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	<title>úbere Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>úbere Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Edema de úbere: qual seu impacto e como prevenir esse quadro nas vacas da fazenda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 13:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[úbere]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O edema de úbere se trata de um distúrbio no metabolismo dos animais, considerado como não infeccioso, bastante frequente em vacas produtoras de leite. Essa desordem é caracterizada pelo acúmulo excessivo de fluidos no espaço intercelular na região do úbere, ocorrente no período periparto, devido à alta vascularização natural da glândula mamária e está intimamente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/edema-de-ubere/">Edema de úbere: qual seu impacto e como prevenir esse quadro nas vacas da fazenda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O edema de úbere se trata de um <strong>distúrbio no metabolismo dos animais</strong>, considerado como <strong>não infeccioso</strong>, bastante frequente em vacas produtoras de leite.</p>
<p>Essa desordem é caracterizada pelo acúmulo excessivo de fluidos no espaço intercelular na região do úbere, ocorrente no período periparto, devido à alta vascularização natural da glândula mamária e está intimamente ligado a saúde, bem-estar e lucratividade da fazenda leiteira.</p>
<p>O úbere desses animais afetados se apresenta <strong>inchado, com sensibilidade ao toque e com aumento de temperatura</strong>, isso em decorrência da inflamação causada no local. Os locais de acúmulo de líquido incluem o teto, úbere, umbigo e em alguns casos extremos podemos observar esse edema nas pernas e na vulva.</p>
<p>Nesse artigo iremos discutir sobre como o edema de úbere acontece, evidenciando os principais mecanismos que levam esse distúrbio, principalmente nas primíparas.</p>
<p>Além disso, vamos entender melhor quais são os impactos que isso pode trazer ao animal e quais são as formas práticas de prevenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Por que o edema ocorre?</h2>
<p>O <strong>edema de úbere</strong> é considerado um distúrbio comum, entretanto, as causas certeiras do edema de úbere não são totalmente claras, porém, sabemos que <strong>pode ocorrer quando as concentrações de lipídios e lipoproteínas diminuem</strong> devido ao comprometimento da função hepática ocasionado pelo baixo consumo de matéria seca (CMS) na fase de transição.</p>
<p>Acontece também essa retenção de líquido, em consequência de infecções como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong>, o que favorece o aparecimento de edema, entretanto, quando se trata de edema fisiológico o mesmo não tem nenhuma relação com causas infecciosas, embora os animais acometidos apresentam comportamentos negativos semelhantes aos observados nos casos de mastite, como a redução do tempo de repouso e maior sensibilidade do úbere e tetos ao toque.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Outro fator que está interligado ao edema de úbere, são os <strong>problemas circulatórios e as mudanças hormonais</strong>. Somado a isso, pode-se considerar também o estresse oxidativo, alterações fisiológicas em novilhas, genética, nutrição e até mesmo superlotação e o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/">estresse térmico</a></strong>.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35423" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere.jpg" alt="Vaca apresentando edema de úbere" width="960" height="1072" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere.jpg 960w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere-269x300.jpg 269w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere-917x1024.jpg 917w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere-768x858.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere-370x413.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere-270x302.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere-740x826.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/vaca-edema-ubere-150x168.jpg 150w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem de um animal próximo a data do parto apresentando edema de úbere, o qual já é possível ser observado na região do umbigo. Fonte: Laryssa Mendonça</span></p>
<h2>Alterações fisiológicas na primíparas</h2>
<p>Quando uma novilha está em fase de transição, ou seja, se aproxima de seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/idade-ao-primeiro-parto-de-femeas-leiteiras/">primeiro parto</a></strong>, alterações fisiológicas vão ocorrer mesmo que o seu sistema mamário já esteja definido, pois nesse momento final da gestação ele irá passar por uma fase de desenvolvimento significativa.</p>
<p>Nessas primíparas, de forma fisiológica a demanda de sangue para o desenvolvimento da glândula mamária é o grande precursor do edema de úbere.</p>
<p>Isso ocorre pelo fato de que a <strong>veia abdominal subcutânea</strong>, conhecida como veia do leite em vacas adultas, não está presente nesses animais mais jovens.</p>
<p>As novilhas possuem uma veia epigástrica cranial e uma veia epigástrica caudal, as quais irão se fundir nos últimos estágios de gestação dando origem então a veia abdominal subcutânea, a qual é a grande responsável por permitir o aumento na quantidade de fluxo sanguíneo da glândula mamária.</p>
<p>Por termos a necessidade de aumento do fluxo sanguíneo para o desenvolvimento da glândula mamária, o sistema linfático, juntamente com a pressão hidrostática e a pressão osmótica podem não ser eficientes para drenar o excesso de líquido do tecido mamário.</p>
<p>O desequilíbrio das pressões irá levar a incapacidade de drenar, o que leva ao acúmulo do fluido nos tecidos intersticiais, resultando no edema de úbere.</p>
<h2>Quais os impactos na saúde e produtividade das vacas?</h2>
<p>O edema de úbere pode afetar negativamente a saúde das vacas e, como resultado, <strong>afeta sua produtividade</strong>.</p>
<p>Animais entrando na primeira lactação, geralmente têm algum edema de úbere nos dias que antecedem o parto e no dia do parto, e estudos já demonstraram que o edema intenso pode afetar a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/">produção de leite</a></strong>, onde já foi relatado uma produção de leite no primeiro dia em lactação 3,6 kg menor nas vacas que tinham edema de úbere e isso ocorre devido ao acúmulo de líquido nos espaços teciduais.</p>
<p>Devido ao aumento da pressão fetal na região pélvica faz com que a circulação sanguínea e linfática seja prejudicada, resultando em acúmulo de líquido nos tecidos. Esse fluido leva a <strong>deterioração das estruturas de suporte do úbere</strong>, o que causa danos aos ligamentos suspensores e anexos e isso pode impactar até mesmo na fixação da unidade final da ordenha.</p>
