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	<title>diarreia Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>diarreia Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Rotavírus em bezerras leiteiras: sintomas, controle e prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 13:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os agentes infecciosos mais relevantes que causam diarreia em bezerras, o rotavírus bovino (BRV) destaca-se pela alta prevalência em bezerras com menos de 30 dias de vida, frequentemente associado a surtos em rebanhos leiteiros. Estima-se que a prevalência global varie entre 20% e 60% em amostras de fezes de bezerros com diarreia, com maior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os agentes infecciosos mais relevantes que causam diarreia em bezerras, o <strong>rotavírus bovino (BRV)</strong> destaca-se pela alta prevalência em bezerras com menos de 30 dias de vida, frequentemente associado a surtos em rebanhos leiteiros. Estima-se que a prevalência global varie entre <strong>20% e 60% em amostras de fezes de bezerros com diarreia</strong>, com maior incidência na primeira semana de vida (Geletu et al., 2021).</p>
<p>Esse vírus pertence à família <i>Reoviridae</i>, apresenta genoma segmentado de RNA fita dupla e grande diversidade genética, sendo os grupos A, B e C os mais associados à doença em bovinos, com predominância do grupo A (Torres-Medina et al., 1985; Geletu et al., 2021).</p>
<p>Neste artigo, serão abordados de forma detalhada os <strong>aspectos etiológicos do rotavírus bovino</strong>, seus <strong>mecanismos patofisiológicos</strong> na indução da diarreia e as principais estratégias de <strong>controle e prevenção</strong> aplicáveis em sistemas de produção de leite.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Etiologia do rotavírus em bezerras</h2>
<p>O<strong> rotavírus bovino (BRV)</strong> é um vírus não envelopado da família <i>Reoviridae</i>, com genoma composto por 11 segmentos de RNA fita dupla, responsáveis pela codificação de seis proteínas estruturais (VP1 a VP4, VP6 e VP7) e seis não estruturais (NSP1 a NSP6).</p>
<p>Essa estrutura segmentada confere ao agente <strong>alta capacidade de variabilidade genética</strong> por meio de mutações e eventos de rearranjo (do inglês <em>reassortment</em>), contribuindo para a diversidade de cepas circulantes em bovinos e outros hospedeiros.</p>
<p>A classificação do rotavírus é baseada na proteína VP6, altamente antigênica, que permite a distinção em <strong>sete grupos principais (A–G)</strong>, além de grupos emergentes. Entre esses, o grupo A é o mais prevalente em bezerros e está associado à maioria dos casos clínicos de diarreia neonatal, embora os grupos B e C também possam ser detectados em campo.</p>
<p>A transmissão do BRV ocorre predominantemente pela <strong>via fecal-oral</strong>, sendo a principal fonte de infecção as fezes de animais infectados.</p>
<p>Bezerras são particularmente suscetíveis nas primeiras semanas de vida, devido à <strong>imaturidade imunológica</strong> e à dependência de imunidade passiva conferida pelo colostro (Foster &amp; Smith, 2009). Além disso, a elevada resistência ambiental do vírus facilita a ocorrência de surtos em propriedades leiteiras.</p>
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<h2>Patofisiologia da infecção por rotavírus</h2>
<p>O rotavírus apresenta <strong>tropismo pelos enterócitos maduros da borda em escova do intestino delgado</strong>, principalmente no jejuno e íleo.</p>
<p>Após a ingestão do vírus, a partícula viral é ativada por enzimas proteolíticas do trato gastrointestinal, como a tripsina, o que aumenta a infectividade e facilita a penetração viral nas células epiteliais.</p>
<h3>Lesão das vilosidades</h3>
<p>A replicação viral ocorre no citoplasma dos enterócitos, resultando em alterações metabólicas e subsequente <strong>descamação das células infectadas para o lúmen intestinal.</strong> Esse processo leva à <strong>atrofia e fusão de vilosidades</strong>, substituídas por células imaturas de origem criptal, que são funcionalmente incapazes de realizar absorção e digestão adequadas (Torres-Medina et al., 1985).</p>
<h3>Diarreia osmótica e malabsortiva</h3>
<p>A perda de enterócitos maduros implica em queda acentuada da atividade de enzimas digestivas, como as dissacaridases, resultando no acúmulo de lactose e outros carboidratos não digeridos no lúmen intestinal. Esse conteúdo sofre fermentação bacteriana, elevando a <strong>pressão osmótica intraluminal</strong> e agravando a diarreia.</p>
<h3>Papel da proteína NSP4</h3>
<p>Além da ação destrutiva direta, a proteína NSP4 do rotavírus atua como uma enterotoxina viral, promovendo alterações na homeostase do cálcio intracelular e estimulando secreção de água e eletrólitos para o lúmen intestinal. Dessa forma, o mecanismo da diarreia por rotavírus é misto, combinando fatores malabsortivos e secretórios (Gomez &amp; Weese, 2017).</p>
<h3>Consequências sistêmicas</h3>
<p>O resultado final desses processos é a ocorrência de <strong>diarreia aquosa, desidratação e acidose metabólica</strong>, frequentemente agravadas por coinfecções com <i>E. coli</i> enterotoxigênica ou <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/"><i>Cryptosporidium parvum</i></a></strong>. A intensidade do quadro clínico depende do equilíbrio entre a destruição epitelial, a resposta imune do hospedeiro e a pressão de infecção ambiental (Torres-Medina et al., 1985; Geletu et al., 2021).</p>
<h2>Controle e prevenção do rotavírus em bezerras</h2>
<p>O controle da rotavirose em bezerras depende sobretudo da <strong>redução da pressão de infecção no ambiente</strong>, já que o vírus apresenta alta resistência, podendo permanecer viável por um período acentuado. Dessa forma, a manutenção de instalações limpas, secas, bem ventiladas e com baixa densidade animal, associada ao uso de utensílios rigorosamente higienizados para o fornecimento de leite e água, é determinante para evitar surtos.</p>
