{"id":38010,"date":"2025-06-30T09:00:21","date_gmt":"2025-06-30T12:00:21","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=38010"},"modified":"2026-04-09T18:05:50","modified_gmt":"2026-04-09T21:05:50","slug":"ddg-na-nutricao-de-vacas-leiteiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/ddg-na-nutricao-de-vacas-leiteiras\/","title":{"rendered":"DDG na nutri\u00e7\u00e3o de vacas leiteiras: vantagens, cuidados e como usar com efici\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>A competitividade da pecu\u00e1ria leiteira moderna exige formula\u00e7\u00f5es nutricionais que conciliam alto desempenho produtivo com efici\u00eancia econ\u00f4mica. Nesse contexto, <strong>os gr\u00e3os secos de destilaria, conhecidos pela sigla em ingl\u00eas DDG (<em>Dried Distillers Grains<\/em>)<\/strong>, t\u00eam se destacado como uma alternativa estrat\u00e9gica na alimenta\u00e7\u00e3o de vacas leiteiras em lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Originados como coprodutos da ind\u00fastria de etanol, especialmente do milho, os DDGs apresentam elevado valor nutricional, al\u00e9m de contribu\u00edrem para o reaproveitamento de res\u00edduos industriais, alinhando-se aos princ\u00edpios de sustentabilidade (Oliveira et al., 2022).<\/p>\n<p>No Brasil, a produ\u00e7\u00e3o de etanol est\u00e1 historicamente ligada \u00e0 cana-de-a\u00e7\u00facar, mas <strong>a crescente utiliza\u00e7\u00e3o do milho como mat\u00e9ria-prima tem ampliado a disponibilidade de DDGs no mercado nacional<\/strong>. Isso \u00e9 particularmente relevante considerando o cen\u00e1rio internacional, onde mais de 95% do etanol nos Estados Unidos \u00e9 produzido a partir do milho, resultando em grandes volumes de DDG como subproduto (Ramos et al., 2021). Essa oferta crescente tem impulsionado seu uso na pecu\u00e1ria, principalmente em dietas de ruminantes de alta exig\u00eancia nutricional, como as <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/alimentacao-de-vacas-para-ter-altos-picos-de-producao-de-leite\/\">vacas em pico de lacta\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da quest\u00e3o da oferta, o interesse pelos DDGs tamb\u00e9m se deve \u00e0 sua composi\u00e7\u00e3o rica em prote\u00edna n\u00e3o degrad\u00e1vel no r\u00famen (PNDR), al\u00e9m de fibras digest\u00edveis e fra\u00e7\u00f5es lip\u00eddicas que fornecem energia adicional (NRC, 2021).<\/p>\n<p>Por essas caracter\u00edsticas, o DDG tem se <strong>consolidado como um ingrediente funcional e vers\u00e1til<\/strong>, capaz de substituir parcialmente ingredientes tradicionais como o farelo de soja e o milho, com potencial para reduzir custos sem comprometer a performance produtiva (Silva &amp; Santos, 2020).<\/p>\n<p>Ao longo deste artigo, vamos explorar de forma detalhada os aspectos t\u00e9cnicos do DDG, abordando sua composi\u00e7\u00e3o, formas de uso, vantagens, limita\u00e7\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas para formula\u00e7\u00e3o de dietas para vacas leiteiras.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"http:\/\/\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\nhbspt.forms.create({\nregion: \"na1\",\nportalId: \"5430441\",\nformId: \"5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7\"\n});\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>Entendendo o processo industrial de produ\u00e7\u00e3o do DDG<\/h2>\n<p>Os gr\u00e3os de destilaria s\u00e3o obtidos como coproduto da produ\u00e7\u00e3o de etanol, processo que envolve a <strong>fermenta\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facares extra\u00eddos do milho<\/strong>, geralmente pela a\u00e7\u00e3o da levedura <i>Saccharomyces cerevisiae<\/i>. Como o amido n\u00e3o pode ser fermentado diretamente, ele precisa ser hidrolisado previamente, o que \u00e9 feito por meio da moagem \u00famida ou seca.