{"id":9212,"date":"2021-04-28T11:22:12","date_gmt":"2021-04-28T14:22:12","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=9212"},"modified":"2026-01-30T13:48:23","modified_gmt":"2026-01-30T16:48:23","slug":"giberela-no-trigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/giberela-no-trigo\/","title":{"rendered":"Giberela no trigo: o que \u00e9, sintomas e como controlar a doen\u00e7a na lavoura"},"content":{"rendered":"<p>No Brasil, <strong>a Giberela alcan\u00e7ou o &#8220;status&#8221; de principal doen\u00e7a nas regi\u00f5es produtoras de trigo.<\/strong> Por esse motivo, todo agricultor que pretende lidar com este cereal, precisa ficar atento aos sinais e compreender sobre manejos que podem reduzi-la.<\/p>\n<p>O trigo \u00e9 uma cultura de grande import\u00e2ncia mundial, estando sempre entre os mais produzidos e apreciados por suas multifuncionalidades. S\u00e3o muitos subprodutos oriundos deste cereal, por\u00e9m ele \u00e9 limitante em condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>O Brasil, por ser um pa\u00eds tropical, n\u00e3o favorece muito o cultivo do trigo, que se desenvolve mais plenamente em climas temperados. Isso restringe um pouco seu <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/origem-do-trigo-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cultivo em nosso pa\u00eds<\/a><\/strong>, que em sua grande maioria se concentra no sul e alguns estados do sudeste.<\/p>\n<p>O clima em si, n\u00e3o atrapalha apenas no desenvolvimento deste cereal, mas na ocorr\u00eancia de doen\u00e7as f\u00fangicas e que em sua grande maioria est\u00e1 associada \u00e0 alta umidade. \u00c9 o caso da <strong>Giberela, conhecida tamb\u00e9m por fusariose do trigo<\/strong>.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/strong><\/span><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/js.hsforms.net\/forms\/v2.js?pre=1\"><\/script><br \/>\n<script>\n  hbspt.forms.create({\n    region: \"na1\",\n    portalId: \"5430441\",\n    formId: \"0ced5949-c607-48c5-8d39-f0179ca418eb\"\n  });\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>Ocorr\u00eancia da doen\u00e7a<\/h2>\n<p>A giberela, cujo agente causal \u00e9 o fungo <i>Gibberella zeae<\/i> (Schwein.) Petch (anamorfo <i>Fusarium graminearum<\/i> Schwabe),<strong> \u00e9 uma das principais doen\u00e7as em trigo<\/strong>, sendo transmitida em sua grande maioria, pelas sementes contaminadas.<\/p>\n<p>Esta doen\u00e7a se manifesta mais intensamente em regi\u00f5es com excesso de chuva e temperaturas amenas durante os per\u00edodos de flora\u00e7\u00e3o e matura\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os, podendo ser encontrada de forma generalizada por todo o mundo.<\/p>\n<p>A doen\u00e7a \u00e9 mais frequentemente encontrada no trigo, mas tamb\u00e9m pode afetar a cevada, a aveia, o centeio e algumas gram\u00edneas forrageiras.<\/p>\n<h2>Sintomas da giberela no trigo<\/h2>\n<p>A giberela \u00e9 melhor reconhecida pelo branqueamento de flores na ponta. Infec\u00e7\u00f5es graves podem causar crestamento precoce ou branqueamento de todo o espinho. Outros sintomas incluem descolora\u00e7\u00e3o de bronzeado a marrom.<\/p>\n<p>Normalmente um mic\u00e9lio rosado\/laranja est\u00e1 presente na base das flores sob condi\u00e7\u00f5es \u00famidas, e gr\u00e3os que s\u00e3o enrugados, brancos e de apar\u00eancia calc\u00e1ria. Perit\u00e9cios (corpos escuros de frutifica\u00e7\u00e3o) s\u00e3o produzidos dentro do mic\u00e9lio, posteriormente no processo de infec\u00e7\u00e3o. Espiguetas descoloridas e doentes s\u00e3o est\u00e9reis ou cont\u00eam sementes murchas\/descoloridas (geralmente com uma tonalidade rosa ou laranja).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12037 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-1.jpg\" alt=\"Giberela no trigo\" width=\"370\" height=\"494\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-1.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-1-225x300.jpg 225w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-1-270x360.jpg 270w\" sizes=\"auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/><\/p>\n<h2>Como ocorre a transmiss\u00e3o da giberela<\/h2>\n<p>A transmiss\u00e3o do pat\u00f3geno da semente para a pl\u00e2ntula, ocorre entre as etapas de dissemina\u00e7\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o do seu ciclo de vida. Esse processo implica no transporte que proporciona uma infec\u00e7\u00e3o bem-sucedida, dando origem a uma planta doente.