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	<title>adubação Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>adubação Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Adubação de pastagens: como maximizar a produtividade do seu rebanho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde <strong>mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto</strong>, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica.</p>
<p>Pastagens bem nutridas não apenas aumentam a capacidade de suporte da propriedade, mas também melhoram o ganho de peso dos animais, reduzem o ciclo de produção e contribuem para a sustentabilidade do sistema.</p>
<p>Contudo, muitos pecuaristas ainda enfrentam dúvidas sobre <strong>como realizar a adubação de forma eficiente</strong>, quais nutrientes priorizar e como calcular as doses adequadas. Este guia completo foi desenvolvido para esclarecer esses pontos e fornecer um passo a passo prático para transformar suas pastagens em áreas de alta performance.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>O que é adubação de pastagens e por que é essencial?</h2>
<p>A <strong>adubação de pastagens</strong> consiste na aplicação de nutrientes ao solo com o objetivo de corrigir deficiências, melhorar a fertilidade e aumentar a produção de forragem. Diferente do que muitos pensam, não se trata apenas de &#8220;jogar adubo&#8221; na área, mas de um processo técnico que exige planejamento, análise e monitoramento constante.</p>
<h3>Impacto na produtividade animal</h3>
<p>Pastagens bem adubadas apresentam <strong>maior produção de matéria seca</strong>, melhor valor nutricional e maior capacidade de rebrota após o pastejo. Isso se traduz em diversos benefícios significativos para a produção animal.</p>
<p>Pode ocorrer um aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> de 100% ou mais, permitindo que mais animais sejam mantidos na mesma área. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso diário</a></strong> tende a ser superior em 30% a 50%, resultado direto da melhor qualidade forrageira disponível.</p>
<p>Há também uma redução do tempo de abate dos animais, tornando o <strong>ciclo produtivo mais eficiente e econômico</strong>. A menor necessidade de suplementação alimentar representa economia nos custos de produção, uma vez que a pastagem fornece os nutrientes essenciais em quantidade e qualidade adequadas.</p>
<p>Além disso, observa-se um melhor desempenho reprodutivo do rebanho, com impactos positivos na fertilidade e na saúde geral dos animais.</p>
<h3>Relação custo-benefício</h3>
<p>Embora a adubação represente um investimento significativo, os retornos são expressivos. Estudos demonstram que <strong>cada real investido em adubação de pastagens pode gerar retornos de 2 a 4 reais em produção animal</strong>, dependendo do manejo e das condições edafoclimáticas da região.</p>
<h2>Vale a pena adubar pastagens com o preço atual dos insumos?</h2>
<p>Esta é uma pergunta que todo pecuarista faz, especialmente em períodos de alta nos preços dos fertilizantes. A resposta, embora pareça simples, exige análise criteriosa de diversos fatores econômicos e produtivos.</p>
<h3>A matemática da adubação</h3>
<p>Para entender se vale a pena investir em adubação, é fundamental calcular o custo por arroba adicional produzida. Vamos a um exemplo prático:</p>
<p><strong>Cenário sem adubação</strong>:</p>
<ul>
<li>Produção: 6 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 1,0 UA/ha;</li>
</ul>
<p><strong>Cenário com adubação (150 kg N/ha + manutenção P e K)</strong>:</p>
<ul>
<li>Investimento: R$ 1.200/ha/ano;</li>
<li>Produção: 15 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 2,5 UA/ha;</li>
<li>Produção adicional: 9 arrobas/ha.</li>
</ul>
<p>Custo por arroba adicional: R$ 1.200 ÷ 9 = R$ 133,33/@</p>
<p>Se a arroba está cotada acima desse valor, a adubação se paga. Mas os benefícios vão além da conta simples.</p>
<h3>Benefícios indiretos que pesam na balança</h3>
<p>Ao adubar pastagens, você obtém vantagens que nem sempre aparecem no cálculo imediato:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do ciclo produtivo</strong>: Animais bem alimentados em pasto de qualidade atingem o peso de abate 6 a 12 meses mais cedo, liberando área e reduzindo custos fixos por animal.</li>
<li><strong>Menor necessidade de suplementação</strong>: Pastagens adubadas têm maior valor nutricional, reduzindo a dependência de suplementos proteicos e energéticos, especialmente no período das águas.</li>
<li><strong>Desfrute mais alto</strong>: Com maior capacidade de suporte, você pode trabalhar com taxas de desfrute superiores, aumentando o giro de capital.</li>
<li><strong>Valorização da propriedade</strong>: Áreas com histórico de boa produtividade e pastagens bem formadas têm maior valor de mercado.</li>
<li><strong>Sustentabilidade</strong>: Pastagens produtivas reduzem a pressão por abertura de novas áreas e melhoram a imagem da pecuária.</li>
</ul>
<h3>Estratégias para momentos de insumos caros</h3>
<p>Quando os preços dos fertilizantes estão em alta, considere estas alternativas:</p>
<ul>
<li><strong>Priorização de áreas</strong>: Em vez de adubar toda a propriedade com baixas doses, concentre investimentos em áreas estratégicas (próximas à sede, melhor solo, melhor acesso à água) com doses adequadas.</li>
<li><strong>Uso de formulações econômicas</strong>: Opte por fertilizantes simples em vez de formulados, que geralmente têm custo por unidade de nutriente mais baixo.</li>
<li><strong>Parcelamento inteligente</strong>: Divida as aplicações de nitrogênio em 2-3 vezes para melhorar a eficiência e diluir o investimento ao longo do ano.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/"><strong>Integração lavoura-pecuária</strong></a>: Aproveite a adubação residual de culturas agrícolas para reduzir custos na fase pastagem.</li>
<li><strong>Compra antecipada</strong>: Adquira fertilizantes na entressafra, quando os preços costumam ser mais competitivos.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Quando NÃO adubar pode sair mais caro</h3>
<p>Deixar de adubar pastagens em momentos de preços altos pode parecer economia, mas frequentemente resulta em:</p>
<ul>
<li>Degradação acelerada das pastagens, exigindo reforma futura (custo muito superior).</li>
<li>Perda de capacidade de suporte, obrigando a venda prematura de animais.</li>
<li>Maior dependência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementos</a></strong>, que também sobem de preço.</li>
<li>Redução do desempenho animal e da rentabilidade por hectare.</li>
<li>Aumento do ciclo produtivo, elevando custos fixos.</li>
</ul>
<h3>O momento certo de investir</h3>
<p>A decisão de adubar deve considerar diversos fatores inter-relacionados. A <strong>relação de troca fertilizante/boi</strong> é um indicador importante: se historicamente é necessário 1,5@ para comprar 1 saco de ureia e a relação subiu para 2,5@, é momento de avaliar alternativas, mas não necessariamente parar de adubar.</p>
<p>O preço de venda da arroba também influencia essa decisão, pois com arroba valorizada, mesmo insumos caros podem viabilizar o investimento. A disponibilidade de forragem na propriedade é outro aspecto importante, já que se a fazenda está no limite da capacidade, não adubar significa perder receita com animais que você poderia estar vendendo.</p>
<p>Por fim, o nível de degradação das pastagens não pode ser ignorado, uma vez que <strong>pastagens já degradadas exigem intervenção urgente</strong>, independente do preço dos insumos.</p>
<p>A verdade é que adubação de pastagens não é despesa, é investimento produtivo. <strong>A questão não é SE adubar, mas COMO adubar de forma mais eficiente e econômica diante do cenário de preços</strong>. Com planejamento, análise técnica e gestão competente, a adubação continua sendo uma das ferramentas mais poderosas para aumentar a rentabilidade da pecuária de corte.</p>
<h2>Análise de solo: o primeiro passo para uma adubação eficiente</h2>
<p>Antes de qualquer aplicação de fertilizantes, é fundamental realizar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>. Esta etapa é decisiva para o sucesso do programa de adubação, pois permite conhecer as características químicas, físicas e, idealmente, biológicas do solo da propriedade.</p>
<h3>Importância da análise</h3>
<p>A análise de solo revela:</p>
<ul>
<li>Níveis de pH e necessidade de calagem;</li>
<li>Teores de nutrientes disponíveis;</li>
<li>Saturação por bases;</li>
<li>Capacidade de troca catiônica (CTC);</li>
<li>Teores de matéria orgânica;</li>
<li>Possíveis problemas de toxicidade (alumínio, por exemplo).</li>
</ul>
<p>Sem essas informações, qualquer recomendação de adubação será apenas um &#8220;chute&#8221;, podendo resultar em desperdício de recursos ou mesmo prejuízos à pastagem.</p>
<h3>Frequência recomendada</h3>
<p>Recomenda-se <strong>realizar análise de solo a cada 2 ou 3 anos</strong> em pastagens já estabelecidas, e anualmente em áreas sob manejo intensivo. Para áreas em formação, a análise deve ser feita antes da implantação e repetida após o primeiro ano.</p>
<h3>Coleta adequada das amostras</h3>
<p>Para garantir resultados confiáveis:</p>
<ul>
<li>Divida a propriedade em talhões homogêneos;</li>
<li>Colete de 15 a 20 subamostras por talhão;</li>
<li>Retire a vegetação superficial antes da coleta;</li>
<li>Colete na profundidade de 0-20 cm;</li>
<li>Misture bem as subamostras e envie cerca de 500g ao laboratório;</li>
<li>Identifique corretamente cada amostra.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nutrientes essenciais para pastagens: macronutrientes</h2>
<p>As plantas forrageiras necessitam de <strong>17 elementos essenciais</strong> para seu desenvolvimento. Destes, seis são requeridos em maiores quantidades e são chamados de macronutrientes primários e secundários.</p>
<h3>Nitrogênio (N): o motor do crescimento</h3>
<p>O nitrogênio é o <strong>nutriente mais demandado pelas gramíneas forrageiras</strong> e o principal responsável pelo aumento da produção de forragem. Ele participa da formação de proteínas, clorofila e diversos compostos orgânicos.</p>
<p>Além disso, aumenta a produção de matéria seca, intensifica a cor verde das folhas e acelera o rebrote após o pastejo.</p>
<h3>Fósforo (P): essencial para o estabelecimento</h3>
<p>O fósforo é <strong>fundamental para o desenvolvimento radicular</strong>, perfilhamento e estabelecimento das pastagens. A maioria dos solos brasileiros apresenta deficiência natural deste nutriente.</p>
<p>Tem como principais funções: estimula o crescimento das raízes, melhora o perfilhamento, aumenta a resistência a pragas e doenças e é fundamental na transferência de energia (ATP).</p>
<h3>Potássio (K): o regulador de funções</h3>
<p>O potássio atua na <strong>regulação hídrica da planta</strong>, na ativação enzimática e no transporte de açúcares. Sua deficiência é comum em solos arenosos e em áreas sob pastejo intensivo.</p>
<p>Suas principais funções são a regulagem da abertura e fechamento dos estômatos, melhora a resistência ao pisoteio, aumenta a tolerância a estresses e melhora a qualidade nutricional da forragem.</p>
<h3>Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg): além da calagem</h3>
<p>Embora geralmente fornecidos pela calagem, cálcio e magnésio são nutrientes essenciais que participam de diversos processos metabólicos.</p>
<p>O cálcio tem como funções principais o crescimento radicular e o magnésio é um ativador enzimático.</p>
<h3>Enxofre (S): o nutriente esquecido</h3>
<p>O enxofre tem ganhado importância devido ao uso crescente de fertilizantes concentrados que não contêm este elemento.</p>
<p>Tem como principais funções melhorar a eficiência do uso do nitrogênio e aumentar o teor proteico.</p>
<h2>Micronutrientes</h2>
<p>Embora necessários em pequenas quantidades, <strong>os micronutrientes (zinco, boro, cobre, manganês, ferro, molibdênio e cloro)</strong> são essenciais para o metabolismo das plantas.</p>
<h3>Sinais de deficiência</h3>
<ul>
<li>Zinco: redução do crescimento, folhas pequenas;</li>
<li>Boro: morte de gemas apicais, nanismo;</li>
<li>Cobre: folhas cloróticas, baixo perfilhamento;</li>
<li>Manganês: clorose internerval.</li>
</ul>
<p>A aplicação de micronutrientes geralmente é feita via foliar ou incorporada aos fertilizantes granulados, sempre com base na análise de solo e foliar.</p>
<h2>Tipos de adubação de pastagens</h2>
<h3>Adubação de formação</h3>
<p>Realizada <strong>antes ou durante o plantio da pastagem</strong>, visa fornecer os nutrientes necessários para o estabelecimento vigoroso das plantas. Geralmente inclui doses elevadas de fósforo e potássio, além de calcário para correção do pH.</p>
<p>Esse tipo de adubação garante germinação uniforme, promove crescimento radicular profundo e estabelece stand adequado de plantas.</p>
<h3>Adubação de manutenção</h3>
<p>Aplicada anualmente em <strong>pastagens estabelecidas</strong> para repor os nutrientes exportados pelos animais ou perdidos por lixiviação. Foca principalmente em nitrogênio e potássio.</p>
<p>A adubação de manutenção mantém a capacidade produtiva, previne degradação e sustenta a qualidade nutricional.</p>
<h3>Adubação corretiva</h3>
<p>Utilizada para corrigir deficiências específicas identificadas na análise de solo ou visual. Pode incluir aplicação de micronutrientes, calcário ou gesso agrícola.</p>
<h2>Métodos e épocas de aplicação</h2>
<h3>1. Distribuição a lanço</h3>
