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	<title>placenta Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>placenta Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Retenção de placenta em vacas leiteiras: fisiologia, imunidade e estratégias de prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[placenta]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução de bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[sistema reprodutivo]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retenção de placenta em vacas leiteiras é uma das enfermidades reprodutivas mais relevantes no período pós-parto imediato, impactando diretamente a saúde uterina, a fertilidade e o desempenho produtivo do rebanho. Considerada multifatorial, sua ocorrência está fortemente relacionada à integridade do sistema imunológico, ao manejo nutricional e às condições ambientais do periparto. Segundo Nobre et [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>retenção de placenta em vacas leiteiras</strong> é uma das enfermidades reprodutivas mais relevantes no período pós-parto imediato, impactando diretamente a saúde uterina, a fertilidade e o desempenho produtivo do rebanho.</p>
<p>Considerada multifatorial, sua ocorrência está fortemente relacionada à integridade do sistema imunológico, ao manejo nutricional e às condições ambientais do periparto.</p>
<p>Segundo Nobre et al. (2012), a prevalência de retenção de placenta em um rebanho mestiço em Minas Gerais foi de 12,8%, número expressivamente superior ao observado em países como Nova Zelândia (2%), EUA (7,7%) e Israel (8,4%).</p>
<p>Essa diferença reforça a necessidade de um olhar clínico e preventivo mais atento aos fatores de risco associados à retenção de placenta em vacas leiteiras, principalmente em sistemas tropicais.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá <strong>como a fisiologia reprodutiva bovina e o sistema imunológico materno interagem no processo de separação placentária</strong>, por que a falha nessa interação favorece a retenção e quais fatores — como nutrição, estresse, saúde metabólica e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto/">manejo pré-parto</a></strong> — precisam ser ajustados para garantir a imunocompetência das vacas e reduzir significativamente a ocorrência dessa condição.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que é retenção de placenta e quais suas consequências?</h2>
<p>Clinicamente, considera-se retenção de placenta a falha na expulsão das membranas fetais por um <strong>período superior a 12 horas após o parto</strong>. Essa condição está diretamente ligada a complicações como:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/metrite-em-vacas-leiteiras-como-a-saude-uterina-impacta-no-desempenho-do-rebanho/">Metrite</a></strong> e endometrite;</li>
<li>Redução da taxa de concepção;</li>
<li>Aumento no número de dias até o primeiro serviço;</li>
<li><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/">Redução da produção leiteira</a></strong>;</li>
<li>Aumento da taxa de descarte involuntário.</li>
</ul>
<p>Fourichon et al. (2000) demonstram que vacas acometidas com retenção placentária apresentam de <strong>2 a 3 dias a mais até o primeiro serviço</strong>, <strong>e redução de 4 a 10% na <a href="https://rehagro.com.br/blog/taxa-de-concepcao/">taxa de concepção</a></strong> no primeiro serviço, gerando um atraso reprodutivo médio de 6 a 12 dias para a concepção.</p>
<p>Além do comprometimento direto do útero, estudos recentes (Ribeiro et al., 2024) sugerem que a retenção de placenta pode ser um importante fator de risco secundário para outras enfermidades, como a mastite, ao servir como foco de agentes patogênicos.</p>
<p><iframe title="RETENÇÃO DE PLACENTA EM VACAS LEITEIRAS: O QUE FAZER? | Por Dentro do Ensino - Leite" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/o4L_cx08blI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Como a imunidade da vaca influencia na expulsão da placenta?</h2>
<p>Embora os mecanismos hormonais sejam fundamentais para o parto e a expulsão das membranas fetais, a imunidade materna exerce um papel igualmente decisivo na ruptura dos placentômeros e na liberação efetiva da placenta.</p>
<p>Durante o parto, ocorre um aumento da concentração de <strong>citocinas inflamatórias</strong> — principalmente interleucina-8 (IL-8) — que atrai neutrófilos para o local da interface materno-fetal. Esses leucócitos desempenham papel ativo na liberação enzimática, produção de radicais livres e ativação de colagenases, facilitando a separação das membranas.</p>