<p>Além disso, <strong>pode ocorrer problemas secundários como dermatite na fenda do úbere e mastite</strong> (a qual pode ser causada pela remoção incompleta do leite devido à alta sensibilidade dos tetos e que interrompe a descida do leite) e também a atrofia dos tetos, além do descarte precoce do animal em casos mais graves.</p>
<p>Outro ponto importante é entender que em casos de edema de úbere, a ordenha torna-se uma experiência desagradável tanto para as vacas quanto para os colaboradores que executam a função, visto que vacas com edema no úbere demonstram maior comportamento de chutes durante a ordenha.</p>
<p>Em decorrência a todos esses fatores, o produtor terá prejuízos econômicos significativos com a diminuição de leite produzido e sua qualidade, mas também com os custos com medicamentos.</p>
<h2>Como prevenir o edema de úbere nas vacas?</h2>
<p>O edema de úbere pode ser um problema emergente que tem o potencial de afetar seriamente o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/">bem-estar das vacas leiteiras</a></strong>.</p>
<p>Prevenir o edema de úbere em vacas leiteiras, especialmente em primíparas, envolve uma combinação de estratégias de manejo, nutrição e ambiente. Existem alguns métodos práticos para trabalharmos no controle do edema de úbere e dentre eles podemos citar:</p>
<ul>
<li>Fornecer uma dieta específica para novilhas no final da gestação.</li>
<li>Selecionar linhagens genéticas que apresentam uma redução fenotípica do edema de úbere.</li>
<li>Garantir que antioxidantes exógenos adequados, como a vitamina E, vitamina C, carotenoides e flavonoides sejam fornecidos na dieta para mitigar o estresse oxidativo.</li>
<li>Monitorar de forma frequente as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/">vacas no período de transição</a></strong>, em especial as primíparas, observando sinais precoces de edema, como inchaço e rigidez do úbere.</li>
</ul>
<p>Para evitar esses problemas, o produtor deve trabalhar na prevenção contra o edema de úbere.</p>
<p>A gestão nutricional, de manejo e de saúde no período de transição são fundamentais para minimizar esse são tarefas que devem ser aplicadas em conjunto a fim de reduzir significativamente o risco do edema de úbere.</p>
<h2>Previna problemas e garanta vacas saudáveis e produtivas</h2>
<p>O edema de úbere pode comprometer o bem-estar das vacas, reduzir a produção e aumentar o risco de problemas mais graves.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a prevenir e manejar esse e outros desafios sanitários, unindo manejo, nutrição e gestão para alcançar mais produtividade e rentabilidade na fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-24488" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/amanda-lourenco.jpg" alt="Amanda Lourenço" width="299" height="103" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/amanda-lourenco.jpg 299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/amanda-lourenco-270x93.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/amanda-lourenco-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 299px) 100vw, 299px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hiperqueratose da ponta do teto e seus impactos na produção do leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/hiperqueratose-em-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[hiperqueratose]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
		<category><![CDATA[úbere]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hiperqueratose em vacas leiteiras é caracterizada pelo espessamento anormal da camada externa da pele, podendo ter implicações significativas em rebanhos leiteiros, acarretando consequências que afetam todo o sistema e podendo trazer grandes prejuízos para uma fazenda. O aumento da espessura da pele pode levar à formação de crostas e fissuras, proporcionando um ambiente propício [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>hiperqueratose em vacas leiteiras</strong> é caracterizada pelo <strong>espessamento anormal da camada externa da pele</strong>, podendo ter implicações significativas em rebanhos leiteiros, acarretando consequências que afetam todo o sistema e podendo trazer grandes prejuízos para uma fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O aumento da espessura da pele pode levar à formação de crostas e fissuras, proporcionando um ambiente propício para o desenvolvimento de infecções bacterianas e fúngicas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, quando a hiperqueratose ocorre nos tetos, essa formação de crostas pode dificultar o fechamento adequado, tornando a vaca mais suscetível à contaminação e ao desenvolvimento de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto iremos discutir sobre a hiperqueratose e sua classificação, seus impactos na saúde e desempenho das vacas leiteiras e os principais fatores de risco, como os equipamentos e manejo de ordenha. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Características da hiperqueratose em vacas leiteiras</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A hiperqueratose é <strong>caracterizada pelo aumento da espessura e rugosidade da ponta do teto</strong>, ocasionada por alguns estímulos, ou seja, se trata de uma resposta fisiológica da pele do teto a ação da ordenha que provoca a hiperplasia do extrato córneo da pele do teto. O teto detém de uma estrutura interna composta por musculatura lisa que envolve o canal e o esfíncter do teto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os tetos dos bovinos leiteiros são altamente especializados na função de liberar o leite armazenado na glândula mamária e impedir que ocorra a invasão de microrganismos patogênicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No teto, os tecidos que o circundam são considerados a primeira linha de defesa e dentre esses tecidos estão o músculo do esfíncter do teto e o tampão de queratina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerada uma barreira física, essa queratina formada no orifício do teto nada mais é do que uma substância produzida pela pele que reveste o teto, a qual tem capacidade de se ligar e imobilizar algumas cepas de bactérias não encapsuladas, devido a sua composição química de lipídeos e proteínas que são consideradas antimicrobianas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o músculo do esfíncter do teto é o responsável por manter o canal do teto firmemente fechado nos períodos entre as ordenhas, evitando assim a penetração de <a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>agentes patogênicos, como os causadores de mastite</strong></a>.