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	<title>estresse térmico Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>estresse térmico Archives | Rehagro Blog</title>
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	<item>
		<title>Efeitos do estresse térmico no comportamento de multíparas no início de lactação</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/efeitos-do-estresse-termico-no-comportamento-de-multiparas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 13:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[estresse térmico]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estresse calórico causa muitos prejuízos para a atividade leiteira no Brasil. A exposição ao estresse calórico afeta negativamente a saúde, produtividade, comportamento e desempenho reprodutivo de vacas leiteiras em todos os estágios do ciclo lactacional. Vacas em lactação expostas a esse estresse diminuem a produção de leite e sólidos, possuem o sistema imune comprometido, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/efeitos-do-estresse-termico-no-comportamento-de-multiparas/">Efeitos do estresse térmico no comportamento de multíparas no início de lactação</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse calórico causa muitos prejuízos para a atividade leiteira no Brasil. A <strong>exposição ao estresse calórico afeta negativamente a saúde</strong>, produtividade, comportamento e desempenho reprodutivo de vacas leiteiras em todos os estágios do ciclo lactacional.</p>
<p>Vacas em lactação expostas a esse estresse diminuem a produção de leite e sólidos, possuem o sistema imune comprometido, apresentam menor desempenho reprodutivo e a incidência de doenças pós-parto é maior.</p>
<p>A exposição ao estresse calórico durante o período seco não só afeta negativamente a produção de leite da vaca na lactação subsequente, mas também exerce efeitos negativos persistentes nas filhas dessas vacas durante toda a vida produtiva.</p>
<p>Nesse artigo iremos demonstrar e discutir sobre o efeito do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/">estresse térmico</a></strong> no comportamento de vacas em lactação e também seus impactos na produtividade.</p>
<p>Além disso, vamos tratar sobre os <strong>sistemas de resfriamento</strong> dessas vacas, trazendo resultados importantes encontrados em galpões de túnel de vento.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Comportamento de vacas multíparas em estações quentes e frias</h2>
<p>Pesquisadores da Universidade da Flórida em artigo publicado recentemente (Toledo et al. 2023) avaliaram o comportamento de vacas multíparas de alta produção em duas estações do ano: estação quente do hemisfério Norte (meses de Julho, Agosto e Setembro) e estação fria (Dezembro, Janeiro e Fevereiro).</p>
<p>Trinta e quatro vacas em lactação multíparas com potenciais genéticos similares foram utilizadas no estudo na estação quente (EQ, n= 19. Julho, Agosto e Setembro) e na estação fria (EF, n= 15, Dezembro, Janeiro e Fevereiro) logo após o parto (3 dias pós-parto) até 60 dias de lactação.</p>
<p>Em ambas as estações, as vacas foram alojadas em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/free-stall/">confinamento tipo <i>Free-stall</i></a></strong> com camas de areia e presença de aspersores na linha de cocho com ventiladores.</p>
<p>Os ventiladores sobre as baias funcionam continuamente em temperaturas acima de 20°C e os aspersores da linha de cocho ligavam automaticamente por 1 min em intervalos de 5 min quando a temperatura ambiente passava de 21,1° C.</p>
<p>O comportamento das vacas (tempo comendo, ruminando e deitada) foram medidos por equipamentos de monitoramento automáticos tipo coleiras e pedômetros da Nedap.</p>
<p>Estudos mostraram a <strong>diminuição da produção de leite quando o ITH (Índice de Temperatura e Umidade) atinge 68</strong> e em alguns estudos mostram diminuição até mesmo ITH de 64. A média de ITH na estação quente (EQ) foi de 78,2 e na estação fria (EF) foi de 54,4.</p>
<p><strong>O ITH 78 corresponde aproximadamente a uma temperatura ao redor de 26°C e umidade relativa de 75%</strong>. Temperatura e umidade estas, próximas das verificadas no verão na maior parte do Brasil.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-conforto-termico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38506 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png" alt="Webinar conforto térmico" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-150x53.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h3>Quais foram os principais resultados encontrados?</h3>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">A produção de leite corrigida para gordura nas primeiras 5 semanas de lactação foi 46,2 vs. 41,9 kg/d para vacas na EF e EQ, respectivamente. Diferença de 4,3 kg/d. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">A estação quente <strong>afetou todas as atividades de comportamento</strong> apesar das vacas terem acesso a resfriamento ativo o tempo todo. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Vacas na EQ passaram menos tempo comendo</strong> (134 vs. 199 min/d) e tendem a ruminar menos (558 vs. 629 min/d) em comparação a vacas na EF (Figura 1), o que provavelmente está relacionado ao menor consumo de matéria seca e produtividade. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Vacas na EQ tiveram redução do tempo deitada</strong> (717 vs. 814 min/d) e passaram mais tempo em pé comparado a EF (720 vs. 626 min/d). Os resultados estão de acordo com outros trabalhos que mostram que vacas em estresse térmico, buscando maior troca de calor, passam menos tempo deitadas e mais tempo em pé. </span></li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35413" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara.jpg" alt="Gráfico mostrando a diferença de tempo comendo e ruminando de vacas em estação quente e fria." width="525" height="672" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara.jpg 525w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-234x300.jpg 234w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-370x474.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-270x346.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-150x192.jpg 150w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Tempo comendo (a) e ruminando (b) da semana 1 a 9 de lactação de vacas da raça holandês durante a estação quente (linha laranja) e estação fria (linha azul). Vacas foram mantidas em galpões tipo <i>Free-stall</i> com sombra e resfriadas com aspersores e ventiladores durante todo o estudo. Fonte: Toledo et. al (2023)</span></p>
<p>Os resultados desse estudo demonstraram que <strong>vacas, ainda que submetidas a resfriamento ativo de alta intensidade, ainda assim apresentaram produtividade, comportamento e consequentemente bem estar comprometido durante períodos de estresse calórico</strong>.</p>
<h2>Estratégias para instalações efetivas no controle do estresse térmico</h2>
<p>Instalações de confinamento com <strong>ventilação em túnel</strong> tem se tornado cada vez mais populares como ferramenta de mitigação dos efeitos do estresse calórico em gado leiteiro.</p>