<p>As medidas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/biosseguridade-na-pecuaria-leiteira/">biosseguridade</a></strong>, como o controle do trânsito de pessoas e equipamentos entre maternidade e bezerreiros, complementam esse manejo ambiental, sendo fundamentais para conter a disseminação viral. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/">colostragem</a></strong> adequada e a vacinação de vacas secas contra rotavírus reforçam a proteção das bezerras ao garantir maior imunidade passiva no período de maior susceptibilidade.</p>
<h2>Como realizar o tratamento?</h2>
<p>O tratamento da diarreia causada por rotavírus é essencialmente de <strong>suporte</strong>, uma vez que não existem antivirais específicos. A prioridade é a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/soro-para-bezerros-e-seus-beneficios/">fluidoterapia oral</a> ou intravenosa</strong>, ajustada conforme o grau de desidratação e acidose metabólica. Soluções eletrolíticas com glicose favorecem a absorção de sódio e energia, auxiliando na recuperação.</p>
<p>O fornecimento contínuo de leite não deve ser interrompido, pois contribui para o aporte nutricional e energético. Antimicrobianos não são indicados rotineiramente, mas podem ser utilizados em situações de coinfecções bacterianas ou septicemia. Medidas de suporte, como o uso de probióticos, podem auxiliar na restauração da microbiota intestinal.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A rotavirose é uma das causas mais frequentes de <strong>diarreia neonatal em bezerras leiteiras</strong>, resultando em elevada morbidade e impacto econômico significativo para os sistemas de produção.</p>
<p>O vírus atua de forma direta sobre os enterócitos maduros do intestino delgado, levando à<strong> atrofia de vilosidades, má absorção e diarreia osmótica</strong>, potencializada pela ação enterotoxigênica da proteína NSP4. O resultado é um quadro de <strong>diarreia aquosa, desidratação e acidose metabólica</strong>, frequentemente agravado por coinfecções bacterianas e protozoárias.</p>
<p>O manejo ambiental e a biosseguridade devem ser entendidos como os pilares da prevenção, reduzindo drasticamente a pressão de infecção no rebanho. Associadas a essas práticas, a colostragem adequada e a vacinação de vacas secas contra rotavírus funcionam como ferramentas adicionais para reforçar a imunidade das bezerras nos primeiros dias de vida.</p>
<p>Embora não haja tratamento específico, <strong>a fluidoterapia e o suporte nutricional são fundamentais para a recuperação clínica</strong> e para evitar complicações fatais.</p>
<p>Dessa forma, compreender os mecanismos etiológicos, patofisiológicos e preventivos da rotavirose permite ao médico veterinário adotar medidas eficazes de controle, contribuindo não apenas para a redução da mortalidade neonatal, mas também para a preservação do potencial produtivo das futuras vacas leiteiras.</p>
<h2>Transforme sua forma de produzir leite com conhecimento aplicado</h2>
<p>Produzir mais e melhor não depende apenas de investir em tecnologia ou aumentar a estrutura da fazenda. O verdadeiro diferencial está em dominar os números e saber tomar decisões estratégicas que impactam diretamente na produtividade e no lucro.</p>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23083" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda.jpg" alt="Bruna Maeda - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda-150x48.jpg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Salmonelose bovina: impactos na saúde animal e como proteger seu rebanho</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/salmonelose-bovina-impactos-na-saude-animal-e-como-proteger-seu-rebanho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os bezerros podem ser infectados por uma variedade de sorotipos de Salmonella dentro de horas e dias após o seu nascimento, e as consequências desta exposição podem ser variáveis, a depender do equilíbrio entre a imunidade do hospedeiro, a virulência do patógeno e também “dose” de exposição ao patógeno. Ao longo deste texto vamos desvendar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bezerros podem ser infectados por uma variedade de sorotipos de <i><strong>Salmonella</strong> </i>dentro de horas e dias após o seu nascimento, e as consequências desta exposição podem ser variáveis, a depender do equilíbrio entre a imunidade do hospedeiro, a virulência do patógeno e também “dose” de exposição ao patógeno.</p>
<p>Ao longo deste texto vamos desvendar <strong>um dos agentes mais comuns associados à diarreia</strong>, discutir suas características, fisiopatologia e cuidados para reduzirmos os riscos a gravidades dos quadros nas bezerras.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>Conhecendo o agente etiológico</h2>
<p>O gênero <i>Salmonella </i>é uma bactéria gram-negativa, intracelular facultativa, anaeróbia e anaeróbia facultativa, pertencente à família Enterobacteriaceae. Possui ótima faixa de crescimento em temperatura entre 35º a 37º C e pH entre 6,5 e 7,5.</p>
<p>Existem 2.579 sorovares de <i>Salmonella </i>spp., sendo os com maiores responsáveis pela salmonelose em bezerros os sorotipos <strong><i>S. Typhimurium </i>e <i>S. Dublin</i></strong><i><strong>.</strong> </i></p>
