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	<title>brucelose Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>brucelose Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>PNCEBT: você conhece as diretrizes desse programa?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/programa-nacional-controle-erradicacao-brucelose-tuberculose-pncebt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[brucelose]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[PNCEBT]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A brucelose e a tuberculose são doenças infectocontagiosas que afetam animais, trazendo prejuízos econômicos ocasionados pela redução da produção de leite, diminuição de taxas reprodutivas e até mesmo a perda de animais. O Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) é uma iniciativa do governo brasileiro, instituído pela Instrução Normativa nº2 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A brucelose e a tuberculose são doenças infectocontagiosas que afetam animais, trazendo prejuízos econômicos ocasionados pela <a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>redução da produção de leite</strong></a>, diminuição de taxas reprodutivas e até mesmo a perda de animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT)</strong> é uma iniciativa do governo brasileiro, instituído pela Instrução Normativa nº2 de 10 de janeiro de 2001 e revisado através da Instrução Normativa nº 10, de 03/03/2017, a qual tem por objetivo reduzir a prevalência e a incidência dessas doenças, visando a erradicação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto, iremos discutir sobre o principal objetivo do PNCEBT, suas diretrizes, os dados que temos atualmente sobre o programa, bem como suas propostas técnicas, os testes diagnósticos, a forma adequada de envio de materiais para o laboratório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, traremos informações sobre as condutas que devem ser tomadas em casos de animais positivos e também como é feito o processo de certificação e manutenção de estabelecimentos de criação livre. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Qual o objetivo do PNCEBT?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O PNCEBT é um programa tem como objetivo </span><b>reduzir</b><span style="font-weight: 400;"> e, eventualmente, </span><b>eliminar</b><span style="font-weight: 400;"> a prevalência dessas doenças em rebanhos de bovinos e bubalinos a partir da implementação de medidas de controle e vigilância epidemiológica, identificação e rastreamento de animais positivos, além das campanhas de conscientização e educação sanitária para produtores e profissionais do setor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso visa proteger a saúde pública, garantir a qualidade dos produtos de origem animal e promover o desenvolvimento sustentável da pecuária.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Quais são as diretrizes do programa?</h3>
<ol>
<li><b>Realização de Exames</b><span style="font-weight: 400;">: implementação de testes periódicos para detecção de brucelose e tuberculose em rebanhos bovinos e bubalinos.</span></li>
<li><b>Vacinação:</b><span style="font-weight: 400;"> uso de vacinas aprovadas em regiões específicas para prevenir a <a href="https://rehagro.com.br/blog/brucelose-bovina/" target="_blank" rel="noopener"><strong>brucelose</strong></a>.</span></li>
<li><b>Identificação e Eliminação de Animais Infectados:</b><span style="font-weight: 400;"> adoção de medidas rigorosas para identificar e sacrificar animais diagnosticados com brucelose ou tuberculose, reduzindo a disseminação das doenças.</span></li>
<li><b>Controle do Trânsito de Animais:</b><span style="font-weight: 400;"> restrições de movimentação de animais em áreas afetadas para evitar a disseminação das doenças.</span></li>
<li><b>Educação e Conscientização:</b><span style="font-weight: 400;"> programas educativos para informar produtores sobre práticas de prevenção e controle.</span></li>
<li><b>Monitoramento Constante:</b><span style="font-weight: 400;"> implementação de sistemas de monitoramento contínuo para avaliar a eficácia das ações e identificar novos casos.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">As ações de defesa sanitária animal são então estabelecidas de acordo com essa classificação, incorporando medidas compulsórias, como a </span><a href="https://rehagro.com.br/blog/vacinacao-em-bezerros/" target="_blank" rel="noopener"><b>imunização de bezerras de três a oito meses contra a brucelose</b></a><span style="font-weight: 400;"> e o controle do movimento de animais. Além disso, são sugeridas ações voluntárias, como a </span><b>certificação de propriedades isentas de brucelose e/ou tuberculose.</b></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Quais os dados atuais que temos do PNCEBT?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que no Brasil existem diferenças de prevalências de brucelose e tuberculose entre e dentro das unidades federativas (UF), as diferenças sócio econômicas, extensão territorial, de rebanhos, de características de produção e índices vacinais. Isso acarreta em dificuldades de estratégia única que se adeque a realidade de todas as UF, e por isso cada UF deverá adotar medidas próprias para o controle e erradicação dessas doenças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>grau de risco das UF se baseia em classes de A a E</strong>, as quais são determinadas pelas prevalências de brucelose e tuberculose estimadas por estudos padronizados pelo MAPA.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos mapas abaixo são apresentadas as prevalências de focos de brucelose e tuberculose das Unidades da Federação.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-29255 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-1.png" alt="Mapa com prevalência do foco de brucelose em bovinos no Brasil" width="627" height="444" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-1.png 627w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-1-300x212.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-1-370x262.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-1-270x191.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-1-150x106.png 150w" sizes="(max-width: 627px) 100vw, 627px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29256 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-2.png" alt="Mapa com prevalência do foco de tuberculose em bovinos no Brasil" width="637" height="450" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-2.png 637w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-2-300x212.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-2-370x261.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-2-270x191.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/pncebt-2-150x106.png 150w" sizes="auto, (max-width: 637px) 100vw, 637px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 12px;">Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária</span></p>
<h3>Quais são as propostas técnicas do programa?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As UF são classificadas de acordo com o grau de risco de A à E, onde: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Classe A: prevalência de focos &lt; 2 %</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Classe B: prevalência de focos ≥ 2% &lt; 5%</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Classe C: prevalência de focos ≥ 5% &lt; 10% </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Classe D: prevalência de focos ≥ 10% </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Classe E: prevalência de focos Desconhecida</span></li>
</ul>
<h4>Brucelose</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">UFs classe A: saneamento é obrigatório dos focos detectados e vigilância epidemiológica para detecção de focos.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">UFs classe B: fica estabelecido vacinação contra brucelose com cobertura vacinal de animais acima de 80%, saneamento obrigatório dos focos detectados e vigilância epidemiológica para detecção de focos. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">UFs classes C e D: fica estabelecido a vacinação contra brucelose com cobertura vacinal de animais acima de 80%.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">UFs classe E: é obrigatória a vacinação contra brucelose com cobertura vacinal de animais acima de 80% e estudo epidemiológico de brucelose.</span></li>
