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	<title>pastagens Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>pastagens Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Diferimento de pastagem: o que é, como planejar e por que essa estratégia pode transformar a sua fazenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escassez de forragem durante a estação seca é um dos maiores desafios da pecuária de corte no Brasil. Produtores que não planejam o suprimento de volumoso ao longo do ano se veem obrigados a recorrer a suplementações emergenciais, arrendamento de pastagens ou, pior, à comercialização precoce de animais com alto potencial produtivo. O diferimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/diferimento-de-pastagem/">Diferimento de pastagem: o que é, como planejar e por que essa estratégia pode transformar a sua fazenda</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>escassez de forragem</strong> durante a <strong>estação seca</strong> é um dos maiores desafios da<strong> pecuária de corte</strong> no Brasil. Produtores que não planejam o suprimento de volumoso ao longo do ano se veem obrigados a recorrer a suplementações emergenciais, arrendamento de pastagens ou, pior, à comercialização precoce de animais com alto potencial produtivo.</p>
<p>O <strong>diferimento de pastagem</strong> surge como uma resposta técnica, simples e eficiente a esse problema. Trata-se de uma prática de manejo que, quando bem executada, permite <strong>acumular forragem de qualidade</strong> durante o período das águas para utilizá-la estrategicamente nos meses críticos de seca. Mais do que uma técnica isolada, o <strong>diferimento</strong> é uma peça central no planejamento nutricional anual do rebanho.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender o <strong>conceito de diferimento de pastagem</strong>, aprender como planejar e executar essa prática com precisão, conhecer as principais forrageiras indicadas e descobrir como integrar essa estratégia ao calendário produtivo da sua fazenda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que diferimento de pastagem?</h2>
<p>O <strong>diferimento de pastagem</strong> consiste em retirar os animais de determinados piquetes por um período determinado, geralmente entre <strong>60 e 120 dias</strong>, para que a pastagem possa crescer e acumular biomassa sem ser consumida. Esse acúmulo de forragem em pé é chamado de <strong>palhada ou forragem diferida</strong> e será utilizado como alimento do rebanho durante a seca.</p>
<p>O princípio é relativamente simples: as <strong>gramíneas tropicais</strong> crescem vigorosamente durante a estação chuvosa, período em que a oferta de pasto tende a superar a demanda do rebanho. Ao diferir parte das pastagens nessa época de crescimento acelerado, o produtor cria um <strong>estoque forrageiro</strong> garantindo reservas para o período de escassez.</p>
<h3>Vedação e diferimento: conceitos distintos</h3>
<p>Embora os termos sejam frequentemente usados como sinônimos, <strong>vedação</strong> e <strong>diferimento</strong> possuem diferenças conceituais importantes:</p>
<p><strong>Vedação</strong> refere-se ao ato de fechar o piquete, ou seja, impedir o acesso dos animais àquela área por determinado tempo.</p>
<p><strong>Diferimento</strong> é a estratégia de manejo que utiliza a vedação como ferramenta para acumular forragem a ser usada na seca. O diferimento pressupõe um planejamento do momento de fechar, da duração e do momento de abertura dos piquetes.</p>
<p>Na prática, todo diferimento implica vedação, mas nem toda vedação configura um diferimento bem planejado. Um produtor que fecha um piquete por acidente ou por falta de animais suficientes para pastejá-lo não está necessariamente diferindo. O diferimento exige <strong>intencionalidade</strong> e critérios técnicos definidos previamente.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Por que fazer o diferimento de pastagens? Principais objetivos</h2>
<p>Os benefícios do diferimento vão além do simples acúmulo de capim. Quando bem integrado ao sistema de produção, essa prática contribui para múltiplos objetivos:</p>
<ul>
<li>Garantia de <strong>suprimento forrageiro</strong> durante a seca, reduzindo ou eliminando a necessidade de suplementação volumosa cara como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/silagem-de-graos-para-gado-de-corte-guia-completo/">silagem</a> e feno</strong> adquiridos externamente.</li>
<li>Melhora da <a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/"><strong>condição corporal</strong></a> dos animais antes da seca, quando a pastagem ainda está em boa qualidade.</li>
<li><strong>Redução do custo de produção</strong>, substituindo parte dos insumos comprados por forragem produzida na própria fazenda.</li>
<li><strong>Descanso das pastagens</strong>, permitindo recuperação das plantas e manutenção da longevidade do pasto.</li>
<li>Facilidade operacional, já que o pasto diferido não exige infraestrutura de colheita, transporte e armazenamento como o feno ou a silagem.</li>
</ul>
<h2>Como planejar o diferimento de pastagem: passo a passo</h2>
<h3>1. Definir a área a ser diferida</h3>
<p>O primeiro passo é calcular qual percentual da área de pastagens deve ser diferida para atender à demanda do rebanho durante a seca. Essa estimativa leva em conta o número de animais, o período de utilização previsto e a produtividade esperada da forrageira em questão.</p>
<p>Como referência geral, recomenda-se diferir em torno de <strong>20% da área total de pastagens</strong>, mas esse número varia conforme a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> da fazenda, a duração da seca na região e o sistema de suplementação adotado.</p>
<h3>2. Escolher o momento certo para iniciar o diferimento</h3>
<p>A data de início do diferimento é crítica. Diferir cedo demais pode resultar em forragem muito madura e de baixo valor nutritivo no momento de uso. Diferir tarde demais pode não proporcionar acúmulo suficiente de biomassa.</p>
<p>A recomendação técnica mais difundida sugere iniciar o <strong>diferimento entre fevereiro e março no Brasil Central</strong>, quando ainda há chuvas suficientes para garantir o crescimento do pasto, mas o período restante de vegetação ainda permite acumular quantidade significativa de forragem antes da entrada da seca.</p>
<p><strong>Regra prática</strong>: calcule a data ideal de uso do pasto pelo número de dias que deseja vedar. Se você quer usar o pasto diferido em julho, e vai vedar por 90 dias, feche os piquetes em abril.</p>
<h3>3. Selecionar as forrageiras mais adequadas</h3>
<p>Nem todas as gramíneas respondem da mesma forma à prática de diferimento. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">escolha da forrageira</a></strong> influencia diretamente a quantidade e a qualidade da forragem acumulada.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41895" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento.png" alt="Tabela com as principais forrageiras para diferimento de pastagem" width="993" height="442" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento.png 993w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-300x134.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-768x342.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-370x165.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-270x120.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-740x329.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/03/taela-diferimento-150x67.png 150w" sizes="(max-width: 993px) 100vw, 993px" /></p>
<p>Forrageiras com menor relação colmo/folha e maior resistência ao acamamento tendem a apresentar melhor desempenho no diferimento, pois conservam valor nutritivo por mais tempo em pé.</p>
<h3>4. Adubação antes ou durante o diferimento</h3>
<p>A <strong>adubação nitrogenada</strong> realizada antes do fechamento do piquete tem papel fundamental na produção de biomassa. Doses entre <strong>40 e 80 kg de N/ha</strong>, aplicadas no início do período de diferimento, podem aumentar significativamente a quantidade de forragem acumulada.</p>
<p>É importante, contudo, não adubar em excesso com nitrogênio em piquetes que serão diferidos por muito tempo, pois o excesso de crescimento vegetativo pode comprometer a estrutura do pasto e dificultar a entrada dos animais. O equilíbrio entre <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">adubação</a></strong> e duração do diferimento é fundamental.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Manejo durante o período de diferimento</h2>
<p>Diferir o piquete não significa abandoná-lo. Durante o período de diferimento, algumas práticas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">manejo</a></strong> são fundamentais para garantir a qualidade da forragem acumulada:</p>
<ul>
<li><strong>Controle de plantas invasoras</strong>: <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-em-pastagens-controle-e-prevencao/">ervas daninhas</a></strong> e plantas não forrageiras competem com as gramíneas e reduzem a produtividade do pasto. O controle químico ou mecânico deve ser realizado antes ou logo no início do diferimento.</li>
<li><strong>Monitoramento da altura do pasto</strong>: o acompanhamento periódico da altura do capim permite antecipar o momento ideal de abertura e ajustar o planejamento de uso.</li>
<li><strong>Manutenção das cercas</strong>: piquetes diferidos precisam de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-ideal-para-a-propriedade/">cercas</a></strong> em bom estado para evitar que os animais rompam a vedação, comprometendo o acúmulo de forragem.</li>
<li><strong>Avaliação do estande forrageiro</strong>: falhas, clareiras e erosões devem ser identificadas e corrigidas durante o período de descanso.</li>
</ul>
<h3>Altura de abertura dos piquetes</h3>
<p>A abertura dos piquetes diferidos deve ocorrer quando o pasto atingir altura adequada para início de pastejo. Para <strong>braquiárias</strong>, recomenda-se iniciar o pastejo com o capim entre <strong>30 e 50 cm</strong> de altura. Para <strong>panicum</strong>, entre <strong>50 e 80 cm</strong>. Entrar com os animais antes do ponto ideal reduz o tempo de uso; entrar depois pode significar perda excessiva de valor nutritivo.</p>
<h2>Erros comuns no diferimento de pastos</h2>
<p>Mesmo sendo uma prática relativamente simples, o diferimento de pastos apresenta armadilhas que podem comprometer severamente os resultados:</p>
<h3>Diferir piquetes em mau estado de conservação</h3>
<p>Pastagens degradadas, com baixa densidade de plantas e alta infestação de invasoras, não têm capacidade produtiva suficiente para gerar um diferimento de qualidade. Antes de diferir, é preciso garantir que o piquete esteja em boas condições de fertilidade e estande forrageiro.</p>
<h3>Não planejar o calendário de uso</h3>
<p>Muitos produtores fecham os piquetes sem definir com antecedência quando e com quais categorias animais vão utilizá-los. Isso leva a decisões emergenciais que comprometem tanto o desempenho dos animais quanto a longevidade do pasto.</p>
<h3>Tempo de diferimento inadequado</h3>
<p>Períodos de diferimento muito curtos resultam em pouca biomassa acumulada. Períodos excessivamente longos resultam em forragem muito madura, com alta proporção de colmo em relação à folha, baixo teor proteico e digestibilidade reduzida. O tempo ideal varia com a forrageira e a época do ano, mas geralmente fica entre 60 e 120 dias.</p>
<h3>Superpastejo no pós-diferimento</h3>
<p>Abrir os piquetes com lotação muito alta ou manter os animais por tempo excessivo após a abertura pode levar ao superpastejo, degradando o pasto e eliminando o benefício do descanso proporcionado pelo diferimento.</p>
<h2>O diferimento de pastos no contexto do planejamento nutricional anual</h2>
<p>O <strong>diferimento de pastos</strong> não deve ser pensado como uma ação pontual e desconectada do restante do sistema de produção. Para que ela cumpra plenamente seu papel, precisa estar integrada ao <strong>planejamento nutricional anual</strong> do rebanho, que contempla todas as fases do ciclo produtivo.</p>
<p>Um planejamento nutricional completo considera a curva de demanda do rebanho ao longo do ano (gestação, lactação, crescimento, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/terminacao-intensiva-a-pasto-tip/">terminação</a></strong>) e a cruza com a curva de oferta forrageira em cada período. O diferimento entra nesse planejamento como uma estratégia de armazenamento biológico de forragem: ela suaviza o vale de oferta da seca e reduz a dependência de insumos externos.</p>
<p>Quando bem calibrado, o diferimento pode ser combinado com suplementação proteico-energética, silagem de milho ou sorgo e até pastagem irrigada, formando um sistema de suporte nutricional robusto que garante desempenho animal consistente durante todo o ano.</p>
<p>Fazendas que adotam o diferimento de forma sistemática tendem a apresentar <strong>menor <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custo de arroba produzida</a></strong>, maior regularidade no desfrute e melhor aproveitamento das pastagens ao longo dos anos. É uma estratégia de <strong>baixo investimento e alto retorno</strong> quando executada com critério técnico.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>diferimento de pastos</strong> é uma das ferramentas mais acessíveis e eficazes disponíveis ao pecuarista que busca <strong>reduzir custos, garantir a nutrição do rebanho na seca</strong> e aumentar a sustentabilidade do sistema produtivo. Mais do que fechar um piquete, diferir bem é <strong>planejar com antecedência</strong>, escolher as forrageiras certas, manejar com disciplina e integrar essa prática à visão estratégica da fazenda.</p>
<p>Produtores que dominam o uso do diferimento e o integram ao planejamento nutricional anual saem na frente em competitividade: reduzem gastos com suplementação, mantêm os animais em bom escore corporal durante a entressafra e conseguem produzir carne de forma mais previsível e rentável.</p>
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<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adubação de pastagens: como maximizar a produtividade do seu rebanho?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produtividade da pecuária de corte está diretamente relacionada à qualidade e à quantidade de forragem disponível para o rebanho. Em um país como o Brasil, onde <strong>mais de 90% da carne bovina é produzida em sistemas a pasto</strong>, investir na adubação de pastagens deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica.</p>
<p>Pastagens bem nutridas não apenas aumentam a capacidade de suporte da propriedade, mas também melhoram o ganho de peso dos animais, reduzem o ciclo de produção e contribuem para a sustentabilidade do sistema.</p>
<p>Contudo, muitos pecuaristas ainda enfrentam dúvidas sobre <strong>como realizar a adubação de forma eficiente</strong>, quais nutrientes priorizar e como calcular as doses adequadas. Este guia completo foi desenvolvido para esclarecer esses pontos e fornecer um passo a passo prático para transformar suas pastagens em áreas de alta performance.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é adubação de pastagens e por que é essencial?</h2>
<p>A <strong>adubação de pastagens</strong> consiste na aplicação de nutrientes ao solo com o objetivo de corrigir deficiências, melhorar a fertilidade e aumentar a produção de forragem. Diferente do que muitos pensam, não se trata apenas de &#8220;jogar adubo&#8221; na área, mas de um processo técnico que exige planejamento, análise e monitoramento constante.</p>
<h3>Impacto na produtividade animal</h3>
<p>Pastagens bem adubadas apresentam <strong>maior produção de matéria seca</strong>, melhor valor nutricional e maior capacidade de rebrota após o pastejo. Isso se traduz em diversos benefícios significativos para a produção animal.</p>
<p>Pode ocorrer um aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> de 100% ou mais, permitindo que mais animais sejam mantidos na mesma área. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso diário</a></strong> tende a ser superior em 30% a 50%, resultado direto da melhor qualidade forrageira disponível.</p>
<p>Há também uma redução do tempo de abate dos animais, tornando o <strong>ciclo produtivo mais eficiente e econômico</strong>. A menor necessidade de suplementação alimentar representa economia nos custos de produção, uma vez que a pastagem fornece os nutrientes essenciais em quantidade e qualidade adequadas.</p>
<p>Além disso, observa-se um melhor desempenho reprodutivo do rebanho, com impactos positivos na fertilidade e na saúde geral dos animais.</p>
<h3>Relação custo-benefício</h3>
<p>Embora a adubação represente um investimento significativo, os retornos são expressivos. Estudos demonstram que <strong>cada real investido em adubação de pastagens pode gerar retornos de 2 a 4 reais em produção animal</strong>, dependendo do manejo e das condições edafoclimáticas da região.</p>
<h2>Vale a pena adubar pastagens com o preço atual dos insumos?</h2>
<p>Esta é uma pergunta que todo pecuarista faz, especialmente em períodos de alta nos preços dos fertilizantes. A resposta, embora pareça simples, exige análise criteriosa de diversos fatores econômicos e produtivos.</p>
<h3>A matemática da adubação</h3>
<p>Para entender se vale a pena investir em adubação, é fundamental calcular o custo por arroba adicional produzida. Vamos a um exemplo prático:</p>
<p><strong>Cenário sem adubação</strong>:</p>
<ul>
<li>Produção: 6 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 1,0 UA/ha;</li>
</ul>
<p><strong>Cenário com adubação (150 kg N/ha + manutenção P e K)</strong>:</p>
<ul>
<li>Investimento: R$ 1.200/ha/ano;</li>
<li>Produção: 15 arrobas/ha/ano;</li>
<li>Lotação: 2,5 UA/ha;</li>
<li>Produção adicional: 9 arrobas/ha.</li>
</ul>
<p>Custo por arroba adicional: R$ 1.200 ÷ 9 = R$ 133,33/@</p>
<p>Se a arroba está cotada acima desse valor, a adubação se paga. Mas os benefícios vão além da conta simples.</p>
<h3>Benefícios indiretos que pesam na balança</h3>
<p>Ao adubar pastagens, você obtém vantagens que nem sempre aparecem no cálculo imediato:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do ciclo produtivo</strong>: Animais bem alimentados em pasto de qualidade atingem o peso de abate 6 a 12 meses mais cedo, liberando área e reduzindo custos fixos por animal.</li>
<li><strong>Menor necessidade de suplementação</strong>: Pastagens adubadas têm maior valor nutricional, reduzindo a dependência de suplementos proteicos e energéticos, especialmente no período das águas.</li>
<li><strong>Desfrute mais alto</strong>: Com maior capacidade de suporte, você pode trabalhar com taxas de desfrute superiores, aumentando o giro de capital.</li>
<li><strong>Valorização da propriedade</strong>: Áreas com histórico de boa produtividade e pastagens bem formadas têm maior valor de mercado.</li>
<li><strong>Sustentabilidade</strong>: Pastagens produtivas reduzem a pressão por abertura de novas áreas e melhoram a imagem da pecuária.</li>
</ul>
<h3>Estratégias para momentos de insumos caros</h3>
<p>Quando os preços dos fertilizantes estão em alta, considere estas alternativas:</p>
<ul>
<li><strong>Priorização de áreas</strong>: Em vez de adubar toda a propriedade com baixas doses, concentre investimentos em áreas estratégicas (próximas à sede, melhor solo, melhor acesso à água) com doses adequadas.</li>
<li><strong>Uso de formulações econômicas</strong>: Opte por fertilizantes simples em vez de formulados, que geralmente têm custo por unidade de nutriente mais baixo.</li>
<li><strong>Parcelamento inteligente</strong>: Divida as aplicações de nitrogênio em 2-3 vezes para melhorar a eficiência e diluir o investimento ao longo do ano.</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/"><strong>Integração lavoura-pecuária</strong></a>: Aproveite a adubação residual de culturas agrícolas para reduzir custos na fase pastagem.</li>
<li><strong>Compra antecipada</strong>: Adquira fertilizantes na entressafra, quando os preços costumam ser mais competitivos.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Quando NÃO adubar pode sair mais caro</h3>
<p>Deixar de adubar pastagens em momentos de preços altos pode parecer economia, mas frequentemente resulta em:</p>
<ul>
<li>Degradação acelerada das pastagens, exigindo reforma futura (custo muito superior).</li>
<li>Perda de capacidade de suporte, obrigando a venda prematura de animais.</li>
<li>Maior dependência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementos</a></strong>, que também sobem de preço.</li>
<li>Redução do desempenho animal e da rentabilidade por hectare.</li>
<li>Aumento do ciclo produtivo, elevando custos fixos.</li>
</ul>
<h3>O momento certo de investir</h3>
<p>A decisão de adubar deve considerar diversos fatores inter-relacionados. A <strong>relação de troca fertilizante/boi</strong> é um indicador importante: se historicamente é necessário 1,5@ para comprar 1 saco de ureia e a relação subiu para 2,5@, é momento de avaliar alternativas, mas não necessariamente parar de adubar.</p>
<p>O preço de venda da arroba também influencia essa decisão, pois com arroba valorizada, mesmo insumos caros podem viabilizar o investimento. A disponibilidade de forragem na propriedade é outro aspecto importante, já que se a fazenda está no limite da capacidade, não adubar significa perder receita com animais que você poderia estar vendendo.</p>
<p>Por fim, o nível de degradação das pastagens não pode ser ignorado, uma vez que <strong>pastagens já degradadas exigem intervenção urgente</strong>, independente do preço dos insumos.</p>
<p>A verdade é que adubação de pastagens não é despesa, é investimento produtivo. <strong>A questão não é SE adubar, mas COMO adubar de forma mais eficiente e econômica diante do cenário de preços</strong>. Com planejamento, análise técnica e gestão competente, a adubação continua sendo uma das ferramentas mais poderosas para aumentar a rentabilidade da pecuária de corte.</p>
<h2>Análise de solo: o primeiro passo para uma adubação eficiente</h2>
<p>Antes de qualquer aplicação de fertilizantes, é fundamental realizar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>. Esta etapa é decisiva para o sucesso do programa de adubação, pois permite conhecer as características químicas, físicas e, idealmente, biológicas do solo da propriedade.</p>
<h3>Importância da análise</h3>
<p>A análise de solo revela:</p>
<ul>
<li>Níveis de pH e necessidade de calagem;</li>
<li>Teores de nutrientes disponíveis;</li>
<li>Saturação por bases;</li>
<li>Capacidade de troca catiônica (CTC);</li>
<li>Teores de matéria orgânica;</li>
<li>Possíveis problemas de toxicidade (alumínio, por exemplo).</li>
</ul>
<p>Sem essas informações, qualquer recomendação de adubação será apenas um &#8220;chute&#8221;, podendo resultar em desperdício de recursos ou mesmo prejuízos à pastagem.</p>
<h3>Frequência recomendada</h3>
<p>Recomenda-se <strong>realizar análise de solo a cada 2 ou 3 anos</strong> em pastagens já estabelecidas, e anualmente em áreas sob manejo intensivo. Para áreas em formação, a análise deve ser feita antes da implantação e repetida após o primeiro ano.</p>
<h3>Coleta adequada das amostras</h3>
<p>Para garantir resultados confiáveis:</p>
<ul>
<li>Divida a propriedade em talhões homogêneos;</li>
<li>Colete de 15 a 20 subamostras por talhão;</li>
<li>Retire a vegetação superficial antes da coleta;</li>
<li>Colete na profundidade de 0-20 cm;</li>
<li>Misture bem as subamostras e envie cerca de 500g ao laboratório;</li>
<li>Identifique corretamente cada amostra.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Nutrientes essenciais para pastagens: macronutrientes</h2>
<p>As plantas forrageiras necessitam de <strong>17 elementos essenciais</strong> para seu desenvolvimento. Destes, seis são requeridos em maiores quantidades e são chamados de macronutrientes primários e secundários.</p>
<h3>Nitrogênio (N): o motor do crescimento</h3>
<p>O nitrogênio é o <strong>nutriente mais demandado pelas gramíneas forrageiras</strong> e o principal responsável pelo aumento da produção de forragem. Ele participa da formação de proteínas, clorofila e diversos compostos orgânicos.</p>
<p>Além disso, aumenta a produção de matéria seca, intensifica a cor verde das folhas e acelera o rebrote após o pastejo.</p>
<h3>Fósforo (P): essencial para o estabelecimento</h3>
<p>O fósforo é <strong>fundamental para o desenvolvimento radicular</strong>, perfilhamento e estabelecimento das pastagens. A maioria dos solos brasileiros apresenta deficiência natural deste nutriente.</p>
<p>Tem como principais funções: estimula o crescimento das raízes, melhora o perfilhamento, aumenta a resistência a pragas e doenças e é fundamental na transferência de energia (ATP).</p>
<h3>Potássio (K): o regulador de funções</h3>
<p>O potássio atua na <strong>regulação hídrica da planta</strong>, na ativação enzimática e no transporte de açúcares. Sua deficiência é comum em solos arenosos e em áreas sob pastejo intensivo.</p>
<p>Suas principais funções são a regulagem da abertura e fechamento dos estômatos, melhora a resistência ao pisoteio, aumenta a tolerância a estresses e melhora a qualidade nutricional da forragem.</p>
<h3>Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg): além da calagem</h3>
<p>Embora geralmente fornecidos pela calagem, cálcio e magnésio são nutrientes essenciais que participam de diversos processos metabólicos.</p>
<p>O cálcio tem como funções principais o crescimento radicular e o magnésio é um ativador enzimático.</p>
<h3>Enxofre (S): o nutriente esquecido</h3>
<p>O enxofre tem ganhado importância devido ao uso crescente de fertilizantes concentrados que não contêm este elemento.</p>
<p>Tem como principais funções melhorar a eficiência do uso do nitrogênio e aumentar o teor proteico.</p>
<h2>Micronutrientes</h2>
<p>Embora necessários em pequenas quantidades, <strong>os micronutrientes (zinco, boro, cobre, manganês, ferro, molibdênio e cloro)</strong> são essenciais para o metabolismo das plantas.</p>
<h3>Sinais de deficiência</h3>
<ul>
<li>Zinco: redução do crescimento, folhas pequenas;</li>
<li>Boro: morte de gemas apicais, nanismo;</li>
<li>Cobre: folhas cloróticas, baixo perfilhamento;</li>
<li>Manganês: clorose internerval.</li>
</ul>
<p>A aplicação de micronutrientes geralmente é feita via foliar ou incorporada aos fertilizantes granulados, sempre com base na análise de solo e foliar.</p>
<h2>Tipos de adubação de pastagens</h2>
<h3>Adubação de formação</h3>
<p>Realizada <strong>antes ou durante o plantio da pastagem</strong>, visa fornecer os nutrientes necessários para o estabelecimento vigoroso das plantas. Geralmente inclui doses elevadas de fósforo e potássio, além de calcário para correção do pH.</p>
<p>Esse tipo de adubação garante germinação uniforme, promove crescimento radicular profundo e estabelece stand adequado de plantas.</p>
<h3>Adubação de manutenção</h3>
<p>Aplicada anualmente em <strong>pastagens estabelecidas</strong> para repor os nutrientes exportados pelos animais ou perdidos por lixiviação. Foca principalmente em nitrogênio e potássio.</p>
<p>A adubação de manutenção mantém a capacidade produtiva, previne degradação e sustenta a qualidade nutricional.</p>
<h3>Adubação corretiva</h3>
<p>Utilizada para corrigir deficiências específicas identificadas na análise de solo ou visual. Pode incluir aplicação de micronutrientes, calcário ou gesso agrícola.</p>
<h2>Métodos e épocas de aplicação</h2>
<h3>1. Distribuição a lanço</h3>
<p>Método mais comum na pecuária, <strong>utiliza distribuidores mecânicos ou manuais para espalhar o fertilizante uniformemente sobre a área</strong>. É adequado para áreas extensas e relativamente planas.</p>
<p>Tem como vantagens a rapidez na aplicação, o menor custo operacional e equipamentos acessíveis, porém é necessário tomar cuidados com a regulagem do distribuidor e evitar aplicação com vento forte.</p>
<h3>2. Aplicação localizada</h3>
<p>Utilizada principalmente na formação, c<strong>onsiste em aplicar o fertilizante em linhas ou covas</strong>. Reduz a quantidade de produto necessário, mas exige mais mão de obra.</p>
<h3>Melhor período do ano para aplicação</h3>
<p>A época de aplicação deve coincidir com:</p>
<ul>
<li><strong>Início do período chuvoso</strong>: para fertilizantes nitrogenados e potássicos;</li>
<li><strong>Antes do plantio</strong>: para corretivos e fosfatados;</li>
<li><strong>Parcelamento</strong>: dividir a dose de nitrogênio em 2-3 aplicações durante o período das águas.</li>
</ul>
<h2>Cálculo de doses: como determinar a quantidade ideal</h2>
<p>O cálculo da dose de fertilizante deve considerar:</p>
<ol>
<li>Resultado da análise de solo;</li>
<li>Expectativa de produção;</li>
<li>Nível tecnológico da propriedade;</li>
<li>Histórico da área;</li>
<li>Capacidade de investimento.</li>
</ol>
<h3>Exemplo prático de cálculo</h3>
<p>Para aplicar 100 kg de N/ha usando ureia (45% de N):</p>
<p><em>Quantidade de ureia = (100 kg de N / 0,45) = 222 kg de ureia/ha</em></p>
<p><em>Para uma área de 50 hectares: 222 x 50 = 11.100 kg ou 11,1 toneladas de ureia.</em></p>
<h3>Tabela orientativa de adubação de manutenção</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40762" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png" alt="Tabela orientativa para adubação de pastagens" width="826" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens.png 826w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-300x85.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-768x218.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-370x105.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-270x76.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-740x210.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/tabela-orientativa-adubacao-pastagens-150x42.png 150w" sizes="auto, (max-width: 826px) 100vw, 826px" /></p>
<p><em>*Valores orientativos. Sempre considerar a análise de solo.</em></p>
<h2>Fontes de nutrientes: fertilizantes mais utilizados</h2>
<h3>Fertilizantes minerais</h3>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Alta concentração de nutrientes;</li>
<li>Liberação rápida;</li>
<li>Facilidade de aplicação;</li>
<li>Disponibilidade no mercado;</li>
</ul>
<p><strong>Principais opções</strong>:</p>
<ul>
<li>NPK formulados: 20-05-20, 20-00-20, 10-10-10;</li>
<li>Fertilizantes simples: ureia, MAP, cloreto de potássio;</li>
<li>Fertilizantes de liberação lenta: ureia revestida;</li>
</ul>
<h3>Fertilizantes orgânicos</h3>
<p>Estercos, compostos e dejetos podem ser utilizados, especialmente em sistemas integrados.</p>
<p><strong>Vantagens</strong>:</p>
<ul>
<li>Melhoram a estrutura do solo;</li>
<li>Aumentam a matéria orgânica;</li>
<li>Fornecem múltiplos nutrientes;</li>
<li>Ativam a biologia do solo.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns na adubação de pastagens</h2>
<h3>1. Adubar sem análise de solo</h3>
<p>Aplicar fertilizantes sem conhecer as necessidades reais do solo é o erro mais grave e comum. Pode resultar em desperdício de dinheiro ou desequilíbrios nutricionais.</p>
<h3>2. Aplicar doses insuficientes</h3>
<p>Doses muito baixas não geram resposta significativa e representam desperdício. É melhor adubar bem uma área menor do que subdosar toda a propriedade.</p>
<h3>3. Não considerar o clima</h3>
<p>Aplicar nitrogênio antes de um período seco ou na época das secas reduz drasticamente a eficiência do fertilizante.</p>
<h3>4. Esquecer do fósforo</h3>
<p>Focar apenas em nitrogênio sem corrigir deficiências de fósforo limita a resposta da pastagem, especialmente o perfilhamento e o crescimento radicular.</p>
<h3>5. Não ajustar a lotação</h3>
<p>Aumentar a produção de forragem sem ajustar o número de animais desperdiça o potencial da adubação e pode levar à perda de qualidade do pasto.</p>
<h2>Monitoramento dos resultados</h2>
<p>Após iniciar o programa de adubação, é fundamental monitorar os resultados para avaliar o retorno do investimento e fazer ajustes.</p>
<h3>Indicadores de sucesso</h3>
<ul>
<li><strong>Produção de forragem</strong>: medida em kg de MS/ha;</li>
<li><strong>Capacidade de suporte</strong>: UA/ha;</li>
<li><strong>Ganho de peso</strong>: kg/animal/dia e kg/ha/ano;</li>
<li><strong>Taxa de lotação</strong>: animais/ha;</li>
<li><strong>Aspecto visual</strong>: cor, densidade, vigor;</li>
<li><strong>Persistência</strong>: longevidade da pastagem.</li>
</ul>
<h3>Ferramentas de monitoramento</h3>
<ul>
<li>Análise de solo periódica;</li>
<li>Análise foliar (para diagnosticar deficiências);</li>
<li>Pesagem regular dos animais;</li>
<li>Avaliação da altura e massa de forragem;</li>
<li>Registro fotográfico das áreas.</li>
</ul>
<h3>Ajustes necessários</h3>
<p>Com base nos resultados, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Aumentar ou reduzir doses;</li>
<li>Mudar fontes de nutrientes;</li>
<li>Ajustar épocas de aplicação;</li>
<li>Modificar o parcelamento;</li>
<li>Corrigir problemas de manejo (lotação, período de descanso).</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A adubação de pastagens é um investimento estratégico que pode transformar completamente a produtividade e a rentabilidade da pecuária de corte. Quando bem planejada e executada, baseando-se em análise de solo e respeitando as particularidades de cada sistema, a adubação permite intensificar a produção, reduzir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custos por arroba produzida</a></strong> e promover a sustentabilidade da atividade.</p>
<p>Lembre-se: pastagens bem nutridas significam animais bem alimentados, ciclos de produção mais curtos e maior lucratividade para sua propriedade. O conhecimento técnico aliado ao planejamento financeiro é a chave para extrair o máximo potencial produtivo das suas áreas de pastagem.</p>
<p>Invista em conhecimento, busque orientação técnica especializada e faça da adubação de pastagens uma prática regular em sua fazenda. Os resultados aparecerão no cocho, na balança e, principalmente, no seu resultado financeiro.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">Adubação de pastagens: como maximizar a produtividade do seu rebanho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sazonalidade e engorda a pasto: como garantir boa produtividade o ano todo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sazonalidade-e-engorda-a-pasto/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/sazonalidade-e-engorda-a-pasto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=39839</guid>

					<description><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira tem, em sua base, um modelo extensivo e altamente dependente das pastagens. Cerca de 90% da carne bovina produzida no país passa, em alguma etapa, por sistemas de engorda a pasto, segundo dados da Embrapa. Esse modelo é economicamente viável, ambientalmente sustentável e culturalmente consolidado, mas enfrenta um desafio recorrente: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de corte brasileira tem, em sua base, um modelo extensivo e altamente dependente das pastagens. Cerca de <strong>90% da carne bovina produzida no país passa, em alguma etapa, por sistemas de engorda a pasto</strong>, segundo dados da Embrapa. Esse modelo é economicamente viável, ambientalmente sustentável e culturalmente consolidado, mas enfrenta um desafio recorrente: a sazonalidade climática.</p>
<p>Ao longo do ano, variações na disponibilidade e na qualidade da forragem afetam diretamente o desempenho dos animais. Durante o período das águas (primavera e verão), há maior crescimento das pastagens, com boa oferta de proteína e energia. Já na seca (outono e inverno), a escassez de chuvas reduz o volume e o valor nutritivo dos pastos, o que limita o ganho de peso e compromete os resultados da engorda.</p>
<p>Essa oscilação no ambiente produtivo exige estratégias inteligentes de manejo para manter a regularidade no ganho de peso, garantir a previsibilidade no tempo de abate e, principalmente, <strong>otimizar o custo da engorda a pasto</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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<h2>O que é sazonalidade na pecuária e por que ela impacta na engorda a pasto?</h2>
<p>A <strong>sazonalidade</strong>, na pecuária, refere-se às variações cíclicas e previsíveis que ocorrem ao longo do ano em função do clima, especialmente a alternância entre o período chuvoso e o período seco.</p>
<p>No Brasil, esse fenômeno é particularmente relevante, pois grande parte do território nacional possui clima tropical, com estações bem definidas e alto grau de dependência das chuvas para a produção de forragem.</p>
<h3>Como a sazonalidade afeta a base alimentar do gado</h3>
<p>A pastagem é a principal fonte de alimento para o gado de corte em sistemas a pasto. Durante a estação das águas (outubro a março, com variações regionais), o crescimento das forrageiras é intenso, com boa disponibilidade de nutrientes. Já na estação seca (abril a setembro), o desenvolvimento das plantas diminui drasticamente, impactando em três frentes principais:</p>
<ul>
<li><strong>Menor oferta de massa verde</strong>: o pasto cresce menos e, em alguns casos, entra em senescência;</li>
<li><strong>Queda na qualidade nutricional</strong>: há redução nos teores de proteína bruta e digestibilidade da forragem;</li>
<li><strong>Aumento da competição por alimento</strong>: a lotação animal precisa ser ajustada, o que nem sempre é feito a tempo.</li>
</ul>
<h3>Relação entre clima, pasto e desempenho animal</h3>
<p>Estudos mostram que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso médio diário (GMD)</a> pode cair mais de 50% durante o período seco em comparação com o chuvoso</strong>, quando não há estratégias de suplementação ou manejo adequado. Isso se traduz em menor produtividade, maior tempo até o abate e, consequentemente, <strong>aumento do custo de engorda a pasto</strong>.</p>
<p>Além disso, o estresse térmico associado ao calor excessivo e à menor disponibilidade de água pode reduzir a eficiência alimentar dos bovinos, tornando ainda mais crítico o cenário em determinadas regiões.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios da engorda a pasto em períodos críticos</h2>
<p>A engorda de gado de corte a pasto tem seu ponto forte no baixo custo alimentar, mas essa vantagem pode ser comprometida quando os efeitos da sazonalidade não são enfrentados com planejamento técnico e estratégico.</p>
<h3>1. Queda acentuada no desempenho animal</h3>
<p>A limitação da oferta de nutrientes compromete diretamente o <strong>ganho de peso médio diário (GMD)</strong>. Bovinos em engorda a pasto durante a seca podem apresentar GMD inferior a 300 g/dia, enquanto na estação das águas esse número pode superar 800 g/dia, segundo dados da Embrapa Gado de Corte.</p>
<p>Essa queda atrasa o ciclo de produção, reduz a eficiência do sistema e impacta na rentabilidade.</p>
<h3>2. Atraso no tempo de abate</h3>
<p>A soma de baixo GMD e maior tempo para atingir o peso de abate resulta em estagnação no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/">fluxo de caixa</a></strong> do produtor. Animais permanecem mais tempo na fazenda consumindo recursos (água, suplementação, mão de obra) sem retorno imediato, o que compromete o custo de engorda a pasto e o planejamento financeiro do sistema.</p>
<h3>3. Aumento de custos indiretos</h3>
<p>Mesmo em sistemas que priorizam o custo baixo, <strong>a ausência de forragem obriga o uso de estratégias corretivas</strong> (como suplementação de emergência, compra de volumoso ou redução da lotação), que, se não forem planejadas previamente, encarecem o ciclo de produção.</p>
<p>Há também o aumento de gastos com sanidade, já que animais subnutridos tendem a ficar mais suscetíveis a doenças.</p>
<h3>4. Desequilíbrio na taxa de lotação e sobrepastejo</h3>
<p>Quando o pasto disponível não é suficiente para atender à demanda do rebanho, é comum que ocorra <strong>sobrepastejo</strong>, um cenário no qual o gado consome o pasto além da sua capacidade de recuperação.</p>
<p>Isso reduz ainda mais a oferta futura de forragem, compromete a rebrota e prejudica a sustentabilidade do sistema, agravando o efeito da sazonalidade.</p>
