{"id":34448,"date":"2024-09-05T13:00:12","date_gmt":"2024-09-05T16:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=34448"},"modified":"2026-04-09T20:20:02","modified_gmt":"2026-04-09T23:20:02","slug":"ulcera-de-abomaso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/ulcera-de-abomaso\/","title":{"rendered":"\u00dalcera de abomaso: como esse problema afeta o desempenho das bezerras leiteiras?"},"content":{"rendered":"<p>O est\u00f4mago de ruminantes \u00e9 composto por 4 compartimentos: r\u00famen, ret\u00edculo, omaso e abomaso. Cada um deles apresenta um papel no processo de digest\u00e3o.<\/p>\n<p>Inicialmente <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/fisiologia-do-rumen-dos-bovinos\/\">o r\u00famen atua<\/a><\/strong> como uma c\u00e2mara fermentativa dos alimentos ingeridos, em seguida esse bolo alimentar \u00e9 direcionado ao ret\u00edculo, que \u00e9 componente principal na rumina\u00e7\u00e3o pois realiza as contra\u00e7\u00f5es que geram regurgita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O terceiro componente do trato digestivo dos ruminantes \u00e9 o omaso, esse est\u00e1 relacionado com a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, \u00e1cidos graxos vol\u00e1teis e outros nutrientes, por \u00faltimo temos o est\u00f4mago glandular chamado de abomaso respons\u00e1vel por secretar enzimas, horm\u00f4nios, \u00e1cidos e \u00e1gua.<\/p>\n<p>As <strong>\u00falceras abomasais <\/strong>s\u00e3o um grande desafio na pecu\u00e1ria leiteira, os animais que apresentam essa afec\u00e7\u00e3o t\u00eam menor consumo de alimento, produzindo menos leite ou tendo seu desenvolvimento afetado, ambos levando a significativa <strong>perda econ\u00f4mica<\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, por se tratar de uma afec\u00e7\u00e3o de causa multifatorial e sintomatologia inespec\u00edfica grande parte dos animais s\u00f3 s\u00e3o diagnosticados em exame <i>post-mortem<\/i> de necropsia.<\/p>\n<p>Nesse texto iremos abordar \u00falceras abomasais em bezerras, entendendo melhor esse desafio, como ele ocorre, os fatores relacionados a ele, como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico, como isso impacta a cria de bezerras leiteiras e, como tratar esses casos e como prevenir novos.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"http:\/\/\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\nhbspt.forms.create({\nregion: \"na1\",\nportalId: \"5430441\",\nformId: \"5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7\"\n});\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>O que s\u00e3o \u00falceras abomasais?<\/h2>\n<p>Em<strong> <a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/criacao-de-bezerras-leiteiras-e-seus-desafios\/\">bezerras<\/a><\/strong>, o abomaso \u00e9 o principal compartimento em tamanho e fun\u00e7\u00e3o, pois <strong>nessa fase o animal ainda n\u00e3o \u00e9 um ruminante funcional<\/strong> e durante o desenvolvimento dos compartimentos do est\u00f4mago, o abomaso deixa de apresentar uma mucosa lisa e passa a ser repleto de vilosidades.<\/p>\n<p>A mucosa deste \u00f3rg\u00e3o secreta \u00e1cido clor\u00eddrico, pepsina, pepsinog\u00eanio, quimosina, gastrina e outros componentes que auxiliam na prote\u00e7\u00e3o da mucosa contra a acidez do ambiente, como bicarbonato, muco e prostaglandinas.<\/p>\n<p>As \u00falceras s\u00e3o caracterizadas por uma <strong>les\u00e3o no epit\u00e9lio do abomaso<\/strong>, podendo ser uma <strong>les\u00e3o na mucosa ou at\u00e9 mesmo penetrar a camada muscular e causar perfura\u00e7\u00e3o da parede abomasal<\/strong>. Um grande problema da \u00falcera abomasal \u00e9 o processo de autodigest\u00e3o, quando a mucosa est\u00e1 lesionada, \u00edons de hidrog\u00eanio e enzimas como a pepsina conseguem atuar no local digerindo o tecido e aumentando a les\u00e3o.