<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>raízes Archives | Rehagro Blog</title>
	<atom:link href="https://rehagro.com.br/blog/tag/raizes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rehagro.com.br/blog/tag/raizes/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Apr 2026 18:43:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/cropped-cropped-logo-rehagro-capa-32x32.png</url>
	<title>raízes Archives | Rehagro Blog</title>
	<link>https://rehagro.com.br/blog/tag/raizes/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tipos de poda do café: quais são e quando recomendar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
		<category><![CDATA[produção de café]]></category>
		<category><![CDATA[raízes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=8460</guid>

					<description><![CDATA[<p>Existem diversos tipos de podas para o cafeeiro, sendo importante verificar a situação da lavoura para escolher o tipo de poda que mais se adeque às necessidades das plantas, buscando sempre recuperar a estrutura produtiva do cafeeiro e consequentemente melhorar a produtividade das lavouras. Dessa forma, é imprescindível conhecer os tipos de podas que podem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/">Tipos de poda do café: quais são e quando recomendar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem diversos tipos de podas para o cafeeiro, <strong>sendo importante verificar a situação da lavoura para escolher o tipo de poda que mais se adeque às necessidades das plantas</strong>, buscando sempre recuperar a estrutura produtiva do cafeeiro e consequentemente melhorar a produtividade das lavouras.</p>
<p>Dessa forma, é imprescindível conhecer os tipos de podas que podem ser realizadas e em que situações elas são recomendadas, para que não se recomende podas muito drásticas em situações em que não era necessário esse tipo de poda ou mesmo realizar podas menos drásticas em situações em que era preciso um maior restabelecimento das lavouras.</p>
<p>Por isso, para decisão do tipo de poda a ser realizado é indispensável que se conheça a situação da lavoura, com intuito de se ter mais sucesso no manejo da poda.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "7dcaf60d-0e23-40ed-8b40-9b8cb07b4128"
});
</script></p>
</div>
<h2>Principais tipos de poda do cafeeiro</h2>
<h3>Decote</h3>
<p>É uma <strong>poda alta, em que se elimina a parte superior da copa dos cafeeiros. </strong></p>
<p>Essa poda é recomendada para plantas que ainda possuem saia (ramos inferiores) e não estão adensadas, ela pode ser usada para reduzir a altura de plantas para realização de tratos culturais e de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colheita-de-cafe/" target="_blank" rel="noopener">colheita</a></strong> mecanizada, para corrigir deformações ou mesmo para estimular brotações.</p>
<p>Este decote pode ser alto (2,0 a 2,5 m) ou baixo ( 1,2 a 1,8 m) dependendo da finalidade da poda.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16991" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1.jpg" alt="Poda do tipo decote realizada em cafeeiro" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1-150x112.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lavoura decotada (Foto: Henio Inácio Pereira)</span></p>
<h3>Desponte</h3>
<p>Essa poda <strong>consiste em cortar as extremidades dos ramos plagiotrópicos para estimular a maior ramificação</strong>. É recomendada para lavouras que ainda apresentem saia, que estão abertas, com o intuito de estimular brotações nos ramos.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/calendario-agricola-cafeicultor?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=calendario-cafe&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39670 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png" alt="Calendário agrícola do café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-calendario-cafeicultura-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Esqueletamento</h3>
<p>É o <strong>corte na lateral da planta, deixando os ramos plagiotrópicos a um comprimento médio de 20 a 30 cm do ramo ortotrópico</strong>, com o intuito de promover a abertura da lavoura, visto que esse tipo de poda é recomendado para lavouras que estão adensadas, mas que ainda possuem saia.</p>
<p>Esse tipo de poda também é chamado safra zero, visto que no ano seguinte a essa poda o cafeeiro irá apenas vegetar, não apresentando produção, no entanto, no segundo ano após o corte, pode-se ter altas produtividades que podem compensar o ano sem produção.</p>
<h3>Recepa</h3>
<p>É uma <strong>poda drástica, recomendada normalmente para lavouras que perderam a saia (ramos inferiores) ou para cafeeiros muito depauperados</strong>, mas que ainda apresentam um bom stand de plantas e bom alinhamento da lavoura.</p>
