{"id":4621,"date":"2018-07-06T11:01:09","date_gmt":"2018-07-06T14:01:09","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=4621"},"modified":"2026-04-07T17:03:00","modified_gmt":"2026-04-07T20:03:00","slug":"distrofia-nutricional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/distrofia-nutricional\/","title":{"rendered":"Distrofia muscular nutricional: a doen\u00e7a do m\u00fasculo branco"},"content":{"rendered":"<p>A <strong>distrofia muscular nutricional<\/strong>, ou doen\u00e7a do m\u00fasculo branco, \u00e9 uma patologia miodegenerativa hiperaguda\/subaguda, causada por uma <strong>defici\u00eancia de sel\u00eanio e vitamina E<\/strong>, gerada em animais que se encontram em situa\u00e7\u00f5es de stress, frio ou mal alimentados.<\/p>\n<p>D\u00e1-se tamb\u00e9m por um ac\u00famulo de subst\u00e2ncias formadoras per\u00f3xido na dieta. Como exemplos de situa\u00e7\u00f5es causadoras, podemos citar suplementa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua com \u00f3leo de f\u00edgado de bacalhau e uma brusca sa\u00edda de animais para o pasto, induzindo uma defici\u00eancia de vitamina E.<\/p>\n<p>Esta patologia \u00e9 <strong>mais comum em bezerros, cordeiros, potros e leit\u00f5es jovens<\/strong>, podendo elevar sua ocorr\u00eancia ap\u00f3s um crescimento r\u00e1pido dos animais, um alto grau de \u00e1cidos graxos insaturados na dieta e exerc\u00edcios incomuns em excesso.<\/p>\n<p>Em bezerros e cordeiros normais, a atividade de uma enzima chamada de transaminase glutam\u00ednica oxaloac\u00e9tica (SGOT), importante para v\u00e1rias atividades do organismo, raramente excede a 200U\/ml e em animais doentes, sua atividade \u00e9 de 5 a 10 vezes maior.<\/p>\n<p>Assim, de uma forma mais completa, a doen\u00e7a do m\u00fasculo branco \u00e9 caracterizada por n\u00edveis subnormais de sel\u00eanio, da concentra\u00e7\u00e3o de GSH-PX no sangue e tecidos e por altos n\u00edveis da SGOT e desidrogenase l\u00e1tica.<\/p>\n<p>Poucas vezes, ocorre uma distrofia muscular nutricional de forma espont\u00e2nea em animais adultos, <strong>podendo, raramente, acontecer de uma forma cong\u00eanita<\/strong>.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\nhbspt.forms.create({\nregion: \"na1\",\nportalId: \"5430441\",\nformId: \"f83e655b-67de-4fbe-b12a-88b7e9461712\"\n});\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>Sinais cl\u00ednicos da distrofia nutricional<\/h2>\n<p>Nesta doen\u00e7a, <strong>os animais apresentam corrimento nasal espumoso, resultante de edema pulmonar e dispn\u00e9ia<\/strong>, podendo detectar fraqueza profunda, dec\u00fabio e batimento card\u00edaco irregular, que, pela ausculta\u00e7\u00e3o, s\u00e3o aud\u00edveis murm\u00farios card\u00edacos.<\/p>\n<p>Estes sintomas associados com uma descompensa\u00e7\u00e3o hiperaguda e esquel\u00e9tica ou ligada a uma miastenia, ambas as formas, os acometidos, s\u00e3o aqueles que crescem de forma r\u00e1pida.<\/p>\n<p>Os animais doentes podem morrer de forma aguda, sem aparecer sintomas ou ap\u00f3s uma depress\u00e3o e dispn\u00e9ia. Taquicardia e taquipn\u00e9ia s\u00e3o observadas nos animais idosos, podendo acometer o m\u00fasculo do diafragma.<\/p>\n<p>Na distrofia aguda, o tratamento geralmente \u00e9 ineficaz, pois a mortalidade \u00a0varia de 85 % a 100%. <strong>A forma mais comum encontrada \u00e9 subaguda<\/strong>, onde bezerros e cordeiros s\u00e3o os mais afetados, ficando em dec\u00fabito. Nesta, seus sinais cl\u00ednicos s\u00e3o rigidez dos m\u00fasculos, dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o, tremores, posturas anormais, depress\u00e3o e morte.