{"id":35858,"date":"2024-11-12T11:53:21","date_gmt":"2024-11-12T14:53:21","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=35858"},"modified":"2026-04-09T19:37:08","modified_gmt":"2026-04-09T22:37:08","slug":"metrite-em-vacas-leiteiras-como-a-saude-uterina-impacta-no-desempenho-do-rebanho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/metrite-em-vacas-leiteiras-como-a-saude-uterina-impacta-no-desempenho-do-rebanho\/","title":{"rendered":"Metrite em vacas leiteiras: como a sa\u00fade uterina impacta no desempenho do rebanho?"},"content":{"rendered":"<p>A metrite \u00e9 uma doen\u00e7a uterina comum em vacas leiteiras, podendo afetar aproximadamente <strong>20 a 30% durante as primeiras duas semanas p\u00f3s-parto<\/strong>.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 respons\u00e1vel por trazer diversos efeitos prejudiciais na reprodu\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o de leite, sobreviv\u00eancia, no bem-estar das vacas e por isso ela \u00e9 considerada de grande import\u00e2ncia na pecu\u00e1ria leiteira.<\/p>\n<p>\u00c9 caracterizada como uma inflama\u00e7\u00e3o que acomete a camada interna da parede uterina, advinda de les\u00f5es ou infec\u00e7\u00f5es polibacterianas no \u00fatero. Sua gravidade \u00e9 diversificada, desde as infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas, at\u00e9 quadros com febre e <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/queda-na-producao-de-leite\/\">diminui\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Nesse texto iremos discutir sobre os principais fatores de risco para metrite em vacas leiteiras, sobre as formas de diagn\u00f3stico e estrat\u00e9gias de tratamento. Al\u00e9m disso, vamos abordar as <strong>maneiras de prevenir<\/strong> a metrite e os <strong>grandes impactos<\/strong> que essa doen\u00e7a traz para a reprodu\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/category\/leite\/\">leite<\/a><\/strong>.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"http:\/\/\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\nhbspt.forms.create({\nregion: \"na1\",\nportalId: \"5430441\",\nformId: \"5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7\"\n});\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>Quais s\u00e3o os fatores de risco da metrite?<\/h2>\n<p>Sabemos que a metrite \u00e9 causada por uma infec\u00e7\u00e3o bacteriana, especialmente no p\u00f3s-parto e que est\u00e1 associada a grandes dist\u00farbios nas comunidades bacterianas do \u00fatero e segundos os estudos com o aumento de bact\u00e9rias gram-negativas dos g\u00eaneros <i>Fusobacterium, Bacteroides<\/i> e <i>Porphyromonas<\/i>.<\/p>\n<p>Entre os pat\u00f3genos e a doen\u00e7a uterina existe uma associa\u00e7\u00e3o, sendo empregados <strong>fatores de virul\u00eancia<\/strong>, os quais v\u00e3o danificar os tecidos e provocar inflama\u00e7\u00e3o do endom\u00e9trio.<\/p>\n<p>Como forma de combater esses microrganismos patog\u00eanicos, o organismo do animal depende da <strong>resist\u00eancia<\/strong> (capacidade de estabelecer um limite de carga patog\u00eanica) e da <strong>toler\u00e2ncia <\/strong>(efici\u00eancia de limitar o qu\u00e3o grave \u00e9 a doen\u00e7a provocada por uma certa carga de pat\u00f3genos) entretanto, durante o <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/periodo-de-transicao-em-vacas-leiteiras\/\">per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong> da vaca, isso pode ser desafiador, visto que ocorre uma significativa queda do sistema imune.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-deteccao-cio-vacas-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-deteccao-de-cio&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39651 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio.png\" alt=\"E-book Detec\u00e7\u00e3o de cio\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-deteccao-cio-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Por isso, com a <strong>redu\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o imunol\u00f3gica<\/strong>, um alto desafio bacteriano e uma resist\u00eancia restrita se torna prop\u00edcio ao estabelecimento de doen\u00e7as uterinas, em especial a metrite.<\/p>\n<p>Dentre os fatores de risco descritos para o desenvolvimento de metrite podemos citar:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Problemas de parto<\/strong> (distocias, parto gemelar, <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/retencao-de-placenta\/\">reten\u00e7\u00e3o de placenta<\/a><\/strong>, natimorto e indu\u00e7\u00e3o de parto): Quando tratamos de um parto anormal, geralmente ele ir\u00e1 requerer a interven\u00e7\u00e3o humana, fato esse que contribui para que ocorra <strong>trauma no trato genital<\/strong> e favore\u00e7a a contamina\u00e7\u00e3o bacteriana, o que pode levar ao desenvolvimento de metrite. Al\u00e9m disso, partos problem\u00e1ticos podem interferir no processo natural de involu\u00e7\u00e3o uterina, e quando isso \u00e9 comprometido temos uma maior chance de prolifera\u00e7\u00e3o bacteriana e de desenvolvimento da doen\u00e7a.