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	<title>pasto Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>pasto Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>E-book Principais plantas tóxicas para bovinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 15:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são as principais plantas tóxicas para bovinos presentes nas pastagens? Saiba como e quais plantas podem afetas diretamente a saúde seus animais. Neste e-book você irá encontrar: Imagens das plantas tóxicas para ajudá-lo a identificá-las em sua propriedade; Principais regiões onde podem ser encontradas em maior quantidade; Primeiros sintomas de intoxicação nos animais e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais são as <a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-que-causam-intoxicacao-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>principais plantas tóxicas</strong></a> para bovinos presentes nas pastagens? Saiba como e quais plantas podem afetas diretamente a saúde seus animais.</p>
<p>Neste e-book você irá encontrar:</p>
<ul>
<li>Imagens das plantas tóxicas para ajudá-lo a identificá-las em sua propriedade;</li>
<li>Principais regiões onde podem ser encontradas em maior quantidade;</li>
<li>Primeiros sintomas de intoxicação nos animais e os possíveis tratamentos.</li>
</ul>
<h2>Mantenha a qualidade de suas pastagens</h2>
<p>Para estabelecer as medidas profiláticas apropriadas, diagnósticos corretos e específicos devem ser realizados, por isso é importante ter um material de qualidade pensando no dia a dia do produtor.</p>
<p>Este e-book será o seu <strong>guia prático</strong> para ter em mãos sempre que precisar de mais informações. Clique no botão abaixo e acesse ao <strong>E-book Principais Plantas Tóxicas para Bovinos</strong>. Tenha uma boa leitura!</p>
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		<title>Contagem de células somáticas (CCS) do leite: importância e como reduzir</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 13:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CCS, ou contagem de células somáticas, consiste em uma importante ferramenta que indica a saúde da glândula mamária de vacas leiteiras. As células somáticas são representadas por células de descamação do epitélio da própria glândula mamária e por células de defesa (leucócitos) que passam do sangue para o úbere. Vacas sadias e com boa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>CCS, ou contagem de células somáticas</strong>, consiste em uma importante ferramenta que indica a saúde da glândula mamária de vacas leiteiras.</p>
<p>As células somáticas são representadas por células de descamação do epitélio da própria glândula mamária e por células de defesa (leucócitos) que passam do sangue para o úbere.</p>
<p>Vacas sadias e com boa saúde da glândula mamária possuem valores de CCS de até 200.000 células/mL de leite.</p>
<p>Valores superiores indicam que há algum desequilíbrio na glândula mamária, possivelmente devido a ocorrência de mastite.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Impacto da CCS elevada na produção de leite</h2>
<p>Conforme demonstrado pela tabela abaixo, a elevação da contagem de células somáticas está diretamente associada à redução da produção de leite.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12916 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466.jpg" alt="Tabela com prevalência de infecção associada à alta contagem de células somáticas" width="591" height="164" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466.jpg 591w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-e1666873813466-150x42.jpg 150w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><span style="font-size: 10pt;">¹ Perda de produção calculada como porcentagem da produção esperada a 200.000 cél./mL.</span><br />
<span style="font-size: 10pt;">* Contagem de células somáticas do tanque de expansão</span></p>
<p style="text-align: left;">Em uma situação onde a CCS do rebanho no tanque de expansão é de 500.000 células/mL, por exemplo, estima-se que o percentual de quartos mamários infectados no rebanho seja próximo a 16% e que as perdas na produção de leite giram em torno de 6%.</p>
<p>Além das perdas na produção de leite, a elevação da CCS contribui de forma negativa também com o aumento dos custos com tratamentos, descarte de leite, alteração na composição do leite (diminuição da gordura, caseína e lactose no leite) e perda da bonificação no pagamento do leite pelos laticínios.</p>
<p>Em casos onde a contagem de células somáticas permanece elevada (&gt; 200 mil células/mL) de forma crônica a tendência é de que a vaca seja descartada do rebanho, caracterizando assim um outro impacto negativo do aumento da CCS.</p>
<p>O gráfico abaixo representa a <strong>relação entre os valores de CCS e a produção de leite na primeira lactação e da segunda lactação em diante</strong>.</p>
