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	<title>fungo Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>fungo Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 14:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo. Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la. O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/">Giberela no trigo: o que é, sintomas e como controlar a doença na lavoura</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, <strong>a Giberela alcançou o &#8220;status&#8221; de principal doença nas regiões produtoras de trigo.</strong> Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la.</p>
<p>O trigo é uma cultura de grande importância mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados por suas multifuncionalidades. São muitos subprodutos oriundos deste cereal, porém ele é limitante em condições climáticas.</p>
<p>O Brasil, por ser um país tropical, não favorece muito o cultivo do trigo, que se desenvolve mais plenamente em climas temperados. Isso restringe um pouco seu <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">cultivo em nosso país</a></strong>, que em sua grande maioria se concentra no sul e alguns estados do sudeste.</p>
<p>O clima em si, não atrapalha apenas no desenvolvimento deste cereal, mas na ocorrência de doenças fúngicas e que em sua grande maioria está associada à alta umidade. É o caso da <strong>Giberela, conhecida também por fusariose do trigo</strong>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span></p>
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<h2>Ocorrência da doença</h2>
<p>A giberela, cujo agente causal é o fungo <i>Gibberella zeae</i> (Schwein.) Petch (anamorfo <i>Fusarium graminearum</i> Schwabe),<strong> é uma das principais doenças em trigo</strong>, sendo transmitida em sua grande maioria, pelas sementes contaminadas.</p>
<p>Esta doença se manifesta mais intensamente em regiões com excesso de chuva e temperaturas amenas durante os períodos de floração e maturação dos grãos, podendo ser encontrada de forma generalizada por todo o mundo.</p>
<p>A doença é mais frequentemente encontrada no trigo, mas também pode afetar a cevada, a aveia, o centeio e algumas gramíneas forrageiras.</p>
<h2>Sintomas da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela é melhor reconhecida pelo branqueamento de flores na ponta. Infecções graves podem causar crestamento precoce ou branqueamento de todo o espinho. Outros sintomas incluem descoloração de bronzeado a marrom.</p>
<p>Normalmente um micélio rosado/laranja está presente na base das flores sob condições úmidas, e grãos que são enrugados, brancos e de aparência calcária. Peritécios (corpos escuros de frutificação) são produzidos dentro do micélio, posteriormente no processo de infecção. Espiguetas descoloridas e doentes são estéreis ou contêm sementes murchas/descoloridas (geralmente com uma tonalidade rosa ou laranja).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12037 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg" alt="Giberela no trigo" width="370" height="494" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-1-270x360.jpg 270w" sizes="(max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Como ocorre a transmissão da giberela</h2>
<p>A transmissão do patógeno da semente para a plântula, ocorre entre as etapas de disseminação e colonização do seu ciclo de vida. Esse processo implica no transporte que proporciona uma infecção bem-sucedida, dando origem a uma planta doente.</p>
<p>Quanto à quantificação da transmissão, esta pode ser realizada através da detecção dos sintomas nas plantas, partindo do princípio de que o único meio de inoculação foi através da associação do patógeno com a semente.</p>
<p>Patógenos necrotróficos, em sua grande maioria e parte dos biotróficos, utilizam-se da semente como veículo de disseminação, abrigo e sobrevivência.</p>
<p>Dentre os fatores que afetam a transmissão dos patógenos a partir de sementes e, que podem afetar o estabelecimento do patógeno em uma cultura, destacam-se:</p>
<ol>
<li>Espécie cultivada (resistência varietal);</li>
<li>Condições ambientais (umidade ambiental e do solo, temperatura, vento, chuva e luz);</li>
<li>Inóculo (viabilidade, localização na semente, tipo);</li>
<li>Práticas culturais (tipo de solo, pH, população de plantas, profundidade de semeadura e época de plantio, fertilização, etc.);</li>
<li>Sobrevivência do inóculo;</li>
<li>Vigor da semente;</li>
<li>Microflora do solo e da semente, entre outros.</li>
</ol>
<p>Existem ainda duas outras maneiras possíveis de estabelecimento do patógeno no interior das sementes: através do sistema vascular de plantas atacadas e através de órgãos fertilizadores, como grão de pólen contaminado ou infectado.</p>