<\/p>\n<p>Raramente, pode observar tumefa\u00e7\u00e3o bilateral e sim\u00e9trica dos m\u00fasculos gl\u00fateos, dorsolombares e paletas. J\u00e1 quando o animal sofre dispn\u00e9ia, est\u00e1 se deve ao envolvimento dos m\u00fasculos da faringe e es\u00f4fago, podendo gerar pneumonias secund\u00e1rias. Na forma subaguda o tratamento surte efeito, podendo ver recupera\u00e7\u00e3o em at\u00e9 cinco dias nos doentes.<\/p>\n<p>Pesquisas realizadas por AIELLO et al (2001) notaram um tipo retardado da miodistrofia nutricional com envolvimento card\u00edaco, ocorrendo em animais que passaram por exerc\u00edcios exacerbados. Nesta forma, apresentam um andar com costas arqueadas, se tratando de uma les\u00e3o muito grave. Os bezerros t\u00eam dificuldade para mamar, podendo morrer por inani\u00e7\u00e3o. Nos casos cr\u00f4nicos, pode ocorrer um relaxamento da cintura escapular e deslocamento dos dedos.<\/p>\n<p>Na defici\u00eancia subcl\u00ednica, animal diminui performance, ganho de peso, efici\u00eancia <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/reproducao-bovina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">reprodutiva<\/a><\/strong> e ocorre aumento de nascimentos de bezerros prematuros e fracos.<\/p>\n<p>MENDES et al. (2001) observou que estes sinais cl\u00ednicos ocorrem devido ao aumento da atividade plasm\u00e1tica da creatina fosfoquinase (CPK). Esta enzima \u00e9 liberada na corrente sangu\u00ednea ap\u00f3s exerc\u00edcios em grande propor\u00e7\u00e3o e degenera\u00e7\u00f5es musculares, por se tratar de uma prote\u00edna espec\u00edfica para altera\u00e7\u00f5es dos m\u00fasculos esquel\u00e9ticos e card\u00edacos.<\/p>\n<p>Seus n\u00edveis normais s\u00e3o de 26 mais ou menos cinco UI\/ litro para bovinos, onde na doen\u00e7a, sobe para acima de 1000 UI\/ litro. A transaminase glut\u00e2mico-oxalac\u00e9tica s\u00e9rica tamb\u00e9m se eleva de concentra\u00e7\u00e3o, apesar de n\u00e3o ser t\u00e3o espec\u00edfica para les\u00f5es musculares como a CPK. O grau de eleva\u00e7\u00e3o destas enzimas est\u00e1 diretamente proporcional \u00e0 intensidade da les\u00e3o muscular.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-sanidade-gado-de-corte?utm_campaign=material-corte&amp;utm_source=ebook-sanidade-gado&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39640 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png\" alt=\"E-book Sanidade do gado de corte\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-sanidade-gado-corte-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Altera\u00e7\u00f5es macrosc\u00f3picas<\/h2>\n<p>Animais doentes apresentam <strong>estrias brancas na musculatura esquel\u00e9tica<\/strong>, que geram dificuldades de locomover, respirat\u00f3rias, card\u00edacas, at\u00e9 a morte s\u00fabita. (MARTIM 1993). Os m\u00fasculos afetados variam com a idade do animal. L\u00edngua e musculatura do pesco\u00e7o s\u00e3o acometidas em lactentes.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos m\u00fasculos do dorso, coxa, pesco\u00e7o e respirat\u00f3rios em ruminantes mais velhos, observa-se musculatura um pouco p\u00e1lida. Uma vez estabelecida a calcifica\u00e7\u00e3o, as les\u00f5es tornam- se opacas, brancas e muito \u00f3bvias.<\/p>\n<p>Nos m\u00fasculos esquel\u00e9ticos verifica-se necrose sim\u00e9trica, podendo afetar v\u00e1rios grupos musculares, exibindo estria\u00e7\u00f5es longitudinais distintas, devido deposi\u00e7\u00e3o anormal de c\u00e1lcio difuso. As les\u00f5es card\u00edacas ocorrem em placas subendoc\u00e1rdicas, mais no ventr\u00edculo esquerdo de bezerros e direito de cordeiros.