<p>A prevalência dos sorovares variam dependendo das localidades, dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite/">manejos sanitários</a></strong> realizados, medidas de higiene definidas, localização e variações ambientais e individuais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35070" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-1.jpg" alt="Bezerra com quadro clínico de diarreia" width="700" height="631" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-1.jpg 700w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-1-300x270.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-1-370x334.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-1-270x243.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-1-333x300.jpg 333w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-1-150x135.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Bezerra com quadro clínico de diarreia. Fonte: Maria Fernanda Faria</span></p>
<p>A <i>Salmonella </i>é isolada comumente em surtos de diarreia, em especial a <i>Salmonella Dublin, </i>em unidades de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/">criação de bezerros</a></strong>, onde estes são comprados de diferentes fontes. Durante surtos de salmonelose, não é incomum encontrar entre 70 a 80% dos bezerros eliminando a bactéria.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como ocorre a infecção por <i>Salmonella</i>?</h2>
<p>A principal rota de infecção é por meio da <strong>transmissão fecal-oral</strong>, no entanto, já foram identificadas outras rotas de infecção como a mucosa do trato respiratório superior e da conjuntiva.</p>
<p>Após a ingestão, a <i>Salmonella </i>irá <strong>colonizar o trato intestinal</strong> e invade por meio das células M (células especializadas nos tecidos linfoides intestinal) os enterócitos e tecido linfóide tonsilar.</p>
<p>Por meio deste último, a <i>Salmonella </i>ganha entrada nos fagócitos mononucleares e rapidamente são disseminados pelo corpo, a capacidade de infectar os bezerros por meio das tonsilas já foi observado em experimentos, e foi isolada do tecido dentro de 3 horas após infecção.</p>
<p>Os mecanismos básicos de virulência incluem:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Habilidade de invadir a mucosa intestinal;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Multiplicação nos tecidos linfóides;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Evasão do sistema de defesa do hospedeiro, levando a doença de forma sistêmica.</li>
</ul>
<p>A diarreia associada a salmonelose é <strong>mediada pela resposta inflamatória à infecção</strong>, existindo uma correlação positiva entre a severidade das lesões histopatológicas detectadas na mucosa do íleo e o volume de secreção de fluido.</p>
<p>A liberação das endotoxinas, prostaglandinas e citocinas pró-inflamatórias (interleucinas e fator de necrose α) também promovem aumento da permeabilidade vascular e hipersecreção.</p>
<p>A descamação das células epiteliais intestinais leva a hemorragia aguda, produção de fibrina, má digestão e má absorção.</p>
<p>O estado hiperosmótico resultante dentro do lúmen do intestino atrai o líquido para o trato intestinal, contribuindo para uma perda de água, sódio, potássio e bicarbonato. Danos na mucosa também contribuem para a perda de proteínas, resultando em hipoproteinemia.</p>
<p>Alguns sorovares como <i>S. Dublin </i>e algumas cepas de <i>S. Typhimurium </i>possuem como característica de virulência um plasmídeo que carrega um gene SpV, que promove a sobrevivência da <i>Salmonella </i><span style="font-weight: 400;">nos macrófagos. Associado a isso, a capacidade de sobreviver intracelularmente dentro das células reticuloendoteliais de fígado e baço, gânglios linfáticos e macrófagos contribuem para a virulência. </span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sinais clínicos da salmonelose</h2>
<p>Em relação às características da infecção, a <i>Salmonella </i>é um agente invasivo, associado a severas lesões de mucosa, infecção dos linfonodos e <strong>pode resultar em um quadro de septicemia nos bezerros</strong>.</p>
<p>As fezes podem ter:</p>
<ul>
<li>Leve redução do volume;</li>
<li>Odor desagradável;</li>
<li>Presença de sangue;</li>
<li>Rajadas de fibrina;</li>
<li>Presença de muco.</li>
</ul>
<p>Ao contrário da maioria dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/">outros patógenos associados à diarreia</a></strong>, a salmonelose é comumente associada a febre, anorexia, depressão e pode ou não ser concomitante à desidratação.</p>
<p>Outras lesões podem ser observadas durante o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/necropsia-na-bovinocultura/">exame <i>post mortem</i></a></strong> e nestas se incluem <strong>congestão pulmonar e hemorragias na submucosa e subserosa</strong>, presença de petéquias em vários órgãos, incluindo intestinos e coração.</p>
<p>Podem ser identificadas inflamação da bexiga urinária e evidências histopatológicas de colecistite, edema de aumento e hemorragia também são observadas nos linfonodos mesentéricos, além disso, erosões na mucosa abomasal podem ser observadas, particularmente em infecções por <i>Salmonella Dublin. </i></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35071" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-3.jpg" alt="Imagem demonstrando depósitos de fibrina no intestino delgado de bezerros com salmonelose" width="505" height="185" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-3.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-3-300x110.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-3-370x136.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-3-270x99.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-3-150x55.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagem demonstrando depósitos de fibrina no intestino delgado de bezerros com salmonelose. B. Enterite catarral hemorrágica em bezerros com salmonelose. Fonte: Mohler et al., 2009</span></p>
<p>Bezerros morrendo de salmonelose apresentam comumente bacteremia, sendo assim, o isolamento de <i>Salmonella </i>de locais sistêmicos na necropsia fornece evidências robustas de causalidade, além de permitir realizar teste de sensibilidade microbiana, importantes para o tratamento de outros animais.</p>