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27887 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-2.jpg" alt="Imagem ilustrando o músculo do esfíncter e o tampão de queratina do teto de uma vaca" width="462" height="229" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-2.jpg 462w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-2-300x149.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-2-370x183.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-2-270x134.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-2-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 462px) 100vw, 462px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Imagem ilustrando o músculo do esfíncter e o tampão de queratina. Fonte: PHILPOT &amp; NICKERSON (2002)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a ordenha, o fluxo de leite e a abertura do canal do teto ocasionado pelo vácuo promovem a retirada do tampão de queratina e o relaxamento do músculo do esfíncter do teto. Por esse motivo, o processo de ordenha pode ser considerado uma operação crítica sobre a eficácia das defesas estruturais do teto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na propriedade, é importante que sejam adotadas análises dos fatores que podem provocar essa lesão, pois assim será possível adotar medidas de melhoria que irão impactar diretamente na promoção da saúde do úbere e no <a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar das vacas</strong></a>. </span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-contagem-celulas-somaticas?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-ccs&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39658 size-full" title="Clique e baixe grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png" alt="Kit guia e planilha contagem de células somáticas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-ccs-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Classificação por escore de ponta de teto</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que a hiperqueratose é observada como uma protusão do esfíncter do teto, o qual fica circundado por tecido queratinizado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A metodologia mais utilizada para a avaliação de hiperqueratose na extremidade dos tetos é em <strong>sistema de escore de classificação por diferentes graus</strong>, o qual vai de 0 até 4, sendo:</span></p>
<ul>
<li><b>Escore 1:</b><span style="font-weight: 400;"> Teto perfeito, fechado, sem presença de rugosidades ao redor do esfíncter. </span></li>
<li><b>Escore 2:</b><span style="font-weight: 400;"> O orifício do teto parece ligeiramente aberto, apresentando um anel mais queratinizado ao ser redor. </span></li>
<li><b>Escore 3:</b><span style="font-weight: 400;"> Orifício já bem protruído, demonstrando rugosidade na extremidade do teto e presença de dobras de queratina. </span></li>
<li><b>Escore 4:</b><span style="font-weight: 400;"> Protusão muito avançada, com grande protrusão e presença do anel rugoso, formando uma aparência de flor.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27888 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1.jpg" alt="Representação do escore de teto, demonstrando que com o agravamento da lesão, tem-se o aumento da hiperqueratose e o prolapsamento do esfíncter" width="833" height="534" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1.jpg 833w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1-768x492.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1-370x237.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1-270x173.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1-470x300.jpg 470w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1-740x474.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/hiperqueratose-1-150x96.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 833px) 100vw, 833px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;">Representação do escore de teto, demonstrando que com o agravamento da lesão, tem-se o aumento da hiperqueratose e o prolapsamento do esfíncter. Fonte: HULSEN, 2007, p. 76) apud Animal Sciences Group at Wageningen University, Lelystad.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Espera-se em um rebanho de vacas leiteiras que se tenha no </span><b>máximo 20% das vacas apresentando um ou mais tetos com escore 3 ou 4 </b><span style="font-weight: 400;">de hiperqueratose na extremidade dos tetos. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Impactos da hiperqueratose</h2>
<p>Sabe-se que a mastite<span style="font-weight: 400;"> é uma enfermidade comum em vacas leiteiras e que é causada por microrganismos patogênicos. </span></p>
<p>Já é ponderado que a higiene de úbere e pernas está associada a uma maior chance de ocorrência de infecção, entretanto, já se sabe também que ela pode estar associada a hiperqueratose dos tetos, pois isso predispõe a ocorrências de infecções intramamárias, por conseguinte a ocorrência de mastite clínica, levando a um <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">aumento das células somáticas no leite</a></strong>.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A hiperqueratose pode interferir no processo de ordenha. A presença de rugosidades na ponta dos tetos pode tornar o procedimento de ordenha mais difícil e doloroso, podendo, também, resultar na </span><b>não retirada completa do leite da vaca</b><span style="font-weight: 400;">, o que impacta negativamente a eficiência do processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A grande maioria das propriedades com esse tipo de problema possui dificuldades no manejo de ordenha, principalmente quando se relaciona a hiperqueratose em escore mais avançado com a eficiência de limpeza dos tetos antes do acoplamento das teteiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa </span><b>sujidade</b><span style="font-weight: 400;"> difícil de ser removida do teto devido a presença de um elevado anel rugoso na extremidade do teto, além de contribuir para a ocorrência de infecções, também afeta a qualidade do leite e a contagem padrão em placa (CPP), a qual avalia a qualidade microbiológica do leite.</span></p>
