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	<title>manejo químico Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>manejo químico Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Vassourinha-de-botão: como identificar e controlar essa planta daninha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas daninhas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura. A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas. O manejo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cultura da soja se destaca a necessidade de efetuar o controle de plantas daninhas, uma vez que estas causam perdas significativas na produtividade da cultura, conforme a espécie, a densidade e a distribuição na lavoura.</p>
<p><strong>A eliminação das plantas daninhas antes da semeadura da cultura é dependente da ação eficiente dos herbicidas.</strong></p>
<p>O manejo em pré-semeadura ou “<strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dessecacao-da-soja-qual-o-momento-certo/" target="_blank" rel="noopener">dessecação</a></strong>” é fundamental para um bom desenvolvimento das lavouras. A eliminação das plantas daninhas, antes da semeadura, permite que a cultura tenha um desenvolvimento inicial rápido e vigoroso.</p>
<p>A literatura tem demonstrado que aplicações sequenciais, que introduzem antecipadamente herbicidas sistêmicos, tais como glyphosate e 2,4-D, e após 15 a 20 dias, na véspera ou na data da semeadura, herbicidas de contato, como paraquat, paraquat em mistura com diuron, diquat e flumioxazin, proporcionam maior eficiência no controle das plantas daninhas.</p>
<p>A utilização isolada do <em>glyphosate</em> já não é mais garantia de uma boa dessecação.</p>
<p>Plantas daninhas resistentes ou com tolerância a este herbicida, como a buva, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/aprenda-a-manejar-buva-e-capim-amargoso/" target="_blank" rel="noopener">capim amargoso</a></strong> e o capim pé-de-galinha já são responsáveis pela utilização de outros herbicidas nas áreas cultivadas com soja no Brasil. <strong>Além disso,</strong> <strong>existem atualmente 41 casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas no país.</strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é a vassourinha de botão?</h2>
<p>A planta daninha <strong>vassourinha de botão</strong> (<em>Spermacoce</em> sp.) é uma espécie dentro da família Rubiaceae, nativa da América Tropical, introduzida em outras regiões do mundo.</p>
<p>Sua reprodução é exclusiva por sementes, a via fotossintética provável é a do tipo C3 e o ciclo de vida é classificado como perene simples.</p>
<p>As sementes são do tipo fotoblásticas positivas preferenciais e as temperaturas que promovem maior germinação estão entre 20 e 35°C, além disso, a dinâmica populacional da planta é influenciada por elevadas temperaturas (acima de 25 °C) e condições de luminosidade de 12 horas diárias. As estruturas reprodutivas são produzidas em grande quantidade sendo de fácil dispersão.</p>
<p><strong>A vassourinha de botão é uma espécie que apresenta biótipos tolerantes ao <em>glyphosate</em></strong>, e que estão amplamente distribuídos nas lavouras brasileiras. É uma espécie capaz de formar grandes infestações e interferir negativamente em culturas agrícolas e pastagens por meio da competição por nutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-identificacao-plantas-daninhas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-plantas-daninhas&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39624 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png" alt="Guia Identificação de plantas daninhas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-identificacao-plantas-daninhas-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como controlar a vassourinha de botão?</h2>
<p><strong>As plantas daninhas competem com a cultura da soja pelos recurso</strong>s, competição essa que é importante por poder afetar o desenvolvimento da cultura causando perdas na produtividade, redução na qualidade dos grãos, maturação desuniforme e até inviabilização da colheita.</p>
<p>O manejo dessas plantas daninhas, como a vassourinha de botão, consiste em suprimir o crescimento ou a densidade de indivíduos até níveis aceitáveis, não ocasionando prejuízos para a cultura principal.</p>
<p>Existem diferentes métodos para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao/" target="_blank" rel="noopener">controle de plantas daninhas</a></strong>, sendo o controle químico, principalmente na cultura da soja, o mais utilizado.</p>
<p>Entre os mecanismos de ação utilizados para controle de plantas daninhas dicotiledôneas, se destacam os Inibidores da 5-enolpiruvilchiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), inibidores da enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), Mimetizadores de Auxina (AUXINA), Inibidores do Fotossistema I e II (FSI e FSII) e Inidores da Acetolactato Sintase (ALS).</p>
<p>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/herbicidas-pre-emergentes-para-soja/" target="_blank" rel="noopener">herbicidas</a></strong> são a principal e mais eficiente ferramenta usada para controle de plantas daninhas na cultura da soja.</p>
<p>O uso desses produtos em pré ou pós-emergência, combinados com outras práticas de manejo, são suficientes para garantir vantagem competitiva para a soja nos estádios iniciais e mesmo durante todo o ciclo. Entre as vantagens do controle químico, podem ser destacadas a eficiência; praticidade e rapidez na operação.</p>