<p>Essa poda é realizada cortando em uma altura de 0,3 a 0,4 m. Após a realização desta poda é importante determinar o número de hastes que se vai conduzir de acordo com o espaçamento e eliminar o excesso de hastes que irão brotar.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-16992" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda.jpg" alt="Poda do tipo recepa em cafeeiro" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda.jpg 1280w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lavoura de café recepada  (Foto: Henio Inácio).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16993" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2.jpg" alt="Lavoura de café um ano após a poda recepa" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2.jpg 1280w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lavoura da cultivar Catucaí com um ano após a recepa. (Foto: Henio Inácio).</span></p>
<p>Já no caso de lavouras que perderam a saia, possuem falha de stand, espaçamento inadequado ou alinhamento ruim, é recomendado a realização de um novo <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantio-do-cafe-o-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener">plantio</a></strong>, visando implantar a lavoura com um espaçamento adequado e melhorar o stand de plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16994" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-3.jpg" alt="Plantio após arranquio de lavoura com baixo stand de plantas" width="450" height="600" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-3.jpg 720w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-3-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-3-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-3-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-3-640x853.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-3-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantio após arranquio de lavoura com baixo stand de plantas (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16995" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4.jpg" alt="Lavoura de café em formação após uma poda ser realizada" width="600" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4.jpg 1299w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-1024x768.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/tipos-de-poda-4-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lavoura em formação. (Foto: Luiz Paulo Vilela).</span></p>
<h2>Qual a melhor época para a poda do cafeeiro?</h2>
<h3>Poda tipo esqueletamento</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos realizados por Matiello et al. (2008) concluíram que a poda do tipo esqueletamento juntamente com a realização do decote em cafeeiros do cultivar Mundo Novo 379/19, quando realizada mais cedo, nos meses de julho e agosto, apresentaram recuperação mais rápida nas brotações e produções iniciais mais altas, como mostra a Tabela 1.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41839 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-produtividade-primeira-safra.png" alt="Tabela com épocas de poda do cafeeiro" width="460" height="284" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-produtividade-primeira-safra.png 460w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-produtividade-primeira-safra-300x185.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-produtividade-primeira-safra-370x228.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-produtividade-primeira-safra-270x167.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-produtividade-primeira-safra-150x93.png 150w" sizes="auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela.1 Produtividades, em sacas/ha, na primeira safra, em cafeeiros esqueletados e decotados em diferentes épocas, no ensaio em Varginha-MG, 2008. Adaptado: PROCAFÉ, 2008.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A foto abaixo mostra o crescimento dos ramos plagiotrópicos em diferentes meses de poda, de julho a dezembro, dessa forma evidenciando o maior desenvolvimento daqueles ramos em que a poda foi realizada mais cedo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22647 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-6.jpg" alt="Ramos Plagiotrópicos em diferentes meses de poda" width="614" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-6.jpg 614w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-6-300x179.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-6-370x221.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-6-270x161.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-6-150x89.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Ramos Plagiotrópicos em diferentes meses de poda. Fonte: GARCIA, A.L.A.</span></p>