<p>Método mais comum na pecuária, <strong>utiliza distribuidores mecânicos ou manuais para espalhar o fertilizante uniformemente sobre a área</strong>. É adequado para áreas extensas e relativamente planas.</p>
<p>Tem como vantagens a rapidez na aplicação, o menor custo operacional e equipamentos acessíveis, porém é necessário tomar cuidados com a regulagem do distribuidor e evitar aplicação com vento forte.</p>
<h3>2. Aplicação localizada</h3>
<p>Utilizada principalmente na formação, c<strong>onsiste em aplicar o fertilizante em linhas ou covas</strong>. Reduz a quantidade de produto necessário, mas exige mais mão de obra.</p>
<h3>Melhor período do ano para aplicação</h3>
<p>A época de aplicação deve coincidir com:</p>
<ul>
<li><strong>Início do período chuvoso</strong>: para fertilizantes nitrogenados e potássicos;</li>
<li><strong>Antes do plantio</strong>: para corretivos e fosfatados;</li>
<li><strong>Parcelamento</strong>: dividir a dose de nitrogênio em 2-3 aplicações durante o período das águas.</li>
</ul>
<h2>Cálculo de doses: como determinar a quantidade ideal</h2>
<p>O cálculo da dose de fertilizante deve considerar:</p>
<ol>
<li>Resultado da análise de solo;</li>
<li>Expectativa de produção;</li>
<li>Nível tecnológico da propriedade;</li>
<li>Histórico da área;</li>
<li>Capacidade de investimento.</li>
</ol>
<h3>Exemplo prático de cálculo</h3>
<p>Para aplicar 100 kg de N/ha usando ureia (45% de N):</p>
<p><em>Quantidade de ureia = (100 kg de N / 0,45) = 222 kg de ureia/ha</em></p>
<p><em>Para uma área de 50 hectares: 222 x 50 = 11.100 kg ou 11,1 toneladas de ureia.</em></p>
<h3>Tabela orientativa de adubação de manutenção</h3>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40762" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png" alt="Tabela orientativa para adubação de pastagens" width="826" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png 826w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-300x85.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-768x218.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-370x105.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-270x76.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-740x210.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-150x42.png 150w" sizes="(max-width: 826px) 100vw, 826px" /></p>
<p><em>*Valores orientativos. Sempre considerar a análise de solo.</em></p>
<h2>Fontes de nutrientes: fertilizantes mais utilizados</h2>
<h3>Fertilizantes minerais</h3>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Alta concentração de nutrientes;</li>
<li>Liberação rápida;</li>
<li>Facilidade de aplicação;</li>
<li>Disponibilidade no mercado;</li>
</ul>
<p><strong>Principais opções</strong>:</p>
<ul>
<li>NPK formulados: 20-05-20, 20-00-20, 10-10-10;</li>
<li>Fertilizantes simples: ureia, MAP, cloreto de potássio;</li>
<li>Fertilizantes de liberação lenta: ureia revestida;</li>
</ul>
<h3>Fertilizantes orgânicos</h3>
<p>Estercos, compostos e dejetos podem ser utilizados, especialmente em sistemas integrados.</p>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Melhoram a estrutura do solo;</li>
<li>Aumentam a matéria orgânica;</li>
<li>Fornecem múltiplos nutrientes;</li>
<li>Ativam a biologia do solo.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns na adubação de pastagens</h2>
<h3>1. Adubar sem análise de solo</h3>
<p>Aplicar fertilizantes sem conhecer as necessidades reais do solo é o erro mais grave e comum. Pode resultar em desperdício de dinheiro ou desequilíbrios nutricionais.</p>
<h3>2. Aplicar doses insuficientes</h3>
<p>Doses muito baixas não geram resposta significativa e representam desperdício. É melhor adubar bem uma área menor do que subdosar toda a propriedade.</p>
<h3>3. Não considerar o clima</h3>
<p>Aplicar nitrogênio antes de um período seco ou na época das secas reduz drasticamente a eficiência do fertilizante.</p>
<h3>4. Esquecer do fósforo</h3>
<p>Focar apenas em nitrogênio sem corrigir deficiências de fósforo limita a resposta da pastagem, especialmente o perfilhamento e o crescimento radicular.</p>
<h3>5. Não ajustar a lotação</h3>
<p>Aumentar a produção de forragem sem ajustar o número de animais desperdiça o potencial da adubação e pode levar à perda de qualidade do pasto.</p>
<h2>Monitoramento dos resultados</h2>
<p>Após iniciar o programa de adubação, é fundamental monitorar os resultados para avaliar o retorno do investimento e fazer ajustes.</p>
<h3>Indicadores de sucesso</h3>
<ul>
<li><strong>Produção de forragem</strong>: medida em kg de MS/ha;</li>
<li><strong>Capacidade de suporte</strong>: UA/ha;</li>
<li><strong>Ganho de peso</strong>: kg/animal/dia e kg/ha/ano;</li>
<li><strong>Taxa de lotação</strong>: animais/ha;</li>
<li><strong>Aspecto visual</strong>: cor, densidade, vigor;</li>
<li><strong>Persistência</strong>: longevidade da pastagem.</li>
</ul>
<h3>Ferramentas de monitoramento</h3>
<ul>
<li>Análise de solo periódica;</li>
<li>Análise foliar (para diagnosticar deficiências);</li>
<li>Pesagem regular dos animais;</li>
<li>Avaliação da altura e massa de forragem;</li>
<li>Registro fotográfico das áreas.</li>
</ul>
<h3>Ajustes necessários</h3>
<p>Com base nos resultados, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Aumentar ou reduzir doses;</li>
<li>Mudar fontes de nutrientes;</li>
<li>Ajustar épocas de aplicação;</li>
<li>Modificar o parcelamento;</li>
<li>Corrigir problemas de manejo (lotação, período de descanso).</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adubação de pastagens é um investimento estratégico que pode transformar completamente a produtividade e a rentabilidade da pecuária de corte. Quando bem planejada e executada, baseando-se em análise de solo e respeitando as particularidades de cada sistema, a adubação permite intensificar a produção, reduzir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custos por arroba produzida</a></strong> e promover a sustentabilidade da atividade.</p>
<p>Lembre-se: pastagens bem nutridas significam animais bem alimentados, ciclos de produção mais curtos e maior lucratividade para sua propriedade. O conhecimento técnico aliado ao planejamento financeiro é a chave para extrair o máximo potencial produtivo das suas áreas de pastagem.</p>
<p>Invista em conhecimento, busque orientação técnica especializada e faça da adubação de pastagens uma prática regular em sua fazenda. Os resultados aparecerão no cocho, na balança e, principalmente, no seu resultado financeiro.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Adubação de base: como ser eficiente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adubação de base é uma técnica agrícola fundamental para o fornecimento de nutrientes ao sistema, garantindo que as plantas encontrem um ambiente rico em nutrientes desde o início do seu desenvolvimento. Esse processo consiste na aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio, favorecendo um crescimento saudável e equilibrado das culturas. Com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>adubação de base</strong> é uma técnica agrícola fundamental para o fornecimento de nutrientes ao sistema, garantindo que as plantas encontrem um ambiente rico em nutrientes desde o início do seu desenvolvimento.</p>
<p>Esse processo consiste na <strong>aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio</strong>, favorecendo um crescimento saudável e equilibrado das culturas.</p>
<p>Com a crescente demanda por produtividade e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sustentabilidade-na-agricultura-principais-praticas/">sustentabilidade na agricultura</a></strong>, a adubação de base se torna uma estratégia indispensável para garantir lavouras mais vigorosas e produtivas. Neste artigo, vamos abordar a importância dessa prática, seus benefícios, desafios e os nutrientes essenciais envolvidos no processo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é adubação de base?</h2>
<p>A adubação de base é a aplicação de fertilizantes no solo antes ou durante o plantio, fornecendo os nutrientes essenciais para o desenvolvimento inicial das plantas.</p>
<p>Essa técnica cria um ambiente propício para o crescimento das raízes, contribuindo para o fortalecimento das plantas desde o início do ciclo produtivo.</p>
<h3>Diferença entre adubação de base e adubação de cobertura</h3>
<p>Enquanto a adubação de base ocorre no início do plantio, a adubação de cobertura é feita posteriormente, durante o crescimento da planta.</p>
<p>A <strong>adubação de base</strong> fornece <strong>nutrientes ao solo antes da germinação das plântulas</strong>, proporcionando um arranque inicial mais vigoroso. Já a <strong>adubação de cobertura</strong> complementa a <strong>nutrição das plantas ao longo do ciclo de crescimento</strong>, suprindo eventuais deficiências de nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais são os benefícios da adubação de base?</h2>
<h3>Melhora a fertilidade do solo</h3>
<p>Essa prática enriquece o solo com nutrientes essenciais, como o nitrogênio, fósforo, potássio e alguns micronutrientes, <strong>aumentando a disponibilidade no solo para a planta</strong>, desde que esse solo tenha um pH adequado. Isso favorece o crescimento das raízes e promove plantas mais saudáveis e produtivas.</p>
<h3>Aumento da produtividade</h3>
<p><b></b> Solos bem preparados oferecem às plantas um ambiente ideal para seu desenvolvimento. Com acesso a nutrientes adequados desde o início, as lavouras crescem mais vigorosas, o que reflete diretamente na produtividade. Estudos mostram que a adubação de base bem feita pode <strong>aumentar significativamente a produção agrícola</strong>.</p>
<h3>Redução de custos a longo prazo</h3>
<p>Embora o investimento inicial em fertilizantes possa ser alto, <strong>essa prática reduz a necessidade de aplicações adicionais durante o ciclo da cultura</strong>. Além disso, solos mais equilibrados diminuem a incidência de pragas e doenças, reduzindo gastos com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">defensivos agrícolas</a></strong>.</p>
<h2>Quais são os desafios da adubação de base?</h2>
<h3>Recomendação correta dos nutrientes</h3>
<p>Determinar quais nutrientes são necessários e em quais quantidades exige análises detalhadas do solo e recomendações técnicas.</p>
<p>Uma escolha inadequada pode gerar um <strong>desequilíbrio nutricional no solo</strong>, comprometer o desenvolvimento das plantas e a produtividade da lavoura.</p>
<h3>Manejo adequado do solo<b></b></h3>
<p>A distribuição correta dos fertilizantes é essencial para evitar desperdícios e garantir que os nutrientes cheguem às plantas de maneira uniforme.</p>
<p>O uso de técnicas apropriadas, como a incorporação dos fertilizantes no solo e o emprego de equipamentos adequados, é crucial para otimizar os resultados.</p>
<h3>Custo inicial dos insumos<b></b></h3>
<p>O investimento em fertilizantes pode representar um desafio, visto que representa cerca de 70% do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/">custo de produção</a></strong>.</p>
<p>Devemos ter decisões assertivas na recomendação, com custo viável e deve ser eficiente para suprir as demandas do solo e da planta para viabilizar a produção.</p>
<h2>Nutrientes essenciais na adubação de base</h2>
<h3>Nitrogênio (N)</h3>
<p><b></b>Fundamental para o crescimento vegetativo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio</a></strong> participa da formação de proteínas e clorofila. Sua deficiência pode resultar em plantas fracas e de baixa produtividade.</p>
<h3>Fósforo (P)</h3>
<p>Além disso, é necessário que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong> seja feito na base, de preferência no sulco de plantio enterrado, visto que é um elemento quase imóvel no solo, e dessa forma ele está sendo aplicado próximo às raízes das plantas para o acesso e absorção pela planta.</p>
<h3>Potássio (K)</h3>
<p>O potássio pode ser aplicado de forma a lanço na lavoura, visto que é um elemento móvel no solo e chega até o acesso das raízes para absorção. <strong>Em aplicações no sulco de plantio não deve ultrapassar 40 kg/ha de K2O</strong>, doses acima podem causar queimadura nas sementes e prejudicar o desenvolvimento radicular.</p>
<h3>Micronutrientes</h3>
<p><b></b>Cálcio, magnésio, enxofre, ferro, zinco, manganês, cobre e molibdênio são necessários em menores quantidades, mas desempenham funções vitais para o crescimento das plantas. Em alguns adubos formulados, pode-se encontrar micronutrientes disponíveis  na mesma formulação.</p>
<h2>Como aplicar a adubação de base de forma eficiente?</h2>
<h3>Escolha da técnica de aplicação</h3>
<p>A forma de aplicação dos fertilizantes varia conforme o tipo de solo, a cultura plantada e as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mudancas-climaticas-globais/">condições climáticas</a></strong>. Os métodos mais comuns são:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Aplicação em sulco:</strong> O fertilizante é colocado diretamente no sulco de plantio, ficando próximo às raízes.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Aplicação a lanço:</strong> O fertilizante é distribuído de maneira uniforme sobre a superfície do solo.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Fertirrigação:</strong> Os fertilizantes são aplicados junto com a irrigação, facilitando a absorção pelas plantas.</li>
</ul>
<h3>Boas práticas de manejo<b></b></h3>
