{"id":41366,"date":"2026-02-19T10:00:25","date_gmt":"2026-02-19T13:00:25","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=41366"},"modified":"2026-03-25T10:54:16","modified_gmt":"2026-03-25T13:54:16","slug":"dermatofitose-e-dermatofilose-em-bovinos-leiteiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/dermatofitose-e-dermatofilose-em-bovinos-leiteiros\/","title":{"rendered":"Dermatofitose e dermatofilose em bovinos leiteiros: aspectos cl\u00ednicos e epidemiol\u00f3gicos"},"content":{"rendered":"<p>As doen\u00e7as dermatol\u00f3gicas em bovinos leiteiros s\u00e3o observadas com frequ\u00eancia na pr\u00e1tica cl\u00ednica e no manejo sanit\u00e1rio das propriedades, especialmente em sistemas com alta densidade animal, presen\u00e7a de umidade e manejo intensivo de vacas e bezerras.<\/p>\n<p>Entre essas enfermidades, destacam-se a <strong>dermatofitose e a dermatofilose<\/strong>, duas afec\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas amplamente distribu\u00eddas, que acometem animais de diferentes idades e podem gerar impactos relevantes no <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras\/\">bem-estar<\/a><\/strong>, na produtividade e no valor zoot\u00e9cnico do rebanho.<\/p>\n<p>Apesar de ambas se manifestarem como dermatites alop\u00e9cicas e crostosas, essas doen\u00e7as apresentam <strong>origens distintas<\/strong>, mecanismos de infec\u00e7\u00e3o pr\u00f3prios e padr\u00f5es epidemiol\u00f3gicos espec\u00edficos, o que torna essencial o correto reconhecimento cl\u00ednico e <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/manejo-sanitario-de-bovinos-de-leite\/\">sanit\u00e1rio<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Ao longo deste artigo, ser\u00e3o abordados os principais aspectos da dermatofitose e da dermatofilose em bovinos, incluindo <strong>conceito, agente etiol\u00f3gico, epidemiologia, patog\u00eanese e sinais cl\u00ednicos<\/strong>, com \u00eanfase nos pontos que auxiliam na <strong>diferencia\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica entre essas enfermidades<\/strong>.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? 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Em bovinos, trata-se de uma das dermatopatias mais frequentes, especialmente em <strong>bezerras leiteiras<\/strong>, devido \u00e0 maior suscetibilidade dos animais jovens e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de manejo que favorecem sua dissemina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Agente etiol\u00f3gico e caracter\u00edsticas do fungo<\/h3>\n<p>Os agentes causadores da dermatofitose pertencem principalmente aos g\u00eaneros <strong><i>Trichophyton<\/i> e <i>Microsporum<\/i><\/strong>, sendo o <strong><i>Trichophyton verrucosum<\/i><\/strong> o dermat\u00f3fito mais comumente isolado em bovinos. Outras esp\u00e9cies, como <i>T. mentagrophytes<\/i> e <i>Microsporum gypseum<\/i>, podem ser encontradas com menor frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Os dermat\u00f3fitos s\u00e3o fungos queratinof\u00edlicos, ou seja, <strong>apresentam afinidade pela queratina presente no estrato c\u00f3rneo da pele, nos pelos e em seus anexos<\/strong>. A infec\u00e7\u00e3o se restringe, em geral, \u00e0s camadas superficiais da pele, n\u00e3o ocorrendo invas\u00e3o profunda em animais imunocompetentes.<\/p>\n<p>A forma infectante \u00e9 o <strong>artr\u00f3sporo<\/strong>, que se origina da fragmenta\u00e7\u00e3o das hifas f\u00fangicas e apresenta elevada resist\u00eancia no ambiente, permanecendo vi\u00e1vel por longos per\u00edodos, especialmente em condi\u00e7\u00f5es secas e de baixa temperatura.<\/p>\n<h3>Epidemiologia e fatores predisponentes<\/h3>\n<p>A dermatofitose ocorre em todas as regi\u00f5es do mundo e pode acometer diferentes esp\u00e9cies animais, incluindo o homem, o que confere \u00e0 doen\u00e7a importante car\u00e1ter <strong>zoon\u00f3tico<\/strong>. Em bovinos, a enfermidade \u00e9 mais frequentemente observada em sistemas de cria\u00e7\u00e3o com <strong>alta densidade animal<\/strong> e manejo coletivo, como <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/bezerreiro-como-devem-ser-as-instalacoes-para-bezerras-leiteiras\/\">bezerreiros<\/a><\/strong> e instala\u00e7\u00f5es de recria.<\/p>\n<p>A principal via de transmiss\u00e3o \u00e9 o <strong>contato direto entre animais<\/strong>, por\u00e9m a dissemina\u00e7\u00e3o indireta por meio de <strong>f\u00f4mites contaminados<\/strong> desempenha papel fundamental na manuten\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o nos rebanhos. Estima-se que uma parcela significativa dos animais clinicamente sadios em um grupo infectado possa atuar como <strong>portadores assintom\u00e1ticos<\/strong>, contribuindo para a perpetua\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a no ambiente.