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	<title>abomaso Archives | Rehagro Blog</title>
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	<title>abomaso Archives | Rehagro Blog</title>
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		<title>Úlcera de abomaso: como esse problema afeta o desempenho das bezerras leiteiras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LEITE]]></category>
		<category><![CDATA[abomaso]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estômago de ruminantes é composto por 4 compartimentos: rúmen, retículo, omaso e abomaso. Cada um deles apresenta um papel no processo de digestão. Inicialmente o rúmen atua como uma câmara fermentativa dos alimentos ingeridos, em seguida esse bolo alimentar é direcionado ao retículo, que é componente principal na ruminação pois realiza as contrações que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estômago de ruminantes é composto por 4 compartimentos: rúmen, retículo, omaso e abomaso. Cada um deles apresenta um papel no processo de digestão.</p>
<p>Inicialmente <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos/">o rúmen atua</a></strong> como uma câmara fermentativa dos alimentos ingeridos, em seguida esse bolo alimentar é direcionado ao retículo, que é componente principal na ruminação pois realiza as contrações que geram regurgitação.</p>
<p>O terceiro componente do trato digestivo dos ruminantes é o omaso, esse está relacionado com a absorção de água, ácidos graxos voláteis e outros nutrientes, por último temos o estômago glandular chamado de abomaso responsável por secretar enzimas, hormônios, ácidos e água.</p>
<p>As <strong>úlceras abomasais </strong>são um grande desafio na pecuária leiteira, os animais que apresentam essa afecção têm menor consumo de alimento, produzindo menos leite ou tendo seu desenvolvimento afetado, ambos levando a significativa <strong>perda econômica</strong>.</p>
<p>Além disso, por se tratar de uma afecção de causa multifatorial e sintomatologia inespecífica grande parte dos animais só são diagnosticados em exame <i>post-mortem</i> de necropsia.</p>
<p>Nesse texto iremos abordar úlceras abomasais em bezerras, entendendo melhor esse desafio, como ele ocorre, os fatores relacionados a ele, como é feito o diagnóstico, como isso impacta a cria de bezerras leiteiras e, como tratar esses casos e como prevenir novos.</p>
<div style="background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!</span></strong></p>
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<h2>O que são úlceras abomasais?</h2>
<p>Em<strong> <a href="https://rehagro.com.br/blog/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios/">bezerras</a></strong>, o abomaso é o principal compartimento em tamanho e função, pois <strong>nessa fase o animal ainda não é um ruminante funcional</strong> e durante o desenvolvimento dos compartimentos do estômago, o abomaso deixa de apresentar uma mucosa lisa e passa a ser repleto de vilosidades.</p>
<p>A mucosa deste órgão secreta ácido clorídrico, pepsina, pepsinogênio, quimosina, gastrina e outros componentes que auxiliam na proteção da mucosa contra a acidez do ambiente, como bicarbonato, muco e prostaglandinas.</p>
<p>As úlceras são caracterizadas por uma <strong>lesão no epitélio do abomaso</strong>, podendo ser uma <strong>lesão na mucosa ou até mesmo penetrar a camada muscular e causar perfuração da parede abomasal</strong>. Um grande problema da úlcera abomasal é o processo de autodigestão, quando a mucosa está lesionada, íons de hidrogênio e enzimas como a pepsina conseguem atuar no local digerindo o tecido e aumentando a lesão.</p>
<p>As úlceras podem ser <strong>classificadas em grau I, II, III e IV</strong> de acordo com a gravidade da lesão.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-46043 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso.webp" alt="Classificação das úlceras de abomaso" width="1024" height="455" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso.webp 1024w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-300x133.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-768x341.webp 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-370x164.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-270x120.webp 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-740x329.webp 740w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;"><span style="font-weight: 400;">Classificação das úlceras de abomaso de acordo com características das lesões e respectivos sinais clínicos. </span>Fonte:<span style="font-weight: 400;"> Radostits et al., 2000.</span></span></p>
<p><a href="https://conteudo.rehagro.com.br/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39650 size-full" title="Clique e baixe o e-book grátis!" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png" alt="E-book Criação de bezerras leiteiras" width="980" height="317" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/09/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2>Como as úlceras ocorrem?</h2>
<p>As úlceras abomasais são <strong>afecções multifatoriais</strong>, mas a etiologia de como ocorrem ainda não é exata. Alguns pontos que predispõem a ocorrência de úlceras abomasais e dentre eles podemos citar:</p>
<ul>
<li>Estresse;</li>
<li>Mudanças ambientais;</li>
<li>Mudanças de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras/">dieta</a></strong>;</li>
<li>Hiperacidez;</li>