<p>Se os animais foram sacrificados para necropsia durante uma investigação do rebanho, é mais importante coletar amostras de bezerros durante o estágio agudo da doença.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-35072" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-2.jpg" alt="Espessamento da parede abomasal e erosão da mucosa e submucosa" width="292" height="219" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-2.jpg 292w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/salmonelose-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 292px) 100vw, 292px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Espessamento da parede abomasal e erosão da mucosa e submucosa, que pode ser visto em quadros crônicos de salmonelose em bezerros. Fonte: Mohler et al., 2009</span></p>
<h2>Tratamento da salmonelose</h2>
<p>As principais características clínicas das infecções por <i>Salmonella </i>em bezerras são associadas a <strong>desidratação, desequilíbrios eletrolíticos, endotoxemia e bacteremia</strong>.</p>
<p>O tratamento consiste em r<strong>eposição de fluido e eletrólitos pedidos</strong>, reduzir a cascata inflamatória pelo uso de anti-inflamatórios não esteroidais, e quando necessário antimicrobianos.</p>
<p>Durante um <strong>surto</strong> no rebanho, <strong>a idade dos bezerros afetados deve ser levada em consideração</strong> e instituída de forma profilática de hidratação e eletrólitos, visando prevenir o quadro de desidratação e acidose nas bezerras. É importante fazer o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/soro-para-bezerros-e-seus-beneficios/">fornecimento do soro oral</a></strong> entre os aleitamentos.</p>
<p>Iniciar a fluidoterapia oral no início do curso da doença<span style="font-weight: 400;"> é mais efetivo já que neste momento, as bezerras ainda possuem bom reflexo de sucção. </span></p>
<h2>Controle e prevenção</h2>
<p>Como mencionado anteriormente, três variáveis determinam o efeito das interações hospedeiro-<i>Salmonella: </i>a imunidade do hospedeiro, a “dose” do patógeno e a virulência do patógeno.</p>
<p>Juntamente a isso, as <strong>condições ambientais</strong> também possuem um forte potencial de influenciar os efeitos das três variáveis.</p>
<p>Uma abordagem do controle de doenças já foi definida da seguinte forma:</p>
<ol>
<li>Remover a fonte de infecção do ambiente das bezerras.</li>
<li>Remover as bezerras do ambiente contaminado.</li>
<li>Aumentar a imunidade inespecífica das bezerras.</li>
<li>Aumentar a imunidade específica das bezerras.</li>
<li>Reduzir o estresse.</li>
</ol>
<h3>Fonte de infecção</h3>
<p>A <i>Salmonella </i>pode ser introduzida na fazenda por alimentos contaminados, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/">água</a></strong>, fertilizantes, animais infectados, animais selvagens, insetos, pessoas e equipamentos.</p>
<p>Por isso, o controle da Salmonella envolve um <strong>bom manejo alimentar</strong>, implementação de <strong>boas práticas de criação</strong> que evitem o comprometimento da imunidade das bezerras, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gestao-de-residuos-na-pecuaria-leiteira/">gestão de resíduos</a></strong>, preparação e armazenamento adequado de forragens e alimentos, <strong>bom manejo nutricional e ambiental</strong>.</p>
<h3>Maternidade e seus manejos</h3>
<p>Os bezerros possuem inúmeras oportunidades de serem infectados por <i>Salmonella, </i>eles podem ser expostos, por exemplo, por material fecal da mãe durante o parto quando o bezerro é exposto ao ambiente ou quando estes entram em contato com a parte inferior da vaca quando tentam mamar.</p>
<p>Além disso, a <i>Salmonella </i>pode se proliferar em materiais de cama da baia maternidade onde a presença de umidade, por exemplo, favorece a proliferação.</p>
<p>Para minimizar os riscos de contaminação é importante controlar o tempo em que as vacas permanecem na baia maternidade, escolher o material da cama adequado, ter uma frequência adequada de troca da cama e também reduzir os riscos de exposição, evitando manter as bezerras por longos períodos na baia maternidade.</p>
<h3>Imunidade</h3>
<p>Associado aos manejos na higiene da maternidade, é essencial fornecer de adequada <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/colostro-bovino-saiba-importancia/">colostragem</a></strong> aos animais, realizar a devida <strong>cura de umbigo</strong> e associar a vacinação pré-parto das vacas e das bezerras no momento adequado.</p>
<h3>Instalações</h3>
<p>As bezerras devem ser mantidas em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/bezerreiro-como-devem-ser-as-instalacoes-para-bezerras-leiteiras/">ambientes limpos, secos e confortáveis</a></strong>, com boa drenagem e que não seja exposto a fezes do gado adulto ou outras formas de infecção.</p>
<h2>Manejo das bezerras doentes com <i>Salmonella</i></h2>
<p>Bezerras doentes <strong>podem liberar 10^9 <i>Salmonella </i>por grama de fezes</strong>, o que amplifica os níveis bacterianos do ambiente, além de contaminar o equipamento e os colaboradores do bezerreiro.</p>
<p>Existem <strong>duas linhas de abordagem</strong> no manejo das bezerras doentes:</p>
<p><strong>1. Retirada rápida das bezerras infectadas para uma baia ou lote de enfermaria para tratamento, visando minimizar a contaminação do ambiente e reduzir o desafio para outras bezerras da área. </strong></p>
<p>A alta prevalência de eliminação da Salmonella é observada em bezerras com 24 horas de idade, com manifestação da doença de 4 a 7 dias de idade, portanto a exposição à salmonela pode ter sido significativa no momento em que as bezerras doentes foram removidas.</p>
