{"id":14890,"date":"2022-09-02T14:09:12","date_gmt":"2022-09-02T17:09:12","guid":{"rendered":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/?p=14890"},"modified":"2026-01-30T13:45:45","modified_gmt":"2026-01-30T16:45:45","slug":"doencas-do-trigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/doencas-do-trigo\/","title":{"rendered":"As 7 principais doen\u00e7as do trigo: saiba como fazer o manejo correto"},"content":{"rendered":"<p>A ocorr\u00eancia e intensidade de doen\u00e7as na cultura do trigo, s\u00e3o afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil.<\/p>\n<p>Em sua grande maioria, <strong>as doen\u00e7as s\u00e3o causadas por fungos<\/strong>, embora enfermidades causadas por bact\u00e9rias e v\u00edrus tamb\u00e9m possam causar danos importantes.<\/p>\n<p>Devido ao cen\u00e1rio de diversidade de ambientes na qual a cultura do trigo tem sido cultivada, se torna mais dif\u00edcil a viabiliza\u00e7\u00e3o de sistemas padronizados de controle, resultando em uma condi\u00e7\u00e3o no qual o efeito local se apresenta como grande import\u00e2ncia no manejo de doen\u00e7as.<\/p>\n<div style=\"background-color: #efefef; padding-left: 10px; padding-right: 5px; border-radius: 10px;\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">Sem tempo para ler agora? 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Tamb\u00e9m podem ocorrer nas espigas sintomas similares aos da brusone.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/strong>: A <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/giberela-no-trigo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">giberela<\/a><\/strong> \u00e9 extremamente influenciada pelo ambiente, cujas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis s\u00e3o de frequente precipita\u00e7\u00e3o pluvial e temperaturas entre 20 \u00b0C e 25 \u00b0C.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong>: A giberela \u00e9 uma doen\u00e7a de dif\u00edcil controle. A integra\u00e7\u00e3o de medidas de controle \u00e9 a melhor estrat\u00e9gia para minimizar os preju\u00edzos quantitativos e qualitativos por giberela.<\/p>\n<h3>2. Brusone<\/h3>\n<p><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Pyricularia oryzae<\/i><\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong>: Aparecem em folhas, colmos e espigas, mas o dano mais significativo ocorre nas espigas.<\/p>\n<p>Em lavouras de sequeiro no Cerrado brasileiro, com semeaduras precoces (realizadas antes de meados de mar\u00e7o), a ocorr\u00eancia de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/brusone-no-trigo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">brusone<\/a><\/strong> nas folhas pode se configurar em um grave problema, a ponto de promover perda total da lavoura.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/strong>: plantas em est\u00e1dio de espigamento, temperatura variando entre 24 \u00baC e 28 \u00baC e per\u00edodos constantes de chuva, com manuten\u00e7\u00e3o de alta umidade relativa.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong>: O controle qu\u00edmico de brusone na parte a\u00e9rea das plantas de trigo se baseia no princ\u00edpio de que a espiga deve estar protegida preventivamente \u00e0 infec\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno. A chuva que forma o molhamento necess\u00e1rio para iniciar a infec\u00e7\u00e3o. V\u00e1rios experimentos de campo determinaram que fungicidas comerciais com mancozebe na sua formula\u00e7\u00e3o foram os de maior efici\u00eancia para controlar a brusone do trigo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.rehagro.com.br\/ebook-tecnologia-aplicacao-defensivos-agricolas?utm_campaign=material-graos&amp;utm_source=ebook-aplicacao-defensivos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-39621 size-full\" title=\"Clique e baixe o e-book gr\u00e1tis!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png\" alt=\"E-book Tecnologia de aplica\u00e7\u00e3o de defensivos agr\u00edcolas\" width=\"980\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos.png 980w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-300x97.png 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-768x248.png 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-370x120.png 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-270x87.png 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-740x239.png 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/banner-ebook-tecnologia-defensivos-150x49.