<\/p>\n<p>Na ind\u00fastria de moagem seca, mais comum na produ\u00e7\u00e3o de DDG, o gr\u00e3o de milho \u00e9 transformado em uma massa ferment\u00e1vel composta de amido, fibras, prote\u00ednas e \u00f3leo (Kalscheur, 2005).<\/p>\n<p>Durante a fermenta\u00e7\u00e3o, apenas o amido \u00e9 convertido em etanol; os demais componentes permanecem e comp\u00f5em os res\u00edduos s\u00f3lidos que dar\u00e3o origem aos gr\u00e3os de destilaria. A etapa seguinte envolve a separa\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos (s\u00f3lidos grosseiros) e l\u00edquidos (vinha\u00e7a fina), por meio de centrifuga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A parte s\u00f3lida pode ser secada, resultando no <strong>DDG (<em>Dried Distillers Grains<\/em>)<\/strong>, ou mantida \u00famida, formando o <strong>WDG (<em>Wet Distillers Grains<\/em>)<\/strong>. J\u00e1 a fra\u00e7\u00e3o l\u00edquida \u00e9 evaporada, concentrando os sol\u00faveis, que podem ser reincorporados, originando o<strong> DDGS (<em>Dried Distillers Grains with Solubles<\/em>)<\/strong> ou <strong>WDGS (<em>Wet Distillers Grains with Solubles<\/em>)<\/strong> (Liu, 2011).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-38013\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg.jpg\" alt=\"Esquema mostrando como produz o DDG\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg-300x225.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg-768x576.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg-370x278.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg-270x203.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg-740x555.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg-80x60.jpg 80w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/esquema-ddg-150x113.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o do produto final pode variar conforme a tecnologia utilizada na f\u00e1brica. Processos como o <i>Quick Germ<\/i> (remo\u00e7\u00e3o do g\u00e9rmen antes da fermenta\u00e7\u00e3o) e <i>Quick Fiber<\/i> (remo\u00e7\u00e3o da fibra do pericarpo) permitem a obten\u00e7\u00e3o de DDG com alta concentra\u00e7\u00e3o proteica, podendo alcan\u00e7ar teores superiores a 45% de prote\u00edna bruta (Bothast &amp; Schlicher, 2005). Al\u00e9m disso, tecnologias de moagem enzim\u00e1tica permitem a recupera\u00e7\u00e3o de fra\u00e7\u00f5es de maior valor nutricional, aumentando o aproveitamento do milho e melhorando o perfil dos DDGs (Rosentrater &amp; Muthukumarappan, 2006).<\/p>\n<p>Em resumo, os DDGs podem ser classificados em tr\u00eas categorias principais:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>DDG<\/strong>: gr\u00e3os secos de destilaria, sem adi\u00e7\u00e3o de sol\u00faveis.<\/li>\n<li><strong>DDGS<\/strong>: gr\u00e3os secos com sol\u00faveis, com maior teor de gordura e umidade.<\/li>\n<li><strong>WDGS<\/strong>: gr\u00e3os \u00famidos com sol\u00faveis, com maior teor energ\u00e9tico, por\u00e9m menor estabilidade de armazenamento.<\/li>\n<\/ol>\n<p>A escolha entre esses tipos deve considerar fatores como log\u00edstica, estabilidade, composi\u00e7\u00e3o nutricional e disponibilidade regional, elementos que influenciam diretamente a <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/dietas-para-bovinos-leiteiros\/\">formula\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong> e o desempenho zoot\u00e9cnico da dieta.<\/p>\n<h2>Composi\u00e7\u00e3o nutricional dos DDG: O que os torna estrat\u00e9gicos?<\/h2>\n<p>O <strong>valor nutricional<\/strong> dos gr\u00e3os secos de destilaria (DDG) \u00e9 uma das <strong>principais raz\u00f5es para sua inclus\u00e3o crescente na dieta de vacas leiteiras em lacta\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o dos DDGs varia conforme o tipo de processamento, a inclus\u00e3o ou n\u00e3o de sol\u00faveis, e a remo\u00e7\u00e3o de gordura, mas de forma geral, trata-se de um ingrediente com alta concentra\u00e7\u00e3o de prote\u00edna, fibra digest\u00edvel e energia (NRC, 2021).