{"id":25458,"date":"2023-11-08T09:30:55","date_gmt":"2023-11-08T12:30:55","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=25458"},"modified":"2026-04-09T16:00:38","modified_gmt":"2026-04-09T19:00:38","slug":"pragas-e-doencas-nas-pastagens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/pragas-e-doencas-nas-pastagens\/","title":{"rendered":"Pragas e doen\u00e7as nas pastagens: quais s\u00e3o, como identificar e minimizar os seus impactos"},"content":{"rendered":"<p>Hoje no Brasil existem em torno de <strong>160 milh\u00f5es de hectares de pastagens<\/strong>, que garantem a competitividade do pa\u00eds na produ\u00e7\u00e3o de carne e leite. Por\u00e9m, na grande maioria dos casos os sistemas de produ\u00e7\u00e3o que utilizam dessas pastagens s\u00e3o extensivos e pontos importantes como manejo e nutri\u00e7\u00e3o de pastagens acabam sendo negligenciados.<\/p>\n<p>Para que haja <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sustentabilidade<\/a> <\/strong>produtiva, pensando em maior produtividade do pasto e sustentabilidade ambiental em rela\u00e7\u00e3o a conserva\u00e7\u00e3o de solos, onde existe o estabelecimento de pastagens, ser\u00e3o abordados pontos que fazem parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP), que \u00e9 um grande aliado na longevidade do sistema.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? 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Contudo, a doen\u00e7a pode incidir em cultivares de <i>P. maximum<\/i><\/p>\n<p>A mela \u00e9 causada pelo fungo <i>Claviceps sulcata, <\/i>o qual infecta o hospedeiro logo ap\u00f3s a abertura das flores.<\/p>\n<p>Inicialmente, as flores infectadas apresentam, exsuda\u00e7\u00e3o de l\u00edquido com aspecto pegajoso, o que constitui o principal sintoma do pat\u00f3geno e foi a inspira\u00e7\u00e3o para o nome. <strong>A doen\u00e7a se manifesta durante o est\u00e1dio de florescimento e matura\u00e7\u00e3o das sementes, sobretudo em ambientes com alta umidade e baixas temperaturas.<\/strong><\/p>\n<p>Para o controle da doen\u00e7a, al\u00e9m de usar sementes de proced\u00eancia sanit\u00e1ria certificada e o plantio ser feito em \u00e1reas livres da doen\u00e7a, alguns produtos qu\u00edmicos (fungicidas) registrados para esse pat\u00f3geno s\u00e3o extremamente importantes em um controle eficiente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25462 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mela-das-sementes.jpg\" alt=\"Mela-das-sementes\" width=\"329\" height=\"329\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mela-das-sementes.jpg 329w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mela-das-sementes-300x300.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mela-das-sementes-150x150.jpg 150w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mela-das-sementes-270x270.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mela-das-sementes-96x96.jpg 96w\" sizes=\"auto, (max-width: 329px) 100vw, 329px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Mela-das-sementes: mela em U.brizantha cv. Xara\u00e9s (A); escler\u00f3dios nas sementes (B); mela e crescimento de sapr\u00f3fitos P. maximum cv. Tanz\u00e2nia (C). Fonte: Embrapa<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18711 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg\" alt=\"Banner Curso Gest\u00e3o na Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h3>Carv\u00e3o da braqui\u00e1ria<\/h3>\n<p>O carv\u00e3o da braqui\u00e1ria causado pelo fungo <i>Ustilago operta<\/i> \u00e9 observado nas sementes, as quais podem ser totalmente colonizadas pelo fungo. Os sintomas s\u00e3o caracterizados pela <strong>presen\u00e7a de massas pulverulentas negras<\/strong>, podendo romper ou n\u00e3o o tegumento das sementes.<\/p>\n<p>Uma vez presente na \u00e1rea o carv\u00e3o \u00e9 de dif\u00edcil erradica\u00e7\u00e3o, dada a aus\u00eancia de m\u00e9todos eficientes de controle e sua capacidade de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25463 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/carvao-da-braquiaria.jpg\" alt=\"Carv\u00e3o da braqui\u00e1ria\" width=\"275\" height=\"316\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/carvao-da-braquiaria.jpg 275w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/carvao-da-braquiaria-261x300.jpg 261w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/carvao-da-braquiaria-270x310.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/carvao-da-braquiaria-150x172.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 275px) 100vw, 275px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Carv\u00e3o em sementes de U. brizantha cv. BRS Piat\u00e3: Aspecto geral de sementes infectadas (esquerda) e sadias (direita) (A); Semente sadia (B); Semente infectada exibindo massa pulverulenta negra (C). Fonte: Embrapa<\/span><\/p>\n<h3>Ferrugem da braqui\u00e1ria<\/h3>\n<p>Nos \u00faltimos anos, tem-se observado aumento da intensidade da ferrugem em algumas cultivares de <i>U. brizantha<\/i>, <strong>causando redu\u00e7\u00e3o na quantidade produzida e na qualidade da forragem<\/strong>.