<p>Outro ponto importante é o <strong>reconhecimento imunológico do MHC Classe I fetal</strong>. A placenta possui células fetais que expressam esses antígenos, e a resposta materna a eles contribui para o processo inflamatório fisiológico necessário para o descolamento. Vacas com sistema imune comprometido (por doenças, estresse ou deficiências nutricionais) têm menor ativação dessas vias, aumentando o risco de aderência persistente.</p>
<p>Além disso, o equilíbrio redox da placenta — a capacidade antioxidante para neutralizar espécies reativas de oxigênio — influencia diretamente a síntese de estrogênio e prostaglandinas, fundamentais para o parto. Quando esse equilíbrio é rompido, a expulsão da placenta fica comprometida.</p>
<h2>Fatores que comprometem a imunidade e favorecem a retenção de placenta</h2>
<h3>1. Nutrição: o combustível da resposta imune</h3>
<p>O <strong>balanço energético negativo (BEN)</strong> no periparto é uma das principais causas de imunossupressão. Segundo Ingvartsen e Moyes (2013), nutrientes como glicose, ácidos graxos, aminoácidos (ex: glutamina), vitaminas e minerais (como selênio e zinco) são fundamentais para uma resposta imune eficiente.</p>
<p>Além disso, antioxidantes como vitamina E e selênio protegem as células placentárias do estresse oxidativo e favorecem a produção hormonal adequada. O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">escore de condição corporal (ECC)</a></strong> ideal ao parto deve estar entre 3,25 e 3,75. Valores fora dessa faixa aumentam o risco de doenças metabólicas e retenção placentária.</p>
<h3>2. Estresse: o grande inibidor da imunidade funcional</h3>
<p>O estresse ativa o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal,<strong> elevando o cortisol</strong>, que a curto prazo modula a imunidade, mas a longo prazo suprime a resposta imune.</p>
<p><strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/estresse-termico/">Estresse térmico</a></strong>, superlotação, partos difíceis ou manejo brusco são fatores que agravam o risco de retenção de placenta.</p>
<h3>3. Distúrbios metabólicos: hipocalcemia e contratilidade uterina</h3>
<p>O cálcio é essencial para a contratilidade uterina. A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/hipocalcemia-em-vacas-leiteiras/">hipocalcemia</a></strong> (baixa de cálcio no sangue) é altamente prevalente no pós-parto e impede contrações efetivas, dificultando a expulsão das membranas fetais.</p>
<p>A suplementação oral de cálcio no parto e o uso de dietas com DCAD negativo no pré-parto são estratégias eficazes para prevenir a hipocalcemia e, consequentemente, reduzir a retenção placentária.</p>
<h2>Estratégias para garantir uma boa imunidade e prevenir a retenção de placenta</h2>
<p><strong>1. Nutrição de precisão no pré e pós-parto</strong></p>
<ul>
<li>Dietas balanceadas com energia, proteína e antioxidantes;</li>
<li>Suplementação com vitamina E, selênio e zinco;</li>
<li>Controle do ECC e ajuste do DCAD.</li>
</ul>
<p><strong>2. Ambiente e manejo</strong></p>
<ul>
<li>Locais tranquilos, ventilados e com <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/sombra-para-vacas-leiterias/">sombra</a></strong>;</li>
<li>Redução de movimentações e estresse periparto;</li>
<li>Partos assistidos com cuidado.</li>
</ul>
<p><strong>3. Prevenção de doenças metabólicas</strong></p>
<ul>
<li>Protocolos para prevenção de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras/">cetose</a></strong>, hipocalcemia e <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/desafios-do-deslocamento-de-abomaso/">deslocamento de abomaso</a></strong>;</li>
<li>Diagnóstico precoce de infecções uterinas.</li>
</ul>
<p><strong>4. Monitoramento individualizado</strong></p>
<ul>
<li>Identificação de animais de risco (partos gemelares, vacas mais velhas);</li>
<li>Suporte imunológico e nutricional adaptado.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A retenção de placenta não deve ser encarada como um evento isolado, mas como um <strong>indicador clínico da imunocompetência da vaca</strong>. Ela resulta de falhas integradas entre o sistema imune, o equilíbrio hormonal e o manejo ambiental e nutricional.</p>
