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	<title>cultura do milho Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>cultura do milho Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Pulgão do milho: como identificar e controlar essa praga?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 11:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais importantes para a agricultura mundial, sendo uma fonte essencial de alimento para humanos e animais, além de matéria-prima para diversos produtos industriais. No entanto, a produção de milho enfrenta diversos desafios, entre eles, a infestação por pulgões. Esses pequenos insetos sugadores podem causar danos significativos às plantas, afetando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho é uma das culturas mais importantes para a agricultura mundial, sendo uma fonte essencial de alimento para humanos e animais, além de matéria-prima para diversos produtos industriais.</p>
<p>No entanto, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cenario-da-producao-de-milho-no-mundo/">produção de milho</a></strong> enfrenta diversos desafios, entre eles, a infestação por <strong>pulgões</strong>. Esses pequenos insetos sugadores podem causar danos significativos às plantas, afetando a produtividade.</p>
<p>Neste artigo, aprenderemos, de forma detalhada, como identificar e manejar o pulgão do milho, oferecendo orientações sobre as melhores práticas para proteger a lavoura.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é o pulgão do milho?</h2>
<p>O <strong>pulgão do milho</strong>, cientificamente conhecido como <i>Rhopalosiphum maidis</i>, é um inseto pertencente à família Aphididae. Ele é de cor verde-escura a negra e apresenta um corpo em forma de pêra. Esses insetos são conhecidos por sua <strong>capacidade de reprodução rápida</strong>, o que pode levar a infestações severas em curtos períodos.</p>
<p>Os pulgões do milho se alimentam sugando a seiva das plantas, o que pode resultar em transmissão de fungos e bactérias, e a excreção de <em>honeydew</em> (líquido açucarado) nas folhas favorece o desenvolvimento da “fumagina”, que recobre a folha e dificulta sua respiração e fotossíntese debilitando-a ainda mais a planta.</p>
<h2>Quais os impactos do pulgão do milho na produção?</h2>
<p>Os danos causados pelo pulgão do milho podem ser classificados em diretos e indiretos.</p>
<p>Os <strong>danos diretos</strong> incluem a perda de vigor da planta devido à sucção da seiva, que pode levar ao <strong>murchamento e à morte das folhas</strong>. Além disso, a secreção de substâncias açucaradas pelos pulgões favorece o crescimento de fungos, como a fumagina, que reduz a capacidade fotossintética das plantas.</p>
<p>Essa secreção pode causar danos no momento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/">polinização dos grãos</a></strong>, visto que essa praga costuma de hospedar próximo ao pendão, onde estão os grãos de pólen, o grão de pólen pode ficar preso a essa secreção melada e não chegar até às espigas, onde se encontra os óvulos para ocorre a fecundação do grão de milho, gerando as perdas de polinização dos grãos.</p>
<p>Já os <strong>danos indiretos</strong> são causados pela <strong>transmissão de viroses</strong>, como o vírus do nanismo do milho e o vírus do mosaico, que podem comprometer seriamente a produtividade das lavouras.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-pragas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-pragas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39625 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png" alt="Guia Principais pragas do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-pragas-milho-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar o pulgão do milho na lavoura?</h2>
<p>Identificar precocemente a presença do pulgão do milho é essencial para um manejo eficaz da praga, minimizando danos às <strong>culturas de milho</strong>. Por isso, o monitoramento para identificação da presença da praga e de colônias antes de visualizar sintomas nas plantas é essencial.</p>
<p>O pulgão é muito encontrado nos <strong>caules, face abaxial das folhas e nas folhas ainda enroladas no cartucho da planta</strong> e próximo ao pendão, antes ou após a emissão desse.</p>
<p>Para monitorar a presença do pulgão do milho de maneira eficaz, é recomendável <strong>realizar inspeções regulares das plantas</strong>, especialmente durante as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">fases iniciais de crescimento e desenvolvimento</a></strong>. Durante essas inspeções, observar atentamente a parte inferior das folhas ainda enroladas/encartuchadas, onde os pulgões tendem a se concentrar, pode revelar a presença de colônias ou sinais de alimentação.</p>
<p>Além da inspeção visual direta, o uso de armadilhas adesivas amarelas é uma técnica eficiente para detectar a presença e avaliar o nível de infestação de pulgões. As armadilhas são estrategicamente colocadas dentro do campo ou em pontos específicos da plantação, atraindo os insetos pela cor amarela, que é especialmente atraente para muitas espécies de pulgões.</p>
<p>Ao combinar a observação cuidadosa das plantas com o uso de armadilhas adesivas, os agricultores podem estabelecer um sistema de monitoramento precoce que permite tomar medidas de manejo antes que a população de pulgões atinja níveis prejudiciais para a cultura.</p>
<h2>Manejo integrado de pragas (MIP)</h2>
<p>O manejo integrado de pragas (MIP) representa a abordagem mais eficaz para controlar o pulgão do milho, integrando diversas técnicas de controle para um manejo mais eficiente e sustentável.</p>
<h3>Controle biológico</h3>
<p>As técnicas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-biologico-de-pragas-agricolas/">controle biológico</a></strong> são fundamentais no MIP, aproveitando os inimigos naturais dos pulgões.</p>
<p>Predadores como <strong>joaninhas e crisopídeos</strong> são exemplos de agentes biológicos que se alimentam dos pulgões, ajudando a controlar suas populações de forma natural e sustentável. Assim, introduzir ou conservar esses predadores naturais no ambiente agrícola pode ser uma medida preventiva eficaz contra infestações de pulgões.</p>
<h3>Controle químico</h3>
<p>O controle químico é indispensável em casos de infestações severas de pulgão do milho.</p>
<p>No entanto, <strong>é importante utilizar inseticidas específicos e seletivos para pulgões</strong>, seguindo rigorosamente as recomendações técnicas para evitar o desenvolvimento de resistência nos insetos e associar aos manejos biológico e cultural.</p>
<h3>Controle cultural</h3>
<p>O controle cultural compreende práticas agrícolas que visam reduzir a disponibilidade de recursos e o ambiente favorável para a proliferação dos pulgões. Isso inclui a eliminação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">plantas daninhas</a></strong> que podem servir como hospedeiras alternativas para os pulgões e a implementação de rotação de culturas.</p>
<p>A<strong> rotação de culturas</strong> é particularmente eficaz, pois interrompe o ciclo de vida dos pulgões e reduz a continuidade de seu habitat ideal ao longo das estações de cultivo.</p>
<h2>Principais estratégias de prevenção do pulgão</h2>
<p>Prevenir a infestação pelo pulgão do milho é essencial para um manejo eficaz da praga. Desse modo, implementar estratégias preventivas pode reduzir significativamente os riscos de danos às culturas de milho.</p>
<h3>Escolha de variedades resistentes</h3>
<p>Selecionar variedades de milho <strong>geneticamente resistentes</strong> ao pulgão do milho é uma das estratégias preventivas mais eficazes. Estas variedades possuem características que dificultam a alimentação e reprodução dos pulgões, reduzindo assim a vulnerabilidade das plantas à praga.</p>
<h3>Rotação de culturas</h3>
<p>A <strong>rotação de culturas</strong> é uma prática agrícola que consiste em alternar o tipo de cultura plantada em um determinado terreno ao longo das estações. <strong>Esta técnica interrompe o ciclo de vida dos pulgões</strong>, pois reduz a disponibilidade contínua de hospedeiros favoráveis à praga.</p>
<p>Culturas alternativas que não são hospedeiras naturais dos pulgões podem ser intercaladas com o milho, diminuindo assim a pressão da praga sobre as culturas principais.</p>
<h3>Manutenção da lavoura limpa</h3>
<p>Manter a lavoura livre de plantas daninhas e restos de culturas anteriores é importante para minimizar os habitats favoráveis aos pulgões. As plantas daninhas podem servir como hospedeiras alternativas e atrair pulgões, aumentando o risco de infestação nas culturas de milho.</p>
<p><strong>A remoção regular de plantas invasoras e o manejo adequado dos restos de colheita</strong> ajudam a reduzir a disponibilidade de alimento e abrigo para os insetos, contribuindo para um ambiente menos propício à sua proliferação.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficaz do pulgão do milho requer uma combinação de práticas integradas que incluem monitoramento constante, uso de controles biológicos, químicos e culturais, e a implementação de estratégias preventivas.</p>
<p>A identificação precoce e a ação rápida são fundamentais para minimizar os danos e garantir uma produção de milho sustentável e lucrativa. Desse modo, com a aplicação dessas práticas, é possível controlar a infestação de pulgões e proteger a produtividade das lavouras de milho.</p>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
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		<item>
		<title>Fases da cultura do milho: saiba quais são e a importância de cada uma</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial. Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante. &#160; Sem tempo para ler agora? Baixe este [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é um produtor comprometido com o sucesso da sua lavoura de milho, compreender as fases do cultivo é essencial.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar as fases da cultura do milho, destacando a importância de cada uma e as práticas agronômicas essenciais para garantir uma colheita abundante.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Primeira fase: Boca e alicerce</h2>
<p>A primeira fase do cultivo do milho é o que chamamos de <strong>&#8220;boca e alicerce&#8221;</strong>. Durante esse período, que abrange desde o <strong>plantio até as primeiras fases com cinco a seis folhas emergindo</strong>, a planta está construindo as bases para seu crescimento saudável. É aqui que ocorre a absorção de nutrientes e água do solo, fundamentais para sustentar uma planta vigorosa e uma espiga pesada.</p>
