<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>calagem Archives | Rehagro Blog</title>
	<atom:link href="https://rehagro.com.br/blog/tag/calagem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rehagro.com.br/blog/tag/calagem/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Jul 2026 18:24:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/cropped-cropped-logo-rehagro-capa-32x32.png</url>
	<title>calagem Archives | Rehagro Blog</title>
	<link>https://rehagro.com.br/blog/tag/calagem/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Aplicação de corretivos no solo: guia técnico para maximizar a produtividade em lavouras de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-corretivos-no-solo/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-corretivos-no-solo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos de recomendação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=43109</guid>

					<description><![CDATA[<p>A produtividade em lavouras de grãos começa muito antes da semeadura. Ela é construída, essencialmente, pelas condições físicas, biológicas e químicas do solo. Nesse contexto, a aplicação de corretivos no solo é uma das práticas mais determinantes para o sucesso produtivo. No entanto, apesar de ser amplamente difundida, ainda é comum encontrar erros de diagnóstico, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-corretivos-no-solo/">Aplicação de corretivos no solo: guia técnico para maximizar a produtividade em lavouras de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produtividade em lavouras de grãos começa muito antes da semeadura. Ela é construída, essencialmente, pelas condições físicas, biológicas e químicas do solo.</p>
<p>Nesse contexto, a <strong>aplicação de corretivos no solo</strong> é uma das práticas mais determinantes para o sucesso produtivo. No entanto, apesar de ser amplamente difundida, ainda é comum encontrar erros de diagnóstico, recomendação e aplicação de subdoses que limitam a eficiência dessa intervenção.</p>
<p>O ponto central não está apenas em aplicar corretivos, mas em entender <strong>quanto, quando, como e por que aplicar</strong>, considerando o sistema de produção como um todo.</p>
<p>Neste artigo, você vai aprofundar nos critérios técnicos que orientam a aplicação de corretivos, com foco em lavouras de grãos e tomada de decisão baseada em dados.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "0ced5949-c607-48c5-8d39-f0179ca418eb"
});
</script></p>
</div>
<h2>O papel da aplicação de corretivos na produtividade de grãos</h2>
<p>A correção da acidez do solo e o ajuste da fertilidade química são pré-requisitos importantes para que a cultura expresse seu potencial produtivo.</p>
<p>Solos tropicais, em sua maioria, apresentam:</p>
<ul>
<li>Alta acidez;</li>
<li>Baixa saturação por bases (V%);</li>
<li>Presença de alumínio tóxico;</li>
<li>Baixa disponibilidade de cálcio e magnésio.</li>
</ul>
<p>Essas condições limitam o crescimento radicular, reduzem a absorção de nutrientes e comprometem a eficiência dos <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/produtos-quimicos-ou-biologicos/">fertilizantes</a></strong> aplicados.</p>
<p>A aplicação correta de corretivos atua diretamente na mitigação dessas limitações, promovendo um ambiente químico mais favorável ao desenvolvimento das culturas.</p>
<h2>Principais limitações químicas dos solos agrícolas</h2>
<p>Entender as limitações do solo é essencial para recomendar corretivos de forma mais assertiva. Em solos tropicais, como os que ocorrem no Brasil, essas limitações geralmente estão <strong>ligadas ao desgaste natural do solo pelo excesso de chuvas e elevadas temperatura ao longo do tempo, à perda de nutrientes pela ação da água e à baixa atividade da argila</strong>, que resulta em menor capacidade de reter elementos importantes para o desenvolvimento das plantas.</p>
<h3>Acidez do solo e dinâmica do pH</h3>
<p>A acidez do solo não deve ser interpretada apenas como um valor isolado de pH, mas como um conjunto de processos químicos que afetam diretamente a disponibilidade de nutrientes e a toxicidade de elementos.</p>
<p>Em pH abaixo de 5,5, observa-se:</p>
<ul>
<li>Aumento da disponibilidade de Al³⁺;</li>
<li>Redução da disponibilidade de P, devido à formação de fosfatos de Fe e Al;</li>
<li>Menor atividade microbiana, especialmente de bactérias nitrificantes.</li>
</ul>
<p>Além disso, o pH influencia a dissociação de grupos funcionais da matéria orgânica e das argilas, alterando a capacidade de troca catiônica (CTC) efetiva do solo.</p>
<h3>Alumínio trocável e toxicidade radicular</h3>
<p>O <strong>alumínio em solução</strong>, especialmente na forma Al³⁺, é um dos principais limitantes ao desenvolvimento radicular em solos ácidos.</p>
<p>Do ponto de vista fisiológico, o Al³⁺:</p>
<ul>
<li>Inibe o alongamento celular nas raízes.</li>
<li>Afeta a integridade das membranas plasmáticas.</li>
<li>Reduz a absorção de nutrientes como Ca²⁺, Mg²⁺ e P.</li>
</ul>
<p>Isso resulta em um <strong>sistema radicular superficial</strong>, com menor capacidade de exploração do perfil, tornando a planta mais suscetível a estresses hídricos.</p>
