{"id":21824,"date":"2023-07-21T09:00:30","date_gmt":"2023-07-21T12:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=21824"},"modified":"2026-04-09T19:01:34","modified_gmt":"2026-04-09T22:01:34","slug":"doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/doencas-reprodutivas-em-gado-de-leite\/","title":{"rendered":"Principais doen\u00e7as reprodutivas em bovinos leiteiros e os seus impactos"},"content":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria do agroneg\u00f3cio \u00e9 fundamental para a economia mundial, e dentro desse setor, a produ\u00e7\u00e3o de leite desempenha um papel crucial. Dessa forma, para garantir um bom desempenho nessa atividade, dentre os diversos fatores envolvidos, \u00e9 essencial estar atento e cuidar da <strong>sa\u00fade reprodutiva dos bovinos leiteiros<\/strong>.<\/p>\n<p>Existem diversas doen\u00e7as que podem afetar negativamente a reprodu\u00e7\u00e3o desses animais, onde as perdas decorrentes de doen\u00e7as representam um desafio significativo para qualquer rebanho, devido aos impactos negativos que s\u00e3o ocasionados tanto na quest\u00e3o produtiva, reprodutiva e tamb\u00e9m <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">financeira<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Quando pensamos em doen\u00e7as reprodutivas, a situa\u00e7\u00e3o pode se tornar mais complicada, pois muitas perdas gestacionais s\u00e3o ocasionadas por essas doen\u00e7as, mas a detec\u00e7\u00e3o ocorre apenas quando o problema j\u00e1 est\u00e1 instalado e as consequ\u00eancias dele estabelecidas.<\/p>\n<p>\u00c9 comum o produtor suspeitar ou perceber que algo est\u00e1 errado quando, por exemplo, j\u00e1 tem casos de abortos ou outros problemas reprodutivos acontecendo e o rebanho se encontra infectado.<\/p>\n<p>Dessa forma, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia adotar <strong>medidas preventivas<\/strong> e de controle eficazes, assim como realizar um diagn\u00f3stico precoce e um tratamento adequado das doen\u00e7as reprodutivas em bovinos leiteiros.<\/p>\n<p>Ao compreender os principais <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/manejo-reprodutivo-de-vacas-leiteiras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">problemas que afetam a reprodu\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong>, \u00e9 poss\u00edvel implementar estrat\u00e9gias apropriadas para minimizar as perdas e maximizar a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Dentre as principais doen\u00e7as que afetam a reprodu\u00e7\u00e3o dos bovinos leiteiros podemos destacar as doen\u00e7as bacterianas, virais, as causadas por protozo\u00e1rios e at\u00e9 mesmo doen\u00e7as metab\u00f3licas.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? 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A <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/brucelose-bovina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">brucelose bovina<\/a><\/strong> ainda \u00e9 end\u00eamica no Brasil, com impactos econ\u00f4micos significativos, incluindo restri\u00e7\u00f5es ao com\u00e9rcio internacional de produtos de origem animal.<\/p>\n<p>Causada pela bact\u00e9ria <i>Brucella abortus<\/i>, al\u00e9m de ser uma preocupa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade p\u00fablica, a brucelose bovina pode levar a abortos, infertilidade e diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o ocorre principalmente por meio do contato direto com animais infectados, fetos abortados, placentas contaminadas ou ingest\u00e3o de leite cru contaminado, entretanto, <strong>o principal meio de introdu\u00e7\u00e3o da brucelose em um rebanho saud\u00e1vel \u00e9 pela aquisi\u00e7\u00e3o de animais infectados.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 uma medida eficaz para reduzir a preval\u00eancia da doen\u00e7a, sendo obrigat\u00f3ria a vacina\u00e7\u00e3o com a vacina B19 para f\u00eameas jovens de 3 a 8 meses de idade e a RB51 para f\u00eameas adultas de status vacinal desconhecido.