<p>Nesta fase crucial, é imperativo implementar práticas agronômicas sólidas. O manejo adequado é essencial para proporcionar uma lavoura livre de problemas como <strong>pragas</strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ervas daninhas</strong></a>, protegendo a planta contra <a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e garantindo uma distribuição uniforme das plantas na lavoura. <strong>Solo descompactado</strong> e terra fértil são pré-requisitos para o sucesso nesta etapa.</p>
<p>Ao atender a esses cuidados desde o início, as chances de sucesso na produção de milho são significativamente ampliadas.</p>
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<h2>Segunda fase: Caixa produtiva</h2>
<p>A segunda etapa crucial na cultura do milho é marcada pelo crescimento das plantas e o desenvolvimento da chamada &#8220;caixa produtiva&#8221;. Neste período, as plantas aumentam de tamanho, o número de folhas cresce e a caixa produtiva, responsável pela formação das espigas, está em pleno funcionamento.</p>
<p>A nutrição adequada torna-se ainda mais vital nesta fase, com uma alta taxa de absorção de <a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nitrogênio</strong></a>, potássio e <a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fósforo</strong></a> pela planta. Manter a lavoura bem nutrida é essencial para converter esse crescimento exuberante em grãos de alta qualidade.</p>
<p>Proteger as folhas é crucial para garantir uma taxa fotossintética elevada, permitindo que o milho transforme eficientemente a energia em grãos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="ETAPAS DA CULTURA DO MILHO | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/Qf9jxJdZrDw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Terceira fase: Definição da produção</h2>
<p>Na terceira e última etapa, ocorre a definição da produção. Neste ponto, o milho consolida seu desempenho, analisando se foi bem tratado ao longo das fases anteriores. Fatores como o plantio na janela adequada, a disponibilidade de água e o manejo eficaz são cruciais.</p>
<p>A planta, ao se sentir bem tratada, começa a depositar amido nos grãos, preparando-se para a fase final de entrega da lavoura.</p>
<p>Ao focar nessas três fases &#8211; boca e alicerce, caixa produtiva e definição da produção &#8211; os produtores podem estabelecer as bases para o sucesso futuro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-26042 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg" alt="Fases da cultura do milho" width="1315" height="584" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho.jpg 1315w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-300x133.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-1024x455.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-768x341.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-370x164.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-740x329.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/fases-da-cultura-do-milho-150x67.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1315px) 100vw, 1315px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Fases da cultura do milho. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p>Um cultivo de milho bem-sucedido requer não apenas atenção às práticas agronômicas, mas também um entendimento profundo das necessidades específicas de cada fase do desenvolvimento da planta. Com dedicação e manejo cuidadoso, a recompensa virá na forma de uma colheita abundante e de alta qualidade.</p>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/fases-da-cultura-do-milho/">Fases da cultura do milho: saiba quais são e a importância de cada uma</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pinta branca e Holcus spot: como identificar essas doenças do milho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 18:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do milho]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A identificação correta de doenças é de suma importância e requer atenção. Nos últimos anos, o custo com inseticida e fungicida no Brasil para o cultivo do milho, chegou à casa dos bilhões de reais! De modo geral, pragas e doenças, se não controladas corretamente, reduzem significativamente o volume de produção, acarretando prejuízos aos produtores. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A identificação correta de doenças é de suma importância e requer atenção. Nos últimos anos, <strong>o custo com inseticida e fungicida no Brasil para o cultivo do <a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho</a>, chegou à casa dos bilhões de reais!</strong></p>
<p>De modo geral, pragas e doenças, se não controladas corretamente, reduzem significativamente o volume de produção, acarretando prejuízos aos produtores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Etapas do monitoramento de doenças do milho</h2>
<p>Com a identificação desses patógenos, é necessário a adoção de um manejo adequado, que vai desde a escolha da cultivar, baseando-se na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de sementes</a></strong>, até a pós-colheita, avaliando a armazenagem. Tudo isso, <strong>visando preservar o investimento que o produtor fez em sua lavoura</strong>, bem como toda a safra.</p>
<p>Esse monitoramento vai desde o planejamento, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/" target="_blank" rel="noopener">análise nematológica do solo</a></strong>, por exemplo, especialmente em sistemas de <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plantio direto</strong></a>, até a identificação correta de doenças em lavouras já implantadas.</p>
<p>No entanto, há muitas doenças e indicativos foliares que, muitas vezes, nos confundem devido às semelhanças entre as que são mais comuns e aquelas que não são tão corriqueiras. Em casos como as pintas anormais que aparecem nas folhas de milho, como identificar corretamente?</p>
<p>Algumas doenças em milho, são até fáceis de identificar, já outras acabam confundindo pela similaridade com os sintomas das mais comuns. E é justamente essa facilidade, que gera confusão quando doenças secundárias compartilham alguma similaridade com as características daquelas mais rotuladas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez, sintomas mais avançados, como esses que aparecem nas imagens, não gerem tanta confusão quanto àqueles do início da doença, no aparecimento das primeiras manchas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De toda forma, <strong>você é capaz de diferenciar com segurança sintomas de pinta branca e </strong></span><strong><i>holcus spot</i>?</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11831 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho.jpg" alt="Folhas de milho com as doenças Pinta Branca e Holcus spot" width="467" height="311" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho.jpg 467w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-370x246.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px" /></p>
<h2>Os 3 principais pontos na identificação de doenças no milho</h2>
<p>Se você quiser identificar, de maneira eficiente, os sintomas de alguma doença a nível de lavoura, então deve ficar atento a esses três pontos principais:</p>
<ol>
<li>Conhecer os sintomas e as principais características das doenças, as quais você está em dúvida;</li>
<li>Saber as condições (ambientais) que o patógeno necessita para se desenvolver, afinal, assim é possível fazer um paralelo com a cultura que você está avaliando;</li>
<li>Ter uma perspectiva sobre como os sintomas evoluem a médio prazo (o que é ignorado pela maioria).</li>
</ol>
<p>Em se tratando de <strong>pinta branca e <i>holcus spot</i></strong>, a ideia geral sobre os sintomas é: pequenas manchas circulares de coloração branco-palha. Apenas com essas informações você não conseguirá diferenciá-las.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39622 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho.png" alt="Guia Principais doenças do milho" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-milho-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as diferenças entre a Pinta Branca e <i>Holcus spot?</i></h2>
<p>A <strong>pinta branca</strong> é provocada por uma associação entre os patógenos <i>Phaeosphaeria</i> sp. e <i>Pantoea</i> sp. (um fungo e uma bactéria) que necessitam de temperatura branda para o estabelecimento da doença.</p>
<p>Isso a torna mais comum em lavouras acima de 700m de altitude. Além disso, o aparecimento da doença é mais frequente próximo ao florescimento, com forte evolução na fase reprodutiva da lavoura.</p>
<p>O aumento da severidade dessa doença é favorecido, justamente, pela incidência de dias nublados e alta umidade relativa do ar, afinal, trata-se de um fungo e uma bactéria.</p>
<p><strong><i>Holcus spot</i></strong> (nome originalmente usado pelos produtores americanos) é uma doença de ocorrência recente no Brasil. Causada pela bactéria <i>Pseudomonas</i> sp., pode aparecer em áreas de maior e menor altitude (já a encontrei em áreas a 500m).</p>
<p>É comum observar o aparecimento dos primeiros sintomas no início da fase vegetativa da cultura do milho, mesmo em condições de tempo ensolarado.</p>
<p>No caso de pragas como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong>, os danos causados na fase inicial da cultura podem comprometer severamente a lavoura. Já o <i>Holcus spot</i>, apesar dos sintomas surgirem nas fases iniciais, não existem referências de perdas expressivas por essa doença (pelo menos por enquanto).</p>
<h3>Como identificar visualmente a médio prazo?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine que você esteja caminhando em uma lavoura de milho cerca de um mês após o plantio e encontre uma mancha circular de coloração clara, qual doença você supõe ser? E se essa for uma lavoura de segunda safra na região do vale do Araguaia no MT?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sintomas iniciais dessas doenças possuem certa similaridade, a coloração típica evolui a partir de uma lesão “encharcada”. No entanto, se você acompanhar em uma perspectiva de médio prazo, é possível notar algumas diferenças na sua evolução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de <strong>pinta branca, a lesão encharcada se torna totalmente preenchida pela coloração branco-palha</strong>, e uma vez que ela se forma, não há crescimento da lesão. Também não há nenhum halo ou borda muito evidente na lesão, conforme imagem a seguir:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11832" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1.jpg" alt="Lesões da pinta branca em folha de milho" width="500" height="449" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-300x269.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-370x332.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-335x300.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-270x242.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_1-334x300.jpg 334w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Com <strong><i>Holcus spot</i>, é possível perceber no centro da lesão encharcada, um ponto claro, que cresce até formar a lesão circular.</strong> Mesmo nas lesões já formadas, é possível ver um halo de coloração mais clara, que sinaliza seu crescimento.</p>
