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	<title>tifton Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>tifton Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Controle de plantas daninhas no Tifton 85: como fazer o manejo químico</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 17:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[herbicidas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo químico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas em pastagens de Tifton 85 pode reduzir a produtividade da área, aumentar a competição por água, luz e nutrientes e dificultar o manejo da forrageira. Quando o nível de infestação aumenta, o controle químico pode fazer parte das estratégias utilizadas para recuperar a pastagem e favorecer o desenvolvimento do capim. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85/">Controle de plantas daninhas no Tifton 85: como fazer o manejo químico</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de plantas daninhas em pastagens de <strong>Tifton 85</strong> pode reduzir a produtividade da área, aumentar a competição por água, luz e nutrientes e dificultar o manejo da forrageira.</p>
<p>Quando o nível de infestação aumenta, o controle químico pode fazer parte das estratégias utilizadas para <strong>recuperar a pastagem e favorecer o desenvolvimento do capim</strong>. Entretanto, os resultados dependem da correta identificação das plantas presentes, da escolha da estratégia de controle e das condições no momento da aplicação.</p>
<p>Neste artigo, você entenderá como realizar o manejo químico de plantas daninhas no Tifton 85 e quais cuidados ajudam a melhorar a eficiência do controle.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js?pre=1"></script><br />
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</div>
<h2>O que é o capim Tifton 85?</h2>
<p>O Tifton 85 é uma forrageira do gênero <em data-start="3340" data-end="3349">Cynodon</em> utilizada em sistemas de produção animal devido ao seu potencial produtivo e à qualidade da forragem.</p>
<p>Para manter uma pastagem produtiva, é necessário adotar <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/manejo-de-pastagem-na-pecuaria-leiteira/">práticas adequadas de manejo</a></strong>, fertilidade do solo e controle de plantas daninhas.</p>
<p>Quando essas plantas se estabelecem na área, podem competir com o capim e comprometer o aproveitamento da pastagem.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39661 size-full" title="Clique e baixe o material gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png" alt="Kit guia e planilha planejamento forrageiro" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como realizar o manejo químico de plantas daninhas?</h2>
<p>As plantas daninhas presentes nas áreas de pastagem podem afetar diretamente a “utilização da forragem” por parte do animal em pastejo e a conversão alimentar:</p>
<ul>
<li>Animais evitam as áreas infestadas por plantas daninhas, ocorrendo a seleção de pastejo, prejudicando a utilização da pastagem;</li>
<li>Ambientes sombreados aumentam a relação haste/folha, diminuindo a qualidade da forrageira, prejudicando a conversão.</li>
</ul>
<p>De acordo com estudos realizados por Goulart e Corsi (2009) as plantas daninhas dificultam o pastejo em suas proximidades. <strong>Plantas sem espinhos</strong> (ex: leiteiro) tem ação de <strong>impedir o acesso animal em até um raio de 1 m</strong>, enquanto que <strong>plantas com espinhos</strong> (ex: Joá) <strong>impedem o consumo em um raio de até 1,5 m.</strong></p>
<p>O objetivo deste artigo é discutir sobre o manejo químico de plantas daninhas em pastagens de tifton 85, levando em consideração as principais moléculas de ação herbicida disponíveis no mercado.</p>
<p>Antes de iniciar o manejo químico é muito importante realizar o levantamento das plantas daninhas infestantes, identificando as espécies presentes, levando em consideração a frequência de ocorrência, densidade populacional e a dominância sobre a forrageira.</p>