<h3>Poda tipo recepa</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma, Pereira et al. (2007) realizaram um estudo com a poda tipo recepa comparando duas épocas de poda, uma feita logo após a colheita (julho 2002) e outra poda tardia, em janeiro de 2003.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Concluíram que a melhor época de poda de se podar o cafeeiro é logo após a colheita, isso porque a estação chuvosa propicia melhores condições de recuperação da planta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, esse tipo de poda após a colheita faz com que após dois anos o cafeeiro já apresente capacidade vegetativa de produção.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41840 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto.png" alt="Comprimento e diâmetro do broto, diâmetro da saia e número de plagiotrópicos de cafeeiros" width="851" height="140" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto.png 851w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto-300x49.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto-768x126.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto-370x61.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto-270x44.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto-740x122.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-comprimento-broto-150x25.png 150w" sizes="auto, (max-width: 851px) 100vw, 851px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela.2 Comprimento e diâmetro do broto, diâmetro da saia e número de plagiotrópicos de cafeeiros, em julho de 2004, em função de duas épocas de poda.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">*As médias seguidas pela mesma letra na coluna não se diferem significativamente entre si pelo teste Scott-Knott a 5% de probabilidade.</span></p>
<h3>Poda tipo decote</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a poda tipo decote, Santinato (2012) realizou um estudo comparando épocas para realização de podas do tipo decote, nos meses de agosto, setembro, outubro e novembro, sendo avaliada a poda em três anos (2010, 2011 e 2012).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira safra após a poda, a época mais indicada para poda foi o mês de agosto e setembro. A poda tardia, nos meses de outubro e novembro, proporciona redução da produção na primeira safra, mas de acordo com o estudo, essa produção foi recuperada na segunda safra para a poda no mês de outubro e na terceira safra para o mês de novembro.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41841 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca.png" alt="Produção em função da época de poda por decote em cafezal nas condições de clima e solo" width="847" height="265" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca.png 847w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca-300x94.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca-768x240.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca-370x116.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca-270x84.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca-740x232.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-producao-epoca-150x47.png 150w" sizes="auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela.3 Produção em função da época de poda por decote em cafezal nas condições de clima e solo na região dos cerrados de Araguari, MG.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">* Tratamentos seguidos das mesmas letras nas colunas não diferem entre si pelo teste de Ducan a 5% de probabilidade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22650 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-9.jpg" alt="Poda decotada em lavoura de café do cultivar Mundo Novo" width="288" height="431" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-9.jpg 288w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-9-200x300.jpg 200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-9-270x404.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tipos-de-poda-9-150x224.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lavoura do cultivar Mundo Novo, decotada com altura de 1,80 m (Foto: Diego Baquião).</span></p>
<h2>Raízes x poda</h2>
<p>A poda no cafeeiro acarreta morte de parte das raízes, devido ao equilíbrio entre raiz e parte aérea, dessa forma quando realizada podas menos drásticas, como o decote, a porcentagem de raízes vivas são maiores, refletindo assim em menor gasto de energia para o crescimento dessas plantas.</p>
<p>No entanto, <strong>quando realizada podas mais drásticas, como no caso da recepa e do esqueletamento, ocorre grande modificação do sistema radicular</strong>, acarretando menor porcentagem de raízes vivas, dessa forma, a planta necessitará de mais energia para o seu restabelecimento, para posteriormente retomar a produção de frutos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41842" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-raizes-vivas.png" alt="Porcentagem de raízes vivas de acordo com os tipos de poda em plantas de café." width="453" height="210" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-raizes-vivas.png 453w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-raizes-vivas-300x139.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-raizes-vivas-370x172.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-raizes-vivas-270x125.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/tabela-raizes-vivas-150x70.png 150w" sizes="auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Porcentagem de raízes vivas de acordo com os tipos de poda em plantas de café. Fonte: Adaptado de Miguel et al. (1984).</span></p>
