmulo de massa seca e, portanto, menor capacidade de suporte.</p>
<h3>Redução da disponibilidade de matéria seca de qualidade</h3>
<p>O capim-capeta, além de não possuir valor nutricional relevante, <strong>não é palatável ao gado na maioria das situações</strong>. Isso significa que o animal simplesmente evita seu consumo, concentrando-se nas poucas áreas onde há pasto de qualidade. O resultado prático disso é:</p>
<ul>
<li>Formação de áreas <strong>superpastejadas e degradadas</strong>;</li>
<li>Aumento da <strong>pressão de pastejo</strong> sobre a parte útil da pastagem;</li>
<li>Rápido esgotamento dos recursos nutritivos do piquete.</li>
</ul>
<p>Esse cenário desequilibra o sistema como um todo e cria um ciclo vicioso de degradação, onde a planta daninha ganha ainda mais espaço a cada ciclo.</p>
<p>Além disso, há impacto indireto na <strong>eficiência do ciclo produtivo</strong>, já que animais em sistemas mais extensivos, onde o pasto é a base da dieta, podem levar mais tempo para atingir o peso ideal de abate.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Diagnóstico e monitoramento de infestações</h2>
<p>Um dos grandes erros no controle de plantas daninhas como o capim capeta é <strong>agir tarde demais</strong>.</p>
<p>Quando o produtor nota a perda de produtividade ou o aumento da necessidade de suplementação, o problema já está instalado. Por isso, o <strong>diagnóstico precoce e o monitoramento contínuo</strong> são estratégias decisivas para manter o capim capeta sob controle.</p>
<h3>Métodos para identificar e quantificar a presença do capim capeta</h3>
<p>A primeira etapa do diagnóstico é a identificação correta da planta. Como o nome &#8220;capim capeta&#8221; pode se referir a espécies diferentes dependendo da região, é fundamental:</p>
<ul>
<li>Contar com o <strong>apoio de um técnico ou agrônomo</strong> que conheça a flora invasora local;</li>
<li>Realizar <strong>vistorias regulares nos piquetes</strong>, preferencialmente em diferentes épocas do ano;</li>
<li><strong>Observar padrões de infestação</strong>, como áreas onde o gado evita pastejar ou onde a vegetação parece mais seca ou menos densa.</li>
</ul>
<p>Após identificada, a quantificação da infestação pode ser feita por amostragem, usando quadrantes ou linhas de transecção. Esses métodos permitem calcular:</p>
<ul>
<li>A percentagem de área ocupada por capim capeta;</li>
<li>A intensidade da infestação por hectare;</li>
<li>A distribuição da planta no talhão.</li>
</ul>
<p>Essas informações são fundamentais para definir a estratégia de controle mais adequada.</p>
<h3>Sinais de alerta e épocas críticas</h3>
<p>O capim capeta, como muitas plantas daninhas perenes, costuma se desenvolver com mais vigor em <strong>épocas de transição climática</strong>, como o final da seca e o início das chuvas. Alguns sinais de alerta incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do apetite dos animais</strong> em determinados piquetes;</li>
<li><strong>Baixo rebrote da forrageira após o pastejo</strong>;</li>
<li>Aumento de áreas com <strong>vegetação heterogênea ou empobrecida</strong>;</li>
<li><strong>Florescimento da planta daninha</strong>, que marca o início da produção de sementes.</li>
</ul>
<p>Esses períodos são estratégicos tanto para o monitoramento quanto para a aplicação de medidas de controle, como o uso de herbicidas.</p>
<h2>Estratégias de controle eficazes</h2>
<p>Controlar o capim capeta exige <strong>visão técnica, ação planejada e persistência</strong>. Por se tratar de uma planta daninha perene e agressiva, as abordagens isoladas raramente trazem resultados duradouros.</p>
<p>A seguir, exploramos os métodos mais utilizados e como combiná-los para potencializar o sucesso no campo.</p>
<h3>Controle químico: quando, como e com o quê?</h3>
<p>O uso de herbicidas seletivos é a principal ferramenta no controle do capim capeta, especialmente em áreas já com infestação consolidada.</p>
<p>A escolha do produto deve ser feita com base na <strong>espécie dominante da planta daninha</strong>, no estágio de desenvolvimento e na gramínea forrageira presente na área.</p>
<h4>Princípios ativos comumente recomendados:</h4>
<ul>
<li>Mesotriona e atrazina, combinados</li>
</ul>
<h4>Boas práticas de aplicação</h4>
<ul>
<li>Utilizar bicos apropriados e calibração precisa dos pulverizadores;</li>
<li>Evitar aplicação em dias com vento forte ou alta temperatura;</li>
<li>Realizar monitoramento pós-aplicação para medir a eficácia e necessidade de reaplicação.</li>
</ul>
<h3>Métodos mecânicos: controle físico e sua função estratégica</h3>
<p>Embora menos utilizado em grandes áreas, o controle mecânico pode ser útil em:</p>
<ul>
<li>Áreas pequenas com alta infestação localizada;</li>
<li>Situações onde o uso de herbicidas não é viável (ex: áreas próximas a nascentes);</li>
<li>Complemento ao controle químico, especialmente em rebrotas resistentes.</li>
</ul>
<p>As técnicas mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li>Roçadas dirigidas (com roçadeira tratorizada);</li>
<li>Gradeações superficiais para reverter áreas muito degradadas.</li>
</ul>
<p>O grande desafio do controle mecânico é o <strong>risco de rebrote</strong>, já que ele atua apenas na parte aérea da planta. Por isso, deve ser acompanhado de outras medidas.</p>
<h3>Controle cultural: fortalecer o pasto para evitar a reinfestação</h3>
<p>O <strong>manejo cultural preventivo</strong> é talvez o componente mais negligenciado do controle de plantas daninhas. Um pasto vigoroso, bem nutrido e bem manejado dificulta o estabelecimento do capim capeta.</p>
<p>Algumas práticas recomendadas:</p>
<ul>
<li>Adubação de manutenção com base em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>;</li>
<li>Controle da lotação animal para evitar sobrepastejo;</li>
<li>Rotação de piquetes com períodos adequados de descanso;</li>
<li>Sobressemeadura com espécies forrageiras adaptadas, especialmente em áreas expostas.</li>
</ul>
<h3>Integração entre métodos: a chave para o sucesso</h3>
<p>A integração das estratégias é o que garante resultados sustentáveis. O caminho ideal é:</p>
<ol>
<li>Diagnóstico da área e identificação da planta;</li>
<li>Aplicação química direcionada no momento adequado;</li>
<li>Acompanhamento com controle mecânico em focos persistentes;</li>
<li>Recuperação e fortalecimento do pasto com práticas culturais;</li>
<li>Monitoramento contínuo da área para evitar reentrada da invasora.</li>
</ol>
<h2>Tecnologias e inovações no manejo de plantas daninhas</h2>
<p>Com a crescente demanda por eficiência e sustentabilidade na pecuária, surgem novas tecnologias que ajudam a tornar o controle de plantas daninhas mais preciso, econômico e menos dependente de métodos empíricos.</p>
<p>O capim capeta, por sua capacidade de dispersão e resistência, é um alvo ideal para essas soluções inovadoras.</p>
<h3>Uso de drones no mapeamento e aplicação localizada</h3>
<p>Uma das tecnologias com maior crescimento nos últimos anos é o uso de drones para diagnóstico e pulverização localizada. Entre os principais benefícios estão:</p>
<ul>
<li>Mapeamento aéreo georreferenciado das áreas infestadas, com imagens de alta resolução;</li>
<li>Detecção precoce de rebrotas ou falhas no controle químico;</li>
<li>Redução do volume de herbicida aplicado, graças à pulverização apenas nos focos identificados;</li>
<li>Acesso facilitado a áreas íngremes ou úmidas, onde tratores têm dificuldade de atuação.</li>
</ul>
<h3>Novas formulações e herbicidas mais seletivos</h3>
<p>A indústria química tem investido no desenvolvimento de herbicidas com menor impacto ambiental e maior seletividade, o que permite:</p>
<ul>
<li>Aplicações em áreas com espécies forrageiras sensíveis, sem risco de danos;</li>
<li>Menor tempo de carência para entrada dos animais após a aplicação;</li>
<li>Melhor desempenho em condições adversas, como solos secos ou infestações antigas.</li>
</ul>
<p>Além disso, novas formulações combinam princípios ativos para ampliar o espectro de ação e reduzir a necessidade de reaplicação.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O capim capeta, embora carregue um nome quase folclórico, representa um <strong>desafio técnico real e persistente para a pecuária de corte no Brasil.</strong></p>
<p>Sua presença em áreas de pastagem compromete diretamente a qualidade da forragem, o desempenho do rebanho e a rentabilidade do sistema de produção.</p>
<p>A mensagem central que fica é clara:<strong> a qualidade do pasto é a base da pecuária eficiente</strong>. Ignorar o problema do capim capeta é comprometer todo o sistema, da nutrição ao desempenho zootécnico, da eficiência à rentabilidade. Combater essa planta daninha é, portanto, uma decisão de gestão, de técnica e de visão de longo prazo.</p>
<h2 data-start="185" data-end="264">Controle plantas invasoras com técnica e garanta mais produtividade no pasto</h2>
<p data-start="266" data-end="553">O capim-capeta é uma das invasoras que mais comprometem a qualidade das pastagens e o desempenho do rebanho. Para evitar prejuízos, não basta apenas combatê-lo, é preciso adotar uma gestão forrageira eficiente, com diagnóstico do solo, escolha adequada de espécies e manejo estratégico.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Corda-de-viola: saiba como controlar essa planta daninha </title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/corda-de-viola-saiba-como-controlar-essa-planta-daninha/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/corda-de-viola-saiba-como-controlar-essa-planta-daninha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 11:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas nas lavouras é um dos grandes desafios enfrentados por engenheiros agrônomos e produtores rurais, especialmente na produção de grãos. Entre as espécies que mais preocupam, destaca-se a corda-de-viola, um grupo de plantas trepadeiras do gênero Ipomoea, conhecido por seu crescimento agressivo e capacidade de comprometer o rendimento das culturas agrícolas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas nas lavouras é um dos grandes desafios enfrentados por engenheiros agrônomos e produtores rurais, especialmente na produção de grãos. Entre as espécies que mais preocupam, destaca-se a <strong>corda-de-viola</strong>, um grupo de plantas trepadeiras do gênero <em>Ipomoea</em>, conhecido por seu crescimento agressivo e capacidade de comprometer o rendimento das culturas agrícolas.</p>
<p>Essa planta daninha <strong>interfere diretamente no desenvolvimento das lavouras</strong> ao competir por recursos essenciais como água, luz e nutrientes. Além disso, sua presença pode dificultar as operações de colheita, aumentar os custos de manejo e reduzir a produtividade das plantações.</p>
<p>O controle eficaz da corda-de-viola exige uma abordagem estratégica e integrada, combinando práticas culturais, químicas e mecânicas. Compreender a biologia dessa planta e as melhores formas de manejá-la é essencial para minimizar seus impactos na produção de grãos e garantir uma lavoura mais eficiente e rentável.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Características e biologia da corda-de-viola</h2>
<p>A corda-de-viola pertence ao gênero <i>Ipomoea</i> e inclui diversas espécies que se destacam como plantas daninhas na produção agrícola. Seu crescimento acelerado e capacidade de dispersão fazem dela um <strong>grande desafio para a produtividade das lavouras</strong>.</p>
<h3>Dispersão e crescimento</h3>
<p>A propagação da corda-de-viola ocorre predominantemente por sementes, que podem permanecer viáveis no solo por anos. Além disso, fatores como disseminação pelo vento, água e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/trafego-controlado-de-maquinas-agricolas/">máquinas agrícolas</a></strong> favorecem sua rápida disseminação nas áreas cultiváveis.</p>
<p>O crescimento da planta é favorecido por altas temperaturas e alta umidade, sendo comum em regiões tropicais e subtropicais. Seu rápido estabelecimento permite que ela se enrole nas culturas agrícolas, <strong>dificultando a aplicação efetiva</strong> de defensivos e a colheita.</p>
<h3>Fatores que favorecem a infestação</h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">Plantio direto</a></strong> sem rotação de culturas.</li>
<li>Falhas no controle químico.</li>
<li>Condições climáticas favoráveis, como chuvas frequentes.</li>
<li>Presença de áreas infestadas próximas à lavoura.</li>
</ul>
<p>O conhecimento dessas características é essencial para traçar estratégias de controle mais eficientes. No próximo tópico, abordaremos os danos causados pela corda-de-viola nas lavouras e seus impactos na produtividade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Danos causados pela corda-de-viola nas lavouras</h2>
<p>A presença da corda-de-viola nas lavouras pode gerar diversos impactos negativos, <strong>comprometendo a produtividade e aumentando os custos de manejo</strong>. Seu crescimento rápido e hábito trepador dificultam o desenvolvimento das culturas agrícolas.</p>
<h3>1. Competição por recursos essenciais</h3>
<p>A corda-de-viola compete diretamente com as culturas agrícolas por água, luz e nutrientes, reduzindo o crescimento das plantas cultivadas e comprometendo seu potencial produtivo. Esse efeito é mais intenso em lavouras com altas infestações, onde a competição se torna mais severa.</p>
<h3>2. Interferência no crescimento e no ciclo da cultura</h3>
<p>Ao se enroscar nas plantas, a corda-de-viola prejudica seu crescimento e pode levar ao<strong> tombamento das culturas</strong>, especialmente em lavouras de soja, milho e algodão. Essa interferência impacta a fotossíntese, por cobrir a área foliar da cultura, reduzindo a capacidade produtiva da lavoura.</p>
<h3>3. Dificuldade na colheita e aumento de custos operacionais</h3>
<p>A presença da corda-de-viola pode dificultar a passagem de máquinas agrícolas, como colheitadeiras, devido ao seu hábito trepador e emaranhado sobre a cultura. Isso pode levar a:</p>
<ul>
<li>Redução da eficiência da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/">colheita</a></strong> devido ao acúmulo de plantas na máquina.</li>
<li>Maior desgaste e manutenção dos equipamentos, aumentando os custos operacionais.</li>
<li>Maior tempo de colheita, impactando diretamente a produtividade e logística da lavoura.</li>
</ul>
<h3>4. Possíveis impactos na qualidade dos grãos</h3>