<h2>Dados e números que mostram a relevância do tema</h2>
<p>Compreender a dimensão do impacto da sazonalidade na engorda a pasto exige olhar para os números.</p>
<p>Diversos estudos mostram que as flutuações climáticas influenciam diretamente o desempenho animal e a eficiência global dos sistemas de produção a pasto.</p>
<h3>Queda no ganho de peso em função da estação</h3>
<p>Segundo a <strong>Embrapa Gado de Corte</strong>, o ganho de peso médio diário (GMD) de bovinos em sistema de engorda a pasto <strong>varia significativamente entre as estações</strong>:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39841" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso.png" alt="Ganho de peso diário de acordo com o período e a suplementação" width="1002" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso.png 1002w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-300x93.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-768x237.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-370x114.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-270x83.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-740x228.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-ganho-peso-150x46.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1002px) 100vw, 1002px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: Embrapa Gado de Corte</span></p>
<p>Essa diferença mostra o impacto direto da qualidade da pastagem e da necessidade de intervenções nutricionais para manter o desempenho.</p>
<h3>Efeito na taxa de lotação</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> (número de UA/ha) também sofre variação significativa. No período das águas, é comum trabalhar com <strong>1,5 a 2,5 UA/ha em regiões bem manejadas</strong>. Na seca, essa taxa pode cair para <strong>0,5 a 1 UA/ha</strong>, demandando venda antecipada, realocação de animais ou suplementação intensiva.</p>
<p>Essa queda de produtividade da área, se não for prevista, compromete a <strong>eficiência do uso do solo, a capacidade de suporte da fazenda e a rentabilidade geral do sistema.</strong></p>
<h2>Como a suplementação pode corrigir os efeitos da sazonalidade?</h2>
<p>A <strong>suplementação para engorda a pasto</strong> é uma ferramenta estratégica e amplamente consolidada no manejo nutricional do gado de corte. Sua função vai muito além de simplesmente “aumentar o ganho de peso”: ela corrige deficiências nutricionais do pasto, mantém o desempenho dos animais mesmo em épocas críticas e garante a continuidade do ciclo produtivo.</p>
<h3>Por que suplementar?</h3>
<p>Durante o período seco, a pastagem apresenta:</p>
<ul>
<li><strong>Baixo teor de proteína bruta</strong> (inferior a 6% em muitos casos);</li>
<li><strong>Redução da digestibilidade</strong>;</li>
<li><strong>Menor disponibilidade de energia metabolizável</strong>;</li>
<li><strong>Deficiência de minerais essenciais</strong>, como fósforo, enxofre e sódio.</li>
</ul>
<p>Sem a correção desses desequilíbrios, o custo de engorda a pasto aumenta devido ao maior tempo até o abate e ao uso ineficiente da terra e dos recursos disponíveis.</p>
<h3>Tipos de suplementação e quando usar</h3>
<p>A escolha do tipo de suplemento depende do objetivo, do nível nutricional do pasto e da categoria animal. Abaixo, uma visão geral das principais modalidades:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento.png" alt="Tabela tipos de suplemento" width="1054" height="437" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento.png 1054w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-300x124.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-1024x425.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-768x318.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-370x153.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-270x112.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-740x307.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-tipos-suplemento-150x62.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1054px) 100vw, 1054px" /></p>
<h3>Comparativo de desempenho: com e sem suplementação</h3>
<p>Vamos considerar um exemplo médio de desempenho no período seco:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39843" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho.png" alt="Comparativo de desempenho com e sem suplementação na seca" width="1049" height="255" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho.png 1049w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-300x73.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-1024x249.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-768x187.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-370x90.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-270x66.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-740x180.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-desempenho-150x36.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1049px) 100vw, 1049px" /></p>
<p>A suplementação pode reduzir em até 40% o tempo de engorda, otimizando o uso da área, dos recursos e antecipando o retorno financeiro.</p>
<h3>Cuidados ao adotar suplementação</h3>
<p>Apesar de seus benefícios, a suplementação exige planejamento:</p>
<ul>
<li><strong>Cálculo econômico detalhado</strong>: avalie o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-custo-da-arroba-produzida/">custo da arroba produzida</a></strong> com e sem suplemento;</li>
<li><strong>Adequação da estrutura</strong>: cochos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">bebedouros</a></strong>, logística de distribuição;</li>
<li><strong>Monitoramento contínuo</strong>: consumo, desempenho, escore corporal;</li>
<li><strong>Evitar desperdícios</strong>: suplemento mal armazenado ou mal fornecido pode gerar perdas significativas.</li>
</ul>
<p>Quando bem implementada, a suplementação é uma das principais aliadas para driblar os efeitos da sazonalidade, mantendo o <strong>sistema produtivo previsível, eficiente e competitivo</strong>.</p>
<h2>Estratégias para reduzir o custo da engorda a pasto em épocas de baixa</h2>
<p>Minimizar os impactos da sazonalidade exige mais do que <strong>corrigir deficiências nutricionais</strong>. Envolve planejamento forrageiro, gestão de recursos, adaptação do manejo e uso de ferramentas simples, porém estratégicas, que podem reduzir custos e preservar o desempenho do rebanho.</p>
<p>A seguir, abordamos algumas das principais práticas utilizadas por produtores e consultores para garantir rentabilidade mesmo em épocas de escassez.</p>
<h3>1. Planejamento forrageiro: pasto é alimento, e precisa de gestão</h3>
<p>A formação de uma boa reserva forrageira começa ainda durante o período das águas, quando o crescimento da pastagem é acelerado. O ideal é:</p>
<ul>
<li>Monitorar a taxa de crescimento das forrageiras;</li>
<li>Definir lotações de acordo com a capacidade de suporte real da área;</li>
<li>Planejar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">uso rotacionado das pastagens</a></strong>, evitando o sobrepastejo.</li>
</ul>
<p>Segundo a Embrapa, cada 1 hectare de pastagem bem manejada pode produzir até 8 toneladas de matéria seca por ano, enquanto um pasto degradado mal manejado pode cair para menos de 2 toneladas.</p>
<h3>2. Ajuste da lotação animal: menos é mais, em certos momentos</h3>
<p>Durante o período seco, manter a mesma lotação do período das águas pode ser desastroso. A superlotação leva à rápida degradação da pastagem, piora o escore corporal dos animais e, por fim, aumenta o custo da engorda por arroba.</p>
<p>Ajustes recomendados:</p>
<ul>
<li><strong>Reduzir o número de animais</strong> por hectare no início da seca;</li>
<li><strong>Priorizar os lotes</strong> com melhor potencial de retorno (terminação);</li>
<li><strong>Considerar venda antecipada de animais</strong> de menor desempenho.</li>
</ul>
<h3>3. Reserva de pasto e uso de volumoso conservado</h3>
<p>A adoção de estratégias como fenação e silagem pode ser uma saída inteligente e econômica quando bem planejada. Embora tenha custo, a produção de volumoso próprio pode sair mais barata do que depender exclusivamente de suplementos comerciais ou da compra de feno de terceiros.</p>
<p>Opções viáveis:</p>
<ul>
<li><strong>Silagem de capim</strong>: custo por tonelada menor que a de milho em regiões tropicais;</li>
<li><strong>Feno de capim-elefante ou braquiária</strong>: fácil manejo e boa conservação;</li>
<li><strong>Corte e rebrota controlada</strong> de áreas específicas para reserva seca.</li>
</ul>
<h3>4. Gestão financeira integrada ao planejamento produtivo</h3>
<p>Muitas vezes, o produtor enxerga a suplementação ou a conservação de forragem como um custo, quando na verdade são <strong>investimentos em eficiência produtiva</strong>. Integrar a gestão financeira ao planejamento técnico é o que separa sistemas reativos de sistemas sustentáveis.</p>
<p>Boas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Calcular o custo de produção por arroba de forma sazonal</strong>;</li>
<li>Usar indicadores como custo de oportunidade da terra e taxa de lotação real;</li>
<li><strong>Antecipar compras de insumos</strong> ainda no período das águas, aproveitando preços mais baixos.</li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A sazonalidade e engorda a pasto não são desafios passageiros na pecuária de corte, são elementos estruturais do sistema produtivo brasileiro. Ignorá-los compromete resultados. Antecipá-los e planejar soluções é o que separa os sistemas rentáveis daqueles que operam sempre no limite.</p>
<p>Ao longo deste conteúdo, vimos que os efeitos do clima sobre o desempenho animal e o custo de produção são profundos, mas não são incontroláveis. Há <strong>ferramentas viáveis e acessíveis para manter a performance mesmo nas épocas mais críticas do ano</strong>, e elas começam com planejamento.</p>
<p>A importância de um planejamento forrageiro e nutricional nesses períodos reside na necessidade de ajustar a dieta dos animais às alterações na disponibilidade e qualidade da pastagem.</p>
<h3>Checklist de ações por época do ano</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39844" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano.png" alt="Checklist de ações do ano" width="970" height="439" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano.png 970w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-300x136.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-768x348.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-370x167.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-270x122.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-740x335.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-acoes-ano-150x68.png 150w" sizes="auto, (max-width: 970px) 100vw, 970px" /></p>
<p>Em um setor onde margens estão cada vez mais apertadas e o mercado exige regularidade na entrega de carne com qualidade, entender e dominar a sazonalidade não é mais uma vantagem, é uma necessidade estratégica.</p>
<h2>O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
<p>A pecuária de corte moderna exige gestão, estratégia e aplicação prática do conhecimento. Seja você um produtor em busca de mais lucratividade, um sucessor que precisa assumir a fazenda ou um consultor que deseja gerar mais resultados, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> oferece uma formação completa para transformar sua atuação no setor.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Plantas daninhas em pastagens: como identificar, prevenir e controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-em-pastagens-controle-e-prevencao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas daninhas representam um dos maiores entraves para a eficiência da pecuária de corte no Brasil. Embora muitas vezes negligenciadas no planejamento produtivo, essas espécies competem diretamente com as forrageiras por água, luz e nutrientes e espaço, comprometendo não apenas a produtividade das pastagens, mas também os índices zootécnicos dos animais e a rentabilidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>plantas daninhas</strong> representam um dos maiores entraves para a eficiência da pecuária de corte no Brasil. Embora muitas vezes negligenciadas no planejamento produtivo, essas espécies competem diretamente com as forrageiras por água, luz e nutrientes e espaço, <strong>comprometendo não apenas a produtividade das pastagens, mas também os índices zootécnicos dos animais e a rentabilidade do sistema</strong>.</p>
<p>Na prática, a presença de plantas daninhas em pastagens resulta em áreas improdutivas e degradadas, aumento de custos com controle emergencial, e redução significativa na capacidade de suporte do pasto. Para um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/um-projeto-pecuario-de-sucesso-se-inicia-pelo-diagnostico/">projeto pecuário</a></strong> que visa estabilidade, previsibilidade e resultados sustentáveis ao longo do tempo, esse é um fator que simplesmente não pode ser ignorado.</p>
<p>Entender <strong>quais são as principais plantas daninhas que afetam as pastagens</strong>, por que elas surgem, e de que forma podem ser prevenidas ou controladas é um diferencial estratégico para qualquer pecuarista, gerente de fazenda ou consultor técnico.</p>
<p>O conhecimento técnico sobre o tema, aliado a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">práticas de manejo bem orientadas</a></strong>, pode reverter prejuízos e transformar um problema recorrente em uma oportunidade de ganho de eficiência.</p>
<p>Ao longo deste artigo, vamos explorar os aspectos mais importantes sobre esse desafio: <strong>desde conceitos básicos até as estratégias mais modernas e integradas de controle</strong>. Tudo isso com base em dados confiáveis, aplicabilidade prática e foco na realidade de quem vive o dia a dia no campo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Planta invasora x planta daninha: existe diferença?</h2>
<p>Sim. Toda planta daninha pode ser considerada uma planta invasora, mas nem toda planta invasora é daninha. O termo <strong>&#8220;invasora&#8221; se refere à espécie que se instala em um ecossistema de forma não planejada</strong>, muitas vezes sem predadores naturais. Já o termo <strong>&#8220;daninha&#8221; é utilizado especificamente para aquelas que causam prejuízo à produtividade</strong> ou dificultam o manejo da área.</p>
<p>Por exemplo, uma planta nativa pode tornar-se daninha se seu crescimento comprometer o aproveitamento do pasto pela pecuária. Ou seja, o contexto é o que define a classificação.</p>
<h3>O que favorece o surgimento de plantas daninhas?</h3>
<p>Vários fatores contribuem para o aparecimento e a expansão de plantas daninhas em áreas de pastagem:</p>
<ul>
<li><strong>Degradação do solo</strong>: solos compactados, com baixa fertilidade e mal corrigidos favorecem espécies adaptadas a condições adversas.</li>
<li><strong>Falta de rotação ou uso contínuo</strong>: o uso contínuo sem descanso compromete as forrageiras e abre espaço para invasoras.</li>
<li><strong>Deficiências no manejo de pastagem</strong>: baixa densidade de cobertura vegetal e ausência de controle preventivo.</li>
<li><strong>Entrada de sementes no plantio da pastagem com baixo teor de pureza</strong>, por vento, animais ou implementos agrícolas contaminados.</li>
</ul>
<p>A chave para o controle eficaz começa pela compreensão dessas causas. Sem um diagnóstico preciso do que está permitindo o avanço das plantas daninhas, qualquer intervenção corre o risco de ser apenas paliativa.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais desafios associados às plantas daninhas</h2>
<p>A presença de plantas daninhas em pastagens vai muito além de uma questão estética ou pontual. Trata-se de um fator diretamente ligado à <strong>queda de produtividade, aumento de custos e perda de eficiência do sistema pecuário</strong>. Compreender esses desafios é essencial para a tomada de decisões técnicas e gerenciais.</p>
<h3>Redução da disponibilidade de forragem</h3>
<p>As plantas daninhas competem diretamente com as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécies forrageiras</a></strong> por recursos fundamentais como luz, água e nutrientes.</p>
<p>Como muitas dessas invasoras têm crescimento agressivo, acabam se sobrepondo às forrageiras, reduzindo drasticamente a disponibilidade de massa verde com valor nutritivo. Isso impacta diretamente:</p>
<ul>
<li>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> da área (menos animais por hectare),</li>
<li>A <strong>oferta de proteína e energia</strong> para os animais,</li>
<li>O <strong>tempo de pastejo</strong> necessário para manutenção de ganho de peso.</li>
</ul>
<h3>Aumento de custos operacionais</h3>
<p>A infestação por plantas daninhas obriga a adoção de medidas corretivas, que muitas vezes são mais caras do que as ações preventivas. Entre os principais custos envolvidos estão:</p>
<ul>
<li><strong>Compra e aplicação de herbicidas seletivos</strong> (em muitos casos de alto valor por hectare);</li>
<li><strong>Operações mecânicas</strong> (roçagens, gradagens);</li>
<li><strong>Redução do retorno por hectare</strong> devido à menor produtividade da forragem.</li>
</ul>
<p>Além disso, áreas severamente infestadas exigem mais mão de obra e maior frequência de manejo, o que compromete a rentabilidade da operação.</p>
<h3>Impacto na taxa de lotação e desempenho animal</h3>
<p>Um dos reflexos mais graves da presença de plantas daninhas é a <strong>queda no desempenho dos animais</strong>. Quando a disponibilidade ou a qualidade da forragem diminui, os animais:</p>
<ul>
<li>Perdem condição corporal;</li>
<li>Reduzem taxa de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho de peso diário</a></strong>;</li>
<li>Têm menor conversão alimentar.</li>
</ul>
<p>A consequência é clara: menor eficiência zootécnica e econômica do sistema de produção.</p>
<h3>Falta de controle preventivo = custo multiplicado</h3>
<p>Muitos produtores só percebem a gravidade do problema quando ele já compromete áreas inteiras da fazenda.</p>
<p>A ausência de monitoramento constante e de ações preventivas permite que as plantas daninhas se instalem com força. E, <strong>quanto mais avançada a infestação, maior será o custo para recuperação</strong> e mais lenta será a resposta às medidas de manejo.</p>
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<h2>Conheça as principais espécies que ameaçam as pastagens</h2>
<p>Em pastagens destinadas à produção de gado de corte, o maior prejuízo causado pelas plantas daninhas geralmente está relacionado à <strong>competição direta com as forrageiras</strong>. Essas espécies, muitas vezes altamente adaptadas a solos degradados, ocupam rapidamente o espaço, consomem os mesmos nutrientes e dificultam o desenvolvimento da pastagem produtiva.</p>
<p>A seguir, listamos as principais espécies competidoras que afetam negativamente a produtividade das pastagens no Brasil, com foco em características práticas para reconhecimento e controle.</p>
<h3>Plantas daninhas competidoras mais comuns</h3>
<h4>1. Capim-gordura (<i>Melinis minutiflora</i>)</h4>
<p>Espécie exótica muito agressiva, que forma touceiras densas e se alastra rapidamente. Compete intensamente com as gramíneas forrageiras e reduz a qualidade do pasto. Resiste bem ao fogo, o que dificulta o controle.</p>
<h4>2. Capim-navalha (<i>Scleria</i> spp.)</h4>
<p>Encontrado principalmente em áreas úmidas ou mal drenadas. Possui folhas cortantes e forma agrupamentos que limitam o acesso do gado ao pasto desejado. Seu crescimento favorece ambientes mal manejados.</p>
<h4>3. Capim marmelada <i>(Brachiaria plantaginea</i>)</h4>
<p>Apesar de ser do mesmo gênero de algumas forrageiras comerciais, sua presença em excesso é indesejada por apresentar baixo valor nutritivo e comportamento altamente competitivo.</p>
<h4>4. Carrapicho <i>(Cenchrus echinatus)</i></h4>
<p>Além de competir com a pastagem, possui sementes espinhosas que se prendem aos animais, dificultando o pastejo e reduzindo o bem-estar animal. É comum em solos arenosos e áreas degradadas.</p>
<h4>5. Malva-preta <i>(Sida</i> spp.)</h4>
<p>Muito comum em pastagens exploradas de forma contínua. Tem crescimento rápido e elevado poder de ressemeadura, dificultando o controle.</p>
<h4>6. Erva-de-passarinho (<i>Struthanthus</i> spp.)</h4>
<p>Parasita comum em árvores e arbustos das áreas de pastagem que, ao longo do tempo, altera a estrutura do ambiente e favorece o sombreamento, o que prejudica o desenvolvimento das gramíneas forrageiras.</p>
<h3>Características que tornam essas espécies problemáticas</h3>
<ul>
<li><strong>Alta rusticidade e adaptação a solos pobres</strong>: São plantas que se beneficiam da degradação ambiental.</li>
<li><strong>Capacidade de se propagar por sementes e estruturas vegetativas</strong>: Muitas possuem grande produção de sementes viáveis por hectare.</li>
<li><strong>Ausência de controle preventivo favorece a dominância</strong>: Sem monitoramento, essas espécies tomam áreas extensas em poucos ciclos.</li>
</ul>
<p>A identificação precoce e o controle sistemático são a chave para evitar prejuízos expressivos. Uma única planta deixada sem controle pode, em algumas espécies, gerar milhares de sementes viáveis em uma única estação.</p>
<h2>Oportunidades por trás do problema</h2>
<p>Embora as plantas daninhas em pastagens representam um desafio real, seu enfrentamento também abre espaço para <strong>melhorias estruturais, ganhos de produtividade e redução de custos no médio e longo prazo</strong>. Com diagnóstico precoce e planejamento, é possível transformar a gestão do pasto em uma vantagem competitiva.</p>
<h3>Diagnóstico precoce: a chave da eficiência</h3>
<p>Um dos maiores erros no manejo de pastagens é tratar o surgimento de plantas daninhas apenas quando a infestação já está avançada. No entanto, quando há <strong>monitoramento contínuo e diagnóstico precoce</strong>, o custo do controle é muito menor e o impacto sobre a forragem é quase nulo.</p>
<p>Ferramentas simples como checklists de inspeção visual, registros por setor e observação pós-chuva ajudam a identificar focos em estágio inicial, momento ideal para o controle.</p>
<h3>Economia com manejo integrado e preventivo</h3>
<p>O uso de estratégias combinadas de controle, conhecidas como <strong>Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD)</strong>, tem se mostrado mais eficiente e econômico do que o uso exclusivo de herbicidas. Essas estratégias incluem:</p>
<ul>
<li>Uso do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo rotacionado</a></strong> para evitar superpastejo;</li>
<li><strong>Adubação e correção do solo</strong>, que favorecem o vigor das forrageiras e dificultam o avanço das daninhas;</li>
<li>Roçadas pontuais e direcionadas;</li>
<li>Aplicação seletiva de herbicidas somente onde há necessidade.</li>
</ul>
<p>Com esse tipo de abordagem, o produtor:</p>
<ul>
<li>Reduz o custo por hectare no controle químico;</li>
<li>Melhora o aproveitamento do solo;</li>
<li>Aumenta a longevidade da pastagem formada.</li>
</ul>
<h3>Benefícios indiretos e sustentáveis</h3>
<p>Além dos ganhos diretos em produtividade, o bom manejo de plantas daninhas gera benefícios indiretos que se acumulam com o tempo:</p>
<ul>
<li><strong>Menor compactação do solo</strong> (por evitar reforma desnecessária);</li>
<li><strong>Maior controle sobre o calendário nutricional do rebanho</strong>;</li>
<li><strong>Ambiente mais equilibrado e estável</strong> para o crescimento das forrageiras.</li>
</ul>
<h2>Como prevenir e controlar plantas daninhas</h2>
<p>Controlar plantas daninhas em pastagens exige mais do que aplicar herbicidas de forma reativa. É necessário adotar uma abordagem integrada, combinando boas práticas agronômicas, monitoramento e intervenções estratégicas.</p>
<p>A seguir, apresentamos um guia dividido por tipo de manejo, com <strong>foco na prevenção e controle eficaz</strong>.</p>
<h3>Manejo preventivo: fortalecendo a pastagem</h3>
<p>O primeiro passo para reduzir o risco de infestação é criar um ambiente onde a forrageira domine e as condições não favoreçam o desenvolvimento das plantas daninhas.</p>
<p>Boas práticas preventivas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Pastejo rotacionado bem ajustado</strong>: evita o superpastejo e permite o repouso das áreas, preservando a densidade do capim.</li>
<li><strong>Correção e adubação do solo</strong>: solos corrigidos e férteis favorecem o vigor das forrageiras e reduzem o espaço competitivo para invasoras.</li>
<li><strong>Cobertura vegetal densa</strong>: manter o solo sempre coberto com forragem viva ou morta dificulta a emergência de sementes de plantas daninhas.</li>
<li><strong>Controle de tráfego de máquinas e gado</strong>: evita a compactação do solo, que favorece o surgimento de espécies oportunistas.</li>
</ul>
<h3>Manejo mecânico: controle físico em áreas pontuais</h3>
<p>É eficaz principalmente em infestações iniciais ou localizadas. Pode ser feito por:</p>
<ul>
<li>Roçada mecânica seletiva (com roçadeiras ou guadañas);</li>
<li>Capina manual em pontos críticos;</li>
<li>Gradagem leve em áreas de rebrota intensa (com atenção para não expor demais o solo).</li>
</ul>
<h3>Manejo químico: uso racional de herbicidas</h3>
<p>O uso de defensivos deve ser técnico, seletivo e pontual. A escolha do produto dependerá:</p>
<ul>
<li>Da espécie da planta daninha;</li>
<li>Da fase de desenvolvimento (quanto mais jovem, mais sensível);</li>
<li>Da sensibilidade da forrageira (para evitar danos ao pasto).</li>
</ul>
<p>Boas práticas no controle químico:</p>
<ul>
<li>Fazer <strong>aplicações dirigidas</strong> (com bico cônico e pressão baixa);</li>
<li>Respeitar as <strong>condições climáticas</strong> (vento, umidade, temperatura);</li>
<li>Utilizar <strong>profissionais habilitados e equipamentos calibrados</strong>.</li>
</ul>
<h3>O papel do monitoramento contínuo</h3>
<p>Sem acompanhamento, qualquer estratégia de controle perde eficiência. O ideal é que o produtor ou gerente de campo adote uma rotina de inspeção mensal para:</p>
<ul>
<li>Mapear áreas críticas;</li>
<li>Identificar novas espécies invasoras;</li>
<li>Avaliar a resposta das forrageiras após as ações de controle.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A presença de plantas daninhas em pastagens é um problema recorrente e altamente prejudicial para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-o-melhor-sistema-de-producao-para-sua-fazenda-de-gado-de-corte/">sistemas de produção de gado de corte</a></strong>. Mas como vimos ao longo deste artigo, <strong>mais do que um desafio agronômico, trata-se de um sinal de desequilíbrio no manejo da área</strong>, um sintoma que, quando reconhecido a tempo, pode ser revertido com ganhos reais para o sistema produtivo.</p>
<p>A chave está na <strong>antecipação e na integração de práticas</strong>. Identificar precocemente as espécies competidoras, manter a saúde do solo, ajustar a lotação e combinar estratégias de controle são passos fundamentais para proteger a produtividade do pasto e, consequentemente, o desempenho do rebanho.</p>
<p>Mais do que combater as plantas daninhas, o objetivo deve ser <strong>fortalecer o ambiente onde as forrageiras prosperam</strong>, dificultando naturalmente o avanço de espécies invasoras. Essa visão proativa, apoiada por dados, tecnologia e manejo técnico, é o que separa sistemas produtivos frágeis de projetos sustentáveis e eficientes.</p>
<h2>Plantas daninhas são só a ponta do iceberg quando o manejo de pastagens é falho</h2>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<item>
		<title>Percevejo-castanho: veja como identificar e combater infestações</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/percevejo-castanho-como-identificar-e-combater-infestacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por percevejo-castanho (Scaptocoris castanea), uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil. Embora pequeno e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas pecuários cada vez mais intensivos e tecnificados, um fator tem chamado atenção de técnicos e produtores: o aumento da infestação por <strong>percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>)</strong>, uma praga de solo que pode comprometer significativamente a qualidade e a longevidade das pastagens, A base da alimentação dos bovinos em grande parte do Brasil.</p>
<p>Embora pequeno e discreto, o percevejo-castanho <strong>causa danos subterrâneos intensos</strong>, alimentando-se das raízes das forrageiras e provocando amarelamento, redução de vigor, morte de touceiras e, nos casos mais graves, perda total de cobertura vegetal em áreas infestadas.</p>
<p>A infestação pode avançar rapidamente, principalmente em solos arenosos e mal manejados, afetando diretamente o desempenho do rebanho.Em épocas de seca ou transição climática, o problema se agrava. A recuperação das áreas danificadas é lenta e onerosa, exigindo em muitos casos a <strong>renovação completa da pastagem</strong>.</p>
<p>Além disso, o percevejo muitas vezes passa despercebido no início, pois seus danos acontecem abaixo do solo, e os sintomas visíveis na superfície podem ser confundidos com deficiência nutricional, seca ou compactação.</p>
<p>Por isso, entender o comportamento do percevejo-castanho, aprender a identificá-lo corretamente e adotar estratégias de controle e prevenção eficazes é fundamental para manter a produtividade, a longevidade das áreas de pastagem e a saúde econômica do sistema de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como age o percevejo-castanho nas pastagens?</h2>
<p>O percevejo-castanho (<i>Scaptocoris castanea</i>) é uma praga de solo muito <strong>comum em regiões de solo arenoso e com pastagens de baixo vigor</strong>, principalmente no Cerrado brasileiro.</p>
<p>Embora sua atuação seja subterrânea, seus efeitos sobre as plantas são visíveis e severos, afetando diretamente a produtividade e a recuperação das áreas infestadas.</p>
<h3>Comportamento e ciclo de vida</h3>
<p>O percevejo vive praticamente <strong>todo o seu ciclo biológico abaixo da superfície do solo</strong>, dificultando sua detecção precoce. O ciclo pode ser dividido em:</p>
<ul>
<li><strong>Ovos</strong>: depositados no solo;</li>
<li><strong>Ninfas</strong>: passam por cinco instares até atingirem a fase adulta;</li>
<li><strong>Adultos</strong>: continuam a viver no solo e se alimentam das raízes.</li>
</ul>
<p>Em condições favoráveis (clima quente e solo seco), o ciclo pode se completar em até 60 dias, o que permite múltiplas gerações por ano, aumentando o potencial de infestação se não houver controle.</p>
<h3>Danos causados às raízes e estrutura da planta</h3>
<p>O percevejo suga a seiva das raízes e colmos subterrâneos, o que causa:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Colapso dos tecidos condutores</strong> da planta;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Diminuição da absorção de água e nutrientes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Redução do vigor</strong> da touceira;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Necrose das raízes;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Em casos graves, morte total da planta.</li>
</ul>
<p>Esses danos são cumulativos e silenciosos. Quando os sintomas aparecem na parte aérea, a planta já perdeu grande parte da capacidade de recuperação.</p>
<h3>Sintomas visíveis da infestação</h3>
<p>Na superfície, os sinais mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Amarelamento progressivo</strong> das folhas, mesmo com boa adubação;</li>
<li>Manchas irregulares na pastagem, com aparência seca e rala;</li>
<li>Plantas com <strong>folhas finas</strong>, com pouco rebrote após pastejo;</li>
<li><strong>Ausência de resposta ao manejo ou correção de solo</strong>;</li>
<li>Em áreas abertas, touceiras mortas com aspecto de “clareiras”.</li>
</ul>
<p>Ao escavar a região das raízes com uma pá ou enxada, é comum encontrar ninfas e adultos escuros, com corpo achatado e patas anteriores adaptadas para escavação.</p>
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<h3>Espécies forrageiras mais suscetíveis</h3>
<p>Embora o percevejo possa atacar diversas gramíneas, ele é mais frequente em:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/"><i>Brachiaria brizantha</i></a></strong> (especialmente cv. Marandu);</li>
<li><i>Panicum maximum</i> (como cv. Mombaça e Tanzânia), quando em solos frágeis;</li>
<li>Pastagens em áreas de baixa fertilidade e manejo intensivo sem rotação.</li>
</ul>
<h3>Clima e solo: o ambiente ideal para a praga</h3>
<p>O percevejo-castanho se desenvolve melhor em:</p>
<ul>
<li>Sistemas de solo arenoso, com menor retenção de umidade;</li>
<li>Regiões com <strong>períodos prolongados de seca</strong> ou estiagem intermitente;</li>
<li>Temperaturas elevadas, comuns em biomas como o Cerrado.</li>
</ul>
<p>Essas condições dificultam a recuperação natural das pastagens e favorecem a manutenção de colônias no subsolo, protegidas das ações climáticas.</p>
<h3>Manejo inadequado da pastagem</h3>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Pastagens mal manejadas</a></strong> são o cenário ideal para a instalação da praga. Entre os erros mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Superpastejo</strong>: o solo exposto favorece a penetração da luz e o ressecamento, criando o ambiente perfeito para o percevejo;</li>
<li><strong>Ausência de rotação de piquetes</strong>: impede o descanso do pasto e reduz a capacidade de recuperação da forrageira;</li>
<li><strong>Falta de adubação e correção de solo</strong>, que leva à perda de vigor das plantas e favorece o ataque às raízes já enfraquecidas.</li>
</ul>
<h3>Erros comuns no diagnóstico e controle</h3>
<p>Um dos principais agravantes é que, frequentemente, a infestação é diagnosticada tardiamente, porque:</p>
<ul>
<li>Os sintomas na parte aérea são semelhantes a deficiência nutricional ou estresse hídrico;</li>
<li>O percevejo vive no subsolo e não é visível a olho nu em inspeções superficiais;</li>
<li>A equipe de campo muitas vezes não conhece o ciclo ou aparência da praga.</li>
</ul>
<p>Além disso, quando o controle é iniciado de forma empírica ou com produtos ineficazes, há desperdício de recursos e agravamento da infestação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Controle do percevejo-castanho</h2>
<p>Combater o percevejo-castanho exige mais do que aplicação pontual de inseticidas. A estratégia mais eficaz envolve diagnóstico precoce, controle integrado e recuperação do solo e das forrageiras.</p>
<p>Abaixo, você confere as principais abordagens recomendadas por instituições como a Embrapa e universidades agrárias.</p>
<h3>1. Monitoramento e diagnóstico precoce</h3>
<p>O primeiro passo é <strong>confirmar a presença da praga com inspeção direta</strong>:</p>
<ul>
<li>Use uma pá para escavar cerca de 10 a 15 cm nas áreas com sintomas;</li>
<li>Procure por ninfas e adultos, geralmente agrupados perto das raízes;</li>
<li>A densidade superior a 5 percevejos por m² já justifica intervenção imediata.</li>
</ul>
<p><i>Dica prática</i>: realize o monitoramento logo após o período seco, quando os danos se tornam mais visíveis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-38008" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg" alt="Percevejo-castanho" width="1024" height="329" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-768x247.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-370x119.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-740x238.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/06/percevejo-castanho-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Biomip</span></p>
<h3>2. Controle químico: quando e como aplicar</h3>
<p>O controle químico é <strong>indicado apenas após confirmação da infestação</strong>, e deve seguir boas práticas para ser eficaz:</p>
<h4>Produtos recomendados:</h4>
<ul>
<li>Ingredientes ativos como fipronil ou bifentrina têm mostrado boa eficácia no controle da praga.</li>
<li>Devem ser aplicados diretamente no solo (em jato dirigido), com volume suficiente para atingir a zona das raízes.</li>
</ul>
<h4>Boas práticas de aplicação:</h4>
<ul>
<li>Aplique em solo úmido (idealmente após chuva leve ou irrigação);</li>
<li>Faça a aplicação nas horas mais frescas do dia (manhã cedo ou fim da tarde);</li>
<li>Evite aplicar em áreas com solos secos ou compactados, pois isso reduz a penetração do produto.</li>
</ul>
<h3>3. Controle biológico e manejo integrado de pragas (MIP)</h3>
<p>O uso de fungos entomopatogênicos, como <i>Metarhizium anisopliae</i>, tem se mostrado promissor em áreas com infestação crônica:</p>
<ul>
<li>Esses agentes <strong>controlam o percevejo sem agredir o solo</strong> ou a microbiota;</li>
<li>Podem ser aplicados em conjunto com práticas de MIP;</li>
<li>Devem ser aplicados em condições de solo úmido e com cobertura vegetal moderada.</li>
</ul>
<h3>4. Recuperação e renovação da área afetada</h3>
<p>Em áreas com alto grau de infestação, pode ser necessário:</p>
<ul>
<li>Remover a vegetação morta e deixar o solo repousar por alguns dias;</li>
<li>Corrigir acidez e fertilidade do solo;</li>
<li>Replantar forrageiras com cultivares mais resistentes ou adaptadas ao tipo de solo;</li>
<li>Adotar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">sistema de pastejo rotacionado</a></strong> para evitar estresse contínuo sobre as raízes.</li>
</ul>
<p>Pastagens degradadas têm maior chance de reinfestação, restaurar o vigor do solo e da planta é essencial para impedir o retorno da praga.</p>
<h3>5. Importância da saúde das raízes</h3>
<p>Nutrindo a planta, ela produzirá mais raízes e terá mais vigor e ficará mais forte para enfrentar o ataque.</p>
<ul>
<li>A saúde das raízes das forrageiras é fundamental para garantir um bom desenvolvimento da planta;</li>
<li>Quando as raízes são bem nutridas e recebem adubação adequada, tornam-se mais resistentes a ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-pragas-de-pastagens-saiba-como-controlar/">pragas</a></strong>, como o percevejo castanho.</li>
<li>Investir na nutrição das raízes promove a formação de novas raízes, aumentando a capacidade de absorção de água e nutrientes essenciais.</li>
<li>O fortalecimento radicular resulta em plantas mais vigorosas, produtivas e menos suscetíveis às pragas.</li>
</ul>
<h2>Práticas de prevenção e manejo contínuo</h2>
<p>Após controlar uma infestação de percevejo-castanho, o desafio seguinte é impedir que o problema volte a ocorrer, principalmente em áreas com histórico de reincidência.</p>
<p><strong>A prevenção é sempre mais barata e eficiente do que o combate reativo</strong>. A seguir, veja práticas comprovadas para reduzir drasticamente o risco de reinfestações:</p>
<h3>Rotação de pastagens com descanso adequado</h3>
<p>O uso do pastejo rotacionado com períodos de descanso bem definidos:</p>
<ul>
<li>Reduz o estresse nas plantas forrageiras;</li>
<li>Melhora o acúmulo de reservas radiculares;</li>
<li>Cria um ambiente menos favorável para a instalação da praga.</li>
</ul>
<h3>Uso de cultivares mais tolerantes ou adaptadas</h3>
<p>Escolher bem a forrageira é uma das melhores estratégias preventivas:</p>
<ul>
<li>Algumas cultivares de <i>Brachiaria</i> e <i>Panicum</i> apresentam maior tolerância ao percevejo;</li>
<li>Pastagens bem adaptadas ao tipo de solo e clima local sofrem menos estresse, reduzindo o risco de ataque.</li>
</ul>
<h3>Monitoramento sistemático ao longo do ano</h3>
<p>O controle eficiente começa com a rotina de inspeção no campo, mesmo sem sintomas visíveis:</p>
<ul>
<li>Realize escavações periódicas (principalmente após a seca);</li>
<li>Registre áreas com sintomas suspeitos;</li>
<li>Aja rapidamente ao primeiro sinal de infestação.</li>
</ul>
<h3>Capacitação da equipe da fazenda</h3>
<p>É comum que percevejos sejam subestimados ou confundidos com outras causas de perda de vigor. Por isso:</p>
<ul>
<li>Capacite a equipe a identificar a praga em campo;</li>
<li>Estabeleça protocolos claros de observação e comunicação;</li>