</ul>
<h4>Tuberculose</h4>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">UFs classes A à D: fica estabelecido a vigilância para detecção de focos e saneamento obrigatório dos focos detectados.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">UFs classe E : é obrigatório o estudo epidemiológico de tuberculose.</span></li>
</ul>
<h2>Como devem ser enviados os materiais para laboratórios e protocolos padrões?</h2>
<p><strong>Triagem (Antígeno Acidificado Tamponado – AAT)</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A colheita de amostras e teste realizado deve ser realizada por um Médico Veterinário Habilitado (MVH). O MVH deverá comunicar o Serviço Veterinário Oficial onde encontra-se habilitado:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Resultados inconclusivos ou positivos em até 1 dia útil. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Resultados negativos todo 5° dia útil do mês subsequente. </span></li>
</ol>
<p><strong>AAT – teste de rotina e 2-Mercaptoetanol (2-ME)/ Fixação de Complemento (FC)/ Teste Polarização Fluorescente (FPA)- Confirmatórios</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É feita a colheita de amostras realizada por MVH e encaminhada ao Laboratório Credenciado para realização dos testes, o laboratório deverá comunicar os resultados: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Resultados inconclusivos ou positivos: até 1 dia útil ao MVH, ao SVE e ao SISA do estado de origem da amostra. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Resultados negativos: ao MVH solicitante e SVE do estado de origem da amostra </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Resultados pertencentes a outro estado: ao MVH solicitante e SISA do estado de origem do laboratório. Este comunicará o SISA de origem da amostra.</span></li>
</ol>
<h2>Quais são os testes diagnósticos?</h2>
<h3>Brucelose</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o diagnóstico de Brucelose podem ser realizados quatro testes diferentes, o teste Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) que é considerado um teste de rotina, já o 2-Mercaptoetanol (2-ME), Teste de Polarização Fluorescente (FPA) e teste de Fixação de Complemento (FC), são testes confirmatórios. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">As condições de realização desses testes são</span></i><span style="font-weight: 400;">: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fêmeas com idade igual ou superior a 24 meses, quando vacinadas com a B19.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fêmeas não vacinadas ou vacinadas com a RB51, devem ser testadas com idade igual ou superior a 8 meses de idade. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Machos com idade igual ou superior a 8 meses de idade, destinados à reprodução.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o </span><b>Teste do Anel em Leite (TAL),</b><span style="font-weight: 400;"> pode ser utilizado para </span><b>monitorar</b><span style="font-weight: 400;"> estabelecimentos, assim, quando o resultado for positivo reagente, os animais do estabelecimento deverão passar por testes sorológicos individuais para o diagnóstico de Brucelose.</span></p>
<h3>Tuberculose</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico de tuberculose é realizado a partir de testes alérgicos de tuberculinização intradérmica que deve ser realizada em machos e fêmeas a partir de 6 semanas de idade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Teste Cervical Simples</b><span style="font-weight: 400;"> (TCS) e o </span><b>Teste da Prega Caudal</b><span style="font-weight: 400;"> (TPC) são testes exclusivamente de rotina, já o </span><b>Teste Cervical Comparativo</b><span style="font-weight: 400;"> (TCC) pode ser tanto de rotina quanto confirmatório. </span></p>
<h2>Quais as condutas quando temos animais positivos?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando houver casos de animais reagentes para <a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-brucelose-e-tuberculose/" target="_blank" rel="noopener"><strong>tuberculose e brucelose</strong></a> eles devem ser marcados a ferro candente ou nitrogênio líquido no lado direito da cara com a letra P, pelo médico veterinário responsável, também devem ser isolados do rebanho, afastados da produção leiteira e abatidos em até 30 dias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O abate deve ocorrer em um estabelecimento sob o serviço de inspeção oficial, porém se não for possível os animais devem ser submetidos a eutanásia na propriedade de criação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A notificação deve ser feita pelo médico veterinário responsável pelo diagnóstico quando houver casos positivos ou inconclusivos para brucelose e tuberculose em até um dia útil. </span></p>
<h2>Como é feito o processo de certificação e manutenção de estabelecimentos de criação livre?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessária a realização de </span><b>dois testes de rebanho negativos consecutivos</b><span style="font-weight: 400;"> para brucelose ou para tuberculose com intervalo de </span><b>6 a 12 meses</b><span style="font-weight: 400;"> para que seja obtida a certificação de estabelecimento de criação livre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para </span><b>manter vigente</b><span style="font-weight: 400;"> esse certificado de criação livre de brucelose e tuberculose, será necessário apresentar ao serviço veterinário oficial de </span><b>testes de rebanho negativos com intervalos máximos de doze meses</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, estar alinhado ao PNCEBT é fundamental por muitos motivos, tendo em vista que além de beneficiar os produtores, também contribui para a proteção da saúde animal, saúde pública, impacto econômico e até mesmo por requisitos de mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somado a isso, a brucelose e a tuberculose são doenças que podem causar sérios danos à saúde dos animais e, além de afetar a sua produtividade e capacidade reprodutiva, representam um risco significativo aos seres humanos por serem doenças que podem ser transmitidas dos animais para os seres humanos.</span></p>
<h2>Domine a gestão e leve a sanidade do rebanho a outro nível</h2>
<p>Conhecer programas como o PNCEBT é fundamental para garantir a saúde do rebanho e manter a produtividade em alta.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende como unir manejo sanitário, gestão de equipe e controle de indicadores para tomar decisões mais assertivas e lucrativas.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26486" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/debora-potenciano.jpg" alt="Debora Potenciano - Equipe Leite" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/debora-potenciano.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/debora-potenciano-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/debora-potenciano-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Brucelose bovina: principais sintomas, diagnóstico e como prevenir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 17:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[brucelose]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A brucelose consiste em uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella que acomete o homem e os animais, portanto, é uma zoonose. Os bovinos são acometidos pela Brucella abortus, comprometendo especialmente o sistema reprodutivo. Os sinais clínicos mais comuns da brucelose bovina envolvem: Abortos no terço final da gestação; Nascimentos de bezerros prematuros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A brucelose consiste em uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doença</strong></a> infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero <em>Brucella</em> que acomete o homem e os animais, portanto, é uma zoonose.</p>
<p>Os bovinos são acometidos pela <em>Brucella abortus</em>, comprometendo especialmente o sistema reprodutivo.</p>
<p>Os sinais clínicos mais comuns da brucelose bovina envolvem:</p>
<ul>
<li>Abortos no terço final da gestação;</li>
<li>Nascimentos de bezerros prematuros e fracos;</li>
<li>Orquite nos machos.</li>
</ul>
<p>Apesar da implementação de programas para erradicação da doença, a brucelose apresenta caráter endêmico em diversos países, principalmente naqueles em desenvolvimento.</p>