<p>Em algumas situações, restos da planta podem ser misturados aos grãos durante a colheita, impactando a qualidade do produto final. Além disso, sementes de corda-de-viola podem contaminar lotes de grãos, tornando-se um problema para armazenamento e comercialização.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Métodos de controle da corda-de-viola</h2>
<p>O controle eficaz da corda-de-viola exige uma <strong>abordagem integrada</strong>, combinando diferentes métodos para reduzir sua incidência e minimizar os impactos na produção de grãos. As principais estratégias incluem o controle cultural, mecânico e químico.</p>
<h3>1. Controle cultural</h3>
<p>O manejo cultural é uma das formas <strong>mais sustentáveis e preventivas de controle</strong>, pois reduz a infestação da corda-de-viola. Algumas práticas recomendadas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Rotação de culturas</strong>: Alternar culturas com diferentes ciclos de crescimento e arquitetura vegetal dificulta o estabelecimento da planta daninha, além de permitir rotacionar grupos químicos de herbicidas para o controle.</li>
<li><strong>Cobertura do solo</strong>: Plantas de cobertura, como braquiária e crotalária, ajudam a competir com a corda-de-viola, limitando sua germinação e crescimento.</li>
<li><strong>Uso de sementes certificadas</strong>: Evita a introdução da planta daninha na lavoura.</li>
<li><strong>Densidade adequada de plantio</strong>: Culturas bem implantadas cobrem o solo mais rapidamente, reduzindo espaços para a emergência da corda-de-viola.</li>
</ul>
<h3>2. Controle mecânico</h3>
<p>O controle mecânico pode ser útil em áreas com infestação localizada, mas apresenta algumas limitações. As principais técnicas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Capina manual</strong>: Pode ser utilizada em pequenas áreas, mas é trabalhosa e de difícil aplicação em grandes lavouras.</li>
<li><strong>Gradagem e aração</strong>: Movimentação do solo pode enterrar sementes, reduzindo sua germinação. No entanto, pode expor sementes dormentes ao solo, favorecendo novas infestações.</li>
</ul>
<h3>3. Controle químico</h3>
<p>O uso de herbicidas é uma das estratégias mais eficazes para o controle da corda-de-viola, especialmente em áreas de grande extensão. Os principais aspectos a considerar são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">Herbicidas pré-emergentes</a></strong>: Aplicados antes da germinação da planta, ajudam a reduzir novas infestações. Exemplos: flumioxazin, diclosulam e sulfentrazona.</li>
<li><strong>Herbicidas pós-emergentes</strong>: Aplicados sobre a planta já desenvolvida. Exemplos: glyphosate (para culturas transgênicas) e herbicidas inibidores da ALS (como clorimurom, carfentrazona e imazetapir).</li>
<li><strong>Momento ideal de aplicação</strong>: O controle químico é mais eficaz quando a planta ainda está <strong>no estágio inicial de crescimento</strong>, antes de se enroscar nas culturas agrícolas.</li>
</ul>
<h2>Tendências e inovações no controle da corda-de-viola</h2>
<p>A evolução da tecnologia tem proporcionado novas abordagens para o controle da corda-de-viola, tornando o manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<p>Entre as principais inovações, destacam-se novos herbicidas, o uso de drones e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/">inteligência artificial</a></strong>, além dos avanços na biotecnologia.</p>
<h3>1. Novos herbicidas e tecnologias de aplicação</h3>
<p>O desenvolvimento de herbicidas seletivos e de ação prolongada tem sido um dos focos da indústria agroquímica. Algumas tendências incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Herbicidas com novos mecanismos de ação</strong>: Para evitar resistência, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de moléculas que atuam em diferentes processos fisiológicos da planta.</li>
<li><strong>Formulações mais eficientes</strong>: Novos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/">adjuvantes</a></strong> e tecnologias de pulverização permitem melhor absorção dos produtos, reduzindo perdas e impacto ambiental.</li>
<li><strong>Uso de herbicidas pré-emergentes em misturas</strong>: A combinação de ativos com diferentes modos de ação tem mostrado bons resultados na redução da emergência da corda-de-viola.</li>
</ul>
<h3>2. Drones e inteligência artificial para monitoramento e controle</h3>
<p>O uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">drones</a></strong> e sensores remotos têm revolucionado o monitoramento da infestação de plantas daninhas, permitindo:</p>
<ul>
<li><strong>Mapeamento preciso das áreas infestadas</strong>, otimizando a aplicação de herbicidas apenas onde necessário.</li>
<li><strong>Redução no uso de defensivos</strong>, minimizando custos e impactos ambientais.</li>
<li><strong>Monitoramento contínuo</strong>, com dados em tempo real sobre a evolução da infestação.</li>
</ul>
<p>Além disso, a inteligência artificial tem sido utilizada para identificar a corda-de-viola por meio de imagens de satélite e aprendizado de máquina, auxiliando os engenheiros agrônomos na tomada de decisão.</p>
<h3>3. Biotecnologia e resistência de culturas</h3>
<p>Pesquisas em biotecnologia agrícola buscam desenvolver culturas mais resistentes à interferência de plantas daninhas. Algumas inovações incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Culturas transgênicas resistentes a herbicidas mais eficazes</strong>, permitindo o controle seletivo da corda-de-viola.</li>
<li>Modificação genética para <strong>aumentar a competitividade</strong> das plantas cultivadas, reduzindo o impacto das daninhas.</li>
<li>Novos bio-herbicidas à base de microrganismos que atacam seletivamente a corda-de-viola, reduzindo a necessidade de químicos sintéticos.</li>
</ul>
<h3>4. Automação e robótica no controle de plantas daninhas</h3>
<p>Outra tendência emergente é o uso de máquinas agrícolas autônomas equipadas com sensores de reconhecimento de plantas daninhas. Esses equipamentos permitem:</p>
<ul>
<li>Aplicação precisa de herbicidas apenas onde há infestação.</li>
<li>Remoção mecânica da corda-de-viola sem danificar as culturas.</li>
<li>Maior eficiência no manejo e menor dependência de mão de obra.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>corda-de-viola</strong> continua sendo <strong>um dos principais desafios no manejo de plantas daninhas na produção de grãos</strong>. Seu rápido crescimento e resistência a métodos convencionais exigem uma abordagem integrada, combinando controle cultural, mecânico e químico.</p>
<p>O avanço das novas tecnologias, como drones, inteligência artificial e biotecnologia, tem proporcionado estratégias mais eficientes e sustentáveis para minimizar os impactos dessa planta daninha.</p>
<p>No entanto, a chave para o sucesso está no <strong>manejo preventivo e integrado</strong>, evitando a disseminação da corda-de-viola e garantindo a máxima produtividade das lavouras.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Trapoeraba: como identificar e controlar essa planta daninha nas lavouras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/trapoeraba-como-controlar-essa-planta-daninha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 11:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura enfrenta diversos desafios para garantir a produtividade e a qualidade das colheitas. Um desses desafios é o controle de plantas daninhas, que competem por nutrientes, água e luz, comprometendo o desenvolvimento das culturas. Entre essas plantas, a trapoeraba (Commelina benghalensis) destaca-se por sua agressividade e capacidade de adaptação a diferentes condições ambientais. Neste [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura enfrenta diversos desafios para garantir a produtividade e a qualidade das colheitas. Um desses desafios é o controle de plantas daninhas, que competem por nutrientes, água e luz, comprometendo o desenvolvimento das culturas.</p>
<p>Entre essas plantas, a <strong>trapoeraba</strong> (Commelina benghalensis) destaca-se por sua agressividade e capacidade de adaptação a diferentes condições ambientais.</p>
<p>Neste artigo, exploraremos a sua correta identificação, seus impactos na lavouras e as formas mais eficazes de controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como identificar a trapoeraba?</h2>
<p>A trapoeraba (<i>Commelina benghalensis</i>) é uma planta daninha perene da família <i>Commelinaceae</i>, amplamente disseminada em áreas tropicais e subtropicais. Caracteriza-se por suas folhas, caules ramificados e flores azuis ou lilases.</p>
<p>Essa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">planta daninha</a></strong> é conhecida por sua <strong>alta capacidade de adaptação e reprodução</strong>, a qual ocorre por sementes e pedaços de hastes espalhando facilmente para áreas de produção agrícola.</p>
<h3>Características da planta</h3>
<ul>
<li><strong>Folhas</strong>: levemente pubescente, ovais e alternadas, com coloração verde brilhante.</li>
<li><strong>Caules</strong>: ramificados e semiprostrados, podendo formar raízes nos nós em contato com o solo.</li>
<li><strong>Flores</strong>: pequenas, com três pétalas, geralmente azuis ou lilases.</li>
<li><strong>Frutos e sementes</strong>: produz cápsulas contendo várias sementes pequenas e resistentes.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Impactos causados nas lavouras</h2>
<p>A presença de trapoeraba nas lavouras <strong>causa impactos na produtividade da cultura</strong> devido a sua competição, alelopatia e na qualidade da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/">colheita</a></strong>.</p>
<p>As plantas cultivadas próximas começam a mostrar sinais de estresse devido à competição direta por recursos essenciais.</p>
<ul>
<li><strong>Redução do crescimento</strong>: As culturas infestadas apresentam crescimento reduzido, pois a trapoeraba compete por luz, água e nutrientes. As folhas das plantas cultivadas podem tornar-se amareladas e apresentar menor desenvolvimento.</li>
<li><strong>Diminuição da produção</strong>: A produção de frutos, grãos ou outras partes economicamente importantes das culturas é reduzida, pois a daninha utiliza os recursos necessários para o desenvolvimento das plantas, acarretando em redução de produtividade.</li>
<li><strong>Qualidade do produto</strong>: Sua presença pode afetar a qualidade do produto final, devido a competição acarretando em menor peso dos grãos, possível contaminação por resíduos da planta daninha e aumento da umidade do grão no momento da colheita.</li>
<li><strong>Danos físicos</strong>: Em alguns casos, os caules prostrados da trapoeraba podem causar danos físicos às plantas cultivadas, dificultando o acesso à luz e prejudicando o desenvolvimento das culturas.</li>
<li><strong>Dificuldade no manejo</strong>: A capacidade da trapoeraba de enraizar nos nós faz com que seja difícil erradicá-la completamente. Mesmo após a remoção mecânica ou química, novas plantas podem surgir rapidamente a partir de fragmentos de caules e raízes deixados no solo. Além disso, torna-se fácil a disseminação através de máquinas e equipamentos para outras áreas cultivadas.</li>
</ul>
<h3>Competição por nutrientes e recursos</h3>
<p>A presença da trapoeraba na lavoura representa <strong>um dos principais desafios para as culturas</strong> devido à sua alta eficiência na absorção de água e nutrientes.</p>
<p>Essa planta daninha reduz significativamente a disponibilidade desses recursos para as espécies cultivadas, <strong>causando estresse hídrico e nutricional</strong>, o que compromete seu crescimento e desenvolvimento.</p>
<p>Seu sistema radicular superficial permite a rápida captação da umidade do solo, agravando ainda mais a situação em períodos de seca. Como consequência, as plantas cultivadas sofrem com a escassez de água, enquanto a trapoeraba se beneficia da sua capacidade de adaptação. Além disso, sua densa folhagem cria um microclima sombreado, reduzindo a evapotranspiração das culturas e dificultando a fotossíntese.</p>
<p>A competição por nutrientes essenciais, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perdas-de-nitrogenio-na-producao-de-graos/">nitrogênio</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong> e potássio, também é intensa. A absorção desses elementos pela trapoeraba pode causar deficiências nas culturas, resultando em sintomas como clorose (amarelecimento das folhas), crescimento atrofiado e menor resistência a pragas e doenças.</p>
<p>Além da água e dos nutrientes, a luz solar é outro fator disputado. A folhagem densa da trapoeraba pode sombrear as plantas cultivadas, limitando a incidência de luz e reduzindo a taxa de fotossíntese, essencial para a produção de energia e desenvolvimento das culturas.</p>
<p>Em síntese, <strong>a trapoeraba cria um ambiente altamente competitivo</strong>, prejudicando a disponibilidade de recursos fundamentais para as culturas e impactando negativamente a produtividade e a qualidade dos produtos agrícolas.</p>
<h2>Formas de controle da trapoeraba</h2>
<p>Para controlá-la requer-se uma abordagem integrada e estratégica, combinando métodos culturais e químicos para maximizar a eficácia e minimizar os impactos ambientais.</p>
<p>A seguir, são apresentadas as principais estratégias de controle com maior profundidade.</p>
<h3>Métodos Culturais</h3>
<h4>Rotação de Culturas</h4>
<p>A rotação de culturas é uma prática agrícola que envolve a alternância de diferentes tipos de plantas em uma mesma área ao longo do tempo.</p>
<p>Essa técnica pode ajudar a reduzir a sua infestação, pois cada cultura tem diferentes exigências de crescimento e pode interferir no ciclo de vida da planta daninha, além de possibilitar o uso de diferentes ativos de herbicidas para o controle. Por exemplo, <strong>culturas que cobrem rapidamente o solo podem suprimir a emergência da trapoeraba</strong>.</p>
<h4>Cobertura do Solo</h4>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">Plantas da cobertura</a></strong>, como leguminosas e gramíneas, são utilizadas para formar uma cobertura no solo, não deixando o solo exposto, o que reduz a possibilidade de crescimento de plantas daninhas como a trapoeraba, por formar uma camada de palha sobre a superfície, causa um efeito físico e que limita a passagem de luz, criando dificuldades para que haja a germinação de sementes e a barreira dificultando o crescimento inicial das plântulas.</p>
<h3>Controle Químico</h3>
<h4>Herbicidas</h4>