<p>Além da aplicação correta dos fertilizantes, práticas como <strong>rotação de culturas</strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/">plantio direto</a></strong> aumentam a eficiência da adubação. A rotação de culturas evita a exaustão do solo e o acúmulo de pragas e doenças, enquanto o plantio direto minimiza a erosão e a perda de nutrientes.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adubação de base é uma etapa essencial para o sucesso das lavouras, <strong>garantindo um solo mais fértil e produtivo</strong>. Embora apresente desafios, como a escolha e balanço dos nutrientes e o custo inicial, seus benefícios a longo prazo fazem dessa prática um <strong>investimento indispensável para quem busca eficiência e sustentabilidade na produção agrícola</strong>.</p>
<p>Com a escolha correta dos fertilizantes, um manejo adequado do solo e a aplicação eficiente dos insumos, os agricultores podem melhorar a produtividade, reduzir custos e contribuir para uma agricultura mais sustentável e lucrativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>E-book Tecnologias para a adubação na agricultura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-tecnologias-para-a-adubacao-na-agricultura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas. Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da tecnologia de aplicação de produtos sólidos, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultura vem evoluindo rapidamente, impulsionada por avanços genéticos, estratégias de manejo mais robustas e o desenvolvimento de tecnologias aplicadas em todas as etapas produtivas.</p>
<p>Um setor que tem ganhado destaque, mas ainda é muitas vezes subestimado, é o da <strong>tecnologia de aplicação de produtos sólidos</strong>, como corretivos e fertilizantes. Uma aplicação precisa e equilibrada desses insumos é fundamental para garantir a nutrição adequada do solo e o crescimento saudável das plantas, resultando em <strong>aumento de produtividade</strong>.</p>
<p>Neste e-book, você vai aprender como as mais recentes tecnologias de aplicação podem melhorar a eficiência no campo, otimizando a distribuição e a dosagem correta de fertilizantes, além de estratégias práticas que vão transformar os resultados da sua produção. <strong>Baixe agora e leve sua produtividade ao próximo nível!</strong></p>
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		<item>
		<title>Adubação do café: guia completo para aumentar a eficiência e reduzir custos na lavoura</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-adubacao-do-cafeeiro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-adubacao-do-cafeeiro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 15:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[fósforo]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[produção de café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adubação é uma das práticas mais determinantes para a produtividade e a sustentabilidade da cafeicultura brasileira. Ao mesmo tempo, representa um dos maiores pesos no custo de produção, respondendo por 20% a 30% do custo operacional da lavoura de café. Com a elevação dos preços dos insumos, a volatilidade cambial e as incertezas do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A adubação é uma das práticas mais determinantes para a produtividade e a sustentabilidade da cafeicultura brasileira. Ao mesmo tempo, representa um dos maiores pesos no custo de produção, respondendo por <strong>20% a 30% do custo operacional da lavoura de café</strong>.</p>
<p>Com a elevação dos preços dos insumos, a volatilidade cambial e as incertezas do mercado internacional, melhorar o aproveitamento dos fertilizantes deixou de ser apenas uma estratégia técnica e passou a ser uma decisão econômica fundamental.</p>
<p>Mesmo em períodos de preços mais favoráveis do café, como os observados recentemente, a margem do produtor segue pressionada por <strong>custos elevados e riscos climáticos</strong>.</p>
<p>Neste cenário, cafeicultores, técnicos agrícolas e consultores que dominam as melhores práticas de adubação conseguem transformar investimento em produtividade real, garantindo lavouras mais equilibradas, resilientes e economicamente viáveis no longo prazo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Onde estão as perdas de fertilizantes na lavoura de café?</h2>
<p>O baixo aproveitamento dos fertilizantes na lavoura cafeeira está diretamente relacionado a <strong>diferentes processos físicos, químicos e biológicos</strong> do solo. Compreender esses mecanismos é o primeiro passo para reduzi-los.​</p>
<h2>Principais mecanismos de perda</h2>
<ul>
<li><strong>Erosão</strong>: Remove superficialmente solo e nutrientes, sendo um problema comum em áreas declivosas, lavouras novas e sistemas com baixa cobertura do solo.</li>
<li><strong>Lixiviação</strong>: Promove a perda de nutrientes solúveis em profundidade, especialmente nitrogênio, potássio, enxofre e boro.​</li>
<li><strong>Volatilização</strong>: Típica de fontes nitrogenadas como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacoes-via-ureia/">ureia</a></strong>, principalmente quando aplicadas superficialmente em condições inadequadas de umidade e temperatura.</li>
<li><strong>Fixação ou indisponibilização</strong>: Processo comum ao fósforo em solos ricos em óxidos de ferro e alumínio, além de micronutrientes que perdem disponibilidade em pH elevado.</li>
</ul>
<p>No caso do nitrogênio, ainda ocorrem processos como mineralização da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/materia-organica-no-solo/">matéria orgânica</a></strong>, imobilização microbiana e desnitrificação, que interferem diretamente na quantidade efetivamente absorvida pelo cafeeiro.​</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-calagem&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39672 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png" alt="E-book Calagem no café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nitrogênio: alto custo e alto risco de perdas</h2>
<p>A ureia continua sendo a <strong>fonte de nitrogênio mais utilizada na cafeicultura brasileira</strong> devido ao menor custo por unidade de N. No entanto, também é a fonte mais suscetível a perdas, especialmente por volatilização de amônia.</p>
<h3>Magnitude das perdas de nitrogênio</h3>
<p>Estudos indicam que, em condições desfavoráveis, <strong>as perdas de N da ureia podem ultrapassar 30%</strong> e, em situações extremas, chegar a <strong>50-70%</strong>. Um estudo demonstrou que a ureia convencional apresentou perdas de 36,2%, enquanto fontes como nitrato de amônio e sulfato de amônio apresentaram perdas de apenas 0,7% e 0,6%, respectivamente.</p>
<p>A combinação de umidade elevada do solo, ausência de chuvas no primeiro dia após a adubação e temperatura elevada pode determinar perdas de amônia por volatilização de até 44% do N aplicado.</p>
<h3>Alternativas tecnológicas</h3>
<p>Hoje, o mercado dispõe de tecnologias mais eficientes para reduzir as perdas de nitrogênio:</p>
<ul>
<li>Ureias tratadas com inibidores de urease;</li>
<li>Fontes protegidas e fertilizantes de liberação controlada;</li>
<li>Combinações com micronutrientes como cobre e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boro-no-cafeeiro/">boro</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Essas alternativas não eliminam totalmente as perdas, mas reduzem significativamente a volatilização, aumentando a eficiência do uso do nitrogênio.</p>
<h3>Recomendações para adubação nitrogenada</h3>
<p>A <strong>adubação nitrogenada</strong> deve ser necessariamente <strong>parcelada para evitar perdas</strong>, sendo sugerido o parcelamento nas proporções de 30%, 40% e 30%, respectivamente. Deve-se ter cuidados especiais com a aplicação de ureia em solo úmido, altas temperaturas, pH básico e excesso de matéria orgânica no local.</p>
<p>O excesso de nitrogênio pode estimular excessivamente a vegetação em detrimento da produtividade, além de favorecer doenças como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-de-phoma-no-cafeeiro/">Mancha de Phoma</a></strong>.</p>
<h2>Fósforo: o desafio da fixação no solo brasileiro</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/">fósforo</a></strong> segue sendo <strong>um dos nutrientes mais críticos na cafeicultura</strong> tropical. Em solos altamente intemperizados, comuns nas regiões produtoras do Brasil, grande parte do fósforo aplicado é rapidamente fixada pelos óxidos de ferro e alumínio, tornando-se indisponível às plantas.</p>
<h3>Taxa de aproveitamento</h3>
<p>De forma geral, estima-se que <strong>o aproveitamento do fósforo aplicado varie entre 30% e 50%</strong>, dependendo do tipo de solo, do nível de correção, da fonte utilizada e da forma de aplicação. Em solos bem corrigidos e com maior teor de matéria orgânica, esse aproveitamento tende a ser maior.</p>
<h3>Boas práticas para adubação fosfatada</h3>
<ul>
<li>A aplicação de fósforo deve ser feita em solos corrigidos, pois em pH ácido há grande adsorção em óxidos de ferro e alumínio.</li>
<li>A aplicação deve ser feita de uma só vez, normalmente nos meses de setembro a outubro.</li>
<li>Evite aplicar calcário e fertilizantes fosfatados juntos, pois pode ocorrer indisponibilização de fósforo.</li>
<li>Tenha cuidado com fosfatos de rocha, que demoram mais para serem disponibilizados.</li>
</ul>
<p>Os teores ideais no solo variam <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mehlich-1-e-resina/">conforme o extrator utilizado</a></strong>: com Mehlich 1, trabalha-se com 15-25 mg/dm³; com resina, 30-40 mg/dm³.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Potássio: maior eficiência, mas exige atenção</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/">potássio</a></strong> apresenta, em média, <strong>maior eficiência de aproveitamento, variando entre 80% e 90%</strong>, além de possuir boa mobilidade no perfil do solo. No entanto, aplicações excessivas ou mal distribuídas podem causar desequilíbrios nutricionais e perdas significativas.</p>
<h3>Cuidados na adubação potássica</h3>
<ul>
<li>Trabalhe com teor mínimo no solo de aproximadamente 120 mg/dm³ ou 0,30-0,35 cmolc/dm³.</li>
<li>Observe o equilíbrio Ca:Mg:K na proporção de 9:3:1 ou 25:5:1.</li>
<li>Não aplique mais de 200 kg de K₂O por parcelamento, pois quantidades maiores estão sujeitas à lixiviação.</li>
</ul>
<p>O excesso de potássio pode competir pelo mesmo sítio de absorção do cálcio, acarretando menor absorção deste último e maior incidência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cercosporiose-no-cafe/">cercosporiose</a></strong>.​</p>
<h2>Erros comuns na adubação do café e como evitá-los</h2>
<p>A fertilização do café, quando feita incorretamente, pode comprometer o desenvolvimento da lavoura, a produtividade e a qualidade final do café. A tabela abaixo resume os principais erros e suas soluções:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41093" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao.jpg" alt="Erros comuns na adubação do café" width="823" height="443" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao.jpg 823w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao-300x161.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao-768x413.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao-370x199.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao-270x145.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao-740x398.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/erros-adubacao-150x81.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 823px) 100vw, 823px" /></p>
<h2>Práticas de manejo para maximizar a eficiência da adubação</h2>
<p>Não existe uma única solução para melhorar o aproveitamento dos adubos. O resultado vem do conjunto de práticas bem executadas.</p>
<ul>
<li>Escolha adequada da fonte de fertilizante, considerando solo, clima e sistema de produção.</li>
<li>Definição correta da época e forma de aplicação​.</li>
<li>Correção e manutenção da fertilidade e do pH do solo.</li>
<li>Uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/">plantas de cobertura nas entrelinhas</a></strong>, reduzindo erosão e temperatura do solo.</li>
<li>Manejo adequado da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-do-cafe-como-calcular-a-disponibilidade-de-agua/">irrigação</a></strong>, quando disponível.</li>
<li>Monitoramento constante por meio de análises de solo e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/analise-de-folha/">folha</a></strong>.</li>
<li>Ajuste das doses conforme produtividade esperada e histórico da lavoura.</li>
</ul>
<h3>Importância da calagem</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/">calagem</a></strong> é fundamental para corrigir a acidez do solo e garantir a disponibilidade de nutrientes . Em pH abaixo de 5,5, há baixa disponibilidade de N, P, K, Ca e Mg. O pH ideal para o cafeeiro situa-se entre 5,5 e 6,5 .</p>
<h3>Realizar a adubação do cafeeiro de um lado ou dos dois lados da planta?</h3>
<p>Resultados de estudo feito pela Procafé, comparando modos de adubação do cafeeiro mostraram que houve <strong>maior produtividade média</strong>, considerando 5 safras, quando se adubou na <strong>projeção da saia</strong>, dos dois lados da planta.</p>