<p>No caso da contaminação de sementes por patógenos, esta é comumente concretizada pela mistura mecânica do inóculo por ocasião da manipulação de plantas durante a colheita.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Reduzindo o contágio do patógeno</h2>
<p>Tais fatores podem reduzir ou incrementar significativamente a passagem do patógeno para os órgãos foliares e/ou radiculares da planta hospedeira, refletindo no desenvolvimento da doença na lavoura.</p>
<p>A transmissão de patógenos através das sementes é capaz de propiciar:</p>
<ul>
<li>Introdução do patógeno em novas áreas;</li>
<li>Sobrevivência do microrganismo na ausência do hospedeiro;</li>
<li>Seleção e disseminação de raças específicas a determinados hospedeiros e</li>
<li>Distribuição através da população de plantas como focos primários de inóculo.</li>
</ul>
<p>Por se tratar de uma associação biológica, as taxas de transmissão planta-semente e semente-plântula são bastante influenciadas pelo ambiente e pelas características inerentes ao patógeno e ao hospedeiro.</p>
<p>A idade da planta, na ocasião da infecção, por exemplo, é um dos fatores que afeta a transmissão. De qualquer forma, essa relação biológica é afetada por fatores físicos, biológicos e por aqueles inerentes ao tipo de germinação das sementes.</p>
<p>Para patógenos habitantes do solo, como é o caso dos fungos pertencentes ao gênero <i>Fusarium</i>, o acesso à superfície dos frutos e sementes é favorecido pelo contato direto dessas estruturas com o solo ou através de respingos de chuva, ou de irrigação por aspersão.</p>
<h2>Manejo de controle da giberela no trigo</h2>
<p>A giberela <strong>é considerada a doença do <a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>. A sobrevivência saprofítica do patógeno em diversos hospedeiros, como espécies de plantas cultivadas, nativas e invasoras, assim como a facilidade de dispersão dos ascósporos, transportados a longa distância pelo vento, faz com que a giberela não seja controlada eficientemente pela rotação de culturas.</p>
<p>A grande disponibilidade de inóculo no ar, durante o período de floração, associada a períodos de molhamento contínuo, tem levado a danos significativos na cultura do trigo.</p>
<p>O escalonamento na época de semeadura e o uso de cultivares com diferentes ciclos, são estratégias de escape que possibilitam que as plantas possam atingir o período de predisposição sob condições climáticas adversas ou menos favoráveis ao patógeno.</p>
<p>No Brasil, ainda não estão disponíveis pela pesquisa cultivares resistentes à doença. Há indicação de cultivares com diferentes níveis de tolerância.</p>
<p>A aplicação de <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fungicidas</strong></a> específicos na floração é uma estratégia recomendada. A eficácia de controle depende principalmente do fungicida e do momento de aplicação.</p>
<p>A eficácia de <a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>controle químico</strong></a> da giberela no campo e o rendimento de grãos de trigo são maiores quando as aplicações de fungicidas específicos são realizadas no início do estádio fenológico de floração.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O maior rendimento de grãos foi obtido com o fungicida metconazole, diferindo estatisticamente da testemunha, com aumento relativo de 29,6%. Uma única aplicação de todos os fungicidas proporcionou aumento médio no rendimento de grãos em relação à testemunha de 24,3%, variando de 15,7% até 29,6% (Tabela 1).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12038" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg" alt="Desempenhos de fungicidas aplicados em grãos de trigo com giberela" width="600" height="326" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2.jpg 626w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-300x163.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-370x201.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-2-270x147.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Tabela 1 &#8211; Desempenho de fungicidas aplicados no início da floração sobre o rendimento de grãos, peso de mil grãos e incidência de <i>Fusarium graminearum</i> em grãos de trigo.</span></p>
<h2>O que é eficiente contra a giberela no trigo?</h2>
<p>Em termos gerais, é possível reduzir a incidência dessa doença fúngica por meios práticos. Como ela é uma doença que requer a umidade, é preciso fazer o manejo sanitário em restos culturais, caso opte pelo plantio direto.</p>
<p>O uso de cultivares tolerantes à doença também pode ajudar e, ainda, o manejo gradual de mudança de cultivares no plantio, sendo eles de ciclos distintos, auxilia na tolerância da planta e desfavorece a doença.</p>
