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	<title>herbicida Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>herbicida Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Glufosinato de amônio: como utilizar esse herbicida com eficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O glufosinato de amônio tem ganhado destaque no cenário agrícola brasileiro como uma ferramenta estratégica no controle de plantas daninhas, especialmente diante do aumento da resistência a herbicidas com diferentes mecanismos de ação Trata-se de um herbicida de contato, não seletivo, cujo princípio ativo atua inibindo a enzima glutamina sintetase, provocando o acúmulo tóxico de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/glufosinato-de-amonio-como-utilizar-esse-herbicida-com-eficiencia/">Glufosinato de amônio: como utilizar esse herbicida com eficiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> tem ganhado destaque no cenário agrícola brasileiro como uma ferramenta estratégica no controle de plantas daninhas, especialmente diante do aumento da resistência a herbicidas com diferentes mecanismos de ação</p>
<p>Trata-se de um herbicida de contato, não seletivo, cujo princípio ativo <strong>atua inibindo a enzima glutamina sintetase</strong>, provocando o acúmulo tóxico de amônia nas células da planta, o que leva à sua morte.</p>
<p>Nos últimos anos, o uso do glufosinato se intensificou principalmente em sistemas agrícolas que adotam tecnologias de cultivares geneticamente modificadas com tolerância ao produto. O uso dessas tecnologias no sistema produtivo é uma estratégia interessante, especialmente em programas de rotação ou combinação de herbicidas, ações essenciais para combater o avanço das plantas daninhas resistentes.</p>
<p>O glufosinato de amônio pode ser empregado em <strong>dessecação pré-plantio, dessecação pré-colheita de soja e na pós-emergência</strong> em cultivares/híbridos com tolerância a esse herbicida, podendo ser empregado de maneira isolada ou em associação com outros produtos. Por ter ação de contato, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tecnologia-de-aplicacao-de-defensivos-agricolas-melhores-praticas/">tecnologia de aplicação</a></strong> é um ponto fundamental para adequada cobertura da planta pelo produto, garantindo eficiência no controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como funciona o glufosinato de amônio: visão técnica e agronômica</h2>
<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> pertence a uma classe de herbicidas que atuam por meio da inibição da enzima glutamina sintetase, enzima essencial para o metabolismo do nitrogênio nas plantas. Quando essa enzima é inibida, ocorre o acúmulo de amônia no tecido vegetal, provocando a desorganização das células e levando à morte da planta.</p>
<p>Esse mecanismo é classificado pelo <strong>HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas)</strong> como <strong>Grupo 10</strong> (inibidores da glutamina sintetase).</p>
<p>Por ter um modo de ação diferente dos herbicidas mais amplamente usados (como o glifosato, que pertence ao Grupo 9), o glufosinato é uma excelente ferramenta para <strong>programas de rotação de mecanismos de ação</strong>, ajudando a reduzir a pressão de seleção de resistência.</p>
<h3>Tecnologias disponíveis no mercado</h3>
<p>O <strong>glufosinato de amônio</strong> é registrado para diversas culturas no Brasil. Existem diferentes formas de inserir esse herbicida no sistema produtivo, o que permite a flexibilidade em seu uso.</p>
<p>A adoção na pós-emergência das culturas com tolerância genética permite sua aplicação sem danos à cultura principal. Alguns exemplos de tecnologias disponíveis no mercado são:</p>
<ul>
<li><strong>Sistema LibertyLink</strong>: viabiliza o uso do glufosinato de amônio sem causar danos à soja.</li>
<li>Recentemente, também foi inserido no mercado a tecnologia <strong>Conkesta Enlist</strong> na cultura da soja. Essa tecnologia permite a aplicação de glifosato, 2,4 D e glufosinato de amônio na pós-emergência da cultura.</li>
</ul>
<h3>Características agronômicas</h3>
<ul>
<li><strong>Ação de contato</strong>: não é translocado sistemicamente. Por isso, exige cobertura uniforme das plantas daninhas.</li>
<li><strong>Sintomas visuais</strong>: aproximadamente aos 5 dias após aplicação, é possível observar os primeiros sintomas do herbicida nas plantas, que incluem amarelecimento e posterior necrose.</li>
<li><strong>Degradação rápida no solo</strong>: minimiza riscos de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-o-efeito-carryover/"><em>carryover</em></a></strong> (resíduos que afetam culturas subsequentes).</li>
<li><strong>Eficiência reduzida sob baixa luminosidade ou temperaturas muito baixas</strong>.<b><br />