<p>Os prejuízos para a cadeia leiteira envolvem perdas econômicas significativas relacionadas à redução da eficiência do rebanho devido à queda dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/" target="_blank" rel="noopener">índices produtivos e reprodutivos</a></strong>.</p>
<p>Além disso, a ocorrência de brucelose bovina em uma determinada propriedade ocasiona perda de credibilidade da unidade de produção, principalmente no quesito relacionado à venda de animais.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</script></p>
</div>
<h2>Como prevenir a brucelose bovina?</h2>
<p>O controle e a prevenção da brucelose bovina estão diretamente ligados à interrupção da cadeia de transmissão do agente.</p>
<p>A disseminação da <i>Brucella</i> pode ser interrompida principalmente pelo diagnóstico e eutanásia dos animais positivos e pelo aumento de indivíduos resistentes na população, sendo a vacinação das fêmeas uma importante estratégia de controle.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4199 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir2.jpg" alt="Vaca com brucelose" width="600" height="310" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir2.jpg 600w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir2-300x155.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir2-370x191.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir2-270x140.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Restos placentários e fluidos fetais contaminados são grandes fontes de transmissão</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Vacina para brucelose</h3>
<p>Duas são as vacinas existentes hoje no Brasil contra a brucelose bovina: <strong>B19 e RB51</strong>. A vacinação contra brucelose é obrigatória em todas as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/" target="_blank" rel="noopener">bezerras</a> </strong>de 3 a 8 meses de idade. A vacina utilizada nesta fase é a B19, composta por amostra viva liofilizada de <i>Brucella abortus</i>.</p>
<p>Por ser uma vacina viva, somente o médico veterinário cadastrado no órgão oficial do Estado ou vacinador auxiliar, treinado e sob a responsabilidade desse profissional, estão autorizados a aplicá-la.</p>
<p>Fêmeas vacinadas com idade superior a 8 meses podem apresentar produção de anticorpos aglutinantes que interferem no diagnóstico da doença após os 24 meses. Ou seja, um animal não infectado poderá apresentar resultado positivo no teste diagnóstico.</p>
<p>Quando a bezerra é vacinada antes de completar os 8 meses, a concentração de anticorpos estimulados pela vacinação reduz rapidamente e os animais acima de 24 meses são totalmente negativos nos testes sorológicos. Os machos não devem ser vacinados.</p>
<p>A vacinação de fêmeas bovinas contra brucelose através da vacina RB51 (não indutora da formação de anticorpos aglutinantes) é regulamentada pela IN MAPA n.º 33, de 24/08/2007.</p>
<p>A utilização da RB51 é permitida nos casos de fêmeas bovinas com idade superior a 8 meses que nunca foram vacinadas com a vacina B19 entre os 3 a 8 meses ou em fêmeas adultas, não reagentes aos testes diagnósticos atualmente utilizados, presentes em propriedades com focos de brucelose.</p>
<p>A característica de não induzir a formação de anticorpos aglutinantes e com isso não interferir no diagnóstico sorológico da doença faz com que a RB51 seja permitida no Brasil como método de vacinação estratégica de fêmeas adultas na pecuária.</p>
<p>Vale ressaltar que <strong>a vacina oficial, preconizada pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT), continua sendo a B19</strong>, e seu uso deve ser incentivado nas fêmeas bovinas entre os 3 a 8 meses de idade em todos os rebanhos, de leite e de corte.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Diagnóstico da brucelose bovina</h2>
<p>Para diagnóstico da brucelose bovina os testes mais recomendados são o Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) e o 2-Mercaptoetanol (2-ME). O material utilizado para os dois testes são amostras de soro sanguíneo.</p>
<p>O <strong>AAT</strong> deve ser realizado por um médico veterinário habilitado e trata-se de um <strong>teste individual de triagem que indicará com certeza apenas os animais que são negativos</strong> (não reagentes no teste).</p>
<p>Os animais que apresentarem reação deverão ter suas amostras encaminhadas para o teste confirmatório (2-ME) em laboratório credenciado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-21312" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2.jpg" alt="Amostras de sangue acondicionadas em tubos para exame de brucelose" width="585" height="440" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Amostras de sangue para realização dos testes. (</span>Fonte<b>:</b><span style="font-weight: 400;"> Instituto Mineiro Agropecuário – IMA).</span></span></p>
<p>O <strong>resultado positivo no 2-ME</strong> indica presença de infecção e os animais com este resultado deverão ser sacrificados. Contudo, o resultado pode ser inconclusivo e, neste caso, o animal deve ser testado novamente no 2-ME.</p>
<p>Na ocorrência de dois resultados inconclusivos no 2-ME deve-se realizar o sacrifício do animal. Animais reagentes ao AAT, conforme a conduta do médico veterinário, poderão já ser sacrificados sem a necessidade de confirmação.</p>
<p>É importante lembrar que animais submetidos a estes testes no intervalo de 15 dias antes até 15 dias <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/">depois do parto</a></strong> deverão ser testados novamente entre 30 e 60 dias após o parto, pois a queda de imunidade neste período pode influenciar no resultado dos testes.</p>
<p>Outros testes como o Teste do Anel do Leite (TAL) e Fixação do Complemento (FC) são menos utilizados e poderão ser indicados em algumas situações específicas. A figura abaixo representa a recomendação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para conduta de acordo com os resultados dos exames:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4201 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir4.jpg" alt="Ações para o diagnóstico da brucelose bovina" width="571" height="397" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir4.jpg 571w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir4-300x209.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir4-370x257.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir4-270x188.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Conduta recomendada pelo MAPA perante os resultados. (</span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> Instituto Mineiro Agropecuário – IMA).</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4202 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/brucelose-na-pecuaria-leiteira-o-que-e-e-como-previnir5.jpg" alt="Testes para diagnóstico da brucelose bovina" width="140" height="239" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Testes para diagnóstico da Brucelose Bovina. (</span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> Instituto Mineiro Agropecuário – IMA).</span></span></p>
<h2>Programa de controle da brucelose bovina</h2>
<p>O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem o objetivo de reduzir a incidência e prevalência dessas doenças nos rebanhos bovinos e bubalinos e certificar um número significativo de propriedades livres ou monitoradas para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-brucelose-e-tuberculose/" target="_blank" rel="noopener">brucelose e tuberculose</a></strong>.</p>
<p>O programa introduziu medidas como a vacinação contra a brucelose em todo o território nacional e definiu estratégias para a certificação de propriedades livres ou monitoradas.</p>
<p>A vacinação é obrigatória para as bezerras de 3 até 8 meses. Já a certificação de propriedade livre de brucelose ou tuberculose é uma iniciativa voluntária.</p>
<h2>A brucelose no homem</h2>
<p>A transmissão da brucelose bovina para o homem pode ocorrer através do contato direto ou indireto com animais infectados e anexos fetais contaminados.</p>
<p>Outra fonte importante de veiculação do agente é o consumo de produtos de origem animal contaminados, principalmente carne, leite e seus derivados que não passaram por um processamento térmico adequado.</p>
<h3>Grupos de risco</h3>
<ul>
<li><strong>Tratadores e veterinários:</strong> na manipulação de restos placentários, fluidos fetais e carcaças de animais que podem estar infectados e manuseio da vacina B19 (que é patogênica para o homem);</li>