<p>Com o tempo, a lesão cresce em todo o limite dessa área mais clara. Nas lesões mais velhas é possível notar um bordo amarelo-castanho, como mostra a imagem a seguir:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11833" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3.jpg" alt="Lesões por Holcus spot em folha de milho" width="500" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3.jpg 539w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-370x213.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/04/identificacao_doenca_milho_3-270x156.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Os sintomas dessas doenças podem ser confundidos com algo mais?</h2>
<p>Pode-se confundir o sintoma típico (lesão circular branco-palha) com a deriva do herbicida dessecante <i>Paraquat</i>. Nesse caso você não observará nenhum tipo de bordo ou halo na lesão, e tomando uma perspectiva sobre a evolução do sintoma não irá observar aumento no número de lesões (elas se formam apenas por ocasião da deriva).</p>
<p>Falando sobre evolução dos sintomas, <strong>no caso da pinta branca, a severidade da doença aumenta de maneira bem expressiva</strong>, chegando a “tomar conta” da maior parte das folhas do terço médio e superior. Uma severidade dessa dificilmente irá acontecer no caso de <i>Holcus spot</i>.</p>
<p>A identificação de doenças pode ser simples em muitos casos, em outros exigirá uma leitura mais complexa. Um olhar sobre o todo (atento aos três pontos já citados) sempre garantirá um maior nível de assertividade.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E agora que você já sabe identificar corretamente e diferenciar se as manchas nas folhas de milho são de Pinta Branca ou </span><i><span style="font-weight: 400;">Holcus spot</span></i><span style="font-weight: 400;">, quantas outras doenças semelhantes você sabe identificar nos demais grãos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas doenças que podem comprometer toda a safra e algumas delas, como a </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela em trigo</a></strong><span style="font-weight: 400;">, podem causar uma verdadeira epidemia. Em levantamentos a campo, ela foi encontrada em 60% deles. Então, fique por dentro!</span></p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</strong></a> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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		<title>Principais doenças do milho e como realizar o controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-das-doencas-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 17:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar com o tema controle das doenças encontradas no milho.  Durante a palestra, apresentada pelo especialista Lucas Navarini, foi abordado sobre qual melhor manejo para que o produtor tenha mais facilidade na hora de tomar decisões e, consequentemente, consiga garantir o sucesso da lavoura. Principais pontos do webinar Doenças comuns no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou um webinar com o tema <strong>controle das doenças encontradas no milho. </strong></p>
<p>Durante a palestra, apresentada pelo especialista Lucas Navarini, foi abordado sobre qual melhor manejo para que o produtor tenha mais facilidade na hora de tomar decisões e, consequentemente, consiga garantir o sucesso da lavoura.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Doenças comuns no milho incluem tombamento inicial, manchas foliares, podridões de colmo e grãos ardidos.</li>
<li><em>Fusarium verticillioides</em> e Diplodia são algumas das principais doenças transmitidas pela semente.</li>
<li>O manejo genético e a aplicação de <strong>fungicidas</strong> são essenciais para o controle das doenças no milho.</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">Chuvas frequentes e temperaturas mais altas</a></strong> favorecem o desenvolvimento da ferrugem no milho.</li>
<li>É importante realizar aplicações preventivas de fungicidas para combater as doenças foliares no milho.</li>
</ul>
<p>Se você gostaria de aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto, não pode perder a oportunidade de assistir a este vídeo!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E-book Produção de milho no Brasil</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/producao-de-milho-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=8696</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste e-book, falaremos sobre como a produção de milho é considerada estratégica para o alicerce da agricultura brasileira. Este grão compõe diversos sistemas de cultivo do país. As tecnologias empregadas nas regiões produtoras deste cereal, torna a oferta de grãos no mercado brasileiro dinâmica. Além disso, também têm relação direta nos preços das commodities agrícolas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste e-book, falaremos sobre como a produção de milho é considerada estratégica para o alicerce da <strong>agricultura brasileira</strong>. Este grão compõe diversos sistemas de cultivo do país.</p>
<p>As tecnologias empregadas nas regiões produtoras deste cereal, torna a oferta de grãos no mercado brasileiro dinâmica.</p>
<p>Além disso, também têm <strong>relação direta nos preços das commodities agrícolas e/ou pecuárias</strong> que compõem os sistemas produtivos em que o milho está inserido.</p>
<p>Para um cultivo com resultados satisfatórios quanto à produtividade, qualidade do produto, lucros e sustentabilidade da atividade, é preciso maior conhecimento sobre a planta de milho e seu ambiente de produção.</p>
<p>Dentre eles, podemos citar: fisiologia e fenologia da planta, condições climáticas, o momento do plantio, plantas daninhas, pragas e <strong>doenças</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Boro na soja e milho: funções, sintomas de deficiência e manejo correto</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/boro-na-soja-e-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 18:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[boro]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos produtores se preocupam tanto com o fornecimento dos macronutrientes, que esquecem que muitos micronutrientes são também fundamentais. É o caso do boro (B). O teor inadequado de micronutrientes nas culturas, que é limitante ao crescimento, tem efeito direto sobre o seu desenvolvimento, e também reduz a eficiência de uso dos fertilizantes contendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos produtores se preocupam tanto com o fornecimento dos macronutrientes, que esquecem que muitos micronutrientes são também fundamentais. É o caso do <strong>boro (B)</strong>.</p>
<p>O teor inadequado de micronutrientes nas culturas, que é limitante ao crescimento, tem efeito direto sobre o seu desenvolvimento, e também reduz a eficiência de uso dos fertilizantes contendo macronutrientes.</p>
<p>Em alguns casos, a deficiência de macronutrientes pode ser ‘driblada’ por meio indiretos, que não a adubação propriamente dita. É o caso do fornecimento de Nitrogênio por meio de bactérias, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/azospirillum-no-milho/" target="_blank" rel="noopener"><i>Azospirillum </i>no milho</a></strong> e o <i>Rhizobium </i>na soja.</p>
<p>Outro ponto a ser considerado sobre os micronutrientes, é que eles estão, particularmente, envolvidos na fase reprodutiva e de crescimento das plantas e, consequentemente, na determinação da produtividade e no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">desempenho na colheita</a> </strong>da cultura.</p>
<p>Não apenas os nutrientes desempenham papéis fundamentais no desenvolvimento da cultura, mas conhecer a fisiologia da planta, pragas, <a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças</strong></a> e as principais daninhas é igualmente importante.</p>
<p>Para quem produz ou pretende produzir, <strong>será benéfico para traçar estratégias de manejo</strong>, pois como estamos vendo nesse artigo, nem sempre damos importância aos micronutrientes, por exemplo, e ainda assim, a falta dele impacta na colheita.</p>
<p>Inclusive, as análises mostram que <strong>alguns micronutrientes estão em falta em nossos solos e o boro é um deles.</strong> O destaque maior, vai para aqueles solos sob Cerrado, onde o cultivo de grãos têm se expandido a cada ano.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual a participação do boro nos processos do vegetal?</h2>
<p>O <strong>uso de boro</strong> está relacionado a diversos processos do vegetal, tais como:</p>
<ul>
<li>Absorção iônica;</li>
<li>Transporte e metabolismo de carboidratos;</li>
<li>Sínteses de lignina, ácidos nucleicos e proteínas;</li>
<li>Atua na divisão e diferenciação celular nos tecidos meristemáticos.</li>
<li>Atuação na biogênese da parede celular, segundo estudos.</li>
</ul>
<p>E mais! <strong>A participação do boro no desenvolvimento celular da planta influencia as propriedades físicas, estruturais e a diferenciação da parede celular.</strong></p>
<p>Já a deficiência desse micronutriente, resulta em:</p>
<ul>
<li><strong>Inibição do crescimento da planta</strong>, devido às funções estruturais específicas desse elemento na parede celular e à limitada mobilidade do nutriente na maioria das plantas.</li>