<p>Dessa forma, mostrando a importância de se adubar dos dois lados da planta, colocando assim o adubo mais próximo às raízes do cafeeiro, para que ele possa absorver.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41094" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/modos-adubacao.jpg" alt="Modos de adubação do cafeeiro e suas produtividades" width="564" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/modos-adubacao.jpg 564w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/modos-adubacao-300x262.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/modos-adubacao-370x323.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/modos-adubacao-270x236.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/modos-adubacao-343x300.jpg 343w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/modos-adubacao-150x131.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Produção média anual de cinco safras em cafeeiros sob diferentes modos de adubação. Martins Soares/MG. 2001.</span></p>
<p>Por isso, quando nos referimos à adubação mecanizada, o adubo deve ser colocado dos dois lados do cafeeiro, na projeção da saia. Conforme mostra o estudo, esse tipo de adubação proporciona maior incremento na produtividade, se comparado aos outros modos de adubação.</p>
<p>Nesse sentido, quando nos referimos a adubação mecanizada, é recomendado que a adubadora entre em todas as entrelinhas da lavoura e realize a adubação em ambos os lados da planta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22353 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/adubacao-cafeeiro-5.jpg" alt="Projeção de adubação do cafeeiro" width="408" height="233" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/adubacao-cafeeiro-5.jpg 408w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/adubacao-cafeeiro-5-300x171.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/adubacao-cafeeiro-5-370x211.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/adubacao-cafeeiro-5-270x154.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/04/adubacao-cafeeiro-5-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 408px) 100vw, 408px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Adubação na projeção da saia do cafeeiro. (Foto: Rehagro).</span></p>
<p>Nas adubações em lavouras manuais, quando possível, é recomendado que seja realizado em ambos os lados.</p>
<p>No entanto, em muitos casos, onde as propriedades apresentam uma declividade muito acentuada, dificultando assim a realização da prática, e/ou não se possui mão de obra suficiente para a realização da adubação no período correto, pode ser realizada a adubação de um lado só do cafeeiro, feito no lado de cima das plantas.</p>
<h2>Faça da adubação uma aliada da produtividade e do lucro</h2>
<p>A adubação bem feita é decisiva para garantir qualidade e evitar desperdícios na lavoura de café. Mas, para transformar insumos em resultados consistentes, é preciso unir técnica e gestão.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende de forma prática a planejar melhor o uso de recursos, reduzir custos e conduzir a fazenda de maneira mais eficiente e lucrativa.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como calcular a adubação mecanizada e manual?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-adubacao-mecanizada-e-manual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2020 17:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos de recomendação]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após calcular a necessidade dos fertilizantes por hectare, é importante que façamos o cálculo das doses para a pessoa responsável por regular a adubadora no campo. Ou no caso da aplicação manual, é preciso calcular a adubação que será aplicada por planta. A recomendação dos técnicos para a adubação do cafeeiro, é a aplicação de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-adubacao-mecanizada-e-manual/">Como calcular a adubação mecanizada e manual?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após calcular a necessidade dos fertilizantes por hectare, é importante que façamos o cálculo das doses para a pessoa responsável por regular a adubadora no campo. Ou no caso da aplicação manual, é preciso calcular a adubação que será aplicada por planta.</p>
<p>A recomendação dos técnicos para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dicas-para-adubacao-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">adubação do cafeeiro</a></strong>, é a aplicação de metade da dose do adubo de um lado da planta e metade do outro lado.</p>
<p>Essa aplicação dos dois lados da planta de café se refere principalmente<strong> quando a adubação é mecanizada</strong>. Isso porque, em lavouras com adubação manual e declividade acentuada, essa prática fica mais dificultada. Dessa forma, sendo realizada apenas de um lado da planta – lado de cima.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
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    version: "V2_PRERELEASE"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Como calcular a adubação mecanizada e manual?</h2>
<ul>
<li>Após calculada a dose do fertilizante por hectare, seguindo os critérios de recomendação, deve-se <strong>calcular a porcentagem do adubo por parcelamento</strong>, no caso do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong> e potássio;</li>
<li>Após calculado a quantidade de adubo por parcelamento, devemos <strong>saber o espaçamento entre as plantas</strong>, para o cálculo por metro linear ou estande de plantas;</li>
<li>Após o cálculo (quantidade de adubo / metro linear), deve-se dividir o valor por dois, considerando que metade da dose será aplicada de um lado da planta e metade do lado oposto – em adubações mecanizadas.</li>
</ul>
<p>Abaixo, trazemos um exemplo prático para você entender melhor. Supondo que iremos fazer a recomendação da quantidade de adubo para a nossa primeira adubação, utilizando o nitrogênio (N).</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Adubação mecanizada</h3>
<p>Por exemplo, se a recomendação para o fertilizante nitrogenado para esta lavoura é de 229,3 kg/ha de nitrato, vamos fazer o cálculo de metros lineares na lavoura, utilizando o espaçamento entre linhas:</p>
<p style="text-align: center;"><em>10.000 m2 (1 hectare) / 3,6 m (espaçamento entre linhas) = 2.777,7 metros lineares</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Dose de nitrato: 229,3 kg</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>229,3 kg / 2.777,7 metros lineares = 0,0825 kg por metro = 82,5 g por metro.</em></p>
<p>No entanto, como a dose deve ser de cada lado, deve-se dividir por 2:</p>
<p style="text-align: center;"><em>82,5 g por metro / 2 (lados da planta a serem adubados) = 41,2 g por metro de cada lado do cafeeiro.</em></p>
<p>Considerando que o trator demora 25 segundos para realizar o trajeto de 50 m, deve ser coletado de adubo em um lado da adubadora, nesse tempo (25 segundos):</p>
<p style="text-align: center;"><em>41,2 g por metro x 50 metros = 2.060 gramas em 50 metros = 2,06 kg de nitrato em 50 metros.</em></p>
<p>Ou seja, em 25 segundos deve ser coletado em uma saída da adubadora a quantidade de 2,06 kg de nitrato, que corresponde a quantidade do fertilizante que irá cair em 50 metros, proporcionando a adubação de 41,2 gramas de nitrato por metro linear.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Adubação manual</h3>
<p>Por exemplo, se a recomendação para o fertilizante nitrogenado para esta lavoura é de 229,3 kg/ha de nitrato.</p>
<p>Cálculo do número de plantas por hectare. Com espaçamento de 3,60 m x 0,60 m, temos:</p>
<p style="text-align: center;"><em>3,60 m x 0,60 m = 2,16 m2</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>10.000 m2 (1 hectare) / 2,16 m2 = 4.629 plantas por hectare.</em></p>
<p>**Esse cálculo está considerando que está lavoura não possui falhas, em situações que a lavoura apresenta muitas falhas, deve-se considerar a porcentagem de falhas sob o número de plantas por hectare. Dessa forma, se a lavoura tiver muitas falhas, o número de plantas por hectare será menor, e consequentemente a dose por planta irá aumentar.</p>
<p>Considerando a dose de 229,3 kg de nitrato:</p>
<p style="text-align: center;"><em>229,3 kg / 4.629 plantas = 0,0495 kg = 49,5 gramas por planta.</em></p>
<p>Conforme relatado acima, em relação às lavouras de adubação manual e declive acentuado, é mais complicado realizar a adubação dos dois lados da planta. Dessa forma, a dose para adubação manual nessa lavoura é de 49,5 gramas de nitrato por planta.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22285 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1.jpg" alt="Cafeeiro com adubação aplicada" width="370" height="213" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1-270x155.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/adubacao-mecanizada-1-150x86.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Foto: Rehagro.</span></p>
<h2>Cuidados sobre adubação mecanizada e manual</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante que saibamos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-os-calculos-de-recomendacao/" target="_blank" rel="noopener">calcular a recomendação</a></strong> dos fertilizantes para adubação manual e mecanizada, para sempre passarmos aos responsáveis pela adubação a quantidade final a ser aplicada.</span></p>
<p>Dessa forma, o acompanhamento da regulagem dos maquinários, quando a adubação for mecanizada, com o intuito de aplicar a quantidade correta do adubo, deve sempre ser feito, para não faltar e nem sobrar da quantidade final que deveria ser aplicada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa conferência de regulagens de máquinas é importante que seja bem feita, pois não adianta fazer uma recomendação adequada dos <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a> e, na prática, não ser aplicada a quantidade recomendada. </span></p>
<p>Além disso, os indicadores de nutrientes que trabalhamos na lavoura, por exemplo, do nitrogênio, que varia de 6 a 8 kg de nitrogênio por saca, devem considerar o nitrogênio que realmente foi aplicado na lavoura, e não aquele que foi recomendado. Por isso, devemos ficar atentos a essas quantidades e regulagens.</p>
<h2>Da adubação à gestão: maximize a produtividade e o lucro da lavoura</h2>
<p>Calcular corretamente a adubação, seja mecanizada ou manual, é essencial para garantir eficiência no uso de insumos e melhor produtividade dos cafeeiros. Mas, para que esses resultados sejam realmente consistentes, é fundamental unir técnica e gestão eficiente da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a planejar custos, utilizar os recursos de forma estratégica, aplicar boas práticas de manejo e transformar sua lavoura em um negócio mais rentável e sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) na agricultura: aplicações e importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 15:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aplicação de sensoriamento remoto na agricultura tem crescido cada vez mais, com o uso de plataformas que possibilitam o agricultor acessar índices de vegetação como o NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada). São diversas as aplicações para o uso de mapas de NDVI como: Detectar infestação de plantas daninhas; Detectar falhas de irrigação; [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/indices-de-vegetacao-na-agricultura/">Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) na agricultura: aplicações e importância</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aplicação de sensoriamento remoto na agricultura tem crescido cada vez mais, com o uso de plataformas que possibilitam o agricultor acessar <strong>índices de vegetação como o NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada). </strong></p>
<p>São diversas as aplicações para o uso de mapas de NDVI como:</p>
<ul>
<li>Detectar infestação de plantas daninhas;</li>
<li>Detectar falhas de irrigação;</li>
<li>Visualização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/" target="_blank" rel="noopener">aplicação de defensivos agrícolas</a></strong> mal feitas;</li>
<li>Detectar efeitos de secas,</li>
<li>Detectar reboleiras ocasionadas por pragas, doenças e <a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nematoides</strong></a>;</li>
<li>Estimar produtividade de culturas, quantidade de biomassa e nitrogênio para culturas agrícolas; entre outras.</li>
</ul>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é o NDVI?</h2>
<p>O NDVI é dado pela relação:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>NDVI = (IVP &#8211; V)/(IVP + V)</strong></p>
<p>onde:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">V &#8211; reflectância na região do vermelho (670 nm)</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">IVP &#8211; reflectância no infravermelho próximo (780 nm).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo da adubação nitrogenada é um dos fatores que promovem a variabilidade no potencial de produção, pela adubação realizada em taxa fixa, ignorando a variabilidade espacial existente nas lavouras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, a aplicação de uma dose fixa de nitrogênio em área total, pode resultar em aplicações desnecessárias, podendo possibilitar a contaminação do ambiente e reduzir a eficiência agronômica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente as doses de recomendação de nitrogênio baseia-se no teor de matéria orgânica do solo, na expectativa de produção e no sistema de rotação de culturas adotados anteriormente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto em muitas situações, a aplicação de nitrogênio em cobertura apresenta baixa eficiência, em função do desconhecimento da demanda real das culturas no momento de aplicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">sensoriamento remoto</a></strong>, através do emprego de sensores proximais de vegetação, possibilita a leitura dos índices de vegetação, teor de clorofila nas folhas e da quantidade de biomassa vegetal da parte aérea. Os sensores proximais variam em função da quantidade de bandas utilizadas e do índice de vegetação utilizado pelo equipamento.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologias-voltadas-para-adubacao-na-agricultura?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-tecnologias-adubacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39620 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png" alt="E-book Tecnologias para adubação na agricultura" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-adubacao-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>NDVI para adubação nitrogenada no trigo</h2>