<\/p>\n<p>As \u00falceras podem ser <strong>classificadas em grau I, II, III e IV<\/strong> de acordo com a gravidade da les\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-34450\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1024x455.jpg\" alt=\"Classifica\u00e7\u00e3o das \u00falceras de abomaso\" width=\"770\" height=\"342\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1024x455.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-300x133.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-768x341.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-370x164.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-270x120.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-740x329.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-150x67.jpg 150w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso.jpg 1196w\" sizes=\"auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Classifica\u00e7\u00e3o das \u00falceras de abomaso de acordo com caracter\u00edsticas das les\u00f5es e respectivos sinais cl\u00ednicos.\u00a0<\/span>Fonte:<span style=\"font-weight: 400;\"> Radostits et al., 2000.<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-criacao-bezerras-leiteiras?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-criacao-bezerras&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39650 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras.png\" alt=\"E-book Cria\u00e7\u00e3o de bezerras leiteiras\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-criacao-bezerras-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Como as \u00falceras ocorrem?<\/h2>\n<p>As \u00falceras abomasais s\u00e3o <strong>afec\u00e7\u00f5es multifatoriais<\/strong>, mas a etiologia de como ocorrem ainda n\u00e3o \u00e9 exata. Alguns pontos que predisp\u00f5em a ocorr\u00eancia de \u00falceras abomasais e dentre eles podemos citar:<\/p>\n<ul>\n<li>Estresse;<\/li>\n<li>Mudan\u00e7as ambientais;<\/li>\n<li>Mudan\u00e7as de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/dieta-liquida-de-bezerras-leiteiras\/\">dieta<\/a><\/strong>;<\/li>\n<li>Hiperacidez;<\/li>\n<li>Agentes infecciosos como <i>Clostridium perfringens, Escherichia coli, <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/agentes-causadores-da-mastite\/\">Streptococcus sp, Staphylococcus sp<\/a><\/strong> e Salmonella sp;<\/i><\/li>\n<li>Agentes parasit\u00e1rios que causam les\u00e3o na mucosa como <i>o <span style=\"font-weight: 400;\">Haemonchus contortus e a Ostertagia ostertagi;<\/span><\/i><\/li>\n<li>Uso de anti-inflamat\u00f3rios n\u00e3o esteroidais (AINEs) indiscriminadamente;<\/li>\n<li>Defici\u00eancia de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/exigencias-minerais-de-bovinos\/\">minerais<\/a><\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em bezerros a <strong>defici\u00eancia de cobre<\/strong> \u00e9 associada a diminui\u00e7\u00e3o da imunidade e <strong>m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o do tecido do abomaso<\/strong>, j\u00e1 que a enzima respons\u00e1vel pela resist\u00eancia estrutural ligada a elastina e col\u00e1geno nesse compartimento \u00e9 dependente de cobre. Assim, uma maior fragilidade da parede abomasal poderia predispor a ocorr\u00eancia de \u00falceras.<\/p>\n<p>O <strong>estresse<\/strong> est\u00e1 presente em diversos momentos no in\u00edcio da vida desses animais, devido a transporte, mudan\u00e7as de lote, desaleitamento, introdu\u00e7\u00e3o a ambiente coletivo e outras experi\u00eancias.<\/p>\n<p>Nesses momentos, o estresse aumenta a <strong>libera\u00e7\u00e3o de corticosteroides<\/strong>, os quais podem estimular a secre\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos e enzimas como a pepsina no abomaso, favorecendo a ocorr\u00eancia de \u00falceras.