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><\/a><\/p>\n<h3>3. Mancha-amarela<\/h3>\n<p><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Pyrenophora tritici-repentis<\/i><\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong>: No in\u00edcio do desenvolvimento da doen\u00e7a, ocorrem les\u00f5es em forma de pequenas manchas de colora\u00e7\u00e3o marrom-bronzeada, que se expandem para manchas ovais ou em forma de diamante. Em volta das les\u00f5es \u00e9 comum a ocorr\u00eancia de um halo clor\u00f3tico com um ponto mais escuro no centro da les\u00e3o.A doen\u00e7a \u00e9 mais severa em folhas mais velhas, ap\u00f3s a emiss\u00e3o da folha bandeira. A planta, entretanto, pode ser infectada e apresentar sintomas desde a emiss\u00e3o das primeiras folhas, ainda jovens. Essa infec\u00e7\u00e3o inicial ocorre, muitas vezes, pelo in\u00f3culo prim\u00e1rio, presente nos restos culturais deixados sobre o solo, entre uma safra e outra.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/strong>: Em condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis, com chuva frequente e temperatura em torno de 25 \u00b0C, a doen\u00e7a prolifera para as folhas superiores.<\/p>\n<p><strong>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u00c9 um fungo necrotr\u00f3fico, ou seja, que sobrevive e se desenvolve sobre restos culturais.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong>: O uso de fungicidas \u00e9 sempre uma boa alternativa, especialmente em condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas favor\u00e1veis \u00e0 ocorr\u00eancia da doen\u00e7a. Muitas vezes, essas condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis s\u00e3o previs\u00edveis.<\/p>\n<p>Em anos de ocorr\u00eancia do fen\u00f4meno \u201cEl Ni\u00f1o\u201d, \u00e9 esperado que os meses de setembro e de outubro sejam de temperaturas e de volume de chuvas acima da m\u00e9dia normal, altamente favor\u00e1veis ao desenvolvimento e \u00e0 dispers\u00e3o do pat\u00f3geno. Em anos assim, ser\u00e1 necess\u00e1rio ao menos uma aplica\u00e7\u00e3o de fungicida, dependendo do clima e da cultivar utilizada.<\/p>\n<p>O momento da aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 outro fator igualmente importante, que depende do momento da ocorr\u00eancia da doen\u00e7a que, por sua vez, depende das folhas de trigo com sintomas de <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/mancha-amarela-na-cultura-do-trigo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mancha-amarela<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Por\u00e7\u00f5es de folhas de trigo com sintoma de mancha-amarela coincid\u00eancia entre clima favor\u00e1vel e cultivar suscet\u00edvel. Considerando-se apenas uma aplica\u00e7\u00e3o para o controle dessa doen\u00e7a, dados de experimentos t\u00eam demonstrado que a ocorr\u00eancia da doen\u00e7a durante o emborrachamento pode ser mais cr\u00edtica para a cultura.<\/p>\n<p>Uma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que nessa fase h\u00e1 redu\u00e7\u00e3o de \u00e1rea verde, devido \u00e0s \u00e1reas necrosadas pelo pat\u00f3geno, quando a planta mais precisa de fotoassimilados, que \u00e9 o enchimento de gr\u00e3os.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37524 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg\" alt=\"Curso Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os\" width=\"1200\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg 1200w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-300x156.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-768x399.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-370x192.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-270x140.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-740x385.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-150x78.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<h3>4. Ferrugem da folha<\/h3>\n<p><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Puccinia triticina<\/i><\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong>: Os sintomas ocorrem principalmente nas folhas como les\u00f5es el\u00edpticas, formando p\u00fastulas com uredosporos de cor alaranjada.