<p>Por fim, se optar pelo tratamento químico, fique atento à qualidade do produto e principalmente a época de aplicação, que deve ser no início do florescimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12039 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg" alt="Trigo com giberela" width="370" height="424" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-262x300.jpg 262w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-3-270x309.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Brown et al. (2011)</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12040 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg" alt="Trigo" width="370" height="518" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-214x300.jpg 214w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/04/giberela-no-trigo-4-270x378.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>A giberela é a principal doença apontada pelos triticultores, mas há outras como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong> e <a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem</strong></a>. Todas elas reduzem significativamente a produção e, caso não sejam controladas, podem permanecer nos restos culturais e serem passadas às próximas culturas, comprometendo sua renda!</p>
<p>Além das doenças, há ainda as pragas e <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>daninhas</strong></a>. Ou seja, é preciso entender de forma específica cada uma delas, se quiser alcançar os resultados que almeja em sua produção.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Mancha-alvo na soja: veja os sintomas e estratégias de manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 16:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=6544</guid>

					<description><![CDATA[<p>A soja e o milho sempre estão entre os grãos mais produzidos no mundo. E a cada ano, cultivares de soja e milho passam por melhoramentos genéticos, com o claro objetivo de adquirir mais resistência e tolerância a doenças e a fatores abióticos como o clima. Entretanto, doenças representam um grande entrave para qualquer cultura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja e o milho sempre estão entre os grãos mais produzidos no mundo. E a cada ano, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares de soja</a></strong> e milho passam por melhoramentos genéticos, com o claro objetivo de adquirir mais resistência e tolerância a doenças e a fatores abióticos como o clima.</p>
<p>Entretanto, doenças representam um grande entrave para qualquer cultura e as que demandam uma atenção maior, são as que podem afetar a soja em qualquer época. <strong>É o caso da mancha-alvo</strong>, que trataremos neste artigo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>O que é a mancha-alvo?</h2>
<p>A <strong>mancha-alvo</strong> <strong>(<i>Corynespora cassiicola</i>) é uma doença fúngica</strong>, comumente encontrada em lavouras de soja de toda a região do Brasil e pode incidir sobre a cultura em todo o seu ciclo, por isso é preciso uma atenção maior a ela!</p>
<p>A sobrevivência deste patógeno depende de dois pontos principais: restos culturais e sementes.</p>
<p>No caso dos restos culturais, o patógeno pode sobreviver, principalmente em áreas sob sistema de plantio direto, afinal, esses restos de culturas passadas, unindo com a umidade, favorecem diversos fungos e um deles é o da mancha-alvo.</p>
<p>E o outro ponto a ser observado, são as sementes. É o principal meio de disseminação da mancha-alvo! Elas precisam, portanto, serem de boa procedência e qualidade.</p>
<p>Ainda assim, é preciso observar que as condições ideais para que tenha ocorrência da mancha-alvo na lavoura são: alta umidade relativa e temperaturas amenas (18-21°C).</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas causados pela mancha-alvo na soja</h2>
<p>Muito embora essa doença seja frequentemente observada nas folhas, ela também pode afetar hastes, raízes, o que pode causar podridões nas flores e vagens da planta.</p>
<p>O sintoma típico causado por este patógeno, como o próprio nome diz, é por meio do aparecimento de pequenos pontos ou manchas com halo amarelado, que conforme vai crescendo, apresenta pontuações com coloração variando de castanho-claro a castanho-escuro no centro e anéis concêntricos de coloração escura.</p>
<p>As imagens a seguir, mostram os indícios dos sintomas em uma folha e na haste.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11827" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-1.jpg" alt="Folha e haste com sintomas de mancha-alvo" width="600" height="203" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-1.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-1-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-1-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-1-270x91.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><span style="font-size: 10pt;">Fonte: EMBRAPA</span></p>
<p>Quando essa doença fúngica afeta a área das folhas, pode ocorrer redução da área fotossintética ou até mesmo a desfolha de forma precoce, e isso, por si só, irá comprometer o enchimento de grãos. Ou seja, é preciso ficar atento durante todos os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">estádios fenológicos</a></strong> da planta!</p>
