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	<title>planta Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>planta Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Drones na agricultura: veja as aplicações e os benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 15:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[mapas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informações obtidas por sensoriamento remoto apresentam importância cada vez maior entre as ciências agrárias e geociências. Dentre as vantagens do sensoriamento remoto, destacam-se: Baixo custo para obter informações espacialmente contínuas e em escalas local, regional ou global; Possibilidade de gerar estimativas de parâmetros biofísicos/bioquímicos da vegetação com base em modelos físicos ou empíricos; O fato [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/drones-na-agricultura/">Drones na agricultura: veja as aplicações e os benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Informações obtidas por sensoriamento remoto apresentam importância cada vez maior entre as ciências agrárias e geociências.</p>
<p>Dentre as <strong>vantagens do sensoriamento remoto</strong>, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Baixo custo para obter informações espacialmente contínuas e em escalas local, regional ou global;</li>
<li>Possibilidade de gerar estimativas de parâmetros biofísicos/bioquímicos da vegetação com base em modelos físicos ou empíricos;</li>
<li>O fato de não requerer intervenção no ambiente (não destrutivo);</li>
<li>Apresentar viabilidade econômica e de tempo de execução.</li>
</ul>
<p>Ao integrar um <strong>potencial de alta resolução espacial</strong> com uma grande repetitividade, os drones podem acompanhar de forma adequada a fenologia de culturas agrícolas, demandas dos processos de manejo da lavoura e qualificar a tomada de decisões.</p>
<p>Fixando as condições das câmeras, a escala cartográfica de uma imagem de drone pode equivaler a uma resolução espacial de poucos centímetros a decímetros, dependendo da altura do voo.</p>
<p>Esse é um dos pontos mais atrativos dos dados de drone considerando a demanda das aplicações desses produtos na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">agricultura de precisão</a></strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>A importância dos índices de vegetação</h2>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener">índices de vegetação</a></strong> representam um dos principais produtos gerados a partir das imagens multiespectrais/hiperespectrais adquiridas por meio de drones.</p>
<p>Em geral, operações algébricas são aplicadas para promover esse realce, numa base pixel-a-pixel. Independente do índice e da escala que forma abordado, devemos sempre procurar trabalhar com os dados de reflectância de superfície.</p>
<p>Os números digitais presentes nas imagens devem ser transformados em reflectância para evitar os erros associados a discretização diferenciada de cada banda. A reflectância (efetivamente o fator de reflectância) é uma propriedade do alvo e assim, comparações podem ser feitas em séries históricas de dados de um sensor.</p>
<p>Os índices de vegetação são utilizados para caracterizar a dinâmica da vegetação e para estimar parâmetros biofísicos como o índice de área foliar.</p>
<p>Em tese, o índice de vegetação ideal deveria maximizar a resposta do verdor da vegetação e minimizar a influência dos fatores não desejados (exemplos: efeitos direcionais, atmosfera, contribuição do substrato). Devido ao processo de normalização de boa parte dos índices, espera-se reduzir a influência das diferenças na resolução espacial e espectral dos sensores.</p>
<p>A identificação e o monitoramento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> são necessários, pois cada espécie apresenta seu potencial de estabelecimento e sua agressividade, sendo sua interferência diferente entre as culturas. A identificação correta de plantas daninhas permite compactuar com o manejo integrado de plantas daninhas e ainda monitorar as espécies tolerantes na área.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Agricultura de precisão no uso de defensivos agrícolas</h2>
<p><strong>No manejo de plantas daninhas, a agricultura de precisão permite o gerenciamento local das culturas.</strong></p>
<p>Atualmente os drones, possibilitam fazer levantamentos nas áreas agrícolas, permitindo, assim, o uso de agricultura de precisão para o posterior manejo do sistema agrícola e das ações de melhor manejo.</p>
<p>O uso desta tecnologia no manejo de plantas daninhas tem se mostrado eficiente, com <strong>redução entre 40 a 60% no número de aplicações de herbicidas</strong>.</p>
<p>Entre as mais diversas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">técnicas de aplicação de defensivos agrícolas</a></strong> que são encontradas no mercado, as que mais se destacam são as que se baseiam no princípio de fracionamento hidráulico das gotas. Quando se observa somente o modo cujo defensivo agrícola atua sobre o alvo, é errôneo, pois não se observar a técnica de aplicação de defensivos podem acarretar a contaminação do ambiente.</p>
<p>Para os aplicadores, um dos maiores desafios é minimizar essa contaminação ambiental, devido à forte pressão que a sociedade tem colocado, a fim de uma produção agrícola socialmente sustentável e ambientalmente segura. As aplicações com essas características são conseguidas, com o domínio da técnica de aplicação e a correta escolha da ponta de pulverização.</p>
<p>Atualmente, <strong>a tendência é a redução do volume de pulverização</strong>, pois adotando esse procedimento, se reduz o número de reabastecimentos, e como consequência, há redução do volume de água necessário para as operações, aumentando então, a capacidade operacional.</p>
<p>Têm-se observado a aplicação de baixos volumes e a redução do diâmetro de gotas, fatores estes que, apresentam maiores capacidades de coberturas atingindo então as diversas partes do alvo com maior facilidade.</p>
<h2>Benefícios da pulverização com drones</h2>
<p><strong>Os drones voltados para a pulverização, são equipamentos capazes de operar em áreas de difícil acesso e em locais que aviação agrícola não consegue atuar. </strong></p>
<p>Os gastos com insumos se reduzem em até 80%, otimizando recursos e aplicando defensivos no momento e local correto, além dos impactos ambientais serem reduzidos.</p>
<p>Esses equipamentos podem atender tanto pequenas culturas quanto grandes, em situações que, pulverização com aviões não é viável economicamente, e em áreas de risco, que podem ser próximas à rede elétrica e árvores.</p>
<p>As aplicações realizadas de maneira aérea, não se diferem das aplicações com equipamentos terrestres. O uso da tecnologia aérea se apresenta como mais econômica e vantajosa, uma vez que reduz o tempo da aplicação e que, o produto pode ser aplicado em condições adversas de solos irrigados ou encharcados, possibilitando assim, maior qualidade e uniformidade de aplicação, que não provoca danos seja de amassar a cultura ou compactação de solo.</p>
<p><strong>No processo de produção agrícola, a aplicação de defensivos agrícolas é um dos mais exigentes</strong>, pois além de atender a área de cultivo, existem os cuidados com a preservação do meio ambiente.</p>
<p>Uma máquina sofisticada terá pouco valor, se sua operação não seguir as especificações técnicas. Já é possível utilizar um drone tipo avião para mapear uma grande lavoura e assim, gerar mapas com o posicionamento de focos de plantas daninhas, e assim, pulverizar com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> utilizando o drone multirotor nestes locais em dois ou três dias.</p>
<p>A economia de herbicidas chega em até 95%, em relação à pulverização de uma área total.</p>
<h2>Domine a Agricultura de Precisão e leve mais eficiência para sua produção de grãos</h2>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Passo a Passo na Agricultura de Precisão em Grãos</strong></a> é um curso 100% online, objetivo e voltado para a prática, ideal para profissionais que querem aprofundar seus conhecimentos com base em situações reais.</p>
<p>Se você quer entender, de forma clara e aplicada, como utilizar mapas, sensores, softwares e dados agronômicos para tomar decisões mais assertivas no campo, este curso é pra você.</p>
<p>Aprenda com especialistas que vivem o campo no dia a dia e receba uma formação que vai direto ao ponto, com aplicabilidade imediata.</p>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Macroelementos essenciais às plantas e solos: saiba quais são e sua importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 12:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[macronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que uma planta tenha pleno desenvolvimento, ela precisa de: água, luz do sol e de um solo nutricionalmente adequado. Claro que sempre existirão exceções, mas de modo geral, essa é a base. A demanda nutricional depende de muitos fatores, dentre os quais podemos citar: Tipo da cultivar; Época de aplicação; Quantidade de nutriente disponível [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que uma planta tenha pleno desenvolvimento, ela precisa de: água, luz do sol e de um solo nutricionalmente adequado. Claro que sempre existirão exceções, mas de modo geral, essa é a base.</p>
<p>A demanda nutricional depende de muitos fatores, dentre os quais podemos citar:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipo da cultivar;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Época de aplicação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quantidade de nutriente disponível no solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O tipo de nutriente que essa cultivar requer.</li>
</ul>
<p>Sobre os 2 últimos, o solo acaba tendo um foco, afinal ele atua como reservatório de minerais necessários às plantas. Para saber a composição, é preciso fazer, ao menos, uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análise de solo</strong></a>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como funciona a absorção de nutrientes e o papel da adubação</h2>
<p>O sistema é aberto, pois os elementos são constantemente removidos de um lado, a uma fase sólida (reservatório) e acumulados no outro, a planta.</p>
<p>A solução do solo é o compartimento de onde a raiz retira ou absorve os elementos essenciais.</p>
<p>Quando a fase sólida (matéria orgânica + minerais) não consegue transferir para a solução do solo quantidades adequadas de um nutriente qualquer, é necessária sua aplicação mediante o emprego do fertilizante, que contém o elemento em falta.</p>
<p>Na prática, <strong>a adubação consiste em cobrir a diferença entre a quantidade do nutriente exigida pela planta e o fornecimento pelo solo</strong>, multiplicado por um fator, para compensar as perdas do adubo, ocasionadas principalmente quando o pH do solo encontra-se fora da faixa adequada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estabelecer a essencialidade dos elementos é muito mais complexo do que apenas a análise química. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As plantas absorvem do solo, sem muita discriminação, os elementos essenciais, os benéficos e os tóxicos, podendo estes últimos, inclusive, levá-las à morte. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Macroelementos nas plantas e no solo</h2>
<h3>Nitrogênio (N)</h3>
<p>O N é exigido pelas culturas em maiores quantidades do que qualquer outro nutriente, exceto potássio (K). Nitrato e amônio inorgânicos são as principais formas de N absorvidas pelas raízes das plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21391 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3.jpg" alt="Fórmulas químicas do Nitrato, Amônio e Nitrato de Amônio" width="517" height="185" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3.jpg 517w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-300x107.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-370x132.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-270x97.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-3-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fórmulas químicas do Nitrato, Amônio e Nitrato de Amônio &#8211; Fonte: Sandy Azevedo</span></span></p>
<p>A quantidade de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a> </strong>armazenada na matéria orgânica do solo, apresenta pouca quantidade decomposta e disponível para as culturas.</p>
<p>Normalmente a decomposição não é sincronizada com a necessidade da planta. Estima-se que para cada 1% de matéria orgânica do solo são disponibilizados 20kg/ha de N.</p>
<h3>Fósforo (P)</h3>
<p>O fósforo é um <strong>componente vital no processo de conversão da energia do sol em alimentos, fibras e óleos nas plantas</strong>. Tem papel fundamental na fotossíntese, no metabolismo de açúcares, no armazenamento e transferência de informações genéticas.</p>
<p>As raízes das plantas absorvem o P quando este está dissolvido na solução do solo.</p>
<p>Os solos naturalmente apresentam baixa concentração de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">fósforo</a></strong>, devido a esse fator o solo deve ser continuamente reabastecido com esse elemento para repor o que foi absorvido pelas plantas.</p>