<p>Barracões de ventilação em túnel utilizam potentes exaustores para a movimentação do ar horizontalmente no nível da vaca de um extremo ao outro do barracão.</p>
<p>Um estudo recente da Universidade da Flórida (Dikmen et al. 2020) teve como objetivo <strong>determinar se as instalações com ventilação em túnel são superiores às instalações com ventiladores e aspersores</strong> em relação a temperaturas retais de vacas durante o estresse calórico e na variação sazonal na produção de leite.</p>
<p>No primeiro estudo, as temperaturas retais (TR) de 1.097 vacas holandesas em lactação em seis galpões tipo <i>Free-stall</i> com ventiladores e aspersores foram comparadas com TR de 575 vacas holandesas em lactação em quatro galpões <i>Free-stall</i> com ventilação em túnel entre 14:00 e 16:00 h durante os meses de Junho a Agosto na Flórida.</p>
<p>As <strong>temperaturas retais foram mais baixas para vacas em galpões com ventilação em túnel</strong> que em galpões com aspersores e ventiladores quando os galpões com ventilação em túnel foram construídos originalmente, mas não quando os galpões com ventilação em túnel foram construídos a partir da adaptação de um galpão com aspersão e ventiladores.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35414" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1.jpg" alt="Barracão do tipo túnel de vento" width="800" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1-300x169.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1-768x432.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1-370x208.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1-270x152.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1-740x416.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/estresse-termico-multipara-1-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem de um barracão do tipo túnel de vento. Fonte: Dairy Lane Systems</span></p>
<p>No segundo estudo, a produção média diária de leite de 8.470 vacas holandesas nos primeiros 90 dias de lactação foi comparada entre vacas alojadas em três galpões com aspersores e ventiladores e dois galpões com ventilação em túnel.</p>
<p>A produção de leite das <strong>vacas que pariram na estação fria</strong> (outubro a março) <strong>foi maior que das vacas que pariram na estação quente</strong> (abril a setembro). A <a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/"><strong>redução sazonal na produção de leite</strong></a> foi menor para vacas em galpões com ventilação em túnel (redução de 3,5%) que para vacas em barracões com aspersores e ventiladores (redução de 5,8%).</p>
<p>Os autores concluíram que com esta diferença de produção, estimou-se que uma fazenda leiteira poderia investir até US$332 a mais por vaca em um barracão com ventilação em túnel que em barracões tipo <i>Free-stall</i> com aspersores e ventiladores.</p>
<p>Concluiu-se, neste estudo, que <strong>alojar vacas em galpões com ventilação em túnel</strong> nas condições subtropicais da Flórida <strong>pode reduzir o impacto do estresse térmico</strong> na regulação da temperatura corporal e na produção de leite.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Algumas fazendas assistidas pelo Rehagro que utilizam sistemas de resfriamentos tradicionais mostram médias de produtividade de leite e índices reprodutivos semelhantes entre os partos ocorridos nos meses mais quentes e meses mais frios, embora não sejam dados experimentais.</p>
<p>Como esses números se comportam na sua fazenda ou na fazenda de seus clientes?</p>
<p>Importante que estudos semelhantes como este pelos pesquisadores da Flórida sejam conduzidos no Brasil para se determinar quais as melhores estratégias de manejo ambiental visando a diminuição dos efeitos deletérios do estresse térmico que resultem em maior produtividade e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/producao-de-leite-e-lucrativa/">lucratividade da atividade leiteira</a></strong>.</p>
<h2>Supere os impactos do estresse térmico e aumente a produtividade</h2>
<p>O estresse térmico em multíparas no início da lactação pode reduzir a produção de leite, comprometer a saúde e impactar diretamente a rentabilidade.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar estratégias eficientes de manejo, nutrição e conforto térmico para manter o desempenho do rebanho mesmo em condições desafiadoras.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35415" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo.jpg" alt="Euler Rabelo - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/euler-rabelo-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Enriquecimento ambiental para vacas e bezerras leiteiras</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[estresse térmico]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você já se deparou com essas situações: vacas se coçando em objetos como cercas, escovas, cordas e paredes ou minimamente se entretendo com estes. Por mais que pareça corriqueiro essa interação dos animais com esses artefatos é uma ótima oportunidade de investimento a baixo custo e que tem potencial de aumentar os índices produtivos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você já se deparou com essas situações: vacas se coçando em objetos como cercas, escovas, cordas e paredes ou minimamente se entretendo com estes.</p>
<p>Por mais que pareça corriqueiro essa <strong>interação dos animais com esses artefatos é uma ótima oportunidade de investimento</strong> a baixo custo e que tem potencial de aumentar os índices produtivos do seu rebanho.</p>
<p>Os <strong>benefícios do enriquecimento ambiental</strong> das instalações têm ganhado muita notoriedade ao longo dos anos, onde esse enriquecimento é definido como modificação no ambiente dos animais confinados, permitindo variadas formas comportamentais que levam melhor funcionamento biológico.</p>
<p>Nesse texto discutiremos pontos importantes relacionados com as variadas formas de enriquecimento ambiental tanto para vacas quanto para bezerras leiteiras, elucidando os seus benefícios e também formas de implementação.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Desafios relacionados ao estresse animal</h2>
<p>Cada vez mais <strong>o sistema de produção intensiva vem ganhando espaço</strong>, entretanto, ele pode levar a desafios relacionados ao estresse, comportamento anormal e até mesmo à saúde dos animais.</p>
<p>Essas alterações comportamentais ocasionadas pelo estresse podem ainda favorecer o aumento de estereotipias, as quais são definidas como um comportamento caracterizado por movimentos repetitivos e sem objetivo ou função aparente, ou seja, comportamentos anormais dentro do repertório da espécie.</p>
<p>Já existe uma preocupação por parte do mercado consumidor sobre a forma com que é feita a criação desses animais e se o sistema de fato se adequa às regras de bem estar, o que incentiva ainda mais a implantação de componentes ambientais para favorecer o bem estar destes.</p>
<p>Esse enriquecimento ambiental <strong>busca mitigar problemas relacionados ao estresse</strong>, pois oferece estímulos físicos, sociais e sensoriais que permitem os animais a expressar comportamentos naturais.</p>