<p>Existem diversas plantas daninhas que apresentam difícil controle. Nesse quesito tem destaque <strong>a vassourinha-de-botão, espécie vem se tornando problema em várias áreas por apresentar difícil controle</strong>, já que os herbicidas utilizados no manejo da lavoura não estão apresentando bom percentual de controle, principalmente o <em>glyphosate</em>, herbicida do qual a planta é considerada tolerante.</p>
<p>Em condições de campo, consultores e produtores relatam bons resultados de controle de <i>Spermacoce sp.</i> com aplicações de herbicidas que agem na PROTOX.</p>
<p>Esse mecanismo contém os herbicidas tidos como mais eficazes para controle de vassourinha de botão com tolerância ao <em>glyphosate</em>. No caso de vassourinha de botão, os mecanismos de tolerância são relacionados com baixa translocação de herbicidas nas plantas.</p>
<p>A competição com plantas de vassourinha de botão durante todo ciclo da soja ocasiona reduções nos índices produtivos, fitomassa da planta e produtividade de grãos da cultura.</p>
<p><strong>Cada planta de vassourinha-de-botão em competição com a cultura da soja durante todo ciclo é capaz de reduzir a produtividade da soja em 1,3 a 4,2%,</strong> equivalente a 0,8 a 2,6 sacas de 60 kg por hectare.</p>
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		<title>Doenças do feijão: conheça as principais e como realizar o controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 18:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
		<category><![CDATA[feijoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[práticas]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cultivo de feijão é uma das principais atividades agrícolas do país, tanto pela área cultivada quanto pelo valor agregado. Entre os fatores que limitam a produtividade, se destaca a ocorrência de doenças do feijão, as quais podem causar perdas superiores a 50% na produção ou até mesmo perdas totais caso não seja empregado o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cultivo de feijão é uma das principais atividades agrícolas do país, tanto pela área cultivada quanto pelo valor agregado.</p>
<p>Entre os fatores que limitam a produtividade, se destaca a ocorrência de doenças do feijão, as quais podem causar perdas superiores a 50% na produção ou até mesmo perdas totais caso não seja empregado o manejo adequado.</p>
<p><strong>Existem mais de 200 doenças que afetam o feijoeiro</strong>, que podem ser causadas por fungos, bactérias e vírus.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Principais doenças do feijão</h2>
<p>Na tabela a seguir, são apresentadas as principais doenças que afetam o feijoeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41637" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao.png" alt="Principais doenças do feijão " width="844" height="627" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao.png 844w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-300x223.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-768x571.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-370x275.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-270x201.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-740x550.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-80x60.png 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/principais-doencas-feijao-150x111.png 150w" sizes="auto, (max-width: 844px) 100vw, 844px" /></p>
<h2>Doenças no cultivo do feijão de sequeiro e irrigado</h2>
<p>O sistema de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/feijoeiro-comum-no-brasil-origem-e-historico-do-cultivo/" target="_blank" rel="noopener">cultivo de feijão</a></strong> irrigado e a qualidade das sementes favorece a infecção de fungos de solos e pode aumentar a dispersão dos fungos que colonizam a parte aérea do feijoeiro.</p>
<p>No sistema de sequeiro podemos citar duas doenças que possuem potencial para causar sérios danos à cultura. São elas: <strong>a antracnose e o mofo-branco.</strong></p>
<p>Neste artigo vamos dar foco a essas duas doenças que afetam a produtividade e a qualidade dos grãos.</p>
<h2>Condições climáticas que favorecem o desenvolvimento da antracnose e do mofo-branco</h2>
<p>A antracnose tem seu desenvolvimento potencializado em temperaturas que variam entre 13ºC e 26ºC e com alta umidade relativa do ar.</p>
<p>A alta umidade também favorece a ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mofo-branco-no-feijoeiro/" target="_blank" rel="noopener">mofo-branco</a></strong>, porém a temperatura ótima para o desenvolvimento da doença está entre 15ºC e 25ºC e dias com pouca radiação solar.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39621 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png" alt="E-book Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da antracnose e do mofo-branco</h2>
<p>Os sintomas da antracnose podem se manifestar em toda parte aérea da planta, com o desenvolvimento da doença surgem lesões deprimidas de coloração marrom-escura tanto na haste quanto no caule da planta.</p>
<p>Nas folhas a manifestação da doença se dá na parte abaxial ao longo das nervuras que levam ao estrangulamento da nervura e adquirem coloração marrom-escura.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4571" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-225x300.jpg" alt=" Lesão de atracnose em folha de feijão" width="350" height="467" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-225x300.jpg 225w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-370x493.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-270x360.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro4-740x987.jpg 740w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Lesão de antracnose em folha de feijão</span></p>