<p>As raízes das plantas geralmente absorvem P na forma de íons ortofosfato inorgânicos (HPO42- ou H₂PO₄-).</p>
<p>A disponibilidade de fósforo às plantas é influenciada por fatores como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quantidade de minerais de argila;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Concentração de P;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fatores que afetam a atividade radicular (aeração e compactação);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Teor de umidade do solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Temperatura;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Atividades<strong> radiculares das culturas</strong>;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">pH do solo.</li>
</ul>
<h3>Potássio (K)</h3>
<p>O potássio está envolvido em diversas funções essenciais como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Regulação da pressão osmótica nas células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Troca de gases;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Movimento das folhas em resposta à luz;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ativação das enzimas que auxiliam na ocorrência de reações químicas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síntese de proteínas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ajuste no pH dentro das células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aumento da fixação de CO2 durante a fotossíntese;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Transporte de compostos químicos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Equilíbrio das cargas elétricas em várias partes das células.</li>
</ul>
<p>As plantas supridas com quantidades adequadas de K são capazes de resistir mais ao estresse climático e aos danos causados por pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças</a></strong> em comparação com plantas deficientes em K.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21392 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4.jpg" alt="Sintoma clássico de deficiência de potássio em milho" width="466" height="88" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4.jpg 466w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-300x57.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-370x70.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-270x51.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-4-150x28.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Sintoma clássico de deficiência de potássio em milho &#8211; Fonte: IPNI (1993).</span></p>
<p>O <strong>potássio </strong>é absorvido pelas plantas quando está disponível na solução do solo, sendo alguns fatores que contribuem para a sua disponibilidade:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">K redistribuído de outras áreas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Água de irrigação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Precipitação;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Fertilizantes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Esterco;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Biossólidos e deposição de sedimentos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Intemperismo de minerais primários contendo K, como micas e feldspatos;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">K liberado das camadas internas de filossilicatos como ilita, vermiculita e esmectita;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Dessorção de K das superfícies e arestas dos filossilicatos “K trocável”.</li>
</ul>
<p>O K trocável é medido pela análise de solo e é considerado prontamente disponível às plantas.</p>
<p>Os filossilicatos que liberam K também podem “fixar” este nutriente em posições entre as camadas, desta forma removendo-o da solução do solo.</p>
<h3>Enxofre (S)</h3>
<p>O sulfato solúvel (SO42-) é a fonte para nutrição de S para as plantas.</p>
<p>O S é exigido para a síntese de proteínas, auxiliando na produção de sementes e da clorofila necessária para o processo fotossintético.</p>
<p><strong>É um componente necessário de três aminoácidos</strong> (cisteína, metionina e cistina) requeridos para a síntese proteica. Exigido para a formação de nódulos em leguminosas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21393 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5.jpg" alt="Nódulos em raízes" width="502" height="335" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5.jpg 502w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/macroelementos-solo-5-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Nódulos em raízes &#8211; Fonte: Fabiano Bastos via 3rlab</span></span></p>
<p>A maior parte do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">enxofre</a> </strong>do solo é, geralmente, encontrada na matéria orgânica e nos restos culturais.</p>
<p>Este nutriente está presente em uma variedade de compostos orgânicos que não estão disponíveis para a absorção pelas plantas, até serem convertidos em sulfato solúvel.</p>
<p>A velocidade na qual os microrganismos do solo convertem esse composto orgânico de S é determinada por <strong>temperatura, umidade e outros fatores ambientais</strong>.</p>
<p>Uma pequena fração do S do solo é encontrada na forma de sulfato. O sulfato geralmente é solúvel, e se movimenta na solução do solo para as raízes.</p>
<h3>Cálcio (Ca)</h3>
<p>O cálcio é classificado como um macronutriente secundário que é requerido em quantidades relativamente grandes pelas plantas na forma de Ca₂+.</p>
<p>O Ca desempenha <strong>papel fundamental na estrutura da parede celular e na integridade da membrana</strong>. Ele também promove:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A elongação das células das plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Participa de processos enzimáticos e hormonais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Desempenha papel nos processos de absorção de outros nutrientes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Proporciona estabilidade às plantas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">As paredes celulares fortes auxiliam na prevenção de invasão por fungos e bactérias.</li>
</ul>
<p>A solubilidade do Ca depende de fatores do solo, como <strong>pH do solo e capacidade de troca de cátions (CTC). </strong></p>
<p>O cálcio disponível é afetado tanto pela CTC do solo, quanto pela saturação de Ca nos sítios de troca de cátions do solo. O Ca tem grande influência nas propriedades do solo, especialmente porque previne a dispersão de argila.</p>
<p>O fornecimento abundante de Ca pode auxiliar na redução do encrostamento e da compactação do solo, levando à melhora da percolação da água e à redução do escoamento superficial.</p>
<h3>Magnésio (Mg)</h3>
<p>Nas plantas, o magnésio é essencial para muitas funções como:</p>
<ul>
<li>Catalisar a produção de clorofila;</li>
<li>Desempenhar papel como um componente dos ribossomos;</li>
<li>Estabilizar certas estruturas dos ácidos nucleicos;</li>
<li>Ativar ou promover a atividade de enzimas;</li>
<li>Desempenhar papel como um elemento essencial para gerar ATP;</li>
<li>Assegurar que os carboidratos produzidos nas folhas sejam exportados para outros órgãos da planta.</li>
</ul>
<p><strong>O Mg disponível às plantas está presente na solução do solo</strong>, sendo o Mg trocável e da solução do solo as formas deste nutriente medida pelas análises de solo e considerado prontamente disponíveis para as plantas.</p>
<p>Quando as raízes das plantas absorvem água, a água localizada em grande distância se move para as raízes, repondo a absorvida. O Mg que está dissolvido na solução do solo se move com essa água.</p>
<p>Esse processo, denominado <strong>fluxo de massa</strong>, é responsável por <strong>manter a planta suprida com Mg.</strong></p>
<h2>Como obter esses nutrientes?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nutrientes requeridos pelas plantas podem ter diversas origens, mas boa parte vem dos minerais. O fósforo, por exemplo, advém de rochas fosfáticas. Só a agricultura consome mais de 90% delas, o que tem tornado isso escasso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para analisar o quanto seu solo requer esse nutriente, é necessária uma análise química, que pode ser feita pelos extratores Mehlich 1, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/interpretacao-de-fosforo-disponivel-no-solo-por-mehlich-3/" target="_blank" rel="noopener">Mehlich 3</a></strong> ou Resina.</span></p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Geada no café: como evitar prejuízos na propriedade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/geada-nos-cafezais-como-evitar-prejuizos-na-propriedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 13:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[geadas]]></category>
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		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A geada nas lavouras de café é uma realidade que causa medo nos produtores rurais. Isso porque é o fenômeno natural que pode levar as plantas de café à morte e perder toda a produção do próximo ano. Um exemplo clássico é o estado do Paraná que teve a cultura dizimada na década de 70 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/geada-nos-cafezais-como-evitar-prejuizos-na-propriedade/">Geada no café: como evitar prejuízos na propriedade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>geada nas lavouras de café</strong> é uma realidade que causa medo nos produtores rurais. Isso porque é o fenômeno natural que <strong>pode levar as plantas de café à morte e perder toda a produção do próximo ano</strong>.</p>
<p>Um exemplo clássico é o estado do Paraná que teve a cultura dizimada na década de 70 devido aos danos ocasionados pelo fenômeno.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>A sensibilidade do café ao frio</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener">planta de café</a></strong> está entre as culturas mais sensíveis à geada. A sensibilidade está ligada à estrutura da parede celular, que no exemplo do café é sensível ao congelamento por se romper facilmente.</p>
<p>O frio por si só, causa um retardamento no crescimento da planta e as bordas das folhas novas amarelam e podem até escurecer. Quando a geada atinge a planta, as partes atingidas atingem coloração escura, com aspecto de queima.</p>
<p>A geada pode atingir apenas as partes externas da planta (geada de capote), atingir o tronco em lavouras de até 1,5 anos (canela de geada) ou ainda queimar a planta como um todo. Os pontos da planta atingidos são caracterizados por grande formação de brotações (palmeamento) (MATIOELLO, et al, 2016).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11868 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-nos-cafezais-1.jpg" alt="Lavoura de Café" width="537" height="402" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-nos-cafezais-1.jpg 537w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-nos-cafezais-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-nos-cafezais-1-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-nos-cafezais-1-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-nos-cafezais-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Luiz Paulo Vilela</span></p>
<p>Considerando o ponto de vista agronômico, a geada é um fenômeno que causa morte das plantas ou de algumas de suas partes em função da redução da temperatura ambiente. A morte da planta se dá devido a formação de gelo nos espaços intercelulares das plantas, que podem danificar o tecido de duas formas:</p>
<ol>
<li><strong>Formação de cristais de gelo que rompe o tecido celular</strong>;</li>
<li><strong>Desidratação da célula, visto que o gelo é formado apenas por água pura</strong> e que consequentemente aumenta a concentração no meio intercelular e assim forma um potencial osmótico entre o meio inter e o intracelular.</li>
</ol>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Geada branca e geada negra</h2>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, o sol que atinge o gelo formado superficialmente no tecido vegetal não é a causa da queima das plantas. As geadas agronômicas são divididas em geada branca ou geada negra. A geada branca é quando há congelamento do orvalho e deposição na superfície do material vegetal, devido a condensação do vapor d&#8217;água atmosférico.</p>
<p>A <strong>geada branca</strong> ocorre quando a temperatura de congelamento do ar é menor do que a temperatura de congelamento da planta, ou seja, a umidade do ar está alta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11865" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe.jpg" alt="Geada Branca em Folha de Café" width="300" height="400" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><span style="font-size: 10pt;">Geada branca em folha de cafeeiro no município de Nova Resende – MG (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<p>Em condições em que a umidade do ar está baixa (o ar do ambiente está seco), o frio é capaz de congelar a seiva da planta antes mesmo de formar cristais de gelo na superfície vegetal. Portanto, não é visível como a geada branca e é denominada de <strong>geada negra</strong>. Diferente da geada negra, a geada branca em alguns casos pode ser reversível.</p>