<p>As fontes de estresse mais comuns em vacas leiteiras são:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">Estresse térmico</a></strong>;</li>
<li>Alta densidade de animais por grupo;</li>
<li>Mudança de lote;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">Manejo nutricional</a></strong> inadequado;</li>
<li>Ambiente com baixa sanidade.</li>
</ul>
<p>Esses fatores estressantes podem gerar consequências, como diminuir a qualidade e produção do leite, reduzir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/" target="_blank" rel="noopener">taxa de concepção</a></strong> e causar doenças abortivas devido a imunossupressão que o estresse provoca.</p>
<p>As bezerras também são afetadas, pois passam por processos que contribuem para o estresse, como condições climáticas extremas, manejo inadequado com manuseio bruto ou agressivo, transporte, introdução em ambiente desconhecido, mudanças no grupo e desmama.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-conforto-termico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38506 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png" alt="Webinar conforto térmico" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Práticas de enriquecimento ambiental para vacas leiteiras</h2>
<p>É importante lembrar que fazem parte das práticas de enriquecimento ambiental componentes básicos que os animais devem usufruir, como por exemplo ter espaço para movimentarem livremente, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">ter acesso a água</a></strong> e alimentação, deter de camas adequadas que permitam o descanso, proteção contra intempéries climáticos e serem manejados de maneira adequada na rotina diária.</p>
<p>Os <strong>artifícios de enriquecimento ambiental</strong> podem ser caracterizados como:</p>
<ul>
<li><strong>Físico:</strong> deixar o ambiente o mais próximo do habitat natural, inserindo objetos.</li>
<li><strong>Sensorial:</strong> promover o estímulo dos cinco sentidos dos animais.</li>
<li><strong>Cognitivo:</strong> oferta de dispositivos mecânicos como “quebra cabeças” para que os animais manipulem.</li>
<li><strong>Alimentar:</strong> promover variações na alimentação dos animais.</li>
<li><strong>Social:</strong> interação intraespecífica ou interespecífica que pode ser criada no ambiente confinado.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Entretanto, <strong>os mais utilizados na bovinocultura leiteira e de maior destaque, são os de caráter físico e sensorial.</strong></p>
<p>O aspecto físico consiste em distribuir objetos interativos como escovas automáticas ou não, em que o animal coça o corpo gerando a sensação de relaxamento. Entretanto, existem outras opções mais artesanais como por exemplo tubos de PVC revestidos por corda de sisal que tem como característica sua aspereza.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23835" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-1.jpg" alt="Vaca utilizando escova automática" width="500" height="448" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-1.jpg 719w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-1-300x269.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-1-370x331.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-1-335x300.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-1-270x242.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-1-150x134.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vaca utilizando escova automática instalada em seu ambiente. Fonte: Acervo Rehagro.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23836" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-2.jpg" alt="Vaca utilizando coçador" width="398" height="492" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-2.jpg 398w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-2-243x300.jpg 243w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-2-370x457.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-2-270x334.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-2-150x185.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Vaca utilizando o coçador feito a partir de uma estaca de madeira revestida por corda de sisal. Fonte: André Madeira Silveira França.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra opção, são as bolas de vinil que <strong>promovem maior movimentação e recreação do rebanho</strong>, o que contribui favorecendo as interações sociais e maior produção de hormônios do bem estar, como a endorfina e a ocitocina, que reduzem o estresse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As bolas podem estar soltas nos piquetes ou amarradas em estruturas que as deixam pendulares.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23837" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-3.jpg" alt="Objetos interativos instalados em ambiente comum de bezerras leiteiras" width="561" height="348" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-3.jpg 561w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-3-300x186.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-3-370x230.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-3-270x167.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-3-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 561px) 100vw, 561px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Instalação de objetos interativos (escova e bola) no ambiente comum de bezerras leiteiras. Fonte: Fazenda Capetinga.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23838" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-4.jpg" alt="Varal confeccionado de garrafas pet como prática de enriquecimento ambiental" width="500" height="369" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-4.jpg 673w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-4-300x222.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-4-370x273.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-4-270x199.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-4-150x111.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Varal confeccionado de garrafas pet como prática de enriquecimento ambiental. Fonte: André Gonsalves Lemos, Bruno Silva Miranda e Carlos Eduardo Leite.</span></p>
<h3>Outras práticas de enriquecimento ambiental eficientes</h3>
<p>Outros artifícios que são muito convencionais e bem eficientes em sistemas de criação intensivos e <strong>que atuam na redução do estresse térmico</strong> dos animais são o <strong>uso de aspersores.</strong></p>
<p>A água ao entrar em contato com o animal, umedece os pelos e a pele dos animais, contribuindo para o processo de resfriamento evaporativo, no qual a água evapora da superfície da pele absorvendo o calor do corpo, reduzindo assim a temperatura corporal, <strong>o que proporciona maior conforto térmico e bem-estar</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23839" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-1024x1024.jpg" alt="Animais recebendo aspersão na linha de cocho" width="500" height="500" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-1024x1024.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-300x300.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-768x768.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-370x370.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-270x270.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-740x740.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5-96x96.jpg 96w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/enriquecimento-ambiental-5.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Animais recebendo aspersão na linha de cocho em sistema de <em>Compost Barn</em>. Fonte: Acervo Rehagro. </span></p>
