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	<title>gastroenterite verminótica Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>gastroenterite verminótica Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Gastroenterites verminóticas: quais os impactos dessas verminoses nos bovinos leiteiros?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2024 19:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[gastroenterite verminótica]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As parasitoses dos bovinos são responsáveis por provocar perdas diretas e indiretas na pecuária leiteira, o que torna fundamental a compreensão dos seus agentes para se ter então um efetivo controle. As verminoses provocam diversas perdas produtivas e econômicas nos rebanhos, como menor produção de leite, redução no ganho de peso e crescimento e até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As parasitoses dos bovinos são responsáveis por provocar perdas diretas e indiretas na pecuária leiteira, o que torna fundamental a compreensão dos seus agentes para se ter então um efetivo controle. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As verminoses provocam diversas perdas produtivas e econômicas nos rebanhos, como menor produção de leite, redução no ganho de peso e crescimento e até mesmo menor resposta vacinal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido a cada vez mais a exploração intensiva dos bovinos leiteiros, muitas condições às quais esses animais são submetidos, como o confinamento, acúmulo de matéria orgânica, umidade, aliado a condições ruins de higiene e alta densidade de animais <strong>irão resultar no potencial aumento de contaminação ambiental e a infecção dos animais</strong>, favorecendo o aparecimento de verminoses.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto iremos discutir sobre a gastroenterite verminótica nos bovinos, trazendo os principais helmintos e também protozoários envolvidos no problema. Além disso vamos tratar sobre os impactos que essa verminose traz para os bovinos leiteiros e também estratégias de controle e prevenção.  </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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</div>
<h2>O que é gastroenterite verminótica?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A gastroenterite verminótica é considerada um dos <strong>grandes problemas sanitários que acometem os bovinos devido às perdas substanciais ocasionadas</strong>. Ela é causada por parasitas internos que irão hospedar o trato gastrointestinal do bovino e se alimentar de proteínas, vitaminas, açúcares e sais minerais, provocando no animal uma série de sintomas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>gastroenterite</strong> é uma inflamação do revestimento gástrico, do intestino grosso e delgado. É normalmente causada pela infecção por um microrganismo, mas também pode ser causada pela ingestão de toxinas químicas ou remédios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em bovinos temos a percepção de comuns endoparasitas, sendo eles:  </span></p>
<p><b>Helmintos: </b><span style="font-weight: 400;">também conhecidos como vermes, são metazoários que podem ser de vida livre ou parasitária, se dividindo em dois filos:</span></p>
<ol>
<li><b>Nematelmintos (vermes cilíndricos);</b></li>
<li><b>Platelmintos (vermes achatados).</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><b>estrongilídeos</b><span style="font-weight: 400;"> que acometem os ruminantes compõem gêneros distribuídos em várias famílias dentro da ordem pertencente, sendo: </span><i><span style="font-weight: 400;">Haemonchus, Trichostrongylus</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Ostertagia.</span></i></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2><em>Ostertagia spp.</em></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São parasitas que apresentam alta patogenicidade mesmo em cargas parasitárias menores, o que provoca muitas perdas produtivas. Afetam o abomaso de bovinos, sendo um dos <strong>principais causadores de gastrite parasitária em ruminantes</strong>. Os sinais clínicos mais comuns são a perda de apetite e perda de peso.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-29777 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-1.jpg" alt="Ostertagia spp." width="389" height="345" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-1.jpg 389w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-1-300x266.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-1-370x328.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-1-270x239.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-1-338x300.jpg 338w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-1-150x133.jpg 150w" sizes="(max-width: 389px) 100vw, 389px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><i>Ostertagia spp.</i></span></p>
<h2><em>Haemonchus spp.</em></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É um principal nematódeo que afeta o abomaso dos bovinos, especialmente em regiões tropicais e subtropicais. São parasitos hematófagos, possuindo uma pequena cápsula bucal, sendo responsável por causar grandes danos aos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É responsável por <strong>causar ao animal anemia severa, edema submandibular, perda de apetite e perda de peso.</strong></span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-29778 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-3.jpg" alt="Heamonchus spp." width="408" height="353" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-3.jpg 408w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-3-300x260.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-3-370x320.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-3-270x234.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-3-347x300.jpg 347w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-3-150x130.jpg 150w" sizes="(max-width: 408px) 100vw, 408px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><i>Heamonchus spp.</i></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18711 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/banner-gpl-150x49.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2><em>Trichostrongylus axei</em></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro do gênero Trichostrongylus, essa espécie é de maior ocorrência nos bovinos no Brasil, sendo <strong>responsável por causar lesões circulares ou em placa na mucosa abomasal</strong>. Além disso, podem ser observados hipoalbuminemia e hiperglobulinemia, alterações no pH e aumento das concentrações séricas de pepsinogênio.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29779 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-2.jpg" alt="Trichostrongylus axei" width="456" height="354" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-2.jpg 456w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-2-300x233.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-2-370x287.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-2-385x300.jpg 385w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-2-270x210.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-2-150x116.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 456px) 100vw, 456px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><i>Trichostrongylus axei</i></span></p>