<li>Agentes infecciosos como <i>Clostridium perfringens, Escherichia coli, <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/agentes-causadores-da-mastite/">Streptococcus sp, Staphylococcus sp</a></strong> e Salmonella sp;</i></li>
<li>Agentes parasitários que causam lesão na mucosa como <i>o <span style="font-weight: 400;">Haemonchus contortus e a Ostertagia ostertagi;</span></i></li>
<li>Uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) indiscriminadamente;</li>
<li>Deficiência de <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/exigencias-minerais-de-bovinos/">minerais</a></strong>.</li>
</ul>
<p>Em bezerros a <strong>deficiência de cobre</strong> é associada a diminuição da imunidade e <strong>má formação do tecido do abomaso</strong>, já que a enzima responsável pela resistência estrutural ligada a elastina e colágeno nesse compartimento é dependente de cobre. Assim, uma maior fragilidade da parede abomasal poderia predispor a ocorrência de úlceras.</p>
<p>O <strong>estresse</strong> está presente em diversos momentos no início da vida desses animais, devido a transporte, mudanças de lote, desaleitamento, introdução a ambiente coletivo e outras experiências.</p>
<p>Nesses momentos, o estresse aumenta a <strong>liberação de corticosteroides</strong>, os quais podem estimular a secreção de ácidos e enzimas como a pepsina no abomaso, favorecendo a ocorrência de úlceras.</p>
<p>Os <strong>AINEs</strong> atuam em enzimas COX 1 (ciclooxigenase 1) e/ou COX 2 (ciclooxigenase 2), as primeiras são ligadas a produção de prostaglandinas gástricas, as quais estimulam a secreção de muco e bicarbonato que atuam como citoprotetores abomasais.</p>
<p>Assim, <strong>o uso indiscriminado de AINEs diminui a proteção da mucosa abomasal</strong> predispondo a formação de úlceras.</p>
<p>Quando em conjunto, o estresse junto ao uso prolongado de AINEs, podem ser agentes fortemente ligados a ocorrência de úlceras em bezerras e um grande desafio no período devido a dificuldade de reduzir estresse e a necessidade do uso de AINEs para outras enfermidades comuns nesse período como a diarreia.</p>
<h2>Como diagnosticar e tratar úlceras abomasais?</h2>
<p>O diagnóstico é desafiador, sendo possível observar os sinais clínicos e também usar exames complementares.</p>
<p>Em casos de <strong>úlceras hemorrágicas</strong> é possível observar um quadro de anemia hemorrágica aguda no hemograma e em casos em que ocorre a perfuração da parede do abomaso e consequente peritonite podemos adicionar a isso alterações como leucocitose.</p>
<p>As <strong>fezes com sangue oculto</strong> são um bom indicativo de úlcera, sendo necessárias mais de uma avaliação pois a liberação de sangue nas fezes ocorre de forma intermitente.</p>
<p>Outro sinal é a <strong>melena</strong>, nesse caso, as fezes com aparência de “piche” pode ser caracterizado como um sinal patognomônico. Além disso, é possível avaliar a concentração plasmática de gastrina e pepsinogênio que se encontram elevadas em casos de sangramento de abomaso.</p>
<p>Como observado, a enfermidade é de difícil diagnóstico, por isso em grande parte dos casos não ocorre identificação e as alterações são encontradas somente em exame <i>post-mortem. </i></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-46044 size-full" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-1.webp" alt="Imagens de diferentes úlceras abomasais" width="679" height="343" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-1.webp 679w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-1-300x152.webp 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-1-370x187.webp 370w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/ulcera-abomaso-1-270x136.webp 270w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 13px;">Imagens de diferentes úlceras abomasais encontradas na necropsia em bovinos leiteiros, em todas as imagens as úlceras são classificadas como tipo 4. Fonte: Pedro Germano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento indicado é principalmente <strong>sintomático e de suporte</strong>. Algumas possibilidades são transfusão sanguínea em animais que perderam muito sangue, uso de antiácidos e protetores de mucosa, tratamento da causa base em casos de agentes contagiosos ou parasitários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importante ressaltar que os animais em tratamento devem ter o estresse reduzido ao máximo, alimentação e água de qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O prognóstico é desfavorável na maioria dos casos devido a dificuldade de diagnóstico e tratamento não específico, principalmente quando as úlceras são perfurativas, muitas vezes levando a bezerra a óbito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim podemos observar que as úlceras abomasais podem levar bezerras a óbito ou causar deficiências no desenvolvimento caso sobrevivam, gerando um </span><b>grande impacto econômico</b><span style="font-weight: 400;"> negativo ao produtor.</span></p>
<h2>Quais podem ser os impactos no desenvolvimento das bezerras?</h2>
<p>Quando as bezerras desenvolvem úlceras abomasais, elas podem ser prejudicadas de várias formas, mas principalmente quando relacionamos o seu crescimento e desenvolvimento e a saúde. Dentre os principais impactos observados, podemos citar:</p>
<ul>
<li><strong>Redução no consumo de alimentos</strong>: Bezerras com úlceras abomasais geralmente apresentam dor e desconforto, o que pode levar a uma diminuição no apetite. Isso resulta em menor ingestão de alimentos e, consequentemente, em uma redução no ganho de peso.</li>
