{"id":23784,"date":"2023-09-04T16:11:36","date_gmt":"2023-09-04T19:11:36","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=23784"},"modified":"2026-04-09T16:51:39","modified_gmt":"2026-04-09T19:51:39","slug":"acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/acidose-ruminal-em-vacas-leiteiras\/","title":{"rendered":"Acidose ruminal em vacas leiteiras: como prevenir essa doen\u00e7a?"},"content":{"rendered":"<p>A acidose ruminal tem sido uma das <strong>principais afec\u00e7\u00f5es que acometem o gado leiteiro<\/strong>. Uma vez que se sabe dos preju\u00edzos produtivos e econ\u00f4micos gerados em decorr\u00eancia da doen\u00e7a, \u00e9 fundamental entender como identificar os casos no rebanho e quais condutas tomar para evitar e prevenir sua ocorr\u00eancia.<\/p>\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o da acidose \u00e9 consequente de um desequil\u00edbrio do pH do r\u00famen, resultando em n\u00edveis excessivamente baixos de pH. Ou seja, disbiose dos grupos de bact\u00e9rias e protozo\u00e1rios mutual\u00edsticos do r\u00famen.<\/p>\n<p>Para desencadeamento da enfermidade \u00e9 necess\u00e1rio que ocorra alguma falha no manejo nutricional, principalmente quando se refere a carboidratos de f\u00e1cil digest\u00e3o, sol\u00favel ou n\u00e3o estruturais e tamb\u00e9m por uma dieta pobre em fibras.<\/p>\n<p>Nesse artigo iremos discutir sobre a acidose ruminal, suas classifica\u00e7\u00f5es, os principais fatores predisponentes, as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e as manifesta\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias da doen\u00e7a, maneiras de diagnosticar, os preju\u00edzos que ela traz e formas de preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1 duas classifica\u00e7\u00f5es, onde a faixa de pH e \u00e1cidos predominantes s\u00e3o os crit\u00e9rios para a categoriza\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Acidose Ruminal de \u00c1cidos Graxos de Cadeia Curta (ARAGCC);<\/strong><\/li>\n<li><strong>Acidose L\u00e1tica Ruminal (ALR).<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n<p><script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/v2.js\"><\/script><br \/>\n<script>\nhbspt.forms.create({\nregion: \"na1\",\nportalId: \"5430441\",\nformId: \"5c98e9f8-1021-46c5-b460-16cdc5aef0f7\"\n});\n<\/script><\/p>\n<\/div>\n<h2>Fatores suscet\u00edveis para causar a acidose ruminal<\/h2>\n<p>Para que o pH ruminal apresente queda acentuada, caracterizando a acidose, \u00e9 necess\u00e1rio que haja um <strong>consumo exacerbado de carboidratos sol\u00faveis<\/strong>. Logo, os cen\u00e1rios mais propensos s\u00e3o definidos por algum erro no manejo nutricional ou algum fator que tenha impacto sobre ele.<\/p>\n<p>Portanto, a priori, as falhas que podem ser apresentadas no manejo normalmente est\u00e3o associadas com:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Falta de adapta\u00e7\u00e3o a dieta nova<\/strong> \u2013 Comum em per\u00edodo <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/cuidados-com-a-vaca-e-a-cria-antes-do-parto\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">p\u00f3s-parto<\/a><\/strong> &#8211; Momento que aumenta a energia na dieta para favorecer a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/li>\n<li><strong>Intervalos espa\u00e7ados de fornecimento<\/strong>, de modo que provoque jejum intenso.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O primeiro ponto est\u00e1 relacionado com a introdu\u00e7\u00e3o de animais sem adapta\u00e7\u00e3o pr\u00e9via a lotes j\u00e1 adaptados a uma dieta mais rica em concentrados.<\/p>\n<p>\u00c9 comum, por exemplo, que vacas, as quais se encontravam no per\u00edodo seco, ao retornarem \u00e0 lacta\u00e7\u00e3o, passem a receber um modelo de dieta diferente do anterior. Ou seja, a prioridade em receber alimentos com maior teor de volumoso passa a ser uma alimenta\u00e7\u00e3o rica em carboidratos, a fim de otimizar a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-aditivos-dieta-bovinos-leiteiros?