<li>Envolva os responsáveis pelo manejo na tomada de decisão rápida.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O percevejo-castanho é uma <strong>praga discreta, mas com grande potencial de prejuízo</strong>. Sua atuação subterrânea compromete as raízes das pastagens, reduz a absorção de nutrientes, provoca falhas na cobertura vegetal e impacta diretamente o ganho de peso dos animais e a rentabilidade da pecuária.</p>
<p>Se sua fazenda apresenta sintomas de perda de vigor no pasto, manchas irregulares, touceiras secando ou ausência de resposta à adubação, investigue o solo. O percevejo-castanho pode estar ali, comprometendo silenciosamente sua produtividade.</p>
<p>A boa notícia é que, com conhecimento, estratégia e ação técnica, é possível eliminar a praga, recuperar as áreas afetadas e fortalecer seu sistema contra novas infestações.</p>
<h2>Controle pragas com mais estratégia e garanta o desempenho do rebanho</h2>
<p data-start="214" data-end="496">O percevejo-castanho é só um dos muitos desafios que podem comprometer a qualidade das pastagens e, consequentemente, a performance do gado de corte. Para manter a produção eficiente o ano todo, é essencial entender a fundo a relação entre nutrição, manejo e sanidade das pastagens.</p>
<p data-start="498" data-end="918">O <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro foi desenvolvido para quem quer dominar os principais fatores que impactam o desempenho animal, aumentar a produtividade por hectare e tomar decisões técnicas com mais segurança.</p>
<p data-start="498" data-end="918">Com aulas online e foco em aplicação prática, você estará mais preparado para enfrentar infestações como a do percevejo-castanho e muitos outros desafios no campo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejo-castanho-como-identificar-e-combater-infestacoes/">Percevejo-castanho: veja como identificar e combater infestações</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entressafra de pastagens: como manter a eficiência nutricional no gado de corte?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/entressafra-de-pastagens-como-manter-a-eficiencia-nutricional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 11:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na pecuária de corte brasileira, o capim não é apenas alimento, é a base de todo o sistema produtivo. Mas, assim como qualquer outro recurso natural, ele é influenciado pelas estações do ano. Com o avanço da seca ou do frio em várias regiões do país, a produtividade das pastagens cai drasticamente. Esse período, conhecido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na pecuária de corte brasileira, o capim não é apenas alimento, é a base de todo o sistema produtivo. Mas, assim como qualquer outro recurso natural, ele é influenciado pelas estações do ano. Com o <strong>avanço da seca ou do frio em várias regiões do país</strong>, a produtividade das pastagens cai drasticamente.</p>
<p>Esse período, conhecido como <strong>entressafra de pastagens</strong>, representa um dos maiores desafios para os produtores que dependem da pastagem como fonte primária de nutrição animal.</p>
<p>A entressafra é caracterizada por uma combinação de fatores: <strong>menor crescimento do capim, queda na qualidade nutricional da forragem e maior competição por recursos dentro do sistema produtivo.</strong> O resultado? Diminuição do ganho de peso dos animais, perda de eficiência alimentar e, em muitos casos, prejuízo econômico direto.</p>
<p>Mesmo sabendo da existência desse período todos os anos, muitos projetos pecuários ainda enfrentam os efeitos da entressafra de forma reativa, e não estratégica. E é justamente essa a diferença entre uma pecuária de risco e uma pecuária com visão de longo prazo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>Os desafios nutricionais enfrentados na entressafra</h2>
<p>Durante a entressafra de pastagens, a natureza impõe um teste à eficiência da pecuária de corte: <strong>como manter o desempenho dos animais</strong> quando a principal fonte de alimento perde volume e qualidade? Sem planejamento, os impactos podem ser severos.</p>
<h3>Redução na disponibilidade de forragem</h3>
<p>Com a diminuição das chuvas e a queda das temperaturas, o crescimento das pastagens desacelera ou simplesmente para. Espécies como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/"><i>Brachiaria</i></a></strong> e <i>Panicum</i> são altamente produtivas na estação das águas, mas têm sua <strong>produção forrageira reduzida em até 70% na seca</strong>, dependendo da região e do tipo de solo.</p>
<p>Esse déficit de massa verde compromete o fornecimento de matéria seca para os animais, principalmente em sistemas que não contam com forragem conservada.</p>
<h3>Queda acentuada na qualidade nutricional</h3>
<p>Além do volume, a qualidade do capim também sofre. Durante a entressafra, a planta entra em senescência (envelhecimento), o que resulta em:</p>
<ul>
<li>Redução no teor de proteína bruta;</li>
<li>Aumento da fibra indigestível (FDN e FDA);</li>
<li>Menor digestibilidade total da forragem.</li>
</ul>
<p>Esses fatores <strong>reduzem o valor nutritivo do pasto</strong>, impactando diretamente o consumo voluntário e o desempenho dos animais.</p>
<h3>Consequências no desempenho animal</h3>
<p>Sem ajustes nutricionais adequados, os reflexos aparecem rapidamente:</p>
<ul>
<li>Redução no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong>;</li>
<li>Comprometimento do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/">escore corporal</a></strong>;</li>
<li>Maior tempo para o abate (no caso de recria e terminação);</li>
<li>Baixa taxa de prenhez das matrizes.</li>
</ul>
<p>Estudos mostram que um boi em recria, <strong>sem suplementação adequada na seca, pode ter seu GMD reduzido para menos de 200 g/dia</strong>, enquanto na época das águas pode ultrapassar 800 g/dia com o mesmo sistema base.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-estrategias-sucesso-transicao-seca-aguas?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-seca-aguas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39794 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png" alt="E-book Estratégias de sucesso para a transição seca-águas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-transicao-seca-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Impacto econômico direto</h3>
<p>Quando não se antecipa à entressafra, o <strong>custo é maior</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Compra emergencial de ração</strong> ou silagem a preços mais altos;</li>
<li><strong>Maior lotação por hectare</strong> sem suporte forrageiro;</li>
<li>Perda de margem na venda de animais mal acabados;</li>
<li>Necessidade de <strong>venda de animais para diminuir a lotação da fazenda</strong>, pois a capacidade de suporte está baixa.</li>
</ul>
<p>Esses gargalos revelam o quanto o planejamento nutricional não é um luxo, mas uma necessidade técnica e financeira.</p>
<h2>Como transformar a entressafra de pastagens em oportunidade?</h2>
<p>Na pecuária, a diferença entre prejuízo e lucro muitas vezes está na capacidade de antecipar o problema e não apenas remediá-lo. A entressafra, apesar de seus riscos, também <strong>pode ser um momento-chave para otimizar recursos</strong>, planejar o futuro do rebanho e ganhar vantagem competitiva.</p>
<h3>A entressafra como aliada da produtividade</h3>
<p>Parece contraditório, mas produtores que se antecipam ao período seco conseguem, inclusive, <strong>aumentar a eficiência do sistema durante a entressafra</strong>. Como?</p>
<ul>
<li>Reduzindo a dependência de compras emergenciais de insumos;</li>
<li>Ajustando a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> do pasto com base em diagnósticos forrageiros;</li>
<li>Incorporando estratégias de suplementação de forma econômica e técnica;</li>
<li>Utilizando o período para recuperar pastagens degradadas ou reformar piquetes.</li>
</ul>
<p>Ou seja: enquanto muitos estão &#8220;apagando incêndios&#8221;, quem se planejou está organizando o ciclo seguinte com calma e controle de custos.</p>
<h3>Custo sob controle, margem preservada</h3>
<p>Ao trabalhar com silagem/pré-secado, pastejo diferido e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-a-pasto-maximize-resultados-na-pecuaria-de-corte/">suplementação</a></strong> ajustada ao perfil do rebanho, o pecuarista consegue manter os ganhos dos animais com menor custo por arroba produzida. O segredo está na antecipação.</p>
<h3>Tecnologias e inteligência nutricional</h3>
<p>Hoje, o acesso a ferramentas de gestão nutricional e planejamento forrageiro é mais acessível do que nunca. Planilhas de projeção de matéria seca, plataformas digitais e apoio técnico especializado ajudam o produtor a tomar decisões baseadas em dados, e não em intuição.</p>
<p>Além disso, a adoção de protocolos claros para cada fase do ano facilita o envolvimento da equipe da fazenda e garante um processo contínuo de melhoria da eficiência zootécnica.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como fazer um planejamento eficiente para a entressafra?</h2>
<p><strong>Planejar a entressafra não é sobre reagir ao pasto seco</strong>, mas sim agir meses antes, prevendo o comportamento da forragem, o consumo do rebanho e os recursos disponíveis. Um bom planejamento permite que a fazenda supere a escassez sem comprometer o desempenho animal nem o fluxo financeiro.</p>
<h3>1. Avaliação e diagnóstico forrageiro</h3>
<p>Antes de definir qualquer estratégia, é necessário entender o que você tem disponível em termos de pastagem. Isso envolve:</p>
<ul>
<li>Medir a <strong>produção de massa seca (MS)</strong> disponível por piquete;</li>
<li>Estimar o consumo diário de MS por categoria animal (em média, 2 a 2,5% do peso vivo);</li>
<li><strong>Estabelecer a capacidade de suporte</strong> da área, especialmente para os meses secos.</li>
</ul>
<h3>2. Definição de metas por categoria animal</h3>
<p>Planeje o que você espera de cada categoria (recria, engorda, matrizes) no período seco. Isso ajuda a definir:</p>
<ul>
<li>A <strong>intensidade da suplementação</strong> necessária;</li>
<li>A viabilidade de manter ou reduzir lotação;</li>
<li>Prioridades de alimentação por grupo (ex: foco em matrizes gestantes).</li>
</ul>
<h3>3. Estratégias de conservação e diferimento</h3>
<p>Entre as alternativas mais usadas para reforçar a oferta de forragem na entressafra, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/por-que-usar-snaplage/">Silagem de milho</a></strong> <strong>ou sorgo</strong>: alta densidade energética e armazenamento seguro.</li>
<li><strong>Silagem de capim</strong>: algumas gramíneas produzem boa oferta de forragem, e podem ser utilizadas para uma silagem de qualidade;</li>
<li><strong>Feno</strong>: útil para dietas de manutenção.</li>
<li><strong>Capineiras</strong>: permitem colheita escalonada.</li>
<li><strong>Pastejo diferido</strong>: técnica de vedação de áreas no final das águas para uso controlado na seca. Pode garantir forragem com <strong>6 a 8% de PB</strong> (dependendo da espécie).</li>
</ul>
<h3>4. Suplementação estratégica</h3>
<p>A suplementação é essencial para:</p>
<ul>
<li>Corrigir a deficiência de proteína da pastagem seca;</li>
<li>Estimular a digestão da fibra;</li>
<li>Garantir ganho de peso ou manutenção.</li>
</ul>
<p>Tipos comuns:</p>
<ul>
<li><strong>Suplemento proteico</strong> (0,1 a 0,3% do peso vivo/dia);</li>
<li><strong>Suplemento proteico-energético;</strong></li>
<li><strong>Sequestro estratégico de parte do rebanho</strong>.</li>
</ul>
<p>O custo-benefício varia conforme o objetivo zootécnico e o custo do kg do suplemento.</p>
<h2>Tendências e inovações no manejo da entressafra</h2>
<p>Se antes a entressafra era <strong>sinônimo de perda</strong>, hoje ela pode ser uma <strong>etapa otimizada com inteligência, tecnologia e integração</strong>. As inovações que vêm sendo adotadas por fazendas de diferentes portes mostram que a pecuária está mais estratégica do que nunca.</p>
<h3>Suplementação de precisão baseada em dados</h3>
<p>A suplementação está se tornando cada vez mais direcionada por informação e análise, e não mais pela média genérica de consumo. Isso inclui:</p>
<ul>
<li>Pesagem frequente de animais com balanças automatizadas;</li>
<li>Cálculo dinâmico de exigências nutricionais com base em peso real, ganho esperado e categoria;</li>
<li>Ajuste do fornecimento em tempo real.</li>
</ul>
<h3>Adoção de aditivos nutricionais e tecnologias de liberação controlada</h3>
<p>A indústria tem avançado no desenvolvimento de aditivos para aumentar a eficiência da dieta, mesmo com forragens de menor qualidade. Entre os destaques:</p>
<ul>
<li>Ureia protegida, que libera nitrogênio de forma mais gradual;</li>
<li>Aditivos que favorecem a digestibilidade da fibra;</li>
<li>Probióticos que ajudam a manter a saúde ruminal e o desempenho.</li>
</ul>
<p>Essas tecnologias permitem melhor aproveitamento das pastagens secas e fibrosas, reduzindo a necessidade de inclusão de ingredientes energéticos caros.</p>
<h3>Integração Lavoura-Pecuária (ILP) como reforço nutricional</h3>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">integração lavoura-pecuária (ILP)</a></strong> tem se consolidado como estratégia poderosa para geração de forragem de alta qualidade, especialmente para o período seco. Após a colheita da soja, muitos produtores têm implantado:</p>
<ul>
<li>Capim (ex: braquiária) consorciado com milho safrinha;</li>
<li>Pastagens em áreas reformadas, com melhor fertilidade e vigor;</li>
<li>Silagem produzida com milho de ILP, reduzindo o custo por tonelada.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>entressafra de pastagens é sim um período desafiador</strong>. Mas, como vimos ao longo deste artigo, também pode ser uma etapa estratégica, desde que encarada com conhecimento, preparo e gestão técnica.</p>
<p>Portanto, se há um recado claro a ser deixado aqui, é este: <i>Não espere a seca começar para pensar na seca.</i></p>
<p>Quem <strong>planeja a entressafra com antecedência</strong> protege o rebanho, a produtividade e o lucro, e ganha controle sobre o futuro do seu projeto pecuário.</p>
<h2>Torne-se referência em nutrição na pecuária de corte!</h2>
<p>Com a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte</strong></a>, você vai aprender na prática a formular dietas que garantem o desempenho dos animais e geram lucro para o produtor.</p>
<p>Além disso, será capaz de montar estratégias nutricionais completas, alinhadas à realidade e aos objetivos da fazenda. Torne-se um profissional completo, dominando técnica e gestão, ganhando destaque no mercado da sua região.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-controle-de-pragas-e-plantas-daninhas-nas-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas. Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho. O que você vai encontrar neste material técnico: Como identificar plantas daninhas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Evite perdas e melhore a produtividade com o controle certo de pragas e plantas daninhas.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book o e-book técnico e descubra como identificar, prevenir e controlar infestações que comprometem a produtividade das suas pastagens e a saúde do seu rebanho.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como identificar plantas daninhas e entender seu ciclo de germinação;</li>
<li>Quais são as causas da infestação e como evitá-las com práticas preventivas;</li>
<li>Quais pragas atacam as pastagens e como elas prejudicam a produtividade;</li>
<li>Métodos de controle: preventivo, cultural, químico e biológico;</li>
<li>Estratégias específicas contra cigarrinhas, percevejo castanho e lagartas.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de gado de corte que enfrentam problemas com invasoras e pragas nas pastagens;</li>
<li>Técnicos que acompanham fazendas de pecuária de corte;</li>
<li>Gestores de propriedade que buscam aumentar a produtividade com baixo custo;</li>
</ul>
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<h2>Melhore o desempenho do rebanho com pastagens mais limpas e nutritivas</h2>
<p>Baixe o e-book gratuitamente e descubra as boas práticas de manejo para aumentar a produtividade, reduzir perdas e proteger seus animais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>E-book Correção do solo e adubação de pastagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais arrobas por hectare começam com um solo bem corrigido e adubado. Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como aplicar calagem, gessagem e adubação de forma estratégica para aumentar a produtividade das suas pastagens e melhorar o desempenho do rebanho. O que você vai encontrar neste material técnico: Como avaliar a fertilidade do solo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais arrobas por hectare começam com um solo bem corrigido e adubado.</p>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como aplicar calagem, gessagem e adubação de forma estratégica para aumentar a produtividade das suas pastagens e melhorar o desempenho do rebanho.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Como avaliar a fertilidade do solo e os fatores que interferem na qualidade da pastagem;</li>
<li>Quando e como aplicar calagem, com passo a passo;</li>
<li>Quais os efeitos e as vantagens da gessagem;</li>
<li>Estratégias de adubação com fertilizantes minerais, orgânicos e por cobertura;</li>
<li>Exemplos práticos de cálculo e cronograma de aplicação ao longo do ano.</li>
</ul>
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<h2>Este e-book é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores que buscam aumentar arrobas por hectare;</li>
<li>Técnicos que atuam em consultorias de solo e manejo de pastagens;</li>
<li>Profissionais do agro interessados em gestão de fertilidade e produtividade;</li>
</ul>
</div>
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<h2>Aumente a produtividade da fazenda com práticas simples, mas eficientes</h2>
<p>Baixe gratuitamente o e-book e aprenda como construir um solo fértil e pastagens nutritivas para um rebanho mais produtivo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-correcao-do-solo-e-adubacao-de-pastagens/">E-book Correção do solo e adubação de pastagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>E-book Amostragem de solo em pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-amostragem-de-solo-em-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 15:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda a fazer uma amostragem de solo eficiente, identificar deficiência nutricionais e tomar decisões mais assertivas para o manejo de pastagens na pecuária de corte. O que você vai encontrar neste material técnico: Quando, onde e como fazer a amostragem do solo da forma correta; Como dividir as áreas da fazenda para uma análise mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprenda a fazer uma amostragem de solo eficiente, identificar deficiência nutricionais e tomar decisões mais assertivas para o manejo de pastagens na pecuária de corte.</p>
<p><strong>O que você vai encontrar neste material técnico:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quando, onde e como fazer a amostragem do solo da forma correta;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Como dividir as áreas da fazenda para uma análise mais precisa;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quais os equipamentos mais recomendados para coleta das amostras;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Passo a passo visual de como fazer a coleta e armazenar corretamente;</li>
<li>Como evitar erros comuns que comprometem a fertilidade da pastagem.</li>
</ul>
<p><strong>Este e-book é ideal para:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Pecuaristas que buscam aumento de produtividade nas pastagens;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Técnicos e consultores que atuam no campo e querem aplicar boas práticas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Estudantes e profissionais do agro em busca de atualização prática;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Gestores que querem melhorar o desempenho do rebanho sem desperdiçar insumos.</li>
</ul>
<p><strong>Conteúdo técnico, validado e aplicável na rotina da fazenda</strong></p>
<p>Este material foi produzido pelos especialistas do Rehagro, com base em práticas reais adotadas por centenas de fazendas em todo o Brasil. A amostragem de solo é uma das principais ferramentas para garantir a fertilidade das áreas de pastagem, e este guia mostra como aplicar a técnica da forma certa — com fotos, orientações passo a passo e cuidados essenciais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Principais pragas de pastagens: saiba como controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 11:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sistemas de pecuária de corte a pasto, o bom desempenho do rebanho depende diretamente da qualidade e disponibilidade da forragem. Dentro desse contexto, um fator muitas vezes subestimado e que pode comprometer severamente a produtividade é a ação de pragas nas pastagens. Diferente das plantas daninhas, que competem com as gramíneas forrageiras por recursos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sistemas de pecuária de corte a pasto, o bom desempenho do rebanho depende diretamente da qualidade e disponibilidade da forragem. Dentro desse contexto, um fator muitas vezes subestimado e que pode comprometer severamente a produtividade é a <strong>ação de pragas nas pastagens</strong>.</p>
<p>Diferente das plantas daninhas, que competem com as gramíneas forrageiras por recursos, as pragas são organismos vivos que se alimentam ou atacam diretamente as plantas, enfraquecendo sua estrutura e capacidade de produção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
<h2>O que caracteriza uma praga em pastagens?</h2>
<p>Pragas de pastagens são, de forma geral, <strong>insetos ou organismos que, ao se alimentar das partes vegetativas das plantas forrageiras, causam danos visíveis ou indiretos</strong>, afetando sua fisiologia, crescimento e valor nutritivo. Os ataques podem ocorrer:</p>
<ul>
<li>Nas raízes (ex: cupins);</li>
<li>Nas folhas e colmos (ex: cigarrinhas e lagartas);</li>
<li>Na seiva da planta (ex: percevejos).</li>
</ul>
<p>Além de danos diretos, muitas pragas também atuam como <strong>vetores de patógenos</strong> (vírus, bactérias ou fungos), o que agrava ainda mais os prejuízos.</p>
<h3>Por que o tema deve ser tratado como prioridade?</h3>
<p>Ignorar ou minimizar a presença de pragas nas pastagens é abrir espaço para uma <strong>queda silenciosa e contínua na eficiência do sistema</strong>. Alguns dos principais motivos para dar atenção imediata ao tema são:</p>
<ul>
<li>Dificuldade de recuperação da pastagem quando o dano se torna avançado;</li>
<li>Aumento dos custos indiretos, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/">suplementação alimentar</a></strong> para compensar a perda de qualidade da forragem;</li>
<li>Impactos no ganho de peso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong> e tempo de terminação dos animais;</li>
<li>Riscos de perda total da cobertura vegetal, exigindo replantio ou reforma da área.</li>
</ul>
<p>Além disso, em muitos casos, o diagnóstico da infestação ocorre tarde demais, pois os sinais iniciais são sutis e exigem olhar técnico e rotina de monitoramento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais pragas de pastagens no brasil</h2>
<p>O Brasil possui extensas áreas de pastagens, com predominância de gramíneas tropicais e subtropicais como as do gêneros <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria</a></strong>, Panicum e Cynodon.</p>
<p>Essas espécies, apesar de adaptadas, <strong>são vulneráveis ao ataque de diversas pragas</strong>, especialmente em sistemas com baixa diversidade, manejo incorreto e ausência de práticas preventivas. A seguir, conheça as principais pragas que impactam a produtividade das forrageiras.</p>
<h3>1. Cupins (<i>Isoptera</i>)</h3>
<p>Os <strong>cupins de solo</strong> são considerados <strong>uma das pragas mais prejudiciais das pastagens brasileiras</strong>, especialmente em áreas de solos arenosos e de cerrado.</p>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Constroem túneis e galerias que danificam o sistema radicular das plantas;</li>
<li>Promovem a morte de touceiras inteiras, reduzindo a densidade da pastagem;</li>
<li>Seu ataque é silencioso, mas com impacto cumulativo e duradouro.</li>
<li>Ataques frequentes na época das águas, quando a planta apresenta um melhor desenvolvimento radicular.</li>
</ul>
<p><strong>Indicadores de infestação:</strong></p>
<ul>
<li>Presença de montículos (murundus) na superfície;</li>
<li>Manchas de falhas no pasto;</li>
<li>Gramíneas facilmente arrancadas com a mão.</li>
</ul>
<h3>2. Cigarrinhas-das-pastagens (<i>Hemiptera: Cercopidae</i>)</h3>
<p>Consideradas a principal praga aérea de pastagens tropicais, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinhas</a></strong> se alimentam da seiva das gramíneas, causando <strong>fitotoxicidade severa</strong>.</p>
<p><strong>Espécies comuns:</strong></p>
<ul>
<li><i>Zulia entreriana;</i></li>
<li><i>Deois flavopicta;</i></li>
<li><i>Notozulia entreriana.</i><i><br />
</i></li>
</ul>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Clorose e necrose das folhas, deixando o pasto com aparência queimada;</li>
<li>Redução drástica do valor nutritivo da forragem;</li>
<li>Diminuição do vigor e da capacidade de rebrota.</li>
</ul>
<p><strong>Condições favoráveis:</strong></p>
<p>Infestações mais intensas ocorrem na transição da estação chuvosa para a seca, quando há alta umidade residual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-37303" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens.jpg" alt="Cigarrinha das pastagens, principal praga de pastagens no Brasil" width="902" height="672" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens.jpg 902w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-768x572.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-740x551.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/04/capa-pragas-pastagens-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 902px) 100vw, 902px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Cigarrinha-das-pastagens.</span></p>
<h3>3. Formigas cortadeiras (<i>Atta spp. e Acromyrmex spp.</i>)</h3>
<p>As formigas cortadeiras são bem conhecidas no meio rural, e sua ação em pastagens <strong>pode comprometer a rebrota e o estabelecimento de novas forrageiras</strong>.</p>
<p><strong>Principais danos:</strong></p>
<ul>
<li>Corte de folhas e brotações novas;</li>
<li>Redução da capacidade de recuperação das plantas após o pastejo;</li>
<li>Dificuldade na implantação de pastagens novas, especialmente em áreas recém <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">reformadas</a></strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Sinais de infestação:</strong></p>
<ul>
<li>Presença de carreiras de folhas cortadas;</li>
<li>Montes de terra solta (formigueiros ativos).</li>
</ul>
<h3>4. Lagartas das pastagens</h3>
<p>São pragas que podem causar sérios danos às áreas cultivadas, especialmente em pastagens. Esses insetos, pertencentes a diversas espécies, alimentam-se das folhas das plantas, comprometendo a saúde e o crescimento das culturas.</p>
<p>A presença dessas lagartas pode resultar em <strong>prejuízos significativos para a produção de forragem</strong>, afetando a alimentação do gado e, consequentemente, a rentabilidade das propriedades rurais.</p>
<p>Os principais danos causados pelas lagartas incluem a <strong>desfolha intensa das plantas</strong>, que pode levar à redução da biomassa disponível para o pastejo. Em casos de infestação severa, a perda da cobertura vegetal pode ser tão acentuada que a regeneração das pastagens se torna difícil.</p>
<p>Os sinais de infestação por lagartas são relativamente fáceis de identificar. Entre os principais indícios, destacam-se a presença de folhas parcialmente consumidas, com bordas irregulares e buracos visíveis.</p>
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<h2>Impactos das pragas na nutrição e no desempenho animal</h2>
<p>Em sistemas de gado de corte onde a alimentação é majoritariamente baseada em pasto, <strong>qualquer fator que comprometa a qualidade ou a disponibilidade da forragem afeta diretamente o desempenho animal</strong>.</p>
<p>As pragas das pastagens, ao atacarem as gramíneas forrageiras, provocam efeitos em cadeia que vão do vigor da planta até o resultado financeiro da arroba produzida.</p>
<h3>Redução da densidade e do vigor das forrageiras</h3>
<p>Pragas como cupins e cigarrinhas reduzem drasticamente a densidade de plantas forrageiras por hectare. Isso significa que:</p>
<ul>
<li>Há menos massa verde disponível para consumo;</li>
<li>A capacidade de suporte da área (UA/ha) diminui;</li>
<li>A necessidade de uso de piquetes extras ou suplementação se antecipa.</li>
</ul>
<p>Com menos plantas vigorosas por área, a recuperação após o pastejo se torna mais lenta, favorecendo ainda mais a degradação do pasto.</p>
<h3>Perda de qualidade nutricional da forragem</h3>
<p>Mesmo que a gramínea permaneça na área, seu <strong>valor nutritivo pode ser fortemente reduzido por ataques de pragas</strong>. Isso se reflete em:</p>
<ul>
<li>Menor teor de proteína bruta (PB) nas folhas;</li>
<li>Redução da digestibilidade e aumento da fibra indigestível;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Aumento da proporção de material morto e fibroso no pasto.</li>
</ul>
<p>Esses fatores influenciam diretamente na eficiência de conversão alimentar do gado e <strong>podem exigir reformulações na dieta</strong>, especialmente durante a seca.</p>
<h3>Impactos diretos no desempenho zootécnico</h3>
<p>A combinação de menor quantidade e pior qualidade do pasto leva a uma série de consequências sobre o rebanho:</p>
<ul>
<li>Queda no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário (GMD)</a></strong> dos animais;</li>
<li>Aumento do ciclo de engorda, postergando o abate;</li>
<li>Redução na taxa de lotação e nos índices de produtividade por hectare;</li>
<li>Custo por arroba produzida mais alto, pois a suplementação precisa ser intensificada.</li>
</ul>
<p>Em situações mais graves, os efeitos ainda podem incluir perda de peso corporal, aumento da mortalidade de bezerros e redução na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-prenhez-na-pecuaria-de-corte/">taxa de prenhez</a></strong> em sistemas de cria.</p>
<h3>O custo oculto: suplementar o que o pasto deveria entregar</h3>
<p>Ao comprometer o pasto, as pragas forçam o produtor a gastar mais com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fabrica-de-racao-para-gado-de-corte-quando-investir-em-uma/">ração</a></strong>, energéticos proteinados ou silagem, especialmente na entressafra.</p>
<p>Ou seja, não realizar o controle das pragas é assumir um custo nutricional extra silencioso, que, somado ao longo do ano, compromete a margem da operação.</p>
<h2>Como identificar as pragas no campo?</h2>
<p>Saber que existem pragas atacando as pastagens é diferente de saber <strong>quais são, onde estão, quanto estão afetando e quando agir</strong>. O diagnóstico eficiente é um processo técnico, que exige observação sistemática, registro e conhecimento básico sobre o comportamento das principais pragas.</p>
<h3>Métodos de reconhecimento visual e amostragens</h3>
<p>A identificação de pragas nas pastagens pode ser feita com métodos simples, mas sistemáticos, como:</p>
<ul>
<li><strong>Inspeção visual direta</strong>: caminhar pela pastagem observando sintomas como folhas comidas, rebrotas deformadas, manchas secas ou coloração alterada;</li>
<li><strong>Levantamento de montículos</strong> (murundus) no caso de cupins;</li>
<li><strong>Coleta de insetos com rede de varredura</strong>, útil para cigarrinhas e percevejos;</li>
<li><strong>Monitoramento noturno</strong>, que pode revelar o ataque de lagartas e grilos.</li>
</ul>
<h3>A importância de registros e acompanhamento periódico</h3>
<p>Um diagnóstico não deve ser um evento isolado. <strong>Registrar e acompanhar a evolução das infestações</strong> permite:</p>
<ul>
<li>Medir a eficácia das medidas de controle;</li>
<li>Identificar áreas recorrentes ou críticas;</li>
<li>Planejar ações antecipadas para os períodos de maior risco.</li>
</ul>
<h2>Estratégias de controle integrado</h2>
<p>O combate eficiente às pragas de pastagens não depende de uma única ação ou produto. O caminho mais eficaz e sustentável é o <strong>Manejo Integrado de Pragas (MIP)</strong>, que consiste em combinar diferentes métodos de controle, com base em diagnóstico, planejamento e monitoramento contínuo.</p>
<p>Essa abordagem aumenta a eficácia, reduz custos no longo prazo e minimiza impactos ambientais.</p>
<h3>1. Controle químico: o uso técnico e responsável de inseticidas</h3>
<p>O controle químico ainda é uma das principais ferramentas para combater pragas, especialmente em infestações severas ou de rápida evolução, como no caso das <strong>cigarrinhas e lagartas.</strong></p>
<p>Boas práticas no uso de defensivos:</p>
<ul>
<li>Escolher produtos <strong>específicos para a praga-alvo</strong>;</li>
<li>Aplicar na <strong>época certa do ciclo da praga</strong>, quando ela está mais vulnerável;</li>
<li>Utilizar <strong>equipamentos calibrados</strong> e aplicar nas condições ideais (sem vento ou sol forte);</li>
<li>Respeitar o período de carência e rotacionar princípios ativos para evitar resistência.</li>
</ul>
<h3>2. Controle biológico: um aliado sustentável e promissor</h3>
<p>Cada vez mais presente em sistemas tecnificados, o <strong>controle biológico</strong> consiste no uso de organismos vivos ou extratos naturais para combater as pragas. Já existem no mercado bioinseticidas e agentes naturais com eficácia comprovada contra algumas pragas de pastagens.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li><strong>Fungos entomopatogênicos</strong> (ex: <i>Metarhizium anisopliae</i>) para controle de cigarrinhas e cupins;</li>
<li><strong>Nematoides entomopatogênicos</strong>, em estudos para manejo de pragas subterrâneas;</li>
<li><strong>Extratos botânicos com efeito repelente ou inseticida</strong>, com menor impacto ambiental.</li>
</ul>
<h3>3. Manejo cultural: fortalecer o pasto para resistir às pragas</h3>
<p>Muitas infestações são consequência direta do <strong>pasto fraco ou degradado</strong>. Melhorar as condições de cultivo das forrageiras é uma forma <strong>preventiva e duradoura de controlar pragas</strong>.</p>
<p><strong>Práticas recomendadas:</strong></p>
<ul>
<li>Adubação de correção e manutenção, com base em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/">análise de solo</a></strong>;</li>
<li>Rotação de piquetes com períodos adequados de descanso e recuperação;</li>
<li>Manutenção da altura de pastejo ideal, respeitando o ponto de entrada e saída;</li>
<li>Sobressemeadura em áreas com falhas ou pouco vigor;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">Escolha de forrageiras</a></strong> mais tolerantes a determinadas pragas.</li>
</ul>
<h2>Inovações tecnológicas no controle de pragas de pastagens</h2>
<p>A evolução das tecnologias no agronegócio tem alcançado também o manejo de pastagens.</p>
<p>Nos últimos anos, surgiram <strong>novas ferramentas e soluções digitais</strong> que ampliam a capacidade de diagnosticar, monitorar e controlar pragas com maior precisão, reduzindo desperdícios e otimizando os resultados zootécnicos.</p>
<p>A seguir, conheça algumas das inovações mais relevantes aplicáveis à realidade da pecuária de corte.</p>
<h3>1. Drones para mapeamento e aplicação localizada</h3>
<p>Os drones têm se tornado aliados poderosos no manejo de pastagens, principalmente em fazendas com grande extensão ou dificuldade de acesso manual.</p>
<p><strong>Aplicações práticas:</strong></p>
<ul>
<li>Mapeamento aéreo georreferenciado, identificando manchas de infestação de cigarrinhas, lagartas ou áreas com reboleiras causadas por cupins;</li>
<li>Monitoramento da eficácia de aplicações químicas ou biológicas;</li>
<li>Aplicação dirigida de inseticidas ou bioinsumos em áreas específicas, reduzindo o custo com produtos e o impacto ambiental.</li>
</ul>
<p><strong>Benefícios:</strong></p>
<ul>
<li>Redução de até 50% no uso de defensivos em comparação com aplicação convencional;</li>
<li>Identificação precoce de falhas ou reinfestações;</li>
<li>Agilidade no diagnóstico em grandes áreas.</li>
</ul>
<h3>2. Sensoriamento remoto e inteligência artificial (IA)</h3>
<p>Tecnologias de satélite combinadas com algoritmos de IA têm sido usadas para <strong>avaliar a saúde da vegetação e detectar anomalias nas pastagens</strong>, que podem indicar a presença de pragas ou estresse hídrico.</p>
<p><strong>Aplicações promissoras:</strong></p>
<ul>
<li>Identificação de áreas com perda de vigor ou coloração alterada;</li>
<li>Geração de mapas de calor que facilitam o direcionamento de ações;</li>
<li>Análise preditiva baseada em histórico climático e dados de solo.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>As pragas de pastagens representam um <strong>risco silencioso, porém altamente impactante para os sistemas de produção</strong> pecuária baseados em forragem.</p>
<p>O ataque de insetos como <strong>cupins, cigarrinhas, lagartas e formigas cortadeiras</strong> compromete a quantidade e a qualidade do pasto, elevando custos de suplementação, reduzindo o desempenho animal e, em muitos casos, provocando a degradação irreversível das áreas.</p>
<p>Mais do que combater um problema pontual, o controle de pragas é uma decisão de <strong>gestão estratégica</strong>, que impacta diretamente o resultado por hectare, a previsibilidade produtiva e a margem da operação pecuária.</p>
<h2 data-start="99" data-end="488">Controle de pragas começa com manejo inteligente das pastagens</h2>
<p class="" data-start="99" data-end="488">As pragas são apenas um dos muitos desafios enfrentados por quem trabalha com pecuária de corte. Para manter a produtividade do pasto e garantir o desempenho do rebanho, é fundamental ir além do controle pontual e adotar uma gestão completa que envolva nutrição, recuperação e uso estratégico das áreas de pastagem.</p>
<p class="" data-start="490" data-end="855">No curso <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>, você aprende como tomar decisões mais eficientes e técnicas para enfrentar desde o ataque de pragas até o manejo nutricional do gado. Tudo com o suporte de professores altamente qualificados e conteúdos aplicáveis à realidade do campo.</p>
<p class="" data-start="857" data-end="1137">Não espere as pragas tomarem conta. Invista no seu conhecimento e esteja preparado para conduzir uma pecuária mais lucrativa e sustentável.</p>
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<p data-start="857" data-end="1137">Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Amostragem do solo em pastagens: como fazer e garantir a produtividade?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/amostragem-do-solo-em-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para garantir a saúde e a produtividade das pastagens e a qualidade do solo, uma das práticas mais importantes é a amostragem do solo. Essa etapa fundamental no manejo de pecuária e cultivo fornece informações cruciais sobre a composição do solo, ajudando a identificar deficiências nutricionais, necessidades de correção e condições ideais para o crescimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para garantir a saúde e a produtividade das pastagens e a qualidade do solo, uma das práticas mais importantes é a <strong>amostragem do solo</strong>.</p>
<p>Essa etapa fundamental no manejo de pecuária e cultivo fornece informações cruciais sobre a composição do solo, ajudando a identificar deficiências nutricionais, necessidades de correção e condições ideais para o crescimento das plantas.</p>
<p>Ao realizar a análise do solo de forma correta, é possível tomar decisões adequadas e precisas sobre adubação, correção e manejo, o que resulta em pastagens mais nutritivas e um gado mais saudável e produtivo.</p>