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/strong>: O desenvolvimento da <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/ferrugem-no-trigo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ferrugem da folha<\/a><\/strong> ocorre rapidamente a temperaturas entre 10 \u00b0C e 30 \u00b0C e, em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, com alta densidade de in\u00f3culo e em cultivares suscet\u00edveis, os sintomas podem aparecer em outros tecidos verdes da planta.<\/p>\n<p><i>Puccinia triticina<\/i> sobrevive somente em tecidos vivos dos hospedeiros, mas os uredosporos t\u00eam vida relativamente longa e podem permanecer no campo, longe dos hospedeiros por v\u00e1rias semanas.<\/p>\n<p><strong>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/strong>: A dissemina\u00e7\u00e3o dos esporos ocorre principalmente pelo vento.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong>: O uso de cultivares com resist\u00eancia gen\u00e9tica \u00e9 a medida de controle mais eficiente e econ\u00f4mica. Para o controle qu\u00edmico tem sido realizada a aplica\u00e7\u00e3o de estrobirulinas e triaz\u00f3is nos \u00f3rg\u00e3os a\u00e9reos das plantas.<\/p>\n<h3>5. Nanismo amarelo<\/h3>\n<p><strong>Agente causador<\/strong>: <em>Barley yellow dwarf virus<\/em> &#8211; PAV<\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong>: O sintoma mais evidente \u00e9 o amarelecimento das folhas no sentido \u00e1pice-base. Os danos, por\u00e9m, j\u00e1 iniciam quando o v\u00edrus \u00e9 introduzido no sistema vascular da planta durante a alimenta\u00e7\u00e3o dos af\u00eddeos. Pode ocorrer o escurecimento das espigas (confundido com outras patologias).<\/p>\n<p><strong>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/strong>: A transmiss\u00e3o ocorre por af\u00eddeos (pulg\u00f5es), principalmente, <i>Rhopalosiphum padi,<\/i> do outono \u00e0 primavera, e por <i>Sitobion avenae<\/i>, na primavera.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong>: O manejo inicia na escolha da cultivar. As cultivares dispon\u00edveis s\u00e3o suscet\u00edveis ao v\u00edrus, mas variam em toler\u00e2ncia. Cultivares intolerantes podem perder mais de 60% do seu potencial produtivo.<\/p>\n<p>O segundo passo \u00e9 o manejo dos af\u00eddeos. Com a a\u00e7\u00e3o de inimigos naturais (parasit\u00f3ides e predadores), as popula\u00e7\u00f5es de af\u00eddeos n\u00e3o costumam atingir n\u00edveis que causem dano direto, mas causam danos pela transmiss\u00e3o do v\u00edrus, sendo necess\u00e1ria a\u00e7\u00e3o complementar com inseticidas.<\/p>\n<p>Recomenda-se o Tratamento de Sementes (TS) com inseticidas sist\u00eamicos que, em geral, dura at\u00e9 30 dias ap\u00f3s a semeadura.<\/p>\n<h3>6. Mosaico do trigo<\/h3>\n<p><strong>Agente causador<\/strong>:<em> Soil-borne wheat mosaic virus<\/em> (SBWMV)<\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong>: O longo per\u00edodo de sobreviv\u00eancia do vetor no solo (superior a cinco anos) e a ampla gama de plantas hospedeiras, dificultam o controle desta virose de outra forma que n\u00e3o por meio da resist\u00eancia gen\u00e9tica.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis<\/strong>: Os danos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o costumam ser limitados \u00e0s \u00e1reas da lavoura onde o vetor se concentra, mas sob condi\u00e7\u00f5es de alta umidade, grandes \u00e1reas podem ser comprometidas.<\/p>\n<p>Cultivares suscet\u00edveis semeadas em \u00e1reas com in\u00f3culo, quando a precipita\u00e7\u00e3o pluvial mensal acumulada supera 200 mm, apresentam danos ao redor de 50% na produtividade de gr\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/strong>: O v\u00edrus \u00e9 transmitido por <i>Polymyxa graminis<\/i>, microrganismo residente no solo e parasita obrigat\u00f3rio de ra\u00edzes de plantas.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong>: Atualmente, h\u00e1 cultivares dispon\u00edveis com resist\u00eancia, que podem ser empregadas em \u00e1reas com a doen\u00e7a.<\/p>\n<h3>7. O\u00eddio<\/h3>\n<p><strong>Agente causador<\/strong>: <i>Blumeria graminis<\/i> f. sp. <i>tritici<\/i><\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong>: A superf\u00edcie das plantas, principalmente a folha, fica recoberta por mic\u00e9lio, conidi\u00f3foros e con\u00eddios de apar\u00eancia pulverulenta, com colora\u00e7\u00e3o branca quando jovem, ou cinza, quando envelhece.