</b></li>
</ul>
<h3>Comparativo com o glifosato</h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40043" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato.jpg" alt="Comparativo do glufosinato de amônio com o glifosato" width="889" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato.jpg 889w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-300x107.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-768x274.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-370x132.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-270x96.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-740x264.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/tabela-comparativo-glifosato-150x53.jpg 150w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /></p>
<p>Esse comparativo deixa evidente que <strong>o glufosinato não substitui diretamente o glifosato</strong>, mas sim pode complementar de forma estratégica o manejo principalmente em plantas de difícil controle</p>
<h2>Como aplicar o glufosinato de amônio com eficiência: recomendações práticas</h2>
<p>A eficácia do glufosinato de amônio depende de <strong>detalhes operacionais importantes</strong>. Não basta apenas aplicar, é preciso entender quando, como e em que condições utilizar o produto para garantir um controle eficaz das plantas daninhas e evitar perdas financeiras e agronômicas.</p>
<h3>1º Dessecação pré-plantio</h3>
<p><strong>Condições ambientais</strong></p>
<p>Segundo alguns trabalhos da literatura, <strong>o glufosinato necessita de luz após aplicação para melhor ação do produto</strong>. Por essa razão, o ideal é que o produto seja aplicado entre <strong>08h00 e 15h00 </strong>(condição de luz solar) e que não haja restrição como nebulosidade após aplicação.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40044" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos.jpg" alt="Tabela com as condições ambientais para pulverização com defensivos" width="800" height="611" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-300x229.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-768x587.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-370x283.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-270x206.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-740x565.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/condicoes-pulverizacao-defensivos-150x115.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Condições ambientais para pulverização de defensivos, com base no delta T para pulverização. (Fonte: Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p>As condições ambientais interferem diretamente na eficiência da pulverização. Na tabela acima, elaborada a partir do delta T para pulverização, associamos a temperatura do ambiente e a umidade relativa para predizer condições em que as perdas por evaporação e deriva podem ser minimizadas. <strong>Ideal que as aplicações aconteçam em condições dentro das zonas verde e azul na tabela.</strong><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h4>Associação com PROTOX</h4>
<p>Atenção às doses! <strong>A mistura de glufosinato com herbicidas do grupo protox é sinérgica</strong>. Atente-se para não aumentar a dose do protox, evitando assim prejudicar a performance do glufosinato na mistura. Converse com nossos consultores para adequar as doses de cada produto e garantir maior controle em sua lavoura.</p>
<p><strong>Tratamento: </strong></p>
<ul>
<li><strong>1ª aplicação: glifosato + fluroxipir + cletodim; </strong></li>
<li><strong>2ª aplicação: glufosinato + saflufenacil</strong></li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40045" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio.jpg" alt="Dessecação pré-semeadura da soja para controle de buva" width="800" height="357" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-300x134.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-768x343.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-370x165.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-270x120.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-740x330.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/aplicacao-dessecacao-pre-plantio-150x67.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Dessecação pré-semeadura da soja para controle de buva. (Fonte: Fazenda Experimental Rehagro, 2025)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura a) Área antes da aplicação; (Figura b) 14 dias após a 1 aplicação; (Figura c) 7 dias após a 2ª aplicação; (Figura d) 14 dias após a 2ª aplicação. DAA = dias após a aplicação</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h4>Aplicação sequencial</h4>
