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	<title>casco Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>casco Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Saúde dos cascos de bovinos confinados: como evitar problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 15:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[gado de corte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização. No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e um dos principais problemas enfrentados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento significativo da produção de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil reflete não apenas a busca por eficiência e alto desempenho, mas também a otimização dos custos e a obtenção de melhores resultados na comercialização.</p>
<p>No entanto, esse aumento na intensificação da produção não vem sem desafios, e <strong>um dos principais problemas enfrentados é relacionado à saúde dos cascos</strong> dos animais confinados.</p>
<p>A negligência nessa área pode acarretar uma <strong>série de complicações</strong> que não só afetam o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bem-estar-animal-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar</a></strong>, mas também comprometem o desempenho produtivo e, consequentemente, a lucratividade do sistema de produção.</p>
<p>Neste contexto, é fundamental compreender os fatores que influenciam a saúde dos cascos e implementar medidas preventivas e corretivas para garantir o bem-estar e a produtividade do rebanho.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Fatores que influenciam a saúde dos cascos em confinamentos</h2>
<p>O aumento da produção de bovinos em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/rotinas-no-confinamento-que-afetam-o-desempenho/" target="_blank" rel="noopener">sistema de confinamento</a></strong> tem sido expressivo no Brasil, devido a eficiência em alto desempenho e a redução da idade ao abate.</p>
<p>Uma consequência da intensificação da produção desses animais é o aumento dos problemas relacionados aos cascos quando não devidamente monitorados.</p>
<p>Esse problema, pode causar desconforto no animal, e acarretar outros fatores no sistema de produção, como perda de peso, redução na produção, redução no consumo de alimentos, ingestão de água, além do aumento dos significativo dos riscos de doenças metabólicas.</p>
<p>São diversos os fatores que afetam diretamente a saúde dos cascos no confinamento de gado de corte, especialmente em épocas chuvosas e de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-calcular-a-taxa-de-lotacao-e-a-capacidade-de-suporte/" target="_blank" rel="noopener">alta lotação</a></strong>.</p>
<p>Entre esses fatores, destacam-se a higienização inadequada das instalações, a utilização de pisos desconfortáveis para os animais e a presença de barro, água estagnada, pedras soltas ou até mesmo buracos nas áreas de confinamento.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-sanidade-confinamento-engorda-a-pasto?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-pontos-sanitarios&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39639 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png" alt="E-book Pontos sanitários no confinamento" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-pontos-sanitarios-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais as principais doenças de cascos?</h2>
<h3>Laminite</h3>
<p>É uma doença inflamatória que pode ser classificada como aguda, subclínica ou crônica. Suas principais causas incluem a ingestão excessiva de grãos, pastagens ricas em carboidratos, mudanças bruscas na dieta e obesidade (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">escore de condição corporal</a></strong> acima de 4).</p>
<ul>
<li><strong>Laminite aguda</strong>: caracteriza-se por dor intensa, calor nos cascos, aumento da pulsação digital e dificuldade para se movimentar.</li>
<li><strong>Laminite subclínica</strong>: apresenta sinais menos evidentes, como leve desconforto ao caminhar e mudanças sutis na postura. Pode passar despercebida até se agravar.</li>
<li><strong>Laminite crônica</strong>: resulta em deformidades permanentes dos cascos, como a rotação ou afundamento do osso da falange distal, além de claudicação constante e dificuldade de locomoção.</li>
</ul>
<p>A laminite resulta em claudicação e pode levar à <strong>deformidade permanente dos cascos</strong> se não tratada adequadamente.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-31606 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg" alt="Casco de bovino com laminite" width="434" height="250" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1.jpg 434w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-300x173.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-370x213.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-270x156.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-1-150x86.jpg 150w" sizes="(max-width: 434px) 100vw, 434px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Boi Saúde</span></p>
<h3>Doença da linha branca</h3>
<p>Caracteriza-se pela separação da parede da borda da sola e da parede da borda da sola dos animais. O cório é infectado por meio dessa fissura, levando à formação de abscessos na subsola. Em casos mais graves, as articulações também podem ser afetadas.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, umidade excessiva, lesões ou traumas nos cascos e problemas nutricionais.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio inicial, há uma leve claudicação e desconforto. À medida que a doença progride, ocorre a formação de abscessos visíveis, aumento da dor e claudicação severa. Em casos avançados, pode haver infecção nas articulações, levando a problemas de mobilidade ainda mais graves.</li>
</ul>
<p>A doença da linha branca <strong>pode resultar em infecções dolorosas e comprometimento significativo da locomoção</strong> se não tratada de maneira adequada.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-31607 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg" alt="Casco de bovino com doença da linha branca" width="1000" height="525" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3.jpg 1000w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-300x158.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-768x403.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-370x194.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-270x142.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-570x300.jpg 570w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-740x389.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-3-150x79.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Revista Agropecuária</span></p>
<h3>Podridão de casco</h3>
<p>É uma infecção necrótica que afeta a pele interdigital, podendo ser subaguda ou aguda. Essa doença requer cuidados especiais, pois serve como porta de entrada para outras enfermidades e infecções.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: incluem condições de higiene inadequadas, ambientes úmidos, traumas nos cascos e a presença de bactérias específicas como <em>Fusobacterium necrophorum</em> e <em>Dichelobacter nodosus</em>.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: no estágio subagudo, observa-se inflamação leve, odor desagradável e pequenas lesões. No estágio agudo, os sinais incluem dor intensa, claudicação severa, necrose extensa da pele interdigital e secreção purulenta.</li>
</ul>
<p>A podridão de casco <strong>pode levar a complicações graves e comprometimento da saúde geral do animal</strong> se não tratada de forma adequada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31608 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg" alt="Casco de bovino com a doença de podridão do casco" width="538" height="384" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2.jpg 538w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-300x214.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-370x264.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-270x193.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-2-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: Arquivo Rehagro</span></p>
<h3>Dermatite digital</h3>
<p>É uma condição comum em rebanhos bovinos. É causada pela contaminação por bactérias do gênero Treponema, presentes no intestino dos animais e eliminadas com as fezes.</p>