<\/p>\n<p>Segundo o <i>National Research Council<\/i> (2021), a composi\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do DDG com base na mat\u00e9ria seca (MS) \u00e9:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-38014\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tabela-ddg.jpg\" alt=\"Tabela com composi\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do DDG\" width=\"488\" height=\"335\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tabela-ddg.jpg 488w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tabela-ddg-300x206.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tabela-ddg-370x254.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tabela-ddg-435x300.jpg 435w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tabela-ddg-270x185.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/tabela-ddg-150x103.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 488px) 100vw, 488px\" \/><\/p>\n<p>A<strong> fra\u00e7\u00e3o proteica<\/strong> \u00e9 fortemente influenciada pela <strong>presen\u00e7a de c\u00e9lulas de levedura remanescentes da fermenta\u00e7\u00e3o<\/strong>, que podem representar de 20% a 50% da prote\u00edna bruta presente no DDG (Belyea et al., 2004). Embora a prote\u00edna da levedura seja limitada em amino\u00e1cidos essenciais \u2014 com exce\u00e7\u00e3o da lisina \u2014, ela confere ao DDG um perfil \u00fanico, intermedi\u00e1rio entre o milho e os produtos de fermenta\u00e7\u00e3o microbiana.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de lisina, um amino\u00e1cido essencial para a produ\u00e7\u00e3o de leite, \u00e9 vari\u00e1vel nos DDGs secos, oscilando entre 1,91% a 3,19% da prote\u00edna bruta, sendo geralmente maior nas vers\u00f5es \u00famidas (Spiehs et al., 2002).<\/p>\n<p>Por outro lado, os DDGs apresentam concentra\u00e7\u00f5es elevadas de metionina e leucina, o que \u00e9 favor\u00e1vel \u00e0 s\u00edntese de prote\u00edna l\u00e1ctea (Schingoethe et al., 2009).<\/p>\n<p>Outro ponto estrat\u00e9gico do DDG \u00e9 sua alta propor\u00e7\u00e3o de prote\u00edna n\u00e3o degrad\u00e1vel no r\u00famen (PNDR), com digestibilidade da PNDR acima de 80%, tornando-o um ingrediente de grande valor em dietas para vacas em lacta\u00e7\u00e3o, que demandam prote\u00edna metaboliz\u00e1vel de alta qualidade (Kalscheur et al., 2006).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o DDG apresenta n\u00edveis consider\u00e1veis de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/exigencias-minerais-de-bovinos\/\">minerais<\/a><\/strong>, como:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>F\u00f3sforo<\/strong>: cerca de 0,86% na MS<\/li>\n<li><strong>C\u00e1lcio<\/strong>: cerca de 0,05% na MS<br \/>\nEsses teores, especialmente o f\u00f3sforo, podem contribuir significativamente para o balanceamento mineral da dieta, reduzindo a necessidade de suplementa\u00e7\u00f5es adicionais (Spiehs et al., 2002).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em termos energ\u00e9ticos, <strong>o DDG tem bom valor cal\u00f3rico<\/strong>, parcialmente devido ao seu teor de gordura, oriundo do \u00f3leo de milho presente nos gr\u00e3os e nos sol\u00faveis adicionados (Liu, 2011). No entanto, quando esse teor ultrapassa 10% de extrato et\u00e9reo, pode ser necess\u00e1rio restringir sua inclus\u00e3o para evitar efeitos negativos na digest\u00e3o da fibra e na composi\u00e7\u00e3o do leite (Weiss et al., 2009).<\/p>\n<p>Portanto, do ponto de vista nutricional, <strong>o DDG \u00e9 um ingrediente com perfil proteico<\/strong> complementar ao farelo de soja, boa digestibilidade ruminal, e potencial para fornecer energia e minerais, desde que bem equilibrado no contexto da dieta total.