<li><strong>Magarefes, trabalhadores de laticínios e donas de casa:</strong> no contato com carne ou leite que podem estar contaminados.</li>
<li><strong>Laboratoristas:</strong> na produção de vacinas e antígenos.</li>
</ul>
<p>Os quadros mais graves de brucelose no homem são causados pela <i>Brucella melitensis.</i> A doença causada pela <i>Brucella abortus</i> (agente em discussão) é caracterizada por sintomas inespecíficos como febre e sudorese noturna, além de dores musculares e articulares.</p>
<p>Muitas vezes ela é confundida com gripe recorrente, mas pode, em alguns casos, evoluir para complicações como tromboflebite, espondilite e artrite periférica.</p>
<h2>Domine a gestão da saúde e da produtividade do seu rebanho</h2>
<p>Prevenir doenças como a brucelose não é apenas questão de sanidade, é também uma estratégia essencial para garantir produtividade, qualidade do leite e lucratividade.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a unir manejo sanitário, nutrição, reprodução e gestão financeira para tomar decisões mais assertivas e maximizar resultados. Com conteúdos práticos e aplicáveis à realidade da fazenda, você estará preparado para conduzir o rebanho com eficiência e segurança.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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		<title>Como melhorar a qualidade do leite? Saiba os principais parâmetros</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/como-melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 18:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[brucelose]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[ordenha]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do leite]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo. Sendo essa, uma das principais atividades do agronegócio nacional e uma área muito importante na geração de emprego e de capital para o país. Além da produção, outro fator muito importante para a atividade leiteira é a qualidade do leite. E isso é bem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo. Sendo essa, uma das principais atividades do agronegócio nacional e uma área muito importante na geração de emprego e de capital para o país. Além da produção, outro fator muito importante para a atividade leiteira é a qualidade do leite<strong>.</strong></p>
<p>E isso é bem evidenciado com alguns programas de remuneração realizados entre a indústria de beneficiamento do leite e os produtores.</p>
<p>Conforme o leite tenha os níveis desejáveis de qualidade pela indústria, o produtor é mais bem remunerado pelo seu produto.</p>
<p><strong>O governo também reconhece a importância da qualidade do leite.</strong> O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) criou em 2002, a Instrução Normativa 51, onde foi estipulado padrões para a qualidade do leite produzido no Brasil, definindo como deve ser de maneira higiênica, a obtenção, a produção, o armazenamento e a comercialização do leite.</p>
<p>Segundo o MAPA, para ser considerado de qualidade, o leite deve apresentar:</p>
<ul>
<li>Boa composição química e propriedades físicas;</li>
<li>Baixas quantidades na Contagem Bacteriana Total (CBT);</li>
<li>Baixas quantidades na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-de-celulas-somaticas-do-leite-definicao-importancia-e-como-reduzir/" target="_blank" rel="noopener">Contagem Células Somáticas (CCS)</a>;</strong></li>
<li>Ausência de agentes patológicos e contaminantes no leite.</li>
</ul>
<p>Sabendo desses critérios, podemos realizar algumas intervenções no rebanho que podem favorecer a qualidade do leite antes da sua obtenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Fatores importantes para a qualidade do leite</h2>
<p>Um dos fatores mais importantes na qualidade do leite é a sua composição. Para ter bons padrões de qualidade, foi criado em 2011 a Instrução Normativa 62, onde é definido que o leite cru deve apresentar no mínimo:</p>
<ul>
<li>3% de gordura;</li>
<li>2,9% de proteína e;</li>
<li>8,4% de sólidos totais.</li>
</ul>
<h3>Teor de gordura</h3>
<p>Um dos principais componentes do leite é a gordura. E esse componente, pode ser muito influenciado pela nutrição recebida pelo animal<strong>.</strong></p>
<p>Quando é fornecido ao animal, uma dieta com alimentos volumosos, ricos em carboidratos estruturais (celulose e hemicelulose), tem-se um favorecimento na produção de ácido acético e butírico, pela fermentação ruminal.</p>
<p>Com o aumento das concentrações molares desses ácidos graxos voláteis no rúmen, obtém-se o aumento do teor de gordura no leite, pois desses produtos da fermentação das fibras (ácido acético e butírico) é que são formadas no úbere 50% da gordura do leite.</p>
<p>Mas se a dieta fornecida tiver uma quantidade maior de concentrado, alterando o tipo de fermentação e levando a produção de ácido propiônico, o teor da gordura no leite poderá ser menor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5255 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394.jpg" alt="Utilização de ácidos graxos voláteis no leite" width="533" height="286" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394.jpg 533w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-300x161.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-370x199.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-270x145.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas-e1668086143394-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 533px) 100vw, 533px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Utilização dos ácidos graxos voláteis na formação dos componentes orgânicos do leite. (Fonte: Mülbach, 2004)</span></p>
<p>O uso de gorduras protegidas na dieta dos animais pode levar a um aumento singelo no percentual de gordura. Mas quando se tem o uso de gorduras insaturadas ou em maiores medidas na dieta, tem-se uma queda grande no teor de gordura.</p>
<p>Pode ocorrer também, a redução no teor de gordura quando tem o uso de lipídeos, pois dependendo da quantidade pode alterar a fermentação da celulose e hemicelulose dos alimentos fazendo com que ocorra uma queda na quantidade de gordura no leite.</p>
<p><strong>Com isso, a nutrição animal, é um processo importante na obtenção de um leite com bons níveis de gordura.</strong></p>
<p>Fornecer uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dieta</a></strong> que tenha uma proporção adequada de concentrado e volumoso, não ultrapassando a proporção de 50% de cada tipo de alimento, que contenha boa qualidade e qualidade de fibras e de ácidos graxos, é importante para que a vaca consiga realizar uma fermentação adequada, para que ocorra uma boa produção de ácido acético e butírico, levando a melhora na quantidade de gordura do leite, por meio de processos fisiológicos do animal.</p>
<p>Outra maneira de ter bons níveis de gordura no leite, é o fornecimento de alimentos com mais frequência. Com isso, o pH ruminal é mantido com menos variações e há uma manutenção dos micro-organismos produtores de ácido acético no rúmen.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39652 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png" alt="E-book Prevenção e controle da mastite bovina" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Proteína</h3>
<p>Outro componente importante do leite é a proteína, mas esse componente não é muito alterado pela dieta como a gordura, sendo estimado que para cada 1% de proteína acrescentada na dieta, seja aumentado cerca de 0,02% de proteína no leite. Esse aumento de proteína dietético pode aumentar o nível de nitrogênio não proteico do leite, podendo ser mensurado pela quantidade de ureia no leite.</p>
<p>As proteínas do leite são produzidas nas células alveolares, tendo como precursor alguns aminoácidos advindos do sangue. O teor baixo de proteínas no leite pode ser causado pela baixa produção de proteína microbiana pelo animal, ou a baixa absorção de proteína pelo intestino do animal.</p>
<h3>Lactose</h3>
<p>A lactose está ligada com o controle do volume de leite e por estar ligada ao sistema endócrino do animal o seu teor vai ter pouca variação.</p>
<p>Essa lactose é mais influenciada pela produção de glicose no fígado, após a absorção de ácido propiônico no rúmen (sendo esse mais produzido em dietas com maiores proporções de alimento concentrado) e da transformação de certos aminoácidos.</p>
<h3>Contagem de células somáticas (CCS)</h3>