<p>Além disso, a doença pode causar apodrecimento de vagens e hastes, o que irá influenciar diretamente no rendimento da cultura.</p>
<p>Quando essa doença ocorre nas lavouras de soja, em níveis elevados pode reduzir e comprometer a produtividade da soja em até 50%!</p>
<p>Portanto, nesse artigo, serão apresentados também, resultados de um estudo que buscou criar as ferramentas que pudessem auxiliar na avaliação e quantificação da presença do fungo da mancha-alvo, a fim de melhorar o manejo da lavoura.</p>
<p>Na imagem a seguir, é possível notar, tanto na folha normal de soja, quanto em escala em análise, os níveis de severidade da doença mancha-alvo.</p>
<p>Observe que da esquerda para a direita, o nível da severidade aumenta (de 1% a 52%) e, consequentemente, a incidência do sintoma mais visível que são as manchas circulares com halo amarelo e anéis concêntricos castanhos, aumentando e escurecendo, à medida que a doença avança.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11828 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-2.jpg" alt="Escala diagramática para avaliação da mancha-alvo da soja" width="570" height="281" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-2.jpg 570w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-2-300x148.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-2-370x182.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/11/mancha-alvo-2-270x133.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p>
<h3>Como utilizar a escala diagramática para avaliar a doença?</h3>
<p>Muitos podem estar se perguntando: <strong>para que devo usar a escala diagramática? </strong></p>
<p>O uso desta escala serve para auxiliar o produtor ou engenheiro agrônomo <strong>a ter um parâmetro sobre a evolução e intensidade da doença na lavoura. </strong></p>
<p>No entanto, a forma e o momento ideal para se fazer o controle da doença, fica a critério do responsável. Lembrando que, se for sistema de plantio direto, não apenas favorece doenças fúngicas como a mancha-alvo, mas também pragas, como o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/percevejos-na-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">percevejo</a></strong>.</p>
<p>Caso proceda com a coleta de dados da escala diagramática, pode-se coletar um número médio de 15 de folhas por gleba, por cerca de 10-14 dias. Neste período, se for feita a aplicação de algum fungicida para controle da doença, as folhas devem continuar sendo coletadas, mesmo assim.</p>
<p>Após a obtenção e conferência dos dados, os mesmos deverão ser transferidos para uma planilha para que seja possível gerar o gráfico. Com os dados e o gráfico feitos, será possível avaliar o progresso da doença e/ou eficácia do controle, caso já esteja fazendo.</p>
<h2>Estratégias de manejo da mancha-alvo na soja</h2>
<p>Para a não ocorrência da mancha-alvo nas lavouras de soja, ou a menor incidência das mesmas, algumas estratégias podem e devem ser tomadas. Assim, o risco de comprometimento da produtividade da lavoura diminui. São eles:</p>
<ol>
<li>Uso de cultivares resistentes;</li>
<li>Uso de sementes sadias e de boa procedência (como mencionado, a principal incidência da doença vem de sementes infectadas);</li>
<li>Tratamento de sementes;</li>
<li>Rotação e sucessão de culturas com milho ou outras gramíneas;</li>
<li>Uso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">fungicidas</a></strong>.</li>
</ol>
<p>Como pode perceber, <strong>o manejo existe desde a escolha da cultivar, ou seja, antes mesmo de implementar a lavoura</strong>, passa pelo tratamento de sementes, para evitar a incidência, mas também há manejo, caso a doença já esteja instalada.</p>
<p>Atenção, porém, ao optar pela 5ª estratégia: uso de fungicida!</p>
<p>É importante lembrar que ao adotar o controle químico, deve-se fazer a rotação de fungicidas com diferentes modos de ação, pois isso permite com que a doença não se torne resistente a algum produto.</p>
<p>Abaixo estão apresentados os resultados de uma pesquisa do ano de 2017, a qual foram testados diferentes fungicidas registrados pelo MAPA para o controle desta doença, com aplicações sequenciais. Fique por dentro:</p>
<p>Os melhores tratamentos, os quais proporcionaram maiores produtividades e menor incidência da doença foram:</p>
<ol>
<li>bixafen + protioconazol + trifloxistrobina;</li>
<li>piraclostrobina + fluxapiroxade;</li>
<li>piraclostrobina + epoxiconazol + fluxapiroxade;</li>
<li>trifloxistrobina + protioconazol;</li>
<li>picoxistrobina + tebuconazol + mancozebe.</li>
</ol>
<p>Qual combinação de produtos usar para o controle da mancha-alvo em soja? Isso depende muito da escolha do responsável técnico da área, pois como pode perceber, as cinco combinações se mostraram eficazes.</p>
