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	<title>praga Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>praga Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Tripes na soja: como identificar e realizar o controle dessa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tripes-na-soja-como-controlar-essa-praga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 11:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tripes na soja têm se tornado uma preocupação crescente para produtores de grãos, especialmente em regiões de clima quente e seco. Esses insetos, pertencentes à ordem Thysanoptera, podem causar danos severos à cultura ao se alimentarem dos tecidos das folhas, comprometendo o desenvolvimento das plantas e impactando diretamente a produtividade. Nos últimos anos, surtos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os tripes na soja têm se tornado uma preocupação crescente para produtores de grãos, especialmente em <strong>regiões de clima quente e seco</strong>.</p>
<p>Esses insetos, pertencentes à ordem Thysanoptera, podem causar danos severos à cultura ao se alimentarem dos tecidos das folhas, comprometendo o desenvolvimento das plantas e impactando diretamente a produtividade.</p>
<p>Nos últimos anos, <strong>surtos de tripes em áreas produtoras de soja têm sido relatados com mais frequência</strong>, principalmente devido a mudanças climáticas e à intensificação do cultivo.</p>
<p>Além disso, a <strong>dificuldade de detecção precoce</strong> faz com que essa praga muitas vezes passe despercebida até que os danos já sejam significativos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Características biológicas dos tripes</h2>
<p>Os tripes são insetos pequenos, geralmente medindo entre 1 a 2 mm de comprimento, com um corpo alongado e coloração variando entre amarelo-claro, marrom e preto, dependendo da espécie e do estágio de desenvolvimento.</p>
<p>Possuem asas franjadas, o que facilita sua dispersão pelo vento, tornando a infestação mais difícil de conter.</p>
<h3>Principais espécies que atacam a soja</h3>
<p>Na cultura da soja, algumas das espécies mais comuns de tripes incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Caliothrips spp</strong>.: se concentram principalmente na face inferior das folhas, provocando distorções, prateamento, bronzeamento e, em casos mais severos, a queda das folhas.</li>
<li><strong>Frankliniella spp</strong>.: se concentram nas brotações e nos meristemas apicais da planta, causando abortamento das flores.</li>
</ul>
<h3>Ciclo de vida e condições favoráveis para o desenvolvimento</h3>
<p>Os tripes possuem um ciclo de vida relativamente curto, variando de 15 a 30 dias, <strong>dependendo das condições ambientais</strong>. O ciclo passa pelas seguintes fases:</p>
<ol>
<li><strong>Ovo</strong> – Postura ocorre dentro da epiderme da folha, dificultando o controle.</li>
<li><strong>Larva (1º e 2º instar)</strong> – Ativa na alimentação e responsável pelos danos diretos à planta.</li>
<li><strong>Pré-pupa e pupa</strong> – Ocorrem no solo ou em partes protegidas da planta.</li>
<li><strong>Adulto</strong> – Forma alada, que se dispersa e inicia nova infestação.</li>
</ol>
<p>O clima influencia fortemente a dinâmica populacional dos tripes. Temperaturas acima de 25°C e baixa umidade acelera o seu ciclo de vida e torna as lavouras mais vulneráveis em períodos secos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39626 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png" alt="Guia Principais pragas da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-soja-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar os sintomas da infestação</h2>
<p>Os danos causados pelos tripes na soja incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Prateamento e descoloração das folhas</strong>: resultado da sucção da seiva e destruição das células epidérmicas causado pelos Caliothrips sp., como Caliothrips brasiliensis, Caliothripes phaseoli e outros.</li>
<li><strong>Enrugamento e deformação foliar</strong>: folhas afetadas podem apresentar crescimento irregular, sintomas também dos danos de Caliothrips sp.</li>
<li><strong>Redução da taxa fotossintética</strong>: impacto direto na capacidade produtiva da planta.</li>
<li><strong>Queda prematura das folhas</strong>: em infestações severas, pode comprometer a produção.</li>
<li><strong>Abortamento de flores</strong>: a sucção da seiva das flores causando o abortamento dessas, principalmente por Frankliniella spp.</li>
</ul>
<p>A observação de tripes na parte inferior das folhas jovens e nas flores e a presença de fezes escuras (pontuações negras) são indicativos de infestação ativa.</p>
<h3>Relação entre infestações e estresses climáticos</h3>
<p>Os tripes apresentam desenvolvimento acelerado em temperaturas elevadas, sendo mais ativos em períodos de clima quente e seco. As condições ideais para sua reprodução incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Temperatura acima de 25°C</strong> – Ciclo de vida mais curto</li>
<li><strong>Baixa umidade relativa do ar</strong> – Facilita a dispersão dos insetos e reduz a capacidade de recuperação da planta.</li>
<li><strong>Ausência de chuvas frequentes</strong> – Chuvas intensas podem reduzir a população de tripes ao lavar os insetos das folhas.</li>
</ul>
<h3>Perdas econômicas associadas à praga</h3>
<p>Embora a soja seja uma cultura relativamente tolerante a danos foliares em comparação a outras culturas, infestações severas de tripes podem causar:</p>
<ul>
<li><strong>Redução na produtividade</strong>: em cenários críticos, as perdas podem superar 20% do rendimento da lavoura.</li>
<li><strong>Aumento nos custos de produção</strong>: o controle inadequado pode levar a aplicações frequentes de inseticidas, elevando os custos e o risco de resistência dos tripes aos produtos químicos.</li>
<li><strong>Comprometimento da qualidade dos grãos</strong>: em alguns casos, plantas enfraquecidas e com menor área fotossintética podem produzir grãos menores, de menor peso e consequentemente menor produtividade da lavoura.</li>
</ul>
<p>O <strong>monitoramento contínuo e a aplicação de estratégias de controle</strong> no momento certo são essenciais para evitar prejuízos e garantir uma lavoura saudável.</p>
<h2>Métodos de monitoramento e controle</h2>
<p>A chave para um manejo eficiente dos tripes na soja está no monitoramento adequado da praga e na tomada de decisão baseada em níveis de infestação. Métodos eficazes de controle podem evitar perdas significativas e reduzir a necessidade de aplicações excessivas de inseticidas.</p>
<h3>Ferramentas e técnicas para monitoramento</h3>
<p>Para avaliar a presença e a intensidade da infestação de tripes, os engenheiros agrônomos e produtores podem utilizar diversas estratégias:</p>
<ol>
<li><strong>Inspeção visual</strong>: examinar a parte abaxial das folhas mais jovens, os trifólios novos do meristema apical e as flores, observando a presença e/ou sinais como pequenas raspadas, prateamento e deformações.</li>
<li><strong>Uso de armadilhas adesivas azuis</strong>: atrativas para tripes adultos, auxiliam no monitoramento populacional.</li>
<li><strong>Amostragem com batida de pano</strong>: método eficiente para estimar a densidade populacional na lavoura.</li>
<li><strong>Monitoramento semanal</strong>: avaliações frequentes ajudam a detectar o aumento da população antes que os danos sejam severos.</li>
</ol>
<p>O nível de ação recomendado para controle químico varia de acordo com a região, mas, geralmente, <strong>considera-se intervenção quando há mais de 2 ninfas ou adultos por trifólio na soja</strong>, impedindo que a população aumente e as intervenções não sejam suficientes comprometendo o rendimento da cultura.</p>
<h3>Níveis de controle e tomada de decisão para manejo</h3>
<p>O controle de tripes deve ser baseado no conceito de <strong>Manejo Integrado de Pragas (MIP)</strong>, que busca equilibrar diferentes estratégias para reduzir a infestação sem causar impactos ambientais e econômicos desnecessários.</p>
<p>A aplicação de inseticidas pode ser necessária quando a infestação atinge níveis críticos. Alguns grupos químicos recomendados incluem: piretróides, avermectinas, neonicotinóides, organofosforado, pirazol e espinosinas.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo dos tripes na soja exige uma <strong>abordagem estratégica e integrada</strong> para minimizar os danos à cultura e evitar perdas econômicas significativas.</p>
<p>Com a intensificação da produção agrícola e as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">mudanças climáticas</a></strong>, o desafio de controlar tripes na soja tende a crescer. Por isso, é fundamental que profissionais do setor estejam atentos ao monitoramento e façam as intervenções no momento certo.</p>
<p>Ao aplicar um manejo eficiente e sustentável, os produtores poderão garantir lavouras mais saudáveis, produtivas e resistentes às oscilações ambientais.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tripes no milho: como identificar, prevenir e controlar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tripes-no-milho-como-controlar-essa-praga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2025 11:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infestação de tripes na cultura do milho é um problema significativo que pode comprometer a produtividade da lavoura com o seu dano. Neste artigo detalharemos as principais dúvidas e questões relacionadas a essa praga, abrangendo desde a identificação até métodos de controle. O que são tripes no milho? Os tripes são pequenos insetos sugadores, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tripes-no-milho-como-controlar-essa-praga/">Tripes no milho: como identificar, prevenir e controlar essa praga?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A infestação de <strong>tripes na cultura do milho</strong> é um problema significativo que pode comprometer a produtividade da lavoura com o seu dano.</p>
<p>Neste artigo detalharemos as principais dúvidas e questões relacionadas a essa praga, abrangendo desde a<strong> identificação até métodos de controle</strong>.</p>
<h2>O que são tripes no milho?</h2>
<p>Os tripes são pequenos insetos sugadores, pertencentes à ordem Thysanoptera. Eles são conhecidos por se alimentarem de várias plantas, incluindo o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/">milho</a></strong>, causando danos ao tecido vegetal.</p>