<p>É importante destacar que a simples redução do Al³⁺ na camada superficial não resolve o problema quando há alumínio em subsuperfície, o que reforça o papel do calcário como neutralizador da acidez e do <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/gessagem-agricola/">gesso</a></strong> como redutor da atividade de alumínio.</p>
<h3>Saturação por bases (V%) e equilíbrio de cátions</h3>
<p>A <strong>saturação por bases</strong> é um indicador direto da proporção de cátions básicos ocupando os sítios de troca do solo.</p>
<p>Valores baixos de V% indicam predominância de H⁺ e Al³⁺ na CTC, o que caracteriza um ambiente químico desfavorável para a maioria das culturas anuais.</p>
<p>Mais do que elevar o V%, é importante considerar o equilíbrio entre os nutrientes, com ocupação de cerca de 50 a 60% de Ca, 15 a 25% de Mg e 3 a 5% de K na CTC potencial.</p>
<h3>Capacidade de troca de cátions (CTC) e sua implicação na calagem</h3>
<p>A <strong>CTC</strong> é um parâmetro fundamental para entender a dinâmica de retenção de nutrientes e a resposta à aplicação de corretivos.</p>
<p>Em solos de baixa CTC, doses menores de corretivos já podem provocar mudanças expressivas no pH. Isso acontece porque esses solos têm menor poder tampão, fazendo com que o pH responda mais rapidamente à aplicação de calcário.</p>
<p>Já em solos com alta CTC, a necessidade de corretivo é maior, devido ao maior poder tampão.</p>
<h3>Fósforo: fixação e disponibilidade</h3>
<p>O <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosforo-no-solo-brasileiro/">fósforo</a></strong> está diretamente relacionado à acidez do solo. Em ambientes ácidos, o fósforo aplicado tende a ser rapidamente adsorvido por óxidos de ferro e alumínio, formando compostos de baixa solubilidade e tornando o elemento indisponível para absorção pelas plantas.</p>
<p>A calagem, ao elevar o pH, reduz essa fixação, tornando o elemento mais disponível e aumentando a eficiência do fertilizante fosfatado.</p>
<p>Esse efeito indireto <strong>reforça o papel da correção do solo</strong> como etapa anterior à adubação.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Tipos de corretivos e condicionadores de solo mais utilizados</h2>
<p>A escolha do corretivo deve considerar não apenas sua capacidade de neutralização, mas também sua mobilidade no solo e interação com as partículas do solo.</p>
<h3>Calcário: reatividade, PRNT e dinâmica no solo</h3>
<p>O <strong>calcário atua neutralizando H⁺ e Al³⁺</strong>, elevando o pH e fornecendo Ca²⁺ e Mg²⁺.</p>
<p>Sua eficiência agronômica está diretamente relacionada ao PRNT (Poder relativo de neutralização total), que considera:</p>
<ul>
<li><strong>Poder de neutralização (PN)</strong>: capacidade química do calcário de neutralizar a acidez do solo;</li>
<li><strong>Reatividade (RE)</strong>: está ligada à qualidade física do produto, ou seja, à sua granulometria.</li>
</ul>
<p>Partículas mais finas apresentam maior área de contato e reagem mais rapidamente, porém com menor efeito residual ao longo do tempo.</p>
<p>Outro ponto importante é a solubilidade limitada do calcário, o que restringe sua movimentação no perfil, especialmente em aplicações superficiais.</p>
<h3>Gesso agrícola: mobilidade e efeito em subsuperfície</h3>
<p>O <strong>gesso agrícola</strong> (CaSO₄·2H₂O) apresenta maior solubilidade que o calcário, o que permite sua movimentação no perfil do solo.</p>
<p>Seu principal efeito é a <strong>substituição do Al³⁺ por Ca²⁺</strong> em camadas mais profundas, promovendo:</p>
<ul>
<li>Redução da toxidez por alumínio;</li>
<li>Aumento da saturação por cálcio em subsuperfície;</li>
<li>Maior crescimento radicular em profundidade.</li>
</ul>
<p>Além disso, o sulfato pode formar complexos com alumínio, reduzindo sua atividade tóxica.</p>
<p>É importante destacar que o gesso não altera o pH, portanto não corrige a acidez do solo, sendo um complemento à calagem, e não um substituto. Por isso, é considerado um condicionador de subsuperfície, e não corretivo.</p>
<h3>Silicatos e corretivos alternativos</h3>
<p>Os silicatos de cálcio e magnésio podem atuar como corretivos, apresentando efeito semelhante ao calcário na neutralização da acidez.</p>
<p>Cada tipo de corretivo alternativo, como cal virgem agrícola, escórias ou cal hidratada, possuem particularidades quanto à velocidade de reação e poder de neutralização.</p>
<p>Sua utilização deve considerar custo, disponibilidade e resposta agronômica específica.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Critérios técnicos para recomendação de corretivos</h2>
<p>A recomendação deve ser baseada em interpretação integrada da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/planejamento-safra-diagnostico-solo/">análise de solo</a></strong>, considerando não apenas valores isolados, mas o contexto do sistema produtivo.</p>
<h3>Interpretação da saturação por bases</h3>
<p>A definição do V% desejado pode variar com a cultura, sistema de manejo e nível tecnológico adotado.</p>