<p>Um grande problema envolvido na qualidade do leite é a <strong>Contagem de Células Somáticas (CCS)</strong>. Altos níveis de CCS são indicadores de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener">mastite no rebanho</a></strong>. Essa doença acontece por 137 diferentes agentes etiológicos, entre esses destacam-se o vírus, algas, fungos e principalmente bactérias.</p>
<p>A mastite é a principal afecção dos animais na produção leiteira, e essa doença altera os padrões físicos, químicos e microbiológicos do leite e da saúde da glândula mamária. As principais alterações são o sabor salgado do leite e redução do teor de proteína e gordura do leite.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Alguns outros fatores além da mastite podem interferir na CCS, como:</p>
<ul>
<li>Época do ano;</li>
<li>Raça;</li>
<li>Estágio de lactação;</li>
<li>Produção do leite;</li>
<li>Número de lactações;</li>
<li>Problemas de manejo;</li>
<li>Problemas nutricionais</li>
<li>Clima;</li>
<li>Doenças recorrentes.</li>
</ul>
<p>Existem algumas medidas simples que podem fazer com que ocorra redução na CCS, melhorando a qualidade do leite como:</p>
<ul>
<li>Realizar sempre a higiene e desinfecção de todos os equipamentos e das mãos do ordenhador. Essa é uma medida que auxilia também na redução de infecção de vacas saudáveis pelos agentes da mastite, o que reduz o número de CCS da propriedade. A higiene adequada das teteiras entre uma ordenha e outra em propriedades que possuem grandes incidências de mastites subclínicas, gerou redução dessa doença de 96% para 47%;</li>
<li>Realizar com os primeiros jatos de leite o teste da caneca de fundo escuro, que serve para observação de grumos, sangue ou qualquer outra secreção. Nas vacas onde tem essas alterações encontradas, deve-se fazer a ordenha das mesmas por último, evitando a disseminação de mastite pelo rebanho;</li>
<li>Realizar a limpeza e secagem dos tetos, realização do <a href="https://rehagro.com.br/blog/pre-dipping-e-pos-dipping/" target="_blank" rel="noopener"><strong>pré-dipping e do pós-dipping</strong></a>;</li>
<li>Realizar o tratamento de todos os tetos das vacas secas, visando acabar com a mastite subclínica;</li>
<li>Evitar qualquer tipo de lesão nos tetos;</li>
<li>Fornecer alimento para os animais após a ordenha, para que os mesmos fiquem de pé até o fechamento do esfíncter do teto;</li>
<li>Descartar do rebanho animais que apresentem a mastite de forma crônica.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5256 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848.jpg" alt="Composição do leite com elevada CCS" width="532" height="309" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848.jpg 532w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-300x174.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-370x215.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-270x157.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/10/melhorar-a-qualidade-do-leite-nas-fazendas2-e1668086781848-150x87.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Mudanças na composição do leite associadas com elevada contagem de células somáticas (CCS). </span></p>
<h3>Contagem bacteriana total (CBT)</h3>
<p>Outro indicador de qualidade do leite é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/contagem-bacteriana-total-no-leite/" target="_blank" rel="noopener">Contagem Bacteriana Total (CBT)</a>,</strong> que indica as condições de higiene na obtenção e conservação do leite.</p>
<p>A multiplicação de bactérias faz com que ocorram alterações nos componentes e reduz a qualidade do leite, e por isso tenta-se reduzir a CBT. A mastite raramente provocará uma alta CBT, exceto em casos de grandes infecções por <i>Streptococcus agalactiae</i>, ou em surtos de <i>Streptococcus uberis</i>, ou <i>Escherichia coli</i>.</p>
<p>Uma das causas mais comuns de alta CBT é a contaminação pelos tetos sujos. É importante que os tetos sejam preparados para ordenha, para evitar esse tipo de contaminação. Em casos onde a sala de ordenha é contaminada há um aumento significativo na CBT.</p>
<p>Alguns estudos mostraram que 10% dos microrganismos presentes no leite, advinham dos equipamentos. Entre uma ordenha e outra, deve ser realizada a limpeza e desinfecção de todo equipamento de ordenha. Uma deficiente limpeza nesse sistema de ordenha pode fazer com que se acumulem resíduos de leite, o que favorece o crescimento de microrganismos que são fontes de contaminação do leite.</p>
<p>A realização de limpezas e de desinfecções da ordenha pode reduzir em 90% o número de bactérias no leite. <strong>Todas essas práticas devem ser rotineiras dentro das propriedades, para que esse procedimento de redução na CBT ocorra de maneira satisfatória.</strong></p>
<p>A limpeza e a higienização devem ser feitas após a última vaca ser ordenhada. A limpeza dos equipamentos por circulação deve ser realizada em 4 etapas:</p>
<ol>
<li>Enxágue inicial com água morna de 35ºC a 45ºC por 5 minutos sem recircular. O pré enxágue retira restos de leite que ficam na tubulação;</li>
<li>Limpeza Alcalino-Clorada com água a 65ºC-70ºC reciclando por 10 minutos, com variação na pressão de vácuo, para que o fluxo seja turbulento capaz de dissolver a gordura acumulada;</li>
<li>Após a drenagem da solução de detergente alcalino, fazer o pós-enxague intermediário com água em temperatura ambiente por 5 minutos;</li>
<li>Limpeza ácida com água a temperatura ambiente por 10 minutos.</li>
</ol>
<p>Para a limpeza dos equipamentos de ordenha deve-se usar água tratada. O uso de água sem tratamento em contato com o leite, ou equipamentos de ordenha, pode acarretar no aumento expressivo da CBT.</p>
<p>Outro fator importante nos índices de CBT é o armazenamento e o transporte do leite. A refrigeração do leite deve ser realizada em tanques específicos que atinjam temperaturas de 4ºC, no máximo 3 horas após a ordenha.</p>
<p>Caso isso não seja obtido, haverá uma grande multiplicação dos microrganismos, gerando a contaminação do leite, prejudicando assim, a sua qualidade. A refrigeração do leite tem como objetivo reduzir o crescimento das bactérias mesófilas, que se multiplicam de forma favorável entre temperaturas de 20 a 40ºC.</p>
<p>Esse tipo de bactéria promove a acidificação do leite, mas com a redução da temperatura nos tanques, há um favorecimento da multiplicação das bactérias psicotróficas presentes no leite.</p>
<p>Algumas medidas podem ser realizadas pelo produtor, para que o leite não seja contaminado e a CBT esteja sempre em níveis aceitáveis, como:</p>
<ul>
<li>Utilização de água tratada para qualquer procedimento, para a limpeza e higienização do complexo de equipamentos de ordenha;</li>
<li>A higiene pessoal do ordenhador deve sempre realizada;</li>
<li>Realização de pré-dipping e pós-dipping;</li>
<li>Manter a <a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener"><strong>sala de ordenha</strong></a> sempre limpa;</li>
<li>Ter sempre todos os equipamentos de ordenha em boas condições de funcionamento;</li>
<li>Realizar a cada ordenha a limpeza e higienização de todos os equipamentos e utensílios;</li>
<li>Realizar a limpeza dos tanques sempre que o leite for recolhido pelo transportador.</li>
</ul>
<p>Um dos requisitos mais importantes para que o leite seja considerado como de boa qualidade, é o produto ser livre de qualquer tipo de agente que traga algum tipo de risco para a saúde do consumidor.</p>
<p>Pela quantidade de nutrientes encontrados no leite, ele se torna um meio de cultura bom para o crescimento de microrganismos, por isso o controle sanitário e boa higiene devem ser sempre visados na produção.</p>
<h2>Controle sanitário do rebanho leiteiro</h2>
<p>O controle sanitário dentro do rebanho leiteiro se dá por meio de medidas preventivas, contra qualquer doença que pode acometer os animais, garantindo assim, que o produto consumido pelos clientes seja próprio para o consumo e não trazendo danos à saúde dos mesmos.</p>
<p>Duas doenças de grande importância e que podem ser transmitidas ao homem, pelo consumo de leite contaminado são a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/controle-da-brucelose-e-tuberculose/" target="_blank" rel="noopener">brucelose e tuberculose</a></strong>.</p>
<p>Foi criada pelo MAPA a Instrução Normativa 62 em 2001, que define rigorosas formas de controle e de medidas profiláticas e sanitárias, que devem ser realizadas pelas propriedades, visando à erradicação dessas patologias nos rebanhos e mantém a integridade da saúde pública frente a essas zoonoses e também para gerar competitividade da pecuária nacional no mercado mundial.</p>