<p>Como já citado, <strong>a geada ocorre nas noites em que a temperatura ambiente está baixa, ou seja, noites frias.</strong> Os meses de inverno (junho, julho e agosto) são os mais propensos a ocorrência do fenômeno, por serem secos e com noites longas. Dias com o céu limpo (sem nuvens) e noites sem vento, também favorecem a redução da temperatura noturna.</p>
<h3>Resistência das plantas a geada</h3>
<p>Vários são os fatores que influenciam na resistência das plantas a geada, um deles é o estádio de desenvolvimento, em que nas fases de frutificação e maturação, a atividade fisiológica é maior, acarretando assim em maiores danos, ao passo que, uma injúria em plantas com menor atividade fisiológica causa menos danos.</p>
<p>O estado nutricional também influencia na resistência das plantas à geada, nesse sentido, quando se tem maior concentração de potássio diminui a temperatura de congelamento no interior da folha.</p>
<h2>Como evitar prejuízos com geadas no café?</h2>
<p>Dentre os manejos existentes para reduzir o prejuízo com geadas, a escolha da área é a melhor prevenção. Realizar plantios acima da “linha de geada” (mínimo de 4 anos sem ocorrência de geada) para evitar locais de risco.</p>
<p>Para saber onde é formada a linha de geada é interessante buscar o histórico da área e realizar bate papos com os vizinhos e pessoas mais velhas. Os locais abaixo da lavoura devem promover a drenagem do ar frio (evitar vegetação densa) e manter vegetação de porte alto acima da lavoura para evitar a entrada de ar frio na lavoura.</p>
<p>Manter a cultura no limpo, é uma medida recomendada para se realizar quando se tem risco de geada, isso porque a vegetação no solo faz com que o solo não receba calor durante o dia.</p>
<p>Também, a eliminação da palhada é recomendada nesses casos, uma vez que a palhada apresenta baixa condutividade térmica e baixa capacidade calorífica, dessa forma, ela aquece rapidamente, e também esfria rapidamente.</p>
<p>Portanto, em casos de risco de geada não é recomendada manter a <a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>braquiária na entrelinha do cafeeiro</strong></a> para cobrir o solo, nem mesmo a palhada da braquiária, mantendo o solo nu nas entrelinhas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11867 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafezal.jpg" alt="Cafeeiro com entrelinha mantida no limpo" width="270" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafezal.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafezal-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-size: 10pt;">Entrelinha do cafeeiro mantida no limpo (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<p>A boa condução da lavoura também é uma medida preventiva, visto que, uma lavoura bem cuidada oferece uma maior resistência à geada.</p>
<p>As propriedades que dispõe de irrigação devem fazer uso da mesma, pois o processo umidifica o ar e eleva o ponto de congelamento.</p>
<p>Quando observado o risco de geada, realizar uma adubação foliar com sulfato de potássio tem mostrado bons resultados por dois motivos: o nutriente potássio na planta aumenta o ponto de congelamento da seiva e o processo de pulverização, além de aplicar água, também causa uma turbulência no ar frio, dispersando-o no ambiente.</p>
<p>Também, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/chegar-terra-em-cafeeiros-novos/" target="_blank" rel="noopener">chegamento de terra</a></strong> junto ao tronco de cafeeiros é uma prática para proteger as plantas da &#8220;canela de geada&#8221;. Em que, caso ocorra a geada, a terra protege as gemas ortotrópicas e mesmo que as folhas e ramos plagiotrópicos sejam afetados, haverá rebrota.</p>
<p>Foi realizado um experimento em Londrina – PR, a fim de avaliar os efeitos do tempo de permanência de terra em contato com o tronco, no crescimento de cafeeiros jovens durante o período sujeito a geadas, e a eficiência desta prática na proteção contra o fenômeno da “canela de geada”.</p>
<p>Por meio desse estudo, foi observado que o tempo de permanência do solo junto ao tronco não interferiu no crescimento das plantas. Já em relação aos tratamentos cujos caules das plantas foram protegidos antes da ocorrência das geadas, estes não apresentaram nenhuma planta com sintomas de “canela de geada”, enquanto que nos demais, em que as plantas não foram protegidas, houve pelo menos uma planta afetada.</p>
<h2>O que fazer após a geada no café?</h2>
<p>Após a ocorrência da geada, <strong>não é possível verificar exatamente até onde queimou</strong>, e os estragos causados para se tomar a decisão do que deverá ser feito no momento. Dessa forma, <strong>é necessário esperar para que os danos apareçam</strong> e se tome a melhor decisão, sendo assim, <strong>não se recomenda a poda imediata logo após a geada em lavouras de café.</strong></p>
<p>Portanto, após o aparecimento dos danos causados pela geada e dependendo da sua intensidade é recomendado a realização de <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>podas</strong></a> mais leves ou podas mais drásticas, como na recepa, ou mesmo não ser recomendado nenhum tipo de poda, e realizar apenas desbrotas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11866 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe-1.jpg" alt="Lavoura de café após a geada" width="370" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe-1-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/geada-no-cafe-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Danos observados nas lavouras de café devido à ação da geada. (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<h2>Reduza os impactos da geada e proteja a rentabilidade da lavoura</h2>
<p>A geada é um dos maiores riscos para a cafeicultura e pode causar sérios prejuízos quando não há preparo adequado. Para minimizar seus efeitos e garantir a sustentabilidade da produção, é fundamental adotar práticas preventivas e tomar decisões estratégicas de manejo e gestão.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar ações de forma mais eficiente, interpretar os desafios do campo, reduzir custos e conduzir sua lavoura com foco em produtividade, qualidade e lucratividade, mesmo diante das adversidades climáticas.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Herbicida pré-emergente para soja: guia para um manejo eficaz</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável. Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo grande volume utilizado nos últimos anos, <strong>os herbicidas se destacam como defensivos muito importantes na obtenção de alta produtividade em grandes áreas, sendo uma alternativa eficaz e economicamente viável.</strong></p>
<p>Mesmo com o aumento da oferta de herbicidas aplicados em pós-emergência, grande parte das aplicações de herbicidas ainda é realizada diretamente no solo, em pré-emergência ou em pré-plantio incorporado.</p>
<p>A intensidade, a época e o efeito residual de herbicidas aplicados no controle de plantas daninhas têm efeito direto e relevante no potencial produtivo das culturas.</p>
<p>Esse controle é importante devido à competição das plantas daninhas com as culturas por fatores indispensáveis à expressão de seu potencial produtivo, como água, luz e nutrientes.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Desafios ambientais na utilização de herbicidas pré-emergentes</h2>
<p>O herbicida ideal seria aquele que efetuasse o controle de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> com a maior eficiência possível e logo depois se dissipasse sem deixar vestígios e sem ocasionar nenhum dano ao ambiente, cumprindo assim também o seu segundo objetivo.</p>
<p>Devido à <strong>elevada utilização de herbicidas pré-emergentes</strong> nos cultivos agrícolas brasileiros, tem-se observado <strong>maior preocupação quanto à contaminação do ambiente</strong> e à utilização racional dos recursos hídricos e do solo.</p>
<p>Entre os efeitos diretos percebidos pelos produtores estão os sintomas de intoxicação e a redução de produtividade das culturas, ocasionados por herbicidas de ação residual.</p>
<p>Sua permanência e degradação no solo são processos-chave na determinação do seu efeito residual, sendo fundamentais para avaliar a eficiência de controle das plantas daninhas.</p>
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<h2>Herbicidas e Soja RR®</h2>
<p>No Brasil, a liberação oficial da soja RR® que confere a resistência ao herbicida <em>glyphosate</em> deu-se no ano de 1998. <strong>A partir da legalização, a soja RR® passou a ser amplamente cultivada pelos agricultores, sendo sua adoção considerada a mais rápida da agricultura mundial.</strong></p>
<p>Como a inserção do evento biotecnológico da resistência ao <em>glyphosate</em> favoreceu o manejo das plantas daninhas em soja, este também foi introduzido no milho, sendo oficializado o comércio de milho RR® no Brasil em 2008, no entanto, sua aceitação por parte dos agricultores foi menor em relação a da soja.</p>
<p>Inicialmente os motivos da baixa adesão do milho RR® foi o fato de ainda haver opções de herbicidas eficientes para o manejo das plantas daninhas em milho, o maior custo das sementes com a tecnologia RR®, e a possibilidade de plantas voluntárias de milho RR® serem originadas em cultivos subsequentes, tornando-se plantas daninhas importantes, principalmente em sistema de cultivo em que a soja é cultivada após o milho RR®.</p>
<p>No cultivo da soja RR® em sucessão ao milho RR® é caracterizado o problema técnico. As sementes de milho que restam sobre a área germinam no cultivo da soja, infestando-a e criando uma competição interespecífica para cultura naquele momento.</p>
<p>Dessa maneira o milho presente torna-se planta indesejada e de difícil manejo, com potencial de reduzir em até 69,9% a produtividade da cultura da soja.</p>
<p>Nessas situações é intitulado comumente como milho voluntário RR®, milho tiguera, restevas braba e/ou milho guaxo, em que se opta por alternativas de controle pós-emergência através de herbicidas graminicidas.</p>
<p>Plantas voluntárias de milho RR® emergidas em lavouras de soja não são controladas pelo <em>glyphosate</em>, sendo os herbicidas inibidores da enzima Acetil Coenzima A Carboxilase (ACCase) as alternativas adequadas para pós-emergência.</p>
<p>Entretanto, há variabilidade na eficiência de controle dentre os herbicidas inibidores da ACCase para gramíneas, e tendo em vista que a competição do milho na fase inicial do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento da soja</a></strong> é determinante para o nível de dano na cultura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12079 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg" alt="Plantas daninhas na cultura da soja" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/herbicidas-2-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Classes de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja</h2>
<p>O uso de herbicidas pré-emergentes na cultura da soja já é conhecido como ferramenta ideal para reduzir o grau de infestação das plantas daninhas de difícil controle ou com histórico de resistência ao <em>glyphosate</em>.</p>
<p>Nessa modalidade de manejo destacam-se herbicidas como: chlorimuronethyl e imazaquin, inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS); flumioxazin e sulfentrazone, inibidores do Protoporfirinogênio Oxidase (PROTOX/PPO), apresentando diferentes mecanismos de ação e propriedades químicas.</p>
<p>Essa classe de herbicidas requer cuidados por se tratar de produtos intitulados “técnicos”, em relação a sua dinâmica e interação com o solo. Portanto, programas de manejo que contemplem o uso de herbicidas pré-emergentes no controle de milho voluntário RR®, são de suma importância para a sustentabilidade e produtividade da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultura da soja</a></strong>.</p>
<p>Os herbicidas residuais são aqueles que apresentam um maior período de atividade. Entretanto, esses herbicidas podem apresentar um efeito residual (<i>carryover</i>), que pode acarretar impacto ambiental negativo. Efeito residual é a habilidade que um herbicida tem para reter a integridade de sua molécula e, consequentemente, suas características físicas, químicas e funcionais no ambiente.</p>
<p>O potencial de <i>carryover</i> depende do herbicida utilizado, da cultura em sucessão e das condições ambientais após a aplicação de herbicidas. O planejamento da sucessão de culturas deve ser criterioso para evitar este problema, sendo que a situação ideal deve ser o controle com efeito residual até o “fechamento” da cultura.</p>
<h3>Aplicação dos herbicidas pré-emergentes</h3>
<p>O consecutivo incremento da área de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">plantio do milho</a></strong> segunda safra, após o cultivo de verão, torna-se de grande importância investigar a possibilidade de aparecimento de <i>carryover</i> dos herbicidas aplicados na cultura da soja, como é o caso do imazaquin.</p>