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 importante determinar medidas de biosseguran\u00e7a, como controle sanit\u00e1rio na introdu\u00e7\u00e3o de animais, monitoramento do rebanho, realiza\u00e7\u00e3o de exames de diagn\u00f3stico e descarte de animais infectados s\u00e3o essenciais para o controle da brucelose.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-prevencao-controle-mastite-bovina?utm_campaign=material-leite&amp;utm_source=ebook-mastite&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39652 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-mastite-bovina.png\" alt=\"E-book Preven\u00e7\u00e3o e 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g\u00eanero Leptospira, que pode manifestar de forma aguda e tox\u00eamica at\u00e9 cr\u00f4nica e inaparente, o que tamb\u00e9m impacta negativamente na reprodu\u00e7\u00e3o, promovendo causos de aborto, feto mumificado, nascimento de bezerros fracos, cios irregulares, aumento do intervalo entre partos e at\u00e9 mesmo infertilidade.<\/p>\n<p>Essas bact\u00e9rias s\u00e3o transmitidas principalmente pela <strong>urina de animais infectados<\/strong>, como ratos, contaminando \u00e1gua, solo, pastagens e outros alimentos, mas tamb\u00e9m por transmiss\u00e3o transplacent\u00e1ria, nasal, conjuntival e vaginal, por meio de contato al\u00e9m da urina, com s\u00eamen, sangue, secre\u00e7\u00f5es vaginais e ingest\u00e3o de tecidos infectados.<\/p>\n<p><strong>A urina do bovino contaminado \u00e9 o principal meio de transmiss\u00e3o<\/strong>, pois mesmo que o animal apresente recupera\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da doen\u00e7a, a elimina\u00e7\u00e3o das leptospiras pela urina pode acontecer por at\u00e9 280 dias em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de temperatura e umidade.<\/p>\n<p>Do ponto de vista epidemiol\u00f3gico os roedores (ratos) s\u00e3o reservat\u00f3rios naturais e importantes vetores, entretanto, \u00e9 muito importante entender que mesmo sendo uma importante forma de infec\u00e7\u00e3o para o rebanho, no meio rural os principais reservat\u00f3rios da doen\u00e7a dentro da fazenda s\u00e3o os pr\u00f3prios animais infectados.<\/p>\n<h4>Impactos da leptospirose<\/h4>\n<p>A infec\u00e7\u00e3o pode resultar em falhas reprodutivas, como abortos, nascimento de bezerros fracos e prematuros, redu\u00e7\u00e3o da <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/taxa-de-concepcao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">taxa de concep\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong>, infertilidade, queda na produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Medidas de preven\u00e7\u00e3o, como a vacina\u00e7\u00e3o anual e o controle do ambiente, s\u00e3o importantes para reduzir o risco de contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que o controle da leptospirose em bovinos requer uma abordagem abrangente, combinando diferentes medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle, onde podemos citar:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Vacina\u00e7\u00e3o dos animais<\/strong>: Deter de um calend\u00e1rio sanit\u00e1rio estrat\u00e9gico e espec\u00edfico e que contemple os principais desafios do rebanho. Ent\u00e3o, a partir do calend\u00e1rio, contar com a vacina\u00e7\u00e3o dos animais, que \u00e9 uma medida importante para prevenir a doen\u00e7a e reduzir a dissemina\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Controle de roedores<\/strong>: Essencial a ado\u00e7\u00e3o de medidas para controlar a popula\u00e7\u00e3o de roedores na propriedade, mantendo sempre instala\u00e7\u00f5es limpas, eliminar fontes de abrigo e fontes de alimento para os roedores, al\u00e9m de ser importante deter de armadilhas apropriadas para controle.<\/li>\n<li><strong>Higiene das instala\u00e7\u00f5es e manejo adequado<\/strong>: importante certificar a limpeza de forma regular das \u00e1reas onde os animais vivem, removendo a urina e utilizando desinfetantes adequados.