<p>Para culturas anuais de alto rendimento, <strong>valores entre 70% e 90% são desejáveis</strong> para se garantir um bom desenvolvimento da lavoura.</p>
<p>No entanto, em solos com necessidade de correção, sabe-se que, para atingir esses valores de saturação por bases são necessárias doses adequadas, tempo e umidade para reação do corretivo.</p>
<h3>Relação entre CTC e dose de corretivo</h3>
<p>A dose de corretivo necessária para elevar o pH ou o V% está diretamente relacionada à CTC.</p>
<p>De forma simplificada, quanto maior a CTC, maior será a quantidade de corretivo necessária para promover alterações significativas. Isso se deve ao poder tampão do solo.</p>
<h2>Cálculo da necessidade de corretivos</h2>
<p>Um <strong><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0167198725003708?fr=RR-2&amp;ref=pdf_download&amp;rr=a0ca91590c88a4f5">novo método de recomendação de calagem</a></strong>, proposto pelo Dr. Silvino Moreira e demais pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (2025), propõe uma metodologia para estimar com maior precisão a necessidade de calagem com base nas características do calcário e nos atributos químicos do solo. O método permite recomendações mais ajustadas, com base na fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><i>Necessidade de calagem (NC) = [(0,6×T – Ca</i><i>+2</i><i> no solo) × 5600] / (%CaO × %PRNT)</i></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li><strong>T</strong> = capacidade de troca de cátions a pH 7,0 (em cmolc dm-3);</li>
<li><strong>Ca+2 no solo</strong> = quantidade de cálcio (em cmolc dm-3) no solo mensurada pela análise;</li>
<li><strong>CaO</strong> = porcentagem de óxido de cálcio no calcário escolhido;</li>
<li><strong>PRNT</strong> = porcentagem de poder relativo de neutralização total do calcário escolhido;</li>
</ul>
<h3>Exemplo técnico</h3>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-43111" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/exemplo-pratico-calculo.png" alt="Exemplo prático de cálculo de necessidade de corretivos" width="457" height="252" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/exemplo-pratico-calculo.png 457w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/exemplo-pratico-calculo-300x165.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/exemplo-pratico-calculo-370x204.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/exemplo-pratico-calculo-270x149.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/06/exemplo-pratico-calculo-150x83.png 150w" sizes="(max-width: 457px) 100vw, 457px" /></p>
<p>Cálculo:</p>
<p style="text-align: center;"><i>NC = [(0,6 × 12 &#8211; 2) × 5600] / (38 × 90) = 8,5 t/ha</i><i><br />
</i></p>
<p>Esse cálculo deve ser ajustado conforme profundidade de incorporação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CORREÇÃO DE SOLO ESTÁ ERRADA? O QUE A PESQUISA DE SILVINO MOREIRA REVELOU - FAZENDA LUCRATIVA #9" width="770" height="433" src="https://www.youtube.com/embed/0RIaf0rmeqM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Formas de aplicação de corretivos no solo</h2>
<p>A velocidade de ação dos corretivos está diretamente ligada à forma como são aplicados. Não se trata apenas de dose, mas de <strong>posicionamento no perfil e interação</strong> com o sistema de manejo.</p>
<h3>Aplicação superficial no plantio direto</h3>
<p>Em sistemas de plantio direto, o calcário é aplicado na superfície, sem incorporação. Nessa condição, sua ação depende de processos naturais, como infiltração de água e movimentação de íons no solo.</p>
<p>O avanço da frente de correção é lento e, na maioria dos casos, limitado às camadas mais superficiais nos primeiros anos. Com o tempo, há melhoria gradual das camadas subsuperficiais, especialmente em solos mais estruturados e com boa atividade biológica.</p>
<p>Por isso, essa estratégia <strong>funciona melhor como manutenção da fertilidade, e não como correção total de áreas com alta acidez</strong>, como <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-do-solo-em-area-de-abertura/">áreas de abertura</a></strong> ou reabertura. É importante que áreas novas sejam analisadas com critério, para que o processo de abertura seja realizado de forma adequada e não sejam necessárias novas intervenções e revolvimento após o estabelecimento do plantio direto.</p>
<h3>Incorporação na camada arável</h3>
<p>A incorporação do calcário promove uma reação mais rápida e uniforme, aumentando o contato entre o corretivo e os coloides do solo.</p>
<p>Essa prática é indicada principalmente em:</p>
<ul>
<li>Abertura de novas áreas;</li>
<li>Solos com baixa saturação por bases;</li>
<li>Presença elevada de alumínio na camada de 0 a 20 cm;</li>
<li>Baixos teores de nutrientes e quedas consistentes e significativas de produtividade ao longo das safras.</li>
</ul>
<p>Apesar da eficiência química, o uso de preparo convencional exige cautela. O revolvimento excessivo pode comprometer a estrutura, acelerar a decomposição da matéria orgânica e reduzir a estabilidade do sistema no longo prazo.</p>