<p>Pode-se observar que a queda na produção de leite está diretamente associada ao aumento na contagem de células somáticas dos quartos mamários.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12917 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939.jpg" alt="Relação entre a produção de leite e a contagem média de CCS" width="581" height="380" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939.jpg 581w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-300x196.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-370x242.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-270x177.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-1-e1666873862939-150x98.jpg 150w" sizes="(max-width: 581px) 100vw, 581px" /></p>
<p>É devido a estes fatores que é de grande interesse do produtor e de grande relevância para os animais e para o sistema de produção atuar para diminuir a contagem de células somáticas do leite.</p>
<p>Para isso torna-se necessário prevenir, <strong>controlar e monitorar a mastite</strong> no rebanho, eliminando as infecções existentes e reduzindo novas infecções.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Relação do aumento da contagem de células somáticas (CCS) e a mastite</h2>
<p>Conforme já citado anteriormente, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">mastite</a></strong> representa o principal fator para o aumento da CCS. Sendo assim, torna-se importante entender um pouco sobre esta enfermidade.</p>
<p>A mastite pode ser classificada de duas formas, quanto a sua apresentação ou em relação ao agente causador. Quanto a sua apresentação, <strong>a mastite pode ser clínica ou subclínica</strong>.</p>
<p>A mastite clínica é caracterizada por demonstrações evidentes de processo infeccioso na glândula mamária através da apresentação de grumos e/ou sangue no leite, inchaço, vermelhidão e dor no úbere ao toque, podendo ocorrer até mesmo febre e desidratação do animal.</p>
<p>Por sua vez, a mastite subclínica não apresenta sinais clínicos visíveis, apenas o aumento da contagem de células somáticas no leite.</p>
<p>Já em relação ao agente causador, a mastite pode ser classificada como contagiosa ou ambiental.</p>
<p>Nas mastites contagiosas, os microrganismos tipicamente envolvidos na infecção possuem boa adaptação ao úbere da vaca, como é o caso das bactérias <em>Staphylococcus aureus</em> e <em>Streptococcus agalactiae</em>.</p>
<p>Estes <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/">patógenos</a></strong> possuem como principais reservatórios o úbere infectado, sendo bastante disseminados durante as ordenhas, seja de uma vaca infectada para uma vaca saudável ou entre quartos mamários.</p>
<p>Os principais meios de disseminação dos agentes contagiosos são o uso do equipamento de ordenha contaminado e mal higienizado, uso de uma toalha/papel para secagem de mais de um teto (o ideal é utilizar uma ou até duas toalhas/papéis por cada teto) e a mão dos ordenhadores.</p>
<p>As infecções contagiosas tendem a ser persistentes na glândula mamária e se apresentam de forma subclínica, podendo ocorrer episódios clínicos intermitentes.</p>
<p>As melhores formas de <strong>controle e prevenção da mastite</strong> contagiosa se dão através da realização da <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>linha de ordenha</strong></a>, higienização adequada dos equipamentos de ordenha, desinfecção dos tetos após a ordenha, identificação e segregação dos animais infectados, tratamento de vaca seca.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Por outro lado, as mastites ambientais são geralmente ocasionadas por patógenos oportunistas, ou seja, não são adaptados ao úbere da vaca. Devido a este fato, é comum que as mastites ambientais sejam transitórias e apresentem casos clínicos graves, gerando queda brusca na produção de leite e até mesmo o óbito do animal.</p>
<p>Os agentes mais identificados neste tipo de mastite são os coliformes (<em>Escherichia coli</em>, <em>Klebsiella spp.</em>, etc) e os <em>Streptococcus</em> (exceto o <em>S. agalactiae</em>), estando bastante presentes no ambiente onde as vacas vivem.</p>
<p>Realizar um bom manejo do ambiente evitando o acúmulo de matéria orgânica representa uma medida preventiva e de controle fundamental para os casos de mastite ambiental.</p>
<p>Para eliminar as infecções existentes é necessário identificar quais são os animais contaminados. A detecção da mastite subclínica pode ser realizada com o auxílio do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><em>California Mastitis Test</em> (CMT)</a> ou da CCS eletrônica</strong>, na qual deve ser coletada uma amostra de cada animal com auxílio de coletores e enviadas ao laboratório.</p>
<p>O recomendado é que o monitoramento da CCS eletrônica seja feito no mínimo uma vez por mês. A realização do teste de CMT juntamente a definição da frequência para sua realização ficam a critério do médico veterinário que acompanha a propriedade.</p>
