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	<title>doenças da soja Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>doenças da soja Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Mofo-branco na soja: como identificar, prevenir e controlar de forma eficaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 13:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
		<category><![CDATA[mofo-branco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mofo-branco é uma das doenças mais severas que afetam a cultura da soja no Brasil. Essa doença compromete significativamente a produtividade e exige atenção redobrada dos produtores e técnicos. Sua presença no campo está ligada a fatores como clima úmido, temperaturas amenas, manejo cultural inadequado e alta densidade de plantas, elementos comuns em diversas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mofo-branco</strong> é uma das doenças <strong>mais severas</strong> que afetam a cultura da soja no Brasil. Essa doença compromete significativamente a produtividade e exige atenção redobrada dos produtores e técnicos.</p>
<p>Sua presença no campo está ligada a fatores como clima úmido, temperaturas amenas, manejo cultural inadequado e alta densidade de plantas, elementos comuns em diversas regiões produtoras.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender como a doença se manifesta, quais práticas favorecem seu avanço, os impactos econômicos envolvidos e, principalmente, como agir de forma eficaz para prevenir e controlar o mofo-branco na lavoura de soja.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é o mofo-branco: definição e agentes causadores</h2>
<p>O <strong>mofo-branco</strong>, também conhecido como <strong>podridão branca da haste</strong>, é uma doença fúngica causada pelo patógeno <i>Sclerotinia sclerotiorum</i>. Este fungo tem alta capacidade de sobrevivência no solo por meio de estruturas de resistência chamadas escleródios, que podem permanecer viáveis por vários anos na lavoura, mesmo na ausência de hospedeiros.</p>
<p>A doença é particularmente preocupante em culturas de clima subtropical e temperado, como a soja, onde se encontram condições ideais de desenvolvimento.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40339" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1.jpg" alt="Planta de soja com sintomas de mofo-branco" width="1920" height="870" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1.jpg 1920w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-300x136.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-1024x464.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-768x348.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-1536x696.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-370x168.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-270x122.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-740x335.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-1-150x68.jpg 150w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura 1: Planta infectada por mofo branco (a); Vagem de soja infectada (b); escleródios se desenvolvendo no interior do caule da planta (c). Fonte: Caroline Hawerroth. </span></p>
<p>O mofo branco pode adentrar a lavoura por meio de sementes contaminadas, as quais transportam junto ao lote os escleródios, além de maquinários e implementos que entraram em contato com solo ou plantas infectadas, levando as estruturas de resistência para áreas não contaminadas.</p>
<p>A partir daí, os escleródios podem permanecer viáveis no solo por vários anos, aguardando condições favoráveis de temperatura e umidade para germinar e infectar as plantas, dando sequência ao ciclo da doença.</p>
<p>A doença é bastante agressiva pelo fato de ser causada por um <strong>fungo necrotrófico</strong>. Nesse caso, durante o processo de colonização da planta hospedeira, o fungo provoca a morte dos tecidos vegetais, prejudicando o desenvolvimento e a produtividade da cultura.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como identificar o mofo-branco no campo?</h2>
<h3>Sintomas visuais na lavoura</h3>
<p>Os sintomas de mofo-branco incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Murcha na parte aérea da planta</strong>, especialmente em fases de florescimento e formação de vagens, seca das folhas;</li>
<li><strong>Manchas aquosas</strong>, de aspecto encharcado no caule, que rapidamente evoluem para lesões amolecidas cobertas por micélio branco (o “mofo” branco, com aspecto de algodão);</li>
<li><strong>Presença de escleródios pretos</strong>, duros, semelhantes a fezes de rato, dentro e fora dos tecidos da planta afetada;</li>
<li><strong>Queda precoce de folhas e flores</strong>, além de má formação das vagens.</li>
</ul>
<p>A doença geralmente começa em manchas isoladas, mas pode alastrar pela lavoura sob condições favoráveis, através da germinação dos escleródios e disseminação dos ascósporos pelo vento, infectando plantas vizinhas.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40340" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2.jpg" alt="Planta de soja com sintomas de murcha" width="1791" height="1080" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2.jpg 1791w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-300x181.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-1024x617.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-768x463.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-1536x926.jpg 1536w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-370x223.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-270x163.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-740x446.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-2-150x90.jpg 150w" sizes="(max-width: 1791px) 100vw, 1791px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura 2: Planta de soja infectada com sintomas de murcha (a); Planta infectada, com formação de escleródios a partir do micélio cotonoso (b). Fonte: Aline Zaqueu</span></p>
<h3>Momentos críticos da cultura</h3>
<p>A atenção deve ser redobrada em alguns estádios críticos da cultura e condições:</p>
<ul>
<li><strong>Estádio R1 (início do florescimento) até R3 (formação de vagens)</strong>: fase ideal para infecção, pois o fungo coloniza flores e tecidos jovens; Intervenções devem iniciar preventivamente, desde o TS, uso de biológicos e aplicações no pré-florescimento;</li>