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 quantifica\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o, esta pode ser realizada atrav\u00e9s da detec\u00e7\u00e3o dos sintomas nas plantas, partindo do princ\u00edpio de que o \u00fanico meio de inocula\u00e7\u00e3o foi atrav\u00e9s da associa\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno com a semente.<\/p>\n<p>Pat\u00f3genos necrotr\u00f3ficos, em sua grande maioria e parte dos biotr\u00f3ficos, utilizam-se da semente como ve\u00edculo de dissemina\u00e7\u00e3o, abrigo e sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Dentre os fatores que afetam a transmiss\u00e3o dos pat\u00f3genos a partir de sementes e, que podem afetar o estabelecimento do pat\u00f3geno em uma cultura, destacam-se:<\/p>\n<ol>\n<li>Esp\u00e9cie cultivada (resist\u00eancia varietal);<\/li>\n<li>Condi\u00e7\u00f5es ambientais (umidade ambiental e do solo, temperatura, vento, chuva e luz);<\/li>\n<li>In\u00f3culo (viabilidade, localiza\u00e7\u00e3o na semente, tipo);<\/li>\n<li>Pr\u00e1ticas culturais (tipo de solo, pH, popula\u00e7\u00e3o de plantas, profundidade de semeadura e \u00e9poca de plantio, fertiliza\u00e7\u00e3o, etc.);<\/li>\n<li>Sobreviv\u00eancia do in\u00f3culo;<\/li>\n<li>Vigor da semente;<\/li>\n<li>Microflora do solo e da semente, entre outros.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Existem ainda duas outras maneiras poss\u00edveis de estabelecimento do pat\u00f3geno no interior das sementes: atrav\u00e9s do sistema vascular de plantas atacadas e atrav\u00e9s de \u00f3rg\u00e3os fertilizadores, como gr\u00e3o de p\u00f3len contaminado ou infectado.<\/p>\n<p>No caso da contamina\u00e7\u00e3o de sementes por pat\u00f3genos, esta \u00e9 comumente concretizada pela mistura mec\u00e2nica do in\u00f3culo por ocasi\u00e3o da manipula\u00e7\u00e3o de plantas durante a colheita.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37524 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg\" alt=\"Curso Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os\" width=\"1200\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg 1200w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-300x156.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-768x399.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-370x192.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-270x140.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-740x385.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-150x78.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Reduzindo o cont\u00e1gio do pat\u00f3geno<\/h2>\n<p>Tais fatores podem reduzir ou incrementar significativamente a passagem do pat\u00f3geno para os \u00f3rg\u00e3os foliares e\/ou radiculares da planta hospedeira, refletindo no desenvolvimento da doen\u00e7a na lavoura.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o de pat\u00f3genos atrav\u00e9s das sementes \u00e9 capaz de propiciar:<\/p>\n<ul>\n<li>Introdu\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno em novas \u00e1reas;<\/li>\n<li>Sobreviv\u00eancia do microrganismo na aus\u00eancia do hospedeiro;<\/li>\n<li>Sele\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de ra\u00e7as espec\u00edficas a determinados hospedeiros e<\/li>\n<li>Distribui\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da popula\u00e7\u00e3o de plantas como focos prim\u00e1rios de in\u00f3culo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Por se tratar de uma associa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, as taxas de transmiss\u00e3o planta-semente e semente-pl\u00e2ntula s\u00e3o bastante influenciadas pelo ambiente e pelas caracter\u00edsticas inerentes ao pat\u00f3geno e ao hospedeiro.<\/p>\n<p>A idade da planta, na ocasi\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o, por exemplo, \u00e9 um dos fatores que afeta a transmiss\u00e3o. De qualquer forma, essa rela\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica \u00e9 afetada por fatores f\u00edsicos, biol\u00f3gicos e por aqueles inerentes ao tipo de germina\u00e7\u00e3o das sementes.