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Campilobacteriose<\/h3>\n<p>A Campilobacteriose \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa que afeta bovinos, causada pela bact\u00e9ria <i>Campylobacter fetus, <\/i>a qual \u00e9 respons\u00e1vel por infec\u00e7\u00f5es genitais em bovinos, resultando em problemas reprodutivos como<strong> infertilidade, falhas na concep\u00e7\u00e3o, repeti\u00e7\u00e3o de cio e abortos<\/strong>.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o ocorre durante a monta natural ou <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/protocolos-iatf-na-pecuaria-leiteira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">insemina\u00e7\u00e3o artificial<\/a><\/strong>. Os touros s\u00e3o os principais disseminadores da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A bact\u00e9ria pode sobreviver e se multiplicar no trato genital dos bovinos, podendo causar infec\u00e7\u00f5es e afetar negativamente a sa\u00fade reprodutiva do rebanho. O controle desta doen\u00e7a envolve:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Diagn\u00f3stico<\/strong>: Importante realizar exames laboratoriais para confirma\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da campilobacteriose no rebanho, onde esse diagn\u00f3stico \u00e9 feito atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de isolamento e identifica\u00e7\u00e3o da bact\u00e9ria a partir de amostras, como muco vaginal, conte\u00fado uterino e s\u00eamen.<\/li>\n<li><strong>Higiene e manejo adequados<\/strong>: ideal higiene adequada das instala\u00e7\u00f5es e equipamentos \u00e9 fundamental para prevenir a dissemina\u00e7\u00e3o da bact\u00e9ria. Importante ter uma rotina de desinfec\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de manejo, currais, bretes e ordenha.<\/li>\n<li><strong>Vacina\u00e7\u00e3o<\/strong>: Importante a fazenda possuir um calend\u00e1rio sanit\u00e1rio estrat\u00e9gico para o rebanho.<\/li>\n<li><strong>Controle de vetores<\/strong>: principalmente as moscas podem atuar como vetores da campilobacteriose, por isso, \u00e9 importante adotar medidas de controle de vetores, como a ado\u00e7\u00e3o de armadilhas de moscas, a fim de minimizar a exposi\u00e7\u00e3o dos animais a esses insetos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h2>Doen\u00e7as virais<\/h2>\n<h3>Rinotraque\u00edte Infecciosa Bovina (IBR)<\/h3>\n<p>A infec\u00e7\u00e3o pelo herpesv\u00edrus bovino (IBR) \u00e9 causada por um v\u00edrus que pode se apresentar de duas maneiras: <strong>forma respirat\u00f3ria ou genital<\/strong>. A contamina\u00e7\u00e3o ocorre principalmente durante a reprodu\u00e7\u00e3o e em animais jovens infectados pelas m\u00e3es.<\/p>\n<p>O v\u00edrus replica em c\u00e9lulas epiteliais da mucosa conjuntival, genital e respirat\u00f3ria e pode permanecer latente em g\u00e2nglios nervosos por longos per\u00edodos e se tornar ativo em momentos de exposi\u00e7\u00e3o a fatores estressantes, os quais reduzem a resist\u00eancia imunol\u00f3gica e ocasiona a elimina\u00e7\u00e3o de part\u00edculas virais, em muitos casos sem que o animal apresente sinais cl\u00ednicos da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s ter sofrido a infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, o animal se torna portador do v\u00edrus por toda sua vida, atuando como uma fonte de infec\u00e7\u00e3o dentro da propriedade.<\/p>\n<p>A dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus nos rebanhos pode ocorrer de forma direta e indireta, onde a forma direta \u00e9 a mais relevante e ocorre por contato com mucosas e secre\u00e7\u00f5es, incluindo secre\u00e7\u00e3o nasal, ocular e genital, s\u00eamen, part\u00edculas de aeross\u00f3is e anexos fetais infectados.<\/p>\n<p>J\u00e1 a forma indireta ocorre principalmente por f\u00f4mites e aeross\u00f3is, onde a insemina\u00e7\u00e3o artificial representa um papel importante na entrada da doen\u00e7a no rebanho e a monta natural pode ser considerada a forma principal de cont\u00e1gio.<\/p>\n<p>Em bovinos causa v\u00e1rias doen\u00e7as, incluindo infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias, vulvovaginite pustular inflamat\u00f3ria, balanopostite pustular infeccioasa, conjuntivite, infertilidade, abortos e encefalite.