<p>A IN-62, definiu um programa de vacinação obrigatório contra a brucelose bovina, credenciando as propriedades livres e que mantinham controles rigorosos contra essa doença.</p>
<p>Sabendo dos impactos dessas doenças para a saúde pública e por se tratar de zoonoses, o controle sanitário de manejo e preventivo da saúde dos animais, como a vacinação, é de extrema importância dentro das propriedades que visam a produção de um leite de qualidade.</p>
<p>Dentro das propriedades, é comum o uso de várias substâncias visando tratamentos contra alguma doença ou agentes que prejudiquem a saúde animal. Mas um fator que deve ser levado em conta com o uso dessas substâncias, é que após sua utilização, pode ser encontrados resíduos desse produto no leite, que podem prejudicar a saúde do consumidor, levando a formação de alergias, criação de resistência microbiana aos <strong>antimicrobianos</strong> e até prejuízos tecnológicos para a indústria de laticínios.</p>
<p>Com isso, deve-se respeitar, após o uso de tais substâncias, o período de carência de cada produto utilizado nos animais. Muitos fatores como: a formulação do produto utilizado, via de administração, dosagem e o protocolo utilizado, podem influenciar nesse período de carência.</p>
<p><strong>Para evitar a presença de resíduos no leite,</strong> podem-se adotar algumas medidas como:</p>
<ul>
<li>Conhecer bem qual a substância será utilizada previamente;</li>
<li>Usar somente substâncias específica para animais;</li>
<li>Armazenar de forma correta esses produtos e utilizá-los corretamente conforme a categoria de animal que está em tratamento. Pois, produtos utilizados para vacas secas possuem um tempo de carência maior que para as vacas lactantes;</li>
<li>Não realizar superdosagem desses produtos nos animais;</li>
<li>As vacas em tratamento devem ser ordenhadas por último, e seu leite deve ser descartado se esse animal está dentro do período de carência.</li>
<li>Observação e conhecimento do período de carência de todas as substâncias utilizadas.</li>
</ul>
<p><strong>Outro fator que está sendo associado a prejuízos na qualidade do leite, é o desconforto térmico para os animais.</strong></p>
<p>A composição do leite pode ser alterada se os animais estiverem em situação de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a></strong>, alterando o teor de gordura, proteína e cálcio no leite. Os valores de sólidos totais do leite, também podem ter seus números diminuídos em épocas mais quentes do ano.</p>
<p>O estresse calórico pode aumentar a suscetibilidade dos animais a infecções e também as altas temperaturas podem estar associadas a um número maior de agentes infecciosos encontrados no ambiente. A taxa de infecções por agente ambientais foi coincidente com o número maior de coliformes fecais encontrados na cama dos animais, nas épocas mais quentes do ano, como o verão.</p>
<p>Nessas épocas quentes do ano, também foi observado que o percentual de novas infecções de mastites era mais elevado, o que pode ser explicado pelo maior número de agentes patogênicos no ambiente e superfície dos tetos, ou diminuição da resistência imunológica do animal. E qualquer tipo de infecção da glândula mamária leva a um aumento no CCS, sendo isso prejudicial para a qualidade do leite.</p>
<p>Animais que receberam uma melhor climatização na sala de espera por meio de ventilação, apresentaram melhor teor de gordura e também tiveram um número maior de hormônios, como o cortisol e T3 e T4 no organismo.</p>
<p>Com isso, o manejo correto, assim como o bem-estar animal, são importantes para a obtenção de um leite de qualidade, tanto na sua composição, como também na saúde da glândula mamária, o que reduz o número de mastite no rebanho e, consequentemente, a quantidade de CCS do leite.</p>
<h2>Qualidade que gera valor e aumenta o lucro</h2>
<p>Melhorar a qualidade do leite não é apenas atender padrões, é agregar valor ao produto, aumentar a rentabilidade e fortalecer a competitividade no mercado.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende como alinhar manejo, nutrição, saúde animal e gestão para alcançar resultados consistentes e sustentáveis, aplicando técnicas que já transformaram propriedades em todo o Brasil.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-14439" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Controle da brucelose e tuberculose bovina: veja a importância</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/controle-da-brucelose-e-tuberculose/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 May 2018 18:57:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[tuberculose bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre brucelose e tuberculose pode parecer assunto antigo, mas na verdade, trata-se de um tema bastante atual, visto o impacto econômico e a gravidade dessas doenças para a saúde pública. O que acontece muitas vezes é que os produtores rurais obedecem a normas impostas pelos órgãos competentes no controle dessas enfermidades sem conhecer bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre brucelose e tuberculose pode parecer assunto antigo, mas na verdade, trata-se de um tema bastante atual, visto o <strong>impacto econômico e a gravidade dessas doenças</strong> para a saúde pública.</p>
<p>O que acontece muitas vezes é que os produtores rurais obedecem a normas impostas pelos órgãos competentes no controle dessas enfermidades sem conhecer bem o porquê de estarem fazendo aquilo.</p>
<p>Para começar, a importância da brucelose e tuberculose é tamanha que mereceram a elaboração de um programa inteiro, exclusivamente destinado ao controle e erradicação das mesmas.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Controle da brucelose e tuberculose bovina</h2>
<p>O <strong>PNCEBT</strong> (Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal) foi instituído em 2001 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento com o objetivo de diminuir o número de casos da doença (prevalência), assim como de novos casos (incidência).</p>
<p>Para tal, <strong>é obrigatória a vacinação de bezerras com idade entre 3 e 8 meses contra brucelose</strong>, o sacrifício de animais positivos para qualquer uma das duas doenças e a apresentação de atestado negativo para essas enfermidades ao transportar animais destinados à reprodução para fora do estado ou para ingressar em feiras e exposições.</p>
<p>A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brucelose-bovina/" target="_blank" rel="noopener">brucelose</a></strong> é comum tanto para gado de corte, como para leite, porém, <strong>a tuberculose é um problema mais sério para os produtores de leite</strong>, porque esta se dissemina pelo ar, urina e fezes, portanto, as chances de infecção são maiores em rebanhos mais confinados.</p>
<p>Uma vez que, só exigência sem incentivo tem chances reduzidas de sucesso, estão sendo criados, em colaboração com a indústria, métodos de incentivar os produtores a controlarem as doenças em seus plantéis.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>De acordo com a resolução número 3207, de 2004 do Banco Central, é estabelecida uma linha de crédito para reposição de matrizes positivas para brucelose e tuberculose aos produtores que:</p>
<ul>
<li>Tenham aderido à certificação de propriedades livres ou monitoradas em relação a estas doenças;</li>
<li>As propriedades que estejam participando de inquérito epidemiológico oficial em relação às doenças citadas, tenham tido animais sacrificados em virtude de reação positiva a testes detectores de brucelose ou tuberculose;</li>
<li>Atendam a todos os requisitos referentes à Instrução Normativa 6, de 8 de janeiro de 2004, da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e outros normativos correlatos.</li>
</ul>
<p>Para tanto, o limite de crédito é de R$75.000,00 (setenta e cinco mil reais) por produtor e R$1.500,00(mil e quinhentos reais)por animal.</p>
<p>As medidas de erradicação da brucelose e tuberculose das propriedades visam não somente a saúde dos animais, como a saúde do produtor, de seus familiares, tratadores, trabalhadores da propriedade e dos consumidores dos produtos de origem animal.</p>
<p>Tendo em vista que estas são doenças de caráter zoonótico, sendo transmitidas do animal para o homem quando há o consumo de produtos oriundos de animais infectados ou contato com estes.</p>