<li>Causa <strong>alterações fisiológicas e bioquímicas no vegetal</strong>, tais como: alteração da integridade e funcionamento da membrana celular, disfunções metabólicas e aumento na produção de compostos fenólicos.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-deficiencia-nutricional-soja-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-deficiencia-nutricional&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39627 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png" alt="Guia Sintomas de deficiência nutricional" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-sintomas-deficiencia-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Boro no solo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No solo, <strong>o boro encontra-se na forma de ácido bórico não dissociado (H₃BO₃)</strong>, que é a forma solúvel disponível para a planta. É um nutriente que apresenta um limite estreito entre o teor adequado e o nível tóxico nas plantas, exigindo portanto, uma adubação cautelosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concentração do uso de boro na solução, depende das reações de adsorção entre o H₃BO₃ e seus adsorventes existentes no solo, tais como os óxidos de ferro e alumínio, os minerais de argila, a matéria orgânica, o hidróxido de magnésio e o carbonato de cálcio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adsorção aumenta com a elevação do pH, do teor de materiais adsorventes e com a diminuição da umidade do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A matéria orgânica (MO) é a principal fonte de B que irá suprir as exigências das plantas. Após a mineralização da MO, o uso de boro é liberado para a solução do solo, podendo, a partir daí, seguir vários caminhos, tais como: ser absorvido pelas plantas, ser perdido por lixiviação ou ser adsorvido pelos colóides do solo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, solos com baixos teores de MO e a ocorrência de fatores que diminuem a sua mineralização, predispõem as culturas à carência do micronutriente, sendo estes fatores limitantes frequentemente observados nos solos brasileiros.</span></p>
<h2>Boro nas plantas</h2>
<p>O boro <strong>é o único nutriente que não atende ao critério direto de essencialidade</strong>, mas satisfaz o critério indireto. A maior prova da sua essencialidade consiste em que, nos solos das regiões tropicais, ao lado do zinco (Zn), é o micronutriente que mais frequentemente promove deficiência nas culturas.</p>
<p>A função fisiológica do boro difere de qualquer outro micronutriente, pois não pertence a nenhum composto ou enzima específica, mas sabe-se que possui funções em muitos processos fisiológicos da planta, como:</p>
<ol>
<li>Fixação biológica de nitrogênio (protege a enzima nitrogenase de danos causados pela toxidez de espécies reativas de oxigênio);</li>
<li>Crescimento meristemático;</li>
<li>Integridade e funcionamento da parede celular;</li>
<li>Transporte de auxinas (AIA);</li>
<li>Síntese de ácidos nucleicos (DNA e RNA) e de fitohormônios;</li>
<li>Atua no metabolismo de carboidrato.</li>
</ol>
<h2>Características de deficiência de boro</h2>
<p>A <strong>deficiência de boro</strong> aparece, inicialmente, <strong>causando um anormal e lento desenvolvimento dos pontos de crescimento apical</strong>.</p>
<p>Os folíolos das folhas novas são deformados, enrugados, com frequência ficam mais grossos e com cor verde azulado escuro. Ocorre a inibição da síntese de lignina e estímulo da atividade da oxidase de ácido indolacético (AIA) e de enzimas na membrana plasmática.</p>
<p>Com o progresso da deficiência, a elongação dos entrenós fica lenta, ocorre a morte dos pontos de crescimento terminal e a formação de flores é restrita ou inibida.</p>
<p>Em plantas de soja, a deficiência de boro prejudicou o desenvolvimento dos nódulos e das raízes, consequentemente, a fixação biológica de nitrogênio. Em soja, as doses de boro aplicadas proporcionaram um aumento no número de folhas, na massa seca das raízes e na área foliar das plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21624 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro.jpeg" alt="Planta de soja com deficiência de boro" width="740" height="740" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro.jpeg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-300x300.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-150x150.jpeg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-370x370.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-270x270.jpeg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/deficiencia-boro-96x96.jpeg 96w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Sintomas de deficiência do Boro em planta de soja</span></p>
<h2>Fontes de boro</h2>
<p>A escolha da melhor fonte de nutriente para aplicação no solo, depende do tipo de solo, da cultura e do regime hídrico.</p>
<p>A maioria dos adubos boratados, apresentam alta solubilidade, assim <strong>o boro está sujeito à grande mobilidade no solo e, consequentemente, ao maior grau de lixiviação no perfil do solo</strong>, principalmente no arenoso. Dessa forma, a preferência é por fontes de solubilidade lenta, portanto, menos suscetíveis a perdas por lixiviação.</p>
<p>Basicamente, existem duas classificações para os boratos:</p>
<ol>
<li><strong>Aqueles em que o material de origem passou por um processo de refinamento:</strong> conhecidos como boratos refinados. Por exemplo: Ácido Bórico, Octaborato de Sódio Tetrahidratado, Borax Decahidratado, Borax Pentahidratado e o Borax Anidro.</li>
<li><strong>Aqueles em que o material de origem não passou por nenhum processo de refinamento:</strong> conhecidos como boratos minerais ou não refinados. Por exemplo: Hidroboracita, Colemanita e a Ulexita.</li>
</ol>
<p>O <strong>boro participa de uma série de processos fisiológicos dentro da planta</strong>, o que faz com que sua deficiência se confunda com a de outros nutrientes como a de fósforo (P) e a de potássio (K).</p>
<p>Em milho, a deficiência severa de boro pode resultar em espigas tortas e menores, enquanto na deficiência de potássio, as espigas também são reduzidas, o que mostra que a adubação em milho e demais grãos, precisa levar em conta macro e micronutrientes.</p>
<p>A deficiência de boro, ocasiona, ainda, diminuição no crescimento de novas raízes e de novas brotações, já que está envolvido na síntese de parede celular e integridade da membrana plasmática.</p>
<p>A disponibilidade do boro na solução do solo é governada pela reação de adsorção do boro com os coloides do solo. A adsorção de boro aumenta com o teor de argila e com o pH do solo.</p>
<p>As doses de boro, atualmente aplicadas, podem não fornecer a concentração adequada de B na solução do solo para o ótimo desenvolvimento das plantas, principalmente nos solos mais argilosos e com excesso de calagem.</p>
<p>Agora você já sabe a importância do boro para as culturas de grãos e que ele auxilia na melhoria da produtividade, mas muitas pessoas ainda confundem os sintomas. É o caso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">Mancha-amarela em trigo</a></strong>, por exemplo, já que a falta de nitrogênio também deixa as folhas amarelas.</p>
<p>É preciso ficar atento e conhecer bem a cultura, suas principais doenças e, claro, o manejo adequado da fertilidade.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
<p>Com conteúdo prático, professores com ampla experiência no campo e aulas 100% online, você aprende a tomar decisões mais assertivas e técnicas que fazem a diferença no dia a dia.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pontos-importantes-para-semeadura-da-2a-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2020 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a semeadura da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro. Moraes fala que o plantio é a primeira etapa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/pontos-importantes-para-semeadura-da-2a-safra/">Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão do Webinar Grãos sobre pontos importantes para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/">semeadura</a></strong> da 2ª safra. O palestrante foi Flávio Araújo de Moraes, Engenheiro Agrônomo pela UFSJ, Mestre em Fitotecnia com ênfase em correção de solo pela UFLA e Consultor da Equipe Grãos do Rehagro.</p>
<p>Moraes fala que o plantio é a primeira etapa para aqueles que querem atingir altas produtividades. Ele é um dos fatores que mais interferem no potencial produtivo da cultura, pois investimos em sementes e fertilizantes e, muitas vezes, ocorrem falhas ao colocar a quantidade adequada de sementes e fertilizantes por hectare.</p>
<h2>Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>Sementes de qualidade têm um impacto significativo na produtividade. Cada aumento de 1% no vigor das sementes pode resultar em um aumento de 0,4 saco por hectare.</li>
<li>É mais recomendado fazer o tratamento das sementes de forma industrial, pois garante uma aplicação uniforme dos produtos e reduz o risco de subdosagem ou superdosagem.</li>
<li>O preparo do solo influencia a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantabilidade-para-o-potencial-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantabilidade</a></strong> e a uniformidade de emergência das plantas. É importante garantir que o solo esteja bem preparado, livre de torrões e com boa umidade.</li>
<li>A manutenção adequada da semeadora é essencial para garantir uma distribuição uniforme de sementes e fertilizantes. Peças desgastadas, como discos de corte e roscas, podem comprometer o plantio e afetar a produtividade.</li>
<li>A velocidade de plantio deve ser adequada para garantir uma distribuição uniforme das sementes e uma profundidade correta de plantio. Aumentar a velocidade pode comprometer a qualidade do plantio e resultar em menor produtividade.</li>
</ul>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Então, não perca a oportunidade de assistir ao vídeo!</p>
<p>Se tiver dúvidas ou considerações da semeadura da 2ª safra, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Percevejos nas lavouras: saiba como identificar e controlar corretamente</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/percevejos-nas-lavouras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/percevejos-nas-lavouras/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 15:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar de soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
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		<category><![CDATA[percevejos]]></category>
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		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os percevejos são pragas severas e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²! O aumento da adoção do sistema de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pragas e doenças são sempre os principais pontos que tiram o sono do produtor. Os <strong>percevejos são pragas severas</strong> e o controle já deve ser feito quando constatado a presença de 2 deles por m² na soja, e se a lavoura for para sementes, apenas 1 por m²!</p>
<p>O aumento da adoção do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> favorece seu desenvolvimento, que tem estreita associação com o solo e os restos da cultura durante certos períodos do ano.</p>
<p>O cultivo de plantas hospedeiras em sequência, tais como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares de soja</a></strong>, milho e de trigo, favorece o desenvolvimento de populações de percevejos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>Ciclo de vida e comportamento dos percevejos</h2>