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-aditivos-dieta&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39648 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png\" alt=\"E-book Aditivos na dieta de bovinos leiteiros\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-adiivos-dieta-bovinos-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Um cen\u00e1rio similar pode ocorrer com prim\u00edparas, perante \u00e0 mudan\u00e7a de dieta, mas tamb\u00e9m ligado ao consumo elevado a cada ingest\u00e3o. Uma vez que ao serem introduzidas ao lote de mult\u00edparas diminuem a frequ\u00eancia de visita\u00e7\u00e3o ao cocho e consequentemente consomem muito a cada visita.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que nos primeiros 160 dias de lacta\u00e7\u00e3o, com destaque aos dias 100 e 130, h\u00e1 a tend\u00eancia de maior consumo de mat\u00e9ria seca e concentrados, dessa forma, aumentando a suscetibilidade para que o problema ocorra.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, <strong>animais com tempo elevado de priva\u00e7\u00e3o de comida tamb\u00e9m est\u00e3o sujeitos ao desencadeamento da enfermidade.<\/strong> J\u00e1 que, ocorre o exagero no consumo de ra\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o per\u00edodo de abstin\u00eancia, seja por falta de comida no cocho ou em casos de disputa por espa\u00e7o de cocho.<\/p>\n<p>Em casos de jejum prolongado tem-se interfer\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias lactil\u00edticas, e isso ocorre devido \u00e0 sensibilidade desses microrganismos ao pH mais elevado (em decorr\u00eancia do jejum).<\/p>\n<p>Consequentemente, h\u00e1 um ac\u00famulo de \u00e1cido l\u00e1tico, por ele n\u00e3o ser utilizado como um substrato para as bact\u00e9rias lactil\u00edticas na forma\u00e7\u00e3o de AGV (\u00c1cidos Graxos Vol\u00e1teis) e pelo pH estar muito baixo e n\u00e3o ser favor\u00e1vel para que as mesmas atuem.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-23788 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR.jpg\" alt=\"Comportamento da produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos e o pH do r\u00famen durante um quadro de Acidose L\u00e1tica Ruminal\" width=\"686\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR.jpg 686w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-300x224.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-370x276.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-270x202.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-80x60.jpg 80w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/producao-de-acidos-e-o-pH-do-rumen-durante-ALR-150x112.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 686px) 100vw, 686px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Esquema demonstrando o comportamento da produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos e o pH do r\u00famen durante um quadro de Acidose L\u00e1tica Ruminal (ALR). Fonte: Jo\u00e3o Paulo Elsen Saut<\/span><\/p>\n<p>Outros fatores correspondentes \u00e0 <strong>disposi\u00e7\u00e3o da dieta<\/strong>, deve-se ao caso de haver, de fato, erro na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/dietas-para-bovinos-leiteiros\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">formula\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong>, de modo que a propor\u00e7\u00e3o volumoso: concentrado esteja desbalanceada.<\/p>\n<p>Segundo, deve-se \u00e0 mistura da dieta total, j\u00e1 que, os bovinos apresentam a tend\u00eancia de selecionar alimentos concentrados (mais palat\u00e1veis), de modo que consigam segregar a parte volumosa.<\/p>\n<p>Por fim, a disponibilidade de fibra efetiva, relacionado ao tamanho da part\u00edcula, para assim, atingir n\u00edveis interessantes de rumina\u00e7\u00e3o, mastiga\u00e7\u00e3o e saliva\u00e7\u00e3o. Vale salientar que um dos fatores que podem levar a um quadro agudo de acidose est\u00e1 associado ao livre acesso dos animais a dep\u00f3sitos de ra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por fim, fatores que exercem influ\u00eancia na alimenta\u00e7\u00e3o dos animais e s\u00e3o os geradores de estresse, como, por exemplo, o <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/estresse-termico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estresse t\u00e9rmico<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Uma