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	<title>acidose ruminal Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>acidose ruminal Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Como avaliar o escore de fezes de vacas leiteiras na prática?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 11:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[acidose ruminal]]></category>
		<category><![CDATA[escore de fezes]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escore de fezes em vacas leiteiras é uma ferramenta importante na pecuária leiteira, que permite aos produtores e profissionais da área monitorar a saúde e o bem-estar dos animais, além de identificar possíveis problemas de manejo e nutrição e favorecer a implementação de medidas corretivas antecipadamente. Além disso, é um método muito utilizado pela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-fezes-de-vacas-leiteiras/">Como avaliar o escore de fezes de vacas leiteiras na prática?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>escore de fezes</strong> em vacas leiteiras é uma ferramenta importante na pecuária leiteira, que permite aos produtores e profissionais da área monitorar a saúde e o bem-estar dos animais, além de identificar possíveis problemas de manejo e nutrição e favorecer a implementação de medidas corretivas antecipadamente.</p>
<p>Além disso, é um método muito utilizado pela sua praticidade e facilidade de identificação, além de ser considerado <strong>um indicador que reflete se a fibra, proteína, gordura e carboidratos estão em equilíbrio na dieta</strong>.</p>
<p>Nesse texto iremos tratar sobre a classificação dos escores e as características que cada um detém, passos práticos para realizar a avaliação e além disso, falaremos sobre aspectos específicos que o escore de fezes pode indicar.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Como fazer a avaliação e interpretar?</h2>
<p>Esse método consiste em <strong>avaliar visualmente algumas características das fezes</strong> em cada lote no rebanho, visto que a avaliação quando feita de forma particular em cada lote, pode evidenciar algum problema específico daquele grupo de animais. A classificação mais utilizada do escore de fezes é de 1 a 5.</p>
<ul>
<li><strong>Escore 1:</strong> indica <strong>fezes muito líquidas</strong>, sinônimo de diarreia, caracterizada por alguma desordem digestiva, excesso de proteína ou amido, e comumente relacionada com o aumento de concentrado na dieta ou também a redução da concentração de fibra.</li>
<li><strong>Escore 2:</strong> descreve fezes soltas que não formam uma pilha, ou seja, <strong>são fezes semi-líquidas</strong>. A causa normalmente está relacionada com a escassez de fibra efetiva na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">dieta</a></strong>. Esse escore de fezes também é comum ser observado em animais em sistema de pastagem, onde quando nova, essa pastagem pode promover tal consistência das fezes.</li>
<li><strong>Escore 3:</strong> é caracterizado por fezes que empilham em torno de 5 cm de altura, com vários anéis concêntricos e uma pequena depressão no meio. Nesse escore podemos dizer que <strong>as fezes se apresentam semissólidas</strong> e esse é o escore que consideramos ideal.</li>
<li><strong>Escore 4:</strong> representa <strong>fezes mais espessas</strong> que formam pilhas de mais de 5 cm, sendo esse escore mais encontrado e mais apropriado para vacas secas devido à sua dieta com maior teor de fibra e menor teor de concentrado. Entretanto, esse escore pode ser indicativo de que a forragem que compõe a dieta é de qualidade inferior e/ou existe falta de proteína.</li>
<li><strong>Escore 5:</strong> descreve <strong>fezes em forma de espessas bolas fecais, muitas vezes ressecadas</strong>. Esse escore pode ser indicativo de uma dieta com excesso de fibra longa, volumoso com alto teor de matéria seca e até mesmo um reduzido <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">consumo de água pelo animal</a></strong>.</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-25883" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-1.jpg" alt="Imagem mostrando os escores de fezes bovinas" width="520" height="326" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-1.jpg 520w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-1-300x188.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-1-370x232.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-1-270x169.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-1-150x94.jpg 150w" sizes="(max-width: 520px) 100vw, 520px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px; font-family: Inter;">Imagem representando escores de fezes de 1 a 5. Fonte: Nutribov – 2022</span></p>
<p>Dessa forma, <strong>o escore considerado ideal para vacas em lactação é o escore 3</strong>, entretanto, vacas de alta produção podem apresentar fezes mais amolecidas devido às dietas mais densas, sendo consideradas normais.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>O que o escore de fezes em vacas leiteiras pode indicar?</h3>