<\/p>\n<p>Para pat\u00f3genos habitantes do solo, como \u00e9 o caso dos fungos pertencentes ao g\u00eanero <i>Fusarium<\/i>, o acesso \u00e0 superf\u00edcie dos frutos e sementes \u00e9 favorecido pelo contato direto dessas estruturas com o solo ou atrav\u00e9s de respingos de chuva, ou de irriga\u00e7\u00e3o por aspers\u00e3o.<\/p>\n<h2>Manejo de controle da giberela no trigo<\/h2>\n<p>A giberela <strong>\u00e9 considerada a doen\u00e7a do <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/sistema-de-plantio-direto-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">plantio direto<\/a><\/strong>. A sobreviv\u00eancia saprof\u00edtica do pat\u00f3geno em diversos hospedeiros, como esp\u00e9cies de plantas cultivadas, nativas e invasoras, assim como a facilidade de dispers\u00e3o dos asc\u00f3sporos, transportados a longa dist\u00e2ncia pelo vento, faz com que a giberela n\u00e3o seja controlada eficientemente pela rota\u00e7\u00e3o de culturas.<\/p>\n<p>A grande disponibilidade de in\u00f3culo no ar, durante o per\u00edodo de flora\u00e7\u00e3o, associada a per\u00edodos de molhamento cont\u00ednuo, tem levado a danos significativos na cultura do trigo.<\/p>\n<p>O escalonamento na \u00e9poca de semeadura e o uso de cultivares com diferentes ciclos, s\u00e3o estrat\u00e9gias de escape que possibilitam que as plantas possam atingir o per\u00edodo de predisposi\u00e7\u00e3o sob condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas ou menos favor\u00e1veis ao pat\u00f3geno.<\/p>\n<p>No Brasil, ainda n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis pela pesquisa cultivares resistentes \u00e0 doen\u00e7a. H\u00e1 indica\u00e7\u00e3o de cultivares com diferentes n\u00edveis de toler\u00e2ncia.<\/p>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/fungicidas-agricolas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>fungicidas<\/strong><\/a> espec\u00edficos na flora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma estrat\u00e9gia recomendada. A efic\u00e1cia de controle depende principalmente do fungicida e do momento de aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A efic\u00e1cia de <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/produtos-quimicos-ou-biologicos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>controle qu\u00edmico<\/strong><\/a> da giberela no campo e o rendimento de gr\u00e3os de trigo s\u00e3o maiores quando as aplica\u00e7\u00f5es de fungicidas espec\u00edficos s\u00e3o realizadas no in\u00edcio do est\u00e1dio fenol\u00f3gico de flora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39621 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png\" alt=\"E-book Tecnologia de aplica\u00e7\u00e3o de defensivos agr\u00edcolas\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O maior rendimento de gr\u00e3os foi obtido com o fungicida metconazole, diferindo estatisticamente da testemunha, com aumento relativo de 29,6%. Uma \u00fanica aplica\u00e7\u00e3o de todos os fungicidas proporcionou aumento m\u00e9dio no rendimento de gr\u00e3os em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 testemunha de 24,3%, variando de 15,7% at\u00e9 29,6% (Tabela 1).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12038\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-2.jpg\" alt=\"Desempenhos de fungicidas aplicados em gr\u00e3os de trigo com giberela\" width=\"600\" height=\"326\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-2.jpg 626w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-2-300x163.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-2-370x201.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-2-270x147.jpg 270w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\">Tabela 1 &#8211; Desempenho de fungicidas aplicados no in\u00edcio da flora\u00e7\u00e3o sobre o rendimento de gr\u00e3os, peso de mil gr\u00e3os e incid\u00eancia de <i>Fusarium graminearum<\/i> em gr\u00e3os de trigo.<\/span><\/p>\n<h2>O que \u00e9 eficiente contra a giberela no trigo?<\/h2>\n<p>Em termos gerais, \u00e9 poss\u00edvel reduzir a incid\u00eancia dessa doen\u00e7a f\u00fangica por meios pr\u00e1ticos. Como ela \u00e9 uma doen\u00e7a que requer a umidade, \u00e9 preciso fazer o manejo sanit\u00e1rio em restos culturais, caso opte pelo plantio direto.