<p>O produtor pode obter do PNCEBT a certificação de propriedade livre ou monitorada. Além dos benefícios sanitários, isso trará benefícios econômicos, já que haverá a redução dos prejuízos ocasionados pelas doenças, maior credibilidade sanitária de seus produtos, levando a maiores valores agregados e facilidades no trânsito de animais.</p>
<h2>Perdas econômicas com a brucelose bovina</h2>
<p>A brucelose é causada pela <em>Brucella abortus</em> e é uma <a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doença</strong></a> infecto-contagiosa que acomete algumas espécies importantes de animais domésticos e o homem, incapacitando-o parcial ou totalmente para o trabalho.</p>
<p>Os sintomas no ser humano são parecidos com os da gripe: febre, sudorese noturna, dores musculares e articulares, podendo se agravar, levando, inclusive, à morte. Os prejuízos, além do tempo sem trabalhar, contemplam também custos com o diagnóstico, tratamento e internação.</p>
<p>A forma mais comum de ser infectado é pela ingestão de leite, carne e derivados, sem tratamento térmico adequado, provenientes de animais contaminados. Para os trabalhadores rurais, o maior risco é a transmissão por meio do contato da bactéria com mucosas ou através de feridas na pele por ocasião do manuseio de animais e restos fetais provenientes de aborto.</p>
<p>Nos bovinos e bubalinos, <strong>a brucelose acomete principalmente o trato reprodutivo, ocorrendo preferencialmente em fêmeas</strong>, gerando:</p>
<ul>
<li>Perdas diretas devido aos abortos e natimortos;</li>
<li>Aumento do intervalo entre partos;</li>
<li>Diminuição dos índices reprodutivos;</li>
<li><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Diminuição da produção de leite</strong></a>;</li>
<li>Interrupção de linhagens genéticas.</li>
</ul>
<p>O aborto ocorre no terço final da primeira gestação após a infecção, menos frequente na segunda subsequente e raramente nas próximas. Isso ocorre devido ao desenvolvimento de imunidade e, por isso, em rebanhos infectados, a doença se manifesta principalmente em novilhas.</p>
<p>Nestes partos onde o animal já adquiriu certa resistência à doença, é mais comum o nascimento de bezerros fracos ou mortos. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/retencao-de-placenta/">retenção de placenta</a></strong> é frequente.</p>
<p>A vaca prenhe contaminada é a principal fonte de infecção para o rebanho por eliminar a bactéria por ocasião do aborto, disseminando bactérias no ambiente.</p>
<p>Ocorre desvalorização de animais provenientes de fazendas onde há casos positivos da doença e, nas regiões onde esta se encontra de forma endêmica, há desvantagem na disputa por novos mercados.</p>
<p>Dados indicam <strong>a brucelose como a responsável pela diminuição de 25% na produção de leite e de carne e redução de 15% na produção de bezerros.</strong> Há ainda estimativas mostrando que a cada 5 vacas infectadas, uma aborta ou torna-se permanentemente estéril. (Manual técnico do PNCEBT).</p>
<p>Para controlar a brucelose, além das medidas exigidas pela legislação, evite a introdução de animais infectados no rebanho por meio da realização de exames antes de efetivar a compra. Além disso, a implementação de piquetes de parição na propriedade ajuda a evitar a disseminação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Perdas econômicas com a tuberculose bovina</h2>
<p>A tuberculose é também uma doença infecto-contagiosa causada por bactéria. Nos bovinos, o agente responsável pela enfermidade é o <em>Mycobacterium bovis</em>, causador do desenvolvimento de lesões nodulares denominadas tubérculos, que podem se localizar em qualquer tecido ou órgão do animal.</p>
<p>A evolução crônica da doença dificulta a identificação de sintomas, gerando disseminação pelo rebanho.</p>
<p>Não apresenta sintomas alarmantes como aborto, febre alta e queda abrupta de produção, porém reduz o ganho de peso e a produção de leite, podendo levar à morte, além de promover o descarte precoce de animais com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/indicadores-zootecnicos/">alto valor zootécnico</a></strong> e a condenação de carcaças no abate.</p>
<p>Há estimativas de que <strong>animais contaminados percam de 10 a 25% da sua eficiência produtiva</strong>, além da perda do prestígio e da credibilidade da fazenda onde há casos positivos de tuberculose.</p>
<p>Os sinais clínicos são poucas vezes associados à doença já que se desenvolvem lentamente. São eles:</p>
<ul>
<li>Emagrecimento progressivo;</li>
<li>Cansaço;</li>
<li>Dificuldade respiratória;</li>
<li>Tosse;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/">Mastite</a></strong>, entre outros.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21310 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose.jpg" alt="Pulmão e linfonodo bovino com diversos nódulos de aspecto caseoso" width="587" height="402" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose.jpg 587w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-300x205.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-370x253.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-270x185.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 587px) 100vw, 587px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Pulmão e linfonodo bovino com diversos nódulos de aspecto caseoso.</span></p>
<p>Em humanos, a contaminação se dá principalmente pelo consumo de leite e carne crua ou mal passada, oriundos de animais infectados. Como o agente da doença é eliminado pelo ar expirado, fezes, urina, leite e outros fluidos corporais dos bovinos, os trabalhadores das propriedades rurais e da indústria de alimentos também estão no grupo de risco da doença.</p>
<p>Isso se torna mais preocupante pelo fato de os animais infectados eliminarem a bactéria antes do aparecimento dos sintomas. Vale lembrar que os humanos portadores de tuberculose também podem ser fonte de infecção para o rebanho. As lesões em humanos variam de acordo com a via de penetração inicial da bactéria.</p>
<p>Assim como na brucelose, <strong>é importante exigir o exame de tuberculose antes de adquirir um animal</strong>. Também é medida de controle ter instalações que permitam a entrada da luz solar e evitar a aglomeração de animais em estábulos.</p>
<p>A partir de tudo isso, fica claro o porquê de se fazer um controle e manejo estratégico de eliminação destas duas doenças. O diagnóstico das duas doenças é simples e pode ser feito por médico veterinário habilitado.</p>
<h2>Diagnóstico da brucelose</h2>
<p>Para identificar a presença da brucelose no rebanho, dois exames podem ser feitos pelo médico veterinário habilitado:</p>
<ol>
<li>Antígeno Acidificado tamponado (AAT)</li>
<li>Teste do anel em leite (TAL).</li>
</ol>
<p>Ambos identificam a presença de anticorpos contra a doença, porém o último é feito em uma mistura do leite de vários animais.</p>
<p>O AAT é individual, feito a partir do sangue coletado de cada bovino. Veja abaixo como é realizado o procedimento:</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21311 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-1.jpg" alt="Coleta de sangue da artéria coccígea para exame de brucelose" width="582" height="456" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-1.jpg 582w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-1-300x235.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-1-370x290.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-1-270x212.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-1-150x118.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 582px) 100vw, 582px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Coleta de sangue da artéria coccígea, localizada no sulco central da parte ventral da cauda. As agulhas utilizadas devem ser individuais e descartáveis.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21312 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2.jpg" alt="Amostras de sangue acondicionadas em tubos para exame de brucelose" width="585" height="440" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 585px) 100vw, 585px" /><span style="font-size: 10pt; text-align: center;">Amostras acondicionadas em tubos, preferencialmente, à vácuo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21313 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-3.jpg" alt="Máquina para centrifugação do sangue" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-3.