<p>Esses insetos medem cerca de 1 a 2 mm de comprimento e podem ser difíceis de detectar a olho nu devido ao seu tamanho diminuto e coloração que varia de amarelo a marrom.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h3>Ciclo de vida</h3>
<p>O ciclo de vida dos tripes compreende <strong>cinco fases principais</strong>: ovo, larva, pré-pupa, pupa e adulto. Cada fase tem características específicas que influenciam a infestação e o controle dessa praga no milho.</p>
<ul>
<li><strong>Ovo</strong>: as fêmeas depositam os ovos dentro da epiderme da folha. Em condições favoráveis, os ovos eclodem em poucos dias.</li>
<li><strong>Larva</strong>: após a eclosão, as larvas começam a se alimentar raspando a superfície das folhas e sugando o conteúdo celular. Passam por dois estágios antes de se tornarem pré-pupas. Essa fase é a mais danosa às plantas.</li>
<li><strong>Pré-pupa e pupa</strong>: na fase de pré-pupa, os tripes cessam a alimentação e se abrigam em locais protegidos. A fase de pupa, que dura de poucos dias a uma semana, é um período de transformação até o surgimento do adulto.</li>
<li><strong>Adulto</strong>: os adultos emergem e iniciam a reprodução. São alados, o que facilita a dispersão para outras plantas. Continuam a se alimentar, mas causam menos danos que as larvas.</li>
</ul>
<p>O ciclo completo pode ser concluído em aproximadamente 20 dias sob condições ideais, sendo mais rápido em temperaturas elevadas. Conhecer essas etapas é essencial para identificar os momentos críticos para intervenção e controle eficaz dos tripes no milho.</p>
<h2>Como identificar tripes no milho?</h2>
<p>Identificar tripes na cultura do milho pode ser um desafio devido ao seu pequeno tamanho. No entanto, alguns sinais visuais são indicativos de sua presença e podem ajudar na detecção precoce dessa praga:</p>
<ul>
<li><strong>Lesões prateadas ou descoloridas nas folhas</strong>: os tripes raspam a superfície das folhas para se alimentar, causando lesões que se manifestam como áreas prateadas ou descoloridas. Essas áreas podem ser pequenas, mas se não controladas, podem se expandir e cobrir uma <strong>porção significativa da folha</strong>.</li>
<li><strong>Pontos pretos nas folhas</strong>: estes são as fezes dos tripes, frequentemente encontradas nas áreas danificadas das folhas. Esses pontos pretos são pequenos e dispersos, mas em infestações severas, podem ser facilmente visíveis.</li>
<li><strong>Deformações nas folhas</strong>: a atividade de alimentação das larvas e dos adultos pode causar deformações visíveis nas folhas, como folhas enroladas, distorcidas ou com crescimento irregular. Essas deformações são sinais de que os tripes estão interferindo no desenvolvimento normal da planta.</li>
</ul>
<p>Para facilitar a detecção e o monitoramento da presença de tripes, algumas ferramentas podem ser bastante úteis. O <strong>uso de lupas de mão</strong> permite uma inspeção mais detalhada das folhas, ajudando a visualizar melhor os pequenos insetos e os danos causados por eles.</p>
<p>Além disso, <strong>armadilhas adesivas de cor azul ou amarela</strong> podem ser colocadas nas plantações para capturar tripes. Essas armadilhas atraem os insetos, facilitando sua identificação e monitoramento.</p>
<h2>Quais os danos causados pelos tripes no milho?</h2>
<p>Os tripes causam uma variedade de danos ao milho, impactando diretamente a saúde e o rendimento da planta:</p>
<h3>Redução da fotossíntese</h3>
<p>As lesões nas folhas, provocadas pela alimentação dos tripes, <strong>reduzem significativamente a capacidade fotossintética da planta.</strong> Esses insetos raspam a superfície das folhas para se alimentar, criando pequenas áreas prateadas ou descoloridas.</p>
<p>Com a diminuição da fotossíntese, a planta não consegue produzir a quantidade necessária de energia para um crescimento saudável, resultando em <strong>plantas mais fracas e menos produtivas.</strong></p>
<h3>Transmissão de vírus</h3>
<p>Além dos danos físicos, alguns tripes atuam como vetores de vírus fitopatogênicos. Ao se alimentarem de uma planta infectada e posteriormente de uma planta saudável, eles podem transmitir vírus que causam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/">doenças graves no milho</a></strong>, como o vírus do mosaico do milho.</p>
<p>Essas doenças podem levar a uma redução significativa do rendimento, além de aumentar os custos de manejo da cultura.</p>
<h2>Como prevenir a infestação na lavoura?</h2>
<p>Prevenir a infestação de tripes na lavoura é uma estratégia eficiente é essencial para o manejo dessa praga.</p>
<p>Uma das práticas mais recomendadas é a <strong>rotação de culturas</strong>. Alternar o plantio de milho com outras culturas ajuda a interromper o ciclo de vida dos tripes, dificultando a sobrevivência e proliferação desses insetos.</p>
<p>Outra prática essencial é a manutenção da <strong>higiene agrícola</strong>. Manter a área de cultivo limpa e livre de resíduos de colheita é fundamental, pois restos de plantas podem abrigar tripes e servir como fonte de reinfestação.</p>
<p>A <strong>limpeza regular das áreas de cultivo e a remoção de plantas voluntárias</strong> ajudam a diminuir o habitat disponível para os tripes, reduzindo suas populações. Ao implementar essas práticas preventivas pode criar um ambiente menos favorável para os tripes, contribuindo para a saúde e produtividade das lavouras de milho.</p>
<h2>Como controlar tripes no milho?</h2>
<p>O controle de tripes é uma parte essencial do <strong>manejo integrado de pragas na cultura do milho</strong>. A seguir, detalhamos as principais estratégias de controle:</p>
<h3>Controle biológico</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">controle biológico</a></strong> envolve o uso de organismos naturais para reduzir a população de tripes. Isso pode ser feito de várias maneiras:</p>
<ul>
<li><strong>Introdução de ácaros predadores</strong>: ácaros como <i>Amblyseius swirskii</i> e <i>Neoseiulus cucumeris</i> são conhecidos por se alimentarem de tripes e podem ser liberados nas plantações para controlar a população da praga.</li>
<li><strong>Insetos parasitóides</strong>: espécies como o <i>Thripobius semiluteus</i>, que parasitam os tripes, também podem ser introduzidas. Esses insetos depositam seus ovos dentro dos tripes, eventualmente matando-os.</li>
<li><strong>Conservação de inimigos naturais</strong>: manter um habitat adequado para os inimigos naturais, como cobertura vegetal diversificada e ausência de pesticidas de largo espectro, pode ajudar a manter a população de tripes sob controle.</li>
</ul>
<h3>Controle químico</h3>
<p>Os inseticidas continuam sendo uma <strong>ferramenta importante no controle de tripes</strong>, mas seu uso deve ser estratégico para evitar problemas como a resistência.</p>
<ul>
<li><strong>Seleção de inseticidas específicos</strong>: produtos químicos como os dos grupos dos organosfosforados (acefato), avermectinas (abamectina) e pirazóis (clorfenapir) são eficazes contra tripes. É essencial seguir as instruções de dosagem e aplicação para maximizar a eficácia e minimizar os riscos ambientais.</li>
<li><strong>Rotação de produtos</strong>: alternar diferentes classes de inseticidas ajuda a prevenir o desenvolvimento de resistência nos tripes. Isso significa que não se deve usar o mesmo produto repetidamente, mas sim alternar entre produtos com diferentes modos de ação.</li>
<li><strong>Aplicação preventiva mediante o monitoramento</strong>: realizar o monitoramento frequente da praga, e iniciar o controle no início da infestação, impedindo que a população aumente e reduza a eficiência do controle. Em casos de alta infestação, é recomendado fazer aplicações sequenciais de inseticidas.</li>
</ul>
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<h3>Métodos culturais</h3>
<p>As práticas culturais são estratégias que envolvem <strong>mudanças no manejo do cultivo</strong> para tornar o ambiente menos favorável para os tripes.</p>
<ul>
<li><strong>Irrigação adequada</strong>: manter um nível de umidade adequado no solo pode ajudar a fortalecer as plantas e torná-las menos suscetíveis ao ataque de tripes. As plantas saudáveis e bem irrigadas são mais resistentes ao estresse causado pelas pragas.</li>
<li><strong>Adubação balanceada</strong>: fornecer nutrientes essenciais de forma equilibrada fortalece as plantas, tornando-as mais vigorosas e capazes de suportar melhor os danos causados pelos tripes. Um solo bem nutrido promove um crescimento robusto, o que dificulta a infestação.</li>
<li><strong>Rotação de culturas</strong>: alternar o milho com outras culturas reduz a disponibilidade de alimento e habitat para os tripes, interrompendo seu ciclo de vida. Esta prática também ajuda a melhorar a saúde geral do solo.</li>
<li><strong>Manejo de resíduos</strong>: a remoção de restos de colheita e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">plantas daninhas</a></strong> ao redor da área de cultivo reduz os locais de refúgio para os tripes, diminuindo a probabilidade de infestações.</li>
</ul>
<p>O controle eficaz dos tripes no milho requer uma abordagem integrada, combinando métodos biológicos, químicos e culturais.</p>
<p>Compreender o comportamento e o ciclo de vida dos tripes, juntamente com a implementação de práticas de manejo diversificadas, pode ajudar a minimizar os danos e manter a produtividade das plantações de milho.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os tripes no milho representam um <strong>desafio significativo para a agricultura</strong>, mas com práticas adequadas de identificação, prevenção e controle, é possível mitigar os danos e preservar a saúde e produtividade das plantações.</p>
<p>Entender os hábitos e o ciclo de vida desses insetos, além de adotar uma abordagem integrada de manejo, é fundamental para manter as plantações de milho vigorosas e produtivas.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pulgão do milho: como identificar e controlar essa praga?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pulgao-do-milho-como-identificar-e-controlar-essa-praga/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/pulgao-do-milho-como-identificar-e-controlar-essa-praga/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais importantes para a agricultura mundial, sendo uma fonte essencial de alimento para humanos e animais, além de matéria-prima para diversos produtos industriais. No entanto, a produção de milho enfrenta diversos desafios, entre eles, a infestação por pulgões. Esses pequenos insetos sugadores podem causar danos significativos às plantas, afetando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais importantes para a agricultura mundial, sendo uma fonte essencial de alimento para humanos e animais, além de matéria-prima para diversos produtos industriais.</p>
