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	<title>matéria seca Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>matéria seca Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Período de transição em vacas leiteiras: o que é e qual a sua importância</title>
		<link>https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 13:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[matéria seca]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de transição das vacas consiste nas três últimas semanas do pré-parto e nas três primeiras semanas após o parto. O animal passa de não lactante gestante para lactante não gestante. Nesse período grandes mudanças metabólicas, endócrinas e nutricionais ocorrem no organismo do animal, essas alterações podem promover distúrbios de saúde nas vacas leiteiras. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/">Período de transição em vacas leiteiras: o que é e qual a sua importância</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O período de transição das vacas consiste nas três últimas semanas do pré-parto e nas três primeiras semanas após o parto. O animal passa de não lactante gestante para lactante não gestante.</p>
<p>Nesse período grandes mudanças metabólicas, endócrinas e nutricionais ocorrem no organismo do animal, essas alterações podem promover distúrbios de saúde nas vacas leiteiras.</p>
<p>Neste artigo nós iremos responder as seguintes dúvidas: <strong>O que é período de transição e qual a sua importância?</strong></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é período de transição?</h2>
<p><strong>O período de transição é o período entre a 3º semana pré-parto e a 3º pós-parto.</strong> É caracterizado por intensas alterações fisiológicas, nutricionais e metabólicas, ocorrências que expõem a vaca leiteira a distúrbios de saúde.</p>
<h3>O que acontece com a vaca nesse momento?</h3>
<p>Durante esse período, eventos como o rápido crescimento fetal, o desenvolvimento da glândula mamária, a colostragem e o início da produção de leite, aumentam consideravelmente as exigências nutricionais do animal.</p>
<p>No entanto, o consumo de alimentos não acompanha as exigências das vacas, na prática a ingestão de matéria seca cai expressivamente. Observe a representação abaixo:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-45925 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/periodo-transicao.webp" alt="Gráfico com consumo de matéria seca no período de transição de vacas leiteiras" width="603" height="402" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/periodo-transicao.webp 603w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/periodo-transicao-300x200.webp 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/periodo-transicao-370x247.webp 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/periodo-transicao-270x180.webp 270w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Educapoint</span></p>
<p>O desequilíbrio entre a quantidade de matéria seca ingerida e a quantidade exigida, ocasiona o balanço energético negativo.</p>
<p>O organismo do animal, em uma tentativa de reverter esse quadro, começa a mobilizar fontes de energia alternativa a partir das reservas corporais. Essa ação, predispõe a vaca a uma série de doenças relacionadas ao metabolismo, como exemplo principal a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">cetose</a></strong>.</p>
<h2>A importância do período de transição</h2>
<p>O período de transição possui grande importância dentro do ciclo produtivo, afinal durante esse período as vacas ficam susceptíveis a doenças que podem afetar o parto, a lactação futura e o desempenho reprodutivo dos animais.</p>
<p>Dentre as doenças que podem ocorrer no período de transição, é possível destacar a <a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>cetose</strong></a> e esteatose hepática, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/hipocalcemia-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">hipocalcemia</a></strong> (febre do leite ou febre puerperal), <a href="https://rehagro.com.br/blog/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>mastite</strong></a>, acidose, laminite e o deslocamento de abomaso.</p>
<p>Esse período possui impacto direto na <a href="https://rehagro.com.br/blog/como-aumentar-a-produtividade-na-pecuaria-leiteira/" target="_blank" rel="noopener"><strong>produtividade</strong></a> e na lucratividade da fazenda, afetando a quantidade de leite produzida e os gastos com sanidade dos animais.</p>
<p>Diante disso, é essencial planejar processos que visem minimizar os danos negativos do período de transição, visando reduzir a ocorrência e os gastos com as doenças recorrentes. Esse planejamento deve considerar principalmente o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">manejo nutricional adequado no pré-parto</a></strong>, afinal ele é fundamental para reverter ou reduzir o quadro de balanço energético negativo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-fisiologia-manejo-periodo-transicao?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-periodo-transicao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39653 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao.png" alt="E-book Período de transição de vacas leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao.png 980w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-300x97.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-768x248.png 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-370x120.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-270x87.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-740x239.png 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-periodo-transicao-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>O período de transição é de extrema importância no ciclo produtivo da fazenda, entender como ele ocorre e como prevenir as intercorrências ocasionadas por ele é essencial para se ter sucesso na pecuária leiteira.</p>