<p>Feito isso, o próximo passo é definir qual herbicida é o mais indicado para tal situação.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-44239 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton.webp" alt="Vacas leiteiras em uma pastagem com plantas daninhas" width="537" height="234" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton.webp 537w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-300x131.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-370x161.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-270x118.webp 270w" sizes="(max-width: 537px) 100vw, 537px" /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-weight: 400;">Pastagem de tifton 85 – Seleção de pastejo devido à presença de plantas daninhas.</span></span></p>
<h2>Ingredientes ativos presente nos herbicidas</h2>
<h3>1. 2,4d, Aminopiralide, Fluroxipir e Triclopir</h3>
<p>Os herbicidas que possuem em sua fórmula estes ingredientes ativos, <strong>são indicados para o controle em pós-emergência</strong> de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas e semi-arbustivas.</p>
<h3>2. 2,4d + Picloram</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle de plantas daninhas dicotiledôneas herbáceas, semi-arbustivas, arbustivas</strong>. Quando destinados ao controle de arbustos, elimine a parte aérea da planta, próximo ao solo e logo em seguida aplique o herbicida sobre o toco.</p>
<p><strong>Obs:</strong> Cuidado com o ingrediente ativo “Picloram”, pois possui um longo período residual.</p>
<p>O Picloram apresenta uma longa persistência nos solos (meia vida de 20 a 300 dias), ocorrendo sua degradação mais rápida em condições de calor e alta umidade.</p>
<p>Em função de seu longo efeito residual, em muitos casos, quando são implantadas culturas sensíveis como o feijão, soja, olerícolas, frutíferas entre outras, em áreas onde foi utilizado herbicida à base de picloram, ocorrem problemas de fitotoxidade que podem ser notados visualmente.</p>
<p>Bibiano et al. (2012) demonstrou em um ensaio experimental realizado na casa de vegetação na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em Diamantina/MG, o efeito da contaminação do solo sobre a germinação em plantas de feijão.</p>
<p>Marca comercial utilizada foi o padron® (Picloram. sal trietanolamina 388 g/L), nas seguintes doses 0,000; 0,004; 0,008; 0,017; 0,033; 0,066; 0,133, 0,266 l .ha-1.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-44240 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-1.webp" alt="Plantas de feijão com diferentes doses de Picloram" width="566" height="145" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-1.webp 566w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-1-300x77.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-1-370x95.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/manejo-quimico-tifton-1-270x69.webp 270w" sizes="(max-width: 566px) 100vw, 566px" /><span style="font-weight: 400; font-size: 10pt;">Plantas de feijão tratadas com diferentes doses de Picloram em pré-emergência, aos 5 dias após a semeadura (1 = 0,266 l.ha-1 de padron®)</span></p>
<h3>3. MSMA</h3>
<p>São indicados para o <strong>controle em pós-emergência de mono e dicotiledôneas</strong> que se reproduzem por sementes, apresentando melhores resultados no controle das monocotiledôneas. São muito utilizados para o controle de plantas do gênero brachiaria.</p>
<h3>4. DIURON</h3>
<p>Utilizados para o <strong>controle de plantas daninhas mono e dicotiledôneas em pré e pós-emergência</strong>, no entanto, costuma ser mais eficiente no controle das dicotiledôneas.</p>
<p>O uso de produtos que apresentam associações entre os ingredientes ativos Diuron + MSMA é muito comum entre os produtores rurais.</p>
<p>Geralmente, adota-se este manejo em áreas que apresentam altas infestações de monocotiledôneas (ex: braquiária, capim-colchão, etc), dicotiledôneas (ex: caruru, joá, guanxuma, etc) e possuem um vasto banco de sementes.</p>
<p>Estes tratamentos apresentam bons resultados em virtude dos produtos à base de Diuron serem excelentes no controle de dicotiledôneas e na pré-emergência das plantas daninhas em geral e os produtos a base de MSMA serem bastante eficientes no controle das monocotiledôneas.</p>
<p>Consulte um profissional especializado antes de realizar qualquer manejo químico. A utilização de herbicidas de maneira errônea ou em momentos inoportunos causam impactos negativos no custo de produção além de prejudicar o meio ambiente.</p>
<h2>Quais são os principais erros no manejo químico do Tifton 85?</h2>
<p>Entre os <strong>erros mais comuns</strong> estão:</p>