<p>Diante disso, Rodrigues &amp; Almeida (1998) recomendam um intervalo de 300 dias entre a aplicação do imazaquin e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener">semeadura do milho</a></strong> em rotação. O herbicida imazethapyr, do grupo das imidazominonas (mesmo grupo do imazaquin), tem a persistência influenciada por propriedades do solo como o pH, a textura, a umidade e o teor de matéria orgânica.</p>
<p>Para a realização da aplicação de herbicidas em pré-emergência é imprescindível o monitoramento das condições do ambiente. <strong>A condição recomendada para a realização da aplicação é de temperatura do ar abaixo de 30°C, umidade relativa do ar (UR) superior a 50% e a velocidade do vento deve estar entre 3 e 10 km/h.</strong></p>
<p>No entanto, muitas vezes durante o dia, principalmente no verão, as condições atmosféricas são desfavoráveis. Desse modo, em determinadas situações, como para a aplicação de herbicidas em pré-emergência da soja onde o alvo principal é o solo, aplicações noturnas podem ser realizadas.</p>
<p>Para compreender o comportamento dos herbicidas no solo e utilizá-los de maneira racional, é de fundamental importância a escolha dos produtos e suas respectivas dosagens para mistura ou aplicação isolada.</p>
<p>Deve-se tomar o devido cuidado quanto ao tipo de solo e clima nos quais serão utilizados, assim como entender o motivo dos problemas ocorridos e prevenir falhas de controle.</p>
<p>Desse modo, reduz-se o risco do impacto ambiental que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/">efeito residual (<i>carryover</i>)</a></strong> possa vir a causar, além de minimizar problemas de fitotoxicidade e perdas em culturas subsequentes.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Prepare-se para tomar decisões mais assertivas e elevar o nível da sua produção!</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Como calcular a adubação mecanizada e manual?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-adubacao-mecanizada-e-manual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2020 17:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos de recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após calcular a necessidade dos fertilizantes por hectare, é importante que façamos o cálculo das doses para a pessoa responsável por regular a adubadora no campo. Ou no caso da aplicação manual, é preciso calcular a adubação que será aplicada por planta. A recomendação dos técnicos para a adubação do cafeeiro, é a aplicação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após calcular a necessidade dos fertilizantes por hectare, é importante que façamos o cálculo das doses para a pessoa responsável por regular a adubadora no campo. Ou no caso da aplicação manual, é preciso calcular a adubação que será aplicada por planta.</p>
<p>A recomendação dos técnicos para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-adubacao-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">adubação do cafeeiro</a></strong>, é a aplicação de metade da dose do adubo de um lado da planta e metade do outro lado.</p>
<p>Essa aplicação dos dois lados da planta de café se refere principalmente<strong> quando a adubação é mecanizada</strong>. Isso porque, em lavouras com adubação manual e declividade acentuada, essa prática fica mais dificultada. Dessa forma, sendo realizada apenas de um lado da planta – lado de cima.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como calcular a adubação mecanizada e manual?</h2>
<ul>
<li>Após calculada a dose do fertilizante por hectare, seguindo os critérios de recomendação, deve-se <strong>calcular a porcentagem do adubo por parcelamento</strong>, no caso do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong> e potássio;</li>
<li>Após calculado a quantidade de adubo por parcelamento, devemos <strong>saber o espaçamento entre as plantas</strong>, para o cálculo por metro linear ou estande de plantas;</li>
<li>Após o cálculo (quantidade de adubo / metro linear), deve-se dividir o valor por dois, considerando que metade da dose será aplicada de um lado da planta e metade do lado oposto – em adubações mecanizadas.</li>
</ul>
<p>Abaixo, trazemos um exemplo prático para você entender melhor. Supondo que iremos fazer a recomendação da quantidade de adubo para a nossa primeira adubação, utilizando o nitrogênio (N).</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Adubação mecanizada</h3>
<p>Por exemplo, se a recomendação para o fertilizante nitrogenado para esta lavoura é de 229,3 kg/ha de nitrato, vamos fazer o cálculo de metros lineares na lavoura, utilizando o espaçamento entre linhas:</p>
<p style="text-align: center;"><em>10.000 m2 (1 hectare) / 3,6 m (espaçamento entre linhas) = 2.777,7 metros lineares</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Dose de nitrato: 229,3 kg</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>229,3 kg / 2.777,7 metros lineares = 0,0825 kg por metro = 82,5 g por metro.</em></p>
<p>No entanto, como a dose deve ser de cada lado, deve-se dividir por 2:</p>
<p style="text-align: center;"><em>82,5 g por metro / 2 (lados da planta a serem adubados) = 41,2 g por metro de cada lado do cafeeiro.</em></p>
<p>Considerando que o trator demora 25 segundos para realizar o trajeto de 50 m, deve ser coletado de adubo em um lado da adubadora, nesse tempo (25 segundos):</p>
<p style="text-align: center;"><em>41,2 g por metro x 50 metros = 2.060 gramas em 50 metros = 2,06 kg de nitrato em 50 metros.</em></p>
<p>Ou seja, em 25 segundos deve ser coletado em uma saída da adubadora a quantidade de 2,06 kg de nitrato, que corresponde a quantidade do fertilizante que irá cair em 50 metros, proporcionando a adubação de 41,2 gramas de nitrato por metro linear.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Adubação manual</h3>
<p>Por exemplo, se a recomendação para o fertilizante nitrogenado para esta lavoura é de 229,3 kg/ha de nitrato.</p>
<p>Cálculo do número de plantas por hectare. Com espaçamento de 3,60 m x 0,60 m, temos:</p>
<p style="text-align: center;"><em>3,60 m x 0,60 m = 2,16 m2</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>10.000 m2 (1 hectare) / 2,16 m2 = 4.629 plantas por hectare.</em></p>
<p>**Esse cálculo está considerando que está lavoura não possui falhas, em situações que a lavoura apresenta muitas falhas, deve-se considerar a porcentagem de falhas sob o número de plantas por hectare. Dessa forma, se a lavoura tiver muitas falhas, o número de plantas por hectare será menor, e consequentemente a dose por planta irá aumentar.</p>
<p>Considerando a dose de 229,3 kg de nitrato:</p>
<p style="text-align: center;"><em>229,3 kg / 4.629 plantas = 0,0495 kg = 49,5 gramas por planta.</em></p>
<p>Conforme relatado acima, em relação às lavouras de adubação manual e declive acentuado, é mais complicado realizar a adubação dos dois lados da planta. Dessa forma, a dose para adubação manual nessa lavoura é de 49,5 gramas de nitrato por planta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22285 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1.jpg" alt="Cafeeiro com adubação aplicada" width="370" height="213" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1-270x155.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Foto: Rehagro.</span></p>
<h2>Cuidados sobre adubação mecanizada e manual</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante que saibamos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-os-calculos-de-recomendacao/" target="_blank" rel="noopener">calcular a recomendação</a></strong> dos fertilizantes para adubação manual e mecanizada, para sempre passarmos aos responsáveis pela adubação a quantidade final a ser aplicada.</span></p>
<p>Dessa forma, o acompanhamento da regulagem dos maquinários, quando a adubação for mecanizada, com o intuito de aplicar a quantidade correta do adubo, deve sempre ser feito, para não faltar e nem sobrar da quantidade final que deveria ser aplicada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa conferência de regulagens de máquinas é importante que seja bem feita, pois não adianta fazer uma recomendação adequada dos <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a> e, na prática, não ser aplicada a quantidade recomendada. </span></p>
<p>Além disso, os indicadores de nutrientes que trabalhamos na lavoura, por exemplo, do nitrogênio, que varia de 6 a 8 kg de nitrogênio por saca, devem considerar o nitrogênio que realmente foi aplicado na lavoura, e não aquele que foi recomendado. Por isso, devemos ficar atentos a essas quantidades e regulagens.</p>
<h2>Da adubação à gestão: maximize a produtividade e o lucro da lavoura</h2>
<p>Calcular corretamente a adubação, seja mecanizada ou manual, é essencial para garantir eficiência no uso de insumos e melhor produtividade dos cafeeiros. Mas, para que esses resultados sejam realmente consistentes, é fundamental unir técnica e gestão eficiente da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar custos, utilizar os recursos de forma estratégica, aplicar boas práticas de manejo e transformar sua lavoura em um negócio mais rentável e sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Polinização do milho: fatores que afetam essa etapa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 17:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da polinização. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão. Você sabia que a polinização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em toda atividade agrícola, em especial a de grãos, o foco é produzir cada vez mais. Assim, entender os processos que tornam isso possível, é de extrema importância. É o caso da <strong>polinização</strong>. Se seu foco é a produtividade, você precisa se atentar em como os frutos (grãos) se formarão.</p>
<p>Você sabia que <strong>a polinização é uma etapa crucial </strong>durante o ciclo do milho? Por isso, neste artigo foram reunidos alguns pontos importantes para a compreensão mais completa e abrangente sobre a fase deste ciclo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Aspectos genéticos relacionados à polinização</h2>
<p>Antes de entrar, propriamente no assunto da polinização, é preciso conhecer um pouco sobre aspectos genéticos, pois estão intimamente relacionados à polinização.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho tem origem</a></strong> nas Américas, é uma planta do tipo monóica, ou seja, possui os dois sexos separados na mesma planta, no entanto, é de espécie alógama, o que significa que sua polinização ocorre, predominantemente, por cruzamento (95%) e ao acaso. Em resumo, isso faz com que ocorra troca de genes entre os próprios indivíduos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg" alt="Processo de Polinização do Milho" width="500" height="385" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1.jpg 1139w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-300x231.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-1024x788.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-768x591.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-370x285.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-270x208.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-1-740x570.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do ponto de vista genético, a troca de genes faz com que os descendentes (grãos colhidos) tenham menor expressão do potencial produtivo quando cultivados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso significa que quando o produtor adquire uma semente de um milho híbrido, com elevado potencial produtivo, ele fará seu cultivo, mas após realizar a colheita e separar parte dos grãos para plantar na próxima safra, ele não observará a mesma expressão genética da safra anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre porque o cruzamento entre estes indivíduos, considerados aparentados, faz com que aumente os locus em homozigose, que nada mais é do que o aumento da existência de genes deletérios ou com baixa expressão gênica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, se seu objetivo é manter a alta produção, não se deve plantar as sementes advindas de uma safra anterior desses híbridos, pois essas plantas são aparentadas e o cruzamento, portanto, reduz a população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, sempre que for iniciar um cultivo, será preciso adquirir um novo lote focando na </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade das sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> híbridas, para assim, permitir com que se alcance boas produtividades a cada safra.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que afetam a polinização do milho</h2>
<p>Entendendo algumas características genéticas da planta de milho, é preciso compreender<strong> quais são os fatores externos que podem influenciar na sua polinização</strong>:</p>
<ul>
<li>Ao entrar no período de florescimento, as plantas de milho emitem as inflorescências, que são a <strong>masculina – pendão</strong> (Figura 1) e <strong>feminina – espiga</strong> (Figura 2).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11822 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg" alt="Inflorenscências Pendão e Espiga" width="370" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-300x186.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-2-e1646674328589-270x167.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<ul>