<p>O percevejo, que é mais comumente encontrado na soja, recentemente tem sido visto na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultura do milho</a></strong>.</p>
<p>E se você pensa em implementar essa cultura, saiba que os percevejos do gênero <i>Dichelops</i> (<i>Diceraeus</i>) podem causar grandes danos já em seu desenvolvimento inicial.</p>
<p>A capacidade de reprodução a campo é estimada em 200 ovos por fêmea de percevejo. Em três semanas o percevejo passa pelas fases de incubação dos ovos e chega ao quarto e quinto ínstar da ninfa que apresenta capacidade de danos equivalentes aos dos adultos.</p>
<p>Durante o outono, o inverno e o início da primavera, os percevejos passam por períodos curtos de dormência, mas não entram em diapausa.</p>
<p>Alimentam-se de trigo, canola, nabo, aveia e várias plantas daninhas hospedeiras presentes na lavoura. Porém, raramente desenvolvem ovários, realizam oviposição ou estabelecem colônias de ninfas, nos meses de outono e inverno.</p>
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<h2>Tipos de percevejos nas lavouras</h2>
<h3>Percevejo-marrom da soja &#8211; <i>Euschistus heros</i></h3>
<p><strong>Na soja, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/">percevejo-marrom</a> normalmente completa três gerações.</strong> Durante o final do verão e o início do outono.</p>
<p>Durante o verão, o percevejo-marrom pode ser encontrado se alimentando da erva <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">daninha</a></strong> conhecida por leiteiro ou amendoim-bravo. É interessante salientar que, nessa erva daninha, esse típico sugador de sementes alimenta-se das hastes da planta.</p>
<p>No outono, <i>E. heros</i> inicia a procura por abrigos sob a palhada, onde permanece até o próximo verão. Durante esse tempo, o percevejo acumula lipídios e não se alimenta, permanecendo num estado de hibernação parcial.</p>
<p>O adulto de <i>E. heros</i> <strong>apresenta coloração marrom escura</strong>, com dois prolongamentos laterais do pronoto, <strong>em forma de espinhos</strong>.</p>
<p>A longevidade média do adulto é de 116 dias. Os ovos são depositados em pequenas massas de cor amarela, normalmente com 5-8 ovos por massa, apresentando mancha rósea, próximo à eclosão das ninfas. Os ovos são colocados, principalmente, nas folhas ou nas vagens de soja, não afetando diretamente a polinização.</p>
<p>As ninfas recém-eclodidas medem cerca de 1,3 mm e têm o corpo alaranjado e a cabeça preta. As ninfas maiores (terceiro ao quinto ínstar) apresentam coloração que pode variar de cinza a marrom.</p>
<p>Apesar de iniciarem a alimentação no segundo ínstar, as ninfas do percevejo-marrom causam danos às sementes apenas a partir do terceiro ínstar, quando atingem tamanho médio de 3,63 mm.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11839 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg" alt="Percevejo Marrom da Soja" width="270" height="321" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-marrom-252x300.jpg 252w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ciclo de vida </span><i><span style="font-weight: 400;">Euschistus heros</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span>Fonte: G.L.M. Rosa</span></p>
<h3>Percevejo-barriga-verde &#8211; <i>Dichelops melacanthus</i></h3>
<p>Espécies do gênero <i>Dichelops</i> são exclusivamente neotropicais e encontram-se distribuídos por diversos países da América do Sul. <i>D. melacanthus</i> é frequentemente observada no Brasil.</p>
<p>Segundo Grazia (1978), essa espécie é muito semelhante a <i>D. furcatus</i>, que tem sido observada em regiões brasileiras produtoras de soja, além de ser semelhante também a <i>D. phoenix</i>, que tem poucos registros no Brasil.</p>
<p>O <strong>percevejo-barriga-verde</strong> (<i>D. melacanthus)</i>, previamente relatado como uma praga da soja alimentando-se das vagens, pode se alimentar de milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo</a></strong>, aveia-preta e triticale. Há registros também da ocorrência em plantas não cultivadas, como trapoeraba, crotalária e capim braquiária.</p>
<p><strong>Após a colheita da soja, o percevejo-barriga-verde permanece no solo sob restos culturais</strong>, ou seja, é importante observar o histórico do trigo e milho anteriores, pois eles se alimentam das plantas cultivadas em sistema de semeadura direta.</p>
<p>Nessas áreas, os percevejos encontram abrigo (palhada) e alimento (sementes maduras caídas no solo) e conseguem sobreviver, diferentemente do que ocorre em áreas sob cultivo convencional, onde os percevejos são deslocados dos abrigos e mortos pela aração.</p>
<p>Os adultos de <i>D. furcatus</i> e <i>D. melacanthus</i> medem de 9 mm a 11 mm e sua coloração varia entre castanho-amarelado e acinzentado, apresentando o abdômen verde. Os ovos são verde-claros, ovoides, dispostos em grupos de tamanho variável, os quais são formados por três ou mais fileiras mais ou menos definidas.</p>
<p>As ninfas apresentam, geralmente, coloração marrom-acinzentada na região dorsal e verde na abdominal. Podem ser confundidas com as ninfas de <i>E. heros</i>, mas podem ser diferenciadas pelas jugas bifurcadas e agudas e pela coloração verde do abdômen.</p>
<p>Esse inseto foi constatado como uma praga de início de ciclo nas culturas de trigo e de milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11838 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg" alt="Percevejo Barriga Verde" width="528" height="199" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde.jpg 528w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-300x113.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-370x139.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejo-barriga-verde-270x102.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 528px) 100vw, 528px" /><span style="font-size: 10pt;">Percevejo barriga-verde, Dichelops melancanthus, nas fases de adulto (a), ovo (b) e ninfa (c). Fonte: J.J. da Silva.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg" alt="Flutuação Populacional de Percevejo Barriga Verde" width="500" height="406" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo.jpg 596w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-300x244.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-370x300.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/populacao-percevejo-270x219.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Flutuação populacional de </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;">, na sucessão cultural soja-milho, submetida a diferentes inseticidas via tratamento de sementes. </span>Fonte: Chiesa (2016)</span></p>
<h2>Potencial de danos de percevejos na cultura da soja e do milho</h2>
<p>No cerrado brasileiro, <strong>o percevejo marrom (<i>E. heros)</i> destaca-se como praga chave na cultura da soja</strong>, aumentando os <a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener"><strong>custos de produção</strong></a> e diminuindo a qualidade e o rendimento de grãos.</p>
<p>Adultos do <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-marrom-da-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>percevejo marrom</strong></a>, quando presentes no final do estádio vegetativo (V8), não comprometem o rendimento de grãos de soja, independentemente da sua densidade populacional.</p>
<p>A presença de adultos do percevejo marrom na cultura da soja <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">nos estádios R4 e R5</a></strong> podem comprometer a produtividade de grãos e a qualidade de sementes de soja a partir de 2 percevejos m².</p>
<p>Sementes de soja atacadas por <i>P. guildinii</i> tiveram os corpos de proteína completamente destruídos, sugerindo maior ação deletéria das suas enzimas salivares para os tecidos da semente, em comparação às outras espécies (<i>E. heros, N. viridula </i>e<i> D. melacanthus</i>).</p>
<p>Também houve dano mais profundo nas sementes de soja, enquanto sementes atacadas por percevejos barriga-verde apresentaram danos menos profundos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41640" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png" alt="Tabela com espécies de percevejos" width="707" height="288" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos.png 707w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-300x122.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-370x151.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-270x110.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/especies-percevejos-150x61.png 150w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p style="text-align: center;">¹Médias em cada coluna seguidas pela mesma letra não diferem significativamente pelo teste de Tukey (P = 0,05).</p>
<p style="text-align: center;">²Média de cinco repetições de 50 insetos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Tabela com profundidade média (+- EP) do dano em sementes de soja causado pela alimentação de quatro espécies de pentatomídeos, após uma sessão de alimentação de 60 minutos (números inicial de insetos = 250). Entre parênteses, número de insetos observados. Fonte: Adaptada de Depiere e Panizzi (2011). </span></p>
<p>Entretanto, o dano causado por <i>P. guildinii</i> não tem relação com o comprimento dos estiletes, pois tem aparelho bucal mais curto que <i>N. viridula</i> e <i>E. heros</i>.</p>
<p>É possível que a área maior do canal alimentar de <i>P. guildinii</i> contribua para que esse percevejo ocasione maior área de dano nas sementes de soja, em comparação com as outras espécies.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4925 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg" alt="Percevejo marrom e percevejo barriga verde" width="559" height="268" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos.jpg 559w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-300x144.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-370x177.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Manejo-Percevejo-No-Milho-Percevejos-270x129.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px" /></p>
<h2>Monitoramento do percevejo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Listamos alguns pontos que devem ser observados para que os percevejos não reduzam os lucros das lavouras.</span></p>
<h3>Ponte Verde</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do milho, o percevejo pode causar problemas em lavouras de feijão, soja e trigo e ao final do ciclo dessas culturas pode se hospedar em alguma planta daninha, o que não interrompe o ciclo da praga, garantindo assim, condições de sobrevivência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, é fundamental realizar o monitoramento das lavouras antes da instalação da cultura do milho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse monitoramento é essencial para a tomada de decisão, pois ao identificar a praga em nível de dano econômico é preciso pensar em alternativas de controle no momento da dessecação e posicionar um bom tratamento de sementes, bem como produtos para as fases de desenvolvimento da cultura.</span></p>