<\/p>\n<h4>Impactos da IBR<\/h4>\n<p>Quanto ao impacto econ\u00f4mico que esse v\u00edrus pode ocasionar podemos citar:<\/p>\n<ul>\n<li>Crescimento retardado de animais jovens<\/li>\n<li>Menor produ\u00e7\u00e3o de leite<\/li>\n<li>Abortos frequentes<\/li>\n<li>Morte embrion\u00e1ria ou fetal<\/li>\n<li>Menor efici\u00eancia reprodutiva das vacas: \u00e9 not\u00f3rio o comprometimento dos indicadores reprodutivos, como o intervalo entre partos, n\u00famero de servi\u00e7os por concep\u00e7\u00e3o, taxa de concep\u00e7\u00e3o, taxa de mortalidade embrion\u00e1ria, abortos e natimortos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 muito importante diagnosticar a doen\u00e7a na propriedade, onde al\u00e9m dos sinais cl\u00ednicos \u00e9 necess\u00e1rio o apoio de m\u00e9todos laboratoriais, como o isolamento viral em cultivo celular.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia de controle depende da situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica do rebanho e pode envolver vacina\u00e7\u00e3o, a qual \u00e9 considerada um eficiente agente de controle do v\u00edrus nos rebanhos, descarte de animais saud\u00e1veis que s\u00e3o soropositivos e considerados reservat\u00f3rios do v\u00edrus e medidas de biosseguran\u00e7a.<\/p>\n<h3>Diarreia bovina a v\u00edrus (BVD)<\/h3>\n<p>A Diarreia Viral Bovina (BVD) \u00e9 uma enfermidade viral que afeta bovinos de todas as idades com grande import\u00e2ncia mundial devido aos <strong>impactos econ\u00f4micos<\/strong> que ela traz.<\/p>\n<p>\u00c9 causada por um v\u00edrus da fam\u00edlia <i>Pestivirus<\/i>, altamente vari\u00e1vel geneticamente.<\/p>\n<p>Quanto ao impacto econ\u00f4mico causado, podemos citar o custo com tratamentos de animais doentes, menor produ\u00e7\u00e3o de leite no caso de vacas positivas \u2014 <strong>vacas positivas produzem cerca de 1,7 litros de leite a menos<\/strong> em compara\u00e7\u00e3o com vacas negativas, maior incid\u00eancia de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/o-que-e-mastite-bovina-e-quais-seus-impactos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mastite cl\u00ednica<\/a><\/strong> (7 a 13%) em animais positivos, al\u00e9m disso, podemos citar o aumento dos <strong>custos operacionais<\/strong> e tamb\u00e9m o custo em manter animais com problemas reprodutivos na propriedade.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o ocorre por contato direto e indireto, inala\u00e7\u00e3o, via oral ou transplacent\u00e1ria.<\/p>\n<p>Uma caracter\u00edstica desse v\u00edrus \u00e9 a capacidade de ocasionar uma infec\u00e7\u00e3o fetal persistente quando ocorre infec\u00e7\u00e3o nos primeiros tr\u00eas meses de gesta\u00e7\u00e3o. Os animais nessa fase n\u00e3o possuem um sistema imune maduro, ocorrendo ent\u00e3o um reconhecimento das prote\u00ednas virais como pr\u00f3prias do feto, tornando ent\u00e3o esse animal <strong>persistentemente infectado (PI)<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21825\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/rotas-da-diarreia-bovina-viral.jpg\" alt=\"Rotas da diarreia bovina viral\" width=\"397\" height=\"332\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/rotas-da-diarreia-bovina-viral.jpg 397w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/rotas-da-diarreia-bovina-viral-300x251.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/rotas-da-diarreia-bovina-viral-370x309.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/rotas-da-diarreia-bovina-viral-270x226.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/rotas-da-diarreia-bovina-viral-359x300.jpg 359w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/rotas-da-diarreia-bovina-viral-150x125.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 397px) 100vw, 397px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400; font-size: 10pt;\">Esquema mostrando duas poss\u00edveis rotas da infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus da BVD. A rota da esquerda considerada a mais comum \u00e9 aquela onde a vaca n\u00e3o PI se infecta com o v\u00edrus enquanto gestante e com isso produz um bezerro PI. A rota da direita, considerada menos comum, \u00e9 aquela onde a vaca \u00e9 PI e se torna gestante, originando um novo bezerro PI.