<p>A incorporação do calcário, principalmente em glebas com vários anos de plantio consolidado, exige avaliação técnica e criteriosa, visto que é uma operação trabalhosa e de custo considerável para a fazenda.</p>
<h3>Uso de gesso como condicionador de solo em profundidade</h3>
<p>Diferente do calcário, <strong>o gesso apresenta maior mobilidade no perfil</strong>, o que permite sua atuação abaixo da camada superficial, apesar de não corrigir a acidez do solo.</p>
<p>Sua principal função é melhorar o ambiente químico em subsuperfície, reduzindo a atividade do alumínio e aumentando a disponibilidade de cálcio em profundidade.</p>
<p>O resultado prático é a expansão do sistema radicular, o que amplia a capacidade da planta de explorar água e nutrientes, especialmente em períodos de déficit hídrico.</p>
<p>A recomendação deve sempre considerar análise em camadas mais profundas (20-40cm), evitando o uso genérico baseado apenas em textura. Sua aplicação pode ser superficial, não sendo necessária a sua incorporação.</p>
<h2>Momento ideal para aplicação</h2>
<p>O tempo entre aplicação e plantio influencia diretamente a eficiência da correção.</p>
<p>No caso do calcário, sua baixa solubilidade exige antecipação. A aplicação ideal ocorre com antecedência suficiente para que haja reação com o solo, o que depende de fatores como umidade e granulometria do material. <strong>A melhor época para aplicação do calcário é logo após o fim da estação chuvosa.</strong></p>
<p>Em sistemas com incorporação, essa reação é acelerada. Já em superfície, o processo é mais gradual, exigindo planejamento mais cuidadoso.</p>
<h2>Interação dos corretivos com o sistema de manejo</h2>
<p>A resposta à aplicação de corretivos <strong>varia conforme o sistema de produção adotado</strong>.</p>
<p>No <strong>plantio direto</strong>, a ausência de revolvimento favorece a <strong>estratificação química</strong>. Isso significa que a camada superficial tende a apresentar melhores condições de fertilidade, enquanto camadas mais profundas podem permanecer limitantes.</p>
<p>Nesse cenário, a combinação entre aplicações superficiais de calcário e uso estratégico de gesso é essencial para equilibrar o perfil.</p>
<p>Já em <strong>sistemas com preparo convencional</strong>, a incorporação permite <strong>correção mais homogênea na camada arável</strong>. No entanto, a repetição desse modelo pode degradar atributos físicos e biológicos do solo, exigindo transição para sistemas mais conservacionistas ao longo do tempo.</p>
<h2>Efeitos dos corretivos na física e biologia do solo</h2>
<p>Embora o foco principal da calagem seja químico, seus efeitos vão além. A correção da acidez permite o maior aprofundamento radicular no perfil do solo. Essas raízes criam “canais” que melhoram a porosidade, a infiltração de água e reduzem a suscetibilidade à compactação.</p>
<p>Do ponto de vista biológico, a elevação do pH cria um ambiente mais favorável à atividade microbiana. Processos como decomposição da matéria orgânica e ciclagem de nutrientes tornam-se mais intensos, o que impacta diretamente a eficiência do sistema.</p>
<p>Esses efeitos são particularmente relevantes em sistemas de alta intensidade produtiva, onde o solo precisa sustentar ciclos sucessivos de cultivo.</p>
<h2>Erros comuns na aplicação de corretivos no solo</h2>
<p>Grande parte das falhas na correção do solo está relacionada a decisões tomadas antes mesmo da aplicação.</p>
<ul>
<li>A <strong>amostragem inadequada</strong> é um dos principais problemas, pois compromete todo o diagnóstico. Sem representatividade, a recomendação perde consistência.</li>
<li>Outro erro frequente é <strong>ignorar o perfil do solo</strong>. Trabalhar apenas com dados da camada superficial limita a eficiência da correção, principalmente em ambientes com restrições em profundidade.</li>
<li>Também é comum <strong>não considerar as características do corretivo utilizado</strong>, o que distorce a quantidade real a ser aplicada para uma correção adequada.</li>
<li>Por fim, a <strong>distribuição irregular no campo</strong> pode gerar áreas com excesso e outras com deficiência, reduzindo a uniformidade da lavoura.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>aplicação de corretivos no solo </strong>é uma das intervenções mais importantes na construção de ambientes produtivos de alto desempenho. Sua eficiência depende de decisões técnicas bem fundamentadas, que considerem não apenas a camada superficial, mas o perfil do solo e o sistema de manejo adotado.</p>
<p>Mais do que corrigir a acidez, o objetivo é criar condições para que o sistema radicular se desenvolva plenamente e para que os nutrientes sejam utilizados com maior eficiência.</p>
<p>Em um cenário de intensificação produtiva, a correção do solo deixa de ser uma prática básica e passa a ser um dos principais fatores de diferenciação entre sistemas medianos e altamente produtivos.</p>
<h2>Aumente sua produtividade e reduza custos na lavoura!</h2>
<p>A aplicação eficiente de insumos é um dos pilares para alcançar altos índices de produtividade e sustentabilidade na produção agrícola.</p>
