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	<title>doenças do trigo Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>doenças do trigo Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>As 7 principais doenças do trigo: saiba como fazer o manejo correto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2022 17:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[brusone]]></category>
		<category><![CDATA[controle químico]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do trigo]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem]]></category>
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		<category><![CDATA[trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ocorrência e intensidade de doenças na cultura do trigo, são afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil. Em sua grande maioria, as doenças são causadas por fungos, embora enfermidades causadas por bactérias e vírus também possam causar danos importantes. Devido ao cenário de diversidade de ambientes na qual a cultura do trigo tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocorrência e intensidade de doenças na cultura do trigo, são afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil.</p>
<p>Em sua grande maioria, <strong>as doenças são causadas por fungos</strong>, embora enfermidades causadas por bactérias e vírus também possam causar danos importantes.</p>
<p>Devido ao cenário de diversidade de ambientes na qual a cultura do trigo tem sido cultivada, se torna mais difícil a viabilização de sistemas padronizados de controle, resultando em uma condição no qual o efeito local se apresenta como grande importância no manejo de doenças.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>As principais doenças do trigo</h2>
<h3>1. Giberela</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Gibberella zeae. </i>A principal forma assexuada do patógeno é <i>Fusarium graminearum</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Os sintomas iniciais são observados nas aristas, que desviam do sentido daquelas de espiguetas não afetadas. Posteriormente, aristas e espiguetas adquirem coloração esbranquiçada ou cor de palha. Em cultivares muito suscetíveis, os sintomas progridem para o pedúnculo, que adquire coloração marrom. Também podem ocorrer nas espigas sintomas similares aos da brusone.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: A <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/giberela-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">giberela</a></strong> é extremamente influenciada pelo ambiente, cujas condições climáticas favoráveis são de frequente precipitação pluvial e temperaturas entre 20 °C e 25 °C.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: A giberela é uma doença de difícil controle. A integração de medidas de controle é a melhor estratégia para minimizar os prejuízos quantitativos e qualitativos por giberela.</p>
<h3>2. Brusone</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Pyricularia oryzae</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Aparecem em folhas, colmos e espigas, mas o dano mais significativo ocorre nas espigas.</p>
<p>Em lavouras de sequeiro no Cerrado brasileiro, com semeaduras precoces (realizadas antes de meados de março), a ocorrência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/brusone-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">brusone</a></strong> nas folhas pode se configurar em um grave problema, a ponto de promover perda total da lavoura.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: plantas em estádio de espigamento, temperatura variando entre 24 ºC e 28 ºC e períodos constantes de chuva, com manutenção de alta umidade relativa.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O controle químico de brusone na parte aérea das plantas de trigo se baseia no princípio de que a espiga deve estar protegida preventivamente à infecção do patógeno. A chuva que forma o molhamento necessário para iniciar a infecção. Vários experimentos de campo determinaram que fungicidas comerciais com mancozebe na sua formulação foram os de maior eficiência para controlar a brusone do trigo.</p>
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<h3>3. Mancha-amarela</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Pyrenophora tritici-repentis</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: No início do desenvolvimento da doença, ocorrem lesões em forma de pequenas manchas de coloração marrom-bronzeada, que se expandem para manchas ovais ou em forma de diamante. Em volta das lesões é comum a ocorrência de um halo clorótico com um ponto mais escuro no centro da lesão.A doença é mais severa em folhas mais velhas, após a emissão da folha bandeira. A planta, entretanto, pode ser infectada e apresentar sintomas desde a emissão das primeiras folhas, ainda jovens. Essa infecção inicial ocorre, muitas vezes, pelo inóculo primário, presente nos restos culturais deixados sobre o solo, entre uma safra e outra.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: Em condições climáticas favoráveis, com chuva frequente e temperatura em torno de 25 °C, a doença prolifera para as folhas superiores.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: É um fungo necrotrófico, ou seja, que sobrevive e se desenvolve sobre restos culturais.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de fungicidas é sempre uma boa alternativa, especialmente em condições meteorológicas favoráveis à ocorrência da doença. Muitas vezes, essas condições favoráveis são previsíveis.</p>
