{"id":5202,"date":"2018-10-03T11:00:36","date_gmt":"2018-10-03T14:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=5202"},"modified":"2026-04-09T16:35:16","modified_gmt":"2026-04-09T19:35:16","slug":"tripanossomose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/tripanossomose\/","title":{"rendered":"Tripanossomose bovina: principais sintomas, tratamento e como evitar"},"content":{"rendered":"<p>A tripanossomose bovina \u00e9 uma doen\u00e7a causada por um parasita chamado <em><strong>Trypanosoma vivax<\/strong>, <\/em>que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o desse hemoparasita origin\u00e1rio da \u00c1frica pode ocorrer tanto <strong>por meio de moscas hemat\u00f3fagas<\/strong> &#8211;\u00a0 taban\u00eddeos e mosca-dos-est\u00e1bulos (<em>Stomoxys calcitrans<\/em>) &#8211;\u00a0 quanto <strong>ap\u00f3s a utiliza\u00e7\u00e3o de uma mesma agulha em v\u00e1rios animais<\/strong> durante a aplica\u00e7\u00e3o de medicamentos e vacinas.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/js.hsforms.net\/forms\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\n  hbspt.forms.create({\n    region: \"na1\",\n    portalId: \"5430441\",\n    formId: \"5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7\",\n    version: \"V2_PRERELEASE\"\n  });\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>Tripanossomose bovina nas Am\u00e9ricas<\/h2>\n<p>A primeira ocorr\u00eancia do <em>T.vivax<\/em> nas Am\u00e9ricas foi na Guiana Francesa e, mais tarde, em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, Central e em algumas ilhas do Caribe. O primeiro relato na Venezuela foi em 1920 e em 1931 na Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, importavam-se muitos animais da Venezuela para a Col\u00f4mbia, ent\u00e3o, acredita-se que essa doen\u00e7a tenha sido disseminada por meio da importa\u00e7\u00e3o de gado.<\/p>\n<p>No Brasil a tripanossomose bovina \u00e9 considerada nova, mas n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o recente assim, e j\u00e1 existe h\u00e1 muitos anos no norte do pa\u00eds. L\u00e1, <strong>o est\u00e1gio \u00e9 de endemia<\/strong> e os transmissores s\u00e3o as moscas taban\u00eddeos, que se adaptam a per\u00edodos chuvosos e s\u00e3o de dif\u00edcil controle.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39652 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina.png\" alt=\"E-book Preven\u00e7\u00e3o e controle da mastite bovina\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Tripanossomose bovina no sudeste do Brasil<\/h2>\n<p>No sudeste o problema \u00e9 a <em>Stomoxys calcitrans<\/em>, que se prolifera em ambientes \u00famidos e que t\u00eam mat\u00e9ria org\u00e2nica. Na regi\u00e3o norte, o parasita se instalou e os animais j\u00e1 adquiriram resist\u00eancia \u00e0 doen\u00e7a &#8211; \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Agora, em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro, a tripanossomose chegou de surpresa por algum motivo, como pelo transporte de animais, e causou um estrago. <strong>N\u00e3o existe programa de vacina\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 como se o gado do norte\/nordeste fosse imunizado e o do sudeste n\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Em 2007 tivemos o primeiro caso de tripanossomose bovina<em>\u00a0<\/em>em Minas Gerais e o cont\u00e1gio na regi\u00e3o nada tem a ver com as moscas hemat\u00f3fagas. O que mais temos visto \u00e9 a doen\u00e7a ocorrer em animais na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/boas-praticas-de-ordenha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ordenha<\/a><\/strong>, principalmente devido ao uso da ocitocina.<\/p>\n<p>Ao aplicar o horm\u00f4nio na veia mam\u00e1ria da vaca, suga-se o sangue contaminado e transfere-se o parasita aos outros animais devido ao uso repetido da agulha infectada.<\/p>\n<p>Em todas as fazendas que chegamos, que apresentam mortes e baixa produtividade por causa da doen\u00e7a, o problema est\u00e1 na ordenha. Geralmente, no estado, a <em>T.vivax<\/em> acomete animais livres da parasitose e que ainda n\u00e3o t\u00eam defesas para combat\u00ea-la.<\/p>\n<p>J\u00e1 em S\u00e3o Paulo, existe outra situa\u00e7\u00e3o: os animais s\u00e3o atacados pelas moscas; ent\u00e3o vemos <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">bezerros<\/a><\/strong>, garrotes, vacas e bois reprodutores, todos infectados.