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39648 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png\" alt=\"E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Benef\u00edcios do uso de DDG na alimenta\u00e7\u00e3o de vacas em lacta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de DDG (<em>Dried Distillers Grains<\/em>) em dietas de vacas leiteiras oferece uma s\u00e9rie de <strong>vantagens nutricionais, econ\u00f4micas e funcionais<\/strong>.<\/p>\n<p>Desde que corretamente balanceado, o DDG pode melhorar a efici\u00eancia alimentar, otimizar o fornecimento de prote\u00edna metaboliz\u00e1vel e reduzir o custo das dietas, especialmente em sistemas que buscam <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira\/\">sustentabilidade<\/a><\/strong> e alto desempenho produtivo.<\/p>\n<h3>Fonte estrat\u00e9gica de prote\u00edna e amino\u00e1cidos<\/h3>\n<p>Um dos principais diferenciais do DDG \u00e9 seu alto teor de prote\u00edna n\u00e3o degrad\u00e1vel no <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos\/\">r\u00famen<\/a><\/strong> (PNDR), com digestibilidade acima de 80% (Kalscheur et al., 2006). Isso permite maior entrega de amino\u00e1cidos diretamente ao intestino delgado, favorecendo a s\u00edntese de prote\u00edna l\u00e1ctea na gl\u00e2ndula mam\u00e1ria, especialmente em vacas de alta produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o DDG possui teores elevados de metionina e leucina, dois amino\u00e1cidos essenciais que s\u00e3o frequentemente limitantes em dietas \u00e0 base de milho e farelo de soja (Schingoethe et al., 2009).<\/p>\n<h3>Complementaridade ao farelo de soja<\/h3>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o de amino\u00e1cidos do DDG <strong>complementa o perfil do farelo de soja, que \u00e9 rico em lisina, mas mais limitado em metionina<\/strong>. Assim, a inclus\u00e3o parcial de DDG na dieta, junto ao farelo de soja, permite ajustar o perfil de amino\u00e1cidos essenciais de forma mais eficiente e econ\u00f4mica (Paz et al., 2013).<\/p>\n<h3>Contribui\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica com menor custo<\/h3>\n<p>O DDG tamb\u00e9m \u00e9 uma fonte de energia, gra\u00e7as ao seu teor de gordura (extrato et\u00e9reo) e \u00e0 presen\u00e7a de fibras digest\u00edveis.<\/p>\n<p>O tipo WDG (gr\u00e3o \u00famido de destilaria), por sua vez, apresenta maior valor energ\u00e9tico que o DDG, devido \u00e0 presen\u00e7a residual de etanol e \u00e0 maior degradabilidade da fibra, uma vez que n\u00e3o passa por secagem t\u00e9rmica (Belyea et al., 2004). No entanto, sua conserva\u00e7\u00e3o exige aten\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n<h3>Fornecimento de minerais essenciais<\/h3>\n<p>O DDG cont\u00e9m teores significativos de f\u00f3sforo e c\u00e1lcio, <strong>nutrientes essenciais na dieta de vacas em lacta\u00e7\u00e3o<\/strong>. Em m\u00e9dia, o f\u00f3sforo corresponde a 0,86% da mat\u00e9ria seca, valor superior ao milho e ao farelo de soja (Spiehs et al., 2002).<\/p>\n<h3>Alternativa sustent\u00e1vel na alimenta\u00e7\u00e3o de ruminantes<\/h3>\n<p>Ao utilizar um coproduto da ind\u00fastria do etanol, a inclus\u00e3o de DDG na dieta contribui para uma cadeia mais sustent\u00e1vel. O aproveitamento de res\u00edduos industriais como alimento para ruminantes reduz o desperd\u00edcio e os impactos ambientais, al\u00e9m de valorizar economicamente a produ\u00e7\u00e3o integrada (Oliveira et al., 2022).<\/p>\n<h2>Pontos cr\u00edticos e cuidados na utiliza\u00e7\u00e3o do DDG<\/h2>\n<p>Apesar de seus benef\u00edcios, o uso de DDG em dietas para vacas leiteiras <strong>exige aten\u00e7\u00e3o a limita\u00e7\u00f5es nutricionais, sanit\u00e1rias e metab\u00f3licas<\/strong>.<\/p>\n<p>A seguir, destacamos os principais pontos de aten\u00e7\u00e3o que devem ser considerados na formula\u00e7\u00e3o de dietas que utilizam DDG como ingrediente.