<p>Portanto, para se recomendar a poda no cafeeiro, é preciso conhecer a situação da lavoura, para que a tomada de decisão do tipo de poda seja a que mais se encaixe nas condições que as plantas se encontram.</p>
<p>Além disso, é importante que se conheça os reflexos da poda nas plantas, e que este manejo seja planejado, visto que podas mais drásticas primeiramente irão vegetar para posteriormente produzir.</p>
<h2>Aprimore sua gestão e aumente a produtividade da lavoura de café</h2>
<p>A poda é uma prática fundamental para renovar e manter a produção dos cafeeiros, mas para conquistar resultados consistentes é preciso ir além da técnica: é necessário aplicar uma gestão eficiente que oriente cada decisão na fazenda.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende com especialistas a utilizar ferramentas práticas de gestão, otimizar o manejo da lavoura e aumentar a rentabilidade da produção.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18459 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/">Tipos de poda do café: quais são e quando recomendar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/tipos-de-poda-e-quando-recomendar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>5</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Podridão vermelha da raiz da soja: como identificar e controlar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 15:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[raízes]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=8289</guid>

					<description><![CDATA[<p>O agente causal da podridão vermelha da raiz (PVR), foi classificado como Fusarium solani f. sp. glycines. Em estudos recentes, associando análises moleculares, análises de características morfológicas e de patogenicidade do fungo, foi constatado que havia diferenças suficientes para separar em quatro espécies: Fusarium brasiliense sp. nov., Fusarium cuneirostrum sp. nov., Fusarium tucumaniae ; Fusarium [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/">Podridão vermelha da raiz da soja: como identificar e controlar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O agente causal da podridão vermelha da raiz (PVR), foi classificado como <i>Fusarium solani</i> f. sp. <i>glycines</i>.</p>
<p>Em estudos recentes, associando análises moleculares, análises de características morfológicas e de patogenicidade do fungo, foi constatado que havia diferenças suficientes para separar em quatro espécies:</p>
<ol>
<li><i>Fusarium brasiliense</i> sp. nov.,</li>
<li><i>Fusarium cuneirostrum</i> sp. nov.,</li>
<li><i>Fusarium tucumaniae</i> ;</li>
<li><i>Fusarium virguliforme</i>.</li>
</ol>
<p>No Brasil a espécie prevalente é <i>F. tucumaniae</i>.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
<script>
  hbspt.forms.create({
    region: "na1",
    portalId: "5430441",
    formId: "0ced5949-c607-48c5-8d39-f0179ca418eb"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Podridão vermelha e relação com a produtividade</h2>
<p>Reduções em produtividade, por causa da PVR, dependem do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">estádio fenológico</a></strong> da cultura, da extensão dos sintomas radiculares e do progresso da doença a partir desses sintomas.</p>
<p>Já foram observadas reduções em produtividade de grãos de até 27%, quando os primeiros sintomas foliares foram observados antes do estádio R5 (enchimento de grão) de desenvolvimento da soja.</p>
<p>A extensão das perdas de produtividade devido à PVR depende da gravidade e do tempo de expressão da doença em relação ao desenvolvimento das plantas. Caso a doença se desenvolva no período do florescimento, flores e vagens jovens podem ser abortadas, intensificando as perdas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da podridão vermelha na soja</h2>
<p>O efeito da doença na produtividade depende fundamentalmente do estádio fenológico da planta, da extensão dos sintomas radiculares e dos sintomas foliares e do progresso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">doença</a></strong> a partir desses sintomas.</p>