<p>Se você quer entender melhor os fatores que afetam essa prática, saber como regular e calibrar corretamente os equipamentos, evitar perdas e garantir uma distribuição uniforme no campo, o <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener">Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes</a></strong> do Rehagro pode te ajudar.</p>
<p>Com conteúdo prático, professores com ampla experiência no campo e aulas 100% online, você aprende a tomar decisões mais assertivas e técnicas que fazem a diferença no dia a dia.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos-livres/eficiencia-maxima-na-aplicacao-de-corretivos-e-fertilizantes?utm_campaign=materiais-cl-acf&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-37185 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg" alt="Curso Eficiência Máxima na Aplicação de Corretivos e Fertilizantes" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/10/banner-curso-acf-150x49.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>Autoria: Artigo produzido pela equipe técnica Rehagro Grãos.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-corretivos-no-solo/">Aplicação de corretivos no solo: guia técnico para maximizar a produtividade em lavouras de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/aplicacao-de-corretivos-no-solo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kit E-book + Planilha Calagem e gessagem na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/e-book-calagem-e-gessagem-na-producao-de-graos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/e-book-calagem-e-gessagem-na-producao-de-graos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[PLANILHAS]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[gessagem]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=36099</guid>

					<description><![CDATA[<p>A calagem e a gessagem são práticas fundamentais para garantir a produtividade e a sustentabilidade na produção de grãos. A calagem corrige a acidez do solo, favorecendo o equilíbrio do pH e aumentando a disponibilidade de nutrientes essenciais para as plantas. Já a gessagem atua no perfil do solo, promovendo melhorias na estrutura, na mobilidade [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-calagem-e-gessagem-na-producao-de-graos/">Kit E-book + Planilha Calagem e gessagem na produção de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A calagem e a gessagem são práticas fundamentais para garantir a produtividade e a sustentabilidade na produção de grãos.</p>
<p>A calagem corrige a acidez do solo, favorecendo o equilíbrio do pH e aumentando a disponibilidade de nutrientes essenciais para as plantas. Já a gessagem atua no perfil do solo, promovendo melhorias na estrutura, na mobilidade de cálcio e enxofre em camadas mais profundas e na redução de problemas relacionados à toxidez de alumínio.</p>
<p>Juntas, essas técnicas contribuem para o desenvolvimento saudável das raízes, maior eficiência no uso de insumos e, consequentemente, colheitas mais produtivas e rentáveis. Entender e aplicar essas práticas de forma adequada é essencial para maximizar o potencial produtivo das lavouras e garantir a sustentabilidade agrícola.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-gessagem-producao-graos?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-correcao-do-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39628 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png" alt="Kit Correção do solo" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-correcao-solo-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/e-book-calagem-e-gessagem-na-producao-de-graos/">Kit E-book + Planilha Calagem e gessagem na produção de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/e-book-calagem-e-gessagem-na-producao-de-graos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Utilização de calcário e gesso na produção de grãos</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/calagem-e-gessagem-no-sistema-de-producao-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 17:21:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GRÃOS]]></category>
		<category><![CDATA[WEBINAR]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[gessagem]]></category>
		<category><![CDATA[produção de grãos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=5839</guid>

					<description><![CDATA[<p>A quarta edição do Webinar Grãos aborda a Calagem e Gessagem no sistema de produção de grãos, com Silvino Moreira, UFLA.</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/calagem-e-gessagem-no-sistema-de-producao-de-graos/">Utilização de calcário e gesso na produção de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste webinar, o Prof. Silvino Moreira, compartilha insights valiosos sobre como a aplicação correta de calcário pode revolucionar como encaramos o cultivo de grãos no Brasil.</p>
<p>Veja alguns dos temas que são abordados no webinar:</p>
<ul>
<li>Correção e construção do perfil do solo para a implantação de sistema de plantio direto;</li>
<li>Obtenção de altas produtividades de forma rápida;</li>
<li>Como corrigir solos de áreas de abertura;</li>