<ul>
<li><strong>Saúde digestiva:</strong> conforme o escore de fezes apresentado pelo animal ou pelo rebanho, teremos um indicativo da saúde digestiva dos animais, visto que é possível ter indícios de problemas metabólicos como acidose.</li>
<li><strong>Nutrição:</strong> a partir da realização do escore de fezes podemos avaliar a eficiência da nutrição das vacas, pois as características das fezes podem fornecer insights sobre a digestibilidade da dieta, ingestão de nutrientes e o equilíbrio nutricional.</li>
<li><strong>Saúde:</strong> o escore de fezes é uma ferramenta muito útil quando se trata da avaliação da saúde das vacas. Conforme as características das fezes podemos fornecer informações valiosas sobre o funcionamento do trato gastrointestinal e possíveis problemas de saúde, como por exemplo infecções.</li>
<li><strong>Bem-estar animal:</strong> temos o escore de fezes também como um indicativo do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">bem-estar das vacas</a></strong>, pois ele irá predizer a saúde gastrointestinal e o conforto do animal. Quando se tem práticas de bem-estar adequadas e um ambiente que atenda às necessidades físicas e comportamentais das vacas, temos como consequência uma saúde sólida.</li>
</ul>
<h2>Passos práticos para a avaliação do escore de fezes</h2>
<ol>
<li>Observe as fezes durante a rotina de manejo dos animais.</li>
<li>Avalie a consistência, cor, presença de sangue, muco e odor.</li>
<li>Monitore a frequência e volume das fezes.</li>
<li>Observe o comportamento geral das vacas.</li>
</ol>
<p>Para realizar avaliação do escore de fezes, deve-se primeiramente <strong>observar o lote como um todo</strong>, observando o aspecto das fezes na cama, no caminho para a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/boas-praticas-de-ordenha/" target="_blank" rel="noopener">ordenha</a></strong>, no centro de manejo.</p>
<p>Outro ponto a ser observado é a <strong>variação no mesmo lote, ou seja, se neste lote há animais com escores muito diferentes</strong>. Essas variações podem indicar uma desordem de saúde de um animal em específico, como alguma diarreia viral por exemplo, ou até mesmo algum problema no manejo alimentar ou no vagão misturador, o qual pode não estar promovendo a mistura adequada dos ingredientes e estar distribuindo a comida de forma desuniforme e heterogênea, fazendo com que alguns animais consumam maiores quantidades de concentrados, resultando em fezes mais amolecidas.</p>
<p>É importante lembrar que na avaliação das fezes dos animais, além da avaliação de consistência, onde temos os escore de 1 a 5, outras características também podem e devem ser avaliadas, como:</p>
<ul>
<li>Cor;</li>
<li>Presença de sangue, muco, bolhas e grãos;</li>
<li>Odor.</li>
</ul>
<h3>Identificando a acidose ruminal</h3>
<p>Quanto a essas características, é importante avaliarmos a presença de bolhas de ar nas fezes. Essa é uma característica de fácil visualização e de grande relevância. Bolhas são um sinal de alerta para a <a href="https://rehagro.com.br/blog/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>acidose ruminal</strong></a>, onde se tem a diminuição do pH do rúmen devido ao aumento de ácidos graxos de cadeia curta, excedendo a capacidade de absorção ruminal.</p>
<p>Em casos de <strong>acidose subclínica</strong>, as fezes tendem a ficar mais amolecidas (<strong>geralmente escore 2) e com presença de bolhas</strong>. Já em quadros de <strong>acidose clínica</strong>, as fezes têm <strong>aspecto de diarreia (escore 1)</strong>, muitas vezes com presença de muco e grande quantidade de bolhas.</p>
<p>Estima-se que de 10 a 15% dos rebanhos confinados sofrem com acidose, o que impacta de maneira significativa <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">reduzindo a produção de leite</a></strong> e alteração na composição do leite (proporção gordura e proteína), entretanto, devido à dificuldade de diagnóstico, o acompanhamento do escore fecal é de suma importância e um grande aliado para a identificação do problema e também para que ajustes de manejo ou na dieta sejam feitos.</p>
<h3>Presença de grãos nas fezes</h3>
<p>A presença de grãos nas fezes é outra característica que pode nos predizer algumas coisas. Se nas fezes há presença de grãos, indica que o milho está sendo pouco degradado e sendo eliminado nas fezes sem ter sido aproveitado.</p>
<p>Se os grãos estão sendo eliminados nas fezes, significa que a quantidade de amido metabolizado é menor do que a prevista na formulação da dieta, o que leva a maiores gastos e menor produção de leite.</p>