<p>A seguir, apresentamos um <strong>passo a passo detalhado para coletar e preparar amostras de solo</strong>, garantindo que você obtenha dados precisos e úteis para otimizar sua propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Passo a passo para coleta de solo para análise</h2>
<h3>1. Defina o objetivo da amostragem</h3>
<p>Antes de começar, pense em qual é seu objetivo com a análise do solo. Aqui estão alguns exemplos de alvos comuns:</p>
<ul>
<li>Avaliar a qualidade do solo para implantação de um pasto;</li>
<li>Identificar deficiências nutricionais em um pasto existente;</li>
<li>Verificar a necessidade de correção do solo;</li>
<li>Decidir qual área deve ser <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejada</a></strong> primeiro.</li>
</ul>
<h3>2. Escolha a profundidade da amostra</h3>
<p>A profundidade da retirada da amostra pode variar dependendo do que você precisa. O padrão é analisar as camadas:</p>
<ul>
<li><strong>0-20 cm:</strong> Ideal para obter uma visão geral do solo na camada mais superficial.</li>
<li><strong>20-40 cm:</strong> Para um panorama mais profundo, que pode revelar informações adicionais sobre o solo.</li>
</ul>
<p>Para um começo, faça a análise das duas camadas. Depois, você pode optar por analisar só a camada de 0-20 cm anualmente para acompanhar a evolução.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>3. Divida a área para amostragem</h3>
<p>Se a área a ser amostrada for muito grande ou variar muito em características, divida-a em subáreas para obter uma amostra mais representativa. Considere:</p>
<ul>
<li><strong>Relevo</strong>: Separe áreas de baixa, média e alta elevação, pois o relevo pode influenciar a fertilidade.</li>
<li><strong>Cor do solo</strong>: Diferentes cores podem indicar variações na composição do solo.</li>
<li><strong>Histórico da área</strong>: Áreas que foram intensamente cultivadas podem ter um perfil de nutrientes diferente.</li>
</ul>
<h3>4. Coleta das subamostras</h3>
<p>Para garantir uma amostra representativa, siga estes passos:</p>
<ul>
<li><strong>Escolha os pontos de coleta</strong>: Selecione pelo menos 20 pontos na área de maneira espaçada e uniforme. Faça a coleta em um padrão de zig-zag para cobrir toda a área.</li>
<li><strong>Equipamento</strong>: Utilize um trado ou equipamento adequado para retirada de solo, é importante que esta seja uma quantidade representativa de solo.</li>
</ul>
<h3>5. Preparação e coleta</h3>
<ul>
<li><strong>Limpeza da superfície</strong>: Antes de coletar a amostra, remova qualquer material superficial como vegetação ou detritos. Certifique-se de não remover o solo que será analisado.</li>
<li><strong>Coleta com o equipamento</strong>: Use o equipamento para retirar a amostra do solo. Coloque a amostra em um balde limpo e evite contaminação com outros materiais.</li>
</ul>
<h3>6. Mistura e armazenamento</h3>
<ul>
<li><strong>Mistura</strong>: Misture bem todas as subamostras coletadas no balde para obter uma amostra composta. Isso ajuda a representar toda a área de maneira uniforme.</li>
<li><strong>Armazenamento</strong>: Separe aproximadamente 300 gramas da amostra composta e coloque em um saco limpo. Certifique-se de etiquetar o saco com a data, área amostrada e profundidade.</li>
</ul>
<h3>7. Envio ao laboratório</h3>
<ul>
<li><strong>Prazo de entrega</strong>: Leve a amostra ao laboratório o mais rápido possível, preferencialmente dentro de 24 horas. Isso ajuda a evitar alterações nos componentes do solo.</li>
<li><strong>Secagem se necessário</strong>: Se não puder enviar imediatamente, seque a amostra à sombra em um local livre de poeira e resíduos para manter a integridade da amostra.</li>
</ul>
<h2>Dicas adicionais</h2>
<ul>
<li><strong>Evite locais problemáticos</strong>: Não colete amostras de áreas onde os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/">animais ficam confinados</a></strong>, perto de bebedouros, comedouros ou locais muito úmidos. Também evite proximidades de estradas, construções e trilhas de animais.</li>
<li><strong>Equipamento limpo</strong>: Certifique-se de que o equipamento de coleta esteja limpo e livre de contaminantes como fertilizantes ou produtos de limpeza, que podem interferir nos resultados.</li>
</ul>
<p>A amostragem regular e bem feita do solo é fundamental para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">garantir a fertilidade e a saúde das pastagens</a></strong>. Isso ajuda a otimizar o uso de recursos, melhorar a qualidade dos alimentos produzidos e aumentar a produtividade do sistema.</p>
<h2>Transforme pasto em arroba e aumente o lucro da fazenda</h2>
<p>Grande parte da pecuária de corte no Brasil ainda perde eficiência por não manejar corretamente as pastagens e por adotar estratégias de nutrição sem planejamento.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> mostra, na prática, como aproveitar ao máximo o potencial das forrageiras, planejar a suplementação em cada fase e aumentar o ganho de peso por hectare. É conhecimento aplicado que resulta em mais arrobas produzidas e maior rentabilidade no rebanho.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34495" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli.jpg" alt="Mariana Matioli - Equipe Corte Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/mariana-matioli-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como escolher a melhor espécie forrageira para a sua fazenda?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[forrageira]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para garantir que a forrageira expresse sua característica de perenidade, é essencial escolher uma espécie adaptada ao sistema de produção, ao nível de intensificação, ao solo, e principalmente ao clima. A escolha correta da forrageira impacta diretamente a sustentabilidade e a produtividade da pastagem, influenciando a saúde do rebanho e a rentabilidade do sistema agropecuário. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">Como escolher a melhor espécie forrageira para a sua fazenda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para garantir que a forrageira expresse sua característica de perenidade, é essencial escolher uma espécie adaptada ao sistema de produção, ao nível de intensificação, ao solo, e principalmente ao clima.</p>
<p>A escolha correta da forrageira impacta diretamente a <strong>sustentabilidade e a produtividade da pastagem</strong>, influenciando a saúde do rebanho e a rentabilidade do sistema agropecuário.</p>
<p>Além disso, uma forrageira bem adaptada pode contribuir para a conservação do solo e a resiliência frente às mudanças climáticas. Dessa forma, a seleção criteriosa de espécies forrageiras <strong>é um passo fundamental para a eficiência e a longevidade dos sistemas de produção animal</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Critérios para escolha de espécies forrageiras</h2>
<p>A maior parte das espécies forrageiras utilizadas no Brasil pertence à família das gramíneas (Poaceae). Em menor proporção, algumas espécies da família das leguminosas (Fabaceae) também são empregadas. Este texto foca nas <strong>espécies forrageiras da família das gramíneas tropicais</strong> com hábito de crescimento perene.</p>
<p>O principal fator para o sucesso do estabelecimento e perpetuação de uma espécie forrageira ao longo dos anos é sua adaptação à temperatura, precipitação e solo do meio onde será cultivada. Este deve sempre ser o primeiro critério na escolha da espécie forrageira.</p>
<p>Se a planta for adaptada à região onde a propriedade está localizada, é necessário verificar se ela se encaixa no sistema de produção. Isso inclui aspectos como:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/">Manejo do pastejo</a></strong>;</li>
<li>Manejo do solo;</li>
<li>Categoria e espécie animal;</li>
<li>Produção de matéria seca anual e por estação do ano;</li>
<li>Aceitabilidade pelos animais;</li>
<li>Valor nutricional;</li>
<li>Tolerância a pragas e doenças.</li>
</ul>
<p>Todos esses aspectos devem ser considerados na escolha da espécie forrageira, sendo que cada um deles é um critério excludente. Ou seja, se algum desses critérios não for atendido, a espécie não será indicada.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-amostragem-solo-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-amostragem-de-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39629 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png" alt="E-book Amostragem de solo em pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-amostragem-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Passo a passo para a escolha</h2>
<h3>1º passo &#8211; Verificar índices climáticos</h3>
<p>Pesquise os índices de precipitação e temperatura média da região em que a fazenda se encontra.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-33510" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico.jpg" alt="Gráfico com o índice pluviométrico de uma região do Brasil" width="600" height="353" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-300x177.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-370x218.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-270x159.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/07/grafico-indice-pluviometrico-150x88.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Climatempo</span></p>
<p>De acordo com o Catálogo de Plantas Forrageiras da Embrapa, uma espécie que se adapta bem às condições de precipitação e temperatura mencionadas no gráfico acima é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">Brachiaria brizantha</a></strong> cv. Xaraés (agora reclassificada sob o gênero Urochloa). Esta forrageira é conhecida por sua alta produtividade, excelente valor nutricional e boa resistência ao pisoteio.</p>
<p>Além da Urochloa brizantha cv. Xaraés, outras forrageiras que podem ser consideradas para diferentes condições e sistemas de produção incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Urochloa decumbens (Brachiaria decumbens):</strong> Conhecida como braquiária-capim, é uma forrageira adaptada a solos de baixa fertilidade e apresenta boa resistência à seca. No entanto, também é suscetível a ataques de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">cigarrinhas-das-pastagens</a></strong>.</li>
<li><strong>Panicum maximum cv. Mombaça:</strong> Esta forrageira é conhecida por seu alto rendimento de biomassa e excelente valor nutricional. É bem adaptada a solos férteis e bem drenados, mas requer bom manejo de fertilidade e pastejo.</li>
<li><strong>Urochloa ruziziensis (Brachiaria ruziziensis):</strong> É uma opção interessante para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">integração lavoura-pecuária</a></strong>, devido ao seu rápido estabelecimento e bom valor nutricional. Contudo, também é suscetível a cigarrinhas.</li>
<li><strong>Cynodon spp. (Capim-estrela e <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">Tifton</a>):</strong> Forrageiras de alta qualidade nutricional, muito utilizadas em sistemas de pastejo rotacionado e bem adaptadas a solos bem drenados e de alta fertilidade.</li>
</ul>
<p>É essencial considerar <strong>estratégias de manejo integrado de pragas</strong> e monitoramento constante para prevenir possíveis infestações. Além disso, a escolha de espécies forrageiras deve sempre levar em conta a resistência a pragas e doenças locais, garantindo assim a sustentabilidade e a longevidade das pastagens.</p>
<h3>2º Passo – Análise de Solo</h3>
<p>A <strong>análise de solo</strong> deve ser realizada antes do plantio, sendo essencial para identificar possíveis deficiências de nutrientes no solo.</p>
<h3>3º Passo – Identificação de Outros Fatores Limitantes</h3>
<p>Como mencionado anteriormente, diversos fatores devem ser observados antes da escolha da espécie forrageira.</p>
<p>Avalie cada um deles e verifique se não haverá nenhum fator limitante, como a aceitabilidade pelos animais, a tolerância a encharcamento do solo, entre outros.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A escolha da espécie forrageira deve ser feita de maneira extremamente criteriosa, levando em consideração todas as variáveis que impactam a produção. Uma vez plantada, a área de pastagem deve se perpetuar por tempo indefinido.</p>
<p>A longevidade das áreas de pastagem está diretamente ligada à espécie forrageira plantada, mas também depende de outros fatores, como o manejo do pastejo, a fertilidade do solo e outros aspectos. Escolher uma forrageira adaptada à região onde a fazenda está localizada é o primeiro passo essencial para garantir o sucesso a longo prazo.</p>
<h2 data-start="204" data-end="298">Escolher a forrageira certa é só o começo &#8211; saiba como manejar para colher resultados reais</h2>
<p data-start="300" data-end="573">A escolha da espécie forrageira ideal depende de clima, solo, tipo de animal, sistema de produção e objetivos da fazenda. Mas, mais do que escolher bem, é preciso saber manejar essa forragem com técnica e estratégia para que ela entregue todo o seu potencial produtivo.</p>
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<p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 13px;">Pereira, Antonio Vander. Catálogo de forrageiras recomendadas pela Embrapa / Antonio Vander Pereira &#8230; [et al.]. – Brasília, DF : Embrapa, 2016.</span></li>
</ul>
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		<title>Manejo de pastagens: como evitar os principais erros e como corrigi-los?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/erros-no-manejo-de-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 11:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental. Neste artigo, vamos explorar detalhadamente os custos de um manejo inadequado das pastagens e como práticas corretas podem melhorar a produção de carne por área, maximizar lucros e minimizar o impacto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar detalhadamente os <strong>custos de um</strong> <strong>manejo inadequado das pastagens</strong> e como práticas corretas podem melhorar a produção de carne por área, maximizar lucros e minimizar o impacto ambiental.</p>
<p>Através de uma análise completa e especializada, vamos entender as diferentes variáveis envolvidas e a importância de cada uma delas para a sustentabilidade e rentabilidade do negócio agropecuário.</p>
<p>O manejo de pasto é uma ciência que envolve entender profundamente o crescimento das plantas, o comportamento dos animais e as práticas agronômicas que garantem a máxima produtividade e sustentabilidade. Qualquer desvio nessa complexa equação pode resultar em perdas significativas.</p>
<p>Nesse sentido, vamos abordar todos os aspectos envolvidos, desde a altura ideal do capim até a importância da adubação, passando pelos diferentes sistemas de pastejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O custo dos erros no manejo do pasto</h2>
<p>Quando falamos sobre o custo dos erros no manejo do pasto, estamos nos referindo a uma gama de variáveis que influenciam diretamente a produção e os custos operacionais. Essas variáveis incluem:</p>
<h3>Peso de abate dos animais</h3>
<p>A eficiência do manejo de pastagens afeta diretamente o ganho de peso dos animais, um fator essencial para determinar o tempo necessário para o abate e, consequentemente, o retorno financeiro do produtor.</p>
<p>Quando o <strong>manejo é inadequado</strong>, os animais podem não ganhar peso de maneira eficiente, resultando em períodos mais longos de engorda. Isso não apenas retarda o <a href="https://rehagro.com.br/blog/a-importancia-do-fluxo-de-caixa-nas-propriedades-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fluxo de caixa</strong></a> do produtor, mas também aumenta os custos operacionais, como alimentação e cuidados veterinários.</p>
<p>Animais bem manejados em pastagens corretamente geridas têm acesso a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forragem</a></strong> de alta qualidade, o que se traduz em uma maior conversão de nutrientes em massa corporal.</p>
<p>Capins manejados em alturas ideais permitem que os animais obtenham uma alimentação balanceada e nutritiva, maximizando o ganho de peso diário.</p>
<p>Em contraste, pastagens mal manejadas, seja por superpastejo ou subpastejo, podem resultar em forragem de baixa qualidade, com menos nutrientes disponíveis e, portanto, menor ganho de peso.</p>
<p>Este impacto é amplificado quando se considera a escala de uma operação de grande porte, onde pequenas diferenças no ganho de peso podem resultar em grandes variações na produção total e nos <a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lucros anuais</strong></a>.</p>
<h3>Sistema de pastejo</h3>
<p>Diferentes sistemas de pastejo, como o contínuo, rotacionado ou Voisin, desempenham papéis críticos na recuperação das pastagens e na lotação de animais por hectare.</p>
<p>O sistema contínuo envolve manter os animais na mesma área de pastagem durante todo o ano, o que pode resultar em degradação do solo e das plantas se não for gerido cuidadosamente.</p>
<p>Em contraste, o pastejo rotacionado e o sistema Voisin, também conhecido como <strong>pastejo racional Voisin (PRV)</strong>, envolvem mover os animais entre diferentes áreas de pastagem, permitindo que as plantas se recuperem entre os períodos de pastejo.</p>
<p>O <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pastejo rotacionado</strong></a> é eficaz para manter a pastagem em ótimas condições de crescimento, pois cada área de pastagem recebe um período de descanso, durante o qual as plantas podem regenerar suas reservas de nutrientes. Isso resulta em uma forragem de maior qualidade e uma capacidade de carga mais sustentável a longo prazo.</p>
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<p>O sistema Voisin, por sua vez, enfatiza a importância de períodos de descanso variáveis, ajustados de acordo com as condições climáticas e de crescimento das plantas. Este sistema é particularmente eficaz em otimizar a relação entre o crescimento da planta e o consumo pelos animais, maximizando a produção de biomassa e o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Cada sistema tem suas próprias vantagens e desvantagens, e <strong>a escolha do sistema mais adequado depende das condições específicas da propriedade</strong>, incluindo o tipo de solo, a disponibilidade de água, a topografia e os objetivos de produção do produtor.</p>
<p>Um manejo adequado que leva em conta esses fatores pode significar a diferença entre uma pastagem sustentável e produtiva e uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">área degradada</a></strong> e de baixo rendimento.</p>
<h2>Como realizar o manejo correto das pastagens?</h2>
<p>O manejo correto das pastagens visa maximizar a produção de carne por área com o menor impacto ambiental possível. Isso significa manter as pastagens em um estado ideal de crescimento, <strong>evitando tanto o superpastejo quanto o subpastejo.</strong></p>
<p>Vejamos alguns princípios básicos:</p>
<h3>Alturas máximas e mínimas para cada cultivar</h3>
<p>Cada tipo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">capim</a></strong> possui características específicas que determinam sua altura ideal para pastejo, e é fundamental respeitar esses parâmetros para garantir a saúde e a produtividade da pastagem.</p>
<p>A altura ideal varia conforme a cultivar, influenciando diretamente a capacidade de regeneração das plantas e a qualidade da forragem disponível para os animais.</p>
<p><strong>Por que a altura é importante?</strong></p>
<p>Manter o capim dentro das alturas máximas e mínimas recomendadas assegura que a planta possa se recuperar após o pastejo. <strong>Quando a pastagem é mantida na altura ideal, a fotossíntese é otimizada, permitindo que a planta produza energia suficiente para o crescimento e a recuperação. </strong></p>
<p>Se o capim é pastejado muito baixo, as reservas de energia na raiz são esgotadas, retardando a recuperação e reduzindo a produção de biomassa. Por outro lado, se o capim é deixado crescer demais, pode se tornar fibroso e menos nutritivo para os animais, além de aumentar a competição por luz, água e nutrientes.</p>
<h3>Adubação das pastagens</h3>
<p>A adubação das pastagens é um componente essencial para manter a produtividade e a sustentabilidade das áreas de pastagem. Repor os nutrientes retirados do solo pelo capim e consumidos pelos animais é vital para garantir que a pastagem continue a produzir forragem de alta qualidade.</p>
<p>Sem a adubação adequada, <strong>a fertilidade do solo</strong> diminui ao longo do tempo, resultando em uma produção de biomassa reduzida e, eventualmente, em uma pastagem degradada.</p>
<h4>Importância da adubação</h4>
<p>Os nutrientes essenciais, como nitrogênio, fósforo e potássio, são continuamente extraídos do solo pelas plantas e precisam ser repostos para manter a produtividade.</p>
<p>O nitrogênio, por exemplo, é importante para o crescimento vegetativo e para a produção de proteína na forragem, que é fundamental para o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Já o fósforo é importante para o desenvolvimento das raízes e para a formação de sementes, enquanto o potássio ajuda a regular o uso de água pelas plantas e a resistência a doenças.</p>
<h4>Efeitos da falta de adubação</h4>
<p>Sem a adubação adequada, o solo gradualmente perde sua fertilidade. Isso resulta em uma menor produção de biomassa, o que significa menos forragem disponível para os animais.</p>
<p>A <strong>falta de nutrientes também pode levar ao crescimento de plantas invasoras</strong>, que competem com as espécies de capim desejadas por recursos e espaço.</p>
<p>Em longo prazo, a falta de adubação pode levar à degradação do solo, tornando-o menos capaz de suportar a produção de pastagem e, consequentemente, reduzindo a capacidade de carga da propriedade.</p>
<h4>Estratégias de adubação</h4>
<p>A <strong>aplicação de fertilizantes</strong> deve ser baseada em análises de solo regulares, que fornecem informações precisas sobre os níveis de nutrientes e as necessidades específicas da pastagem.</p>
<p>A adubação balanceada, que considera as necessidades das plantas e as condições do solo, é essencial para maximizar a produção de biomassa e melhorar a qualidade da forragem. Além disso, práticas como a rotação de pastagens e o uso de leguminosas podem ajudar a melhorar a fertilidade do solo de maneira sustentável.</p>
<h4>Adubação de manutenção</h4>
<p>A adubação de manutenção é uma prática contínua que visa repor os nutrientes removidos pelas plantas e pelos animais. Essa prática é essencial para manter a produtividade a longo prazo e evitar a degradação do solo.</p>
<p>A escolha dos fertilizantes e a frequência de aplicação devem ser ajustadas de acordo com as condições específicas da propriedade e as recomendações das análises de solo.</p>
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<h2>Exemplos práticos e cálculos</h2>
<p>Para entender melhor a importância de um manejo adequado das pastagens, vamos analisar alguns exemplos práticos baseados em estudos da <strong><a href="https://www.embrapa.br/">Embrapa</a></strong>.</p>
<p>Esses exemplos demonstram como diferentes alturas de manejo do <a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener"><strong>capim-marandu</strong></a> afetam a produção de carne por hectare ao ano, a <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>lotação de animais</strong></a> e o ganho de peso diário dos novilhos.</p>
<h3>Capim-marandu superpastejado</h3>
<p>No cenário de <strong>superpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma <strong>altura de aproximadamente 15 cm</strong>. Nesta condição, a pastagem suporta uma lotação de 3,2 unidades animais (UA) por hectare, com os novilhos ganhando em média 560 gramas por cabeça por dia.</p>
<p>Apesar da alta lotação, o ganho individual de peso é relativamente baixo devido ao estresse causado às plantas e à baixa disponibilidade de forragem de qualidade. Como resultado, a produção anual de peso vivo é de 428 kg por hectare.</p>
<p>Este exemplo destaca que, embora a lotação seja alta, o superpastejo pode comprometer a saúde das plantas e a eficiência do ganho de peso dos animais.</p>
<h3>Pastejo correto</h3>
<p>Ao adotar <strong>práticas de manejo correto</strong>, mantendo o capim-marandu próximo de <strong>30 cm</strong> durante todo o ano, a lotação diminui para 2,8 UA por hectare.</p>
<p>No entanto, o ganho diário de peso por novilho aumenta significativamente para 760 gramas por cabeça. Esta melhoria no ganho de peso individual resulta em uma produção anual de 485 kg de peso vivo por hectare.</p>
<p>Este exemplo demonstra que, embora a lotação seja um pouco menor, o pastejo correto maximiza a eficiência do ganho de peso dos animais e, consequentemente, aumenta a produção total de carne.</p>
<p>Além disso, o manejo adequado das pastagens contribui para a saúde e a longevidade das plantas, garantindo uma produção sustentável.</p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p>No caso do <strong>subpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma <strong>altura de aproximadamente 45 cm</strong>. Esta prática reduz a lotação para 2,0 UA por hectare, e o ganho de peso dos novilhos diminui para 730 gramas por cabeça por dia. A produção anual de peso vivo cai para 344 kg por hectare.</p>
<p>O subpastejo resulta em um excesso de biomassa, onde o capim se torna fibroso e menos nutritivo, afetando negativamente o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Além disso, a menor lotação contribui para uma menor eficiência de uso da pastagem, resultando em uma produção total de carne reduzida.</p>
<p>Este exemplo evidencia que tanto o superpastejo quanto o subpastejo podem ter impactos negativos significativos na produção e na eficiência do manejo das pastagens.</p>
<h2>Comparação de custos</h2>
<p>A receita líquida anual varia significativamente entre os diferentes manejos de pastagem, refletindo a importância de práticas adequadas para maximizar a rentabilidade.</p>
<p>Vamos detalhar os valores e entender os impactos financeiros de cada manejo.</p>
<ul>
<li><strong>Pastejo correto:</strong> o manejo adequado das pastagens, mantendo a altura ideal do capim, gera uma receita líquida anual de R$ 4.425,00 por hectare. Esse valor é alcançado ao maximizar o ganho de peso dos animais e a produção de carne por área, enquanto se minimizam os custos de recuperação do solo e a necessidade de intervenções corretivas. Inclui custos de produção como adubação, depreciação de instalações e máquinas, mão de obra, taxas e insumos (medicamentos e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">suplementos minerais</a></strong>).</li>
<li><strong>Superpastejo:</strong> no superpastejo, onde a pastagem é mantida abaixo da altura ideal, a receita líquida cai para R$ 3.280,00 por hectare. O estresse nas plantas reduz a qualidade da forragem e a eficiência do ganho de peso dos animais, aumentando os custos operacionais devido à maior necessidade de insumos corretivos e manutenção.</li>
<li><strong>Subpastejo:</strong> o subpastejo, com a pastagem acima da altura ideal, resulta em uma receita líquida anual de R$ 3.014,00 por hectare. A forragem fibrosa e menos nutritiva reduz a eficiência alimentar e o ganho de peso dos animais, além de levar ao subaproveitamento da área produtiva e aumentar os custos de manutenção para corrigir o excesso de biomassa.</li>
</ul>
<h2>Impacto financeiro com erros no manejo</h2>
<p>Erros no manejo das pastagens podem resultar em prejuízos significativos, impactando diretamente a rentabilidade da produção pecuária.</p>
<h3>Pasto rapado</h3>
<p>Manter o pasto rapado, ou superpastejado, pode causar um prejuízo de mais de R$ 1.000 por hectare por ano. Em uma propriedade de 500 hectares, isso representa uma perda anual de mais de R$ 570.000.</p>
<p>O superpastejo compromete a saúde das plantas, reduzindo a produção de forragem e o ganho de peso dos animais, aumentando os custos operacionais.</p>
<h3>Pasto alto e mal Manejado</h3>
<p>Um pasto alto e mal manejado, ou subpastejado, pode resultar em perdas de até R$ 1.500 por hectare por ano. Para uma propriedade de 500 hectares, o prejuízo anual pode chegar a R$ 700.000.</p>
<p>A forragem fibrosa e menos nutritiva reduz a eficiência alimentar e a produção de carne, além de aumentar os custos de manutenção.</p>
<h2>Adubação e seus efeitos</h2>
<p>A ausência de adubação anual de manutenção reduz os custos de produção para R$ 1,50 por cabeça por ano.</p>
<p>No entanto, essa economia inicial resulta em uma queda significativa na lotação e produtividade das pastagens, impactando negativamente a rentabilidade.</p>
<ul>
<li><strong>Subpastejo:</strong> sem adubação, o subpastejo pode resultar em uma perda de R$ 2.820,00 por hectare por ano.</li>
<li><strong>Superpastejo:</strong> no superpastejo, a falta de adubação pode levar a uma perda de R$ 2.560,00 por hectare por ano.</li>
</ul>
<p>Em uma propriedade de 500 hectares, a falta de adubação adequada pode causar um prejuízo anual de quase R$ 1,3 milhão. Esses valores refletem os impactos combinados da redução na qualidade da forragem e na eficiência alimentar dos animais.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A análise detalhada do manejo de pastagens evidencia que a adoção de práticas corretas vai além de simplesmente aumentar a produção; trata-se também de evitar perdas significativas e promover a sustentabilidade.</p>
<p>O manejo adequado das pastagens, incluindo a manutenção da altura ideal do capim e a adubação necessária, <strong>são práticas essenciais para garantir a rentabilidade e a longevidade da produção agropecuária.</strong></p>
<p>Ao implementar essas práticas, os produtores podem não apenas melhorar seus resultados financeiros, mas também contribuir para a preservação ambiental e a eficiência produtiva.</p>
<p>Erros no manejo, como superpastejo ou subpastejo, podem resultar em prejuízos financeiros substanciais e comprometer a produtividade a longo prazo. A falta de adubação, por exemplo, pode reduzir drasticamente a lotação e a produtividade, levando a perdas anuais significativas.</p>
<p>Portanto, investir em conhecimento e práticas de manejo adequadas é fundamental para o sucesso e a longevidade da atividade pecuária. Entender e aplicar esses princípios pode transformar a viabilidade econômica de uma operação, garantindo que os recursos naturais sejam utilizados de forma eficiente e sustentável.</p>
<p>O manejo correto das pastagens é uma estratégia indispensável para alcançar uma produção agropecuária mais rentável e ambientalmente responsável.</p>
<h2 data-start="198" data-end="281">Corrigir erros no manejo é importante, evitar que eles aconteçam é ainda melhor</h2>
<p>Um dos maiores gargalos da pecuária de corte é a subutilização da pastagem: áreas degradadas, falta de planejamento de lotação e ausência de suplementação estratégica reduzem drasticamente o ganho de peso.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-erros-no-manejo-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> ensina como planejar o pastejo, melhorar a oferta de forragem e associar suplementação de forma inteligente para maximizar o desempenho animal e garantir maior lucro por hectare.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=post-erros-no-manejo-lp-curso&amp;utm_medium=organic&amp;utm_content=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-manter-o-desempenho-dos-animais-na-seca-ganhando-dinheiro/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-manter-o-desempenho-dos-animais-na-seca-ganhando-dinheiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 13:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você quer saber mais sobre como manter o desempenho dos animais na seca? Neste webinar, Danilo Augusto, técnico da Equipe Corte Rehagro, e Paulo Eugênio, Gerente de negócios Corte Rehagro, debatem sobre o tema “Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?”. Confira os tópicos abordados: A seca e o animal; Principais estratégias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você quer saber mais sobre como manter o desempenho dos animais na seca?</p>
<p>Neste webinar, Danilo Augusto, técnico da Equipe Corte Rehagro, e Paulo Eugênio, Gerente de negócios Corte Rehagro, debatem sobre o tema “Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?”.</p>
<p>Confira os tópicos abordados:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A seca e o animal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Principais estratégias disponíveis:</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O uso adequado de suplementação proteica na época da seca;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">A análise e o monitoramento das gramíneas utilizadas na alimentação dos animais;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A lotação correta das pastagens na época da seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como utilizar o mercado a nosso favor: mercado reposição/ BOICHINA/Conf/Boitel.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Clique no botão abaixo e assista ao nosso <strong>Webinar Como manter o desempenho dos animais na seca, ganhando dinheiro?</strong>.</p>
<h2>Domine o conhecimento sobre nutrição do gado de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-desempenho-na-seca-curso" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição do gado.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=pagina-webinar-desempenho-na-seca-curso" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Webinar Como manter o desempenho na seca?" width="1361" height="466" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Taxa de lotação: como calcular e qual a sua importância?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em regime de pastagens, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC. Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum estágio de degradação e sendo pastejadas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a Embrapa, cerca de 95% da carne bovina produzida no Brasil é em <strong>regime de pastagens</strong>, cuja área total é de aproximadamente 170 milhões de hectares, de acordo com dados da ABIEC.</p>
<p>Entretanto, alguns desafios são vivenciados. As pastagens de forrageiras tropicais são encontradas constantemente em algum <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/">estágio de degradação</a></strong> e sendo pastejadas por um número elevado de animais.</p>
<p>Sendo assim, alguns indicadores podem e devem ser avaliados, tanto para comparação entre diferentes propriedades e sistemas quanto, principalmente, para auxiliar no <strong>manejo de pastagem</strong>, garantindo assim o equilíbrio entre quantidade correta de animal e de alimento. Um desses indicadores importantes é a<strong> taxa de lotação</strong>.</p>
<p>Você certamente já ouviu falar nesse tema, principalmente devido sua importância aqui no Brasil, onde a maioria dos sistemas de criação são a pasto.</p>
<p>Através desse indicador é possível avaliar a carga animal na área disponível de pasto e melhorar a eficiência produtiva, mas antes de tudo, precisamos esclarecer alguns termos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é a taxa de lotação?</h2>
<p>A taxa de lotação é a <strong>relação entre o número de unidades animais (UA) e a área ocupada por eles</strong> durante um determinado período.</p>
<p>Por meio do resultado, você poderá definir o tipo de manejo mais adequado à propriedade e mensurar a demanda de alimento, visando assim o bom aproveitamento das pastagens.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Qual a importância de calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Calcular este índice irá te auxiliar na escolha do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/">manejo das pastagens</a></strong>, determinação da demanda de alimentos e aumento do desempenho animal, pois garante um melhor aproveitamento das pastagens pelos animais.</p>
<p>Outro ponto importante na avaliação da taxa de lotação é a comparação entre as propriedades. Sabe-se que propriedades mais eficientes que manejam bem suas pastagens e investem adequadamente na nutrição dos animais apresentam taxas de lotação superiores, permitindo assim ampliação e maximização dos resultados produtivos por hectare na fazenda.</p>
<p>Porém, antes de aprender a calcular esse índice para aplicar em sua propriedade, precisamos entender melhor o que é a capacidade de suporte.</p>
<p>Basicamente um índice está ligado a outro, pois <strong>a capacidade de suporte apontará a máxima taxa de lotação que aquela área irá suportar</strong>, garantindo o equilíbrio entre desempenho animal e disponibilidade de forragem.</p>
<p>Há inúmeras consequências de um pasto com a taxa de lotação inadequada, e por isso, é muito importante respeitar a capacidade de suporte de cada pasto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18758" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg" alt="Imagem representando o equilíbrio entre quantidade animal e disponibilidade de forragem." width="600" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4.jpg 853w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-300x212.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-768x543.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-370x262.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-270x191.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-740x523.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-4-150x106.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h2>Categorias de pastejo e seus impactos na taxa de lotação</h2>
<p>No <strong>superpastejo</strong>, há excesso de animais na pastagem. Nesse caso eles ficam sob restrição alimentar, não realizam o pastejo de forma adequada, consomem pouco alimento e tornam a produção irregular, comprometendo o desenvolvimento da pastagem.</p>
<p>Além disso, o superpastejo suprime a forrageira diminuindo sua capacidade produtiva e permitindo a aparição de plantas daninhas, inicialmente, <strong>degradando as pastagens</strong> a médio e longo prazo.</p>
<p>No <strong>subpastejo</strong>, há sobra de forragem produzida, pois têm mais alimento do que o necessário para o número de animais naquela área, não tendo assim o bom aproveitamento da área, pois os animais irão pisotear a forragem causando desperdício. Além é claro do quanto você “deixa” de produzir ao não manejar adequadamente aquela área.</p>
<p>Enquanto o <strong>pastejo ótimo</strong> representa o uso de taxa de lotação compatível com a capacidade suporte e com o desempenho planejado para os animais. Ou seja, a quantidade de animais é ideal para a quantidade de pasto disponível para alimento, evitando desperdício e fornecendo bom aproveitamento.</p>
<p>A capacidade de suporte pode variar ao longo do ano, uma vez que, depende dos fatores climáticos, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">tipo de forrageira</a></strong>, solo da área e nível de intensificação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como calcular a taxa de lotação?</h2>
<p>Para calcular esse índice você deve ter os seguintes dados:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de animais;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de UA;</strong></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Nº de ha.</strong></li>
</ul>
<p>O primeiro passo é descobrir quantas UA, mas antes, vamos responder: <strong>por que utilizar UA para calcular a taxa de lotação?</strong></p>
<p>Como forma de padronização, utiliza-se a UA para cálculo da taxa de lotação, pois existem diversas fases de vida que o animal pode estar à pasto, por exemplo, recria e engorda.</p>
<p>Contudo, esses animais podem apresentar pesos e consumos diferentes, assim, <strong>1 UA = 450 kg de peso vivo animal</strong>.</p>
<p>Para saber quantas UAs você possui é só somar o peso médio dos animais que irão ocupar a área e dividir por 450 kg.</p>
<p>Por exemplo: Se tivermos uma área de 60 hectares, com 400 cabeças de animais desmamados pesando 210 kg, cada, a taxa de lotação será:</p>
<ol>
<li>Calcular o total de peso: 400 animais x 210 kg = 84.000 kg</li>
<li>Dividir pelo peso da UA: 84.000 kg / 450 = 186,67 UA</li>