<ul>
<li><strong>Causas</strong>: a bactéria Treponema apenas se instala se houver uma porta de entrada, como feridas de origem mecânica no animal.</li>
<li><strong>Sinais</strong>: os sintomas incluem inflamação e ulceração na região afetada, dor intensa, claudicação e possível redução no ganho de peso devido ao desconforto.</li>
</ul>
<p>Dermatite digital requer atenção e tratamento adequados para prevenir complicações e garantir o bem-estar do animal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-31609 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg" alt="Casco bovino com dermatite digital" width="820" height="462" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4.jpg 820w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-300x169.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-768x433.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-370x208.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-270x152.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-740x417.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cascos-de-bovinos-4-150x85.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Fonte: MilkPoint</span></p>
<h2>Prevenção dos problemas de casco</h2>
<p>Na realidade de um confinamento de gado de corte, algumas medidas específicas devem ser adotadas para prevenir problemas de cascos, especialmente durante a época de chuvas.</p>
<p>Entre essas medidas, destacam-se a <strong>limpeza regular das baias de confinamento</strong> para evitar o acúmulo de lama e umidade, a <strong>redução da lotação de animais</strong> durante períodos chuvosos para minimizar o estresse e a contaminação do ambiente, e o <strong>uso de pedilúvio com solução desinfetante</strong> para ajudar a prevenir infecções nos cascos.</p>
<p>Além disso, é essencial realizar rondas sanitárias frequentes para observar os animais de perto, identificar precocemente quaisquer sinais de problemas nos cascos ou outras doenças, e agir rapidamente em caso de necessidade.</p>
<p>Outras medidas preventivas importantes incluem  fornecer uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-dicas-basicas-da-alimentacao-e-manejo-nutricional-de-gado-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">dieta balanceada</a></strong> que promova a saúde geral do rebanho. Investir em boas práticas de manejo, como o manejo correto da alimentação e o controle adequado da umidade e da higiene das instalações, também é fundamental para prevenir problemas de cascos e garantir a produtividade dos animais no confinamento.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A saúde dos cascos dos animais confinados é uma questão de <strong>extrema importância que demanda atenção e cuidados específicos</strong>, especialmente em ambientes onde a intensificação da produção e as condições climáticas desafiadoras podem agravar os problemas relacionados aos cascos.</p>
<p>Medidas preventivas, como a limpeza regular das baias, a redução da lotação durante épocas chuvosas, o uso de pedilúvio, além da observação constante dos animais durante rondas sanitárias, são essenciais para evitar complicações e garantir o bem-estar do rebanho. Além disso, a oferta de uma dieta balanceada são práticas fundamentais para promover a saúde e a produtividade dos animais.</p>
<p>Ao adotar essas medidas, os produtores podem não apenas prevenir problemas de cascos, mas também contribuir para a sustentabilidade e rentabilidade a longo prazo do sistema de produção de gado de corte em confinamento.</p>
<h2>O diferencial entre fazendas comuns e de alta performance está aqui</h2>
<p>A pecuária de corte moderna exige gestão, estratégia e aplicação prática do conhecimento. Seja você um produtor em busca de mais lucratividade, um sucessor que precisa assumir a fazenda ou um consultor que deseja gerar mais resultados, a <a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=saude-cascos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pós-graduação em Produção de Gado de Corte</strong></a> oferece uma formação completa para transformar sua atuação no setor.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=saude-cascos" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19698 size-full" title="Clique e saiba mais sobre a pós-graduação!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Produção de Gado de Corte" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-300x97.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-768x248.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-370x120.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-270x87.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-740x239.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/08/banner-pc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-31712" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini.jpg" alt="Luany Martini" width="300" height="117" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini-270x105.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/luany-martini-150x59.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Escore de claudicação em vacas leiteiras: como avaliar a locomoção do rebanho</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/escore-de-claudicacao/</link>
					<comments>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/escore-de-claudicacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 11:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[claudicacao]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escore de claudicação é uma ferramenta utilizada para avaliar a locomoção dos bovinos e identificar precocemente animais com dificuldade para caminhar. Essa avaliação permite reconhecer alterações antes que os problemas se agravem, contribuindo para melhorar o bem-estar, reduzir perdas produtivas e direcionar o tratamento dos animais afetados. Além de identificar casos individuais, o monitoramento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>escore de claudicação</strong> é uma ferramenta utilizada para <strong>avaliar a locomoção dos bovinos</strong> e identificar precocemente animais com dificuldade para caminhar.</p>
<p>Essa avaliação permite reconhecer alterações antes que os problemas se agravem, contribuindo para melhorar o bem-estar, reduzir perdas produtivas e direcionar o tratamento dos animais afetados.</p>
<p>Além de identificar casos individuais, o monitoramento dos escores ajuda a avaliar a eficiência das práticas de manejo, das instalações e dos programas de prevenção de problemas nos cascos.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá como funciona o escore de claudicação, como realizar a avaliação e quais ações podem ser tomadas a partir dos resultados.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Por que o animal claudica?</h2>
<p>A claudicação é uma <strong>alteração visível tanto em movimento quanto em repouso</strong> (conhecida como claudicação estática). Durante a locomoção, essa alteração se manifesta como uma marcha irregular, envolvendo as fases de elevação, avanço, contato e apoio, em um ou mais membros.</p>
<p>Além disso, ela pode estar acompanhada ou não de modificações na postura, como o arqueamento da região dorsal, podendo apresentar aumento de volume e lesões visíveis, ou não.</p>
<p>Ademais, pode ser um sinal proveniente de desconforto doloroso, insensibilidade em um ou mais membros afetados ou perturbações neuromusculares que interferem na fluidez do movimento e na adaptação às fases ou períodos de repouso.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-afeccoes-cascos-bovinos?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-cascos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39649 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png" alt="E-book Afecções de casco" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Causas de claudicação: fatores infecciosos</h3>
<p>Apesar da complexidade etiológica e da inespecificidade desse sinal clínico, as principais causas de claudicação estão frequentemente associadas a <strong>fatores infecciosos</strong>, por <a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" rel="noopener"><strong>afecções podais</strong></a> primárias ou secundárias.</p>
<p>Em primeiro plano, essas infecções estão relacionadas a doenças bacterianas que afetam a estrutura do casco, sendo as mais agressivas as provocadas por <i>Dichelobacter nodosus</i> e <i>Fusobacterium necrophorum</i>.</p>