<\/p>\n<p>As usinas de cana-de-a\u00e7\u00facar d\u00e3o origem ao vinhoto, que \u00e9 utilizado nas lavouras no processo de fertirriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa mat\u00e9ria org\u00e2nica \u00e9 rica em nutrientes e favorece a reprodu\u00e7\u00e3o das moscas. Por isso, como existem v\u00e1rias usinas no estado, a popula\u00e7\u00e3o de <em>Stomoxys<\/em> na regi\u00e3o \u00e9 alt\u00edssima.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18711 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg\" alt=\"Banner Curso Gest\u00e3o na Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Sinais cl\u00ednicos da tripanossomose<\/h2>\n<p>Quando ocorre surto de <em>Trypanosoma vivax<\/em> numa fazenda, <strong>a produtividade \u00e9 reduzida em torno de 50% a 60%<\/strong>. O parasita se instala no sangue, causando anemia e mucosas p\u00e1lidas.<\/p>\n<p>Em determinado momento do ciclo, ele se aloja nos linfonodos, provocando incha\u00e7o no local e hipertermia. Outros sintomas tamb\u00e9m s\u00e3o o emagrecimento e a cegueira, porque o parasita pode se hospedar na c\u00e2mara anterior do olho.<\/p>\n<p>Observamos o seguinte: ap\u00f3s cerca de dois meses da entrada de um animal infectado na fazenda, o surto \u00e9 iniciado. Neste momento, <strong>a produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 reduzida em 40 &#8211; 60%<\/strong> e 5% dos que ficam doentes, morrem &#8211; o que representa cerca de 4 a 6 animais por fazenda; o tempo de vida ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 de 15 a 21 dias.<\/p>\n<p>Quando a parasitose \u00e9 transmitida no momento da aplica\u00e7\u00e3o da ocitocina, a quantidade de sangue infectado que \u00e9 repassado aos outros animais e a imunidade de cada um, impacta no desenvolvimento da doen\u00e7a. Se o animal \u00e9 forte, <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">bem alimentado<\/a><\/strong>, ele \u00e9 mais resistente e demora a adoecer.<\/p>\n<p>V\u00e1rios trabalhos mostram que a tripanossomose quando ataca os machos causa uma inflama\u00e7\u00e3o nos test\u00edculos e epid\u00eddimos chamada orquite epididimite, ocasionando diminui\u00e7\u00e3o da fertilidade e deixando a qualidade do s\u00eamen comprometida.<\/p>\n<p>A tripanossomose \u00e9 uma doen\u00e7a muito inespec\u00edfica, n\u00e3o existe um sinal cl\u00ednico que facilite a sua identifica\u00e7\u00e3o. Um dos sintomas, como o aborto, por exemplo, \u00e9 provocado por v\u00e1rias doen\u00e7as como <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/brucelose-bovina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">brucelose<\/a><\/strong>, leptospirose, neosporose, <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/tristeza-parasitaria-bovina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">tristeza parasit\u00e1ria bovina<\/a><\/strong>, entre outras.<\/p>\n<p>A tripanossomose \u00e9 uma <strong>doen\u00e7a de rebanho aberto<\/strong>, de propriedades que compram e vendem gado. Em rebanhos fechados, geralmente, n\u00e3o h\u00e1 problema algum, porque n\u00e3o existe o risco de cont\u00e1gio por um animal externo infectado no momento da aplica\u00e7\u00e3o da ocitocina, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5206 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/tripanossomose4.jpg\" alt=\"Animal com Tripanossomose\" width=\"435\" height=\"319\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/tripanossomose4.jpg 435w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/tripanossomose4-300x220.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/tripanossomose4-370x271.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/tripanossomose4-270x198.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/tripanossomose4-80x60.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\">Animal com sinais cl\u00ednicos de tripanossomose<\/span><\/p>\n<h3>A doen\u00e7a acomete humanos e outros animais?<\/h3>\n<p>Outros animais, como c\u00e3es, cavalos e at\u00e9 mesmo n\u00f3s, humanos, podemos contrair outros tipos de tripanossomose, que nada t\u00eam a ver com a que atinge os bovinos.<\/p>\n<p>Os equinos podem ser infectados pelo <em>Trypanosoma evansi, <\/em>j\u00e1 os c\u00e3es e humanos, pelo <em>Trypanosoma cruzi<\/em>, a famosa doen\u00e7a de chagas.