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte:BVD Virus control &amp; Eradication Recommendations for Cow-Calf Production, Academy of veterinary Consultants<\/span><\/i><\/span><\/p>\n<p>Os animais PI s\u00e3o tolerantes a BVD e por isso s\u00e3o respons\u00e1veis por manter e disseminar o v\u00edrus dentro do rebanho, podendo ser considerados ent\u00e3o como vetores.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21826\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/bezerro-persistentemente-infectado-diarreia-bovina-viral.jpg\" alt=\"Bezerro persistentemente infectado\" width=\"466\" height=\"370\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/bezerro-persistentemente-infectado-diarreia-bovina-viral.jpg 466w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/bezerro-persistentemente-infectado-diarreia-bovina-viral-300x238.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/bezerro-persistentemente-infectado-diarreia-bovina-viral-370x294.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/bezerro-persistentemente-infectado-diarreia-bovina-viral-270x214.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/bezerro-persistentemente-infectado-diarreia-bovina-viral-150x119.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400; font-size: 10pt;\">Esquema mostrando o bezerro persistentemente infectado\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400; font-size: 10pt;\">Fonte: The Center for Food Security and Public Health, Iowa State University<\/span><\/p>\n<h4>Impactos e controle da BVD<\/h4>\n<p>A BVD causa v\u00e1rias manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, dentre elas:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Problemas reprodutivos<\/strong> \u2014 o v\u00edrus \u00e9 capaz de se instalar no sistema reprodutivo, sendo respons\u00e1vel por causar infertilidade, baixa taxa de concep\u00e7\u00e3o, reabsor\u00e7\u00e3o embrion\u00e1ria e at\u00e9 abortos.<\/li>\n<li><strong>Nascimentos de bezerros fracos ou mal formados<\/strong><\/li>\n<li><strong>Baixo desempenho de animais persistentemente infectados<\/strong> \u2014 devido ao poder imunossupressor do v\u00edrus, o animal infectado se torna suscept\u00edvel a infec\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias e at\u00e9 mesmo outros v\u00edrus.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O controle pode ser realizado com vacina\u00e7\u00e3o, especialmente em rebanhos com alta rotatividade de animais, hist\u00f3rico de doen\u00e7as ou sorologia positiva.<\/p>\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o e descarte dos animais PI \u00e9 uma medida crucial para controlar a doen\u00e7a. Essa identifica\u00e7\u00e3o consiste na realiza\u00e7\u00e3o de testes laboratoriais, como imuno-histoqu\u00edmico, rea\u00e7\u00e3o da cadeia em polimerase (PCR) e teste imunoenzim\u00e1tico (ELISA direto), os quais s\u00e3o considerados m\u00e9todos de triagem de animais nascidos na \u00faltima gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 importante implementar medidas de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/biosseguridade-na-pecuaria-leiteira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">biosseguridade<\/a><\/strong>, como quarentena de animais rec\u00e9m adquiridos, limpeza e desinfec\u00e7\u00e3o adequada das instala\u00e7\u00f5es e equipamentos, al\u00e9m da realiza\u00e7\u00e3o de exames para identifica\u00e7\u00e3o do v\u00edrus.<\/p>\n<p>As vacinas n\u00e3o curam animais infectados, mas ajudam a reduzir a transmiss\u00e3o e a intensidade das manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas. O controle da BVD visa eliminar os animais PI e prevenir a infec\u00e7\u00e3o fetal para evitar a gera\u00e7\u00e3o de novos PIs.