{"id":36930,"date":"2025-03-12T10:18:57","date_gmt":"2025-03-12T13:18:57","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=36930"},"modified":"2026-04-09T20:06:53","modified_gmt":"2026-04-09T23:06:53","slug":"ruminite-o-que-e-e-como-afeta-a-saude-do-rebanho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/ruminite-o-que-e-e-como-afeta-a-saude-do-rebanho\/","title":{"rendered":"Ruminite: o que \u00e9 e como afeta a sa\u00fade do rebanho?"},"content":{"rendered":"<p>A <strong>ruminite<\/strong> \u00e9 uma das principais doen\u00e7as digestivas que afetam bovinos leiteiros, especialmente aqueles submetidos a dietas ricas em concentrados e pobres em fibra efetiva.<\/p>\n<p>Essa condi\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria do epit\u00e9lio ruminal <strong>compromete a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes, reduz a produtividade dos animais e pode levar a complica\u00e7\u00f5es graves<\/strong>, como abscessos hep\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Neste artigo, exploraremos os principais aspectos da ruminite, seus impactos no desempenho dos rebanhos leiteiros e estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o e manejo nutricional.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? 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No entanto, altera\u00e7\u00f5es bruscas na dieta podem levar ao crescimento excessivo de bact\u00e9rias produtoras de \u00e1cido l\u00e1tico, como Streptococcus bovis e Lactobacillus spp., que agravam a acidifica\u00e7\u00e3o do ambiente ruminal e iniciam o processo inflamat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a inflama\u00e7\u00e3o prolongada <strong>pode reduzir a capacidade do epit\u00e9lio ruminal de se regenerar adequadamente<\/strong>, agravando ainda mais os danos ao sistema digestivo do animal.<\/p>\n<h3>Existe rela\u00e7\u00e3o da ruminite com a paraqueratose ruminal?<\/h3>\n<p>A paraqueratose ruminal \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o caracterizada pelo espessamento anormal do epit\u00e9lio do <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos\/\">r\u00famen<\/a><\/strong>, resultante da exposi\u00e7\u00e3o prolongada a um ambiente \u00e1cido.<\/p>\n<p>Esse dist\u00farbio est\u00e1 intimamente relacionado \u00e0 ruminite, pois ambas as patologias compartilham a mesma etiologia: dietas ricas em carboidratos de r\u00e1pida fermenta\u00e7\u00e3o e baixa fibra efetiva.<\/p>\n<p>Quando a ruminite se instala, <strong>a inflama\u00e7\u00e3o da mucosa do r\u00famen leva a um processo de cicatriza\u00e7\u00e3o que pode resultar na<\/strong> <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/hiperqueratose-em-vacas-leiteiras\/\">hiperqueratiniza\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong> do epit\u00e9lio. Esse espessamento reduz a capacidade de absor\u00e7\u00e3o dos \u00e1cidos graxos vol\u00e1teis, agravando ainda mais a inefici\u00eancia alimentar do animal.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a paraqueratose cria um ambiente prop\u00edcio para a coloniza\u00e7\u00e3o bacteriana e a forma\u00e7\u00e3o de abscessos hep\u00e1ticos, um dos desdobramentos mais graves da ruminite cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Vacas leiteiras acometidas por esses dist\u00farbios frequentemente apresentam redu\u00e7\u00e3o na ingest\u00e3o alimentar devido ao desconforto associado \u00e0s les\u00f5es ruminais. Esse fator, aliado \u00e0 baixa absor\u00e7\u00e3o de nutrientes, compromete a produ\u00e7\u00e3o de leite e afeta negativamente o metabolismo do animal, podendo levar a perda significativa de peso e menor efici\u00eancia reprodutiva.<\/p>\n<p>Portanto, a preven\u00e7\u00e3o da ruminite tamb\u00e9m \u00e9 essencial para <strong>evitar a instala\u00e7\u00e3o da paraqueratose ruminal<\/strong>, refor\u00e7ando a necessidade de um manejo nutricional adequado e monitoramento constante da <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/avaliacao-do-liquido-ruminal\/\">sa\u00fade ruminal<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36932\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1.jpg\" alt=\"Avalia\u00e7\u00e3o do r\u00famen de bovinos\" width=\"770\" height=\"692\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1.jpg 770w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-300x270.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-768x690.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-370x333.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-335x300.jpg 335w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-270x243.