<\/p>\n<h3>Teor de gordura: risco \u00e0 gordura do leite<\/h3>\n<p>O teor de extrato et\u00e9reo no DDG, geralmente acima de 10%, <strong>pode interferir negativamente na digest\u00e3o da fibra no r\u00famen e no teor de gordura do leite<\/strong>, especialmente devido \u00e0 presen\u00e7a de \u00e1cidos graxos insaturados, como o \u00e1cido linoleico (Weiss et al., 2009). Dietas com excesso de gordura podem reduzir a atividade microbiana ruminal, comprometendo a fermenta\u00e7\u00e3o e a efici\u00eancia da digest\u00e3o da fibra.<\/p>\n<p>Quando se utiliza DDG com altos teores de sol\u00faveis, o risco \u00e9 ainda maior, j\u00e1 que estes concentram o \u00f3leo de milho residual. A recomenda\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica \u00e9 limitar a inclus\u00e3o de DDG a 10-15% da mat\u00e9ria seca da dieta total, a depender do perfil lip\u00eddico do restante da ra\u00e7\u00e3o (NRC, 2021).<\/p>\n<h3>Defici\u00eancia de alguns amino\u00e1cidos<\/h3>\n<p>Embora o DDG seja rico em metionina e leucina, <strong>ele \u00e9 relativamente pobre em lisina e arginina<\/strong>, especialmente quando comparado ao farelo de soja (Schingoethe et al., 2009). Essa limita\u00e7\u00e3o pode afetar a s\u00edntese proteica na gl\u00e2ndula mam\u00e1ria, caso a dieta n\u00e3o seja complementada com fontes espec\u00edficas desses amino\u00e1cidos.<\/p>\n<p>Assim, n\u00e3o se recomenda substituir integralmente o farelo de soja por DDG, mas sim utiliz\u00e1-los de forma complementar, para atingir um perfil proteico balanceado.<\/p>\n<h3>Baixo teor de amido e digestibilidade reduzida<\/h3>\n<p>Ao passar pelo processo fermentativo, o amido do milho \u00e9 convertido em etanol, fazendo com que o DDG contenha <strong>n\u00edveis residuais de amido<\/strong>. Al\u00e9m disso, esse amido restante tem <strong>digestibilidade ruminal reduzida<\/strong>, por j\u00e1 ter sofrido gelatiniza\u00e7\u00e3o e fermenta\u00e7\u00e3o parcial (Klopfenstein et al., 2008). Isso exige ajustes energ\u00e9ticos na dieta total.<\/p>\n<h2>Estrat\u00e9gias pr\u00e1ticas para inclus\u00e3o do DDG na dieta de vacas leiteiras<\/h2>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o do DDG (gr\u00e3os secos de destilaria) como ingrediente na dieta de vacas em lacta\u00e7\u00e3o deve ser <strong>baseada em crit\u00e9rios t\u00e9cnicos que considerem o equil\u00edbrio da formula\u00e7\u00e3o, os objetivos zoot\u00e9cnicos e as particularidades do sistema de produ\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>Embora seja um ingrediente funcional e vers\u00e1til, seu uso deve ser planejado com base em evid\u00eancias cient\u00edficas e princ\u00edpios nutricionais s\u00f3lidos.<\/p>\n<h3>N\u00edveis recomendados de inclus\u00e3o<\/h3>\n<p>Diversos estudos indicam que o DDG pode ser inclu\u00eddo em n\u00edveis de at\u00e9 <strong>10% a 15% da mat\u00e9ria seca da dieta total<\/strong>, sem comprometer o desempenho leiteiro (Kalscheur et al., 2006).<\/p>\n<p>Em dietas bem balanceadas, esse n\u00edvel pode at\u00e9 promover ganhos na produ\u00e7\u00e3o de leite e s\u00f3lidos totais, especialmente quando a prote\u00edna do DDG complementa adequadamente o perfil de amino\u00e1cidos da dieta.<\/p>\n<p>Contudo, a inclus\u00e3o deve ser ajustada de acordo com o teor de gordura do DDG, considerando os limites m\u00e1ximos de extrato et\u00e9reo para dietas de ruminantes (Weiss et al., 2009). Quando o DDG possui mais de 10% de EE, recomenda-se reduzir sua participa\u00e7\u00e3o na dieta ou utilizar vers\u00f5es com remo\u00e7\u00e3o parcial do \u00f3leo.<\/p>\n<h3>Corre\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o PDR:PNDR<\/h3>\n<p>Um dos desafios na formula\u00e7\u00e3o de dietas com DDG \u00e9 manter o equil\u00edbrio entre prote\u00edna degrad\u00e1vel no r\u00famen (PDR) e prote\u00edna n\u00e3o degrad\u00e1vel (PNDR). O DDG \u00e9 uma fonte predominante de PNDR, sendo fundamental associ\u00e1-lo a fontes de PDR, como ureia, farelo de soja ou silagens proteicas, para estimular a atividade microbiana ruminal e garantir produ\u00e7\u00e3o adequada de prote\u00edna microbiana (NRC, 2021).