<p>Em anos de ocorrência do fenômeno “El Niño”, é esperado que os meses de setembro e de outubro sejam de temperaturas e de volume de chuvas acima da média normal, altamente favoráveis ao desenvolvimento e à dispersão do patógeno. Em anos assim, será necessário ao menos uma aplicação de fungicida, dependendo do clima e da cultivar utilizada.</p>
<p>O momento da aplicação é outro fator igualmente importante, que depende do momento da ocorrência da doença que, por sua vez, depende das folhas de trigo com sintomas de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">mancha-amarela</a></strong>.</p>
<p>Porções de folhas de trigo com sintoma de mancha-amarela coincidência entre clima favorável e cultivar suscetível. Considerando-se apenas uma aplicação para o controle dessa doença, dados de experimentos têm demonstrado que a ocorrência da doença durante o emborrachamento pode ser mais crítica para a cultura.</p>
<p>Uma possível explicação é que nessa fase há redução de área verde, devido às áreas necrosadas pelo patógeno, quando a planta mais precisa de fotoassimilados, que é o enchimento de grãos.</p>
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<h3>4. Ferrugem da folha</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Puccinia triticina</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: Os sintomas ocorrem principalmente nas folhas como lesões elípticas, formando pústulas com uredosporos de cor alaranjada.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: O desenvolvimento da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/ferrugem-no-trigo/" target="_blank" rel="noopener">ferrugem da folha</a></strong> ocorre rapidamente a temperaturas entre 10 °C e 30 °C e, em condições favoráveis, com alta densidade de inóculo e em cultivares suscetíveis, os sintomas podem aparecer em outros tecidos verdes da planta.</p>
<p><i>Puccinia triticina</i> sobrevive somente em tecidos vivos dos hospedeiros, mas os uredosporos têm vida relativamente longa e podem permanecer no campo, longe dos hospedeiros por várias semanas.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: A disseminação dos esporos ocorre principalmente pelo vento.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de cultivares com resistência genética é a medida de controle mais eficiente e econômica. Para o controle químico tem sido realizada a aplicação de estrobirulinas e triazóis nos órgãos aéreos das plantas.</p>
<h3>5. Nanismo amarelo</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <em>Barley yellow dwarf virus</em> &#8211; PAV</p>
<p><strong>Sintomas</strong>: O sintoma mais evidente é o amarelecimento das folhas no sentido ápice-base. Os danos, porém, já iniciam quando o vírus é introduzido no sistema vascular da planta durante a alimentação dos afídeos. Pode ocorrer o escurecimento das espigas (confundido com outras patologias).</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: A transmissão ocorre por afídeos (pulgões), principalmente, <i>Rhopalosiphum padi,</i> do outono à primavera, e por <i>Sitobion avenae</i>, na primavera.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O manejo inicia na escolha da cultivar. As cultivares disponíveis são suscetíveis ao vírus, mas variam em tolerância. Cultivares intolerantes podem perder mais de 60% do seu potencial produtivo.</p>
<p>O segundo passo é o manejo dos afídeos. Com a ação de inimigos naturais (parasitóides e predadores), as populações de afídeos não costumam atingir níveis que causem dano direto, mas causam danos pela transmissão do vírus, sendo necessária ação complementar com inseticidas.</p>
<p>Recomenda-se o Tratamento de Sementes (TS) com inseticidas sistêmicos que, em geral, dura até 30 dias após a semeadura.</p>
<h3>6. Mosaico do trigo</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>:<em> Soil-borne wheat mosaic virus</em> (SBWMV)</p>
<p><strong>Sintomas</strong>: O longo período de sobrevivência do vetor no solo (superior a cinco anos) e a ampla gama de plantas hospedeiras, dificultam o controle desta virose de outra forma que não por meio da resistência genética.</p>
<p><strong>Condições favoráveis</strong>: Os danos à produção costumam ser limitados às áreas da lavoura onde o vetor se concentra, mas sob condições de alta umidade, grandes áreas podem ser comprometidas.</p>
<p>Cultivares suscetíveis semeadas em áreas com inóculo, quando a precipitação pluvial mensal acumulada supera 200 mm, apresentam danos ao redor de 50% na produtividade de grãos.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: O vírus é transmitido por <i>Polymyxa graminis</i>, microrganismo residente no solo e parasita obrigatório de raízes de plantas.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: Atualmente, há cultivares disponíveis com resistência, que podem ser empregadas em áreas com a doença.</p>
<h3>7. Oídio</h3>
<p><strong>Agente causador</strong>: <i>Blumeria graminis</i> f. sp. <i>tritici</i></p>