<li>Dividir pela área total: 187,67 UA / 60 ha = <strong>3,1 UA/ha</strong></li>
</ol>
<p>Esse cálculo demonstra como a adequação da taxa de lotação pode melhorar a relação planta/animal e aumentar a produtividade.</p>
<h2>Estratégias para aumentar a taxa de lotação média anual</h2>
<p>A sazonalidade da produção forrageira é um desafio para manter a taxa de lotação. Durante períodos chuvosos, é mais fácil aumentar a lotação, enquanto na estiagem a produção forrageira é reduzida.</p>
<p>Algumas estratégias para elevar a capacidade de suporte e, consequentemente, a taxa de lotação incluem:</p>
<ul>
<li>Adubação das pastagens,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">Sistemas irrigados</a></strong>,</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">Estratégias de suplementação</a></strong>, entre outros.</li>
</ul>
<p>Essas estratégias podem ser utilizadas com intuito de elevar a lotação média da propriedade ao longo do ano, sem que haja a perda de eficiência produtiva por indivíduo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18759" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg" alt="Pastagem sendo irrigada em uma propriedade de gado de corte" width="500" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1.jpg 817w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-300x297.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-768x760.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-370x366.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-270x267.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-303x300.jpg 303w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-740x732.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-96x96.jpg 96w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/taxa-de-lotacao-1-150x148.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A busca pelo sucesso dos resultados na pecuária passa, inevitavelmente, por dois pontos, primeiramente pela <strong>eficiência no manejo e aproveitamento das pastagens</strong>, depois pela maximização da produção nas áreas disponíveis para a bovinocultura.</p>
<p>Para se alcançar esses dois pontos é necessário, então, explorar ao máximo a capacidade de suporte da propriedade, aumentando a taxa de lotação média anual das fazendas. Produzindo cada vez mais em menor área.</p>
<h2>Chega de perder dinheiro com pasto mal aproveitado</h2>
<p>Um dos maiores gargalos da pecuária de corte é a subutilização da pastagem: áreas degradadas, falta de planejamento de lotação e ausência de suplementação estratégica reduzem drasticamente o ganho de peso.</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso de Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong> ensina como planejar o pastejo, melhorar a oferta de forragem e associar suplementação de forma inteligente para maximizar o desempenho animal e garantir maior lucro por hectare.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Cigarrinha-das-pastagens: veja principais estratégias de controle</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 16:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[cigarrinha-das-pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o controle eficaz da cigarrinha-das-pastagens, é essencial adotar um manejo integrado e ecológico. Essa abordagem visa reduzir a população da praga, preservar inimigos naturais e proteger gramíneas forrageiras nos períodos de maior suscetibilidade ao ataque. Controle cultural da cigarrinha-das-pastagens Diversificação das pastagens Diversificar pastagens é fundamental no manejo da cigarrinha-das-pastagens. O plantio de gramíneas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o <strong>controle eficaz da cigarrinha-das-pastagens</strong>, é essencial adotar um manejo integrado e ecológico.</p>
<p>Essa abordagem visa reduzir a população da praga, preservar inimigos naturais e proteger gramíneas forrageiras nos períodos de maior suscetibilidade ao ataque.</p>
<h2>Controle cultural da cigarrinha-das-pastagens</h2>
<h3>Diversificação das pastagens</h3>
<p>Diversificar pastagens é fundamental no manejo da cigarrinha-das-pastagens. O plantio de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">gramíneas</a></strong> com diferentes níveis de suscetibilidade reduz os danos da praga.</p>
<p>Nos períodos de maior incidência, gramíneas suscetíveis (como <em>Brachiaria decumbens</em> e <em>Brachiaria ruziziensis</em>) devem ser manejadas com pastejo leve, enquanto os animais podem ser direcionados para gramíneas resistentes (como <em>Brachiaria brizantha</em> e <em>Panicum maximum</em>).</p>
<p>Recomenda-se <strong>evitar a formação de extensas áreas de pastagens com uma única espécie</strong>, na tentativa de impedir que a resistência seja superada.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h3>Manejo de pastagens</h3>
<p>A subdivisão dos pastos e o controle da pressão de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo</a></strong> ajudam a minimizar os impactos da cigarrinha-das-pastagens. Durante o período de maior ocorrência (novembro a abril), evite o superpastejo, especialmente em gramíneas suscetíveis.</p>
<ul>
<li><strong>Gramíneas rasteiras</strong>: mantenha altura entre 25 cm e 30 cm.</li>
<li><strong>Gramíneas cespitosas</strong>: mantenha altura entre 40 cm e 45 cm.</li>
</ul>
<p>Essas práticas ajudam a preservar o vigor das plantas e seus inimigos naturais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10928 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens.jpeg" alt="Pastagem de tifton danificada por cigarrinha-das-pastagens" width="740" height="416" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens.jpeg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens-300x169.jpeg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens-370x208.jpeg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/11/principais-taticas-de-manejo-das-ciggarinhas-das-pastagens-270x152.jpeg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Pastagem de tífton danificada por cigarrinha-das-pastagens</span></p>
<h3>Correção do pH e adubação de pastagens</h3>
<p>Com o decorrer do tempo de utilização dos pastos, há uma constante e crescente queda no vigor da rebrota das forrageiras e infestação por plantas invasoras. Além disso, o ataque de pragas e doenças e o manejo inadequado resultam no processo de degradação das pastagens.</p>
<p>A reposição periódica dos nutrientes limitantes ao crescimento das gramíneas (fósforo, potássio e nitrogênio) deve ser determinada pela análise de solo e exigências da forrageira, a fim de manter as plantas vigorosas e resistentes ao ataque não só da cigarrinha-das-pastagens, mas de outras pragas também.</p>
<h3>Consorciação de gramíneas x leguminosas</h3>
<p>Baseia-se no princípio de que as cigarrinhas alimentam-se exclusivamente de gramíneas, assim quando essas estiverem consorciadas com leguminosas, há redução do substrato livre para praga. Quando as leguminosas são plantadas em faixas, essas atuam como barreira na dispersão dos adultos.</p>
<p>Além disso, deve-se considerar que pastagens consorciadas, quando <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">bem manejadas</a></strong>, apresentam melhor valor nutritivo que reflete positivamente no desempenho animal.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-controle-pragas-plantas-daninhas-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-controle-de-pragas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39634 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png" alt="E-book Controle de pragas e plantas daninhas nas pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-controle-pragas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Cuidados com as sementes forrageiras</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao se adquirir sementes para formação e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">reforma de pastagens</a></strong>, deve-se certificar de que apresentam boa qualidade e ausência de ovos de cigarrinhas em quiescência. </span></p>
<h3>Uso do fogo no controle da cigarrinha-das-pastagens</h3>
<p>O uso indiscriminado da queimada traz prejuízos à ecologia (extermínio dos inimigos naturais) e propriedades físico-químicas e biológicas do solo, que contribuem no processo de degradação das pastagens.</p>
<p>Deve-se restringir a pastos que tradicionalmente apresentam altas infestações através de queimada controlada durante a estação seca, buscando-se inviabilizar os ovos quiescentes, o que nem sempre é alcançado, podendo ter pouco ou nenhum controle. Recomenda-se, portanto, evitar o uso de tal medida.</p>
<h2>Controle químico das cigarrinhas-das-pastagens</h2>
<p>O emprego de <strong>inseticidas</strong> no controle de adultos de cigarrinhas-das-pastagens <strong>só se justifica em caso de pastagens que tenham um alto valor agregado</strong>, como às destinadas à produção de sementes.</p>
<p>Para efetuar o controle, deve-se monitorar a população das ninfas, através de observações periódicas no campo. Recomenda-se, o controle somente após a constatação da existência de <strong>20 a 25 ninfas de últimos instares (quase adultos)/m2.</strong></p>
<p>Como existem ninfas de diferentes instares (“idades”), pode ser necessário repetir a aplicação sete dias após. Jamais utilizar inseticidas após a constatação do amarelecimento, pois a expressão dos sintomas se dá cerca de três semanas após o ataque das cigarrinhas adultas, período no qual os insetos responsáveis pelo dano já completaram seu ciclo. Ao conciliar o controle químico ao biológico numa mesma área de pastagem, deve-se optar por inseticidas compatíveis ao agente biológico.</p>
<p>O maior desafio ao controle químico das formas jovens das cigarrinhas, evitando-se assim que o adulto injete a saliva tóxica e cause o dano às pastagens, é fazer com que os produtos consigam vencer a barreira de proteção oferecida pela espuma na base da planta forrageira.</p>
<h2>Controle biológico das cigarrinhas-das-pastagens</h2>
<p>Os inimigos naturais atuam em maior ou menor grau para redução da população das cigarrinhas, devendo-se adotar medidas que visem manter e/ou aumentar as suas populações, na busca do equilíbrio biológico.</p>
<p>Em condições de campo, as cigarrinhas são parcialmente controladas por vários inimigos naturais, entre eles o mais importante é o <strong>fungo <i>Metarhizium anisopliae</i></strong> que coloniza as ninfas e os adultos. No entanto, a efetividade do fungo depende dos fatores ambientais, principalmente, temperatura e umidade relativa do ar.</p>
<p>Também tem-se observado larvas das moscas, <i>Salpingogaster nigra</i> e <i>Salpingogaster pygophora</i>, penetrando a massa espumosa para se alimentarem das ninfas e outros inimigos naturais, tais como: aranhas, formigas, microhimenópteros e nematóides entomopatogênicos.</p>
<p>O fungo <i>M. anisopliae</i> tem-se mostrado uma alternativa válida no controle das cigarrinhas em canaviais, com eficiência variando de 10 a 60%.</p>
<p>Em regiões ecologicamente favoráveis ao entomopatógeno, o uso do fungo tem superado o efeito real dos inseticidas químicos na evolução da praga. Embora ainda não se tenha definido um nível de dano econômico para a cigarrinha-das-pastagens, sugere-se que sejam feitos levantamentos populacionais da praga antes do controle, levando-se em consideração todas as medidas citadas anteriormente.</p>
<p>Para tanto, no período de máxima precipitação, quando ocorre a maior incidência do inseto, sugere-se <strong>realizar levantamentos de insetos a cada 15 dias</strong>.</p>
<h2 data-start="209" data-end="286">Controle pragas com estratégia e fortaleça a base da sua produção: o pasto</h2>
<p data-start="288" data-end="568">A presença da cigarrinha-das-pastagens compromete a produtividade forrageira, o ganho de peso do rebanho e, consequentemente, o resultado econômico da fazenda. Mais do que reagir à infestação, é essencial ter um plano de manejo preventivo, técnico e alinhado ao sistema produtivo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Manejo de pastagens: erros, estratégias e práticas para uma pecuária eficiente</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 17:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em eficiência produtiva e impacto ambiental. No cenário atual, observamos que a grande maioria dos produtores tomam decisões baseadas em “achismos”. Poucos são aqueles que levantam dados reais dentro de suas propriedades, e, os que ainda têm [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Erros no manejo de pastagens podem custar caro ao produtor rural, não apenas em termos financeiros, mas também em <strong>eficiência produtiva e impacto ambiental</strong>.</p>
<p>No cenário atual, observamos que a grande maioria dos produtores tomam decisões baseadas em “achismos”. Poucos são aqueles que levantam dados reais dentro de suas propriedades, e, os que ainda têm informações sobre o negócio, na maioria das vezes, não as utilizam para tomar decisões.</p>
<p>Uma das principais mensagens que gostaríamos de deixar é exatamente a necessidade de se medir e de levantar dados dentro de uma fazenda, e de <strong>gerar índices produtivos, zootécnicos, econômicos e financeiros</strong>.</p>
<p>Esses são passos indispensáveis para uma boa condução da atividade pecuária, principalmente quando observamos que as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/garantindo-margem-de-lucro-na-pecuaria-de-corte/">margens de lucratividade</a></strong> vêm caindo consideravelmente nos últimos anos, exigindo, por parte dos empresários rurais, uma maior eficiência produtiva.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="http:////js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O custo dos erros no manejo de pastagens</h2>
<p>Quando falamos sobre o custo dos erros no manejo do pasto, estamos nos referindo a uma série de fatores que impactam diretamente a produtividade e os custos da atividade.</p>
<h3>Peso de abate dos animais</h3>
<p>A eficiência do manejo de pastagens afeta diretamente o <strong>ganho de peso dos animais</strong>. Quando o manejo é inadequado, os animais não expressam todo o seu potencial produtivo, o que prolonga o tempo até o abate e aumenta custos operacionais.</p>
<p>Animais mantidos em pastagens bem manejadas têm acesso a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">forragem</a></strong> de maior qualidade, o que resulta em melhor conversão alimentar e maior <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ganho-medio-diario-gmd/">ganho médio diário</a></strong>. Pastagens submetidas ao superpastejo ou subpastejo produzem forragens com menor valor nutritivo, impactando negativamente o desempenho animal.</p>
<h2>Sistema de pastejo</h2>
<p>O sistema de pastejo adotado influencia diretamente a recuperação das plantas e a capacidade de suporte da área.</p>
<ul>
<li>No <strong>pastejo contínuo</strong>, os animais permanecem na mesma área durante todo o ano, o que pode levar à degradação da pastagem caso não haja controle adequado da carga animal.</li>
<li>No <a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/"><strong>pastejo rotacionado</strong></a>, os animais são movimentados entre piquetes, permitindo períodos de descanso para as plantas, favorecendo a recuperação das reservas e a manutenção da produtividade.</li>
</ul>
<p>O <strong>Pastoreio Racional Voisin (PRV)</strong> baseia-se em períodos de descanso variáveis, ajustados conforme as condições climáticas e o ritmo de crescimento das forrageiras, buscando maior eficiência no uso da pastagem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais os erros cometidos no manejo da pastagem?</h2>
<h3>1. Erro no planejamento forrageiro</h3>
<p>O primeiro passo para todo processo produtivo deve ser o <strong>planejamento</strong>. Antes de simplesmente comprar uma quantidade de animais e alocar na fazenda ou adquirir insumos, é necessário compreender a capacidade produtiva do sistema.</p>
<p>Precisamos responder algumas perguntas básicas antes de realizarmos qualquer ação na fazenda. Por exemplo, em uma propriedade que tem como objetivo recriar dois mil animais, devemos perguntar:</p>
<ul>
<li>É viável fazer isso?</li>
<li>Vou conseguir proporcionar condições para ganho de peso e sustentar o rendimento da fazenda o ano inteiro com essa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao/">taxa de lotação</a></strong>?</li>
<li>Estou considerando as diferenças de produção de matéria seca da forragem nas estações do ano?</li>
<li>A infraestrutura da propriedade é suficiente para o objetivo?</li>
<li>O pasto comporta essa carga animal?</li>
</ul>
<p>Antes de alocar animais ou investir em adubo e corretivo, deve haver um planejamento prévio, considerando a área de forragem efetiva disponível, dados climáticos da região, espécie forrageira utilizada, objetivo do sistema e, principalmente, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fluxo-de-caixa-fazenda-gado-de-corte/">fluxo de caixa da fazenda</a></strong>, sobretudo quando se pensa em intensificação de áreas.</p>
<p>Quando esses cuidados não são observados, ocorre superlotação, surgimento de plantas invasoras e um processo contínuo de degradação das pastagens.</p>
<h3>2. Erro na escolha da espécie forrageira e na manutenção das áreas</h3>
<p>Cada espécie <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/">forrageira</a></strong> requer um nível específico de fertilidade, pluviometria e tolerância às variações de temperatura. <strong>Um dos pontos mais importantes na escolha da forrageira é a fertilidade da área.</strong></p>
<p>Implantar forrageiras mais exigentes em solos pobres, sem correção e adubação adequadas, gera queda de produtividade e acelera a degradação. Sendo assim, um erro comum é a escolha inadequada da espécie forrageira e a ausência de manutenções corretas nas áreas empastadas.</p>
<p>A manutenção das pastagens com <strong>corretivos, fertilizantes e controle de plantas invasoras</strong> é fundamental, pois as forrageiras são culturas perenes e exigem manejo contínuo para se manterem produtivas.</p>
<h3>3. Erro no manejo do pasto</h3>
<p>Cada gramínea possui características próprias e deve ser manejada respeitando <strong>alturas corretas de entrada e saída dos animais</strong>, independentemente do sistema de pastejo adotado.</p>
<p>Essas alturas são definidas pela interceptação luminosa da planta. O manejo incorreto da “colheita” do pasto, desrespeitando o desenvolvimento da planta, é determinante para o fracasso da produção de gado a pasto.</p>
<p>Cada cultivar forrageira possui alturas máximas e mínimas recomendadas para pastejo. Manter o capim dentro dessa faixa garante <strong>melhor fotossíntese, preservação das reservas da planta e rápida recuperação após o pastejo</strong>. Quando o capim é pastejado muito baixo, ocorre esgotamento das reservas radiculares. Quando cresce demais, a planta se torna fibrosa e de menor valor nutritivo.</p>
<h3>4. Erro da adubação sem ajuste de carga</h3>
<p>O <strong>ajuste de carga</strong>, que relaciona a quantidade de animais à disponibilidade de forragem, é ponto fundamental para aumentar a produtividade.</p>
<p>Não adianta adubar se não houver condições de ajustar a lotação animal. Nesse caso, o fertilizante não será colhido adequadamente, o custo aumenta e o resultado econômico da fazenda piora. Adubar sem colher corretamente o pasto é um erro grave.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Adubação das pastagens</h2>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/adubacao-de-pastagens-como-maximizar-a-produtividade-do-seu-rebanho/">adubação</a></strong> é essencial para repor os nutrientes retirados do solo pelas plantas e pelos animais. Nitrogênio, fósforo e potássio precisam ser constantemente repostos para manter a produtividade.</p>
<p>A falta de adubação reduz a produção de biomassa e leva à degradação da pastagem ao longo do tempo. A adubação deve ser sempre baseada em análises de solo e ajustada à realidade produtiva da fazenda.</p>
<h2>Exemplos práticos e cálculos</h2>
<p>Para entender melhor a importância de um manejo adequado das pastagens, vamos analisar alguns <strong>exemplos práticos baseados em estudos da Embrapa</strong>.</p>
<p>Esses exemplos demonstram como diferentes alturas de manejo do <strong>capim-marandu</strong> afetam a produção de carne por hectare ao ano, a lotação de animais e o ganho de peso diário dos novilhos.</p>
<h3>Capim-marandu superpastejado</h3>
<p>No cenário de <strong>superpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma altura de aproximadamente <strong>15 cm</strong>. Nesta condição, a pastagem suporta uma lotação de 3,2 unidades animais (UA) por hectare, com os novilhos ganhando em média 560 gramas por cabeça por dia.</p>
<p>Apesar da alta lotação, o ganho individual de peso é relativamente baixo devido ao estresse causado às plantas e à baixa disponibilidade de forragem de qualidade. Como resultado, a produção anual de peso vivo é de <strong>428 kg por hectare</strong>.</p>
<p>Este exemplo destaca que, embora a lotação seja alta, o superpastejo pode comprometer a saúde das plantas e a eficiência do ganho de peso dos animais.</p>
<h3>Pastejo correto</h3>
<p>Ao adotar práticas de <strong>manejo correto</strong>, mantendo o capim-marandu próximo de<strong> 30 cm durante todo o ano</strong>, a lotação diminui para 2,8 UA por hectare. No entanto, o ganho diário de peso por novilho aumenta significativamente para 760 gramas por cabeça. Esta melhoria no ganho de peso individual resulta em uma produção anual de <strong>485 kg de peso vivo por hectare</strong>.</p>
<p>Este exemplo demonstra que, embora a lotação seja um pouco menor, o pastejo correto maximiza a eficiência do ganho de peso dos animais e, consequentemente, aumenta a produção total de carne.</p>
<p>Além disso, o manejo adequado das pastagens contribui para a saúde e a longevidade das plantas, garantindo uma produção sustentável.</p>
<h3>Subpastejo</h3>
<p>No caso do <strong>subpastejo</strong>, o capim-marandu é mantido em uma altura de aproximadamente <strong>45 cm</strong>. Esta prática reduz a lotação para 2,0 UA por hectare, e o ganho de peso dos novilhos diminui para 730 gramas por cabeça por dia. A produção anual de peso vivo cai para<strong> 344 kg por hectare</strong>.</p>
<p>O subpastejo resulta em um excesso de biomassa, onde o capim se torna fibroso e menos nutritivo, afetando negativamente o ganho de peso dos animais.</p>
<p>Além disso, <strong>a menor lotação contribui para uma menor eficiência de uso da pastagem</strong>, resultando em uma produção total de carne reduzida. Este exemplo evidencia que tanto o superpastejo quanto o subpastejo podem ter impactos negativos significativos na produção e na eficiência do manejo das pastagens.</p>
<h2>Manejo de pastagens e suplementação na seca</h2>
<p>Para termos pasto na seca, precisamos <strong>vedar o pasto nas águas</strong>, entretanto, essa vedação deve ocorrer de forma criteriosa.</p>
<p>Pastagens vedadas por longos períodos geram forragens com grande proporção de caule, menor qualidade bromatológica, além de perdas por acamamento e pisoteio. O tempo de vedação deve ser adequado para permitir que o animal colha a forragem da melhor maneira possível.</p>
<p>Vedando o pasto na altura correta, por um período adequado e sob boas condições climáticas, teremos uma pastagem com características ideais para o período seco.</p>
<p>A <strong>suplementação na seca</strong> tem como objetivo melhorar o aproveitamento da forragem ingerida, <strong>podendo aumentar a digestão da matéria seca em até 32%</strong> e elevar a taxa de passagem do alimento. Isso permite maior consumo de matéria seca e maior síntese de proteína microbiana no rúmen.</p>
<p>O ganho adicional proporcionado pela suplementação é maior na seca do que nas águas, reforçando sua importância. Independentemente do nível de suplementação, ela deve sempre ser planejada considerando logística, condições da pastagem e viabilidade econômica da propriedade.</p>
<h2>Suplementação e manejo de pastagem nas águas</h2>
<p>Antes da <strong>suplementação</strong>, devemos nos atentar para as características da pastagem durante as águas, pois, é nesse período que as forragens têm as melhores condições para crescimento e produtividade. Um bom manejo das pastagens neste período evitará possíveis erros no manejo.</p>
<p>O manejo se difere de acordo com a espécie forrageira e com suas características, principalmente, de crescimento. Os mais importantes quesitos a serem observados e respeitados são a altura de entrada e a altura de saída dos animais no pasto. O fato do pasto estar verde não significa especificamente que o pasto está bom.</p>
<p>É muito comum observarmos pastagens boas que passaram do momento de ser pastejadas, dificultando o ato de bocada do animal, além de ter uma alta proporção de caule em relação às folhas.</p>
<p>Para aperfeiçoarmos o uso das pastagens, devemos estar atentos à altura da forragem para que ela não cresça demasiado e ocorra um desperdício de capim. Também não devemos deixar os animais permanecerem no pasto quando a altura da planta já estiver muito baixa, devendo a saída dos animais ser antes deste momento.</p>
<p>Neste último caso, além de diminuir a eficiência de produtividade do animal, que consumirá uma gramínea de menor qualidade, há maior dificuldade na rebrota dessas forrageiras. Mesmo quando se trata de pastagens rotacionadas e/ou irrigadas, a rebrota é defasada quando a altura da forragem na saída dos animais é abaixo do ideal.</p>
<p>Quando temos um manejo excelente das pastagens, com animais entrando em um pasto de boas características, com altura ideal, e respeitamos a altura de saída, privilegiando tanto a planta como o animal, aí sim lançaremos mão da suplementação nas águas como uma ferramenta para potencializar o ganho dos animais.</p>
<p>Pastagens bem manejadas com alta densidade de forragem permitem que o animal consuma maiores quantidades de MS com menos bocados. Produzir pastos onde, com poucos bocados ocorra grande ingestão de MS, é um grande passo para o bom desempenho animal durante o período das águas.</p>
<p>Com essas definições, podemos então entrar nas características da suplementação em si. Com pastos de boa qualidade, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-no-periodo-das-aguas/">suplementação</a></strong> atenderá uma pequena exigência do animal, sendo responsável por um ganho a mais do animal que ele teria somente com o pasto.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O manejo eficiente de pastagens depende de planejamento, escolha correta da forrageira, manejo adequado do pastejo, adubação bem ajustada, uso de dados e estratégias específicas para o período seco. Evitar erros e aplicar práticas corretas permite maior <strong>produtividade, sustentabilidade e rentabilidade do sistema pecuário</strong>.</p>
<h2>Faça do manejo de pastagens o ponto forte da sua pecuária de corte</h2>
<p>Pasto bem manejado é sinônimo de nutrição de qualidade, ganho de peso consistente e menor custo por arroba produzida. Mas alcançar esse nível de eficiência exige mais do que prática: é preciso entender os princípios técnicos que sustentam o bom uso das forragens ao longo do ano.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprende a planejar, manejar e recuperar pastagens com base em dados, técnicas atualizadas e foco em resultado. São aulas online, ministradas por profissionais que vivem a realidade do campo e compartilham o que realmente funciona.</p>
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		<item>
		<title>Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP): como implementar e os benefícios</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura-pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP) é uma estratégia comumente utilizada na pecuária de corte, pois o comércio interno e externo está em constante crescente, gerando uma alta demanda para os sistemas de produção. Desta forma, necessita-se produzir com eficiência para suprir a exigência do abastecimento alimentar e não gerar prejuízos. A quantidade de carne [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP)</strong> é uma estratégia comumente utilizada na pecuária de corte, pois o comércio interno e externo está em constante crescente, gerando uma alta demanda para os sistemas de produção.</p>
<p>Desta forma, necessita-se produzir com eficiência para suprir a exigência do abastecimento alimentar e não gerar prejuízos.</p>
<p>A quantidade de carne produzida e o potencial de produção da área são índices que estão inteiramente interligados, contudo, os sistemas tradicionais de produção têm se demonstrado pouco eficientes diante da crescente demanda e redução dos impactos sobre o meio ambiente.</p>
<p>Além disso, a principal fonte de alimentos dos bovinos de corte são as pastagens, tornando necessário a implementação de algumas estratégias, como a aquisição de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/melhoramento-genetico-animal/" target="_blank" rel="noopener">animais geneticamente melhorados</a></strong> e maior aproveitamento do pasto. Diante dessas necessidades, vários estudos foram realizados, surgindo daí, o sistema de ILP.</p>
<p>A ILP fundamenta-se na intensificação do uso da terra, recuperação de áreas degradadas, diversificação de atividades e aumento da eficiência dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">sistemas de produção</a></strong>, contemplando os pilares da sustentabilidade. Isto é, ser tecnicamente eficiente, economicamente viável, ambientalmente adequado e socialmente justo.</p>
<p>Essa estratégia realiza a <strong>união de dois sistemas de produção</strong>: a agricultura e a pecuária de forma concomitante.</p>
<p>A integração entre os dois sistemas possibilita ganhos tanto para os animais, quanto para o pasto, porque aproveita a área e após a colheita da lavoura, os nutrientes residuais atuam diretamente na melhoria da qualidade do solo, produzindo forragens de melhor qualidade, e consequentemente, aumentando o desempenho do bovino.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Como implementar a integração lavoura-pecuária (ILP)?</h2>
<p>O primeiro passo é a escolha da espécie forrageira e da cultura. São várias possíveis combinações, dentre as mais comuns estão:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">Brachiaria</a></strong> + sorgo;</li>
<li>Brachiaria + milho;</li>
<li>Brachiaria + milho + soja.</li>
</ul>
<p>O que deve ser levado em consideração no planejamento é <em>&#8220;Qual cultura e espécie forrageira se adequa melhor à realidade da minha fazenda”</em>. Os fatores que vão interferir na escolha são clima, preço e disponibilidade das sementes, investimento em máquinas, treinamento e capacitação de mão-de-obra.</p>
<p>O plantio pode ser realizado de várias formas, sendo assim, a área pode ser aproveitada com o cultivo de apenas uma cultura, sendo dividido à parte.</p>
<p>As figuras abaixo demonstram algumas <strong>possibilidades na implementação da ILP</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15381" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1.jpg" alt="Forma de implementação da ILP" width="700" height="210" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-1024x307.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-768x231.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-740x222.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-1-150x45.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15382" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2.jpg" alt="Formas de implementação da ILP" width="700" height="189" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-300x81.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-1024x277.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-768x208.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-370x100.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-270x73.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-740x200.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/integracao-lavoura-pecuaria-2-150x41.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Os bovinos entram na área após a colheita das culturas, realizando o pastejo. A área em que estavam anteriormente, fica livre para uma nova plantação, o que ajuda na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">recuperação do pasto</a></strong>. A ideia é que este processo se repita.</p>
<p>O que varia é o tempo de permanência no pasto, uma via que depende da cultura que está implementada no sistema. Tudo depende, então, da realização de um bom planejamento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Benefícios da implementação da ILP</h2>
<ul>
<li>Recuperar as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">pastagens degradadas</a></strong>;</li>
<li>Produzir alimento (pasto, forragem e grãos) para os períodos de seca;</li>
<li>Recuperar a fertilidade do solo em áreas degradadas;</li>
<li>Melhorar as condições físicas e biológicas do solo;</li>
<li>Diversificar a renda do produtor;</li>
<li>Reformar as pastagens degradadas;</li>
<li>Aumentar a produção por unidade de área;</li>
<li>Aumentar a eficiência de uso de insumo;</li>
<li>Fornecer maior cobertura ao solo;</li>
<li>Reduzir a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/" target="_blank" rel="noopener">infestação de pragas</a></strong>, doenças e plantas daninhas;</li>
<li>Melhorar o desempenho animal a pasto.</li>
</ul>
<p>Diante disso, se empregada de forma correta, <strong>a ILP pode cursar com a aceleração na recuperação do solo</strong> e do retorno financeiro, por consequência de uma maior e melhor produção de massa forrageira, que resultará na formação de palhada, proporcionando maior proteção ao solo, além de maior disponibilização de nutrientes para a forragem.</p>
<p>Isso traz impactos positivos na pecuária de corte como um todo, uma vez que, um dos principais problemas enfrentados em nível nacional é a degradação das pastagens. Contudo, existem alguns pontos de atenção que devem ser analisados antes da tomada de decisão.</p>
<h2>Desafios da integração lavoura-pecuária</h2>
<ul>
<li>Falta de cultura e tradição na atividade;</li>
<li>Desconhecimento dos sistemas de produção;</li>
<li>Escolhas dos cultivares mais adequados;</li>
<li>Falta de infraestrutura e tecnologia;</li>
<li>Elevado investimento inicial;</li>
<li>Deficiência de mão-de-obra qualificada.</li>
</ul>
<p>O sistema consiste em uma importante estratégia de <strong>eficiência produtiva</strong>, que quando bem utilizada, proporciona melhorias na produtividade na agricultura e na pecuária. Todavia, deve-se sempre avaliar a realidade do sistema de produção para que não ocorram prejuízos pós  implementação.</p>
<h2 data-start="202" data-end="279">Faça da integração uma estratégia de alta performance na pecuária de corte</h2>
<p data-start="281" data-end="575">Implementar um sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) com sucesso exige conhecimento técnico, planejamento e visão estratégica. Quando bem estruturado, o ILP aumenta a produtividade por hectare, melhora a qualidade do solo, reduz custos com alimentação e eleva a rentabilidade da fazenda.</p>
<p data-start="577" data-end="924">Na <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> do Rehagro, você aprofunda seus conhecimentos sobre sistemas integrados, manejo de pastagens, nutrição, sanidade e gestão, com foco na aplicação prática. As aulas são 100% online, ministradas por especialistas com experiência de campo e voltadas para quem quer produzir com eficiência e resultado.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16154" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg" alt="Mariana Silva" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/09/mariana-silva.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Como intensificar as pastagens com o alto preço dos fertilizantes?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/intensificacao-de-pastagens-vs-precos-de-fertilizantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 16:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como fazer a intensificação de pastagens com os altos custos de fertilizantes? De acordo com a CNA, esses insumos subiram mais de 178% nos últimos dois anos, venha conferir como aumentar produtividade mesmo com custos tão altos. Neste Webinar trouxemos o professor Adilson Aguiar, referência no assunto e consultor há mais de 30 anos, para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como fazer a intensificação de pastagens com os altos custos de fertilizantes?</p>
<p>De acordo com a CNA, esses insumos subiram mais de 178% nos últimos dois anos, venha conferir como aumentar produtividade mesmo com custos tão altos.</p>
<p>Neste Webinar trouxemos o professor Adilson Aguiar, referência no assunto e consultor há mais de 30 anos, para te mostrar com dados práticos como a adubação e correção do solo valem a pena.</p>
<ul>
<li>Será que com  esse cenário vale a pena, adubar, corrigir, irrigar?</li>
<li>Etapas que precisam estar garantidas antes de adubar ou corrigir a área;</li>
<li>A importância da programação ANTECIPADA para garantir preços;</li>
<li>Planilhas com estudo de caso detalhado de diferentes propriedades do Brasil.</li>
</ul>
<p>Não perca essa oportunidade. Assista agora mesmo ao nosso webinar <strong>“Intensificação de pastagens vs preços dos fertilizantes” </strong>e aumente os seus resultados!</p>
<h2>Domine o conhecimento sobre nutrição do gado de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o<strong> <a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=webinar-intensificacao-de-pastagens" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte</a></strong>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição do gado.</p>
<p>Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/gestao-da-nutricao-e-pastagens?utm_campaign=mkt-materiais-gnp&amp;utm_source=webinar-intensificacao-de-pastagens" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18730 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gnp.jpg" alt="Banner Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte" width="1361" height="466" /></a></p>
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		<item>
		<title>Manejando pastagens para alta produtividade na pecuária de corte</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejando-pastagens-para-alta-produtividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 19:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[altas produtividades]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema deste webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “Manejando pastagens para alta produtividade”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Principais pontos do webinar O manejo de pastagens envolve processos de organizar o rebanho e utilizar a forragem de forma eficiente. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema deste webinar foi extremamente relevante para profissionais que atuam na pecuária de corte: “<strong>Manejando pastagens para alta produtividade</strong>”.</p>
<p>Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<h2 id="destaques">Principais pontos do webinar</h2>
<ul>
<li>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo de pastagens</a></strong> envolve processos de organizar o rebanho e utilizar a forragem de forma eficiente.</li>
<li>É importante considerar a produtividade potencial do solo e a reposição de nutrientes para obter melhores resultados.</li>
<li>O <strong>ajuste de carga e o método de pastejo</strong> são fundamentais para o bom manejo das pastagens.</li>
<li>Um bom manejo pode resultar em benefícios econômicos significativos, como redução de gastos e antecipação de receita.</li>
<li>O manejo adequado de pastagens pode proporcionar <strong>ganhos individuais</strong> e melhorar a eficiência na conversão de alimento em produto animal.</li>
</ul>
<p>Neste webinar são trazidos dados sore como o manejo adequado de pastagens é essencial para alta produtividade na pecuária de corte.</p>
<p>Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista renomado: Rodrigo Amorim, pesquisador da EMBRAPA &#8211; Gado de corte.</p>