<p>Para avaliação do NDVI visando a adubação nitrogenada na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultura do trigo</a></strong> pode ser avaliado no estádio de seis folhas totalmente expandidas. Maiores valores de NDVI devido ao maior acúmulo de biomassa deve-se à maior disponibilidade de nitrogênio, resultando em aumento no teor de clorofila nas folhas.</p>
<p><strong>Quanto maior o acúmulo de biomassa fotossinteticamente ativa, maior a reflectância da radiação vermelha, resultando em um aumento no NDVI. </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O NDVI é mais uma ferramenta para diferenciar condições diferentes no cultivo de trigo no estádio de seis folhas totalmente expandidas, proporcionado pela variação na disponibilidade de nitrogênio na emergência das plantas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Incrementos na concentração de nitrogênio promove alterações no espectro de reflectância que podem ser detectadas pelos sensores remotos. Folhas com baixa acumulação de nitrogênio, e consequentemente baixo conteúdo de clorofila, contém alta reflectância na região do visível no espectro eletromagnético (400 a 700 nm) e baixa reflectância na região do infravermelho, causando decréscimo no NDVI. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">I</span><span style="font-weight: 400;">ncrementos na quantidade de nitrogênio acumulado promove aumento no conteúdo de clorofila, e consequentemente maior absorção e menor reflectância no espectro do vermelho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na figura a seguir, podemos observar o ajuste da regressão para as cultivares de trigo Quartzo e TBIO Sintonia.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16605 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi.jpg" alt="Resposta em produtividade para aplicação de nitrogênio" width="570" height="453" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-300x238.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-370x294.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-270x215.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-150x119.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Resposta em produtividade para aplicação de nitrogênio em cobertura para as cultivares Quartzo (A) e TBIO Sintonia (B) e relação entre nitrogênio e dose de máxima eficiência técnica e NDVI no estádio de seis folhas completamente expandidas. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Vian et al. (2018b)</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As doses de nitrogênio em cobertura com máxima eficiência técnica no estádio de seis folhas expandidas aplicadas na emergência das plantas, sendo correlacionadas com o valor de NDVI avaliado no momento da aplicação em cobertura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valores mais baixos de NDVI correspondem a maiores doses de nitrogênio. Em contrapartida, quanto maior o NDVI no momento da cobertura com nitrogênio, indica maior acúmulo de nitrogênio nas brotações, menor resposta à aplicação de nitrogênio em cobertura e menor dose de nitrogênio a ser aplicada.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35972 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg" alt="Banner Curso Agricultura de Precisão" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>NDVI para adubação nitrogenada no milho</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para avaliação do NDVI na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">cultura do milho</a></strong>, foram geradas classes de alta, média e baixa produtividade, tendo como base a produtividade média de grãos de milho, a qual assume o valor de 100%. Assim, as classes de potencial produtivo são geradas da seguinte forma: “baixa” (&lt;90%), “média” (90 a 110%) e “alta” (&gt;110%).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na figura a seguir, são apresentados os limites críticos de NDVI, determinados com base nas relações apresentadas na tabela. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a utilização desse índice e de sensor de vegetação para estimativa das classes de potencial produtivo da cultura ao longo do ciclo de desenvolvimento, a expectativa de rendimento de grãos pode ser ajustada em cada estádio fenológico, o que confere melhor manejo nutricional quando comparado a aplicação em taxa fixa.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16606 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-1.jpg" alt="Estimativa de classes de potencial produtivo da cultura do milho em função do NDVI" width="350" height="258" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-1.jpg 350w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-1-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-1-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-1-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Estimativa de classes de potencial produtivo da cultura do milho em função do NDVI. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Vian et al. (2018a)</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16603 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-1024x224.jpg" alt="Limites críticos de NDVI" width="770" height="168" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-1024x224.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-300x66.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-768x168.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-370x81.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-270x59.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-740x162.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2-150x33.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/05/dados-ndvi-2.jpg 1054w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Limites críticos de NDVI para definição de classes de potencial produtivo da cultura do milho em diferentes estádios fenológicos de desenvolvimento. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Vian et al. (2018a)</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os limites críticos de NDVI, que correspondem a diferentes classes de potencial produtivo do milho, podem ser empregados de maneira rápida e eficiente em um algoritmo de adubação nitrogenada em tempo real, através do potencial produtivo estimado pelo NDVI.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como apresentado no decorrer do texto, o índice de vegetação NDVI pode ser mais uma ferramenta utilizada pelo agricultor para realizar adubações nitrogenadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medida que as máquinas evoluem, os sensores serão embutidos em equipamentos de aplicação de fertilizantes, possibilitando uma melhor aferição do potencial produtivo das culturas e possibilitar que o produtor realiza adubação nitrogenada de acordo com a necessidade das culturas.</span></p>
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		<title>Adubação com ureia: como aplicar de maneira eficaz?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubacoes-via-ureia/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/adubacoes-via-ureia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ureia se destaca como um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados, no entanto, a aplicação no solo sem os devidos cuidados pode promover altas perdas por volatilização, na cultura do café essa perda pode chegar até 30%. Isso ocorre devido à formação do gás amônia (NH3), que é volátil, sendo uma das etapas intermediárias da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ureia se destaca como <strong>um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados</strong>, no entanto, a aplicação no solo sem os devidos cuidados pode promover altas perdas por volatilização, na cultura do café essa perda pode chegar até 30%.</p>
<p>Isso ocorre devido à formação do gás amônia (NH3), que é volátil, sendo uma das etapas intermediárias da hidrólise da ureia no solo.</p>
<p>A ureia é um fertilizante nitrogenado amídico (NH2)2, porém as plantas absorvem o nitrogênio na forma nítrica (NO3-) e amoniacal (NH4+), assim, <strong>o nitrogênio sofre transformações no solo para ficar disponível para as plantas</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Reações da ureia</h2>
<p>Na reação 1, a ureia (CO(NH2)2) é solubilizada pela água e por meio da ureia forma-se <strong>Carbonato de Amônio</strong> ((NH4)2 CO3), e na sequência forma <strong>Amônia</strong> (NH3), que é um composto altamente volátil.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21746 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-1.jpg" alt="Reação da ureia formando amônia" width="667" height="201" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-1.jpg 667w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-1-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-1-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-1-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-1-150x45.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 667px) 100vw, 667px" /></p>
<p>Na reação 2, que é uma <strong>reação reversível</strong>, ou seja, ela não é estável, a Amônia (NH3) junta-se à água e forma-se Amônio (NH4+).</p>
<p>Esta reação é regida pelo pH do solo se tiver condição de pH abaixo de 6,0 em água, forma-se Amônio (NH4+), que é a forma que as plantas absorvem, se tiver com pH acima de 8, forma-se Amônia (NH3) e fica sujeita a volatilização.</p>
<p>O fertilizante Sulfato de Amônia, tem pouca perda por volatilização, porque o Sulfato (SO4) promove redução do pH ao redor do grânulo do fertilizante, favorecendo a formação de Amônio (NH4+).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21747 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-2.jpg" alt="Reação da ureia formando amônio" width="421" height="246" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-2.jpg 421w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-2-300x175.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-2-370x216.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-2-270x158.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-2-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /></p>
<p>Após a formação do Amônio (NH4+) se tivermos algumas condições como boa disponibilidade de oxigênio, que beneficia bactérias <i>Nitrosomonas</i> e <i>Nitrobacter</i>, o Amônio (NH4+) poderá se transformar em Nitrato (NO3-), sendo esta uma <strong>reação irreversível</strong>, ficando assim, sem risco de perda por volatilização.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21748 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-3.jpg" alt="Reação da ureia se transformando em nitrato" width="582" height="236" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-3.jpg 582w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-3-300x122.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-3-370x150.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-3-270x109.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-3-150x61.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 582px) 100vw, 582px" /></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-calagem&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39672 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png" alt="E-book Calagem no café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que melhoram a eficiência das adubações nitrogenadas via ureia</h2>
<h3>Umidade no solo</h3>
<p>Em solos úmidos, ocorre maior volatilização da ureia, isso porque com a umidade no solo, há um aumento da difusão de ureia, dessa forma, acarreta maior contato com a urease no solo.</p>
<p>Assim, <strong>a condição ideal para aplicação da ureia seria solo seco</strong> com boa previsão de chuvas nas próximas horas.</p>
<h3>Urease</h3>
<p><span style="font-size: 16px;">A urease é uma enzima produzida por bactérias, fungos de solo, ou mesmo originada de restos vegetais, essa enzima é responsável pela hidrólise da ureia (CO(NH2)2), acarretando assim em volatilização de amônia. </span></p>
<p><span style="font-size: 16px;">Portanto, em condições de muita matéria orgânica, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/braquiaria-na-entrelinha-do-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">lavouras manejadas com braquiária</a></strong> ou lavouras com materiais vegetais oriundos de podas, é desejável utilização de outra fonte de nitrogenado ou ureia com inibidores de urease.</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3>pH alcalino</h3>