<p>O uso de herbicidas é uma prática comum no controle de trapoeraba. Herbicidas seletivos podem ser aplicados para matá-la sem danificar as culturas. Para um manejo químico eficiente da trapoeraba é essencial que seja feito o controle da planta na fase inicial de desenvolvimento, na fase vegetativa e com poucas folhas desenvolvidas.</p>
<p>O manejo integrado recomenda alternar herbicidas com diferentes modos de ação para prevenir o desenvolvimento de resistência e fazer o uso adequado de herbicidas pré-emergentes.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O controle da trapoeraba é fundamental para garantir a produtividade e a qualidade das lavouras. Uma abordagem integrada, utilizando métodos culturais e químicos, é a forma mais eficaz para manejar essa planta daninha.</p>
<p>Recomenda-se que os agricultores implementem estratégias de manejo integrado, ajustando as práticas conforme as condições específicas de suas propriedades, que não deixem aumentar a infestação e o controle seja feito em plantas menores, tendo assim melhores resultados.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Vassourinha-de-botão: como identificar e controlar essa planta daninha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura. A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas. O manejo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura.</p>
<p><strong>A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas.</strong></p>
<p>O manejo em pré-semeadura ou “<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/" target="_blank" rel="noopener">dessecação</a></strong>” é fundamental para um bom desenvolvimento das lavouras. A eliminação das plantas daninhas, antes da semeadura, permite que a cultura tenha um desenvolvimento inicial rápido e vigoroso.</p>
<p>A literatura tem demonstrado que aplicações sequenciais, que introduzem antecipadamente herbicidas sistêmicos, tais como glyphosate e 2,4-D, e após 15 a 20 dias, na véspera ou na data da semeadura, herbicidas de contato, como paraquat, paraquat em mistura com diuron, diquat e flumioxazin, proporcionam maior eficiência no controle das plantas daninhas.</p>
<p>A utilização isolada do <em>glyphosate</em> já não é mais garantia de uma boa dessecação.</p>
<p>Plantas daninhas resistentes ou com tolerância a este herbicida, como a buva, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/" target="_blank" rel="noopener">capim amargoso</a></strong> e o capim pé-de-galinha já são responsáveis pela utilização de outros herbicidas nas áreas cultivadas com soja no Brasil. <strong>Além disso,</strong> <strong>existem atualmente 41 casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas no país.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é a vassourinha de botão?</h2>
<p>A planta daninha <strong>vassourinha de botão</strong> (<em>Spermacoce</em> sp.) é uma espécie dentro da família Rubiaceae, nativa da América Tropical, introduzida em outras regiões do mundo.</p>
<p>Sua reprodução é exclusiva por sementes, a via fotossintética provável é a do tipo C3 e o ciclo de vida é classificado como perene simples.</p>
<p>As sementes são do tipo fotoblásticas positivas preferenciais e as temperaturas que promovem maior germinação estão entre 20 e 35°C, além disso, a dinâmica populacional da planta é influenciada por elevadas temperaturas (acima de 25 °C) e condições de luminosidade de 12 horas diárias. As estruturas reprodutivas são produzidas em grande quantidade sendo de fácil dispersão.</p>
<p><strong>A vassourinha de botão é uma espécie que apresenta biótipos tolerantes ao <em>glyphosate</em></strong>, e que estão amplamente distribuídos nas lavouras brasileiras. É uma espécie capaz de formar grandes infestações e interferir negativamente em culturas agrícolas e pastagens por meio da competição por nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como controlar a vassourinha de botão?</h2>
<p><strong>As plantas daninhas competem com a cultura da soja pelos recurso</strong>s, competição essa que é importante por poder afetar o desenvolvimento da cultura causando perdas na produtividade, redução na qualidade dos grãos, maturação desuniforme e até inviabilização da colheita.</p>
<p>O manejo dessas plantas daninhas, como a vassourinha de botão, consiste em suprimir o crescimento ou a densidade de indivíduos até níveis aceitáveis, não ocasionando prejuízos para a cultura principal.</p>
<p>Existem diferentes métodos para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">controle de plantas daninhas</a></strong>, sendo o controle químico, principalmente na cultura da soja, o mais utilizado.</p>
<p>Entre os mecanismos de ação utilizados para controle de plantas daninhas dicotiledôneas, se destacam os Inibidores da 5-enolpiruvilchiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), inibidores da enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), Mimetizadores de Auxina (AUXINA), Inibidores do Fotossistema I e II (FSI e FSII) e Inidores da Acetolactato Sintase (ALS).</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> são a principal e mais eficiente ferramenta usada para controle de plantas daninhas na cultura da soja.</p>
<p>O uso desses produtos em pré ou pós-emergência, combinados com outras práticas de manejo, são suficientes para garantir vantagem competitiva para a soja nos estádios iniciais e mesmo durante todo o ciclo. Entre as vantagens do controle químico, podem ser destacadas a eficiência; praticidade e rapidez na operação.</p>
<p>Existem diversas plantas daninhas que apresentam difícil controle. Nesse quesito tem destaque <strong>a vassourinha-de-botão, espécie vem se tornando problema em várias áreas por apresentar difícil controle</strong>, já que os herbicidas utilizados no manejo da lavoura não estão apresentando bom percentual de controle, principalmente o <em>glyphosate</em>, herbicida do qual a planta é considerada tolerante.</p>
<p>Em condições de campo, consultores e produtores relatam bons resultados de controle de <i>Spermacoce sp.</i> com aplicações de herbicidas que agem na PROTOX.</p>
<p>Esse mecanismo contém os herbicidas tidos como mais eficazes para controle de vassourinha de botão com tolerância ao <em>glyphosate</em>. No caso de vassourinha de botão, os mecanismos de tolerância são relacionados com baixa translocação de herbicidas nas plantas.</p>
<p>A competição com plantas de vassourinha de botão durante todo ciclo da soja ocasiona reduções nos índices produtivos, fitomassa da planta e produtividade de grãos da cultura.</p>
<p><strong>Cada planta de vassourinha-de-botão em competição com a cultura da soja durante todo ciclo é capaz de reduzir a produtividade da soja em 1,3 a 4,2%,</strong> equivalente a 0,8 a 2,6 sacas de 60 kg por hectare.</p>
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		<title>E-book Como obter sucesso no plantio de grãos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 13:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O momento do plantio é a etapa crucial para obter o maior potencial produtivo da lavoura. Quando se faz a semeadura no número correto de sementes, atingindo a distância ideal entre elas, na profundidade recomendada para a cultura, com a umidade apropriada do solo, o sucesso da lavoura está encaminhado. Com certeza, há a influência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O momento do <strong>plantio é a etapa crucial para obter o maior potencial produtivo da lavoura</strong>. Quando se faz a semeadura no número correto de sementes, atingindo a distância ideal entre elas, na profundidade recomendada para a cultura, com a umidade apropriada do solo, o sucesso da lavoura está encaminhado.</p>
<p>Com certeza, há a influência do clima, bem como o manejo da adubação, pragas e doenças, os quais irão interferir no decorrer da safra, mas ao acertar o plantio, o produtor deverá se preocupar em reduzir as perdas que irão acontecer durante o ciclo.</p>
<p>Dessa forma, o <strong>investimento</strong> nessa fase inicial traz muitos <strong>resultados positivos</strong> para o produtor, tais como:</p>
<ul>
<li>Aumento na eficiência do uso dos recursos disponíveis (água, nutrientes e luz);</li>
<li>Crescimento homogêneo das plantas;</li>
<li>Lavoura sem plantas duplas e falhas;</li>
<li>Menor desenvolvimento de <strong>plantas daninhas</strong>.</li>
</ul>
<p>Essas características além de beneficiar a colheita ainda aumentam a produção individual por plantas, por isso é preciso investir em maquinário correto e em mão de obra qualificada.</p>
<p>Neste e-book, você descobrirá <strong>como ter sucesso garantido e aumentar os lucros da sua produção</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema Santa Fé: o que é como implantá-lo?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-santa-fe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 14:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas daninhas são sempre uma dor de cabeça ao produtor. Desde os anos 1940, com a Revolução Verde, essa é uma das práticas importantes na produção de alimentos. Boa parte dessas plantas daninhas, também chamadas de invasoras, se desenvolvem junto à cultura e, além de causarem prejuízos no desenvolvimento da cultivar, seu controle impacta no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas daninhas são sempre uma dor de cabeça ao produtor. Desde os anos 1940, com a <strong>Revolução Verde</strong>, essa é uma das práticas importantes na produção de alimentos.</p>
<p>Boa parte dessas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong>, também chamadas de invasoras, se desenvolvem junto à cultura e, além de causarem prejuízos no desenvolvimento da cultivar, seu controle impacta no custo da produção.</p>
<p>Há diversas maneiras de conseguir esse controle contra essas daninhas. Cada método tem suas particularidades e depende de vários fatores para escolher o melhor. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>Manejo preventivo;</li>
<li>Controle mecânico;</li>
<li>Controle físico;</li>
<li>Controle biológico;</li>
<li>Controle cultural.</li>
</ul>
<p>Sobre esse último, controle cultural, basicamente consiste em favorecer o crescimento da cultura principal em detrimento das plantas daninhas, por meio de boas práticas agrícolas, como: rotação de cultura, variação de espaçamento, uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantas de cobertura</strong></a> verde, dentre outros.</p>
<p>No uso da cobertura verde, desde 2000, tem se falado e se implementado muito o <strong>Sistema Santa Fé.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o sistema santa fé?</h2>
<p>O <strong>Sistema Santa Fé</strong> consiste no aproveitamento intensivo das áreas agrícolas, reduzindo os custos porque consegue o aproveitamento da mesma área o ano todo, com lavouras anuais de cereais na safra de verão.</p>
<p>Na entressafra são produzidas forrageiras, como a braquiária, para fornecimento de palhada boa o bastante para um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>.</p>
<p>O engenheiro agrônomo, consultor e especialista em fertilidade, Flávio Moraes, afirma que:</p>
<p><em>“Sim, é um sistema com vários benefícios e pode ser usado como uma forma de manejar plantas daninhas.”</em></p>
<p>No vídeo a seguir, você pode conferir como que esse tipo de sistema funciona, porque ele beneficia tanto, principalmente no caso do milho e quais os parâmetros seguir para fazer dar certo.</p>
<p>Lembrando que, inicialmente pode haver uma competição entre milho e a braquiária. Então como proceder? Flávio Moraes te explica no vídeo a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="SISTEMA SANTA FÉ NO MANEJO DE PLANTAS DANINHAS | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/91ZtofoVLSs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ele cita o exemplo da buva, que é uma planta daninha de difícil controle, mas que no <a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong>consórcio de milho com braquiária</strong></a>, por criar um ambiente desfavorável a ela, acaba ajudando a controlar o surgimento dessa planta invasora.</p>
<p>Posteriormente, esse tipo de técnica, acaba por inibir a germinação de outras plantas daninhas.</p>
<p>Isso significa retorno positivo ao produtor!</p>
<h2>Proteção efetiva e de qualidade em todas as suas safras</h2>
<p>Como dito, plantas daninhas causam enormes prejuízos, quando não controladas. A palavra de “ordem” é essa: controlar.</p>
<p>Essas plantas são apenas um dos problemas que os produtores precisam lidar ao longo do desenvolvimento da cultura e, quando essas são anuais, como soja, milho e demais cereais, o cuidado é ainda mais intenso.</p>
<p>Há ainda as pragas e doenças que impactam em diversas fases da safra. Então, <strong>como se preparar para cada uma delas e garantir mais segurança para uma colheita satisfatória?</strong></p>
<p>Não perca mais tempo. O controle e proteção das suas lavouras, só depende de você!</p>
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<p>Com uma linguagem acessível e foco em aplicações práticas, você vai aprender os fundamentos da produção agrícola, desde os ciclos das culturas até o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e análise de custos e margens.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Drones na agricultura: veja as aplicações e os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 15:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[mapas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informações obtidas por sensoriamento remoto apresentam importância cada vez maior entre as ciências agrárias e geociências. Dentre as vantagens do sensoriamento remoto, destacam-se: Baixo custo para obter informações espacialmente contínuas e em escalas local, regional ou global; Possibilidade de gerar estimativas de parâmetros biofísicos/bioquímicos da vegetação com base em modelos físicos ou empíricos; O fato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Informações obtidas por sensoriamento remoto apresentam importância cada vez maior entre as ciências agrárias e geociências.</p>
<p>Dentre as <strong>vantagens do sensoriamento remoto</strong>, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Baixo custo para obter informações espacialmente contínuas e em escalas local, regional ou global;</li>
<li>Possibilidade de gerar estimativas de parâmetros biofísicos/bioquímicos da vegetação com base em modelos físicos ou empíricos;</li>
<li>O fato de não requerer intervenção no ambiente (não destrutivo);</li>
<li>Apresentar viabilidade econômica e de tempo de execução.</li>
</ul>