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-334x300.jpg 334w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-740x665.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-1-150x135.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\">Avalia\u00e7\u00e3o macrosc\u00f3pica do r\u00famen de bovinos e classifica\u00e7\u00e3o de acordo com o grau de les\u00e3o diagnosticada no exame post mortem. A) r\u00famen sem les\u00e3o. B) r\u00famen hiper\u00eamico. C) r\u00famen ulcerado. D) r\u00famen com hiperqueratose. Fonte: Viana, 2022.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o as causas da ruminite?<\/h2>\n<p>A ruminite est\u00e1 diretamente relacionada ao manejo alimentar inadequado, onde podemos citar como as principais causas:<\/p>\n<h3>1. Dietas ricas em concentrado e pobres em fibra<\/h3>\n<p>O fornecimento excessivo de <strong>concentrados sem a devida quantidade de fibra efetiva<\/strong> reduz a mastiga\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o de saliva, a qual possui bicarbonato e atua como tamp\u00e3o natural para o pH do r\u00famen.<\/p>\n<p>Dessa forma, o grau da inflama\u00e7\u00e3o e de les\u00e3o vai depender do grau da acidose que gerou o quadro e de qual foi o tempo em que o r\u00famen sofreu os danos da redu\u00e7\u00e3o excessiva de pH.<\/p>\n<h3>2. Acidose ruminal subcl\u00ednica e cr\u00f4nica<\/h3>\n<p>A <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras\/\">acidose<\/a><\/strong> \u00e9 considerada a principal causa associada \u00e0 ruminite. Em casos subcl\u00ednicos, a queda do pH ocorre de forma intermitente, gerando inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica da mucosa ruminal, reduzindo a capacidade de absor\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos graxos vol\u00e1teis (AGVs).<\/p>\n<p>A acidose cr\u00f4nica tamb\u00e9m est\u00e1 associada a outras complica\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas, como a redu\u00e7\u00e3o na fun\u00e7\u00e3o imunol\u00f3gica dos animais e o aumento da suscetibilidade a infec\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h3>3. Altera\u00e7\u00e3o brusca na dieta<\/h3>\n<p><strong>Mudan\u00e7as r\u00e1pidas na alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong>, como a introdu\u00e7\u00e3o abrupta de gr\u00e3os na dieta, dificultam a adapta\u00e7\u00e3o da microbiota ruminal, favorecendo a acidifica\u00e7\u00e3o do meio e o desenvolvimento da ruminite. A adapta\u00e7\u00e3o gradual \u00e0 dieta \u00e9 essencial para manter um ambiente ruminal saud\u00e1vel e funcional.<\/p>\n<h3>4. Baixa ingest\u00e3o de forragem de qualidade<\/h3>\n<p>Forragens de baixa qualidade, com baixa taxa de digestibilidade, n\u00e3o estimulam adequadamente a rumina\u00e7\u00e3o e a saliva\u00e7\u00e3o, contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o do pH ruminal. Al\u00e9m disso, dietas com forragem insuficiente podem afetar a motilidade do r\u00famen, comprometendo a efici\u00eancia digestiva e resultando em um maior risco de acidose e ruminite.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/guia-planilha-planejamento-forrageiro?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=planilha-planejamento-forrageiro&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39661 size-full\" title=\"Clique e baixe o material gratuitamente!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro.png\" alt=\"Kit guia e planilha planejamento forrageiro\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-kit-planejamento-forrageiro-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Qual a rela\u00e7\u00e3o da ruminite com a dieta de alta energia?<\/h2>\n<p>Vacas que possuem um <strong>desafio nutricional mais intenso s\u00e3o mais predispostas a quadros de acidose ruminal<\/strong>. Nestes casos as <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/dietas-para-bovinos-leiteiros\/\">dietas<\/a><\/strong> altamente energ\u00e9ticas aumentam a fermenta\u00e7\u00e3o e ocorre uma grande produ\u00e7\u00e3o de AGVs (propi\u00f4nico e l\u00e1tico principalmente) e o pH que normalmente fica entre 5,5 a 6,5 cai gradativamente de acordo com o grau da acidose.<\/p>\n<p>Essa mudan\u00e7a provoca uma <strong>disbiose na microbiota ruminal e redu\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o mucosa do epit\u00e9lio<\/strong>, predispondo a danos qu\u00edmicos decorrentes da inflama\u00e7\u00e3o e acidez.<\/p>\n<p>Esse desequil\u00edbrio favorece o crescimento de fungos e principalmente bact\u00e9rias prejudiciais para o animal que ir\u00e3o causar les\u00e3o do tecido epitelial tais como<i> Fusobacterium necrophorum<\/i> e <i>Trueperella pyogenes.