<li><strong>Períodos chuvosos e temperaturas amenas</strong>: especialmente em regiões com histórico da doença;</li>
<li><strong>Alta população de plantas</strong>: o microclima formado favorece o surgimento dos apotécios.</li>
</ul>
<h3>Por que ele é considerado um dos principais desafios fitossanitários da soja</h3>
<p>A severidade do mofo-branco na soja está relacionada à sua capacidade de:</p>
<ul>
<li>Infectar diversas partes da planta, como caules, folhas, flores e vagens;</li>
<li>Ocasionar morte prematura das plantas;</li>
<li>Gerar danos irreversíveis na arquitetura da lavoura, comprometendo a colheita;</li>
<li>Apresentar dificuldade de controle em estágios avançados da infecção;</li>
<li>Gerar estruturas de resistência que permanecem viáveis por vários anos na lavoura.</li>
</ul>
<p>Além disso, o fungo <i>Sclerotinia sclerotiorum</i> possui amplo espectro de hospedeiros, podendo afetar mais de 400 espécies de plantas, o que torna sua eliminação um grande desafio agronômico.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>Fatores que favorecem o desenvolvimento da doença</h2>
<h3>Condições climáticas ideais para o surgimento</h3>
<p>O mofo-branco na soja encontra nas <strong>condições climáticas</strong> <strong>úmidas e frias</strong> o ambiente perfeito para sua proliferação. As situações mais propícias incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Temperaturas entre 18°C e 25°C</strong> durante o final do vegetativo e início do reprodutivo, na fase de florescimento da soja;</li>
<li><strong>Alta umidade relativa do ar (&gt;80%)</strong> por períodos prolongados;</li>
<li>Presença de <strong>neblina, orvalho intenso ou chuvas contínuas</strong>, especialmente no <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/">estádio</a></strong> R1 a R3 da cultura.</li>
</ul>
<p>Essas condições favorecem a germinação dos escleródios e a produção de apotécios, estruturas que liberam os ascósporos, esporos responsáveis pela disseminação da doença pelo vento a curtas distâncias.</p>
<h3>Práticas de manejo que contribuem para o agravamento da doença</h3>
<p>Algumas decisões agronômicas e operacionais podem aumentar consideravelmente o risco de incidência da doença:</p>
<ul>
<li><strong>Plantios muito adensados</strong>, criando um microclima favorável para a germinação dos escleródios;</li>
<li><strong>Não adotar estratégias integradas de manejo</strong>, como uso de produtos biológicos, químicos e manejo cultural</li>
<li>Falta de <a href="https://rehagro.com.br/blog/rotacao-de-culturas/"><strong>rotação de culturas</strong></a> com espécies não hospedeiras;</li>
<li>Aplicações tardias ou manejos ineficazes de fungicidas.</li>
</ul>
<p>Além disso, a ausência de monitoramento e de planejamento estratégico da lavoura faz com que produtores apenas &#8220;apaguem incêndios&#8221;, quando o ideal é agir preventivamente.</p>
<h3>Hospedeiros alternativos e sua influência no ciclo da doença</h3>
<p>O fungo <i>Sclerotinia sclerotiorum</i> possui um amplo leque de hospedeiros alternativos que podem servir de ponte entre uma safra e outra. São mais de <strong>400 espécies hospedeiras</strong> e abaixo listamos alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>Algodão;</li>
<li>Feijão;</li>
<li>Batata;</li>
<li>Tomate;</li>
<li>Girassol;</li>
<li>Alface.</li>
</ul>
<p>Essas plantas, ao manterem o fungo vivo no ambiente, dificultam o controle da doença, favorecem a infecção de novas áreas e nos acendem um alerta para a escolha estratégica de culturas para rotação em áreas afetadas.</p>
<h2>Como controlar o mofo-branco na soja?</h2>
<h3>Manejo integrado como estratégia eficaz</h3>
<p>A forma mais efetiva de se controlar o mofo-branco de maneira consistente é por meio do <strong>Manejo Integrado de Doenças</strong>, que une múltiplas estratégias de controle com foco em:</p>
<ul>
<li>Redução da fonte de inóculo no solo.</li>
<li>Prevenção da entrada do patógeno nas áreas.</li>
<li>Proteção contra a infecção da planta em momentos críticos.</li>
<li>Monitoramento contínuo.</li>
</ul>
<p>As práticas mais recomendadas para o mofo-branco incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Rotação de culturas com espécies não hospedeiras</strong> (como milho, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-do-estadio-fenologico-do-trigo-ciclo-de-desenvolvimento/">trigo</a></strong>, gramíneas de maneira geral);</li>
<li><strong>Utilizar</strong> <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sementes-de-qualidade-como-escolher-para-ter-alta-performance/">sementes de boa qualidade</a></strong>, para evitar a entrada e disseminação de escleródios durante o plantio</li>
<li>Uso de <strong>cultivares com arquitetura mais aberta</strong> e adequação da população de plantas, o que favorece a aeração entre as plantas;</li>
<li>Adoção do <strong>biocontrole</strong> com fungos do gênero <i>Trichoderma, </i>para complementação do manejo químico, inibindo a germinação dos escleródios. Deve-se optar pelas aplicações do Trichoderma durante o vegetativo da soja, mas também após a colheita, visando atingir os escleródios que restaram no solo, e nas culturas de cobertura e de segunda safra.</li>
<li><strong>Manter o solo coberto com palhada</strong>, para dificultar a germinação dos escleródios</li>
<li><strong>Adotar manejo químico</strong>:
<ul>
<li>Utilizar sementes tratadas com fungicidas, como tiofanato metílico.</li>
<li>Realizar aplicações aéreas a partir do pré-florescimento da soja com uso de ingredientes ativos como procimidona, tiofanato metílico, fluazinam, fluopiram, dimoxistrobina e boscalida, antes do fechamento das ruas e do florescimento pleno, garantindo que os ativos atinjam o alvo e protejam a planta de maneira satisfatória.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Essas abordagens têm contribuído para <strong>reduções significativas na carga de inóculo no solo</strong> e menor reincidência da doença em safras subsequentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40341" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3.jpg" alt="Estratégias de manejo para o mofo-branco" width="1067" height="542" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3.jpg 1067w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-300x152.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-1024x520.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-768x390.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-370x188.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-270x137.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-740x376.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mofo-branco-soja-3-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1067px) 100vw, 1067px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14px;">Figura 3: Estratégias de manejo cultural, biológico e químico para o mofo branco. Fonte: Caroline Hawerroth. </span></p>