<h2>Fatores de risco da hiperqueratose</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As lesões nos tetos podem ter origem traumática, ambiental, infecciosa ou erosão química, entretanto, dentre as lesões mais comuns nos tetos, a hiperqueratose é considerada a principal, podendo ter como possíveis fatores de risco: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Práticas de ordenha inadequada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/teteiras-e-sobreordenha/">Sobreordenha</a></strong>;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pulsação ineficiente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Teteiras desgastadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alto nível de vácuo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Retirada grosseira do conjunto.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que os efeitos podem aparecer de curto a longo prazo, onde inicialmente, a curto prazo (uma ordenha) podemos observar mudanças de cor, textura e firmeza da ponta ou do teto como um todo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A médio prazo (dias ou semanas), já é possível observar mudanças na condição da pele do teto e o aparecimento de petéquias hemorrágicas, entretanto, de forma mais significativa, temos as lesões a longo prazo, as quais são modificações relativas à ocorrência de hiperqueratose na extremidade dos tetos. </span></p>
<h3>Equipamentos de ordenha</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os mecanismos que alteram a condição da ponta dos tetos, os equipamentos de ordenha são um dos fatores que mais exerce influência nas alterações de canal do teto. Quando há um funcionamento inadequado desses equipamentos a ação exercida durante a ordenha será responsável por provocar lesões nos tetos e favorecer a hiperqueratose. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Relacionado ao equipamento de ordenha, a falta de manutenção é considerada um dos principais fatores, pois já é visto que fazendas que realizam manutenções periódicas dos equipamentos da ordenhadeira, apresentam menores escores médios de hiperqueratose do que fazendas que não tem frequência de manutenção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto ao </span><b>nível de vácuo</b><span style="font-weight: 400;">, estudos citam que níveis acima de 60 kPa estão associados à ocorrência de hiperqueratose. Entretanto, há evidências de que quando se tem média de vácuo superior a 42 kPa, o risco de hiperqueratose aumenta em 1,64 vezes em comparação com média de vácuo inferior a 42 kPa, o que vem mostrar que o vácuo na ponta do teto quando muito superior a 42 kPa pode causar danos nos tecidos, principalmente em períodos de baixo fluxo de leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a ISO (Organização Internacional de Normatização, 2007) há a recomendação de que a ordenha deve ser conduzida com vácuo na extremidade do teto entre </span><b>32 e 42 kPa durante o período de pico de fluxo de leite</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Níveis elevados de vácuo vão extrair o leite com muita força, ocasionando assim a perda da camada de queratina do canal do teto, onde essa perda será responsável por induzir o aumento da produção de queratina, o que pode resultar na hiperqueratose. Além disso, a alta pressão das teteiras sobre a pele do teto pode provocar a interrupção da circulação sanguínea com aumento da pressão local, o que pode formar rachaduras pequenas que elevam a formação de queratina no canal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, além do nível de vácuo elevado, a hiperqueratose pode também estar associada simplesmente à queda do nível de vácuo do equipamento, o que vai aumentar o tempo total de ordenha e elevar as chances de agravamento do problema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse nível reduzido de vácuo pode aumentar a frequência de deslizamento de teteiras, o que causa a diminuição da velocidade da ordenha e até mesmo o aparecimento de marcas na base dos tetos. </span></p>
<h3>Manejo de ordenha</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A reduzida adoção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">boas práticas de ordenha</a></strong> vem se tornando um dos principais gargalos para o desenvolvimento de hiperqueratose. Dentre este tópico de manejo de ordenha, podemos citar como fatores associados à duração e frequência de ordenha, sobreordenha e também interações entre o manejo de ordenha e o equipamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto a remoção dos conjuntos de ordenha, ela pode ser um grande fator relacionado a hiperqueratose, pois sabe-se que a hiperqueratose é menor quando os conjuntos de ordenha são extraídos com taxa de fluxo de 0,8kg/min comparado com um tempo de extração de 0,2kg/min. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação a </span><b>sobreordenha</b><span style="font-weight: 400;">, a qual ocorre quando há a permanência das unidades de ordenha nos tetos após o término do fluxo de leite e é considerada um dos principais fatores de risco relacionados à deterioração da condição dos tetos. Além disso, a sobreordenha se relaciona ao aumento da incidência de mastite clínica e alta CCS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, com a modernização das ferramentas, existem alternativas que visam reduzir problemas que são provocados durante a ordenha, e dentre eles podemos citar a utilização de extratores automáticos de teteiras, os quais detectam a redução na velocidade do fluxo de leite e promovem o saque da teteira sem que ocorra problemas com a produção total de leite e a saúde do úbere. Entretanto, é importante que essa ferramenta esteja ajustada corretamente para essa função. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante estar atento ao </span><b>tempo de troca das teteiras</b><span style="font-weight: 400;">, onde as mesmas devem ser substituídas com periodicidade recomendada pelo fabricante ou quando estiverem avariadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se tem falha nesses equipamentos de ordenha, há uma massagem comprometida dos tetos, e também quando se tem o surgimento de fissuras nas teteiras, tem-se acúmulo de leite e dificuldade de aderência no teto, fazendo com que ocorra a entrada de ar no sistema. </span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, sabemos então que <strong>manter um escore de esfíncter de teto adequado é fundamental para garantir a saúde e o conforto das vacas</strong>, uma vez que a hiperqueratose pode levar a problemas como mastite e desconforto durante a ordenha. Além disso, tetos saudáveis são essenciais para a eficiência da ordenha e qualidade do leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O controle da hiperqueratose dentro da fazenda irá exigir atentas propostas de prevenção, a qual inclui medidas de manejo que visem evitar a exposição dos animais às possíveis causas de hiperqueratose. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Buscar informações sobre os fatores associados ao problema de acordo com as características do rebanho, é necessário, pois assim é possível adotar medidas de controle assertivas e que contribuirão para o sucesso do sistema.</span></p>