<li>Como realizar a manutenção da fertilidade em áreas com fertilidade já construída;</li>
<li>Quais as doses e equipamentos devem ser utilizados na correção.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/calagem-e-gessagem-no-sistema-de-producao-de-graos/">Utilização de calcário e gesso na produção de grãos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Calcário nas lavouras de café: saiba quando utilizar</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 19:16:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CAFÉ]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cafeeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[calagem]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos de recomendação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=4694</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chegou a hora de fazer a calagem nas lavouras que necessitam, mas por que usamos calcário? O calcário ou outras fontes corretivas, como escórias de siderúrgicas, são usadas para corrigir os solos, adequando o pH, alumínio e manganês, além de ser a principal e mais barata fonte de cálcio e magnésio. &#160; Sem tempo para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/">Calcário nas lavouras de café: saiba quando utilizar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou a hora de fazer a calagem nas lavouras que necessitam, mas por que usamos calcário?</p>
<p>O <strong>calcário</strong> ou outras fontes corretivas, como escórias de siderúrgicas, são usadas para <strong>corrigir os solos</strong>, adequando o pH, alumínio e manganês, além de ser a principal e mais barata fonte de cálcio e magnésio.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "7dcaf60d-0e23-40ed-8b40-9b8cb07b4128"
});
</script></p>
</div>
<h2>Características de solos ácidos</h2>
<p>A maioria dos solos brasileiros, principalmente da região do cerrado, são solos que apresentam <strong>pH ácido</strong>. Este fato pode ter várias origens podendo citar entre elas:</p>
<ul>
<li>Solos naturalmente ácidos, quando a rocha de origem for pobre em bases;</li>
<li>Intenso processo pedogenético (intemperismo), causando lixiviação de bases (Ca, Mg e K) ao longo dos anos, que são substituídas por íons H+ e, principalmente, por íons Al+3, resultantes da decomposição dos minerais da argila, situação apresentada por muitos latossolos originados de rochas básicas;</li>
<li>No processo de absorção, a raiz troca cátions da solução do solo (K+, Ca+2 e Mg+2) por íons H+ ou OH-, em função do balanço entre a absorção de cátions e ânions;</li>
<li>Os <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/nitrogenio-na-cultura-do-cafe/" target="_blank" rel="noopener">adubos nitrogenados</a></strong> não nítricos (sulfato de amônio, nitrato de amônio e ureia), ao serem nitrificados no solo, geram H+;</li>
<li>O cloreto de potássio promove aumento no solo de dois componentes da acidez, o alumínio e o manganês.</li>
</ul>
<p>Assim, em solos <strong>ácidos ou alcalinos</strong>, podemos ter vários efeitos maléficos para as plantas, causando menor crescimento e, consequentemente, menor produção. Entre estas causas podemos citar:</p>
<ul>
<li>Toxidez por H+, Mn+2 e Al+3;</li>
<li>Baixa disponibilidade de <a href="https://rehagro.com.br/blog/nutrientes-para-o-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>nutrientes</strong></a>;</li>
<li>Baixa eficiência no aproveitamento de fertilizantes;</li>
<li>Baixa atividade microbiológica.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14817 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-2.jpg" alt="Gráfico mostrando disponibilidade de nutrientes no solo" width="369" height="278" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-2.jpg 369w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-2-300x226.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-2-270x203.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-2-80x60.jpg 80w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 369px) 100vw, 369px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;">Gráfico mostrando a baixa disponibilidade de nutrientes de acordo com o aumento do pH</span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-calagem-na-cultura-do-cafe?utm_campaign=material-cafe&amp;utm_source=ebook-calagem&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39672 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png" alt="E-book Calagem no café" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-calagem-cafe-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>Como corrigir para o solo ter pH ideal?</h3>
<p>Então, <strong>o ideal é manter o pH do solo na faixa de 6 a 7</strong>, sendo a faixa onde se encontra melhor eficiência no aproveitamento de fertilizantes.</p>
<p>Para conseguir chegar nessa faixa e corrigir o alumínio e manganês, dependemos de <strong>3 aspectos técnicos</strong>:</p>
<ol>
<li>As características do corretivo utilizado;</li>
<li>A dose do corretivo utilizado;</li>
<li>A forma e época de aplicação do corretivo.</li>
</ol>