<h3>Benefícios reais de um planejamento fitossanitário bem estruturado</h3>
<p>Quando o produtor adota uma abordagem estruturada, os resultados são consistentes:</p>
<ul>
<li>Redução de escleródios no solo ao longo dos anos.</li>
<li>Menor dependência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">fungicidas</a></strong> químicos com adoção de estratégias integradas.</li>
<li>Aumento da produtividade média em áreas de alta pressão da doença.</li>
</ul>
<p>Planejamento fitossanitário não é um custo adicional, mas um investimento. E quanto antes for iniciado, maior o retorno agronômico e econômico para a fazenda.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>mofo-branco</strong> representa <strong>um dos maiores desafios para a cultura da soja no Brasil</strong>, não apenas pela sua agressividade, mas principalmente por exigir um olhar técnico, preventivo e contínuo por parte de quem conduz a lavoura.</p>
<p>Mais do que combater o problema, o caminho está em entender sua dinâmica, monitorar atentamente o campo, planejar com antecedência as medidas de controle e, acima de tudo, aplicar estratégias integradas que envolvam boas práticas culturais, controle químico e biológico.</p>
<p>À medida que novas ferramentas se tornam disponíveis e o conhecimento técnico avança, o controle da doença se torna cada vez mais uma questão de escolha e atitude do produtor. Investir em informação e buscar o apoio de profissionais qualificados pode fazer toda a diferença entre uma lavoura vulnerável e uma lavoura preparada.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Guia Principais doenças da cultura da soja</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/guia-principais-doencas-da-cultura-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[GUIAS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconheça os sintomas e proteja a lavoura a tempo. Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais doenças que afetam a cultura da soja. Aprenda a identificar lesões foliares, podridões, manchas e outras alterações causadas por fungos, com apoio de fotos reais, sintomas claros e condições favoráveis ao desenvolvimento de cada patógeno. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reconheça os sintomas e proteja a lavoura a tempo.</p>
<p>Baixe gratuitamente o guia técnico e visual com as principais doenças que afetam a cultura da soja.</p>
<p>Aprenda a identificar lesões foliares, podridões, manchas e outras alterações causadas por fungos, com apoio de fotos reais, sintomas claros e condições favoráveis ao desenvolvimento de cada patógeno.</p>
<h2>O que você vai encontrar neste material técnico:</h2>
<ul>
<li>Fotos reais das principais doenças da soja, como ferrugem asiática, antracnose e mofo-branco;</li>
<li>Descrição dos sintomas em folhas, hastes, vagens e plântulas;</li>
<li>Condições favoráveis ao surgimento de cada doença;</li>
<li>Base técnica para orientar o monitoramento e controle eficiente.</li>
</ul>
<h2>Este material é ideal para:</h2>
<ul>
<li>Produtores de soja que desejam evitar perdas com diagnóstico precoce;</li>
<li>Técnicos agrícolas e consultores que atuam no manejo fitossanitário;</li>
<li>Gerentes rurais que buscam proteger o potencial produtivo da lavoura com base técnica.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ferrugem asiática da soja: impactos e estratégias de manejo</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-asiatica-da-soja-impactos-e-estrategias-de-manejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ferrugem asiática é uma das doenças mais prejudiciais à cultura da soja, causando grandes perdas econômicas e reduzindo significativamente a produtividade das lavouras. Provocada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, essa doença foi identificada inicialmente na Ásia e, ao longo dos anos, se espalhou por diversas regiões produtoras de soja, incluindo a América do Sul, onde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>ferrugem asiática</strong> é uma das <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/">doenças</a></strong> mais prejudiciais à cultura da soja, causando grandes perdas econômicas e reduzindo significativamente a produtividade das lavouras.</p>
<p>Provocada pelo fungo <em>Phakopsora pachyrhizi</em>, essa doença foi identificada inicialmente na Ásia e, ao longo dos anos, se espalhou por diversas regiões produtoras de soja, incluindo a América do Sul, onde encontrou condições ideais para sua disseminação.</p>
<p>Neste artigo, abordaremos o que é a ferrugem asiática, seus impactos e os danos que causa, além das <strong>melhores formas de controle e manejo</strong> para minimizar suas consequências e garantir uma produção mais eficiente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>O que é a ferrugem asiática da soja?</h2>
<p>A ferrugem asiática é uma doença fúngica causada pelo <i>Phakopsora pachyrhizi</i>, que ataca as folhas da soja. O fungo provoca o surgimento de <strong>pequenas manchas escuras,</strong> que evoluem para pústulas e, em estágios avançados, levam à desfolha prematura das plantas.</p>
<p>A disseminação da ferrugem ocorre por meio dos esporos do fungo, que são transportados pelo vento, permitindo que a doença se espalhe rapidamente por grandes áreas. <strong>O clima quente e úmido favorece seu desenvolvimento</strong>, tornando regiões com essas condições mais suscetíveis ao problema.</p>
<h2>Quais são os impactos da ferrugem asiática?</h2>
<p>A ferrugem asiática pode causar perdas expressivas na produtividade da soja. Sem um controle eficiente, <strong>a redução no rendimento pode variar entre 10% e 80%</strong>, dependendo da severidade da doença, das condições ambientais e do momento no ciclo da cultura que ocorrer a infestação.</p>