\u00a0<\/i><\/p>\n<p>Os pr\u00f3prios agentes patog\u00eanicos envolvidos no processo causam irrita\u00e7\u00e3o do tecido epitelial al\u00e9m de liberar endotoxinas e lipopolissacar\u00eddeos que ir\u00e3o gerar a inflama\u00e7\u00e3o e les\u00e3o local e surgimento da paraqueratose.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36933\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-2.jpg\" alt=\"Eventos resultantes da acidose ruminal\" width=\"687\" height=\"646\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-2.jpg 687w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-2-300x282.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-2-370x348.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-2-270x254.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-2-319x300.jpg 319w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/ruminite-2-150x141.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\">Sequ\u00eancia de eventos resultantes da acidose ruminal ap\u00f3s ingest\u00e3o de grande quantidade de concentrado. Fonte: Adaptado de Nocek, 1997.<\/span><\/p>\n<h2>Principais impactos da ruminite<\/h2>\n<p>A ruminite tem um impacto significativo na produtividade dos rebanhos, podendo resultar em:<\/p>\n<h3>Les\u00f5es no r\u00famen<\/h3>\n<p>A inflama\u00e7\u00e3o causa danos na mucosa ruminal, como ulcera\u00e7\u00f5es e necrose (morte do tecido).<\/p>\n<p>Pode levar \u00e0 paraqueratose ruminal, que \u00e9 o espessamento e endurecimento da parede do r\u00famen, dificultando a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes.<\/p>\n<h3>Redu\u00e7\u00e3o na efici\u00eancia digestiva<\/h3>\n<p>Com a mucosa do r\u00famen comprometida, a capacidade de digest\u00e3o e absor\u00e7\u00e3o de nutrientes \u00e9 reduzida.<\/p>\n<h3>Queda na produ\u00e7\u00e3o de leite<\/h3>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o na absor\u00e7\u00e3o de nutrientes e no aproveitamento da energia pelos animais leva a uma <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/queda-na-producao-de-leite\/\">queda na produ\u00e7\u00e3o de leite<\/a><\/strong>, comprometendo a rentabilidade da propriedade. Vacas leiteiras necessitam de um r\u00famen saud\u00e1vel para otimizar a convers\u00e3o alimentar e garantir uma produ\u00e7\u00e3o eficiente ao longo da lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Impacto no bem-estar<\/h3>\n<p>O desconforto gerado pela ruminite compromete o <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras\/\">bem-estar dos animais<\/a><\/strong>, levando a dor cr\u00f4nica e altera\u00e7\u00f5es no comportamento alimentar. Vacas que sentem desconforto tendem a reduzir a ingest\u00e3o de alimentos, agravando ainda mais as consequ\u00eancias metab\u00f3licas da doen\u00e7a.<\/p>\n<h3>Comprometimento do sistema imunol\u00f3gico<\/h3>\n<p>Animais com ruminite cr\u00f4nica podem ter seu sistema imunol\u00f3gico enfraquecido, tornando-os mais suscet\u00edveis a outras infec\u00e7\u00f5es e doen\u00e7as.<\/p>\n<h2>Sinais cl\u00ednicos da ruminite<\/h2>\n<p>Os sinais cl\u00ednicos do animal com ruminite n\u00e3o s\u00e3o espec\u00edficos da doen\u00e7a mas de forma geral v\u00e3o levar o animal a quedas de desempenho. Geralmente os sinais apresentados por um animal com ruminite podem ser:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Redu\u00e7\u00e3o no apetite e perda de peso<\/strong>: Um dos primeiros sinais \u00e9 a perda de interesse na alimenta\u00e7\u00e3o, especialmente em ra\u00e7\u00f5es concentradas. A incapacidade de digerir e absorver nutrientes adequadamente leva ao emagrecimento progressivo do animal.<\/li>\n<li><strong>Diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong>: Em vacas leiteiras, a produ\u00e7\u00e3o de leite pode cair drasticamente devido \u00e0 m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o de nutrientes e ao desconforto digestivo.<\/li>\n<li><strong>Comportamento de desconforto abdominal<\/strong>: Animais com ruminite podem apresentar sinais de desconforto abdominal, como inquieta\u00e7\u00e3o e arqueamento do dorso.<\/li>\n<li><strong>Fezes anormais<\/strong>: As <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/escore-de-fezes-de-vacas-leiteiras\/\">fezes<\/a><\/strong> podem se tornar mais l\u00edquidas ou conter restos de alimentos mal digeridos, indicando uma digest\u00e3o inadequada.<\/li>\n<li><strong>Diminui\u00e7\u00e3o da rumina\u00e7\u00e3o<\/strong>: A rumina\u00e7\u00e3o (mastiga\u00e7\u00e3o do bolo alimentar) pode diminuir ou parar completamente.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>Existe rela\u00e7\u00e3o com a forma\u00e7\u00e3o de abcessos hep\u00e1ticos?