<h3>Causas de claudicação: fatores nutricionais e inflamatórios</h3>
<p>Além das causas infecciosas, as <strong>causas nutricionais e inflamatórias</strong> podem proporcionar o meio viável para agressão bacteriana.</p>
<p>A pododermatite asséptica difusa, comumente chamada de laminite, é notoriamente associada a fatores nutricionais, em especial a Acidose Ruminal Subaguda (SARA).</p>
<p>Essa condição pode ser desencadeada pelo consumo de uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dieta</a></strong> com alto teor de concentrado, resultando na produção de ácidos graxos voláteis pela microbiota ruminal, provenientes da fermentação dos carboidratos não fibrosos, juntamente com baixos níveis de Fibra em Detergente Neutro (FDN). Esses fatores combinados resultam na redução do pH no rúmen e no intestino.</p>
<p>A acidificação do meio leva ao <strong>desequilíbrio na microbiota ruminal</strong>, resultando em um aumento significativo das bactérias acidificadoras produtoras de ácido lático. Essas bactérias danificam a parede do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">rúmen</a></strong>, causando micro lesões que podem permitir a passagem de <strong>endotoxinas</strong> para a corrente sanguínea, desencadeando um processo de inflamação sistêmica.</p>
<p>A inflamação sistêmica move um complexo processo de irregularidades hemodinâmicas, que resultam do aumento de polipeptídeos ou glicoproteínas pró-inflamatórias. Essas alterações afetam a circulação sanguínea nas extremidades, incluindo os cascos.</p>
<p>Esse efeito subsequente leva à redução do fornecimento de nutrientes e oxigênio para a camada coriônica das lâminas dérmicas. Uma das consequências disso é o comprometimento da formação da arquitetura e da composição da camada de queratina dos cascos, tornando-os menos resistentes e menos capazes de lidar com fatores externos, como traumas e agentes patogênicos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44598 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao.webp" alt="Animal apresentando arqueamento de dorsal" width="1024" height="619" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao.webp 1024w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-300x181.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-768x464.webp 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-370x224.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-270x163.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-740x447.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Animal apresentando arqueamento de dorsal, inclinação de cabeça e impotência funcional do membro pélvico esquerdo, em estação. Foto: Eliel Scavazzini Neves</span></p>
<h3>Outros fatores</h3>
<p>Existem outros fatores que desempenham um papel significativo na ocorrência e prevalência de enfermidades nos cascos e dentre elas, podemos citar:</p>
<ul>
<li>Densidade do rebanho;</li>
<li>Traumas;</li>
<li>Pisos irregulares;</li>
<li>Falta de higiene e alta umidade do ambiente;</li>
<li>Fatores congênitos como aprumos desalinhados e espessura reduzida de coxim digital.</li>
</ul>
<h2>Escore de claudicação</h2>
<p>Estima-se que entre <strong>80% e 90% das afecções estejam localizadas distalmente às articulações cárpicas e társicas</strong>, com a maioria delas afetando os dígitos. Dessas, 76% a 84% das lesões ocorrem nos membros pélvicos, devido a fatores como mudanças na inércia, na propulsão e na complexidade das articulações e músculos em comparação com os membros torácicos.</p>
<p>Além disso, a maioria das lesões se concentra nos <strong>dígitos laterais</strong> desses membros, devido à distribuição de força ser maior no eixo do dedo V.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44597 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-1.webp" alt="Imagem demonstrando a distribuição do peso do animal nos membros" width="564" height="426" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-1.webp 564w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-1-300x227.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-1-370x279.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-1-270x204.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-1-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Imagem demonstrando a distribuição do peso do animal nos membros, evidenciando a maior disposição de força se concentrando nos dígitos laterais. Foto: João Paulo Elsen Saut</span></p>
<p>Sendo assim, foram desenvolvidas <strong>metodologias visuais e classificatórias</strong> para uma avaliação apropriada das condições clínicas de deambulação, levando em consideração as características da marcha dos bovinos e sua postura.</p>
<p>Essa avaliação é baseada em dois critérios:</p>
<ol>
<li><strong>Análise da postura e posicionamento do animal em repouso</strong>, o que é definido como claudicação em repouso. Isso envolve observar mudanças no centro de gravidade e arqueamento do dorso.</li>
<li><strong>Análise em movimento</strong>, que avalia as fases das passadas, a postura, assimetria e fluidez do animal durante o deslocamento.</li>
</ol>
<p><iframe loading="lazy" title="COMO AVALIAR O ESCORE DE LOCOMOÇÃO DO REBANHO? | Acontece no Campo - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/VDA49KE5IMs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Essas metodologias são frequentemente chamadas de <strong>escores de claudicação ou locomoção</strong>, mas todas elas são fundamentadas em um sistema de classificação numérica por meio de pontuações.</p>
<p>A mais comum utiliza uma escala de 5 pontos, na qual o escore 1 representa um animal sem claudicação, enquanto o escore 5 indica animais com claudicação grave, caracterizada pela impotência funcional de um ou mais membros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44596 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-2.webp" alt="Sistema de classificação numérica para vacas leiteiras" width="707" height="477" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-2.webp 707w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-2-300x202.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-2-370x250.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-2-270x182.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 707px) 100vw, 707px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44595 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-3.webp" alt="Sistema de classificação numérica para vacas leiteiras" width="708" height="349" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-3.webp 708w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-3-300x148.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-3-370x182.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-3-270x133.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 708px) 100vw, 708px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Sistema de classificação numérica para vacas leiteiras. Fonte: traduzido e adaptado de Flower e Weary (2006)</span></p>
<h3>Como realizar a avaliação do escore de claudicação?</h3>
<p>Para a realização desta e de outras avaliações faz-se necessários três etapas:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Etapa 1:</strong> A avaliação do animal parado permite observar o posicionamento do dorso (arqueamento do dorso, sinal de dor), a mudança do centro de gravidade de um ou mais membros, a posição dos pés em abdução ou adução, e membros torácicos cruzados (indicativos de fratura da terceira falange na unha medial).</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Etapa 2:</strong>  A segunda etapa envolve a avaliação dinâmica da locomoção em um piso duro e deve ser realizada em um local plano, sem obstáculos, com poucas distrações visuais e sonoras, e espaço suficiente para que o animal possa fazer pelo menos 4 passadas com cada membro. Nesta etapa, avaliam-se todos os critérios de movimentação.</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Etapa 3:</strong>  A terceira etapa envolve a avaliação dinâmica da locomoção em um piso macio, permitindo uma compreensão mais precisa da altura da lesão. Quando a claudicação é significativamente aliviada ou reduzida ao caminhar em superfícies macias, em comparação com superfícies duras, isso sugere que o desconforto está associado a regiões mais distantes do(s) membro(s) afetado(s).</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44594 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-4.webp" alt="Animal apresentando postura de membros torácicos cruzados" width="477" height="509" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-4.webp 477w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-4-281x300.webp 281w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-4-370x395.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-4-270x288.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Animal apresentando postura de membros torácicos cruzados, decorrente de uma fratura da terceira falange na unha medial. Fonte: Blowey (2015)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44593 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-5.webp" alt="Classificação de claudicação" width="601" height="918" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-5.webp 601w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-5-196x300.webp 196w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-5-370x565.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-claudicacao-5-270x412.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 601px) 100vw, 601px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Classificação da claudicação. Fonte: Adaptação da tabela de Sprecher efetuada por Cook, Universidade de Wisconsin-Madison (2001).</span></p>