<\/p>\n<p>Os <strong>AINEs<\/strong> atuam em enzimas COX 1 (ciclooxigenase 1) e\/ou COX 2 (ciclooxigenase 2), as primeiras s\u00e3o ligadas a produ\u00e7\u00e3o de prostaglandinas g\u00e1stricas, as quais estimulam a secre\u00e7\u00e3o de muco e bicarbonato que atuam como citoprotetores abomasais.<\/p>\n<p>Assim, <strong>o uso indiscriminado de AINEs diminui a prote\u00e7\u00e3o da mucosa abomasal<\/strong> predispondo a forma\u00e7\u00e3o de \u00falceras.<\/p>\n<p>Quando em conjunto, o estresse junto ao uso prolongado de AINEs, podem ser agentes fortemente ligados a ocorr\u00eancia de \u00falceras em bezerras e um grande desafio no per\u00edodo devido a dificuldade de reduzir estresse e a necessidade do uso de AINEs para outras enfermidades comuns nesse per\u00edodo como a diarreia.<\/p>\n<h2>Como diagnosticar e tratar \u00falceras abomasais?<\/h2>\n<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 desafiador, sendo poss\u00edvel observar os sinais cl\u00ednicos e tamb\u00e9m usar exames complementares.<\/p>\n<p>Em casos de <strong>\u00falceras hemorr\u00e1gicas<\/strong> \u00e9 poss\u00edvel observar um quadro de anemia hemorr\u00e1gica aguda no hemograma e em casos em que ocorre a perfura\u00e7\u00e3o da parede do abomaso e consequente peritonite podemos adicionar a isso altera\u00e7\u00f5es como leucocitose.<\/p>\n<p>As <strong>fezes com sangue oculto<\/strong> s\u00e3o um bom indicativo de \u00falcera, sendo necess\u00e1rias mais de uma avalia\u00e7\u00e3o pois a libera\u00e7\u00e3o de sangue nas fezes ocorre de forma intermitente.<\/p>\n<p>Outro sinal \u00e9 a <strong>melena<\/strong>, nesse caso, as fezes com apar\u00eancia de \u201cpiche\u201d pode ser caracterizado como um sinal patognom\u00f4nico. Al\u00e9m disso, \u00e9 poss\u00edvel avaliar a concentra\u00e7\u00e3o plasm\u00e1tica de gastrina e pepsinog\u00eanio que se encontram elevadas em casos de sangramento de abomaso.<\/p>\n<p>Como observado, a enfermidade \u00e9 de dif\u00edcil diagn\u00f3stico, por isso em grande parte dos casos n\u00e3o ocorre identifica\u00e7\u00e3o e as altera\u00e7\u00f5es s\u00e3o encontradas somente em exame <i>post-mortem.\u00a0<\/i><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-34451\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1.jpg\" alt=\"Imagens de diferentes \u00falceras abomasais\" width=\"679\" height=\"343\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1.jpg 679w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1-300x152.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1-370x187.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1-270x136.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/ulceras-abomaso-1-150x76.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\">Imagens de diferentes \u00falceras abomasais encontradas na necropsia em bovinos leiteiros, em todas as imagens as \u00falceras s\u00e3o classificadas como tipo 4. Fonte: Pedro Germano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O tratamento indicado \u00e9 principalmente <strong>sintom\u00e1tico e de suporte<\/strong>. Algumas possibilidades s\u00e3o transfus\u00e3o sangu\u00ednea em animais que perderam muito sangue, uso de anti\u00e1cidos e protetores de mucosa, tratamento da causa base em casos de agentes contagiosos ou parasit\u00e1rios.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Importante ressaltar que os animais em tratamento devem ter o estresse reduzido ao m\u00e1ximo, alimenta\u00e7\u00e3o e \u00e1gua de qualidade.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O progn\u00f3stico \u00e9 desfavor\u00e1vel na maioria dos casos devido a dificuldade de diagn\u00f3stico e tratamento n\u00e3o espec\u00edfico, principalmente quando as \u00falceras s\u00e3o perfurativas, muitas vezes levando a bezerra a \u00f3bito.