<li><strong>Pendão:</strong> órgão responsável pela produção e liberação dos grãos de pólen do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> é por meio dele que ocorre a principal forma de dispersão, que é através do vento, que acaba carregando os grãos de pólen até uma distância de 500 metros sem que sua viabilidade seja afetada.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> a dispersão pode durar de 5 a 8 dias, os quais, permanecem viáveis por até 24 horas após sua liberação, podendo variar de acordo com as condições ambientais.</li>
<li><strong>Estilo-estigma:</strong> popularmente chamado de “cabelo” do milho, é o responsável por levar o grão de pólen até o óvulo do milho.</li>
<li><strong>Dispersão:</strong> após a dispersão do pólen, o mesmo cai nesse estilo-estigma, dando início ao processo de fecundação dos óvulos.</li>
<li><strong>Considerações:</strong> condições adequadas para que o estilo-estigma permaneça viável: Temperaturas entre 16º C e 35ºC; Umidade relativa superior a 65%.</li>
<li><strong>Curiosidade:</strong> cada “cabelo” do milho corresponde a um óvulo que, quando fecundado, formará um grão. É importante ressaltar que cada espiga pode produzir de 500 a 1000 óvulos.</li>
<li><strong>Alerta:</strong> condições ambientais como tempo seco, neste período, faz com que o estilo-estigma perca umidade e isso resultará em baixa germinação do tubo polínico e consequentemente, baixa fecundação do óvulo e assim, não formará grãos causando falhas na espiga.</li>
</ul>
<p>O milho tem grande contribuição no cenário econômico, pois vai desde a alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Cerca de 70% do uso dos grãos de milho do mundo são destinados à alimentação animal, e em algumas regiões ele é o ingrediente básico para alimentação humana.</p>
<h3>Lagarta-da-espiga (<i>Helicoverpa zea</i>)</h3>
<p>Durante este período de emissão da espiga e do “cabelo” do milho, deve-se <strong>atentar à presença da lagarta-da-espiga</strong>, <strong>pois esta pode comprometer a produtividade da lavoura</strong>, fique atento.</p>
<p>Esta praga se alimenta, preferencialmente, do “cabelo” do milho, podendo comprometer diretamente a fertilização dos óvulos e assim, causar falhas na formação de grãos. Além disso, quando os cabelos do milho já estão secos, a lagarta passa a atacar os grãos, reduzindo a produção esperada e podendo ainda facilitar a entrada de microrganismos na espiga.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11823" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg" alt="Lagarta-da-espiga" width="400" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3.jpg 353w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-300x213.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/03/polinizacao-3-270x192.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<h4>Manejo da lagarta-da-espiga</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O controle químico tem sido pouco utilizado como forma de manejo desta praga, em razão da dificuldade de aplicação. Portanto, pode-se adotar o controle biológico, através da liberação de inimigos naturais, como o </span><i><span style="font-weight: 400;">Trichograma</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe a importância da polinização e os entraves que podem acabar afetando esse processo, também é importante assegurar o pleno desenvolvimento da cultura, e isso pode ser impedido por </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e pragas, como o </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, que causam danos, principalmente na fase inicial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Produção do milho: como o clima influencia na produtividade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 13:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas? No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem cultivo do milho no verão e na safrinha em condições de sequeiro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas?</p>
<p>No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo do milho</a></strong> no verão e na safrinha em condições de sequeiro.</p>
<p>Atualmente, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura de milho</strong></a> safrinha tem representado cerca de 60% do cultivo total no país, e essa época de cultivo é caracterizado por apresentar baixa disponibilidade hídrica.</p>
<p><strong>Um dos fatores mais limitantes à produtividade da lavoura de milho é o déficit hídrico, o qual, pode causar perdas na ordem de até 50%</strong>. Entretanto, condições de temperatura/calor também tem influência significativa quando se pensa em rendimento de grãos deste cereal.</p>
<p>Logo, para melhor compreender as fases em que esta cultura tem maiores exigências climáticas, é preciso entender sua fisiologia. Aliado a isso, visando altas produtividades, deve-se conhecer quais são as condições climáticas da região, uma vez que esta pode garantir o sucesso do cultivo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fisiologia e fenologia do milho</h2>
<p>O milho é uma planta com <strong>metabolismo C4</strong>, caracterizada por ter elevado potencial produtivo.</p>
<p>Dentre as plantas que constituem o grupo C4, o milho é a que tem maior eficiência no uso da radiação solar e praticamente não apresenta saturação por radiação, ou seja, não reduz o processo de fotossíntese ao longo do dia, conseguindo então, manter sua produção de carboidratos em um nível adequado.</p>
<p>Outro ponto importante sobre a cultura do milho, é que ela é insensível ao fotoperíodo, denominada foto neutra. Ou seja, diferentemente da soja que depende do fotoperíodo crítico para florescer, o milho não responde a essa condição. Neste caso, o fator temperatura apresenta grande influência sobre a entrada no período reprodutivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-milho-o-processo-de-germinacao-da-semente/">fenologia da cultura</a></strong>, podemos descrever o ciclo do milho de acordo com as diferentes etapas de seu desenvolvimento, descritas abaixo, e de acordo com o estádio de desenvolvimento:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">Germinação</a> e emergência:</strong> período compreendido entre a semeadura e o aparecimento da plântula acima do solo.</li>
<li><strong>Crescimento vegetativo:</strong> período compreendido entre o aparecimento da primeira folha verdadeira até o início do florescimento. Esta etapa apresenta variações, as quais são caracterizadas pelo número de folhas.</li>
<li><strong>Florescimento:</strong> período entre a abertura da flor masculina (pendão) e plena fecundação (início da formação dos grãos).</li>
<li><strong>Frutificação:</strong> período que se estende após a fecundação até o enchimento completo dos grãos. A fase de enchimento dos grãos é caracterizada por diferentes estádios, dependendo do grau de desenvolvimento dos mesmos.</li>
<li><strong>Maturidade fisiológica: </strong>período final da frutificação o qual é caracterizado pelo aparecimento do “ponto preto” no grão.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12109 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg" alt="Estádios fenológicos do milho" width="566" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-300x182.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-370x224.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-270x164.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-size: 10pt;">Ciclo do milho de acordo com estádio de desenvolvimento. Fonte: Dekalb Asgrow</span></p>
<h2>Estágios de desenvolvimento e exigências climáticas</h2>
<ul>
<li><strong>Germinação/Emergência:</strong> temperatura e umidade adequados favorecem o processo germinativo, dando início à formação de uma planta jovem. Temperatura de 18°C após a semeadura, permite que de 3 a 5 dias ocorra a germinação, para isso é necessário que a semeadura seja feita sob boas condições de umidade.</li>
<li><strong>V4 &#8211; Milho com quatro folhas desenvolvidas:</strong> nesta fase ocorre a definição do potencial produtivo da lavoura, é muito importante se atentar ao controle de plantas daninhas e pragas. Outro ponto importante é a realização da adubação nitrogenada.</li>
<li><strong>VT &#8211; Etapa de pendoamento:</strong> nesta fase, ocorrência de altas temperaturas, aliadas à baixa disponibilidade hídrica, luminosidade e deficiência nutricional, podem antecipar de forma expressiva a emissão do pendão, bem como maturação dos grãos de pólen antes que a espiga esteja apta a desenvolver suas funções, ou seja, pode ocorrer falta de sincronismo entre a emissão dos órgãos feminino e masculino.</li>
<li><strong>R1 &#8211; Período de florescimento e <a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">polinização</a>:</strong> as condições favoráveis nesta etapa são: temperatura entre 16-35°C e umidade relativa superior a 65%. Umidade relativa abaixo de 50% e temperatura superior a 35°C podem reduzir a viabilidade dos grãos de pólen, reduzindo a fecundação e consequentemente a produtividade.</li>
<li><strong>R2 &#8211; Grãos leitosos a R5 Grãos duros:</strong> nesta etapa, a ocorrência de período nublado, deficiência hídrica, redução de área foliar por ataque de pragas e doenças e desequilíbrio nutricional, reduzirão consideravelmente a taxa de acúmulo de matéria seca nos grãos, reduzindo o peso dos mesmos e produtividade.</li>
</ul>
<h2>Qual a influência da temperatura para o milho?</h2>
<p>Assim como a água é um dos fatores que mais limita, não só a produção do milho, mas de qualquer planta. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-da-temperatura-e-agua-na-produtividade-do-milho/">temperatura</a></strong> também representa um outro fator muito importante para a produtividade desta cultura. Veja abaixo consequências de temperaturas inadequadas ao cultivo de milho.</p>
<p>Regiões cujo verão apresenta temperaturas médias diária abaixo de 19°C e temperatura média noturna abaixo de 12,8°C não são recomendadas para este cultivo, pois podem retardar o florescimento e comprometer a produção final.</p>
<p>Em contrapartida, temperatura média diária acima de 26° C podem acelerar o processo de florescimento e enchimento de grãos, o que promove redução do tempo de acúmulo de massa seca nos mesmos. Temperatura média noturna acima de 24°C provocam consumo energético elevado, redução no ciclo da planta e queda de produtividade.</p>
<p>Sabendo-se alguns dos efeitos da temperatura sob o ciclo do milho, devemos então conhecer quais são as condições ideais durante o seu desenvolvimento, fique atento:</p>
<ul>
<li><strong>Germinação</strong>: entre 25-30°C;</li>
<li><strong>Emergência a floração</strong>: entre 24-30°C;</li>
<li><strong>Temperatura média diária</strong>: 21°C apresenta maior rendimento de grãos;</li>
<li><strong>Temperatura média noturna</strong>: 19 °C.</li>
</ul>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Adubação nitrogenada na cultura do milho: principais recomendações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 14:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
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		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[potencial produtivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil. Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo. Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um <strong>aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil.</strong> Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo.</p>
<p>Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare no caso da soja. No entanto, a média nacional é menos animadora nesse aspecto, sendo 5 toneladas/ha de milho e 3,4 toneladas/ha de soja.</p>
<p>A queda na produtividade, na maioria das vezes, está ligada à <strong>baixa fertilidade do solo e manejo nutricional inadequado da lavoura</strong>.</p>
<p>É possível transformar esse tipo de situação que causa prejuízo, em algo benéfico. Tendo o conhecimento adequado e aplicando em suas lavouras, a produção possui grandes chances de aumento, principalmente na cultura dos cereais.</p>
<p>Isso não implica, porém, no aumento da área de plantio. Com as técnicas corretas, você pode produzir mais no mesmo espaço. Uma delas é ter em mente o que sua cultura de fato precisa e o que ela exige nutricionalmente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Exigência nutricional na cultura do milho</h2>
<p>A exigência nutricional da cultura é fundamental para as tomadas de decisões quanto à fertilidade. Ela é determinada pela quantidade de cada nutriente extraído do solo pela planta.</p>
<p>É importante ter em mente que tanto os macronutrientes, quanto os micronutrientes, fazem total diferença à resposta da cultura, que pode produzir mais ou menos.</p>
<p>Um dos macronutrientes de maior impacto é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>. Além de ser o <strong>nutriente que o milho mais absorve</strong>, em sua grande maioria, também é o de melhor custo-benefício.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Para seguir adiante com a <strong>recomendação da quantidade de adubo nitrogenado ideal</strong>, uma série de fatores deve ser considerada, tais como:</p>
<ul>
<li>Sistema de produção (convencional ou plantio direto);</li>
<li>Condições edafoclimáticas;</li>