<h3>Redução da produtividade</h3>
<p>A doença compromete a fotossíntese da planta, resultando na perda prematura das folhas e, consequentemente, na redução da formação de vagens e grãos. Em infestações severas, toda a lavoura pode ser comprometida.</p>
<h3>Impactos econômicos</h3>
<p>O custo do manejo da ferrugem asiática é elevado, pois <strong>exige aplicações frequentes de fungicidas e adoção de boas práticas agrícolas</strong>. Estima-se que, globalmente, os prejuízos causados por essa doença somam bilhões de dólares todos os anos.</p>
<h3>Influência no mercado de grãos</h3>
<p>Sendo o Brasil um dos maiores produtores e exportadores de soja, surtos da ferrugem asiática impactam diretamente o mercado global. A redução da oferta pode provocar aumentos nos preços da soja e gerar instabilidade no setor de commodities agrícolas.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sintomas da ferrugem asiática na soja</h2>
<p>Os primeiros sinais da ferrugem asiática aparecem como<strong> pequenas lesões de cor marrom ou marrom-escuro nas folhas</strong>. Com o avanço da doença, essas lesões se multiplicam e dão origem a pústulas que liberam esporos do fungo.</p>
<p>Em estágios avançados, a infecção provoca a desfolha precoce das plantas, enfraquecendo-as e reduzindo sua capacidade produtiva. A lavoura afetada pode apresentar um aspecto seco e pouco desenvolvido.</p>
<h3>Fases do desenvolvimento da doença</h3>
<ol>
<li><strong>Infecção inicial:</strong> Os esporos do fungo pousam sobre as folhas e germinam, penetrando nos tecidos foliares.</li>
<li><strong>Formação de lesões:</strong> Pequenas manchas escuras começam a surgir nas folhas.</li>
<li><strong>Produção de esporos:</strong> As lesões evoluem para pústulas, que liberam novos esporos no ar.</li>
<li><strong>Desfolha prematura:</strong> A planta perde as folhas antes do tempo, o que compromete a fotossíntese, produção de fotoassimilados, o crescimento e enchimento de grãos.</li>
</ol>
<h2>Como manejar a ferrugem asiática?</h2>
<p>O controle da ferrugem asiática exige um conjunto de estratégias preventivas e corretivas. Veja as principais práticas recomendadas:</p>
<h3>Prevenção e boas práticas agrícolas</h3>
<ul>
<li><strong>Rotação de culturas</strong>: Alternar o cultivo da soja com outras culturas que não são hospedeiras do fungo ajuda a reduzir a incidência da doença.</li>
<li><strong>Época de plantio adequada</strong>: Planejar o plantio para períodos menos favoráveis ao fungo pode minimizar os riscos de infecção.</li>
<li><strong>Eliminação de plantas voluntárias</strong>: Remover plantas de soja que crescem espontaneamente evita que o fungo sobreviva entre as safras.</li>
</ul>
<h3>Controle químico</h3>
<p>O uso de fungicidas é uma das formas mais eficazes de controlar a ferrugem asiática. Os produtos podem ser:</p>
<ul>
<li><strong>Sistêmicos</strong><span style="font-weight: 400;">: São absorvidos pela planta e agem de dentro para fora, protegendo contra infecções futuras.</span></li>
<li><strong>De contato</strong><span style="font-weight: 400;">: Criam uma barreira protetora na superfície das folhas, impedindo que o fungo se estabeleça.</span></li>
</ul>
<p><strong>Dica importante</strong>: Para evitar que o fungo desenvolva resistência aos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/">fungicidas</a></strong>, é fundamental seguir as recomendações técnicas e alternar os produtos utilizados.</p>
<h3>Resistência genética</h3>
<p>O desenvolvimento de <strong>variedades de soja resistentes à ferrugem asiática</strong> é uma alternativa sustentável e promissora. Instituições de pesquisa vêm trabalhando na criação de cultivares que possuem maior tolerância ao <i>Phakopsora pachyrhizi</i>.</p>
<h3>Monitoramento constante</h3>
<p>A detecção precoce da doença faz toda a diferença no sucesso do manejo. Inspeções frequentes na lavoura e o uso de tecnologias como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agricultura-de-precisao/">sensores e imagens de satélite</a></strong> ajudam a identificar os primeiros sinais da ferrugem asiática, permitindo uma resposta rápida e eficaz.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>ferrugem asiática</strong> representa um grande desafio para os produtores de soja, <strong>mas com um manejo adequado, seus impactos podem ser minimizados.</strong></p>
<p>A adoção de boas práticas agrícolas, o uso correto de fungicidas e o monitoramento constante da lavoura são fundamentais para controlar a doença.<br />
O desenvolvimento de cultivares resistentes e a pesquisa de novas tecnologias também são aliados importantes na busca por uma produção mais sustentável e lucrativa.</p>
<p>A ferrugem asiática exige atenção e estratégias bem planejadas, mas com conhecimento e técnicas adequadas, é possível garantir a produtividade da soja e a segurança do setor agrícola.</p>
<h2>Pronto para descobrir os segredos da produção de grãos?</h2>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Texto produzido pela Equipe Grãos Rehagro.</p>
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		<title>Doenças da soja: conheça as principais e como controlá-las</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/principais-doencas-da-soja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 15:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[controle biológico]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da soja]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da soja]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[mancha alvo]]></category>
		<category><![CDATA[mofo-branco]]></category>
		<category><![CDATA[nematoides]]></category>
		<category><![CDATA[podridão vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As doenças se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produção da cultura da soja, que podem afetar desde a germinação até o final do enchimento de grãos. As enfermidades podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus e nematoides. Sua importância econômica varia de safra a safra e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As doenças se apresentam como um dos fatores preponderantes, visando o impedimento de atingir o potencial de produção da cultura da soja, que podem afetar desde a germinação até o final do enchimento de grãos.</p>