<\/li>\n<li><strong>Dist\u00farbios metab\u00f3licos<\/strong>: Baixa ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca no pr\u00e9-parto \u2013 Balan\u00e7o energ\u00e9tico negativo (<i>Non-Esterified Fatty Acids<\/i> &#8211; NEFA alto e IGF-1 baixo). Estudos j\u00e1 demonstraram que <strong>um alto NEFA (&gt;0,3 mmol\/L) em 1 a 2 semanas antes do parto est\u00e1 associado com o aumento do risco de reten\u00e7\u00e3o de placenta, metrite, deslocamento de abomaso e diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong> (1,6 kg\/dia). \u00c9 importante entendermos que a concentra\u00e7\u00e3o de NEFA est\u00e1 diretamente relacionado com o balan\u00e7o energ\u00e9tico negativo (BEN), pois quando a vaca entra em BEN, tem-se mobiliza\u00e7\u00e3o de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras\/\">gordura corporal<\/a><\/strong>, que ser\u00e1 degradada para liberar NEFAs, que s\u00e3o os \u00e1cidos graxos n\u00e3o esterificados (AGNE) na corrente sangu\u00ednea.<\/li>\n<li><strong>Problemas de higiene<\/strong>: Estudos j\u00e1 demonstraram que os fatores relacionados ao ambiente do parto e do alojamento das vacas ap\u00f3s o parto s\u00e3o importantes para o desenvolvimento de doen\u00e7as uterinas como a metrite.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Um estudo que buscou relacionar os escores de higiene da vulva e do per\u00edneo com a ocorr\u00eancia de metrite evidenciou que <strong>vacas que tiveram uma pontua\u00e7\u00e3o de escore de sujidade mais alto, tiveram maior incid\u00eancia de metrite<\/strong> do que aquelas vacas que tiveram um escore baixo, ou seja, que tinham uma vulva e per\u00edneo limpos.<\/p>\n<p>Isso indica que a contamina\u00e7\u00e3o do \u00fatero pode estar vindo da pr\u00f3pria vaca a partir de suas fezes e urina que ficam retidas na regi\u00e3o do per\u00edneo, como tamb\u00e9m da presen\u00e7a de esterco do ambiente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 importante compreendermos que as vacas possuem uma diversidade de pat\u00f3genos no \u00fatero e que as vacas saud\u00e1veis t\u00eam um microbioma uterino mais heterog\u00eaneo e aquelas com doen\u00e7as, como a metrite, um microbioma menos complexo.<\/p>\n<p>Essa perda da heterogeneidade que ocorre em vacas com infec\u00e7\u00e3o uterina, o que favorece a diminui\u00e7\u00e3o da diversidade bacteriana e essa disbiose, ou seja, desequil\u00edbrio, favorece o desenvolvimento da infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Como diagnosticar a metrite?<\/h2>\n<p>Embora n\u00e3o tenhamos um padr\u00e3o ouro para diagnosticar doen\u00e7as uterinas, a <strong>avalia\u00e7\u00e3o do conte\u00fado vaginal<\/strong> \u00e9 uma forma extremamente \u00fatil, visto que a presen\u00e7a de pus neste conte\u00fado est\u00e1 diretamente relacionada com a carga de bact\u00e9rias patog\u00eanicas no \u00fatero.<\/p>\n<p>Por isso, o diagn\u00f3stico de metrite em vacas leiteiras geralmente \u00e9 realizado com base nos sinais cl\u00ednicos e exame f\u00edsico nos primeiros dias ap\u00f3s o parto. Esse diagn\u00f3stico \u00e9 essencial para que o tratamento seja realizado e minimize os impactos na sa\u00fade e na produ\u00e7\u00e3o da vaca.<\/p>\n<p>A <strong>triagem da vaca para a investiga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as uterinas \u00e9 fundamental<\/strong>, pois a metrite pode ser identificada praticamente com base em alguns fatores, como a presen\u00e7a \u00fatero aumentado, descarga vagina f\u00e9tida, aquosa, de colora\u00e7\u00e3o marrom-avermelhado, febre e sinais de quadro sist\u00eamico de doen\u00e7a nos 21 dias ap\u00f3s o parto.<\/p>\n<p>O uso da ultrassonografia em algumas situa\u00e7\u00f5es pode ser empregado a fim de verificar o conte\u00fado uterino e identificar sinais de inflama\u00e7\u00e3o, como o ac\u00famulo de l\u00edquido ou secre\u00e7\u00e3o espessa no \u00fatero.<\/p>\n<p>Entretanto, o uso do <strong><em>metricheck<\/em><\/strong> \u00e9 mais difundido nas fazendas leiteiras e seu uso \u00e9 mais comum entre os dias 4 a 7 p\u00f3s-parto. Esse dispositivo permite coletar e avaliar a secre\u00e7\u00e3o uterina de maneira pr\u00e1tica e precoce. Essa detec\u00e7\u00e3o \u00e9 feita <strong>a partir da an\u00e1lise visual e olfativa do conte\u00fado do fundo da vagina<\/strong>, perto da c\u00e9rvix, onde estar\u00e1 acumulada a secre\u00e7\u00e3o uterina.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35860\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck.jpg\" alt=\"Metricheck para avalia\u00e7\u00e3o do conte\u00fado uterino\" width=\"713\" height=\"482\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck.jpg 713w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-300x203.