<\/p>\n<p>Aparece principalmente em folhas inferiores, mas pode causar crestamento em folhas superiores, espigas e aristas de cultivares suscet\u00edveis. Tecidos foliares infectados se tornam amarelados e, quando severamente atacados, as folhas colapsam e caem.<\/p>\n<p><strong>Dissemina\u00e7\u00e3o<\/strong>: O\u00eddio \u00e9 um fungo biotr\u00f3fico que se mant\u00e9m, na entressafra, sobre plantas volunt\u00e1rias e em restos culturais de trigo, sendo disseminado pelo vento.<\/p>\n<p>A germina\u00e7\u00e3o, a infec\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o de novos con\u00eddios s\u00e3o completadas entre 5 dias e 10 dias, o que leva \u00e0 ocorr\u00eancia de muitos ciclos consecutivos da doen\u00e7a, principalmente entre 18 \u00baC e 22 \u00baC.<\/p>\n<p>Em climas temperados, temperaturas muito baixas ou longos per\u00edodos de chuvas, no outono, retardam a epidemia.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong>: O uso de cultivares de trigo com resist\u00eancia gen\u00e9tica \u00e9 a forma preferencial de controle. Como o fungo \u00e9 vari\u00e1vel, pode se tornar capaz de infectar cultivares consideradas resistentes em anos anteriores.<\/p>\n<p>O controle qu\u00edmico via tratamento de sementes em cultivares suscet\u00edveis \u00e9 mais econ\u00f4mico do que pela aplica\u00e7\u00e3o de fungicidas nos \u00f3rg\u00e3os a\u00e9reos.<\/p>\n<h2>Pronto para descobrir os segredos da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os?<\/h2>\n<p>O <strong><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Curso Online Agro Para Todos: Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os<\/a><\/strong> oferece uma forma\u00e7\u00e3o essencial para quem deseja compreender os fundamentos da atividade, desde o ciclo das culturas at\u00e9 os desafios do manejo e da comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com uma linguagem acess\u00edvel e foco em aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, voc\u00ea vai aprender os fundamentos da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, desde os ciclos das culturas at\u00e9 o manejo de solo, controle de pragas, uso de fertilizantes e an\u00e1lise de custos e margens.<\/p>\n<p>Clique no banner abaixo e d\u00ea o primeiro passo para construir uma base s\u00f3lida na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rehagro.com.br\/cursos-livres\/agro-para-todos-descobrindo-a-producao-de-graos?utm_campaign=12253459-mkt-materiais-agr&amp;utm_source=textos&amp;utm_medium=blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-37524 size-full\" title=\"Clique e saiba mais sobre o curso!\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg\" alt=\"Curso Descobrindo a Produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os\" width=\"1200\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr.jpg 1200w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-300x156.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-1024x532.jpg 1024w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-768x399.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-370x192.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-270x140.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-740x385.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_agr-150x78.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-16049\" src=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg\" alt=\"Alessandro Alvarenga\" width=\"300\" height=\"96\" srcset=\"https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-300x96.jpg 300w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-768x246.jpg 768w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-370x118.jpg 370w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-270x86.jpg 270w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-740x237.jpg 740w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga-150x48.jpg 150w, https:\/\/rehagro.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/alessandro-alvarenga.jpg 975w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ocorr\u00eancia e intensidade de doen\u00e7as na cultura do trigo, s\u00e3o afetadas pela variedade de ambientes existentes no Brasil. 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