<p>No entanto, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/">produção de milho</a></strong> enfrenta diversos desafios, entre eles, a infestação por <strong>pulgões</strong>. Esses pequenos insetos sugadores podem causar danos significativos às plantas, afetando a produtividade.</p>
<p>Neste artigo, aprenderemos, de forma detalhada, como identificar e manejar o pulgão do milho, oferecendo orientações sobre as melhores práticas para proteger a lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é o pulgão do milho?</h2>
<p>O <strong>pulgão do milho</strong>, cientificamente conhecido como <i>Rhopalosiphum maidis</i>, é um inseto pertencente à família Aphididae. Ele é de cor verde-escura a negra e apresenta um corpo em forma de pêra. Esses insetos são conhecidos por sua <strong>capacidade de reprodução rápida</strong>, o que pode levar a infestações severas em curtos períodos.</p>
<p>Os pulgões do milho se alimentam sugando a seiva das plantas, o que pode resultar em transmissão de fungos e bactérias, e a excreção de <em>honeydew</em> (líquido açucarado) nas folhas favorece o desenvolvimento da “fumagina”, que recobre a folha e dificulta sua respiração e fotossíntese debilitando-a ainda mais a planta.</p>
<h2>Quais os impactos do pulgão do milho na produção?</h2>
<p>Os danos causados pelo pulgão do milho podem ser classificados em diretos e indiretos.</p>
<p>Os <strong>danos diretos</strong> incluem a perda de vigor da planta devido à sucção da seiva, que pode levar ao <strong>murchamento e à morte das folhas</strong>. Além disso, a secreção de substâncias açucaradas pelos pulgões favorece o crescimento de fungos, como a fumagina, que reduz a capacidade fotossintética das plantas.</p>
<p>Essa secreção pode causar danos no momento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/">polinização dos grãos</a></strong>, visto que essa praga costuma de hospedar próximo ao pendão, onde estão os grãos de pólen, o grão de pólen pode ficar preso a essa secreção melada e não chegar até às espigas, onde se encontra os óvulos para ocorre a fecundação do grão de milho, gerando as perdas de polinização dos grãos.</p>
<p>Já os <strong>danos indiretos</strong> são causados pela <strong>transmissão de viroses</strong>, como o vírus do nanismo do milho e o vírus do mosaico, que podem comprometer seriamente a produtividade das lavouras.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar o pulgão do milho na lavoura?</h2>
<p>Identificar precocemente a presença do pulgão do milho é essencial para um manejo eficaz da praga, minimizando danos às <strong>culturas de milho</strong>. Por isso, o monitoramento para identificação da presença da praga e de colônias antes de visualizar sintomas nas plantas é essencial.</p>
<p>O pulgão é muito encontrado nos <strong>caules, face abaxial das folhas e nas folhas ainda enroladas no cartucho da planta</strong> e próximo ao pendão, antes ou após a emissão desse.</p>
<p>Para monitorar a presença do pulgão do milho de maneira eficaz, é recomendável <strong>realizar inspeções regulares das plantas</strong>, especialmente durante as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">fases iniciais de crescimento e desenvolvimento</a></strong>. Durante essas inspeções, observar atentamente a parte inferior das folhas ainda enroladas/encartuchadas, onde os pulgões tendem a se concentrar, pode revelar a presença de colônias ou sinais de alimentação.</p>
<p>Além da inspeção visual direta, o uso de armadilhas adesivas amarelas é uma técnica eficiente para detectar a presença e avaliar o nível de infestação de pulgões. As armadilhas são estrategicamente colocadas dentro do campo ou em pontos específicos da plantação, atraindo os insetos pela cor amarela, que é especialmente atraente para muitas espécies de pulgões.</p>
<p>Ao combinar a observação cuidadosa das plantas com o uso de armadilhas adesivas, os agricultores podem estabelecer um sistema de monitoramento precoce que permite tomar medidas de manejo antes que a população de pulgões atinja níveis prejudiciais para a cultura.</p>
<h2>Manejo integrado de pragas (MIP)</h2>
<p>O manejo integrado de pragas (MIP) representa a abordagem mais eficaz para controlar o pulgão do milho, integrando diversas técnicas de controle para um manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<h3>Controle biológico</h3>
<p>As técnicas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">controle biológico</a></strong> são fundamentais no MIP, aproveitando os inimigos naturais dos pulgões.</p>
<p>Predadores como <strong>joaninhas e crisopídeos</strong> são exemplos de agentes biológicos que se alimentam dos pulgões, ajudando a controlar suas populações de forma natural e sustentável. Assim, introduzir ou conservar esses predadores naturais no ambiente agrícola pode ser uma medida preventiva eficaz contra infestações de pulgões.</p>
<h3>Controle químico</h3>
<p>O controle químico é indispensável em casos de infestações severas de pulgão do milho.</p>
<p>No entanto, <strong>é importante utilizar inseticidas específicos e seletivos para pulgões</strong>, seguindo rigorosamente as recomendações técnicas para evitar o desenvolvimento de resistência nos insetos e associar aos manejos biológico e cultural.</p>
<h3>Controle cultural</h3>
<p>O controle cultural compreende práticas agrícolas que visam reduzir a disponibilidade de recursos e o ambiente favorável para a proliferação dos pulgões. Isso inclui a eliminação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">plantas daninhas</a></strong> que podem servir como hospedeiras alternativas para os pulgões e a implementação de rotação de culturas.</p>
<p>A<strong> rotação de culturas</strong> é particularmente eficaz, pois interrompe o ciclo de vida dos pulgões e reduz a continuidade de seu habitat ideal ao longo das estações de cultivo.</p>
<h2>Principais estratégias de prevenção do pulgão</h2>
<p>Prevenir a infestação pelo pulgão do milho é essencial para um manejo eficaz da praga. Desse modo, implementar estratégias preventivas pode reduzir significativamente os riscos de danos às culturas de milho.</p>
<h3>Escolha de variedades resistentes</h3>
<p>Selecionar variedades de milho <strong>geneticamente resistentes</strong> ao pulgão do milho é uma das estratégias preventivas mais eficazes. Estas variedades possuem características que dificultam a alimentação e reprodução dos pulgões, reduzindo assim a vulnerabilidade das plantas à praga.</p>
<h3>Rotação de culturas</h3>
<p>A <strong>rotação de culturas</strong> é uma prática agrícola que consiste em alternar o tipo de cultura plantada em um determinado terreno ao longo das estações. <strong>Esta técnica interrompe o ciclo de vida dos pulgões</strong>, pois reduz a disponibilidade contínua de hospedeiros favoráveis à praga.</p>
<p>Culturas alternativas que não são hospedeiras naturais dos pulgões podem ser intercaladas com o milho, diminuindo assim a pressão da praga sobre as culturas principais.</p>
<h3>Manutenção da lavoura limpa</h3>
<p>Manter a lavoura livre de plantas daninhas e restos de culturas anteriores é importante para minimizar os habitats favoráveis aos pulgões. As plantas daninhas podem servir como hospedeiras alternativas e atrair pulgões, aumentando o risco de infestação nas culturas de milho.</p>
<p><strong>A remoção regular de plantas invasoras e o manejo adequado dos restos de colheita</strong> ajudam a reduzir a disponibilidade de alimento e abrigo para os insetos, contribuindo para um ambiente menos propício à sua proliferação.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficaz do pulgão do milho requer uma combinação de práticas integradas que incluem monitoramento constante, uso de controles biológicos, químicos e culturais, e a implementação de estratégias preventivas.</p>
<p>A identificação precoce e a ação rápida são fundamentais para minimizar os danos e garantir uma produção de milho sustentável e lucrativa. Desse modo, com a aplicação dessas práticas, é possível controlar a infestação de pulgões e proteger a produtividade das lavouras de milho.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Controle biológico de pragas na agricultura: o que é e como realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 18:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas. Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de pragas. Uma forma de buscar simular [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ambientes agrícolas sofrem forte interferência humana na busca por favorecer a abundância de uma ou de poucas espécies cultivadas.</p>
<p>Isso resulta em uma concentração de recursos homogêneos que pode afetar as populações dos diferentes organismos ali presentes trazendo possíveis consequências indesejáveis, como, por exemplo, o surto populacional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-no-armazenamento-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">pragas</a></strong>.</p>
<p><strong>Uma forma de buscar simular o equilíbrio populacional dinâmico que ocorre nos ambientes de vegetação natural é promover o controle biológico</strong>, que é um serviço ecossistêmico resultante da ação dos inimigos naturais.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Inimigos naturais e controle biológico</h2>
<p>Os inimigos naturais das plantações podem ser:</p>
<ul>
<li>Patógenos;</li>
<li>Predadores;</li>
<li>Parasitas;</li>
<li>Herbívoros ;</li>
<li>Antagonistas.</li>
</ul>
<p><strong>Atuam sobre as populações de suas presas ou hospedeiros, prestando o serviço ecossistêmico de controle biológico</strong>. Em ambientes agrícolas, quando populações de plantas, animais ou fitopatógenos aumentam em níveis economicamente inaceitáveis.</p>
<p>Além disso, atingem o status de praga e seus inimigos naturais podem ser manejados ou inseridos no sistema para suprimi-las. Permitem, assim, o uso dos agrotóxicos de amplo espectro de forma alternativa.</p>
<p><strong>Como consequência, temos a produção de alimentos de forma mais sustentável, bem como a conservação de habitat naturais.</strong></p>
<p>A pesquisa sobre o controle biológico fez progressos notáveis nos últimos 50 anos, passando de um método baseado em tentativa e erro para uma abordagem mais preditiva, baseada em teorias ecológicas de interações inimigo natural-presas e dinâmica populacional.</p>