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-370x250.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-270x183.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-150x101.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 713px) 100vw, 713px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35861\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-1.jpg\" alt=\"Manejo de utiliza\u00e7\u00e3o do metricheck para avalia\u00e7\u00e3o do conte\u00fado uterino\" width=\"651\" height=\"434\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-1.jpg 651w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-1-370x247.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-1-270x180.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/metricheck-1-150x100.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 651px) 100vw, 651px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\">Imagens demonstrando o manejo de utiliza\u00e7\u00e3o do <em>metricheck<\/em> para avalia\u00e7\u00e3o do conte\u00fado uterino. Fonte: Mariana Albuquerque<\/span><\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o da secre\u00e7\u00e3o captada pelo <em>metricheck<\/em> \u00e9 feita a partir da observa\u00e7\u00e3o da cor, consist\u00eancia e odor. Quando temos uma secre\u00e7\u00e3o purulenta, com mau odor ou com presen\u00e7a de sangue, isso \u00e9 um indicativo de infec\u00e7\u00e3o uterina, pois a secre\u00e7\u00e3o normal geralmente \u00e9 clara e sem odor forte.<\/p>\n<p>Durante essa avalia\u00e7\u00e3o, escores de muco podem ser atribu\u00eddos, onde temos:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>0.<\/strong> Muco cristalino e transl\u00facido, sem cheiro;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>1.<\/strong> Transl\u00facido com pontos de pus, sem cheiro;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>2.<\/strong> Mucopurulento com &lt; 50% de pus, sem cheiro;<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>3.<\/strong> Mucopurulento com &gt; 50% de pus ou vermelho amarronzado, aquoso e f\u00e9tido.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35862\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/escore-avaliacao-descarga-vaginal.jpg\" alt=\"Escores de avalia\u00e7\u00e3o da descarga vaginal\" width=\"498\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/escore-avaliacao-descarga-vaginal.jpg 498w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/escore-avaliacao-descarga-vaginal-300x157.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/escore-avaliacao-descarga-vaginal-370x193.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/escore-avaliacao-descarga-vaginal-270x141.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/escore-avaliacao-descarga-vaginal-150x78.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\">Imagem demonstrando os diferentes escores de avalia\u00e7\u00e3o da descarga vaginal. Fonte: imagem adaptada de Sheldon et al. (2006)<\/span><\/p>\n<h2>Qual o tratamento para a metrite?<\/h2>\n<p>Um consenso que os estudos trazem \u00e9 o de que as vacas com metrite <strong>requerem tratamento antibi\u00f3tico sist\u00eamico<\/strong> devido a etiologia, gravidade da doen\u00e7a e tamb\u00e9m ao risco de morte. Estudos j\u00e1 demonstraram que tratamentos n\u00e3o antibi\u00f3ticos para doen\u00e7as uterinas n\u00e3o foram relatados como t\u00e3o eficazes.<\/p>\n<p>Entretanto, \u00e9 importante ressaltar que o tratamento nos quadros de metrite n\u00e3o ir\u00e3o anular os preju\u00edzos que essa doen\u00e7a causa na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite\/\">reprodu\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong> e produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 not\u00f3rio em diversos trabalhos que avaliaram a efic\u00e1cia de determinados antibi\u00f3ticos e anti-inflamat\u00f3rios, onde foi observado uma menor produ\u00e7\u00e3o de leite mesmo em vacas tratadas para metrite quando comparadas com vacas sem metrite.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>o uso de anti-inflamat\u00f3rios n\u00e3o esteroidais (AINE)<\/strong>, como o cetoprofeno, tem efeitos analg\u00e9sicos, antipir\u00e9ticos e anti endot\u00f3xicos, o que administrado juntamente com o antibi\u00f3tico pode ser ben\u00e9fico para o caso de metrite e contribuir para o bem-estar do animal.<\/p>\n<p>A terapia de suporte tamb\u00e9m \u00e9 algo que pode beneficiar a vaca com metrite, pois devido a perda de apetite e a presen\u00e7a de febre, a administra\u00e7\u00e3o de fluido (<i>Drench<\/i>) ir\u00e1 evitar a desidrata\u00e7\u00e3o, melhorar o estado metab\u00f3lico, apoiar a recupera\u00e7\u00e3o e estimular o apetite.