<p>Lembrando que para melhores resultados, as demais táticas para manejo da doença também devem ser empregadas.</p>
<p>Bom, a mancha-alvo você já aprendeu, e pôde perceber que por ser fúngica, demanda alta umidade e temperatura amena. Existem várias doenças dessa natureza em grãos e a maioria se manifesta visualmente por manchas, que é o caso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong> que já foi detectada em mais de 60% dos levantamentos em campo!</p>
<p>A diferença de uma lavoura farta para uma básica ou deficiente em produção está em saber manejar cada etapa do ciclo da cultura, bem como proteger a lavoura em todo o processo.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
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<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/">Mancha-alvo na soja: veja os sintomas e estratégias de manejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Micotoxinas no trigo: como evitar a contaminação?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/micotoxinas-no-trigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 15:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[fungo]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine demorar toda uma safra de lavouras de trigo e, no final, ele não poder ser comercializado porque acabou pegando fungo tóxico e colocando em risco a alimentação por meio dele? Lidar com lavouras e obter renda por meio dela, vai muito além de semear e colher. Entre dispor as sementes no solo e colher [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine demorar toda uma safra de lavouras de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo</a></strong> e, no final, ele não poder ser comercializado porque acabou pegando fungo tóxico e colocando em risco a alimentação por meio dele?</p>
<p>Lidar com lavouras e obter renda por meio dela, vai muito além de semear e colher. Entre dispor as sementes no solo e colher os grãos, há pormenores que farão a lavoura ter fartura e lucro, ou prejuízo. Aliás, na ‘borda’ desses dois extremos (semeadura e colheita), ainda há:</p>
<ul>
<li>Planejamento da safra;</li>
<li>Análise e preparo do solo;</li>
<li>Escolha das sementes adequadas;</li>
<li>Escolha do melhor sistema e manejo.</li>
</ul>
<p>E, mesmo tendo tudo isso planejado e executado bem, há ainda as precauções que devem ser tomadas na pós-colheita, que é o caso de armazenamento, ensacamento, distribuição e comercialização. Grãos são organismos que transpiram e, como tal, precisam de uma umidade, por exemplo, que não o faça germinar ou ainda que seja propício aos fungos.</p>
<p>Tudo isso se reflete na qualidade do produto, que no caso do trigo, pode ainda passar aos subprodutos.</p>
<p>Então, neste artigo abordaremos um dos assuntos mais importantes quando se pensa em segurança alimentar, que é a <strong>presença de micotoxinas</strong>, especialmente em trigo armazenado.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que são as micotoxinas?</h2>
<p>As <strong>micotoxinas são substâncias tóxicas produzidas a partir do crescimento de fungos</strong>. Seu desenvolvimento ocorre em função de condições de temperatura e umidade quando propícias.</p>
<p>O surgimento pode ter início na produção dos grãos, ainda na lavoura, ou no processo de armazenamento, e os efeitos de sua presença são: <strong>perda de rendimento e produção de micotoxinas.</strong></p>
<p>Essas micotoxinas, podem causar alterações não desejadas, como:</p>
<ul>
<li>Alterar o sabor;</li>
<li>Alterar o odor e</li>
<li>Alterar até a aparência dos alimentos.</li>
</ul>
<p>Durante o cultivo do trigo, a presença do fungo causador da doença <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">Giberela</a></strong> (<i>Fusarium</i>) é o grande responsável pela produção de micotoxinas. Enquanto no armazenamento, os fungos <i>Aspergillus</i> e <i>Penicillium</i> são os responsáveis.</p>
<p>Estes fungos são considerados toxigênicos, portanto, é preciso se atentar à presença deles de modo a garantir qualidade e segurança alimentar aos produtos finais.</p>
<h3>Os perigos das micotoxinas em alimentos</h3>
<p>A presença destas micotoxinas em alimentos deve ser levada realmente a sério, pois, quando ingeridas, em quantidades suficientes, podem causar sintomas e afetar diversos órgãos, inclusive vitais, como:</p>
<ul>
<li>Fígado;</li>
<li>Rins;</li>
<li>Cérebro;</li>
<li>Músculos;</li>
<li>Sistema nervoso.</li>
</ul>
<p>Os sintomas variam de náuseas à falta de coordenação dos movimentos, podendo levar o indivíduo à morte.</p>
<p>Os produtos infectados podem, ainda, afetar de forma direta e indireta:</p>
<ul>
<li><strong>Direta</strong>: utilização direta dos produtos na alimentação humana e animal;</li>
<li><strong>Indireta</strong>: a partir dos subprodutos e derivados contaminados que foram utilizados na alimentação animal, transferindo a toxina para o leite e carnes.</li>