<p>Uma atividade tão rigorosa baseada em pesquisa deve ajudar a evitar erros como os cometidos no passado. Uma nova era está se iniciando, em que os benefícios e os riscos são bem compreendidos, de modo que as soluções que maximizam os benefícios e minimizam os riscos possam ser perseguidas e implementadas.</p>
<h2>Práticas agrônomicas de controle biológico</h2>
<p>Rotação de culturas com leguminosas usadas para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-verde-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">adubação verde</a></strong> do solo, tais como guandu (<i>Cajanus cajan</i>) e crotalária (<i>Crotalaria juncea</i>), podem também contribuir para atrair e manter inimigos naturais nas áreas cultivadas.</p>
<p>Em área de cultivo de milho, o uso de crotalária como adubo verde favoreceu a presença dos predadores <i>Doru luteipes </i>(Scudder) (Derm.: Forficulidae), <i>Nephila clavipes </i>L. (Aran.: Nephilidae), <i>Orius insidiosus </i>(Say) (Het.: Anthocoridae), <i>Pheidole </i>sp., <i>Solenopsis </i>sp. (Hym.: Formicidae) (Tavares et al., 2011).</p>
<p>Na escolha das espécies a serem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consorcio-milho-braquiaria/" target="_blank" rel="noopener">cultivadas em consórcio</a></strong>, além dos aspectos agronômicos, é importante considerar as interações bióticas das plantas com:</p>
<ul>
<li>Microrganismos (ex.: fixadores de nitrogênio, estimuladores de crescimento, patogênicos e seus antagonistas);</li>
<li>Animais (ex.: polinizadores, pragas e seus agentes biológicos de controle, detritívoros), assim como interações químicas entre plantas (ex.: alelopatia).</li>
</ul>
<p>Existem espécies de plantas que, quando plantadas em combinação, se comportam como “companheiras”. Assim, favorecem o crescimento mútuo e maximizam o potencial produtivo das áreas plantadas.</p>
<p>Também é importante observar o conjunto de pragas que cada espécie hospeda. Isso evita o uso de plantas nos consórcios que hospedem o mesmo grupo de espécies de pragas e doenças.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Produção em massa do inimigo natural</h3>
<p>Quando os inimigos naturais que ocorrem naturalmente no agroecossistema não conseguem fornecer o nível de controle desejado de determinada praga, o aumento artificial da população de uma ou mais espécies de inimigos naturais selecionados pode ser uma estratégia importante.</p>
<p>Nesse caso, o aumento é feito por liberações do agente de controle biológico por meio das táticas inoculativa e inundativa. <strong>O procedimento mais comum é a produção massal do inimigo natural</strong>.</p>
<p>Em geral, ocorrem em fábricas comerciais altamente especializadas e a liberação em campo de grande número de indivíduos com o objetivo de suprimir a praga em relativamente curto prazo.</p>
<p>Essa estratégia de controle biológico é a mais apropriada quando o agente é um microrganismo. É muito adotada no Brasil para o controle de artrópodes e doenças de plantas. <strong>O aumento de inimigos naturais tem sido bem-sucedido quando o inimigo natural é passível de produção massal.</strong></p>
<h3>Interações tróficas</h3>
<p>Nos agroecossistemas, as cadeias alimentares não são apenas verticais e lineares. Há uma rede de interações conhecidas por <strong>teias tróficas</strong>.</p>
<p>Os consumidores de ordens superiores, que são denominados predadores, parasitoides e patógenos, formam uma complexa rede de interação mútua entre si e com os consumidores de primeira ordem (que são os herbívoros ou fitófagos) e com as plantas.</p>
<p><strong>Essas interações tróficas afetam a abundância relativa das espécies dessas comunidades por causa da competição e do sinergismo entre elas nos diferentes níveis tróficos. </strong></p>
<p>O conhecimento do funcionamento dessas intrincadas interações permite o entendimento de como a introdução de um agente de controle biológico exótico. Este é o caso do controle biológico clássico.</p>
<p>Este, pode alterar a estrutura da comunidade de inimigos naturais existentes em um agroecossistema e as consequências, instantâneas ou em longo prazo, dessa introdução na população de pragas.</p>
<p>Da mesma forma, a mudança na abundância de um inimigo natural pela sua liberação massal, usando a estratégia de controle aumentativo, pode ter impacto imediato ou posterior na teia trófica e modificar a população de pragas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16490 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg" alt="Interações tróficas" width="532" height="581" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1.jpg 532w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-275x300.jpg 275w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-370x404.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-270x295.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-1-150x164.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de teia trófica parcial que mostra a complexidade das interações entre organismos produtores (plantas) e consumidores (herbívoros, fitófagos, parasitoides, patógenos, etc.) de diferentes níveis.</span></span></p>
<h2>Dinâmica populacional</h2>
<p>O princípio da dinâmica populacional está relacionado a uma propriedade fundamental e evidente de que todas as populações de organismos vivos crescem geometricamente quando não sofrem efeitos do ambiente em que estão inseridos.</p>
<p>Dessa forma, uma espécie que apresenta taxa de crescimento <i>r </i>= 2 será capaz de aumentar sua população em oito vezes em apenas três gerações. No entanto, outra espécie com <i>r </i>= 10 será capaz de aumentar sua população em mil vezes nas mesmas três gerações.</p>
<p>Pragas agrícolas como diversas mariposas da família Noctuidae (ex.: lagarta-da-soja, <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-lagartas-na-cultura-do-milho/"><strong>lagarta-do-cartucho-do-milho</strong></a> e curuquerê-do-algodoeiro) são capazes de colocar entre 100 e 300 ovos por fêmea.</p>
<p>Além disso, podem completar seu ciclo vital de ovo a adulto (geração) em menos de 30 dias. Assim, percebe-se como pode ser dramático o crescimento das populações, alcançando valores milionários em apenas uma estação do ano ou uma safra agrícola.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16491 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg" alt="Gráfico de crescimento populacional de pragas " width="485" height="320" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2.jpg 485w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-2-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas teóricas de crescimento exponencial de populações de organismos vivos.</span></span></p>
<h2>Fatores intrínsecos e intraespecíficos</h2>
<p>Fatores intrínsecos e intraespecíficos, como competição e cooperação, <strong>podem alterar o crescimento das populações</strong>. Fatores extrínsecos e abióticos também são capazes de afetar a abundância populacional.</p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/" target="_blank" rel="noopener">Mudanças sazonais nas condições climáticas</a></strong>, como: temperatura; umidade relativa do ar; luminosidade; eventos meteorológicos eventuais (como seca, chuvas torrenciais e geadas), são capazes de afetar de forma direta as populações, alterando a sobrevivência, a longevidade e a fecundidade.</p>
<p>Além disso, podem atuar de forma indireta, modificando a abundância de recursos alimentares e hídricos, impactando também a dinâmica populacional das espécies.</p>
<p>Fatores bióticos, como outras espécies competidoras e inimigos naturais como predadores, parasitoides e patógenos, são fatores extrínsecos ou interespecíficos de mortalidade capazes de controlar as populações.</p>
<p>Se, por um lado, <strong>os fatores físicos do ambiente podem matar os indivíduos independentemente de sua densidade</strong>, por outro os fatores bióticos como competidores e inimigos naturais podem atuar em algumas situações independentemente da densidade da população, enquanto em outras situações pode haver aumento da mortalidade em resposta à densidade das populações da praga e de seu inimigo natural.</p>
<h2>Manutenção do controle biológico</h2>
<p><strong>Se o controle biológico é a manutenção da abundância dos indivíduos de uma população por seus inimigos naturais</strong>, o fato de esses inimigos naturais serem capazes de responder à abundância de suas presas ou hospedeiros e aumentar sua interação trófica é fundamental para que haja algum grau de sincronismo entre as populações de forma a manter um estado de equilíbrio dinâmico.</p>
<p>Essa propriedade pela qual uma população é capaz de manter-se dentro de limites máximos e mínimos em torno de um ponto de equilíbrio é conhecida como regulação populacional.</p>
<p>Esse conceito implica, portanto, que o inimigo natural não é apenas um fator de mortalidade quando em contato com a população da praga, mas é capaz de manter a densidade populacional da praga flutuando em um nível de equilíbrio.</p>
<p>Quando a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo um novo patamar de equilíbrio populacional, e passa a apresentar flutuação populacional em sincronia com a praga, ocorrerá uma situação “ideal” em que o controle biológico apresentará sua condição de maior sucesso.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16492" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg" alt="Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico" width="700" height="430" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-300x184.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-768x472.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-370x227.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-270x166.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-740x455.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3-150x92.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/controle-biologico-3.jpg 770w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Modelo hipotético de curva populacional que mostra uma situação ideal em programas de controle biológico: a presença ou a introdução da população do inimigo natural reduz a densidade da praga para o nível inferior ao de dano econômico em cultivos, estabelecendo novo patamar de equilíbrio populacional, em sincronia com a praga.</span></span></p>
<h2>Densidade da praga e do inimigo natural</h2>