<p>Realizada em intervalos de 7 a 14 dias após a primeira aplicação.</p>
<p><strong>Quando utilizar a sequencial? </strong></p>
<p>A recomendação é fazer a dessecação sequencial em situações como:</p>
<ul>
<li>Áreas com elevada infestação de plantas daninhas;</li>
<li>Presença de plantas daninhas de difícil controle, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/">buva, capim-amargoso</a></strong> e capim-pé-de-galinha;</li>
<li>Plantas daninhas em estádios avançados de desenvolvimento em que uma aplicação única não é suficiente para garantir controle satisfatório.<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<p><b>Como realizar a sequencial?</b></p>
<p>O glufosinato de amônio, por ser um herbicida de contato, <strong>possui excelente resultado quando associado a produtos com mecanismos de ação complementares. </strong></p>
<p>Uma estratégia que pode ser utilizada é associar o <strong>glufosinato com herbicidas do grupo protox</strong> (inibidores da PPO), aumentando a eficácia sobre diferentes espectros de plantas daninhas.</p>
<p>Lembre-se da dica dada anteriormente: <strong>cuidado com as doses dos herbicidas pertencentes ao grupo protox!</strong></p>
<p><b>Dica extra: Uso de pré-emergentes</b></p>
<p>Outra estratégia importante é incluir <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">herbicidas pré-emergentes</a></strong> na aplicação sequencial. Essa prática reduz a emergência de novas plantas daninhas e proporciona um manejo mais sustentável ao longo do ciclo da cultura, facilitando a capina.</p>
<h3>2º Capina</h3>
<ul>
<li>Avaliar os alvos presentes na lavoura e atentar-se se a cultivar/híbrido possui tolerância ao glufosinato.</li>
<li>Na cultura do milho, entradas com glufosinato devem ser feitas até o estádio V4 (híbridos tolerantes).</li>
<li>Cuidado com misturas de herbicidas com inseticidas, fungicidas e nutricionais (pH e incompatibilidades físicas e químicas). <strong>Importante realizar o teste de garrafa!</strong></li>
</ul>
<p>Veja o vídeo a seguir e saiba como realizar o teste da garrafa corretamente:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TESTE DA GARRAFA: COMO EVITAR ERROS NA MISTURA DE PRODUTOS | Por Dentro do Ensino - Grãos" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/nK71kQurqCo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>3º Dessecação pré-colheita</h3>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Estádio de aplicação</strong>: de acordo com estudos realizados na Fazenda Experimental da Rehagro, a melhor época de aplicação do glufosinato para dessecação pré-colheita de soja é R 7.2, momento em que a lavoura atinge 50 a 75% de amarelecimento das plantas.</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Associações</strong>: o uso de glufosinato associado a herbicidas do grupo protox, segundo estudos na Fazenda Experimental, acelerou a dessecação e reduziu o percentual de hastes verdes, facilitando a colheita.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40046" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato.jpg" alt="Dessecação pré-colheita da soja com glufosinato de amônio isolado" width="800" height="407" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-300x153.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-768x391.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-740x376.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio isolado. (Fonte: Laís Resende &#8211; Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura 1) Área 5 dias após aplicação; (Figura 2) 7 dias após aplicação; (Figura 3) 10 dias após aplicação. DAA = dias após aplicação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40047" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina.jpg" alt="Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio, associado a flumioxazina" width="800" height="403" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina.jpg 800w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-300x151.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-768x387.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-370x186.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-270x136.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-740x373.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/dessecacao-pre-colheita-glufosinato-flumioxazina-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 14px;">Dessecação pré-colheita de soja com glufosinato de amônio, associado a flumioxazina (protox). (Fonte: Laís Resende &#8211; Equipe Grãos Rehagro)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">(Figura 1) Área 5 dias após aplicação; (Figura 2) 7 dias após aplicação; (Figura 3) 10 dias após aplicação. DAA = dias após aplicação</span></p>
<h3>Recomendações gerais de aplicação</h3>