<\/p>\n<p>A umidade elevada, associada a temperaturas amenas, favorece a multiplica\u00e7\u00e3o dos fungos, enquanto fatores relacionados ao hospedeiro, como idade jovem, imunidade ainda imatura, estresse, defici\u00eancias nutricionais e microtraumas cut\u00e2neos, aumentam a suscetibilidade \u00e0 infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por esse motivo, <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios\/\">bezerras leiteiras<\/a><\/strong> s\u00e3o frequentemente mais acometidas do que bovinos adultos, nos quais h\u00e1 maior probabilidade de desenvolvimento de imunidade ap\u00f3s infec\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/guia-tipos-instalacoes-bezerras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=guia-tipos-instalacoes-bezerras&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39656 size-full\" title=\"Clique e baixe o material gratuitamente!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras.png\" alt=\"Guia Tipos de instala\u00e7\u00f5es para bezerras leiteiras\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-guia-instalacoes-bezerras-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h3>Patog\u00eanese resumida<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s a deposi\u00e7\u00e3o dos artrosporos na pele, especialmente em \u00e1reas submetidas a microles\u00f5es, ocorre a ades\u00e3o do fungo aos queratin\u00f3citos, seguida da germina\u00e7\u00e3o e invas\u00e3o do estrato c\u00f3rneo e dos fol\u00edculos pilosos. Os dermat\u00f3fitos produzem enzimas proteol\u00edticas, como queratinases, que permitem a digest\u00e3o da queratina e a progress\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-41370\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofitose-bezerras.jpg\" alt=\"Dermatofitose em bezerras leiteiras\" width=\"746\" height=\"419\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofitose-bezerras.jpg 746w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofitose-bezerras-300x168.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofitose-bezerras-370x208.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofitose-bezerras-270x152.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofitose-bezerras-740x416.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofitose-bezerras-150x84.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Dermatofitose em bezerras leiteiras. Fonte: Bruna Maeda.<\/span><\/p>\n<h3>Sinais cl\u00ednicos da dermatofitose em bovinos<\/h3>\n<p>Como consequ\u00eancia da infec\u00e7\u00e3o superficial dos tecidos queratinizados, a dermatofitose em bovinos manifesta-se predominantemente por <strong>altera\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas bem delimitadas<\/strong>, sem repercuss\u00f5es sist\u00eamicas relevantes. O padr\u00e3o das les\u00f5es reflete o crescimento centr\u00edfugo do fungo na pele, devido \u00e0 tentativa do microrganismo aer\u00f3bio \u201cfugir\u201d da parte muito inflamada da les\u00e3o (centro).<\/p>\n<p>Clinicamente, observam-se <strong>\u00e1reas circulares ou ovaladas de alopecia<\/strong>, recobertas por <strong>crostas secas, espessas e de colora\u00e7\u00e3o branco-acinzentada<\/strong>, que podem se desprender ao longo da evolu\u00e7\u00e3o, deixando a pele descamativa. Esse aspecto em \u201canel\u201d \u00e9 considerado t\u00edpico da dermatofitose bovina e auxilia no reconhecimento inicial da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>As les\u00f5es localizam-se com maior frequ\u00eancia na cabe\u00e7a, ao redor dos olhos, focinho, orelhas e pesco\u00e7o, podendo atingir o tronco em casos mais extensos, especialmente em bezerras leiteiras mantidas em ambientes coletivos. Em animais jovens, m\u00faltiplas les\u00f5es podem ocorrer simultaneamente e, ocasionalmente, coalescer.<\/p>\n<p>De modo geral, <strong>n\u00e3o h\u00e1 prurido significativo nem dor associada<\/strong>, e o estado geral dos animais permanece preservado. A dermatofitose \u00e9 considerada uma <strong>enfermidade autolimitante<\/strong>, com regress\u00e3o espont\u00e2nea ao longo de semanas ou meses, \u00e0 medida que a resposta imune se estabelece. Ainda assim, durante esse per\u00edodo, os animais podem atuar como fonte de contamina\u00e7\u00e3o ambiental, o que favorece a manuten\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o no rebanho.