<p>Este efeito de dependência entre as densidades da praga e seu inimigo natural, por meio da interação trófica e da regulação das populações, está relacionado, com cinco características principais das espécies envolvidas:</p>
<ol>
<li><strong>Densidade da presa</strong>;</li>
<li><strong>Densidade do inimigo natural</strong> (predador ou parasitoide);</li>
<li><strong>Características do ambiente</strong> (por exemplo, número e variedade de alimento ou hospedeiro alternativo);</li>
<li><strong>Características da praga</strong> (por exemplo, seus mecanismos de defesa);</li>
<li><strong>Características do inimigo natural</strong> (por exemplo, técnicas de ataque).</li>
</ol>
<p>Duas dessas variáveis, densidade da praga e densidade do inimigo natural, são características fundamentais em qualquer relação trófica e dão origem a dois componentes básicos para avaliar se a interação é dependente das densidades: a resposta numérica e a resposta funcional do predador.</p>
<p>As interações entre pragas e inimigos naturais auxilia no entendimento dos diferentes mecanismos que regulam o controle natural, sendo essa compreensão fundamental para o uso bem sucedido e seguro do controle biológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Principais pragas do café: saiba quais são, como prevenir e realizar o controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 19:37:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[bicho-mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[broca-do-café]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elas são tão pequenas, que podem passar despercebidas a olho nu. Mas o estrago que causam é tão grande, que é impossível não notarmos sua presença na lavoura. Essas pequenas grandes vilãs geram um enorme comprometimento da qualidade e da produtividade das culturas. Listamos as principais pragas do café arábica, para ajudar você a entender melhor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Elas são tão pequenas, que podem passar despercebidas a olho nu. Mas o estrago que causam é tão grande, que é impossível não notarmos sua presença na lavoura.</p>
<p>Essas pequenas grandes vilãs geram um enorme comprometimento da qualidade e da produtividade das culturas.</p>
<p>Listamos as <strong>principais pragas do café arábica, para ajudar você a entender melhor sobre sua ocorrência e controle.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Broca-do-café (<i>Hypothenemus hampei</i>)</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17069" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/broca-do-cafe-nos-frutos.jpg" alt="Fruto do café sendo afetado pela broca" width="300" height="282" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/broca-do-cafe-nos-frutos.jpg 277w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/broca-do-cafe-nos-frutos-270x253.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/broca-do-cafe-nos-frutos-150x141.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fruto sendo afetado pela broca-do-café. (Fonte: Luiz Paulo Vilela).</span></p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/broca-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">broca do café</a></strong> é causada por besouros de coloração preta que realizam orifícios normalmente na região da coroa dos frutos.</p>
<p>Os machos são menores que as fêmeas e não voam. Já as fêmeas voam e medem cerca de 1,7 mm de comprimento. As fêmeas colocam ovos dentro dos frutos.</p>
<p>Após a eclosão, formam-se as larvas, que causam os danos propriamente ditos. As larvas se alimentam dos grãos de café, reduzindo assim seu peso e depreciando seu tipo. Além disso, os orifícios feitos por essa praga nos grãos podem servir como porta de entrada para patógenos, comprometendo assim sua qualidade.</p>
<p>Devido à broca do café ser uma praga monófaga, ou seja, ela ataca somente a cultura do café, uma colheita bem feita com repasse, evitando-se deixar frutos remanescentes na lavoura é de grande importância, com o intuito de diminuir a fonte de alimento desses insetos na entressafra. Nesse sentido, esse controle cultural é de grande valia.</p>
<p>Além disso, para o <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-na-cafeicultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle biológico</strong></a>, pode-se utilizar o fungo <i>Beauveria bassiana</i> que atua colonizando a broca. Já para o controle químico, pode-se utilizar grupos químicos: Ciantraniliprole, Clorpirifós, Clorantraniliprole, Abamectina e Espinosade.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Bicho mineiro (<i>Leucoptera coffeella)</i></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17070 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/lesoes-bicho-mineiro.jpg" alt="Folha de cafeeiro com lesões provocadas pelo bicho mineiro" width="373" height="484" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/lesoes-bicho-mineiro.jpg 373w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/lesoes-bicho-mineiro-231x300.jpg 231w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/lesoes-bicho-mineiro-370x480.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/lesoes-bicho-mineiro-270x350.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/lesoes-bicho-mineiro-150x195.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 373px) 100vw, 373px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Folha do cafeeiro com lesões feitas pelo bicho mineiro.</span></p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bicho-mineiro-nao-perca-o-controle/" target="_blank" rel="noopener">bicho mineiro</a></strong> é uma pequena mariposa de coloração branco-prateada, com hábitos noturnos.</p>
<p>A mariposa desta praga se esconde nas folhagens durante o dia e realiza suas atividades ao entardecer. Essa praga possui grande importância devido a sua generalizada ocorrência. Em algumas situações a perda no controle da praga resulta em intensa desfolha, refletindo assim na redução da produção da cultura.</p>
<p>O ciclo desta praga pode variar entre 19 a 87 dias, dependendo das condições climáticas, com encurtamento do ciclo em condições de alta temperatura e baixa umidade.</p>
<p>A lagarta se alimenta do parênquima paliçádico deixando um vazio entre as duas epidermes, por isso, as chamadas “minas”, que acarretam em diminuição da taxa fotossintética e desfolha. Logo, no controle cultural é importante a realização de tratos culturais adequados a fim de proporcionar maior enfolhamento das plantas.</p>
<p>Para o controle químico, utilizar grupos químicos registrados para a cultura, como: Neonicotinóides, organofosforado, diamidas, espinosinas, piretróide e carbamato, podendo aparecer um grupo químico ou a associação de mais de um deles, sempre tendo o cuidado de rotaciona-lós.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Cigarra (<i>Quesada gigas, Fidicinoides sp. e Carineta sp</i>)</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22611 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/cigarra-praga-do-cafe.jpg" alt="Cigarra em cafeeiro" width="501" height="564" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/cigarra-praga-do-cafe.jpg 501w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/cigarra-praga-do-cafe-266x300.jpg 266w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/cigarra-praga-do-cafe-370x417.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/cigarra-praga-do-cafe-270x304.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/cigarra-praga-do-cafe-150x169.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 501px) 100vw, 501px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Cigarra. </span></p>
<p><strong>São insetos sugadores de seiva,</strong> quando presente essa praga na lavoura é possível observar orifícios no solo próximos à saia do cafeeiro, presença de exúvias e adultos de machos cantando.</p>
<p>Apesar de ser uma praga polífaga, ou seja, que não ataca apenas a cultura do café, quando não manejada as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarra-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">cigarras</a></strong> podem trazer prejuízos ao cafeeiro, uma vez que as ninfas sugam a raiz do cafeeiro, e dessa forma resultar em depauperamento das plantas, clorose e queda de folhas, acarretando assim em prejuízos a granação.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos mais severos, pode ocorrer a morte das plantas. Para o controle, deve-se utilizar inseticidas sistêmicos de diferentes grupos, tais como carbamato ou neonicotinóide.</span></p>
<h2>Ácaro vermelho (<i>Oligonychus ilicis</i>) e Ácaro da leprose (<i>Brevipalpus phoenicis</i>)</h2>
<p>Na cultura do café, uma das principais pragas do café arábica é o ácaro-vermelho (<i>Oligonychus ilicis</i>) e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/acaro-da-mancha-anular/" target="_blank" rel="noopener">ácaro da mancha anular</a></strong> (<i>Brevipalpus phoenicis</i>).</p>
<p>O ácaro-vermelho vive na face superior das folhas de café, o principal sintoma do ataque deste ácaro é a perda de brilho das folhas do cafeeiro, que adquirem uma coloração bronzeada.</p>
<p>Esse bronzeamento acarreta diminuição da fotossíntese das folhas e, consequentemente, pode resultar em redução da produção.</p>
<p>Ele é favorecido em períodos mais secos. Para esse ácaro, chuvas abundantes podem reduzir sua população, por isso, em muitos casos não é necessário o controle químico.</p>
<p><strong>O ácaro da mancha-anular ou ácaro da leprose é transmissor do vírus da mancha anular</strong>, ele pode acarretar desfolha das plantas, reduzindo assim a taxa fotossintética e consequentemente a produtividade das culturas.</p>
<p>Os sintomas nas folhas, são caracterizados por manchas cloróticas, geralmente em forma de anéis, abrangendo grande parte do limbo ou ao longo das nervuras.</p>