<\/p>\n<h2>Doen\u00e7a causada por protozo\u00e1rios<\/h2>\n<h3>Neosporose<\/h3>\n<p>A neosporose \u00e9 uma doen\u00e7a causada pelo protozo\u00e1rio <i>Neospora caninum<\/i>. Essa doen\u00e7a afeta principalmente vacas gestantes, onde o aborto \u00e9 o principal problema relacionado, al\u00e9m tamb\u00e9m da possibilidade de ocorr\u00eancia de absor\u00e7\u00e3o embrion\u00e1ria, nascimento de bezerros fracos e infertilidade.<\/p>\n<p>Quando pensamos nas perdas econ\u00f4micas ocasionadas, al\u00e9m do aborto, a neosporose pode promover o descarte prematuro das matrizes, mortalidade de neonatos e tamb\u00e9m maiores custos operacionais, com diagn\u00f3stico e com a reposi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>A<strong> transmiss\u00e3o<\/strong> pode ocorrer por meio da <strong>ingest\u00e3o de alimentos contaminados com oocistos ou pela transmiss\u00e3o vertical da vaca para o feto<\/strong>.<\/p>\n<p>Medidas preventivas incluem o controle de c\u00e3es, que podem ser hospedeiros definitivos, e a utiliza\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas adequadas de higiene e manejo.<\/p>\n<p>O c\u00e3o \u00e9 considerado o hospedeiro definitivo, ocorrendo a elimina\u00e7\u00e3o de oocistos n\u00e3o esporulados nas fezes ap\u00f3s os mesmos terem ingerido tecidos ou \u00f3rg\u00e3os dos hospedeiros intermedi\u00e1rios.<\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o ocorre principalmente de duas formas:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><strong>Horizontal<\/strong>: pela contamina\u00e7\u00e3o das pastagens, ra\u00e7\u00e3o ou \u00e1gua com oocistos eliminados por animais infectados, como c\u00e3es e bovinos.<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><strong>Vertical<\/strong>: tamb\u00e9m conhecida como \u201cinfec\u00e7\u00e3o cong\u00eanita\u201d, da vaca para o bezerro, considerada a forma mais comum de transmiss\u00e3o. Essa forma de transmiss\u00e3o em muitos casos provoca o aborto, por\u00e9m, existe a possibilidade do nascimento de um bezerro saud\u00e1vel, por\u00e9m infectado.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21827\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ciclo-viral-da-neosporose.jpg\" alt=\"Ciclo viral da neosporose\" width=\"535\" height=\"518\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ciclo-viral-da-neosporose.jpg 535w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ciclo-viral-da-neosporose-300x290.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ciclo-viral-da-neosporose-370x358.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ciclo-viral-da-neosporose-270x261.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ciclo-viral-da-neosporose-310x300.jpg 310w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ciclo-viral-da-neosporose-150x145.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 535px) 100vw, 535px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ciclo biol\u00f3gico da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Neospora caninum. <\/span><\/i><\/span><span style=\"font-size: 10pt;\">Fonte:<span style=\"font-weight: 400;\"> Adaptado de Dubey et al. (2017)<\/span><\/span><\/p>\n<p>Medidas de controle da doen\u00e7a incluem a ado\u00e7\u00e3o de programas de monitoramento para a N. caninum, onde podemos citar a inclus\u00e3o de testes sorol\u00f3gicos em animais que abortaram e exames histopatol\u00f3gicos de tecidos fetais e placent\u00e1rios para confirmar a presen\u00e7a do protozo\u00e1rio.<\/p>\n<p>O descarte de animais positivos e a realiza\u00e7\u00e3o de uma reposi\u00e7\u00e3o dos animais de forma seletiva \u00e9 a forma mais eficiente de controle da infec\u00e7\u00e3o cong\u00eanita.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, como forma preventiva \u00e9 importante promover a restri\u00e7\u00e3o do acesso dos c\u00e3es a restos fetais e evitar o conv\u00edvio entre c\u00e3es e bovinos.