<h2>Previna perdas e garanta mais qualidade e produtividade no leite</h2>
<p>A hiperqueratose da ponta do teto compromete a saúde do úbere, aumenta o risco de mastite e pode reduzir significativamente a produção.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a identificar, prevenir e manejar problemas que afetam diretamente a rentabilidade, unindo conhecimento técnico e estratégias práticas para resultados consistentes.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Mastite bovina: o que é, diagnóstico e como controlar essa doença</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite clínica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[úbere]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que um produtor pode ter ganhos de R$55.000,00 por ano, a cada 100 animais em lactação, reduzindo a prevalência média anual de mastite subclínica de 50% para 20%? Se você trabalha na produção de leite, provavelmente já sentiu os impactos dessa doença na propriedade. Mas você sabe o que pode causá-la? A mastite [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que um produtor pode ter ganhos de R$55.000,00 por ano, a cada 100 animais em lactação, reduzindo a prevalência média anual de mastite subclínica de 50% para 20%?</p>
<p>Se você trabalha na produção de leite, provavelmente já sentiu os impactos dessa doença na propriedade. Mas você sabe o que pode causá-la?</p>
<p>A <strong>mastite bovina</strong>, ou mamite, consiste na inflamação do tecido da glândula mamária. Essa inflamação pode ocorrer devido a traumas, lesões no úbere e até mesmo devido a alguma agressão química.</p>
<p>No entanto, a ocorrência deste quadro está ligada, na maioria das vezes, a contaminações por <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/" target="_blank" rel="noopener">microrganismos</a></strong> de um ou mais quartos mamários via ducto do teto.</p>
<p>A mastite é geralmente causada por bactérias, mas também pode ocorrer devido a fungos, algas ou leveduras.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Reação do sistema imune à mastite</h2>
<p>Em resposta a infecção pela mastite bovina, o sistema imune envia células de defesa ao local acometido para combater a invasão no tecido.</p>
<p>O estímulo lesivo da infecção e a ação das células de defesa levam ao aumento da resposta inflamatória tecidual que, além de eliminar o microrganismo invasor, visa também neutralizar toxinas produzidas pelos agentes infecciosos e restaurar o mais rápido possível o tecido mamário.</p>
<p>A associação das células de defesa (leucócitos) com as células de descamação do epitélio da própria glândula mamária representa as células somáticas. A resposta do organismo da vaca frente a um estímulo lesivo no úbere ocasiona aumento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de células somáticas (CCS) no leite</a></strong>.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Células Somáticas</h3>
<p>Como dito anteriormente, <strong>as células somáticas são compostas pelas células de descamação do epitélio da glândula mamária e pelas células de defesa do sistema imune</strong> que passam da corrente sanguínea para o leite. O aumento da CCS ocorre em casos de infecção/inflamação na glândula mamária.</p>
<p>As alterações na CCS nem sempre são apresentadas de forma clara. Nos casos de mastite subclínica, conforme o próprio nome já diz, não são vistas alterações clínicas relevantes.</p>
<p>Por outro lado, nos casos de mastite clínica as alterações são perceptíveis, caracterizadas principalmente pela presença de grumos no leite e modificações no úbere da vaca, como dor, inchaço, vermelhidão e aumento de temperatura.</p>
<h2>O que é mastite subclínica?</h2>
<p>Conforme já dito, <strong>na mastite subclínica não é possível observar alterações no leite e no úbere do animal</strong>. No entanto, por ser uma infecção/inflamação da glândula mamária ela causa redução na produção de leite dos animais e pode acometer grande parte dos rebanhos.</p>
<p>Além disso, podem ocorrer alterações na composição do leite, como nos níveis de gordura, proteína e lactose. O aumento significativo na contagem de células somáticas afeta diretamente a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener">qualidade do leite</a></strong> e a bonificação paga por grande parte dos laticínios, causando queda no valor do litro de leite recebido pelo produtor.</p>
<p>A mastite subclínica geralmente é causada por agentes contagiosos como o <i>Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Corynebacterium bovis</i>, dentre outros.</p>
<p>Na maioria dos casos é transmitida dos quartos mamários contaminados para os sadios durante o processo de ordenha, seja pelas mãos dos ordenhadores ou pelo uso compartilhado de toalhas e teteiras contaminadas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O QUE FAZER APÓS IDENTIFICAR MASTITE SUBCLÍNICA EM VACAS LEITEIRAS? | Rehagro Responde - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/xNf1vkFUerg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Como diagnosticar a mastite subclínica?</h3>
<p>Algumas ferramentas têm sido utilizadas para mensurar os valores da CCS e identificar os animais portadores de mastite subclínica.</p>
<p>Atualmente, a contagem eletrônica individual da CSS é o exame mais utilizado para o diagnóstico da mastite subclínica, sendo que valores acima de 200 mil células/mL indicam um comprometimento da saúde do úbere (método quantitativo).</p>
<p>Exames como o <a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>CMT (<i>California Mastitis Test</i>)</strong></a> permitem identificar de maneira mais subjetiva a doença subclínica, devido ser baseado em uma análise visual da reação que ocorre entre o leite e o reagente no momento do exame (método qualitativo).</p>
<p>Uma vez identificada a mastite subclínica, torna-se interessante conhecermos o perfil do agente que está ocasionando a infecção. Nesse sentido, a cultura microbiológica do leite representa uma importante ferramenta para identificação dos patógenos e direcionamento dos tratamentos.</p>
<p>Por ser uma doença subclínica e necessitar de ferramentas específicas de diagnóstico, a mastite subclínica é muitas vezes negligenciada pelo produtor, acarretando importantes prejuízos ao sistema de produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Mastite clínica</h2>
<p>Consiste na forma da doença em que <strong>é possível observar alterações nas características do leite, na glândula mamária e até mesmo no comportamento do animal.</strong></p>
<p>Nas vacas com mastite clínica é possível observar a presença de grumos no leite e alterações no úbere como inchaço, aumento de temperatura local, vermelhidão, aumento da sensibilidade dolorosa e até endurecimento dos quartos mamários acometidos.</p>