<p>Nas vagens as lesões são bem definidas com formato arredondado e com tamanho variável, possuem o centro da lesão claro e com um anel negro delimitando.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4572 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5.jpg" alt="Vagem com sintoma de atracnose" width="324" height="537" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5.jpg 324w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5-181x300.jpg 181w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro5-270x448.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 324px) 100vw, 324px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Vagem com sintoma de atracnose</span></p>
<p>Os sintomas de mofo-branco apresentam inicialmente lesões encharcadas que atingem tanto a haste quanto o caule das plantas podendo se expressar nas folhas e vagens. Após a infecção do tecido ocorre a formação de micélio cotonoso.</p>
<p>Com a evolução da doença os tecidos apresentam podridão e as folhas das plantas ficam com aspecto carijó, amareladas.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4573" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-300x225.jpg" alt="Vagens com sintoma de mofo-branco" width="550" height="413" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-300x225.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-768x576.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-370x278.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-740x555.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/quais-sao-as-principais-deoncas-do-feijoeiro6-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Vagens com sintoma de mofo-branco</span></p>
<h2>Como realizar o manejo da antracnose e do mofo-branco?</h2>
<ul>
<li>Para evitar as perdas ocasionadas por essas doenças sugere-se evitar o plantio de feijão após feijão, evitando também áreas com histórico das doenças.</li>
<li>Realizar o planejamento do plantio a fim de evitar que a cultura seja cultivada em períodos frios principalmente a fase inicial da cultura.</li>
<li>Utilizar sementes de qualidade com certificação e realizar análise fitossanitária das mesmas.</li>
<li>Adotar o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/plantas-de-cobertura-no-sistema-de-plantio-direto-conheca-as-principais/" target="_blank" rel="noopener">sistema de plantio direto</a></strong> visando aumentar a palhada no solo, em trabalhos atuais as palhadas de milheto e trigo tem se mostrado efetiva para o manejo das doenças.</li>
</ul>
<h3>Manejo químico para essas doenças</h3>
<p>O manejo químico é outra ferramenta para se trabalhar com estas doenças. Na tabela a seguir, são apresentados alguns dos principais ingredientes ativos e doses recomendas para controle de antracnose e mofo-branco.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41638" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao.png" alt="Manejo químico da antracnose e mofo branco" width="492" height="328" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao.png 492w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-300x200.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-370x247.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-270x180.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-doencas-feijao-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Ingredientes ativos recomendado para o manejo de antracnose e mofo-branco</span></p>
<p>Para a antracnose além dos dois ingredientes ativos citados na tabela, é comum integrar ao manejo o uso de triazóis e estrobilurinas.</p>
<p>As aplicações para o manejo destas doenças devem ser realizadas de maneira sequencial com produtos separados ou associados variando de acordo com a pressão da doença.</p>
<p>A época e o número de aplicações são dependentes do sistema de cultivo, das condições climáticas e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estadio-fenologico-do-feijoeiro/" target="_blank" rel="noopener">estádio fenológico</a></strong> da lavoura.</p>
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		<title>Tifton 85: manejo químico de plantas daninhas em pastagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 17:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[tifton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem. As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A baixa produtividade das pastagens no território brasileiro pode ser justificada por diversos fatores, no entanto, um dos mais relevantes é a capacidade de plantas daninhas em causar a degradação das áreas de pastagem.</p>
<p>As plantas daninhas causam maiores danos e prejuízos aos produtores agrícolas do que as pragas e doenças, constituindo-se a maior barreira para o desenvolvimento de muitas regiões do mundo. Além disso, promovem, anualmente, perdas nas atividades agrícolas de aproximadamente 30%.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Manejo químico de plantas daninhas</h2>
<p>As plantas daninhas presentes nas áreas de pastagem podem afetar diretamente a “utilização da forragem” por parte do animal em pastejo e a conversão alimentar:</p>
<ul>
<li>Animais evitam as áreas infestadas por plantas daninhas, ocorrendo a seleção de pastejo, prejudicando a utilização da pastagem;</li>
<li>Ambientes sombreados aumentam a relação haste/folha, diminuindo a qualidade da forrageira, prejudicando a conversão.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>De acordo com estudos realizados por Goulart e Corsi (2009) as plantas daninhas dificultam o pastejo em suas proximidades.</p>
