<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>raiva Archives | Rehagro Blog</title>
	<atom:link href="https://rehagro.com.br/blog/tag/raiva/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/tag/raiva/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Sep 2026 20:41:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/cropped-cropped-logo-rehagro-capa-32x32.png</url>
	<title>raiva Archives | Rehagro Blog</title>
	<link>http://blog-ori.rehagro.com.br/blog/tag/raiva/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Raiva em bovinos: entendendo, prevenindo e controlando</title>
		<link>https://rehagro.com.br/blog/raiva-em-bovinos/</link>
					<comments>https://rehagro.com.br/blog/raiva-em-bovinos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rehagro.com.br/blog/?p=27973</guid>

					<description><![CDATA[<p>A raiva é uma doença viral que tem como característica o acometimento do sistema nervoso central, sendo que sua evolução é drástica e sempre letal. É uma doença endêmica, transmitida por morcegos hematófagos, causada por um vírus que possui RNA envelopado e é considerada uma das maiores zoonoses em saúde pública, chegando a 100% de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/raiva-em-bovinos/">Raiva em bovinos: entendendo, prevenindo e controlando</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A raiva é uma doença viral que tem como característica o acometimento do sistema nervoso central, sendo que sua evolução é drástica e sempre letal</span><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;">É uma doença endêmica, transmitida por morcegos hematófagos, causada por um vírus que possui RNA envelopado e <strong>é considerada uma das maiores zoonoses em saúde pública, chegando a 100% de letalidade. </strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A raiva em herbívoros, ou seja, naqueles animais que se alimentam de plantas e algas, como é o caso dos bovinos, tem sido notificada em todos os estados do Brasil e já registrou 50.944 casos de 1999 até julho de 2022. <strong>Só em 2021 foram registrados 661 casos de raiva no Brasil, sendo destes, 642 casos em ruminantes.</strong> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse texto traremos informações sobre a raiva, bem como seu ciclo epidemiológico de transmissão, patogenia, os sinais clínicos iniciais e os aparentes conforme a doença evolui e também sobre o diagnóstico e as medidas de controle e prevenção que são fundamentais. </span></p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
<p><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/embed/v2.js"></script><br />
<script>
hbspt.forms.create({
region: "na1",
portalId: "5430441",
formId: "5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7"
});
</script></p>
</div>
<h2>Ciclo epidemiológico da raiva</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><b>ciclo epidemiológico de transmissão da raiva</b><span style="font-weight: 400;"> temos os morcegos infectados que podem contaminar outros morcegos, os animais de produção (bovinos), animais silvestres e o homem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal forma de transmissão é pela mordedura, onde há inoculação de saliva com o vírus. Dentre os possíveis ciclos epidemiológicos, podemos citar: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ciclo aéreo: </b><span style="font-weight: 400;">morcegos contaminados contaminam morcegos, animais de produção, silvestres e o homem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ciclo rural</b><span style="font-weight: 400;">: contaminação entre animais de produção, onde um foi infectado pela mordida do morcego;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ciclo urbano</b><span style="font-weight: 400;">: nesse caso o reservatório será o cão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ciclo silvestre</b><span style="font-weight: 400;">: mantido tanto por canídeos selvagens quanto por primatas.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://webinar.rehagro.com.br/programas-de-vacinacao-para-bovinos-de-leite?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-programas-vacinacao&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-38515 size-full" title="Clique e acesse gratuitamente!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao.png" alt="Webinar vacinação em bovinos leiteiros" width="1024" height="359" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao.png 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao-300x105.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao-768x269.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao-370x130.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao-270x95.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao-740x259.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/webinar-programas-vacinacao-150x53.png 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<h2>Patogenia</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma vez inoculado o vírus pela mordedura do morcego, ocorre a replicação do vírus na musculatura esquelética, até que seja atingida uma concentração viral alta para alcançar as terminações nervosas. Ao atingir as terminações nervosas, ele se liga nos receptores de acetilcolina para realizar mais replicações e entrar na célula nervosa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O vírus vai caminhar pelo nervo periférico até atingir a medula, replicando nos neurônios motores da medula espinhal e gânglios dorsais, chegando por fim no Sistema Nervoso Central (SNC). Quando no SNC, ele intensifica a sua replicação e faz o caminho contrário, sendo disseminado por todo organismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre o período de incubação, ele irá depender de alguns fatores, como a capacidade invasiva, carga viral do inóculo inicial, idade e também a imunocompetência do organismo. Entretanto, pode-se dizer que esse tempo varia de dias a meses, podendo chegar nos bovinos a 3 meses de incubação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>O ciclo do vírus da raiva, não é exclusivo entre bovinos e morcegos.