<h2>Por que é importante saber?</h2>
<p>A utilização de técnicas de classificação de locomoção são uma ótima ferramenta de triagem nos rebanhos leiteiros, visto sua aplicabilidade eficiente baseada na observação.</p>
<p>Contudo é importante ressaltar que mesmo animais com boa mobilidade podem estar sofrendo de alguma lesão podal, uma vez que em certas afecções, a manifestação da claudicação ocorre tardiamente em ruminantes.</p>
<p>Além disso, é fundamental entender que <strong>o exame de claudicação é um indicativo, não uma ferramenta única de diagnóstico</strong> por si só.</p>
<p>Para um diagnóstico preciso, é necessário a avaliação de um especialista e também a realização de outros exames, como palpação, avaliação de lesões de sola, radiografias, ultrassonografia e avaliações locomotoras mais detalhadas.</p>
<h2>Patas saudáveis, vacas produtivas e lucro garantido</h2>
<p>A avaliação correta do escore de claudicação é fundamental para prevenir problemas locomotores, manter o bem-estar das vacas e evitar quedas na produção.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=claudicacao" target="_blank" rel="noopener">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar esse e outros indicadores de manejo e sanidade, integrando-os à gestão da fazenda para alcançar resultados consistentes e rentáveis.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=claudicacao" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23116" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini.jpg" alt="Eliel Scavazzini - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/eliel-scavazzini-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Pedilúvio para bovinos: como funciona e os principais erros que comprometem seus resultados</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/os-maiores-erros-cometidos-no-pediluvio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 21:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Pedilúvio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pedilúvio é uma das estratégias utilizadas para auxiliar no controle de determinadas doenças dos cascos em bovinos, principalmente em rebanhos leiteiros. Quando corretamente planejado, instalado e manejado, ele pode contribuir para reduzir a ocorrência de algumas afecções infecciosas, melhorando a saúde dos cascos e favorecendo o bem-estar e o desempenho dos animais. As lesões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>pedilúvio</strong> é uma das estratégias utilizadas para <strong>auxiliar no controle de determinadas doenças dos cascos em bovinos</strong>, principalmente em rebanhos leiteiros.</p>
<p>Quando corretamente planejado, instalado e manejado, ele pode contribuir para reduzir a ocorrência de algumas afecções infecciosas, melhorando a saúde dos cascos e favorecendo o bem-estar e o desempenho dos animais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As lesões podais são responsáveis por aproximadamente 90% das claudicações na espécie bovina e seus prejuízos econômicos se traduzem por </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/" rel="noopener"><b>queda na produção</b></a><span style="font-weight: 400;">, custo do tratamento, descarte do leite por resíduos de antibióticos, perda de escore corporal, problemas reprodutivos como anestro, maior número de <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-servico-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>serviço</strong></a>/prenhez, maior intervalo entre partos (IEP), descarte precoce dos animais e maior susceptibilidade a outras doenças.</span></p>
<p>Entretanto, muitos pedilúvios deixam de produzir os resultados esperados devido a falhas de manejo, instalação e manutenção.</p>
<p>Neste artigo você entenderá como funciona o pedilúvio, quando ele deve ser utilizado e quais são os principais erros que comprometem sua eficiência.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é pedilúvio?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pedilúvios são recipientes geralmente instalados em corredores de entrada e saída da </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" rel="noopener"><b>sala de ordenha</b></a><span style="font-weight: 400;">, contendo uma solução desinfetante com a proposta de </span><b>desinfetar os cascos dos animais. </b><span style="font-weight: 400;">Eles são utilizados tanto para o tratamento de </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" rel="noopener"><b>lesões no casco</b></a><span style="font-weight: 400;"> quanto também tem aplicação na rotina e em grande escala no manejo da fazenda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O principal objetivo é promover a redução da carga de microrganismos patogênicos, como bactérias e fungos que podem causar infecções nos cascos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As soluções desinfetantes utilizadas mais utilizadas nos pedilúvios normalmente são as que contém ingredientes como o formaldeído e o sulfato de cobre (CuSO4), ambas com a mesma funcionalidade e diferindo na questão de custo e no tempo de atuação, devido à maior volatilidade que o formaldeído apresenta em comparação ao sulfato de cobre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem vários modelos de pedilúvios com abordagens diferentes de uso, o </span><b>pedilúvio de passagem </b><span style="font-weight: 400;">é o mais utilizado no Brasil, nesse modelo os animais passam em fila indiana, na saída da ordenha dos animais em lactação.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44881 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio.webp" alt="Vaca no pedilúvio de passagem" width="579" height="1024" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio.webp 579w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-170x300.webp 170w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-370x654.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-270x478.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 579px) 100vw, 579px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Imagem demonstrando um pedilúvio de passagem, onde os animais estão passando pela solução de sulfato de cobre. Fonte: Acervo Rehagro</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-afeccoes-cascos-bovinos?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-cascos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39649 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png" alt="E-book Afecções de casco" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Principais erros cometidos no pedilúvio</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso do pedilúvio é uma medida efetiva de prevenção e controle de problemas podais no rebanho da propriedade, no entanto, devemos ter cuidados com </span><b>possíveis erros que podem ocorrer durante esse processo:</b></p>