<p>Ao integrar um <strong>potencial de alta resolução espacial</strong> com uma grande repetitividade, os drones podem acompanhar de forma adequada a fenologia de culturas agrícolas, demandas dos processos de manejo da lavoura e qualificar a tomada de decisões.</p>
<p>Fixando as condições das câmeras, a escala cartográfica de uma imagem de drone pode equivaler a uma resolução espacial de poucos centímetros a decímetros, dependendo da altura do voo.</p>
<p>Esse é um dos pontos mais atrativos dos dados de drone considerando a demanda das aplicações desses produtos na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">agricultura de precisão</a></strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>A importância dos índices de vegetação</h2>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener">índices de vegetação</a></strong> representam um dos principais produtos gerados a partir das imagens multiespectrais/hiperespectrais adquiridas por meio de drones.</p>
<p>Em geral, operações algébricas são aplicadas para promover esse realce, numa base pixel-a-pixel. Independente do índice e da escala que forma abordado, devemos sempre procurar trabalhar com os dados de reflectância de superfície.</p>
<p>Os números digitais presentes nas imagens devem ser transformados em reflectância para evitar os erros associados a discretização diferenciada de cada banda. A reflectância (efetivamente o fator de reflectância) é uma propriedade do alvo e assim, comparações podem ser feitas em séries históricas de dados de um sensor.</p>
<p>Os índices de vegetação são utilizados para caracterizar a dinâmica da vegetação e para estimar parâmetros biofísicos como o índice de área foliar.</p>
<p>Em tese, o índice de vegetação ideal deveria maximizar a resposta do verdor da vegetação e minimizar a influência dos fatores não desejados (exemplos: efeitos direcionais, atmosfera, contribuição do substrato). Devido ao processo de normalização de boa parte dos índices, espera-se reduzir a influência das diferenças na resolução espacial e espectral dos sensores.</p>
<p>A identificação e o monitoramento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> são necessários, pois cada espécie apresenta seu potencial de estabelecimento e sua agressividade, sendo sua interferência diferente entre as culturas. A identificação correta de plantas daninhas permite compactuar com o manejo integrado de plantas daninhas e ainda monitorar as espécies tolerantes na área.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Agricultura de precisão no uso de defensivos agrícolas</h2>
<p><strong>No manejo de plantas daninhas, a agricultura de precisão permite o gerenciamento local das culturas.</strong></p>
<p>Atualmente os drones, possibilitam fazer levantamentos nas áreas agrícolas, permitindo, assim, o uso de agricultura de precisão para o posterior manejo do sistema agrícola e das ações de melhor manejo.</p>
<p>O uso desta tecnologia no manejo de plantas daninhas tem se mostrado eficiente, com <strong>redução entre 40 a 60% no número de aplicações de herbicidas</strong>.</p>
<p>Entre as mais diversas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">técnicas de aplicação de defensivos agrícolas</a></strong> que são encontradas no mercado, as que mais se destacam são as que se baseiam no princípio de fracionamento hidráulico das gotas. Quando se observa somente o modo cujo defensivo agrícola atua sobre o alvo, é errôneo, pois não se observar a técnica de aplicação de defensivos podem acarretar a contaminação do ambiente.</p>
<p>Para os aplicadores, um dos maiores desafios é minimizar essa contaminação ambiental, devido à forte pressão que a sociedade tem colocado, a fim de uma produção agrícola socialmente sustentável e ambientalmente segura. As aplicações com essas características são conseguidas, com o domínio da técnica de aplicação e a correta escolha da ponta de pulverização.</p>
<p>Atualmente, <strong>a tendência é a redução do volume de pulverização</strong>, pois adotando esse procedimento, se reduz o número de reabastecimentos, e como consequência, há redução do volume de água necessário para as operações, aumentando então, a capacidade operacional.</p>
<p>Têm-se observado a aplicação de baixos volumes e a redução do diâmetro de gotas, fatores estes que, apresentam maiores capacidades de coberturas atingindo então as diversas partes do alvo com maior facilidade.</p>
<h2>Benefícios da pulverização com drones</h2>
<p><strong>Os drones voltados para a pulverização, são equipamentos capazes de operar em áreas de difícil acesso e em locais que aviação agrícola não consegue atuar. </strong></p>
<p>Os gastos com insumos se reduzem em até 80%, otimizando recursos e aplicando defensivos no momento e local correto, além dos impactos ambientais serem reduzidos.</p>
<p>Esses equipamentos podem atender tanto pequenas culturas quanto grandes, em situações que, pulverização com aviões não é viável economicamente, e em áreas de risco, que podem ser próximas à rede elétrica e árvores.</p>
<p>As aplicações realizadas de maneira aérea, não se diferem das aplicações com equipamentos terrestres. O uso da tecnologia aérea se apresenta como mais econômica e vantajosa, uma vez que reduz o tempo da aplicação e que, o produto pode ser aplicado em condições adversas de solos irrigados ou encharcados, possibilitando assim, maior qualidade e uniformidade de aplicação, que não provoca danos seja de amassar a cultura ou compactação de solo.</p>
<p><strong>No processo de produção agrícola, a aplicação de defensivos agrícolas é um dos mais exigentes</strong>, pois além de atender a área de cultivo, existem os cuidados com a preservação do meio ambiente.</p>
<p>Uma máquina sofisticada terá pouco valor, se sua operação não seguir as especificações técnicas. Já é possível utilizar um drone tipo avião para mapear uma grande lavoura e assim, gerar mapas com o posicionamento de focos de plantas daninhas, e assim, pulverizar com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> utilizando o drone multirotor nestes locais em dois ou três dias.</p>
<p>A economia de herbicidas chega em até 95%, em relação à pulverização de uma área total.</p>
<h2>Domine a Agricultura de Precisão e leve mais eficiência para sua produção de grãos</h2>
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		<item>
		<title>Dessecação da soja: qual o momento certo de realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 19:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[dessecação]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso da dessecação em pré-colheita na cultura da soja é bastante utilizado. Você conhece as vantagens de se realizar esta prática? Qual é o momento certo de realizar a dessecação da soja e não reduzir a produtividade? Nesse artigo, iremos responder essas e outras dúvidas sobre o processo de dessecação da soja. &#160; Sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso da <strong>dessecação em pré-colheita na cultura da soja</strong> é bastante utilizado. Você conhece as vantagens de se realizar esta prática? Qual é o momento certo de realizar a dessecação da soja e não reduzir a produtividade?</p>
<p>Nesse artigo, iremos responder essas e outras dúvidas sobre o processo de dessecação da soja.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Benefícios da dessecação da soja</h2>
<p>Atualmente, diversas regiões agrícolas brasileiras vêm adotando a dessecação em pré-colheita da soja. Essa prática possui <strong>três benefícios</strong> fundamentais para os produtores:</p>
<ol>
<li>Uniformidade da maturação dos grãos;</li>
<li>Antecipação da colheita;</li>
<li>Controle de infestação de plantas daninhas que não foram manejadas corretamente no início do cultivo, facilitando assim a colheita.</li>
</ol>
<p>A uniformidade da maturação dos grãos é um fator muito importante, pois <strong>permite maior rendimento operacional da colhedora</strong>, reduzindo os problemas de plantas com haste verde e retenção foliar, o que faz com que a máquina embuche menos, diminuindo de forma expressiva a perda de grãos.</p>
<p>Além disso, <strong>a dessecação permite antecipar a colheita da soja</strong>, o que é fundamental para regiões que tem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">possibilidade de realizar a segunda safra</a></strong>, principalmente com a cultura do milho.</p>
<p>Realizar a semeadura nos primeiros dias da janela de plantio é uma das formas de reduzir os riscos climáticos que são inerentes de cada região, sejam eles geadas ou veranicos.</p>
<h2>Controle de plantas daninhas na dessecação da soja</h2>
<p>Outro fator que merece destaque na atividade da dessecação da soja é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">controle de plantas daninhas</a></strong> que não foram manejadas de forma eficiente no início de desenvolvimento da lavoura.</p>
<p>Essas plantas invasoras, além de reduzir o rendimento operacional, aumentam a porcentagem de impurezas nos grãos e também o teor de umidade, o que gera prejuízos ao produtor no momento do beneficiamento, sendo assim, <strong>a dessecação reduz este problema</strong>.</p>
<p>Pode-se perceber as diversas vantagens de utilizar a dessecação na cultura da soja, no entanto, o produtor precisa ficar atento ao momento correto de se realizar a aplicação do herbicida, pois se aplicado no estádio fenológico incorreto, pode reduzir de maneira expressiva a produtividade da lavoura.</p>
<p>Foi pensando nisso, que o Rehagro Pesquisa conduziu um experimento com o objetivo determinar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/">estádio fenológico</a></strong> adequado para se realizar a dessecação de forma que não afete o potencial produtivo soja.</p>
<p>Para isso foi utilizado o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">herbicida</a></strong> Paraquat, que atua inibindo o fotossistema I. É um herbicida que possui efeito apenas no local de contato com o material vegetal, ou seja, ele não será absorvido e transcolado pela planta, como ocorre no caso de produtos sistêmicos.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/herbicidas-pre-emergentes-em-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=webinar-herbicidas-pre-emergentes&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38631 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes.png" alt="Webinar Herbicidas na Soja" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p>A escolha do produto é muito importante, pois caso seja selecionado um herbicida incorreto para está prática, há a possibilidade de deixar resíduos nos grãos que serão colhidos, desta forma, deve verificar quais os produtos são permitidos e respeitar o período de carência.</p>
<h2>Qual o melhor momento para realizar a dessecação?</h2>
<p>A dessecação foi realizada em <strong>três estádios fenológicos</strong>:</p>
<ol>
<li>R5.5 que representa uma granação de 76 a 100%;</li>
<li>R6 que é 100% da granação com sementes verdes preenchendo toda a cavidade da vagem;</li>
<li>Estádio R7.2 que representa a maturidade fisiológica, onde há de 50 a 70% de folhas e vagens amarelas.</li>
</ol>
<p>Foi conduzido também um tratamento sem dessecação.</p>
<p>Na figura abaixo é possível verificar a situação dos grãos 10 dias após a dessecação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12102 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1.jpg" alt="Soja após dessecação" width="477" height="134" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1.jpg 477w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-300x84.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-370x104.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-270x76.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" /></p>
<p>A dessecação em R7.2 apresentou maior peso em gramas do que as dessecações realizadas em R5.5 e R6, no entanto, não houve diferença com o tratamento controle sem dessecação.</p>
<p>Na figura abaixo é possível observar efeito significativo referente ao peso de mil grãos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12103 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1.jpg" alt="Peso de mil grãos de soja após dessecação" width="512" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-300x185.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-370x228.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-270x166.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>Como visualizado no peso de mil grãos, houve diferença significativa também em produtividade. Na figura abaixo é possível observar a importância de se realizar a dessecação no estágio fenológico correto.</p>
<p>As aplicações realizadas em R5.5 e R6 tiveram perda de produtividade de 59,9 e 24,9%, respectivamente, quando comparados com a testemunha sem dessecação. Não houve diferença estatística entre a aplicação realizada no estádio R7.2 e o tratamento sem dessecação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12104" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1.jpg" alt="Produtividade da dessecação da soja" width="490" height="305" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1.jpg 490w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-370x230.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-270x168.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /></p>
<p>Desta forma, é possível notar a importância de realizar um manejo correto, realizando as atividades no momento ideal. Com esses resultados é possível pensar nas estratégias de manejo mais adequada para cada região, sendo mais uma ferramenta para a tomada de decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Herbicida pré-emergente para soja: guia para um manejo eficaz</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável. Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, <strong>os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável.</strong></p>
<p>Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência ou em pré-plantio incorporado.</p>
<p>A intensidade, a época e o efeito residual de herbicidas aplicados no controle de plantas daninhas têm efeito direto e relevante no potencial produtivo das culturas.</p>
<p>Esse controle é importante devido à competição das plantas daninhas com as culturas por fatores indispensáveis à expressão de seu potencial produtivo, como água, luz e nutrientes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Desafios ambientais na utilização de herbicidas pré-emergentes</h2>