vez que, devido \u00e0 hiperventila\u00e7\u00e3o (animal ofegante) h\u00e1 a diminui\u00e7\u00e3o da rumina\u00e7\u00e3o, consequentemente da saliva\u00e7\u00e3o, a qual possui um papel tamponante (auxilia a manter os n\u00edveis adequados de pH). Al\u00e9m do alimento prolongar seu tempo no r\u00famen, seguido da produ\u00e7\u00e3o intensa de \u00e1cidos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas<\/h2>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do pH pode-se ter altera\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas como a diminui\u00e7\u00e3o da motilidade ruminal, ruminite e hiperqueratose da mucosa, podendo ocorrer aumento da press\u00e3o osm\u00f3tica ruminal, diminui\u00e7\u00e3o do volume extra-celular, desidrata\u00e7\u00e3o, diminui\u00e7\u00e3o da perfus\u00e3o sangu\u00ednea perif\u00e9rica e at\u00e9 mesmo a diminui\u00e7\u00e3o do fluxo sangu\u00edneo renal, caracterizando um quadro de acidose metab\u00f3lica.<\/p>\n<p>A <strong>Acidose L\u00e1ctea Ruminal (ALR)<\/strong> por ter um car\u00e1ter mais agudo, possui sinais cl\u00ednicos mais evidentes e, de certa forma, preocupantes. Com o avan\u00e7ar da doen\u00e7a o animal apresenta anorexia, desidrata\u00e7\u00e3o, diarreia e pode apresentar dec\u00fabito esternal e progressiva depress\u00e3o do estado geral, inclusive com altera\u00e7\u00f5es do estado de consci\u00eancia.<\/p>\n<p>J\u00e1 a <strong>Acidose Ruminal de \u00c1cidos Graxos de Cadeia Curta (ARAGCC)<\/strong>\u00a0ocorre de modo inespec\u00edfico, inclusive pode ter ocorr\u00eancia mais branda. De modo que haja varia\u00e7\u00e3o na ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca, pode-se ter ocorr\u00eancia de fezes mais pastosas \u00e0 l\u00edquidas e\/ ou com alimentos mal digeridos.<\/p>\n<p>Em ambos casos, quanto menor o pH ruminal, mais comprometido estar\u00e1 o estado geral e mental do animal.<\/p>\n<p>A forma de tratamento deve ser baseada na corre\u00e7\u00e3o da acidose ruminal, de modo que eleve o pH ruminal, para que as bact\u00e9rias produtoras de \u00e1cido parem sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Manifesta\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias \u00e0 acidose ruminal<\/h3>\n<p>Devido ao ac\u00famulo de \u00e1cidos e altera\u00e7\u00f5es significativas no funcionamento do r\u00famen, a acidose ruminal, al\u00e9m de suas pr\u00f3prias manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, \u00e9 um fator potencial no desencadeamento de outras enfermidades.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio a <strong>rumenite<\/strong>, \u00e9 decorrente das les\u00f5es \u00e0 parede do r\u00famen, de modo que haja varia\u00e7\u00e3o em suas fun\u00e7\u00f5es. Inclusive na absor\u00e7\u00e3o, podendo ocorrer dissemina\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es para os outros \u00f3rg\u00e3os, como o f\u00edgado, por exemplo.<\/p>\n<p>A <strong>laminite ass\u00e9ptica<\/strong>, em decorr\u00eancia da absor\u00e7\u00e3o de lipopolissacar\u00eddeos (LPS), gera <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/tratamento-de-cascos-em-bovinos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">les\u00f5es<\/a><\/strong> vasculares, inclusive vasoconstri\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica, a qual pode gerar hip\u00f3xia nas l\u00e2minas do casco. Ambas situa\u00e7\u00f5es geram extremo desconforto, seguido de claudica\u00e7\u00e3o, de modo que interfere na busca por alimento do animal, <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/queda-na-producao-de-leite\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong> e queda de \u00edndices reprodutivos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, devido ao desequil\u00edbrio e disposi\u00e7\u00e3o dos \u00e1cidos, <strong>h\u00e1 altera\u00e7\u00e3o na propor\u00e7\u00e3o de prote\u00edna e gordura do leite<\/strong>, j\u00e1 que, a s\u00edntese de gordura l\u00e1ctea \u00e9 prejudicada. Apesar dessa diminui\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser exclusiva da acidose ruminal, e ter varia\u00e7\u00f5es no rebanho, \u00e9 um ponto de aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico?<\/h2>\n<p>O diagn\u00f3stico pode ser feito baseado no hist\u00f3rico da propriedade, com destaque aos surtos agudos, que s\u00e3o mais caracter\u00edsticos aos casos cr\u00f4nicos. Junto \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o de exames complementares, como a <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/avaliacao-do-liquido-ruminal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">an\u00e1lise do suco de r\u00famen<\/a><\/strong> (o ideal \u00e9 por pun\u00e7\u00e3o direta, j\u00e1 que, pode haver varia\u00e7\u00f5es por sonda devido \u00e0 \u201ccontamina\u00e7\u00e3o\u201d do material com saliva &#8211; tamponante).<\/p>\n<p>Essa investiga\u00e7\u00e3o do suco implica em acompanhar a atividade de protozo\u00e1rios e bact\u00e9rias mutual\u00edsticas no microsc\u00f3pio ou realizar o teste de tempo de redu\u00e7\u00e3o do azul de metileno. O qual consiste em observar o retorno da mesma colora\u00e7\u00e3o anterior \u00e0 adi\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia, em determinado tempo, a fim de avaliar a atividade microbiana.<\/p>\n<h2>Preju\u00edzos causados pela acidose ruminal<\/h2>\n<p>Essas situa\u00e7\u00f5es geram preju\u00edzos ao produtor n\u00e3o apenas com <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/eficacia-dos-tratamentos-bovinos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">tratamento e medicamentos<\/a><\/strong>, mas tamb\u00e9m no que leva \u00e0 perda de produtividade, diminui\u00e7\u00e3o da s\u00edntese de gordura do leite, potencial descarte precoce e involunt\u00e1rio dos animais e devido \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias. Al\u00e9m de que os surtos agudos representam elevado \u00edndice de mortalidade.<\/p>\n<p>Uma propriedade com problemas decorrentes de acidose metab\u00f3lica pode ter uma <strong>perda produtiva de 2L\/ vaca\/ dia<\/strong>. Embora cada local apresente um cen\u00e1rio, \u00e9 not\u00f3rio que quanto maior a incid\u00eancia de novos casos, maior o preju\u00edzo por animal. Ademais, a bonifica\u00e7\u00e3o relacionada ao teor de gordura tamb\u00e9m \u00e9 afetada.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-23789 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio.jpg\" alt=\"Tabela demonstrando a distribui\u00e7\u00e3o da bonifica\u00e7\u00e3o por gordura de um latic\u00ednio\" width=\"335\" height=\"396\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio.jpg 335w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio-254x300.jpg 254w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio-270x319.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/distribuicao-da-bonificacao-por-gordura-de-um-laticinio-150x177.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 335px) 100vw, 335px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400; font-size: 10pt;\">Tabela demonstrando a distribui\u00e7\u00e3o da bonifica\u00e7\u00e3o por gordura de um latic\u00ednio.\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400; font-size: 10pt;\">Fonte: Milkpoint, 2021<\/span><\/p>\n<h2>\u00c9 poss\u00edvel prevenir a acidose ruminal?<\/h2>\n<p>Uma vez que se sabe dos principais fatores causadores da acidose ruminal, \u00e9<strong> fundamental a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7a de dieta, espa\u00e7amento de cocho condizente com o n\u00famero de animais, ter alimento sempre dispon\u00edvel e fornecer a dieta de maneira adequada.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A princ\u00edpio, a adapta\u00e7\u00e3o gradativa de vacas leiteiras tem in\u00edcio no per\u00edodo pr\u00e9 parto, especificamente cerca de 4 semanas precedentes ao mesmo.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, quando se refere ao espa\u00e7o de cocho, o ideal \u00e9 que tenha um local confort\u00e1vel entre os animais. De modo que, todos consigam ingerir as por\u00e7\u00f5es adequadas da dieta e evite estresse ou altos consumos em menor frequ\u00eancia, em decorr\u00eancia da disputa de cocho.