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o os m\u00e9todos de preven\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n<p>Pensando em reduzir o risco de metrite associada a problemas de parto, podemos adotar algumas pr\u00e1ticas de manejo como o de <strong>ter um protocolo bem definido de assist\u00eancia ao parto<\/strong>, visando minimizar interven\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias ou fora do momento adequado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 fundamental, termos um manejo nutricional compat\u00edvel com o per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o da vaca, dando aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0s dietas ani\u00f4nicas nesse momento, a qual est\u00e1 atrelada com a <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/hipocalcemia-em-vacas-leiteiras\/\">hipocalcemia<\/a><\/strong> e essa relacionada com casos de metrite.<\/p>\n<p>Trabalhar durante o per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o com <strong>estrat\u00e9gias que minimizem o estresse dos animais<\/strong> e proporcionem conforto \u00e9 fundamental. Quanto a isso, podemos ressaltar a import\u00e2ncia do agrupamento adequado dos animais em transi\u00e7\u00e3o, proporcionar espa\u00e7o suficiente e limpo e n\u00e3o esquecer da ado\u00e7\u00e3o de mecanismos que visem reduzir o estresse t\u00e9rmico.<\/p>\n<p>Ter um <strong>controle da higiene da vaca e do ambiente do parto<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 algo que devemos nos atentar, pois a sujidade da vaca, em especial da regi\u00e3o do per\u00edneo e cauda pode contribuir para o desenvolvimento de infec\u00e7\u00f5es uterinas ap\u00f3s o parto. A contamina\u00e7\u00e3o bacteriana na pele pr\u00f3ximo ao trato reprodutivo pode facilmente migrar para o \u00fatero no momento do parto e at\u00e9 mesmo no p\u00f3s-parto.<\/p>\n<h2>Qual o impacto da metrite na pecu\u00e1ria leiteira?<\/h2>\n<h3>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Estudos j\u00e1 demonstraram que a metrite puerperal corrobora para um grande impacto na reprodu\u00e7\u00e3o. J\u00e1 foi observado que a <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/taxa-de-prenhez-como-aumentar-na-sua-propriedade\/\">taxa de prenhez<\/a><\/strong> aos 100 dias em lacta\u00e7\u00e3o foi afetada pela metrite, onde essas vacas apresentaram uma <strong>probabilidade menor de prenhez<\/strong> do que as vacas saud\u00e1veis do rebanho.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, vacas com metrite apresentam um <strong>maior intervalo entre o parto e a concep\u00e7\u00e3o<\/strong> do que aquelas vacas com metrite cl\u00ednica ou sem metrite e consequentemente possuem uma chance maior de descarte prematuro devido ao fato da possibilidade de n\u00e3o emprenhar durante o per\u00edodo de lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esse aumento do intervalo entre partos pode ser compreendido por resultados de um estudo brasileiro que identificou que a vaca ao possuir um ou mais eventos de doen\u00e7a no p\u00f3s-parto, <strong>t\u00eam um risco 2 a 3 vezes maior de ter falhas na ovula\u00e7\u00e3o<\/strong> durante os primeiros 50 dias em lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Isso acontece, pois as infec\u00e7\u00f5es uterinas contribuem para um crescimento mais lento do primeiro fol\u00edculo dominante de 7 a 16 dias p\u00f3s-parto, tem concentra\u00e7\u00f5es plasm\u00e1ticas perif\u00e9ricas de estradiol mais baixas, s\u00e3o menos propensas a ovular e tamb\u00e9m concentra\u00e7\u00f5es circulantes mais baixas de progesterona ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o do primeiro corpo l\u00fateo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35863\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia.jpg\" alt=\"Curva de sobreviv\u00eancia dos intervalos entre parto\" width=\"1051\" height=\"735\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia.jpg 1051w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia-300x210.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia-1024x716.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia-768x537.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia-370x259.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia-270x189.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia-740x518.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/curva-sobrevivencia-150x105.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1051px) 100vw, 1051px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\">Gr\u00e1fico demonstrando a curva de sobreviv\u00eancia dos intervalos entre parto e a concep\u00e7\u00e3o aos 150 DEL em vacas leiteiras holandesas. \u00c9 poss\u00edvel observar que vacas com metrite puerperal tiveram um intervalo parto-concep\u00e7\u00e3o mais longo do que vacas saud\u00e1veis. Fonte: Giuliodori et al. (2013)<\/span><\/p>\n<h3>Produ\u00e7\u00e3o de leite<\/h3>\n<p>J\u00e1 sabemos tamb\u00e9m que al\u00e9m do impacto negativo na reprodu\u00e7\u00e3o, <strong>a metrite pode provocar altera\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong>.