<p>O herbicida ideal seria aquele que efetuasse o controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> com a maior eficiência possível e logo depois se dissipasse sem deixar vestígios e sem ocasionar nenhum dano ao ambiente, cumprindo assim também o seu segundo objetivo.</p>
<p>Devido à <strong>elevada utilização de herbicidas pré-emergentes</strong> nos cultivos agrícolas brasileiros, tem-se observado <strong>maior preocupação quanto à contaminação do ambiente</strong> e à utilização racional dos recursos hídricos e do solo.</p>
<p>Entre os efeitos diretos percebidos pelos produtores estão os sintomas de intoxicação e a redução de produtividade das culturas, ocasionados por herbicidas de ação residual.</p>
<p>Sua permanência e degradação no solo são processos-chave na determinação do seu efeito residual, sendo fundamentais para avaliar a eficiência de controle das plantas daninhas.</p>
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<h2>Herbicidas e Soja RR®</h2>
<p>No Brasil, a liberação oficial da soja RR® que confere a resistência ao herbicida <em>glyphosate</em> deu-se no ano de 1998. <strong>A partir da legalização, a soja RR® passou a ser amplamente cultivada pelos agricultores, sendo sua adoção considerada a mais rápida da agricultura mundial.</strong></p>
<p>Como a inserção do evento biotecnológico da resistência ao <em>glyphosate</em> favoreceu o manejo das plantas daninhas em soja, este também foi introduzido no milho, sendo oficializado o comércio de milho RR® no Brasil em 2008, no entanto, sua aceitação por parte dos agricultores foi menor em relação a da soja.</p>
<p>Inicialmente os motivos da baixa adesão do milho RR® foi o fato de ainda haver opções de herbicidas eficientes para o manejo das plantas daninhas em milho, o maior custo das sementes com a tecnologia RR®, e a possibilidade de plantas voluntárias de milho RR® serem originadas em cultivos subsequentes, tornando-se plantas daninhas importantes, principalmente em sistema de cultivo em que a soja é cultivada após o milho RR®.</p>
<p>No cultivo da soja RR® em sucessão ao milho RR® é caracterizado o problema técnico. As sementes de milho que restam sobre a área germinam no cultivo da soja, infestando-a e criando uma competição interespecífica para cultura naquele momento.</p>
<p>Dessa maneira o milho presente torna-se planta indesejada e de difícil manejo, com potencial de reduzir em até 69,9% a produtividade da cultura da soja.</p>
<p>Nessas situações é intitulado comumente como milho voluntário RR®, milho tiguera, restevas braba e/ou milho guaxo, em que se opta por alternativas de controle pós-emergência através de herbicidas graminicidas.</p>
<p>Plantas voluntárias de milho RR® emergidas em lavouras de soja não são controladas pelo <em>glyphosate</em>, sendo os herbicidas inibidores da enzima Acetil Coenzima A Carboxilase (ACCase) as alternativas adequadas para pós-emergência.</p>
<p>Entretanto, há variabilidade na eficiência de controle dentre os herbicidas inibidores da ACCase para gramíneas, e tendo em vista que a competição do milho na fase inicial do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento da soja</a></strong> é determinante para o nível de dano na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12079 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg" alt="Plantas daninhas na cultura da soja" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Classes de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja</h2>
<p>O uso de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja já é conhecido como ferramenta ideal para reduzir o grau de infestação das plantas daninhas de difícil controle ou com histórico de resistência ao <em>glyphosate</em>.</p>
<p>Nessa modalidade de manejo destacam-se herbicidas como: chlorimuronethyl e imazaquin, inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS); flumioxazin e sulfentrazone, inibidores do Protoporfirinogênio Oxidase (PROTOX/PPO), apresentando diferentes mecanismos de ação e propriedades químicas.</p>
<p>Essa classe de herbicidas requer cuidados por se tratar de produtos intitulados “técnicos”, em relação a sua dinâmica e interação com o solo. Portanto, programas de manejo que contemplem o uso de herbicidas pré-emergentes no controle de milho voluntário RR®, são de suma importância para a sustentabilidade e produtividade da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultura da soja</a></strong>.</p>
<p>Os herbicidas residuais são aqueles que apresentam um maior período de atividade. Entretanto, esses herbicidas podem apresentar um efeito residual (<i>carryover</i>), que pode acarretar impacto ambiental negativo. Efeito residual é a habilidade que um herbicida tem para reter a integridade de sua molécula e, consequentemente, suas características físicas, químicas e funcionais no ambiente.</p>
<p>O potencial de <i>carryover</i> depende do herbicida utilizado, da cultura em sucessão e das condições ambientais após a aplicação de herbicidas. O planejamento da sucessão de culturas deve ser criterioso para evitar este problema, sendo que a situação ideal deve ser o controle com efeito residual até o “fechamento” da cultura.</p>
<h3>Aplicação dos herbicidas pré-emergentes</h3>
<p>O consecutivo incremento da área de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">plantio do milho</a></strong> segunda safra, após o cultivo de verão, torna-se de grande importância investigar a possibilidade de aparecimento de <i>carryover</i> dos herbicidas aplicados na cultura da soja, como é o caso do imazaquin.</p>
<p>Diante disso, Rodrigues &amp; Almeida (1998) recomendam um intervalo de 300 dias entre a aplicação do imazaquin e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener">semeadura do milho</a></strong> em rotação. O herbicida imazethapyr, do grupo das imidazominonas (mesmo grupo do imazaquin), tem a persistência influenciada por propriedades do solo como o pH, a textura, a umidade e o teor de matéria orgânica.</p>
<p>Para a realização da aplicação de herbicidas em pré-emergência é imprescindível o monitoramento das condições do ambiente. <strong>A condição recomendada para a realização da aplicação é de temperatura do ar abaixo de 30°C, umidade relativa do ar (UR) superior a 50% e a velocidade do vento deve estar entre 3 e 10 km/h.</strong></p>
<p>No entanto, muitas vezes durante o dia, principalmente no verão, as condições atmosféricas são desfavoráveis. Desse modo, em determinadas situações, como para a aplicação de herbicidas em pré-emergência da soja onde o alvo principal é o solo, aplicações noturnas podem ser realizadas.</p>
<p>Para compreender o comportamento dos herbicidas no solo e utilizá-los de maneira racional, é de fundamental importância a escolha dos produtos e suas respectivas dosagens para mistura ou aplicação isolada.</p>
<p>Deve-se tomar o devido cuidado quanto ao tipo de solo e clima nos quais serão utilizados, assim como entender o motivo dos problemas ocorridos e prevenir falhas de controle.</p>
<p>Desse modo, reduz-se o risco do impacto ambiental que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/">efeito residual (<i>carryover</i>)</a></strong> possa vir a causar, além de minimizar problemas de fitotoxicidade e perdas em culturas subsequentes.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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		<title>Sensores na agricultura: como utilizar para controle de plantas daninhas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola. Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil. Há, ainda, a remoção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola.</p>
<p><strong>Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil</strong>. Há, ainda, a remoção das daninhas por meios mecânicos, mas este método é mais lento e de custo mais elevado.</p>
<p>O uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>herbicidas</strong></a> acaba sendo, portanto, <strong>a única opção viável para controlar a vegetação indesejada</strong>. No entanto, se os herbicidas não forem usados corretamente, podem ocorrer danos à cultura e ao meio ambiente, por exemplo, afetar agentes de polinização, como as abelhas.</p>
<p>O uso incorreto de herbicidas pode causar contaminação e poluição ao meio ambiente, incluindo cursos de água e solos.</p>
<p>A água é um recurso limitante, e representa até 11% do custo de um cultivo e tem relação direta e indireta com as demais práticas, como citado anteriormente. Se é viável ou não investir, portanto, em um sistema de irrigação, vai depender de muitos fatores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como herbicidas afetam cursos d’água?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme mencionado, o uso incorreto e em excesso de herbicidas ocasiona danos ao meio ambiente e isso inclui os cursos d’águas. Dentre os problemas envolvendo água e o uso incorreto desses defensivos, estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Vazamentos de produtos químicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recipientes de herbicidas descartados incorretamente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Equipamento de lavagem próximo a áreas de drenagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escoamento superficial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lixiviação de herbicida nas vias navegáveis e nas águas subterrâneas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Deriva de pulverização em culturas não visadas.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Os herbicidas podem afetar o solo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As propriedades do solo também podem ser afetadas com o uso de herbicidas, conforme citado abaixo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Química do solo: pH, CTC e Condutividade Elétrica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na população e atividade microbiana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fertilidade e nutrientes disponíveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Composição do solo através do declínio da matéria orgânica.</span></li>
</ul>
<h2>Benefícios das aplicações específicas de herbicidas</h2>
<p>A introdução da aplicação específica de herbicida (pulverização de precisão), reduz o risco potencial de poluição ambiental, bem como os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener">custos de produção para os agricultores</a></strong>.</p>
<p>O uso de pulverização de herbicidas, em área total, resulta na decisão errada de aplicação em todas as áreas de produção.</p>
<p>Isso ocorre porque as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> tendem a crescer em grupos e são povoadas aleatoriamente em todo o talhão. Em um talhão de pousio, o uso de uma pulverização em área total resulta em aplicação em áreas de cultivo que não tenham plantas daninhas no campo, mas que acabam sendo pulverizadas, desperdiçando produtos químicos.</p>
<p><strong>A aplicação específica de herbicida no local, tem o potencial de reduzir as aplicações de herbicida em 10 a 80%</strong>, com pesquisas indicando que áreas de culturas livres de plantas daninhas, que não são pulverizadas, podem render até 10% a mais de produtos.</p>
<p>A garantia da qualidade da pulverização de precisão específica do local é necessária para que os agricultores garantam que as plantas daninhas sejam controladas de maneira eficaz usando essa técnica.</p>
<p>Claro que, reduzindo o custo, otimizando o trabalho, fazendo um controle eficiente, a tendência é também obter um maior <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desempenho nas colheitas</strong></a>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35972 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg" alt="Banner Curso Agricultura de Precisão" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Detecção de plantas daninhas com visão computacional na agricultura</h2>
<p><strong>A visão computacional</strong> <strong>tem a capacidade de discriminar ervas daninhas do solo e tem o potencial de discriminar ervas daninhas de outras plantas vizinhas</strong>. Isso pode ser alcançado através do uso de uma variedade de técnicas, algoritmos e sensores, incluindo tecnologias:</p>
<ul>
<li>Infravermelha (IR);</li>
<li>NIR;</li>
<li>De luz vermelha;</li>
<li>Câmeras de baixo custo.</li>
</ul>
<p>O desenvolvimento de sensores espectrais de banda estreita permitiu que plantas individuais fossem detectadas com sucesso.</p>
<p>Os sistemas atuais de detecção de ervas daninhas disponíveis no mercado, como <em>WeedSeeker</em> e <em>WEEDit,</em> usam tecnologia de luz vermelha, infravermelha e NIR para discriminar o verde de ‘marrom’ para controlar ervas daninhas em pousios.</p>
<p>A clorofila química vegetal, que ocorre naturalmente, reage com essas frequências de luz refletindo comprimentos de onda espectrais específicos. A vegetação saudável absorve a energia da luz azul e vermelha para uso na respiração, fotossíntese e na fabricação de clorofila.</p>
<p>A energia da luz verde é refletida por pigmentos na folha da planta e, portanto, visualizamos as plantas como verdes. A clorofila reflete a energia da luz NIR e, portanto, uma planta saudável que floresce com pigmentos de clorofila refletirá muito mais energia da luz NIR do que a de uma planta ou solo não saudável sozinho.</p>
<p>Esses sensores usam esses dados de refletância para discriminarem entre solo e vegetação, mostrando o avanço tecnológico da <a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>agricultura de precisão</strong></a>.</p>
<h2>Mapeamento de plantas daninhas</h2>
<p>O aspecto mais benéfico do mapeamento de plantas daninhas é a redução no uso de herbicidas. Para que isso seja eficaz, são necessárias informações confiáveis sobre a população e distribuição de plantas daninhas.</p>
<p><strong>O mapeamento de plantas daninhas é uma abordagem que envolve a produção de um mapa detalhado de plantas daninhas</strong>, combinado com outros metadados para aplicação agrícola de precisão, principalmente mapas de tratamento de taxa variável.</p>
<p>Esse mapa de ervas daninhas pode ser integrado a outras informações disponíveis, ao tomar decisões sobre estratégias de controle de plantas daninhas, para aumentar o rendimento e a qualidade da colheita.</p>
<p>O mapeamento <strong>pode ser realizado por observação humana ou sensoriamento remoto</strong>. A observação humana é demorada, ineficiente e trabalhosa. Portanto, o sensoriamento remoto é uma opção mais viável.</p>