<\/p>\n<p>Logo, o ideal \u00e9 que vacas em lacta\u00e7\u00e3o tenham espa\u00e7amento de m\u00ednimo 70 cm linear de cocho. Animais em pr\u00e9-parto e p\u00f3s-parto na condi\u00e7\u00e3o de vacas e <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/guia-para-o-sucesso-na-criacao-de-novilhas-leiteiras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">novilhas<\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">\/prim\u00edparas em lotes separados em torno de 80 cm linear de cocho e em casos onde os lotes pr\u00e9 e p\u00f3s-parto s\u00e3o compostos por vacas e novilhas\/prim\u00edparas juntas \u00e9 recomendado que esse espa\u00e7amento de cocho seja se 1m linear.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Vale ressaltar tamb\u00e9m que mult\u00edparas tendem a exercer maior domin\u00e2ncia sobre as prim\u00edparas, logo, se poss\u00edvel \u00e9 indicado separar lotes para cada uma dessas categorias.<\/p>\n<p>Outro ponto importante, \u00e9 evitar que os animais fiquem muito tempo em jejum, portanto, \u00e9 recomend\u00e1vel ter alimento dispon\u00edvel. Dessa forma, ao inv\u00e9s de deixar o cocho totalmente sem comida, tem maior valor deix\u00e1-lo com, pelo menos, 3% de sobra antes de repor por completo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>um volumoso de qualidade que proporcione uma boa rumina\u00e7\u00e3o e consequentemente, promova a saliva\u00e7\u00e3o, \u00e9 indispens\u00e1vel<\/strong>. Entretanto, deve-se ter aten\u00e7\u00e3o quanto ao tamanho das part\u00edculas, a fim de evitar a pr\u00e9-sele\u00e7\u00e3o dos animais. Logo, usar a t\u00e9cnica de Penn State (peneiras separadoras de part\u00edculas), se mostra muito eficaz para avalia\u00e7\u00e3o da propor\u00e7\u00e3o do tamanho das part\u00edculas.<\/p>\n<p>Avaliar os animais de forma constante, principalmente os animais de lote pr\u00e9-parto que consumem dieta acidog\u00eanica, com aferi\u00e7\u00e3o do pH de urina o qual demonstrar\u00e1 a efici\u00eancia no uso dessa dieta, mas tamb\u00e9m para avalia\u00e7\u00e3o se n\u00e3o est\u00e1 ocorrendo quedas acentuadas de pH e consequentemente contribuindo para quadros de acidose.<\/p>\n<p>Por fim, h\u00e1 como alternativa o uso de ion\u00f3foros e probi\u00f3ticos como aditivos na dieta, a fim de garantir um controle maior sobre as bact\u00e9rias com maior capacidade em reduzir o pH ruminal. Entretanto, vale ressaltar a adapta\u00e7\u00e3o e fornecimento da quantidade ideal, quando se refere aos ion\u00f3foros, j\u00e1 que, tem potencial t\u00f3xico, quando em excesso.<\/p>\n<h2>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/h2>\n<p>\u00c9 not\u00f3rio ent\u00e3o que a acidose ruminal \u00e9 um problema de sa\u00fade que afeta de forma significativa a produ\u00e7\u00e3o das vacas. Sua import\u00e2ncia reside em v\u00e1rios aspectos como o impacto na sa\u00fade e bem-estar do animal, na redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite, na perda de efici\u00eancia alimentar, no aumento dos custos e tamb\u00e9m nos desafios de manejo.<\/p>\n<p>Deter de um manejo alimentar adequado, aliado a uma boa formula\u00e7\u00e3o da dieta e atuar em fatores predisponentes s\u00e3o cruciais para minimizar esses impactos negativos.<\/p>\n<h2>Mais sa\u00fade para o rebanho, mais lucro para a fazenda<\/h2>\n<p>Prevenir a acidose ruminal vai muito al\u00e9m de ajustes na dieta, exige compreender profundamente a nutri\u00e7\u00e3o, o manejo e a gest\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\">P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira<\/a><\/strong>, voc\u00ea aprende a aplicar t\u00e9cnicas modernas e comprovadas para manter o rebanho saud\u00e1vel, evitar preju\u00edzos e potencializar a produtividade. Estude com especialistas que vivem o dia a dia do campo e transformam conhecimento em resultados reais.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-23083\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda.jpg\" alt=\"Bruna Maeda - Equipe Leite Rehagro\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/bruna-maeda-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22798\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg\" alt=\"Laryssa Mendon\u00e7a\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A acidose ruminal tem sido uma das principais afec\u00e7\u00f5es que acometem o gado leiteiro. 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