<\/p>\n<p>Segundo SMITH (1994), o m\u00fasculo torna-se seco com edema intramuscular, onde os feixes afetados ficam numa posi\u00e7\u00e3o adjacente ao m\u00fasculo normal. Al\u00e9m disso, pode ocorrer da musculatura se tornar p\u00e1lida, por reduzir concentra\u00e7\u00f5es de mioglobina, e a urina vermelho escuro, devido mioglobin\u00faria.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-10030 size-full\" title=\"m\u00fasculo branco\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2.jpg\" alt=\"Distrofia nutricional em cordeiro\" width=\"666\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2.jpg 666w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2-300x180.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2-370x222.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/distrofia-nutricional-doenca-do-musculo-branco1-333x150-1_auto_x2-270x162.jpg 270w\" sizes=\"auto, (max-width: 666px) 100vw, 666px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">M\u00fasculos da perna de cordeiro. A \u2013 as numerosas listras cinzas e brancas s\u00e3o \u00e1reas de necrose segmentar e calcifica\u00e7\u00e3o. B \u2013 Miopatia nutricional, bezerro. Os t\u00fabulos sarcolemais est\u00e3o intactos e preenchidos por mioblastos e macr\u00f3fagos \u2013 regenera\u00e7\u00e3o inicial. (imagens: W.J.Hadlow)<\/span><\/p>\n<h2>Altera\u00e7\u00f5es microsc\u00f3picas<\/h2>\n<p>Por CARTON e colaboradores, 1998, microscopicamente verificam-se necrose segmentar, calcifica\u00e7\u00e3o e regenera\u00e7\u00e3o. THONSON (1990) observou que o sucesso da regenera\u00e7\u00e3o depende da integridade dos tubos sarcol\u00eamicos, sendo que se intactos, ap\u00f3s animais tratados com sel\u00eanio, tem a capacidade de regenerar rapidamente.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, se sofrerem necrose segmentar, as miofibrilas se rompem sob o estresse da contra\u00e7\u00e3o, fraturando os t\u00fabulos sarcol\u00eamicos, resultando numa regenera\u00e7\u00e3o por brotamento e fibrose.<\/p>\n<p>Nota-se ainda, ap\u00f3s altera\u00e7\u00f5es sequenciais na musculatura, um incha\u00e7o mitocondrial e lise miofibrilar gerando degenera\u00e7\u00e3o hialina ou granular. Quando envolve o cora\u00e7\u00e3o, as fibras de purkinje ficam danificadas e animal pode sofrer derrames pleurais, peric\u00e1rdicos e peritoneais.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao microsc\u00f3pico eletr\u00f4nico, demonstra um engar\u00e7amento dos miofilamentos com comprometimento inicial da s\u00edntese de miosina, seguindo por uma altera\u00e7\u00e3o na actina.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-19698 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o de Gado de Corte\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Diagn\u00f3stico da distrofia nutricional<\/h2>\n<p>O diagn\u00f3stico pode ser dado pelos achados cl\u00ednicos, por\u00e9m a confirma\u00e7\u00e3o exata \u00e9 atrav\u00e9s de an\u00e1lises de tecidos, medindo seus n\u00edveis de sel\u00eanio e tocoferol. Devida \u00e0 atividade da enzima glutation- peroxidase eritrocit\u00e1ria ter altas correla\u00e7\u00f5es com n\u00edveis sangu\u00edneos de sel\u00eanio, a atividade da enzima pode ser usada na avalia\u00e7\u00e3o do status do animal para sel\u00eanio.<\/p>\n<p>Assim, pelas an\u00e1lises dos \u00edndices de sel\u00eanio identifica-se que a micronecrose segmentar \u00e9 causada mesmo pela defici\u00eancia deste mineral ou outra subst\u00e2ncia. (THONSON, 1990).<\/p>\n<p>MENDES et al (2001), verificou que, <strong>para o diagn\u00f3stico, devem ser consideradas ainda as miopatias t\u00f3xicas<\/strong>, como aquelas causadas por plantas (ex: fedegoso) ou por antibi\u00f3ticos ion\u00f3foros como a monensina, onde nesta deve ser pesquisado o agente na alimenta\u00e7\u00e3o do animal.