<p>A podridão vermelha da raiz induz o sintoma foliar típico de folha carijó, com manchas cloróticas e necróticas internervais e a região das nervuras permanece com coloração verde normal. Este sintoma é mais evidente próximo à fase de florescimento e pode progredir causando completa desfolha das plantas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12073" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1.jpg" alt="Raiz da soja afetada pela podridão vermelha" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-1-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>O patógeno infecta as raízes, reduzindo o volume e a nodulação delas. O lenho adquire coloração castanho clara, que se estende por vários centímetros acima do solo, mas a medula permanece branca. A raiz principal apresenta uma mancha avermelhada, logo abaixo do nível do solo, que se expande adquirindo coloração negra.</p>
<p>Se uma planta com sintomas foliares avançados da PVR é retirada do solo, seu sistema radicular será menos vigoroso quando comparado com uma planta sadia. As raízes podem também apodrecer.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>Se as plantas forem coletadas quando o solo estiver úmido, é possível observar pequenas manchas de coloração azulada na superfície da raiz principal, perto da linha do solo. Essas manchas são massas de esporos do fungo que causa a PVR. Com a superfície da raiz seca, a cor azul desaparece.</p>
<p>Os sintomas nas folhas consistem em manchas cloróticas que aparecem entre as nervuras da folha, normalmente após o estádio R4, podendo ocorrer, em infestações severas, nos estádios vegetativos. Com o desenvolvimento da doença, as lesões tornam-se necróticas ou formam estrias cloróticas.</p>
<p>Esse sintoma é conhecido como folha “carijó”, sendo que folhas severamente afetadas caem, mas os pecíolos permanecem no caule. Esses sintomas são causados por toxinas produzidas pelo fungo nas raízes e translocadas para as folhas. As toxinas provocam os sintomas foliares, já que o fungo não invade o caule mais do que alguns centímetros acima da linha do solo.</p>
<p>Os sintomas típicos da PVR são similares aos da podridão parda da haste, causada por <i>Cadophora gregata</i>, e do cancro da haste, causado por <i>Diaporthe phaseolorum</i> var. <i>meridionalis</i>.</p>
<p>A podridão parda da haste é diferenciada da PVR por apresentar, nas plantas infectadas, descoloração típica na parte interna da haste, o que não acontece na PVR. Já o cancro da haste pode ser diferenciado da PVR por apresentar cancros nas hastes das plantas infectadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12074" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2.jpg" alt="Raiz de soja afetada pela podridão vermelha" width="370" height="493" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-2-270x360.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<h2>Características da podridão vermelha</h2>
<p>Nas cultivares com ciclo precoce os sintomas dificilmente aparecem, ou quando aparecem os danos são pequenos, sendo que a doença é mais severa em baixas temperaturas e alta umidade. A presença do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">nematoide do cisto da soja</a></strong> (<i>Heterodera glycines</i>) é outro fator que acarreta aumento na severidade da podridão vermelha da raiz.</p>
<p>O patógeno desenvolve-se em temperaturas entre 25°C e 28°C, sendo a temperatura de 25°C a ideal para o desenvolvimento do fungo em meio de cultura.</p>
<p>Solos compactados e com água livre favorecem o desenvolvimento de <i>Fusarium</i> spp., que se distribui na lavoura em forma de manchas ao acaso. A associação entre alta umidade do solo e ocorrência de PVR é uma observação comum no campo. O desenvolvimento dos sintomas da PVR é altamente favorecido pela umidade elevada no solo, especialmente nas fases reprodutivas R4 e R5.</p>
<p>O fungo pode infectar as raízes das plântulas de soja logo após a semeadura, penetrando no tecido vascular da planta. Muitas vezes, os primeiros sintomas aparecem depois de chuvas pesadas, durante os estádios reprodutivos, pois a umidade elevada aumenta a severidade da doença.</p>
<p>Os primeiros sintomas visíveis da PVR são amarelecimento e desfolha no terço superior da planta. Quando os sintomas aparecem pela primeira vez num campo, eles podem ser limitados a áreas pequenas (reboleiras) ou faixas, muitas vezes em zonas úmidas ou compactadas. Durante a segunda e a terceira semanas, as áreas afetadas podem aumentar e plantas em outras áreas no campo podem apresentar sintomas.</p>
<p>A extensão das perdas de produtividade devido à PVR depende da gravidade e do tempo de expressão da doença em relação ao desenvolvimento das plantas.</p>
<p>Caso a doença desenvolva-se no início da temporada, flores e frutos jovens vão abortar, intensificando as perdas. Quando se desenvolve mais tarde, a planta produzirá sementes menores e com menor quantidade por vagem. Como o fungo persiste no solo por longos períodos, com o passar do tempo, maiores áreas serão afetadas pela doença.</p>
<h2>Controle da podridão vermelha da raiz</h2>
<p><strong>Não existe controle químico adequado para a podridão vermelha da raiz</strong>. No entanto, algumas práticas culturais têm sido capazes de reduzir seu impacto.</p>