<h4>Volume de calda e tecnologia de aplicação</h4>
<ul>
<li><strong>Volume recomendado</strong>: Acima de 100 L/ha. Quanto maior o volume de calda, maior a cobertura do alvo e melhor a eficácia.</li>
<li><strong>Tamanho de gota</strong>: Para evitar a deriva, deve-se utilizar bicos que promovam gotas grossas, muito grossas, extremamente grossas ou ultragrossas. Nesse sentido, bicos com indução de ar promovem gotas com essa característica. Associado a isso, deve-se utilizar adjuvantes com característica que reduza deriva associado ao uso de óleo. A associação de bicos de pulverização e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/">adjuvantes</a></strong> irá trabalhar em conjunto para reduzir o risco de deriva. <span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<h4>Compatibilidade com outros produtos</h4>
<ul>
<li>Realizar o teste de garrafa previamente sempre que houver associações de produtos para as aplicações, para evitar incompatibilidade entre produtos.</li>
<li>Evitar misturas com produtos que alteram o pH da calda drasticamente (pH ideal da calda: entre 4,0 e 4,5).<span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
</ul>
<h4>Adjuvantes e surfactantes</h4>
<ul>
<li>Lembre-se da utilização de óleo na aplicação.</li>
<li>Utilizar adjuvantes com ação anti deriva e espalhante.</li>
</ul>
<h2>Vantagens e oportunidades no uso do glufosinato de amônio</h2>
<p>O glufosinato de amônio se destaca por oferecer ganhos importantes em eficiência de controle, sustentabilidade e segurança agronômica, especialmente quando inserido corretamente no manejo. A seguir, destacamos os principais pontos positivos que tornam seu uso uma oportunidade estratégica no campo.</p>
<h3>Alternativa eficaz no manejo de resistência</h3>
<p>O uso intensivo e repetitivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, especialmente o glifosato, levou ao surgimento de biótipos resistentes de várias espécies de plantas daninhas, como buva (<i>Conyza</i> spp.), capim-amargoso (<i>Digitaria insularis</i>) e capim-pé-de-galinha (<i>Eleusine indica</i>).</p>
<p>O glufosinato de amônio, ao atuar por um mecanismo de ação completamente distinto,<strong> é uma das opções disponíveis para rotacionar mecanismos de ação</strong>.</p>
<h3>Sem risco de carryover</h3>
<p>O glufosinato <strong>possui meia-vida curta no solo</strong>, baixo potencial de lixiviação e reduzido carryover, tornando-se uma opção interessante e segura para acrescentar ao manejo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O glufosinato de amônio tem se consolidado como uma <strong>ferramenta interessante no manejo integrado de plantas daninhas</strong>, especialmente em um cenário de crescente resistência a herbicidas sistêmicos como o glifosato e graminicidas. Seu mecanismo de ação distinto, sua ação por contato e a compatibilidade com tecnologias transgênicas são características interessantes para inserção no sistema produtivo.</p>
<p>O glufosinato deve ser <strong>posicionado estrategicamente</strong>, como parte de um programa robusto de manejo integrado, contribuindo para a sustentabilidade do sistema produtivo e para a longevidade das ferramentas disponíveis no mercado.</p>
<h2>Transforme a forma como você realiza a pulverização na sua lavoura!</h2>
<p>A má aplicação de defensivos pode representar perdas de até 50% na lavoura, um prejuízo que impacta diretamente a produtividade e o seu bolso. Mas isso pode ser evitado com conhecimento técnico e práticas eficientes no campo.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/glufosinato-de-amonio-como-utilizar-esse-herbicida-com-eficiencia/">Glufosinato de amônio: como utilizar esse herbicida com eficiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Dessecação da soja: qual o momento certo de realizar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 19:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[amostragem do solo]]></category>
		<category><![CDATA[análise do solo]]></category>
		<category><![CDATA[dessecação]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso da dessecação em pré-colheita na cultura da soja é bastante utilizado. Você conhece as vantagens de se realizar esta prática? Qual é o momento certo de realizar a dessecação da soja e não reduzir a produtividade? Nesse artigo, iremos responder essas e outras dúvidas sobre o processo de dessecação da soja. &#160; Sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso da <strong>dessecação em pré-colheita na cultura da soja</strong> é bastante utilizado. Você conhece as vantagens de se realizar esta prática? Qual é o momento certo de realizar a dessecação da soja e não reduzir a produtividade?</p>