<\/p>\n<h2>Dermatofilose em bovinos: conceito, agente etiol\u00f3gico e aspectos epidemiol\u00f3gicos<\/h2>\n<p>A <strong>dermatofilose<\/strong> \u00e9 uma enfermidade cut\u00e2nea de origem <strong>bacteriana<\/strong>, caracterizada por dermatite exsudativa e crostosa, que acomete bovinos de diferentes idades, com maior frequ\u00eancia em regi\u00f5es de clima quente e \u00famido.<\/p>\n<p>Trata-se de uma doen\u00e7a oportunista, cuja ocorr\u00eancia est\u00e1 fortemente associada a <strong>fatores ambientais e de manejo<\/strong> que comprometem a integridade da pele.<\/p>\n<h3>Agente etiol\u00f3gico e caracter\u00edsticas do microrganismo<\/h3>\n<p>O agente etiol\u00f3gico da dermatofilose \u00e9 <strong><i>Dermatophilus congolensis<\/i><\/strong>, uma bact\u00e9ria Gram-positiva pertencente ao grupo dos actinomicetos. Esse microrganismo apresenta caracter\u00edsticas peculiares, como a forma\u00e7\u00e3o de filamentos ramificados que se fragmentam em unidades coc\u00f3ides, organizadas em cadeias paralelas, conferindo ao agente um aspecto t\u00edpico em \u201ctrilhos de trem\u201d ao exame microsc\u00f3pico (Santos; Alessi, 2016).<\/p>\n<p>O <i>D. congolensis<\/i> pode permanecer vi\u00e1vel na pele e no ambiente por per\u00edodos prolongados, especialmente em condi\u00e7\u00f5es de <strong>umidade elevada<\/strong>, sem necessariamente causar doen\u00e7a. A infec\u00e7\u00e3o ocorre quando h\u00e1 <strong>ruptura da barreira cut\u00e2nea<\/strong>, permitindo a penetra\u00e7\u00e3o do agente nas camadas superficiais da epiderme.<\/p>\n<h3>Epidemiologia e fatores predisponentes<\/h3>\n<p>A dermatofilose apresenta distribui\u00e7\u00e3o mundial, com maior preval\u00eancia em \u00e1reas tropicais e subtropicais, onde a combina\u00e7\u00e3o de <strong>chuvas frequentes, umidade persistente e temperaturas elevadas<\/strong> favorece a sobreviv\u00eancia e multiplica\u00e7\u00e3o do agente. Em bovinos leiteiros, surtos s\u00e3o frequentemente observados durante per\u00edodos chuvosos.<\/p>\n<p>Sendo assim, dos principais fatores predisponentes destacam-se a umidade prolongada da pele, a presen\u00e7a de ectoparasitas, microtraumatismos cut\u00e2neos, manejo inadequado e condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias deficientes. Animais submetidos a <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/estresse-termico\/\">estresse<\/a><\/strong>, desnutri\u00e7\u00e3o ou doen\u00e7as concomitantes tamb\u00e9m apresentam maior suscetibilidade \u00e0 infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora a transmiss\u00e3o direta entre animais possa ocorrer, a dermatofilose n\u00e3o \u00e9 considerada altamente contagiosa. O desenvolvimento da doen\u00e7a depende, sobretudo, da intera\u00e7\u00e3o entre o agente e os fatores ambientais e do hospedeiro, o que explica a ocorr\u00eancia de surtos associados a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas espec\u00edficas.<\/p>\n<h3>Patog\u00eanese resumida<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s a penetra\u00e7\u00e3o do <i>D. congolensis<\/i> por \u00e1reas lesionadas da pele, ocorre a multiplica\u00e7\u00e3o bacteriana nas camadas superficiais da epiderme, com indu\u00e7\u00e3o de resposta inflamat\u00f3ria local. A exsuda\u00e7\u00e3o resultante favorece a forma\u00e7\u00e3o de crostas espessas e aderidas, que representam uma caracter\u00edstica marcante da dermatofilose bovina.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-41903\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros.jpg\" alt=\"Les\u00f5es de dermatofilose em bovinos leiteiros\" width=\"1030\" height=\"553\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros.jpg 1030w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros-300x161.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros-1024x550.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros-768x412.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros-370x199.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros-270x145.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros-740x397.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bovinos-leiteiros-150x81.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1030px) 100vw, 1030px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Dermatofilose em bovinos leiteiros. Fonte: Acervo Rehagro.<\/span><\/p>\n<h3>Sinais cl\u00ednicos da dermatofilose em bovinos<\/h3>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da dermatofilose refletem a multiplica\u00e7\u00e3o de <i>Dermatophilus congolensis<\/i> nas camadas superficiais da epiderme, associada \u00e0 resposta inflamat\u00f3ria local desencadeada ap\u00f3s a ruptura da barreira cut\u00e2nea. Diferentemente da dermatofitose, trata-se de uma enfermidade <strong>mais inflamat\u00f3ria e frequentemente dolorosa<\/strong>, com maior produ\u00e7\u00e3o de exsudato.