<p>Plantas sem espinhos (ex: leiteiro) tem ação de impedir o acesso animal em até um raio de 1 m, enquanto que plantas com espinhos (ex: Joá) impedem o consumo em um raio de até 1,5 m.</p>
<p>O objetivo deste artigo é discutir sobre o manejo químico de plantas daninhas em pastagens de tifton 85, levando em consideração as principais moléculas de ação herbicida disponíveis no mercado.</p>
<p>Antes de iniciar o manejo químico é muito importante realizar o levantamento das plantas daninhas infestantes, identificando as espécies presentes, levando em consideração a frequência de ocorrência, densidade populacional e a dominância sobre a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/palma-forrageira-na-alimentacao-de-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">forrageira</a>.</strong></p>
<p>Feito isso, o próximo passo é definir qual herbicida é o mais indicado para tal situação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4549 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg" alt="Gado na pastagem de tifton" width="537" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1.jpg 537w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-300x131.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-370x161.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-1-270x118.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Pastagem de tifton 85 – Seleção de pastejo devido à presença de plantas daninhas.</span></span></p>
<h2>Ingredientes ativos presente nos herbicidas</h2>
<h3>1. 2,4d, Aminopiralide, Fluroxipir e Triclopir</h3>
<p>Os herbicidas que possuem em sua fórmula estes ingredientes ativos, <strong>são indicados para o controle em pós-emergência</strong> de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas e semi-arbustivas.</p>
<h3>2. 2,4d + Picloram</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas, semi-arbustivas, arbustivas</strong>. Quando destinados ao controle de arbustos, elimine a parte aérea da planta, próximo ao solo e logo em seguida aplique o herbicida sobre o toco.</p>
<p><strong>Obs:</strong> Cuidado com o ingrediente ativo “Picloram”, pois possui um longo período residual.</p>
<p>O Picloram apresenta uma longa persistência nos solos (meia vida de 20 a 300 dias), ocorrendo sua degradação mais rápida em condições de calor e alta umidade.</p>
<p>Em função de seu longo efeito residual, em muitos casos, quando são implantadas culturas sensíveis como o feijão, soja, olerícolas, frutíferas entre outras, em áreas onde foi utilizado herbicida à base de picloram, ocorrem problemas de fitotoxidade que podem ser notados visualmente.</p>
<p>Bibiano et al. (2012) demonstrou em um ensaio experimental realizado na casa de vegetação na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em Diamantina/MG, o efeito da contaminação do solo sobre a germinação em plantas de feijão.</p>
<p>Marca comercial utilizada foi o padron® (Picloram. sal trietanolamina 388 g/L), nas seguintes doses 0,000; 0,004; 0,008; 0,017; 0,033; 0,066; 0,133, 0,266 l .ha-1.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4550 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg" alt="Plantas de feijão com diferentes doses de Picloram" width="566" height="145" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2.jpg 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-300x77.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-370x95.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-de-plantas-daninhas-em-pastagens-de-tifton-85-2-270x69.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de feijão tratadas com diferentes doses de Picloram em pré-emergência, aos 5 dias após a semeadura (1 = 0,266 l.ha-1 de padron®)</span></p>
<h3>3. MSMA</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle em pós-emergência de mono e dicotiledôneas</strong> que se reproduzem por sementes, apresentando melhores resultados no controle das monocotiledôneas. São muito utilizados para o controle de plantas do gênero brachiaria.</p>
<h3>4. DIURON</h3>
<p>Utilizados para o <strong>controle de plantas daninhas mono e dicotiledôneas em pré e pós-emergência</strong>, no entanto, costuma ser mais eficiente no controle das dicotiledôneas.</p>
<p>O uso de produtos que apresentam associações entre os ingredientes ativos Diuron + MSMA é muito comum entre os produtores rurais.</p>
<p>Geralmente, adota-se este manejo em áreas que apresentam altas infestações de monocotiledôneas (ex: braquiária, capim-colchão, etc), dicotiledôneas (ex: caruru, joá, guanxuma, etc) e possuem um vasto banco de sementes.</p>
<p>Estes tratamentos apresentam bons resultados em virtude dos produtos à base de Diuron serem excelentes no controle de dicotiledôneas e na pré-emergência das plantas daninhas em geral e os produtos a base de MSMA serem bastante eficientes no controle das monocotiledôneas.</p>
<p>Consulte um profissional especializado antes de realizar qualquer manejo químico. A utilização de herbicidas de maneira errônea ou em momentos inoportunos causam impactos negativos no custo de produção além de prejudicar o meio ambiente.</p>
<h2>Aprenda a potencializar o uso das pastagens e aumentar a produtividade do rebanho</h2>
<p>O controle eficiente de plantas daninhas no Tifton 85 é apenas uma das práticas que podem transformar o desempenho da sua pecuária leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo de pastagens, nutrição, reprodução e gestão financeira, garantindo maior rentabilidade e sustentabilidade para o seu negócio.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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