<p><strong>Sintomas</strong>: A superfície das plantas, principalmente a folha, fica recoberta por micélio, conidióforos e conídios de aparência pulverulenta, com coloração branca quando jovem, ou cinza, quando envelhece.</p>
<p>Aparece principalmente em folhas inferiores, mas pode causar crestamento em folhas superiores, espigas e aristas de cultivares suscetíveis. Tecidos foliares infectados se tornam amarelados e, quando severamente atacados, as folhas colapsam e caem.</p>
<p><strong>Disseminação</strong>: Oídio é um fungo biotrófico que se mantém, na entressafra, sobre plantas voluntárias e em restos culturais de trigo, sendo disseminado pelo vento.</p>
<p>A germinação, a infecção e a produção de novos conídios são completadas entre 5 dias e 10 dias, o que leva à ocorrência de muitos ciclos consecutivos da doença, principalmente entre 18 ºC e 22 ºC.</p>
<p>Em climas temperados, temperaturas muito baixas ou longos períodos de chuvas, no outono, retardam a epidemia.</p>
<p><strong>Manejo</strong>: O uso de cultivares de trigo com resistência genética é a forma preferencial de controle. Como o fungo é variável, pode se tornar capaz de infectar cultivares consideradas resistentes em anos anteriores.</p>
<p>O controle químico via tratamento de sementes em cultivares suscetíveis é mais econômico do que pela aplicação de fungicidas nos órgãos aéreos.</p>
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		<title>Brusone no trigo: como identificar, principais sintomas e como controlar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 13:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[brusone]]></category>
		<category><![CDATA[doenças do trigo]]></category>
		<category><![CDATA[grão]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trigo pode sofrer com o ataque de diversas doenças, que podem afetar desde o início do seu desenvolvimento até o final de seu ciclo e sem o devido tratamento elas podem provocar perdas consideráveis. Sendo assim, no cultivo dessa lavoura é muito importante saber identificar corretamente essas doenças, conhecer suas características e entender a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trigo pode sofrer com o ataque de diversas doenças, que podem afetar desde o início do seu desenvolvimento até o final de seu ciclo e sem o devido tratamento elas podem provocar perdas consideráveis.</p>
<p>Sendo assim, no cultivo dessa lavoura é muito importante saber identificar corretamente essas doenças, conhecer suas características e entender a biologia do patógeno envolvido. Com essas informações em mãos é possível tomar as melhores decisões para a proteção da lavoura.</p>
<p>Com quais <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/doencas-do-trigo/" target="_blank" rel="noopener">doenças você já se deparou na cultura do trigo</a></strong>? Em qual fase de desenvolvimento da lavoura?</p>
<p>De todas as enfermidades do trigo, <strong>a brusone, chamada de branqueamento da espiga</strong>, é provavelmente a responsável pelos maiores prejuízos.</p>
<p>Causada pelo fungo <em>Pyricularia grisea </em>seus danos aparecem durante o espigamento da cultura. Quando sua infestação é alta e a eficiência de controle é baixa, as perdas podem chegar a 50% no rendimento de grãos.</p>
<p>Para conhecer melhor essa doença, fique atento aos <strong>pontos mais importantes sobre a brusone</strong> que trataremos a seguir.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>Condições ambientais que favorecem a brusone</h2>
<p>A ocorrência da doença <strong>é</strong> <strong>favorecida em condições de elevada precipitação pluvial, dias nublados e temperaturas variando entre 24 &#8211; 28°C.</strong> Locais onde o período de orvalho é longo, cerca de 15 horas, criam condições favoráveis à disseminação do patógeno, além de um período de 10-14 horas de molhamento sobre as espigas.</p>
<p>Os maiores danos com essa doença ocorrem quando as condições descritas coincidem com o período de desenvolvimento da lavoura, que vai do emborrachamento até o grão leitoso.</p>
<p>Uma das maneiras de gerenciar o risco da brusone é conhecer as características climáticas do local de cultivo, a época de florescimento da cultivar plantada e integrar essas informações à época de plantio da lavoura.</p>
<h2>Como ocorre a disseminação da doença?</h2>
<p>A brusone <strong>pode sobreviver em sementes infectadas, hospedeiros secundários ou em restos culturais</strong>, este último pode ser considerada a principal fonte de inóculo do patógeno.</p>
<p>Seus esporos são pequenos e leves, facilmente dispersos pelo vento e podendo atingir áreas muito distantes da fonte de origem, parecido com o que ocorre com as ferrugens.</p>
<p>As plantas que podem ser hospedeiras alternativas da brusone são: milho, milheto, arroz, cevada e algumas gramíneas nativas.</p>
<p>Desta forma é importante observar a presença de plantas invasoras que podem hospedar o patógeno, bem como sucessão com plantas hospedeiras em áreas de ocorrência de brusone.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12086 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1.jpg" alt="Lavoura de trigo com brusone" width="476" height="360" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1.jpg 476w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-300x227.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-370x280.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-270x204.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo1-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 476px) 100vw, 476px" /></p>