<p>Além da estimulação tátil e visual temos o <strong>enriquecimento ambiental do tipo sensorial</strong>, o qual também tem ganhado espaço na bovinocultura leiteira. Essa prática consiste em colocar música na sala de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">ordenha</a></strong>, a qual tem se apresentado um efeito relaxante para as vacas, por ela ser rítmica e contínua.</p>
<p>Além disso, pode favorecer relações positivas na interação humano-animal, podendo em alguns casos contribuir para o aumento da produção de leite.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O enriquecimento ambiental <strong>não melhora apenas a qualidade de vida dos animais, mas também tem efeitos positivos na produção de leite</strong>, saúde geral dos animais e também no desenvolvimento adequado das bezerras leiteiras.</p>
<p>O investimento em bem estar animal permite bom retorno financeiro às fazendas de leite e por isso, é necessário implementar planos de ações que sejam assertivos e aplicáveis à realidade da propriedade para que os animais recebam e desfrutem do conforto e bem estar.</p>
<h2>Bem-estar animal e produtividade andam juntos</h2>
<p>O manejo e o ambiente da fazenda influenciam diretamente a saúde e a produção do rebanho.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende como unir bem-estar, manejo eficiente e gestão lucrativa para potencializar seus resultados sem aumentar custos desnecessários.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23085" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo.jpg" alt="Gabriela Clarindo - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/gabriela-clarindo-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Desafios climáticos na produção de leite</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/desafios-climaticos-na-producao-de-leite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 20:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[conforto térmico]]></category>
		<category><![CDATA[estresse térmico]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de leite é uma atividade de extrema importância para o setor agropecuário, porém, enfrenta crescentes desafios climáticos que afetam significativamente o bem-estar das vacas, a qualidade e volume de leite produzido. Com o aumento da produção, os animais se tornam mais sensíveis ao estresse calórico, levando a mudanças comportamentais e redução da eficiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A produção de leite é uma atividade de extrema importância para o setor agropecuário, porém, enfrenta crescentes desafios climáticos que afetam significativamente o bem-estar das vacas, a qualidade e volume de leite produzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o aumento da produção, os animais se tornam mais sensíveis ao estresse calórico, levando a mudanças comportamentais e redução da eficiência reprodutiva. Além disso, o </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener"><b>estresse térmico</b></a><span style="font-weight: 400;"> durante os períodos mais quentes resulta em </span><b>diminuição da produção de leite e alterações na composição do produto final</b><span style="font-weight: 400;">, acarretando perdas econômicas para os produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mitigar esses efeitos negativos, torna-se essencial adotar estratégias adequadas visando o <a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>bem-estar animal</strong></a> e a sustentabilidade da atividade leiteira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto discutiremos os principais desafios enfrentados em relação ao bem-estar, reprodução e na qualidade do leite, ocasionados pelas variações climáticas, enfatizando os efeitos deletérios que o estresse térmico causa aos animais e aos resultados futuros e também trazendo estratégias que contribuem para minimizar tais impactos. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Desafios no bem-estar</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">À medida que o nível da produção de leite aumenta, também aumenta a sensibilidade e vulnerabilidade ao estresse calórico, <strong>a zona termoneutra de uma vaca especializada varia de -5º a 25ºC</strong>. Isso é devido à alta atividade metabólica para a produção de leite, portanto, manter o equilíbrio térmico sob altas temperaturas é ainda mais difícil para esses animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na tentativa de regular a temperatura corporal, as vacas têm mudanças comportamentais, permanecem mais tempo em estação, aumentando a superfície de contato com o ambiente para trocas de calor. Além disso, existem observações comportamentais que nos auxilia a identificar facilmente o conforto térmico dos animais, e dentre esses sinais, podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Diminuição do consumo de matéria seca. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumentam o consumo de água. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Animal ofegante, com aumento da transpiração e salivação. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumento da frequência respiratória e cardíaca.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22518 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico.jpg" alt="Vaca leiteira em estresse térmico pelo calor" width="512" height="260" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/vaca-leiteira-com-estresse-termico-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Vaca leiteira em estresse térmico pelo calor. Note: boca aberta, língua para fora e aumento de salivação. Fonte: Acervo Rehagro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tais parâmetros auxiliam a reconhecer mais facilmente o conforto térmico das vacas, por serem facilmente identificáveis. Para animais a pasto, essa </span><b>mudança de comportamento é ainda mais visível, devido à procura de sombra nos períodos mais quentes do dia</b><span style="font-weight: 400;">, reduzindo o tempo de pastejo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa mudança de comportamento aumenta o gasto energético e, com o menor consumo de alimento, a disponibilidade de energia é menor, consequentemente, diminuindo a produção de leite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passar mais tempo em estação também corrobora para diminuição da produção, pois vacas deitadas possuem uma maior circulação de sangue na glândula mamária, sendo que para a produção de 1 litro de leite é necessário a circulação de cerca de 500 litros de sangue na glândula mamária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, problemas de saúde são mais frequentes nesse momento desafiador que a vaca passa, como </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><b>problemas de casco</b></a><span style="font-weight: 400;">, devido ao tempo excessivo em estação, acidose, devido ao consumo desbalanceado da </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><b>dieta</b></a><span style="font-weight: 400;">, entre outros.