<\/p>\n<p>Os sintomas se iniciam na parte abaxial das folhas como pequenos pontos clor\u00f3ticos, posteriormente os sintomas podem ser observados na parte adaxial das folhas, ocorrendo coalesc\u00eancia das les\u00f5es, com produ\u00e7\u00e3o abundante de massa de uredini\u00f3sporos e teli\u00f3sporos, e evoluindo para a seca prematura das folhas.<\/p>\n<p>Pesquisas apontam que as <strong>melhores alternativas de controle s\u00e3o o uso de cultivares resistentes e a aplica\u00e7\u00e3o de fungicidas registrados para a cultura.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25464 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/ferrugem-da-braquiaria.jpg\" alt=\"Ferrugem da braqui\u00e1ria\" width=\"340\" height=\"285\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/ferrugem-da-braquiaria.jpg 340w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/ferrugem-da-braquiaria-300x251.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/ferrugem-da-braquiaria-270x226.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/ferrugem-da-braquiaria-150x126.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;\">Ferrugem da braqui\u00e1ria em folhas de <i>U. brizantha: P\u00fastulas nas faces adaxial (A) e abaxial (B); Seca prematura (C). Fonte: Embrapa<\/i><\/span><\/p>\n<h3>Mortalidade do capim-marandu (MCM)<\/h3>\n<p>Devido \u00e0 grande popularidade do cultivar de <i>U. brizantha<\/i>, Marandu, conhecido popularmente como braquiar\u00e3o, desde o seu lan\u00e7amento em 1983 houve uma alta taxa de implanta\u00e7\u00e3o desse capim em \u00e1reas de pastejo, o que levou a extensas \u00e1reas de monocultivo que por sua vez torna o sistema de produ\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel aos estresses bi\u00f3ticos e abi\u00f3ticos.<\/p>\n<p>Na maioria das propriedades, os sintomas da MCM s\u00e3o distribu\u00eddos irregularmente nas pastagens, ou seja, em reboleiras. <strong>As plantas afetadas normalmente v\u00e3o apresentar folhas amareladas<\/strong> e posteriormente morrem. Os sintomas se apresentam na maioria das vezes na <strong>\u00e9poca das \u00e1guas<\/strong> e quase sempre em \u00e1reas com drenagem deficiente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25465 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mortalidade-do-capim-marandu.jpg\" alt=\"Mortalidade do capim-marandu\" width=\"439\" height=\"159\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mortalidade-do-capim-marandu.jpg 439w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mortalidade-do-capim-marandu-300x109.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mortalidade-do-capim-marandu-370x134.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mortalidade-do-capim-marandu-435x159.jpg 435w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mortalidade-do-capim-marandu-270x98.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Mortalidade-do-capim-marandu-150x54.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 439px) 100vw, 439px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Sintomas da mortalidade de capim-marandu: Distribui\u00e7\u00e3o em reboleiras ao longo da pastagem (A); Detalhes de touceira afetada (B). Fonte: Embrapa<\/span><\/p>\n<h2>Principais pragas das pastagens<\/h2>\n<h3>Cigarrinha-das-pastagens<\/h3>\n<p><strong>A principal praga de pastagens \u00e9 a cigarrinha-das-pastagens<\/strong> (Deois flavopicta), essas cigarrinhas s\u00e3o insetos <strong>sugadores de seiva<\/strong>, cujos adultos vivem na parte a\u00e9rea dos capins.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que o ataque de cigarrinhas se intensifica geralmente no in\u00edcio do per\u00edodo chuvoso, momento onde ocorre a eclos\u00e3o dos ovos que resistem a condi\u00e7\u00f5es adversas sofridas no per\u00edodo seco, dando origem \u00e0s ninfas, a fase jovem das cigarrinhas.<\/p>\n<p>Essas ninfas eclodidas se <strong>alojam na base das gram\u00edneas forrageiras<\/strong>, envoltas por uma espuma que elas mesmo produzem por meio da secre\u00e7\u00e3o das gl\u00e2ndulas de Batelli, essa prote\u00e7\u00e3o protege essas ninfas de desidrata\u00e7\u00e3o e do controle de inseticidas qu\u00edmicos, principalmente quando o capim est\u00e1 alto, mostrando a import\u00e2ncia de um bom manejo cultural.<\/p>\n<p>As cigarrinhas s\u00e3o respons\u00e1veis pela \u201cqueima\u201d das pastagens. Elas introduzem toxinas, causando o amarelecimento das folhas e posterior senesc\u00eancia, <strong>a redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o gira em torno de 15%.<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25466 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens.jpg\" alt=\"Praga cigarrinha-das-pastagens\" width=\"1280\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens.jpg 1280w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens-300x117.