<p>As enfermidades podem ser causadas por fungos, bactérias, vírus e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nematoides-no-sistema-de-producao-de-graos/" target="_blank" rel="noopener">nematoides</a></strong>. Sua importância econômica varia de safra a safra e de região para região, dependendo das condições climáticas de cada safra. Suas perdas anuais são estimadas de 15 a 20%. <strong>Algumas doenças, entretanto, podem ocasionar perdas de até 100%.</strong></p>
<p>O planejamento da safra deve levar em consideração as doenças mais comuns na região, época na qual ocorrem previsão climática e infraestrutura da propriedade.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<p>Deve-se evitar a introdução de doenças na área utilizando semente certificada &#8211; quando necessário tratadas com fungicidas. A época de semeadura pode significar em maior ou menor número de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener">aplicações de fungicidas</a></strong>, em função da ocorrência da doença em relação ao estádio fenológico da cultura.</p>
<p>O complexo de doenças pode causar diversos danos à lavoura, prejudicando a qualidade dos grãos, tendo como principais problemas: desfolha precoce, tombamento de plantas, queda na produtividade, maturação precoce, redução da atividade fotossintética, redução da qualidade dos grãos e redução no estande de plantas.</p>
<p>Os fungicidas devem ser usados da maneira correta, com dose, época de aplicação e condições de aplicação que possibilitem o controle efetivo dos patógenos, sem o risco de selecionar populações resistentes a eles.</p>
<h2>Principais doenças da soja</h2>
<ul>
<li>Antracnose;</li>
<li>Cancro da haste;</li>
<li>Doença de final de ciclo &#8211; DFC;</li>
<li>Ferrugem asiática;</li>
<li>Mancha-alvo;</li>
<li>Mancha olho-de-rã;</li>
<li>Míldio;</li>
<li>Mofo-branco;</li>
<li>Oídio;</li>
<li>Podridão vermelha da raiz;</li>
<li>Nematoide de cisto;</li>
<li>Nematoide das galhas;</li>
<li>Nematoide das lesões radiculares;</li>
<li>Nematoide da haste verde da soja.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-principais-doencas-soja?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=guia-doencas-soja&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39623 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png" alt="Guia Principais doenças da soja" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-guia-doencas-soja-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>1. Antracnose</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador:</strong> <i>Colletotrichum truncatum, C. sojae, C. plurivorum.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Na parte aérea das plantas, o principal sintoma é a <strong>queda e o apodrecimento de vagens</strong>. As vagens em início de formação, quando infectadas, adquirem coloração castanho-escura a negra, abortam a formação de grãos e ficam retorcidas.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-dos-estadios-fenologicos-da-soja/" target="_blank" rel="noopener">enchimento de grãos (R5 e R6)</a></strong>, as lesões se iniciam por pontos encharcados (anasarca) e evoluem para manchas negras circulares. Os pontos escuros nas lesões são as estruturas de reprodução do fungo (acérvulos). Nas hastes, nos pecíolos e nos ramos florais, a doença se manifesta por manchas negras, ligeiramente deprimidas e brilhantes. Nas folhas, geralmente são observadas lesões necróticas pretas sobre as nervuras.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Para germinar, o fungo precisa de, pelo menos, 12 horas de molhamento foliar, por isso a infecção ocorre em períodos chuvosos ou com alta umidade.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>Deve-se evitar a introdução do fungo na área utilizando sementes sadias e/ou tratadas com fungicidas.</p>
<h3>Manejo da antracnose</h3>
<p>O controle da antracnose é mais eficiente com a adoção de medidas que afetam a sobrevivência do fungo e que evitam proporcionar condições favoráveis à infecção, como rotação de culturas, adubação adequada (principalmente com potássio), população de plantas adequadas a cultivar e manejo eficiente de pragas (principalmente percevejos) e de plantas invasoras.</p>
<h2>2. Cancro da haste</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i><span style="font-weight: 400;">Diaporthe aspalathi; D. caulivora.</span></i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As duas espécies de fungo causam sintomas nas hastes e nas folhas, que se iniciam por pequenos pontos negros que evoluem para <strong>lesões que se tornam castanho-avermelhadas a negras,</strong> alongadas e elípticas e adquirem coloração castanho-clara com bordas castanho-avermelhadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As lesões são profundas e a coloração da medula necrosada varia de castanho-avermelhada em planta ainda verde, a castanho-clara a arroxeada, em haste seca. As <strong>folhas ficam amareladas e com necrose</strong> entre as nervuras (folha carijó). As folhas permanecem presas à planta.</span></p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Períodos prolongados de alta umidade favorecem a produção de estruturas reprodutivas, beneficiando a dispersão dos esporos e infecção.</span></p>
<h3>Disseminação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobrevivem em restos culturais e são disseminadas por sementes contaminadas.</span></p>
<h3>Manejo do cancro da haste</h3>
<p>As medidas de controle são uso de cultivares resistentes (forma mais econômica e eficiente), tratamento de semente, rotação/sucessão de culturas, semeadura com maior espaçamento entre as linhas e entre as plantas e adubação equilibrada (principalmente com potássio).</p>
<h2>3. Doença de final de ciclo &#8211; DFC</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>
<ul>
<li>Crestamento foliar: <i>Cercospora kikuchii;</i></li>
<li>Mancha-parda:<i> Septoria glycines.</i></li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><i>Cercospora kikuchii</i> pode atacar folhas, pecíolos, hastes, vagens e sementes.</p>
<p>Nas folhas, os sintomas são caracterizados por pontuações escuras, castanho-avermelhadas, com bordas irregulares, as quais coalescem e formam <strong>grandes manchas escuras que resultam em crestamento e desfolha prematura</strong>, iniciando pelas folhas do terço superior da planta. Também pode ser observada necrose nas nervuras das folhas.</p>