<p>Um ponto que pode ser um desafio é o uso de um lote ou baia para animais doentes, que pode ser uma fonte de infecção por patógenos mistos se não houver quarentena rigorosa e medidas apropriadas de procedimentos e gestão dos animais não forem mantidas.</p>
<p><strong>2. Observação de que, no momento em que os bezerros infectados forem identificados, outros bezerros do grupo já foram expostos aos patógenos</strong>.</p>
<p>Portanto, a movimentação de bezerros pode ser contraindicada devido a potencial disseminação da <i>Salmonella.</i></p>
<p>A decisão de mover os bezerros depende do número de bezerros afetados e restrições de espaço, diante de um surto da doença é importante ser capaz de quebrar o ciclo de infecção evitando a colocação de bezerras neonatos ao ambiente contaminado.</p>
<p>Antes de transportar as bezerras doentes é importante considerar a disponibilidade de ambiente limpo. Se o espaço limpo for limitado é interessante preservar essa área para os bezerros neonatos.</p>
<p><strong>A <i>Salmonella </i>é um dos agentes mais prevalentes na casuística da diarreia de bezerras</strong>, diante do seu grande desafio de controle nas propriedades ao redor do mundo, é de grande importância conhecermos mais sobre o agente e entender como ser feito o manejo adequado da imunidade, ambiente e controle das propriedades leiteiras.</p>
<p>Dessa forma, reduzimos os riscos de as bezerras desenvolverem salmonelose, garantindo que estas atinjam seu potencial produtivo esperado no futuro e contribuam para a sustentabilidade do negócio.</p>
<h2>Sanidade forte para proteger seu rebanho e sua rentabilidade</h2>
<p>A salmonelose bovina pode causar sérios prejuízos à saúde do rebanho e à produção de leite.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende estratégias de prevenção, diagnóstico e manejo que protegem os animais, mantêm a produtividade em alta e garantem mais lucro para a fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23092" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg" alt="Maria Fernanda Faria - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/07/maria-fernanda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/salmonelose-bovina-impactos-na-saude-animal-e-como-proteger-seu-rebanho/">Salmonelose bovina: impactos na saúde animal e como proteger seu rebanho</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Criptosporidiose bovina: o que é e como controlar?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criptosporidiose bovina ou diarreia neonatal é uma das principais doenças que acometem as bezerras leiteiras, trazendo consigo grande impacto no desenvolvimento dos animais, além de preocupação e perdas econômicas ao produtor. Neste texto iremos abordar sobre o Cryptosporidium spp., um importante protozoário causador de diarreia em bezerras leiteiras. Discutiremos sobre o agente, sua forma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/">Criptosporidiose bovina: o que é e como controlar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>criptosporidiose bovina ou diarreia neonatal </strong>é uma das principais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/" target="_blank" rel="noopener">doenças que acometem as bezerras leiteiras</a></strong>, trazendo consigo grande impacto no desenvolvimento dos animais, além de preocupação e perdas econômicas ao produtor.</p>
<p>Neste texto iremos abordar sobre o <i>Cryptosporidium spp.</i>, um importante protozoário causador de diarreia em bezerras leiteiras. Discutiremos sobre o agente, sua forma de controle, manejos necessários e formas de prevenção.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
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</div>
<h2>Agente causador e aspectos clínicos da criptosporidiose bovina</h2>
<p>A criptosporidiose bovina, doença causada pelo protozoário <i>Cryptosporidium parvum</i>, consiste em <strong>uma infecção que ocorre por meio da via oro-fecal, através da ingestão de alimentos e água contaminados por oocistos esporulados do agente.</strong></p>
<p>Quando ingerido, o oocisto esporulado se insere no epitélio intestinal, destruindo-o e causando atrofia das vilosidades. Como consequência, a absorção de nutrientes e eletrólitos se torna prejudicada, resultando em diarreia mal absorvida que pode ser agravada em desidratação quando não identificada e tratada a tempo.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Patógenos causadores de diarreia em bezerros jovens</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15918" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal.jpg" alt="Principais patógenos causadores de diarreia em bezerros" width="561" height="301" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal.jpg 561w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-300x161.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-370x199.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-270x145.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 561px) 100vw, 561px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Principais patógenos causadores de diarreia em bezerros.</span></p>
<p>Estudos sobre a transmissão natural da criptosporidiose entre vacas e seus bezerros relataram que as vacas eliminavam maior número de oócitos no momento do parto do que nos <a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/"><strong>períodos de pré-parto e pós-parto</strong></a>. Desta forma, há evidências que a infecção dos neonatos ocorre no momento do nascimento.</p>