</span></p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-conforto-termico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38506 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png" alt="Webinar conforto térmico" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dito isso, alguns outros fatores podem potencializar o estresse por calor. A disponibilidade de água é um exemplo, como dito anteriormente, vacas em estresse térmico bebem mais água, assim, precisam de um espaço de bebedouro adequado para a quantidade de animais e fornecimento de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><b>água de qualidade</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto importante é a divisão de lotes, lotes superlotados, além de dificultar a troca de calor desses animais com o ambiente, também prejudica o acesso à água e alimento dos animais mais submissos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de elevadas temperaturas, temos também outras variações climáticas que afetam o bem-estar dos animais, como a umidade, a qual estando elevada pode potencializar o estresse térmico por dificultar o resfriamento natural dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma, temos a questão da precipitação, onde em períodos de chuvas excessivas o ambiente se torna mais úmido e com maior probabilidade da formação de lama, o que pode ser desconfortável para a vaca, seja por dificultar o acesso ao alimento e água ou para possibilitar o descanso, além de predispor a problemas de saúde e impactar na produção de leite. </span></p>
<h2>Desafios na reprodução</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Grande parte das fazendas leiteiras do Brasil sofrem com a reprodução em épocas mais quentes, principalmente aquelas com animais mais especializados, como o gado holandês, que são mais sensíveis ao calor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na questão hormonal, estudos relatam uma baixa concentração plasmática de estradiol em vacas submetidas ao estresse térmico. Esta falta de estradiol prejudica a síntese de GnRH pelo eixo Hipotálamo-hipofisário, consequentemente a síntese de LH e FSH é prejudicada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa desregulação hormonal faz com que as vacas tenham uma manifestação e duração do cio menores, com uma menor taxa de ovulação e </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cistos-foliculares/" target="_blank" rel="noopener"><b>qualidade folicular</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do desequilíbrio hormonal, em vacas submetidas ao estresse térmico, há uma redução no fluxo sanguíneo uterino, diminuindo a troca de calor e consequentemente aumentando a temperatura do meio uterino. Essas mudanças inibem o desenvolvimento embrionário e impedem o sucesso de <strong>inseminações</strong>, além de aumentar a taxa de perda embrionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante lembrar da importância de estarmos atentos e conhecer os impactos que o estresse térmico em multíparas estão no período seco ou em nulíparas gestantes pode causar no desenvolvimento da bezerra ainda em gestação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos já demonstram que <strong>bezerros que se desenvolvem em útero de mães sob estresse térmico sofrem por efeitos negativos na saúde</strong>, desempenho na produção e reprodução desse animal no futuro, e dentre eles podemos citar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estresse térmico no período seco acarretou menor tempo de gestação (entre 4 a 5 dias). </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerro com menor peso ao nascer e menor peso na </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/desmama-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><b>desmama</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerros com metabolismo energético alterado em relação com bezerros nascidos de mães resfriadas. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Devido à alteração no metabolismo energético, bezerros oriundos de estresse térmico, apresentaram menor estatura e uma maior deposição de gordura. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerros desviam energia para tecidos periféricos para maior acúmulo de gordura. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bezerros apresentam uma redução nas proteínas plasmáticas circulantes quando sofrem estresse térmico nos primeiros 28 dias de vida, sendo evidenciada pela menor eficiência de absorção de IgG do </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><b>colostro</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Baixa taxa de proliferação de linfócitos e monócitos, conferindo uma resposta imune deprimida. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/"><b>Novilhas</b></a><span style="font-weight: 400;"> que sofreram estresse térmico no útero sofrem desvantagens desde a concepção até a lactação, necessitando de um número maior de serviços até a prenhez. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Novilhas nascidas de vacas que sofreram estresse térmico produziram menos leite na primeira lactação, ou seja, elas parecem nascer &#8220;programadas&#8221; a ter menor produção de leite em toda sua vida. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, <strong>estudos mais recentes apontaram evidências de que esse problema não afeta apenas as filhas de vacas que sofreram estresse térmico, mas também as netas</strong>. O que demonstra que mesmo havendo resfriamento e promoção de conforto térmico dos animais que sofreram estresse térmico no útero, pode haver impactos ainda nas próximas gerações.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22519 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas.jpg" alt="Ilustraçã dos efeitos do estresse térmico no pré-parto na produtividade das vacas, suas filhas e netas" width="641" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas.jpg 641w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-300x160.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-370x197.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-270x144.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/efeitos-estresse-termico-pre-parto-vacas-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Figura demonstrando os efeitos do estresse térmico no pré-parto na produtividade das vacas, suas filhas e netas. Fonte: Adaptado de Oullet et al., 2020</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já nas </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener"><b>vacas pós-parto</b></a><span style="font-weight: 400;"> pode-se observar um aumento de doenças puerperais, como </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/" target="_blank" rel="noopener"><b>retenção de placenta</b></a><span style="font-weight: 400;">, metrite e </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><b>cetose</b></a><span style="font-weight: 400;">, e anestro no verão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre devido ao prolongado período de balanço energético negativo (BEN), período que se caracteriza pela deficiência do aporte energético, devido ao grande gasto energético e reduzido consumo de alimento para suprir essa demanda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse fato somado com a diminuição do consumo de alimento que já é causado pelo estresse térmico, além de aumentar as chances de doenças pós-parto, diminuem o </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/curva-de-lactacao/" target="_blank" rel="noopener"><b>pico de lactação</b></a><span style="font-weight: 400;"> das vacas, prejudicando toda aquela lactação.  </span></p>