<p>Em casos assim, o processamento dos grãos deve passar por avaliação a fim de checar possíveis erros nesse processo e a dieta também pode ser reformulada buscando a utilização de fontes de amido com maior digestibilidade.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-25888" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-2.jpg" alt="Diferença de coloração das fezes bovinas" width="697" height="158" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-2.jpg 697w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-2-300x68.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-2-370x84.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-2-270x61.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-2-150x34.jpg 150w" sizes="(max-width: 697px) 100vw, 697px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Diferenças de coloração das fezes. Preta, escura, esbranquiçada e amarelada. Fonte: Agroceres Multimix</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-25889" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-3.jpg" alt="Diferenças de características físicas das fezes" width="696" height="152" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-3.jpg 696w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-3-300x66.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-3-370x81.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-3-270x59.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/11/escore-fezes-3-150x33.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Diferenças de características físicas das fezes: presença de grãos, bolhas, sangue e muco. Fonte: Agroceres Multimix</span></p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Em resumo, o escore de fezes é uma ferramenta útil, prática e que pode facilmente ser incorporada à rotina da fazenda, o que contribui para uma abordagem integral na gestão da saúde e do bem-estar das vacas leiteiras, pois <strong>as características das fezes podem fornecer informações valiosas sobre o funcionamento do trato gastrointestinal e evidenciar possíveis problemas de saúde e também do manejo alimentar ou da dieta dos animais</strong>.</p>
<p>Por esses motivos, é essencial que se tenha uma avaliação regular e um monitoramento contínuo, pois dessa forma é possível ter o escore de fezes como um “feedback imediato” e assim tomarmos decisões em tempo real, evitando maiores danos aos animais e o impacto negativo sobre a atividade leiteira.</p>
<h2>Transforme observações em decisões que geram lucro</h2>
<p>O escore de fezes é uma ferramenta simples, mas extremamente eficaz, para avaliar a dieta e o funcionamento digestivo das vacas leiteiras.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-Graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a usar esse e outros indicadores práticos para ajustar o manejo nutricional, melhorar a saúde do rebanho e aumentar a produtividade da fazenda.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23112" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso.jpg" alt="Julia Mattoso - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/julia-mattoso-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acidose ruminal em vacas leiteiras: como prevenir essa doença?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 19:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[acidose ruminal]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A acidose ruminal tem sido uma das principais afecções que acometem o gado leiteiro. Uma vez que se sabe dos prejuízos produtivos e econômicos gerados em decorrência da doença, é fundamental entender como identificar os casos no rebanho e quais condutas tomar para evitar e prevenir sua ocorrência. A manifestação da acidose é consequente de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A acidose ruminal tem sido uma das <strong>principais afecções que acometem o gado leiteiro</strong>. Uma vez que se sabe dos prejuízos produtivos e econômicos gerados em decorrência da doença, é fundamental entender como identificar os casos no rebanho e quais condutas tomar para evitar e prevenir sua ocorrência.</p>
<p>A manifestação da acidose é consequente de um desequilíbrio do pH do rúmen, resultando em níveis excessivamente baixos de pH. Ou seja, disbiose dos grupos de bactérias e protozoários mutualísticos do rúmen.</p>
<p>Para desencadeamento da enfermidade é necessário que ocorra alguma falha no manejo nutricional, principalmente quando se refere a carboidratos de fácil digestão, solúvel ou não estruturais e também por uma dieta pobre em fibras.</p>
<p>Nesse artigo iremos discutir sobre a acidose ruminal, suas classificações, os principais fatores predisponentes, as manifestações clínicas e as manifestações secundárias da doença, maneiras de diagnosticar, os prejuízos que ela traz e formas de prevenção.</p>
<p>Há duas classificações, onde a faixa de pH e ácidos predominantes são os critérios para a categorização:</p>
<ol>
<li><strong>Acidose Ruminal de Ácidos Graxos de Cadeia Curta (ARAGCC);</strong></li>
<li><strong>Acidose Lática Ruminal (ALR).</strong></li>