<p>Nos casos mais graves os animais podem apresentar um comprometimento geral do estado clínico, ocorrendo alguns sintomas como apatia, prostração, febre, desidratação e redução do apetite. Os animais com mastite clínica grave podem vir a óbito em situações onde os casos não são atendidos de forma rápida e adequada.</p>
<h2>Perdas econômicas causadas pela mastite bovina</h2>
<p><strong>A mastite é uma doença que ocasiona grandes impactos negativos no sistema de produção de leite</strong> com perdas econômicas importantes. Dentre os gastos estão os custos com <a href="https://rehagro.com.br/blog/eficacia-dos-tratamentos-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>medicamentos</strong></a> para o tratamento de casos clínicos, descarte e morte de animais precocemente, custos com mão de obra, descarte do leite acometido e redução de produção dos animais doentes.</p>
<p>Devemos ter a consciência de que a redução da produção de leite dos animais doentes é o principal prejuízo da doença, sendo que muitas vezes não vemos essa redução que pode ir de 10 a 30%!</p>
<p>De forma específica, os prejuízos devido à mastite clínica envolvem descarte de leite, redução da produção a curto e longo prazo, custos com medicamentos e risco de antibiótico no leite.</p>
<p>Já os prejuízos decorrentes da mastite subclínica são referentes a redução na produção de leite, sendo que esta forma de manifestação da doença representa cerca de 90 a 95% dos casos.</p>
<p>Nos Estados Unidos estima-se que o custo por caso de mastite seja de aproximadamente U$ 185/vaca/ano. Já na Europa a estimativa é de que este custo esteja por volta de € 190/vaca/ano.</p>
<p>Em um estudo realizado no Brasil observou-se que a mastite subclínica foi responsável por uma redução de 17% no volume de produção de leite, representando uma perda de 2,4 bilhões de litros de leite/ano.</p>
<h2>Controle da mastite bovina</h2>
<p>Para se alcançar sucesso no programa de <strong>controle da mastite</strong> é muito importante que os envolvidos na melhoria da qualidade do leite entendam cada etapa do processo, estejam abertos a receber treinamentos e percebam os benefícios que as ferramentas fornecem para o dia-a-dia no manejo dos animais. É essencial que durante o programa de controle exista um monitoramento periódico dos resultados obtidos.</p>
<p>O programa de <strong>6 pontos de controle da mastite</strong> retrata ações fundamentais a serem realizadas para reduzir a ocorrência da doença. São eles:</p>
<ol>
<li>Higiene e <a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>conforto dos animais</strong></a>;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rotina de ordenha</strong></a> adequada;</li>
<li>Tratamento dos casos clínicos de mastite com <strong>antimicrobianos</strong> (de preferência orientado pelo patógeno envolvido);</li>
<li>Terapia de vaca seca;</li>
<li>Limpeza e manutenção dos equipamentos de ordenha;</li>
<li>Segregação e descarte dos casos crônicos.</li>
</ol>
<p>Todas as medidas de controle visam reduzir o impacto econômico e os custos e, consequentemente, aumentar o lucro do produtor. O foco fica em prevenir novos casos de mastite bovina e reduzir a duração dos casos existentes.</p>
<h2>Controle a mastite e aumente a rentabilidade da sua produção de leite</h2>
<p>A mastite é uma das doenças que mais geram prejuízo na pecuária leiteira, mas com conhecimento técnico e gestão eficiente é possível reduzir sua incidência e minimizar perdas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar estratégias práticas de manejo, sanidade, nutrição, reprodução e gestão de custos para transformar resultados no campo e aumentar o lucro por litro de leite produzido.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Principais cuidados com a vaca e o bezerro antes e após o parto: como evitar problemas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 13:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[colostro]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[úbere]]></category>
		<category><![CDATA[vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cuidados com a vaca e o bezerro antes do parto são extremamente importantes, uma vez que qualquer problema na hora do nascimento pode comprometer o desempenho produtivo de ambos. É importante estar atento desde a escolha do touro, passando pelo balanço nutricional, até o manejo adequado das vacas, principalmente nos 90 dias que antecedem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os</strong> <strong>cuidados com a vaca e o bezerro antes do parto</strong> são extremamente importantes, uma vez que qualquer problema na hora do nascimento pode comprometer o desempenho produtivo de ambos.</p>
<p>É importante estar atento desde a escolha do touro, passando pelo balanço nutricional, até o manejo adequado das vacas, principalmente nos 90 dias que antecedem o parto.</p>
<p>O tempo de gestação em bovinos varia de 280 a 300 dias, sendo o maior período observado em gados mestiços de raças zebuínas. Para a intensificação nos cuidados, é ideal que sejam formados lotes de vacas em final de gestação, o lote de transição pré-parto, onde se encontram animais de 90 a 30 dias antes do parto.</p>
<p>Dos 30 dias ao parto, transferi-las para um piquete maternidade permite uma maior observação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
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  });
</script></p>
</div>
<h2>Piquete maternidade</h2>
<p>O piquete maternidade deve possuir uma boa cobertura vegetal, ser fresco e ventilado (mas sem corrente de vento), limpo, com boa drenagem e sombreamento.</p>
<p>São indicadas sombras móveis para se evitar acúmulo de barro, fezes e urina, principalmente visando à prevenção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastites</a></strong> e metrites. Deve haver pelo menos 4 m² de sombra por animal.</p>
<p>A localização deve facilitar a observação dos sinais do parto, ter <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">acesso à água</a></strong> e alimentação à vontade. As medidas recomendadas são de 56 m²/animal, com um espaço de cocho de 70 cm/animal.</p>
<p>É ideal que haja uma maternidade para vacas e outra para <a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>novilhas</strong></a>, evitando competições e prejuízos para as mais jovens.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12903 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto.jpg" alt="Área de um piquete maternidade" width="511" height="305" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto.jpg 511w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-300x179.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-370x221.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-270x161.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 511px) 100vw, 511px" /><span style="font-size: 10pt;">Exemplo de piquete maternidade</span></p>