<ul>
<li>Aplicar herbicidas sem identificar as espécies presentes;</li>
<li>Realizar o controle quando a infestação já está avançada;</li>
<li>Utilizar produtos sem considerar a seletividade;</li>
<li>Aplicar em condições climáticas inadequadas;</li>
<li>Não calibrar corretamente os equipamentos;</li>
<li>Repetir continuamente a mesma estratégia de controle;</li>
<li>Não corrigir as causas que favoreciam a infestação.</li>
</ul>
<h2>Como evitar a reinfestação da pastagem?</h2>
<p>O controle químico <strong>não deve ser utilizado como uma estratégia isolada</strong>. Para reduzir novas infestações, é importante:</p>
<ul>
<li>Manter a pastagem bem manejada;</li>
<li>Corrigir problemas de fertilidade;</li>
<li>Evitar o superpastejo;</li>
<li>Monitorar periodicamente a área;</li>
<li>Controlar plantas antes da produção de sementes;</li>
<li>Utilizar estratégias integradas de manejo.</li>
</ul>
<p>Uma pastagem vigorosa apresenta maior capacidade de competir com as plantas daninhas e reduzir o espaço disponível para para novas infestações.</p>
<h2>Aprenda a potencializar o uso das pastagens e aumentar a produtividade do rebanho</h2>
<p>O controle eficiente de plantas daninhas no Tifton 85 é apenas uma das práticas que podem transformar o desempenho da sua pecuária leiteira.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=tifton-85" target="_blank" rel="noopener">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar manejo de pastagens, nutrição, reprodução e gestão financeira, garantindo maior rentabilidade e sustentabilidade para o seu negócio.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=tifton-85" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46359 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/10/banner-black-antecipada-gpl-1.webp" alt="Banner Black Antecipada Gestão na Pecuária Leiteira" width="1024" height="341" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/10/banner-black-antecipada-gpl-1.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/10/banner-black-antecipada-gpl-1-300x100.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/10/banner-black-antecipada-gpl-1-768x256.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/10/banner-black-antecipada-gpl-1-370x123.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/10/banner-black-antecipada-gpl-1-270x90.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/10/banner-black-antecipada-gpl-1-740x246.webp 740w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p>Texto produzido pela Equipe Leite Rehagro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Capim Tifton: como implantar em pastagens?</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/pastagens-de-tifton/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 20:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CORTE]]></category>
		<category><![CDATA[manejo do pasto]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens]]></category>
		<category><![CDATA[tifton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tifton, gramínea do gênero Cynodon, foi desenvolvido com o objetivo de obtenção de alta produtividade e qualidade forrageira, sendo uma ótima opção para pastejo e também para produção de feno. Pode ser plantado tanto em regiões frias, quanto quentes, de clima subtropical e tropical. A forrageira pode ser cultivada em solos arenosos, mistos e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>tifton</strong>, gramínea do gênero Cynodon, foi desenvolvido com o objetivo de obtenção de alta produtividade e qualidade forrageira, sendo uma ótima opção para <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/">pastejo</a></strong> e também para produção de feno. Pode ser plantado tanto em regiões frias, quanto quentes, de clima subtropical e tropical.</p>
<p>A forrageira pode ser cultivada em solos arenosos, mistos e argilosos, devidamente corrigidos e adubados, não suportando apenas terrenos encharcados e ambientes sombreados.</p>
<p>Por não produzir sementes viáveis, o tifton é cultivado por meio de estruturas vegetativas, os estolões. As maneiras mais comuns de implantação da gramínea são em sulcos, em covas ou a lanço.</p>