<p>Nesse artigo, iremos responder essas e outras dúvidas sobre o processo de dessecação da soja.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Benefícios da dessecação da soja</h2>
<p>Atualmente, diversas regiões agrícolas brasileiras vêm adotando a dessecação em pré-colheita da soja. Essa prática possui <strong>três benefícios</strong> fundamentais para os produtores:</p>
<ol>
<li>Uniformidade da maturação dos grãos;</li>
<li>Antecipação da colheita;</li>
<li>Controle de infestação de plantas daninhas que não foram manejadas corretamente no início do cultivo, facilitando assim a colheita.</li>
</ol>
<p>A uniformidade da maturação dos grãos é um fator muito importante, pois <strong>permite maior rendimento operacional da colhedora</strong>, reduzindo os problemas de plantas com haste verde e retenção foliar, o que faz com que a máquina embuche menos, diminuindo de forma expressiva a perda de grãos.</p>
<p>Além disso, <strong>a dessecação permite antecipar a colheita da soja</strong>, o que é fundamental para regiões que tem <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/perspectivas-da-producao-agricola-brasileira/">possibilidade de realizar a segunda safra</a></strong>, principalmente com a cultura do milho.</p>
<p>Realizar a semeadura nos primeiros dias da janela de plantio é uma das formas de reduzir os riscos climáticos que são inerentes de cada região, sejam eles geadas ou veranicos.</p>
<h2>Controle de plantas daninhas na dessecação da soja</h2>
<p>Outro fator que merece destaque na atividade da dessecação da soja é o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/">controle de plantas daninhas</a></strong> que não foram manejadas de forma eficiente no início de desenvolvimento da lavoura.</p>
<p>Essas plantas invasoras, além de reduzir o rendimento operacional, aumentam a porcentagem de impurezas nos grãos e também o teor de umidade, o que gera prejuízos ao produtor no momento do beneficiamento, sendo assim, <strong>a dessecação reduz este problema</strong>.</p>
<p>Pode-se perceber as diversas vantagens de utilizar a dessecação na cultura da soja, no entanto, o produtor precisa ficar atento ao momento correto de se realizar a aplicação do herbicida, pois se aplicado no estádio fenológico incorreto, pode reduzir de maneira expressiva a produtividade da lavoura.</p>
<p>Foi pensando nisso, que o Rehagro Pesquisa conduziu um experimento com o objetivo determinar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/">estádio fenológico</a></strong> adequado para se realizar a dessecação de forma que não afete o potencial produtivo soja.</p>
<p>Para isso foi utilizado o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/">herbicida</a></strong> Paraquat, que atua inibindo o fotossistema I. É um herbicida que possui efeito apenas no local de contato com o material vegetal, ou seja, ele não será absorvido e transcolado pela planta, como ocorre no caso de produtos sistêmicos.</p>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/herbicidas-pre-emergentes-em-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=webinar-herbicidas-pre-emergentes&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38631 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes.png" alt="Webinar Herbicidas na Soja" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/10/webinar-herbicidas-pre-emergentes-150x53.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p>A escolha do produto é muito importante, pois caso seja selecionado um herbicida incorreto para está prática, há a possibilidade de deixar resíduos nos grãos que serão colhidos, desta forma, deve verificar quais os produtos são permitidos e respeitar o período de carência.</p>
<h2>Qual o melhor momento para realizar a dessecação?</h2>
<p>A dessecação foi realizada em <strong>três estádios fenológicos</strong>:</p>
<ol>
<li>R5.5 que representa uma granação de 76 a 100%;</li>
<li>R6 que é 100% da granação com sementes verdes preenchendo toda a cavidade da vagem;</li>
<li>Estádio R7.2 que representa a maturidade fisiológica, onde há de 50 a 70% de folhas e vagens amarelas.</li>
</ol>
<p>Foi conduzido também um tratamento sem dessecação.</p>
<p>Na figura abaixo é possível verificar a situação dos grãos 10 dias após a dessecação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12102 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1.jpg" alt="Soja após dessecação" width="477" height="134" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1.jpg 477w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-300x84.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-370x104.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja-1-270x76.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" /></p>