<\/p>\n<p>Uma forma de diferenciar o diagn\u00f3stico \u00e9 que a miopatia t\u00f3xica acomete animais de todas as idades, com maior intensidade nos adultos e j\u00e1 a miopatia nutricional \u00e9 mais comum em animais jovens.<\/p>\n<p>Segundo AIELLO et al (2001), \u00e9 preciso tomar cuidado tamb\u00e9m para n\u00e3o confundir a miopatia nutricional com artrite n\u00e3o supurativa infecciosa. Al\u00e9m disso, as mortes s\u00fabitas devem ser diferenciadas daquelas que acontecem quando animal sofre uma insufici\u00eancia card\u00edaca, onde, neste caso, o diagn\u00f3stico definitivo pode ser obtido por necropsia e anamnese.<\/p>\n<h2>Tratamento da distrofia nutricional<\/h2>\n<p>Atrav\u00e9s de experimentos realizados por AIELLO et al (2001), chegou-se \u00e0 conclus\u00e3o que animais com distrofia muscular nutricional deveriam <strong>receber selenito de s\u00f3dio e vitamina E em emuls\u00e3o est\u00e9ril via subcut\u00e2nea ou intramuscular<\/strong> na dose de 0,055 a 0,067mg\/kg, sendo uma m\u00e9dia de 2,5 a 3mg de sel\u00eanio para cada 45 kg e 50mg\/ml (68UI) de vitamina E.<\/p>\n<p>Esta \u00faltima, deve ser na forma de acetato de alfa tocoferol para cada 18kg de peso corporal. N\u00e3o se devem administrar altas concentra\u00e7\u00f5es devido ao risco de intoxicar o animal e \u00e9 necess\u00e1rio repetir o tratamento por duas semanas. Necessitando de doses maiores que as indicadas, \u00e9 preciso tomar muito cuidado ao administr\u00e1-las.<\/p>\n<p>Quando ocorrer uma grande queda de vitamina E, pode-se suplementar o doente com alfa tocoferol, sendo que n\u00e3o existem dosagens m\u00ednimas para esta subst\u00e2ncia. Para bezerros, utilizar de 25 a 60mg\/kg no alimento seco. Se for observado uma grande quantidade de antagonistas de vitamina E na dieta (ex: gorduras polinsaturadas desprotegidas), deve primeiramente remov\u00ea-los e, n\u00e3o funcionando, pode-se estabiliz\u00e1-los com antioxidantes.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 correto fazer o tratamento da distrofia muscular nutricional com apenas o uso de sel\u00eanio, pois necessita da administra\u00e7\u00e3o de antioxidantes para o tratamento ser completo. (Kolb 1980).<\/p>\n<p>As respostas depois de efetivado tratamento, n\u00e3o s\u00e3o r\u00e1pidas, por necessitar da eritropoiese para produ\u00e7\u00e3o de GSH-PX, que demora cerca de 30 dias ap\u00f3s o animal suplementado com sel\u00eanio. Por\u00e9m, apesar de GSH- PX n\u00e3o aumentar f\u00e1cil nos eritr\u00f3citos, no m\u00fasculo, cora\u00e7\u00e3o e f\u00edgado, ela sobe mais r\u00e1pido.<\/p>\n<p>Depois de suplementado com os minerais e vitaminas, o animal deve ficar em repouso para reduzir a oxida\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos. Al\u00e9m disso, faz-se uma terapia auxiliar com antibi\u00f3ticos para auxiliar no combate de poss\u00edveis pneumonias secund\u00e1rias.<\/p>\n<p>O fornecimento de uma dieta com n\u00edveis adequados de energia, mantendo o balan\u00e7o hidroeletrol\u00edtico \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para recuperar o animal. (SMITH 1994).<\/p>\n<h2>Preven\u00e7\u00e3o e controle da distrofia nutricional<\/h2>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o e controle s\u00e3o feitas por uma <strong>suplementa\u00e7\u00e3o correta de sel\u00eanio e vitamina E<\/strong>, fazendo diversas tentativas para assegurar o correto fornecimento destes minerais na dieta dos animais.<\/p>\n<p>Segundo SMITH (1994), o regulamento de sel\u00eanio incorporado na ra\u00e7\u00e3o de ruminantes \u00e9 de 0,3 partes por milh\u00e3o (PPM). Nos sais minerais pode ser usado cerca de 20ppm. Por\u00e9m, em alguns tipos de solo, j\u00e1 verificou 200ppm para manuten\u00e7\u00e3o de n\u00edveis adequados aos animais, sendo seu uso limitado em no m\u00e1ximo 3mg\/cabe\u00e7a\/dia em qualquer que seja o m\u00e9todo de suplementa\u00e7\u00e3o para bovinos.