<h3>Dessecação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como mencionado, os percevejos podem se hospedar em diversas plantas e com isso se tornam grandes ameaças para a próxima cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, uma das estratégias que podem ser utilizadas quando se identifica essa praga em níveis de risco, é realizar posicionamento de um inseticida na dessecação da gleba.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para esse manejo é possível utilizar inseticidas que pertencem ao grupo químico dos organofosforados.</span></p>
<h3>Tratamento de sementes</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento de </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/">sementes</a></strong><span style="font-weight: 400;"> é uma ferramenta muito importante para o manejo de percevejo na cultura do milho, isso porque confere proteção inicial para as plantas. Sendo assim, é preciso realizar um bom tratamento de sementes, de forma homogênea e na dose correta do ingrediente ativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, quando se pensa em tratamento de sementes, o grupo químico dos inseticidas neonicotinóides se mostra muito eficiente no controle desta praga.</span></p>
<h3>Lavoura estabelecida</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O ataque de percevejo no estádio de desenvolvimento inicial da lavoura pode ser fatal dependendo da infestação, isso porque a planta é menor e mais frágil e o aparelho bucal do inseto pode atingir o meristema apical, o que interfere no desenvolvimento da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando não se atinge o meristema, o sintoma do ataque pode ser visualizado nas folhas, as quais ficarão deformadas com um halo amarelo. Quando estes insetos atingem os níveis de dano econômico é preciso realizar o controle destas pragas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, recomenda-se trabalhar com inseticidas dos seguintes grupos químicos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Organofosforados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Neonicotinóides;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Piretróides.</span></li>
</ul>
<h2>Controle dos percevejos na produção de grãos</h2>
<p>O conhecimento na detecção de pragas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">doenças no milho</a></strong> e demais grãos, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">mancha-alvo em soja</a></strong>, se mostra necessário, afinal, tanto para o percevejo quanto para essa doença, é preciso saber bem as fases da cultura e manejo adequado das culturas anteriores, pois podem sobreviver em restos culturais.</p>
<p>Com a definição do potencial produtivo da cultura do milho, os estádios iniciais de desenvolvimento da planta tornam-se também um período crítico. Dessa forma, a ocorrência de condições ótimas nessas fases de desenvolvimento, como manutenção da área foliar da cultura é um fator importante para a sua produção.</p>
<p>Ninfas médias, grandes e adultos de percevejos barriga-verde (<i>D. melacanthus)</i> têm grande potencial de causar dano em plantas de milho no estádio V1, bem como podem causar redução da massa seca da parte aérea da planta.</p>
<p>Os estádios de desenvolvimento do milho V1, V3 e V5 são mais susceptíveis ao ataque de adultos de percevejos barriga-verde em comparação ao estádio V7, podendo nestas condições afetar o rendimento de grãos da cultura.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11843 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg" alt="Danos de percevejo na cultura do milho" width="370" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/03/percevejos-danos-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Danos de percevejo </span><i><span style="font-weight: 400;">Dichelops melacanthus</span></i><span style="font-weight: 400;"> na cultura do milho.</span></span></p>
<p>Nesse sentido, o controle do percevejo no sistema de produção de grãos faz-se necessário a fim de reduzir a população de plantas hospedeiras e compreender o hábito de migração, para que seja realizado o controle químico na época correta.</p>
<p>Agora você já sabe identificar as diferenças e características dos principais percevejos que atacam os grãos.</p>
<p>É preciso identificar o estádio da planta e fazer o manejo de restos culturais adequadamente, pois além de beneficiar algumas pragas, também beneficiam doenças, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">fungo <i>Giberella zeae</i></a></strong>, que reduz significativamente a produção de grãos, sendo a principal doença dos campos de trigo.</p>
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		<title>Origem do milho no Brasil e no mundo: cultura e histórico de cultivo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 18:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O milho, atualmente, é um dos grãos mais produzidos no mundo! No Brasil, ele atingiu o marco histórico de preço, o que alegrou muitos produtores com a valorização e lucratividade alta. Apesar de sabermos o quanto o milho foi melhorado ao longo do tempo, muitos se perguntam: qual a sua origem e quando ele começou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O milho, atualmente, <strong>é um dos grãos mais produzidos no mundo</strong>! No Brasil, ele atingiu o marco histórico de preço, o que alegrou muitos produtores com a valorização e lucratividade alta.</p>
<p>Apesar de sabermos o quanto o milho foi melhorado ao longo do tempo, muitos se perguntam: qual a sua origem e quando ele começou a ser cultivado?</p>
<p>O milho é a planta comercial originária das Américas mais importante no cenário agrícola. A origem do milho ainda é muito discutida, já que a gramínea pode ter surgido tanto do Paraguai até a Colômbia, quanto da Guatemala até o México.</p>
<p>De acordo com as evidências, é possível que seja originária do México. Isso porque é uma espécie pertencente à família<em> Gramineae/Poaceae</em>, cujo parente mais próximo, acredita-se ser o Teosinto (<i>Zea mays spp</i>. <i>parviglumis</i>), e seu registro restringe-se ao Vale Central de Balsas, no México.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Milho e Teosinto: um parentesco provável</h2>
<p>Várias hipóteses já foram elaboradas tentando explicar a origem do milho e seu parentesco com o teosinto. Apesar dos relatos, ele se difere de seu ancestral, devido à imposição de pressões de seleção rigorosas pelo homem, a fim de domesticá-lo.</p>
<p>Além disso, geneticamente, estas duas espécies podem ser consideradas parentes pelos seguintes motivos: mesmo número de cromossomos, com homologia e morfologia semelhantes, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">polinização</a></strong> é de fácil cruzamento gerando descendentes férteis e apresentam semelhanças entre dados morfológicos e isoenzimáticos.</p>
<p>Por outro lado, alguns pesquisadores defendem a ideia contrária, afirmando existirem poucas evidências sobre a domesticação do mesmo (teosinto), sendo pouco provável que o homem primitivo possa ter criado ou selecionado milho a partir do teosinto.</p>
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<p>Ainda, outros pesquisadores acreditam que possa ter havido um choque imediato, determinado pelo meio ambiente, que possa ter provocado rápida conversão da espiga central de uma ramificação lateral do teosinto em uma espiga e, que esta fenocópia tenha sido fixada geneticamente, passando, portanto, esta característica a seus descendentes.</p>
<p>Segundo relatos e provas através de escavações arqueológicas e geológicas e, a partir de medições por desintegração radioativa, esta é uma das culturas mais antigas no mundo, cultivada há pelo menos 5.000 anos.</p>
<p>Obviamente, naquela época não era feita uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-de-solo-em-lavouras-de-graos/">amostragem de solo</a></strong> para análise ou se sabiam sobre bactérias benéficas, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/azospirillum-no-milho/" target="_blank" rel="noopener"><i>Azospirillum</i></a></strong>, mas já eram feitos cultivos.</p>
<p>Mesmo assim, a presença do milho no continente Americano foi registrada pela primeira vez por Cristóvão Colombo em 1492, na costa norte de Cuba. Neste mesmo ano, o cultivo de milho já era realizado desde o Sul do Canadá até a parte central do Chile, em exceção às áreas recobertas por gramíneas ou savanas.</p>
<p>Apenas após o ano de 1800 é que essas áreas, não manejadas, começaram a receber os primeiros cultivos de milho, e isso só foi possível com a adoção do arado de aiveca. Provavelmente, nessa época o sistema não era plantio direto, mas convencional e com várias sementes por cova.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11783 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1.jpg" alt="Milho e Teosinto" width="370" height="241" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1-300x195.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-1-270x176.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Vivendo Ciência</span></p>
<h2>Origem do milho no mundo</h2>
<p>Com o descobrimento do milho nas Américas, ele foi levado à Europa, mas era considerado uma cultura exótica em jardins europeus, ou seja, nada muito focado na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-sementes-de-soja-e-milho/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de sementes</a></strong> e lavouras.</p>
<p>Seu real valor alimentício foi notado depois, e o império espanhol difundiu seu cultivo pela França, Itália, sudeste da Europa e norte da África.</p>
<p>Os responsáveis pela difusão do milho no restante do continente africano e no Oriente, foram os portugueses, chegando à China em 1516 e ao Japão só em 1775.</p>
<p>Devido aos seus diversos usos, o milho tem grande contribuição no cenário econômico, pois vai desde a alimentação animal até a indústria de alta tecnologia. Cerca de 70% do uso dos grãos de milho do mundo são destinados à alimentação animal, e em algumas regiões ele é o ingrediente básico para alimentação humana.</p>
<p>Abaixo estão descritos alguns produtos obtidos de forma direta ou indireta do milho:</p>
<ul>
<li>Acetato de cálcio e magnésio;</li>
<li>Adesivos (colas, pastas, mucilagens, gomas);</li>
<li>Álcoois etílico e butílico;</li>
<li>Herbicida natural e inseticida;</li>