<h3>1. Diluição Inadequada do Produto</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os produtos utilizados em pedilúvios devem possuir a concentração e diluição adequada, pois caso não sejam respeitados podem provocar lesões irritativas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>formalina </b><span style="font-weight: 400;">é um dos produtos comumente utilizados, têm como componente ativo o formaldeído, sua concentração é de 40% de formaldeído. Tem excelente efeito bactericida, causa endurecimento do casco e atua como poderoso desinfetante mesmo em banhos contaminados com urina e fezes dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, devemos ter alguns cuidados durante a utilização do produto, pelo seu <strong>caráter cáustico é irritante para a pele do dígito e tetos dos animais, além de ser extremamente tóxico ao homem e as vacas caso seja ingerido ou inalado.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Juntamente a esses fatores ele é <strong>pouco biodegradável e inativado em temperaturas abaixo de 13º C, não sendo recomendado para o uso em lesões abertas da pele</strong>. Uma sugestão de utilização deste produto para evitar erros é:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Utilizar uma concentração de 3% a 5% com a frequência de utilização a depender do desafio da fazenda.  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Drenar e renovar o líquido do pedilúvio quando estiver muito contaminado com barro e fezes. Em geral, a solução deve ser renovada após 200 passadas na mesma solução.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro produto muito utilizado é o </span><b>sulfato de cobre, </b><span style="font-weight: 400;">essa substância tem efeito adstringente, ou seja, precipita proteínas. Quando aplicado sobre a pele lesada, forma uma </span><b>camada protetora superficial </b><span style="font-weight: 400;">e causa endurecimento da pele, além de diminuir as secreções e ter efeito levemente antisséptico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um cuidado muito importante ao escolher o produto é a característica de rápida inativação quando poluída com barro, urina e fezes, devendo, portanto, <strong>ser renovada também após cerca de 200 passadas</strong>, seguindo o mesmo protocolo da utilização do produto a base de formalina. Quanto a utilização é importante que se tenha uma solução com concentração de no máximo 5% do produto, podendo variar de 3 a 5 %. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=pediluvio" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>2. Inativação do produto</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto de atenção no momento da utilização destes produtos são os riscos de inativação dos produtos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem sistemas que adotam a passagem dos animais em uma caixa contendo areia e água corrente na superfície, onde o principal intuito é o de remover o excesso de sujeira dos cascos antes que os mesmos passem pela solução com o produto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Umas das causas mais comuns de inativação dos produtos utilizados no pedilúvio é o excesso de barro, urina e fezes. Daí a importância em se preocupar com a situação de limpeza dos cascos antes da entrada no pedilúvio, além disso é essencial que seja realizada a troca da solução após a passagem do número determinado por cada solução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um manejo inadequado do pedilúvio pode transformá-lo em um importante foco de contaminação, e consequentemente, de transmissão de doenças podais. </span></p>
<h3>3. Mal dimensionamento do pedilúvio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto que pode ser um problema no uso do pedilúvio é o dimensionamento da instalação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito importante que a caixa tenha um comprimento adequado para que o <strong>animal possa dar pelo menos dois passos na solução desinfetante.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso, por exemplo de um pedilúvio instalado ao longo da seringa ou em tronco instalados na saída da ordenha, a fim de fazer com que os animais deem duas passadas pela solução, as dimensões sugeridas são de: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">2,5 a 3 m de comprimento </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">70 a 80 cm de largura </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">15 cm de profundidade (7 a 10 cm com a solução). </span></li>
</ul>
<h3>4. Profundidade incorreta do pedilúvio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir que o contato do casco com a solução desinfetante seja efetiva é muito importante nos atentarmos também à profundidade do pedilúvio. A solução deve alcançar a região da coroa do casco do animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dermatite digital, por exemplo, é uma infecção de pele digital localizada com frequência na face plantar do casco do animal, e muitas vezes pode afetar até a sobreunha dos bovinos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da afecção, o pedilúvio pode ser utilizado como forma de tratamento e também como forma de prevenção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é muito importante que a profundidade do pedilúvio seja de, no mínimo, <strong>15 centímetros de profundidade</strong> para garantir que todas as estruturas do casco estejam em contato para a realização do tratamento.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44882 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-1.webp" alt="Profundidade do pedilúvio" width="740" height="431" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-1.webp 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-1-300x175.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-1-370x216.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-1-270x157.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Imagem demonstrando a profundidade do pedilúvio, onde a solução cobre toda estrutura do casco do animal. Fonte: Coagril- informativos</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44883 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-2.webp" alt="Dermatite interdigital afetando a sobreunha" width="451" height="301" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-2.webp 451w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-2-300x200.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-2-370x247.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-2-270x180.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 451px) 100vw, 451px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Dermatite interdigital afetando o paradígito ou “sobreunha”. Fonte: NICOLLETI, J. L. M. 2004</span></p>
<h3>5. Acúmulo de sujidade no casco do animal</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro fator que tem grande impacto na eficiência do uso do pedilúvio é o grau de sujidade dos cascos dos animais. <strong>Uma camada de sujeira muito espessa presente no casco e na pele impede a penetração da solução desinfetante de forma correta</strong>, inibindo a ação completa do produto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o objetivo de evitar tal situação é muito importante que tenhamos atenção ao ambiente em que esses animais se encontram. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos demonstram que existe uma relação inversa entre a resistência ou dureza do casco e o seu conteúdo em água, isto é, um aumento do conteúdo de água (umidade do ambiente, por exemplo) leva a uma menor resistência do casco e, consequentemente, a uma maior taxa de desgaste. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As solas e paredes dos cascos mais amolecidas permitem que pequenos objetos pontiagudos penetrem com maior facilidade nas estruturas profundas dos dígitos, predispondo a infecções secundárias. Por isso, é muito importante estar atento a alguns pontos que são cruciais quanto ao ambiente e manejos: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cuidar do ambiente das vacas, mantendo pisos limpos, de preferência antiderrapantes. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir o conforto da cama dos animais em sistemas como </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/compost-barn-o-que-e-e-como-fazer/" rel="noopener"><strong><i>compost barn</i></strong></a><span style="font-weight: 400;"> ou </span><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/free-stall/"><i>free stall</i></a></strong><span style="font-weight: 400;">, pois, a permanência em pé por períodos muito longos agrava os problemas podais. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Importante manter o local onde esses animais se encontram com o mínimo de exposição à umidade e prezando pelo conforto e bem-estar das vacas.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44884 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-3.webp" alt="Acúmulo de sujidades no casco devido ao ambiente" width="640" height="853" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-3.webp 640w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-3-225x300.webp 225w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-3-370x493.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/pediluvio-3-270x360.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Acúmulo de sujidades no casco devido ao ambiente. Fonte: Acervo Rehagro.</span></p>