<h2>Cuidados estratégicos para garantir um pico de produção saudável</h2>
<p>O período de transição é decisivo para a saúde, a produtividade e a rentabilidade das vacas leiteiras.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=periodo-transicao">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar manejos nutricionais, sanitários e de gestão que reduzem riscos, aumentam a eficiência e garantem mais litros de leite no tanque desde o início da lactação.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=periodo-transicao" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-43763 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="966" height="329" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo.jpg 966w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-300x102.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-768x262.jpg 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-370x126.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-270x92.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-740x252.jpg 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-pl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="(max-width: 966px) 100vw, 966px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14439 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg" alt="Bruno Guimarães" width="300" height="96" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-300x96.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-768x246.jpg 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-370x118.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-270x86.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-740x237.jpg 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes-150x48.jpg 150w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/08/bruno-guimaraes.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Irrigação de pastagens: como fazer e quais os principais sistemas utilizados?</title>
		<link>https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 14:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[forragem]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[lucratividade]]></category>
		<category><![CDATA[matéria seca]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para se alcançar maiores índices de produtividade, alguns produtores rurais buscam alternativas para incrementar a produção de carne e leite na propriedade e, consequentemente, aumentar os seus lucros gerados. Com a irrigação das pastagens, o manejo da bovinocultura de corte e leite torna-se mais simples do que em sistema tradicional de pastejo rotacionado. Sem as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para se alcançar maiores índices de produtividade, alguns produtores rurais buscam alternativas para incrementar a produção de carne e leite na propriedade e, consequentemente, aumentar os seus lucros gerados.</p>
<p>Com a <strong>irrigação das pastagens</strong>, o manejo da bovinocultura de corte e leite torna-se mais simples do que em sistema tradicional de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastejo rotacionado</a></strong>.</p>
<p>Sem as flutuações na produção, devido a veranicos, o sistema torna-se mais estável, em regiões que não tem problemas de temperaturas e fotoperíodo.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Irrigação de pastagens e custos de produção</h2>
<p>A irrigação e a fertirrigação em pastagem são técnicas cujas aplicações vêm crescendo no Brasil, possibilitando obter <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brachiaria-principais-especies/" target="_blank" rel="noopener">forrageiras</a></strong> de melhor valor nutricional e maiores índices de produção de matéria seca, <strong>além de favorecer o manejo racional do sistema de produção animal</strong>.</p>
<p>Em muitos países, técnicos e produtores inicialmente usaram a irrigação na tentativa de solucionar o problema da estacionalidade de produção das pastagens, determinada pelo déficit dos fatores temperatura, luminosidade e água.</p>
<p>A <strong>irrigação da pastagem pode reduzir custos de produção</strong> e tempo de trabalho para alimentar o rebanho, comparada a outras alternativas de suplementação no outono-inverno, tais como a silagem e o feno, conforme a figura a seguir.</p>
<p>Isso ocorre pela utilização de menor área, uso de água de baixa qualidade e possibilidade de prolongar o período de pastejo durante a estação seca.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10934 size-large" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-1024x734.jpg" alt="Comparação de custos na produção de matéria seca" width="770" height="552" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-1024x734.jpg 1024w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-300x215.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-768x551.jpg 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-370x265.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-270x194.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2-740x531.jpg 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-2.jpg 1429w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Comparação de custos de produção de tonelada de matéria seca /</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Adaptado de Drumond; Aguiar (2005).</span></span></p>