<h2>Sinais de proximidade do parto</h2>
<ul>
<li><strong>2 a 3 semanas pré-parto, ocorre aumento do úbere</strong>. Em primíparas, isto pode acontecer um pouco mais cedo.</li>
<li><strong>2 a 3 dias antes do parto os tetos se enchem e perdem a rugosidade</strong>. Ocorre relaxamento dos ligamentos e músculos da pelve (flanco) e da cauda.</li>
<li><strong>Mais próximo ao parto, ocorre liberação de muco viscoso pela vagin</strong>a. A vulva fica edemaciada. Ocorre produção e liberação de colostro.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Cuidados com a vaca e o bezerro antes do parto</h2>
<h3>Estágio 1 do parto</h3>
<p>No início do trabalho de parto, o animal fica agitado e inquieto, se afasta do grupo, fica tentando cheirar e lamber a vulva, se deita e se levanta diversas vezes, não come.</p>
<p>Estes sinais podem durar de 2 a 6 horas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12904" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1.jpg" alt="Vaca no estágio 1 do parto" width="427" height="319" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1.jpg 427w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-1-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /><span style="font-size: 10pt;">Estágio 1 do parto</span></p>
<h3>Estágio 2 do parto</h3>
<p>Ocorre o rompimento da 1ª bolsa, a de água (corioalantóica). Depois de aproximadamente 1 hora ocorre o rompimento da segunda bolsa (amniótica). Ela libera um líquido mais viscoso que lubrifica o canal do parto. Logo que se rompe a bolsa de água, o útero já começa a contrair e o feto se insinua no canal, promovendo a dilação do mesmo.</p>
<p>Após 2 horas da ruptura da bolsa, já é possível ver o feto em pluríparas, e em primíparas normalmente após 4 h.</p>
<p>Em geral a posição mais confortável, e menos estressante para parir é a deitada. As vacas tendem a parir de pé quando o parto é anormal ou quando se sentem ameaçadas, por exemplo, com presença de cães e urubus.</p>
<p>Estudos mostram que este estresse durante o parto resulta em aumento de até 11% na mortalidade de bezerros.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12905" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2.jpg" alt="Vaca no estágio 2 do parto" width="438" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2.jpg 438w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-370x279.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px" /><span style="font-size: 10pt;">Estágio 2 do parto</span></p>
<h3>Estágio 3 do parto</h3>
<p>Momento do nascimento à expulsão dos restos placentários. Pode variar de 30 min até 12 horas após o parto.</p>
<h2>Problemas no parto</h2>
<p>Analisando fazendas nos EUA, pesquisadores chegaram à conclusão que <strong>2% das mortes de bezerros no útero estavam associadas ao parto demorado</strong> e à falta de assistência, e outros 2% morreram pelos mesmos motivos na primeira semana de vida.</p>
<p>A maioria das mortes está associada às distocias (partos difíceis). Por isso, sem dúvida, é preciso que o responsável pela maternidade esteja preparado para monitorar os partos, e caso seja necessário, intervir até certo ponto.</p>
<p>A intervenção deve ser considerada quando o parto não ocorreu entre 60 a 90 min após o aparecimento das membranas fetais em novilhas e, em vacas, de 30 a 60 min após o aparecimento das membranas fetais.</p>
<p>Em posição normal, o bezerro projeta primeiro as patas dianteiras acompanhadas pela cabeça (com o focinho voltado para fora) apoiada nas patas. Outras posições podem acontecer e cabe à experiência do técnico para identificar e intervir.</p>
<p>Toda e qualquer intervenção pode causar injúrias na vaca e no bezerro. Nunca se deve tentar romper as bolsas. É preciso checar todos os parâmetros vitais para intervenção e, caso seja preciso, optar por uma cesariana.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Cuidados com a vaca e o bezerro logo após o parto</h2>
<h3>Cuidados com a vaca</h3>
<p>É importante avaliar condições fisiológicas e <strong>uterinas</strong> logo após o parto. Certificar-se da existência ou não de outro feto através do toque.</p>
<p>A utilização de soluções eletrolíticas, chamadas <em>drench</em>, é uma forma de se antecipar aos efeitos provocados pela queda de apetite no período pós-parto, e consequentemente das <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças metabólicas</strong></a> provocadas pela diferença entre necessidades e consumo (balanço energético negativo). O fornecimento do <em>drench</em> é também uma forma de repor os nutrientes gastos durante o parto, principalmente energia.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12906 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3.jpg" alt="Vaca recebendo o drench" width="397" height="491" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3.jpg 397w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-243x300.jpg 243w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-370x458.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-270x334.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-3-150x186.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 397px) 100vw, 397px" /><span style="font-size: 10pt;">Fornecimento do <em>drench</em> para a vaca</span></p>
<p>Observe se o animal irá expulsar em até 12 horas os restos placentários. Caso isso não ocorra, adote medidas contra os efeitos da retenção de placenta.</p>
<p>Este período, crítico para as vacas, é um momento em que ocorrem diversas alterações fisiológicas e metabólicas. Qualquer problema aqui pode impactar na produção deste animal nesta lactação e nas seguintes.</p>
<h3>Cuidados com os bezerros</h3>
<p>Logo após o parto, <strong>o bezerro passa por alterações para que possa se adaptar à vida fora do útero</strong>.</p>
<p>Imediatamente, inicia sua homeostasia respiratória, passa a regular o equilíbrio ácido-básico, a metabolizar carboidratos, gorduras e aminoácidos para produção de energia corporal.</p>
<p>É importante remover todo muco da narina e da boca do bezerro. Se necessário, estimule a respiração, fazendo cócegas na narina e massagem torácica.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12907 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4.jpg" alt="Retirada de muco da narina de bezerro" width="427" height="323" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4.jpg 427w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-370x280.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-4-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px" /><span style="font-size: 10pt;">Retirada do muco das narinas</span></p>