<h2>Desafios na qualidade do leite</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No verão a produção/vaca/dia tende a diminuir significativamente, isso se dá pelo desvio energético para a regulação térmica na qual falamos anteriormente. Entretanto, não apenas o volume produzido é alterado pelo estresse térmico, temos, também, alterações na composição do leite, como diminuição da porcentagem de gordura e proteína. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diminuição da gordura do leite se deve pelas mudanças significativas nos perfis de triacilglicerídeos (TAG) e lipídeos polares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já com relação à proteína, vacas com estresse térmico sofrem redução no teor de proteína no leite, devido ao catabolismo muscular ser maior, ocasionando maior concentração de nitrogênio ureico, disponibilizando maior distribuição de nitrogênio proteico para a ureia e causando uma diminuição da capacidade da síntese proteica das células da glândula mamária, reduzindo o teor de caseína. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa queda dos sólidos do leite, juntamente com diminuição da produção, leva a grandes perdas econômicas para uma fazenda. </span></p>
<h2>Estratégias para redução dos efeitos negativos das alterações climáticas</h2>
<p><strong>As variações climáticas trouxeram e ainda trarão muitos prejuízos à pecuária leiteira, entretanto podemos minimizar esses prejuízos com algumas estratégias. </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerada uma boa alternativa para minimizar os problemas temos o investimento em instalações a fim de manter os animais confinados, como é o caso de sistema de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/free-stall/" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>free stall</i></strong></a><span style="font-weight: 400;"> ou </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/compost-barn-o-que-e-e-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>compost barns</i></b></a><span style="font-weight: 400;">, onde essas instalações detenham de acesso a ventiladores e aspersores e quando bem manejadas contribuem reduzindo os impactos das mudanças climáticas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estratégias mais acessíveis podem ser tomadas para minimizar estes efeitos, como:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Resfriamento a partir da aspersão e ventilação</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Aspersão.</span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Evaporação – gotas pequenas e com alta preção;</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">A água não entra em contato com a pele</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">Mais recomendado para linha de cocho – molha menos o local </span></li>
</ul>
</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Direto – gotas grandes e com baixa pressão;</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">A água entra em contato com a pele </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="3"><span style="font-weight: 400;">Mais recomendado para sala de espera – resfriamento mais rápido das vacas </span></li>
</ul>
</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">O tempo de aspersão inicial indicada é de 3-60 segundos a cada 5 minutos.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ventilação.</span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Tanto na linha de cocho, quanto na sala de espera.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Recomendado a velocidade do vento de aproximadamente 6 metros por segundo.</span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fornecimento em local adequado de área de sombra natural ou artificial (sombrite) para descanso dos animais em casos de animais criados em pastos ou confinados em piquetes. </span></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Recomendado em torno de 5 m</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> por animal. </span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Sombreamento na área de cocho no caso de sistemas a pasto. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fornecimento de <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água de qualidade e limpa</strong></a>. </span></li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, para minimizar os efeitos negativos do clima na produção de leite e sucesso da atividade, é importante que sejam adotadas práticas de manejo adequadas, onde se inclui o fornecimento de instalações apropriadas que facilitem o controle de temperatura e umidade, que o acesso à água e alimentos seja garantido além de sempre monitorar a saúde e indicadores de bem-estar dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investir na promoção de conforto dos animais independente da condição climática no momento é uma forma de <strong>assegurar que os animais terão condições ideais para expressarem todo seu potencial produtivo</strong>, assegurando o bom desempenho e eficiência do negócio.</span></p>
<h2>Supere os desafios climáticos e mantenha a produção em alta</h2>
<p>As variações climáticas impactam diretamente o bem-estar, a saúde e a produtividade do rebanho. Com conhecimento técnico e estratégias certas, é possível minimizar perdas e garantir resultados consistentes.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a implementar soluções práticas para enfrentar os desafios do clima, otimizar o manejo e aumentar a rentabilidade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23112" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso.jpg" alt="Julia Mattoso - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22798 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
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		<title>Estresse térmico em vacas leiteiras: como identificar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 15:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[estresse térmico]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia animal]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
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		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estresse térmico em vacas leiteiras está presente em grande parte dos rebanhos, influenciando diretamente na saúde, reprodução e produção de leite dos animais. Atuar de forma preventiva para minimizar os seus impactos representa um grande desafio e uma grande oportunidade para os diversos tipos de sistema de produção. Animais em estresse térmico apresentam alterações [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse térmico em vacas leiteiras está presente em grande parte dos rebanhos, influenciando diretamente na saúde, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">reprodução</a></strong> e produção de leite dos animais.</p>