<p>Para detectar a mastite clínica é necessário realizar o teste da caneca de fundo escuro no início de cada ordenha de cada animal. Neste teste, coleta-se os três primeiros jatos de leite de forma vigorosa de cada teto, observando a presença ou não de grumos no leite.</p>
<p>Em casos positivos o leite ordenhado do quarto afetado deve ser desviado do tanque, sendo recomendado a coleta de uma amostra desse leite para que seja feita a cultura microbiológica no intuito de identificar o agente patogênico envolvido (bactéria, fungo, levedura, alga).</p>
<p>Os exames de cultura microbiológica podem ser feitos em laboratórios especializados ou na própria fazenda caso detenha os equipamentos necessários. Sua realização é extremamente importante para o entendimento da dinâmica da mastite no rebanho e para definição dos tratamentos, uma vez que cerca de 50% dos cultivos microbiológicos não são indicativos de tratamento.</p>
<p>Assim como para a mastite subclínica, o auxílio do médico veterinário responsável pela propriedade é extremamente importante para a elaboração de protocolos de tratamento e estratégias de controle da mastite clínica.</p>
<h2>Ações preventivas para auxiliar na redução de novos casos de mastite</h2>
<h3>Higiene e conforto no ambiente de permanência dos animais</h3>
<p>O local de permanência dos animais deve ser o mais limpo possível, não havendo acúmulo de matéria orgânica.</p>
<p>Esta medida reduz as chances do animal se infectar com patógenos ambientais no intervalo entre as ordenhas. O local também deve conter sombreamento adequado de forma a reduzir os impactos do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" rel="noopener">estresse térmico</a></strong>.</p>
<h3>Adequada rotina de ordenha</h3>
<p>São medidas importantes e essenciais: realização do teste da caneca para detecção de alterações no leite, realização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" target="_blank" rel="noopener">pré e pós-dipping</a></strong> e secagem dos tetos com um ou dois papéis/toalhas por teto. A premissa é de que a ordenha deve ser feita em tetos limpos e secos.</p>
<p>É importante que o tempo decorrido entre o teste da caneca e a colocação das teteiras seja em média de 1 minuto e meio, tempo que permite a melhor estimulação do animal e melhor atuação da ocitocina endógena para uma ordenha completa e gentil.</p>
<p>Para reduzir a infecção por patógenos contagiosos, as principais medidas são o uso do pós-dipping para eliminar os patógenos carreados pelas teteiras de uma vaca para outra, uso de luvas de forma higiênica pelos ordenhadores e limpeza e desinfecção adequada dos equipamentos de ordenha.</p>
<p>Outra ação que pode auxiliar na redução da contagem de células somáticas é o fornecimento de alimento de qualidade para as vacas logo após a ordenha.</p>
<p>Esta prática evita que as vacas deitem imediatamente após o término da ordenha e que microrganismos adentrem à glândula mamária, já que nesse momento os esfíncteres dos tetos ainda estão abertos e assim permanecem por cerca de 30 minutos, facilitando a ocorrência de mastite.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12918" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651.jpg" alt="Sequência de imagens mostrando uma rotina adequada de ordenha" width="600" height="346" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651.jpg 733w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-300x173.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-370x214.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-270x156.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/09/contagem-de-celulas-somaticas-2-e1666874371651-150x87.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>Tratamento imediato de casos clínicos</h3>
<p>Após a detecção de mastite clínica no teste da caneca de fundo escuro, trate o animal o mais rápido possível. <strong>Quanto mais precoce for o início do tratamento, maior a chance de cura.</strong></p>
<p>Outro fator que aumenta as chances de cura de casos clínicos é a cultura microbiológica, em que é possível direcionar o tratamento de acordo com a bactéria identificada.</p>
<h3>Limpeza e manutenção do equipamento de ordenha</h3>
<p>O aumento da ocorrência de mastite pode estar associado diretamente ao mau funcionamento do equipamento de ordenha, que pode acarretar no refluxo de leite para a <strong>glândula mamária</strong>, piora do escore de esfíncter do teto dos animais e ordenha incompleta do animal.</p>
<p>Outro fator que influencia diretamente na ocorrência de mastite é a limpeza inadequada dos equipamentos, que pode favorecer a contaminação dos animais durante a ordenha.</p>
<h3>Terapia de vaca seca</h3>