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Assim podemos observar que as \u00falceras abomasais podem levar bezerras a \u00f3bito ou causar defici\u00eancias no desenvolvimento caso sobrevivam, gerando um <\/span><b>grande impacto econ\u00f4mico<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> negativo ao produtor.<\/span><\/p>\n<h2>Quais podem ser os impactos no desenvolvimento das bezerras?<\/h2>\n<p>Quando as bezerras desenvolvem \u00falceras abomasais, elas podem ser prejudicadas de v\u00e1rias formas, mas principalmente quando relacionamos o seu crescimento e desenvolvimento e a sa\u00fade. Dentre os principais impactos observados, podemos citar:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Redu\u00e7\u00e3o no consumo de alimentos<\/strong>: Bezerras com \u00falceras abomasais geralmente apresentam dor e desconforto, o que pode levar a uma diminui\u00e7\u00e3o no apetite. Isso resulta em menor ingest\u00e3o de alimentos e, consequentemente, em uma redu\u00e7\u00e3o no ganho de peso.<\/li>\n<li><strong>Perda de peso<\/strong>: Devido \u00e0 menor ingest\u00e3o de nutrientes, as bezerras afetadas tendem a perder peso ou n\u00e3o ganham peso de maneira adequada, o que afeta diretamente o desempenho esperado para o crescimento.<\/li>\n<li><strong>Redu\u00e7\u00e3o na efici\u00eancia alimentar<\/strong>: Mesmo que as bezerras continuem a comer, a efici\u00eancia com que elas convertem os alimentos em crescimento pode ser reduzida. As \u00falceras podem afetar a digest\u00e3o e a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes, levando a um menor desempenho.<\/li>\n<li><strong>Retardo no crescimento<\/strong>: A sa\u00fade geral comprometida devido \u00e0s \u00falceras pode retardar o crescimento das bezerras, fazendo com que elas n\u00e3o atinjam os marcos de desenvolvimento esperados para a idade.<\/li>\n<li><strong>Aumento da mortalidade<\/strong>: Em casos graves, as \u00falceras abomasais podem levar \u00e0 morte, especialmente se resultarem em complica\u00e7\u00f5es como perfura\u00e7\u00e3o do abomaso ou peritonite.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Como prevenir as \u00falceras de abomaso?<\/h2>\n<p>A etiologia multifatorial da afec\u00e7\u00e3o torna a preven\u00e7\u00e3o um desafio, mas podemos enfatizar alguns pontos como aten\u00e7\u00e3o \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o adequada, manejo n\u00e3o estressante dos animais, manter um calend\u00e1rio sanit\u00e1rio com vacina\u00e7\u00e3o, vermifuga\u00e7\u00e3o e monitoramento de doen\u00e7as.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Nutri\u00e7\u00e3o e manejo adequado<\/strong>: Oferecer uma dieta balanceada em termos de energia, prote\u00edna, fibra e minerais \u00e9 importante. Al\u00e9m disso, evitar dietas ricas em gr\u00e3os que podem aumentar a produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos no abomaso pode ser fundamental para a preven\u00e7\u00e3o no desenvolvimento de \u00falceras. Aliado a isso, a incorpora\u00e7\u00e3o de fibras de alta qualidade que ajudam a estimular a mastiga\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o de saliva a fim de neutralizar os \u00e1cidos no est\u00f4mago tamb\u00e9m podem contribuir nessa preven\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Manejo do estresse:<\/strong> Minimizar fatores de estresse, como mudan\u00e7as bruscas na dieta, condi\u00e7\u00f5es de manejo inadequadas como o estresse relacionado ao manejo como transporte, desmame, agrupamento, \u00e9 essencial para a sa\u00fade do abomaso. \u00c9 importante entender que o estresse pode alterar a motilidade gastrointestinal e aumentar a produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cido. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante oferecer <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/enriquecimento-ambiental-para-vacas-e-bezerras-leiteiras\/\">um ambiente que promova o bem-estar dos animais<\/a><\/strong>, como espa\u00e7o adequado, ventila\u00e7\u00e3o e acesso constante a <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/qualidade-da-agua-para-bovinos-leiteiros\/\">\u00e1gua limpa e fresca<\/a><\/strong>.<\/li>\n<li><strong>Monitoramento<\/strong>: \u00c9 importante monitorar as bezerras para sinais de desconforto, mudan\u00e7as no comportamento alimentar e a <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/escore-de-condicao-corporal-em-vacas-leiteiras\/\">condi\u00e7\u00e3o corporal<\/a><\/strong> pode auxiliar na identifica\u00e7\u00e3o precoce de problemas de sa\u00fade e consequentemente contribuem para que seja poss\u00edvel agir rapidamente para evitar o agravamento das \u00falceras.<\/li>\n<li><strong>Preven\u00e7\u00e3o de outras doen\u00e7as gastrointestinais:<\/strong> Realizar o controle de parasitas e certificar que os animais estejam livres de parasitas internos que podem causar irrita\u00e7\u00e3o e inflama\u00e7\u00e3o, elevando o risco de \u00falceras.<\/li>\n<li><strong>Manejo de medicamentos<\/strong>: Usar de maneira cautelosa os medicamentos, principalmente os Anti-inflamat\u00f3rios N\u00e3o Esteroidais (AINEs) \u00e9 fundamental. O uso excessivo ou inadequado de AINEs pode aumentar muito o risco de \u00falceras abomasais e por isso, seu uso deve ser cauteloso e bem definido dentro dos protocolos de tratamentos de doen\u00e7as que requerem sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/h2>\n<p>Sabemos ent\u00e3o que as \u00falceras abomasais em bezerras leiteiras representam um desafio significativo para a sa\u00fade e o desempenho dos animais.<\/p>\n<p>Esses dist\u00farbios podem comprometer o crescimento, a efici\u00eancia alimentar e aumentar a susceptibilidade a outras doen\u00e7as, al\u00e9m de potencialmente levar \u00e0 morte em casos graves.<\/p>\n<p>A <strong>preven\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 considerada a melhor abordagem a fim de evitar o impacto negativo trazido pelas \u00falceras abomasais. Implementar adequadas pr\u00e1ticas de manejo nutricional e trabalhar para a redu\u00e7\u00e3o do estresse s\u00e3o essenciais.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, n\u00e3o podemos esquecer a import\u00e2ncia do <strong>monitoramento cont\u00ednuo da sa\u00fade e comportamento das bezerras<\/strong> e tamb\u00e9m de termos um manejo integrado, combinando nutri\u00e7\u00e3o e ambiente adequados, um bom controle de doen\u00e7as e principalmente um uso cauteloso de medicamentos.<\/p>\n<h2>Sa\u00fade desde a cria para garantir produtividade no futuro<\/h2>\n<p>A \u00falcera de abomaso compromete o desenvolvimento das bezerras e pode impactar a produ\u00e7\u00e3o futura de leite.<\/p>\n<p>Na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\">P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira<\/a><\/strong> do Rehagro, voc\u00ea aprende a aplicar estrat\u00e9gias de manejo, nutri\u00e7\u00e3o e sanidade que previnem problemas desde a fase inicial, garantindo um rebanho mais saud\u00e1vel, produtivo e lucrativo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22798\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg\" alt=\"Laryssa Mendon\u00e7a\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-34452\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/yumi-taguti.jpg\" alt=\"Yumi Taguti - Equipe Leite Rehagro\" width=\"300\" height=\"104\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/yumi-taguti.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/yumi-taguti-270x94.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/yumi-taguti-150x52.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O est\u00f4mago de ruminantes \u00e9 composto por 4 compartimentos: r\u00famen, ret\u00edculo, omaso e abomaso. 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