<p>Recomenda-se <strong>realizar o plantio durante o período das águas</strong> (outubro a janeiro). O plantio em outras épocas é recomendado apenas em <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/irrigacao-de-pastagens/">áreas irrigadas</a></strong>, em virtude das mudas serem muito sensíveis à falta de água e desidratarem facilmente.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</strong></span><br />
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</div>
<h2>Etapas do plantio do Tifton</h2>
<h3>1. Escolha da área para cultivo</h3>
<p>Verificação da área onde será plantado o capim Tifton.</p>
<h3>2. Análise química do solo e correção</h3>
<p>Se necessário, efetue as <strong>correções do solo</strong> – calagem, gessagem, potassagem, fosfatagem, além da adubação com outros macro e micronutrientes.</p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-correcao-solo-adubacao-pastagens?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-correcao-solo&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39635 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png" alt="E-book Correção do solo e adubação de pastagens" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-correcao-pastagens-150x49.png 150w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h3>3. Preparação do solo para plantio</h3>
<p>Subsolagem, aração e gradagem. Essas operações servem para descompactar, destorroar e nivelar a área, melhorando assim as condições físicas do solo.</p>
<p>Além disso, servem para diminuir a presença de plantas invasoras no momento da implantação da cultura.</p>
<h3>4. Abertura dos sulcos de plantio</h3>
<p>Os sulcos de plantio podem ser abertos com o auxilio de uma enxada (pequenas áreas) ou com trator e um equipamento apropriado para abertura de sulcos.</p>
<p>Recomenda-se que os sulcos fiquem espaçados de <strong>0,5 a 1,0 metros</strong>, com profundidade de 10 a 15 cm.</p>
<h3>5. Corte das mudas</h3>
<p>As mudas de tifton, ou estolões, podem ser cortadas manualmente com uma enxada, ou com um equipamento acoplado ao trator (ceifadeira). Sempre que possível, deve-se cortar as mudas no dia do plantio. Se for necessário armazená-las, elas devem ficar sob a sombra e serem molhadas diariamente.</p>
<p>As mudas destinadas à formação de pastagens devem estar maduras e vigorosas, com cerca de 100 dias de idade, originadas de áreas livres de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/cigarrinhas-das-pastagens/">pragas</a></strong>, doenças e ervas.</p>
<p>Uma boa muda de tifton deve possuir raízes, colmos/estolões vigorosos e uma grande quantidade de gemas. Mudas jovens, pequenas e tenras não devem ser utilizadas porque desidratam facilmente no sulco de plantio.</p>
<h3>6. Distribuição das mudas</h3>
<p>As mudas devem ser distribuídas de maneira uniforme na área de plantio. São necessários de 4 a 5 t/ha, 3 t/ha e 2,5 t/ha de mudas, para o plantio a lanço, em covas e sulcos, respectivamente.</p>
<h3>7. Cobertura das mudas</h3>
<p>Deve-se enterrar cerca de dois terços da muda (enterrio parcial), deixando o terço apical sem cobrir. Esta etapa pode ser realizada manualmente com o auxílio de uma enxada ou com uma grade niveladora semiaberta.</p>
<p>As folhas e colmos que ficam para fora do solo são capazes de realizar uma pequena taxa de fotossíntese, ajudando no desenvolvimento das gemas que darão origem às novas raízes.</p>
<h3>8. Compactação leve do solo</h3>
<p>Esta etapa pode ser realizada com um rolo compactador ou pelo pisoteio (quando o plantio for realizado em uma área pequena), sendo importante para aumentar o contato da muda, mais especificamente das gemas que irão originar as raízes, com solo.</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Quando em condições adequadas de umidade e temperatura, após cerca de 90 a 120 dias, a pastagem deve estar cobrindo cerca de 70% da área.</p>
<p>Neste momento, deve-se fazer o primeiro <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/pastoreio-para-bovinos-de-corte/" target="_blank" rel="noopener">pastejo</a></strong> da área, passando com animais leves (ex: bezerras, novilhas), deixando que eles consumam cerca de 30% da forrageira disponível. Esta operação é importante para estimular a brotação e enraizamento do tifton.</p>
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<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.</p>
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