<\/p>\n<p>Essa redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite em vacas com metrite pode estar relacionada \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o do epit\u00e9lio do \u00fatero, o que <strong>pode contribuir para uma maior libera\u00e7\u00e3o de citocinas inflamat\u00f3rias<\/strong> na corrente sangu\u00ednea e inflama\u00e7\u00e3o exacerbada ou dor, o que vai contribuir para a redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca e de disponibilidade de nutrientes essenciais para a produ\u00e7\u00e3o de leite e metabolismo, o que consequentemente contribui para a queda na produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Pensando na redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca, temos ainda que relacionar ao BEN, que pode ser um dos fatores de risco para a metrite e que contribui tamb\u00e9m para a queda na produ\u00e7\u00e3o de leite e piora do bem-estar.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, essa queda na produ\u00e7\u00e3o pode estar relacionada com o desvio de energia para combater a infec\u00e7\u00e3o, visto que a metrite \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o que ativa o sistema imunol\u00f3gico e aumenta a demanda energ\u00e9tica para combater a inflama\u00e7\u00e3o no \u00fatero.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35864\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto.jpg\" alt=\"Efeito misto na produ\u00e7\u00e3o de leite em vacas com metrite puerperal, cl\u00ednica e sem metrite\" width=\"1051\" height=\"714\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto.jpg 1051w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto-300x204.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto-1024x696.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto-768x522.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto-370x251.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto-270x183.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto-740x503.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/efeito-misto-150x102.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1051px) 100vw, 1051px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Gr\u00e1fico demonstrando o efeito misto na produ\u00e7\u00e3o de leite em vacas com metrite puerperal, cl\u00ednica e sem metrite. \u00c9 poss\u00edvel observar que vacas saud\u00e1veis apresentam maior produ\u00e7\u00e3o de leite at\u00e9 90 DEL, ou seja, no in\u00edcio da lacta\u00e7\u00e3o do que vacas com metrite. Isso vem demonstrar que pode haver um efeito do tempo por metrite na produ\u00e7\u00e3o de leite. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: Giuliodori et al. (2013)<\/span><\/span><\/p>\n<h2>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/h2>\n<p>Sabemos ent\u00e3o que a metrite representa um importante desafio para a sa\u00fade e tamb\u00e9m para a rentabilidade da produ\u00e7\u00e3o leiteira, visto que ela impacta de forma significativa na <strong><a href=\"https:\/\/webinar.rehagro.com.br\/estrategias-para-aumentar-eficiencia-reprodutiva?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=webinar-eficiencia-reprodutiva&amp;utm_medium=blog\">efici\u00eancia produtiva e reprodutiva<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Ter estrat\u00e9gias visando a preven\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico precoce e um tratamento adequado s\u00e3o essenciais para o bem-estar das vacas e para isso \u00e9 fundamental investir em pr\u00e1ticas preventivas como uma higiene rigorosa, dieta balanceada e tamb\u00e9m monitoramento da sa\u00fade uterina.<\/p>\n<h2>Sa\u00fade reprodutiva em dia para mais prenhezes e mais leite no tanque<\/h2>\n<p>A metrite pode reduzir drasticamente a fertilidade e comprometer a produtividade do rebanho.<\/p>\n<p>Na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\">P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira<\/a><\/strong> do Rehagro, voc\u00ea aprende a identificar, prevenir e tratar problemas reprodutivos, integrando manejo, nutri\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o para garantir mais prenhezes, mais leite e maior rentabilidade na fazenda.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22798\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg\" alt=\"Laryssa Mendon\u00e7a\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A metrite \u00e9 uma doen\u00e7a uterina comum em vacas leiteiras, podendo afetar aproximadamente 20 a 30% durante as primeiras duas semanas p\u00f3s-parto. 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