</ol>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</script></p>
</div>
<h2>Fatores suscetíveis para causar a acidose ruminal</h2>
<p>Para que o pH ruminal apresente queda acentuada, caracterizando a acidose, é necessário que haja um <strong>consumo exacerbado de carboidratos solúveis</strong>. Logo, os cenários mais propensos são definidos por algum erro no manejo nutricional ou algum fator que tenha impacto sobre ele.</p>
<p>Portanto, a priori, as falhas que podem ser apresentadas no manejo normalmente estão associadas com:</p>
<ul>
<li><strong>Falta de adaptação a dieta nova</strong> – Comum em período <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/" target="_blank" rel="noopener">pós-parto</a></strong> &#8211; Momento que aumenta a energia na dieta para favorecer a produção de leite.</li>
<li><strong>Intervalos espaçados de fornecimento</strong>, de modo que provoque jejum intenso.</li>
</ul>
<p>O primeiro ponto está relacionado com a introdução de animais sem adaptação prévia a lotes já adaptados a uma dieta mais rica em concentrados.</p>
<p>É comum, por exemplo, que vacas, as quais se encontravam no período seco, ao retornarem à lactação, passem a receber um modelo de dieta diferente do anterior. Ou seja, a prioridade em receber alimentos com maior teor de volumoso passa a ser uma alimentação rica em carboidratos, a fim de otimizar a produção.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39648 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png" alt="E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Um cenário similar pode ocorrer com primíparas, perante à mudança de dieta, mas também ligado ao consumo elevado a cada ingestão. Uma vez que ao serem introduzidas ao lote de multíparas diminuem a frequência de visitação ao cocho e consequentemente consomem muito a cada visita.</p>
<p>Vale ressaltar que nos primeiros 160 dias de lactação, com destaque aos dias 100 e 130, há a tendência de maior consumo de matéria seca e concentrados, dessa forma, aumentando a suscetibilidade para que o problema ocorra.</p>
<p>Em segundo lugar, <strong>animais com tempo elevado de privação de comida também estão sujeitos ao desencadeamento da enfermidade.</strong> Já que, ocorre o exagero no consumo de ração após o período de abstinência, seja por falta de comida no cocho ou em casos de disputa por espaço de cocho.</p>
<p>Em casos de jejum prolongado tem-se interferência na população de bactérias lactilíticas, e isso ocorre devido à sensibilidade desses microrganismos ao pH mais elevado (em decorrência do jejum).</p>
<p>Consequentemente, há um acúmulo de ácido lático, por ele não ser utilizado como um substrato para as bactérias lactilíticas na formação de AGV (Ácidos Graxos Voláteis) e pelo pH estar muito baixo e não ser favorável para que as mesmas atuem.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23788 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR.jpg" alt="Comportamento da produção de ácidos e o pH do rúmen durante um quadro de Acidose Lática Ruminal" width="686" height="512" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR.jpg 686w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-300x224.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-370x276.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-270x202.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Esquema demonstrando o comportamento da produção de ácidos e o pH do rúmen durante um quadro de Acidose Lática Ruminal (ALR). Fonte: João Paulo Elsen Saut</span></p>
<p>Outros fatores correspondentes à <strong>disposição da dieta</strong>, deve-se ao caso de haver, de fato, erro na <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dietas-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener">formulação</a></strong>, de modo que a proporção volumoso: concentrado esteja desbalanceada.</p>
<p>Segundo, deve-se à mistura da dieta total, já que, os bovinos apresentam a tendência de selecionar alimentos concentrados (mais palatáveis), de modo que consigam segregar a parte volumosa.</p>
<p>Por fim, a disponibilidade de fibra efetiva, relacionado ao tamanho da partícula, para assim, atingir níveis interessantes de ruminação, mastigação e salivação. Vale salientar que um dos fatores que podem levar a um quadro agudo de acidose está associado ao livre acesso dos animais a depósitos de ração.</p>
<p>Por fim, fatores que exercem influência na alimentação dos animais e são os geradores de estresse, como, por exemplo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/" target="_blank" rel="noopener">estresse térmico</a></strong>.</p>
<p>Uma vez que, devido à hiperventilação (animal ofegante) há a diminuição da ruminação, consequentemente da salivação, a qual possui um papel tamponante (auxilia a manter os níveis adequados de pH). Além do alimento prolongar seu tempo no rúmen, seguido da produção intensa de ácidos.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18727 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg" alt="Banner Pós-graduação em Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-pl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Manifestações clínicas</h2>