<h3>6. Frequência do pedilúvio</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A frequência do pedilúvio depende do tipo de sistema que os animais se encontram, da rotina de manejo da fazenda, do número de animais e também dos objetivos que a fazenda está buscando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, existem os mais variados protocolos de frequência do pedilúvio, podendo ser diário com alternância de produtos, em dias alternados ou então semanal.</span></p>
<h3>7. Usar o pedilúvio como tratamento de lesões</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da possibilidade ser uma prática aliada ao tratamento, o pedilúvio tem seu uso mais relacionado à prevenção das lesões nos cascos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando os bovinos já apresentam lesões é necessário primeiro realizar o tratamento, além de identificar o tipo de alteração do casco como, dermatite digital e interdigital, erosão dos talões, flegmão interdigital, entre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário também a realização de casqueamento de forma preventiva nos animais, visando restabelecer a forma e proporções normais dos dígitos, restaurando a posição dos membros e favorecendo uma distribuição equilibrada do peso do animal e retirando os tecidos córneos comprometidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante a atuação de forma preventiva, onde uma séria de manejos como o manejo de cama e limpeza do ambiente deve ser bem executada a fim de evitar que problemas podais se tornem um desafio dentro da propriedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, é importante ressaltar que o pedilúvio deve ser utilizado de forma regular, com produtos e concentrações adequadas, visando garantir a eficácia na prevenção de problemas podais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é fundamental adotar práticas de manejo, incluindo a limpeza das instalações, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cama-de-compost-barn-na-pecuaria-leiteira/">manejo de cama em casos do sistema de compost barn</a></strong> e também deter de acompanhamento técnico para garantir o bem-estar e saúde dos animais.</span></p>
<h2>Perguntas frequentes sobre pedilúvio em bovinos</h2>
<h3>O que é um pedilúvio para bovinos?</h3>
<p>O pedilúvio é uma estrutura utilizada para que os bovinos passem por uma solução específica, auxiliando no controle de determinadas doenças infecciosas dos cascos dentro de um programa de prevenção.</p>
<h3>Para que serve o pedilúvio?</h3>
<p>Ele auxilia na prevenção e no controle de algumas doenças dos cascos, reduzindo a pressão de infecção no rebanho. Seu uso deve ser associado a boas práticas de manejo e higiene.</p>
<h3>O pedilúvio trata animais com lesões nos cascos?</h3>
<p>Não. Animais com lesões precisam de avaliação e tratamento individual. O pedilúvio é uma ferramenta preventiva e não substitui o tratamento das afecções já instaladas.</p>
<h3>Todo rebanho precisa utilizar pedilúvio?</h3>
<p>Não necessariamente. A necessidade depende do histórico da propriedade, das condições de manejo e da ocorrência de doenças dos cascos.</p>
<h3>O pedilúvio substitui o casqueamento?</h3>
<p>Não. O pedilúvio auxilia no controle sanitário, enquanto o casqueamento previne e corrige alterações nos cascos. As duas práticas são complementares.</p>
<h3>Quais são os erros mais comuns no uso do pedilúvio?</h3>
<p>Os principais erros incluem utilizar o pedilúvio como tratamento, não renovar a solução corretamente, instalar a estrutura em local inadequado e descuidar da higiene e do manejo dos animais.</p>
<h2>Evite erros e potencialize seus resultados na pecuária leiteira</h2>
<p>Erros no pedilúvio podem comprometer seriamente a saúde dos animais e a produtividade do rebanho. Mais do que aplicar técnicas corretas, é fundamental ter uma gestão eficiente, capaz de integrar sanidade, manejo e rentabilidade.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=pediluvio" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a tomar decisões baseadas em dados, otimizar processos e aumentar o lucro da fazenda sem depender de grandes investimentos.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23092" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg" alt="Maria Fernanda Faria - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-270x86.jpg 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>E-book Afecções de casco bovino: conhecendo as lesões</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/afeccoes-de-casco-conhecendo-as-lesoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Aug 2018 19:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[lesões]]></category>
		<category><![CDATA[perdas econômicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cascos são uma das partes mais importantes dos bovinos. Eles são responsáveis por apoiar o peso do animal, proporcionar estabilidade e permitir que se mova livremente. Os cascos também são importantes para a saúde geral dos bovinos, pois protegem os pés de infecções e lesões. As afecções de casco em conjunto com a mastite [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cascos são uma das partes mais importantes dos bovinos. Eles são responsáveis por apoiar o peso do animal, proporcionar estabilidade e permitir que se mova livremente. Os cascos também são importantes para a saúde geral dos bovinos, pois protegem os pés de infecções e lesões.</p>
<p>As afecções de casco em conjunto com a mastite e os problemas reprodutivos são alguns dos maiores desafios na bovinocultura de leite e corte em todo o mundo, acarretando perdas econômicas.</p>
<p>Animais estão sendo descartados mais cedo por <strong>problemas de casco</strong> e antes dessa decisão, as perdas e custos já se fizeram presentes de maneira impactante.</p>
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		<title>Lesões de casco em bovinos: causas, tratamento e como prevenir</title>
		<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 13:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[casco]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lesões de casco estão entre os problemas que mais comprometem o bem-estar e o desempenho dos bovinos. Quando sente dor ou desconforto ao se locomover, o animal pode caminhar menos, reduzir as visitas ao cocho e ao bebedouro, permanecer mais tempo deitado e apresentar queda no consumo e na produção de leite. Essas alterações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>lesões de casco</strong> estão entre os problemas que mais comprometem o bem-estar e o desempenho dos bovinos. Quando sente dor ou desconforto ao se locomover, o animal pode caminhar menos, reduzir as visitas ao cocho e ao bebedouro, permanecer mais tempo deitado e apresentar queda no consumo e na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/">produção de leite</a></strong>.</p>
<p>Essas alterações também aumentam os custos da propriedade com tratamentos, mão de obra e descarte involuntário de animais. Por isso, a saúde dos cascos deve ser acompanhada como parte do manejo sanitário, nutricional e produtivo do rebanho.</p>
<p>As causas são variadas e podem envolver as condições das instalações, excesso de umidade, higiene inadequada, pisos abrasivos, falhas nutricionais, características individuais e ausência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/casqueamento-preventivo-em-bovinos/">casqueamento preventivo</a></strong>.</p>
<p>Além de tratar o animal afetado, é fundamental identificar os fatores que contribuíram para o surgimento da lesão. Caso contrário, novos episódios podem continuar ocorrendo na fazenda.</p>
<p>Neste artigo, você conhecerá os principais sinais e tipos de lesões de casco em bovinos, como elas devem ser avaliadas e quais cuidados fazem parte do tratamento e da prevenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que são lesões de casco em bovinos?</h2>