<p>O sensoriamento remoto pode produzir mapas de plantas daninhas em que fragmentos dessas plantas são de tamanho suficiente, no entanto, é limitado em resolução espacial e requer tempo considerável e despesas com aquisição e processamento de imagens.</p>
<p><strong>A detecção imediata é uma opção alternativa à detecção remota</strong>. Possui recursos para detecção em tempo real e pulverização local de plantas daninhas.</p>
<p>Além disso, apresenta alta resolução espacial e, com a ajuda da iluminação artificial, pode iluminar o solo e determinar as propriedades espectrais das plantas daninhas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16476 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg" alt="Curvas espectrais de solo e vegetação" width="498" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg 498w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-300x220.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-370x272.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-270x198.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas espectrais de solo e vegetação adquiridas em laboratório, com alta resolução espectral, mostrando a localização das bandas espectrais (B) do sensor Thematic Mapper a bordo do satélite Landsat 5. NIR = Infravermelho próximo. A partir das bandas 3 (B3) e 4 (B4) pode ser calculado o índice de vegetação NDVI. (</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Demattê et al. (2020)).</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16477" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg" alt="Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite" width="600" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-768x558.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-370x269.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-270x196.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-740x537.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-150x109.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1.jpg 825w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite. (Fonte: Sensix)</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A robótica na agricultura tem a capacidade de revolucionar o setor agrícola, mudando a maneira de pensar dos agricultores e, como resultado, aprimora as práticas agrícolas.</p>
<p><strong>A detecção e controle automáticos de plantas daninhas apresentam-se como uma tecnologia promissora para a sustentabilidade, desenvolvimento e produção agrícola</strong>. Ajudam a reduzir o químico aplicado sob a forma de herbicidas, reduzindo também a degradação ambiental.</p>
<p>Esses sistemas demonstram a promessa da tecnologia robótica para controle de plantas daninhas. É o futuro agrícola!</p>
<p>Agora, você já sabe sobre o sensoriamento remoto para as plantas daninhas e como é a sua ação.</p>
<p>O sensoriamento para detecção de pragas também vem sendo desenvolvido por meio da <a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Inteligência Artificial</strong></a>, que pode determinar a qualidade da safra com mais precisão, diminuir danos por erros humanos e, consequentemente, levar ao aumento da lucratividade!</p>
<h2>Domine a Agricultura de Precisão e leve mais eficiência para sua produção de grãos</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Passo a Passo na Agricultura de Precisão em Grãos</a></strong> é um curso 100% online, objetivo e voltado para a prática, ideal para profissionais que querem aprofundar seus conhecimentos com base em situações reais.</p>
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		<item>
		<title>Plantas daninhas de difícil controle na cultura do café: veja as principais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 16:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas daninhas são quaisquer seres vegetais que crescem onde não são desejadas. Nesse sentido, essas plantas podem competir por recursos básicos ao desenvolvimento da cultura, como água, luz, nutrientes e o espaço para o crescimento. Indiretamente, elas também podem prejudicar as plantas cultivadas, por meio da exsudação de substâncias alopáticas (tóxicas) ou por serem hospedeiras [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas daninhas são quaisquer seres vegetais que <strong>crescem onde não são desejadas.</strong> Nesse sentido, essas plantas podem competir por recursos básicos ao desenvolvimento da cultura, como água, luz, nutrientes e o espaço para o crescimento.</p>
<p>Indiretamente, elas também podem prejudicar as plantas cultivadas, por meio da exsudação de substâncias alopáticas (tóxicas) ou por serem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener">hospedeiras de pragas</a></strong> e doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Tipos de plantas daninhas no cafeeiro</h2>
<p>Na cultura do café é comum encontrar as plantas daninhas:</p>
<ul>
<li>Caruru (<em>Amaranthus spp</em>);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/buva-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Buva (<em>Conyza spp</em>)</a></strong>;</li>
<li>Picão preto (<em>Bidens pilosa</em>);</li>
<li>Capim-marmelada (<em>Urochloa plantaginea</em>);</li>
<li>Trapoeraba (<em>Commelina benghalensis</em>);</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/" target="_blank" rel="noopener">Tiririca (<em>Cyperus rotundus</em>)</a></strong>;</li>
<li>Guanxuma (<em>Sida spp.);</em></li>
<li>Poaia branca (<em>Richardia brasiliensis</em>);</li>
<li>Capim-amargoso (<em>Digitaria insularis</em>);</li>
<li>Capim-pé-de-galinha (<em>Eleusine indica</em>);</li>
<li>Corda de viola (<em>Ipomoea spp</em>);</li>
<li>Erva quente (<em>Spermacoce latifolia</em>);</li>
<li>Capim-de-burro (<em>Cynodon dactylon</em>);</li>
<li>Maria pretinha (<em>Solanum americanum</em>).</li>
</ul>
<p>Recentemente um sério problema que é agravante no manejo de plantas daninhas, são as <strong>plantas daninhas resistentes aos principais herbicidas utilizados. </strong></p>
<p>Nesse sentido, das plantas anteriormente citadas, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/" target="_blank" rel="noopener">o capim amargoso e buva se destacam</a></strong> com resistência pronunciada a diversos herbicidas utilizados na cafeicultura, dificultando assim seu manejo. Aliado a isto, as espécies do gênero <em>Ipomoea </em>e a espécie <em>Commelina benghalensis</em> possuem grande tolerância ao herbicida glifosato, um dos herbicidas mais utilizados na cafeicultura.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Plantas daninhas de difícil controle</h2>
<h3>Capim-amargoso<i> (Digitaria insularis)</i></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22584" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1.jpg" alt="Plantas daninhas capim-amargoso" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1.jpg 945w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Capim-amargoso (</span><i><span style="font-weight: 400;">Digitaria insularis</span></i><span style="font-weight: 400;">) na entrelinha do cafeeiro. (Foto: Diego Baquião).</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O capim-amargoso (</span><i><span style="font-weight: 400;">Digitaria insularis</span></i><span style="font-weight: 400;">) é uma planta daninha perene pertencente à família Poaceae, com altura em torno de 50 a 100 cm, formando pequenas touceiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua reprodução se dá através de curtos rizomas e sementes (Lorenzi, 2014), sendo difícil seu controle após a floração, pelo fato dos principais herbicidas que possuem ação sobre esta planta são herbicidas que agem no meristema apical da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa espécie apresenta grande potencial de infestação, por apresentar pequenas sementes pilosas, que podem ser carregadas facilmente pelo vento a longas distâncias.</span></p>
<h4>Manejo do Capim Amargoso</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22586" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2.jpg" alt="Capim-amargoso" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-2-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Capim amargoso em lavoura de café (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os herbicidas que possuem ação nesta espécie daninha, são os inibidores de Acetil Coenzima A Carboxilase (ACCAse). Estes herbicidas são seletivos para o cafeeiro, visto que a planta de café não possui esta enzima. Dentre os herbicidas deste grupo podemos citar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fluasifope-P-butílico: Fusilade 250 EW®</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Haloxifope-P-Metílico: Gallant Max®, Gallant R®, Verdict Max®, Verdict R®</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cletodim: Cletodim Nortox®, Podium S®, Poquer®, Select 240 EC®, Select One Pack®</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Haloxifope-P-Metílico + Cletodim: Kennox®</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Uso de óleo é desejável para melhoria do controle</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta enzima, ACCAse, é uma enzima presente no meristema de crescimento da planta, portanto o estádio de desenvolvimento da planta é chave para o sucesso no controle, assim, devemos ter as seguintes ações:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Plantas de Capim Amargoso antes do florescimento:</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Aplicação de Glifosato + Inibidor de ACCAse + Óleo</span></p>
<ol start="2">
<li><span style="font-weight: 400;"> Plantas de Capim Amargoso já florescidas:</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Capina mecânica via roçadeira ou trincha com aplicação de Glifosato + Inibidor de ACCAse + Óleo quando as plantas de Amargoso iniciarem a rebrota com boa área foliar para absorção do produto.</span></p>
<h3>Buva no cafeeiro (Conyza spp)</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22587 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-3.jpg" alt="Planta daninha buva no cafeeiro" width="640" height="480" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-3.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-3-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-3-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Buva (</span><i><span style="font-weight: 400;">Conyza</span></i><span style="font-weight: 400;"> spp) (Foto: Larissa Cocato)</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><strong>buva ou voadeira (<i>Conyza </i>spp)</strong><span style="font-weight: 400;"> é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta. Em virtude da sua resistência ao glifosato, seu controle no cafeeiro ficou mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova.</span></p>
<h4>Manejo da buva</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22588 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-4.jpg" alt="Plantas daninhas da espécie buva" width="480" height="640" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-4.jpg 480w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-4-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-4-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ocorrência de Buva (</span><i><span style="font-weight: 400;">Conyza</span></i><span style="font-weight: 400;"> spp) no cafeeiro. (Foto: Larissa Cocato).</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No controle químico, pode-se utilizar inseticidas inibidores da Protox, que atuam inibindo a atuação da enzima protoporfirinogênio oxidase, como é o caso dos ingredientes ativos: Oxyfluorfen, Flumioxazin e Saflufenacil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também pode se utilizar herbicidas inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS), como, por exemplo, o Metsulfuron. Vale destacar que esse herbicida é sistêmico e pode acarretar problemas no desenvolvimento radicular se atingir o cafeeiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aplicação sequencial é uma opção dependendo do nível de infestação de buva no cafeeiro, para o controle químico ser eficiente as plantas devem estar menores que 25 cm, conforme o tamanho da planta vai aumentando a eficiência no controle vai diminuindo.</span></p>
<h3>Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22589" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5.jpg" alt="Planta daninha capim-pé-de-galinha" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-5-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Capim-pé-de-galinha (</span><i><span style="font-weight: 400;">Eleusine indica</span></i><span style="font-weight: 400;">) (Foto: Flávio Moraes)</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) é um monocotiledônia da família Poaceae (Gramineae), anual, com aproximadamente 30 a 50 cm de altura, formando densas touceiras (Lorenzi, 2014). Sua reprodução é via sementes, com produção média de 40 mil sementes por planta.</span></p>
<h4>Manejo do Capim-pé-de-galinha</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22591" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6.jpg" alt="Planta daninha capim-pé-de-galinha" width="500" height="667" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6-740x987.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-6-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Capim-pé-de-galinha (</span><i><span style="font-weight: 400;">Eleusine indica</span></i><span style="font-weight: 400;">). (Foto: Flávio Moraes).</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o manejo do Capim-pé-de-galinha, deve-se realizar a triações em plantas jovens na entressafra e capina química no preparo da colheita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como em alguns casos, essa planta daninha adquiriu resistência ao glifosato, pode-se optar pela utilização de inibidores da ACCase, como fluazifop ou haloxyfop, em pós-emergência, que proporcionam bom controle do capim-pé-de-galinha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, pode ser utilizado o flumioxazin (inibidores da PROTOX). No entanto, em outros casos, o glifosato sequencial tem resolvido. Salienta-se a importância de se rotacionar mecanismos de ação.</span></p>