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens-1024x400.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens-768x300.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens-370x145.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens-270x105.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens-740x289.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-das-pastagens-150x59.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ninfas de cigarrinha protegidas pela espuma. Fonte: Rehagro.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25467 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta.jpg\" alt=\"Praga Cigarrinha-das-pastagens na fase adulta\" width=\"812\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta.jpg 812w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta-300x96.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta-768x246.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta-370x118.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta-740x237.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/cigarrinha-adulta-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 812px) 100vw, 812px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Cigarrinha adulto. Fonte: Bayer<\/span><\/p>\n<h3>Cupim de mont\u00edculo<\/h3>\n<p>De modo geral, a ocorr\u00eancia desses cupins \u00e9 mais comum em pastagens degradadas, sendo a principal esp\u00e9cie (Cornitermes cumulans) conhecida como cupim de mont\u00edculo, respons\u00e1vel por causar <strong>desuniformidade da lavoura al\u00e9m de atacar as ra\u00edzes levando as plantas a morte.<\/strong><\/p>\n<p>O controle apesar de barato \u00e9 bem trabalhoso, pois exige a destrui\u00e7\u00e3o completa dos cupinzeiros e aplica\u00e7\u00e3o de inseticidas \u00e0 base de fipronil.<\/p>\n<p>Existe tamb\u00e9m a possibilidade de controle por meio de inseticidas em pastilhas, onde a pastilha \u00e9 colocada dentro do cupinzeiro e o mesmo \u00e9 lacrado. O g\u00e1s advindo das pastilhas ser\u00e1 disseminado internamente e ap\u00f3s 10 dias deve ocorrer a destrui\u00e7\u00e3o completa de todos os cupinzeiros.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25468 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo.jpg\" alt=\"Cupim de mont\u00edculo\" width=\"1000\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo.jpg 1000w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo-300x105.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo-768x269.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo-370x130.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo-270x95.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo-740x259.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Cupim-de-monticulo-150x53.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Cupim de mont\u00edculo. Fonte: Educapoint.<\/span><\/p>\n<h3>Lagartas<\/h3>\n<p><strong>Em pastagens as lagartas s\u00e3o consideradas pragas ocasionais<\/strong>, ou seja, n\u00e3o ocorrem de forma recorrente, mas quando h\u00e1 presen\u00e7a de altos n\u00edveis de infesta\u00e7\u00e3o reduzem de forma consider\u00e1vel a quantidade de forragem dispon\u00edvel.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que isso tem sido cada vez mais frequente, devido \u00e0s cultivares de grandes culturas transg\u00eanicas com resist\u00eancia \u00e0 lagarta e proximidade dessas lavouras a \u00e1reas de pastagens.<\/p>\n<p>Por exemplo, a lagarta-do-cartucho (<i>Spodoptera fugiperda<\/i>) que no passado s\u00f3 atacava lavouras de gr\u00e3os, hoje \u00e9 uma das principais lagartas que atacam pastagens.<\/p>\n<p>As lagartas t\u00eam 5 fases de desenvolvimento e de forma an\u00e1loga \u00e0s cigarrinhas, <strong>o seu controle deve ocorrer nas fases iniciais<\/strong>. Afinal, quanto maiores essas lagartas s\u00e3o, maior o potencial de consumir capim e maior o dano causado.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25469 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/lagarta-do-cartucho.jpg\" alt=\"Praga Lagarta-do-cartucho\" width=\"275\" height=\"149\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/lagarta-do-cartucho.jpg 275w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/lagarta-do-cartucho-270x146.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/lagarta-do-cartucho-150x81.