<p>Nas hastes e nos pecíolos, o fungo causa manchas avermelhadas, geralmente superficiais. Quando a infecção ocorre na parte dos nós, o fungo pode penetrar na haste e causar necrose, de coloração avermelhada na medula.</p>
<p>Nas vagens, aparecem pontuações vermelhas, que evoluem para manchas castanho-avermelhadas. Por meio da vagem, o fungo atinge a semente e causa a mancha-púrpura no tegumento. É o fungo mais frequentemente encontrado em lotes de sementes, porém, não afeta a germinação.</p>
<p>Os primeiros sintomas da mancha-parda podem aparecer cerca de duas semanas após a emergência, como pequenas pontuações ou manchas de contornos angulares, castanho-avermelhadas, nas folhas unifolioladas.</p>
<p>Em situações favoráveis, a doença pode atingir as primeiras folhas trifolioladas e causar desfolha.</p>
<p>Os sintomas podem ocorrer com maior intensidade durante o enchimento de grãos, sendo caracterizados por pontuações pardas nas folhas, menores que 1 mm de diâmetro, as quais evoluem e formam manchas com halos amarelados e centro de contorno angular, de coloração castanha em ambas as faces, medindo até 4 mm de diâmetro.</p>
<p>Infecções severas, na fase de enchimento de vagens, podem causar desfolha e maturação precoce.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Tempo chuvoso ou de alta umidade e temperatura.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>Sobrevivem em restos culturais.</p>
<h3>Manejo da mancha-parda e do crestamento foliar</h3>
<p>Em razão da sobrevivência dos fungos nos restos culturais, a rotação de culturas é indicada para a redução do inóculo na área.</p>
<p>O controle deve ser feito se utilizando de semente livre dos patógenos, tratamento de semente e aplicações na parte aérea, com fungicidas &#8211; os mesmos utilizados para controle da ferrugem-asiática. Isolados de <i>C. kikuchii,</i> com resistência a fungicidas IQo (“estrobilurinas”) e MBC (benzimidazóis) têm sido obtidos de plantas e sementes de diferentes regiões produtoras.</p>
<h2>4. Ferrugem asiática</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Phakopsora pachyrhizi.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os sintomas da ferrugem-asiática podem ser observados <strong>em qualquer estádio de desenvolvimento da planta.</strong></p>
<p>Os órgãos atacados são cotilédones, folhas e hastes, sendo nas folhas os sintomas característicos da doença.</p>
<p>Os sintomas nas folhas tendem a iniciar pelas folhas do terço inferior das plantas, sendo caracterizados por <strong>minúsculos pontos mais escuros do que o tecido sadio da folha, variando de coloração esverdeada a cinza-esverdeada</strong>, com correspondentes saliências (urédias) na face inferior da folha. Essas, abrem-se em um minúsculo poro, por onde são expelidos os uredosporos. As lesões tendem a apresentar formato angular, podendo atingir de 2 mm a 5 mm de diâmetro.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A precipitação pluvial é um fator importante por causa da sua ação de deposição dos esporos, ao mesmo tempo em que promove condições de molhamento. Um mínimo de seis horas de molhamento sobre a superfície da folha é necessário para que ocorram infecções.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação dos esporos ocorre principalmente pelo vento.</p>
<h3>Manejo da ferrugem asiática</h3>
<p>As estratégias recomendadas para reduzir o risco de danos à cultura são:</p>
<ol>
<li>Eliminação de plantas voluntárias de soja e ausência de cultivo de soja na entressafra por meio do vazio sanitário (período de, no mínimo, 60 dias);</li>
<li>Utilização de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-escolher-a-cultivar-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">cultivares resistentes;</a></strong></li>
<li>Utilização de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no início da época recomendada;</li>
<li>Monitoramento da lavoura desde o início do desenvolvimento da cultura, intensificando no fechamento das entrelinhas, associado à utilização de fungicidas no aparecimento dos sintomas ou preventivamente.</li>
</ol>
<p>Os fungicidas utilizados são misturas comerciais de inibidores de desmetilação (IDM ou “triazóis”), inibidores da quinona externa (“estrobilurinas”) e/ou inibidores da succinato desidrogenase (ISDH ou “carboxamidas”).</p>
<p>Esses são os chamados sítio-específicos, porque atuam em um ponto do metabolismo do fungo. Também têm sido utilizados os multi sítios, que atuam em mais de um ponto do metabolismo do fungo, à base de cobre, clorotalonil e mancozeb, associados aos sítio-específicos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-37524 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg" alt="Curso Descobrindo a Produção de Grãos" width="1200" height="624" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr.jpg 1200w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-300x156.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-768x399.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-370x192.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-270x140.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-740x385.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/05/banner_agr-150x78.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<h2>5. Mancha-alvo</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Corynespora cassiicola.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Podem ser observados na folha, no caule, na vagem, na semente, no hipocótilo e nas raízes.</p>
<p>As lesões na folha iniciam por pontuações pardas, com halo amarelado, evoluindo para grandes manchas circulares, de coloração castanho-clara a castanho-escura, atingindo até 20 mm de diâmetro.</p>
<p>Geralmente, as <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-alvo-na-cultura-da-soja-quais-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">manchas apresentam uma pontuação escura no centro, semelhante a um alvo</a></strong>. Plantas severamente infectadas desfolham precocemente. Manchas pardo-avermelhadas podem ser observadas nas nervuras das folhas na haste e nas vagens. As manchas nas vagens são geralmente circulares, de 1 mm de diâmetro e tecido deprimido, com centro escuro e margens amarronzadas.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>As condições que favorecem a doença são temperatura de 18ºC a 32ºC e alta umidade relativa.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O fungo <i>C. cassiicola</i> pode sobreviver em outras plantas, em restos de cultura e na forma de estrutura de resistência (clamidosporos) e na semente infectada.</p>