<h3>Manejo da braquiária na entrelinha do cafeeiro</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22590" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-7.jpg" alt="Braquiária na entrelinha do cafeeiro" width="500" height="668" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-7.jpg 767w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-7-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-7-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-7-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-7-740x988.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe-7-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Manejo cafeeiro com braquiária na entrelinha (Foto: Luiz Paulo Vilela.)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/"><b>utilização da braquiária como cobertura do solo na entrelinha do cafeeiro</b></a><span style="font-weight: 400;">, é uma opção de manejo, com o intuito de suprimir o aparecimento de plantas daninhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, este manejo protege o solo, reduzindo assim o risco de erosão, acarreta aumento do teor de matéria orgânica no solo, reduz a amplitude térmica no solo e também reduz a utilização de herbicidas na entrelinha do cafeeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o controle químico será realizado apenas na linha de plantio (projeção da “saia” do cafeeiro), e a braquiária na entrelinha do cafeeiro será manejado por meio de roçadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a condução dessa gramínea na área, recomenda-se que se realize a roçada antes do seu florescimento, para não ocorrer a germinação de sementes próximas ao cafeeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante que essas plantas sejam manejadas respeitando a distância de 1 metro de cada lado da linha do cafeeiro (Souza et al., 2006), a fim de que essas plantas não exerçam competição com o cafeeiro, podendo acarretar prejuízos.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Como fazer o manejo preventivo de plantas daninhas?</h2>
<p>O manejo preventivo de plantas daninhas consiste no uso de práticas que visam <strong>evitar a introdução, estabelecimento e/ou a disseminação</strong> de determinadas espécies em áreas ainda não infestadas por elas.</p>
<p>Neste sentido, práticas como a limpeza de máquinas e implementos que serão utilizados na área, são medidas essenciais para evitar a disseminação das mesmas.</p>
<h3>Controle cultural</h3>
<p>O controle cultural consiste no uso de práticas que <strong>favoreçam o desenvolvimento da cultura em detrimento da planta daninha</strong>.</p>
<p>Como exemplo, tem-se a <strong>utilização do capim braquiária na entrelinha do cafeeiro</strong>, visto que, além de suprimir o crescimento de outras plantas daninhas na rua do cafeeiro, também reduzem o risco de erosão do solo, aumentam o teor de matéria orgânica do mesmo, reduzem a amplitude térmica do solo, e, em lavouras novas podem ser utilizados como quebra ventos.</p>
<p>As espécies de capim braquiária mais indicadas para o plantio em consórcio nas entrelinhas do cafeeiro são: <em>Urochloa decumbens</em> e <em>Urochloa ruziziensis</em>. A espécie <em>Urochloa brizantha </em>(braquiarão) não é muito indicada devido seu crescimento entouceirado não cobrir totalmente o terreno e dificultar o manejo de varrição.</p>
<p>Esse manejo com o capim braquiária, acarreta em <strong>redução do uso de herbicidas</strong>, isso porque o controle químico será realizado apenas na linha de plantio (projeção da “saia” do cafeeiro), e o capim braquiária na entrelinha do cafeeiro será manejo por meio de roçadas (controle mecânico).</p>
<p>Preconiza-se a roçada antecedendo o florescimento desta gramínea, visando a manutenção do banco de sementes do solo e também para que não ocorra a germinação de sementes próximas ao cafeeiro.</p>
<h3>Controle mecânico</h3>
<p>O controle mecânico consiste no uso de práticas de <strong>eliminação de plantas por meio do efeito mecânico</strong>.</p>
<p>Como exemplo, tem-se a capina manual, as roçadas, sejam elas manuais ou mecanizadas. Aliado a isto, tem-se como forma mecânica de se manejar plantas daninhas o uso de grades e arados.</p>
<h3>Controle físico</h3>
<p>O controle físico de plantas daninhas em cafeeiros consiste no <strong>uso de técnicas que impliquem no impedimento físico ao crescimento/germinação das plantas daninhas</strong>.</p>
<p>Práticas como a utilização de restos vegetais ou coberturas não vivas no solo são recorrentemente utilizadas em cultivos cafeeiros.</p>
<p>Como exemplo de controle físico, tem-se a <strong>utilização de cobertura morta</strong>, com restos vegetais do Capim braquiária (palhada) ou mesmo a utilização de casca de café em cobertura. Salienta-se que, os restos culturais de qualquer planta de cobertura consorciada na entrelinha do cafeeiro, quando manejadas corretamente, podem servir como medida física de controle.</p>
<p>Além disso, o filme de polietileno também é considerado um controle físico, conhecido como <strong>Mulching</strong>, que já é amplamente utilizado na horticultura, e tem sido empregado em algumas áreas no cultivo do café.</p>
<p>Trabalhos como os de Castanheira (2018) e Voltolini (2019) relatam as vantagens desta tecnologia para a otimização do manejo das plantas daninhas e também dos recursos essenciais ao desenvolvimento do cafeeiro, como água e nutrientes.</p>
<h3>Controle biológico</h3>
<p>Esta forma de controle se dá com a <strong>utilização de agentes biológicos para erradicar plantas indesejadas</strong>, no entanto, a aplicabilidade deste método ainda é um entrave.</p>
<p>Neste sentido, também a <strong>alelopatia</strong> é considerada uma forma de controle biológico, que consiste na inibição química exercida devido a liberação de compostos de uma planta, esteja ela viva ou morta, sobre a germinação ou desenvolvimento de outras plantas.</p>
<p>A integração com animais também pode ser alternativa para o controle das plantas daninhas por meio do pastoreio.</p>
<h3>Controle químico</h3>
<p>O controle químico se dá por meio da <strong>utilização de herbicidas</strong>, visando o controle das plantas daninhas. Esse método é amplamente utilizado, devido a sua eficácia, custo reduzido, facilidade de aquisição dos produtos e também por existirem moléculas seletivas ao cafeeiro.</p>
<p>Existem diversos mecanismos de ação dos herbicidas, dentre eles: inibidores de ACCase, inibidores de ALS, inibidores de EPSPs, mimetizadores de auxina, inibidores do FS I, inibidores do FS II, inibidores da PROTOX, inibidores da biossíntese de carotenoides, inibidores do arranjo de microtúbulos e inibidores da síntese de ácidos graxos de cadeia muito longa, que devem ser utilizados de acordo com as plantas daninhas presentes na área.</p>
<p>Em cafeeiros, <strong>a maior utilização se dá com os inibidores de EPSPs, com o uso do Glyphosate</strong>. Outra alternativa são os inibidores da ACCase, que atuam exercendo controle sobre as plantas daninhas monocotiledôneas e são seletivas ao cafeeiro.</p>
<p>Outro mecanismo de ação que apresenta moderada seletividade às plantas de cafeeiro são os inibidores da ALS, que também são eficientes no controle das plantas daninhas (eudicotiledôneas).</p>
<h2>Manejo integrado de plantas daninhas</h2>
<p>Para o manejo de plantas daninhas em cafeeiros <strong>é importante que se faça o manejo integrado</strong>, que contempla a combinação dos métodos citados anteriormente, capazes de manter o cafeeiro livre de competição, e além disso, reduzir o impacto ambiental negativo.</p>
<p>Um exemplo de sucesso no manejo integrado de plantas daninhas em cafeeiros é a consorciação com o capim braquiária, que é uma medida de controle cultural. Contudo, por meio da roçada (manejo mecânico), os restos culturais são depositados nas linhas de café, exercendo controle físico sobre a germinação das plantas daninhas.</p>
<p>Aliado a isto, o manejo correto é preconizado com a utilização de herbicidas para fazer a “trilhação” da lavoura, ou seja, manter a linha “no limpo”. Alguns trabalhos relatam a ocorrência de exsudação de composto das raízes do capim braquiária que atuam inibindo o crescimento de algumas plantas daninhas.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, devemos ficar atentos a realização de um controle eficiente de plantas daninhas nas lavouras de café, buscando sempre manejar essas plantas invasoras nas suas fases iniciais, para que seu controle possa ser mais eficiente e não haja competição com a cultura de interesse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, destaca-se também a importância de se rotacionar mecanismos de ação dos herbicidas, a fim de não selecionarmos plantas resistentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, podemos contar com estratégias de manejo que auxiliem na supressão de plantas daninhas, como é o caso da utilização de braquiária na entrelinha do cafeeiro.</span></p>
<h2>Domine o manejo e a gestão para aumentar a rentabilidade da sua lavoura</h2>
<p>As plantas daninhas de difícil controle podem reduzir a produtividade do café e elevar os custos de produção. Para vencer esse desafio e garantir melhores resultados, não basta apenas conhecer as técnicas de manejo: é preciso adotar uma gestão eficiente de toda a lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a aplicar ferramentas práticas de gestão, tomar decisões assertivas e conduzir sua produção de forma mais produtiva e lucrativa.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28031 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1.jpg" alt="Luiz Paulo Vilela" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Buva no cafeeiro: como realizar o manejo dessa planta daninha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 19:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[buva]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[inseticidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A buva ou voadeira (Conyza spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta. Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova. A planta daninha é qualquer ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>buva</strong> ou voadeira (<em>Conyza </em>spp.) é uma planta anual, com alta produção de sementes, podendo produzir até 200.000 sementes por planta.</p>
<p>Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova.</p>
<p>A planta daninha é qualquer ser vegetal que cresce onde não é desejada, e essa incidência de plantas daninhas pode <strong>interferir no desenvolvimento</strong> da cultura de interesse, devido à competição por água, luz, CO₂ e nutrientes.</p>
<p>Nesse sentido, devemos ficar atentos à ocorrência de plantas invasoras, principalmente aquelas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">difícil controle</a></strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Como manejar a buva no cafeeiro?</h2>
<p>A utilização da braquiária como cobertura do solo na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">entrelinha do cafeeiro</a></strong>, é uma opção de manejo, com o intuito de suprimir o aparecimento de outras plantas daninhas, por exemplo, a buva.</p>
<p>Além disso, este manejo protege o solo e reduz a utilização de herbicidas na entrelinha do cafeeiro, visto que, serão realizadas apenas reações químicas na linha.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5262 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg" alt="Buva" width="465" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro.jpg 465w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-300x206.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-370x254.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro-270x185.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 465px) 100vw, 465px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Buva (<em>Conyza spp</em>)</span></p>
<p>Nesse sentido, deve-se estar atento a ocorrência dessas plantas na linha de plantio, uma vez que a buva pode exercer grande competição com o cafeeiro, e seu controle pode ser dificultado.</p>
<p>No <strong>controle químico</strong>, pode-se utilizar herbicidas inibidores da protox, que atuam inibindo a atuação da enzima <em>protoporfirinogênio oxidase</em>, como é o caso dos ingredientes ativos: <em>Oxyfluorfen, Flumioxazin, Carfentrazone-ethyl</em> e <em>Saflufenacil</em>, ou também pode se utilizar o <em>Metsulfuron</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5263" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg" alt="Ocorrência de Buva (Conyza spp) no cafeeiro" width="375" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/buva-no-cafeeiro2.jpg 480w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></strong><span style="font-size: 10pt;">Ocorrência de Buva (<em>Conyza spp</em>) no cafeeiro.</span></p>
<p>A <strong>aplicação sequencial</strong> é uma opção dependendo do nível de infestação de buva no cafeeiro, para o controle químico ser eficiente as plantas devem estar menores que 25 cm, conforme o tamanho da planta vai aumentando a eficiência no controle vai diminuindo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-braquiaria-entrelinha-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-brachiaria&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39671 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png" alt="E-book Brachiaria na entrelinha" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-brachiaria-entrelinha-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Eleve a gestão da sua lavoura de café</h2>
<p>O manejo da buva é apenas um dos muitos desafios da cafeicultura. Para ter produtividade, qualidade e lucro consistentes, é preciso ir além do controle pontual e adotar uma gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende de forma prática a reduzir custos, melhorar o uso de insumos, aumentar a eficiência da fazenda e tomar decisões mais assertivas, sempre com base em conhecimento técnico atualizado e aplicado à realidade do campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
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		<title>Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 15:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[lavouras]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
		<category><![CDATA[tiririca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer competição com o cafeeiro. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento. Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas podem servir como hospedeiras de pragas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/">Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As plantas daninhas apresentam grande capacidade de exercer <strong>competição com o cafeeiro</strong>. Por isso, quando não manejadas, interferem no desenvolvimento do cafeeiro, principalmente em lavouras novas, que estão em fase de crescimento.</p>