<p>A dessecação em R7.2 apresentou maior peso em gramas do que as dessecações realizadas em R5.5 e R6, no entanto, não houve diferença com o tratamento controle sem dessecação.</p>
<p>Na figura abaixo é possível observar efeito significativo referente ao peso de mil grãos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12103 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1.jpg" alt="Peso de mil grãos de soja após dessecação" width="512" height="315" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1.jpg 512w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-300x185.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-370x228.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja2-1-270x166.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>Como visualizado no peso de mil grãos, houve diferença significativa também em produtividade. Na figura abaixo é possível observar a importância de se realizar a dessecação no estágio fenológico correto.</p>
<p>As aplicações realizadas em R5.5 e R6 tiveram perda de produtividade de 59,9 e 24,9%, respectivamente, quando comparados com a testemunha sem dessecação. Não houve diferença estatística entre a aplicação realizada no estádio R7.2 e o tratamento sem dessecação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12104" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1.jpg" alt="Produtividade da dessecação da soja" width="490" height="305" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1.jpg 490w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-300x187.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-370x230.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/dessecacao-soja3-1-270x168.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /></p>
<p>Desta forma, é possível notar a importância de realizar um manejo correto, realizando as atividades no momento ideal. Com esses resultados é possível pensar nas estratégias de manejo mais adequada para cada região, sendo mais uma ferramenta para a tomada de decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-16049" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sensores na agricultura: como utilizar para controle de plantas daninhas?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/uso-de-sensores-para-controle-de-plantas-daninhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[pulverização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola. Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil. Há, ainda, a remoção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plantas daninhas sempre foram uma verdadeira dor de cabeça aos produtores, principalmente em grãos, como soja, milho e trigo, por serem culturas anuais e, portanto, acabam tomando muita atenção no manejo agrícola.</p>
<p><strong>Em geral, a maioria é controlada por meio de herbicidas, por ser um meio mais rápido, barato e fácil</strong>. Há, ainda, a remoção das daninhas por meios mecânicos, mas este método é mais lento e de custo mais elevado.</p>
<p>O uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener"><strong>herbicidas</strong></a> acaba sendo, portanto, <strong>a única opção viável para controlar a vegetação indesejada</strong>. No entanto, se os herbicidas não forem usados corretamente, podem ocorrer danos à cultura e ao meio ambiente, por exemplo, afetar agentes de polinização, como as abelhas.</p>
<p>O uso incorreto de herbicidas pode causar contaminação e poluição ao meio ambiente, incluindo cursos de água e solos.</p>
<p>A água é um recurso limitante, e representa até 11% do custo de um cultivo e tem relação direta e indireta com as demais práticas, como citado anteriormente. Se é viável ou não investir, portanto, em um sistema de irrigação, vai depender de muitos fatores.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Como herbicidas afetam cursos d’água?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme mencionado, o uso incorreto e em excesso de herbicidas ocasiona danos ao meio ambiente e isso inclui os cursos d’águas. Dentre os problemas envolvendo água e o uso incorreto desses defensivos, estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Vazamentos de produtos químicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recipientes de herbicidas descartados incorretamente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Equipamento de lavagem próximo a áreas de drenagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escoamento superficial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lixiviação de herbicida nas vias navegáveis e nas águas subterrâneas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Deriva de pulverização em culturas não visadas.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Os herbicidas podem afetar o solo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As propriedades do solo também podem ser afetadas com o uso de herbicidas, conforme citado abaixo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Química do solo: pH, CTC e Condutividade Elétrica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na população e atividade microbiana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fertilidade e nutrientes disponíveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Composição do solo através do declínio da matéria orgânica.</span></li>