<h3>Manejo da mancha-alvo</h3>
<p>Para o controle da doença, é recomendado o uso de cultivares resistentes/tolerantes, tratamento de semente, rotação/sucessão de culturas com milho e outras espécies de gramíneas e controle químico com fungicidas.</p>
<p>Os fungicidas contendo os ingredientes ativos protioconazole e fluxapiroxade apresentaram maior eficiência de controle.</p>
<h2>6. Mancha olho-de-rã</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Cercospora sojina.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Essa doença pode atingir folha, haste, vagem e semente. Os sintomas iniciam com pontuações de encharcamento, que evoluem para <strong>manchas com centros de coloração castanho-claro</strong> na face superior da folha, e cinza, na inferior, com bordos castanho-avermelhados nas duas faces.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>As condições favoráveis à ocorrência da doença são temperatura e umidade altas.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O fungo pode ser disseminado por semente e pelo vento. Sobrevive em restos de cultura.</p>
<h3>Manejo da mancha olho-de-rã</h3>
<p>A doença é controlada pelo uso de cultivares resistentes, mas o tratamento de sementes é uma medida que deve ser adotada para evitar a reintrodução do fungo ou a introdução de novas raças de <i>C. sojina</i>.</p>
<h2>7. Míldio</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Peronospora manshurica.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os sintomas nas folhas iniciam por <strong>lesões de 3 mm a 5 mm, verde-claras, que passam a amarelas e, mais tarde, o tecido necrosa</strong>. No verso dessas lesões, na face inferior da folha, aparecem as estruturas de frutificação do patógeno, de aspecto cotonoso e de coloração acinzentada.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A infecção é favorecida por temperaturas amenas (20 °C a 22 °C) e umidade elevada.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O patógeno é introduzido na lavoura por sementes infectadas e por esporos disseminados pelo vento.</p>
<h3>Manejo do míldio</h3>
<p>Não há medidas de controle indicadas em razão da pouca importância econômica da doença.</p>
<h2>8. Mofo-branco</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Sclerotinia sclerotiorum.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Os primeiros sintomas são <strong>manchas aquosas</strong>, adquirindo coloração castanho-clara e desenvolvendo abundante formação de micélio branco e denso.</p>
<p>O fungo é capaz de infectar qualquer parte da planta, porém, as infecções iniciam com frequência a partir de flores, nas axilas das folhas e nos ramos laterais. Ocasionalmente, nas folhas, podem ser observadas murchas e secamentos. Em poucos dias, são formados os escleródios, estruturas negras e rígidas que podem permanecer viáveis no solo por até três anos.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>A fase mais vulnerável da planta vai do estádio da floração plena ao início da formação das vagens (R2 a R3). Escleródios caídos ao solo, sob alta umidade e temperaturas entre 10 ºC e 21 ºC, germinam, formando apotécios.</p>
<p>Os apotécios produzem ascosporos que são liberados ao ar, responsáveis pela infecção das plantas.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A introdução do fungo em uma lavoura ocorre primordialmente por meio de escleródios, que podem ser transportados por máquinas, equipamentos, caminhões e por sementes de diversas espécies, quando não são obedecidos os critérios de manejo durante a produção e o beneficiamento.</p>
<h3>Manejo do mofo-branco</h3>
<p>Deve-se realizar o manejo do mofo-branco pela integração de medidas de controle, tais como:</p>
<ul>
<li>Utilização de <strong>sementes de boa qualidade e tratadas com fungicidas</strong>;</li>
<li>Formação de palhada para cobertura uniforme do solo, preferencialmente com gramíneas;</li>
<li><strong>Rotação e/ou sucessão</strong> com culturas não hospedeiras;</li>
<li>Escolha de cultivares com arquitetura, que favoreça boa aeração entre as plantas (pouco ramificadas e com folhas pequenas) e com período mais curto de florescimento;</li>
<li>População de plantas e espaçamento entrelinhas adequados às cultivares;</li>
<li>Emprego de <strong>controle químico</strong>, com pulverizações foliares de fungicidas principalmente no início da floração até início da formação de vagens;</li>
<li>Emprego do <strong>controle biológico</strong> por meio de infestação do solo com agentes antagonistas;</li>
<li>Limpeza de máquinas e de equipamentos após utilização em área infestada para evitar a disseminação de escleródios.</li>
</ul>
<h2>9. Oídio</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Erysiphe diffusa.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>O sintoma característico é uma fina cobertura branca que pode ser em pequenos pontos ou cobrir toda a parte aérea da planta. Nas folhas, com o passar dos dias, a coloração branca muda para castanho-acinzentada, dando a aparência de sujeira em ambas as faces. Em infecções severas, as folhas podem secar e cair prematuramente.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>É favorecida por períodos de baixa umidade e de temperaturas amenas (18 °C a 24 °C).</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A infecção pode ocorrer em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, porém é mais visível no início da floração.</p>
<h3>Manejo do oídio</h3>
<p>O método mais eficiente de controle do oídio é o uso de cultivares resistentes, podendo ser controlado com uso de fungicidas.</p>
<h2>10. Podridão vermelha da raiz</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Fusarium brasiliense, F. crassistipitatum, F. tucumaniae.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/podridao-vermelha-da-raiz-em-soja/" target="_blank" rel="noopener">sintoma de infecção na raiz</a></strong> inicia com mancha avermelhada, mais visível na raiz principal, geralmente localizada 1 cm a 2 cm abaixo do nível do solo, circundando a raiz e passando da coloração vermelho-arroxeada para castanho-avermelhada a quase negra.</p>