<p>É importante ressaltar também que sempre devemos nos preocupar com aspectos de ordem econômica, como preço dos corretivos e custo do transporte e aplicação dos corretivos.</p>
<h2>Características do calcário</h2>
<h3>Poder de Neutralização (PN)</h3>
<p>O poder de neutralização representa a <strong>quantidade de ácido que o corretivo consegue neutralizar</strong>. Esta característica depende de sua natureza química e do grau de pureza. Para calcular o PN de um calcário, usamos a seguinte fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PN = (% CaO . 1,79) + (% MgO . 2,48)</strong></p>
<h3>Granulometria</h3>
<p>Para que o calcário sofra reação no solo, as partículas do corretivo têm que estar em contato com o solo. Então, quanto mais fina a granulometria, <strong>mais rápida a velocidade de reação do calcário no solo</strong>. Porém, o tamanho das partículas varia desde pó, até 2 mm de diâmetro.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>ER (%) = (A . 0,2) + (B . 0,6) + (C . 1,0)</strong></p>
<p>Sendo:</p>
<ul>
<li>A = percentual de partículas de 0,84 a 2 mm;</li>
<li>B = percentual de partículas de 0,3 a 0,84 mm;</li>
<li>C = percentual de partículas menor que 0,3 mm.</li>
</ul>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-28254 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="900" height="250" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1.jpg 900w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-300x83.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-768x213.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-370x103.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-270x75.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-740x206.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/botao-gc-arabica-1-150x42.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3>Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT)</h3>
<p>O poder relativo de neutralização total depende de sua <strong>natureza química</strong> (PN) e de sua <strong>natureza física</strong> (ER), sendo dado pela fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PRNT (%) = (PN x ER) / 100</strong></p>
<p>O PRNT representa quantos % do seu PN irá reagir com o solo num período de 3 meses.</p>
<p>Para <strong>lavouras já formadas</strong>, devemos dar preferência por <strong>calcários com PRNT mais alto possível</strong>, pois assim haverá a correção em maiores profundidades, visto que não será incorporado.</p>
<p>Já na formação de <strong>novas lavouras</strong>, podemos usar <strong>calcários com PRNT um pouco mais baixo</strong> para ter um efeito residual.</p>
<h3>Cálculo da necessidade de calagem</h3>
<h4>Método Baseado nos Teores de Alumínio, Cálcio e Magnésio Trocáveis</h4>
<p style="text-align: center;"><strong>NC (t/ha) = Y . [Al3+ &#8211; (mt . t/100)] + [X – (Ca2+ + Mg2+)]</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Al3+, Ca2+ e Mg2+</strong> = correspondem aos valores encontrados na análise de solo</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>mt</strong> = indica a porcentagem de alumínio tolerada pela cultura, para café = 25%</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>t</strong> = valor da CTC efetiva na análise de solo</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Y</strong> = representa o poder tampão do solo em função de sua textura, sendo assim:</span>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Y = 0 – 1 (solos com menos de 15% de argila);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Y = 1 – 2 (solos com 16 a 35% de argila);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Y = 2 – 3 (solos com 35 a 60% de argila);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Y = 3 – 4 (solos com mais de 60% de argila).</span></li>
</ul>
</li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>X</strong> = representa o requerimento de Ca e Mg pela cultura, sendo para café = 3,5.</span></li>
</ul>
<h4>Método Baseado na Elevação da Saturação por Bases</h4>
<p>Podemos enfatizar que este é o método mais usado para cálculo de calagem em Minas Gerais e que apresenta bons resultados.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>NC (t/ha) = [T . (V2 – V1)] / 100</strong></p>
<p>Sendo:</p>
<ul>
<li>T = CTC potencial da análise de solo;</li>
<li>V2 = percentagem da saturação por bases ideal para a cultura, para café = 60%;</li>
<li>V1 = percentagem da saturação por bases do solo, conforme análise de solo.</li>
</ul>
<h3>Cálculo da dose a ser aplicada</h3>
<p>Após calcular a necessidade de calagem, é preciso lembrar que este valor equivale a um <strong>corretivo com 100% de PRNT</strong>.</p>
<p>Porém, tal fato, além de ser difícil de ser encontrado, nem sempre é o desejável. Então, é necessária a seguinte correção pela fórmula:</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Quantidade a aplicar = (Necessidade de calagem x 100) / PRNT</strong></em></p>
<p>Ao ser aplicado o calcário em lavouras já formadas, muitos técnicos e pesquisadores recomendam que divida o valor por 2, partindo do princípio que o calcário irá descer no solo somente por 10 cm.</p>