<\/p>\n<h2>Tratamento da tripanossomose bovina<\/h2>\n<p>A <strong>doen\u00e7a tem tratamento<\/strong>, mas \u00e9 preciso cuidado com o medicamento, dose e via a ser utilizada. Dependendo da forma como a parasitose \u00e9 combatida, os animais podem adquirir resist\u00eancia. Neste caso, ap\u00f3s um ou dois meses da primeira infec\u00e7\u00e3o, o cont\u00e1gio volta a ocorrer, atingindo todo o rebanho.<\/p>\n<p>Dessa forma, por erro de tratamento, a doen\u00e7a retorna e causa os mesmos transtornos, baixa de produtividade e mortes, como se nunca tivesse ocorrido na fazenda em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>O melhor tratamento \u00e9 feito \u00e0 base de <strong>\u201ccloreto de isometamidium\u201d<\/strong>. O medicamento deve ser aplicado na medida correta &#8211; 1mg\/kg. Muitas pessoas, para fazer economia, utilizam meio miligrama por quilo, ou seja: a metade da dose.<\/p>\n<p>Muitos dizem que o tratamento n\u00e3o funciona, mas n\u00e3o \u00e9 bem assim. A efic\u00e1cia perdura por um per\u00edodo aproximado de 3 meses &#8211; tempo necess\u00e1rio para o produtor controlar a infec\u00e7\u00e3o. Se o problema n\u00e3o \u00e9 resolvido em sua ess\u00eancia, com a regulagem da ocitocina ou o controle das moscas, os surtos continuar\u00e3o ocorrendo.<\/p>\n<h2>Quais erros podem ser evitados?<\/h2>\n<ul>\n<li>Compra de gado sem proced\u00eancia.<\/li>\n<li>M\u00e1 <strong>aplica\u00e7\u00e3o de ocitocina<\/strong>.<\/li>\n<li>Falta de controle de vetores.<\/li>\n<li>Diagn\u00f3stico intuitivo. O diagn\u00f3stico do <em>Trypanosoma vivax <\/em>deve ser feito por um veterin\u00e1rio, pois a doen\u00e7a possui diversos sinais cl\u00ednicos e \u00e9 de dif\u00edcil identifica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O caminho para se prevenir a tripanossomose nas fazendas \u00e9 o <strong>cuidado com a compra de gado<\/strong> e esse \u00e9 um desafio.<\/p>\n<p>Mas, \u00e9 poss\u00edvel driblar a doen\u00e7a e impedir que o rebanho seja contaminado no momento da ordenha, durante a aplica\u00e7\u00e3o da ocitocina. Utilizamos a estrat\u00e9gia de ter uma seringa para cada animal.<\/p>\n<p>Dividimos as agulhas em dois potes &#8211; em um deles colocamos as agulhas limpas e no outro as que j\u00e1 foram utilizadas. Dessa forma, \u00e9 imposs\u00edvel a contamina\u00e7\u00e3o. Logo depois de aplicar a ocitocina em todas as vacas, lavamos as seringas com \u00e1gua e sab\u00e3o e pronto, podemos utiliz\u00e1-las novamente.<\/p>\n<p>Outra poss\u00edvel alternativa \u00e9 a <strong>elimina\u00e7\u00e3o do uso de ocitocina<\/strong>. Vacas holandesas, Jersey, animais mais puros, produzem leite sem a necessidade de um bezerro ou da ocitocina como est\u00edmulo.<\/p>\n<p>J\u00e1 os animais mesti\u00e7os, que precisam da estimula\u00e7\u00e3o externa, \u00e9 poss\u00edvel trein\u00e1-los desde o nascimento.<\/p>\n<p>\u00c9 um trabalho demorado, mas o melhor exemplo que podemos dar, \u00e9 a Fazenda Santa Luzia, uma das maiores produtoras do pa\u00eds com animais Girolando, atendida pelo Rehagro Consultoria em Passos (MG). Hoje a propriedade n\u00e3o utiliza ocitocina.<\/p>\n<h2>Controle de doen\u00e7as e gest\u00e3o estrat\u00e9gica para mais lucro no leite<\/h2>\n<p>A Tripanossomose bovina pode comprometer seriamente a sa\u00fade do rebanho e a rentabilidade da fazenda.<\/p>\n<p>No <span style=\"font-weight: 400;\"><strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Curso Gest\u00e3o na Pecu\u00e1ria Leiteira<\/a><\/strong><\/span> do Rehagro, voc\u00ea aprende a integrar preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, manejo eficiente e gest\u00e3o financeira para garantir produtividade, qualidade do leite e resultados sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18711 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg\" alt=\"Banner Curso Gest\u00e3o na Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-28025 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/jose-zambrano-1.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Zambrano \" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/jose-zambrano-1.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/jose-zambrano-1-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/jose-zambrano-1-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tripanossomose bovina \u00e9 uma doen\u00e7a causada por um parasita chamado Trypanosoma vivax, que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos. 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