<p>Animais recém-nascidos infectados com <i>C. parvum </i>tendem a desenvolver diarreia profusa e aquosa, inapetência, letargia, desidratação e, em alguns casos, óbito. O início da diarreia ocorre em torno de 3 &#8211; 4 dias após a ingestão dos oocistos, durando aproximadamente 1 &#8211; 2 semanas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-15919" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-1.jpg" alt="Exemplos de diarreia em bezerros" width="555" height="150" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-1.jpg 555w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-1-300x81.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-1-370x100.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-1-270x73.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/01/diarreia-neonatal-1-150x41.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 555px) 100vw, 555px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Exemplo de diarreia de bezerros. (Fonte: Maria Cecília Rabelo, estagiária equipe Leite &#8211; Grupo Rehagro)</span></span></p>
<p>Os oocistos do <i>Cryptosporidium </i>são relativamente estáveis e resistentes no ambiente. Devido a este motivo, já podemos entender qual a importância da higiene do ambiente no controle deste agente infeccioso.</p>
<p>A desinfecção e o vazio sanitário são medidas essenciais para redução da carga de oocistos, além de que, em ambientes abertos, a incidência de radiação solar é uma excelente aliada para o controle do <i>Cryptosporidium</i>.</p>
<h2>Como controlar e prevenir a criptosporidiose bovina</h2>
<p>A eliminação de oocistos no ambiente ocorre entre 4 e 12 dias após a infecção e se torna desafiadora, pois esta forma infectante é resistente à maioria dos desinfetantes.</p>
<p>Medidas como a remoção frequente das camas e fezes do ambiente, realização de vazio sanitário nas instalações, além da utilização de produtos de desinfecção à base de dióxido de cloro, amônia e peróxido de hidrogênio se mostram eficientes e podem contribuir para a redução da carga de <i>Cryptosporidium </i>no ambiente.</p>
<p>Pequenas doses de oocistos podem resultar em infecções prolongadas com altas cargas <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/parasitas-em-bovinos/">parasitárias</a></strong>, devido ao fenômeno conhecido como autoinfecção. Nestas situações, o agente infeccioso se replica dentro do hospedeiro e ocasiona reinfecção diretamente, sem precisar sair do organismo do animal.</p>
<p>Esta ocorrência representa um dos motivos que favorecem a permanência do agente no rebanho, e, consequentemente, a sua disseminação em larga escala.</p>
<p><strong>Falhas na higienização do ambiente e no manejo dos animais podem ocasionar surtos de diarreia por criptosporidiose bovina.</strong> Além disso, muitas vezes por falta de informação os produtores não administram o devido tratamento, ou o administram de forma errônea.</p>
<p>Também é importante salientar que muitas das perdas econômicas estão associadas ao uso abusivo e indiscriminado de antibióticos por parte dos criadores, por pensarem se tratar de diarreia bacteriana, ocasionando grande prejuízo econômico e, também, desenvolvimento de resistência bacteriana aos antibióticos utilizados.</p>
<h3>Tratamento da criptosporidiose bovina</h3>
<p>O medicamento de escolha para prevenção e tratamento da criptosporidiose bovina é a <strong>halofuginona</strong>. Seu efeito é criptosporidiostático, atuando sobre o ciclo do parasito impedindo a sua reprodução no hospedeiro.</p>
<p>O ideal é que o tratamento com a halofuginona seja feito por 7 dias consecutivos, observando-se como ponto positivo a redução da eliminação de oocistos e da duração da diarreia.</p>
<p>Assim como em qualquer outro medicamento, é importante se atentar para a dose recomendada &#8211; <strong>2 ml para cada 10 kg de peso vivo, uma vez ao dia, por via oral após a alimentação dos bezerros.</strong></p>
<p>Os fabricantes da halofuginona não recomendam o seu uso em animais que apresentam sinais de diarreia por mais 24 horas, devido ao animal desidratado e comprometido ser mais suscetível à toxicidade do medicamento.</p>
<p>De forma geral, como medida profilática, o medicamento deve ser administrado até 48 horas após o nascimento e, como agente terapêutico, em até 24 horas após o início dos sintomas.</p>
<h2>Considerações sobre a criptosporidiose</h2>
<p>A higienização do ambiente e dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/limpeza-de-utensilios-utilizados-na-alimentacao-de-bezerras/">utensílios utilizados no aleitamento</a></strong>, além da realização de vazio sanitário nas instalações, são etapas essenciais para o controle e prevenção do <i>Cryptosporidium</i>.</p>
<p>Bezerras com criptosporidiose tendem a apresentar diarreia profusa que leva a uma rápida desidratação. A identificação precoce dos sinais clínicos e o tratamento sendo prontamente estabelecido asseguram menores riscos para as bezerras.</p>
<p>Além disso, a coleta de fezes para o diagnóstico laboratorial de criptosporidiose consiste em uma alternativa interessante para maior compreensão dos desafios da propriedade.</p>
<h2>Controle sanitário eficiente para mais saúde e produtividade no rebanho</h2>
<p>A diarreia neonatal, especialmente causada pela criptosporidiose, pode comprometer o desenvolvimento das bezerras e gerar prejuízos expressivos.</p>
<p>No <span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong></span> do Rehagro, você aprende técnicas de prevenção, manejo e monitoramento que reduzem perdas e garantem animais mais saudáveis e produtivos no futuro.</p>
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<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/">Criptosporidiose bovina: o que é e como controlar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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		<title>Soro para bezerros: como auxiliar no tratamento da desidratação?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/soro-para-bezerros-e-seus-beneficios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 17:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[bezerras leiteiras]]></category>
		<category><![CDATA[colostro]]></category>
		<category><![CDATA[desidratação]]></category>