<p>As lesões de casco são <strong>alterações que atingem uma ou mais estruturas dos dígitos dos bovinos</strong>. Dependendo da origem e da gravidade, podem provocar inflamação, dor, dificuldade de locomoção e comprometimento dos tecidos internos.</p>
<p>Nem todas as lesões são iguais. Algumas possuem origem predominantemente infecciosa, enquanto outras estão relacionadas a traumas, desgaste inadequado, alterações na qualidade do tecido córneo, distribuição incorreta do peso ou distúrbios nutricionais e metabólicos.</p>
<p>A intensidade também varia. Uma alteração identificada precocemente pode ser corrigida com maior facilidade, enquanto casos mais avançados podem demandar tratamento prolongado e comprometer profundamente o desempenho do animal.</p>
<p>Por esse motivo, o tratamento deve começar com a identificação correta da lesão e de sua possível causa.</p>
<h2>Quais são as principais causas de problemas de casco?</h2>
<p>As afecções dos cascos possuem <strong>origem multifatorial</strong>, isso significa que vários fatores podem atuar ao mesmo tempo e aumentar o risco de lesões. Entre os principais são:</p>
<ul>
<li>Pisos duros, irregulares, abrasivos ou escorregadios;</li>
<li>Presença de pedras e trilhas acidentadas;</li>
<li>Excesso de umidade e matéria orgânica;</li>
<li>Baixa frequência de limpeza nas instalações;</li>
<li>Longas distâncias de caminhada;</li>
<li>Condições inadequadas de conforto;</li>
<li>Falhas no manejo nutricional;</li>
<li>Distúrbios metabólicos, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras/">acidose ruminal</a></strong>;</li>
<li>Características genéticas e de conformação dos pés e membros;</li>
<li>Falta de casqueamento preventivo;</li>
</ul>
<p>A fase produtiva também pode influenciar a ocorrência dos problemas. No início da lactação, por exemplo, as vacas enfrentam mudanças metabólicas, nutricionais e de manejo que podem aumentar sua susceptibilidade.</p>
<p>Quando muitos animais apresentam alterações, é importante analisar o problema no nível do rebanho. Tratar apenas as lesões individuais, sem corrigir as condições ambientais, nutricionais ou operacionais, tende a gerar resultados limitados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-afeccoes-cascos-bovinos?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-cascos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39649 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png" alt="E-book Afecções de casco" width="980" height="317" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco.png 980w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-300x97.png 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-768x248.png 768w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-370x120.png 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-270x87.png 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-740x239.png 740w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-afeccoes-casco-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Quais sinais indicam problemas nos cascos dos bovinos?</h2>
<p>As manifestações <strong>dependem do tipo, da localização e da gravidade da lesão</strong>. Nem sempre uma alteração no casco é imediatamente visível, mas mudanças no comportamento e na locomoção podem servir de alerta.</p>
<p>Entre os principais sinais estão:</p>
<ul>
<li>Dificuldade para caminhar;</li>
<li>Passos curtos ou irregulares;</li>
<li>Alteração na forma de apoiar os membros;</li>
<li>Arqueamento do dorso durante a locomoção;</li>
<li>Redução da movimentação;</li>
<li>Permanência por mais tempo deitada;</li>
<li>Dificuldade para chegar ao cocho ou ao bebedouro;</li>
<li>Inchaço nos membros;</li>
<li>Feridas, rachaduras ou alterações visíveis;</li>
<li>Redução do consumo de alimentos;</li>
<li>Queda na produção de leite.</li>
</ul>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-claudicacao/">claudicação</a></strong> é um dos sinais mais evidentes, mas não deve ser o único critério utilizado. Quando o animal começa a mancar de forma intensa, a lesão pode já estar em estágio avançado.</p>
<p>A observação periódica da locomoção e dos cascos permite identificar alterações mais cedo e iniciar a avaliação antes que o quadro se agrave.</p>
<h2>Lesões de casco bovinos mais frequentes</h2>
<p>Diferentes alterações podem afetar os cascos. Conhecer suas características ajuda a reconhecer o problema e direcionar a avaliação.</p>
<h3>Lesões de sola</h3>
<p>As lesões de sola podem apresentar diferentes profundidades e níveis de gravidade. Nos casos mais avançados, pode ocorrer exposição ou comprometimento de tecidos internos, provocando dor intensa e dificuldade de locomoção.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44246 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos.webp" alt="Lesão de sola em casco bovino com exposição do córion" width="300" height="225" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lesão circunscrita que expõe o tecido córion. Fonte: Arquivo Rehagro</span></p>
<h3>Doença da linha branca</h3>
<p>A linha branca é a região de união entre a parede e a sola do casco. Quando ocorre separação ou comprometimento dessa estrutura, sujeira e microrganismos podem penetrar nos tecidos e favorece processos dolorosos e infecciosos.</p>
<p>A doença da linha branca pode estar relacionada a alterações na qualidade do casco, traumas e condições inadequadas do piso.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44247 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-1.webp" alt="Doença da linha branca em casco bovino" width="300" height="225" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-1.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-1-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-1-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><span style="font-size: 10pt;">Doença da linha branca – consequência comum da laminite. Fonte: Arquivo Rehagro</span></p>
<h3>Erosão de talão</h3>
<p>A erosão de talão provoca perda de qualidade e irregularidades no tecido córneo localizado na parte posterior do casco. Ambientes úmidos, higiene deficiente e contato constante com matéria orgânica podem contribuir para o desenvolvimento e o agravamento da alteração.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44248 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-2.webp" alt="Erosão de talão em bovino leiteiro" width="300" height="225" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-2.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-2-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-2-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Erosão de talão – baixa qualidade dos tecidos córneos secundária à laminite e a infecções bacterianas secundárias. </span>Fonte: Guia Bayer de podologia bovina</span></p>
<h3>Dermatite interdigital</h3>
<p>A dermatite interdigital afeta a pele localizada entre as unhas. Trata-se de uma alteração infecciosa favorecida principalmente por ambientes úmidos, sujos e com elevada presença de matéria orgânica.</p>
<p>Quando não é identificada e controlada, pode provocar desconforto, inflamação e favorecer outros problemas nos cascos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44249 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-3.webp" alt="Dermatite interdigital em bovino leiteiro" width="300" height="225" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-3.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-3-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-3-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Dermatite interdigital. Fonte: Arquivo Rehagro</span></p>
<h3>Sola fina</h3>
<p>A sola fina ocorre quando a espessura do tecido córneo é insuficiente para proteger adequadamente as estruturas internas.</p>
<p>Essa condição aumenta a sensibilidade ao contato com o solo e pode deixar o animal mais suscetível a contusões, úlceras e outras lesões.</p>
<h3>Podridão do casco</h3>
<p>Essa condição infecciosa afeta os tecidos da região interdigital e pode provocar inchaço, dor intensa, claudicação e piora rápida do estado do animal. Ferimentos na pele, umidade excessiva, lama e higiene inadequada podem favorecer a entrada dos microrganismos envolvidos.</p>
<p>A nomenclatura e o diagnóstico das lesões devem ser confirmados por um profissional capacitado, pois alterações diferentes podem apresentar sinais semelhantes.</p>