<p>Fungicidas aplicados no sulco durante a semeadura ou para o tratamento de sementes têm apenas efeitos limitados sobre a redução da doença. Fungicidas aplicados nas folhas não apresentam nenhum efeito, presumivelmente porque mesmo fungicidas sistêmicos normalmente não se movem em direção ao sistema radicular da planta, local da infecção.</p>
<p>Solos compactados impedem a percolação de água e restringem o crescimento radicular. Chuvas excessivas também contribuem para saturar esses solos, o que favorece o desenvolvimento da doença. Corrigindo problemas de compactação e da permeabilidade do solo, pode-se reduzir o risco da PVR.</p>
<p>A aração, escarificação ou subsolagem para manejo físico do solo melhoram a drenagem, interferem positivamente na posição do resíduo de colheita, bem como na composição microbiana do solo, favorecendo competidores e inimigos naturais de <i>Fusarium</i> spp.</p>
<p>A rotação de culturas pode reduzir a incidência de PVR. A rotação de soja com sorgo (<i>Sorghum bicolor</i>) e trigo (<i>Triticum aestivum</i>) reduziu significativamente a população de <i>Fusarium</i> spp. No entanto, constatou-se que milho (<i>Zea mays</i>) e soja em rotação anual, não reduziu a incidência e a severidade da doença.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12075" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3.jpg" alt="Folha com sintomas de podridão vermelha" width="500" height="332" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3-300x199.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/podridao-vermelha-3-270x180.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>O uso de cultivares resistentes tem sido o método de controle mais eficaz. A caracterização de cultivares e linhagens de soja quanto à reação à PVR possibilitará a recomendação das mais resistentes para plantio, diminuindo, assim, as perdas em produtividade. Além disso, esses genótipos servirão como fontes de resistência para programas de melhoramento genético.</p>
<p>No Brasil, são necessários estudos baseados em conjuntos de isolados, tanto de <i>Fusarium</i> spp., representativos das diversas regiões de cultivo da soja.</p>
<p>Dessa forma, haverá melhor conhecimento da variabilidade genética de ambos os patógenos, o que possibilitará montar bases de dados que incluam o conhecimento da estrutura genética das populações dos patógenos, da patogenicidade e da agressividade, contribuindo significativamente para o manejo dessas doenças nas regiões produtoras de soja do Brasil.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
<p>Com uma linguagem acessível e foco em aplicações práticas, você vai aprender os fundamentos da produção agrícola, desde os ciclos das culturas até o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e análise de custos e margens.</p>
<p>Clique no banner abaixo e dê o primeiro passo para construir uma base sólida na produção de grãos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/">Podridão vermelha da raiz da soja: como identificar e controlar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Análise nematológica: passo a passo para o diagnóstico do solo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 12:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[lesões radiculares]]></category>
		<category><![CDATA[nematoides]]></category>
		<category><![CDATA[raízes]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4757</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todo produtor deseja produzir cada vez mais e a agricultura é uma das poucas profissões nas quais o principal objeto e local de execução do trabalho, não variam: o solo! Então, saber fazer uma análise através da amostragem do solo e descobrir se há patógenos é primordial! Atenção, pois eles podem estar presentes no solo! [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/">Análise nematológica: passo a passo para o diagnóstico do solo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo produtor deseja produzir cada vez mais e a agricultura é uma das poucas profissões nas quais o principal objeto e local de execução do trabalho, não variam: o solo! Então, <strong>saber fazer uma análise através da amostragem do solo e descobrir se há patógenos é primordial</strong>!</p>
<p>Atenção, pois eles podem estar presentes no solo! Conhecendo bem os fitonematoides, por exemplo, pode reduzir em até 12% sua perda na lavoura!</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "0ced5949-c607-48c5-8d39-f0179ca418eb"
});
</script></p>
</div>
<h2>O que são nematoides?</h2>
<p>Genericamente chamados de <strong>fitonematoides</strong>, os nematoides parasitos de plantas, são vermes microscópicos e translúcidos.</p>