<p>Nesse tratamento são utilizados antibióticos intramamários de longa ação no momento da <a href="https://rehagro.com.br/blog/secagem-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>secagem das vacas</strong></a> com o objetivo de aumentar as chances de cura de infecções subclínicas existentes da lactação anterior e, também, evitar novas infecções no período seco. Deve ser realizado após a última ordenha da lactação, em todos os quartos mamários.</p>
<p>Há também a opção do uso do selante intramamário, que forma uma barreira física que impede a entrada de patógenos enquanto o tampão de queratina natural do animal não se formou.</p>
<h3>Descarte e identificação de animais crônicos</h3>
<p>Outro ponto importante é o descarte de animais que não respondem com sucesso aos tratamentos, além da segregação dos animais infectados através da linha de ordenha e divisão dos lotes.</p>
<p>Devemos lembrar que esses animais são fonte de infecção e devem ficar separados dos demais, sendo ordenhados por último. Em fazendas com problema por <em>Staphylococcus aureus</em>, os animais infectados por esta bactéria devem ser ordenhados por último e descartados assim que possível para evitar contaminação dos animais saudáveis. A taxa de cura das mastites por esta bactéria é extremamente baixa, ou até mesmo nula.</p>
<p>Outra bactéria que necessita de atenção especial é o <em>Streptococcus agalactiae</em>, entretanto, ao contrário do <em>S. aureus</em>, a taxa de cura varia de 80% a 100%.</p>
<p>O método recomendado para tratamento e erradicação de <em>S. agalactiae</em> é a blitzterapia, que consiste no tratamento de todos os animais positivos para <em>S. agalactiae</em> durante a lactação com antibiótico intramamário por 3 dias com aplicação em todos os quartos mamários.</p>
<p>Feito este tratamento, deve-se realizar novas culturas no 7º e 14º dia após o tratamento e, somente assim, considerar o animal negativo e curado. Recomenda-se a realização da cultura microbiológica do leite das vacas e novilhas recém-paridas.</p>
<p>O monitoramento contínuo da situação no rebanho é outro <strong>fator imprescindível para a manutenção da baixa contagem de células somáticas no leite do tanque.</strong></p>
<p>Através desse monitoramento objetiva-se ter um controle da ocorrência de novas infecções da mastite clínica e subclínica no rebanho, do número de casos crônicos e do perfil microbiológico dos agentes patogênicos.</p>
<p>Esta ação permite construir uma base de dados que ajudará no entendimento da dinâmica da mastite no rebanho e nas tomadas de decisão para reduzir a CCS do leite.</p>
<p>Realizando-se todas essas medidas é esperado sucesso na redução da contagem de células somáticas do leite e, consequentemente, na redução dos prejuízos causados pela mastite.</p>
<h2>Reduza a CCS e maximize seus ganhos com uma gestão estratégica</h2>
<p>Manter a Contagem de Células Somáticas baixa é sinônimo de leite de qualidade, mais bonificações e maior lucro para a fazenda.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende, de forma prática e aplicada, como implementar manejos que reduzem a CCS, melhoram a saúde do rebanho e aumentam a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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		<title>Contagem Bacteriana Total (CBT) no leite: como reduzir?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 18:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[células somáticas]]></category>
		<category><![CDATA[contagem bacteriana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você deseja alcançar uma maior margem de lucro na produção de leite, então cuidar da qualidade do produto é essencial. Mas o que queremos dizer quando falamos sobre qualidade? O leite de qualidade é o produto de ordenha completa, ininterrupta, em condições de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e descansadas. O Ministério de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você deseja <strong>alcançar uma maior margem de lucro na produção de leite</strong>, então cuidar da qualidade do produto é essencial. Mas o que queremos dizer quando falamos sobre qualidade?</p>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noopener">leite de qualidade</a></strong> é o produto de ordenha completa, ininterrupta, em condições de higiene, de vacas sadias, bem alimentadas e descansadas.</p>
<p>O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou em 2018 e 2019 a Instrução Normativa nº 77 com o objetivo de criar novos padrões de qualidade para o leite produzido no Brasil, fixando condições e requisitos mínimos de higiene sanitária para a obtenção e coleta da matéria-prima, produção e comercialização do leite.</p>
<p>Basicamente, o leite, para ser <strong>caracterizado como de boa qualidade</strong>, deve apresentar as seguintes características:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Composição química adequada;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Reduzida <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">contagem de células somáticas (CCS)</a></strong>, não podendo ultrapassar a média geométrica trimestral de 500.000 CS/mL de leite;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Baixa contagem de bacteriana total (CBT) com limite de média geométrica trimestral de 300.000 UFC/mL de leite;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ausência de agentes contaminantes (antibióticos, pesticidas, adição de água e sujidades).</li>