</ul>
<h2>Benefícios das aplicações específicas de herbicidas</h2>
<p>A introdução da aplicação específica de herbicida (pulverização de precisão), reduz o risco potencial de poluição ambiental, bem como os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/custos-de-producao-agricola/" target="_blank" rel="noopener">custos de produção para os agricultores</a></strong>.</p>
<p>O uso de pulverização de herbicidas, em área total, resulta na decisão errada de aplicação em todas as áreas de produção.</p>
<p>Isso ocorre porque as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">plantas daninhas</a></strong> tendem a crescer em grupos e são povoadas aleatoriamente em todo o talhão. Em um talhão de pousio, o uso de uma pulverização em área total resulta em aplicação em áreas de cultivo que não tenham plantas daninhas no campo, mas que acabam sendo pulverizadas, desperdiçando produtos químicos.</p>
<p><strong>A aplicação específica de herbicida no local, tem o potencial de reduzir as aplicações de herbicida em 10 a 80%</strong>, com pesquisas indicando que áreas de culturas livres de plantas daninhas, que não são pulverizadas, podem render até 10% a mais de produtos.</p>
<p>A garantia da qualidade da pulverização de precisão específica do local é necessária para que os agricultores garantam que as plantas daninhas sejam controladas de maneira eficaz usando essa técnica.</p>
<p>Claro que, reduzindo o custo, otimizando o trabalho, fazendo um controle eficiente, a tendência é também obter um maior <a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-de-desempenho-para-colheita-de-graos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desempenho nas colheitas</strong></a>.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35972 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg" alt="Banner Curso Agricultura de Precisão" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/11/banner-curso-agricultura-precisao-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Detecção de plantas daninhas com visão computacional na agricultura</h2>
<p><strong>A visão computacional</strong> <strong>tem a capacidade de discriminar ervas daninhas do solo e tem o potencial de discriminar ervas daninhas de outras plantas vizinhas</strong>. Isso pode ser alcançado através do uso de uma variedade de técnicas, algoritmos e sensores, incluindo tecnologias:</p>
<ul>
<li>Infravermelha (IR);</li>
<li>NIR;</li>
<li>De luz vermelha;</li>
<li>Câmeras de baixo custo.</li>
</ul>
<p>O desenvolvimento de sensores espectrais de banda estreita permitiu que plantas individuais fossem detectadas com sucesso.</p>
<p>Os sistemas atuais de detecção de ervas daninhas disponíveis no mercado, como <em>WeedSeeker</em> e <em>WEEDit,</em> usam tecnologia de luz vermelha, infravermelha e NIR para discriminar o verde de ‘marrom’ para controlar ervas daninhas em pousios.</p>
<p>A clorofila química vegetal, que ocorre naturalmente, reage com essas frequências de luz refletindo comprimentos de onda espectrais específicos. A vegetação saudável absorve a energia da luz azul e vermelha para uso na respiração, fotossíntese e na fabricação de clorofila.</p>
<p>A energia da luz verde é refletida por pigmentos na folha da planta e, portanto, visualizamos as plantas como verdes. A clorofila reflete a energia da luz NIR e, portanto, uma planta saudável que floresce com pigmentos de clorofila refletirá muito mais energia da luz NIR do que a de uma planta ou solo não saudável sozinho.</p>
<p>Esses sensores usam esses dados de refletância para discriminarem entre solo e vegetação, mostrando o avanço tecnológico da <a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>agricultura de precisão</strong></a>.</p>
<h2>Mapeamento de plantas daninhas</h2>
<p>O aspecto mais benéfico do mapeamento de plantas daninhas é a redução no uso de herbicidas. Para que isso seja eficaz, são necessárias informações confiáveis sobre a população e distribuição de plantas daninhas.</p>
<p><strong>O mapeamento de plantas daninhas é uma abordagem que envolve a produção de um mapa detalhado de plantas daninhas</strong>, combinado com outros metadados para aplicação agrícola de precisão, principalmente mapas de tratamento de taxa variável.</p>