<p>Essa necrose acentuada fica localizada no córtex, enquanto a medula da raiz adquire coloração, no máximo, castanho-clara, se estendendo pelo tecido lenhoso da haste a vários centímetros acima do nível do solo.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Solos compactados, com acúmulo de água, favorecem a ocorrência da doença que aparece em reboleiras.</p>
<h3>Manejo da podridão vermelha da raiz</h3>
<p>Para o manejo da doença, é preciso evitar a semeadura em solos compactados e mal drenados e fazer rotação/sucessão de culturas com sorgo e trigo.</p>
<h2>11. Nematoide de cisto</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Heterodera glycines.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><strong>Penetra nas raízes da soja e dificulta a absorção de água e nutrientes</strong>, resultando em porte reduzido das plantas e clorose na parte aérea, daí a doença ser conhecida como nanismo amarelo da soja. Os sintomas aparecem em reboleiras, geralmente, próximas de estradas ou carreadores.</p>
<p>Em muitos casos, as plantas de soja acabam morrendo. Por outro lado, em regiões com solos mais férteis e com boa distribuição de chuva, os sintomas na parte aérea podem não se manifestar. Por isso, o diagnóstico definitivo exige sempre a observação do sistema radicular.</p>
<p>Na planta parasitada, o sistema radicular fica reduzido e apresenta, a partir dos 30-40 dias após a semeadura da soja, minúsculas fêmeas do nematoide, com formato de limão ligeiramente alongado e coloração branca.</p>
<p>Com o passar do tempo, a coloração vai mudando para amarelo, marrom claro e, finalmente, a fêmea morre e seu corpo se transforma em uma estrutura dura de coloração marrom-escura, denominada cisto, que se desprende da raiz e fica no solo.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação do NCS se dá, principalmente, pelo transporte de solo infestado. Isso pode ocorrer por meio de equipamentos agrícolas, de sementes mal beneficiadas que contenham partículas de solo, pelo vento, pela água e até por pássaros que, ao coletar alimentos do solo, podem ingerir junto os cistos.</p>
<h3>Manejo do nematoide de cisto</h3>
<p>Em áreas onde o nematoide de cisto foi identificado, o produtor tem que conviver com ele, uma vez que sua erradicação é praticamente impossível.</p>
<p>Algumas medidas ajudam a minimizar as perdas, destacando rotação de culturas com plantas não hospedeiras e uso de cultivares resistentes, sendo o ideal a combinação dos dois métodos.</p>
<h2>12. Nematoide das galhas</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Meloidogyne </i>spp.</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Nas raízes das plantas atacadas observam-se galhas em número e tamanho variados, dependendo da suscetibilidade da cultivar e da densidade populacional do nematoide no solo. No interior das galhas, estão localizadas as fêmeas do nematoide. Essas possuem coloração branco pérola e têm o formato de pera.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Em anos em que acontecem veranicos na fase e enchimento de grãos, os danos tendem a ser maiores.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>O cultivo prévio de espécies hospedeiras aumenta os danos na soja semeada na sequência. Da mesma forma, a presença de plantas daninhas na área também possibilita a reprodução e a sobrevivência do parasita.</p>
<h3>Manejo do nematoide das galhas</h3>
<p>A rotação/sucessão de culturas para o controle dos nematoides de galhas deve ser bem planejada, uma vez que a maioria das espécies cultivadas multiplica uma ou mais espécies de <i>Meloidogyne</i>.</p>
<h2>13. Nematoide das lesões radiculares</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <em>Pratylenchus brachyurus</em>.</li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p><strong>As raízes das plantas parasitadas se apresentam, parcial ou totalmente, escurecidas, em consequência do ataque às células do parênquima cortical</strong>, onde o patógeno injeta toxinas durante o processo de alimentação. A movimentação do nematoide na raiz também desorganiza e destrói células.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p><i>Pratylenchus brachyurus</i> também pode parasitar aveia, milho, milheto, girassol, cana-de-açúcar, algodão, amendoim, entre outras, alguns adubos verdes e a maioria das plantas daninhas, o que dificulta a escolha de espécies vegetais para inclusão na rotação/sucessão com a soja.</p>
<p>E existe diferença entre e dentro de espécies vegetais, com relação à capacidade de multiplicar o nematoide.</p>
<h3>Manejo do nematoide das lesões radiculares</h3>
<p>Espécies resistentes, ou seja, com fatores de reprodução (FR)&lt;1,0, como em algumas crotalárias, devem ser preferidas para semeadura nas áreas infestadas.</p>
<p>Na ausência de espécies vegetais resistentes, o agricultor deve optar por semear genótipos com FR menores, ou seja, que multipliquem menos o nematoide, como por exemplo, alguns híbridos de milheto ou sorgo.</p>
<h2>14. Nematoide da haste verde da soja</h2>
<ul>
<li><strong>Agente causador</strong>: <i>Aphelenchoides besseyi.</i></li>
</ul>
<h3>Sintomas</h3>
<p>As plantas apresentam <strong>folhas com coloração verde mais escuro, menor pilosidade, afilamento e embolhamento no limbo foliar.</strong> Podem ocorrer, também, lesões necróticas angulares de coloração pardo-avermelhada a marrom.</p>
<h3>Condições favoráveis</h3>
<p>Os nematoides podem sobreviver no solo ou em restos culturais e migram para a parte aérea das plantas, em períodos com chuvas frequentes e temperaturas médias acima de 28 °C.</p>
<h3>Disseminação</h3>
<p>A disseminação ocorre pelo contato entre folhas doentes e sadias na presença de água da chuva ou de orvalho ou de irrigação. Durante a colheita pode haver dispersão do nematoide por meio de resíduos de plantas doentes expelidos pelas colhedoras.</p>
<h3>Manejo do nematoide da haste verde da soja</h3>
<p>Semeadura da soja sobre palhada de plantas completamente mortas (dessecação com 15 a 20 dias de antecedência), o controle de plantas daninhas logo no início do desenvolvimento da soja, em pós-emergência, cultivar milho em segunda safra, quando possível, e evitar a sucessão da soja com outras plantas hospedeiras.</p>
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