<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p>O uso de gr\u00e3os secos de destilaria (DDG) em dietas de vacas leiteiras representa uma <strong>solu\u00e7\u00e3o eficiente para sistemas de produ\u00e7\u00e3o que buscam reduzir custos, melhorar o aproveitamento proteico e diversificar as fontes de ingredientes.<\/strong> Com uma composi\u00e7\u00e3o nutricional robusta, o DDG se consolida como um insumo valioso na formula\u00e7\u00e3o de dietas de ruminantes de alta exig\u00eancia.<\/p>\n<p>Sua utiliza\u00e7\u00e3o, no entanto, deve ser orientada por crit\u00e9rios t\u00e9cnicos, respeitando limites de inclus\u00e3o, corre\u00e7\u00f5es na rela\u00e7\u00e3o PDR:PNDR e adequa\u00e7\u00e3o ao perfil produtivo do rebanho. O DDG n\u00e3o substitui integralmente ingredientes como o farelo de soja, mas sim os complementa de forma estrat\u00e9gica, proporcionando melhor equil\u00edbrio de amino\u00e1cidos e otimiza\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia alimentar.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental tamb\u00e9m que os profissionais envolvidos na formula\u00e7\u00e3o estejam atentos \u00e0s varia\u00e7\u00f5es na composi\u00e7\u00e3o do DDG conforme o tipo de processamento industrial, bem como aos teores de extrato et\u00e9reo e enxofre, que exigem manejo cauteloso para evitar dist\u00farbios ruminais e metab\u00f3licos.<\/p>\n<p>De modo geral, o DDG \u00e9 uma alternativa sustent\u00e1vel, vi\u00e1vel e tecnicamente segura, quando utilizado com conhecimento, planejamento e acompanhamento <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/indicadores-zootecnicos\/\">zoot\u00e9cnico<\/a><\/strong>. Sua ado\u00e7\u00e3o contribui para uma nutri\u00e7\u00e3o mais eficiente, alinhada aos desafios econ\u00f4micos e ambientais da pecu\u00e1ria leiteira moderna.<\/p>\n<h2>Nutri\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para mais produ\u00e7\u00e3o e rentabilidade<\/h2>\n<p data-start=\"221\" data-end=\"506\">O uso de ingredientes como o DDG pode trazer ganhos importantes na dieta das vacas leiteiras, desde que feito com conhecimento t\u00e9cnico, equil\u00edbrio nutricional e foco em resultados. Para tomar decis\u00f5es mais assertivas e aumentar a efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 essencial ir al\u00e9m do b\u00e1sico.<\/p>\n<p data-start=\"508\" data-end=\"885\">A <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\"><strong>P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira<\/strong><\/a> do Rehagro \u00e9 a oportunidade ideal para quem quer aprofundar seus conhecimentos em nutri\u00e7\u00e3o, manejo, gest\u00e3o e sanidade, com uma abordagem pr\u00e1tica e voltada para o dia a dia da fazenda. 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(2021). <i>Nutrient Requirements of Dairy Cattle: Eighth Revised Edition.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.17226\/25806<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Kalscheur, K. F. (2005). Impact of feeding distillers grains on milk production, milk composition, and ruminal metabolism. <i>South Dakota State University Dairy Report.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/openprairie.sdstate.edu\/cgi\/viewcontent.cgi?article=1018&amp;context=dairy_seminar_2005<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Liu, K. (2011). Chemical composition of distillers grains, a review. <i>Journal of Agricultural and Food Chemistry, 59(5), 1508\u20131526.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.1021\/jf103512z<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Belyea, R. L., Rausch, K. D., &amp; Clevenger, T. E. (2004). Composition of corn and distillers dried grains with solubles from dry grind ethanol processing. <i>Bioresource Technology, 94(3), 293\u2013298.