<p>É importante ressaltar que devido à redução do pH pode-se ter alterações sistêmicas como a diminuição da motilidade ruminal, ruminite e hiperqueratose da mucosa, podendo ocorrer aumento da pressão osmótica ruminal, diminuição do volume extra-celular, desidratação, diminuição da perfusão sanguínea periférica e até mesmo a diminuição do fluxo sanguíneo renal, caracterizando um quadro de acidose metabólica.</p>
<p>A <strong>Acidose Láctea Ruminal (ALR)</strong> por ter um caráter mais agudo, possui sinais clínicos mais evidentes e, de certa forma, preocupantes. Com o avançar da doença o animal apresenta anorexia, desidratação, diarreia e pode apresentar decúbito esternal e progressiva depressão do estado geral, inclusive com alterações do estado de consciência.</p>
<p>Já a <strong>Acidose Ruminal de Ácidos Graxos de Cadeia Curta (ARAGCC)</strong> ocorre de modo inespecífico, inclusive pode ter ocorrência mais branda. De modo que haja variação na ingestão de matéria seca, pode-se ter ocorrência de fezes mais pastosas à líquidas e/ ou com alimentos mal digeridos.</p>
<p>Em ambos casos, quanto menor o pH ruminal, mais comprometido estará o estado geral e mental do animal.</p>
<p>A forma de tratamento deve ser baseada na correção da acidose ruminal, de modo que eleve o pH ruminal, para que as bactérias produtoras de ácido parem sua produção.</p>
<h3>Manifestações secundárias à acidose ruminal</h3>
<p>Devido ao acúmulo de ácidos e alterações significativas no funcionamento do rúmen, a acidose ruminal, além de suas próprias manifestações clínicas, é um fator potencial no desencadeamento de outras enfermidades.</p>
<p>A princípio a <strong>rumenite</strong>, é decorrente das lesões à parede do rúmen, de modo que haja variação em suas funções. Inclusive na absorção, podendo ocorrer disseminação de infecções para os outros órgãos, como o fígado, por exemplo.</p>
<p>A <strong>laminite asséptica</strong>, em decorrência da absorção de lipopolissacarídeos (LPS), gera <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/tratamento-de-cascos-em-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">lesões</a></strong> vasculares, inclusive vasoconstrição periférica, a qual pode gerar hipóxia nas lâminas do casco. Ambas situações geram extremo desconforto, seguido de claudicação, de modo que interfere na busca por alimento do animal, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/" target="_blank" rel="noopener">diminuição da produção</a></strong> e queda de índices reprodutivos.</p>
<p>Além disso, devido ao desequilíbrio e disposição dos ácidos, <strong>há alteração na proporção de proteína e gordura do leite</strong>, já que, a síntese de gordura láctea é prejudicada. Apesar dessa diminuição não ser exclusiva da acidose ruminal, e ter variações no rebanho, é um ponto de atenção.</p>
<h2>Como é feito o diagnóstico?</h2>
<p>O diagnóstico pode ser feito baseado no histórico da propriedade, com destaque aos surtos agudos, que são mais característicos aos casos crônicos. Junto à solicitação de exames complementares, como a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/avaliacao-do-liquido-ruminal/" target="_blank" rel="noopener">análise do suco de rúmen</a></strong> (o ideal é por punção direta, já que, pode haver variações por sonda devido à “contaminação” do material com saliva &#8211; tamponante).</p>
<p>Essa investigação do suco implica em acompanhar a atividade de protozoários e bactérias mutualísticas no microscópio ou realizar o teste de tempo de redução do azul de metileno. O qual consiste em observar o retorno da mesma coloração anterior à adição da substância, em determinado tempo, a fim de avaliar a atividade microbiana.</p>
<h2>Prejuízos causados pela acidose ruminal</h2>
<p>Essas situações geram prejuízos ao produtor não apenas com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/eficacia-dos-tratamentos-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">tratamento e medicamentos</a></strong>, mas também no que leva à perda de produtividade, diminuição da síntese de gordura do leite, potencial descarte precoce e involuntário dos animais e devido às manifestações secundárias. Além de que os surtos agudos representam elevado índice de mortalidade.</p>