<p>Nos frutos os sintomas são manchas amareladas em forma de anéis ou irregularidades deprimidas. O controle químico é feito através da utilização de acaricidas como: Hexythiazox, Spirodiclofen, Cyflumetofen, pertencente aos grupos químicos: Carboxamida, Ketoenoles e Benzoil Acetonitrila.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17068 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-vermelho.jpg" alt="Folha com sintomas após ataque de ácaro vermelho" width="429" height="322" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-vermelho.jpg 429w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-vermelho-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-vermelho-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-vermelho-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-vermelho-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-vermelho-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 429px) 100vw, 429px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Lesões provocadas pelo ácaro. (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17067 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-leprose.jpg" alt="Frutos com sintomas de ataque por ácaro vermelho" width="432" height="219" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-leprose.jpg 432w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-leprose-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-leprose-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-leprose-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/04/acaro-leprose-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 432px) 100vw, 432px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Frutos de café com lesões provocadas pelo ácaro. (Foto: Luiz Paulo Vilela)</span></p>
<p>Conhece outras pragas do café arábica? Compartilhe com a gente!</p>
<p>E não se esqueça, o monitoramento é chave para evitar os prejuízos trazidos por elas, que causam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/defeitos-dos-graos-de-cafe-e-suas-causas/" target="_blank" rel="noopener">defeitos nos grãos</a></strong> e comprometimento da qualidade. Além disso, fique de olho nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-do-cafe-como-identifica-las/" target="_blank" rel="noopener">doenças que podem acometer o cafeeiro</a></strong>.</p>
<h2>Aprimore sua gestão na cafeicultura e aumente seus resultados</h2>
<p>Conhecer as principais pragas do café e dominar as técnicas de prevenção e controle é apenas um dos passos para ter uma lavoura mais produtiva e lucrativa. Para alcançar uma gestão completa e estratégica, é essencial aprofundar seus conhecimentos e aplicar ferramentas práticas no dia a dia da fazenda.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a tomar decisões mais assertivas, aumentar a eficiência e conquistar maior rentabilidade na produção.</p>
<p data-start="637" data-end="831">Garanta já sua vaga e dê o próximo passo para transformar a gestão da sua lavoura:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Sintomas de fitotoxicidade por herbicidas em cafeeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 13:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A competição de plantas daninhas com a cultura do café pode trazer vários prejuízos. Desta forma, o controle das plantas invasoras se torna extremamente necessário. Uma das maneiras de controle amplamente utilizado é o químico, que se dá por meio da utilização de herbicidas. No entanto, quando aplicado de forma incorreta ou sem os cuidados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A competição de plantas daninhas com a cultura do café pode trazer vários prejuízos.</p>
<p>Desta forma, o controle das plantas invasoras se torna extremamente necessário. Uma das maneiras de controle amplamente utilizado é o químico, que se dá por meio da <strong>utilização de herbicidas</strong>.</p>
<p>No entanto, quando aplicado de forma incorreta ou sem os cuidados necessários, os herbicidas podem acarretar em sintomas no cafeeiro.</p>
<p>Neste e-book, nós mostramos os sintomas de <strong>fitotoxicidade por herbicidas</strong> em cafeeiros, para que você saiba identificar os problemas quando observá-los no campo.</p>
<p>Clique no link abaixo para baixá-lo. O conteúdo é gratuito!</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fitotoxicidade-por-herbicidas-em-cafeeiros?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-toxicidade&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39674 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png" alt="E-book Sintomas fitotoxicidade" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sintomas-fitotoxicidade-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Percevejos nas lavouras: saiba como identificar e controlar corretamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 15:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[percevejos]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os percevejos são pragas severas e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²! O aumento da adoção do sistema de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os <strong>percevejos são pragas severas</strong> e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²!</p>
<p>O aumento da adoção do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> favorece seu desenvolvimento, que tem estreita associação com o solo e os restos da cultura durante certos períodos do ano.</p>
<p>O cultivo de plantas hospedeiras em sequência, tais como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares de soja</a></strong>, milho e de trigo, favorece o desenvolvimento de populações de percevejos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Ciclo de vida e comportamento dos percevejos</h2>
<p>O percevejo, que é mais comumente encontrado na soja, recentemente tem sido visto na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultura do milho</a></strong>.</p>
<p>E se você pensa em implementar essa cultura, saiba que os percevejos do gênero <i>Dichelops</i> (<i>Diceraeus</i>) podem causar grandes danos já em seu desenvolvimento inicial.</p>
<p>A capacidade de reprodução a campo é estimada em 200 ovos por fêmea de percevejo. Em três semanas o percevejo passa pelas fases de incubação dos ovos e chega ao quarto e quinto ínstar da ninfa que apresenta capacidade de danos equivalentes aos dos adultos.</p>
<p>Durante o outono, o inverno e o início da primavera, os percevejos passam por períodos curtos de dormência, mas não entram em diapausa.</p>
<p>Alimentam-se de trigo, canola, nabo, aveia e várias plantas daninhas hospedeiras presentes na lavoura. Porém, raramente desenvolvem ovários, realizam oviposição ou estabelecem colônias de ninfas, nos meses de outono e inverno.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de percevejos nas lavouras</h2>
<h3>Percevejo-marrom da soja &#8211; <i>Euschistus heros</i></h3>
<p><strong>Na soja, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/">percevejo-marrom</a> normalmente completa três gerações.</strong> Durante o final do verão e o início do outono.</p>
<p>Durante o verão, o percevejo-marrom pode ser encontrado se alimentando da erva <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">daninha</a></strong> conhecida por leiteiro ou amendoim-bravo. É interessante salientar que, nessa erva daninha, esse típico sugador de sementes alimenta-se das hastes da planta.</p>
<p>No outono, <i>E. heros</i> inicia a procura por abrigos sob a palhada, onde permanece até o próximo verão. Durante esse tempo, o percevejo acumula lipídios e não se alimenta, permanecendo num estado de hibernação parcial.</p>
<p>O adulto de <i>E. heros</i> <strong>apresenta coloração marrom escura</strong>, com dois prolongamentos laterais do pronoto, <strong>em forma de espinhos</strong>.</p>
<p>A longevidade média do adulto é de 116 dias. Os ovos são depositados em pequenas massas de cor amarela, normalmente com 5-8 ovos por massa, apresentando mancha rósea, próximo à eclosão das ninfas. Os ovos são colocados, principalmente, nas folhas ou nas vagens de soja, não afetando diretamente a polinização.</p>
<p>As ninfas recém-eclodidas medem cerca de 1,3 mm e têm o corpo alaranjado e a cabeça preta. As ninfas maiores (terceiro ao quinto ínstar) apresentam coloração que pode variar de cinza a marrom.</p>
<p>Apesar de iniciarem a alimentação no segundo ínstar, as ninfas do percevejo-marrom causam danos às sementes apenas a partir do terceiro ínstar, quando atingem tamanho médio de 3,63 mm.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11839 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg" alt="Percevejo Marrom da Soja" width="270" height="321" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom-252x300.jpg 252w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ciclo de vida </span><i><span style="font-weight: 400;">Euschistus heros</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span>Fonte: G.L.M. Rosa</span></p>
<h3>Percevejo-barriga-verde &#8211; <i>Dichelops melacanthus</i></h3>
<p>Espécies do gênero <i>Dichelops</i> são exclusivamente neotropicais e encontram-se distribuídos por diversos países da América do Sul. <i>D. melacanthus</i> é frequentemente observada no Brasil.</p>
<p>Segundo Grazia (1978), essa espécie é muito semelhante a <i>D. furcatus</i>, que tem sido observada em regiões brasileiras produtoras de soja, além de ser semelhante também a <i>D. phoenix</i>, que tem poucos registros no Brasil.</p>
<p>O <strong>percevejo-barriga-verde</strong> (<i>D. melacanthus)</i>, previamente relatado como uma praga da soja alimentando-se das vagens, pode se alimentar de milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo</a></strong>, aveia-preta e triticale. Há registros também da ocorrência em plantas não cultivadas, como trapoeraba, crotalária e capim braquiária.</p>
<p><strong>Após a colheita da soja, o percevejo-barriga-verde permanece no solo sob restos culturais</strong>, ou seja, é importante observar o histórico do trigo e milho anteriores, pois eles se alimentam das plantas cultivadas em sistema de semeadura direta.</p>
<p>Nessas áreas, os percevejos encontram abrigo (palhada) e alimento (sementes maduras caídas no solo) e conseguem sobreviver, diferentemente do que ocorre em áreas sob cultivo convencional, onde os percevejos são deslocados dos abrigos e mortos pela aração.</p>
<p>Os adultos de <i>D. furcatus</i> e <i>D. melacanthus</i> medem de 9 mm a 11 mm e sua coloração varia entre castanho-amarelado e acinzentado, apresentando o abdômen verde. Os ovos são verde-claros, ovoides, dispostos em grupos de tamanho variável, os quais são formados por três ou mais fileiras mais ou menos definidas.</p>
<p>As ninfas apresentam, geralmente, coloração marrom-acinzentada na região dorsal e verde na abdominal. Podem ser confundidas com as ninfas de <i>E. heros</i>, mas podem ser diferenciadas pelas jugas bifurcadas e agudas e pela coloração verde do abdômen.</p>