<\/p>\n<p>Em pastagens, como \u00e9 dif\u00edcil avaliar a ingest\u00e3o correta da mistura mineral, est\u00e3o em fase experimental os bolus ruminorreticulares de dep\u00f3sito, que liberam a quantidade precisa de sel\u00eanio, diariamente. Os minerais injet\u00e1veis tamb\u00e9m s\u00e3o uma forma de adequar o animal com a concentra\u00e7\u00e3o correta de sel\u00eanio e vitamina E.<\/p>\n<p>Portanto, independente do m\u00e9todo de suplementa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 necessidade da coleta peri\u00f3dica de sangue ou tecido de animais em risco, sendo que estas dever\u00e3o ser realizadas a cada 60 a 90 dias, para que seja determinado o grau correto no organismo destes minerais. Com estas avalia\u00e7\u00f5es, poder\u00e3o ser feitos reajustes quanto \u00e0 dose ou extens\u00e3o da suplementa\u00e7\u00e3o. (SMITH 1994)<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p>Podemos concluir que o n\u00edvel nutricional \u00e9 um fator determinante para manter \u00edntegra a sa\u00fade do animal.<\/p>\n<p>Assim, um <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/estrategias-de-manejo-de-pastagem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>manejo inadequado de pastagens<\/strong><\/a> e concentrados que gere um consumo excessivo ou deficiente de energia, prote\u00edna, vitaminas, macro e microminerais relacionam no desempenho e ganhos produtivos nos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na maioria das situa\u00e7\u00f5es, os nutricionistas devem avaliar v\u00e1rios par\u00e2metros para suplementar os animais, levando em considera\u00e7\u00e3o an\u00e1lises bromatol\u00f3gicas e sangu\u00edneas, metabolismo singular de alguns animais e intera\u00e7\u00f5es entre nutrientes, pois qualquer descuido pode gerar perdas incalcul\u00e1veis no desempenho e sanidade do rebanho.<\/p>\n<h2 data-start=\"254\" data-end=\"326\">Evite preju\u00edzos com decis\u00f5es t\u00e9cnicas e manejo nutricional eficiente<\/h2>\n<p data-start=\"328\" data-end=\"564\">A distrofia muscular nutricional \u00e9 apenas uma das muitas doen\u00e7as silenciosas que comprometem o desempenho e o lucro da fazenda. Para prevenir perdas, \u00e9 preciso mais do que experi\u00eancia: \u00e9 preciso forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e vis\u00e3o estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p data-start=\"566\" data-end=\"898\">Na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o de Gado de Corte<\/a><\/strong> do Rehagro, voc\u00ea aprende com consultores que atuam nas maiores fazendas do pa\u00eds, em uma forma\u00e7\u00e3o 100% online e voltada para quem quer fazer da pecu\u00e1ria uma atividade mais eficiente, lucrativa e sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-producao-de-gado-de-corte?utm_campaign=mkt-materiais-pc&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-19698 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o de Gado de Corte\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/banner-pc-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Texto produzido pela Equipe Corte Rehagro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A distrofia muscular nutricional, ou doen\u00e7a do m\u00fasculo branco, \u00e9 uma patologia miodegenerativa hiperaguda\/subaguda, causada por uma defici\u00eancia de sel\u00eanio e vitamina E, gerada em animais que se encontram em situa\u00e7\u00f5es de stress, frio ou mal alimentados. 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