<p>A adoção de práticas preventivas bem definidas — incluindo nutrição balanceada, manejo reprodutivo cuidadoso e ambiente de transição de qualidade — é fundamental para minimizar os casos de retenção, melhorar a saúde uterina e garantir uma <strong>reprodução mais eficiente e sustentável</strong>.</p>
<h2>Reprodução saudável para mais prenhezes e mais leite no tanque</h2>
<p>A retenção de placenta impacta a saúde uterina, atrasa o retorno à reprodução e pode reduzir a produtividade do rebanho.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo reprodutivo, nutrição e imunidade para prevenir problemas, melhorar índices produtivos e aumentar a rentabilidade da fazenda.</p>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34301" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isabella-machado.jpg" alt="Isabella Machado - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isabella-machado.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isabella-machado-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/08/isabella-machado-150x52.jpg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">Attupuram, N. M., et al. (2016). <i>Cellular and Molecular Mechanisms Involved in Placental Separation in the Bovine: A Review</i>. Molecular Reproduction and Development, 83(4), 287–297. https://doi.org/10.1002/mrd.22635</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Bagath, M., et al. (2019). <i>The Impact of Heat Stress on the Immune System in Dairy Cattle: A Review</i>. Research in Veterinary Science, 126, 94–102. https://doi.org/10.1016/j.rvsc.2019.08.011</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Beagley, J. C., et al. (2010). <i>Physiology and Treatment of Retained Fetal Membranes in Cattle</i>. Journal of Veterinary Internal Medicine, 24(2), 261–268. https://doi.org/10.1111/j.1939-1676.2010.0473.x</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Fourichon, C., Seegers, H., &amp; Malher, X. (2000). <i>Effect of disease on reproduction in the dairy cow: a meta-analysis</i>. Theriogenology, 53(9), 1729–1759. https://doi.org/10.1016/S0093-691X(00)00311-3</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Hanzen, C., &amp; Rahab, H. (2024). <i>Propaedeutic and Therapeutic Practices Used for Retained Fetal Membranes by Rural European Veterinary Practitioners</i>. Animals, 14(7), 1042. https://doi.org/10.3390/ani14071042</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Ingvartsen, K. L., &amp; Moyes, K. (2013). <i>Nutrition, Immune Function and Health of Dairy Cattle</i>. Animal, 7, 112–122. https://doi.org/10.1017/S175173111200170X</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Nobre, M. M., et al. (2012). <i>Avaliação da incidência e fatores de risco da retenção de placenta em vacas mestiças leiteiras</i>. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, 64(1), 101–107. https://doi.org/10.1590/S0102-09352012000100015</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Ribeiro, D., et al. (2024). <i>Retained Placenta as a Potential Source of Mastitis Pathogens in Dairy Cows</i>. Applied Sciences, 14(12), 4986. https://doi.org/10.3390/app14124986</span></li>
<li><span style="font-size: 14px;">Van Werven, T., et al. (1992). <i>The Effects of Duration of Retained Placenta on Reproduction, Milk Production, Postpartum Disease and Culling Rate</i>. Theriogenology, 37(6), 1191–1203. https://doi.org/10.1016/0093-691X(92)90175-Q</span></li>
</ul>
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		<title>Redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 17:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
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		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção. O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rehagro realizou a transmissão de um Webinar Leite sobre <strong>redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção</strong>.</p>
<p>O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro.</p>
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<p>Veja alguns dos assuntos tratados nesse webinar:</p>
<ul>
<li>Taxa de Serviço: Aumentar para pelo menos 65% é viável e eficaz;</li>
<li>Taxa de Concepção: Não há uma meta fixa, mas focar em melhorar junto com a taxa de prenhez é crucial;</li>
<li>Taxa de Prenhez: Um indicador importante que depende de serviço e concepção;</li>
<li>Quais indicadores chave da reprodução nas fazendas;</li>
<li>Objetivo realista para intervalo entre partos.</li>
</ul>
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