</ul>
<p>Os produtores que não se adaptarem às novas normas estão sujeitos a sanções por parte dos laticínios.</p>
<p>A indústria tem adotado programas de “pagamento por qualidade”, com enfoque sobre os teores de gordura e proteína, influenciados pela nutrição, sobre a CCS, principalmente relacionada com a saúde da glândula mamária, e, sobre a CBT, reflexo das condições de higiene na ordenha e armazenamento do leite.</p>
<p>E o que o produtor pode fazer para produzir leite com maior porcentagem de gordura e proteína? Quais práticas podem ser implementadas na fazenda para reduzir a CCS e a CBT do leite, garantindo sua bonificação máxima?</p>
<p>As respostas para essas perguntas envolvem práticas de manejo relacionadas a diferentes segmentos dentro da propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como alterar a composição do leite?</h2>
<p>A composição média do leite pode variar em função de vários fatores como raça, estágio da lactação, idade do animal, estação do ano, alimentação e a saúde da glândula mamária.</p>
<p>De todos os fatores descritos acima, apenas os dois últimos podem ser <strong>manipulados pelo produtor rural</strong>, alterando a composição do mesmo.</p>
<p>Vários são os componentes do leite. O que se apresenta em maior proporção é a água, em torno de <strong>87,5% do leite,</strong> sendo os demais formados principalmente por gordura, proteína e lactose, todos sintetizados na glândula mamária.</p>
<p>As <strong>proteínas representam entre 3% e 4%</strong> dos sólidos encontrados no leite de vaca. A porcentagem de proteína varia, dentre outros fatores, com a raça e é proporcional à quantidade de gordura.</p>
<p>Isso significa que quanto maior a porcentagem de gordura no leite, maior será a de proteína. O potencial de alteração do teor de proteína do leite por meio da nutrição é modesto, em torno de 0,1 a 0,2 unidades percentuais.</p>
<p>A <strong>gordura é o componente que mais apresenta variação (3-9%)</strong> e pode ser influenciada por uma série de fatores nutricionais que interagem entre si como a quantidade e qualidade da fibra fornecida e a proporção volumoso/concentrado da dieta.</p>
<p>Dessa forma, a <strong>alimentação balanceada e com ingredientes de boa qualidade</strong> podem afetar de forma positiva a porcentagem de gordura e proteína do leite produzido.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>A contagem de células somáticas (CCS)</h2>
<p>Uma das causas que exerce influência extremamente prejudicial sobre a composição e as características físico-químicas do leite é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite</a></strong>, acompanhada por um aumento na CCS no leite.</p>
<p>Normalmente são células de defesa do organismo que migram do sangue para o interior da glândula com o objetivo de combater agentes agressores e células de descamação da glândula mamária, por isso <strong>animais mais velhos tendem a apresentar CCS mais alta</strong>.</p>
<p>A CCS no leite, faz parte de um exame laboratorial específico, que expressa o número de células somáticas por mililitro de leite, também pode ser quantificada pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/california-mastitis-test-cmt/" target="_blank" rel="noopener"><strong><i>California Mastitis Test</i> (CMT)</strong></a>.</p>
<p>Quando analisada individualmente, é um método de diagnóstico da mastite subclínica; quando analisada no tanque, pode servir como indicativo do padrão de qualidade do leite cru.</p>
<p>O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e as indústrias estão preocupados com as consequências da mastite nos rebanhos brasileiros, pois essa doença reduz a concentração dos componentes do leite (caseína, principalmente), reduzindo o rendimento industrial, a validade dos produtos lácteos, além de afetar o produto oferecido ao consumidor.</p>
<p>Ou seja, a mastite causa prejuízo para todos, desde o produtor rural até o consumidor.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como diminuir a CCS do leite?</h3>
<p>A resposta para esta pergunta está na <strong>prevenção contra a mastite</strong>.</p>
<p>Deve-se, portanto:</p>
<ul>
<li>Manter a máxima higiene durante a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">ordenha</a></strong> (luvas e equipamentos limpos e desinfetados);</li>
<li>Retirar os 3-4 primeiros jatos de cada teto em uma caneca de fundo escuro, e tratar imediatamente os tetos que apresentarem grumos, sangue pus ou leite aquoso, identificar e separar o animal. Fazendas que utilizarem o sistema de cultura na fazenda, aguardar as 24 horas e tomar decisão de acordo com o resultado.</li>