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 275px) 100vw, 275px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Lagarta-do-cartucho (<i><span style=\"font-weight: 400;\">Spodoptera fugiperda<\/span><\/i>). Fonte: Embrapa<\/span><\/p>\n<h2>Manejo Integrado de Pragas (MIP)<\/h2>\n<p>O primeiro ponto para que o MIP seja implantado \u00e9 o pecuarista enxergar o pasto como uma lavoura, por\u00e9m, com a colheita sendo feita pelos animais. Ap\u00f3s esse entendimento, se inicia o MIP, abaixo est\u00e3o listados os principais pontos:<\/p>\n<h3>Diversifica\u00e7\u00e3o de cultivares<\/h3>\n<p>Os capins mais utilizados para pastejo no Brasil s\u00e3o do g\u00eanero Urochloa (brachiaria), e a varia\u00e7\u00e3o entre esp\u00e9cies e at\u00e9 outros g\u00eaneros vai depender do clima, regi\u00e3o, n\u00edvel tecnol\u00f3gico e sistemas de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que diversificar os tipos de capim dentro da propriedade \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para um bom manejo integrado de pragas, al\u00e9m de usar cultivares que sejam recomendadas para a realidade da propriedade e se poss\u00edvel alguma que apresentam resist\u00eancia a cigarrinha-das-pastagens (<i>Deois flavopicta<\/i>).<\/p>\n<h3>Manejo cultural<\/h3>\n<p>Devemos compreender que existem fatores cruciais para sustentabilidade e longevidade da pastagem, e dentre esses fatores podemos citar:<\/p>\n<ul>\n<li>Press\u00e3o de pastejo;<\/li>\n<li>Taxa de lota\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Nutri\u00e7\u00e3o do pasto.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio manejar os animais para que a disponibilidade de alimento e consumo estejam equilibrados, sem que tenha excesso de capim e nem que ocorra a retirada total pelos animais. Os sistemas de pastejo alternado ou at\u00e9 mesmo rotacionado, s\u00e3o estrat\u00e9gias que al\u00e9m de permitir uma maior taxa de lota\u00e7\u00e3o auxiliam no manejo de pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n<h3>Controle biol\u00f3gico<\/h3>\n<p>O princ\u00edpio b\u00e1sico do controle biol\u00f3gico \u00e9 controlar as pragas agr\u00edcolas a partir do uso de seus inimigos naturais, que podem ser outros insetos ben\u00e9ficos, predadores, parasitoides e microrganismos, como fungos, v\u00edrus e bact\u00e9rias.<\/p>\n<p>No caso das cigarrinhas, utiliza-se o fungo <i>Metarhizium anisnh buvcopliae, <\/i>que ao ser aplicado na pastagem coloniza preferencialmente a ninfa, matando a cigarrinha evitando que a mesma chegue at\u00e9 a forma adulta e cause danos.<\/p>\n<p>No caso das lagartas, o controle \u00e9 feito por meio da utiliza\u00e7\u00e3o de produtos \u00e0 base da bact\u00e9ria <i><span style=\"font-weight: 400;\">Bacillus thuringiensis<\/span><\/i><i>\u00a0<\/i>(BT) que atua no in\u00edcio da infesta\u00e7\u00e3o quando as lagartas ainda est\u00e3o pequenas.<\/p>\n<h3>Controle qu\u00edmico<\/h3>\n<p>O <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/manejo-quimico-em-pastagens-capim-tifton-85\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">controle qu\u00edmico<\/a><\/strong> se faz necess\u00e1rio para apoiar os pontos anteriores, por\u00e9m, o uso deve ser recomendado por um profissional com experi\u00eancia na \u00e1rea e os produtos usados devem ser devidamente registrados no sistema Agrofit do (MAPA) Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento.<\/p>\n<h2>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/h2>\n<p>Desse modo, vimos que culturas de pastejo s\u00e3o fonte de <strong>forragem <\/strong>para a grande parte do rebanho brasileiro, sendo assim, \u00e9 necess\u00e1rio que as pastagens sejam manejadas como lavouras.<\/p>\n<p>Come\u00e7ando pelo cultivo de esp\u00e9cies recomendadas para a regi\u00e3o, correto manejo de aduba\u00e7\u00e3o e tratos culturais, al\u00e9m de monitorar visando evitar perdas por pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Isso permite que essas \u00e1reas de pastagem sejam usadas de forma eficiente do ponto de vista agron\u00f4mico e <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/indicadores-zootecnicos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">zoot\u00e9cnico<\/a><\/strong>, promovendo a produtividade de forma sustent\u00e1vel e eficiente dos animais.<\/p>\n<h2>Proteja suas pastagens e maximize a produ\u00e7\u00e3o de leite<\/h2>\n<p>Pragas e doen\u00e7as nas pastagens comprometem n\u00e3o s\u00f3 a qualidade da forragem, mas tamb\u00e9m a produtividade e a rentabilidade do rebanho.<\/p>\n<p>No <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\">Curso Gest\u00e3o na Pecu\u00e1ria Leiteira<\/a><\/strong> do Rehagro, voc\u00ea aprende t\u00e9cnicas de manejo que preservam o pasto, garantem a oferta de alimento de qualidade o ano todo e fortalecem os resultados financeiros da fazenda.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/capacitacao-em-gestao-na-pecuaria-de-leite?utm_campaign=mkt-materiais-gpl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18711 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg\" alt=\"Banner Curso Gest\u00e3o na Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-gpl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-24583\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/marcos-dornelas.jpg\" alt=\"Marcos Dornelas - 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