<p>A aplicação de ureia em solos com condições de pH acima de 8, irá favorecer para que fique na forma de Amônia (NH3) que é a forma onde ocorre a volatilização.</p>
<h3>Compactação de solo</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/compactacao-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">Solos compactados</a></strong> terão menor disponibilidade de oxigênio, assim, nesta situação terá menor disponibilidade de bactérias aeróbicas <i>Nitrobacter </i>e <i>Nitrosomonas</i>, que transformam o Amônio (NH4+) em Nitrato (NO3-), assim, devemos sempre estar atentos a compactação do solo.</p>
<p>Nesta imagem podemos ver uma lavoura com boa disponibilidade de palhada, que poderá favorecer a Urease.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21749 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-4.jpg" alt="Lavoura de café com boa disponibilidade de palhada" width="600" height="291" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-4.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-4-300x146.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-4-370x179.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-4-270x131.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-4-150x73.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h2>Como saber se a eficiência de sua adubação nitrogenada está boa?</h2>
<p>O indicador que utilizamos em nossos clientes de consultoria para verificar a eficiência, é <a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>quantos quilos de nitrogênio tenho gasto por saca de café produzida</strong></a>. Para chegar a este número deve-se dividir o total de nitrogênio gasto por safra pelo total de sacas de café produzida.</p>
<p>É importante avaliar este indicador por biênios, pois avaliando em um ano somente poderá ser mascarado pela bienalidade da produção.</p>
<p>O <em>benchmarking</em> para este indicador é a <strong>faixa de 6 a 8 kg de N/sc</strong>.</p>
<ul>
<li>Se estiver abaixo de 6,0 kg de N/sc ótimo, mas cuidado;</li>
<li>8 a 9,0 kg de N/sc há margem para melhora;</li>
<li>Acima de 9,0 kg de N/sc há muita margem para melhora.</li>
</ul>
<p>Na figura a seguir temos o resultado em kg de N/ano, sc/ha e kg de N/sc em seis safras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21751 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-6.jpeg" alt="Quantidade de nitrogênio utilizado em seis safras de café" width="599" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-6.jpeg 599w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-6-300x172.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-6-370x212.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-6-270x155.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/adubacao-ureia-6-150x86.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 599px) 100vw, 599px" /></p>
<h2>Aprimore sua gestão e maximize os resultados da sua lavoura de café</h2>
<p>A adubação correta com ureia é apenas uma das muitas decisões que impactam diretamente a produtividade e a rentabilidade do cafezal. Para ir além das práticas pontuais e conquistar resultados consistentes, é essencial dominar técnicas de manejo e gestão que integrem eficiência no uso de insumos, redução de custos e aumento da qualidade do café produzido.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você encontra um conteúdo prático, atualizado e totalmente aplicado à realidade do campo. Aprenda a tomar decisões mais seguras, organizar a produção de forma estratégica e transformar a forma como conduz a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28031 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1.jpg" alt="Luiz Paulo Vilela" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/02/luiz-paulo-vilela-1-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Adubo NPK: como fazer o cálculo de adubação para cafeeiros?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/adubo-npk/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 13:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os adubos NPK são compostos por três nutrientes chamados macronutrientes primários: Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K). A adubação é um aspecto muito importante que influencia na produtividade da cultura. Nesse sentido, um fornecimento adequado dos nutrientes tem interferência direta em seu crescimento. Florada de cafeeiro adulto (Foto: Diego Baquião). &#160; Sem tempo para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>adubos</strong> <strong>NPK</strong> são compostos por três nutrientes chamados macronutrientes primários: <strong>Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K).</strong></p>
<p>A adubação é um aspecto muito importante que influencia na produtividade da cultura. Nesse sentido, um fornecimento adequado dos nutrientes tem interferência direta em seu crescimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22615 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-1.jpg" alt="Florada de cafeeiro adulto" width="270" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-1.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-1-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span class="c1" style="font-size: 10pt;">Florada de cafeeiro adulto (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Nitrogênio (N)</h2>
<p>Para calcular a demanda de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio para lavouras de café</a></strong> em produção, é utilizada a fórmula da ProCafé, que considera a produtividade esperada para as safras seguintes:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><strong>N (kg/ha) = (produção (em sacas por ha) x 2,6) + (próxima safra (em sacas por ha) x 3,6)</strong></li>
</ul>
<p>Nessa fórmula, a demanda de N é calculada com base na produção esperada em sacas por hectare naquele ano agrícola, multiplicada por 2,6. Esse valor é somado à produção esperada na safra seguinte, em sacas por hectare, multiplicada por 3,6.</p>
<p>A partir desse cálculo, temos como resultado a quantidade de nitrogênio que deverá ser aplicada naquela safra em quilos por hectare.</p>
<p>Exemplo: Se naquele ano agrícola a produção esperada é de 40 sacas/ha e na safra seguinte é de 25 sacas/ha, temos:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">N (kg/ha) = (40 sacas x 2,6) + (25 sacas x 3,6) = 104 + 90 = 194 kg de N por hectare</li>
</ul>
<p>Então, a demanda para essa lavoura é de 194 kg de Nitrogênio por hectare, que deve ser parcelada em pelo menos três adubações.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-calagem&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39672 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png" alt="E-book Calagem no café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Fontes de Nitrogênio</h3>
<p>Após calculada a necessidade de nitrogênio por hectare e determinada a fonte a ser utilizada, faz-se o cálculo da quantidade de adubo nitrogenado considerando porcentagem de N em cada fonte.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41756 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fertilizantes.png" alt="Fontes de fertilizantes nitrogenados" width="620" height="275" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fertilizantes.png 620w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fertilizantes-300x133.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fertilizantes-370x164.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fertilizantes-270x120.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fertilizantes-150x67.png 150w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /><span class="c1" style="font-size: 10pt;"> Fontes de fertilizantes nitrogenados que podem ser utilizadas. Fonte: Raij et al. (1997)</span></p>
<p>Após calculada a dose de nitrogênio necessária e escolhido o fertilizante a ser utilizado, faz-se o cálculo considerando a eficiência (aproveitamento) da fonte. Para a utilização da fonte ureia se considera uma eficiência de 70%, já para a fonte de nitrato de amônio se considera 90%.</p>
<h3>Sintomas de deficiência de nitrogênio</h3>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sintomas-de-deficiencias-nutricionais-em-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">sintomas de deficiência</a></strong> de nitrogênio aparecem em folhas velhas, com clorose (amarelecimento) generalizada.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22617 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-3.jpg" alt="Folhas com sintomas de deficiência de Nitrogênio" width="370" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Folhas com sintomas de deficiência de Nitrogênio</span></p>
<h2>Fósforo (P)</h2>
<p>Para <strong>recomendação de adubação com <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">fósforo</a> em lavouras de café</strong>, quando utilizado o extrator Mehlich 1, os técnicos trabalham com um intervalo entre o mínimo de fósforo no solo sendo 15 mg/dm&gt;3 e um ideal de 25 mg/dm3. Para o extrator Resina é comum trabalhar com teores acima de 30 ou 40 mg/dm³ no solo.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mehlich-1-e-resina/" target="_blank" rel="noopener">diferença entre os extratores Mehlich 1 e Resina</a></strong> é que o método de Mehlich 1 (ácido clorídrico + ácido sulfúrico) utiliza um extrator fortemente ácido. Dessa forma, esse método pode extrair o fósforo ligado ao cálcio, que não está disponível para as plantas.</p>
<p>Por isso, solos adubados com fosfatos de baixa solubilidade (como fosfatos naturais) e com a utilização desses extratores ácidos, é possível retirar quantidades de fósforo superiores àquelas consideradas disponíveis.</p>
<p>Além disso, em solos argilosos esse mesmo extrator pode subestimar os valores de P disponíveis, apresentando valores menores devido ao fato de os extratores serem mais desgastados nesses solos, quando comparados aos arenosos.</p>
<p>Já o extrator Resina se fundamenta na premissa de simular o comportamento do sistema radicular das plantas na absorção de fósforo do solo. Esse processo gera a adsorção de P na solução nas cargas positivas da resina e, como consequência, há a remoção do P adsorvido na superfície das partículas do solo.</p>
<p>Dessa forma, a resina não superestima a disponibilidade de P em solos tratados com fosfatos naturais, como ocorre com os extratores ácidos.</p>
<p>Para<strong> elevar o nível de fósforo no solo</strong>, calcula-se com base na tabela 2. Variando a quantidade de P2O5 com base no teor de argila e no extrator utilizado.</p>
<p>Por exemplo, um solo com teor de argila menor que 15%, é necessário 5 kg de P2O5 para elevar 1 mg/dm3 de fósforo, se utilizado o extrator Mehlich 1. Já se for utilizado o extrator Resina para o mesmo solo, é necessário a utilização de 6 kg de P2O5 para elevar 1 mg/dm3 de fósforo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41757 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-valores-ct.png" alt="Tabela de teor de argila no solo" width="560" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-valores-ct.png 560w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-valores-ct-300x166.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-valores-ct-370x204.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-valores-ct-270x149.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-valores-ct-150x83.png 150w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><span class="c2" style="font-size: 10pt;">Valores do fator CT (capacidade tampão de fósforo) para estimar a dose do adubo fosfatado, em função do teor de argila no solo, para os métodos de Mehlich 1 e resina.</span></p>
<h3>Fontes de fósforo</h3>
<p>Após calculada a necessidade de P2O5 por hectare e determinada a fonte de fósforo, faz-se o cálculo da quantidade de adubo fosfatado considerando porcentagem de P2O5 em cada fonte:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41758 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fosforo.png" alt="Tabela com fontes de fósforo" width="470" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fosforo.png 470w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fosforo-300x149.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fosforo-370x184.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fosforo-270x134.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-fosforo-150x75.png 150w" sizes="auto, (max-width: 470px) 100vw, 470px" /><span style="font-size: 10pt;">Fontes de fertilizantes fosfatados que podem ser utilizadas.</span></p>
<p>Os sintomas de deficiência de fósforo aparecem inicialmente em folhas velhas, caracterizadas por folhas verdes e sem brilho. Elas podem amarelecer e apresentar grandes manchas pardas ou violáceas na ponta e no meio.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22618" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-4.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com sintomas de deficiência de Fósforo" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-4.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-4-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-4-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-4-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-4-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Folhas com sintomas de deficiência de Fósforo</span></p>
<h2>Potássio (K)</h2>
<p>A recomendação de adubação para o <a href="https://rehagro.com.br/blog/potassio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>potássio</strong></a> em lavouras adultas normalmente é trabalhada na manutenção com cerca de 120 mg/dm3 ou de 0,30 a 0,35 cmolc/dm3 no solo, adicionada a extração de potássio para produção e vegetação.</p>