<p>Atuar de forma preventiva para minimizar os seus impactos representa um grande desafio e uma grande oportunidade para os diversos tipos de sistema de produção.</p>
<p><strong>Animais em estresse térmico apresentam alterações clássicas que precisam ser identificadas para que o processo de resfriamento seja otimizado.</strong> Acompanhe neste texto um pouco sobre o que é o estresse térmico e quais são os principais sinais.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>Conhecendo e definindo o estresse térmico</h2>
<p><strong>O termo estresse térmico é utilizado para referenciar os efeitos ocasionados na fisiologia, no comportamento e na produção dos animais devido às alterações no ambiente. </strong></p>
<p>De modo semelhante, o estresse térmico pode ser definido como a soma das forças internas (metabolismo, ex.) e externas (ambiente) que atuam em um animal para causar um aumento na temperatura corporal e provocar uma resposta fisiológica.</p>
<p>Nos países de clima tropical, como o Brasil por exemplo, é muito mais comum a ocorrência de estresse térmico pelo calor do que pelo frio. Altos valores de temperatura e umidade, além da exposição à radiação solar, são fatores que contribuem de forma significativa para que as vacas acumulem calor corporal.</p>
<p><strong>O estresse térmico em vacas leiteiras ocorre quando a taxa de ganho de calor do animal excede a de perda, fazendo com que o mesmo saia de sua zona de conforto</strong>. Desta forma, são necessários ajustes no comportamento e/ou fisiologia do animal.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/investir-em-conforto-termico?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-conforto-termico&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38506 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png" alt="Webinar conforto térmico" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/webinar-conforto-termico-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p>Assim como qualquer outra espécie animal, os bovinos de leite também apresentam uma faixa de temperatura considerada como zona termoneutra. Nesta faixa de temperatura o animal não precisa direcionar grandes quantidades de energia para termorregulação, seja para capturar, seja para dissipar calor.</p>
<p>Desse modo, o gasto de energia para manutenção é mínimo, resultando em máxima eficiência produtiva.</p>
<p>Em temperaturas inferiores àquela mínima da zona termoneutra as vacas entram em estresse térmico pelo frio. Já quando a temperatura se encontra superior ao limite máximo da zona termoneutra, o estresse térmico instaurado é pelo calor.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11872 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_1.jpg" alt="Zona termoneutra" width="370" height="255" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_1-300x207.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_1-270x186.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Adaptado de Kadzere et al., 2002</span></span></p>
<h2>Vacas de alta produção e o estresse térmico</h2>
<p>Vacas de alta produção são mais susceptíveis ao estresse térmico quando comparadas às vacas de baixa produção.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/genomica-nas-fazendas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">seleção genética</a></strong> para produção de leite contribuiu para que as vacas aumentassem a quantidade de calor metabólico, pois <strong>vacas que produzem mais leite</strong> ingerem mais alimentos e, logo, possuem metabolismo mais elevado em relação às vacas de menor potencial genético.</p>
<p>Com a menor capacidade de dissipação de calor, <strong>as vacas elevam sua temperatura corpórea com maior facilidade</strong> e perdem calor para o meio ambiente com maior dificuldade. O resultado final é o maior acúmulo de calor, podendo ocorrer mais facilmente o estresse térmico.</p>
<p>Ao analisarmos os dados de 2018 do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, por exemplo, vemos que é relatado um aumento de 13% na produção de leite na última década, passando de quase 9.000 kg de leite para 14.000 kg de leite/vaca/ano.</p>
<p>Conforme descrito por Berman (2005), o aumento na produção de leite de 35 kg de leite/dia para 45 kg de leite/dia contribui para que o limite de temperatura para estresse térmico seja reduzido em torno de 5°C, significando que as vacas tenderão a sofrer estresse térmico de forma mais precoce.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar um animal com estresse térmico</h2>
<ul>
<li>Animal ofegante, com aumento de salivação e transpiração;</li>
<li>Redução na ingestão de matéria seca;</li>
<li>Redução na produção de leite;</li>
<li>Aumento no consumo de água;</li>
<li>Aumento da frequência cardíaca e respiratória;</li>
<li>Temperatura retal maior que 39,1ºC.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11873 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_2.jpg" alt="Vaca com Estresse Térmico" width="512" height="260" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_2.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_2-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_2-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_2-270x137.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Vaca leiteira em estresse térmico pelo calor. Note: boca aberta, língua para fora e aumento de salivação.</span></span></p>
<p>A temperatura corporal representa o<strong> principal indicador da termorregulação do organismo</strong>, estando relacionada à saúde, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">sucesso reprodutivo</a></strong> e produtividade dos animais.</p>
<p>No entanto, vale ressaltar que <strong>não é somente o estresse térmico que ocasiona elevação da temperatura do organismo</strong>.</p>
<p>Eventos como doenças, lesões, infecções, toxinas, etc. podem provocar a hipertermia nos animais. Outros fatores que também ocasionam elevação da temperatura corporal, mas em uma menor magnitude, são nível de atividade do animal e estro.</p>
<p>Além da temperatura corporal, uma das primeiras alterações observadas em animais com estresse térmico é o aumento da frequência respiratória no intuito de perder calor para o ambiente.</p>
<p>Gaughan e colaboradores (2000) citam que a taxa respiratória dos bovinos sofre influência multifatorial, incluindo idade, nível de produção, condição corporal, ingestão de matéria seca, particularidades das instalações e dos sistemas de resfriamento, exposição a ambientes quentes, etc.</p>
<p>Resultados de pesquisas científicas demonstram que vacas expostas a ambientes com temperatura variando entre 24° e 39°C apresentaram aumento na frequência respiratória entre 2,8 e 3,3 movimentos respiratórios/minuto para cada 1°C a mais no ambiente.</p>