<h2><em>Cooperia spp.</em></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O gênero Cooperia spp possui três espécies mais prevalentes nos bovinos: </span><i><span style="font-weight: 400;">C. punctata, C. pectinata</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">C. oncophora</span></i><span style="font-weight: 400;">. <strong>Afetam o intestino delgado dos ruminantes</strong>, tendo os sinais clínicos mais frequentes, perda de apetite e a perda de peso.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29780 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-5.jpg" alt="Cooperia spp" width="510" height="183" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-5.jpg 510w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-5-300x108.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-5-370x133.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-5-270x97.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-5-150x54.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 510px) 100vw, 510px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><i>Cooperia spp</i></span></p>
<h2><em>Strongyloides papillosus</em></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É um nematóide que parasita o intestino delgado infectando os animais por <strong>penetração ativa das larvas</strong> pela via cutânea ou pela <strong>ingestão de alimentos contaminados</strong>.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29781 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-4.jpg" alt="Strongyloides papillosus" width="436" height="214" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-4.jpg 436w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-4-300x147.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-4-370x182.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-4-270x133.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-4-150x74.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 436px) 100vw, 436px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><i>Strongyloides papillosus</i></span></p>
<h2>Eimeria sp.</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O gênero </span><b>Eimeria</b><span style="font-weight: 400;"> é um dos mais importantes protozoários que parasitam o trato gastrointestinal dos bovinos, responsável por desencadear enterite contagiosa que provoca o aparecimento da diarreia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa parasitose é causada por protozoários coccídios, o qual apresenta seu ciclo com uma fase de reprodução assexuada e outra sexuada. Os oocistos possuem uma grande capacidade de sobrevivência no ambiente, local onde eles são considerados infectantes e que ocorre a esporulação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O local de criação dos animais interfere diretamente sobre as características da eimeriose. Quando se tem alta densidade populacional, criações intensivas, falta de higiene no ambiente, cocho e bebedouros, a doença pode ocorrer com maior frequência e gravidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A associação da Eimeria sp. com helmintos é muito frequente e isso tende a elevar a gravidade do parasitismo.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29782 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-6.jpg" alt="Imagem de oocisto de Eimeria na forma esporulada" width="280" height="200" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-6.jpg 280w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-6-270x193.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-6-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem de oocisto de Eimeria na forma esporulada. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> Google imagens</span></span></p>
<h2>Moniezia spp</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>Moniezia spp</b><span style="font-weight: 400;"> é um cestóide que parasita o intestino delgado dos bovinos, causando sérios prejuízos ao animal. Esse helminto necessita de um hospedeiro definitivo, que são os ruminantes e um intermediário, no caso um ácaro de vida livre para que seu ciclo evolutivo seja completo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os parasitas adultos são encontrados no intestino delgado dos ruminantes, onde os ovos são eliminados nas fezes. A infecção do ruminante se dá quando ele ingere o hospedeiro intermediário (ácaro) junto com a pastagem, por exemplo. As larvas são capazes de fixar na parede do intestino delgado dos ruminantes, competindo assim com os nutrientes ingeridos por ele.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-29783 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-7.jpg" alt="Imagem microscópica de ovos de Moniezia spp." width="640" height="620" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-7.jpg 640w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-7-300x291.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-7-370x358.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-7-270x262.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-7-310x300.jpg 310w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/04/gastroenterites-verminoticas-7-150x145.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Imagem microscópica de ovos de Moniezia spp. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> Bruna Fernanda da Silva</span></span></p>