<p>Essas plantas invasoras podem trazer diversos malefícios, além da competição por água, luz, CO2 e nutrientes, elas <strong>podem servir como hospedeiras de pragas e doenças.</strong></p>
<p>Destaca-se este problema no período mais seco, com falta de chuvas, devido a agressividade dessas plantas, principalmente as gramíneas, que possuem o metabolismo C4, dessa forma, apresentando maior eficiência do uso da água quando comparado ao cafeeiro, com metabolismo C3.</p>
<p>Por isso, essas plantas possuem grande poder de competição com cafeeiro, podendo resultar em atrasos no desenvolvimento das plantas, com posterior redução da produtividade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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    formId: "7dcaf60d-0e23-40ed-8b40-9b8cb07b4128",
    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2><i>Cyperus rotundus L</i> &#8211; Tiririca</h2>
<p>Nesse sentido, a <strong>tiririca (<em>Cyperus rotundus</em> L.)</strong> é uma planta daninha pertencente à família Cyperaceae, com altura em torno de 10 a 60 cm e reprodução quase exclusiva por tubérculos.</p>
<p>Devido a sua alta agressividade, essa planta <strong>pode exercer grande competição com o cafeeiro</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4255" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg" alt="Planta tiririca Cyperus rotundus" width="450" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2.jpg 391w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-300x222.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-370x273.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-270x200.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></span><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Tiririca (<em>Cyperus rotundus</em>). Fonte: </span><span style="font-weight: 400;">techieoldfox</span></span></p>
<p>Por isso, como mostram as fotos abaixo, as plantas de café que possuem plantas de tiririca próximas, sentiram mais do que as plantas de café que estão com o solo exposto, isso porque, a competição das plantas invasoras não é somente por água, mas também por nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4256" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg" alt="Matocompetição na lavoura de café" width="450" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3.jpg 509w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-270x300.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final3-370x411.jpg 370w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Plantas de café sentido a seca e a mato competição exercida por plantas daninhas. (Foto: Diego Baquião</span><span style="font-weight: 400;">)</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4257" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg" alt="Plantação de café com solo exposto" width="400" height="534" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4.jpg 567w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-370x494.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tiririca-mato-competicao-final4-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de café na mesma época, sentindo menos a seca, sem a presença de plantas daninhas na linha de plantio (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>Souza et al. (1999) determinaram os teores de nutrientes e a relação C/N presente na matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus </i>(Tiririca), e encontraram os valores abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41820 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png" alt="Valores dos macronutrientes da matéria seca" width="906" height="102" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes.png 906w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-300x34.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-768x86.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-370x42.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-270x30.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-740x83.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-macronutrientes-150x17.png 150w" sizes="auto, (max-width: 906px) 100vw, 906px" /><span style="font-size: 10pt;">Valores dos macronutrientes da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.  </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41821 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png" alt="Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca" width="903" height="98" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes.png 903w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-300x33.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-768x83.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-370x40.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-270x29.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-740x80.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-valores-micronutrientes-150x16.png 150w" sizes="auto, (max-width: 903px) 100vw, 903px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Valores dos micronutrientes, carbono e a relação C/N da matéria seca da parte aérea da espécie <i>C. rotundus</i> (nome comum: tiririca). Adaptado de Souza et al. (1999). Botucatu/SP.</span></p>
<p>Dessa forma, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">o manejo adequado de plantas invasoras</a></strong> é de grande valia, visando não possuir interferências no crescimento e desenvolvimento do cafeeiro.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o manejo da tiririca?</h2>
<p>Deve-se realizar um manejo de plantas daninhas em lavouras em formação e em lavouras adultas.</p>
<p>Esse manejo deve ser feito antes que as plantas invasoras atinjam o florescimento, principalmente quando jovens, pois seu controle é mais fácil, e a competição pelos nutrientes do cafeeiro será pequena.</p>
<p>O controle pode ser feito através da utilização de herbicidas, controle mecânico ou mesmo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">manejando plantas de cobertura na entrelinha</a></strong>.</p>
<p>No controle químico, pode se utilizar os herbicidas:</p>
<ul>
<li>Diquat;</li>
<li>Ethoxysulfuron;</li>
<li>Glyphosate;</li>
<li>Glyphosate + Imazethapyr;</li>
<li>Halosulfuron;</li>
<li>Imazapic;</li>
<li>Imazapyr;</li>
<li>Paraquat;</li>
<li>Triclopyr.</li>
</ul>
<p>Destacando a importância de se rotacionar os modos de ação, evitando possíveis plantas resistentes, em alguns casos encontram-se plantas com determinada resistência e neste caso pode ser utilizado a aplicação sequencial do herbicida como é o caso do <em>glyphosate</em>.</p>
<p>A utilização de plantas de cobertura na entrelinha, além de atuar no controle de plantas invasoras por competição física, também atuam protegendo o solo contra erosão, ciclam nutrientes e estruturam o solo.</p>
<p>Entretanto, quando não manejadas, elas também podem exercer competição com o cafeeiro, por isso, recomenda-se que a braquiária fique com distância de pelo menos 1 metro do cafeeiro.</p>
<h2 data-start="63" data-end="138">Melhore a gestão da sua lavoura e conquiste mais produtividade no café</h2>
<p data-start="140" data-end="432">A tiririca é uma das plantas daninhas mais difíceis de controlar e pode comprometer seriamente o desenvolvimento do cafeeiro se não for manejada corretamente. Mas, além de dominar o controle de invasoras, é fundamental aplicar uma gestão estratégica que envolva todas as etapas da produção.</p>
<p data-start="434" data-end="644">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a utilizar ferramentas práticas de gestão, otimizar os tratos culturais e aumentar a rentabilidade da sua lavoura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-da-tiririca/">Tiririca (Cyperus rotundus): como realizar o manejo correto dessa planta daninha?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Capim-amargoso e buva: como controlar em lavouras de grãos?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 12:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[buva]]></category>
		<category><![CDATA[capim-amargoso]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O capim-amargoso (Digitaria insularis) é uma planta perene com alta capacidade de dispersão pelo vento e com excelente adaptabilidade as diferentes regiões brasileiras. Além destas características que o fazem ser uma planta de difícil controle, o mesmo apresenta biotipos resistentes à molécula de glifosato dificultando ainda mais seu manejo. A buva (Conyza spp.), também é uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>capim-amargoso</strong> (<em>Digitaria insularis)</em> é uma planta perene com <strong>alta capacidade de dispersão pelo vento</strong> e com excelente adaptabilidade as diferentes regiões brasileiras.</p>
<p>Além destas características que o fazem ser uma planta de difícil controle, o mesmo apresenta biotipos resistentes à molécula de glifosato dificultando ainda mais seu manejo.</p>
<p>A <strong>buva</strong> (<em>Conyza spp</em>.), também é uma planta daninha que <strong>apresenta resistência ao glifosato</strong>, com elevada adaptação aos sistemas produtivos e alta produção de sementes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Quais são as características da buva e do capim-amargoso?</h2>
<p>O capim-amargoso é uma planta perene com capacidade de formar perfilhos, possui um sistema radicular composto por rizomas curtos que acumulam grandes quantidades de amido.</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ciclo longo, podendo passar os 2 anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sua reprodução é facilitada, já que pode ser tanto por rizoma, quanto semente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alta proliferação reprodutiva: além de produzir em torno de 1000 sementes, se dispersa facilmente pelo vento. Dentre outras.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4183 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso2.jpg" alt="Planta adulta de capim-amargoso." width="175" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso2.jpg 175w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso2-167x300.jpg 167w" sizes="auto, (max-width: 175px) 100vw, 175px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Planta adulta de capim-amargoso.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4184" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso3.jpg" alt="Inflorescência tipo panícula do capim-amargo" width="200" height="312" /><span style="font-size: 10pt;">Inflorescência tipo panícula do capim-amargo.</span></p>
<p>A buva é uma planta anual com <strong>alta produção de sementes</strong>, podendo chegar a <strong>200 mil sementes por planta</strong>, apresenta formato piramidal e germina muito bem no período de entressafra, sendo esse um bom momento para controle.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4185" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso4.jpg" alt="Planta adulta de buva" width="210" height="355" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Planta adulta de buva</span></p>
<h2>Buva e plantio direto: por que temos menor ocorrência?</h2>
<p>Podemos classificar as sementes como<strong> fotoblásticas positivas</strong> (necessitam de luz para germinar) ou <strong>fotoblásticas negativas </strong>(não precisam de luz para germinar).</p>
<p>A buva é uma espécie fotoblástica positiva, com isso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">a adoção do sistema de plantio direto</a></strong> reduz a ocorrência desta planta daninha, pois a palhada formada sob o solo impede a passagem de luz, impossibilitando a germinação.</p>
<p>Por isso, é muito importante colocar palha no sistema utilizando espécies com potencial para tal função, por exemplo, a braquiária.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como evitar o surgimento de novos biotipos de capim-amargoso e buva?</h2>
<p>Para impedir o surgimento de plantas daninhas resistentes a moléculas de herbicidas, é preciso adotar a rotação de princípios ativos de herbicidas, pois, desta forma se reduz a pressão de seleção.</p>
<p>Neste tipo de rotação, é recomendado que se utilize princípios ativos com diferentes mecanismos de ação, por isso a importância de se buscar acompanhamento técnico para melhor posicionamento de produtos.</p>
<h2>Controle do capim-amargoso e buva</h2>
<p>As plantas de capim-amargoso apresentam <strong>maior sensibilidade a herbicidas</strong> nos estádios iniciais de desenvolvimento, desta forma, é preciso evitar que a planta se estabeleça e comece a formar rizomas e grandes touceiras.</p>
<p>Os herbicidas são muito eficientes quando as plantas apresentam entre 3 e 4 folhas, quando se inicia o perfilhamento, ou no rebrote a eficiência reduz muito, esta é ainda menor quando se forma touceiras.</p>
<p>Para fazer o controle químico destas plantas infestantes, é preciso fazer um levantamento da incidência destas plantas avaliando o estádio fenológico.</p>
<p>Abaixo são apresentados alguns <strong>ingredientes ativos que podem ser utilizados para o controle destas daninhas</strong> em estádio inicial de desenvolvimento (entre 2 e 4 folhas).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41649" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-capim-amargoso-buva.png" alt="Ingredientes para manejo do capim amargoso e buva" width="497" height="390" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-capim-amargoso-buva.png 497w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-capim-amargoso-buva-300x235.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-capim-amargoso-buva-370x290.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-capim-amargoso-buva-270x212.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-capim-amargoso-buva-150x118.png 150w" sizes="auto, (max-width: 497px) 100vw, 497px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ingredientes ativos utilizados para controle de capim-amargoso e buva.</span></p>
<h3>É preciso realizar aplicações sequenciais para controle de capim-amargoso e buva?</h3>
<p>A aplicação sequencial depende do nível de infestação destas plantas daninhas. Se o manejo não foi realizado de maneira correta na entressafra, as aplicações sequenciais podem ser uma boa alternativa para o controle, podendo ser feita a dessecação e após 10 dias mais uma aplicação.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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