<h3>Cálculo para manutenção</h3>
<p>Por exemplo, se o solo possui teor de potássio de 100 mg/dm3 e você deseja que ele tenha 120 mg/dm3 de potássio:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">120 mg/dm3 (quero atingir) &#8211; 100 mg/dm3 (tenho no solo) = 20 mg/dm3</li>
</ul>
<p>20 mg/dm3 é o que eu preciso aumentar de potássio no solo, para que ele atinja 120 mg/dm3.</p>
<p>Em cmolc/ dm3 essa quantidade corresponde a: 0,05 cmolc/dm3 que preciso aumentar no meu solo (massa molar do potássio: 390).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22619 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-5.jpg" alt="Cálculo para manutenção de adubação NPK" width="518" height="64" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-5.jpg 518w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-5-300x37.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-5-370x46.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-5-270x33.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-5-150x19.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /></p>
<p>Para aumentar 1 cmolc/dm3 é necessário 942 Kg de K2O por hectare:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22620 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-6.jpg" alt="Cálculo para manutenção de adubação NPK" width="522" height="64" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-6.jpg 522w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-6-300x37.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-6-370x45.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-6-270x33.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-6-150x18.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 522px) 100vw, 522px" /></p>
<p>Então, para que eu aumente 20 mg/dm3 ou 0,05 cmolc/dm&gt;3 de potássio no meu solo eu preciso adicionar 47,1 Kg de K2O por hectare.</p>
<h3>Cálculo para a extração</h3>
<p>Para a produção é considerado 3,00 kg de K por saca e para vegetação 2,90 kg de K por saca. Considerando o mesmo exemplo do nitrogênio com produção esperada de 40 sacas/ha naquele ano agrícola e na safra seguinte de 25 sacas/ha.</p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><strong>K (kg/ha) = (produção x 3) + (vegetação x 2,9)</strong></li>
<li style="text-align: left;">K (kg/ha) = (40sc x 3) + (25 sc x 2,9) = 120 + 72,5 = 192,5 kg de K2O por hectare</li>
</ul>
<p>Dessa forma, é demandado para a produção e vegetação 192,5 kg de K2O por hectare.</p>
<p>Para a adubação com potássio soma-se a quantidade demandada de potássio para atingir o teor pretendido no solo + teor de potássio para a produção e para a vegetação.</p>
<ul>
<li style="text-align: left;">47,1 Kg de K2O/ha + 192,5 kg de K2O/ha = 239,6 kg de K2O/ha</li>
</ul>
<p>Resultando em uma demanda de 239,6 kg de K2O/ha. De acordo com essa quantidade demandada de potássio, escolhe-se a fonte que será utilizada e faz o cálculo da quantidade de fertilizante com base na porcentagem de K2O da fonte.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Fontes de potássio</h3>
<p>Após calculada a necessidade de potássio por hectare e determinada a fonte de potássio, faz-se o cálculo da quantidade de adubo potássico considerando porcentagem de K2O em cada fonte:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41759 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-potassio.png" alt="Tabela com fontes de fertilizantes de potássio" width="467" height="203" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-potassio.png 467w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-potassio-300x130.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-potassio-370x161.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-potassio-270x117.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/tabela-fontes-potassio-150x65.png 150w" sizes="auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px" /><span class="c1" style="font-size: 10pt;">Fontes de fertilizantes fosfatados</span></p>
<p>Das fontes citadas acima <strong>a mais utilizada é o cloreto de potássio</strong> devido ao seu menor custo quando comparado com outras fontes.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO ECONOMIZAR NA ADUÇÃO DE POTÁSSIO NAS PLANTAÇÕES DE CAFÉ? | Rehagro Responde - Café" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/4WgiVGazrec?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Sintomas de deficiência de potássio</h3>
<p style="text-align: left;">Os sintomas de deficiência de potássio aparecem inicialmente em folhas velhas, sendo esse sintoma caracterizado por clorose com posterior necrose nos bordos e no ápice das folhas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22621" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-7.jpg" alt="Folhas de cafeeiro com deficiência de potássio" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-7.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-7-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-7-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-7-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-7-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/10/adubacao-npk-7-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Folhas com deficiência de Potássio</span></p>
<h2>Da adubação à gestão: domine todas as etapas da produção de café</h2>
<p>Saber calcular corretamente a adubação com NPK é fundamental para garantir nutrição adequada das plantas e boa produtividade. Mas, para alcançar resultados consistentes e lucrativos, é preciso ir além da adubação e dominar também a gestão completa da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende a analisar custos, planejar o uso de insumos, implementar boas práticas de manejo e tomar decisões que aumentam a rentabilidade da propriedade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Adubação nitrogenada na cultura do milho: principais recomendações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 14:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil. Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo. Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um <strong>aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil.</strong> Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo.</p>
<p>Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare no caso da soja. No entanto, a média nacional é menos animadora nesse aspecto, sendo 5 toneladas/ha de milho e 3,4 toneladas/ha de soja.</p>
<p>A queda na produtividade, na maioria das vezes, está ligada à <strong>baixa fertilidade do solo e manejo nutricional inadequado da lavoura</strong>.</p>
<p>É possível transformar esse tipo de situação que causa prejuízo, em algo benéfico. Tendo o conhecimento adequado e aplicando em suas lavouras, a produção possui grandes chances de aumento, principalmente na cultura dos cereais.</p>
<p>Isso não implica, porém, no aumento da área de plantio. Com as técnicas corretas, você pode produzir mais no mesmo espaço. Uma delas é ter em mente o que sua cultura de fato precisa e o que ela exige nutricionalmente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Exigência nutricional na cultura do milho</h2>
<p>A exigência nutricional da cultura é fundamental para as tomadas de decisões quanto à fertilidade. Ela é determinada pela quantidade de cada nutriente extraído do solo pela planta.</p>
<p>É importante ter em mente que tanto os macronutrientes, quanto os micronutrientes, fazem total diferença à resposta da cultura, que pode produzir mais ou menos.</p>
<p>Um dos macronutrientes de maior impacto é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>. Além de ser o <strong>nutriente que o milho mais absorve</strong>, em sua grande maioria, também é o de melhor custo-benefício.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Para seguir adiante com a <strong>recomendação da quantidade de adubo nitrogenado ideal</strong>, uma série de fatores deve ser considerada, tais como:</p>
<ul>
<li>Sistema de produção (convencional ou plantio direto);</li>
<li>Condições edafoclimáticas;</li>
<li>Época de <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura</strong></a>;</li>
<li>Resposta da planta à adubação;</li>
<li>Modo de aplicação;</li>
<li>Fonte do nutriente;</li>
<li>Recursos financeiros, dentre outras.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41642" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png" alt="Extração de nutrientes no milho" width="604" height="547" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png 604w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-300x272.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-370x335.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-270x245.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-331x300.png 331w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-150x136.png 150w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Extração de nutrientes da cultura do milho. Fonte: Coelho e Franca (1995).</span></p>
<p>Segundo Coelho e seus colaboradores (2007), para que um produtor de milho consiga atingir uma produção equivalente a 9,2 toneladas de grãos em um único hectare, serão necessários 185 Kg/ha de nitrogênio. Estes mesmos resultados são comprovados por Coelho e França (2005), como citados na tabela acima.</p>
<p>Já nas pesquisas feitas por Casagrande e Fornasieri Filho (2002), o aumento nas doses de nitrogênio resulta em teores maiores não só do próprio Nitrogênio (N), mas também de Fósforo (P), Enxofre (S) e Zinco (Zn) nas folhas de milho.</p>
<p>Repare que o fósforo também é um dos macronutrientes e tem sido cada vez mais limitante, então o uso do nitrogênio é <strong>extremamente necessário</strong>.</p>
<p>Além do mais, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>enxofre</strong></a>, quando absorvido pela planta, também auxilia na defesa contra patógenos, no aumento da oferta de proteínas e aminoácidos essenciais e no controle hormonal para o crescimento. O mesmo é observado no micronutriente de zinco.</p>
<p>Tudo isso contribui para a qualidade final do milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg" alt="Adubação foliar com nitrogênio em lavoura de milho" width="506" height="338" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Adubação foliar com Nitrogênio líquido &#8211; Fonte: Revista Campo e Negócio</span></span></p>
<h2>Principais fontes de nitrogênio para adubação</h2>
<p>Muito produtor cerealista acaba por tentar o caminho mais fácil que é a compra do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizante nitrogenado</a></strong>, mas muitos não sabem que até a origem desse macronutriente pode ter peso significativo.</p>
<p>A fonte de nitrogênio é importante para definir o modo de aplicação e em qual época será melhor aproveitada pela planta. Isso evita perdas e aumenta a velocidade de disponibilidade deste nutriente para a planta.</p>
<p>Para adubação nitrogenada na cultura do milho, são usadas, basicamente, três fontes de nitrogênio:</p>
<ol>
<li>Ureia (fornece 45 % N);</li>
<li>Sulfato de Amônio (além de fornecer 20 % N, também fornece de 22 a 24 % de S);</li>
<li>Nitrato de Amônio (fornece 32 % N).</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21377 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg" alt="Ureia" width="505" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ureia &#8211; fonte de N</span></span></p>
<p>Na pesquisa conduzida por Meira (2009), cuja finalidade do experimento era avaliar diferentes dosagens e fontes distintas de Nitrogênio, concluiu-se que <strong>a produção de grãos aumenta com o acréscimo na dosagem do nutriente</strong>, porém não há diferença entre as fontes de nitrogênio utilizadas.</p>
<p>Apesar do aumento do fornecimento de nitrogênio ter tido uma boa resposta, a superdosagem pode reduzir a produtividade e causar toxicidade na planta devido ao efeito salino, segundo Jandrey (2019 &#8211; Pioneer).</p>
<p>Assim sendo, é preciso ter cautela e conhecer muito bem sobre fertilizantes, necessidades da cultura e adequação ao seu solo.</p>
<h3>Em que época realizar a adubação nitrogenada?</h3>
<p>Entre os estádios V3 a V6 é o período em que a planta tem <strong>maior demanda de nitrogênio</strong>, afinal, é nesse período de desenvolvimento que ela estará definindo o seu potencial produtivo.</p>
<p>No entanto, essa também é a melhor época para se realizar a adubação de cobertura e, por outro lado, a não aplicação do nitrogênio ou fornecimento fora da época recomendada pode causar grandes perdas de produção!</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21378 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg" alt="Fases do estádios fenológicos do milho" width="483" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg 483w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><span style="font-size: 10pt;">Estádios fenológicos do Milho &#8211; Fonte: Mais Soja</span></p>
<p>Há a comprovação desse dado por Fancelli e Casadei, onde as melhores respostas à produtividade de grãos ocorreram quando as adubações de cobertura foram feitas entre os estádios V2 e V6.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41643" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png" alt="Produtividade na cultura do milho" width="665" height="478" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png 665w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-300x216.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-370x266.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-270x194.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Resposta à produtividade de grãos sob a aplicação de nitrogênio. Fonte: Fancelli e Casadei (dados não publicados)</span></p>