<li>Época de <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura</strong></a>;</li>
<li>Resposta da planta à adubação;</li>
<li>Modo de aplicação;</li>
<li>Fonte do nutriente;</li>
<li>Recursos financeiros, dentre outras.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41642" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png" alt="Extração de nutrientes no milho" width="604" height="547" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png 604w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-300x272.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-370x335.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-270x245.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-331x300.png 331w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-150x136.png 150w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Extração de nutrientes da cultura do milho. Fonte: Coelho e Franca (1995).</span></p>
<p>Segundo Coelho e seus colaboradores (2007), para que um produtor de milho consiga atingir uma produção equivalente a 9,2 toneladas de grãos em um único hectare, serão necessários 185 Kg/ha de nitrogênio. Estes mesmos resultados são comprovados por Coelho e França (2005), como citados na tabela acima.</p>
<p>Já nas pesquisas feitas por Casagrande e Fornasieri Filho (2002), o aumento nas doses de nitrogênio resulta em teores maiores não só do próprio Nitrogênio (N), mas também de Fósforo (P), Enxofre (S) e Zinco (Zn) nas folhas de milho.</p>
<p>Repare que o fósforo também é um dos macronutrientes e tem sido cada vez mais limitante, então o uso do nitrogênio é <strong>extremamente necessário</strong>.</p>
<p>Além do mais, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>enxofre</strong></a>, quando absorvido pela planta, também auxilia na defesa contra patógenos, no aumento da oferta de proteínas e aminoácidos essenciais e no controle hormonal para o crescimento. O mesmo é observado no micronutriente de zinco.</p>
<p>Tudo isso contribui para a qualidade final do milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg" alt="Adubação foliar com nitrogênio em lavoura de milho" width="506" height="338" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Adubação foliar com Nitrogênio líquido &#8211; Fonte: Revista Campo e Negócio</span></span></p>
<h2>Principais fontes de nitrogênio para adubação</h2>
<p>Muito produtor cerealista acaba por tentar o caminho mais fácil que é a compra do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizante nitrogenado</a></strong>, mas muitos não sabem que até a origem desse macronutriente pode ter peso significativo.</p>
<p>A fonte de nitrogênio é importante para definir o modo de aplicação e em qual época será melhor aproveitada pela planta. Isso evita perdas e aumenta a velocidade de disponibilidade deste nutriente para a planta.</p>
<p>Para adubação nitrogenada na cultura do milho, são usadas, basicamente, três fontes de nitrogênio:</p>
<ol>
<li>Ureia (fornece 45 % N);</li>
<li>Sulfato de Amônio (além de fornecer 20 % N, também fornece de 22 a 24 % de S);</li>
<li>Nitrato de Amônio (fornece 32 % N).</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21377 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg" alt="Ureia" width="505" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ureia &#8211; fonte de N</span></span></p>
<p>Na pesquisa conduzida por Meira (2009), cuja finalidade do experimento era avaliar diferentes dosagens e fontes distintas de Nitrogênio, concluiu-se que <strong>a produção de grãos aumenta com o acréscimo na dosagem do nutriente</strong>, porém não há diferença entre as fontes de nitrogênio utilizadas.</p>
<p>Apesar do aumento do fornecimento de nitrogênio ter tido uma boa resposta, a superdosagem pode reduzir a produtividade e causar toxicidade na planta devido ao efeito salino, segundo Jandrey (2019 &#8211; Pioneer).</p>
<p>Assim sendo, é preciso ter cautela e conhecer muito bem sobre fertilizantes, necessidades da cultura e adequação ao seu solo.</p>
<h3>Em que época realizar a adubação nitrogenada?</h3>
<p>Entre os estádios V3 a V6 é o período em que a planta tem <strong>maior demanda de nitrogênio</strong>, afinal, é nesse período de desenvolvimento que ela estará definindo o seu potencial produtivo.</p>
<p>No entanto, essa também é a melhor época para se realizar a adubação de cobertura e, por outro lado, a não aplicação do nitrogênio ou fornecimento fora da época recomendada pode causar grandes perdas de produção!</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21378 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg" alt="Fases do estádios fenológicos do milho" width="483" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg 483w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><span style="font-size: 10pt;">Estádios fenológicos do Milho &#8211; Fonte: Mais Soja</span></p>
<p>Há a comprovação desse dado por Fancelli e Casadei, onde as melhores respostas à produtividade de grãos ocorreram quando as adubações de cobertura foram feitas entre os estádios V2 e V6.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41643" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png" alt="Produtividade na cultura do milho" width="665" height="478" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png 665w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-300x216.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-370x266.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-270x194.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Resposta à produtividade de grãos sob a aplicação de nitrogênio. Fonte: Fancelli e Casadei (dados não publicados)</span></p>
<h3>Dosagem na adubação nitrogenada</h3>
<p>A prática mais comumente usada entre os produtores é a aplicação de no máximo 1/3 da dose total de Nitrogênio, desde que esse valor não passe de 50 kg/ha de N na fase de cobertura.</p>
<p>O outros 2/3 desse fertilizante, aplicam a lanço ou incorporam entre estádios V3 até o V6.</p>
<p>Quando o solo onde a cultura se desenvolve é do tipo arenoso, o recomendado é que a dose seja parcelada em 2 ou 3 vezes.</p>
<p>Ainda assim, é possível observar que não existe a necessidade de fornecer nitrogênio em estádios fenológicos avançados. Isso porque, além de não contribuir para o aumento de produtividade, essa prática pode favorecer a ocorrência de doenças como helmintosporiose, ferrugem e cercosporiose.</p>
<p>O resultado benéfico a respeito da aplicação de N em estádios fenológicos iniciais é comprovado pela pesquisa conduzida por Uhart e Andrade, na publicação de 1995 e citada por Fancelli em publicação de 2010.</p>
<p>Os pesquisadores constataram ainda, que nos 15 dias após a floração, o milho remobilizou entre 28 kg/ha e 100 kg/ha de N absorvido nos estádios iniciais. Esse dado representa de 18% a 42% daquele presente na biomassa (planta).</p>
<p>Desse total mobilizado, cerca de 46 a 50% foi proveniente das folhas, enquanto de 54 a 60%, estava presente no colmo da planta.</p>
<p>É inegável, portanto, <strong>a importância desse nutriente</strong> à planta.</p>
<h2>Como aprimorar o uso dos fertilizantes na cultura do milho?</h2>
<p>Fica claro que o nível de informações geradas pela pesquisa e comprovadas por experimentações em campo, devem ser absorvidas pelo produtor que busca aprimorar o uso eficiente dos fertilizantes e obter elevadas produtividades.</p>
<p>Nesse quesito, buscar informações atualizadas, com quem entende do assunto, fará total diferença para aqueles que querem obter maiores produções e com qualidades dentro das exigências de mercado.</p>
<p>Culturas cerealistas, principalmente, demandam mais atenção, pois são <strong>anuais e de grande impacto econômico nacional.</strong></p>
<p>O nitrogênio tem um grande peso, como dito neste artigo, mas também salientamos não ignorar os micronutrientes. Há uma expressão conhecida na fertilidade como <strong>Lei do Mínimo</strong> que diz: <em>“a produção das culturas é limitada pelo nutriente em menor quantidade no solo, ainda que os demais estejam adequados, ele não supre essa necessidade.”</em></p>
<p>Tudo isso, unindo ainda a época de aplicação, se será por meio de sólidos ou líquidos, necessidade específica de cada cultura e do solo, faz com que seja necessário entender mais a fundo as várias etapas e processos da fertilidade.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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		<title>Mancha aureolada do cafeeiro: como fazer o controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 12:52:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do café]]></category>
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		<category><![CDATA[mancha aureolada]]></category>
		<category><![CDATA[mudas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mancha aureolada é uma doença que tem se destacado na cafeicultura brasileira nos últimos anos. Ela é causada pela bactéria Pseudomonas syringae pv. Garcae e foi constatada pela primeira vez em 1955, na região de Garça, no Estado de São Paulo. Tal enfermidade era mais comum nas regiões cafeeiras mais frias, como os estados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mancha aureolada</strong> é uma doença que tem se destacado na cafeicultura brasileira nos últimos anos. Ela é causada pela bactéria <em>Pseudomonas syringae pv. Garcae</em> e foi constatada pela primeira vez em 1955, na região de Garça, no Estado de São Paulo.</p>
<p>Tal enfermidade era mais comum nas regiões cafeeiras mais frias, como os estados do Paraná e São Paulo, porém, nos últimos anos tem-se constatado também nas zonas cafeeiras do Cerrado Mineiro (Triângulo e Alto Paranaíba), Sul de Minas e áreas de elevada altitude das Matas de Minas.</p>
<p>Tem <strong>maior severidade, em sua maioria, em lavouras novas</strong>, com até 4 anos, mas lavouras velhas que foram podadas e viveiros de mudas podem ser altamente vulneráveis.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Penetração da bactéria na planta</h2>
<p>A bactéria penetra na planta de café por diversos mecanismos, sendo basicamente através de ferimentos, os quais podem ser causados<strong> por ataque de outras doenças/<a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong>, ventos, chuvas de granizo ou podas, e através de aberturas naturais, como estômatos, hidatódios, nectários e flores.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4219 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1.jpg" alt="Formas de penetração da bactéria da mancha aureolada no cafeeiro" width="644" height="219" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1.jpg 644w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1-300x102.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1-370x126.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro1-270x92.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 644px) 100vw, 644px" /><span style="font-size: 10pt;">Figura 1. Formas de penetração da bactéria. FONTE: Agrios, 2005.</span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os sintomas da mancha aureolada?</h2>
<p>A mancha aureolada ataca folhas, ramos, frutos novos e rosetas, podendo ser encontrada tanto em viveiros, quanto no campo. A bactéria ataca de forma sistêmica os ramos, que inicialmente ficam com uma coloração escura (Figura 3).</p>
<p>Em seguida, ataca as folhas e o sintoma se caracteriza por uma mancha necrótica de coloração parda, podendo ser envolvida por um halo-amarelado (Figura 2), consequentemente <strong>levando à queda das folhas e diminuição da produção de fotoassimilados</strong> pela planta.</p>
<p>Já nos órgãos florais do cafeeiro, causa a queda de flores e frutos chumbinhos (Figura 4), e consequentemente diminuição da produção. O ataque da doença pode causar a morte da planta em até 1 ano, sintoma que às vezes pode ser confundido com outras doenças, como rizoctoniose.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4220" src="https://rehagro.com.br/blog//wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-300x207.png" alt="Folha com Mancha Aureolada" width="500" height="344" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-300x207.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-370x255.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-435x300.png 435w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2-270x186.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro2.png 584w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 2. Folha com lesão característica da Mancha Aureolada. Foto: Flávia Patrício.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4221" src="https://rehagro.com.br/blog//wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-300x227.png" alt="Ramo de cafeeiro seco por ataque de mancha aureolada" width="500" height="379" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-300x227.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-370x280.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-270x204.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3-80x60.png 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro3.png 515w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"> Figura 3. Ramo de cafeeiro totalmente seco por ataque de Mancha Aureolada. Foto: Flávia Patrício.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4222" src="https://rehagro.com.br/blog//wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-300x195.png" alt="Roseta com Mancha Aureolada" width="500" height="325" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-300x195.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-370x240.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4-270x175.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro4.png 597w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura 4. Roseta atacada pela bactéria da Mancha Aureolada. Foto: Flávia Patrício.</span></p>