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-3-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-3-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-3-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-3-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Centrifugação do sangue por 3 minutos para promover a separação do soro. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Caso não tenha este aparelho, é possível a obtenção do soro deixando os tubos à temperatura ambiente por tempo suficiente para que o sangue se coagule.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21314 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-4.jpg" alt="Placa de vidro com soro e antígeno para exame de brucelose" width="552" height="411" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-4.jpg 552w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-4-300x223.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-4-370x275.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-4-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-4-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-4-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 552px) 100vw, 552px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Em uma placa de vidro, são adicionados 0,03 ml deste soro e a mesma quantidade do antígeno acidificado tamponado, misturando-os com o auxílio de uma espátula.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21315 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-5.jpg" alt="Mistura entre o soro sanguíneo e o AAT" width="551" height="416" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-5.jpg 551w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-5-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-5-370x279.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-5-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-5-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-5-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 551px) 100vw, 551px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Mistura entre o soro sanguíneo e o AAT. Em exames positivos, formam-se coágulos de fácil percepção nesta mistura.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21316 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-6.jpg" alt="Placa com exames negativos de brucelose" width="550" height="412" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-6.jpg 550w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-6-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-6-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-6-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-6-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Placa com todos os exames negativos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21317 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-7.jpg" alt="Exemplo de reação positiva para brucelose bovina" width="383" height="264" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-7.jpg 383w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-7-300x207.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-7-370x255.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-7-270x186.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-7-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 383px) 100vw, 383px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de reação positiva. (Fonte: Manual técnico do PNCEBT)</span></p>
<p>AAT é um exame de alta sensibilidade, ou seja, <strong>existem poucas chances de ser falso negativo. </strong></p>
<p>Porém, falsos positivos podem ocorrer pela reação cruzada com determinadas bactérias. Nestes casos, recomenda-se a repetição da prova ou a realização de outro exame, denominado 2-mercaptoetanol.</p>
<h2>Diagnóstico da tuberculose</h2>
<p>O exame diagnóstico a seguir é a <strong>prova de tuberculinização</strong>, que consiste na inoculação intradérmica de uma tuberculoproteína , a tuberculina (CORRÊA &amp; CORRÊA, 1992; PAES, 1990).</p>
<p>Existem três modalidades para este teste: a inoculação do <em>Mycobacterium Bovis</em> na região cervical (teste cervical simples), do <em>M. bovis</em> e do <em>M. avium</em> na mesma região (teste cervical comparativo) ou tendo a prega caudal como local de inoculação do <em>M.bovis</em>. Este último só é permitido em rebanhos de corte.</p>
<p>As variações do teste cervical servem para descartar a possibilidade de um caso positivo na prova simples ser devido ao contato com a espécie aviária da tuberculose.</p>
<p>Veja nas fotos abaixo, como é realizado o procedimento de tuberculinização no exame comparativo:</p>
<p>São realizadas duas raspagens na região escapular do animal. No local da primeira raspagem (frente), faz-se o teste da tuberculose aviária, com a inoculação da tuberculina aviária e, no segundo, da tuberculose bovina, inoculando-se a tuberculina bovina.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21318 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-8.jpg" alt="Áreas raspadas para demarcação das regiões a receber as inoculações contra brucelose" width="549" height="411" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-8.jpg 549w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-8-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-8-370x277.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-8-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-8-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-8-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 549px) 100vw, 549px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Áreas raspadas para demarcação das regiões a receber as inoculações de M.avium e M.bovis.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21319 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-9.jpg" alt="Medição da dobra de pele de um bovino com o cutímetro" width="549" height="414" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-9.jpg 549w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-9-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-9-370x279.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-9-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-9-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-9-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 549px) 100vw, 549px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Antes das aplicações, a dobra de pele dos locais deve ser medida com o auxílio de um cutímetro e os valores obtidos devem ser anotados.</span></p>
<p>Nova medição com o cutímetro deve ser feita 72 horas após a inoculação dos reagentes. Com o cálculo da diferença de espessura das dobras de pele é obtido o resultado de acordo com o exemplo abaixo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-21320 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-10.jpg" alt="Tabela com dados de medições de três bovinos submetidos à inoculação contra a brucelose" width="584" height="123" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-10.jpg 584w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-10-300x63.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-10-370x78.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-10-270x57.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/controle-brucelose-tuberculose-10-150x32.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 584px) 100vw, 584px" /></p>
<p>Os valores de interpretação do teste podem ser encontrados na bibliografia consultada na confecção deste artigo.</p>
<h3>Observação sobre os diagnósticos</h3>
<p>Os exames diagnósticos descritos acima (AAT e Prova de tuberculinização) foram realizados na Fazenda Suzana, localizada próximo a Ibitira/MG, de propriedade do Sr. Daniel Alves da Silva, gerenciada pelo Sr. José Valdemir e assistida pelo médico veterinário da equipe Rehagro, Ernane Campos.</p>
<p>Para ambos os testes não houve diagnósticos positivos.</p>
<h2>Controle sanitário eficiente para mais produtividade e lucro</h2>
<p>O combate à brucelose e tuberculose bovina não é apenas uma exigência legal, é um passo essencial para garantir a saúde do rebanho, a qualidade do leite e a segurança do consumidor.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a unir práticas sanitárias, gestão eficiente e tomadas de decisão estratégicas que aumentam a produtividade e a rentabilidade da sua fazenda.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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