<\/h3>\n<p>A inflama\u00e7\u00e3o decorrente dos quadros de acidose promove o <strong>recrutamento de leuc\u00f3citos no r\u00famen<\/strong>, sendo estes respons\u00e1veis pela libera\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias vasodilatadoras como a histamina.<\/p>\n<p>Essa vasodilata\u00e7\u00e3o do epit\u00e9lio associada com a redu\u00e7\u00e3o do muco protetor da mucosa facilita que as bact\u00e9rias piog\u00eanicas passem para a corrente sangu\u00ednea assim como as endotoxinas produzidas por elas num processo chamado de transloca\u00e7\u00e3o bacteriana.<\/p>\n<p>Estes microrganismos tendem a se instalar em regi\u00f5es muito vascularizadas como o f\u00edgado e dessa forma causando a forma\u00e7\u00e3o de abscessos (agregados de c\u00e9lulas mortas, bact\u00e9rias e leuc\u00f3citos).<\/p>\n<h2>Como prevenir a ruminite no rebanho?<\/h2>\n<p>A principal forma de prevenir a ruminite \u00e9 via dieta tendo como princ\u00edpio o <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/exigencias-nutricionais-dos-bovinos-leiteiros-adultos\/\">balanceamento dos n\u00edveis de energia e prote\u00edna de acordo com a categoria<\/a><\/strong>. Para isso, existem alguns cuidados importantes como:<\/p>\n<ul>\n<li>Balanceamento do teor de fibra na dieta;<\/li>\n<li>Adapta\u00e7\u00e3o dos animais a dietas densamente energ\u00e9ticas;<\/li>\n<li>Monitoramento constante de dieta.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p>A ruminite \u00e9 uma doen\u00e7a multifatorial que <strong>afeta a sa\u00fade e o desempenho dos rebanhos leiteiros<\/strong>. Sua rela\u00e7\u00e3o com a paraqueratose ruminal refor\u00e7a a import\u00e2ncia de um manejo nutricional adequado, prevenindo desequil\u00edbrios metab\u00f3licos e garantindo a longevidade produtiva dos animais.<\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias como a manuten\u00e7\u00e3o do pH ruminal, a oferta de fibra de qualidade e a monitoriza\u00e7\u00e3o constante s\u00e3o essenciais para evitar preju\u00edzos e promover o bem-estar animal. Investir no equil\u00edbrio nutricional adequado dos bovinos \u00e9 fundamental para garantir <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira\/\">efici\u00eancia produtiva e sustentabilidade no setor leiteiro<\/a><\/strong>.<\/p>\n<h2>Sa\u00fade ruminal em dia para mais efici\u00eancia e produtividade<\/h2>\n<p>A ruminite compromete a digest\u00e3o, reduz a efici\u00eancia alimentar e pode impactar diretamente a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Na <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira<\/strong><\/a> do Rehagro, voc\u00ea aprende a prevenir e manejar dist\u00farbios digestivos, alinhando nutri\u00e7\u00e3o, manejo e gest\u00e3o para garantir mais sa\u00fade, desempenho e lucro no rebanho.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Autor: Gabriel Murta &#8211; Equipe Rehagro Leite<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Neto A. F. G.. RUMINITE, ABSCESSOS HEP\u00c1TICOS E ENFERMIDADES PODAIS EM BOVINOS: avalia\u00e7\u00e3o dos achados ap\u00f3s o abate. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOI\u00c1S ESCOLA DE VETERIN\u00c1RIA E ZOOTECNIA PROGRAMA DE P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O EM CI\u00caNCIA ANIMAL. GOI\u00c2NIA 2018.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Carrara T. V., Locatelli L. , Oliveira C. A. , Millen D. D.. Dist\u00farbios digestivos em bovinos alimentados com dietas de altos teores de energia. VII SIMP\u00d3SIO DE CI\u00caNCIAS DA UNESP \u2013 DRACENA 2011.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Viana P. R. L.. Descri\u00e7\u00e3o macrosc\u00f3pica e microsc\u00f3pica das les\u00f5es ruminais em bovinos confinados. 2022, Cienc. Anim. Bras., V23, e-73109P.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-size: 14px;\">Filho A. D. F. N.. ACIDOSE RUMENAL BOVINA. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOI\u00c1S ESCOLA DE VETERIN\u00c1RIA E ZOOTECNIA PROGRAMA DE P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O EM CI\u00caNCIA ANIMAL. GOI\u00c2NIA 2011.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ruminite \u00e9 uma das principais doen\u00e7as digestivas que afetam bovinos leiteiros, especialmente aqueles submetidos a dietas ricas em concentrados e pobres em fibra efetiva. Essa condi\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria do epit\u00e9lio ruminal compromete a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes, reduz a produtividade dos animais e pode levar a complica\u00e7\u00f5es graves, como abscessos hep\u00e1ticos. 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