<p>Porém, em resultados de pesquisa e em vivência prática, tem-se notado que podemos aplicar a dose completa, não havendo riscos de ter super calagem na superfície. Se houver a suspeita de estar tendo tal problema, podemos realizar uma <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/como-interpretar-uma-analise-de-solo-e-fazer-os-calculos-de-recomendacao/" target="_blank" rel="noopener">análise de solo</a></strong> da camada de 0-10 cm para verificar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14815 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario.jpg" alt="Calcário sendo aplicado em lavoura de café" width="703" height="334" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario.jpg 703w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-300x143.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-370x176.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-270x128.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/quando-usar-calcario-150x71.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 703px) 100vw, 703px" /></p>
<h2>Época de aplicação do calcário</h2>
<p>Para lavouras em formação ou em produção, é preciso atentar à época de aplicação. O calcário deve ser utilizado sempre <strong>antes das adubações</strong>, principalmente bem antes da <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fosfatagem-no-cafeeiro/" target="_blank" rel="noopener">fosfatagem</a></strong>. Então, podemos parcelar o calcário, aplicando metade antes da aração e metade antes da gradagem, incorporando-o melhor.</p>
<p>Lembrando que, se for incorporar a mais de 20 cm, é preciso usar um fator multiplicativo, pois a necessidade calculada é para a camada de 0-20 cm. Assim, se incorporarmos, por exemplo, até 30 cm, devemos multiplicar por 1,5.</p>
<p>No plantio, temos que fazer a <strong>calagem complementar na cova</strong>, podendo usar 100g de calcário com PRNT mais baixo por metro linear de sulco para cada tonelada aplicada por hectare em área total. Neste caso, é importante lembrar que após a aplicação do calcário no sulco, é recomendado misturar o calcário no sulco antes da fosfatagem.</p>
<p>Em lavouras em produção, temos que <strong>planejar a calagem com base no planejamento das datas das adubações</strong>, seguindo o princípio que as adubações são feitas geralmente em outubro/novembro, dezembro/janeiro e fevereiro/março. Então, temos que fazer a calagem até julho/agosto, para, quando aplicar adubo, o calcário já tenha reagido no solo.</p>
<h3>Aplicação do corretivo</h3>
<p>Existem vários modelos de implementos para aplicar calcário, podendo usar adubadeiras a lanço, <em>lancers</em> e até caminhões equipados com mecanismos dosadores volumétricos. Os equipamentos espalhadores usados em caminhões têm seu uso somente em áreas de formação e são muito usados em agricultura de precisão.</p>
<p>Muitos produtores realizam calagem somente na faixa onde se aplica adubos, ou seja, na projeção da saia do cafeeiro. Porém, tem-se um <strong>melhor resultado</strong> realizando-se a calagem sempre em <strong>área total.</strong></p>
<p>Nesta safra, o preço do café teve uma significativa recuperação. Mas, isso não significa que não temos que diminuir os custos de produção. Então, a calagem, sem dúvida, é o investimento na lavoura que tem o <strong>melhor custo/benefício e não impacta tanto nos custos de produção</strong>.</p>
<p>Temos que lembrar que a adubação, para ter uma boa eficiência no solo, este deve estar corrigido. <strong>A adubação sim, impacta muito no custo de produção.</strong></p>
<h2>Use o calcário de forma estratégica e aumente os resultados da sua lavoura</h2>
<p>A aplicação correta do calcário é essencial para corrigir a acidez do solo e garantir melhores condições para o desenvolvimento do cafeeiro. Porém, para que essa prática traga resultados consistentes, é preciso compreender o momento certo de aplicá-lo e integrar esse manejo a uma gestão eficiente da lavoura.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog">Curso Gestão na Produção de Café Arábica</a></strong> do Rehagro, você aprende de forma prática a interpretar análises de solo, planejar a nutrição da lavoura, reduzir custos e tomar decisões estratégicas que aumentam a produtividade e a rentabilidade.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-producao-de-cafe?utm_campaign=mkt-materiais-gc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-24250 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg" alt="Curso Gestão na Produção de Café Arábica" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/09/banner-gc-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18459" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg" alt="Larissa Cocato - Coordenadora de Ensino Café" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/larissa-cocato-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/">Calcário nas lavouras de café: saiba quando utilizar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/saiba-quando-usar-calcario/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