<h2>Condições favoráveis para a mancha aureolada</h2>
<p>Como mencionado, a bactéria causadora da mancha aureolada <strong>entra na planta por meio de aberturas causadas por ferimentos ou naturais</strong>. Como nas aberturas naturais o controle fica limitado, deve-se dar foco aos ferimentos, evitando-os.</p>
<p>A mancha aureolada ocorre pela combinação de fatores que estão ligados ao ambiente, ao hospedeiro e ao patógeno, como:</p>
<ul>
<li>Locais onde tem acúmulo de ar e ventos frios;</li>
<li>Problemas após podas no cafeeiro;</li>
<li>Lavouras atingidas por chuvas de pedra;</li>
<li>Altitudes elevadas;</li>
<li>Redução da temperatura e aumento da umidade relativa;</li>
<li>Excesso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong> na planta;</li>
<li>Mudas fracas que vão para o campo são mais suscetíveis à doença.</li>
</ul>
<h2>Como manejar a mancha aureolada?</h2>
<p>Primeiramente, é preciso entender que o manejo da mancha aureolada, como de qualquer outra bactéria, é complicado, <strong>pois o melhor controle é evitar sua entrada na planta</strong>, iniciando com o plantio de mudas sadias e livres da bactéria.</p>
<p>Visto que a única forma de tentar controlar a doença é por meio de aplicações de bactericidas, que são pouco eficientes e podem ocasionar facilmente resistência da bactéria ao produto, o controle é difícil e oneroso.</p>
<p>Controles químicos estão obtendo melhores resultados, por meio de pulverizações preventivas com cúpricos no campo, e Hidróxido de Cobre e Casugamicina no viveiro, único antibiótico com registro para a cultura do café em viveiros no mercado.</p>
<p>Nota-se, como estratégia de muitos produtores, pulverizações seguidas com Casugamicina, quando a bactéria já está na planta. Porém, após a introdução da doença na planta, esta tática de controle muitas vezes é uma medida irracional do produtor em controlar a doença, pois tem eficiência muito baixa.</p>
<p>Desta forma, tem-se recomendado o uso da Casugamicina e Hidróxido de Cobre em viveiros, e em lavouras adultas o uso de cúpricos de maneira preventiva nas regiões sujeitas à enfermidade, já que não existe registro para o Casugamicina em lavouras adultas. Recomendações:</p>
<h3>No viveiro</h3>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Hidróxido de cobre;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Casugamicina.</span></li>
</ul>
<h3>No campo</h3>
<ul>
<li>Hidróxido de cobre: 2 &#8211; 2,5 kg/ha;</li>
<li>Oxicloreto de cobre: 3 &#8211; 4 kg/ha;</li>
<li>Hidróxido de cobre: 2 kg + mancozeb 2 kg.</li>
</ul>
<p>Os melhores resultados já obtidos no controle da bactéria da mancha aureolada foram através do uso de Oxicloreto de cobre na dosagem de 4 Kg/ha sem uso de misturas. Além disso, é importante aplicação de cúpricos antes da colheita, pelo fato de que essa operação causa ferimentos na planta, possibilitando a entrada da bactéria.</p>
<p>Em períodos muito chuvosos, o recomendado é reduzir o intervalo entre as aplicações e realizá-las de 15 a 25 dias entre aplicações, e sempre utilizar na concentração da calda mais alta de registro.</p>
<p>Quanto à resistência genética, percebe-se que a bactéria <em>Pseudomonas</em> atinge todos os cultivares, não tendo ainda estudos para avaliação de resistência. Porém, nota-se que a cultivar Mundo Novo é a mais suscetível a essa doença.</p>
<p>No campo, a principal tática a ser utilizada consiste basicamente em impedir ferimentos que possam servir de porta de entrada para a bactéria e o uso de produtos à base de cobre. Sendo assim, o recomendado é a utilização de quebra-ventos, como braquiária e crotalária nas entrelinhas, e árvores, como o eucalipto, fora da lavoura, principalmente em lavouras novas.</p>
<h2>Domine a gestão da lavoura e conquiste mais resultados na cafeicultura</h2>
<p>A mancha aureolada pode comprometer seriamente a produtividade do cafeeiro se não for controlada corretamente. Mas, para garantir lavouras mais produtivas e rentáveis, é essencial unir o manejo fitossanitário a uma gestão eficiente de toda a produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você terá acesso a conteúdos práticos, ferramentas de gestão aplicáveis no campo e o conhecimento de especialistas que já transformaram a realidade de diversos cafeicultores.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro/">Mancha aureolada do cafeeiro: como fazer o controle</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Boro no café: como evitar deficiência e melhorar a produção?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 12:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[boro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[metabólicas]]></category>
		<category><![CDATA[micronutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O boro é um micronutriente fundamental para o desenvolvimento saudável do cafeeiro, desempenhando um papel importante na floração, frutificação e formação dos grãos. Sua deficiência pode resultar em problemas como crescimento irregular, deformações nas folhas, queda prematura dos frutos e, consequentemente, redução na produtividade da lavoura. Além disso, a falta de boro compromete a absorção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="37" data-end="503">O <strong>boro</strong> é um micronutriente fundamental para o desenvolvimento saudável do cafeeiro, desempenhando um papel importante na floração, frutificação e formação dos grãos.</p>
<p data-start="37" data-end="503">Sua deficiência pode resultar em problemas como crescimento irregular, deformações nas folhas, queda prematura dos frutos e, consequentemente, redução na produtividade da lavoura. Além disso, a falta de boro compromete a absorção de outros nutrientes, impactando diretamente a qualidade final do café.</p>
<p data-start="505" data-end="884" data-is-last-node="">Para evitar esses prejuízos, é essencial entender como identificar os sinais de deficiência e aplicar práticas eficientes de manejo nutricional.</p>
<p data-start="505" data-end="884" data-is-last-node="">Neste artigo, você vai descobrir a <strong>importância do boro na cultura do café</strong>, os principais sintomas da sua carência e as melhores estratégias para garantir uma nutrição equilibrada, promovendo lavouras mais produtivas e sustentáveis.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Importância dos micronutrientes para as plantas</h2>
<p>Apesar da <strong>grande importância dos micronutrientes na nutrição vegetal</strong>, apenas recentemente passaram a ser utilizados de modo mais rotineiro nas adubações em várias regiões e para as mais diversas condições de solo, clima e culturas no Brasil.</p>
<p>Os principais motivos que despertaram interesse pela <strong>utilização de fertilizantes contendo micronutrientes</strong> no Brasil foram:</p>
<ul>
<li>Início da ocupação da região dos cerrados, formada por solos deficientes em micronutrientes por natureza;</li>
<li>Aumento da produtividade de inúmeras culturas com maior remoção e exportação de todos os nutrientes;</li>
<li>Incorporação inadequada de calcário ou a utilização de doses elevadas acelerando o aparecimento de deficiências induzidas;</li>
<li>Aumento na proporção de produção e utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/">fertilizantes NPK</a></strong> de alta concentração, reduzindo o conteúdo incidental de micronutrientes nesses produtos;</li>
<li>Aprimoramento da análise de solo e foliar como instrumento de diagnóstico de deficiências de micronutrientes.</li>
</ul>
<p>Dentre todos os micronutrientes utilizados pela planta, um merece atenção: <strong>o boro</strong>.</p>
<p><strong>O boro é reconhecidamente o micronutriente cuja deficiência é mais comum no Brasil</strong> em diversas culturas anuais ou perenes, disputando com o zinco o ranking da deficiência em nossos solos. Devido a essa importância, ele será tratado neste trabalho, mais especificamente na cultura do café.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-de-deficiencia-nutricional-no-cafeeiro?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39677 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png" alt="Guia Deficiências nutricionais no cafeeiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-deficiencias-nutricionais-cafeeiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Origem do boro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>origem do boro</strong> deve-se, principalmente, à turmalina, uma rocha que após sofrer intemperismo, libera no solo formas solúveis, como boratos e ácido bórico, que corresponde à forma não dissociada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de a turmalina ser fornecedora de boro ao solo,<strong> a fonte principal para as plantas vêm da matéria orgânica</strong>, que, após mineralizada, disponibiliza o nutriente. Portanto, há relação entre o teor de matéria orgânica com a quantidade de boro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra fonte citada na literatura são as precipitações, pois devido à abundância do elemento na água do mar, que obedece ao ciclo da água, com a evaporação, é passado para a atmosfera na forma de gotículas de água salgada e como vapor de ácido bórico, retornando ao solo juntamente com a chuva. Brasil Sobrinho (1965, apud MALAVOLTA, 2006) <strong>encontrou na água da chuva de 0,02 a 0,04 mg B/l</strong>, e concluiu poder contribuir para manutenção dos teores no solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O boro se encontra no solo em 4 formas: </span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Solúvel em água;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Adsorvido, </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Preso à <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/" target="_blank" rel="noopener">matéria orgânica</a></strong>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fixado nas argilas. </span></li>
</ol>
<p>Somente a primeira nos dá indicativo de disponibilidade. A soma de todas as formas representa o teor total no solo, do qual, somente 5% estariam na forma solúvel e, consequentemente, disponível para as plantas.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Absorção, transporte e redistribuição do boro no cafeeiro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o assunto é absorção, o primeiro item a merecer atenção é o <strong>contato do elemento com a raiz</strong>, que no caso do boro se dá por fluxo de massa. </span>O processo de absorção de boro ainda não é bem explicado, mas até agora o consenso que se tem é que o processo se dá por difusão através do plasmalema.</p>
<p>O movimento do boro se dá por <strong>corrente transpiratória via xilema</strong>, mas apresenta pouca mobilidade no floema, havendo redistribuição somente em algumas espécies, não incluindo o cafeeiro, apesar de não ser uma regra para todas as espécies da mesma família.</p>
<p>Em algumas culturas onde a redistribuição ocorre, há uma quantidade maior de polióis, resultando em alta relação Polióis: Boro que se complexam com o mineral dando origem a compostos mais solúveis nos tecidos, como é o caso da soja.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4408 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.jpg" alt="Florada da lavoura cultivar topázio" width="482" height="642" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.jpg 482w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 482px) 100vw, 482px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Florada da Lavoura – Cultivar Topázio. (Foto: Diego Baquião)</span></p>
<p>Devido à imobilidade do boro via floema, não se movendo das folhas ou outros órgãos para atender a necessidade de crescimento, o elemento assume algumas características:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">Sintomas de deficiência</a></strong> aparecem em tecidos novos em crescimento, tais como: meristemas florais e vegetativos, pólen, fruto, raízes;</li>
<li>A toxidez do boro aparece em folhas velhas;</li>
<li>Há acúmulo de boro nos tecidos com a idade.</li>
</ul>
<p>Esse tipo de comportamento tem implicações no manejo do elemento no sistema agrícola, seja para detecção de deficiências como no modo de aplicação, como será visto adiante.</p>
<h2>Qual a função do boro nas plantas de café?</h2>
<p>A presença do boro <strong>altera as reações enzimáticas, pois inibe ou estimula a atividade das enzimas,</strong> provocando mudanças metabólicas, tanto em deficiência, acumulando substâncias prejudiciais às folhas como os fenóis, quanto em níveis elevados, que podem se tornar tóxicos às plantas.</p>
<p>Na fase reprodutiva o efeito benéfico é proeminente, uma vez que as exigências em boro são mais altas neste período do que no crescimento vegetativo, influindo na germinação do pólen, florescimento e frutificação.</p>