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.biortech.2004.01.001<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Spiehs, M. J., Whitney, M. H., &amp; Shurson, G. C. (2002). Nutrient database for distiller\u2019s dried grains with solubles produced from new ethanol plants in Minnesota and South Dakota. <i>Journal of Animal Science, 80(10), 2639\u20132645.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.2527\/2002.80102639x<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Schingoethe, D. J., Kalscheur, K. F., Hippen, A. R., &amp; Garcia, A. D. (2009). The use of distillers products in dairy cattle diets. <i>Journal of Dairy Science, 92(12), 5802\u20135813.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.3168\/jds.2009-2549<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Weiss, W. P., Conrad, H. R., &amp; St-Pierre, N. R. (2009). A theoretically-based model for predicting total digestible nutrient values of forages and concentrates. <i>Animal Feed Science and Technology, 23(2), 93\u2013116.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.anifeedsci.2009.05.005<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Klopfenstein, T. J., Erickson, G. E., &amp; Bremer, V. R. (2008). Board-invited review: Use of distillers by-products in the beef cattle feeding industry. <i>Journal of Animal Science, 86(5), 1223\u20131231.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.2527\/jas.2007-0550<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Drewnoski, M. E., Poore, M. H., &amp; Huntington, G. B. (2014). Feeding high-sulfur diets to ruminants: A review. <i>Journal of Animal Science, 92(9), 3763\u20133780.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.2527\/jas.2014-7602<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Oliveira, J. S., Costa, K. A. P., &amp; Ribeiro, K. G. (2022). Utiliza\u00e7\u00e3o de coprodutos da agroind\u00fastria na alimenta\u00e7\u00e3o de bovinos leiteiros: avan\u00e7os e desafios. <i>Revista Brasileira de Agropecu\u00e1ria Sustent\u00e1vel, 12(2), 58\u201372.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/revistas.ufg.br\/rbas\/article\/view\/70579<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Paz, H. A., Anderson, C. L., Kononoff, P. J. (2013). Evaluation of feed ingredient variability and strategies to improve ration consistency and animal performance. <i>Nebraska Beef Report 2013.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/digitalcommons.unl.edu\/cgi\/viewcontent.cgi?article=1913&amp;context=animalscinbcr<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Bothast, R. J., &amp; Schlicher, M. A. (2005). Biotechnological processes for conversion of corn into ethanol. <i>Applied Microbiology and Biotechnology, 67(1), 19\u201325.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00253-004-1819-8<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Rosentrater, K. A., &amp; Muthukumarappan, K. (2006). Corn ethanol coproducts: Generation, properties, and challenges. <i>Cereal Foods World, 51(4), 168\u2013172.<\/i><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/228629491<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Van Soest, P. J. (1994). <i>Nutritional Ecology of the Ruminant<\/i> (2nd ed.). Cornell University Press.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 14px;\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.cornellpress.cornell.edu\/book\/9780801427725\/nutritional-ecology-of-the-ruminant\/<\/span><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A competitividade da pecu\u00e1ria leiteira moderna exige formula\u00e7\u00f5es nutricionais que conciliam alto desempenho produtivo com efici\u00eancia econ\u00f4mica. Nesse contexto, os gr\u00e3os secos de destilaria, conhecidos pela sigla em ingl\u00eas DDG (Dried Distillers Grains), t\u00eam se destacado como uma alternativa estrat\u00e9gica na alimenta\u00e7\u00e3o de vacas leiteiras em lacta\u00e7\u00e3o. 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