<p>Medem de 0,3 a 3,0 mm e <strong>causam perdas anuais médias à produção agrícola mundial, estimadas em 12%</strong>, o que corresponde a bilhões de dólares de prejuízo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11764 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes1.jpg" alt="Amostragem de raízes" width="370" height="277" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes1.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes1-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes1-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /></p>
<p>Praticamente, todas as espécies de plantas cultivadas, seja em plantio convencional ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-de-plantio-direto-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">plantio direto</a></strong>, sofrem danos causados por, pelo menos, uma espécie de nematoide. Algumas culturas, inclusive, são hospedeiras de várias espécies.</p>
<h2>Quais os danos causados pelos nematoides?</h2>
<p>A <strong>maioria dos <a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">nematoides</a> ataca, principalmente, partes subterrâneas</strong>, cujas lesões ficam visíveis em forma de caroço, recebendo o nome de galhas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11765" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes2.jpg" alt="Fitonematóides nas raízes" width="370" height="325" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes2.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes2-300x264.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes2-270x237.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes2-342x300.jpg 342w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Foto: Dra. Neucimara Rodrigues Ribeiro</span></p>
<p style="text-align: left;">As galhas são os sintomas típicos da infecção por espécies de <i>Meloidogyne</i>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11766 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes3.jpg" alt="Galhas Meloidogyne" width="370" height="177" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes3.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes3-300x144.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes3-270x129.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Foto: EMBRAPA – Soja</span></p>
<p>Quando adultas, as fêmeas possuem o corpo arredondado (forma de melão ou cabaça) e translúcido.  Sob condições favoráveis podem produzir até 500 ovos, em um período de 4 a 6 semanas.</p>
<p style="text-align: left;">Outras espécies de nematoides causam diferentes tipos de lesões, a exemplo dos nematoides das lesões radiculares, <i>Pratylenchus</i> spp.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 8pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11767 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes4.jpg" alt="Nematoides Pratylenchus" width="585" height="193" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes4.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes4-300x99.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes4-370x122.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes4-270x89.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" /><span style="font-size: 10pt;">Fotos: Dr. Jaime Maia dos Santos</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses nematoides causam a necrose, o descolamento e a quebra do córtex (a casca se solta facilmente) das raízes.</span></p>
<p>As alterações radiculares resultam em danos diretos, que depreciam o produto colhido, no caso de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares de soja</a></strong>, por exemplo, ocasionam a perda de vigor e clorose nas folhas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fertilidade-do-solo-e-nutricao-de-plantas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-fertilidade-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39618 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png" alt="E-book Fertilidade do solo e nutrição de plantas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-fertilidade-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Recomendações gerais para coleta de amostras nematológicas</h2>
<p>A amostra deve ser representativa da área, de modo que permita conclusões seguras quanto à avaliação quantitativa e qualitativa da população de nematoides presentes. Para isso, vários cuidados devem ser tomados com relação ao tamanho e número das subamostras, profundidade e padrão da amostragem.</p>
<p>As amostras de solo devem ser <strong>coletadas na rizosfera das plantas com sintomas</strong>, incluindo-se no mesmo recipiente as raízes com injúrias ou galhas que forem encontradas.</p>
<h3>Passo a passo para realizar a amostragem do solo</h3>
<p>As ferramentas necessárias para as coletas são: enxadão e/ou enxada, sacos plásticos, balde, etiquetas, caneta e ficha de campo.</p>
<p><strong>1. Coletar amostras de solo e raízes;</strong></p>