<p>Se você não teve a oportunidade de assistir essa discussão sobre manejo de pastagens, <strong>clique no link abaixo</strong>:</p>
<h2>Melhore os resultados financeiros na pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-manejando-pastagens" target="_blank" rel="noopener"><strong>Curso Gestão da Pecuária de Corte</strong></a>. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Nutrição e pastagens;</li>
<li aria-level="1">Sanidade;</li>
<li aria-level="1">Reprodução;</li>
<li aria-level="1">Diagnóstico da propriedade;</li>
<li aria-level="1">Gestão financeira e de pessoas.</li>
</ul>
<p>O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.</p>
<p>Para saber mais informações, visite nossa página:</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-manejando-pastagens" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18735 size-full" title="Curso Gestão na Pecuária de Corte" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg" alt="Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="254" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-300x78.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-768x199.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-370x96.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-270x70.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-740x192.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/botao-gpc-150x39.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejando-pastagens-para-alta-produtividade/">Manejando pastagens para alta produtividade na pecuária de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consumo de bovinos no pasto: veja os fatores que interferem</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/consumo-de-bovinos-a-pasto/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos. A seleção realizada pelos animais em pastejo é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está diretamente relacionado com o consumo de bovinos, uma vez que as características e a estrutura do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As interações que ocorrem entre os animais e a planta, em uma pastagem, podem proporcionar efeitos positivos e/ou negativos em ambos.</p>
<p>A <strong>seleção realizada pelos animais em pastejo</strong> é um dos efeitos negativos que ocorrem no pasto e está <strong>diretamente relacionado com o consumo de bovinos</strong>, uma vez que as características e a estrutura do pasto afetam o consumo por bocado.</p>
<p>Essa seleção pode estar associada ainda à contaminação do local por fezes e urina, à localização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" rel="noopener">água</a> </strong>e sombreamento, que também podem influenciar o pastejo e seleção pelo animal. A ingestão diária de forragem é uma função da taxa de consumo e o tempo de pastejo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Como medir a produtividade dos animais no pasto?</h2>
<p>A produtividade animal de animais em pastejo é determinada pelo consumo de matéria seca, que é influenciado por uma série de fatores separados em três importantes grupos:</p>
<ol>
<li>Processo de digestão que estão relacionados com a maturidade da forragem, valor nutritivo e digestibilidade;</li>
<li>Fatores da ingestão que estão associados à estrutura do pasto (facilidade de apreensão e colheita de forragem durante o pastejo);</li>
<li>Estágio fisiológico e nível de desempenho dos animais, que estão associados aos requerimentos nutricionais e demanda por nutrientes.</li>
</ol>
<p>De modo geral, a variável resposta, tanto das plantas forrageiras como dos animais são dependentes da estrutura do pasto e da interação com o animal, sendo esta fundamental na tomada de decisão do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" rel="noopener">manejo da pastagem</a></strong> para favorecer o consumo de matéria seca.</p>
<p>Mas afinal, quais seriam os fatores relacionados às características estruturais do pasto que influenciam o consumo de matéria seca por bovinos em pastejo? Como mensurá-las e utilizá-las para aumentar a produtividade animal?</p>
<p>Além de conhecer quais são esses fatores e como eles interferem na produtividade, vamos entender nesse texto, quais os impactos que o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" rel="noopener">manejo incorreto</a></strong> imprimem nos sistemas de produção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sistema-rotacionado-pastejo?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sistema-rotacionado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39642 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png" alt="E-book Sistema rotacionado de pastejo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sistema-rotacionado-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Fatores que interferem na produtividade</h2>
<h3>Estrutura do pasto</h3>
<p>A <strong>estrutura do pasto</strong> pode ser definida como arranjo e distribuição das plantas sobre o solo em um mesmo ambiente, sendo esta importante, por determinar a facilidade de apreensão dos componentes da planta, e isso pode afetar a quantidade ingerida de nutrientes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10855 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg" alt="Estrutura de pastagem" width="370" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-300x230.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-270x207.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estrutura-do-pasto-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues</span></p>
<p>A relação folha/colmo, índice de área foliar, massa de forragem, densidade de folhas verdes e altura média são componentes da estrutura do pasto responsáveis por influenciar a ingestão de forragem pelos animais, pois alteram as variáveis do comportamento ingestivo.</p>
<p>Na dimensão vertical, a altura e a distribuição dos componentes (folha, colmo) são as principais variáveis, e na dimensão horizontal é a massa de forragem, sendo essas as variáveis mais importantes que devem ser consideradas na avaliação da estrutura.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-nutricao-de-bovinos-de-corte?utm_campaign=23153724-mkt-materiais-pnc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-42003 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png" alt="Pós-graduação em Nutrição de Bovinos de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/banner-pnc-new-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Altura do pasto</h3>
<p>Maiores alturas implica em maturidade da planta e alongamento de colmo, havendo progressiva lignificação, que confere aumento na força de ruptura e induz os animais a selecionarem a forragem a ser consumida, reduzindo a massa do bocado e aumentando o tempo por bocado.</p>
<p>Com isso a taxa de consumo diminui, devido às limitações da estrutura do pasto, ou seja, alta presença de colmos podem ser uma barreira física ao processo de pastejo, dificultando o consumo .</p>
<p>A altura do pasto na condição de pré-pastejo apresenta alto grau de associação com os valores de interceptação luminosa pelo dossel, conforme observado em pesquisas realizadas com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" rel="noopener">forrageiras tropicais</a></strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41417" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png" alt="Tabela com altura de espécies forrageiras " width="772" height="419" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras.png 772w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-300x163.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-768x417.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-370x201.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-270x147.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-740x402.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tabela-especies-forrageiras-150x81.png 150w" sizes="auto, (max-width: 772px) 100vw, 772px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Altura de pré-pastejo de espécies forrageiras sob lotação intermitente com base em 95% IL. </span></p>
<p>Dessa forma, <strong>estratégias de manejo</strong> determinadas pelo controle de altura do pasto é uma variável consistente para determinar as respostas da pastagem e dos animais, em estudos sobre taxa de ingestão de forragem.</p>
<p>Assim, torna-se mais prático entender as modificações na estrutura do pasto, e das respostas dos animais a essas variações.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10858 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg" alt="Altura do pasto" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/altura-do-pasto-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<h3>Massa de forragem</h3>
<p>A <strong>massa de forragem</strong> pode ser definida como <strong>peso total de forragem por unidade de área</strong>, acima da altura de corte do capim, sendo usualmente expressa em kg/ha de MS.</p>
<p>Conhecer as diversas variações de massa de forragem entre espécies de forrageiras é importante para tomada de decisões do manejo do pastejo.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10859 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg" alt="Pastagem desenvolvida" width="722" height="542" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem.jpg 722w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/pastagem-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 722px) 100vw, 722px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>A partir do momento que 95% de toda a luz incidente é interceptada pela planta, a produção de folhas velhas aumenta e de folhas novas diminui, causando redução no acúmulo de folhas e intenso acúmulo de colmo e material senescente.</p>
<p>Nessa situação, a altura e a massa de forragem dos pastos aumentam, porém o valor nutritivo fica comprometido por apresentar menores proporções da parte mais digestível (folhas).</p>
<h3>Relação folha/colmo</h3>
<p>Uma relação folha/colmo elevada, pode caracterizar uma planta com maior teor de proteína e boa digestibilidade, o que confere boa aceitabilidade aos animais e alta ingestão.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10860 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg" alt="Análise de folhas da pastagem" width="370" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/folha-colmo-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Patricia Rodrigues. </span></p>
<p>As folhas representam o componente com maior quantidade de tecidos não lignificados, como mesofilo, o que confere melhor qualidade nutricional e menor tempo de retenção no rúmen, consequentemente maior taxa de passagem.</p>
<p>O colmo apresenta maior presença de tecidos lignificados (epiderme e esclerênquima) onde menos de 50% da parede é prontamente digestível e utilizada pelo animal, o que compromete a eficiência de pastejo, como consequência da redução na relação folha:colmo.</p>
<p>Por isso, a relação folha/colmo pode atuar também como indicador da facilidade de apreensão da forragem pelo animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10861 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg" alt="Relação folha colmo " width="542" height="342" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo.jpg 542w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-300x189.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-370x233.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/relacao-folha-colmo-270x170.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Senar. </span></p>
<p>O <strong>comportamento ingestivo</strong> de animais em pastejo é sensível a variações na estrutura do pasto, onde qualquer falha ocorrida no dimensionamento da oferta de forragem pode repercutir em amplo impacto no desempenho animal.</p>
<p>A quantidade e qualidade de massa verde produzida é determinada pelo acúmulo de forragem que ocorre durante o período de rebrotação das plantas (pós pastejo).</p>
<p>Em lotação rotativa, após a saída dos animais dos piquetes, o pasto começa a rebrotar, visando recompor a área foliar, interceptar luz e crescer novamente, acumulando nova quantidade de forragem para ser utilizada no próximo pastejo.</p>
<p>Dessa maneira, a interceptação luminosa (IL), associada à altura, tem sido a estratégia mais usada para manejar pastagens sob lotação rotativa, visando controlar as características estruturais do pasto.</p>
<h3>Consumo de matéria seca por bovinos</h3>
<p>O consumo total de forragem de um animal em pastejo é o resultado do acúmulo de forragem consumida em cada bocado, e da frequência com que realiza, durante todo tempo em que passa se alimentando.</p>
<p>A ingestão de forragem por bocado é muito sensível a variações na estrutura do pasto, particularmente na sua altura. Quando a massa do bocado é reduzida, ocorre queda correspondente na taxa de consumo, a menos que um incremento compensatório na taxa de bocados seja observado.</p>
<p>Desse mesmo modo, o consumo diário de forragem também será afetado se qualquer redução na taxa de consumo não puder ser compensada por um incremento no tempo de pastejo.</p>
<p>Os fatores associados à estrutura do pasto, bem como ao comportamento ingestivo dos animais, incluem seleção da dieta, tempo de pastejo, massa de bocado e taxa de bocados, sendo o bocado a unidade mais importante referente ao consumo.</p>
<p>O consumo pode ser dado pelo produto da massa de bocado, do tempo e número de refeições ao longo do dia.</p>
<h3>Tempo de pastejo, massa e taxa de bocado</h3>
<p>O <strong>tempo em pastejo</strong> é definido como o tempo em que o animal está apreendendo a forragem e mastigando-a e/ou deslocando-se com a cabeça baixa, podendo variar de acordo com a estrutura do pasto refletindo a facilidade de colheita da forragem.</p>
<p>A <strong>massa de forragem</strong>, altura, densidade, baixo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fibra-efetiva-na-nutricao-de-bovinos-em-confinamento/" target="_blank" rel="noopener">teor de fibra</a></strong> das folhas, presença de barreira física (colmo) são características da estrutura do pasto que determinam os mecanismos utilizados pelos animais durante o processo de pastejo, interferindo o tempo de pastejo.</p>
<p>A variável tempo de pastejo é inversamente proporcional ao consumo, ou seja, quanto maior a massa de bocado, menor será o tempo de pastejo. Atividades como deslocamento, seleção, busca, manipulação e colheita do alimento estão inseridas na variável tempo de pastejo.</p>
<p>Sob baixa oferta de forragem, o tempo de pastejo aumenta, assim como a frequência de bocados, buscando atender a demanda diária de ingestão de matéria seca e consequentemente as exigências nutricionais diárias.</p>
<p>O tempo destinado ao pastejo de bovinos não deve ultrapassar de 12 a 13h, vez que tempos acima desses valores podem influenciar negativamente as atividades ruminais dos animais.</p>
<p>A <strong>massa do bocado</strong>, pode ser definida como o produto entre a densidade volumétrica pelo volume do bocado, sendo este, função da área do bocado e profundidade. É a variável mais importante na determinação do consumo de animais em pastejo, é mais influenciada pela estrutura do pasto.</p>
<p>Diferente da massa de bocado, a taxa de bocado é o número de bocados em determinado período de tempo, sendo usada para calcular a taxa instantânea de consumo, dada em bocados/min . Sob condições de menor oferta de forragem, a taxa de bocado tende a aumentar, porém, o incremento não é suficiente para evitar diminuição na taxa de consumo, com isso o animal compensa no aumento de tempo de pastejo.</p>
<p>Em algumas situações a massa de bocado é inversamente proporcional à taxa de bocados, o que confirma que dosséis com maiores massas de forragens demandam mais movimentos mandibulares e mastigação do que de bocados e apreensão.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Os componentes da estrutura do pasto afetam diretamente a ingestão de matéria seca por influenciarem o comportamento digestivo dos bovinos. O controle da intensidade e frequência de pastejo, visa oferecer ao animal uma estrutura com elevada relação folha-colmo, que favorece o processo de pastejo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11129 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-300x104.jpg" alt="Patricia Rodrigues" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-300x104.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-768x266.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-370x128.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues-740x257.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/patricia-rodrigues.jpg 900w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Cerca elétrica no manejo do gado de corte: veja como utilizar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 18:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[cerca elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forragem representa a principal fonte de alimento para a produção de bovinos de corte no Brasil. Um consenso entre técnicos e pecuaristas é que a criação dos animais a pasto permite ganhos produtivos e econômicos, isso porque o custo da arroba produzida em pastagens é significativamente menor do que o custo dessa mesma arroba, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forragem representa a <strong>principal fonte de alimento para a produção de bovinos de corte no Brasil</strong>. Um consenso entre técnicos e pecuaristas é que a criação dos animais a pasto permite ganhos produtivos e econômicos, isso porque o custo da arroba produzida em pastagens é significativamente menor do que o custo dessa mesma arroba, produzida no confinamento, por exemplo.</p>
<p>Entretanto, há um fator importante a se destacar, para que alcancemos bons resultados, tanto em desempenho zootécnico e principalmente em desempenho econômico financeiro. É indispensável que a utilização dessas pastagens seja realizada de maneira adequada e eficaz.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Qual a importância de um bom manejo das pastagens?</h2>
<p>O manejo bem feito do pastejo e das pastagens é determinante para o sucesso na atividade, bem como para a obtenção dos resultados positivos, produzir a supracitada, arroba com menores custos, e isso só se faz possível com uma condução bem ajustada dos recursos forrageiros disponíveis.</p>
<p>Além de proporcionar boas possibilidades referentes ao ganho de peso, bem como a bons resultados econômicos, <strong>o manejo correto das pastagens e do pastejo, está diretamente relacionado à manutenção das condições dessa pastagem</strong>.</p>
<p>Estima-se que 80% das pastagens do Brasil, encontram-se em algum grau de degradação, esse fato se dá, entre outros motivos, principalmente pela falha no processo de condução de manejo dessas pastagens.</p>
<p>De maneira resumida e direta, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo correto das pastagens</a></strong> se torna possível, basicamente, quando respeitamos as alturas daquela forrageira quando os animais entram e saem de uma determinada área empastada.</p>
<p>Outros fatores, como adubação, correção de solo, controle de invasora, localização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/" target="_blank" rel="noopener">cochos</a></strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">bebedouros</a></strong> e outros, compõem esse processo, mas o princípio básico de respeitar as alturas de entrada e saída é fundamental.</p>
<p>Esse princípio só se faz possível, quando conduzimos os animais às pastagens nesse momento ideal, para isso existem algumas ferramentas e métodos de pastejo. Basicamente, podemos citar alguns desses métodos:</p>
<ol>
<li><strong>Pastejo alternado</strong><span style="font-weight: 400;">, quando um mesmo lote alterna momentos de pastejo entre dois piquetes; </span></li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pastejo rotacionado</strong></a>,<span style="font-weight: 400;"> quando um lote utiliza 3 ou mais piquetes para pastejar. </span></li>
</ol>
<p>Esses são exemplos de métodos de manejo que permitem essa condução de maneira eficiente.</p>
<p>Cada um desses métodos e suas variáveis, apresentam suas características, benefícios e pontos de ajuste, entretanto, um fator é indispensável nesse processo, independente de qual manejo se escolha, e principalmente no manejo rotacionado, a cerca, sendo um componente de extrema importância nesse contexto.</p>
<p>Somente com uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cerca-ideal-para-a-propriedade/" target="_blank" rel="noopener">boa estrutura de cerca</a></strong>, é possível a condução desses animais, da maneira que nós desejamos. Existem algumas estruturas de cerca possíveis de serem utilizadas, e uma delas vem ganhando destaque: <strong>a cerca elétrica</strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-cerca-eletrica-pecuaria-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-cerca-eletrica&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39631 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica.png" alt="E-book Cerca elétrica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-cerca-eletrica-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>O uso de cerca elétrica na condução dos animais</h2>
<p>A <strong>cerca elétrica</strong> é uma alternativa importante que, diferente das cercas convencionais de arame liso, a “cerca paraguaia”, podem ser móveis e de grande praticidade. Permitindo a condução do pastejo, potencializando e maximizando a utilização das pastagens.</p>
<p>A mobilidade e a praticidade da cerca elétrica ganham um destaque ainda maior, quando adotamos o pastejo rotacionado. A frequência da movimentação dos animais, e a necessidade de uma grande rede estrutural de cerca, são pontos que favorecem a utilização dessa tecnologia.</p>
<p>A <strong>cerca elétrica também tem encontrado muita resistência por parte dos produtores</strong> e funcionários devido à eficiência em segurar os animais na área delimitada, mas, quando se utiliza materiais de boa qualidade e a construção é criteriosa, a sua eficácia é muito alta.</p>
<p>Critérios como qualidade do aterramento, dimensionamento do aparelho eletrificador, vida útil do material, utilização de fio negativo, proteção contra descargas elétricas (raios) e uso de linha-mestra são muito importantes para o bom resultado deste tipo de cerca.</p>
<h3>Vantagens da cerca elétrica para gado</h3>
<ul>
<li>Melhor aproveitamento das pastagens;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fácil e rápida construção;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Facilita o manejo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Amansa os animais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Versátil;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Viável </span>economicamente<span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ideal para sistemas de integração.</span></li>
</ul>
<p>Dicas práticas para um bom funcionamento e vida útil da cerca é o grande “tripé” que garante a eficiência e a perfeita utilização de sistemas de cerca elétrica. Esse tripé é composto pela associação de potência adequada, isolamento eficiente e um aterramento bem feito.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o dimensionamento das cercas elétricas?</h2>
<h3>Aterramento das hastes</h3>
<p>Este é um dos pontos-chave para o <strong>sucesso da cerca elétrica</strong>, principalmente quando o solo não tem boa condutividade, em específico em estações secas.</p>
<p>Quando o animal toca ao mesmo tempo nos dois fios, tanto no fio positivo quanto fio terra (fase neutra), ele fecha o circuito via fio aterrado.</p>
<p>O número de hastes deve variar de acordo com o tamanho do aparelho, mas deve ter no mínimo 3 hastes. Existe um teste que indica a quantidade necessária para aterrar cada aparelho em cada tipo de solo. Esse teste consiste em medir a voltagem no aterramento após colocar 3 hastes em contato com a cerca e o solo (a uma distância de 100 metros do aterramento).</p>
<p>É muito importante que as hastes sejam aterradas em local que fique úmido mesmo na época da seca. Caso isto não seja possível, o aterramento deverá ser molhado com fartura e semanalmente na época de seca.</p>
<p>Lembrar que se a haste for de cobre, o fio de ligação deve ser de cobre e se for zinco, fio de ligação deve ser de zinco. A distância entre as hastes é de 3 metros. Quando o raio de distância do aparelho ultrapassar 1 Km, devem ser construídos aterramentos secundários no fio negativo usando uma ou duas hastes em cada aterramento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10359 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica.jpg" alt="Aterramento de cerca elétrica" width="925" height="225" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica.jpg 925w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-300x73.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-768x187.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-370x90.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-270x66.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/aterramento-cerca-eletrica-740x180.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 925px) 100vw, 925px" /><span style="font-size: 10pt;">Diagrama de aterramento da cerca elétrica. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite.</span></p>
<h3>Proteção contra raios</h3>
<p>É outro fator muito importante. Deve ficar a uma distância de 20 metros do aterramento do aparelho. É feito no fio eletrificado, sendo que ele é interrompido com um isolador tipo castanha e interligado com uma mola própria (resistência).</p>
<p>Próximo à mola deve ser colocado o centelhador e este ligado ao fio eletrificado e ao aterramento contra raios. Este aterramento deve ter sempre uma haste a mais que o aterramento do seu respectivo aparelho. Em projetos muito longos, podem ser feitas outras proteções secundárias.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10360 aligncenter" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica.jpg" alt="" width="740" height="281" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica-300x114.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica-370x141.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/protecao-cerca-eletrica-270x103.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Esquema de ligação da proteção contra raios. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite.</span></p>
<h3>Número e altura de fios</h3>
<p>As cercas devem, no mínimo, ter dois fios (dois fios positivos ou um positivo e outro negativo), sendo que o fio de cima a uma altura 100-110 cm (positivo) e o fio de baixo (negativo) com 50-60 cm do solo.</p>
<p>Nas áreas de sequeiro onde há má distribuição de chuvas, também em projetos mais distantes (acima de 5 km de raio) e solos mais arenosos há a necessidade de que o fio de baixo seja sem choque (negativo).</p>
<p>Nas áreas irrigadas, como o uso será intensivo, a cerca pode ser com os dois fios positivos (devido ao solo úmido), o que torna esta cerca mais segura. O fio negativo deve acompanhar toda a cerca e em todas as passagens subterrâneas até que chegue ao aterramento principal do aparelho.</p>
<p>No aterramento, este fio deve ser ligado à haste mais distante do aparelho. O arame deve ser próprio para cerca elétrica (tripla camada de galvanização), mas o arame ovalado pode ser usado (é mais caro e tem vida útil menor).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10361 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica.jpg" alt="Altura de fios da cerca elétrica" width="768" height="231" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-300x90.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-370x111.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-270x81.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/fio-cerca-eletrica-740x223.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><span style="font-size: 10pt;">Esquema de isolamento. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite. </span></p>
<h3 style="text-align: left;">Dimensionamento do aparelho</h3>
<p>A recomendação do aparelho é que este tenha a potência de 1 Joule para 5 km de fio eletrificado (metade da distância recomendada pelos fabricantes), visando suprir possíveis perdas.</p>
<p>Importante ressaltar que, quanto mais intensificado for o sistema, maior será a demanda por potência, devido a pressão dos animais ser maior e mais frequente em sistemas com alta densidade demográfica.</p>
<h3>Uso de fio subterrâneo em passagens</h3>
<p>Nas passagens de porteiras e estradas é mais indicado o uso de fio subterrâneo com dupla camada de revestimento, ao contrário do fio aéreo ou de arames revestidos por mangueiras. Nestas passagens deve passar também o fio negativo (arame sem capa).</p>
<h3>Uso de catracas isoladas</h3>
<p>Nos casos de linhas de cercas mais longas (acima de 100 m) é indicado o uso de catracas isoladas para manter a boa tensão dos fios positivos (fácil manutenção). No caso das cercas de pivô onde os lances são curtos (50 metros) não há esta necessidade.</p>
<h3>Uso de madeira em lances curtos</h3>
<p>Nas linhas longas há a necessidade do uso de esticadores nos cantos, com diâmetro acima de 10 cm. Nos lances curtos de pivô e nas estacas de meio pode ser usada madeira com diâmetro de 6-8 cm.</p>
<p>A distância entre estacas pode ser até de trinta metros (média de 20 m) No caso dos lances do pivô serão usadas 3 estacas por lance.</p>
<h3>Uso de isoladores</h3>
<p>Os isoladores devem ser de bom isolamento e com proteção para raios UV. Os melhores são do tipo W ou anel, mas a mangueira própria também pode ser usada. Nos isoladores de canto é usado o tipo castanha.</p>
<h3>Porteiras</h3>
<p>É sugerido o uso de porteiras com molas de maior elasticidade (igual à do para-raios), com manopla isolante própria e o mesmo número e altura de fios existentes na cerca. Nestas porteiras elétricas, a largura deve ser de 6-8 metros. Também nos corredores, quando houver, a largura deve ser de 8 metros.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10362 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica.jpg" alt="Porteira com cerca elétrica" width="740" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica-300x93.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica-370x115.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/porteira-cerca-eletrica-270x84.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /><span style="font-size: 10pt;">Esquema de isolamento das porteiras. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite. </span></p>
<h3>Área de Lazer</h3>
<p>O mínimo de área por animal deve ser de 10 m2, onde houver mais espaço a área poderá ser de 20 m2 por animal. A sombra é muito importante e a sua projeção deve ter, no mínimo, 4 m2 por animal.</p>
<h3>Aceiros</h3>
<p>Com relação aos aceiros, os aparelhos quando bem dimensionados, suportam algumas perdas com o encosto do capim. Isto deve ser monitorado com o voltímetro e quando estiver sendo limitante, deve ser feito o aceiro químico (dessecante). Normalmente é feito no início do verão nas áreas de sequeiro e outra segunda vez (se necessário) nas áreas irrigadas.</p>
<h3>Ligações</h3>
<p>As ligações feitas nas passagens subterrâneas, nos cantos de cercas e nas emendas devem ser de boa qualidade e com grampo conector próprio.</p>
<p>No caso de desligar as cercas que não estão sendo usadas, ela deve ser feita com chave própria (chave faca). Para que não se gaste muitas chaves e para diminuir a administração, esta chave pode ser usada de maneira setorizada.</p>
<h3>Linha-Mestra</h3>
<p>Em projetos com raio muito grande (acima de 5 km), é necessário o uso de uma linha-mestra que leve energia para a cerca nas áreas mais distantes. Esta linha deve conter mais fios eletrificados (3 ou 4) e interligados entre si.</p>
<h3>Painel Solar</h3>
<p>Um grande avanço para utilização da cerca elétrica, é a disponibilidade da utilização de fontes de energia elétrica, fotovoltaicas. Essa ferramenta permite que cercas elétricas sejam instaladas distantes da rede elétrica convencional, sem que haja perda da eficiência da utilização.</p>
<h2>Garanta o sucesso com um projeto bem elaborado</h2>
<p>O <strong>uso de cerca elétrica</strong> é uma tecnologia <strong>bastante eficiente que permite ganhos imensuráveis</strong>, com a adoção de pastagens rotacionadas, seja em pivôs ou não.</p>
<p>Utilizar e demandar da estrutura correta para a implantação do processo é essencial para o perfeito funcionamento e garantia de sucesso dessa tecnologia. Um bom projeto garante o sucesso de seu uso, com baixos custos de manutenção.</p>
<h2>Chegou a hora de profissionalizar sua pecuária de corte</h2>
<p>A competitividade no setor é cada vez maior, e só os pecuaristas que investem em gestão conseguem se manter lucrativos a longo prazo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Manejo da fertilidade do solo em pastagens: correção e adubação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 17:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema desse webinar Corte é sobre &#8220;O manejo da fertilidade do solo em pastagens: correção e adubação&#8221;. Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. A transmissão foi um sucesso! Muitas pessoas participaram da palestra e debateram sobre o assunto. Isso mostra que os profissionais estão 100% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema desse webinar Corte é sobre <strong>&#8220;O manejo da fertilidade do solo em pastagens: correção e adubação&#8221;</strong>.</p>
<p>Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.</p>
<p>A transmissão foi um sucesso! Muitas pessoas participaram da palestra e debateram sobre o assunto. Isso mostra que os profissionais estão 100% engajados e comprometidos.</p>
<p>Quem esteve no comando do evento online foi Adilson Aguiar, Professor do Rehagro e da FAZU/CONSUPEC.</p>
<p>Se você ainda não assistiu a explicação do palestrante, clique no link abaixo:</p>
<h2>Aumente sua margem de lucro com a pecuária de corte!</h2>
<p>Aqui no Rehagro, temos o curso <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=webinar-manejo-fertilidade" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gestão na Pecuária de Corte</strong></a>, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação.</p>
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		<title>Formulação de dietas para bovinos leiteiros: veja passos essenciais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 14:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiamento]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a representar mais da metade dos custos de produção e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor. Formular dieta para vacas leiteiras não é tão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O manejo nutricional de bovinos leiteiros é um aspecto de grande impacto sobre os resultados financeiros na atividade. A alimentação pode chegar a <strong>representar mais da metade dos custos de produção</strong> e, por isso, um planejamento deve ser muito bem feito, para assegurar máxima rentabilidade ao produtor.</p>
<p>Formular <strong>dieta para vacas leiteiras</strong> não é tão simples quanto se costuma acreditar!</p>
<p>Envolve muito mais do que receitas prontas e vai muito além da indicação do uso de aditivos, sendo necessário grande conhecimento da composição dos alimentos, exigências dos animais e dos objetivos que se quer alcançar.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Como formular dieta para vacas leiteiras?</h2>
<p>Como primeiro e essencial ponto, <strong>é preciso conhecer de perto o rebanho e a fazenda</strong>. Genética e ambiente irão afetar diretamente o resultado da alimentação. Os alimentos volumosos disponíveis na propriedade deverão ser analisados visualmente e por análises laboratoriais para saber como ele  poderá ser utilizado na composição da dieta.</p>
<p>As exigências nutricionais de cada categoria deverão ser atendidas de modo a promover a manutenção e alcance de metas. Por exemplo, a categoria novilhas deverá alcançar determinado peso e tamanho para atingir a meta de entrar em reprodução com a idade correta, normalmente, de forma precoce.</p>
<p>As vacas, além de produzirem leite, devem se reproduzir de forma adequada, tendo o seu balanço energético adequado para tanto. <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">Vacas em período de transição</a></strong>, por exemplo, necessitam de um manejo nutricional específico, que deve ser atendido com atenção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O responsável pela nutrição de um rebanho deverá ter conhecimentos sobre os alimentos e seus valores nutricionais. O entendimento de um alimento passa também pela função que o mesmo exercerá no organismo do animal.</p>
<p>Para tanto, algumas perguntas simples podem ser feitas:</p>
<ul>
<li>Ele irá promover ruminação?</li>
<li>Será benéfico para a microbiota desejável do rúmen, aquela que gera mais energia e proteína?</li>
<li>O alimento será degradado no rúmen ou chegará intacto ao intestino?</li>
<li>Ao chegar ao intestino ele será utilizado pelo animal ou nem será absorvido, sendo perdido nas fezes?</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4715 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg" alt="Homem segurando fibra para dieta de bovinos leiteiros" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um nutricionista conhece bem a composição dos alimentos e também a forma como deverá ser oferecido, como por exemplo, o tamanho da fibra.</p>
<p>Por fim, um consultor em nutrição, tendo o conhecimento de que a alimentação é o item de maior custo dentro do sistema de produção de leite, deverá estar sempre atento aos preços de insumos, buscando uma dieta que tenha como resultado a lucratividade.</p>
<p>É importante ressaltar que, na maioria das vezes, <strong>uma dieta de mínimo custo, não é aquela de máxima eficiência!</strong></p>
<p>Outro ponto bastante importante quando se considera a nutrição animal é a certeza de que dieta formulada será realmente consumida pelo animal. Devemos sempre considerar que, em uma fazenda, na verdade, <strong>existem ao menos três dietas diferentes para bovinos leiteiros</strong>:</p>
<ol>
<li>A dieta que o nutricionista formulou com o auxílio do computador;</li>
<li>A dieta que o tratador entendeu que é a correta ou que tem capacidade de preparar;</li>
<li>A dieta, a que a vaca consome, com o todo o seu poder de seleção e capacidade de alimentação.</li>
</ol>
<h2>Quais os aspectos afetados por uma nutrição inadequada dos bovinos leiteiros?</h2>
<h3>Baixa produtividade</h3>
<p>A produção de leite começa pela boca da vaca. É a alimentação oferecida, juntamente com a <strong>genética</strong> e o ambiente, que promoverá uma boa produção.</p>
<p>Uma nutrição inadequada pode, muitas vezes, não estar especificamente ocasionando baixas produtividades, <strong>mas impedindo o animal de expressar todo o seu potencial produtivo.</strong></p>
<p>As exigências nutricionais de bovinos leiteiros variam de acordo com:</p>
<ul>
<li>Categoria – <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-solida-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">bezerras</a></strong>, novilhas, vacas secas, vacas em lactação;</li>
<li>Fase de lactação;</li>
<li>Nível de produção;</li>
<li>Idade da vaca;</li>
<li>Condição corporal.</li>
</ul>
<p>O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. <strong>Vacas no início da lactação produzem mais</strong> e, portanto, necessitam de <strong>melhor aporte nutricional</strong>, por exemplo.</p>
<p>Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" target="_blank" rel="noopener">curva de lactação</a></strong>. O não atendimento das necessidades específicas de cada fase pode prejudicar o potencial produtivo de cada uma delas ou, até mesmo, encurtar a persistência da lactação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4716 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg" alt="Curva de lactação da dieta para bovinos leiteiros" width="600" height="383" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-370x236.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-270x172.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros2-470x300.jpg 470w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Curva de lactação / Fonte: Ideagri</span></p>