<li>Alumínio;</li>
<li>Amido e glucose;</li>
<li>Antibióticos (penicilina), aspirina e outros medicamentos;</li>
<li>Baterias para veículos;</li>
<li>Bebidas gasosas;</li>
<li>Óleo comestível.</li>
</ul>
<p>De acordo com dados da CONAB, o cultivo de milho no Brasil vem crescendo a cada ano, tanto em áreas cultivadas; seja por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> ou convencional; como em produção, conforme descrito no gráfico abaixo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11784 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2.jpg" alt="Gráfico mostrando dados da evolução da produção de milho no Brasil" width="370" height="302" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2-300x245.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2-270x220.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/12/origem-milho-2-368x300.jpg 368w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
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		<title>Produção do milho: como o clima influencia na produtividade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 13:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas? No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem cultivo do milho no verão e na safrinha em condições de sequeiro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A compreensão das exigências climáticas do milho ao longo de seu desenvolvimento é um fator imprescindível quando se pensa em altas produtividades. Você está preparado para cultivar sua lavoura sob condições adversas inesperadas?</p>
<p>No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo do milho</a></strong> no verão e na safrinha em condições de sequeiro.</p>
<p>Atualmente, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura de milho</strong></a> safrinha tem representado cerca de 60% do cultivo total no país, e essa época de cultivo é caracterizado por apresentar baixa disponibilidade hídrica.</p>
<p><strong>Um dos fatores mais limitantes à produtividade da lavoura de milho é o déficit hídrico, o qual, pode causar perdas na ordem de até 50%</strong>. Entretanto, condições de temperatura/calor também tem influência significativa quando se pensa em rendimento de grãos deste cereal.</p>
<p>Logo, para melhor compreender as fases em que esta cultura tem maiores exigências climáticas, é preciso entender sua fisiologia. Aliado a isso, visando altas produtividades, deve-se conhecer quais são as condições climáticas da região, uma vez que esta pode garantir o sucesso do cultivo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fisiologia e fenologia do milho</h2>
<p>O milho é uma planta com <strong>metabolismo C4</strong>, caracterizada por ter elevado potencial produtivo.</p>
<p>Dentre as plantas que constituem o grupo C4, o milho é a que tem maior eficiência no uso da radiação solar e praticamente não apresenta saturação por radiação, ou seja, não reduz o processo de fotossíntese ao longo do dia, conseguindo então, manter sua produção de carboidratos em um nível adequado.</p>
<p>Outro ponto importante sobre a cultura do milho, é que ela é insensível ao fotoperíodo, denominada foto neutra. Ou seja, diferentemente da soja que depende do fotoperíodo crítico para florescer, o milho não responde a essa condição. Neste caso, o fator temperatura apresenta grande influência sobre a entrada no período reprodutivo.</p>
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<p>Sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-milho-o-processo-de-germinacao-da-semente/">fenologia da cultura</a></strong>, podemos descrever o ciclo do milho de acordo com as diferentes etapas de seu desenvolvimento, descritas abaixo, e de acordo com o estádio de desenvolvimento:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-ocorre-a-germinacao/" target="_blank" rel="noopener">Germinação</a> e emergência:</strong> período compreendido entre a semeadura e o aparecimento da plântula acima do solo.</li>
<li><strong>Crescimento vegetativo:</strong> período compreendido entre o aparecimento da primeira folha verdadeira até o início do florescimento. Esta etapa apresenta variações, as quais são caracterizadas pelo número de folhas.</li>
<li><strong>Florescimento:</strong> período entre a abertura da flor masculina (pendão) e plena fecundação (início da formação dos grãos).</li>
<li><strong>Frutificação:</strong> período que se estende após a fecundação até o enchimento completo dos grãos. A fase de enchimento dos grãos é caracterizada por diferentes estádios, dependendo do grau de desenvolvimento dos mesmos.</li>
<li><strong>Maturidade fisiológica: </strong>período final da frutificação o qual é caracterizado pelo aparecimento do “ponto preto” no grão.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12109 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg" alt="Estádios fenológicos do milho" width="566" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-300x182.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-370x224.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/clima-e-produtividade-do-milho2-1-270x164.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-size: 10pt;">Ciclo do milho de acordo com estádio de desenvolvimento. Fonte: Dekalb Asgrow</span></p>
<h2>Estágios de desenvolvimento e exigências climáticas</h2>
<ul>
<li><strong>Germinação/Emergência:</strong> temperatura e umidade adequados favorecem o processo germinativo, dando início à formação de uma planta jovem. Temperatura de 18°C após a semeadura, permite que de 3 a 5 dias ocorra a germinação, para isso é necessário que a semeadura seja feita sob boas condições de umidade.</li>
<li><strong>V4 &#8211; Milho com quatro folhas desenvolvidas:</strong> nesta fase ocorre a definição do potencial produtivo da lavoura, é muito importante se atentar ao controle de plantas daninhas e pragas. Outro ponto importante é a realização da adubação nitrogenada.</li>
<li><strong>VT &#8211; Etapa de pendoamento:</strong> nesta fase, ocorrência de altas temperaturas, aliadas à baixa disponibilidade hídrica, luminosidade e deficiência nutricional, podem antecipar de forma expressiva a emissão do pendão, bem como maturação dos grãos de pólen antes que a espiga esteja apta a desenvolver suas funções, ou seja, pode ocorrer falta de sincronismo entre a emissão dos órgãos feminino e masculino.</li>
<li><strong>R1 &#8211; Período de florescimento e <a href="https://rehagro.com.br/blog/polinizacao-do-milho/" target="_blank" rel="noopener">polinização</a>:</strong> as condições favoráveis nesta etapa são: temperatura entre 16-35°C e umidade relativa superior a 65%. Umidade relativa abaixo de 50% e temperatura superior a 35°C podem reduzir a viabilidade dos grãos de pólen, reduzindo a fecundação e consequentemente a produtividade.</li>
<li><strong>R2 &#8211; Grãos leitosos a R5 Grãos duros:</strong> nesta etapa, a ocorrência de período nublado, deficiência hídrica, redução de área foliar por ataque de pragas e doenças e desequilíbrio nutricional, reduzirão consideravelmente a taxa de acúmulo de matéria seca nos grãos, reduzindo o peso dos mesmos e produtividade.</li>
</ul>
<h2>Qual a influência da temperatura para o milho?</h2>
<p>Assim como a água é um dos fatores que mais limita, não só a produção do milho, mas de qualquer planta. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/influencia-da-temperatura-e-agua-na-produtividade-do-milho/">temperatura</a></strong> também representa um outro fator muito importante para a produtividade desta cultura. Veja abaixo consequências de temperaturas inadequadas ao cultivo de milho.</p>
<p>Regiões cujo verão apresenta temperaturas médias diária abaixo de 19°C e temperatura média noturna abaixo de 12,8°C não são recomendadas para este cultivo, pois podem retardar o florescimento e comprometer a produção final.</p>
<p>Em contrapartida, temperatura média diária acima de 26° C podem acelerar o processo de florescimento e enchimento de grãos, o que promove redução do tempo de acúmulo de massa seca nos mesmos. Temperatura média noturna acima de 24°C provocam consumo energético elevado, redução no ciclo da planta e queda de produtividade.</p>
<p>Sabendo-se alguns dos efeitos da temperatura sob o ciclo do milho, devemos então conhecer quais são as condições ideais durante o seu desenvolvimento, fique atento:</p>
<ul>
<li><strong>Germinação</strong>: entre 25-30°C;</li>
<li><strong>Emergência a floração</strong>: entre 24-30°C;</li>
<li><strong>Temperatura média diária</strong>: 21°C apresenta maior rendimento de grãos;</li>
<li><strong>Temperatura média noturna</strong>: 19 °C.</li>
</ul>
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<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/clima-e-produtividade-do-milho/">Produção do milho: como o clima influencia na produtividade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Adubação nitrogenada na cultura do milho: principais recomendações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 14:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[planta]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[potencial produtivo]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil. Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo. Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cultura-do-milho/">Adubação nitrogenada na cultura do milho: principais recomendações</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, houve um <strong>aumento considerável na produtividade das áreas de milho no Brasil.</strong> Esse fato pode ser atribuído ao emprego de novas tecnologias, aliadas à fertilidade do solo e práticas eficientes de manejo.</p>
<p>Muitos produtores têm conseguido expressivos resultados de produção de milho acima de 15 toneladas por hectare e acima de 10 toneladas por hectare no caso da soja. No entanto, a média nacional é menos animadora nesse aspecto, sendo 5 toneladas/ha de milho e 3,4 toneladas/ha de soja.</p>
<p>A queda na produtividade, na maioria das vezes, está ligada à <strong>baixa fertilidade do solo e manejo nutricional inadequado da lavoura</strong>.</p>
<p>É possível transformar esse tipo de situação que causa prejuízo, em algo benéfico. Tendo o conhecimento adequado e aplicando em suas lavouras, a produção possui grandes chances de aumento, principalmente na cultura dos cereais.</p>
<p>Isso não implica, porém, no aumento da área de plantio. Com as técnicas corretas, você pode produzir mais no mesmo espaço. Uma delas é ter em mente o que sua cultura de fato precisa e o que ela exige nutricionalmente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Exigência nutricional na cultura do milho</h2>