<p>Em regiões onde a temperatura não é fator limitante, a irrigação pode ser uma alternativa para a produção intensiva de carne e leite em pequenas áreas, sendo possível reduzir custos de produção e de mão-de-obra.</p>
<p>A irrigação de espécies forrageiras deve ser a última etapa a ser cumprida num sistema de produção pecuário ou de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sistema-integracao-lavoura-pecuaria/">lavoura-pecuária</a></strong>.</p>
<p>Os demais cuidados relativos ao planejamento da propriedade, a genética animal, o manejo do rebanho, a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/5-principais-etapas-para-uma-reforma-de-pastagem-bem-feita/" target="_blank" rel="noopener">recuperação</a></strong> e a adubação das pastagens já devem ter sido tomados.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Produção de pastagens em condições irrigadas</h2>
<p>Em 2002, os pesquisadores Aguiar e Silva mediram o acúmulo de forragem de uma pastagem de capim braquiarão adubada e irrigada em condições de campo, na Fazenda Santa Ofélia, localizada no município de Selvíria, MS.</p>
<p>Eles observaram que a participação da forragem acumulada na estação de inverno foi 61% da acumulada na estação de verão. A média de lotação foi de 6,89 UA ha-1, muito superior à média brasileira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41407 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1.png" alt="Tabela com o acúmulo de matéria seca estacional" width="590" height="418" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1.png 590w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-300x213.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-370x262.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-270x191.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-1-150x106.png 150w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Acúmulo de matéria seca (t ha-1) estacional, anual e taxa de lotação em uma pastagem de capim Braquiarão adubada e irrigada para o ano pastoril 2001/2002, Selvíria, MS.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Legenda: MS – Matéria Seca / UA – Unidade Animal/ </span><span style="font-weight: 400;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: AGUIAR; SILVA (2002)</span>.</span></p>
<p>O autor ainda apresenta dados importantes dos potenciais de produção de leite em diferentes sistemas de produção na Austrália, de acordo com o nível tecnológico adotado (Tabela 2).</p>
<p>O que chama a atenção nesses trabalhos realizados em outros países é que não é comum encontrar dados de irrigação de pastagens para bovinos de corte. Isso contraria a realidade atual no Brasil diante da grande adoção da irrigação de pastagens pelos pecuaristas de gado de corte, sendo a maioria dos dados disponíveis para os sistemas de produção de fazendas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-41408 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2.png" alt="Tabela da capacidade de carga e produção por hectare de vários pastos" width="628" height="253" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2.png 628w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-300x121.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-370x149.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-270x109.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-2-150x60.png 150w" sizes="auto, (max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Capacidade de carga e produção por hectare de vários pastos sem suplementação na Austrália / </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: AGUIAR; SILVA (2002).</span></span></p>
<p>Em outro experimento realizado, ele cita que na Fazenda Escola da Fazu em Uberaba, com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/">capim Tifton</a></strong> 85, ocorreu diferença significativa entre os tratamentos irrigado e sequeiro ao longo de um ano, exceto no inverno.</p>
<p>A diferença foi devido a maior produção de forragem nas estações de primavera, verão e outono, quando as condições climáticas permitiram uma resposta da planta à irrigação. Entretanto, quando ocorreu redução da temperatura, ou seja, no inverno, não houve diferença entre os tratamentos irrigado e sequeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-41409" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3.png" alt="Tabela da massa de forragem em pastagem irrigada e pastagem não irrigada" width="654" height="153" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3.png 654w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-300x70.png 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-370x87.png 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-270x63.png 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/tabela-irrigacao-3-150x35.png 150w" sizes="auto, (max-width: 654px) 100vw, 654px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Massa de forragem (kg de MS ha-1) em pastagem irrigada e pastagem não irrigada de Tifton 85, submetido a manejo intensivo do pastejo, Uberaba, MG /</span><span style="font-weight: 400;">Fonte: AGUIAR; SILVA (2002).</span></span></p>