<li>Imergir os tetos em solução bactericida antes da ordenha (<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" target="_blank" rel="noopener"><i>pré-dipping</i></a></strong>);</li>
<li>Secar com papel ou toalhas, com atenção especial a ponta dos tetos;</li>
<li>Acoplar as teteiras em tetos limpos e secos;</li>
<li>Imergir imediatamente os tetos em solução bactericida após a ordenha (<i>pós-dipping</i>);</li>
<li>Alimentar os animais logo após a ordenha para que os mesmos permaneçam em pé até o fechamento do esfíncter;</li>
<li>Estabelecer <a href="https://rehagro.com.br/blog/linha-de-ordenha-como-organizar-e-importancia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>linha de ordenha</strong></a>, de acordo com o limite operacional de cada fazenda, mas sempre buscando ordenhar animais sadios na frente;</li>
<li>Regular a bomba de vácuo para evitar injúrias nos tetos;</li>
<li>Descartar vacas com problemas de mastite crônica;</li>
<li>Realizar terapia de vaca seca;</li>
<li>Anotar em planilhas simples, informações importantes, como a identificação das vacas e dos tetos que tiveram mastite clínica e as datas de ocorrência, o nome dos <strong>antimicrobianos</strong> usados para o tratamento das mastites e as datas de aplicação.</li>
</ul>
<h2>Contagem bacteriana total (CBT)</h2>
<p>A <strong>CBT</strong> indica a contaminação bacteriana do leite e <strong>reflete a higiene de obtenção e conservação</strong> do mesmo. É expressa em unidades formadoras de colônia por mililitro (UFC/mL).</p>
<p>De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a CBT admitida no leite cru refrigerado é de até <strong>300.000 UFC/mL</strong>, em uma média geométrica trimestral.</p>
<p>As bactérias estão em todos os lugares, como na água, na poeira, na terra, na palha, no capim, nos corpos e pelos das vacas, nas fezes, na urina, nas mãos do ordenhador, nos insetos e em utensílios de ordenha sujos.</p>
<p>As bactérias são classificadas como <strong>patogênicas</strong>, capazes de causar doenças ao homem e deteriorantes, capazes de alterar os componentes do leite, tornando-o impróprio para o consumo e para a indústria.</p>
<h3>Como diminuir a contagem bacteriana total do leite?</h3>
<p>Como as bactérias estão em todos os lugares, o produtor deve adotar as seguintes medidas para que o leite não seja contaminado:</p>
<ul>
<li>Manter a sala ou local de ordenha sempre limpos; usar roupas limpas para ordenhar as vacas;</li>
<li>Utilizar <a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>água de boa qualidade</strong></a> (potável);</li>
<li>Lavar as luvas e mantê-las desinfetadas durante a ordenha;</li>
<li>Imergir os tetos em solução desinfetante antes e após a ordenha;</li>
<li>Secar os tetos com um papel toalha descartável por teto;</li>
<li>Lavar os equipamentos e utensílios após cada ordenha com água aquecida, usando os detergentes de acordo com o manual do fabricante dos mesmos;</li>
<li>Trocar borrachas e mangueiras do equipamento de ordenha na frequência recomendada pelo fabricante ou quando ocorrerem rachaduras;</li>
<li>Lavar os tanques de refrigeração, usando água aquecida e detergentes adequados cada vez que o leite for recolhido pelo <a href="https://rehagro.com.br/blog/transporte-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>transportador</strong></a>.</li>
</ul>
<p>Mesmo que o produtor mantenha a máxima higiene na ordenha, alguma contaminação vai ocorrer no leite.</p>
<p>Mas se o leite for <strong>refrigerado imediatamente após a ordenha, isso vai inibir a multiplicação das bactérias</strong> e evitar que o leite seja rapidamente deteriorado.</p>
<p>Por isso, a IN 77 estabelece que o leite deve estar a 4 °C quando estocado em tanques refrigeradores por expansão direta. O tempo máximo de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/conservacao-e-armazenamento-de-leite-cru/" target="_blank" rel="noopener">conservação do leite</a></strong> na propriedade deve ser de, no máximo, 48 horas.</p>
<p>Leite de qualidade deve ser uma meta de todo produtor, uma vez que representa benefícios para toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Ganha o produtor, que poderá receber mais pelo seu produto, a indústria com a melhoria da matéria-prima e, também, o consumidor, que terá acesso a produtos de melhor qualidade e mais seguros.</p>
<h2>Reduza a CBT e aumente seus lucros com uma gestão profissional</h2>
<p>Manter a Contagem Bacteriana Total sob controle vai muito além da higiene: é resultado de uma gestão eficiente em todas as etapas da produção.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende estratégias práticas para melhorar a qualidade do leite, otimizar processos e garantir mais rentabilidade para a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-14439" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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