<p>Uma propriedade com problemas decorrentes de acidose metabólica pode ter uma <strong>perda produtiva de 2L/ vaca/ dia</strong>. Embora cada local apresente um cenário, é notório que quanto maior a incidência de novos casos, maior o prejuízo por animal. Ademais, a bonificação relacionada ao teor de gordura também é afetada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23789 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio.jpg" alt="Tabela demonstrando a distribuição da bonificação por gordura de um laticínio" width="335" height="396" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio.jpg 335w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio-254x300.jpg 254w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio-270x319.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio-150x177.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 335px) 100vw, 335px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Tabela demonstrando a distribuição da bonificação por gordura de um laticínio. </span><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Fonte: Milkpoint, 2021</span></p>
<h2>É possível prevenir a acidose ruminal?</h2>
<p>Uma vez que se sabe dos principais fatores causadores da acidose ruminal, é<strong> fundamental ações voltadas à adaptação de mudança de dieta, espaçamento de cocho condizente com o número de animais, ter alimento sempre disponível e fornecer a dieta de maneira adequada. </strong></p>
<p>A princípio, a adaptação gradativa de vacas leiteiras tem início no período pré parto, especificamente cerca de 4 semanas precedentes ao mesmo.</p>
<p>Em segundo lugar, quando se refere ao espaço de cocho, o ideal é que tenha um local confortável entre os animais. De modo que, todos consigam ingerir as porções adequadas da dieta e evite estresse ou altos consumos em menor frequência, em decorrência da disputa de cocho.</p>
<p>Logo, o ideal é que vacas em lactação tenham espaçamento de mínimo 70 cm linear de cocho. Animais em pré-parto e pós-parto na condição de vacas e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener">novilhas</a></strong><span style="font-weight: 400;">/primíparas em lotes separados em torno de 80 cm linear de cocho e em casos onde os lotes pré e pós-parto são compostos por vacas e novilhas/primíparas juntas é recomendado que esse espaçamento de cocho seja se 1m linear.  </span></p>
<p>Vale ressaltar também que multíparas tendem a exercer maior dominância sobre as primíparas, logo, se possível é indicado separar lotes para cada uma dessas categorias.</p>
<p>Outro ponto importante, é evitar que os animais fiquem muito tempo em jejum, portanto, é recomendável ter alimento disponível. Dessa forma, ao invés de deixar o cocho totalmente sem comida, tem maior valor deixá-lo com, pelo menos, 3% de sobra antes de repor por completo.</p>
<p>Além disso, <strong>um volumoso de qualidade que proporcione uma boa ruminação e consequentemente, promova a salivação, é indispensável</strong>. Entretanto, deve-se ter atenção quanto ao tamanho das partículas, a fim de evitar a pré-seleção dos animais. Logo, usar a técnica de Penn State (peneiras separadoras de partículas), se mostra muito eficaz para avaliação da proporção do tamanho das partículas.</p>
<p>Avaliar os animais de forma constante, principalmente os animais de lote pré-parto que consumem dieta acidogênica, com aferição do pH de urina o qual demonstrará a eficiência no uso dessa dieta, mas também para avaliação se não está ocorrendo quedas acentuadas de pH e consequentemente contribuindo para quadros de acidose.</p>
<p>Por fim, há como alternativa o uso de ionóforos e probióticos como aditivos na dieta, a fim de garantir um controle maior sobre as bactérias com maior capacidade em reduzir o pH ruminal. Entretanto, vale ressaltar a adaptação e fornecimento da quantidade ideal, quando se refere aos ionóforos, já que, tem potencial tóxico, quando em excesso.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>É notório então que a acidose ruminal é um problema de saúde que afeta de forma significativa a produção das vacas. Sua importância reside em vários aspectos como o impacto na saúde e bem-estar do animal, na redução da produção de leite, na perda de eficiência alimentar, no aumento dos custos e também nos desafios de manejo.</p>
<p>Deter de um manejo alimentar adequado, aliado a uma boa formulação da dieta e atuar em fatores predisponentes são cruciais para minimizar esses impactos negativos.</p>
<h2>Mais saúde para o rebanho, mais lucro para a fazenda</h2>
<p>Prevenir a acidose ruminal vai muito além de ajustes na dieta, exige compreender profundamente a nutrição, o manejo e a gestão da produção.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong>, você aprende a aplicar técnicas modernas e comprovadas para manter o rebanho saudável, evitar prejuízos e potencializar a produtividade. Estude com especialistas que vivem o dia a dia do campo e transformam conhecimento em resultados reais.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23083" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda.jpg" alt="Bruna Maeda - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/bruna-maeda-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras/">Acidose ruminal em vacas leiteiras: como prevenir essa doença?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
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