<h2>Como identificar e avaliar uma lesão de casco?</h2>
<p>Ao perceber mudanças na locomoção ou no comportamento de um animal, é importante <strong>realizar uma avaliação cuidadosa</strong>.</p>
<p>O processo geralmente inclui:</p>
<ol>
<li>Observar o bovino parado e em movimento;</li>
<li>Identificar qual membro apresenta alteração;</li>
<li>Conter o animal de maneira segura;</li>
<li>Limpar completamente o casco;</li>
<li>Avaliar as unhas, a sola, os talões e o espaço interdigital;</li>
<li>Identificar a localização e as características da lesão;</li>
<li>Verificar sua profundidade e gravidade;</li>
<li>Definir a conduta mais adequada.</li>
</ol>
<p>A <strong>limpeza é essencial</strong> porque a presença de barro e matéria orgânica pode esconder alterações importantes. Também é necessário avaliar se existem sinais de infecção, comprometimento de tecidos profundos, inchaço ou dor intensa. Casos mais graves devem ser acompanhados por médico-veterinário.</p>
<p>Nem toda claudicação possui origem no casco. Alterações nas articulações, músculos e outras estruturas dos membros também podem provocar dificuldade de locomoção. Por isso, a avaliação precisa considerar o animal como um todo.</p>
<h2>Como é feito o tratamento das lesões de casco?</h2>
<p>O tratamento <strong>varia de acordo com o tipo de lesão, sua gravidade, os tecidos comprometidos e o estado geral do animal</strong>.</p>
<p>Não existe uma única conduta adequada para todos os casos. De forma geral, o manejo pode envolver:</p>
<ul>
<li>Contenção segura do animal;</li>
<li>Limpeza e inspeção detalhada do casco;</li>
<li>Casqueamento terapêutico quando indicado;</li>
<li>Remoção criteriosa de tecidos soltos ou comprometidos;</li>
<li>Alívio da pressão sobre a região lesionada;</li>
<li>Utilização de tamanco na unha saudável em situações específicas;</li>
<li>Tratamento de processos infecciosos;</li>
<li>Controle da dor e da inflamação sob orientação veterinária;</li>
<li>Manutenção do animal em ambiente limpo, seco e confortável;</li>
<li>Acompanhamento da cicatrização.</li>
</ul>
<p>A utilização de medicamentos deve ser definida pelo médico-veterinário, especialmente quando houver infecção profunda, comprometimento de estruturas internas ou alterações no estado geral.</p>
<p>Além do tratamento individual, é necessário investigar a origem do problema. Quando os casos se repetem, devem ser avaliados fatores como piso, higiene, umidade, dieta, conforto e rotina de casqueamento.</p>
<h2>Qual é o papel do casqueamento?</h2>
<p>O casqueamento pode ter finalidade preventiva ou terapêutica.</p>
<p>No <strong>casqueamento preventivo</strong>, o objetivo é preservar a conformação e o equilíbrio dos cascos, melhorar a distribuição do peso e identificar alterações antes que evoluam para quadros mais graves.</p>
<p>Já o <strong>casqueamento terapêutico</strong> é realizado após a identificação de uma lesão. O procedimento busca remover tecidos comprometidos quando necessário, reduzir a pressão sobre a área afetada e criar condições favoráveis para a recuperação.</p>
<p>O casqueamento precisa respeitar a anatomia do casco. A retirada excessiva do tecido córneo pode deixar a sola muito fina, aumentar a sensibilidade e agravar o problema.</p>
<p>Por isso, o procedimento deve ser executado por uma pessoa capacitada, com equipamentos adequados e conhecimento sobre as diferentes lesões.</p>
<h2>Quando utilizar o tamanco no tratamento?</h2>
<p>O <strong>tamanco</strong> pode ser usado como <strong>auxiliar no tratamento de determinadas lesões de casco</strong>.</p>
<p>Sua função é transferir parte do peso para a unha saudável, diminuindo a carga exercida sobre a unha lesionada. Para isso, ele é fixado na unha oposta àquela que apresenta o problema.</p>
<p>Ao criar uma diferença de altura entre as duas unhas, o dispositivo reduz o contato da região afetada com o chão e oferece melhores condições para a recuperação dos tecidos.</p>
<p><strong>O tamanco não trata sozinho a causa da lesão</strong>. Antes de sua colocação, é necessário:</p>
<ol>
<li>Conter o animal adequadamente;</li>
<li>Limpar as duas unhas;</li>
<li>Realizar o casqueamento;</li>
<li>Nivelar a unha saudável;</li>
<li>Avaliar e tratar a lesão;</li>
<li>Preparar o tamanco e o material de fixação;</li>
<li>Fixar o dispositivo na unha saudável.</li>
</ol>
<h3>Como o tamanco é fixado?</h3>
<p>Uma peça de madeira ou material específico é fixada na unha saudável com uma resina apropriada.</p>
<p>A superfície precisa estar limpa e preparada para favorecer a aderência. A resina é aplicada entre o tamanco e a unha, preenchendo adequadamente a área de contato.</p>
<p>O dispositivo deve ficar firme, sem comprometer outras estruturas ou causar novos pontos de pressão.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44250 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-4.webp" alt="Preparo da massa acrílica" width="600" height="386" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-4.webp 600w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-4-300x193.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-4-370x238.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-4-270x174.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Preparo da massa acrílica e deposição no tamanco. No detalhe: Pote de resina acrílica</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44251 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-5.webp" alt="Fixação do tamanco na unha" width="600" height="450" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-5.webp 600w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-5-300x225.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-5-370x278.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-5-270x203.webp 270w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-5-80x60.webp 80w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Fixação do tamanco na unha oposta à afetada, a</span><span style="font-weight: 400;"> unha e o tamanco devem ser totalmente envoltos pela resina para melhor fixação.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-44252 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-6.webp" alt="Desnivelamento entre as unhas" width="600" height="484" srcset="http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-6.webp 600w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-6-300x242.webp 300w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-6-370x298.webp 370w, http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/lesoes-casco-bovinos-6-270x218.webp 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Desnivelamento entre as unhas.</span></p>
<p>A indicação depende da localização e do tipo de lesão. Portanto, o tamanco não deve ser aplicado indiscriminadamente em todos os problemas de casco.</p>
<p>Com o passar do tempo, o dispositivo pode se desgastar pelo contato com o solo. Durante esse período, a unha afetada permanece com menor pressão e pode se recuperar. Ainda assim, são necessárias revisões periódicas para verificar a evolução da lesão e as condições do tamanco.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A saúde dos cascos influencia diretamente o <strong>bem-estar, o consumo, a produtividade e a permanência dos animais no rebanho</strong>.</p>
<p>Por isso, os problemas não devem ser tratados apenas quando a claudicação se torna evidente. Uma estratégia eficiente combina observação frequente, identificação precoce, tratamento adequado e correção das causas presentes na propriedade.</p>
<p>O tamanco pode ser um recurso valioso para aliviar a pressão sobre determinadas lesões, mas deve fazer parte de um manejo mais completo, que inclua casqueamento, acompanhamento e prevenção.</p>
<p>Ao integrar sanidade, nutrição, conforto, instalações e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-gestao-de-fazenda-leiteira/">gestão</a></strong>, a fazenda reduz os impactos das lesões e cria melhores condições para que os animais expressem seu potencial produtivo.</p>
<h2>Da saúde dos cascos à saúde financeira da fazenda</h2>
<p>Lesões de casco afetam diretamente a produtividade e o lucro. No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=lesoes-cascos" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende a unir manejo sanitário, nutrição, reprodução e gestão econômica para manter o rebanho saudável e a produção no topo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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