<li><strong>Perda de peso</strong>: Devido à menor ingestão de nutrientes, as bezerras afetadas tendem a perder peso ou não ganham peso de maneira adequada, o que afeta diretamente o desempenho esperado para o crescimento.</li>
<li><strong>Redução na eficiência alimentar</strong>: Mesmo que as bezerras continuem a comer, a eficiência com que elas convertem os alimentos em crescimento pode ser reduzida. As úlceras podem afetar a digestão e a absorção de nutrientes, levando a um menor desempenho.</li>
<li><strong>Retardo no crescimento</strong>: A saúde geral comprometida devido às úlceras pode retardar o crescimento das bezerras, fazendo com que elas não atinjam os marcos de desenvolvimento esperados para a idade.</li>
<li><strong>Aumento da mortalidade</strong>: Em casos graves, as úlceras abomasais podem levar à morte, especialmente se resultarem em complicações como perfuração do abomaso ou peritonite.</li>
</ul>
<h2>Como prevenir as úlceras de abomaso?</h2>
<p>A etiologia multifatorial da afecção torna a prevenção um desafio, mas podemos enfatizar alguns pontos como atenção à alimentação adequada, manejo não estressante dos animais, manter um calendário sanitário com vacinação, vermifugação e monitoramento de doenças.</p>
<ul>
<li><strong>Nutrição e manejo adequado</strong>: Oferecer uma dieta balanceada em termos de energia, proteína, fibra e minerais é importante. Além disso, evitar dietas ricas em grãos que podem aumentar a produção de ácidos no abomaso pode ser fundamental para a prevenção no desenvolvimento de úlceras. Aliado a isso, a incorporação de fibras de alta qualidade que ajudam a estimular a mastigação e a produção de saliva a fim de neutralizar os ácidos no estômago também podem contribuir nessa prevenção.</li>
<li><strong>Manejo do estresse:</strong> Minimizar fatores de estresse, como mudanças bruscas na dieta, condições de manejo inadequadas como o estresse relacionado ao manejo como transporte, desmame, agrupamento, é essencial para a saúde do abomaso. É importante entender que o estresse pode alterar a motilidade gastrointestinal e aumentar a produção de ácido. Além disso, é importante oferecer <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras/">um ambiente que promova o bem-estar dos animais</a></strong>, como espaço adequado, ventilação e acesso constante a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros/">água limpa e fresca</a></strong>.</li>
<li><strong>Monitoramento</strong>: É importante monitorar as bezerras para sinais de desconforto, mudanças no comportamento alimentar e a <strong><a href="https://rehagro.com.br/blog/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras/">condição corporal</a></strong> pode auxiliar na identificação precoce de problemas de saúde e consequentemente contribuem para que seja possível agir rapidamente para evitar o agravamento das úlceras.</li>
<li><strong>Prevenção de outras doenças gastrointestinais:</strong> Realizar o controle de parasitas e certificar que os animais estejam livres de parasitas internos que podem causar irritação e inflamação, elevando o risco de úlceras.</li>
<li><strong>Manejo de medicamentos</strong>: Usar de maneira cautelosa os medicamentos, principalmente os Anti-inflamatórios Não Esteroidais (AINEs) é fundamental. O uso excessivo ou inadequado de AINEs pode aumentar muito o risco de úlceras abomasais e por isso, seu uso deve ser cauteloso e bem definido dentro dos protocolos de tratamentos de doenças que requerem sua utilização.</li>
</ul>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>Sabemos então que as úlceras abomasais em bezerras leiteiras representam um desafio significativo para a saúde e o desempenho dos animais.</p>
<p>Esses distúrbios podem comprometer o crescimento, a eficiência alimentar e aumentar a susceptibilidade a outras doenças, além de potencialmente levar à morte em casos graves.</p>
<p>A <strong>prevenção</strong> é considerada a melhor abordagem a fim de evitar o impacto negativo trazido pelas úlceras abomasais. Implementar adequadas práticas de manejo nutricional e trabalhar para a redução do estresse são essenciais.</p>
<p>Além disso, não podemos esquecer a importância do <strong>monitoramento contínuo da saúde e comportamento das bezerras</strong> e também de termos um manejo integrado, combinando nutrição e ambiente adequados, um bom controle de doenças e principalmente um uso cauteloso de medicamentos.</p>
<h2>Saúde desde a cria para garantir produtividade no futuro</h2>
<p>A úlcera de abomaso compromete o desenvolvimento das bezerras e pode impactar a produção futura de leite.</p>
<p>Na <strong><a href="https://rehagro.com.br/cursos/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=ulcera-abomaso">Pós-graduação em Pecuária Leiteira</a></strong> do Rehagro, você aprende a aplicar estratégias de manejo, nutrição e sanidade que previnem problemas desde a fase inicial, garantindo um rebanho mais saudável, produtivo e lucrativo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-34452" src="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/yumi-taguti.jpg" alt="Yumi Taguti - Equipe Leite Rehagro" width="300" height="104" srcset="https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/yumi-taguti.jpg 300w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/yumi-taguti-270x94.jpg 270w, https://rehagro.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/09/yumi-taguti-150x52.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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