</strong> Outros animais, como cães e gatos podem participar, sendo que teremos o homem ao final de todo ciclo, sendo o último acometido.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-44948 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos.webp" alt="Ciclos epidemiológicos de transmissão da raiva." width="1006" height="1006" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos.webp 1006w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos-300x300.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos-150x150.webp 150w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos-768x768.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos-370x370.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos-270x270.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/02/raiva-bovinos-740x740.webp 740w" sizes="(max-width: 1006px) 100vw, 1006px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12px;"><span style="font-weight: 400;">Ciclos epidemiológicos de transmissão da raiva. </span><span style="font-weight: 400;">Fonte: Beatriz Abdalla</span></span></p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=raiva" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Sinais clínicos da raiva nos bovinos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sinais clínicos nos herbívoros (bovinos) podem ser divididos em sinais iniciais e sinais que irão aparecer com a evolução da doença: </span></p>
<h3>Sinais iniciais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O sinal mais comum é a </span><b>paralisia</b><span style="font-weight: 400;">, entretanto nesse momento o animal se apresenta alerta. </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Isolamento do animal;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Apatia e perda de apetite. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Aumento da sensibilidade e coceira na região da mordedura;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Mugido constante;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Hiperexcitabilidade;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Salivação abundante e viscosa;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Dificuldade para engolir.</span></li>
</ul>
<h3>Com a evolução</h3>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Movimentos desordenados da cabeça;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tremores musculares e ranger de dentes;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ausência de reflexo pupilar (reflexo de contração da pupila);</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Incoordenação motora;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Andar cambaleante;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Contrações musculares involuntárias;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Decúbito – não consegue mais se levantar e nesse momento ocorre: </span>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Movimento de pedalagem;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Dificuldade respiratória;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Opistótono;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Asfixia &#8211;</span><span style="font-weight: 400;"> Morte.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a manifestação clínica, até que animal desenvolva a encefalite e a morte, pode demorar de 5 a 10 dias. </span></p>
<p><b>Notificação:</b> <span style="font-weight: 400;">Perante qualquer sintomatologia ou suspeita de raiva, o proprietário precisa </span><b>imediatamente</b><span style="font-weight: 400;"> notificar ao Serviço Veterinário Oficial, como descrito na Instrução Normativa nº50 de setembro de 2013. </span></p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico pode ser realizado </span><i><span style="font-weight: 400;">ante-mortem</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou seja, antes do animal vir a óbito, através da análise de PCR, sendo coletado e refrigerada amostras como o folículo piloso, urina, líquor e saliva, as quais devem ser enviadas em menos de 24 horas para o laboratório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, como a evolução da doença é rápida e a letalidade é alta, o diagnóstico é realizado após a morte, onde na </span><b>necropsia</b><span style="font-weight: 400;"> são coletados o </span><b>encéfalo inteiro ou fragmentos de ambos os hemisférios, hipocampo, tronco encefálico e cerebelo</b><span style="font-weight: 400;">. Essas amostras devem ser </span><b>refrigeradas</b><span style="font-weight: 400;"> e enviadas em até 24 horas. Caso a chegada ao laboratório demore mais do que esse tempo, as amostras devem ser congeladas, mas deve-se evitar uma sequência de congelamento e descongelamento das amostras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que apenas laboratórios públicos credenciados podem fazer o diagnóstico laboratorial da raiva, pois esses fazem parte da vigilância do país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as técnicas convencionais para o diagnóstico da raiva, temos: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imunofluorescência direta</b><span style="font-weight: 400;">: essa técnica usa anticorpos anti nucleocapsídeo para identificar na célula infectada. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Isolamento viral:</b><span style="font-weight: 400;"> Inoculação em camundongos neonatos. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Após termos uma amostra positiva, é realizada a técnica de tipificação, a qual irá descobrir qual a linhagem que estava infectando o animal e qual foi o primeiro infectado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante lembrarmos da realização do </span><b>diagnóstico diferencial</b><span style="font-weight: 400;"> nesses animais de produção para outras doenças, como: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intoxicação por chumbo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intoxicação por sal (</span><span style="font-weight: 400;">ambas intoxicações causam cegueira, um sinal raro no caso de raiva);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Deficiência de vitamina A;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Listeriose;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Encefalites de forma geral;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Abscesso em cérebro e medula espinhal.</span></li>
</ul>
<h2>Medidas de controle e prevenção da raiva em bovinos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ser uma doença de alta letalidade, a </span><b>vacinação</b><span style="font-weight: 400;"> dos animais é uma medida essencial de controle. Ela não é obrigatória, a não ser em casos de epidemia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ministério preconiza o </span><b>controle populacional dos morcegos</b><span style="font-weight: 400;">, entretanto o IBAMA só controla o </span><i><span style="font-weight: 400;">Desmodus rotundus. </span></i><span style="font-weight: 400;">Esse controle é feito com a passagem de anticoagulante nas costas do morcego e pelo fato de terem o hábito de se lamberam há a ingestão do produto e consequentemente a morte do mesmo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também existe um método seletivo indireto, que se trata de passar a pasta anticoagulante ao redor da ferida feita pelo morcego no animal, pois nos herbívoros eles possuem o costume de voltar no mesmo local da agressão para morderem novamente. </span></p>
<p><strong>S</strong><b>obre a vacinação dos herbívoros</b><span style="font-weight: 400;">: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">1ª dose = animais acima de 3 meses. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">2ª dose = reforço após 30 dias da primeira dose.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Revacinação anual. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É imprescindível que adotemos </span><b>medidas de educação e saúde</b><span style="font-weight: 400;">, a partir do estímulo aos proprietários a </span><b>notificar </b><span style="font-weight: 400;">a agressão aos animais, a presença de abrigos dos morcegos em suas propriedades e também os casos suspeitos, para que o diagnóstico seja feito e medidas de controle reforçadas na região. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, conhecendo mais sobre a doença, reforça o quão importante e eficaz é o controle e a notificação, pois assim é possível proteger a saúde animal, a disseminação da doença, garantir a segurança do rebanho, minimizar impactos econômicos, além de cumprir requisitos legais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A colaboração entre produtores, médicos veterinários e autoridades de saúde animal é essencial para o sucesso das medidas de controle da doença.</span></p>
<h2>Domine a gestão sanitária e maximize o potencial do seu rebanho</h2>
<p>Controlar doenças como a raiva exige mais do que prevenção: é preciso gestão estratégica.</p>
<p>No <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=raiva">Curso Gestão na Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a integrar saúde animal, nutrição, manejo e finanças para garantir produtividade e lucro de forma sustentável.</p>
<p><a href="https://rehagro.com.br/cursos/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=raiva" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-43761 size-full" title="Clique e saiba mais sobre o curso!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg" alt="Banner Curso Gestão na Pecuária Leiteira" width="980" height="330" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo.jpg 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-300x101.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-768x259.jpg 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-370x125.jpg 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-270x91.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-740x249.jpg 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/07/banner-gpl-novo-150x51.jpg 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22798" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg" alt="Laryssa Mendonça" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/06/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-23110" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/mariana-torres.jpg" alt="Mariana Torres - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="96" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/mariana-torres.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/mariana-torres-270x86.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/mariana-torres-150x48.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://rehagro.com.br/blog/raiva-em-bovinos/">Raiva em bovinos: entendendo, prevenindo e controlando</a> apareceu primeiro em <a href="https://rehagro.com.br/blog">Rehagro Blog</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rehagro.com.br/blog/raiva-em-bovinos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