</ul>
<p>É relatado que a forma mais frequente de contaminação por micotoxinas é direta, onde se utiliza na alimentação, cereais, sementes oleaginosas e produtos derivados, os quais foram contaminados no processo pré e pós colheita.</p>
<p>De acordo com dado da FAO, cerca de 25% dos alimentos no mundo estão contaminados com micotoxinas e, confirmando ainda mais a importância desse artigo, os principais são:</p>
<ol>
<li>Alimentos de origem agrícola (cereais, sementes oleaginosas, frutos e vegetais);</li>
<li>Alimento de origem animal (leite e seus derivados e carne);</li>
<li>Produtos fermentados (cerveja, aditivos alimentares e vitaminas).</li>
</ol>
<p>Mesmo em lavouras tecnificadas, com adoção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener">agricultura de precisão</a></strong>, esses tipos de fungos podem aparecer ainda na lavoura, por isso requer mais atenção.</p>
<p>Devido aos efeitos negativos destas toxinas à saúde humana e animal, bem como no quesito econômico, foi estabelecido uma legislação específica que determina um valor de nível máximo de presença destas substâncias nos produtos alimentícios, que é denominada de LMT (Limites Máximos de Tolerância), criada pela ANVISA.</p>
<h2>Quais as principais micotoxinas do trigo?</h2>
<p>Atualmente são <strong>quatro micotoxinas que acometem os produtos à base de trigo</strong>:</p>
<ol>
<li><i>Desoxinivalenol </i>(DON);</li>
<li><i>Zearalenona </i>(ZEA);</li>
<li><i>Ocratoxina </i>A (OCRA) e</li>
<li><i>Aflatoxinas </i>(AFLA) B1, B2, G1 e G2.</li>
</ol>
<p>De acordo com a legislação, até este ano de 2019, o limite máximo de tolerância deve ser reduzido em alguns produtos para algumas micotoxinas, fique por dentro:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12026" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1.jpg" alt="Tolerância de micotoxinas no trigo" width="600" height="501" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1.jpg 1094w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1-300x251.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1-1024x856.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1-768x642.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1-370x309.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1-270x226.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1-359x300.jpg 359w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/06/micotoxinas-no-trigo-1-740x618.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>A micotoxina <i>Desoxinivalenol </i>(DON) é a principal toxina que afeta a cultura do trigo e sua ocorrência está associada às espécies de fungos do complexo <i>Fusarium graminearum,</i> encontrado geralmente em cereais e responsável pela doença Giberela.</p>
<p>As condições climáticas de umidade elevada e temperaturas amenas, que já favorecem o surgimento de fungos, como a <a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>ferrugem em trigo</strong></a>, também favorecem a presença de DON durante o cultivo do grão.</p>
<p>Assim como a DON, a micotoxina ZEA também é produzido por fungos do gênero <i>Fusarium</i>, em especial <i>F</i>. <i>graminearum</i> e <i>F. culmorum</i>, as quais ocorrem ainda com a cultura no campo e sob condições de boa precipitação pluviométrica e temperaturas amenas.</p>
<p>A micotoxina OCRA é produzida pelos fungos <i>Aspergillus carbonarius, A. ochraceus, A. selerotiorum </i>e<i> A. sulphureus</i>, e sua ocorrência se dá em fase de pós-colheita, principalmente quando o produto conservado estiver com umidade acima de 13%.</p>
<p>Assim como a OCRA, a micotoxina AFLA é também produzida por fungos do gênero <i>Aspergillus</i>, sendo eles: <i>Aspergillus flavus, A. parasiticus</i> e <i>A. nomius</i>. Sua ocorrência também se dá em fase pós-colheita.</p>
<h2>Como evitar a presença de micotoxinas no trigo?</h2>
<ul>
<li>Utilização de cultivares mais resistentes à colonização fúngica e a Giberela;</li>
<li>Manejo adequado de Giberela em trigo – integrar ferramentas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">manejo de doenças</a></strong>;</li>
<li>Colheita apropriada;</li>
<li>Secagem, armazenamento e estocagem adequados;</li>
<li>Controle de insetos e roedores, para evitar danos aos grãos;</li>
<li>Descarte de grãos leves, chochos e atacados por fungos;</li>
<li>Controle de umidade e temperatura no armazenamento;</li>
<li>Tempo de estocagem dentro dos limites de vitalidade dos grãos.</li>
</ul>
<p>Fique atento! Como você pôde ver nesse artigo, os cuidados com a segurança alimentar, evitando o desenvolvimento de fungos e a produção de micotoxinas vão desde a lavoura, na armazenagem, mas também nos derivados, para não comprometer a saúde animal e humana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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