<p>Esse inseto foi constatado como uma praga de início de ciclo nas culturas de trigo e de milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11838 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg" alt="Percevejo Barriga Verde" width="528" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg 528w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-300x113.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-270x102.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 528px) 100vw, 528px" /><span style="font-size: 10pt;">Percevejo barriga-verde, Dichelops melancanthus, nas fases de adulto (a), ovo (b) e ninfa (c). Fonte: J.J. da Silva.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg" alt="Flutuação Populacional de Percevejo Barriga Verde" width="500" height="406" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg 596w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-300x244.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-370x300.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-270x219.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Flutuação populacional de </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;">, na sucessão cultural soja-milho, submetida a diferentes inseticidas via tratamento de sementes. </span>Fonte: Chiesa (2016)</span></p>
<h2>Potencial de danos de percevejos na cultura da soja e do milho</h2>
<p>No cerrado brasileiro, <strong>o percevejo marrom (<i>E. heros)</i> destaca-se como praga chave na cultura da soja</strong>, aumentando os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e diminuindo a qualidade e o rendimento de grãos.</p>
<p>Adultos do <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>percevejo marrom</strong></a>, quando presentes no final do estádio vegetativo (V8), não comprometem o rendimento de grãos de soja, independentemente da sua densidade populacional.</p>
<p>A presença de adultos do percevejo marrom na cultura da soja <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">nos estádios R4 e R5</a></strong> podem comprometer a produtividade de grãos e a qualidade de sementes de soja a partir de 2 percevejos m².</p>
<p>Sementes de soja atacadas por <i>P. guildinii</i> tiveram os corpos de proteína completamente destruídos, sugerindo maior ação deletéria das suas enzimas salivares para os tecidos da semente, em comparação às outras espécies (<i>E. heros, N. viridula </i>e<i> D. melacanthus</i>).</p>
<p>Também houve dano mais profundo nas sementes de soja, enquanto sementes atacadas por percevejos barriga-verde apresentaram danos menos profundos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41640" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png" alt="Tabela com espécies de percevejos" width="707" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png 707w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-300x122.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-370x151.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-270x110.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-150x61.png 150w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p style="text-align: center;">¹Médias em cada coluna seguidas pela mesma letra não diferem significativamente pelo teste de Tukey (P = 0,05).</p>
<p style="text-align: center;">²Média de cinco repetições de 50 insetos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tabela com profundidade média (+- EP) do dano em sementes de soja causado pela alimentação de quatro espécies de pentatomídeos, após uma sessão de alimentação de 60 minutos (números inicial de insetos = 250). Entre parênteses, número de insetos observados. Fonte: Adaptada de Depiere e Panizzi (2011). </span></p>
<p>Entretanto, o dano causado por <i>P. guildinii</i> não tem relação com o comprimento dos estiletes, pois tem aparelho bucal mais curto que <i>N. viridula</i> e <i>E. heros</i>.</p>
<p>É possível que a área maior do canal alimentar de <i>P. guildinii</i> contribua para que esse percevejo ocasione maior área de dano nas sementes de soja, em comparação com as outras espécies.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4925 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg" alt="Percevejo marrom e percevejo barriga verde" width="559" height="268" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg 559w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-300x144.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-270x129.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px" /></p>
<h2>Monitoramento do percevejo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Listamos alguns pontos que devem ser observados para que os percevejos não reduzam os lucros das lavouras.</span></p>
<h3>Ponte Verde</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do milho, o percevejo pode causar problemas em lavouras de feijão, soja e trigo e ao final do ciclo dessas culturas pode se hospedar em alguma planta daninha, o que não interrompe o ciclo da praga, garantindo assim, condições de sobrevivência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, é fundamental realizar o monitoramento das lavouras antes da instalação da cultura do milho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse monitoramento é essencial para a tomada de decisão, pois ao identificar a praga em nível de dano econômico é preciso pensar em alternativas de controle no momento da dessecação e posicionar um bom tratamento de sementes, bem como produtos para as fases de desenvolvimento da cultura.</span></p>
<h3>Dessecação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como mencionado, os percevejos podem se hospedar em diversas plantas e com isso se tornam grandes ameaças para a próxima cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, uma das estratégias que podem ser utilizadas quando se identifica essa praga em níveis de risco, é realizar posicionamento de um inseticida na dessecação da gleba.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para esse manejo é possível utilizar inseticidas que pertencem ao grupo químico dos organofosforados.</span></p>
<h3>Tratamento de sementes</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento de </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> é uma ferramenta muito importante para o manejo de percevejo na cultura do milho, isso porque confere proteção inicial para as plantas. Sendo assim, é preciso realizar um bom tratamento de sementes, de forma homogênea e na dose correta do ingrediente ativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, quando se pensa em tratamento de sementes, o grupo químico dos inseticidas neonicotinóides se mostra muito eficiente no controle desta praga.</span></p>
<h3>Lavoura estabelecida</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O ataque de percevejo no estádio de desenvolvimento inicial da lavoura pode ser fatal dependendo da infestação, isso porque a planta é menor e mais frágil e o aparelho bucal do inseto pode atingir o meristema apical, o que interfere no desenvolvimento da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando não se atinge o meristema, o sintoma do ataque pode ser visualizado nas folhas, as quais ficarão deformadas com um halo amarelo. Quando estes insetos atingem os níveis de dano econômico é preciso realizar o controle destas pragas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, recomenda-se trabalhar com inseticidas dos seguintes grupos químicos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Organofosforados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Neonicotinóides;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Piretróides.</span></li>
</ul>
<h2>Controle dos percevejos na produção de grãos</h2>
<p>O conhecimento na detecção de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças no milho</a></strong> e demais grãos, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">mancha-alvo em soja</a></strong>, se mostra necessário, afinal, tanto para o percevejo quanto para essa doença, é preciso saber bem as fases da cultura e manejo adequado das culturas anteriores, pois podem sobreviver em restos culturais.</p>
<p>Com a definição do potencial produtivo da cultura do milho, os estádios iniciais de desenvolvimento da planta tornam-se também um período crítico. Dessa forma, a ocorrência de condições ótimas nessas fases de desenvolvimento, como manutenção da área foliar da cultura é um fator importante para a sua produção.</p>
<p>Ninfas médias, grandes e adultos de percevejos barriga-verde (<i>D. melacanthus)</i> têm grande potencial de causar dano em plantas de milho no estádio V1, bem como podem causar redução da massa seca da parte aérea da planta.</p>
<p>Os estádios de desenvolvimento do milho V1, V3 e V5 são mais susceptíveis ao ataque de adultos de percevejos barriga-verde em comparação ao estádio V7, podendo nestas condições afetar o rendimento de grãos da cultura.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11843 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg" alt="Danos de percevejo na cultura do milho" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Danos de percevejo </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;"> na cultura do milho.</span></span></p>
<p>Nesse sentido, o controle do percevejo no sistema de produção de grãos faz-se necessário a fim de reduzir a população de plantas hospedeiras e compreender o hábito de migração, para que seja realizado o controle químico na época correta.</p>
<p>Agora você já sabe identificar as diferenças e características dos principais percevejos que atacam os grãos.</p>
<p>É preciso identificar o estádio da planta e fazer o manejo de restos culturais adequadamente, pois além de beneficiar algumas pragas, também beneficiam doenças, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">fungo <i>Giberella zeae</i></a></strong>, que reduz significativamente a produção de grãos, sendo a principal doença dos campos de trigo.</p>
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		<title>Bicho-mineiro do café: como realizar o controle dessa praga?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 13:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[bicho-mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) é uma pequena mariposa de coloração branco-prateada, pertencente à ordem Lepidoptera. Com hábitos noturnos, a mariposa desta praga se esconde nas folhagens durante o dia, e só realiza suas atividades ao entardecer. Esse inseto é considerado uma das principais pragas do cafeeiro no Brasil, devido a sua generalizada ocorrência e ao fato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bicho-mineiro</strong> (<i>Leucoptera coffeella)</i> é uma pequena mariposa de coloração branco-prateada, pertencente à ordem Lepidoptera. Com hábitos noturnos, a mariposa desta praga se esconde nas folhagens durante o dia, e só realiza suas atividades ao entardecer.</p>