<\/p>\n<p>Clinicamente, observa-se o surgimento de <strong>les\u00f5es exsudativas recobertas por crostas espessas, aderidas e de colora\u00e7\u00e3o acastanhada<\/strong>, que, ao serem removidas, deixam uma superf\u00edcie \u00famida, avermelhada e sens\u00edvel. Um achado caracter\u00edstico \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de crostas com aspecto em \u201cpincel\u201d ou \u201cescova\u201d, resultante da aglutina\u00e7\u00e3o dos pelos pelo exsudato inflamat\u00f3rio, sinal considerado bastante sugestivo de dermatofilose bovina.<\/p>\n<p>As les\u00f5es ocorrem com maior frequ\u00eancia no <strong>dorso, garupa, pesco\u00e7o e membros<\/strong>, regi\u00f5es mais expostas \u00e0 umidade, \u00e0 chuva e a traumatismos. A evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o desses fatores ambientais favor\u00e1veis.<\/p>\n<p>Diferentemente da dermatofitose, a dermatofilose costuma estar associada a <strong>dor \u00e0 palpa\u00e7\u00e3o<\/strong> e, em alguns casos, a discreto prurido. O estado geral pode ser comprometido em quadros mais extensos ou cr\u00f4nicos, especialmente quando h\u00e1 infec\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias ou condi\u00e7\u00f5es predisponentes persistentes.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-41372\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bezerras-1.jpg\" alt=\"Les\u00f5es de dermatofilose em bezerras\" width=\"477\" height=\"421\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bezerras-1.jpg 477w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bezerras-1-300x265.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bezerras-1-370x327.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bezerras-1-270x238.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bezerras-1-340x300.jpg 340w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/dermatofilose-bezerras-1-150x132.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Fonte: Revista Leite Integral.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2>Dermatofitose \u00d7 dermatofilose em bovinos: compara\u00e7\u00e3o cl\u00ednica resumida<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-41373\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites.png\" alt=\"Compara\u00e7\u00e3o cl\u00ednica entre dermatofitose e dermatofilose\" width=\"896\" height=\"511\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites.png 896w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites-300x171.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites-768x438.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites-370x211.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites-270x154.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites-740x422.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/tabela-dermatites-150x86.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 896px) 100vw, 896px\" \/><\/p>\n<h2>Diagn\u00f3stico da dermatofitose e da dermatofilose<\/h2>\n<p>O diagn\u00f3stico dessas enfermidades em bovinos leiteiros \u00e9, na maioria das situa\u00e7\u00f5es, <strong>predominantemente cl\u00ednico<\/strong>, baseado na avalia\u00e7\u00e3o das les\u00f5es, na distribui\u00e7\u00e3o corporal, no hist\u00f3rico de manejo e nos fatores ambientais associados.<\/p>\n<p>Embora nem sempre indispens\u00e1veis, exames laboratoriais complementares podem ser utilizados nos casos duvidosos ou para confirma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Tratamento e controle da dermatofitose e da dermatofilose em bovinos<\/h2>\n<p>A <strong>dermatofitose<\/strong> \u00e9, na maioria dos casos, uma <strong>enfermidade autolimitante<\/strong>, especialmente em animais jovens, podendo regredir espontaneamente com o desenvolvimento da resposta imune. Quando necess\u00e1rio, o tratamento pode ser realizado de forma t\u00f3pica, com produtos antif\u00fangicos aplicados diretamente sobre as les\u00f5es, visando reduzir a carga f\u00fangica e limitar a dissemina\u00e7\u00e3o dos esporos no ambiente.<\/p>\n<p>J\u00e1 na <strong>dermatofilose<\/strong>, a remo\u00e7\u00e3o cuidadosa das crostas e a limpeza das \u00e1reas afetadas tamb\u00e9m s\u00e3o bem vindas. O controle de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/parasitas-em-bovinos\/\">ectoparasitas<\/a><\/strong> e a corre\u00e7\u00e3o de falhas de manejo s\u00e3o medidas essenciais para evitar recidivas.<\/p>\n<p>Em ambas as enfermidades, o tratamento pode ser feito com zinco, a fim de melhorar a imunidade da pele acometida, Al\u00e9m disso, a <strong>preven\u00e7\u00e3o<\/strong> baseia-se na redu\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o a fatores de risco, no manejo adequado das instala\u00e7\u00f5es e na observa\u00e7\u00e3o frequente dos animais, especialmente bezerras leiteiras. O diagn\u00f3stico precoce e a interven\u00e7\u00e3o r\u00e1pida contribuem para reduzir a extens\u00e3o das les\u00f5es e o impacto sanit\u00e1rio no rebanho.