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		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[soro oral]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza parasitária bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bezerras de todas as idades, quando doentes, apresentam, independente da patologia, alterações fisiológicas e de comportamento que dificultam sua recuperação. A principal alteração é a perda do apetite, com redução na ingestão tanto de água, quanto de alimentos. Com isso, ficam menos resistentes aos desafios. No caso da diarreia, a desidratação é ainda mais grave, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/soro-para-bezerros-e-seus-beneficios/">Soro para bezerros: como auxiliar no tratamento da desidratação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bezerras de todas as idades, quando doentes, apresentam, independente da patologia, alterações fisiológicas e de comportamento que dificultam sua recuperação.</p>
<p>A principal alteração é a perda do apetite, com redução na ingestão tanto de água, quanto de alimentos. Com isso, ficam menos resistentes aos desafios.</p>
<p>No caso da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/diarreia-neonatal-criptosporidiose-bovina-o-que-e-e-como-controlar/" target="_blank" rel="noopener">diarreia</a>,</strong> a desidratação é ainda mais grave, pois à redução de consumo, soma-se grande perda de líquido nas fezes. A tabela a seguir mostra a perda de água e nutrientes nas fezes de bezerros com diarreia.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4787 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1.jpg" alt="Tabela com a excreção diária de bezerros sadios e com diarreia" width="490" height="314" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1.jpg 490w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-300x192.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-370x237.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-270x173.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-1-470x300.jpg 470w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Excreção diária de constituintes fecais de bezerros sadios ou com diarreia (Adaptado de Wattiaux, 2000; Criação de novilhas)</span></p>
<p>Na maioria das vezes, <strong>a morte de bezerros com diarreia não é devido à infecção, mas à desidratação</strong>. A partir desta observação, o soro oral torna-se fundamental.</p>
<p>Ele irá fornecer não apenas o líquido, mas também diversos minerais e energia para que o animal possa se recuperar.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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    formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
  });
</script></p>
</div>
<h2>Formulação do soro para bezerros</h2>
<p>Podem ser utilizadas formulações feitas na fazenda, como mostra o quadro abaixo, ou formulações comerciais.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4788 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2.jpg" alt="Ingredientes do soro para bezerros" width="505" height="143" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2.jpg 505w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2-300x85.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2-370x105.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-2-270x76.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 505px) 100vw, 505px" /><span style="font-size: 10pt;">Fórmula para preparação de 4 litros de soro para bezerros. </span><span style="font-size: 10pt;">Fonte:</span><span style="font-size: 10pt;"> Antônio Ultimo de Carvalho e Elias Jorge Facury Filho – EV/UFMG</span></p>
<p>Bezerros desidratados apresentam diversas alterações metabólicas que precisam ser corrigidas para uma melhor recuperação. <strong>Assim, cada um dos ingredientes da formulação tem sua importância e todos devem ser fornecidos na quantidade indicada.</strong></p>
<ul>
<li><strong>Bicarbonato de sódio: </strong>tem como objetivo reduzir o estado de acidose metabólica no qual se encontram bezerros doentes e sem apetite.</li>
<li><strong>Glicose de milho:</strong> a principal função deste ingrediente é ser fonte de energia para o bezerro, que muitas vezes tem deficiência energética por estar ingerindo menor quantidade de alimento. Além disso, a glicose ajuda na absorção de água no intestino. É importante que se use glicose de milho (encontrada em lojas de sorveteiros), pois a substituição por açúcar pode ser muito prejudicial aos bezerros. Como os bezerros não conseguem digerir o açúcar, seu uso irá aumentar a perda de água ao invés de reduzir, além de não fornecer energia por não ser absorvido.</li>
<li><strong>Sal comum:</strong> fonte de sódio, elemento importante na normalização da distribuição de água no organismo e na manutenção do equilíbrio ácido básico.</li>
<li><strong>Cloreto de potássio:</strong> fonte de potássio, principalmente, que é importante na manutenção do equilíbrio ácido básico, assim como o sódio. A perda de potássio nos casos de diarreia é muito grande. Por ser um mineral que participa no transporte de oxigênio e gás carbônico no sangue e também na transmissão de impulsos nervosos, deve ser suplementado no soro.</li>
<li><strong>Água:</strong> a água a ser utilizada deve ser sempre <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">limpa e de boa qualidade</a></strong>, proveniente de fonte de água potável.</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>A formulação apresentada deve ser misturada à água somente no momento do fornecimento.</p>
<p>Para facilitar o manejo, principalmente em rebanhos menores, uma dica é colocar em saquinhos plásticos a quantidade de cada ingrediente a ser utilizado por bezerro. Em um pacotinho coloca-se o bicarbonato de sódio, o cloreto de potássio e o sal comum. Em outro, a glicose de milho.</p>