<p><strong>2. As amostras devem estar com umidade natural</strong>, evitando-se ao máximo, condições de encharcamento ou excessivo ressecamento. NÃO SE DEVE ADICIONAR ÁGUA AO VOLUME COLETADO.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>As amostras de solo e de raízes</strong> <strong>devem ser tomadas de 0 a 30 cm de profundidade, abrindo-se o solo em forma de V</strong>, tomar amostras junto às plantas que mostrem sintomas moderados de nematoses, evitando-se aquelas fortemente depauperadas</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11768" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes5.jpg" alt="Amostra de solo" width="696" height="161" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes5.jpg 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes5-300x69.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes5-370x86.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes5-270x62.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></span></p>
<p><strong>4.</strong> <strong>Coletar preferencialmente as raízes mais finas.</strong></p>
<p><strong>5.</strong> Durante a amostragem, deve-se caminhar em zigue-zague. Em áreas que apresentam o sintoma em reboleira, <strong>a amostragem deve ser feita nas plantas que se encontram na periferia</strong>, como mostra o esquema abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11769" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes6.jpg" alt="Amostra em zigue zague" width="370" height="270" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes6.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes6-300x219.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/amostragem-raizes6-270x197.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px" /><span style="font-size: 10pt;">Amostrar em zigue-zague ou na periferia da Reboleira</span></p>
<p><strong>6.</strong> As subamostras de solo e raízes, coletadas nos baldes, devem ser misturadas, tomando-se uma amostra composta de, no mínimo, 500 gramas de solo e em torno de 50 gramas de raízes.</p>
<p><strong>7.</strong> <strong>As amostras de solo + raízes deverão ser acondicionadas em saco plástico e devidamente identificadas</strong>. A FICHA DE IDENTIFICAÇÃO deve conter o maior número de informações possíveis tais como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Número da amostra;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Local da amostragem;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Nome e telefone do proprietário;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Cultura atual (nome científico e/ou vulgar);</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Culturas anteriores;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tipo do solo;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ocorrência de plantas daninhas;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Tratos culturais realizados;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Nome do coletor;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Data da Coleta;</li>
<li>Lavar as mãos e as ferramentas após cada coleta para evitar contaminação das amostras.</li>
</ul>
<p><strong>8.</strong> <strong>Lavar as mãos e as ferramentas, após cada coleta para evitar contaminação das amostras</strong>;</p>
<p><strong>9.</strong> <strong>Manusear as amostras com cuidado, para evitar contaminação</strong>;</p>
<p><strong>10.</strong> <strong>Enviar as amostras o quanto antes para o laboratório, NÃO deixá-las expostas ao sol</strong>. Se precisar, as amostras podem ser armazenadas, por algum tempo, na parte inferior da geladeira.</p>
<h2>Qual a quantidade de amostras que deve-se coletar?</h2>
<p>Para as culturas anuais, como soja, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-milho-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">milho</a></strong>, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/origem-do-trigo-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">trigo</a> </strong>ou perenes, coletar aproximadamente, dez subamostras por hectare, misturá-las em um recipiente e destas fazer uma amostra composta por hectare.</p>
<p>De todo modo, <strong>caso o solo esteja com problemas de nematoide, a troca de sistema de plantio pode ser eficiente.</strong> Há relatos de redução de alguns nematoides quando adotado o sistema de plantio direto, porém, quando o assunto é redução de patógenos do solo, a rotação de cultura ainda é a mais recomendada.</p>
<p>E agora que você sabe a importância de amostrar solos e raízes por causa dos nematoides que causam vários danos, você também saberia <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/" target="_blank" rel="noopener">identificar doenças em milho</a></strong> com sintomas semelhantes? Afinal, se avaliarmos apenas os sintomas visuais, nem sempre dá para afirmar, mas o diagnóstico preciso, é muito importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/">Análise nematológica: passo a passo para o diagnóstico do solo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/como-amostrar-solo-e-raizes-para-analise-nematologica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