<p>Esse inseto é considerado <a href="https://rehagro.com.br/blog/pragas-do-cafe-arabica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>uma das principais pragas do cafeeiro no Brasil</strong></a>, devido a sua generalizada ocorrência e ao fato de em algumas situações a perda de controle da praga implicar em uma alta de desfolha do cafeeiro, refletindo em <strong>grande perda de produtividade</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>Quais os danos causados pelo bicho-mineiro?</h2>
<p>Essa praga tem grande importância na cultura do café, pois provoca <strong>redução da área foliar e queda de folhas</strong>, com consequente diminuição da fotossíntese, resultando assim em queda na produção.</p>
<p>Geralmente, em condições de ataque intenso, é observado maior desfolha no topo da planta.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-doencas-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=guia-pragas-doencas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39679 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png" alt="Guia Pragas e doenças do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-doencas-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Ciclo do bicho-mineiro</h2>
<p>Com metamorfose completa, este inseto passa pelas fases: ovo, lagarta, pupa ou crisálida e adulto, sendo <strong>a lagarta que causa o dano ao cafeeiro</strong>, visto que elas se alimentam do parênquima paliçádico causando lesões e deixando um vazio entre as duas epidermes, as populares “minas”, que diminuem a área fotossintética, e em altas infestações podem causar grande desfolha.</p>
<p>A <strong>duração do ciclo evolutivo</strong> do bicho-mineiro pode variar entre <strong>19 a 87 dias</strong>, de acordo com as condições climáticas, em que situações de baixa umidade e altas temperaturas resultam em encurtamento do ciclo, proporcionando assim um ataque mais intenso e severo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14820" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2.jpg" alt="Ciclo do bicho-mineiro" width="700" height="240" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2.jpg 847w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2-300x103.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2-768x263.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2-370x127.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2-270x92.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2-740x253.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-2-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h2>Condições favoráveis para incidência</h2>
<p>O ataque do bicho-mineiro é <strong>mais severo em regiões e períodos de seca</strong>, dessa forma períodos de estiagem favorecem essa praga.</p>
<p>Fernandes et al. (2009) realizou um trabalho mostrando os efeitos das variáveis ambientais na densidade populacional de bicho-mineiro, como mostra o gráfico abaixo, evidenciando que as maiores densidades da praga correspondem a períodos com <strong>baixa precipitação e baixa umidade relativa. </strong></p>
<p>Assim, visto a observação de aumento de temperatura <strong>nos meses mais secos do ano (maio a setembro)</strong>, esta praga tem se tornado um grande problema nas regiões do Cerrado Mineiro, Goiás e Bahia, e, no Sul de Minas tem-se observado ano a ano um aumento da pressão da praga nestes períodos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14821" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3.jpg" alt="Incidência de bicho-mineiro" width="423" height="378" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3.jpg 423w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3-300x268.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3-370x331.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3-335x300.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3-270x241.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3-336x300.jpg 336w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/bicho-mineiro-3-150x134.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 423px) 100vw, 423px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das condições já citadas, o bicho-mineiro tem preferência por <strong>espaçamentos mais abertos e pelas faces mais ensolaradas</strong>, como mostra um trabalho feito por Custódio et at. (2008), que houve uma maior incidência de bicho-mineiro na face norte, devido ao menor período de molhamento foliar e maior ressecamento, evidenciando a preferência dessa praga pelas faces de maior exposição das folhas ao sol.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h2>Como monitorar o bicho-mineiro?</h2>
<p>O monitoramento é uma prática aliada para tomada de decisões mais acertadas. Visto que, essa prática <strong>permite entender</strong> <strong>como está a infestação desta praga na lavoura</strong>. Este acompanhamento pode ser através de amostragens de folhas na área.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-folha/" target="_blank" rel="noopener">amostragem de folhas</a></strong> é importante que a lavoura seja dividida em talhões homogêneos, posteriormente pode iniciar o monitoramento escolhendo plantas ao acaso no talhão e coletando o 3° ou 4° par de folhas, com <strong>caminhamento em zigue-zague</strong> para melhor representatividade da área.</p>
<p>Após a coleta, realiza-se a separação de folhas com larvas vivas e folhas minadas sem larvas vivas, para que se tenha a porcentagem de cada uma delas. Após a contagem de cada conjunto de folhas, <strong>esse valor é dividido pelo número total de folhas coletadas e multiplicado por 100</strong>. O valor resultante será a porcentagem de folhas com larvas vivas e folhas apenas minadas de bicho-mineiro. A partir disso, parte para a tomada de decisão.</p>
<p>É importante que o técnico esteja sempre atento aos locais e áreas com maior risco de infestação, pois como vimos, o ciclo da praga pode encurtar e a infestação aumentar em um curto espaço de tempo. Por isso a importância de se conhecer o histórico da área e estar sempre atento às condições climáticas para realização do monitoramento e controle na época adequada.</p>
<p>Caso, ao entrar com um controle na lavoura tenha <strong>mais do que 15% de minas com larvas vivas</strong>, deve-se primeiro entrar com inseticida de choque (carbamato ou fosforado) e após aproximadamente 7 a 12 dias entrar com um inseticida residual (diamida, espinosina).</p>
<p>À vista disso, é importante que o técnico ou responsável esteja sempre atento às condições de bicho-mineiro na área, visto que essa praga pode ocorrer o ano todo, com maior ataque em algumas épocas do ano. Por isso a importância de se atentar para essas épocas com maior severidade da praga.</p>
<h2>Como controlar o bicho-mineiro no cafeeiro?</h2>
<p>Dentre os vários métodos de controle, podemos citar o <strong>controle cultural, genético, biológico e químico</strong>.</p>
<p>No <strong>controle cultural</strong>, tratos culturais adequados, para proporcionar um maior enfolhamento das plantas.</p>
<p>O <strong>controle genético</strong> consiste na busca de <a href="https://rehagro.com.br/blog/cultivares-de-cafe-qual-escolher/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cultivares</strong></a> resistentes ao bicho-mineiro, entretanto, para esse controle a decisão ocorre no plantio, por isso a importância de um bom planejamento.</p>
<p>O <a href="https://webinar.rehagro.com.br/controle-biologico-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=pagina-webinar-controle-biologico-cafe&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle biológico</strong></a> ocorre naturalmente com predadores e parasitas de bicho-mineiro, podendo citar respectivamente as vespas, que perfuram as minas e retiram as larvas e os micro himenópteros que é capaz de parasitar uma larva ou pupa.</p>
<p>Entretanto, o uso indiscriminado e inadequado de inseticidas pode acarretar morte de inimigos naturais com consequente desequilíbrio da população de bicho-mineiro, causando severos danos.</p>
<p>No <strong>controle químico</strong>, pode-se utilizar os grupos químicos registrados para a cultura, como Neonicotinóides, organofosforado, diamidas, espinosinas, piretróide e carbamato, podendo aparecer um grupo químico ou a associação de mais de um deles, sempre tomando o cuidado com as doses utilizadas, as misturas de ingredientes ativos, ou mesmo a não rotação deles, que podem causar tanto a morte de inimigos naturais como o aumento de resistência do inseto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41779 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos.png" alt="Controle químico do bicho-mineiro" width="1177" height="601" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos.png 1177w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-300x153.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-1024x523.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-768x392.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-370x189.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-585x300.png 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-270x138.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-740x378.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/tabela-grupos-quimicos-150x77.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1177px) 100vw, 1177px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Grupos químicos para manejo do bicho-mineiro na cultura do café</span></p>
<h2>Torne o manejo de pragas mais estratégico e eficaz</h2>
<p>O bicho-mineiro é uma das principais pragas do cafeeiro e pode causar grandes prejuízos quando não controlado de forma adequada. Mais do que adotar medidas isoladas, é essencial aplicar estratégias de manejo integradas e sustentadas por conhecimento técnico para proteger a lavoura e garantir bons resultados.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar o controle de pragas de maneira mais eficiente, interpretar melhor os desafios do campo, reduzir custos e conduzir a produção com foco em produtividade, qualidade e lucratividade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18459" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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