<p>A idade do animal influencia as exigências alimentares na medida em que o nível de produção e as necessidades de mantença e desenvolvimento variam sob esse aspecto. Por exemplo, animais reprodutivamente precoces, que continuam em crescimento durante uma ou duas lactações, devem receber alimentos com qualidades superiores àqueles que estão em função apenas da produção de leite.</p>
<p>Um bom plano nutricional deve respeitar não só a produção, mas também o desenvolvimento corporal do animal.</p>
<p>Um nutricionista sabe que a recuperação da condição corporal de uma vaca acontece no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener">pós-parto</a></strong>, mas não no período de balanço energético negativo, onde se deve focar em não permitir perda de peso.</p>
<p>Correr atrás do prejuízo na fase final da gestação, não só não oferece resultados para a vaca, como favorece a ocorrência de doenças metabólicas no pós-parto imediato. Então, <strong>qual a composição e quantidade devem ser fornecidas ao animal em cada fase?</strong> Consulte um nutricionista!</p>
<p>Um custo maior com a alimentação pode se transformar num lucro maior ainda, trazendo um resultado final positivo.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Doenças nutricionais</h3>
<p>Uma grande parte das doenças enfrentadas por rebanhos leiteiros vêm, não de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">problemas sanitários</a></strong>, mas de um plano nutricional deficiente.</p>
<p>Você já ouviu falar de acidose? Sofre com problemas de casco no rebanho? Já viu muita <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" target="_blank" rel="noopener">retenção de placenta</a></strong> e infecção uterina? E a mastite? Deslocamento de abomaso?</p>
<p>A maior parte dos produtores de leite tecnificados conhece de perto ou se preocupa com todos esses problemas. A questão é: em que nível acontecem.</p>
<p>Uma <strong>elevada incidência dessas doenças</strong> em uma propriedade leiteira significa, <strong>não apenas um animal doente, mas uma fazenda doente</strong>, que necessita de melhor atenção na dieta e manejo nutricional.</p>
<p>Segundo o médico veterinário Bolivar Nóbrega de Faria, doutor em ciência animal, <strong>a nutrição é tão importante que o veterinário clínico está tendo que se especializar no assunto</strong>, trabalhando com o que se chama medicina de produção.</p>
<p><em>“A produção depende diretamente da nutrição e é ela que move a fazenda, desde a venda de leite até a comercialização de animais saudáveis. Falando em saúde, a maior parte das doenças na bovinocultura de leite moderna tem um fundo ou predisposição nutricional. Outro ponto importante é a reprodução, uma das maiores causas de descarte de animais. Se não houver um trabalho conjunto de nutrição e reprodução os índices reprodutivos serão baixos”.</em></p>
<h2>Relação concentrado x volumoso</h2>
<p>Relações entre concentrado e volumoso inadequadas são comuns nos rebanhos brasileiros. Um balanceamento incorreto entre fibra fisicamente efetiva e carboidratos não fibrosos é capaz de gerar um ciclo vicioso de enfermidades ligadas entre si.</p>
<p>É até desejável um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" target="_blank" rel="noopener">pH ruminal ligeiramente ácido</a></strong> (respeitando o limite de 5,5) para maximizar a produção de leite de bovinos leiteiros, porque a digestibilidade da dieta e o rendimento da proteína microbiana produzida no rúmen são maximizados quando dietas altamente fermentáveis (concentrados) são consumidas.</p>
<p>Com a diminuição exagerada do pH ruminal, entretanto, há redução do apetite, da motilidade ruminal, da produção microbiana e da digestão da fibra.</p>
<p>O fornecimento excessivo de concentrados pode acarretar a chamada <strong>acidose subclínica</strong>. A etiologia da doença é explicada pelo aumento, ocasionado pelos alimentos altamente fermentáveis, dos níveis de ácidos no rúmen. Esses casos crônicos da doença podem apresentar como sintomas diarreia em parte do rebanho, diminuição dos movimentos gastrointestinais, diminuição na gordura do leite, laminite e úlcera de sola.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4717 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg" alt="Úlcera de sola" width="600" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/formulacao-de-dietas-para-bovinos-leiteiros3-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Úlcera de sola – problemas de casco podem ser decorrentes de erros no manejo nutricional, e não somente um problema de instalações</span></p>
<p>A diminuição dos movimentos gastrointestinais, levando à hipomotilidade do abomaso, relaciona a incidência de acidose ruminal à ocorrência de <strong>deslocamento de abomaso</strong>. É importante frisar que a etiologia do deslocamento de abomaso é multifatorial, sendo esse um dos fatores predisponentes da doença.</p>
<p>Os <strong>sintomas apresentados por um animal com deslocamento de abomaso</strong> à esquerda, normalmente, são apetite diminuído e seletivo, desidratação moderada a severa e grande queda na produção de leite. É facilmente diagnosticado e sua correção é cirúrgica.</p>
<p>O prejuízo fica a cargo dos custos com o tratamento, queda na produção, descartes involuntários de animais e até mesmo morte</p>
<p>Apesar de os altos níveis de concentrados nas dietas causarem diversas enfermidades nos bovinos leiteiros, o contrário também pode levar a uma enfermidade chamada <strong>cetose</strong>.</p>
<p>Vacas com alta demanda de energia, como as do lote de pós-parto imediato, irão mobilizar seus depósitos de gordura corporal para atender à demanda de produção de leite não suprida por uma dieta pobre em energia e rica em fibra.</p>
<p>Os sintomas incluem depressão, rápida perda de peso, queda na produção, constipação, fezes cobertas com muco, entre outros. Geralmente comem feno ou outra forragem, mas recusam-se a comer concentrados.</p>
<h2>O valor do nutricionista na formulação de dieta para vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Quanto vale uma vaca produtiva e saudável?</li>
<li>Qual o prejuízo no descarte de um animal prematuramente?</li>
<li>Quanto vale uma novilha chegando à idade correta à puberdade?</li>
<li>Quanto custa o tratamento de todo o rebanho com problemas nos cascos?</li>
<li>Quanto vale uma bezerra saudável e desmamada mais cedo?</li>
<li>Quanto custa o investimento em um insumo de qualidade que não deu o resultado esperado?</li>
</ul>
<p>Valores alcançados somados ao menor custo com os itens citados e outros inúmeros não mencionados são iguais ao resultado do trabalho de um bom nutricionista. Entende-se por resultado, não só o financeiro, mas também a <strong>satisfação do produtor com um dia a dia onde é possível focar mais no trabalho e menos em problemas</strong>.</p>
<p>Um bom nutricionista é de grande auxílio ao produtor, principalmente em épocas como a que estamos vivendo hoje, <strong>de alta de insumos</strong>, como o milho e a soja.</p>
<p>Esses profissionais podem apresentar estratégias nutricionais que mantenham uma boa produtividade, otimizem os custos e elevem a margem de lucro do negócio.</p>
<h2>Da formulação de dietas à gestão completa de fazendas: domine a pecuária leiteira</h2>
<p>A <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog"><strong>Pós-graduação em Pecuária Leiteira</strong></a> do Rehagro vai muito além da nutrição: prepara você para tomar decisões assertivas em todas as áreas da fazenda, com base em números, indicadores técnicos e ferramentas práticas aplicadas no campo.</p>
<p>Aprenda com especialistas que atuam diariamente na pecuária leiteira e leve para a sua carreira e para a sua fazenda estratégias que aumentam a produtividade e o lucro.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Tifton 85: manejo químico de plantas daninhas em pastagens</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 17:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem. As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem.</p>
<p>As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira para o desenvolvimento de muitas regiões do mundo. Além disso, promovem, anualmente, perdas nas atividades agrícolas de aproximadamente 30%.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>Manejo químico de plantas daninhas</h2>
<p>As plantas daninhas presentes nas áreas de pastagem podem afetar diretamente a “utilização da forragem” por parte do animal em pastejo e a conversão alimentar:</p>
<ul>
<li>Animais evitam as áreas infestadas por plantas daninhas, ocorrendo a seleção de pastejo, prejudicando a utilização da pastagem;</li>
<li>Ambientes sombreados aumentam a relação haste/folha, diminuindo a qualidade da forrageira, prejudicando a conversão.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>De acordo com estudos realizados por Goulart e Corsi (2009) as plantas daninhas dificultam o pastejo em suas proximidades.</p>
<p>Plantas sem espinhos (ex: leiteiro) tem ação de impedir o acesso animal em até um raio de 1 m, enquanto que plantas com espinhos (ex: Joá) impedem o consumo em um raio de até 1,5 m.</p>
<p>O objetivo deste artigo é discutir sobre o manejo químico de plantas daninhas em pastagens de tifton 85, levando em consideração as principais moléculas de ação herbicida disponíveis no mercado.</p>
<p>Antes de iniciar o manejo químico é muito importante realizar o levantamento das plantas daninhas infestantes, identificando as espécies presentes, levando em consideração a frequência de ocorrência, densidade populacional e a dominância sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">forrageira</a>.</strong></p>
<p>Feito isso, o próximo passo é definir qual herbicida é o mais indicado para tal situação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4549 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg" alt="Gado na pastagem de tifton" width="537" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg 537w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-300x131.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-370x161.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-270x118.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Pastagem de tifton 85 – Seleção de pastejo devido à presença de plantas daninhas.</span></span></p>
<h2>Ingredientes ativos presente nos herbicidas</h2>
<h3>1. 2,4d, Aminopiralide, Fluroxipir e Triclopir</h3>
<p>Os herbicidas que possuem em sua fórmula estes ingredientes ativos, <strong>são indicados para o controle em pós-emergência</strong> de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas e semi-arbustivas.</p>
<h3>2. 2,4d + Picloram</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas, semi-arbustivas, arbustivas</strong>. Quando destinados ao controle de arbustos, elimine a parte aérea da planta, próximo ao solo e logo em seguida aplique o herbicida sobre o toco.</p>
<p><strong>Obs:</strong> Cuidado com o ingrediente ativo “Picloram”, pois possui um longo período residual.</p>
<p>O Picloram apresenta uma longa persistência nos solos (meia vida de 20 a 300 dias), ocorrendo sua degradação mais rápida em condições de calor e alta umidade.</p>
<p>Em função de seu longo efeito residual, em muitos casos, quando são implantadas culturas sensíveis como o feijão, soja, olerícolas, frutíferas entre outras, em áreas onde foi utilizado herbicida à base de picloram, ocorrem problemas de fitotoxidade que podem ser notados visualmente.</p>
<p>Bibiano et al. (2012) demonstrou em um ensaio experimental realizado na casa de vegetação na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em Diamantina/MG, o efeito da contaminação do solo sobre a germinação em plantas de feijão.</p>
<p>Marca comercial utilizada foi o padron® (Picloram. sal trietanolamina 388 g/L), nas seguintes doses 0,000; 0,004; 0,008; 0,017; 0,033; 0,066; 0,133, 0,266 l .ha-1.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4550 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg" alt="Plantas de feijão com diferentes doses de Picloram" width="566" height="145" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-300x77.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-370x95.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-270x69.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de feijão tratadas com diferentes doses de Picloram em pré-emergência, aos 5 dias após a semeadura (1 = 0,266 l.ha-1 de padron®)</span></p>
<h3>3. MSMA</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle em pós-emergência de mono e dicotiledôneas</strong> que se reproduzem por sementes, apresentando melhores resultados no controle das monocotiledôneas. São muito utilizados para o controle de plantas do gênero brachiaria.</p>
<h3>4. DIURON</h3>
<p>Utilizados para o <strong>controle de plantas daninhas mono e dicotiledôneas em pré e pós-emergência</strong>, no entanto, costuma ser mais eficiente no controle das dicotiledôneas.</p>
<p>O uso de produtos que apresentam associações entre os ingredientes ativos Diuron + MSMA é muito comum entre os produtores rurais.</p>
<p>Geralmente, adota-se este manejo em áreas que apresentam altas infestações de monocotiledôneas (ex: braquiária, capim-colchão, etc), dicotiledôneas (ex: caruru, joá, guanxuma, etc) e possuem um vasto banco de sementes.</p>
<p>Estes tratamentos apresentam bons resultados em virtude dos produtos à base de Diuron serem excelentes no controle de dicotiledôneas e na pré-emergência das plantas daninhas em geral e os produtos a base de MSMA serem bastante eficientes no controle das monocotiledôneas.</p>
<p>Consulte um profissional especializado antes de realizar qualquer manejo químico. A utilização de herbicidas de maneira errônea ou em momentos inoportunos causam impactos negativos no custo de produção além de prejudicar o meio ambiente.</p>
<h2>Aprenda a potencializar o uso das pastagens e aumentar a produtividade do rebanho</h2>
<p>O controle eficiente de plantas daninhas no Tifton 85 é apenas uma das práticas que podem transformar o desempenho da sua pecuária leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo de pastagens, nutrição, reprodução e gestão financeira, garantindo maior rentabilidade e sustentabilidade para o seu negócio.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Irrigação de pastagens: como fazer e quais os principais sistemas utilizados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 14:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[forragem]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[lucratividade]]></category>
		<category><![CDATA[matéria seca]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para se alcançar maiores índices de produtividade, alguns produtores rurais buscam alternativas para incrementar a produção de carne e leite na propriedade e, consequentemente, aumentar os seus lucros gerados. Com a irrigação das pastagens, o manejo da bovinocultura de corte e leite torna-se mais simples do que em sistema tradicional de pastejo rotacionado. Sem as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para se alcançar maiores índices de produtividade, alguns produtores rurais buscam alternativas para incrementar a produção de carne e leite na propriedade e, consequentemente, aumentar os seus lucros gerados.</p>
<p>Com a <strong>irrigação das pastagens</strong>, o manejo da bovinocultura de corte e leite torna-se mais simples do que em sistema tradicional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastejo rotacionado</a></strong>.</p>
<p>Sem as flutuações na produção, devido a veranicos, o sistema torna-se mais estável, em regiões que não tem problemas de temperaturas e fotoperíodo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Irrigação de pastagens e custos de produção</h2>
<p>A irrigação e a fertirrigação em pastagem são técnicas cujas aplicações vêm crescendo no Brasil, possibilitando obter <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">forrageiras</a></strong> de melhor valor nutricional e maiores índices de produção de matéria seca, <strong>além de favorecer o manejo racional do sistema de produção animal</strong>.</p>
<p>Em muitos países, técnicos e produtores inicialmente usaram a irrigação na tentativa de solucionar o problema da estacionalidade de produção das pastagens, determinada pelo déficit dos fatores temperatura, luminosidade e água.</p>
<p>A <strong>irrigação da pastagem pode reduzir custos de produção</strong> e tempo de trabalho para alimentar o rebanho, comparada a outras alternativas de suplementação no outono-inverno, tais como a silagem e o feno, conforme a figura a seguir.</p>
<p>Isso ocorre pela utilização de menor área, uso de água de baixa qualidade e possibilidade de prolongar o período de pastejo durante a estação seca.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10934 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-1024x734.jpg" alt="Comparação de custos na produção de matéria seca" width="770" height="552" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-1024x734.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-300x215.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-768x551.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-370x265.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-270x194.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-740x531.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2.jpg 1429w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Comparação de custos de produção de tonelada de matéria seca /</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Adaptado de Drumond; Aguiar (2005).</span></span></p>
<p>Em regiões onde a temperatura não é fator limitante, a irrigação pode ser uma alternativa para a produção intensiva de carne e leite em pequenas áreas, sendo possível reduzir custos de produção e de mão-de-obra.</p>
<p>A irrigação de espécies forrageiras deve ser a última etapa a ser cumprida num sistema de produção pecuário ou de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">lavoura-pecuária</a></strong>.</p>
<p>Os demais cuidados relativos ao planejamento da propriedade, a genética animal, o manejo do rebanho, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">recuperação</a></strong> e a adubação das pastagens já devem ter sido tomados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Produção de pastagens em condições irrigadas</h2>
<p>Em 2002, os pesquisadores Aguiar e Silva mediram o acúmulo de forragem de uma pastagem de capim braquiarão adubada e irrigada em condições de campo, na Fazenda Santa Ofélia, localizada no município de Selvíria, MS.</p>
<p>Eles observaram que a participação da forragem acumulada na estação de inverno foi 61% da acumulada na estação de verão. A média de lotação foi de 6,89 UA ha-1, muito superior à média brasileira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41407 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1.png" alt="Tabela com o acúmulo de matéria seca estacional" width="590" height="418" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1.png 590w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-300x213.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-370x262.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-270x191.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-150x106.png 150w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Acúmulo de matéria seca (t ha-1) estacional, anual e taxa de lotação em uma pastagem de capim Braquiarão adubada e irrigada para o ano pastoril 2001/2002, Selvíria, MS.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Legenda: MS – Matéria Seca / UA – Unidade Animal/ </span><span style="font-weight: 400;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: AGUIAR; SILVA (2002)</span>.</span></p>
<p>O autor ainda apresenta dados importantes dos potenciais de produção de leite em diferentes sistemas de produção na Austrália, de acordo com o nível tecnológico adotado (Tabela 2).</p>
<p>O que chama a atenção nesses trabalhos realizados em outros países é que não é comum encontrar dados de irrigação de pastagens para bovinos de corte. Isso contraria a realidade atual no Brasil diante da grande adoção da irrigação de pastagens pelos pecuaristas de gado de corte, sendo a maioria dos dados disponíveis para os sistemas de produção de fazendas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41408 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2.png" alt="Tabela da capacidade de carga e produção por hectare de vários pastos" width="628" height="253" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2.png 628w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-300x121.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-370x149.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-270x109.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-150x60.png 150w" sizes="auto, (max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Capacidade de carga e produção por hectare de vários pastos sem suplementação na Austrália / </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: AGUIAR; SILVA (2002).</span></span></p>
<p>Em outro experimento realizado, ele cita que na Fazenda Escola da Fazu em Uberaba, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">capim Tifton</a></strong> 85, ocorreu diferença significativa entre os tratamentos irrigado e sequeiro ao longo de um ano, exceto no inverno.</p>
<p>A diferença foi devido a maior produção de forragem nas estações de primavera, verão e outono, quando as condições climáticas permitiram uma resposta da planta à irrigação. Entretanto, quando ocorreu redução da temperatura, ou seja, no inverno, não houve diferença entre os tratamentos irrigado e sequeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41409" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3.png" alt="Tabela da massa de forragem em pastagem irrigada e pastagem não irrigada" width="654" height="153" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3.png 654w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-300x70.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-370x87.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-270x63.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-150x35.png 150w" sizes="auto, (max-width: 654px) 100vw, 654px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Massa de forragem (kg de MS ha-1) em pastagem irrigada e pastagem não irrigada de Tifton 85, submetido a manejo intensivo do pastejo, Uberaba, MG /</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: AGUIAR; SILVA (2002).</span></span></p>
<h2>Sistemas de irrigação para pastagem</h2>
<p>A maioria dos sistemas de irrigação de pastagem disponíveis poderia ser utilizada para irrigar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécies forrageiras</a></strong>.</p>
<p>Porém, na prática, vários fatores limitam esta generalização, como custos de investimento e operação do sistema, disponibilidade de mão de obra para operação, topografia, solo, clima, espécie forrageira, presença do animal e questão cultural.</p>
<p>No Brasil, a maioria dos projetos de irrigação de pastagem está sendo realizada por <strong>aspersão</strong>, com o uso de pivô central, aspersão em malha e, em menor escala, aspersão convencional com canhão e autopropelido.</p>
<h3>Irrigação em aspersão em malha</h3>
<p>Tem como características principais a utilização de tubos de PVC de baixo diâmetro, que constituem as linhas laterais que, ao contrário da aspersão convencional, são interligadas em malha.</p>
<p>Além disso, possui baixo consumo de energia; adaptação a qualquer tipo de terreno; possibilidade de divisão da área em várias subáreas; facilidade de operação e manutenção; possibilidade de fertirrigação e baixo custo de instalação e manutenção.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10938 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6.jpg" alt="Irrigação de pastagem com aspersão em malha com aspersor pequeno" width="421" height="316" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6.jpg 421w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Aspersão em malha com aspersor pequeno</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10939 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7.jpg" alt="Irrigação de pastagem com aspersão em malha com mini-canhão" width="421" height="316" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7.jpg 421w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Aspersão em malha com mini-canhão</span></p>
<h3>Irrigação com pivô central</h3>
<p>É o equipamento mais utilizado na irrigação de pastagem, devido às facilidades de instalação, manejo e fertirrigação. Além disso, este sistema permitiu a automação de todo o processo. Tem custo de instalação de R$ 4.000,00 a R$ 5.000,00.</p>
<p>A divisão da área em piquetes tem sido realizada de formas diferentes. Algumas favorecem o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo da pastagem</a></strong> e dos animais e outras favorecem o manejo da irrigação e da fertirrigação.</p>
<p>É realmente difícil encontrar uma maneira que favoreça as duas situações. A mais utilizada é a forma de “pizza”, pois dentre outras coisas, favorece em muito o processo de fertirrigação.</p>
<p>A área de lazer pode ser feita no centro ou na periferia do pivô. Quando instalada no centro, têm-se observado problemas de compactação na região de estreitamento e formação de grande quantidade de lama na ocasião de uma chuva.</p>
<p>A vantagem é a facilidade, construção, manejo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">distribuição de bebedouros</a></strong> e cochos de sal <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">mineral</a></strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10942 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10.jpg" alt="Divisão da área em pizza " width="421" height="258" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10.jpg 421w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10-300x184.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10-370x227.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10-270x165.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Divisão em pizza, com área de lazer no centro do Pivô (Fonte Valley).</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10943" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11.jpg" alt="Irrigação de pastagem com pivô central" width="421" height="316" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11.jpg 397w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de pastagem irrigada com pivô central.</span></p>
<p>A técnica de irrigar pastagens possibilita uma melhoria na qualidade da forragem e um aumento significativo na produção de matéria seca por área, com consequente acréscimo na taxa de lotação (UA/ha), proporcionando a obtenção de índices satisfatórios de lucratividade, tornando a atividade altamente competitiva no agronegócio nacional.</p>
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</span></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-36397" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp" alt="Cristiano Rossoni - Coordenador de Cursos Pecuária de Corte" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-270x86.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/cristiano-rossoni-300x96.jpg-150x48.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Cisticercose bovina: como evitar prejuízos com essa doença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 19:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[cisticercose]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio representa, hoje, em torno de um terço de tudo que é produzido no país, sendo o setor mais importante da economia brasileira. Como parte do agronegócio, a pecuária responde por 7% do PIB brasileiro. Dentro deste cenário, torna-se de suma importância o desenvolvimento de um programa de sanidade animal para o controle de enfermidades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agronegócio representa, hoje, em torno de um terço de tudo que é produzido no país, <strong>sendo o setor mais importante da economia brasileira</strong>.</p>
<p>Como parte do agronegócio, a pecuária responde por 7% do PIB brasileiro. Dentro deste cenário, torna-se de suma importância o desenvolvimento de um programa de sanidade animal para o controle de enfermidades que causam perda de produção e produtividade à pecuária nacional, como é o caso da <strong>cisticercose bovina</strong>.</p>
<p>O complexo teníase/cisticercose é uma zoonose determinada pela <em>Taenia saginata</em> e está relacionada com aspectos socioeconômicos e culturais. Apresenta distribuição cosmopolita e representa um grave problema de saúde pública, estando amplamente difundido na maioria dos países em que há criação bovina, principalmente naqueles em desenvolvimento.</p>
<p>No Brasil, acredita-se que a prevalência da cisticercose bovina está entre 0,7 e 5,3%.</p>
<p>O ciclo da <em>T. saginata</em> depende de dois hospedeiros, um definitivo e um intermediário, e uma fase de vida livre. O hospedeiro definitivo dessa tênia é exclusivamente o homem e os hospedeiros intermediários, na maior parte das vezes, são os bovinos.</p>
<p>Há, portanto, três fases no ciclo de vida deste parasitas: adulto no hospedeiro definitivo, ovos no ambiente e cisticercos (fase larval) no hospedeiro intermediário.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>O que é a cisticercose bovina?</h2>
<p>A <strong>cisticercose é uma enfermidade parasitária</strong>, vulgarmente denominada cisto, que acomete os hospedeiros intermediários. A infecção se dá pela ingestão de ovos de <em>Taenia</em> sp. que podem estar junto ao pasto ou a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">água</a></strong>.</p>
<p>Esses ovos são originados do verme adulto que se encontra no hospedeiro definitivo. Dessa forma, para que alcancem o ambiente e contaminem seus hospedeiros intermediários são eliminados através das fezes humanas.</p>
<p>Esses ovos da <em>T.saginata</em> se transformam em larvas, o <em>Cysticercus bovis</em>, que se desenvolvem, de preferência, no tecido conjuntivo intermuscular, sendo os músculos de maior incidência o masseter, o lingual, o cardíaco, o esofágico e o diafragmático; e ocasionalmente no fígado, pulmão, olhos, cérebro, baço, rins e linfonodos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11149" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cisticercose-1.jpg" alt="Ciclo de vida da Taenia saginata" width="344" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cisticercose-1.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cisticercose-1-206x300.jpg 206w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cisticercose-1-370x538.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cisticercose-1-270x393.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 344px) 100vw, 344px" /><span style="font-size: 10pt;">Ciclo de vida da <em>Taenia saginata</em> / Fonte: Portal São Francisco</span></p>
<p>Apesar de os bovinos normalmente evitarem pastar ao redor de fezes, hábitos humanos de pouca higiene, como defecar diretamente no ambiente ou em sanitários sem as devidas fossas, muitas delas instaladas sobre córregos e rios, contribuem para o problema.</p>
<p>Além disso, a viabilidade dos ovos no meio ambiente permite que o animal se contamine sem que, necessariamente, ingira fezes. Alguns fatores auxiliam a dispersão dos ovos, tais como: a contaminação fecal do solo, o transporte através do vento, aves, anelídeos e artrópodes (moscas, besouros, traças, formigas, pulgas e ácaros).</p>
<p>O homem também pode desenvolver cisticercose quando ingere ovos da <em>Taenia saginata</em>. No entanto, o quadro mais comumente encontrado no homem é a teníase, que é a presença da forma adulta do parasita no intestino delgado.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39640 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png" alt="E-book Sanidade do gado de corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Os ovos de <em>Taenia</em> podem permanecer viáveis na pastagem por períodos de 4 a 12 meses. Eles são resistentes ao tratamento convencional de esgotos, porém o tratamento convencional da água como floculação, sedimentação e filtração é suficiente para eliminá-los.</p>
<p>Para a utilização de fezes como fertilizantes, a maneira mais prática de inviabilizar os ovos de tênia seria pela elevação da temperatura através da compostagem aeróbica, uma vez que os ovos são sensíveis às altas temperaturas.</p>
<p>Como <strong>a cisticercose não dá qualquer sinal ou sintoma que necessite de tratamento medicamentoso</strong>, medidas preventivas ou profiláticas, o criador e o veterinário não detectam a doença durante a produção. Só vão dar conta da importância da enfermidade no momento do abate pelas perdas financeiras que ocasiona devido ao aproveitamento condicional e até condenação total de vísceras e carcaças.</p>
<p>As perdas econômicas com a cisticercose animal são da ordem de <strong>10% a 15% do valor da produção.</strong></p>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-de-carcaca-bovina/">carcaças</a></strong> ou órgãos parasitados com o <em>Cysticercus bovis</em> podem ter destinos variados, dependendo do grau de acometimento. Segundo o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento devem ser condenadas as carcaças com infestações intensas pelo <em>Cysticercus bovis</em> ou quando a carne é aquosa ou descorada.</p>
<h2>Prejuízos causados pela cisticercose bovina</h2>
<p>De acordo com o Art. 185 do Decreto 9013/17, do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), os prejuízos dependerão do grau de infestação da carcaça.</p>
<p>O <strong>diagnóstico da cisticercose bovina</strong> é realizado durante a inspeção <em>post mortem</em> que ocorre durante o abate nos matadouros, e consiste basicamente na avaliação visual macroscópica de cisticercos em tecidos e órgãos da carcaça.</p>
<p>Em geral, na rotina de inspeção, <strong>a carcaça será considerada por infecção intensa</strong> se encontrados, pelo menos, oito cistos viáveis ou calcificados, ou dois ou mais cistos localizados, simultaneamente em pelo menos dois locais de eleição examinados na linha de inspeção, ou quatro ou mais cistos localizados no quarto dianteiro ou no quarto traseiro.</p>
<p>Coração, músculos da mastigação, língua, diafragma e seus pilares e massas musculares da carcaça são as principais áreas analisadas.</p>
<p>Para o aproveitamento condicional, considerando uma pesquisa em todos os locais de eleição examinados na linha de inspeção e na carcaça correspondente, pode-se utilizar o uso do calor quando encontrado mais de um cisto viável ou calcificado, ou tratamento pelo frio ou salga quando encontrado um cisto viável, ou até mesmo destinado ao consumo humano quando observado apenas um cisto já calcificado, em todos os casos, sempre após a remoção e condenação das áreas atingidas.</p>
<h3>Prejuízos para o produtor</h3>
<ul>
<li>Recusa dos frigoríficos em comprar gado de propriedades altamente infectadas;</li>
<li>Condenação da carcaça pela inspeção quando ocorre alta infestação, destinando-a para graxaria. Neste caso, o produtor nada recebe pelo seu animal;</li>
<li>Condenação da carcaça para conserva ou salga quando há média infestação, levando a perdas no valor da mesma;</li>
<li>Retirada de partes da carcaça onde se localizam os cisticercos pode levar a perda de até 15 kg de carne por animal;</li>
<li>Marketing negativo que pode levar à diminuição do consumo.</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para frigoríficos e criadores, em particular, e para a pecuária brasileira como um todo, <strong>a cisticercose bovina causa prejuízos que vão além de perdas materiais devido ao aspecto moral da questão, pois põe em cheque a qualidade da carne</strong>, um dos itens mais importantes da pauta de exportação.</span></p>
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<h3>Perdas financeiras para frigoríficos</h3>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"> Custos de armazenamento e o custo financeiro do período de tempo quando há condenação da carcaça para congelamento;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Perda total das vísceras.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Desconfiguração da carcaça condenada pela procura e retirada dos cistos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Diminuição do peso da carcaça e depreciação da venda ao varejo devido ao congelamento</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Perdas quando o destino da condenação é a conserva, salga ou graxaria, devido ao custo de processamento e de linha de abate.</span></li>
</ul>
<p>Não há nenhum teste ou reação sorológica confiável <strong>que identifique previamente e de maneira segura se os animais estão contaminados por cisticercose</strong>, dessa forma o seu diagnóstico baseia-se na visualização do cisticerco nos tecidos no momento do abate.</p>
<p>Alguns autores recomendam o tratamento de animais de áreas que sabidamente são acometidas pela patologia. Para isso, cita-se o uso de Mebendazol ou Praziquantel nas doses, respectivamente, de 25 a 50 mg/kg de peso e 50 a 100 mg/kg de peso. É importante observar o período de carência desses medicamentos para programar o abate.</p>
<p>Na rotina, os técnicos têm associado um endectocida (Ex: Albendazol) ao protocolo sanitário usado nos animais antes destes entrarem para o confinamento, 75 a 90 dias antes do abate. Administra-se por via oral 1 mL para cada 20 kg de peso vivo, essa ação tem diminuído a incidência de cisticercos nas carcaças bovinas.</p>
<h2>Cisticercose: um problema de saúde pública</h2>
<p>A cisticercose é uma zoonose e <strong>o homem pode ser acometido de duas maneiras</strong>:</p>
<ol>
<li>Pela ingestão da carne contaminada com cisticercos que vão se desenvolver para a fase adulta do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-de-verminoses-em-bovinos-de-corte/">verme</a></strong> (teníase);</li>
<li>Pela ingestão direta de ovos (cisticercose humana).</li>
</ol>
<p>O homem adquire a tênia ao ingerir carne contaminada crua ou mal cozida contendo cisticercos que são liberados durante a digestão da carne.</p>
<p>A tênia vive no intestino delgado do homem e, normalmente, o hospedeiro alberga apenas um parasita. Isso pode ser devido à imunidade desenvolvida pelo próprio hospedeiro, impedindo o desenvolvimento de outras tênias da mesma espécie.</p>
<p>Após 60 a 70 dias da ingestão dos cisticercos, já começam a serem eliminadas as primeiras proglotes. A teníase pode se apresentar de forma assintomática, porém alguns pacientes manifestam alterações no apetite (anorexia ou apetite exagerado), náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia, emagrecimento, irritabilidade e fadiga.</p>
<p>Mas, <strong>a grande importância do complexo teníase-cisticercose</strong> para a saúde pública está no fato de que <strong>o homem, além de hospedeiro definitivo da tênia, pode se tornar hospedeiro intermediário e abrigar a fase larval</strong>. A enfermidade está ligada a hábitos alimentares, sendo mais frequente em pacientes com maior contato com o meio rural.</p>
<p>A infecção se dá através de água ou alimentos contaminados com fezes humanas contendo ovos das tênias. A contaminação do homem pode ocorrer ainda por autoinfecção, devido à falta de hábitos higiênicos ou por movimentos retrógrados do conteúdo intestinal (refluxo, vômitos).</p>
<p>A cisticercose humana gera grandes transtornos devido à localização do parasita em tecidos nobres, como os do globo ocular (oftalmocisticercose) e do sistema nervoso central (neurocisticercose), sendo que em outras localizações, como a subcutânea, a muscular e a visceral (forma disseminada), o cisticerco representa, de maneira geral, achado sem maiores implicações.</p>
<p>O parasita vive entre 18 meses e 2 anos e em 60 a 90% dos casos os cistos se localizam no sistema nervoso central. Essa enfermidade é considerada a mais grave das infecções parasitárias do sistema nervoso humano.</p>