<p>Neste momento, ele ainda não é eficiente na regulação da temperatura corporal. Além de possuir os pelos curtos, possui uma pequena massa corporal em relação à sua superfície corporal. Em função destas particularidades, sua temperatura diminui nas primeiras 12h de vida.</p>
<p>Assim, é recomendado secar o bezerro após o parto. Se as condições forem propícias, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener">ingestão de colostro</a></strong>, boa cobertura vegetal no piquete e ambiente favorável, entre 48 a 72h de vida sua temperatura estará normal.</p>
<h2>Avaliação das condições fisiológicas do bezerro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É primordial examinar o bezerro e a vaca. Para melhor avaliar as condições fisiológicas dos bezerros, siga as seguintes pontuações:</span></p>
<p><strong>1. Testar a movimentação da cabeça sob estímulo de água fria:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos- ausente;</li>
<li>1 ponto &#8211; diminuída;</li>
<li>2 pontos &#8211; espontânea.</li>
</ul>
<p><strong>2. Testar a resposta aos estímulos interdigitais e palpebrais:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos &#8211; ausente;</li>
<li>1 ponto &#8211; reduzidos;</li>
<li>2 pontos &#8211; existentes e intensos.</li>
</ul>
<p><strong>3. Testar a respiração:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos &#8211; imperceptível;</li>
<li>1  ponto &#8211; lenta e irregular;</li>
<li>2  pontos &#8211; rítmica com profundidade normal.</li>
</ul>
<p><strong>4. Avaliar a cor das mucosas:</strong></p>
<ul>
<li>0 pontos &#8211; branca azulada;</li>
<li>1 ponto &#8211; azul;</li>
<li>2 pontos &#8211; róseas avermelhadas.</li>
</ul>
<p>Ao final da soma de pontos, avalie os resultados:</p>
<ul>
<li><strong>7 a 8 pontos</strong> – bezerros sadios com boa vitalidade.</li>
<li><strong>4 a 6 pontos</strong> – bezerros deprimidos, com vitalidade diminuída e acidose leve a moderada.</li>
<li><strong>0 a 3 pontos</strong> – bezerros com pouca vitalidade, acidose severa.</li>
</ul>
<p>Em condições normais os bezerros levam em média:</p>
<ul>
<li>3 minutos para posicionar a cabeça corretamente;</li>
<li>5 minutos para assumirem a posição esternal;</li>
<li>Até 20 minutos após o parto, já tentam ficar em pé;</li>
<li>Em cerca de 60 minutos já estão de pé, procurando a teta da vaca.</li>
</ul>
<h2>Outros cuidados com a vaca e a cria após o parto</h2>
<p>Em muitas ações, é possível contribuir muito com a sobrevivência do bezerro, como por exemplo, na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cura-de-umbigo-das-bezerras/" target="_blank" rel="noopener">cura de umbigo</a></strong>.</p>
<p>O <strong>umbigo é como uma porta aberta</strong> ao organismo do animal. Veia umbilical, artéria umbilical e úraco estão diretamente em contato com o ambiente e serão via de transporte direta de microorganismos para circulação animal e podem promover infecções em diferentes sistemas.</p>
<p>Para uma proteção adequada, <strong>a cura de umbigo deve ser feita da seguinte forma</strong>:</p>
<ul>
<li>O ideal é não cortar. Fazê-lo somente nos casos em que o umbigo estiver muito grande e arrastando no chão</li>
<li>Mergulhar o coto umbilical em uma solução de iodo de concentração entre 7% a 10% durante 10 segundos. Repetir por pelo menos 3 dias.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12910" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7.jpg" alt="Umbigo de bezerro sendo tratado" width="300" height="395" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7.jpg 236w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7-228x300.jpg 228w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-7-150x198.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h2>Fornecimento de colostro para bezerros</h2>
<p><strong>Fornecer</strong> <strong>colostro para o bezerro nas 6 primeiras horas de vida</strong> é de extrema importância. Após este período, a taxa de absorção diminui muito. Toda a proteção do bezerro durante as primeiras duas semanas de vida será promovida pelos anticorpos absorvidos do colostro. Como o contato com os agentes patogênicos muitas vezes acontece antes mesmo do contato com o colostro, é essencial garantir uma boa colostragem.</p>
<p>O colostro, além das imunoglobulinas, <strong>é também fonte de energia, de fatores de crescimento e de muitos outros nutrientes importantes para a sobrevivência do bezerro.</strong></p>
<p>Para cada raça animal existe uma quantidade sugerida de colostro a ser oferecida. Em média, os pesquisadores acreditam que 4 litros de um colostro de boa qualidade sejam capazes de suprir as necessidades do bezerro.</p>
<p>Observar se o animal conseguiu mamar o colostro é muito importante, mas sem dúvida a forma mais fácil de garantir que o bezerro foi bem colostrado, em termos de quantidade ingerida e qualidade do colostro, é oferecer via mamadeira ou através de sonda esofágica. Para utilizar a sonda, o conhecimento para tal é primordial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12911" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8.jpg" alt="Bezerros sendo alimentados com colostro" width="597" height="255" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8.jpg 597w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-300x128.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-370x158.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-270x115.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto-8-150x64.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 597px) 100vw, 597px" /></p>
<p>Após todos os cuidados, é preciso <strong>identificar os bezerros e direcioná-los ao <a href="https://rehagro.com.br/blog/bezerreiro-como-devem-ser-as-instalacoes-para-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">bezerreiro</a></strong>.</p>
<p>Por fim, todo investimento em cuidados com a vaca e a cria antes do parto, no momento do parto e após irá refletir na produção das vacas e na sobrevivência dos bezerros.</p>
<h2>Domine o manejo no pré e pós-parto e aumente a produtividade</h2>
<p>O sucesso da produção de leite começa no cuidado com a vaca e o bezerro nos primeiros momentos de vida.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende técnicas de manejo eficientes para prevenir problemas, reduzir perdas e potencializar o desempenho do rebanho, desde o parto até a produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-14439" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/">Principais cuidados com a vaca e o bezerro antes e após o parto: como evitar problemas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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