<\/p>\n<p>O uso de cultivares tolerantes \u00e0 doen\u00e7a tamb\u00e9m pode ajudar e, ainda, o manejo gradual de mudan\u00e7a de cultivares no plantio, sendo eles de ciclos distintos, auxilia na toler\u00e2ncia da planta e desfavorece a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Por fim, se optar pelo tratamento qu\u00edmico, fique atento \u00e0 qualidade do produto e principalmente a \u00e9poca de aplica\u00e7\u00e3o, que deve ser no in\u00edcio do florescimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12039 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-3.jpg\" alt=\"Trigo com giberela\" width=\"370\" height=\"424\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-3.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-3-262x300.jpg 262w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-3-270x309.jpg 270w\" sizes=\"auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/><span style=\"font-weight: 400; font-size: 10pt;\">Fonte: Brown et al. (2011)<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12040 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-4.jpg\" alt=\"Trigo\" width=\"370\" height=\"518\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-4.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-4-214x300.jpg 214w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/giberela-no-trigo-4-270x378.jpg 270w\" sizes=\"auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/><\/p>\n<p>A giberela \u00e9 a principal doen\u00e7a apontada pelos triticultores, mas h\u00e1 outras como <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mancha-amarela<\/a><\/strong> e <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/ferrugem-no-trigo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>ferrugem<\/strong><\/a>. Todas elas reduzem significativamente a produ\u00e7\u00e3o e, caso n\u00e3o sejam controladas, podem permanecer nos restos culturais e serem passadas \u00e0s pr\u00f3ximas culturas, comprometendo sua renda!<\/p>\n<p>Al\u00e9m das doen\u00e7as, h\u00e1 ainda as pragas e <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/plantas-daninhas-no-sistema-de-producao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>daninhas<\/strong><\/a>. Ou seja, \u00e9 preciso entender de forma espec\u00edfica cada uma delas, se quiser alcan\u00e7ar os resultados que almeja em sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Pronto para descobrir os segredos da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os?<\/h2>\n<p>O <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os<\/a><\/strong> oferece uma forma\u00e7\u00e3o essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas at\u00e9 os desafios do manejo e da comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com uma linguagem acess\u00edvel e foco em aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, voc\u00ea vai aprender os fundamentos da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, desde os ciclos das culturas at\u00e9 o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e an\u00e1lise de custos e margens.<\/p>\n<p>Clique no banner abaixo e d\u00ea o primeiro passo para construir uma base s\u00f3lida na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37524 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg\" alt=\"Curso Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os\" width=\"1200\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg 1200w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-300x156.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-768x399.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-370x192.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-270x140.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-740x385.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-150x78.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-16049 size-medium\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg\" alt=\"Alessandro Alvarenga\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga.jpg 975w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, a Giberela alcan\u00e7ou o &#8220;status&#8221; de principal doen\u00e7a nas regi\u00f5es produtoras de trigo. 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