<h2>Principais sintomas da brusone</h2>
<p>Os principais sintomas<strong> podem ser observados na espiga devido à sua descoloração</strong>, ela pode se tornar branca principalmente na sua metade superior (acima do ponto de infecção).</p>
<p>O principal ponto de infecção dessa doença na espiga é a <strong>ráquis</strong>, a qual uma vez infecta apresenta lesões escuro-brilhantes.</p>
<p>No campo é fácil identificar o patógeno, pois a espiga fica com uma coloração dupla, branco-palha acima da infecção e verde abaixo.</p>
<p>Em uma observação atenta da lavoura também possível identificar ocorrência de brusone nas folhas do trigo, causando lesões elípticas com margem de coloração marrom escuro e centro acinzentado. Os grãos nas espigas atacadas pela doença são menores e enrugados, isso ocorre devido à interrupção no fluxo de nutrientes a partir do ponto de infecção na ráquis.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12087 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1.jpg" alt="Escala diagramática de brusone no trigo" width="410" height="451" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1.jpg 410w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-273x300.jpg 273w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-370x407.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo2-1-270x297.jpg 270w" sizes="auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px" /><span style="font-size: 10pt;">Escala diagramática de brusone no trigo. / Fonte: EMBRAPA Trigo, Maciel (2015)</span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12088 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1.jpg" alt="Folha de trigo com brusone" width="341" height="339" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1.jpg 341w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-300x298.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-150x150.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-270x268.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo3-1-302x300.jpg 302w" sizes="auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px" /><span style="font-size: 10pt;">Folha de trigo com sintoma de brusone. / Fonte: EMBRAPA</span></p>
<h2>Como realizar o controle da brusone?</h2>
<p>O controle da brusone é <strong>bastante difícil</strong>, o manejo mais eficiente deve integrar:</p>
<ul>
<li><strong>Janela de plantio:</strong> normalmente a doença se desenvolve menos nos plantios tardios;</li>
<li><strong>Cultivares resistentes:</strong> há diferentes níveis de suscetibilidade nas cultivares comerciais;</li>
<li><strong>Rotação de culturas:</strong> essa prática não evita a doença, mas ajuda a diminuir a quantidade de inoculo inicial, diminuindo sua incidência e o progresso da epidemia no campo;</li>
<li><strong>Controle químico:</strong> uma das alternativas é o uso de <a href="https://rehagro.com.br/blog/fungicidas-agricolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>fungicidas</strong></a> específicos em aplicação preventiva antes do início do espigamento, com uma segunda aplicação 10-15 dias após a primeira.</li>
</ul>
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<p>Um dos entraves no controle químico é a dificuldade de atingir o alvo da aplicação por conta das características das espiguetas de trigo, o que pode resultar em índices de controle não satisfatórios.</p>
<p>Para melhorar o manejo da brusone é necessário ficar atento às condições climáticas durante a fase reprodutiva da cultura, iniciar a aplicação de fungicida no final do emborrachamento e repetir a pulverização no florescimento (cerca de 15 dias após a aplicação anterior).</p>
<p>Nesse caso, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/uso-de-adjuvantes-em-caldas-de-pulverizacao/" target="_blank" rel="noopener">uso de adjuvantes</a></strong> específicos contribui para aumentar a eficiência da aplicação.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12089" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1.jpg" alt="Duas cultivares de trigo" width="479" height="356" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1.jpg 479w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-300x223.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-370x275.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-270x201.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/4-pontos-brusone-no-trigo4-1-80x60.jpg 80w" sizes="auto, (max-width: 479px) 100vw, 479px" /><span style="font-size: 10pt;">Diferença duas cultivares de trigo em relação à susceptibilidade a doenças. </span></p>
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<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produção de Grãos</a></strong> oferece uma formação essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas até os desafios do manejo e da comercialização.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16049 size-medium" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg" alt="Alessandro Alvarenga" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/11/alessandro-alvarenga.jpg 975w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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