<h2>Mas qual o impacto da gastroenterite verminótica nos bovinos leiteiros?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A gastroenterite verminótica pode causar uma série de prejuízos aos bovinos, afetando tanto a sua saúde quanto a sua produtividade e desempenho. Essas verminoses por serem consideradas silenciosas, ou seja, o produtor não conseguirá ver a contaminação acontecer, os sintomas observados podem ser considerados em grande parte deles os impactos que essas verminoses causam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os impactos mais comuns de se observar nesses casos, podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Perda de peso e condição corporal</b><span style="font-weight: 400;">: A gastroenterite pode resultar em danos no trato gastrointestinal dos animais, provocando sintomas como </span><b>diarreia, perda de apetite e desnutrição</b><span style="font-weight: 400;">. O resultado disso será a perda de peso e de <a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/" target="_blank" rel="noopener"><strong>condição corporal</strong></a>, o que afeta a saúde e o desempenho do animal. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Redução na produção de leite</b><span style="font-weight: 400;">: Animais afetados por gastroenterite verminótica podem ter <a href="https://rehagro.com.br/blog/queda-na-producao-de-leite/" target="_blank" rel="noopener"><strong>queda na produção de leite</strong></a> devido aos sinais clínicos da doença, como a desidratação, perda de peso, queda de consumo, desnutrição e estresse. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Desidratação e desequilíbrio eletrolítico</b><span style="font-weight: 400;">: Devido a diarreia severa causa pela gastroenterite, a desidratação e o desequilíbrio eletrolítico estarão presentes, resultando no agravamento do problema e até mesmo levando a morte do animal em casos mais graves e que não há intervenção imediata. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Anemia</b><span style="font-weight: 400;">: Algumas espécies de parasitas intestinais como os nematoides, podem se alimentar do sangue dos bovinos, o que irá provocar anemia. Como resultado o animal apresenta sinais de fraqueza, letargia e maior susceptibilidade a outras doenças. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além desses sinais que podem ser observados em quadros de gastroenterite verminótica, é comum também termos a presença de pelos arrepiados, crescimento retardado e abdome aumentado.</span></p>
<h2>Como controlar e prevenir?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido às grandes perdas econômicas geradas pelas verminoses, deter de medidas de controle e prevenção efetivas é crucial na propriedade. Dentre as medidas mais comuns, devem estar inclusas medidas de manejo e práticas de saúde. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como forma de tentativa de controle das verminoses, é comum a </span><b>utilização indiscriminada e de maneira errada de anti-helmínticos</b><span style="font-weight: 400;">, caracterizando hoje uma </span><b>excessiva vermifugação</b><span style="font-weight: 400;">, sem embasamento em exames ou recomendações específicas para os desafios da propriedade, o que contribui para a </span><b>resistência anti-helmíntica</b><span style="font-weight: 400;">, o que hoje já acontece, pode-se dizer ser comum e preocupante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deter e estar preocupado com </span><b>tratamentos direcionados</b><span style="font-weight: 400;"> deve ser o foco dentro das propriedades, ao invés de buscar protocolos mágicos e segui-los como uma receita de bolo. Para isso, existem </span><b>exames</b><span style="font-weight: 400;"> como o </span><b>Ovos por Grama de Fezes (OPG)</b><span style="font-weight: 400;">, que é uma ferramenta para diagnóstico barata, de fácil execução, com possibilidade de ser feito na própria fazenda, sendo necessário apenas um microscópio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse exame é baseado na quantificação de ovos de helmintos nas fezes dos animais, oferecendo um indicativo da carga parasitária presente e a espécie de parasita, visto que diferentes parasitas têm diferentes impactos sobre a saúde do animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, é possível ter decisões assertivas sobre as medidas de controle específicas, o que pode incluir </span><b>tratamento antiparasitário direcionado</b><span style="font-weight: 400;">, a fim de evitar o uso em larga escala e de maneira desordenada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante que práticas de manejo sejam empregadas com o intuito de reduzir a exposição dos animais aos parasitas. Isso inclui manejo adequado do esterco, rotação de pastagem em sistema de criação a pasto e também medidas de biosseguridade e higiene. Dentre esses manejos podemos citar: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Bebedouros e cochos limpos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Locais de estadia dos animais higienizados;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Qualidade de água</strong></a> fornecida;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Desinfecção estratégica dos ambientes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Evitar superlotação.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, sabemos que a gastroenterite verminótica pode causar uma série de prejuízos aos bovinos leiteiros, <strong>resultando em custos mais altos, menor eficiência alimentar, redução na produção de leite e risco de problemas de saúde adicionais</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, é notório a importância da adoção de medidas de prevenção e controle eficazes das verminoses, as quais incluem práticas de manejo adequadas, monitoramento da saúde e estratégias de controle integrado de parasitas.</span></p>
<h2>Combata as verminoses e proteja o desempenho do seu rebanho</h2>
<p>As gastroenterites verminóticas comprometem a saúde, o ganho de peso e a produção de leite, gerando prejuízos diretos à fazenda.</p>
<p>No <a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><b>Curso</b> <b>Gestão na Pecuária Leiteira</b></a> do Rehagro, você aprende estratégias de manejo sanitário e nutricional para prevenir, diagnosticar e controlar essas verminoses, mantendo o rebanho saudável e produtivo o ano todo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26853" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes.jpg" alt="Victor Hugo Simões" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/victor-hugo-simoes-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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