<h3>Dosagem na adubação nitrogenada</h3>
<p>A prática mais comumente usada entre os produtores é a aplicação de no máximo 1/3 da dose total de Nitrogênio, desde que esse valor não passe de 50 kg/ha de N na fase de cobertura.</p>
<p>O outros 2/3 desse fertilizante, aplicam a lanço ou incorporam entre estádios V3 até o V6.</p>
<p>Quando o solo onde a cultura se desenvolve é do tipo arenoso, o recomendado é que a dose seja parcelada em 2 ou 3 vezes.</p>
<p>Ainda assim, é possível observar que não existe a necessidade de fornecer nitrogênio em estádios fenológicos avançados. Isso porque, além de não contribuir para o aumento de produtividade, essa prática pode favorecer a ocorrência de doenças como helmintosporiose, ferrugem e cercosporiose.</p>
<p>O resultado benéfico a respeito da aplicação de N em estádios fenológicos iniciais é comprovado pela pesquisa conduzida por Uhart e Andrade, na publicação de 1995 e citada por Fancelli em publicação de 2010.</p>
<p>Os pesquisadores constataram ainda, que nos 15 dias após a floração, o milho remobilizou entre 28 kg/ha e 100 kg/ha de N absorvido nos estádios iniciais. Esse dado representa de 18% a 42% daquele presente na biomassa (planta).</p>
<p>Desse total mobilizado, cerca de 46 a 50% foi proveniente das folhas, enquanto de 54 a 60%, estava presente no colmo da planta.</p>
<p>É inegável, portanto, <strong>a importância desse nutriente</strong> à planta.</p>
<h2>Como aprimorar o uso dos fertilizantes na cultura do milho?</h2>
<p>Fica claro que o nível de informações geradas pela pesquisa e comprovadas por experimentações em campo, devem ser absorvidas pelo produtor que busca aprimorar o uso eficiente dos fertilizantes e obter elevadas produtividades.</p>
<p>Nesse quesito, buscar informações atualizadas, com quem entende do assunto, fará total diferença para aqueles que querem obter maiores produções e com qualidades dentro das exigências de mercado.</p>
<p>Culturas cerealistas, principalmente, demandam mais atenção, pois são <strong>anuais e de grande impacto econômico nacional.</strong></p>
<p>O nitrogênio tem um grande peso, como dito neste artigo, mas também salientamos não ignorar os micronutrientes. Há uma expressão conhecida na fertilidade como <strong>Lei do Mínimo</strong> que diz: <em>“a produção das culturas é limitada pelo nutriente em menor quantidade no solo, ainda que os demais estejam adequados, ele não supre essa necessidade.”</em></p>
<p>Tudo isso, unindo ainda a época de aplicação, se será por meio de sólidos ou líquidos, necessidade específica de cada cultura e do solo, faz com que seja necessário entender mais a fundo as várias etapas e processos da fertilidade.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Adubação verde: o que é, como fazer e quais são seus principais benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 19:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[nutrientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura moderna vai muito além da simples produção de alimentos. Hoje, produtores que buscam sustentabilidade precisam considerar práticas que respeitem o solo, a água, o ar e todos os recursos naturais envolvidos no cultivo. Uma dessas práticas essenciais é a adubação verde, que ajuda a manter a fertilidade do solo, melhora sua estrutura e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="169" data-end="402">A agricultura moderna vai muito além da simples produção de alimentos. Hoje, produtores que buscam sustentabilidade precisam considerar práticas que respeitem o solo, a água, o ar e todos os recursos naturais envolvidos no cultivo.</p>
<p data-start="404" data-end="580">Uma dessas práticas essenciais é a <strong>adubação verde</strong>, que ajuda a manter a fertilidade do solo, melhora sua estrutura e contribui para um ambiente agrícola mais equilibrado.</p>
<p data-start="582" data-end="785">Entre tantas tecnologias disponíveis, a adubação verde se destaca por sua <strong>capacidade de reciclar matéria orgânica, nutrir as plantas naturalmente e ainda proteger o solo contra erosão e degradação.</strong></p>
<p data-start="787" data-end="952">Se você é produtor de grãos ou alguém interessado em melhorar a qualidade do solo, este guia vai te mostrar como a adubação verde pode transformar sua lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é adubação verde?</h2>
<p data-start="1166" data-end="1418">A <strong>adubação verde</strong> pode ser definida como uma prática utilizada para a fertilização do solo, <strong>consistindo no cultivo de determinadas plantas</strong>, como leguminosas, gramíneas e outras espécies, <strong>com a finalidade de proteger e melhorar a qualidade do solo</strong>.</p>
<p data-start="1420" data-end="1619">O foco da adubação verde está no cultivo e manejo de diferentes plantas, visando à máxima produção de biomassa e ao aproveitamento dos benefícios que ela pode trazer ao ser incorporada ao solo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-como-obter-sucesso-no-plantio?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-sucesso-plantio&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39606 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png" alt="E-book 7 passos para obter sucesso no plantio de grãos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantio-graos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Características desejáveis para a adubação verde</h2>
<p data-start="1685" data-end="1902">As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/">plantas de cobertura</a></strong>, ou adubo verde, possuem características que as tornam essenciais para a adubação verde, contribuindo para a melhoria do solo na área em que são empregadas. Essas características incluem:</p>
<ul data-start="1904" data-end="2865">
<li data-start="1904" data-end="2029"><strong>Rusticidade e alta produção de sementes</strong>: permitem um manejo simplificado, sem necessidade de maquinários específicos.</li>
<li data-start="2030" data-end="2174"><strong>Desenvolvimento inicial rápido e sistema radicular vigoroso</strong>: contribuem para o fechamento rápido da área e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">controle de plantas daninhas</a></strong>.</li>
<li data-start="2175" data-end="2301"><strong>Adaptabilidade ao clima e fertilidade do solo</strong>: garante um crescimento adequado e melhor aproveitamento dos nutrientes.</li>
<li data-start="2302" data-end="2474"><strong>Conhecimento da fenologia e hábito de crescimento</strong>: essencial para o planejamento do uso da adubação verde em consórcio, rotação ou sucessão com outras culturas.</li>
<li data-start="2475" data-end="2668"><strong>Relação C/N equilibrada</strong>: leguminosas possuem baixa relação C/N, facilitando a decomposição, enquanto gramíneas produzem biomassa de alta relação C/N, oferecendo melhor proteção ao solo.</li>
<li data-start="2669" data-end="2865"><strong>Sanidade</strong>: as plantas utilizadas na adubação verde não devem possuir pragas e patógenos em comum com a cultura principal, podendo inclusive auxiliar no controle de doenças e nematoides.</li>
</ul>
<p data-start="2867" data-end="3014">Um exemplo típico é o uso das crotalárias, que funcionam como plantas armadilha, reduzindo a população de algumas espécies de nematoides do solo.</p>
<h2>Quais os benefícios da adubação verde?</h2>
<p data-start="3071" data-end="3283">O cultivo periódico de plantas de cobertura proporciona inúmeros benefícios, especialmente para a qualidade física, química e biológica do solo. Entre as principais vantagens da adubação verde, destacam-se:</p>
<ol>
<li><strong>Proteção contra a erosão</strong>: a cobertura vegetal dissipa a energia da chuva, evitando a desagregação do solo.</li>
<li><strong>Maior infiltração de água</strong>: reduz o escorrimento superficial e melhora o armazenamento hídrico.</li>
<li><strong>Aumento da matéria orgânica</strong>: melhora a estrutura do solo e a disponibilidade de nutrientes.</li>
<li><strong>Redução da variação térmica</strong>: mantém temperaturas mais estáveis no solo, favorecendo a atividade microbiana.</li>
<li><strong>Ação como arado biológico</strong>: raízes profundas criam galerias que facilitam o crescimento dos microrganismos e rompem barreiras físicas do solo.</li>
<li><strong>Reciclagem de nutrientes</strong>: o sistema radicular vigoroso permite maior absorção e redistribuição de nutrientes no solo.</li>
<li><strong>Melhoria da CTC do solo</strong>: aumenta a retenção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/macroelementos-essenciais-as-plantas-e-solos/">macronutrientes</a></strong> e micronutrientes.</li>
<li><strong>Fornecimento de nitrogênio</strong>: leguminosas fixam nitrogênio no solo, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos.</li>
<li><strong>Controle de plantas daninhas</strong>: atua na supressão e alelopatia, reduzindo a concorrência por recursos.</li>
<li><strong>Aproveitamento eficiente de fertilizantes minerais</strong>: minimiza a lixiviação de nutrientes essenciais, como o nitrogênio.</li>
<li><strong>Integração com a pecuária</strong>: algumas plantas de cobertura podem ser utilizadas como forragem para alimentação animal.</li>
<li><strong>Controle de <a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/">fitonematoides</a> e doenças</strong>: auxilia na quebra do ciclo de pragas e patógenos, promovendo um ambiente mais saudável para as culturas subsequentes.</li>
</ol>
<p>O cultivo periódico de plantas de cobertura, ou adubos verdes, traz uma série de benefícios, excepcionalmente no que diz respeito às qualidades físicas, químicas e biológicas do solo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO AS PLANTAS DE COBERTURA AJUDAM A EVITAR A COMPACTAÇÃO DO SOLO? | Rehagro Responde - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/Q2SsZb0iZm0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Cuidados essenciais com a adubação verde</h2>
<p data-start="4792" data-end="4924">O uso da adubação verde deve ser planejado para evitar possíveis problemas no cultivo. Algumas precauções importantes incluem:</p>
<ul data-start="4926" data-end="5465">
<li data-start="4926" data-end="5052"><strong>Escolha das espécies</strong>: evitar plantas com dormência de sementes e garantir que sejam fáceis de eliminar após o cultivo.</li>
<li data-start="5053" data-end="5160"><strong>Manejo correto</strong>: impedir que as plantas produzam sementes viáveis, evitando que se tornem invasoras.</li>
<li data-start="5161" data-end="5324"><strong>Compatibilidade com culturas principais</strong>: se utilizadas como cultivo intercalar, devem ser escolhidas espécies que não competem excessivamente por recursos.</li>
<li data-start="5325" data-end="5465"><strong>Sanidade das plantas</strong>: certificar-se de que as espécies escolhidas não hospedem pragas ou doenças prejudiciais às lavouras agrícolas.</li>
</ul>
<h2>Exemplos de plantas utilizadas na adubação verde</h2>
<p data-start="5532" data-end="5666">Diferentes espécies podem ser cultivadas como adubo verde, sendo as principais pertencentes às famílias das leguminosas e gramíneas.</p>
<ul data-start="5668" data-end="6045">
<li data-start="5668" data-end="5768"><strong>Leguminosas</strong>: possuem a capacidade de fixar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/">nitrogênio no solo</a></strong>, promovendo maior fertilidade.</li>
<li data-start="5769" data-end="5895"><strong>Gramíneas</strong>: produzem alta quantidade de biomassa e possuem sistema radicular denso, auxiliando na estruturação do solo.</li>
<li data-start="5896" data-end="6045"><strong>Outras famílias vegetais</strong>: brássicas, asteráceas e amarantháceas também podem ser utilizadas, dependendo da necessidade específica da lavoura.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;" data-start="6047" data-end="6229">A adubação verde se destaca como uma alternativa sustentável e eficaz para melhorar a qualidade do solo, promovendo benefícios agronômicos e ambientais nos sistemas produtivos.</p>
<p data-start="6047" data-end="6229"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41663" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura.png" alt="Tipos de plantas de cobertura" width="934" height="623" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura.png 934w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-300x200.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-768x512.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-370x247.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-270x180.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-740x494.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tipos-plantas-cobertura-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 934px) 100vw, 934px" /></p>
<p style="text-align: center;" data-start="6047" data-end="6229"><span style="font-weight: 400; font-size: 13px;">Produção de massa seca, fixação de nitrogênio, hábito de crescimento e ciclo de diferentes adubos verdes/plantas de cobertura. Fonte: Piraí sementes.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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