<p>No cafeeiro, causa abortamento das gemas floríferas, influindo também no crescimento vegetativo. Dentre os fatores benéficos, podemos citar também a <strong>síntese de proteínas e ácidos nucléicos</strong> que tem sua eficiência elevada.</p>
<p>Quando afirmamos que o boro é <strong>importante no crescimento vegetativo</strong>, um dos principais locais onde atua é na parede celular e na membrana citoplasmática, alterando suas propriedades mecânicas, principalmente na fase de crescimento. É necessário haja uma relação estreita entre a nutrição de boro com a parede celular primária, visto que 90% do elemento da célula estão presentes nessa estrutura.</p>
<p>Na membrana, apesar da pequena quantidade presente quando comparado à parede celular, atua na absorção de outros nutrientes, como, por exemplo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">o fósforo</a></strong>, que tem sua absorção diminuída em raízes deficientes do elemento, que também tem como papel a manutenção da integridade da membrana, garantindo absorção e metabolismo adequado, inclusive quando se fala em absorção de água.</p>
<p>Essa capacidade parece estar mais ligada à quantidade de carboidratos do que à concentração dos minerais presentes nos tecidos radiculares. Tal quantidade de carboidratos é influenciada pela presença de boro, que é o principal transportador desses compostos para os diversos órgãos das plantas, incluindo a raiz.</p>
<p>A diminuição no transporte de açúcares pode ser explicada pela menor atividade metabólica, ou seja, demanda pelos órgãos dreno. Outra explicação seria a diminuição da formação de compostos de borato com açúcares, tais complexos auxiliam no transporte dos carboidratos dentro da planta.</p>
<p>Outro benefício trazido pelo boro, principalmente em solos de regiões tropicais, que apresentam naturalmente elevado teor de Al e baixa concentração de bases, é o de <strong>permitir o maior crescimento radicular na presença de alumínio</strong> e, consequentemente, em solos ácidos. Vale lembrar que esse tipo de solo é a maioria no território brasileiro.</p>
<p>Tal fato pode ser explicado pela provável substituição do boro pelo alumínio em alguma função importante. Segundo o mesmo autor, essa hipótese é reforçada pela semelhança estrutural do Aluminato- Al (OH)3 com o B(OH)3 e pelo fato dos sintomas de deficiência de boro serem semelhantes aos observados por toxicidade de alumínio.</p>
<p>Portanto, o alumínio poderia induzir a deficiência de Boro. Esse benefício aumenta em proporção se considerarmos como premissa básica para uma produção econômica e sustentável em regiões tropicais, um solo com grande volume explorado por raízes sadias, que consigam absorver água e nutrientes de maneira eficaz.</p>
<p>As funções do boro na planta podem ser resumidas do seguinte modo:</p>
<ul>
<li>Absorção e transporte de água e nutrientes;</li>
<li>Maior vegetação;</li>
<li>Maior pegamento das floradas, menor esterilidade;</li>
<li>Fixação biológica do N2;</li>
<li>Proteção contra doenças;</li>
<li>Melhora a qualidade dos produtos.</li>
</ul>
<h2>Deficiências no cafeeiro</h2>
<p>As deficiências podem ser <strong>reais ou induzidas</strong>. Reais pela falta do Boro, e induzidas pela dificuldade de absorção mesmo que o elemento esteja presente.</p>
<p>A indução das deficiências nos cafezais se deve a:</p>
<ul>
<li>Fatores climáticos, como precipitação e temperatura;</li>
<li>Problemas físicos causados por adensamentos que diminuem a capacidade de infiltração e, consequente, o armazenamento de água;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pragas</strong></a> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> do sistema radicular;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudas-de-cafe-como-escolher/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mudas</strong></a> de inferior qualidade;</li>
<li>Problemas no caule que impedem ou dificultam a circulação da seiva;</li>
<li>Manejo inadequado, principalmente, da adubação, que, se feita de modo incorreto, pode causar desequilíbrio e competição com plantas daninhas ou culturas intercalares.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4409 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_.jpg" alt="Deficiência de boro na planta" width="526" height="393" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_.jpg 526w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/deficiencia-de-boro.JPG2_-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Deficiência de boro (Foto: Luiz Paulo Oliveira)</span></p>
<h3>Diagnóstico de excesso ou deficiência de boro</h3>
<p>O <strong>diagnóstico das deficiências ou dos excessos</strong> pode ser feito de forma complementar, por meio de <a href="https://rehagro.com.br/blog/interpretacao-de-uma-analise-de-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>análises de solo</strong></a>, análises de folhas e observação dos efeitos visuais. Vale lembrar que as análises de folhas e de solo podem acusar uma possível deficiência que ainda não esteja se manifestando nas plantas, estando em estágio latente.</p>
<p>Nas folhas do cafeeiro, <strong>os sintomas aparecem naquelas novas</strong>, que se apresentam deformadas, afiladas, pequenas e com os bordos arredondados. Também causa a morte das gemas apicais, provocando um superbrotamento.</p>
<p>Com a progressão da deficiência, aparecem nas folhas novas, pontuações negras e corticosas junto à nervura, causando seu entortamento. A deficiência acarreta também a deformação dos ramos laterais, com suas pontas se entortando para cima e para baixo e os secundários podendo se desprender por engrossamento em sua base.</p>
<p>O excesso de Boro causa <strong>toxicidade</strong>, aparecendo folhas manchadas de verde e amarelo e, em casos graves, ocorre queima dos bordos foliares. Os sintomas de toxidez são observados quando o nível nas folhas é superior à 100ppm.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4176 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1.jpg" alt="planta com boro" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /> <span style="font-size: 10pt;">Cafeeiro com sintomas de deficiência de Boro</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4177 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2.jpg" alt="planta com sintomas de deficiência de boro" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/boro-processos-e-resultados2-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;">Cafeeiro com sintomas de deficiência de Boro</span></p>
<h3>Quando realizar a amostragem de folhas?</h3>
<p>Segundo a Fundação Procafé, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-folha/" target="_blank" rel="noopener">a amostragem de folhas</a></strong> deve ser feita em duas épocas: no início das chuvas, para ajudar na programação da adubação e outra no início da granação dos frutos (Jan-Fev), para aferir as quantidades aplicadas do nutriente em períodos de maior exigência pela cultura, pois o teor na folha avalia indiretamente o teor no solo.</p>
<p>No caso específico do Boro no cafeeiro (espécie em que o elemento é imóvel no floema), a amostragem foliar deve ser feita coletando-se folhas ou tecidos jovens quando o objetivo for diagnosticar deficiências, e em tecidos maduros quando se tratar de toxidez.</p>
<p>Quanto à amostragem de solo, ela deve ser feita quando cessarem os tratos culturais na lavoura, obedecendo a um período mínimo de 60 dias da última adubação potássica, o que deve coincidir com a pré-colheita. Portanto, deve ser utilizado o bom senso nas lavouras que utilizam a prática da arruação, retirando as amostras antes dessa prática ou proceder ao “chegamento de cisco” para posterior amostragem.</p>
<h2>Quais as exigências e níveis adequados do boro?</h2>
<p>Os teores adequados de boro no solo, quando o extrator for água quente, variam em função do tipo de solo, espécie vegetal, clima, teor de matéria orgânica e pH.</p>
<p>Para a cultura do café, admite-se como adequado, <strong>um teor foliar de 40-80 ppm e um nível no solo acima de 0,5 mg/dm3.</strong></p>
<p>Segundo estudos, a demanda de boro pelo cafeeiro é de <strong>2.500 mg/ha</strong>, quantidade que corresponde às exigências para vegetação e produção de 1(uma) saca de 60Kg de café beneficiado na mesma área, ou seja, 1 ha.</p>
<p>Essa exigência foi dividida em diferentes partes da planta por Malavolta (2006), de modo que se chegou à seguinte ordem decrescente:</p>
<ol>
<li>Folhas &#8211; 50%;</li>
<li>Fruto &#8211; 20%;</li>
<li>Ramos &#8211; 15%;</li>
<li>Tronco &#8211; 10%</li>
<li>Raiz &#8211; 5%.</li>
</ol>
<h2>Modos de aplicação e quantidades</h2>
<p>O boro pode ser aplicado no cafeeiro por duas vias principais: <strong>via solo e via folha</strong>.</p>
<p>Ambas são utilizadas em larga escala em cultivos comerciais e experimentais com relativo sucesso, no entanto, cada qual possui características peculiares que devem ser analisadas em função dos teores do elemento no solo e na folha, comportamento do elemento, época do ano, idade da planta, produção, facilidade de aplicação, economia e etc.</p>
<h3>Adubação foliar</h3>
<p>A adubação foliar deve ser encarada como uma <strong>prática auxiliar no suprimento de nutrientes via solo</strong>. Se feita de modo indiscriminado pode acarretar prejuízos tanto por gastos desnecessários como por desequilíbrios, carências e toxidez.</p>
<p>De acordo com recomendação da Fundação Procafé, o boro pode ser fornecido via foliar usando-se ácido bórico, bórax ou boro líquido na concentração de 0,3% a 0,5% para as duas primeiras fontes e, para o boro líquido, 0,2 a 0,3%. A adubação foliar para o boro não é duradoura, sendo que mantém o teor foliar por aproximadamente 60 dias.</p>
<h3>Adubação via solo</h3>
<p>No fornecimento do nutriente via solo, temos uma <strong>maior eficiência</strong> quando analisamos o período que essa prática mantém o teor adequado na folha, que pode chegar a 18 meses, além de trazer benefícios ao sistema radicular como discutido anteriormente.</p>
<p>A adubação via solo é <strong>recomendada em casos de deficiências agudas</strong>, ou seja, quando o teor no solo for menor que 0,6 mg/dm3. O suprimento é feito com 2 a 6 kg/ha de boro aplicados na projeção da copa. As fontes utilizadas podem ser o ácido bórico ou o bórax, dando preferência ao ácido, que apresenta um melhor comportamento no solo pela maior solubilidade (Cultura de Café no Brasil- Novo Manual de Recomendações, 2005).</p>
<p>Um fator importante em termos de eficiência agronômica quando decidimos pela aplicação via solo é a solubilidade em água, que influi diretamente na absorção da planta. Lopes (1999) agrupa os fertilizantes fornecedores de Boro quanto à solubilidade em água em:</p>
<ul>
<li><strong>Solúveis</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Ácido Bórico, Bórax, Solubor e Boratos fertilizantes;</span></li>
<li><strong>Medianamente solúvel</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Colemanita;</span></li>
<li><strong>Insolúveis</strong>:<span style="font-weight: 400;"> Ulexita.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Um detalhe que vale ser lembrado visando economia de recursos é o fato da aplicação no solo, quando a fonte for ácido bórico, poder ser feita juntamente com a aplicação de produtos de solo (inseticida-fungicida) via líquida, bastando somente fazer os cálculos de acordo com a quantidade de calda usada/ha e diluir a quantidade de ácido bórico correspondente no pulverizador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A participação relativa do adubo e dos nutrientes do solo depende do nível de fertilidade química atual do solo, ou seja, <strong>quanto maior o nível de fertilidade menor a participação do adubo e maior a do solo na produção.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, somente após a compreensão dos mecanismos que regem o sistema solo-planta-atmosfera, do comportamento dos nutrientes no solo e no interior da planta e dos níveis adequados e modos corretos de aplicação, um nível de fertilidade adequado pode ser buscado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso deve acontecer de forma gradativa e contínua, respeitando as particularidades do solo, da cultura e nível tecnológico do produtor, visando produção satisfatória em uma agricultura racional, que equalize necessidades do homem com o ambiente onde vivemos.</span></p>
<h2>Aprimore a nutrição do cafeeiro e aumente a rentabilidade da lavoura</h2>
<p>O boro é um micronutriente essencial para o desenvolvimento do cafeeiro e sua deficiência pode comprometer a floração, a frutificação e, consequentemente, a produtividade. Garantir o fornecimento adequado desse elemento exige conhecimento técnico e uma gestão eficiente da nutrição da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a interpretar corretamente as necessidades nutricionais, planejar a adubação de forma estratégica, reduzir custos e conduzir sua lavoura com foco em qualidade, produtividade e lucro.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Café Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-no-cafeeiro/">Boro no café: como evitar deficiência e melhorar a produção?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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