<\/p>\n<h2>Doen\u00e7as metab\u00f3licas<\/h2>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que doen\u00e7as metab\u00f3licas, como <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/cetose-bovina-em-vacas-leiteiras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cetose<\/a><\/strong>, deslocamento de abomaso e <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/hipocalcemia-em-vacas-leiteiras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">hipocalcemia<\/a><\/strong>, tamb\u00e9m podem ter efeitos diretos ou indiretos sobre a sa\u00fade reprodutiva dos bovinos leiteiros.<\/p>\n<p>Os desequil\u00edbrios metab\u00f3licos e nutricionais resultantes dessas condi\u00e7\u00f5es podem comprometer a efici\u00eancia reprodutiva, levando a uma menor taxa de concep\u00e7\u00e3o, aumento dos dias abertos e outros problemas relacionados \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Portanto, \u00e9 fundamental adotar estrat\u00e9gias de manejo adequadas, como <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/7-dicas-para-estimular-consumo-de-alimentos-em-vacas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">nutri\u00e7\u00e3o balanceada<\/a><\/strong>, monitoramento constante e pr\u00e1ticas de preven\u00e7\u00e3o e tratamento eficazes para essas doen\u00e7as metab\u00f3licas, a fim de minimizar seu impacto negativo na sa\u00fade reprodutiva e na produtividade do rebanho leiteiro.<\/p>\n<h3>Cetose<\/h3>\n<p>A cetose ocorre devido a um desequil\u00edbrio no metabolismo energ\u00e9tico das vacas, geralmente no per\u00edodo <strong>p\u00f3s-parto<\/strong>, quando h\u00e1 uma maior demanda de energia para a produ\u00e7\u00e3o de leite. A falta de energia dispon\u00edvel pode levar a uma redu\u00e7\u00e3o na taxa de concep\u00e7\u00e3o e ao aumento dos dias abertos.<\/p>\n<p>A cetose n\u00e3o tratada ou mal controlada pode causar infertilidade tempor\u00e1ria e afetar negativamente a reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Deslocamento de abomaso<\/h3>\n<p>O deslocamento de abomaso \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o na qual o abomaso se move para uma posi\u00e7\u00e3o anormal no abd\u00f4men. <strong>Isso pode ocorrer principalmente ap\u00f3s o parto devido a dist\u00farbios metab\u00f3licos, como a cetose.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O deslocamento de abomaso pode causar uma diminui\u00e7\u00e3o no consumo de alimentos, perda de peso e redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite. Consequentemente, essas altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas e nutricionais podem afetar negativamente a sa\u00fade reprodutiva das vacas.<\/p>\n<h3>Hipocalcemia<\/h3>\n<p>A hipocalcemia \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o caracterizada por baixos n\u00edveis de c\u00e1lcio no sangue, que geralmente ocorre logo ap\u00f3s o parto.<\/p>\n<p>A defici\u00eancia de c\u00e1lcio pode causar problemas reprodutivos, como reten\u00e7\u00e3o de placenta, diminui\u00e7\u00e3o da tonicidade uterina e infertilidade tempor\u00e1ria.<\/p>\n<p>A hipocalcemia n\u00e3o tratada ou mal controlada com aux\u00edlio de dietas ani\u00f4nicas no pr\u00e9-parto pode levar a complica\u00e7\u00f5es adicionais e prolongar o per\u00edodo de recupera\u00e7\u00e3o reprodutiva das vacas.<\/p>\n<h2>Impactos das doen\u00e7as reprodutivas nos resultados da produ\u00e7\u00e3o de leite<\/h2>\n<p>As doen\u00e7as reprodutivas em bovinos leiteiros t\u00eam um impacto significativo nos resultados da produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>A infertilidade, os abortos e as falhas na concep\u00e7\u00e3o levam a um menor n\u00famero de vacas prenhes e, consequentemente, a uma redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite e menor <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/producao-de-leite-e-lucrativa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">lucratividade da atividade leiteira<\/a><\/strong>. Al\u00e9m disso, as doen\u00e7as reprodutivas podem aumentar o intervalo entre os partos, prolongando o per\u00edodo seco das vacas e diminuindo a efici\u00eancia produtiva.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as doen\u00e7as reprodutivas tamb\u00e9m podem causar problemas econ\u00f4micos, devido aos custos de tratamento e manejo, descarte de animais infectados e maiores custos para repor os animais.