<p>O tratamento da neurocisticercose pode ser simplesmente sintomático, ou antiparasitário, ou ainda cirúrgico, dependendo do número, tamanho, localização e grau de atividade dos cistos.</p>
<h2>Controle da cisticercose bovina</h2>
<p>Interromper o <strong>ciclo evolutivo</strong> do parasita deve ser a estratégia fundamental, a fim de evitar a infecção nos animais e nos homens.</p>
<p>Podem ser citadas como recomendações:</p>
<ul>
<li>Melhoramento das condições de saneamento do meio ambiente;</li>
<li>Tratamento de toda a população acometida;</li>
<li>Tratamento de esgotos;</li>
<li>Melhoramento da criação de animais (evitar o acesso de animais a fezes humanas);</li>
<li>Incremento da inspeção veterinária de produtos cárneos;</li>
<li>Evitar o abate e comércio de produtos clandestinos;</li>
<li>Educação sanitária para o esclarecimento da população enfatizando a adoção de hábitos de higiene;</li>
<li>Orientação sobre o autodiagnóstico;</li>
<li>Diagnóstico preciso em matadouros e destinação adequada das carcaças e órgãos afetados;</li>
<li>Tratamento da carne por congelamento ou cocção adequados.</li>
</ul>
<p>Agora que você já sabe que a cisticercose é um problema de saúde pública e limitador de faturamento, saiba quais as medidas adequadas para evitar que essa doença cause ainda mais prejuízos aos seus negócios.</p>
<h2 data-start="176" data-end="244">Prevenir perdas começa com conhecimento técnico e gestão no campo</h2>
<p data-start="246" data-end="557">A cisticercose bovina é uma ameaça silenciosa que pode comprometer o rendimento no abate, gerar condenações de carcaça e impactar diretamente o lucro da propriedade. Para reduzir riscos e proteger sua produção, é fundamental dominar não só os cuidados sanitários, mas também as estratégias de gestão da fazenda.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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		<title>Plantas tóxicas para bovinos: conheça as principais</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/plantas-que-causam-intoxicacao-em-bovinos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 19:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[intoxicação]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas tóxicas para os bovinos são aquelas que, ingeridas espontaneamente pelos animais em condições naturais, causam danos à saúde ou até mesmo levam à morte os animais. A importância econômica das intoxicações deve-se, principalmente, a fatores como: diminuição da produção, morte dos animais e custos com medidas profiláticas e de controle. O comportamento tóxico das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas tóxicas para os bovinos são aquelas que, ingeridas espontaneamente pelos animais em condições naturais, causam danos à saúde ou até mesmo levam à morte os animais.</p>
<p>A importância econômica das intoxicações deve-se, principalmente, a fatores como: diminuição da produção, morte dos animais e custos com medidas profiláticas e de controle.</p>
<p>O comportamento tóxico das plantas é bastante variável, pois existem fatores que influenciam sua toxicidade como solo, clima, estádio vegetativo da planta, parte da planta, período de ingestão.</p>
<p>Neste artigo, você irá conhecer algumas das <strong>principais plantas tóxicas para os bovinos.</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Senecio spp. — <span style="font-size: 18pt;">Tasneirinha, flor-das-almas e maria-mole</span></h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><strong>Família:</strong> Compositaceae.</span></li>
</ul>
<p>É uma planta anual, que floresce a partir do mês de outubro e apresenta inflorescências amarelas, comportando-se como invasora de culturas e pastagens nativas. É encontrada na região Centro-Sul do Brasil.</p>
<p>Os animais se intoxicam pela ingestão acidental da planta com feno e silagem, pois, a mesma é pouco palatável. Seu princípio ativo são os alcalóides pirrolizidínicos hepatotóxicos e causadores de lesão crônica irreversível.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Agressividade, incoordenação, tenesmo (prolapso retal), diarreia, falta de apetite, paralisia ruminal, fezes com sangue, elevada atividade cardíaca.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Edema de mesentério, abomaso e intestino; líquido no abdômen; hemorragias peri e endocárdicas; fígado aumentado de tamanho (aguda) ou diminuído (crônica); vesícula biliar aumentada de tamanho, com parede engrossada e edemaciada e lesões nodulares. Lesões de espongiose no sistema nervoso.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10850 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/senecio-spp.jpg" alt="Senecio" width="330" height="393" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/senecio-spp.jpg 330w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/senecio-spp-252x300.jpg 252w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/senecio-spp-270x322.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 330px) 100vw, 330px" /><span style="font-size: 10pt;"> <em>Senecio</em> spp.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-plantas-toxicas-para-bovinos?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-plantas-toxicas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39638 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas.png" alt="E-book Plantas tóxicas para bovinos" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-plantas-toxicas-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2><em>Tetrapterys multiglandulosa </em>spp. — Cipó-preto, Cipó-ruão e Cipó-vermelho</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Malpighiaceae.</span></span></li>
</ul>
<p>É uma planta perene, presente em todos os estados da região Sudeste. A intoxicação ocorre mais no período da seca, quando os animais passam por restrição alimentar, pois a planta tem baixa palatabilidade, exceto os brotos jovens, que apresentam boa palatabilidade.</p>
<p>Mesmo na seca a planta se mantém verde nos pastos, atraindo os animais. Os princípios tóxicos são os heterosídeos flavônicos e esteróides na folha jovem, taninos condensados, alcalóides quaternários e esteróides na folha madura.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Edema de barbela e na região esternal, jugular com pulso positivo, aborto, relutância do animal em andar, emagrecimento progressivo, fezes ressequidas.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Áreas mais claras no coração (epicárdio), miocárdio endurecido, fígado com aspecto de noz-moscada, edemas subcutâneos (região esternal).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10851 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tetrapterys-multiglandulosa-spp.jpg" alt="Tetrapterys multiglandulosa" width="328" height="393" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tetrapterys-multiglandulosa-spp.jpg 328w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tetrapterys-multiglandulosa-spp-250x300.jpg 250w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tetrapterys-multiglandulosa-spp-270x324.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 328px) 100vw, 328px" /><span style="font-size: 10pt;"><em>Tetrapterys multiglandulosa </em>spp.</span></p>
<h2><span style="font-size: 18pt;"><em>Conium maculatum </em></span>— <span style="font-size: 18pt;">Cicuta, funcho-selvagem</span></h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Umbeliferae.</span></span></li>
</ul>
<p>É uma planta perene, com 180 cm de altura, caule oco, recoberto com manchas púrpuras, folhas pinatipartidas, lembrando as de salsa. A planta é encontrada nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os princípios tóxicos são os alcalóides (coniína, coniceína) voláteis.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Dificuldade de deglutição, dificuldade de locomoção, incoordenação, tremores musculares, prolapso da terceira pálpebra, dificuldade respiratória, salivação, eructação intensa, regurgitação do conteúdo ruminal, movimento de pedalagem, abortos e nascimentos de bezerros com defeitos teratogênicos.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Presença de espuma e fragmentos verdes nas vias respiratórias, presença de líquido ruminal aspirado no pulmão.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conium-maculatum.jpg" alt="Conium maculatum" width="400" height="294" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conium-maculatum.jpg 428w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conium-maculatum-300x221.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conium-maculatum-370x272.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conium-maculatum-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/conium-maculatum-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><em><span style="font-size: 10pt;">Conium maculatum</span></em></p>
<h2><em>Solanum malacoxylon </em>— Espichadeira &#8211; variedade glabra e pilosa</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Solanaceae.</span></span></li>
</ul>
<p>São descritas intoxicações naturais em bovinos acima de 15 meses. A planta é encontrada no pantanal do Mato Grosso em terrenos argilosos e região alagadiça. Nos meses de julho a setembro, há uma incidência maior de intoxicação.</p>
<p>O princípio ativo que deixa essa planta tóxica é o calcinogênico (vitamina D), que provoca aumento da absorção de cálcio, levando à calcificação distrófica no endocárdio, artérias, tecidos moles e tendões.</p>
<p>Esse princípio ativo também provoca inibição da maturação dos condrócitos das cartilagens epifisais e articulares, levando à parada do crescimento longitudinal, os tecidos moles sofrem degeneração e calcificação patológica e a deposição óssea intramedular provoca inibição da eritropoiese.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Emagrecimento progressivo, pelos ásperos, sinais de fraqueza, abdômen retraído, dificuldade de locomoção e andar rígido, apoio das pinças dos cascos no chão, principalmente nos membros anteriores.</p>
<p>Após movimentação brusca, os animais intoxicados apresentam insuficiência cardíaca e respiratória, caracterizadas por cansaço e dispneia, carpo ligeiramente flexionado e cifose, decúbito, pulso arterial duro, arritmias cardíacas.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Mineralização em diversos órgãos, principalmente nos sistemas cardiocirculatório e pulmonar; endocárdio e válvulas cardíacas espessadas, com perda da elasticidade; aumento e rigidez das grandes artérias (faciais e ilíacas), que se apresentam esbranquiçadas, endurecidas e espessadas, mostrando na camada íntima elevações irregulares e placas esbranquiçadas; calcificação associada a enfisema pulmonar; anasarca e ascite; rins com pontilhados esbranquiçados.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong> não existe tratamento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10844 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/espichadeira.jpg" alt="Espichadeira" width="209" height="311" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/espichadeira.jpg 209w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/espichadeira-202x300.jpg 202w" sizes="auto, (max-width: 209px) 100vw, 209px" /><span style="font-size: 10pt;">Espichadeira</span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18732 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária de Corte" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Mascagnia — Pubiflora, Rigida, Coriacea, Elegans</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Malpighiaceae;</span></span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Nomes vulgares:</b><span style="font-weight: 400;"><strong><em> Mascagnia pubiflora</em>:</strong> corona, timbó, cipó-prata / <strong><em>Mascagnia rígida</em>:</strong> tingui, salsa-rosa, péla-bucho, quebra-bucho / <strong><em>Mascagnia coriaceae</em>:</strong> suma-roxa, suma, quebra-bucho / <strong><em>Mascagnia elegans</em>:</strong> rabo-de-tatu.</span></span></li>
</ul>
<p>A planta é encontrada nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, e Espírito Santo. Por causa da boa palatabilidade, é ingerida junto com a forragem durante todo o ano.</p>
<p>Entretanto, quando a planta está brotando, a toxicidade é maior e a movimentação dos animais que ingeriram a planta favorece a intoxicação. O princípio tóxico da planta é o Glicosídeo digitálico.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Relutância em levantar e caminhar, tremores musculares, quedas, movimento de pedalagem, convulsões, morte. O animal pode ter alterações cardíacas e neuromusculares de evolução superaguda, com morte súbita.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Em bovinos que morrem após doses únicas, não são encontradas alterações consistentes na necropsia, porém podem ser observados:</p>
<ul>
<li><strong><em>Mascagnia pubiflora</em>: </strong>Petéquias no epicárdio, superfície de corte do miocárdio pálida, congestão hepática e pulmonar.</li>
<li><strong><em>Mascagnia rigida</em>:</strong> Muco na porção final do intestino grosso, hemorragias nos pulmões e rins, congestão hepática.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong> não se conhece.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10848 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mascagnia.jpg" alt="Mascagnia" width="269" height="308" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mascagnia.jpg 269w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mascagnia-262x300.jpg 262w" sizes="auto, (max-width: 269px) 100vw, 269px" /><span style="font-size: 10pt;">Mascagnia</span></p>
<h2><em>Palicourea marcgravi </em>— Cafezinho, erva-de-rato, erva-café, café-bravo, roxa, roxinha</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Rubiaceae.</span></span></li>
</ul>
<p>Uma das plantas tóxicas de maior importância no Brasil com ampla distribuição, exceto na região Sul, apresentando alta palatabilidade e elevada toxicidade com efeito cumulativo.</p>
<p>É ingerida em qualquer época do ano, porém o número maior de intoxicações ocorre na seca, quando os animais penetram nas matas e capoeiras. O princípio tóxico é o ácido monofluoracético e a planta seca apresenta cerca de quatro vezes mais do que a planta verde.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Desequilíbrio do trem posterior (os animais caem), tremores musculares, movimentos de pedalagem, dispneia, membros distendidos, taquicardia, convulsão e morte; Os sinais aparecem em poucas horas após a ingestão da planta (5 a 24 horas) e apresentam um quadro superagudo( o animal pode morrer em 1 a 15 minutos).</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Como a morte ocorre rapidamente, muitas vezes não se observam lesões macroscópicas. Em algumas ocasiões, observam-se mucosas cianóticas, congestão de pulmões, rins e fígado, e hemorragias na meninge e rins.</p>
<p><strong>Tratamento: </strong>não existe tratamento específico</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10840" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cafezinho.jpg" alt="Planta Cafezinho" width="400" height="217" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cafezinho.jpg 497w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cafezinho-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cafezinho-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/cafezinho-270x147.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-size: 10pt;">Cafezinho</span></p>
<h2><em>Cestrum </em>— Coerana, canema, anilão, maria-preta, pimenteira</h2>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;"><strong>Família</strong>: Solanaceae.</span></li>
</ul>
<p>Esta planta ocorre especialmente em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina, sendo que os <em>Cestrum axillare</em> e <em>Cestrum corymbosum</em> desenvolvem-se em partes úmidas, o <em>Cestrum sendtenerianum</em> desenvolve-se em capoeiras.</p>
<p>O princípio tóxico da planta são as saponinas (digitogexina e gitogenina).</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Apatia e anorexia, narinas secas, pêlos arrepiados, ranger de dentes, andar relutante, sonolência. Quando em pé, o animal mantém a cabeça baixa ou apoiada em obstáculos, isolamento, diminuição dos movimentos do rúmen, salivação abundante, agressividade, hiperexitabilidade, tremores musculares.</p>
<p>Algumas horas após o início dos sintomas, os animais permanecem decúbito esternal e às vezes com a cabeça voltada para o flanco, movimentos de pedalagem, extremidades frias.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>As alterações macroscópicas mais significativas são observadas no sistema digestivo. Fígado com cirrose e coloração mais clara, com aspecto de noz-moscada, coração com hemorragia do tipo petequial, sufusões no epicárdio, miocárdio e endocárdio.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong> não existe tratamento específico</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10841 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/coerana.jpg" alt="Planta Coerana" width="377" height="393" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/coerana.jpg 377w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/coerana-288x300.jpg 288w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/coerana-370x386.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/coerana-270x281.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 377px) 100vw, 377px" /><span style="font-size: 10pt;">Coerana</span></p>
<h2><em>Senna ocidentallis </em>— Fedegoso</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Leguminosae.</span></span></li>
</ul>
<p>Planta causadora de miopatia e cardiomiopatia degenerativas em várias espécies. Esta leguminosa é encontrada nas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastagens</a></strong> ao longo de beiras de estrada, em lavouras, em solos ricos ou bastante fertilizados.</p>
<p>As intoxicações ocorrem mais na época seca do ano quando os pastos estão secos e também pela ingestão de cereais e feno contaminado com sementes ou outras partes da planta. Os princípios tóxicos são o N-metilmorfoline e o Oximetilantraquinona.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Diarreia com cólica e tenesmo em 2 a 4 dias após a ingestão, fraqueza muscular, ataxia dos membros posteriores e relutância em se mover. Mioglobinúria, decúbito esternal e lateral. Os animais podem adoecer mesmo após duas semanas de cessada a ingestão da planta.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Áreas pálidas nos músculos esqueléticos, principalmente nas grandes massas musculares; lesões cardíacas discretas (palidez difusa do miocárdio), presença de grandes coágulos cruóricos nos dois ventrículos; fígado aumentado e pálido, com manchas escuras na cápsula; rúmen repleto e fétido; pulmões avermelhados, pouco crepitantes e com espuma na traqueia e brônquios.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong> não há tratamento eficaz</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10845 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/fedegoso.jpg" alt="Planta Fedegoso" width="261" height="388" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/fedegoso.jpg 261w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/fedegoso-202x300.jpg 202w" sizes="auto, (max-width: 261px) 100vw, 261px" /><span style="font-size: 10pt;">Fedegoso</span></p>
<h2><em>Pteridium aquilinum </em>— Samambaia, samabaia-do-campo, samambaia-das-taperas</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Polypodeaceae.</span></span></li>
</ul>
<p>É uma planta que vegeta em lugares de maior altitude em solos ácidos e arenosos, após derrubada de matas, nas beiradas de estradas e capoeiras. A samambaia é tóxica verde ou seca e tem poder cumulativo.</p>
<p>Ela possui uma tiaminase do tipo I, que é metabolizada para outras substâncias como o fator de anemia aplástica, fenóis, tiazol, pirimidina, ácido cinâmico, chiquímico e fator determinante de hematúria.</p>
<p>As <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/intoxicacao-por-samambaia/" target="_blank" rel="noopener">intoxicações por samambaia</a> </strong>ocorrem mais quando os animais estão com fome, habituados a comer a planta, em fenos contaminados com a mesma, ou no caso de bovinos que recebem escasso material fibroso.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<ul>
<li><strong>Tipo laríngeo da intoxicação:</strong> animais começam a apresentar pelos arrepiados, perda de peso e andar cambaleante, tristeza, indiferença, hemorragias cutâneas e das cavidades naturais como boca e fossas nasais, edema de garganta, aumento da temperatura corporal.</li>
<li><strong>Tipo entérico da intoxicação:</strong> anorexia, depressão, enterite, fezes diarreicas de cor escura e com coágulo de sangue, mucosas pálidas com petéquias, temperatura elevada, hemorragias no local de picada de insetos ou de agulhas.</li>
<li><strong>Forma crônica da intoxicação:</strong> a principal alteração clínica é a presença de hematúria enzoótica (sangue), mas também são frequentes os carcinomas epidermóides no esôfago, faringe rúmen, com tosse, dificuldade de apreensão e deglutição dos alimentos. Achados de necropsia</li>
<li><strong>Forma aguda da intoxicação:</strong> palidez das mucosas da vagina e gengiva, petéquias na mucosa vaginal, hemorragias na forma de sufusões na serosa das cavidades abdominais e torácica. Também são observadas hemorragias nas fáscias musculares e sufusões no endocárdio, úlcera na mucosa intestinal. Tanto o fígado, como rins e pulmões, apresentam áreas de infarto e necrose.</li>
<li><strong>Forma crônica da intoxicação:</strong> bexiga com conteúdo urinário de cor vermelha e, às vezes, com coágulos sanguíneos. Tanto na faringe, como no esôfago e rúmen, são observados papilomas de diversas formas, carcinomas na base da língua, nódulos firmes na bexiga.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento: </strong>não há tratamento terapêutico eficaz.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10849" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/samambaia.jpg" alt="Planta Samambaia" width="400" height="281" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/samambaia.jpg 449w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/samambaia-300x210.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/samambaia-370x260.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/samambaia-270x189.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-size: 10pt;">Samambaia</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><em>R</em><em>icinus communis </em>— Mamona, carrapateira, palma-de-cristo, regateira</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Euforbiaceae.</span></span></li>
</ul>
<p>A intoxicação natural pela planta tem sido registrada na região nordeste, devido à fome. Quanto aos princípios tóxicos, as folhas possuem a ricinina, responsável por sintomas neuromusculares, que não possui efeito cumulativo e as sementes possuem uma toxalbumina, a ricina, além de uma fração alergênica (complexo proteína-polissacarídeo), uma lípase, traços de riboflavina, ácido nicotínico e óleo de rícino.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<ul>
<li>Quando os animais ingerem as folhas e pericarpo dos frutos: inquietação, andar desequilibrado, necessidade de deitar após certa marcha, tremores musculares, sialorreia, eructação excessiva, atonia ruminal.</li>
<li>Quando os animais ingerem as sementes: diarreia sanguinolenta, dores abdominais, anorexia, incoordenação, insuficiência respiratória, insuficiência renal aguda (uremia).</li>
</ul>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Gastroenterite hemorrágica Tratamento: Soro anti-rícino, Antiespasmódicos, hidratação parenteral.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10847 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mamona.jpg" alt="Mamona" width="379" height="393" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mamona.jpg 379w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mamona-289x300.jpg 289w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mamona-370x384.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/mamona-270x280.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 379px) 100vw, 379px" /><span style="font-size: 10pt;">Mamona</span></p>
<h2><em>Stryphnodendron </em>spp. — Barbatimão</h2>
<ul>
<li><strong><span style="font-size: 12pt;">Família: </span></strong><span style="font-size: 12pt;">Leguminosae.</span></li>
</ul>
<p>Árvore descrita nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Ceará, Maranhão e Piauí. Os princípios tóxicos da planta são os taninos, presentes na casca da árvore e as saponinas, presentes nos frutos.</p>
<p>As intoxicações ocorrem com mais frequência de junho a setembro, principalmente em animais que estão passando fome, que comem as favas que caem no chão.</p>
<h3><strong>Sinais clínicos nos bovinos</strong></h3>
<p>Apatia, anorexia, ressecamento do focinho, atonia ruminal, emagrecimento progressivo, sonolência, hipotermia, tremores musculares, lacrimejamento, sialorreia, erosões na mucosa bucal, lesões de pele, polaciúria (micções muito frequentes e pouco abundantes).</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Gastroenterite discreta, intestinos quase vazios, fígado levemente amarelado, bile com cor vermelha escura a amarela, rins pálidos e ligeiramente aumentados de volume, baço com discreta hiperemia.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong> administração de purgantes oleosos e salinos, soro glicosado e anti-histamínico, aplicação de pomadas e ungüentos nas lesões de pele.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10839 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/barbatimao.jpg" alt="Barbatimão" width="279" height="390" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/barbatimao.jpg 279w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/barbatimao-215x300.jpg 215w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/barbatimao-270x377.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 279px) 100vw, 279px" /><span style="font-size: 10pt;">Barbatimão</span></p>
<h2><em>Lantana</em> spp. — Chumbinho, camará, cambará, margaridinha</h2>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400; font-size: 12pt;"><strong>Família:</strong> Verbenaceae;</span></li>
</ul>
<p>Planta com ampla distribuição pelo Brasil sendo descrita nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul.</p>
<p>As intoxicações ocorrem mais situações de escassez de alimento e superlotação de pastagens, após as primeiras chuvas, pois a planta brota mais rapidamente. Os princípios tóxicos são o Lantadene B e Lantadene A.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<ul>
<li><strong>Curso agudo da intoxicação (24- 48 horas):</strong> Apatia, anorexia, midríase, icterícia, fezes moles e com sangue, edema de faces e membros, urina de cor escura, lacrimejamento, sialorreia, fotossensibilização.</li>
<li><strong>Curso crônico da intoxicação (15-42 dias):</strong> Manifestações de fotossensibilização hepatógena como eritema, edema inflamatório das partes claras, com exsudato seroso e face ventral da língua ulcerada; diminuição ou parada dos movimentos do rúmen, inquietação, icterícia, urina de coloração marrom, fezes ressecadas, nefrose, mumificação da pele nos animais que não morrem.</li>
</ul>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Icterícia generalizada, fígado aumentado de tamanho e de coloração alaranjada, vesícula biliar distendida e edemaciada, rins com edema de pélvis e urina de coloração marrom, pele com lesões de fotossensibilização.</p>
<p><strong>Tratamento:</strong> soro glicosado, purgantes salinos, pomadas a base de vitamina A e zinco nas lesões de pele, corticóide, antibióticos, anti-histamínicos, rumenotomia com remoção do conteúdo e substituição por conteúdo ruminal normal.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10846 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/lantana.jpg" alt="Lantana" width="365" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/lantana.jpg 365w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/lantana-300x259.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/lantana-270x233.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/lantana-348x300.jpg 348w" sizes="auto, (max-width: 365px) 100vw, 365px" /><span style="font-size: 10pt;"><em>Lantana</em> spp.</span></p>
<h2><em>Enterolobium</em> spp. — Contortisiliquum, Schomburgkii, Gummiferum</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Família:</b><span style="font-weight: 400;"> Leguminosae;</span></span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Nomes vulgares: </b><span style="font-weight: 400;"><em>Enterolobium contortisiliquum:</em> Orelha-de-macaco, timbaúba, tamboril-da-mata / </span><span style="font-weight: 400;"><em>Enterolobium schomburgkii</em>: Tamboril-da-mata / </span><span style="font-weight: 400;"><em>Enterolobium gummiferum</em>: Tamboril-do-campo, orelha-de-onça, vinhático-do-campo.</span></span></li>
</ul>
<p>Distribuição da planta:<em> E. Contortisiliquum</em>: Amazonas, Mato Grosso, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul / <em>E. Shomburgkii:</em> Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais /  <em>E. Gummiferum: </em>Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e região Centro-Oeste do Brasil.</p>
<p>Os animais se intoxicam através da ingestão da fava, que tem boa palatabilidade, e as intoxicações são mais freqüentes durante a seca. Os princípios tóxicos são as saponinas (gitogenina, digitogenina).</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<ul>
<li>Curso agudo da intoxicação: Diminuição ou ausência completa de apetite, apatia, fezes extremamente diarreicas, sede intensa, desidratação, diminuição da frequência cardíaca e respiratória, corrimento nasal seroso bilateral.</li>
<li>Curso crônico da doença: Apatia, anorexia, diarreia com fezes pretas e fétidas, mucosa ocular ictérica, lesões de pele do tipo fotossensibilização.</li>
</ul>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<ul>
<li>Curso agudo da doença: Presença de sementes de <em>Enterolobium</em> spp. no rúmen, fígado aumentado de volume e com pontilhado branco na superfície do parênquima, gastroenterite catarral, intestinos vazios e mucosas congestas, icterícia generalizada.</li>
<li>Curso crônico da doença: icterícia generalizada, lesões de pele tipo fotossensibilização, lesões necróticas de pele e tecido subcutâneo.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong> soro glicosado, antidiarreicos, pomadas cicatrizantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10843" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/enterolobium-spp.jpg" alt="Planta Enterolobium Contortisiliquum" width="400" height="301" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/enterolobium-spp.jpg 419w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/enterolobium-spp-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/enterolobium-spp-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/enterolobium-spp-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/enterolobium-spp-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><span style="font-size: 10pt;"><em>Enterolobium contortisiliquum</em></span></p>
<h2>Plantas Cianogênicas</h2>
<ul>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Graminae: </b><em>Shorgum vulgare</em>: sorgo, <em>Shorgum halepense</em> (sorgo-de-alepo), <em>Shorgum sudanense</em> (sorgo-sudão, capim-sudão);</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Leguminosae: </b><em>Trifolium repens</em> (Trevo-branco);</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Rosaceae: </b><em>Prunus sphaerocarpa</em> (Pessegueiro-bravo);</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Caesalpinaceae: </b><em>Holocalyx glaziovii</em> (Alecrim-de-campinas);</span></li>
<li><span style="font-size: 12pt;"><b>Euphorbiacea: </b><em>Manihot</em> spp. (Mandioca).</span></li>
</ul>
<p>Os ruminantes são os animais mais sensíveis, devido ao pH ruminal, ao contrário dos monogástricos, os quais o pH do estômago inativa as enzimas hidrolíticas da planta. As plantas cianogênicas contêm o ácido cianídrico (HCN), formando compostos cianogênicos, geralmente glicosídeos ou hidroxinitrilos, inibindo a fosforilação e resultando em asfixia tissilar.</p>
<h3>Sinais clínicos nos bovinos</h3>
<p>Dispneia, tremores musculares, excitação, salivação, lacrimejamento, incoordenação, opistótono, decúbito, convulsões, dilatação de pupilas.</p>
<h3>Achados de necropsia</h3>
<p>Mucosas avermelhadas; sangue vermelho-brilhante, que coagula com dificuldade; petéquias no abomaso e intestinos; rúmen com cheiro de amêndoas amargas, musculatura escura.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Na maioria das vezes os animais já são encontrados mortos devido a rapidez da intoxicação cianídrica, além disso não há um tratamento específico de recuperação imediata. O tratamento é feito com uma solução aquosa de tiossulfato de sódio 20% via endovenosa.</p>
<p>A melhor forma de evitar a intoxicação pelas plantas tóxicas citadas acima é a profilaxia, e essa consiste em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejar adequadamente as pastagens</a></strong> evitando assim o aparecimento de invasoras, além de evitar o acesso dos animais famintos em áreas com incidências dessas plantas.</p>
<p>Portanto, um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bom planejamento nutricional</a></strong> é o melhor caminho para solucionar esse problema no campo.</p>
<h2 data-start="198" data-end="273">Evitar prejuízo com plantas tóxicas exige mais que atenção</h2>
<p data-start="275" data-end="556">A presença de plantas tóxicas nos pastos pode comprometer a saúde do rebanho e causar perdas silenciosas, que só aparecem no desempenho ou na mortalidade. Identificar riscos e tomar decisões técnicas no manejo da propriedade é essencial para garantir produtividade com segurança.</p>
<p data-start="558" data-end="843">No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-gpc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária de Corte</a></strong> do Rehagro, você aprende a olhar a produção com visão estratégica, utilizando indicadores e práticas que reduzem riscos, otimizam recursos e aumentam o retorno da atividade. Tudo com aulas 100% online, linguagem prática e foco em rentabilidade.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-que-causam-intoxicacao-em-bovinos/">Plantas tóxicas para bovinos: conheça as principais</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<item>
		<title>Capim Tifton: como implantar em pastagens?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 20:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[tifton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tifton, gramínea do gênero Cynodon, foi desenvolvido com o objetivo de obtenção de alta produtividade e qualidade forrageira, sendo uma ótima opção para pastejo e também para produção de feno. Pode ser plantado tanto em regiões frias, quanto quentes, de clima subtropical e tropical. A forrageira pode ser cultivada em solos arenosos, mistos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>tifton</strong>, gramínea do gênero Cynodon, foi desenvolvido com o objetivo de obtenção de alta produtividade e qualidade forrageira, sendo uma ótima opção para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo</a></strong> e também para produção de feno. Pode ser plantado tanto em regiões frias, quanto quentes, de clima subtropical e tropical.</p>
<p>A forrageira pode ser cultivada em solos arenosos, mistos e argilosos, devidamente corrigidos e adubados, não suportando apenas terrenos encharcados e ambientes sombreados.</p>
<p>Por não produzir sementes viáveis, o tifton é cultivado por meio de estruturas vegetativas, os estolões. As maneiras mais comuns de implantação da gramínea são em sulcos, em covas ou a lanço.</p>
<p>Recomenda-se <strong>realizar o plantio durante o período das águas</strong> (outubro a janeiro). O plantio em outras épocas é recomendado apenas em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/">áreas irrigadas</a></strong>, em virtude das mudas serem muito sensíveis à falta de água e desidratarem facilmente.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<h2>Etapas do plantio do Tifton</h2>
<h3>1. Escolha da área para cultivo</h3>
<p>Verificação da área onde será plantado o capim Tifton.</p>
<h3>2. Análise química do solo e correção</h3>
<p>Se necessário, efetue as <strong>correções do solo</strong> – calagem, gessagem, potassagem, fosfatagem, além da adubação com outros macro e micronutrientes.</p>
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<h3>3. Preparação do solo para plantio</h3>
<p>Subsolagem, aração e gradagem. Essas operações servem para descompactar, destorroar e nivelar a área, melhorando assim as condições físicas do solo.</p>
<p>Além disso, servem para diminuir a presença de plantas invasoras no momento da implantação da cultura.</p>
<h3>4. Abertura dos sulcos de plantio</h3>
<p>Os sulcos de plantio podem ser abertos com o auxilio de uma enxada (pequenas áreas) ou com trator e um equipamento apropriado para abertura de sulcos.</p>
<p>Recomenda-se que os sulcos fiquem espaçados de <strong>0,5 a 1,0 metros</strong>, com profundidade de 10 a 15 cm.</p>
<h3>5. Corte das mudas</h3>
<p>As mudas de tifton, ou estolões, podem ser cortadas manualmente com uma enxada, ou com um equipamento acoplado ao trator (ceifadeira). Sempre que possível, deve-se cortar as mudas no dia do plantio. Se for necessário armazená-las, elas devem ficar sob a sombra e serem molhadas diariamente.</p>
<p>As mudas destinadas à formação de pastagens devem estar maduras e vigorosas, com cerca de 100 dias de idade, originadas de áreas livres de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">pragas</a></strong>, doenças e ervas.</p>
<p>Uma boa muda de tifton deve possuir raízes, colmos/estolões vigorosos e uma grande quantidade de gemas. Mudas jovens, pequenas e tenras não devem ser utilizadas porque desidratam facilmente no sulco de plantio.</p>
<h3>6. Distribuição das mudas</h3>
<p>As mudas devem ser distribuídas de maneira uniforme na área de plantio. São necessários de 4 a 5 t/ha, 3 t/ha e 2,5 t/ha de mudas, para o plantio a lanço, em covas e sulcos, respectivamente.</p>
<h3>7. Cobertura das mudas</h3>
<p>Deve-se enterrar cerca de dois terços da muda (enterrio parcial), deixando o terço apical sem cobrir. Esta etapa pode ser realizada manualmente com o auxílio de uma enxada ou com uma grade niveladora semiaberta.</p>
<p>As folhas e colmos que ficam para fora do solo são capazes de realizar uma pequena taxa de fotossíntese, ajudando no desenvolvimento das gemas que darão origem às novas raízes.</p>
<h3>8. Compactação leve do solo</h3>
<p>Esta etapa pode ser realizada com um rolo compactador ou pelo pisoteio (quando o plantio for realizado em uma área pequena), sendo importante para aumentar o contato da muda, mais especificamente das gemas que irão originar as raízes, com solo.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Quando em condições adequadas de umidade e temperatura, após cerca de 90 a 120 dias, a pastagem deve estar cobrindo cerca de 70% da área.</p>
<p>Neste momento, deve-se fazer o primeiro <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastejo</a></strong> da área, passando com animais leves (ex: bezerras, novilhas), deixando que eles consumam cerca de 30% da forrageira disponível. Esta operação é importante para estimular a brotação e enraizamento do tifton.</p>
<h2>Faça da escolha do capim o início de uma estratégia nutricional de alto desempenho</h2>
<p>O Tifton pode ser uma excelente opção para sistemas intensivos de produção, mas sua implantação exige atenção a cada detalhe, desde a preparação do solo até o manejo inicial da forrageira. Com o manejo correto, ele se torna um aliado poderoso na produtividade por hectare e no ganho de peso do rebanho.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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