<p>A exigência nutricional da cultura é fundamental para as tomadas de decisões quanto à fertilidade. Ela é determinada pela quantidade de cada nutriente extraído do solo pela planta.</p>
<p>É importante ter em mente que tanto os macronutrientes, quanto os micronutrientes, fazem total diferença à resposta da cultura, que pode produzir mais ou menos.</p>
<p>Um dos macronutrientes de maior impacto é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/importancia-do-nitrogenio-na-fertilidade-do-solo/" target="_blank" rel="noopener">nitrogênio</a></strong>. Além de ser o <strong>nutriente que o milho mais absorve</strong>, em sua grande maioria, também é o de melhor custo-benefício.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-producao-milho?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-producao-milho&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39619 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png" alt="E-book Produção de milho no Brasil" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-producao-milho-brasil-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Para seguir adiante com a <strong>recomendação da quantidade de adubo nitrogenado ideal</strong>, uma série de fatores deve ser considerada, tais como:</p>
<ul>
<li>Sistema de produção (convencional ou plantio direto);</li>
<li>Condições edafoclimáticas;</li>
<li>Época de <a href="https://rehagro.com.br/blog/semeadura-de-milho/" target="_blank" rel="noopener"><strong>semeadura</strong></a>;</li>
<li>Resposta da planta à adubação;</li>
<li>Modo de aplicação;</li>
<li>Fonte do nutriente;</li>
<li>Recursos financeiros, dentre outras.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41642" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png" alt="Extração de nutrientes no milho" width="604" height="547" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes.png 604w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-300x272.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-370x335.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-270x245.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-331x300.png 331w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/extracao-nutrientes-150x136.png 150w" sizes="auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Extração de nutrientes da cultura do milho. Fonte: Coelho e Franca (1995).</span></p>
<p>Segundo Coelho e seus colaboradores (2007), para que um produtor de milho consiga atingir uma produção equivalente a 9,2 toneladas de grãos em um único hectare, serão necessários 185 Kg/ha de nitrogênio. Estes mesmos resultados são comprovados por Coelho e França (2005), como citados na tabela acima.</p>
<p>Já nas pesquisas feitas por Casagrande e Fornasieri Filho (2002), o aumento nas doses de nitrogênio resulta em teores maiores não só do próprio Nitrogênio (N), mas também de Fósforo (P), Enxofre (S) e Zinco (Zn) nas folhas de milho.</p>
<p>Repare que o fósforo também é um dos macronutrientes e tem sido cada vez mais limitante, então o uso do nitrogênio é <strong>extremamente necessário</strong>.</p>
<p>Além do mais, o <a href="https://rehagro.com.br/blog/enxofre-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>enxofre</strong></a>, quando absorvido pela planta, também auxilia na defesa contra patógenos, no aumento da oferta de proteínas e aminoácidos essenciais e no controle hormonal para o crescimento. O mesmo é observado no micronutriente de zinco.</p>
<p>Tudo isso contribui para a qualidade final do milho.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21376 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg" alt="Adubação foliar com nitrogênio em lavoura de milho" width="506" height="338" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar.jpg 506w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-270x180.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/adubacao-foliar-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 506px) 100vw, 506px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Adubação foliar com Nitrogênio líquido &#8211; Fonte: Revista Campo e Negócio</span></span></p>
<h2>Principais fontes de nitrogênio para adubação</h2>
<p>Muito produtor cerealista acaba por tentar o caminho mais fácil que é a compra do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-fertilizante-nitrogenado/" target="_blank" rel="noopener">fertilizante nitrogenado</a></strong>, mas muitos não sabem que até a origem desse macronutriente pode ter peso significativo.</p>
<p>A fonte de nitrogênio é importante para definir o modo de aplicação e em qual época será melhor aproveitada pela planta. Isso evita perdas e aumenta a velocidade de disponibilidade deste nutriente para a planta.</p>
<p>Para adubação nitrogenada na cultura do milho, são usadas, basicamente, três fontes de nitrogênio:</p>
<ol>
<li>Ureia (fornece 45 % N);</li>
<li>Sulfato de Amônio (além de fornecer 20 % N, também fornece de 22 a 24 % de S);</li>
<li>Nitrato de Amônio (fornece 32 % N).</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21377 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg" alt="Ureia" width="505" height="333" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-300x198.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-370x244.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-270x178.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/ureia-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Ureia &#8211; fonte de N</span></span></p>
<p>Na pesquisa conduzida por Meira (2009), cuja finalidade do experimento era avaliar diferentes dosagens e fontes distintas de Nitrogênio, concluiu-se que <strong>a produção de grãos aumenta com o acréscimo na dosagem do nutriente</strong>, porém não há diferença entre as fontes de nitrogênio utilizadas.</p>
<p>Apesar do aumento do fornecimento de nitrogênio ter tido uma boa resposta, a superdosagem pode reduzir a produtividade e causar toxicidade na planta devido ao efeito salino, segundo Jandrey (2019 &#8211; Pioneer).</p>
<p>Assim sendo, é preciso ter cautela e conhecer muito bem sobre fertilizantes, necessidades da cultura e adequação ao seu solo.</p>
<h3>Em que época realizar a adubação nitrogenada?</h3>
<p>Entre os estádios V3 a V6 é o período em que a planta tem <strong>maior demanda de nitrogênio</strong>, afinal, é nesse período de desenvolvimento que ela estará definindo o seu potencial produtivo.</p>
<p>No entanto, essa também é a melhor época para se realizar a adubação de cobertura e, por outro lado, a não aplicação do nitrogênio ou fornecimento fora da época recomendada pode causar grandes perdas de produção!</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21378 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg" alt="Fases do estádios fenológicos do milho" width="483" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho.jpg 483w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-300x176.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/estadios-fenologicos-milho-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px" /><span style="font-size: 10pt;">Estádios fenológicos do Milho &#8211; Fonte: Mais Soja</span></p>
<p>Há a comprovação desse dado por Fancelli e Casadei, onde as melhores respostas à produtividade de grãos ocorreram quando as adubações de cobertura foram feitas entre os estádios V2 e V6.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41643" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png" alt="Produtividade na cultura do milho" width="665" height="478" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho.png 665w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-300x216.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-370x266.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-270x194.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/produtividade-milho-150x108.png 150w" sizes="auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Resposta à produtividade de grãos sob a aplicação de nitrogênio. Fonte: Fancelli e Casadei (dados não publicados)</span></p>
<h3>Dosagem na adubação nitrogenada</h3>
<p>A prática mais comumente usada entre os produtores é a aplicação de no máximo 1/3 da dose total de Nitrogênio, desde que esse valor não passe de 50 kg/ha de N na fase de cobertura.</p>
<p>O outros 2/3 desse fertilizante, aplicam a lanço ou incorporam entre estádios V3 até o V6.</p>
<p>Quando o solo onde a cultura se desenvolve é do tipo arenoso, o recomendado é que a dose seja parcelada em 2 ou 3 vezes.</p>
<p>Ainda assim, é possível observar que não existe a necessidade de fornecer nitrogênio em estádios fenológicos avançados. Isso porque, além de não contribuir para o aumento de produtividade, essa prática pode favorecer a ocorrência de doenças como helmintosporiose, ferrugem e cercosporiose.</p>
<p>O resultado benéfico a respeito da aplicação de N em estádios fenológicos iniciais é comprovado pela pesquisa conduzida por Uhart e Andrade, na publicação de 1995 e citada por Fancelli em publicação de 2010.</p>
<p>Os pesquisadores constataram ainda, que nos 15 dias após a floração, o milho remobilizou entre 28 kg/ha e 100 kg/ha de N absorvido nos estádios iniciais. Esse dado representa de 18% a 42% daquele presente na biomassa (planta).</p>
<p>Desse total mobilizado, cerca de 46 a 50% foi proveniente das folhas, enquanto de 54 a 60%, estava presente no colmo da planta.</p>
<p>É inegável, portanto, <strong>a importância desse nutriente</strong> à planta.</p>
<h2>Como aprimorar o uso dos fertilizantes na cultura do milho?</h2>
<p>Fica claro que o nível de informações geradas pela pesquisa e comprovadas por experimentações em campo, devem ser absorvidas pelo produtor que busca aprimorar o uso eficiente dos fertilizantes e obter elevadas produtividades.</p>
<p>Nesse quesito, buscar informações atualizadas, com quem entende do assunto, fará total diferença para aqueles que querem obter maiores produções e com qualidades dentro das exigências de mercado.</p>
<p>Culturas cerealistas, principalmente, demandam mais atenção, pois são <strong>anuais e de grande impacto econômico nacional.</strong></p>
<p>O nitrogênio tem um grande peso, como dito neste artigo, mas também salientamos não ignorar os micronutrientes. Há uma expressão conhecida na fertilidade como <strong>Lei do Mínimo</strong> que diz: <em>“a produção das culturas é limitada pelo nutriente em menor quantidade no solo, ainda que os demais estejam adequados, ele não supre essa necessidade.”</em></p>
<p>Tudo isso, unindo ainda a época de aplicação, se será por meio de sólidos ou líquidos, necessidade específica de cada cultura e do solo, faz com que seja necessário entender mais a fundo as várias etapas e processos da fertilidade.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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