<\/p>\n<p>Para minimizar o impacto das doen\u00e7as reprodutivas na produ\u00e7\u00e3o de leite, \u00e9 fundamental adotar medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle adequadas. Isso inclui a implementa\u00e7\u00e3o de programas de vacina\u00e7\u00e3o conforme o calend\u00e1rio sanit\u00e1rio estrat\u00e9gico adotado na propriedade, o manejo adequado dos animais, a realiza\u00e7\u00e3o de exames regulares para detec\u00e7\u00e3o precoce de doen\u00e7as, o descarte apropriado de animais infectados e a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de higiene e manejo durante o parto.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, sabemos que as principais doen\u00e7as que afetam a efici\u00eancia reprodutiva em bovinos leiteiros podem ter um impacto significativo na lucratividade e sucesso da fazenda.<\/p>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o e o controle dessas doen\u00e7as s\u00e3o essenciais para garantir a sa\u00fade reprodutiva dos animais e melhorar os resultados econ\u00f4micos. Investir em boas pr\u00e1ticas de manejo, monitoramento constante e ado\u00e7\u00e3o de medidas preventivas adequadas s\u00e3o passos importantes para garantir a produtividade e a lucratividade do neg\u00f3cio.<\/p>\n<h2>Reprodu\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel \u00e9 sin\u00f4nimo de produ\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e lucrativa<\/h2>\n<p>As doen\u00e7as reprodutivas comprometem a taxa de prenhez, aumentam custos e reduzem a produtividade do rebanho.<\/p>\n<p>Na <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\">P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira<\/a><\/strong> do Rehagro, voc\u00ea aprende a identificar, prevenir e manejar esses problemas de forma estrat\u00e9gica, unindo sanidade, nutri\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o para garantir melhores \u00edndices reprodutivos e mais lucro na fazenda.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos\/pos-graduacao-em-pecuaria-leiteira?utm_campaign=mkt-materiais-pl&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-18727 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg\" alt=\"Banner P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Pecu\u00e1ria Leiteira\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl.jpg 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-300x97.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-768x248.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-370x120.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-270x87.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-740x239.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/banner-pl-150x49.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-23102\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ana-flavia-teixeira.jpg\" alt=\"Ana Fl\u00e1via Teixeira - Equipe Leite Rehagro\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ana-flavia-teixeira.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ana-flavia-teixeira-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ana-flavia-teixeira-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-23103\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ighor-oliveira.jpg\" alt=\"Ighor Oliveira - Equipe Leite Rehagro\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ighor-oliveira.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ighor-oliveira-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ighor-oliveira-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-22798 size-full\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg\" alt=\"Laryssa Mendon\u00e7a\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/laryssa-mendonca-150x48.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria do agroneg\u00f3cio \u00e9 fundamental para a economia mundial, e dentro desse setor, a produ\u00e7\u00e3o de leite desempenha um papel crucial. 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