<p>Esse mapa de ervas daninhas pode ser integrado a outras informações disponíveis, ao tomar decisões sobre estratégias de controle de plantas daninhas, para aumentar o rendimento e a qualidade da colheita.</p>
<p>O mapeamento <strong>pode ser realizado por observação humana ou sensoriamento remoto</strong>. A observação humana é demorada, ineficiente e trabalhosa. Portanto, o sensoriamento remoto é uma opção mais viável.</p>
<p>O sensoriamento remoto pode produzir mapas de plantas daninhas em que fragmentos dessas plantas são de tamanho suficiente, no entanto, é limitado em resolução espacial e requer tempo considerável e despesas com aquisição e processamento de imagens.</p>
<p><strong>A detecção imediata é uma opção alternativa à detecção remota</strong>. Possui recursos para detecção em tempo real e pulverização local de plantas daninhas.</p>
<p>Além disso, apresenta alta resolução espacial e, com a ajuda da iluminação artificial, pode iluminar o solo e determinar as propriedades espectrais das plantas daninhas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16476 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg" alt="Curvas espectrais de solo e vegetação" width="498" height="366" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2.jpg 498w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-300x220.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-370x272.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-270x198.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/uso-sensores-2-150x110.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Curvas espectrais de solo e vegetação adquiridas em laboratório, com alta resolução espectral, mostrando a localização das bandas espectrais (B) do sensor Thematic Mapper a bordo do satélite Landsat 5. NIR = Infravermelho próximo. A partir das bandas 3 (B3) e 4 (B4) pode ser calculado o índice de vegetação NDVI. (</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Demattê et al. (2020)).</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16477" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg" alt="Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite" width="600" height="436" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-300x218.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-768x558.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-370x269.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-270x196.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-740x537.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1-150x109.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/usos-sensores-1.jpg 825w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Mapeamento de plantas daninhas por meio do uso de imagens de satélite. (Fonte: Sensix)</span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A robótica na agricultura tem a capacidade de revolucionar o setor agrícola, mudando a maneira de pensar dos agricultores e, como resultado, aprimora as práticas agrícolas.</p>
<p><strong>A detecção e controle automáticos de plantas daninhas apresentam-se como uma tecnologia promissora para a sustentabilidade, desenvolvimento e produção agrícola</strong>. Ajudam a reduzir o químico aplicado sob a forma de herbicidas, reduzindo também a degradação ambiental.</p>
<p>Esses sistemas demonstram a promessa da tecnologia robótica para controle de plantas daninhas. É o futuro agrícola!</p>
<p>Agora, você já sabe sobre o sensoriamento remoto para as plantas daninhas e como é a sua ação.</p>
<p>O sensoriamento para detecção de pragas também vem sendo desenvolvido por meio da <a href="https://rehagro.com.br/blog/inteligencia-artificial-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Inteligência Artificial</strong></a>, que pode determinar a qualidade da safra com mais precisão, diminuir danos por erros humanos e, consequentemente, levar ao aumento da lucratividade!</p>
<h2>Domine a Agricultura de Precisão e leve mais eficiência para sua produção de grãos</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/passo-a-passo-na-agricultura-de-precisao-em-graos?utm_campaign=materiais-cl-apg&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Passo a Passo na Agricultura de Precisão em Grãos</a></strong> é um curso 100% online, objetivo e voltado para a prática, ideal para profissionais que querem aprofundar seus conhecimentos com base em situações reais.</p>
<p>Se você quer entender, de forma clara e aplicada, como utilizar mapas, sensores, softwares e dados agronômicos para tomar decisões mais assertivas no campo, este curso é pra você.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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