<h2>Sistemas de irrigação para pastagem</h2>
<p>A maioria dos sistemas de irrigação de pastagem disponíveis poderia ser utilizada para irrigar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-especie-forrageira-para-a-sua-fazenda/">espécies forrageiras</a></strong>.</p>
<p>Porém, na prática, vários fatores limitam esta generalização, como custos de investimento e operação do sistema, disponibilidade de mão de obra para operação, topografia, solo, clima, espécie forrageira, presença do animal e questão cultural.</p>
<p>No Brasil, a maioria dos projetos de irrigação de pastagem está sendo realizada por <strong>aspersão</strong>, com o uso de pivô central, aspersão em malha e, em menor escala, aspersão convencional com canhão e autopropelido.</p>
<h3>Irrigação em aspersão em malha</h3>
<p>Tem como características principais a utilização de tubos de PVC de baixo diâmetro, que constituem as linhas laterais que, ao contrário da aspersão convencional, são interligadas em malha.</p>
<p>Além disso, possui baixo consumo de energia; adaptação a qualquer tipo de terreno; possibilidade de divisão da área em várias subáreas; facilidade de operação e manutenção; possibilidade de fertirrigação e baixo custo de instalação e manutenção.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10938 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6.jpg" alt="Irrigação de pastagem com aspersão em malha com aspersor pequeno" width="421" height="316" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6.jpg 421w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-300x225.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-370x278.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-270x203.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-6-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Aspersão em malha com aspersor pequeno</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10939 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7.jpg" alt="Irrigação de pastagem com aspersão em malha com mini-canhão" width="421" height="316" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7.jpg 421w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-300x225.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-370x278.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-270x203.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-7-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Aspersão em malha com mini-canhão</span></p>
<h3>Irrigação com pivô central</h3>
<p>É o equipamento mais utilizado na irrigação de pastagem, devido às facilidades de instalação, manejo e fertirrigação. Além disso, este sistema permitiu a automação de todo o processo. Tem custo de instalação de R$ 4.000,00 a R$ 5.000,00.</p>
<p>A divisão da área em piquetes tem sido realizada de formas diferentes. Algumas favorecem o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estrategias-de-manejo-de-pastagem/" target="_blank" rel="noopener">manejo da pastagem</a></strong> e dos animais e outras favorecem o manejo da irrigação e da fertirrigação.</p>
<p>É realmente difícil encontrar uma maneira que favoreça as duas situações. A mais utilizada é a forma de “pizza”, pois dentre outras coisas, favorece em muito o processo de fertirrigação.</p>
<p>A área de lazer pode ser feita no centro ou na periferia do pivô. Quando instalada no centro, têm-se observado problemas de compactação na região de estreitamento e formação de grande quantidade de lama na ocasião de uma chuva.</p>
<p>A vantagem é a facilidade, construção, manejo, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bebedouro-para-gado-e-a-importancia-da-qualidade-da-agua/">distribuição de bebedouros</a></strong> e cochos de sal <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/suplementacao-mineral-para-bovinos-de-corte/">mineral</a></strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10942 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10.jpg" alt="Divisão da área em pizza " width="421" height="258" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10.jpg 421w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10-300x184.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10-370x227.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-10-270x165.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Divisão em pizza, com área de lazer no centro do Pivô (Fonte Valley).</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10943" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11.jpg" alt="Irrigação de pastagem com pivô central" width="421" height="316" srcset="https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11.jpg 397w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-300x225.jpg 300w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-370x278.jpg 370w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-270x203.jpg 270w, https://blog-ori.rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/irrigacao-de-pastagens-11-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Exemplo de pastagem irrigada com pivô central.</span></p>
<p>A técnica de irrigar pastagens possibilita uma melhoria na qualidade da forragem e um aumento significativo na produção de matéria seca por área, com consequente acréscimo na taxa de lotação (UA/ha), proporcionando a obtenção de índices satisfatórios de lucratividade, tornando a atividade altamente competitiva no agronegócio nacional.</p>
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