<p>Assim, no momento de fornecer o soro aos bezerros, é só misturar o conteúdo dos dois saquinhos plásticos a 4 litros de água.</p>
<p>É importante separar a glicose de milho, pois quando misturada a outros ingredientes antes de ser colocada na água, a glicose “empedra” e fica difícil dissolvê-la na água.</p>
<p>O soro oral deve ser fornecido em um volume mínimo de 4 litros por bezerro por dia, desde o primeiro dia em que a doença for observada até que o animal esteja curado. Essa quantidade é a mínima necessária para uma bezerra de 50 kg com 8% de desidratação. O volume de soro a ser fornecido deve levar em conta a soma entre:</p>
<ol>
<li>A quantidade de água que já foi perdida, ou seja, aquela que necessita ser reposta;</li>
<li>O volume correspondente ao que será perdido (nas fezes, por exemplo);</li>
<li>O volume que a bezerra beberia de água por dia em condições normais (manutenção). Assim, quanto maior o grau de desidratação e mais velha a bezerra maior será a quantidade de soro necessária.</li>
</ol>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Avaliação de hidratação do bezerro</h2>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4789 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3.jpg" alt="" width="460" height="230" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3.jpg 460w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3-300x150.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3-370x185.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-3-270x135.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Sinais clínicos em função do grau de desidratação</span></p>
<p>A avaliação da hidratação é muito simples e pode ser feita analisando, entre outras coisas, as alterações:</p>
<ul>
<li><strong> Elasticidade da pele do pescoço:</strong> ao puxar a pele do pescoço de um bezerro desidratado, a prega formada demora a se desfazer, voltando ao lugar normal conforme demonstrado nas fotos abaixo.</li>
<li><strong> Brilho e umidade das mucosas:</strong> estão secas e sem brilho.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4790 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4.jpg" alt="Avaliação de hidratação sendo feita em um bezerro" width="588" height="168" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4.jpg 588w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-300x86.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-370x106.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-585x168.jpg 585w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-4-270x77.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 588px) 100vw, 588px" /></p>
<p>Além de o soro oral ser fundamental no tratamento de bezerros com diarreia, é também uma ferramenta muito importante no tratamento de doenças como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pneumonia-em-bezerras-leiteiras/">pneumonia</a></strong> e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tristeza-parasitaria-bovina/" target="_blank" rel="noopener">tristeza parasitária</a></strong>, ou em qualquer caso de desidratação.</p>
<p>Outro ponto importante é que <strong>o soro oral deve ser fornecido no mínimo 30 minutos após o <a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">fornecimento de leite</a></strong>.</p>
<p>O bicarbonato de sódio, presente na formulação, pode interferir na digestão do leite se o fornecimento de leite e soro for feito em curto intervalo de tempo. Por isso, é muito importante que este intervalo entre o fornecimento de leite e soro seja respeitado.</p>
<p>No caso da pneumonia, o soro ajuda muito na recuperação do bezerro por fluidificar secreções e assim melhorar sua excreção e limpar as vias aéreas.</p>
<p>Além disso, fornece alguns nutrientes, o que é importante visto que normalmente estes animais têm consumo reduzido de leite e ração.</p>
<p>Na tristeza parasitária, a ingestão de soro, combatendo a desidratação, ajuda a evitar uma redução muito grande do volume de sangue da bezerra, reduzindo as consequências da anemia. Essas bezerras ficam ofegantes para compensar a anemia, o que gera acidose, que pode ser corrigida com o uso do soro.</p>
<p>Os bezerros normalmente aceitam muito bem o soro oral. O soro pode ser colocado na vasilha de água para que a bezerra beba ou pode ser fornecido com mamadeira.</p>
<p>Pode ser utilizada também sonda esofágica ou, nos casos graves de desidratação (acima de 8%), a terapia endovenosa. Essas últimas devem ser realizadas por pessoas treinadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4791 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5.jpg" alt="Bezerros tomando soro oral" width="507" height="201" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5.jpg 507w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5-300x119.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5-370x147.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/soro-oral-5-270x107.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px" /></p>
<p>O fornecimento de soro oral como terapia auxiliar no tratamento de bezerras é uma alternativa barata e que apresenta ótimos resultados. Manter os animais bem hidratados é fundamental para que haja uma boa recuperação, independente da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-comuns-em-bezerros/">doença</a></strong>.</p>
<p>O soro para bezerros, além de hidratar, estimula o apetite, ajudando ainda mais na recuperação. O uso do soro oral é prático e fácil, e por isso deve ser uma ferramenta sempre disponível nas fazendas para auxiliar no tratamento de todas as doenças.</p>
<h2>Cuidados certeiros com bezerras e gestão eficiente</h2>
<p>Saber manejar corretamente casos de desidratação em bezerros é essencial para reduzir perdas e garantir um rebanho saudável.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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