<p>A elevação da frequência respiratória consiste em um dos indicadores fenotípicos mais sensíveis para caracterizar o estresse térmico pelo calor em vacas leiteiras, sendo que taxas acima de 60 movimentos respiratórios/minutos já indicam provável alteração devido ao estresse térmico (Shultz, 1984; Berman et al., 1985).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11874" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_3.jpg" alt="Resfriamento de vacas leiteiras" width="550" height="367" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_3.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_3-300x200.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_3-370x247.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/estresse-termico_3-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Resfriamento térmico de vacas leiteiras com aspersores e ventiladores. (Fonte: Grupo Rehagro, Meara Gado Holandês – Fazenda Barreiro Alto).</span></span></p>
<h2>Monitorando o estresse térmico</h2>
<p>Monitorar o conforto térmico das vacas leiteiras representa atualmente um dos pontos base dos sistemas de produção. Ofertar condições que previnam a ocorrência de estresse térmico tornou-se essencial, visto a magnitude que <strong>os impactos deste evento ocasionam na saúde, reprodução e produção dos animais.</strong></p>
<p>Entretanto, para monitorar o conforto, primeiro devemos conhecer quais os sinais presentes no estresse térmico.</p>
<p>De forma geral, vacas leiteiras em estresse térmico apresentam os seguintes sinais, na tentativa de trocar calor com o ambiente:</p>
<ul>
<li>Respiração ofegante;</li>
<li>Boca aberta;</li>
<li>Língua para fora;</li>
<li>Aumento da salivação e da transpiração.</li>
</ul>
<p>Em situações como essa, se os animais estão em galpões onde haja ventiladores e aspersores, eles deverão ser ligados.</p>
<p>Caso não estejam alojados nestas instalações, molhar bem os animais em estado mais crítico pode ajudar no resfriamento.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Como AMENIZAR o ESTRESSE CALÓRICO em VACAS LEITEIRAS" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/p0Xn1gYLUX8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Medidas para diminuir o estresse térmico das vacas leiteiras</h2>
<ul>
<li>Sombreamento adequado para os animais;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">Disponibilidade de água</a></strong> suficiente para os animais beberem, principalmente após a ordenha e nas horas mais quentes do dia;</li>
<li>Para animais confinados em <a href="https://rehagro.com.br/blog/free-stall/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Free stall</em></strong></a>, adequado sistema de resfriamento com ventiladores e aspersores, permanecendo ligados nas horas mais quentes do dia;</li>
<li>Para animais que não estão no <em>Free stall</em>, o fato de molhar bem os animais em estado mais crítico pode ajudar no resfriamento;</li>
<li>Reduzir distâncias de deslocamento do animal.</li>
</ul>
<p>Na <a href="https://rehagro.com.br/blog/sala-de-espera-na-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sala de espera</strong></a> da ordenha é um momento em que as vacas sofrem muito com o calor. Manter os animais o <strong>menor tempo possível na sala de espera</strong>, além de proporcionar aos animais uma instalação coberta, com ventiladores e aspersores, com um pé direito mais alto, pode favorecer um melhor conforto.</p>
<p>No ambiente, podemos utilizar sombras, sendo naturais ou artificiais, que forneçam uma área de pelo menos 3 a 5 m² por animal, salientando-se que quanto maior a área destinada à sombra, menores serão os riscos de acidentes e menor a formação de barro.</p>
<p>A sombra natural possui a vantagem de ser mais barata, mas como o crescimento das árvores é um processo lento, muitas vezes é necessário lançar mão do sombreamento artificial. Este pode ser conseguido com a <strong>utilização de sombrites</strong>, que são telas de fibra sintética e que devem <strong>fornecer de 60% a 80% de sombra</strong>.</p>
<p>Deve-se planejar a orientação das árvores ou da estrutura artificial. Quando os animais estão confinados a melhor orientação é a leste/oeste por proporcionar sombra o dia todo.</p>
<p>Para os animais que não estão confinados, eles podem se movimentar à procura de sombra, devendo então a estrutura ter orientação norte/sul, para que a sombra “caminhe” ao longo do dia de oeste (período da manhã) para leste (período da tarde), reduzindo a formação de lama.</p>
<p>A utilização de rodízio das áreas de sombra, quando estiverem com muita lama, também é necessária e pode ser realizada com o auxílio da cerca elétrica, isolando as áreas mais críticas.</p>
<p>A utilização de ventiladores, aspersores e nebulizadores também pode ser planejada para galpões de confinamento, currais de espera ou em áreas cobertas e apresenta grande eficiência na retirada de calor do animal e do ambiente.</p>
<p>Outro fato de extrema importância é a <strong>presença de cochos de água e comida na sombra ou próximo</strong>, para que os animais não fiquem apenas na sombra e tenham seu consumo diminuído. Não é necessário ter um bebedouro grande, mas este deve apresentar um fluxo contínuo de água, uma vazão que o mantenha sempre cheio e ser mantido limpo.</p>
<p>Comparada a um eficaz sistema de manejo do ambiente, a manipulação da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dieta da vaca leiteira</a></strong> em estresse calórico terá efeito relativamente pequeno sobre a produtividade. O consumo de matéria seca começa a reduzir quando a temperatura ambiente excede 25,5 °C.</p>
<p>Uma estratégia para diminuir a queda no consumo de matéria seca é aumentar o número de fornecimento da dieta ao longo do dia. Além disso, limpar o cocho diariamente retirando sobras que possam fermentar e impactar ainda mais na queda do consumo do alimento.</p>
<p>Pode-se realizar outras ações como <strong>manter a ordenha sempre nas horas mais frescas do dia</strong>, buscando minimizar os efeitos negativos do calor quando os animais estiverem aglomerados. E evitar a lida com os animais (vacinação, pesagem, inseminação, controle de parasitos, entre outros) nos momentos mais quentes do dia, pois o calor e aglomeração dos animais irá piorar o estresse térmico.</p>
<p>O efeito do estresse calórico no desempenho animal, provavelmente vai se tornar muito mais importante no futuro, caso a destruição ambiental continue aumentando. Dessa forma, pode-se notar os efeitos do aquecimento global, que tende a ter efeitos ainda maiores.</p>
<p>Em se tratando de estresse calórico animal, deve-se promover a integração entre técnicos, pesquisadores e produtores, na busca por alternativas viáveis e adaptadas a cada realidade. Ações que melhorem o conforto térmico do animal levam a transformação do bem-estar em maior consumo de alimentos, que resultará em aumento da produção de leite e melhora na reprodução.</p>
<h2>Minimize o estresse térmico e maximize a produção de leite</h2>
<p>O calor excessivo pode reduzir a produtividade e comprometer a saúde do rebanho.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende técnicas de manejo, climatização e gestão estratégica para manter as vacas confortáveis, saudáveis e com alta performance, mesmo nos dias mais quentes.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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