<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p>A <strong>dermatofitose<\/strong> e a <strong>dermatofilose<\/strong> s\u00e3o enfermidades cut\u00e2neas frequentes em bovinos leiteiros, especialmente em bezerras, e embora possam apresentar manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas aparentemente semelhantes, <strong>diferem de forma significativa quanto ao agente etiol\u00f3gico, patog\u00eanese, fatores predisponentes e evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica.<\/strong> O reconhecimento dessas diferen\u00e7as \u00e9 fundamental para evitar erros diagn\u00f3sticos e condutas inadequadas no manejo sanit\u00e1rio do rebanho.<\/p>\n<p>Enquanto a dermatofitose se caracteriza como uma infec\u00e7\u00e3o f\u00fangica superficial, pouco inflamat\u00f3ria e geralmente autolimitante, a dermatofilose corresponde a uma dermatite bacteriana oportunista, fortemente associada \u00e0 umidade, a traumatismos cut\u00e2neos e a condi\u00e7\u00f5es ambientais desfavor\u00e1veis. Essas particularidades explicam n\u00e3o apenas o aspecto distinto das les\u00f5es, mas tamb\u00e9m o comportamento epidemiol\u00f3gico e a resposta cl\u00ednica observada em cada enfermidade.<\/p>\n<p>Dessa forma, compreender as caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e epidemiol\u00f3gicas da dermatofitose e da dermatofilose permite ao m\u00e9dico-veterin\u00e1rio atuar de maneira mais assertiva na sanidade de vacas e bezerras leiteiras, contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o de perdas produtivas, a melhoria do bem-estar animal e a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas sanit\u00e1rias mais eficientes e sustent\u00e1veis nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Mais do que teoria, uma forma\u00e7\u00e3o para gerar resultados reais no campo<\/h2>\n<p>Chamada: O mercado do leite \u00e9 competitivo e exige profissionais preparados. \u00c9 por isso que a <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=post-dermatofitose&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira<\/strong><\/a> do Rehagro vai al\u00e9m do conte\u00fado acad\u00eamico: ela entrega ferramentas, metodologias pr\u00e1ticas e acompanhamento de especialistas que fazem diferen\u00e7a no dia a dia da fazenda.<\/p>\n<p>Seja voc\u00ea produtor ou consultor, aqui voc\u00ea aprende como reduzir custos, aumentar a produ\u00e7\u00e3o e tomar decis\u00f5es baseadas em dados concretos, elevando o n\u00edvel do seu trabalho.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=post-dermatofitose&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-23083\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda.jpg\" alt=\"Bruna Maeda - Equipe Leite Rehagro\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>RADOSTITS, O. M.; GAY, C. C.; HINCHCLIFF, K. W.; CONSTABLE, P. D. Cl\u00ednica veterin\u00e1ria: um tratado de doen\u00e7as dos bovinos, ovinos, su\u00ednos, caprinos e equinos. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.<\/li>\n<li>RIET-CORREA, F.; SCHILD, A. L.; LEMOS, R. A. A.; BORGES, J. R. J. Doen\u00e7as de ruminantes e equ\u00eddeos. 3. ed. Santa Maria: Pallotti, 2011. 2 v.<\/li>\n<li>SANTOS, R. L.; ALESSI, A. C. Patologia veterin\u00e1ria. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As doen\u00e7as dermatol\u00f3gicas em bovinos leiteiros s\u00e3o observadas com frequ\u00eancia na pr\u00e1tica cl\u00ednica e no manejo sanit\u00e1rio das propriedades, especialmente em sistemas com alta densidade animal, presen\u00e7a de umidade e manejo intensivo de vacas e bezerras. Entre essas enfermidades, destacam-se a dermatofitose e a dermatofilose, duas afec\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas amplamente distribu\u00eddas, que acometem animais de diferentes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":41374,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[214],"tags":[851,331],"class_list":["post-41366","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-leite","tag-bezerras-leiteiras","tag-doencas"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Dermatofitose e dermatofilose em bovinos: um guia completo<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Saiba identificar e controlar dermatofitose e dermatofilose em bovinos, garantindo a sa\u00fade e bem-estar do gado.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, 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